Marinheiro resgatado após dois meses no mar levanta dúvida: quanto tempo é possível sobreviver sem água?

Tim e sua cachorrinha foram salvos após tempestade atingir o barco em que estavam; veja vídeo

25/07/2023

Enquanto viajava do México para a Polinésia Francesa acompanhado de sua cachorrinha Bella, Tim Shaddock teve seu barco atingido por uma tempestade que o deixaria à deriva por dois meses no Oceano Pacífico. O marinheiro resgatado conseguiu sobreviver e passa bem, mas traz a questão: quanto tempo é possível sobreviver sem água?

Tim é um australiano de 51 anos que conseguiu sobreviver no oceano à base de água da chuva e peixe cru — que ele mesmo pescou utilizando o equipamento de pesca de seu barco, um catamarã, que também o ajudou a evitar os danos dos raios de sol.

“Passei por uma provação muito difícil no mar. Só estou precisando de descanso e comida boa porque estou sozinho no mar há muito tempo. Fora isso, estou com uma saúde muito boa”, afirmou o marinheiro resgatado ao 9News.

 

A dupla foi avistada no mar por um helicóptero, o que possibilitou que uma traineira realizasse o resgate dos dois. Segundo a BBC News, Tim estava mais magro do que o normal, mas saudável e se recuperando bem.

Afinal, por quanto tempo é possível sobreviver sem água?

Essa é uma resposta um tanto quanto complexa. Experimentos do tipo são difíceis de realizar, já que a restrição de água pode ser mortal. Para tentar driblar essa impossibilidade, pesquisadores alemães analisaram relatos da mídia de pessoas que tinham enfrentado períodos sem hidratação.

 

A pesquisa deu origem a um artigo científico, localizado pelo site IFLScience, que aponta parecer “possível sobreviver sem comida e bebida por um período de tempo de 8 a 21 dias”. Caso a pessoa tenha água, mas não comida, esse tempo poderia alcançar até dois meses, diz o estudo.

 

Mas esses números são variáveis, uma vez que as condições físicas, idade e a temperatura são cruciais e podem interferir na resistência do corpo humano. Por conta disso, os profissionais de saúde hoje apontam que uma pessoa média só poderia ficar de dois a três dias sem água.


Uma prova dessa indefinição de tempo é um caso que aconteceu na Alemanha, em 1979. Na ocasião, o preso Andreas Mihavecz, de 18 anos, foi esquecido em sua cela após um acidente e ficou sem comida nem água. Somente 18 dias depois ele foi encontrado — ainda vivo, mesmo após perder muito peso.

 

Em 1944, dois cientistas, um de 28 e o outro de 33 anos, realizaram um dos poucos experimentos sobre o assunto. Ambos se privaram de água e comeram apenas uma dieta de alimentos secos — um deles por 3 e o outro por 4 dias.

 

“Seus rostos ficaram um pouco contraídos e pálidos e havia uma sugestão de cianose em seus lábios. Essa aparência geral de mal-estar desapareceu em poucas horas após a restauração do líquido, e os sintomas de desidratação passaram muito antes da reidratação fisiológica estar completa”, concluiu um estudo da Universidade de Cambridge sobre o caso.

 

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    Achado no fundo do oceano, Rolex é devolvido ao dono após 4 anos

    Objeto foi encontrado ainda funcionando por surfista australiano que mergulhava de snorkel

    Era pra ser só mais um dia comum na vida — pouco comum — de Matt Cuddihy, um surfista australiano profissional que também é guarda florestal. Até que Matt encontrou um relógio Rolex no fundo do oceano, enquanto mergulhava de snorkel na costa de Noosa, em Queensland (Austrália).

    O objetivo dele era resgatar nadadeiras de pranchas de surfe do fundo do mar — um perigo plástico para a vida marinha. Durante o mergulho, o surfista se deparou com o relógio que, para a surpresa de Matt, ainda estava funcionando. Tratava-se de um Rolex Submariner ref. 5513, que estava no fundo do mar há mais de quatro anos.

     

    O modelo parou de ser fabricado em 1989 e, por isso, é muito desejado, podendo custar até R$ 160 mil.

    Foto: Instagram @mattcuddihy / Divulgação

    O raro e valioso relógio foi devolvido ao seu dono, um morador da região australiana de Sunshine Coast, de 69 anos, identificado apenas como Ric. Mas uma longa história se desenvolveu até que Ric fosse de fato encontrado.

     

     

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    A busca pelo dono do Rolex

    Ao perceber que havia uma inscrição na parte de trás do relógio, Matt entendeu que o Rolex poderia ter sido um presente especial para alguém. Foi então que o surfista decidiu postar uma imagem do relógio em suas redes sociais, na esperança de encontrar o dono.

    Foto: Instagram @mattcuddihy / Reprodução

    Matt recebeu mais de 200 mensagens e a história do Rolex encontrado no fundo do oceano começou a ser divulgada na mídia. O surfista recebeu propostas tentadoras de colecionadores para comprar o relógio, mas sua vontade genuína era a de devolver o objeto ao verdadeiro dono.

     

    Até que uma mensagem simples chamou a atenção do surfista, dizendo: “Ei, Matt! Se esse relógio tiver uma inscrição especial na parte de trás, é meu. Entrei em contato com a polícia depois que o perdi para ver se ele foi encontrado e limpo. Talvez eu consiga recuperá-lo porque tem memórias muito especiais para mim. Ric.”


    Ric foi o primeiro a mencionar a inscrição na parte de trás do relógio — fato que não havia sido divulgado por Matt. O relógio começava, então, a encontrar seu caminho de volta para casa, após longos quatro anos no fundo do mar.

    A inscrição no Rolex achado no fundo do mar

    Na parte de trás do Rolex, uma inscrição dizia “apresentado em 1971”. A mensagem simples era o detalhe que faria toda diferença. O relógio em questão foi dado de presente a Ric por seu pai ainda em 1971, quando ele tinha apenas 18 anos, por vencer uma regata local.

     

    Desde então, Ric não tirou mais o relógio, que o acompanhou por muitas aventuras até ser perdido no mar em 2019, enquanto ele surfava em Noosa, também na Austrália. O Rolex era uma conexão entre Ric e seu falecido pai, que havia servido na Marinha Real Australiana e também era marinheiro.

     

     

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    Ric, aliás, só chegou à postagem de Matt porque um amigo lhe mostrou, uma vez que ele mesmo não faz uso das redes. “Minha filha encontrou o Instagram de Matt e começou a me ajudar a enviar mensagens para ele por vários dias”, explicou.

     

    Ao se deparar com as mensagens, Matt perguntou ao homem e sua filha qual era o número de série do Rolex. Quando as informações bateram, Ric se emocionou muito.

    Eu desabei completamente. Isso é algo que teve tantas aventuras na minha vida (…) eu não conseguia nem sentar com minha filha e minha esposa enquanto jantávamos. Levantei, saí, encostei em um poste da casa e apenas chorei – Ric, o dono do relógio

    Foto: Reprodução

    No final das contas, Ric e Matt se conheceram pessoalmente, em Noosa, e descobriram que estão a apenas 50 quilômetros um do outro. “É tudo incrível. Ainda existem pessoas excelentes no mundo”, disse Ric.

     

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      Semana de Vela: Kairós vence Regata Ilha de Toque-Toque na classe C30

      Após quase seis horas de prova, equipe de São José dos Campos (SP) surpreendeu favoritos e venceu a regata

      Neste domingo (23), os monotipos Carabelli 30 (C30) participaram de sua primeira prova na Semana de Vela de Ilhabela (SIVI), com a regata Ilha de Toque-Toque por Boreste. Ao todo, oito embarcações participaram da disputa que teve o barco Kairós como vencedor, após concluir 20 milhas náuticas em quase seis horas.

      A disputa na classe C30 da SIVI teve início no Canal de São Sebastião, às 12h20 e, até o veleiro do comandante Alessandro Penido atravessar a linha de chegada, os oito barcos participantes (recorde da competição) se revezaram na liderança.

      Foram várias regatas numa só, com muitos barcos se aproximando. Apostamos numa estratégia de esperar o vento leste entrar e continuamos até dar certo. Revertemos uma situação e chegamos em primeiro – Alessandro Penido, comandante do Kairós


      O Kairós completou o percurso seguido pelo Loyalty 06 (de Alexandre Leal) e Bravo (de Jorge Berdasco), que cruzaram a linha de chegada quase empatados.

      A Semana Internacional de Vela de Ilhabela vale pontos para a segunda etapa do Campeonato Brasileiro de C30. A próxima disputa para os Carabelli 30 na SIVI será nesta terça-feira (25), com a Regata Eduardo Souza Ramos.

      Ilhabela: Capital da Vela é repleta de belezas naturais

      Lindas praias, recortadas por vegetação abundante e um mar de verde intenso são alguns dos cenários de Ilhabela, um dos refúgios mais belos do litoral norte de São Paulo. A cidade abriga mais de 50 praias, metade delas ainda praticamente virgens, e cachoeiras abundantes.

       

      A equipe de NÁUTICA preparou uma seleção especial de passeios por Ilhabela para quem for visitar a Capital da Vela durante a 50ª edição da competição. São, ao todo, mais de 20 dicas para curtir a ilha. Confira nosso roteiro completo por Ilhabela.

      50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela

      Para a edição de 2023 da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, estão convidadas as classes HPE30, ORC, Clássicos, C30, BRA-RGS, Bico de Broa, Multicascos, HPE25 e VPRS. Os mais de 100 barcos esperados participarão de regatas em percursos variados ao longo da semana.

       

      Além das competições, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela também oferece uma série de atividades culturais e sociais dentro e fora do Yacht Club de Ilhabela, como shows, exposições e palestras.

       

      A organização fará, ao longo da semana, regatas de acordo com as condições de mar e vento, podendo ser no Canal de São Sebastião ou nas raias mais ao norte e ao sul da ilha.

       

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        NX 50 Invictus HT, maior modelo da NX Boats, chega a Manaus

        Proprietário levou em consideração o bom aproveitamento dos espaços da lancha para fechar negócio

        24/07/2023

        O estaleiro pernambucano NX Boats acaba de atracar com a NX 50 Invictus HT, seu maior modelo, em Manaus. A marca, que em menos de dez anos de operações já colocou mais de 1.400 barcos na água, fará agora sua estreia no Rio Negro, um dos mais importantes do país.

        A lancha foi entregue no último dia 15 de julho ao novo proprietário, Ricardo Costa, que, no mesmo dia, aproveitou para passar a noite a bordo do barco em uma ilha local.

        Segundo a marca, “o cliente optou pela embarcação por ter um design moderno e arrojado, bem diferente dos barcos de Manaus, que são americanos e com cabines muito grandes, não contemplando os espaços externos.”

        Conheça a NX 50 Invictus

        A NX 50 Invictus HT é o primeiro modelo da linha Yacht do estaleiro pernambucano. A embarcação traz linhas de design marcantes e pode ter até três suítes. Sua passagem lateral foi eliminada, então o acesso à proa é feito por dentro do barco, promovendo mais conforto e segurança.

        A lancha tem boca (largura) de 4,05 metros e aproveitamento de todos os bordos, proporcionando mais uso interno da embarcação. Com design moderno, o barco traz amplo uso de vidro para proporcionar maior contato entre interior e exterior, o que também melhora o aproveitamento da luminosidade natural.

        Trata-se de uma lancha com boa altura tanto na cabine, quanto no banheiro: 2,90 m e 2,20 m, respectivamente. A embarcação oferece ainda três opções de propulsão (IPS, Rabeta e Hélice de Superfície (MON-DRIVE) e é equipada com dois motores de 440 hp a 600 hp.

         

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          Barco Crioula é Fita-Azul em regata de abertura da Semana de Vela de Ilhabela

          Equipe gaúcha concluiu a Regata 100 anos - Atrevida por Boreste - Marinha do Brasil após quase 11 horas de prova

          Na abertura da Semana de Vela de Ilhabela, o Crioula (veleiro TP52), do atleta olímpico Samuel Albrecht, foi o Fita-Azul da tradicional Regata 100 anos – Atrevida por Boreste – Marinha do Brasil. Realizada neste domingo (23), a prova soma 50 milhas náuticas ao redor da ilha de Alcatrazes e marca o início da SIVI, que acontece até dia 29.

          Apesar de ser a primeira a cruzar a linha de chegada, às 23h12 — após quase 11 horas de prova –, a equipe gaúcha não teve vida fácil e, assim como os outros barcos, precisou vencer a variação de vento que já partiu da largada, em São Sebastião. Em alguns pontos da travessia, os barcos da classe ORC ficaram praticamente parados.

          Vale ressaltar que, em 2018, o Crioula bateu o recorde da regata, concluindo o percurso em 6 horas, 1 minuto e 42 segundos, quebrando a marca anterior do Camiranga (com a mesma tripulação do Crioula), um Soto65, que completou em 6 horas, 4 minutos e 3 segundos, em 2015.

           

          Além da falta de vento, a tripulação do Crioula (atual campeã da SIVI) também precisou superar os argentinos do Sandokan para vencer a prova de abertura da Semana de Vela. Isso foi alcançado no retorno para o Yacht Club de Ilhabela, quando os gaúchos conseguiram aproveitar as características do TP52 e assumir a liderança.


          “Foi uma regata dura, de paciência e com pouco vento! Tomamos muitas decisões táticas para escolher o melhor caminho. A segunda parte foi uma boa velejada e, por sorte, a gente chegou”, disse Samuel Albrecht, que quer também disputar uma medalha olímpica em Paris 2024, na NACRA 17.

