Pela primeira vez no ano, foram avistadas baleias-francas em Santa Catarina. A equipe do Instituto ProFranca afirmou que houve registros em diversos pontos do litoral catarinense, como nas cidades de Laguna (Cabo de Santa Marta), Praia Grande e Imbituba (Praia de Ibiraquera e Vila Nova).
Os especialistas esperam um aumento no aparecimento dessa espécie ao longo dos próximos dias, explicou Karina Groch, bióloga do Instituto.
No ano passado, somente entre os dias 20 e 21 de setembro, a equipe avistou cerca de 250 baleias-francas em Santa Catarina — muitas delas, mães e filhotes. A maioria estava na região de Gamboa, Siriú, Guarda do Embaú, Itapirubá do Norte, Vila e Praia central de Garopaba.
Este novo registro no litoral catarinense coincide com o início do período de reprodução da espécie. O padrão reprodutivo das baleias-francas é entre julho e novembro, mas com o índice maior em setembro.
Mesmo sendo trianual, o ciclo de reprodução desse tipo de baleia pode variar. Para o gerente de pesquisa do Instituto ProFranca, Eduardo Renault, isso normalmente acontece quando a fêmea perde o filhote ou quando ela não chega a engravidar. Contudo, a alteração ainda não tem explicação científica.
Na visão dos biólogos, as mudanças climáticas acabam por afetar a disponibilidade dos alimentos e, como consequência, afeta a reprodução das baleias-francas.
Saiba mais sobre as baleias-franca
Cada baleia-franca pode pesar até 80 toneladas e possui cerca de 250 pares de barbatanas — as cerdas bucais que elas têm no lugar dos dentes. As fêmeas podem atingir até 17 metros de comprimento, enquanto os machos medem um pouco menos.
É comum haver em seu corpo manchas brancas no ventre. Essa espécie de baleia não tem aleta dorsal e apresenta calosidades na parte da cabeça — que nascem naturalmente da pele e ficam rígidas ao longo dos anos. É nesta parte que vivem os ciamídeos, os crustáceos que acompanham as baleias por toda a sua vida.
Vale ressaltar que o monitoramento das espécies começou na década de 1980 e o ano que mais teve registros foi em 2018, quando 280 baleias-francas foram avistadas no Sul do país.
Toda a equipe de pesquisa segue otimista com estes resultados, pois é o efeito da conscientização e preservação desses animais.
Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O navio inglês MV Balmoral, imponente e com um passado cheio de glórias, está há mais de 10 anos parado. O sonho da instituição que tem a propriedade deste gigante de 203 pés é que ele volte a navegar. Para isso, conta com doações para manter-se em boas condições e retomar o fôlego de seus tempos áureos.
Atualmente ancorado em Bristol, no sudoeste da Inglaterra, o navio MV Balmoral já esteve presente em suntuosas cerimônias, como um evento com membros da Família Real. Depois de tantos anos de serviço, hoje ele serve como ponto turístico na cidade.
Conheça a história do navio MV Balmoral
O navio a vapor MV Balmoral foi lançado em junho de 1949, na região de Southampton, maior cidade portuária do Reino Unido, após um processo de fabricação que levou dois anos.
Este projeto custou, à época, 155 mil libras. Sua aparência chamava atenção, com linhas que mais lembravam um iate de luxo do que uma balsa, e permitia ao navio o uso tanto para trabalho quanto para lazer.
Foto: Paul Dalloway/ The Balmoral/ Divulgação
Assim, a embarcação fazia o serviço de balsa entre as regiões de Southampton e Cowes, na Ilha de Wight e, igualmente, excursões turísticas na costa dessa ilha, durante a temporada de verão. As operações aconteciam sob a bandeira da Red Funnel, empresa pioneira a fazer o serviço de ferry na região.
Foto: Advertising Coastal Cruising
O navio MV Balmoral fez relativo sucesso nessa época e era conhecido por transportar seus passageiros com conforto, velocidade e limpeza. Já no começo de 1970, a P&A Campbell passou a fretar o navio para cruzeiros na região de Lundy, maior ilha do canal de Bristol, com a frota White Tunnel.
Foto: Advertising Coastal Cruising
Seu sucesso foi tanto que logo o MV Balmoral percorria destinos diversos do Reino Unido, incluindo a Ilha de Man e o norte do País de Gales.
Foto: David Bassett/ The Balmoral/ Divulgação
Apesar disso, os desafios econômicos do início da década de 1980 afetaram o mercado de excursões náuticas pelo Reino Unido e o Balmoral teve de ancorar em Bristol, onde a esperança era encontrar um novo comprador para o barco.
Foto: Paul Dalloway/ The Balmoral/ Divulgação
Futuro como boate flutuante
Em março de 1982, a venda do navio finalmente aconteceu. Agora o navio MV Balmoral era propriedade do capitão Brian McLeod, que morava em Dundee, na Escócia.
Após uma curta reforma, a embarcação foi transformada em um pub e boate flutuante, com direito a DJ atraindo um público mais jovem aos finais de semana. A iniciativa na cidade escocesa, entretanto, durou pouco: em menos de seis meses o empreendimento foi fechado.
A partir daí, o navio MV Balmoral passou dois anos literalmente na lama, até ser colocado novamente à venda pelo Banco da Escócia.
A volta por cima do MV Balmoral
Em 1985, a empresa britânica Waverley Steam Navigation Company comprou a embarcação. E é aqui que o navio MV começa a navegar seus anos de glória.
Foto: Tom Lee/ The Balmoral/ Divulgação
Ao longo de 1989 — quando completou 40 anos — o Balmoral atingiu a marca de 100 mil passageiros transportados, um marco histórico devido à idade do modelo. Reconhecido pela sua robustez, o navio MV Balmoral realizou diversos cruzeiros partindo do porto de Bristol.
Foto: David Bassett/ The Balmoral/ Divulgação
Navio MV Balmoral homenageia Família Real
O navio MV Balmoral fez tanto sucesso em seu começo de serviço que foi recrutado até para participar de eventos em homenagem à Família Real.
Foto: David Bassett/ The Balmoral/ Divulgação
A embarcação esteve entre os navios da frota britânica que a Rainha Elizabeth II passou em revista durante sua coroação, em 1953. Ele também recebeu a bordo o príncipe Philip, Duque de Edimburgo (e pai do atual rei Charles III), quando este visitou a região do sudoeste da Inglaterra, em 1958.
MV Balmoral durante cerimônia de boas-vindas ao príncipe Philip, em 1958. Foto: The Balmoral/Reprodução
Mas este não foi o primeiro navio batizado com este nome. Por volta de 1900, Samuel McKnight & Co de Ayr lançou o Balmoral original: uma embarcação de 236 pés que esteve presente nas duas Guerras Mundiais. Em 1947, no entanto, a situação do barco era preocupante. Com isso, a empresa J.I Thornycroft & Co. Limited recebeu o pedido para criar um novo Balmoral — que foi entregue em 1949.
A propósito, o nome do navio foi escolhido com o intuito de celebrar o famoso Castelo de Balmoral, pertencente à Família Real e localizado na Escócia. Vale pontuar que este era um dos lugares favoritos da rainha Elizabeth II para desfrutar das suas férias. Seu carinho pelo castelo era tanto que este foi o local escolhido por ela para passar seus últimos dias — até falecer, em setembro de 2022.
Foto: David Bassett/ The Balmoral/ Divulgação
Última viagem do navio MV Balmoral foi em 2012
Portos de Lancashire, Irlanda do Norte, Costa Leste, Ilhas Ocidentais, entre outros, foram roteiro do navio. Contudo, em 2012 — ano das Olímpiadas de Londres –, a embarcação fez sua última viagem rumo ao Mar da Irlanda.
Tempos depois, a embarcação seguiu para a fundação The Balmoral, hoje responsável por manter este senhor navio. Desde sua chegada, o administrador do instituto, David Bassett, tem por objetivo colocar a embarcação de volta à navegação.
Foto: David Bassett/ The Balmoral/ Divulgação
Com o propósito de fazer a manutenção, todas as terças-feiras e sextas-feiras voluntários entram e cuidam de tudo que o navio precisa. Além disso, o público também pode entrar e apreciar uma das vistas mais bonitas da região de Harbourside.
Pelo site da instituição, é possível fazer doações em dinheiro, para ajudar o projeto de ver o navio MV Balmoral navegando novamente.
Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Tradicional marca italiana de barcos de luxo, a Ferretti Yachts estará no Marina Itajaí Boat Show, representada pelo Grupo Okean — único a deter a licença de construção dos iates Ferretti fora da Itália. Duas de suas principais embarcaçõesvão atracar na cidade catarinense, de 6 a 9 de julho: a Ferretti 720 e a Ferretti 550.
As embarcações da Ferretti são conhecidas por reunir estilo, luxo e exclusividade. O estaleiro Ferretti Yachts foi fundado ainda em 1968 e, há mais de 50 anos, cria iates de luxo baseados na cultura náutica italiana.
Pela primeira vez com a chancela Boat Show — que há 25 anos realiza os maiores eventos do setor na América Latina — o maior evento náutico do Sul do país será uma grande oportunidade de apreciar as embarcações do renomado estaleiro de perto, diretamente na água.
Barcos da Ferretti no Marina Itajaí Boat Show
Ferretti Yachts 720
A Ferretti 720 tem design externo feito pelo arquiteto italiano Filippo Salvetti e acomoda confortavelmente até 18 passageiros em passeios. Para o pernoite, a capacidade é de oito pessoas, que desfrutam de quatro cabines luxuosas.
Com 22 m de comprimento e 5,6 m de boca, a Ferretti Yachts 720 prioriza os espaços de convivência e relaxamento, como o amplo flybridge.
A área, de 31 m², abriga churrasqueira e solário, entre outras comodidades. Tudo protegido por um teto com acabamento em lâminas de fibra de carbono.
A popa conta com plataforma submergível para banhos de mar, acionada hidraulicamente, enquanto a praça de popa do barco reúne mesa e um sofápara até oito pessoas. A proa da 720, por sua vez, abriga um lounge com espaço para refeições e sofás com encosto rebatível — que podem se transformar em um solário.
Ferretti Yachts 550
Primeira embarcação da Ferretti Yachts produzida pela Okean no Brasil, a Ferretti 550 é uma lanchade quase 17 metros de comprimento que consegue aliar elegância e praticidade. Para isso, traz detalhes bem pensados pelo estaleiro, como o envidraçamento no convés, que dá personalidade ao barco.