           

          O segundo barco a cruzar a linha de chegada na prova de abertura da Semana de Vela foi o Phoenix, de Mauro Dottori e Fábio Cotrin, seguido pelo argentino Sandokan. A próxima disputa da SIVI acontece nesta terça-feira (25), com a Regata Eduardo Souza Ramos.

          O que é Fita-Azul?

          A denominação Fita-Azul é dada ao barco que cruza a linha de chegada em primeiro lugar, independentemente da categoria ou tipo de barco. Após a chegada do último veleiro da categoria, a Semana de Vela de Ilhabela divulgará quem venceu no tempo corrigido.

           

          Em uma competição de vela oceânica existe uma fórmula para calcular os resultados quando os barcos são de diferentes tamanhos e áreas vélicas.

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            Regata Vela do Amanhã levou 160 crianças para navegar em Ilhabela

            Com recorde de 46 barcos na água, ação social antecedeu Semana Internacional de Vela de Ilhabela

            A Regata Vela do Amanhã, que antecede a Semana Internacional de Vela de Ilhabela (SIVI), quebrou recorde de participantes — e de barcos — nesta edição 2023. No último sábado (22), 160 crianças de 15 projetos de ensino de vela de São Paulo e Rio de Janeiro navegaram nas águas do litoral norte paulista.

            A ação social que leva as crianças para navegar é idealizada pelo Yacht Club de Ilhabela (YCI) e a comissão organizadora da SIVI. A Vela do Amanhã, este ano com 46 barcos, deu aos velejadores mirins uma experiência única a bordo dos veleiros da competição — que começou, oficialmente, no domingo (23) e vai até dia 29.

            Entre os participantes da Regata Vela do Amanhã 2023 estavam representantes de Mairiporã (SP), Paraibuna (SP), Praia Grande (SP), São Vicente (SP), Guarujá (SP), Santos (SP), São Sebastião (SP), Caraguatatuba (SP), Ilhabela (SP), Ubatuba (SP), Paraty (RJ), Angra dos Reis (RJ) e São Paulo (SP).

             

            Enriquecendo ainda mais a experiência dos jovens, até as tripulações argentinas levaram crianças a bordo de suas embarcações.

             

            O barco ‘Fita Azul’ da regata foi o Crioula 52, comandado pelo medalhista de bronze pan-americano Samuel Albrecht, enquanto o segundo colocado foi o Phoenix, com o Caiçara em terceiro.


            “Foi muito legal. A gente aprendeu bastante sobre o barco, inclusive a tirar o balão” contou a velejadora mirim Alexia Sofia, 11 anos, aluna de uma escola de vela de Praia Grande (SP), que velejou com a tripulação do Pangea.

            Proporcionar para as crianças uma atividade dessas é indescritível. Eles nunca vão viver algo assim em outro lugar – Wladimir Vieira Gomes, professor de vela

            Premiação da Regata Vela do Amanhã 2023

            A Regata Vela do Amanhã tem como um de seus objetivos principais apresentar para as crianças os barcos de oceano e a vela como esporte. Assim, todas são presenteadas com medalhas de participação.

            Com a presença de autoridades como o prefeito de Ilhabela, Toninho Colucci, e o secretário de esportes da ilha (e medalhista olímpico), Bruno Prada, as crianças receberam as medalhas na cerimônia de premiação da Regata Vela do Amanhã 2023.

             

            Toninho mencionou a importância do evento para a cidade, o descrevendo como “o maior patrimônio de Ilhabela”. O secretário de esportes, por sua vez, destacou a importância da participação das crianças quando disse que “a base é a coisa mais importante do esporte. Sem a base, você não tem todo o resto.”

            Quem sabe, dessas 160 crianças, vinte ou trinta acabam virando tripulantes ou timoneiros de oceano – Toninho Colucci, medalhista olímpico e secretário de esportes de Ilhabela.

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              50ª edição da Semana Internacional de Vela de Ilhabela começa com mais de 130 barcos

              Evento vai reunir mais de veleiros nas águas da ilha até o dia 29; confira destaques

              23/07/2023

              A histórica 50ª edição da Semana Internacional de Vela de Ilhabela (SIVI) começa neste domingo (23)! Até o dia 29 de julho, mais de 130 barcos vão participar da principal competição de vela oceânica do continente. Quem estiver na Capital da Vela poderá acompanhar um evento de números recordes, além de grandes atrações.

              Os veleiros que vão navegar pelas águas cristalinas de Ilhabela estarão divididos em oito classes: HPE30, ORC, Clássicos, C30, BRA-RGS, Bico de Proa, Multicascos e HPE25. A C30 terá oito barcos na água, enquanto a BRA-RGS terá o recorde histórico de 47 veleiros de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Pará, Bahia e Argentina.

               

              O barco vencedor da classe BRA-RGS leva ainda o título do Campeonato Brasileiro. “Estamos muito felizes com o recorde de barcos na 50ª SIVI, mostra a força da flotilha. Teremos uma disputa muito interessante no Canal de São Sebastião”, destacou Alexandre Martinho, presidente da classe RGS.

              Kairós. Foto: Aline Bassi / Balaio de Ideias

              Serão 54 clubes e marinas diferentes em Ilhabela, representando todas as regiões do país. Além disso, a SIVI terá embarcações estrangeiras, com 12 barcos argentinos.

               

              Destacando ainda mais a importância da competição, atletas olímpicos e pan-americanos como Torben Grael, Robert Scheidt e Samuel Albrecht marcarão presença na 50ª edição da Semana de Vela.

              100 anos do Veleiro Atrevida

              A 50ª edição da Semana Internacional de Vela de Ilhabela abre neste domingo, 23 de julho, com a tradicional Regata 100 anos – Atrevida por Boreste – Marinha do Brasil. A travessia, que celebra o centenário do veleiro, totaliza mais de 50 milhas náuticas, contornando toda a ilha.

              Fotos: MCP Yachts / Divulgação

              Indo do luxo ao lixo e depois renascendo das cinzas, o veleiro Atrevida, concebido por Nataniel Herreshoff — um dos arquitetos navais mais famosos do final do século 19 — ainda em 1923, tem uma história para lá de interessante, contada em matéria no site de NÁUTICA.

              Regata Vela do Amanhã

              A Regata Vela do Amanhã também marcou um novo recorde nesta 50ª edição da SIVI, totalizando mais de 150 crianças inscritas no projeto social. A ação, que antecede a competição, aconteceu no sábado (22). As crianças das escolas de vela puderam conhecer os barcos de oceano e tiveram a chance de velejar ao lado de navegadores experientes, no intuito de incentivar os jovens a seguirem no esporte.

              Fotos: Fred Hoffmann / Divulgação

              Passeios guiados gratuitos

              Até o dia 30 de julho, visando integrar a programação da SIVI, a Prefeitura de Ilhabela vai fornecer passeios guiados gratuitos, tanto para moradores quanto para turistas, partindo do Centro Histórico da cidade. São oito roteiros diferentes, em passeios feitos em jipes e com acompanhamento de guias de turismo ou monitores ambientais.

              Foto: Paulo Stefan – Sectur / Divulgação

              Para participar dos passeios guiados gratuitos as inscrições devem ser feitas presencialmente no estande da Secretaria de Turismo, que abrem sempre dois dias antes da saída dos passeios. É possível conferir a programação completa dos destinos no site oficial da Prefeitura.


              Temporada de baleias em Ilhabela

              Vivendo sua temporada de baleias — que teve início em junho e vai até agosto — cerca de 405 animais já passaram pela região, sendo esse mais um motivo para visitar a Capital de Vela durante a 50ª edição da SIVI.

              Foto: Acervo/Sectur / Divulgação

              Esse é um dos mais espetaculares fenômenos naturais do Brasil, protagonizado, principalmente, pelas baleias jubarte, que atraem turistas do mundo todo para Ilhabela.

              Ilhabela: Capital da Vela é repleta de belezas naturais

              Lindas praias, recortadas por vegetação abundante e um mar de verde intenso são alguns dos cenários de Ilhabela, um dos refúgios mais belos do litoral norte de São Paulo. A cidade abriga mais de 50 praias, metade delas ainda praticamente virgens, e cachoeiras abundantes.

               

              A equipe de NÁUTICA preparou uma seleção especial de passeios por Ilhabela para quem for visitar a Capital da Vela durante a 50ª edição da competição. São, ao todo, mais de 20 dicas para curtir a ilha. Confira nosso roteiro completo por Ilhabela.

              50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela

              Para a edição de 2023 da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, estão convidadas as classes HPE30, ORC, Clássicos, C30, BRA-RGS, Bico de Broa, Multicascos, HPE25 e VPRS. Os mais de 100 barcos esperados participarão de regatas em percursos variados ao longo da semana.

               

              Além das competições, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela também oferece uma série de atividades culturais e sociais dentro e fora do Yacht Club de Ilhabela, como shows, exposições e palestras.

               

              A organização fará, ao longo da semana, regatas de acordo com as condições de mar e vento, podendo ser no Canal de São Sebastião ou nas raias mais ao norte e ao sul da ilha.

               

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                Testamos o Beneteau Oceanis 46.1, veleiro de longas travessias

                Equipe de NÁUTICA navegou na embarcação nas águas do Rio de Janeiro. Confira estreia neste domingo (23), às 21h, no Canal Náutica

                22/07/2023

                A Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, foi palco de mais um Teste NÁUTICA, desta vez, a bordo do Beneteau Oceanis 46.1, veleiro de cruzeiro ideal para longas travessias ou apenas para velejadas domésticas em baías.

                Conduzido por Guilherme Kodja, consultor técnico de NÁUTICA, o teste do Oceanis 46.1 foi feito na companhia de Chico Fragoso. O vídeo com a análise completa estreia neste domingo (23), às 21h, no Canal Náutica.

                 

                 

                Com um casco quinado e desenho sofisticado, o veleiro possui diversas formas de personalização e proporciona conforto nos ambientes internos. A arquitetura do Beneteau Oceanis 46.1 foi desenhada por Finot-Conq e permite o uso total do cockpit.

                O monocasco foi apresentado no Rio Boat Show 2023 pela Aloha Náutica, representante no Brasil da francesa Beneteau. Na ocasião, os visitantes que compareceram ao evento puderam ver de perto a embarcação de 14,60 metros de comprimento e 4,50 metros de boca.


                Internamente, os ambientes foram projetados pela Nauta Design, com texturas de carvalho claro escovado. Ao todo, já estão nas águas quase 500 unidades do modelo, que foi lançado em 2019 e, desde então, vem sendo atualizado.

                 

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                  Reino Unido quer abrigar migrantes ilegais em espécie de prisão flutuante

                  Navio com nome Bibby Stockholm tem capacidade para 506 pessoas e está atracado no sul da Inglaterra

                  21/07/2023

                  O navio Bibby Stockholm, que tem aparência de um bloco de apartamentos, tem sido chamado de “prisão flutuante” e causado polêmica entre os britânicos. Com capacidade para 506 pessoas, a embarcação deve ser destinada aos homens que cruzarem o Canal da Mancha de forma irregular.

                  O barco está atracado no porto da ilha de Portland, na costa sul da Inglaterra. Nas próximas semanas, são esperados 50 migrantes na cidade de Dorset, onde fica a ilha, para embarcarem no navio, de propriedade da empresa Bibby Marine Ltda.

                  O governo britânico pretende manter os “moradores” no barco por um período que pode variar entre três e seis meses — sendo que o porto de Portland já tem um ano e meio de contrato de atracação do navio.

                  Conheça o Bibby Stockholm

                  Ao todo, o Bibby Stockholm tem 222 quartos duplos, que contam com banheiro, chuveiro, janela para o exterior, televisão e armários. Segundo o governo britânico, os homens terão garantido o direito de ir e vir — o Ministério do Interior preparou um serviço de ônibus para isso. Contudo, todos deverão assinar um livro de registro, tanto para entrar quanto para sair da embarcação.


                  Segundo a empresa hospedeira, o Bibby Stockholm dispõe de serviço Wi-Fi, refeitório, ginásio, lavandaria e uma sala multiconfessional, para orações. O custo estimado é de 23 mil euros por dia com segurança, saúde e alimentação, garantidos pelo governo.

                  Críticas ao governo de Rishi Sunak

                  Organizações humanitárias têm criticado a medida de Rishi Sunak, primeiro-ministro do Reino Unido. Para elas, a embarcação é como uma prisão flutuante. O governo, por sua vez, segue ignorando as críticas sobre o assunto — que divide opiniões.

                  O fato é que a chegada da embarcação foi regada a protestos de manifestantes, que levantavam cartazes com os dizeres “não à prisão flutuante” e defendiam os direitos dos refugiados. Por outro lado, alguns protestavam contra a chegada de migrantes na cidade. Porém, havia uma unanimidade: ambos os lados querem que a prisão flutuante vá embora.

                   

                  Hoje, no Reino Unido, mais de 160 mil pessoas aguardam o processamento de pedidos de asilo. O governo tem mantido parte dessas pessoas (51 mil) em hotéis no país, somando um custo que ultrapassa os 6 milhões de euros por dia.

                   

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                    50ª Semana de Vela de Ilhabela terá recorde de barcos na classe C30

                    Ao todo, já são mais de 130 veleiros inscritos no evento que tem início neste domingo (23) e segue até dia 29

                    A 50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela (SIVI), principal competição de vela oceânica do continente, reunirá oito barcos da Classe C30 a partir de domingo (23), número recorde para a categoria no evento. Ao todo, mais de 130 embarcações estão inscritas para navegar pelas águas da Capital da Vela de 22 a 29 de julho, inclusive vindas da Argentina e Austrália.