A 550 pode receber até 14 pessoas a bordo. A lancha também conta com três suítes para pernoite, espaço gourmet na praça de popa, plataforma deslizante — que serve como deck privativo –, sala ao ar livre no lounge de proa e flybridge equipado com área de jantar.
As três grandes janelas do casco chamam a atenção, uma vez que garantem à embarcação uma bela entrada de luz natural, além de possibilitar uma bela vista exterior. Suas vigias foram inseridas rente ao vidro, sem moldura de fibra de vidro, deixando o desenho mais limpo.
Marina Itajaí Boat Show 2023
O Marina Itajaí Boat Show 2023 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família.
Anote aí!
Quando: De 6 a 9 de julho de 2023 Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Horário: Das 14h às 21h em dias de semana e das 11h às 21h aos finais de semana Mais informações: no site do evento :: COMPRE SEU INGRESSO ::
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Um megaiate construído em 3D é o projeto inusitado e desafiador do estúdio italiano de desenho Jozeph Forakis. A embarcaçãode 88 metros será o primeiro megaiate fabricado usando essa tecnologia e levará o nome de Pegasus.
Segundo os projetistas, o megaiate impresso em 3D tem como inspiração uma praiada ilha grega de Koufonissi. O desejo de seu criador é que a embarcação esteja o mais próximo possível do mare da natureza.
Com a ideia de virtualmente invisível, o Pegasus terá emissão zero de carbono, além de sistema híbrido, unindo o hidrogênio com a energia solar. Dessa forma, sua navegação será como uma nuvem flutuando sobre as águas.
A propulsão do megaiate impresso em 3D será dividida em duas partes. A princípio, as placas solares irão, por meio da energia solar, transformar a água do mar em hidrogênio. Este, após ser convertido em eletricidade, servirá para carregar as baterias de íons de lítio.
Megaiate impresso em 3D tem desenho diferenciado
Outro fator invisível do megaiate impresso em 3D é seu desenho. A impressora robô irá integrar o casco com a estrutura do projeto que, por sua vez, será leve, rígida e metálica.
A equipe por trás do Pegasus espera que todo o processo de impressão gaste menos energia e materiais, gerando menos resíduos do que quando comparado à construção comum de embarcações.
Na parte interna do megaiate impresso em 3D haverá uma grande árvore com um jardim de meditação ao redor. A fim de permitir o crescimento dela, um espaço de quatro andares será reservado à planta. Ainda será possível cultivar alimentos na embarcação, através do pomar.
Para o lazer dos convidados, na popa superior haverá um beach club com piscina olímpica. Por fim, a suíte master terá passagem para um terraço privativo.
Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Populações de cinco espécies de tubarõesde recife estão cada vez menores, aponta estudo de uma universidade australiana. Os animais sofreram, ao todo, uma redução de 60% a 73%, de acordo com a pesquisaque utilizou dados de 67 países, incluindo o Brasil.
Segundo os cientistas, a principal causa da queda é a pescapredatória, que tem afetado, inclusive, o equilíbrio ecológico.
O estudo, feito através de monitoramento via câmeras, mostrou que as espéciesameaçadas são importantes para sustentar estoques de peixescom relevância econômica. Além disso, com a queda no número de tubarões, as arraias estão passando a dominar o habitat, tomando o lugar do predador no topo da cadeia e causando perturbação no equilíbrio ecológico.
Entenda como foi feita a pesquisa
Liderado pelo biólogo Colin Simpfendorfer, da Universidade James Cook, da Austrália, um monitoramento feito com a utilização de câmeras subaquáticas possibilitou aos pesquisadoreso mapeamento das populações do animal em quase 400 conjuntos de recifes no planeta, o que gerou mais de 22 mil horas de vídeo.
Uma pequena estação automática de filmagem — que usa tecnologia não invasiva — batizada de BRUV (Baited Remote Underwater Video System), foi a responsável pela coleta de tantas imagens. O biólogo italiano Tommaso Giarrizzo, da Universidade Federal do Ceará (Labomar/UFC), foi o pioneiro no uso do equipamento na costa brasileira.
“É uma câmera de vídeo compacta colocada em uma caixa montada numa estrutura de metal ou PVC. Na frente do campo de visão da câmera fica uma haste presa a um saco de tela com uma isca, geralmente sardinha, esmagada para atrair os peixes. Os BRUVs são lançados diretamente da embarcação, encostam no fundo, e ficam na águafilmando por 60 minutos” explica o biólogo.
O resultado da análise foi publicado na revista Science e os pesquisadores afirmam que “se não forem enfrentadas, as pressões que causam a queda de diversidade de tubarões que descrevemos continuarão a resultar na perda de espécies, funções ecológicas e serviços ecossistêmicos que garantem o modo de vida sustentável de milhões de pessoas no mundo”.
Simpfendorfer precisou elaborar um modo de estimar quais seriam os tamanhos originais das populações do animal, uma vez que não existia uma série temporal para saber se os tubarões em questão estavam aumentando ou diminuindo de número.
“Estimamos a linha de base desenvolvendo uma relação entre o número de tubarões de cada espécie vistos nos vídeos, o rigor das áreas marinhas protegidas onde eles existiam e a distância do recife de pressões humanas, como cidades e rotas comerciais” explicou o cientista ao O Globo.
Assinado por 154 cientistas, o estudo na Science mostra que o método adotado por Simpfendorfer foi bem sucedido, uma vez que o trabalho de campo envolveu muito esforço e produziu informações suficientes. Os dados gerados, inclusive, mostraram que algumas espécies de tubarões não foram encontradas em até 47% dos recifes envolvidos.
Situação dos tubarões no Brasil
O estudo mostrou que a situação no Brasil é uma das mais preocupantes. A população do tubarão-recifal (Carcharhinus perezi) caiu pela metade, enquanto o tubarão-lixa (Ginglymostoma cirratum) teve queda de 75%, sendo que essas foram as espécies monitoradas pela pesquisa no Oceano Atlântico.
“Esses predadores são as primeiras espécies a serem capturadas quando você põe um anzol grande dentro d’água. São sempre os mais agressivos que vêm morder a isca primeiro”, conta Hudson Pinheiro, do Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (Cebimar/USP).
Isso explica o motivo pelo qual essas duas espécies tiveram uma queda tão abrupta, mesmo apesar de não terem grande valor comercial. Hudson conta ainda que, antes de o arquipélago de Trindade se tornar um parque nacional, em 2018, o peixe mais capturado por frotas pesqueiras no local era o tubarão-recifal.
“Já o tubarão lixa é muito capturado também pela pesca recreacional, porque é uma espécie que ocorre em águas mais rasas e é muito acessível”, completa ele.
A situação dessas espécies no Brasil é preocupante, mas no Caribe (Jamaica e Martinica) os dois tubarões nem sequer foram vistos pelas câmeras dos cientistas. A situação se repetiu no Pacífico e no Índico, onde o tubarão-cinzento sumiu das águas de 13 países em que costumava aparecer.
As espécies agora estão na categoria “ameaçadas” para a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN). Segundo Simpfendorfer, apesar de preocupante, a situação pode ser revertida em uma década, caso sejam adotadas medidas de proteção.
“A recuperação será muito dependente da ação país por país. A implementação de áreas marinhas protegidas onde a pesca não ocorre é um método muito bom” diz ele. Ainda segundo o cientista, os resultados foram utilizados para incluir as espécies na Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (CITES), o que significa que seu comércio internacional será regulamentado em breve.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Praia Brava, em Itajaí, recebeu a primeira etapa do Circuito de Regatas Marina Itajaí no último sábado, dia 17. O evento, que teve o apoio de NÁUTICA, aconteceu em celebração ao 163º aniversário da cidade catarinense, reconhecida por ser um dos principais polos náuticos do Brasil.
O Circuito de Regatas Marina Itajaí ainda tem programadas mais duas regatas para 2023: uma em alusão ao aniversário do município de Navegantes, em 26 de agosto, e a outra durante a 35ª Marejada, prevista para o mês de outubro.
Veja fotos da premiação do evento
Marina Itajaí Boat Show acontece em julho
Ainda na agenda de eventos náuticos na cidade, o Marina Itajaí Boat Show é mais uma atração que vai desembarcar em Itajaí em breve.
Considerado o maior evento náutico do sul do país, o Marina Itajaí Boat Show acontecerá de 6 a 9 de julho. O salão vai reunir as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família.
Agora organizado pelo Boat Show — que há 25 anos realiza os maiores eventos do setor na América Latina — o antes Salão Náutico de Itajaí ganhará projeção nacional e virá cheio de novidades.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O navio Equator é um senhor de 135 anos que, desde 1960, está em uma doca seca na orla marítima de Everett, em Massachusetts, Estados Unidos. Datado de 1888, o navio de 24 metros chegou a passar por um processo de restauração — que falhou — e agora será desmontado.
Por décadas, a embarcaçãofoi uma enorme curiosidade na orla marítima de Everett. Há alguns anos, sua popa desabou e o porto do local alertou que o navioteria o mesmo rumo.
Conheça a trajetória do navio centenário
Originalmente uma escuna, o Equator chegou a ser fretado pelo autor de “Treasure Island”, Robert Louis Stevenson. Acredita-se, inclusive, que o poeta escocês por trás de livros como “A Ilha do Tesouro”, “O Médico e o Monstro” e “As Aventuras de David Balfour”, teria escrito “O Destruidor” a bordo da embarcação.
Posteriormente convertido em um rebocador, o navio assim funcionou em Puget Sound, também nos EUA, até ser afundado ao longo da orla de Everett, em 1956.
Dois anos depois, em 1967, um grupo planejou restaurá-lo, mas o barco permaneceu em decadência por quase 60 anos. Após o desabamento da popa do navio de 135 anos, seu fim foi oficialmente decretado pelo porto do local.
O barco passou a ser considerado um “naufrágio em terra firme”.
Morre um barco, nasce uma história
Agora, uma equipe de arqueólogos da Texas A&M University vai aproveitar o desmonte do barco para examiná-lo e saber mais sobre como os navios do século 19 eram construídos.
“Sabemos muito mais sobre os navios da Costa Leste do que sabemos sobre a Oeste. Esta é realmente uma grande oportunidade para nós. Estamos entusiasmados”, disse Katie Custer-Bojakowski, arqueóloga náutica da Texas A&M.
Em condições precárias, o navio está com suas vigas retorcidas e curvadas. Com isso, porém, os pesquisadoresconseguem analisar de perto todas as “entranhas” da embarcação — tão de perto que eles seriam capazes de construir uma réplica exata da embarcação.
Podemos ver o sistema de estrutura. Essa é a espinha dorsal da nave – Katie Custer-Bojakowski, arqueóloga náutica
“Estamos no ponto em que queremos garantir que seu legado viva e sua história possa ser contada”, disse a porta-voz do Port of Everett, Catherine Soper.
O Equator não mais entrará no mar, mas sua história seguirá navegando por aí, enquanto suas partes provavelmente serão usadas em projetos de arte pública.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Conhecida por utilizar a fibra como principal material na construção de suas embarcações, a Grand Ocean Boats estará no Marina Itajaí Boat Show com a Grand Ocean 37, uma lanchade 37 pés.
O evento, que acontece na cidade catarinense de 6 a 9 de julho, reunirá as principais novidades do setor e, pela primeira vez, sob a chancela Boat Show— responsável pelos maiores eventos náuticos do país, como o Rio Boat Show e o São Paulo Boat Show.
Conheça a Grand Ocean 37
O destaque da Grand Ocean Boats no Marina Itajaí Boat Show será a Grand Ocean 37. O barco é fabricado em fibra, conhecida por sua alta resistência e durabilidade. Segundo a marca, é o material que oferece a melhor experiência de navegação ao consumidor.
Com 3,26 metros de boca máxima, a lancha promete espaços otimizados, pensados para garantir conforto e praticidade aos passageiros, sem prejudicar a modernidade e a tecnologia da embarcação.
O barco tem capacidade para até 12 passageiros em passeios, enquanto quatro adultos e uma criança conseguem fazer o pernoite na embarcação que será exibida pela Grand Ocean Boats no Marina Itajaí Boat Show.
Outro ponto que vale ser ressaltado sobre a Grand Ocean 37 é o tamanho do seu pé direito, de 1,85 metros. No banheiro, inclusive, a altura chega a 1,90 metros. Quanto a motorização, a lancha dispõe de dois motorescentro-rabeta de 300 hp, da Mercury.
Marina Itajaí Boat Show 2023
O Marina Itajaí Boat Show 2023 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família.
Anote aí!
Quando: De 6 a 9 de julho de 2023 Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Horário: Das 14h às 21h em dias de semana e das 11h às 21h aos finais de semana Mais informações: no site do evento :: COMPRE SEU INGRESSO ::
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Quando se fala em uma casa-barco de 1948, a primeira coisa que vem à mente certamente está longe de corresponder às características da Prospect Belle. Essa é uma embarcaçãode luxo com vista privilegiada do rio Tâmisa, em Londres, na Inglaterra.
Caso a Prospect Belle fosse uma casaem terra firme, ela seria considerada uma mansão. São nada menos que três andares, cinco quartos, três banheiros e cerca de 280 m² — esse é o triplo do comumente esperado de uma residência média na Inglaterra.
A luxuosa casa-barco Prospect Belle está à venda por R$ 11 milhões (1,85 milhões de libras, em valores convertidos em junho de 2023).
Atualmente, a casa-barco pertence a Nicholas Bonham, ex-diretor da casa de leilões Bonhams. Nicholas, inclusive, já teria recebido celebridadese até membros da realeza a bordo da mansão flutuante, segundo o jornal The Sun.
Minha esposa é designer de moda e fez roupas para Sophie, condessa de Wessex. Ela e o príncipe Edward estiveram a bordo várias vezes junto de alguns membros do mundo pop. – Nicholas Bonham, ao jornal Evening Standard.
Por dentro da casa-barco Prospect Belle
O interior da embarcação é tão impressionante que faz com que o visitantese esqueça de duas coisas: que se trata de uma casa flutuante e (principalmente) que ela foi construída no ano de 1948 — quando a Inglaterra ainda era comandada pelo rei George VI.
O andar superior conta com área de estar integrada com a cozinha, em um espaço amplo com vista para oRio Tâmisa. Os itens em madeira e os detalhes na decoração, somados à luz que ilumina o ambiente, fazem com que, apesar do luxo, a casa-barco seja aconchegante e convidativa.
No nível inferior estão os cinco quartos (dois deles suítes), além do banheiro, uma despensa e um escritório espaçoso — com aspecto vintage e uma enorme estante em madeira que remete a uma biblioteca. Há ainda dois deques externos no nível da área social e mais um sobre a cobertura.
As janelas que iluminam muito bem a casa-barco são de vidros duplos, enquanto o teto é feito de aço, para garantir que não haja vazamentos.
Os custos de ancoragem da casa-barco Prospect Belle chegam a quase 6 mil libras, equivalentes a aproximadamente R$ 37 mil (valores convertidos em junho de 2023) por ano.
Vale dizer que a embarcação tem direito a vaga de estacionamento em terra e acesso à piscina e à academia do prédio residencial vizinho.
“Foi de longe o melhor lugar que já morei, sem dúvidas. Quer dizer, tem uma vista fantástica, mas eu sou um velejador”, comentou Nicholas.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Ao longo dos anos, as mudanças no clima e o movimento das placas tectônicas tem feito o nível do marsubir consideravelmente, fazendo com que medidas de prevenção sejam cada vez mais imediatas. Um projeto japonês de cidade flutuante, batizado de Dogen City, é uma dessas alternativas.
A N-Ark, startup por trás da Dogen City, afirma que o local vai fornecer habitat autossuficiente para 40 mil pessoas (10 mil delas de forma permanente). Tudo isso em uma área equivalente a 4 km de circunferência, onde os moradores poderão chegar a qualquer ponto da cidade em uma hora.
Descrita ainda como “cidade médica no mar”, os habitantes da cidade flutuante teriam acesso a cuidados médicos e legumes frescos, cultivados em Dogen City por meio de um método de agricultura que incorpora água do mar.
Além disso, dentre as instalações do projeto japonês de cidade flutuante estão um estádio esportivo, parques flutuantes, locais de oração, hotéis residenciais e até cemitérios.
Por ano, estima-se que a Dogen City deve consumir um total de 2 milhões de litros de água e gerar 3 toneladas de lixo, enquanto a produção de alimentos chegará a quase 7 toneladas.
Entenda a estrutura da cidade flutuante Dogen City
Ao todo, três partes principais compõem a cidade flutuante. A primeira delas é um anel externo, que guarda as principais áreas de convivência e instalações de água, esgoto e energia. Dentro dele ficam edifícios flutuantes que podem se mover livremente, onde barcostransportarão moradores pela cidade.
A segunda parte fica abaixo da superfície da água, onde há um centro de dados submarinoe instalações de pesquisamédica. A terceira, por sua vez, é a estrutura externa, que leva a forma do corpo de um naviopara, segundo os projetistas, atuar como uma defesa contra tsunamis.
Comprometida com o New Ocean (inovação empresarial oceânica promovida pela indústria, academia e governo), o projeto japonês de cidade flutuante visa o impacto social, servindo de abrigo em casos de desastres naturais, melhoria do ambiente marinhoe acomodação de refugiados climáticos.
A ideia dos designers japoneses, caso saia do papel, deve estimular a economia, através do uso de novas tecnologias e negócios, transporte marítimo, recursos e defesa nacional.
Segundo os projetistas, a Dogen City é uma cidade sustentável projetada para funcionar como uma cidade flutuante de assistência médica inteligente em “tempos de paz” e como uma cidade autônoma em casos de desastres naturais.
Os responsáveis pelo projeto japonês de cidade flutuante não divulgaram informações sobre o orçamento, localização proposta ou previsão de entrega da Dogen City.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Ilhabela, conhecida por suas belezas naturais, foi palco do Sessa Experience, um tradicional encontro de proprietários de barcosdo estaleiro Sessa Marine. Aproveitando a paisagem deslumbrante da ilha do litoralpaulista, o evento reuniu clientes e amigos da marca, que puderam desfrutar de um sábado de outono, com drinques, música e uma saborosa paella.
Realizado pela Regatta Yachts, dealer da Sessa Marine no Brasile no litoral paulista, o Sessa Experience aconteceu no último sábado (17), no exclusivo Anoz, e promoveu a união dos clientes da Sessa Marine, oferecendo um ambiente propício para a troca de experiências.
“Realizar eventos como esse é sempre uma ótima oportunidade para ouvir nossos clientes e proporcionar uma troca de experiências entre eles. Mais do que representar uma marca como a Sessa Marine, entendemos que representamos um estilo de vida e que nosso foco é proporcionar momentos únicos e especiais para nossos clientes”, explica Débora Felipe, responsável por marketing e comunicação do estaleiro.
Além das atividades de interação entre os participantes, o encontrotambém permitiu que os proprietários compartilhassem suas experiências com os diferentes modelos de barcos. E, é claro, aproveitar um dos mais deslumbrantes destinos do litoral brasileiro.
A Sessa Marine oferece uma linha de embarcações de 36 a 48 pés e possui unidades fabris em Palhoça (SC) e em Bergamo, na Itália. Recentemente, a marca passou por uma novidade significativa: no último mês de maio, a Sessa Marine International foi adquirida em sua totalidade pela Intech Boating, tornando-se agora a detentora mundial da marca.
“Temos muitos motivos para comemorar, já são mais de 10 anos de parceria entre Sessa e Regatta. Nada melhor do que comemorar esse feito em companhia de nossos clientes e amigos e em um lugar paradisíaco como Ilhabela”, afirmou Marcelo Galvão Bueno, da Regatta Yachts.
Marcelo Galvão Bueno, da Regatta Yachts, a bordo de uma Sessa C44
Com o encanto de Ilhabela como paisagem de fundo, o Sessa Experience foi um sucesso, reunindo entusiastas de barcos em um ambiente descontraído e acolhedor. “A Sessa Marine, juntamente com seus parceiros, continua a encantar os amantes da navegação, oferecendo momentos únicos e especiais em cada experiência”, enaltece José A. Galizio Neto, da Sessa Marine.
O casal José A. Galizio Neto e Claudia Schaefer
O próximo encontro com os clientes Sessa Marine já está marcado. O estaleiro está com a participação confirmada para mais uma edição do São Paulo Boat Show, que acontece de 21 a 26 de setembro, no São Paulo Expo.