                    A Classe C30 estará entre as mais competitivas da SIVI, sendo ainda a mais numerosa entre as classes one design — que reúnem barcos idênticos a partir do mesmo molde do casco. Isso garante equilíbrio e competitividade nas regatas, como em uma disputa entre monotipos.

                    Tonka. Foto: Aline Bassi / Balaio de Ideias

                    Entre os oito barcos, estão inscritos cinco do litoral paulista: Bravo, Caiçara KAT Technologies, Kaikias EMS, Kairós e Tonka; dois de Florianópolis: Katana Portobello e Zeus Team, além do Loyalty, com sedes em Porto Alegre e Rio de Janeiro.

                     

                    Nos dois últimos anos, a C30 reuniu cinco barcos em Ilhabela a cada edição, com domínio do Caballo Loco (atual Tonka), tricampeão brasileiro consecutivo e vencedor da Semana de Vela em 2022. O Kaikias faturou o título em 2021.

                    Kaikias EMS. Foto: Aline Bassi / Balaio de Ideias

                    A nova tripulação do Tonka estreou na C30 na 2ª Etapa da Copa Mitsubishi, em junho, no chamado Warm UP para a Semana de Vela, e fez prevalecer o DNA vencedor do barco. O Caiçara KAT Technologies venceu a 1ª Etapa da Copa Mitsubishi, em março, e lidera o Circuito Ilhabela de Oceano de 2023 após 14 regatas.

                     

                    Por sua vez, o Katana venceu a 1ª Etapa do Brasileiro em fevereiro, em Florianópolis — seguido por Caballo Loco e Zeus Team. O campeonato nacional de C30 será concluído em 28 de julho, simultaneamente à Semana de Vela.


                    “Com oito barcos na raia, a nossa expectativa aumenta. Todas as tripulações estão muito bem treinadas e não será fácil para ninguém”, afirma o comandante do Caiçara KAT Technologies, Marcos Cesar. Em 2018, além do título brasileiro, o Caiçara conquistou o bicampeonato da Semana de Vela.

                     

                    Estreantes, porém, experientes — assim como Tonka e Kaikias EMS — a tripulação do Bravo (ex-Corta Vento) também abriu a temporada de 2023 na Classe C30. “Estamos muito empolgados para a edição 50 da Semana de Vela. O nível técnico estará muito elevado e nossa perspectiva é de crescermos durante a competição”, projeta o comandante do Bravo, Jorge Berdasco.

                     

                    O Loyalty está de volta à C30 após conquistar resultados expressivos em outras classes. “Teremos um recorde com a flotilha da C30 em peso na raia. Será ainda mais difícil brigar pela ponta em relação à estratégia. Nossa vantagem é que velejamos juntos há dois anos, o que nos ajudará no entrosamento”, enaltece o comandante Alexandre Leal.

                    100 anos do veleiro Atrevida

                    A 50ª Semana de Vela de Ilhabela vai comemorar os 100 anos do lendário barco Atrevida, construído nos Estados Unidos e atualmente com sede no Yacht Club Ilhabela (YCI). O Atrevida agregará seu nome à regata de abertura Alcatrazes – Marinha do Brasil, no domingo, às 12h10, após o Desfile de Barcos em frente ao Pier da Vila.

                    50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela

                    Para a edição de 2023 da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, estão convidadas as classes HPE30, ORC, Clássicos, C30, BRA-RGS, Bico de Broa, Multicascos, HPE25 e VPRS. Os mais de 100 barcos esperados participarão de regatas em percursos variados ao longo da semana.

                     

                    Além das competições, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela também oferece uma série de atividades culturais e sociais dentro e fora do Yacht Club de Ilhabela, como shows, exposições e palestras.

                     

                    A competição abre no domingo, 23 de julho, com a tradicional Regata 100 anos – Atrevida por Boreste – Marinha do Brasil. A travessia tem mais de 50 milhas náuticas e contorna a icônica ilha do litoral norte paulista.

                     

                    A organização fará, ao longo da semana, regatas de acordo com as condições de mar e vento, podendo ser no Canal de São Sebastião ou nas raias mais ao norte e ao sul da ilha. As inscrições estão abertas no site oficial do evento.

                    Saco da Capela. Foto: Paulo Stefani/Sectur Ilhabela

                    Ilhabela: Capital da Vela é repleta de belezas naturais

                    Lindas praias, recortadas por vegetação abundante e um mar de verde intenso são alguns dos cenários de Ilhabela, um dos refúgios mais belos do litoral norte de São Paulo. A cidade abriga mais de 50 praias, metade delas ainda praticamente virgens, e cachoeiras abundantes.

                     

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                      Superiate luxuoso, potente e que muda de cor procura novo dono; conheça

                      Embarcação sofisticada já foi de famoso estilista, tem teatro e seu desempenho nas navegações impressiona

                      Construído especialmente para o famoso estilista Roberto Cavalli, o Rock 13, um superiate que muda de cor, está a procura de um novo dono. Com mais de 40 metros de comprimento, a embarcação ainda reflete as inovações extravagantes feitas para o estilista.

                      O grande charme do modelo é que seu casco depende somente da luz para mudar de cor. De acordo com a ilumunação que incide, o superiate luxuoso e potente pode sair do roxo e ir para o verde e até atingir um tom de azul escuro.

                      Foto: Rock 13 Yacht/ Worth Avenue Yachts/ Reprodução

                      A embarcação passou por uma reforma mas, antes dela, os ambientes ostentavam símbolos fortes, como estampas em animal print, peles, cores vibrantes e objetos pesados. Aliás, estes espaços contavam com a assinatura do Studio Giliardi. Já o desenho exterior do superiate que muda de cor foi elaborado por Tommaso Spadolini.

                      Foto: Rock 13 Yacht/ Worth Avenue Yachts/ Reprodução

                      Além do casco de alumínio que muda de cor, o desempenho do barco também impressiona. O Rock 13 é equipado com dois motores MTU, que juntos produzem até sete mil hp de potência. Com isso, a velocidade máxima da embarcação alcança os 28 nós. Outra inovação é o elaborado sistema de estabilização, que mantém a navegação suave e elimina o rolamento quando ele se encontra ancorado.

                      Foto: Rock 13 Yacht/ Worth Avenue Yachts/ Reprodução

                      Superiate que muda de cor já passou por reforma

                      Depois de passar um bom tempo sob os cuidados de Roberto, a embarcação foi comprada e submetida a uma profunda reforma. Elaborada pelo estúdio grego Ira PetromanoIaki Yacht Design, a revitalização foi concluída pouco antes do verão de 2020.

                      Foto: Rock 13 Yacht/ Worth Avenue Yachts/ Reprodução

                      Agora, o modelo já não tem mais os ambientes extravagantes do antigo dono. Dessa forma, os ambientes hoje contam com ares minimalistas e sofisticados. O salão principal — que já era espaçoso — agora acomoda confortavelmente os convidados em um jantar.


                      Foto: Rock 13 Yacht/ Worth Avenue Yachts/ Reprodução

                      Para o lazer dos passageiros, há ainda um cinema no deque superior, um teatro particular, uma jacuzzi no convés pincipal e diversos espaços ao ar livre. A capacidade do superiate que muda de cor é de até dez passageiros. Seus 135 pés acomodam ainda uma suíte principal, dois camarotes vip (os três com banheiros privativos e banheiras), três camarotes duplos e mais um de solteiro.

                      Foto: Rock 13 Yacht/ Worth Avenue Yachts/ Reprodução

                      Por fim, o superiate que muda de cor também sofreu com a variação do dólar, tanto é que seu preço já caiu e agora parte de US$ 9,7 milhões, cerca de R$ 46,5 milhões de reais (valores convertidos em julho de 2023).

                       

                      Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                       

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                        Confira os iates de luxo usados por craques do futebol nas férias

                        Barcos de milhões de reais fizeram sucesso entre os jogadores Messi, CR7 e Haaland no verão do Hemisfério Norte

                        20/07/2023

                        Com salários estratosféricos — principalmente quando convertidos para reais — grandes nomes da bola como Messi, CR7 e Haaland podem escolher aproveitar as férias como quiserem. A diversão escolhida pelos três teve algo em comum: os craques navegaram nas férias em belos iates de luxo.

                        O verão do Hemisfério Norte tem sido muito bem aproveitado pelos jogadores, que, além das embarcações de luxo, desfrutaram de lugares paradisíacos na companhia da família e dos amigos. Haaland, inclusive, levou nomes tão “pesados” quanto o dele para navegar.

                        Veja como os craques navegaram nas férias

                        Messi

                        Foto: Ocean Independence / Divulgação

                        Acompanhado da esposa Antonela Roccuzzo e dos filhos, o craque campeão do mundo pela seleção argentina Lionel Messi escolheu o iate Shalimar II. A turma curtiu as férias navegando pelas águas cristalinas do Caribe, antes da estreia do jogador no Inter Miami.

                        Foto: Ocean Independence / Divulgação

                        Com 28 metros de comprimento, o Shalimar II acomoda até oito passageiros, em quatro cabines luxuosas. O aluguel do barco custa US$ 100 mil por semana, o equivalente a quase meio milhão de reais (valores convertidos em julho de 2023).

                        Erling Haaland

                        Uma das maiores joias do futebol mundial, Erling Haaland, atacante do Manchester City, também escolheu um iate de luxo para comemorar o título inédito da Champions League. Tudo isso acompanhado da namorada — e também jogadora — Isabel Haugseng Johansen, pelas águas do Mediterrâneo.

                         



                        Com um salário semanal (sim, por semana!) de 375 mil libras esterlinas (cerca de R$ 2,4 milhões, em valores convertidos em julho/23), Haaland é um dos mais bem remunerados jogadores da Premier League.

                         

                         

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                        O jogador foi fotografado a bordo com Tommy Hilfiger, estilista fundador da Tommy Hilfiger Corporation, Umar Kamani, fundador da marca de moda PrettyLittleThing, e Alberto II, príncipe de Mônaco.

                         

                         

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                        Haaland curtiu suas férias em mais de um iate no verão do hemisfério norte. No começo do mês, o atacante estava a bordo do Le Magnifique, uma embarcação de 33,5 metros, construída pelo estaleiro italiano Overmarine.

                        Foto: Le Magnifique Yacht/Divulgação

                        O Le Magnifique dispõe de acomodação para até 8 pessoas em 4 suítes, incluindo uma master, além de uma cabine VIP e outra dupla. O iate conta ainda com brinquedos aquáticos e acessórios como jets, wakeboards, caiaques, paddleboards e equipamentos de mergulho, como o snorkel.

                        Foto: Le Magnifique Yacht/Divulgação

                        Disponível para fretamento, os valores semanais para navegar a bordo do Le Magnifique podem alcançar mais de 90 mil euros, o equivalente a quase R$ 500 mil, em valores convertidos em julho de 2023.

                        CR7

                        De férias do Al-Nassr, Cristiano Ronaldo, a esposa Georgina Rodriguez e os filhos optaram por Sardenha, na costa da Itália, para desfilar sua Azimut Grande 27 Metri.

                        Foto: Reprodução / Instagram @georginagio

                        O barco é patrimônio do craque português já há três anos, quando o jogador desembolsou 6 milhões de euros (cerca de R$ 32 milhões, em valores convertidos em julho/23) pela embarcação.

                        O iate de 25 metros de comprimento e cerca de 350 metros quadrados de área acomoda até 10 pessoas em cinco cabines de luxo, além de contar com uma cozinha moderna, seis banheiros, três salas de estar e uma sala de jantar.

                        O jogador e a família podem também desfrutar de uma jacuzzi e um bar ao ar livre, além do espaço gourmet na proa, com um lounge. Vale ressaltar que a 27 Metri é produzida no Brasil pela Azimut, sendo que apenas 12 unidades foram entregues até agora —  incluindo a do jogador. A fila de espera para comprar o iate de luxo chega aos dois anos atualmente.

                        Foto: Instagram @cristiano / Reprodução

                        Além do iate, o craque e sua esposa navegaram na praia de Alvor, em Portugal, a bordo de um jet Wake Pro Sea-Doo, avaliado em US$ 17 mil, pouco mais de R$ 80 mil (valores convertidos em julho/23).

                         

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                          NX Boats leva quatro modelos para Itália e anuncia operação própria na Europa

                          Estaleiro planeja exportar 20 unidades ao continente europeu ainda em 2023

                          O segundo semestre do ano está cheio de boas novidades para a NX Boats. Depois de participar do Boat Show de Itajaí e abrir um Customer Service em Angra dos Reis, o estaleiro acaba de anunciar uma operação própria no continente europeu, com uma base da NX Boats na Itália — além da exportação de quatro lanchas para o mercado italiano.

                          A marca está enviando ao mercado italiano os barcos NX 400, NX 270, NX 290 e NX 340. O modelo de 34 pés, aliás, é a lancha mais exportada do portfólio da marca atualmente. Segundo a NX, a projeção é exportar 20 unidades para toda a Europa ainda em 2023, com este novo formato.

                          A NX 340 é a lancha mais exportada do estaleiro. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                          “A NX Boats adora desafios e conquistar novos mercados como o europeu é importante para nós e para o mercado náutico nacional”, comentou Felipe Guedes, diretor comercial do estaleiro, sobre a novidade da NX Boats na Itália.

                          A NX 290 é o modelo de 29 pés do estaleiro pernambucano. Foto: Divulgação

                          A marca conta com uma revenda na Turquia desde 2016, para onde já foram exportados mais de 40 barcos. Agora, com o início da operação própria de fábrica, o objetivo é explorar toda a Europa.