Otto Aquino, diretor de comunicação de NÁUTICA, e Débora Felipe, da Sessa Marine
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O estaleiro catarinense Sedna Yachts estará presente no Marina Itajaí Boat Show. No maior evento náutico do Sul do país, a marca levará pela primeira vez seu grande lançamento do Rio Boat Show 2023, a Sedna 78 Aluminum.
Além desse grande modelo, a CAT 370 será exposta em uma edição especial. Pela primeira vez, o evento náutico realizado no Sul do país contará com a chancela do Boat Show, trazendo o melhor dos salões náuticos para o público catarinense conferir de perto as novidades do setor.
Embarcações da Sedna no Marina Itajaí Boat Show
Sedna 78 Aluminum
O modelo lançado pelo estaleiro no Rio Boat Show 2023, partiu de um projeto inovador. Toda a estrutura da Sedna 78 Aluminum é feita de alumínio, inclusive as sacadas laterais. Além disso, a marca oferece ao cliente diversas opções de personalização.
Seus ambientes são integrados e permitem uma visão 360°. Desse modo, há bastante espaço de convivência desde o salão principal até a praça de popa. Tem também quatro camarotes requintados e três banheiros como diferenciais.
Sedna CAT 370
Por fim, a edição especial do modelo Sedna CAT 370 também será um dos destaques da Sedna no Marina Itajaí Boat Show. Ela consegue unir alto desempenho, graças ao seus quatro motores que podem gerar até 400 hp de potência, com amplo espaço.
Estabilidade, conforto ao navegar e equipamentos tecnológicos são os principais diferenciais da Sedna CAT 370. Surpreendentemente, o modelo é capaz de transportar até 15 passageiros.
Marina Itajaí Boat Show 2023
O Marina Itajaí Boat Show 2023 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família.
Anote aí!
Quando: De 6 a 9 de julho de 2023 Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Horário: Das 14h às 21h em dias de semana e das 11h às 21h aos finais de semana Mais informações: www.marinaitajaiboatshow.com.br
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Chegou ao fim a novela que envolvia o megaiate de luxo abandonado no Caribehá mais de um ano. O Alfa Nero foi arrematado em leilão na última sexta-feira (16) por US$ 67,6 milhões, aproximadamente R$ 323 milhões (valores convertidos em junho de 2023).
Apesar do valor exorbitante, vale ressaltar que a embarcaçãode 269 pés, construída pelo estaleiro holandês Oceanco, em 2007, estava avaliada em US$ 81 milhões — quase R$ 388 milhões.
A informação da venda foi confirmada por um comunicado feito pela Autoridade Portuária de Antígua e Barbuda. O novo proprietário do megaiate é Eric Schmidt, ex-CEO do Google.
Será esse o fim oficial dessa novela?
Para dar mais emoção à trama, horas antes de o leilão ser finalizado, o Tribunal de Apelação do Caribe Oriental rejeitou um pedido de emergência de última hora para interromper a venda do Alfa Nero. Isso porque a propriedade do iate foi transferida para o governo de Antígua, em abril deste ano.
Esse, inclusive, foi o capítulo mais recente dessa novela, que começou em fevereiro de 2022. Naquela época, a embarcação foi impedida de deixar o porto de Antígua sob risco de uma busca oficial para determinar se o proprietário beneficiário final havia sido nomeado em listas de sanções internacionais, após a invasão russa na Ucrânia.
Depois disso, o megaiate foi considerado “abandonado” e o governo divulgou, em março, um aviso com a intenção de vendê-lo. Segundo o governo, a embarcação recebeu mais de quinhentos mil dólares em combustível durante sua estada em Antígua.
Os fundos da venda serão usados para pagar o capitão e a tripulação do iate, bem como outros credores que forneceram combustível e suprimentos.
Mas, acredite: a trama ainda pode render uma nova temporada. De acordo com o gerente da Autoridade Portuária de Antígua e Barbuda, Darwin Telemaque, caso o novo proprietário não conclua a licitação vencedora em sete dias, a oferta de venda será transferida para o segundo maior lance. Vamos aguardar os próximos capítulos!
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A NX Boats acaba de anunciar seu primeiro ponto próprio de atendimento fora de Pernambuco — onde fica o estaleiro. O local escolhido para receber o Customer Service NX foi a cidade de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
A escolha do local é estratégica, já que metade das lanchas NX50 — maior modelo do estaleiro –tem como porto de partida a costa do Rio de Janeiro e o litoral norte de São Paulo. Assim, o Customer Service da NX Boats estará de fato perto de grande parte dos seus clientes.
Escolhemos Angra dos Reis não por acaso, mas pelo exorbitante crescimento na região. Estar próximo aos nossos clientes é importante para nós. – Jonas Moura, CEO NX Boats
Lancha NX 400 HT Horizon
Especialista em lanchasna categoria de 26 a 50 pés, a NX Boats tem mais de 1,5 mil barcosna água — em menos de 10 anos de operação.
O Customer Service da NX Boats chega para atender esta demanda, fornecendo no local serviços de manutenção elétrica, de montagem, acabamento, laminação e marcenaria, com capacidade para atender em média 10 embarcações de forma simultânea, sem necessidade de deslocamento para a fábrica.
A iniciativa do estaleiro acontece em parceria com a BR Marinas, dentro da Marina Verolme, em Angra dos Reis (RJ). O Customer Service da NX Boats conta com uma área de atendimento de 700 m² no total, sendo 500 m² cobertos, com profissionais habilitados e treinados pela própria fábrica.
O investimento da NX Boats espelha a fase vivida pela indústria náutica brasileira, que, em 2022, apresentou crescimento de 15% em relação ao ano anterior, segundo os mais recentes dados da Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Seus Implementos (ACOBAR).
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Lançado há três anos e apontado como um dos barcos mais exclusivos entre os que navegam atualmente em Angra dos Reis e, consequentemente, em águas brasileiras, o iate To Tok — um misto de lancha e iate, de 25,30 metros, ou 83 pés — está procurando um novo dono.
O iate To Tok é a embarcação que estrela o mais novo episódio de Barcos Incríveis, série exclusiva do Canal Náutica.
Como principais atrativos, o To Tok oferece um nível de conforto tanto na cabine como no cockpit e no flybridge só encontrável em barcos bem maiores que ele. O seu salão, por exemplo, tem espaço equivalente ao de um iate de 100 pés. A mesa de refeições tem lugares para oito pessoas e o sofá de bombordo tem nada menos que cinco metros de comprimento.
Poucas embarcações de 83 pés oferecem tanto aconchego. Mérito do projeto, que leva a assinatura de um dos arquitetos navais mais respeitáveis do planeta: o americano Tom Fexas. A equipe do escritório Fernando de Almeida Yacht cuidou do design, irretocável, e Jorge Nasseh, da laminação.
Por todos os aspectos, o iate To Tok é um barco único, ou one-off, termo utilizado para designar um bem de produção limitada a uma única unidade, personalizada, feita sob a supervisão do cliente.
No caso dessa embarcação, o cliente é um empresário e navegador detalhista, daqueles que sabem que o mar não tolera um milímetro de erro. Por isso, ele exigiu otimizações hidrodinâmicas, além de muito volume interno para receber a família e os amigos com maior conforto. Consequentemente, todos os pedidos foram atendidos.
É um iate para quem sonha com longas travessias, mas nem de longe quer os desconfortos de cômodos apertados, nem a insegurança de uma aventura além dos limites do casco – Guilherme Kodja, consultor técnico
O To Tok é também um dos barcos mais requintados do país. Para preencher seus ambientes limpos e elegantes, os projetistas usaram e abusaram de elementos exclusivos, como sofás, mesas, cortinas de acionamento elétrico e até portas de grifes italianas.
Tudo no iate To Tok foi feito na medida certa: elegante sem ser exagerado e, ao mesmo tempo, confortável sem cair na ostentação.
São quatro suítes refinadas, onde a altura fica na casa dos 2,00 metros, e um salão imenso, com pé-direito de 2,20 metros e generosíssimo espaço livre para circulação — e que esbanja categoria.
A área operacional fica à ré da grande sala, a boreste. Além da casa de máquinas, da lavanderia e de dois camarotes para três tripulantes, é lá que fica a completíssima cozinha do barco, com 1,95 m de altura, um truque tirado da cartola pelo projetista para conseguir aquele espaço no salão.
Outro ponto de destaque dessa embarcação de 83 pés (com 5,80 metros de boca máxima) é o flybridge. Simplesmente gigantesco, o espaço tem sofás, cozinha toda equipada (incluindo uma churrasqueira elétrica) e cadeiras móveis para tomar sol.
Todo o piso revestido de madeira teca e capota T-Top chamam atenção pelo espaço livre: não há móveis fixos no meio, impedindo a circulação dos privilegiados passageiros.
Os postos de comando interno e no fly, com poltronas altamente ergonômicas, contam com todas aquelas modernidades: joystick, propulsores de manobra bow thruster (de proa) e stern thruster (de popa), saídas USB e telas de 15 polegadas para os eletrônicos.
Há ainda um posto de comando na popa, exclusivo para as manobras de atracação. Por sua vez, a plataforma de popa, submersível, assemelha-se a um beach-club, com muita área de lazer.
O beach club do iate To Tok serve como solário para os adultos ou trampolim para as crianças, já que está a um passo da água. Quando, porém, não está sendo usado para lazer, funciona como garagem para um tender de 4,20 metros, para seis pessoas — que, por sinal, tem motor hidrojato a diesel.
Nos dois bordos, escadas com degraus confortáveis e enormes dão acesso à praça de popa. Nesse mesmo espaço, há um toldo de acionamento elétrico e que cobre a área, para ainda mais conforto dos passageiros.
No entanto, se os ventos soprarem a mais de 20 nós, um sensor faz com que esse toldo seja recolhido automaticamente. Bem, volume, conforto, classe e estilo, a gente sabe que essa embarcação de 83 pés tem.
Com seus dois motores Caterpillar C 32 de 1826 hp cada, com eixo e pé-de-galinha e apenas 350 horas de uso, o iate To Tok correspondeu plenamente às expectativas de navegar nas águas paradisíacas de Angra dos Reis.
Na melhor passagem, alcançou 31 nós de velocidade máxima, com 24 nós de cruzeiro rápido. E olha que estava com todos os tanques praticamente cheios, tanto de combustível (capacidade de 5.000 litros de diesel) como de água (3.000 litros).
Além disso, ao cortar as ondas, o barco praticamente ignorou todas as oscilações e, nas manobras, com o casco em V equilibrado, fez curvas fechadas e praticamente não adernou, mesmo com todo o leme em uso.
Enfim, um grande casco para quem preza a navegação, mas não quer abrir mão de oferecer à família um nível de conforto compatível com o que tem em terra firme. A boa notícia é que ele se encontra em Angra, à espera de um novo dono.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Os construtores navais estão a todo momento buscando inovações para atrair olhares — mesmo que curiosos — para seus barcos. De modelos feito de ouro ou com beach club gigante, passando por embarcações sustentáveis, são muitos os exemplos. Agora, chegou mais um: o superiate com cinema ao ar livre.
Construído no estaleiro Tankoa, em Gênova, na Itália, o Grey Superyacht é uma embarcaçãototalmente personalizada, que foi vendida para um cliente europeu em 2021. O superiate de 164 pés tem muitos pontos altos, mas o principal deles é, sem dúvida, o cinema ao ar livre, em frente ao lounge da piscina.
Fotos: Tankoa Yachts / Divulgação
É verdade que a melhor vista a se contemplar dentro de um barco é a da imensidão do martocando o horizonte, mas um bom filme ao anoitecer também tem seu valor. Para isso, uma enorme tela de alta definição e alta luminosidade foi colocada em frente ao lounge da piscina, no convés de proa.
Com isso, os passageiros que tiverem o prazer de navegar na embarcação de luxo poderão, além de aproveitar um belo banho de piscina, assistir a um filme — até mesmo dentro d’água.
Para melhorar ainda mais a experiência, um sistema de som de alto padrão, projetado pela equipe de especialistas da premiada marca Focal & Naim, foi instalado a bordo.
O Grey Superyacht para além do cinema
Um dos elementos-chave do projeto que constitui o Grey é o foco na vida ao ar livre. Ao todo, são quatro áreas ao ar livre para os tripulantes aproveitarem para relaxar, tomar um sol e se divertir. O convés superior, inclusive, conta com uma bela jacuzzi.
As áreas comuns da embarcação incluem um salão principal sofisticado, com um generoso sofá em forma de L e poltronas de veludo, próximas a uma área de jantar.
O Grey apresenta ainda janelas amplas no convés principal, junto com baluartes de vidro e varandas dobráveis, que ajudam a criar uma conexão com a natureza.
Apesar de se tratar de um iate de luxo, a atmosfera geral do barco é aconchegante e convidativa, muito por conta do uso de uma paleta de cores neutras e materiais naturais, como madeira rica e mármore com veios.
Ao todo, 21 pessoas podem aproveitar todas as mordomias do Grey, sendo que o pernoite abriga 12 passageiros em seis camarotes, além de nove tripulantes. Duas dessas cabines são amplas suítes que ficam no convés principal, customizadas ao gosto do proprietário.
O superiate de 164 pés é alimentado por dois motores MTU de 1.400 hp, que garantem uma velocidade máxima de 18 nós.
Vale ressaltar que o design exterior do barco foi assinado por Francesco Paszkowski, com detalhes navais desenvolvidos pela Tankoa Yachts, em colaboração com o Studio Francesco Rogantin. O interior, por sua vez, foi desenhado por Giorgio Cassetta, que trabalhou em direta colaboração com o proprietário.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Um grupo de pessoas curtia um passeio de barco nos Estados Unidosquando um convidado inesperado apareceu. De repente, havia um jacaré no barco, tentando juntar-se a eles. Apesar do susto, os turistasse divertiram com a situação — que poderia ter terminado mal.
O jacaré, da espécie aligátor-americano, aproximou-se rapidamente da embarcação. Quando menos se esperava, o animal já estava com as patas e cabeça apoiadas dentro do barco, com a boca aberta e enormes dentes à mostra.
O biólogo Matheus Mesquita, mais conhecido como Biomesquita nas redes sociais, explicou em seu canal no YouTube o motivo do comportamento do jacaré.
De acordo com o especialista, muitos passeiosguiados são feitos para que turistas possam ver os animais de perto — até mesmo no Brasil, em locais como a Amazônia e o Pantanal. Então, para garantir que os jacarés se aproximem dos turistas, guias costumam atraí-los oferecendo comida, como peixe e frango.
Com isso, os animais passaram a relacionar a presença de pessoas e barcos a comida, perdendo o medo de se aproximar das embarcações.
Esse vídeo serve para a gente mostrar uma coisa que acontece quando esses animais são alimentados frequentemente por guias – Matheus Mesquita
Ainda segundo Matheus, quando o animal se aproxima e não consegue comida, ele poderá ficar agressivo.
No final das contas, o passeio do grupo nos EUA que terminou com risadas, poderia ter tido outro fim. “É exatamente por isso que não devemos alimentar animais selvagens”, alerta o biólogo.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro instaurou uma investigação acerca das embarcações abandonadas na Baía de Guanabara. O objetivo da Comissão Parlamentar de Inquérito é achar respostas ao cemitério de barcos que se formou no litoral fluminense, além de encontrar soluções viáveis para tratar da poluição marítima.
O presidente da comissão é o deputado Dr. Deodalto (PL), a deputada Lucinha (PSD) será a vice-presidente e Marcelo Canella (União) tem o papel de relator. Eles querem realizar uma audiência pública com os representantes da Companhia das Docas do Rio de Janeiro e da Marinha do Brasil.
A investigação das embarcações abandonadas vai fazer o levantamento detalhado de casos específicos, como o encalhe de um navio graneleiro na Baía de Sepetiba, em maio deste ano.
Na ocasião, a embarcação carregada de minério saiu do Porto de Itaguaí com destino a Cingapura, mas encalhou em 10 de maio — embora as autoridades tenham sido avisadas somente cinco dias depois. Toda a equipe fará uma visita técnica nos arredores do incidente para entender a situação.
Essa questão dos navios é a ponta do iceberg. Muitos são saqueados e sobra somente o casco, perdendo a viabilidade econômica do desmonte – Jorge Felippe Neto, Deputado do Avante
Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil
Outra situação que mobilizou a criação da investigação sobre as embarcações abandonadas foi a colisão de um navio com a ponte Rio-Niterói, em novembro de 2022. Segundo a Marinha do Brasil, o mau tempo acabou por romper a corrente da âncora do navio. Dessa forma, ele ficou à deriva até atingir a construção.
Temos uma questão seríssima que é a poluição visual da Baía de Guanabara. Há também a dificuldade do tráfego marítimo, prejudicado pelos barcos abandonados e isso atrapalha o desenvolvimento do turismo – Valdecy da Saúde, Deputado do PL
Com o final do levantamento sobre as embarcações abandonadas, os integrantes da comissão esperam que seja criada uma nova diretriz fiscalizatória. Assim, haverá uma regulamentação e maior fiscalização sobre esses abandonos.
EUA tem regras rígidas para descarte de barcos
O governo norte-americano é conhecido por ser rígido quando trata-se de embarcações abandonadas. Por lá, descartar na água algum modelo só é viável caso não exista mais nenhuma alternativa terrestre disponível — e, ainda assim, somente cumprindo uma série de requisitos.
Para o descarte ser autorizado, a embarcação não pode ser feita de fibra de vidro. Isso porque, quando este material se degrada, aumenta a carga de poluentes, desregulando a vida marinha. Além disso, é necessário esvaziar o barco, removendo todas as substâncias que possam afetar o meio ambiente.
As normas fazem parte da licença geral da Lei de Proteção, Pesquisa e Santuários Marinhos (MPRSA) e tem o intuito de proteger o meio ambiente.
Por fim, os donos interessados em realizar esse descarte devem acionar o escritório da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos da região. Essa comunicação deve ocorrer com pelo menos um mês de antecedência.
Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Há 14 anos no mercado náutico, o estaleiro Mestra Boats, do interior de São Paulo, levará ao Marina Itajaí Boat Show duas lanchas, uma de 32 e outra de 29 pés. De 6 a 9 de julho, a cidade catarinense recebe o maior evento náutico do Sul do país.
Um dos barcos da Mestra a atracar no Marina Itajaí Boat Show acabou de ser lançado, no Rio Boat Show, e estará pela primeira vez em Santa Catarina. Aliás, essa será também a primeira vez que o salão náutico de Itajaí terá a chancela Boat Show, — que há 25 anos realiza os maiores eventos do setor na América Latina.
Lanchas da Mestra no Marina Itajaí Boat Show
Mestra 292
A Mestra 292 tem em suas características um detalhe que dificilmente é encontrado em lanchas de 29 pés: a passagem lateral a bombordo. Esse detalhe garante acesso seguro e confortável ao solário de proa. Outro destaque é o T-Top de série em vez de uma targa simples — comuns em lanchas desse porte.
O modelo também cabinado com proa aberta conta com plataforma de popa espaçosa e um tanque de combustível de 300 litros. Seu móvel gourmet — equipado com lixeira, geleira e churrasqueira — fica bem posicionado e se integra muito bem com quem está no cockpit.
Aliás, a 292 tem espaço suficiente para acomodar até 12 passageiros, sendo 4 para pernoite — ideal para viagens em família ou com amigos.
Mestra 322
A Mestra 322 é uma lancha cabinada com proa aberta de 32 pés, que se destaca por um ponto bastante aclamado quando o assunto são embarcações: o pé-direito. Nesse modelo, os tripulantes dispõem de uma cabine com 1,90 metros e um banheiro de 1,85 metros.
A lancha possui acomodações na proa e à meia-nau, bem como cozinha, banheiro e espaço gourmet. A praça de popa do barcotem bom espaço de convívio e um móvel gourmet com churrasqueira, tábua de corte, pia, geleira e acabamento em teka.
Disponível em versões com um ou dois motores, a lancha tem capacidade para 15 pessoas durante o dia e 4 para pernoite.
Marina Itajaí Boat Show 2023
O Marina Itajaí Boat Show 2023 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família.
Anote aí!
Quando: De 6 a 9 de julho de 2023 Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Horário: Das 14h às 21h em dias de semana e das 11h às 21h aos finais de semana Mais informações: www.marinaitajaiboatshow.com.br
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Dois veleiros se envolveram em uma colisão na The Ocean Race, na largada da etapa final da regata de volta ao mundo. Cerca de 15 minutos após o início da perna 7, em Haia, na Holanda, o barco 11th Hour Racing Team foi atingido pelo veleiro GUYOT environnement – Team Europe, em um acidente que raramente se vê em competições deste tipo.
Apesar do estrago causado em ambos os barcos, ninguém saiu ferido.