                          Jonas Moura, o presidente da NX Boats. Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal / Revista Náutica

                          “Estamos trabalhando continuamente para oferecer ao mercado nacional e internacional o melhor produto em termos de inovação, design, tecnologia e segurança, sempre pensando em nosso cliente”, aponta Jonas Moura, presidente da NX Boats.

                          A NX 400 é o maior modelo que vai para a Itália nesta exportação. Foto: Divulgação

                          Com sede em Pernambuco, a NX Boats já colocou mais de 1.700 barcos na água em seus nove anos de atuação. Desse total, mais de 150 unidades foram exportadas para outros mercados. Atualmente, os Estados Unidos são o principal destino internacional, com 30 barcos (de cinco diferentes modelos) já entregues.

                          O estande da NX Boats no Marina Itajaí Boat Show, no começo de julho. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                          A aposta do estaleiro no mercado internacional tem crescido ano a ano. Em 2022, 18% da produção da NX foi destinada à exportação. A expectativa do estaleiro pernambucano é terminar 2023 com 34% de barcos enviados a outros países e atingir o índice de 40% em 2024.

                           

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                            Semana de Vela de Ilhabela terá passeios guiados gratuitos

                            Prefeitura de Ilhabela oferecerá ação até dia 30 de julho; evento começa neste sábado (22) e vai até dia 29

                            Partindo da Vila de Ilhabela, também conhecida como Centro Histórico, a prefeitura da cidade vai oferecer passeios guiados gratuitos, visando integrar a programação da 50ª Semana Internacional de Vela. Os tours já começaram nesta quarta (19) e vão até o dia 30.

                            Os passeios serão translados em jipes e, em todos as saídas, os participantes vão ser acompanhados por guias de turismo ou monitores ambientais. Ao todo, serão oito roteiros diferentes, que vão passar por variados pontos da capital da vela.

                            Foto: Matias Capizzano / Divulgação

                            Dentre os destinos fornecidos pela prefeitura, estão pontos turísticos da cidade como o pôr do sol no Mirante do Baepi, passarinhada na Cachoeira dos Três Tombos, trilha da Cachoeira do Veloso, passarinhada na Estrada Parque dos Castelhanos e muito mais!


                            Para participar dos passeios guiados gratuitos as inscrições devem ser feitas presencialmente no estande da Secretaria de Turismo, que abrem sempre dois dias antes da saída dos passeios. Confira a programação completa dos destinos no site oficial da Prefeitura.

                            Praia de Castelhanos. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                            50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela

                            Para a edição de 2023 da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, estão convidadas as classes HPE30, ORC, Clássicos, C30, BRA-RGS, Bico de Broa, Multicascos, HPE25 e VPRS. Os mais de 100 barcos esperados participarão de regatas em percursos variados ao longo da semana.

                             

                            Além das competições, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela também oferece uma série de atividades culturais e sociais dentro e fora do Yacht Club de Ilhabela, como shows, exposições e palestras.

                             

                            A competição abre no domingo, 23 de julho, com a tradicional Regata 100 anos – Atrevida por Boreste – Marinha do Brasil. A travessia tem mais de 50 milhas náuticas e contorna a icônica ilha do litoral norte paulista.

                             

                            A organização fará, ao longo da semana, regatas de acordo com as condições de mar e vento, podendo ser no Canal de São Sebastião ou nas raias mais ao norte e ao sul da ilha. As inscrições estão abertas no site oficial do evento.

                            Saco da Capela. Foto: Paulo Stefani/Sectur Ilhabela

                            Ilhabela: Capital da Vela é repleta de belezas naturais

                            Lindas praias, recortadas por vegetação abundante e um mar de verde intenso são alguns dos cenários de Ilhabela, um dos refúgios mais belos do litoral norte de São Paulo. A cidade abriga mais de 50 praias, metade delas ainda praticamente virgens, e cachoeiras abundantes.

                             

                            A equipe de NÁUTICA preparou uma seleção especial de passeios por Ilhabela para quem for visitar a Capital da Vela durante a 50ª edição da competição. São, ao todo, mais de 20 dicas para curtir a ilha. Confira nosso roteiro completo por Ilhabela.

                             

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                              NÁUTICA Trip: navegamos com Marcio Schaefer até Bahamas a bordo da V33

                              Novo vídeo do Canal Náutica estreia nesta quinta (20), mostrando jornada por belas paisagens

                              19/07/2023

                              A bordo da lancha Schaefer V33, o novo episódio de NÁUTICA Trip navega por belas paisagens com Marcio Schaefer, presidente da Schaefer Yachts. O vídeo acompanhando essa viagem — feita na companhia de Guilherme Kodja, consultor técnico de NÁUTICA — estreia nesta quinta-feira (20), a partir das 21h, no Canal Náutica.

                              Esta NÁUTICA Trip partiu da cidade de Fort Lauderdale, na Flórida, com destino às Ilhas Bimini, nas Bahamas, em um trajeto total (ida e volta) de aproximadamente 100 milhas náuticas.

                               

                               

                              Marcio, que estava nos EUA dando apoio à sua equipe local — que há sete anos marca presença em terras americanas —, se juntou a Guilherme Kodja rumo à paradisíaca Bahamas. “Temos mais de 150 barcos aqui na América”, menciona ele.

                               

                              Durante a jornada, os dois mergulharam em águas cristalinas, inclusive passando ao lado do naufrágio do SS SAPONA (um navio de carga com casco de concreto, que encalhou perto de Bimini durante um furacão, em 1926) e do iate clube de Cat Kay.

                              “Lançamos agora a New 375, a primeira já está chegando nos EUA. Temos uma 44 saindo agora, a fábrica está trabalhando a mil. Vamos comemorar esses 30 anos, a gente sempre buscou crescer muito”, comentou o empresário.


                               

                              Durante a NÁUTICA Trip, Marcio Schaefer ainda revelou que a marca pretende lançar uma embarcação de 60 pés em 2024. Veja imagens do novo episódio.

                               

                               

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                                Alerta: aquecimento global está mudando a cor dos oceanos

                                Segundo pesquisadores, os oceanos da Terra estão ficando mais verdes -- e isso não é um bom sinal

                                Um mundo mais verde seria o futuro ideal – mas não da forma que está acontecendo. Analisando imagens de satélite, cientistas dos Estados Unidos e Reino Unido concluíram que os oceanos da Terra estão mudando de cor e ficando mais verdes. E o motivo disso são as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global.

                                As imagens analisadas pelos pesquisadores são oriundas de 20 anos de registro do satélite MODIS-Aqua. Em artigo publicado na revista Nature, os cientistas dizem que “a refletância de sensoriamento remoto e, portanto, a ecologia da superfície oceânica, mudou significativamente em uma grande fração do oceano nos últimos 20 anos.”

                                A modificação na cor dos oceanos, segundo os estudiosos, é provocada pelas mudanças climáticas. O aquecimento das águas causa o aumento dos fitoplânctons, que usam clorofila verde para fotossíntese, o que explica o tom mais esverdeado dos oceanos.

                                 

                                Apesar dos fitoplânctons apresentarem grande importância para o meio ambiente, uma vez que são fotossintetizantes e garantem — entre outros benefícios — , a oxigenação da água, sua presença em excesso pode criar zonas mortas hipóxicas (extensões de água com pouco ou nenhum oxigênio), em que apenas alguns organismos conseguem sobreviver.


                                Além disso, os fitoplânctons impactam a quantidade de luz que penetra na coluna d’água. Assim, quando presentes de forma exagerada, esse conjunto de micro-organismos causa uma diminuição de luz no ambiente, trazendo danos às espécies que ali vivem.

                                 

                                De acordo com a pesquisa, muitos animais acabam sufocando e morrendo em meio às manchas verdes. Um estudo publicado na revista Science em 2018 mostrou que o tamanho das áreas sem oxigênio nas águas abertas do oceano quadruplicou desde meados do século 20.

                                Efeitos a longo prazo

                                Apesar do estudo já trazer algumas conclusões, outras consequências a longo prazo ainda precisam ser avaliadas. Os pesquisadores consideram que serão necessárias três décadas de observações para detectar as mudanças nos ecossistemas oceânicos.

                                 

                                “Em conjunto, esses resultados sugerem que os efeitos das mudanças climáticas já são sentidos nos ecossistemas microbianos marinhos de superfície, mas ainda não foram detectados”, escreveram os pesquisadores.

                                 

                                Vale ressaltar que esverdeamento do oceano foi particularmente mais perceptível ao redor da linha do Equador, linha imaginária que circunda a Terra, dividindo o planeta nos hemisférios Norte e Sul.

                                 

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                                  Futurista e sustentável: conceito de megaiate de cruzeiro reúne seis tecnologias ecológicas

                                  Com 181 m de comprimento, Swap2Zero vai muito além dos padrões estabelecidos para redução dos níveis de emissão

                                  Reduzir os níveis de poluição na navegação marítima é um tema em alta no mercado náutico. Atualmente, as embarcações devem seguir uma regulamentação de níveis de emissão — que vale tanto para navios comerciais quanto para os de cruzeiro. Um projeto de megaiate, surpreendentemente, promete ir bem além disso.

                                  Batizado de Swap2Zero, o recém-revelado conceito do barco de cruzeiro combina seis tecnologias com emissão zero, algo nunca feito na indústria. A novidade da operadora francesa Ponant terá 181 metros de comprimento, 100 cabines de luxo e também pretende funcionar como plataforma de pesquisa.

                                   

                                  Embarcações com tecnologias ecológicas estão cada vez mais presentes nos mares, buscando alinhar conceitos estéticos e de desempenho à preocupação com o meio ambiente. Os cruzeiros estão se voltando cada vez mais para o GNL (gás natural liquefeito) e outros combustíveis alternativos, por exemplo.

                                  Conheça as 6 tecnologias ecológicas do Swap2Zero

                                  Dentre as seis tecnologias ecológicas do megaiate Swap2Zero, a primeira é um sistema de vela de última geração. Combinado a um design de casco eficiente, as velas fornecem metade da energia de propulsão usando energia eólica pura.

                                   

                                  Com a ajuda de mais de 1.000 metros quadrados de painéis fotovoltaicos, o Swap2Zero usará energia solar.

                                   

                                  O megaiate tem ainda duas inovações ligadas às células de combustível. A primeira é baseada em células de baixa temperatura, usando hidrogênio líquido para propulsão.

                                   

                                  Já a segunda é baseada em células de combustível de alta temperatura, voltada para a carga hoteleira da embarcação (todos os sistemas elétricos a bordo). Tanto a água quanto o calor resultantes desses processos serão reutilizados.


                                  Um sistema de gerenciamento de energia projetado sob medida será responsável por reunir tudo, controlando e distribuindo energia, sem o uso de geradores.

                                   

                                  Por último, a embarcação terá a bordo um sistema de captura de carbono conectado à célula de combustível de alta temperatura. Todas essas tecnologias ecológicas prometem resultar em emissões zero de gás carbônico, óxido nitroso e metano, além de permitir uma autonomia de 30 dias para a embarcação.

                                   

                                  O conceito inovador do navio foi desenvolvido em conjunto com o especialista em arquitetura naval Stirling Design International. A Ponant procura agora o estaleiro ideal para iniciar a produção da embarcação. O objetivo é lançar o Swap2Zero até 2030.

                                   

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                                    Azimut Yachts e estilista Magda Vertuan prepararam uma surpresa no closet da Azimut 27 Metri

                                    Parceria entre as marcas vai levar vestido da grife aos closets da embarcação de luxo

                                    Quem comprar a refinada Azimut 27 Metri vai ter uma surpresa ao entrar na sua elegante suíte máster, que fica na proa do convés principal do iate, e abrir o closet: um vestido da grife Sohoostyle. A promoção faz parte de uma parceria entre a Azimut Yachts e a empresária e estilista Magda Vertuan.

                                    “Desenvolvemos uma peça exclusiva para essa missão, que é um vestido em gaze de linho italiano branco, com bordados azuis, que tem tudo a ver com náutica”, explica Magda, que adora inventar moda, inspirada sempre na magia das cores e na força da natureza.

                                    Magda Vertuan, estilista e empresária da Sohoostyle e Flávia Martins, relações públicas da Azimut Yachts

                                    A qualidade dos tecidos, segundo ela, é primordial na produção das peças. “Só usamos fibras naturais, como 100% linho, 100% algodão e 100% seda. Valorizamos a sustentabilidade, e com isso trabalhamos com o estilo slow fashion, ou seja, que não sai de moda e se aplica a todas as faixas etárias, com foco de produção humanizada e desacelerada”, garante a empresária e estilista.

                                    O vestido da grife Sohoostyle estará no closet da suíte máster da Azimut 27 Metri

                                    O estilo, a um só tempo elegante e descolado, amadureceu quando a empresa fincou raízes no sul da Bahia. Explica-se: a Sohoostyle é uma marca de e-commerce criada em Londrina, em 2013, e que há cinco anos ganhou sua primeira loja na badalada Trancoso.

                                     

                                    “Por estar no famoso vilarejo baiano, um dos lugares mais concorridos do verão brasileiro, um dos princípios da marca passou a ser o uso de muita cor, com tingimento manual dos tecidos e a aplicação de bordados. A Sohoostyle leva a essência de Trancoso”, defende Magda.


                                    Trancoso, segundo ela, une como nenhuma outra o charme rústico e colonial da vila a um toque de sofisticação que encantam as mulheres apaixonadas por moda e que gostam de estar sempre confortáveis com looks atemporais permanentes em seus closets.