O GUYOT assumiu a responsabilidade pelo acidente e abandonou a etapa. “O barco deles apareceu na minha frente e era tarde demais”, admitiu o capitão do GUYOT, Benjamin Dutreux. “Foi impossível evitar o contato (depois que os vi). Assumo toda a responsabilidade. A culpa é nossa, com certeza”, completou ele.
O 11th Hour Racing Team, por sua vez, tenta voltar à competição em que estava na liderança, antes da colisão.
Acidentes acontecem e eu sei que eles não gostariam de terminar nossa corrida, assim como nós não gostaríamos de terminar a corrida deles. Teremos que ver o que acontece a seguir. Definitivamente, não está acabado até que termine. – Charlie Enright, capitão da 11th Hour Racing Team
Assista, abaixo, ao momento da colisão.
At the start of the Leg 7, @11thHourTeam was forced to suspend racing after suffering extensive damage after being hit by #GUYOTTeamEurope
Watch the first reactions as the skippers stepped back on the dock and started to assess the damage sustained to their boats.#TheOceanRacepic.twitter.com/eHNcuDuG6u
No momento da colisão, a 11th Hour havia dobrado no layline para a próxima marca de virada, ficando com o “direito de passagem”.
A tripulação do GUYOT, obrigada a ceder nesta situação, aparentemente não viu o outro barco, o que resultou no choque. Com danos em ambas as embarcações, as duas precisaram voltar ao porto. O vídeo abaixo mostra a câmera do 11th Hour no momento da colisão na The Ocean Race.
Incredible and scary footage captured by fixed cameras on board 11th Hour Racing Team… The most important information is that no one was hurt, everyone is safe.#TheOceanRacepic.twitter.com/2rXpfq0fAr
De acordo com informações divulgadas pela The Ocean Race nesta sexta-feira (16), a equipe 11th Hour Racing Team está no cais de Haia, na Holanda, “trabalhando para determinar a extensão dos danos, iniciar os reparos e avaliar suas opções para um retorno”.
A equipe retirou-se oficialmente da perna 7 da competição e entrou com um Pedido de Reparação. Desistir da etapa e entrar com o pedido dá à equipe a melhor chance, dentro das regras do evento, de garantir os pontos necessários para vencer a corrida geral.
Em comunicado, a equipe diz que “enviou um pedido de reparação ao júri internacional. Este é um procedimento sob as Regras de Regata à Vela para compensar um barco quando ‘a pontuação ou posição de um barco em uma regata ou série foi ou pode ser, sem culpa própria, piorada significativamente’.”
Conheça o percurso da The Ocean Race
Considerada a maior regata transoceânica do mundo, a The Ocean Race teve sua largada no em 15 de janeiro, na cidade espanhola de Alicante. A competição de volta ao mundo na vela teve, inclusive, uma parada no Brasil, em Itajaí, cidade catarinense que é referência náutica no Brasil.
As paradas foram realizadas nessa sequência: Cidade do Cabo (África), Itajaí, New Port (EUA), Aarhus (Dinamarca) e Haia (Holanda). Os velejadores seguem para Genova (Itália), local da grande final, prevista para 25 de junho.
Para conferir mais informações acerca das paradas e de todo o evento, acesse o site oficial da The Ocean Race.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Já imaginou mergulhar e dar de cara com uma anta? Nada de xingar o parente que entrou na água com você: estamos realmente falando do Tapirus terrestris — nome científico do simpático animal. Pois um vídeo de uma anta mergulhando e correndo pelo fundo de um rio tem feito sucesso nas redes sociais justamente pelo improvável da cena.
Para explicar o que o maior mamífero terrestre brasileiro fazia ali, ao lado dos peixes, o biólogo e influencer Yago Stephano gravou um vídeo. O relato já soma mais de 380 mil visualizações no TikTok — onde o também professor de biologia compartilha curiosidades da natureza para seus quase 4 milhões de seguidores.
De forma bem-humorada, Yago não só aborda o caso da anta mergulhando, como também revela curiosidades sobre o animal. Ele conta, por exemplo, que as antas tem parentesco com cavalos. Segundo o biólogo, uma anta pode pesar até 300 kg e consome 9 kg de comida diariamente, entre folhas, brotos, cascas de árvore, plantas aquáticas e muitas frutas.
Além disso, o bichinho é também conhecido como “jardineiro da floresta”, uma vez que as antas, ao engolir sementes, as preparam para a germinação.
A notícia triste é que a espécie já é considerada vulnerável à extinção e está na lista vermelha da lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza.
Foto: Recanto Ecológico Rio da Prata / Reprodução
Outros flagrantes de antas mergulhando
Em 2020, o fotógrafo Fernando Maydana flagrou mãe e filhote de antas mergulhando nas águascristalinas do Recanto do Rio da Prata, em Bonito, no Mato Grosso do Sul.
No vídeo de Fernando, é possível ver as duas antas nadando acompanhadas de dezenas de peixes. Em determinado momento, os animais tocam as patas no fundo do solo do rio e começam a “correr”, levantando uma nuvem de terra.
Ná época, o fotógrafo contou ao G1 que já fazia um bom tempo que flagrava a família de antas. “Elas passam aqui, mas sempre com a metade do corpo para fora da água. Dessa vez, como estava sozinho, decidi utilizar minha GoPro e consegui esse lindo registro”.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A hora de garantir sua ida ao maior salão náutico do Sul do país chegou: foi liberada a venda de ingressos para o Marina Itajaí Boat Show. De 6 a 9 de julho, quem comparecer ao evento poderá ver de perto as principais novidades do setor.
Os ingressos poderão ser adquiridos tanto através do site, quanto presencialmente, na bilheteria do evento.
A principal vantagem da compra online é uma oferta de 50% de desconto: assim, o ingresso inteiro sai por R$ 20, enquanto a meia entrada (acima dos 60 anos e PCD) custa R$ 10, mais taxas. Confira mais detalhes no site oficial do Marina Itajaí Boat Show.
Para compra na Marina Itajaí, o preço do ingresso é de R$ 40 (e R$ 20 para meia entrada).
O pagamento poderá ser feito via pix, cartão de crédito, boleto bancário e transferência. Vale ressaltar que crianças até um metro de altura não pagam (acima de um metro a entrada é inteira).
Confira as marcas que já confirmaram presença no evento
Ao todo, já são mais de 40 marcas confirmadas no evento: Ademicon, Agroquimica, Azimut, Canadian, Catarina Náutica, Cibea, Ecomac, Equinautic, Ferretti, Fibrafort, Firmo Seguros, Grand Ocean Boats, Grow Deck, Intermarine, Jettdeck, Kalmar, Kapazi, Mar Aberto, Marine Center, Marine Express, Mercury, Mestra Boats, Minelab, Montreal, Nca, Netuno Geradores, Ntc, Nx Boats, Propspeed, Radionaval, Real Power Boats, Schaefer Yachts, Sedna, Solara, Triton, Ventura, Ventura, Viamar, Volvo Penta, Wonder Boat, Yamaha, Yanmar e Zigmo.
Marina Itajaí Boat Show 2023
O Marina Itajaí Boat Show 2023 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família.
Anote aí!
Quando: De 6 a 9 de julho de 2023 Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Horário: Das 14h às 21h em dias de semana e das 11h às 21h aos finais de semana Mais informações: www.marinaitajaiboatshow.com.br
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Há mais de 30 anos no mercado de embarcações, a Schaefer Yachts não poderia ficar de fora do maior evento náutico do Sul do país. O Marina Itajaí Boat Show acontece de 6 a 9 de julho na cidade catarinense, que é também um dos principais polos náuticos do Brasil.
No ano de 2022, a Schaefer Yachts comemorou três décadas de atuação, celebrando a forte presença do estaleiro catarinense no mercado nacional e internacional. Na época, a empresa já tinha exportado 100 barcospara os Estados Unidos.
Agora, a marca de barcos de luxo participa de mais um grande momento do setor, estreando na primeira edição do Marina Itajaí com a chancela Boat Show. Além da exposição de 7 barcos, a marca proporcionará aos visitantes um tour virtual pela Schaefer 25 M.
7 barcos da Schaefer no Marina Itajaí Boat Show
Schaefer 770
Com 23,56 metros de comprimento, a Schaefer 770 é uma lancha para os que gostam de inovação e modernidade. Entre os seus diferenciais estão duas plataformas laterais que se abrem para ampliar as áreas de convivência sobre o mar, dando a sensação de que o barco é ainda maior.
O modelo, projetado pelo próprio comandante do estaleiro, Marcio Schaefer, tem quatro suítes, sendo que a principal tem 1,98 m de altura e ocupa, sozinha, o segundo convés inferior da lancha, enquanto as outras três ficam um nível acima.
O salão se divide em três ambientes: cozinha, sala de jantar e outra de estar, que, integrados à praça de popa, somam cerca de 50 metros quadrados. Grandes janelas iluminam e ventilam o ambiente, que tem 2,04 metros de altura em toda a extensão da área.
O flybridge da embarcação é espaçoso e conta com bar, churrasqueira, um sofá para 6 pessoas, estação de comando e o ofurô. A plataforma de popa, por sua vez, tem 4,28 metros de largura por 2,00 m de comprimento e submerge 30 cm abaixo da linha d’água.
Schaefer V33
Lancha brasileira mais vendida nos Estados Unidos, a Schaefer V33 é o primeiro barco da linha do estaleiro do tipo walk around (termo inglês usado para identificar lanchas cuja cabine não impede a circulação na proa) com perfil esportivo e elegante.
Um dos destaques do barco de 33 pés é a altura do pé-direito, que conta com 1,90 metros, garantindo assim um banheiro alto, grande diferencial para embarcações.
Com opção de motor centro rabeta a diesel, ou uma parelha de motores de popa de 300hp, a Schaefer V33 é uma embarcação que valoriza as áreas externas, com proa aberta e amplo espaço na praça de popa, sem perder a comodidade de uma cabine para duas pessoas pernoitarem com conforto.
Aliás, o modelo consegue comportar até 10 pessoas durante o dia, seja para passear, pescar ou até praticar esportes, uma vez que se trata de um barco versátil, ideal para qualquer atividade de lazer.
New Schaefer 375
Com 37 pés, a New Schaefer 375 incorpora elementos da linha premium da Schaefer Yachts, formada pelos barcos maiores (Schaefer 510, 600, 660, 770 e 25M), além do piso nivelado, conceito trazido do modelo walk-around V33, citado acima.