                                     

                                    Apesar de todo apelo das cores, para a ação conjunta com a Azimut a estilista preferiu eleger o tecido branco, com detalhes em azul, para rechear o closet da 27 Metri. “Mas nós temos versões desse vestido em várias cores: verde com rosa; azul com rosa; pink com azul; bege com azul, etc.”, faz questão de esclarecer Magda, reforçando a identidade da marca. Bom gosto atrai bom gosto.

                                    Outra cor do modelo da Sohoostyle

                                    Embarcação feita para paladares, digamos, mais apurados, a Azimut 27 Metri é um daqueles iates que nós, brasileiros, até pouco tempo atrás só podíamos ver em filmes. Felizmente, agora é construída no Brasil e faz o maior sucesso. Ainda mais com um belo vestido da Sohoostyle no closet.

                                     

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                                      Mais de R$ 6 milhões: conheça o galpão de barcos que virou cabana flutuante

                                      Mesmo com ambientes espaçosos e bem decorados, a cabana não tem quartos nem banheiro

                                      Por: Redação -
                                      18/07/2023

                                      Curtir uma refeição ou uma festinha em uma cabana flutuante, com uma bela vista para as águas, parece um convite irrecusável — ainda mais ao pôr do sol. Alguns sortudos terão a chance de viver essa experiência na Nova Zelândia, após desembolsarem uma nota preta em um leilão.

                                      A cabana flutuante em questão foi comercializada por meio de um leilão. O ganhador pagou US$ 1,25 milhão, cerca de R$ 6 milhões (valores convertidos em julho de 2023), pelo imóvel de apenas 65 m², que não tem quartos nem banheiro.

                                      Fotos: New Zealand Sotheby’s International Realty/ Divulgação

                                      Essa metragem abriga uma ampla e bem decorada sala de estar, sala de jantar, cozinha completa e um deque sobre as águas. Reformada, a propriedade está localizada em uma estrada à beira-mar, na Baía de Whakatakataka, cerca de 5 km a leste de Auckland, cidade na Ilha Norte da Nova Zelândia.


                                      Assim como outros imóveis da região, a cabana flutuante foi originalmente construída na década de 1930, como um galpão de barcos. Anos depois, parte destes galpões foi revitalizado e transformado em cabanas flutuantes, como o imóvel leiloado por R$ 6 milhões.

                                      Foto: New Zealand Sotheby’s International Realty/ Divulgação

                                      Vale ressaltar que o comprador da cabana flutuante não recebeu escritura nem o título de proprietário do imóvel. Em vez disso, ele tem um contrato para permissão de uso.

                                      Foto: New Zealand Sotheby’s International Realty/ Divulgação

                                      A construção também não pode ser utilizada como residência fixa, apenas uma cabana de férias. Isso tanto por não oferecer dormitório nem banheiro, quanto por conta da lei de patrimônio sobre esses espaços históricos.

                                       

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                                        Cientistas encontram lixo em 77 de 84 recifes de corais estudados em pesquisa

                                        Estudo conduzido por brasileiro mostra que plástico é o principal detrito encontrado, incluindo resíduos da pesca

                                        A quantidade de lixo em recifes de corais ao redor do mundo alcançou números surpreendentes. O brasileiro Hudson Tercio Pinheiro, do Centro de Biologia Marinha da USP, foi o responsável por conduzir a pesquisa que encontrou os detritos e ligou o alerta para essa questão.

                                        Publicado na revista Nature, o estudo soma 1.231 análises subaquáticas, sendo que grande parte das imersões foram feitas na zona mesofótica, que fica entre 30 e 150 metros abaixo da superfície da água.

                                        Foto: Luiz Rocha / Divulgação

                                        Hudson passou seis anos visitando ecossistemas de recifes ao redor do globo. Ao todo, o pesquisador passou por 52 deles, sendo que outros 32 locais foram analisados por outros pesquisadores parceiros do brasileiro, no mesmo período, resultando em análises de lixo em recifes de corais de 14 países.

                                        Incrivelmente, nós encontramos maior quantidade de lixo nos ambientes mais profundos. Isso não era esperado – Hudson Tercio Pinheiro, pesquisador

                                        Alguns pontos podem explicar o motivo pelo qual uma grande quantidade de lixo foi encontrada em ambientes profundos. Nos recifes mais rasos, por exemplo, há maior ação humana para a remoção de detritos, assim como a força das ondas são capazes de levar o lixo tanto para o mar aberto, quanto para as profundezas do oceano.


                                        O fato do plástico ficar preso nos corais da zona mesofótica — que forma a última barreira antes da acumulação no fundo do mar — também explica a maior quantidade de lixo no fundo do oceano, assim como o fato dos corais mais rasos crescerem rapidamente ao ponto de cobrirem parte da poluição.

                                        Sempre ele: o plástico

                                        Os cientistas encontraram lixo em 77 dos 84 recifes estudados, sendo o plástico o material mais abundante, somando 88%. Nesse percentual, predominam as embalagens plásticas.

                                        Foto: Luiz Rocha / Divulgação

                                        Das áreas pesquisadas, somente ao redor de Seychelles — país da África formado por ilhas no Oceano Índico, ao Norte de Madagascar — as embalagens não foram encontradas. No entanto, houve registros anteriores de lixo nesses locais.

                                        Foto: Luiz Rocha / Divulgação

                                        Há quem pense que os lugares mais remotos do planeta ficam de fora da estatística do plástico no mar, mas não é bem assim. Nos recifes das Ilhas Marshall, no Pacífico, foram encontrados de 581 a 1.515 itens de plástico por quilômetro quadrado. Comores, um arquipélago na costa Sudeste da África, teve a maior densidade de poluição, com cerca de 8.529 a 84.495 itens de plástico por quilômetro quadrado.

                                        A pesca como ameaça

                                        No meio de tanto lixo, alguns materiais se destacam por estarem presentes com frequência. Dos itens de plástico encontrados no mar, 73% eram oriundos da pesca: cordas, redes e linhas. Aliás, a “pesca fantasma” acontece justamente por conta desses itens que, enroscados nos corais, acabam capturando animais marinhos, que ficam presos.

                                        Foto: Léo Francini / Divulgação

                                        Segundo os pesquisadores, o acúmulo do plástico nos recifes de coral é estimado em pelo menos 11 bilhões de itens apenas nos recifes rasos da Ásia e do Pacífico. A previsão é que a poluição plástica aumente em 40% antes de 2025, sendo que os picos acontecem em locais próximos a populações humanas, com grandes mercados e áreas protegidas.

                                        Foto: Luiz Rocha / Divulgação

                                        Importância dos recifes de corais

                                        Os recifes de corais são responsáveis por abrigar cerca de 25% da biodiversidade marinha e metade de todas as espécies conhecidas de peixes, mesmo que represente menos de 1% da cobertura do mar. Contudo, a poluição tem diminuído a capacidade dos recifes de abrigar animais marinhos e algas.

                                         

                                        Além disso, devido à pouca luminosidade, os recifes mais profundos têm menor capacidade de recuperação, já que crescem de forma mais lenta. Para piorar, o plástico causa danos aos recifes, prejudicando ainda mais a sua recuperação.

                                         

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                                          Conheça o projeto de superiate com design inspirado em carros esportivos de 1960

                                          Além dos carros, o designer italiano Lorenzo Berselli teve iates J-Class de 1930 como inspiração

                                          Embarcações inspiradas em carros podem até não ser novidade — a exemplo dos modelos com “quatro rodas” que flutuam sobre as águas — , mas o designer italiano Lorenzo Berselli trouxe muita classe ao seu mais novo projeto ao escolher os esportivos de 1960 como inspiração para um superiate.

                                          Ao falar em esportividade o que se imagina é um modelo de embarcação bruta, com grandes motores e muita aceleração. Mas a verdade é que o Horus, projeto de Berselli, tem um layout ultramoderno, uma vez que o italiano também se inspirou nos majestosos iates J-Class.

                                          Os iates em questão foram uma classe lendária de veleiros de corrida (às vezes chamados de “J-boats”) construídos de acordo com as especificações da Regra Universal de Nathanael Herreshoff (um dos arquitetos navais mais famosos do final do século dezenove).

                                           

                                          O Horus, por sua vez, combina duas tendências populares em iates de luxo atualmente. A conexão do interior com o exterior do barco foi bem pensada — e aproveitada — , por isso, ela existe não somente conectando algumas áreas, como de costume, mas ao redor de toda embarcação.

                                          O superiate ainda possui um sistema de propulsão híbrido, proporcionando ao Horus a capacidade de navegar em baixa velocidade sem usar seus motores a diesel mas, quando utilizados, podem atingir velocidades médias e garantir uma autonomia de 5.000 milhas náuticas (9.260 km) a 12 nós (13,8 mph/22 km/h).


                                          O layout do superiate foge do convencional e traz um andar superior dedicado à cabine do proprietário, com uma cobertura de mais de 100 metros equipada com jacuzzi, um escritório, varandas laterais e uma janela traseira com vista panorâmica.

                                          Outras seis cabines estão no convés principal (quatro delas VIP), todas equipadas com janelas do chão ao teto, com persianas que alteram a aparência de todo o baluarte.

                                           

                                          Uma área multifuncional proporciona aos passageiros do Horus refeições ao ar livre ou reuniões ao redor da fogueira no sofá circular. A área de popa do convés lembra um jardim de inverno, com vários espaços de descanso e jantar.

                                          Uma das grandes atrações do barco é a piscina, que fica pertinho do nível da água. Um sistema de toldo deslizante discreto é capaz de cobrir toda a área do beach club para fornecer proteção sem fechar a conexão com o exterior.

                                           

                                          Por enquanto, o Horus é um conceito de superiate, que deve ganhar vida em breve e chamar atenção também no mundo real.

                                           

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                                            Registro de trio de baleias jubarte vence concurso de fotos do mar; veja imagens

                                            Fotografia de leão-marinho sofrendo os impactos humanos na natureza também chama atenção

                                            17/07/2023

                                            Registros da vida marinha sempre chamam atenção, uma vez que os oceanos ainda carregam muitos mistérios e aguçam a nossa curiosidade. Organizado pela ONG americana Ocean Conservancy, o Concurso Anual de Fotografia elege as melhores fotografias do mar. Neste ano, a grande vencedora é da fotógrafa Rachel Moore, que mostra um trio de baleias (foto acima), com o título “Sincronia em Movimento”.

                                            A foto foi selecionada pelos jurados da Ocean Conservancy na categoria mais importante do concurso, intitulada de “Escolha dos Jurados”. A imagem em questão mostra três baleias jubarte nas águas cristalinas da Polinésia Francesa.

                                            Enquanto flutuava quilômetros ao largo da costa em busca de baleias, este trio, mãe, filhote e escolta macho chegaram para uma passagem próxima em perfeita sincronia. – Rachel Moore

                                            Outro registro da fotógrafa que venceu o prêmio. Foto: Instagram @moore_rachel / Divulgação

                                            No perfil de Rachel no Instagram é possível apreciar outros grandes registros feitos pela fotógrafa que, segundo a organização do concurso de fotografia, “tem navegado lentamente ao redor do mundo em seu barco Agape, capturando a beleza selvagem de nosso planeta para inspirar outras pessoas a proteger e conservar nosso precioso oceano.”


                                            Um outro lado da história

                                            A beleza da vida marinha é tão vasta quanto os oceanos, mas o lado sombrio dos mares não escapa das lentes dos fotógrafos que se dedicam a esse universo. A categoria “Impacto Humano” do concurso traz justamente esse ponto.

                                            “Choked Up”. Foto: Nicholas DeNezzo / Divulgação

                                            Nela, o fotógrafo Nicholas DeNezzo, que trabalha com o resgate de animais marinhos, trouxe o registro de um leão-marinho, na Califórnia, com o pescoço preso por algo que aparenta ser uma corda ou algo similar, que acabou ficando preso ao animal.

                                            Como profissional de resgate, essa cena faz parte do nosso dia a dia, onde lidamos com as artes de pesca, a poluição do lixo e outros impactos humanos que afetam a vida marinha local. – Nicholas DeNezzo

                                            Outro registro do fotógrafo Nicholas DeNezzo. Foto: Instagram @nickipedia_ / Divulgação

                                            Confira outras imagens que se destacaram no concurso

                                            “Climate Endurance”, imagem vencedora da categoria Vida Selvagem Marinha. Foto: Jenny Wong / Divulgação
                                            Foto: Brandon Berry / Divulgação
                                            Foto: Gregory Dubois / Divulgação
                                            Foto: Christopher Baker / Divulgação
                                            Foto: Steve Baroch / Divulgação
                                            Foto: Lorenzo Ragazzi / Divulgação
                                            Foto: Wilfrido Lucero / Divulgação
                                            Foto: Kevin Morgans / Divulgação
                                            Foto: Maximilian Holba / Divulgação
                                            Foto: Ross Sheldrake / Divulgação

                                             

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                                              Agência espacial tenta desvendar objeto não identificado achado em praia na Austrália

                                              Misterioso item pode ser proveniente de veículo de lançamento espacial de outro país

                                              Parece um episódio piloto de uma série de TV, mas é vida real: um misterioso objeto não identificado na Austrália movimenta uma praia remota, deixando moradores em alerta. Até a Agência Espacial Australiana entrou no caso e agora investiga do que se trata o curioso item gigante de formato cilíndrico.

                                              O local fica na Austrália Ocidental, em uma praia chamada Green Head. Moradores curiosos logo descobriram o artefato nas areias. Garth Griffiths, um morador local, disse que foi alertado por um vizinho sobre a aparição do objeto na tarde deste domingo (16).