Esse modelo também conta com as famosas varandas laterais retráteis que ampliam o espaço na praça de popa e se integram ao cockpit, com acomodações para até 14 pessoas durante o dia e quatro à noite.
Seu hardtop de acionamento elétrico abre o teto solar (quase 1,5 metro) ao toque de um botão. No interior da New Schaefer 375, a cabine, de 1,90 metro de altura, tem espaços abertos, característico do estaleiro. O acesso à proa é feito por uma passagem interna, trazendo mais segurança aos tripulantes.
Quanto à motorização da embarcação, o estaleiro oferece duas opções: três motores de popa de 300 hp cada ou dois motores de centro-rabeta Volvo D4, de 300 hp cada. Na versão com motores de popa, há dois sofás no cockpit, um posicionado de frente para o outro. A versão com motores de centro abre espaço para um sofá em L a bombordo e outro reto na popa, com uma mesa de centro.
Schaefer 660
Lançada no São Paulo Boat Show 2019, a Schaefer 660 é uma lancha de 66 pés que conta com um diferencial interessante: a popa do barco tem móvel gourmet embutido, acionado através de botões. A ideia de poder guardar o móvel gourmet garante melhor aproveitamento do espaço.
Assim como a 770, esse modelo conta com plataformas laterais dobráveis, com acionamento hidráulico. Segundo a marca, quando abertas, as plataformas promovem um aumento de 25% da praça de popa que, junto ao deck, garantem melhor aproveitamento das áreas de lazer e convivência.
Entre a praça de popa e o salão há um único e grande living, sem qualquer tipo de interrupção, a não ser uma porta de vidro quadripartida que, quando totalmente aberta, integra os dois ambientes.
A embarcação da Schaefer Yachts que estará no Marina Itajaí Boat Show conta ainda com uma suíte master com entrada independente e três quartos para hóspedes, com altura que atinge os 2,23 metros.
Schaefer 510 GT
A Schaefer 510 GT é uma embarcação de 51 pés que nasceu como uma evolução da já consagrada Schaefer 510. O modelo foi projetado e construído a partir do feedback que o estaleiro recebeu do mercado norte-americano e personifica a evolução da marca em termos de conforto, design e prazer em pilotar.
Trata-se de uma lancha para até 16 pessoas passearem juntas, sendo que seis delas podem dormir a bordo, uma vez que o barco conta com três suítes completas (ou, opcionalmente, duas e uma cozinha extra no convés inferior).
A suíte máster está localizada à meia-nau, ocupando a boca máxima do barco, que é de 4,36 metros. Na entrada dessa suíte a altura alcança os 2,08 metros. No banheiro, o box com porta só não se destaca mais que sua altura: 1,96 metros.
O salão tem cozinha integrada e é cercado de janelas, oferecendo visão privilegiada do mar e muita luz. A cozinha é uma bela bancada, com dois tampos articulados com fogão elétrico e uma pia. Nas portas da bancada estão geladeira e um freezer.
Schaefer 450
Com 13,66 metros, a Schaefer 450 se destaca pela suíte máster, à meia-nau, que ocupa toda a boca da embarcação, de 4,26 metros. O espaço conta com sofá, armários, mesinha e televisão, para mais conforto e comodidade dos passageiros.
Tendência entre os barcos da Schaefer, o modelo também conta com aberturas laterais para melhor aproveitamento do espaço. Desta vez, a função promete aumentar em 20% o espaço da área de popa.
O barco conta com churrasqueira retrátil — semelhante à da Schaefer 660. Essa, porém, foi pensada com uma altura mais baixa, para ser utilizada especialmente com a plataforma submergível abaixada.
Confirmando a busca da embarcação por valorização dos espaços, o flybridge da 450 alia o conforto e a comodidade de uma cabinada de alto requinte. Essa é uma das embarcações com flybridge mais confortáveis no mercado brasileiro — na faixa de 45 pés.
Phantom 400
A Phantom 400 é mais um modelo da Schaefer no Marina Itajaí Boat Show. Este conta com hard top e uma generosa plataforma com espaço gourmet, que reforça, mais uma vez, a tradição da Schaefer Yachts de privilegiar o espaço externo.
Com pé-direito de mais de 3 metros e duas suítes, a 400 é uma extensão da sua própria casa, segundo a marca.
A embarcação tem comprimento máximo de 12,25 metros e 3,88 metros de popa, garantindo espaço para 14 pessoas aproveitarem um confortável passeio, sendo que cinco destas podem aproveitar uma noite no barco.
Marina Itajaí Boat Show 2023
O Marina Itajaí Boat Show 2023 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família.
Anote aí!
Quando: De 6 a 9 de julho de 2023 Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Horário: Das 14h às 21h em dias de semana e das 11h às 21h aos finais de semana Mais informações: www.marinaitajaiboatshow.com.br
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Com dois casos de gripe aviária (Influenza aviária) confirmados em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, quem navega pela região deve ter cuidado redobrado com aves marinhas doentes.
Seja na água ou na praia, a recomendação é para evitar qualquer contato com aves que aparentem mau estado ou estejam mortas. Portanto, caso aviste espécies como trinta-reis, atobá, fragata e gaivota debilitas, não se aproxime nem recolha o animal.
“A transmissão da Influenza Aviária para humanos se dá pelo contato direto ou indireto com aves infectadas ou suas secreções e, até o momento, não há registro de transmissão da doença de pessoa para pessoa”, informou Alyne Ambrogi, enfermeira coordenadora da Vigilância Epidemiológica.
Histórico da gripe aviária em Ubatuba
O primeiro caso de gripe aviária em Ubatuba foi registrado no início do mês, no dia 3, enquanto o segundo ocorreu poucos dias depois, em 8 de junho, no bairro de Maranduba.
A gripe aviária na cidade foi registrado primeiramente em uma ave marinha da espécie trinta-réis-real (conhecida popularmente como garajau-real), que havia caído em uma rua no centro da cidade. A segunda ocorrência, por sua vez, se deu após dois turistas encontrarem um animal da mesma espécie debilitado.
Bando de aves trinta-réis-real. Foto: Projeto Trinta-réis / Reprodução
A Vigilância Epidemiológica informou que um exame laboratorial confirmou a doença na primeira ave. Na segunda ocorrência, por se tratar de um animal da mesma espécie, o caso foi avaliado por critério clínico epidemiológico, sem a necessidade de exames, conforme protocolo nacional.
Confira 4 ações para prevenção da gripe aviária
A Vigilância Epidemiológica (Viep) de Ubatuba destaca quatro ações importantes para a prevenção da gripe aviária:
Ao encontrar uma ave debilitada ou morta, não se aproxime nem recolha o animal.
Faça uma observação distante e fotografe ou filme o comportamento do animal, mas sem se aproximar da ave;
Especialistas devem ser acionados. Em caso de aves marinhas, ligue para o Instituto Argonauta no telefone (12) 99785-3615 ou 0800 642 3341. Para aves terrestres, acione a Vigilância Sanitária de Ubatuba pelo contato (12) 3832-6810;
Busque isolar a área e impedir o acesso de pessoas e outros animais. Aguarde a chegada da equipe técnica.
Sintomas da gripe aviária
Ainda segundo Alyne, os sintomas da Influenza Aviária são parecidos com os da gripe comum e incluem dor de garganta e no corpo, febre, tosse e secreção nasal. A atenção se deve para evitar a evolução da doença para insuficiência respiratória e até falência múltipla dos órgãos.
“Em caso de surgimento dos sintomas gripais, a pessoa que teve contato com animal suspeito deve procurar por um serviço de saúde de urgência e informar a exposição”, ressaltou a coordenadora.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A bordo de um suntuoso iate, o ex-jogador de futebol americano Tom Brady mostrou que ainda manda muito bem na mira. Fora dos campos desde o início do ano, Brady curtia um momento de lazer navegando quando conseguiu acertar, em cheio, uma bolada em um drone em pleno voo.
O arremesso certeiro de dentro do barco foi transmitido no canal de MrBeast — um dos youtubers mais bem pagos do mundo. Quatro dias após sua publicação, o vídeo já acumulava mais de 83 milhões de visualizações.
Reprodução: Youtube/ MrBeast
Tom Brady navegava na companhia de Vivian Lake e Benjamin, filhos de sua relação com Gisele Bündchen, quando foi desafiado pelo criador de conteúdo a arremessar uma bola de futebol americano no drone. A caçula de Brady, inclusive, não botou muita fé no ex-atleta.
Pai, você vai errar! – Vivian Lake, filha de Tom Brady
Mas, surpreendentemente, Tom Brady acertou em cheio no alvo, derrubando o drone logo na primeira tentativa. Para a sorte de MrBeast, um membro de sua equipe conseguiu pegar o equipamento antes que ele afundasse na água.
Reprodução: Youtube/ MrBeast
A brincadeira com o ex-astro da NFL faz parte de um vídeo em que MrBeast leva amigos para navegar em barcos de diferentes tamanhos e preços.
Com modelos que custam desde um dólar– um barco que naufragou durante a filmagem –, a turma experimenta o que cada tipo de barco oferece. Em um dos momentos mais excêntricos, o criador de conteúdo pede pizzas por aplicativo e a comida é entregue no iate por helicóptero.
Como é o megaiate em que Tom Brady derrubou drone
A embarcação de luxo em que Tom Brady navegava com a família é o megaiate H, segundo os tripulantes. Construído pelo estaleiro Oceanco, o modelo foi entregue nos anos 2000, com 95 metros de comprimento. No entanto, o megaiate em que Tom Brady derrubou um drone passou por uma grande reforma, finalizada no início deste ano, e agora possui 105 metros.
Reprodução: Youtube/ MrBeast
O megaiate H oferece diversas comodidades aos seus passageiros. Seis deques espaçosos, móveis personalizados, heliponto, cinema particular, salão de beleza, sauna e até um piano que toca sozinho podem entreter os convidados.
É tanto espaço disponível no megaiate onde Tom Brady derrubou um drone que, no vídeo, o ex-jogador de NFL brincar de fazer arremessos com a turma de amigos do criador de conteúdo.
Reprodução: Youtube/ MrBeastReprodução: Super Yacht Times
A reforma do “H” foi toda feita de forma sigilosa. O novo proprietário pediu para a Oceanco realizar uma mudança completa. Ou seja, a embarcação agora está totalmente nova, mais moderna, tecnológica e, principalmente, luxuosa.