                                              Uma senhora e seu parceiro o descobriram flutuando na beira da água e o arrastaram para fora com seu veículo com tração nas quatro rodas – Garth Griffiths, morador local

                                              Ainda segundo Griffiths, o artefato “é uma espécie de objeto semicilíndrico, feito de material leve de fibra de carbono, como resina leve. Tem 2,5 metros de largura por 2,5 m a 3 m de comprimento. Havia cracas e vida marinha crescendo nele.”


                                              O primeiro “palpite” é que o objeto trata-se de parte de um foguete lançado por outro país. A polícia, que faz a segurança do item misterioso enquanto as autoridades estaduais e federais tentam descobrir o que ele é, disse que uma análise do Departamento de Bombeiros e Serviços de Emergência e do Centro de Química da Austrália Ocidental determinou que “o objeto era seguro e que não havia risco para a comunidade”.

                                               

                                              Apesar disso, a Agência Espacial orienta que “como a origem do objeto é desconhecida, as pessoas não devem manusear ou tentar mover o cilindro”.

                                               

                                              A polícia tenta agora evitar que uma multidão se forme ao redor do objeto não identificado na praia da Austrália. Será que essa série ainda vai render outros episódios?

                                               

                                              Náutica Responde

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                                                16/07/2023

                                                O pequeno catamarã de 25 pés sem cabine, batizado de Igloo — da dupla Beto Pandiani e Igor Bely — há muito tempo desistiu de navegar por águas calmas e abrigadas. Foi este o barco escolhido para cumprir a travessia entre os oceanos Pacífico e Atlântico, a chamada Passagem Noroeste.

                                                A cada ano, os comandantes do Igloo inventam novos lugares para uma jornada insólita — quase sempre por mares distantes e hostis, com desafios piores que aqueles que enfrentaram anteriormente.

                                                 

                                                Entre 2007 e 2008, por exemplo, eles encararam uma jornada de nove mil milhas entre o Chile e a Austrália, cruzando todo o Oceano Pacífico. Isso tudo a bordo de um também singelo Hobie Cat, de 25 pés. Essa foi, aliás, a primeira travessia do tipo realizada por alguém a bordo de um pequeno multicasco sem cabine.

                                                Anos antes, então ao lado de outro parceiro, Betão — como o velejador é conhecido — enfrentou o temível Cabo Horn, numa viagem de cinco meses entre Puerto Montt, no Chile, e o Rio de Janeiro. Assim, tornou-se também o primeiro velejador a chegar à Antártica em um barco sem cabine, com direito a cruzar o Estreito de Drake.

                                                 

                                                Já foram oito expedições até agora, cada uma mais espetacular que outra. A mais recente, concluída em setembro de 2022, foi a travessia da lendária Passagem Noroeste. Este é um labirinto de gelo estreito e naturalmente perigoso, entre o Pacífico, no Alasca, e o Atlântico, na Groenlândia, 800 quilômetros acima do Círculo Polar Ártico.

                                                 

                                                Possivelmente, essa foi a jornada mais ousada do velejador em quase três décadas de aventuras. Para isso, Betão, de 65 anos, e Igor, 39, não embarcaram em um barco motorizado, com casco de aço ou alumínio, próprio para encarar os blocos de gelo.

                                                 

                                                Está aí a maior dificuldade e a ousadia do projeto. Eles percorreram os canais gelados (um inimigo implacável) movidos apenas pela força dos ventos e, em alguns momentos, dos próprios músculos.

                                                A fim de criar outra forma de propulsão, além do vento, para ultrapassar o gelo, ancorar ou acessar o píer de uma comunidade Inuíte (povo indígena esquimó), o catamarã foi equipado com um recurso extra. Um sistema de pedais a bordo, que permite deslocamentos sem vento a uma velocidade de 2 nós. O sistema os ajudou também a esquentar o corpo, nos dias mais frios.


                                                Especial, o Igloo é um barco de fibra de carbono, com reforços com fibras de kevlar, materiais que resultam em mais resistência e leveza, perfeito para velejar com ventos fracos. O casco, monobloco (ou seja, uma peça única, sem travessas parafusadas), tem três metros de boca, um mastro com 11,5 metros de altura e um par de hidrofólios, pequenas “asas” submersas com as quais a embarcação se eleva acima da linha da água, atingindo velocidades superiores.

                                                 

                                                Após a largada em 19 de julho, os velejadores partiram da canadense Tuktoyaktuk, no norte do Oceano Ártico, em direção a Kaktovik, no estado americano do Alasca, onde a Passagem Noroeste se inicia. Foram 44 dias de navegação até o Arctic Bay, um povoado remoto no norte do Canadá, período em que ficaram permanentemente expostos ao frio, com a temperatura em torno de zero grau, sem contar a sensação térmica negativa e a umidade.

                                                Durante o trajeto, pegamos ventos fortes, vento fraco e calmaria. Enfrentamos neve e até ficamos presos no gelo. Este ano foi atípico na região, por isso atracamos até em comunidades Inuítes, à espera de um tempo favorável – Beto Pandiani, velejador

                                                Frente a um quadro como esse, Beto Pandiani e Igor Bely usaram durante a travessia calçados impermeáveis e roupas apropriadas como por exemplo macacão e camadas de baixo de pena de ganso. Contudo, as vestimentas segundo o experiente velejador não aguentavam a umidade forte da região. Ainda assim, sua equipe conseguiu enfrenetar bem o desafio.

                                                Pequeno, mas valente, o Igloo enfrentou as adversidades com bastante estabilidade. Deslizou suavemente pelas passagens estreitas entre as ilhas. E, quando o gelo se tornou um obstáculo mais difícil, a dupla de aventureiros lançou mão do sistema de pedais, pondo os músculos para funcionar pedalando o barco.

                                                Beto Pandiani e Igor Bely estavam a bordo de embarcação equipada

                                                Para não ter a resistência minada, os dois — além de estar bem mentalmente — tiveram de investir na preparação física. Betão malhou durante um ano e meio numa academia de São Paulo, enquanto Igor — cidadão dos sete mares, filho de mãe francesa e pai russo — manteve-se em atividade na Terra do Fogo, onde mora, a bordo do Kotic II, veleiro de aço de 62 pés.

                                                Beto Pandiani e Igor Bely levaram na travessia a mesma dieta das outras duas travessias que encararam juntos, à base de comida liofilizada, pois o barco não comporta muito peso. E para beber, os velejadores optaram pela compra de galões de 15 a 20 litros de água durante as escalas. Porém, para uma emergência, o barco tinha um dessalinizador.

                                                Dessa vez, tínhamos nossa alimentação foi mais luxuosa. Tínhamos sopas, barras de cereais, castanhas, nozes e barras energéticas. Além disso, levamos também iogurtes, pães e queijos – Beto Pandiani, velejador

                                                Entre os equipamentos indispensáveis à viagem, além do VHF, a Arycom, provedora de sistemas de comunicação, forneceu aos velejadores um telefone via satélite de banda larga, com o qual os dois mantinham contato com a civilização usando o satélite Inmarsat-C, e mais dois telefones de voz Iridium e um rastreador Spot X, que conta com função SOS e tem bússola integrada, entre outros recursos. Aliás, o barco dispunha de internet e Wi-Fi, que permitia o envio de mensagens por WhatsApp.

                                                 

                                                Batizado de Rota Polar, o projeto tinha como objetivo discutir as mudanças climáticas, provocadas pelo rápido degelo do Ártico e seus impactos socioambientais. Fechada pelo gelo nos últimos séculos, a Passagem Noroeste vem se tornando cada vez mais navegável com o aquecimento global que atinge a calota polar e o consequente degelo.

                                                Não por acaso, o pequeno Igloo cruzou com alguns barcos pelo caminho, como três navios turísticos, dois barcos da guarda costeira canadense e dois pesqueiros, além do Fraternidade, veleiro de 65 pés com o qual navegador Aleixo Belov (ucraniano de nascimento e baiano de coração) está rodado o mundo. Eram embarcações com cascos de aço e alumínio, preparadas para enfrentar o gelo.

                                                 

                                                Com o intuito de produzir um documentário sobre as alterações que vem sofrendo, seja pela ação deletéria dos homens ou da natureza, Beto Pandiani e Igor Bely filmaram toda a travessia. Ele ainda acredita que todo esse tráfego na região, irá ocasionar algum impacto ambiental rem relação à vida marinha.

                                                 

                                                O fotógrafo e documentarista de aventura Al Andrich, especialista em locais inóspitos, e o fotógrafo, documentarista e ativista ambiental Alexandre Socci, da Tocha Filmes, registraram alguns trechos da viagem. Além do documentário, o projeto Rota Polar irá resultar na produção de artigos e na publicação de um livro que retratarão o impacto ambiental, social, econômico e cultural do rápido desgelo do Ártico.

                                                Vale ressaltar que o explorador norueguês Roald Amundsen (1872-1928) foi primeiro a fazer essa travessia, em 1903, a bordo do Gjøa, embarcação de pequeno porte, a remo ou a vela. Com uma tripulação de seis pessoas, liderada por Amundsen, o Gjøa atingiu o Oceano Pacífico em 1906, após uma viagem de mais de três anos.

                                                 

                                                O sonho dos navegadores dos países de Atlântico Norte era abrir a Passagem Noroeste para o tráfego marítimo comercial, o que diminuiria, por exemplo, a distância entre Londres e Tóquio de 23 mil quilômetros (via Cabo da Boa Esperança, contornando a África) para apenas 12 mil. Mas o frio, a ameaça de gigantescos icebergs e as violentas tempestades de neve sempre foi um entrave para a concretização desse sonho.

                                                 

                                                Agora, com o degelo da calota polar, essa rota finalmente está se tornando transitável, com a promessa de diminuição do curso marítimo entre o continente asiático e o europeu. Ainda há muito gelo pelo caminho, como testemunharam Beto Pandiani e Igor Bely durante a travessia.

                                                Durante a viagem, eles não ficaram completamente sozinhos. Ao contrário, tiveram como companhia os mais diversos animais, de pássaros a três espécies de baleias. As focas eram visitas mais constantes. Quando o vento não soprava com força, algumas delas chegavam a nadar ao lado do barco. Ursos brancos também surgiram no caminho. Por fim, foram premiados com um espetáculo inesquecível: dezenas de baleias-brancas (belugas) brincando despreocupadamente nas águas transparentes da Baía Leopold.

                                                 

                                                Foi nesse clima que, dia 4 de setembro, Betão e Igor avistaram o povoado de Artic Bay, onde a travessia em um pequeno barco sem motor alcançou a chegada. “Eram 3 horas da manhã e estávamos a apenas 6,4 milhas de Artic Bay. A viagem estava concluída. Jogamos a âncora e o Igloo se aquietou. Demos um grande abraço e rimos”, registou Betão em seu diário de bordo, colocando ponto final em mais uma linda história.

                                                A Passagem Noroeste estava finalmente conquistada e outras façanhas virão. Podem anotar que, logo, logo eles inventam outro lugarzinho bom para se aventurar, certamente outra viagem inédita e única. Definitivamente, o barco desses dois comandantes não nasceu para navegar por águas calmas.

                                                 

                                                Náutica Responde

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                                                  Taam Ja' tem 247 m de profundidade e foi encontrado na baía de Chetumal, no México

                                                  15/07/2023

                                                  Descoberto por cientistas no mar da costa do México, o segundo maior buraco azul do mundo tem 274,4 m da base até a parte mais baixa — o que equivale, aproximadamente, à altura de um prédio de mais de 100 andares.

                                                  O buraco leva o nome de Taam Ja’ (que significa “águas profundas”, na língua maia) e foi descoberto por uma equipe do Colegio de la Frontera Sur (Ecosul), um centro de pesquisas mexicano, na baía de Chetumal.

                                                  Os buracos azuis se assemelham a buracos comuns na terra, porém, são cheios de água. Por conta da dificuldade de acesso ao seu interior — e até mesmo de encontrá-los — eles acabam sendo pouco conhecidos e estudados.

                                                   

                                                  Inclusive, os estudos e o levantamento com informações do Taam Já’ foram feitos em setembro de 2021, mas somente após um estudo publicado na revista Frontiers in Marine Science, neste ano, os pesquisadores revelaram sua existência.

                                                   

                                                  Vale ressaltar que o trabalho dos cientistas partiu de informações iniciais dadas por pescadores locais, que instigaram os pesquisadores a investigar a região utilizando o sistema de ecossondagem (instrumentos que captam o comprimento das ondas de som na água) para determinar a profundidade do buraco.

                                                  As paredes do Taam Já’ são revestidas por biofilmes de algas marrons, sua superfície tem uma “forma quase circular” e suas beiradas são íngremes, com inclinações consideráveis — segundo o estudo, formam uma “grande estrutura cônica”.


                                                  Essas misteriosas formações no meio do mar são ricas em vida marinha e cientistas acreditam que tenham sido formadas durante as últimas eras glaciais.

                                                   

                                                  O buraco azul mais profundo do mundo foi descoberto em 2016 no Mar da China. Chamado Dragon Hole (ou Longdong), o buraco chinês tem nada menos que 300,8 m de profundidade.

                                                   

                                                  Náutica Responde

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                                                    14/07/2023

                                                    A 50ª Semana de Vela de Ilhabela terá a presença especial do velejador André Homem de Mello, o primeiro navegador em solitário que deu a volta ao mundo a bordo de uma embarcação.

                                                    André Homem de Mello estará participando do evento que ocorrerá entre os dias 22 e 29 de julho, no litoral norte de São Paulo, a bordo do barco Delta 32, apelidado de Oceano. Ele estará presente na classe Bico de Proa e sua tripulação surpreendentemente será formada por alunos da sua própria escola de vela.

                                                     

                                                    Sua participação na 50ª Semana de Vela de Ilhabela tem como intuito tanto oferecer aos jovens experiências de navegação quanto divulgar a campanha de financiamento coletivo para seu filme “Sozinho no Fim do Mundo”, que conta sua viagem ao redor do mundo e finalizada em 2002.


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                                                    O ano de 2023 será bastante badalado para o experiente velejador. Agora no segundo semestre, deverá ser lançado o filme sobre suas aventuras em alto-mar. A produção mostrará novas imagens da volta ao mundo e também das sete travessias no Oceano Atlântico e uma do Oceano Pacífico.

                                                    Foto: Matias Capizzano/ YCI/ Divulgação

                                                    As gravações mostram cenários como o Cabo da Boa Esperança, Cabo Leewin, na Austrália, águas do sul da Nova Zelândia e, por fim, o Cabo Horn, localizado no extremo sul da América do Sul.

                                                     

                                                    Para que o filme seja concretizado, o navegador contará com um crowdfunding, que pretende arrecadar ao menos R$ 316 mil. Outra tarefa de André Homem de Mello será tentar viabilizar uma edição mais recente do seu livro “Diário de Bordo”, revisado em comemoração dos 20 anos de seu lançamento.

                                                     

                                                    Nas páginas, o velejador conta sua aventura de seis meses e como enfrentou grandes ondas e tempestades sem pisar em terra firme.

                                                    50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela

                                                    Para a edição de 2023 da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, estão convidadas as classes HPE30, ORC, Clássicos, C30, BRA-RGS, Bico de Broa, Multicascos, HPE25 e VPRS. Os mais de 100 barcos esperados participarão de regatas em percursos variados ao longo da semana.

                                                     

                                                    Além das competições, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela também oferece uma série de atividades culturais e sociais dentro e fora do Yacht Club de Ilhabela, como shows, exposições e palestras.

                                                     

                                                    A competição abre no domingo, 23 de julho, com a tradicional Regata 100 anos – Atrevida por Boreste – Marinha do Brasil. A travessia tem mais de 50 milhas náuticas e contorna a icônica ilha do litoral norte paulista.

                                                     

                                                    A organização fará, ao longo da semana, regatas de acordo com as condições de mar e vento, podendo ser no Canal de São Sebastião ou nas raias mais ao norte e ao sul da ilha. As inscrições estão abertas no site oficial do evento.

                                                    Saco da Capela. Foto: Paulo Stefani/Sectur Ilhabela

                                                    Ilhabela: Capital da Vela é repleta de belezas naturais

                                                    Lindas praias, recortadas por vegetação abundante e um mar de verde intenso são alguns dos cenários de Ilhabela, um dos refúgios mais belos do litoral norte de São Paulo. A cidade abriga mais de 50 praias, metade delas ainda praticamente virgens, e cachoeiras abundantes.

                                                     

                                                    A equipe de NÁUTICA preparou uma seleção especial de passeios por Ilhabela para quem for visitar a Capital da Vela durante a 50ª edição da competição. São, ao todo, mais de 20 dicas para curtir a ilha. Confira nosso roteiro completo por Ilhabela.

                                                     

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                                                      Evento acontece de 22 a 29 de julho na ilha que reserva grandes refúgios naturais

                                                      De 23 a 30 de julho, Ilhabela será sede da 50ª edição da mais tradicional semana de vela do país. Serão sete dias ininterruptos de regatas, intercalados com muita confraternização, numa mistura de sotaques tanto brasileiros quanto estrangeiros. Impossível não ficar impressionado com as dimensões de um evento que nasceu despretensiosamente, 50 anos atrás, e que hoje atrai cerca de 1.600 velejadores.

                                                      Organizada pelo Yacht Club de Ilhabela, a Semana de Vela deve reunir este ano cerca de 150 veleiros, distribuídos pelas classes ORC, BRA-RGS, VPRS, C30, HPE 25, Clássicos, Bico de Proa e Multicasco. Os catamarãs correrão como classe convidada desde que formem uma flotilha e esta seja aprovada pela Comissão Organizadora.

                                                      Foto: Aline Bassi | Balaio de Ideias / Divulgação

                                                      A competição também valerá como Campeonato Brasileiro da Classe C30 e segunda etapa do Campeonato Brasileiro da Classe BRA-RGS. A abertura está marcada para o domingo, 23 de julho, com a regata Alcatrazes por Boreste – 100 anos Veleiro Atrevida, com percurso de 55 milhas.

                                                      Foto: Marco Mendéz/ Sail Station/ Divulgação

                                                      Mas esse não é o único motivo para você programar aquela viagem ao litoral de São Paulo. A Semana de Vela ocorre em um dos lugares mais bonitos do litoral do Brasil, com praias, matas, cachoeiras e muitas belezas naturais. Fácil, fácil, está entre os melhores lugares do país para se conhecer. Mesmo quem só vai para passear gosta. E sempre volta.

                                                      Saco da Capela. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                                      Abaixo, confira alguns motivos para ir à mais famosa ilha do litoral norte de São Paulo, durante a Semana de Vela.

                                                      A raia é democrática

                                                      A despeito de ser uma competição altamente seletiva do ponto de vista técnico e de ser dominada por veleiros de alta performance, a Semana de Vela não deixa de fora os competidores amadores, com seus barcos de cruzeiro – que, inclusive, são maioria.

                                                      Foto: Edu Grigaitis | Balaio de Ideias / Reprodução

                                                      E é justamente aí que reside um dos segredos do seu sucesso: permite que uma família de amadores divida a raia com medalhistas olímpicos como Robert Scheidt (que já confirmou presença este ano), Marcos Soares, Torben e Lars Grael.

                                                      Atrações para todos os gostos

                                                      Sediar o maior evento náutico da América Latina, a Semana de Vela de Ilhabela, é apenas mais um detalhe. Abençoada pela natureza, com lindas praias urbanas de um lado, ainda selvagens do outro e uma exuberante Mata Atlântica em todo o resto, Ilhabela é tão bonita que juntou substantivo e adjetivo numa só palavra. Em Ilhabela, basta navegar alguns minutos para achar (e sempre se acha…) uma praia de cartão postal e com praticamente ninguém no horizonte.

                                                      Praia do Pacuíba. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                                      Vegetação intocada

                                                      A capital nacional da vela detém outro título igualmente invejável: é o município brasileiro com o maior índice de preservação da Mata Atlântica original. Para ter uma ideia disso, basta dizer que 83% da ilha faz parte de um parque estadual que a preserva praticamente virgem e inacessível, enquanto a vila, os bairros, as ruas e as praias do sul e do norte ocupam apenas 17% da sua área. Num cenário assim, qualquer passeio ao ar livre já é um prazer à parte.

                                                      Cachoeira dos Três Tombos. Foto: Lailson Santos | Sectur Ilhabela

                                                      Mais de 40 praias

                                                      Para quem quer passar o dia relaxando diante do mar, Ilhabela tem 42 praias, metade delas ainda praticamente virgens: Castelhanos, Bonete, da Feiticeira, das Pedras Miúdas, Ilha das Cabras, do Curral, da Pedra do Sino, da Armação, de Jabaquara, etc.

                                                      Praia do Curral. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                                      Trilha Bonete-Castelhanos

                                                      Que as praias do Bonete e de Castelhanos são as mais desejadas da ilha, ninguém duvida. Mas o que poucos sabem é que, embora distantes entre si, existe um caminho (caminho mesmo, porque só pode ser feito a pé) entre essas duas praias.

                                                      Trilha do Bonete. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                                      É uma pernada e tanto, coisa de cinco ou mais horas de caminhada, dependendo da quantidade de paradas pelo caminho, já que a trilha reserva alguns atrativos para os andarilhos. Um deles é uma centenária árvore sapopema, cujo tronco é mais largo do que dez pessoas juntas.


                                                      Travessia de riacho na praia das Enchovas

                                                      A caminhada entre o Bonete, no extremo sul de Ilhabela, e Castelhanos, situada no lado leste, reserva boas surpresas. Uma delas é a travessia de um riacho de águas cristalino nas proximidades da praia das Enchovas (um recanto isolado, habitado por apenas uma família, onde a faixa de areia é coberta de pedras redondinhas, e o mar é transparente), que também é atravessada pela trilha que une as duas praias.

                                                      Praia das Enchovas. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                                      Um mirante natural

                                                      Na chegada a Castelhanos há um sensacional mirante natural, que permite ver a praia inteira de cima. Claro que não dá para ir e voltar no mesmo dia, mas pode ser um grande passeio para quem estiver no Bonete e quiser voltar para a vila nos jipes que levam turistas para Castelhanos — ou vice-versa.

                                                      Praia de Castelhanos. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                                      O uso original da trilha era para unir as comunidades caiçaras das duas praias. Quanto aos borrachudos, eles já não formam aquelas implacáveis esquadrilhas, capazes de deixar seus tornozelos em pandarecos.

                                                      Tesouros da natureza

                                                      Em meio à grande profusão de rios e mata virgem, distribuem-se 360 cachoeiras, sendo que 30 delas são abertas ao público para banho. Algumas são de fácil acesso, por meio de trilhas leves; outras têm percursos mais aventurosos.

                                                       

                                                      É o caso da cachoeira Grande do Areado, a maior das quedas d’água existente na ilha. Estima-se que ela tenha entre 150 e 200 metros de altura, o que a colocaria como uma das maiores do país. Mas o seu acesso é bem complicado e a caminhada, pra lá de pesada — coisa de 24 quilômetros ida e volta.

                                                      Cachoeira da Laje. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                                      Mais simples (mas ainda assim não tão fácil, por exigir uma caminha de uma hora e meia) é visitar os chamados poços da Cachoeira do Laje, na trilha que leva à praia do Bonete. São dois poços de águas cristalinas. O primeiro deles lembra uma piscina olímpica. O segundo permite tomar banho de água doce vendo o mar ao fundo. Vale o esforço. E como vale.

                                                      Volta à ilha de barco

                                                      Com 330 quilômetros quadrados — ou 169 vezes a área do Principado de Mônaco — Ilhabela é a maior ilha marítima do Brasil. Ainda assim, pode ser contornada em um único dia de passeio de barco, embora isso não seja o mais recomendado, até porque sua navegação pode exigir muita atenção em certos trechos. Bem melhor é programar dois ou três dias e dormir ancorado em algumas de suas pequenas baías.

                                                      Praia da Fome. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                                      Prainha do Codó

                                                      Para quem preferir contornar a ilha de barco, é preciso ser bem curioso e ficar muito atento ao navegar entre a Baía de Castelhanos e o Saco do Sombrio para achar esta idílica prainha, que fica pra lá de escondida, quase em frente às ilhas Galhetas, mas não à vista dos barcos que passam.

                                                      Prainha do Codó. Foto: Márcio Bortolusso/Photoverde

                                                      O segredo está na sua localização, completamente atrás das pedras da costeira, e no seu minúsculo tamanho, com uma faixa de areia que, na maré baixa, mal passa dos dez metros de comprimento (na alta, ela praticamente desaparece).

                                                       

                                                      É tão pequena e tranquila que barco não entra. É preciso ancorar bem antes e chegar nadando, o que só aumenta a surpresa de contornar uma fileira de pedras e dar de cara com o pequeno paraíso, que os caiçaras chamam de Codó ou Codói.

                                                      Tesouro escondido

                                                      Outro tesouro escondido no lado leste da ilha é a minúscula Praia da Riscada. Se não procurar, não acha. Todo mundo que vai de barco até Castelhanos passa por ela, mas não a nota, porque as mesmas pedras que a decoram (uma delas, bem no meio da areia, caprichosamente esculpida pela natureza com frisos — daí o nome, “riscada”) a escondem na costeira, além de impedir a aproximação dos barcos. O único jeito é cair na água e chegar a nado, o que, nos dias de mar calmo, é outro grande prazer.

                                                      Praia da Riscada. Foto: Márcio Bortolusso/Photoverde

                                                      Praia e piscina, lado a lado

                                                      No norte da ilha, entre a praia da Fome e o costão do Quebra-Coco, localiza-se a curiosa praia do Poço, que só quem conhece bem Ilhabela costuma acessar de barco, por ficar quase escondida no fundo de um saco — quem passa pelo mar, não vê a praia.

                                                      Praia do Poço. Foto: Márcio Bortolusso/Photoverde

                                                      Seu maior atrativo não é não ficar à mostra e sim o que ela tem para mostrar: um formidável poço de água doce (daí o nome da praia), permanentemente alimentado por uma pequena cachoeira que muda toda hora de formato, ao sabor das marés e do volume de água que vem do poço. Só o que nunca muda é o apetite dos borrachudos, ali sempre famintos. Mas, dentro d’água eles não têm como atacar.

                                                      Indaiaúba, uma praia quase exclusiva

                                                      Quanto você daria para ter uma praia só sua? Um milionário gastou uma grana preta para isso, na parte sul da ilha.

                                                      Praia de Indaiaúba. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                                      Depois de comprar toda a parte de trás da praia de antigos caiçaras, ele fincou algumas (poucas) casas, para ele e seus familiares, implantou um esquema de segurança hi-tech, com câmeras de vigilância e seguranças motorizados espalhados pela mata preservada, e mandou construir um heliponto, já que não existe outra maneira chegar nesta praia a não ser a pé, de barco ou de helicóptero. Para muitas, Indaiaúba é a mais bonita das 42 praias da ilha.

                                                      Saco do Eustáquio, onde o mar é mais calmo

                                                      Quando querem um lugar bonito, tranquilo, seguro e muito abrigado para ancorar e passar o dia (e, eventualmente, também uma noite a bordo), os donos de barcos de Ilhabela não costumam ter muitas dúvidas: apontam a proa para o Saco do Eustáquio, vizinho à Baía de Castelhanos, do lado de fora da ilha.

                                                      Saco do Eustáquio

                                                      Essa enseada (ou “saco”, como os caiçaras a chamam) tem as águas mais tranquilas da ilha, e ainda por cima é protegida contra qualquer tipo de vento. Um abrigo perfeito, enfim. E ainda há dois gostosos quiosques na areia, sob a sombra de amendoeiras.

                                                      A emoção do Buraco do Cação

                                                      Entre todas as atrações naturais de Ilhabela, o Buraco do Cação talvez seja a mais radical. O Buraco é uma fenda na costeira da parte sul da ilha, no caminho para o Bonete, que o mar invade sem dó, especialmente nos dias de vento mais forte.

                                                      Buraco do Cação. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                                      Mesmo nos dias de mar calmo, só os mais experientes arriscam entrar nele, porque o risco de ficar preso lá dentro pela maré existe de fato. Mas a recompensa é que, logo após a fenda a gruta se alarga e é iluminada por uma espécie de claraboia no teto. É um lugar mágico. E para poucos.

                                                      O farol da Ponta do Boi

                                                      Fica em lugar bem isolado, no lado de fora da ilha, onde só se chega lá de barco — e se o mar estiver muito calmo — ou a pé, após algumas horas caminhando por uma trilha que parte do Saco do Sombrio.

                                                      Farol da Ponta do Boi. Foto: Márcio Bortolusso/Photoverde

                                                      Com jeito de castelinho, teve a construção concluída no ano 1900, em uma localização estratégica, para tentar evitar os muitos naufrágios que aconteciam na ilha. Sua luz pode ser vista de uma distância de 22 milhas.

                                                      Mergulhar na Ilha das Cabras

                                                      Mergulhar é um ótimo programa em Ilhabela. A ilha tem vários naufrágios para serem visitados e mar com boa visibilidade quase o ano inteiro. Um dos pontos imperdíveis é justamente o mais básico de todos: a ilha das Cabras, que fica a menos de 200 metros da orla.

                                                      Ilha das Cabras

                                                      Não há outro local com tamanha diversidade de vida marinha no litoral de São Paulo do que o entorno daquela ilhota, que pode ser vista até da estrada que leva ao sul da ilha. Não por acaso, a ilha das Cabras é um famoso ponto de ‘batismo’, ou seja, onde a maioria dos iniciantes faz o seu primeiro mergulho.

                                                      Avistamento de pássaros e de baleias

                                                      Ilhabela está dando impulso a uma nova forma de turismo, dentro de uma proposta de vida natural: o avistamento de pássaros e de baleias. Nada menos que 317 espécies de pássaros foram identificadas na ilha, dentro do projeto Birdwatching, que prevê a instalação de torres de avistamento em seis pontos do Parque Estadual de Ilhabela.

                                                      Bico-de-lacre. Foto: Aurélio Rufo | Sectur Ilhabela

                                                      Os visitantes podem observar, fotografar e catalogar espécies como o Tiê-sangue, símbolo da Mata Atlântica, Tangará, Coruja-preta e Papagaio-moleiro — esta espécie, eleita a ave símbolo da ilha.

                                                      Baleias jubartes

                                                      Se uma baleia encanta muita gente, imagina mais de uma centena delas. Segundo registro do projeto Baleia à Vista, que faz monitoramento dos mamíferos no litoral norte de São Paulo, esse é o número aproximado das jubartes — famosas por seu canto, por suas nadadeiras gigantescas e pelo belo balé aquático — avistadas a cada ano em Ilhabela.

                                                      Foto: Acervo/Sectur / Divulgação

                                                      A presença desses carismáticos animais suscitou a criação de postos de observação, por terra e pelo mar, que atrai turistas de diferentes partes do Brasil e do mundo.

                                                      O centrinho da vila

                                                      Indo para Ilhabela, não pode haver uma experiência completa se a jornada não incluir um rolê pelo charmoso centrinho da ilha, chamado de “a Vila”. É ali que ficam os restaurantes, os cafés e as livrarias. É ali também, pela rua do meio, que os velejadores costumam circular quando não estão na raia.

                                                      Centro Histórico (Vila). Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                                      Sem contar que, em tempo de Semana de Vela, tem lugar ali a chamada Race Village, palco para shows, ciclos de palestras e da entrega de prêmios para os vencedores das regatas. Dali, é possível acompanhar em tempo real, através de telões, as posições dos barcos nas regatas — algo impossível de acompanhar de terra firme.

                                                      A Meca da vela

                                                      Em resumo, Ilhabela tem uma costa linda, com dezenas de praias, muito verde, cachoeiras e uma gastronomia que respeita a tradição caiçara. E, como se não bastasse, ainda é a capital brasileira da vela e palco da maior competição oceânica da América Latina.

                                                      Foto: Edu Grigaitis | Balaio de Ideias / Reprodução

                                                      Quem diria que aquele evento despretensioso — que os velejadores Mário Volcoff e Carlos Cyrillo criaram 50 anos atrás, para dar credibilidade e vender títulos do então recém-inaugurado Yacht Club de Ilhabela — se transformaria em uma verdadeira apoteose da vela?

                                                       

                                                      Náutica Responde

                                                      Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                        13/07/2023

                                                        Além de reproduzirem grandes performances nos palcos, os astros do rock também mostram seu talento navegando sobre as águas. De barcos mais discretos até os com mais personalidade, a verdade é que navegar pode ser também um refúgio para quem tem sempre grandes holofotes apontados para si.

                                                        Neste Dia do Rock, confira, a seguir, as embarcações de quatro grandes nomes do gênero musical.

                                                        Billy Joel

                                                        Além de cantor, compositor e pianista, o norte-americano Billy Joel é um verdadeiro amante dos barcos. O artista já chegou a ter cinco embarcações, incluindo um Inace de 29 metros.

                                                        Foto: Fraser / Divulgação

                                                        Atualmente, Joel tem um Vendetta de 17 metros, projetado para ser uma réplica dos clássicos que foram popularizados na década de 1920. Joel, inclusive, já usou a embarcação para ir de sua casa, em Long Island, até a cidade de Nova York para se apresentar em um show.


                                                        O Vendetta é um iate a motor de 57,4 pés, entregue em 2005 pelo construtor americano Derecktor Shipyard. O iate de estilo clássico tem as características da década de 1920, com tecnologia e comodidades modernas. Projetado pelo arquiteto naval Doug Zurn, o barco foi reformado em 2019 e está a venda por cerca de 1,7 milhão de dólares (mais de R$ 8 mi em valores convertidos em julho/2023).

                                                        David Gilmour

                                                        O guitarrista e vocalista da banda inglesa Pink Floyd tem um barco que mistura o prazer de navegar com de compor. O Astoria de 27 metros é uma casa-barco construída em 1911 para Fred Karno, projetada para que uma orquestra de 90 músicos pudesse tocar em seu deck.

                                                        Foto: Reprodução

                                                        O guitarrista adquiriu o barco em 1986 e o ​​converteu em um estúdio de gravação completo com três cabines, cozinha, banheiro e um salão principal. Partes dos últimos três álbuns do Pink Floyd, juntamente com muitos dos lançamentos solos de Gilmour, foram gravadas a bordo do barco que atualmente está ancorado no rio Tâmisa, em Hampton, Londres.

                                                        The Edge

                                                        O guitarrista da banda irlandesa U2, The Edge, possui um superiate Cyan. O barco a motor de 48,71 metros foi lançado pelo construtor italiano Codecasa, em 1997.

                                                        Foto: Reprodução

                                                        O barco é conhecido por ter um dos melhores cinemas ao ar livre encontrados em superiates, sendo que até dez pessoas podem usufruir da regalia da embarcação de Edge. O Cyan está disponível para fretamento com a Burgess, com valores a partir de 196 mil dólares (quase R$ 1 mi, em valores convertidos em julho/2023).

                                                        Eric Clapton

                                                        Considerado um dos guitarristas mais influentes e bem-sucedidos da história do rock, Erick Clapton é dono do superiate Va Bene. O iate a motor de 46,51 metros foi lançado em 1992 e possui três decks.

                                                        Foto: Reprodução

                                                        A embarcação passou por uma reforma em 2008 e abriga até 12 hóspedes em acomodações confortáveis. Atualmente, o barco está disponível para fretamentos com valores a partir de 140 mil euros (aproximadamente R$ 800 mil, com valores convertidos em julho/2023).

                                                         

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                                                          Há 25 anos no mercado, o estaleiro FS Yachts acaba de exportar, pela primeira vez, um modelo da lancha FS 360 Allure para Portugal. A embarcação teve como destino a Marina de Vilamoura, referência no panorama náutico de recreio na região do Algarve, com as belas praias do Mediterrâneo como cenário de fundo.

                                                          Com este, já são quatro barcos da marca catarinense navegando em águas portuguesas. Consolidada no mercado internacional, o estaleiro já tem embarcações em 15 países ao redor do globo.

                                                           

                                                          Ricardo Fragoso, gerente comercial da empresa, destaca que, em 2022, a FS Yachts destinou 30% de sua produção à exportação. Para este ano, a FS Yachts pretende aumentar ainda mais a produção de embarcações destinadas ao exterior.

                                                          A FS 360 Allure atracada na Marina de Vilamoura, em Portugal

                                                          Ainda segundo Ricardo, os Estados Unidos são o próximo alvo, uma vez que a marca tem atuado bem no mercado europeu — principalmente com as lanchas FS 290 Wide e Concept, as mais exportadas do estaleiro brasileiro.

                                                          Conheça a FS 360 Allure

                                                          A FS 360 Allure é uma lancha de 36 pés no modelo hardtop. Seus 10,9 metros de comprimento e 3,45 m de boca foram bem aproveitados e fornecem lazer de qualidade para os que gostam de navegar tomando banho de sol e curtindo o contato com o mar e com a brisa.

                                                          A lancha de lazer da FS tem capacidade para até 14 pessoas (incluindo o piloto), sendo que quatro podem dormir a bordo em uma cabine, que tem uma cama de casal ovalada na proa, e outra à meia-nau, em que o pé-direito sobre a cama é de quase 75 centímetros.

                                                          Falando em altura, na entrada do barco ela chega a 1,85 m, enquanto o banheiro bate os 1,88 m e o cockpit, por sua vez, tem 1,92 m de altura na área central. Um dos pontos altos da FS 360 Allure é a visibilidade, seja com o piloto sentado ou em pé. O hard top tem 1,90 m de altura, o que permite à maioria dos pilotos ficar totalmente de pé, sem bater a cabeça no teto.

                                                          Assista, abaixo, ao Teste Náutica da lancha FS 360 Allure.

                                                           

                                                           

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                                                            O icônico Navio-Veleiro Cisne Branco, símbolo da Marinha do Brasil, marcará presença novamente na abertura da 50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela. O evento, que vai 23 a 29 de julho, terá como palco o Yacht Club de Ilhabela (YCI) e vai reunir entusiastas da vela de diversas classes, incluindo HPE30, ORC, Clássicos, C30, BRA-RGS, Bico de Proa, Multicascos e HPE25.

                                                            “O Cisne Branco segue as tradições navais e percorreu a mesma rota de Cabral, transmitindo a importância do contato com o mar, algo essencial para a Marinha”, destacou o Capitão de Mar e Guerra João Alberto Lampert, em uma entrevista durante a Semana de Vela de Ilhabela em 2016.

                                                            Fotos: Marinha do Brasil / Divulgação

                                                            Durante a competição em Ilhabela, no litoral norte paulista, o público terá a oportunidade de explorar o Cisne Branco em visitas guiadas, mergulhando na história e na grandiosidade da embarcação.


                                                            O retorno do Navio-Veleiro Cisne Branco à abertura da 50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela traz um toque de beleza e imponência ao evento, reafirmando seu status como um símbolo do Brasil e celebrando a tradição marítima que faz parte da identidade do país.

                                                            50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela

                                                            Para a edição de 2023 da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, estão convidadas as classes HPE30, ORC, Clássicos, C30, BRA-RGS, Bico de Broa, Multicascos, HPE25 e VPRS. Os mais de 100 barcos esperados participarão de regatas em percursos variados ao longo da semana.

                                                             

                                                            Além das competições, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela também oferece uma série de atividades culturais e sociais dentro e fora do Yacht Club de Ilhabela, como shows, exposições e palestras.

                                                             

                                                            A competição abre no domingo, 23 de julho, com a tradicional Regata 100 anos – Atrevida por Boreste – Marinha do Brasil. A travessia tem mais de 50 milhas náuticas e contorna a icônica ilha do litoral norte paulista.

                                                             

                                                            A organização fará, ao longo da semana, regatas de acordo com as condições de mar e vento, podendo ser no Canal de São Sebastião ou nas raias mais ao norte e ao sul da ilha. As inscrições estão abertas no site oficial do evento.

                                                            Saco da Capela. Foto: Paulo Stefani/Sectur Ilhabela

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                                                            A equipe de NÁUTICA preparou uma seleção especial de passeios por Ilhabela para quem for visitar a Capital da Vela durante a 50ª edição da competição. São, ao todo, mais de 20 dicas para curtir a ilha. Confira nosso roteiro completo por Ilhabela.

                                                             

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