Reprodução: Super Yacht Times
De acordo com MrBeast, o megaiate apresentado no vídeo da brincadeira teria custado aproximadamente US$ 300 milhões — cerca de R$ 1,5 bilhão (valores convertidos em junho de 2023).
Vale pontuar que Tom Brady é um grande fã do mundo náutico. Tanto é que o icônico quarterback é flagrado com frequência navegando a bordo de suas embarcações. Ele é dono de uma lancha de 77 pés da Wajer e outra de 55 pés, batizada de “Viva a Vida”, também do mesmo estaleiro holandês.
Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O mais recente lançamento da Real Powerboats e alguns dos barcos mais pedidos de seu portfolio serão expostos no Marina Itajaí Boat Show. Ao todo, cinco modelos da marca estarão no maior evento náutico da região Sul do Brasil, que acontece de 6 a 9 de julho.
A Real 40 Cabriolet, recém-lançada no Rio Boat Show, será o principal destaque da Real Powerboats no Marina Itajaí Boat Show. Portanto, será a estreia do novo modelo nas águas de Santa Catarina.
Este será o primeiro ano que o evento contará com o selo Boat Show. Dessa forma, o público poderá ver de perto todas as principais novidades do diversificado mundo náutico, englobando desde barcos até equipamentos e acessórios.
A Real Powerboats levará ao litoral catarinense embarcações que vão de 28 até 40 pés. Abaixo, NÁUTICA te apresenta mais detalhes sobre cada modelo. Confira!
Real Powerboats no Marina Itajaí Boat Show
Real 40 Cabriolet
Com 40 pés de comprimento, a Real 40 Cabriolet é uma lancha aberta que tem como trunfo o grande espaço interno e acesso à proa por passagens laterais ou pelo cockpit. O barco oferece a opção do condutor navegar em pé, com ampla visão do lado externo, ou sentado, para mais conforto.
Sua capota de lona é aberta nas laterais e pode ser recolhida na parte da frente, sobre o posto de comando. Assim, permite uma grande circulação de ar no cockpit. A cabine, por sua vez, pode ser dividida em três ambientes diferentes, permitindo até seis pessoas no pernoite.
Real 40 Luxury
O principal diferencial da Real 40 Luxury é seu espaçoso flybridge, que abriga o posto de comando e área gourmet. Graças ao seu porte, ela pode transportar até 16 passageiros confortavelmente, enquanto o pernoite é para seis pessoas.
Divulgação
Além de uma cozinha completa, a Real 40 Luxury oferece diversas opções de personalização do casco e convés. Seu cockpit tem painel ergonômico e o assento do piloto pode ser ajustado em três modos diferentes.
Real 40 HT
A Real Powerboats também levará ao Marina Itajaí Boat Show a Real 40 HT— versão da 40 pés com hardtop. Este barco conta com camarote na proa, que abriga cama de casal king size, enquanto a cabine à meia-nau tem uma cama de casal e uma cama de solteiro. No salão, uma mesa pode virar mais uma cama.
Seu banheiro é completo, com box. Na proa, o solário tem encosto reclinável e comporta duas pessoas. A popa tem móvel gourmet com pia, geleira e até uma churrasqueira (com opção elétrica ou a carvão).
Real 35 SD
A Real 35 SD consegue unir motores de popa, de 150 e 250 hp, e uma plataforma com bastante usabilidade. É a localização da motorização que impressiona: no centro da popa, embaixo do móvel gourmet. Por isso, os passageiros não perdem nenhum centímetro de espaço na popa.
É uma cabinada com comando aberto, do tipo targa. A capacidade é igual aos demais modelos, ou seja, 16 passageiros navegam com bastante conforto.
Real 28
Por fim, o último modelo que a Real vai expor no Marina Itajaí Boat Show é a Real 28, que tem capacidade para até 14 pessoas. Nesta lancha, o motor fica centralizado na popa, com uma plataforma de popa circundando o motor. Assim, permite melhor aproveitamento da popa.
Na proa do barco, há um sofá em “u” e espaço para uma mesa para até quatro pessoas se acomodarem confortavelmente.
Marina Itajaí Boat Show 2023
O Marina Itajaí Boat Show 2023 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família.
Anote aí!
Quando: De 6 a 9 de julho de 2023 Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Horário: Das 14h às 21h em dias de semana e das 11h às 21h aos finais de semana Mais informações: www.marinaitajaiboatshow.com.br
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Alguns barcos são tão futurísticos que parecem ter saído de algum filme de ficção científica, como os da icônica saga Star Wars — que ganhará novos filmes em breve, para a alegria da legião de fãs. Inclusive, existem personagens que parecem ter sido feitos para navegar nestes cascos extravagantes.
Como seria ver Darth Vader, por exemplo, a bordo de um superiate? Um estúdio de design londrino tem a resposta — e as imagens.
Desde 2015, o estúdio ThirtyC cria conceitos artísticos com os personagens da franquia Star Wars navegando em superiates, como forma de celebrar o Star Wars Day, data celebrada em 4 de maio.
Anotado no calendário de todo admirador de Star Wars, o dia foi escolhido pelo trocadilho entre o clássico bordão “que a força esteja com você” — originalmente, em inglês, “may the force be with you” — e a sonoridade de “May the fourth”, que significa, justamente, 4 de maio.
Segundo o fundador do estúdio, Rob Armstrong, as imagens começaram a ser criadas “apenas por diversão”. Talvez ele não imaginasse que a legião de fãs da trama fosse abraçar tanto o trabalho a ponto de ele se tornar tradição, aguardada anualmente pelos adoradores de Star Wars.
Darth Vader e Stormtroopers em embarcação da Hodgdon Yachts.
“Ao longo dos anos, nossas imagens ganharam mais exposição e quase se tornaram esperadas”, disse Armstrong. “Cada ano é um desafio pensar em um novo ângulo criativo para nosso público e amigos”.
Princesa Leia e Chewbacca em embarcação da Cockwells.
A verdade é que nem precisa ser fã dos filmes de Star Wars para se encantar com o trabalho da ThirtyC, já que as imagens são tão bem-feitas que parecem até reais. Não seria de se espantar encontrar por aí uma chamada ao estilo “Darth Vader é flagrado navegando em superiate” depois de ver a imagem abaixo, por exemplo.
Os personagens do filme já “navegaram”, inclusive, em barcos conhecidos, como o Silver Fast, da Silver Yachts, o Eclipse, do estaleiro Blohm & Voss, e muitas embarcações da Damen.
Princesa Leia, R2-D2 e C-3PO no superiate Aura, da Heesen.
Para Armstrong, os iates “fornecem uma grande tela”. Veículos lendários de Star Wars, incluindo X-Wings, AT-ATs e TIE Fighters também fizeram sua aparição nos trabalhos da ThirtyC.
TIE Fighter em heliponto de superiate
Novos filmes Star Wars têm datas anunciadas
Para os fãs de Star Wars de plantão, a Disney e a Lucasfilm anunciaram três novos filmes da franquia para os próximos anos, segundo informações da revista Variety. No entanto, as empresas de entretenimento ainda mantêm suspense sobre os nomes ou tramas dos futuros lançamentos.
O primeiro novo filme de Star Wars tem previsão de estreia em 22 de maio de 2026, mesmo ano em que o segundo longa chegará aos cinemas — no dia 18 de dezembro de 2026, para ser mais exato. Por fim, o terceiro novo filme foi anunciado para estrear em 17 de dezembro de 2027.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O estaleiro italiano Azimut Yachts estará no Marina Itajaí Boat Show, maior evento náutico do sul do país. De 6 a 9 de julho, os amantes do mundo náutico poderão ver de perto o que há de melhor no setor, desde embarcações até equipamentos, serviços, opções de entretenimento e muito mais.
Presença assídua nos eventos Boat Show, o estaleiro levará alguns de seus modelos icônicos de lanchas e iates ao espaço da Azimut no Marina Itajaí Boat Show.
Flávia Martins, relações públicas do estaleiro, revelou à equipe de NÁUTICA que o “estande terá por volta de 400 m² de muito cuidado, atenção e beleza para nossos clientes, prospects e parceiros.”
Essa será a primeira vez que o evento em Itajaí terá a chancela Boat Show, o que por si só gera grandes expectativas, uma vez que os maiores eventos náuticos do país são organizados pela empresa, como o Rio Boat Show e o São Paulo Boat Show.
Teremos um espaço ainda mais lindo do que no ano passado. Todos os eventos com o Boat Show acontecem coisas ainda melhores, então estamos bem ansiosos com esse momento – Flávia Martins, relações públicas da Azimut
A Azimut terá um “gostinho” a mais no evento em Itajaí, uma vez que sua fábrica — responsável por produzir no Brasil um terço dos modelos que a marca italiana possui — fica localizada na cidade catarinense, reconhecida por ser um dos principais polos náuticos do país.
Marina Itajaí Boat Show 2023
O Marina Itajaí Boat Show 2023 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família.
Anote aí!
Quando: De 6 a 9 de julho de 2023 Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Horário: Das 14h às 21h em dias de semana e das 11h às 21h aos finais de semana Mais informações: www.marinaitajaiboatshow.com.br
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Sempre que uma nova descoberta sobre as profundezas do oceanosurge, os olhares se voltam ao que elas podem revelar. Desta vez, três naufrágios encontrados no Mar Mediterrâneo mostraram embarcaçõesmais antigas do que Jesus Cristo, tipo de carga carregada e métodos ousados dos marinheiros da época.
Os naufrágios que aconteceram por volta de 2,1 mil anos atrás foram encontrados graças a uma expedição da Unesco no Mar Mediterrâneo, em 2022. Além da instituição, participaram da pesquisa arqueólogos subaquáticos de oito países: Argélia, Croácia, Egito, França, Itália, Marrocos, Espanha e Tunísia.
Navio de pesquisa Alfred Merlin levou arqueólogos subaquáticos de oito países em expedição. Foto: M. Pradinaud/Unesco / Reprodução
Os pesquisadores estimam que uma das embarcações encontradas tenha cerca de dois mil anos, enquanto as outras duas são do final do século 19 ou início do século 20.
Para analisar os destroços, a equipe contou com dois robôs subaquáticos e o naviode pesquisa Alfred Merlin, operado pelo DRASSM (Departamento de Pesquisa de Arqueologia Subaquática e Submarina), do Ministério da Cultura da França.
Foto: Drassm/Unesco / Reprodução
Saiba o que revelaram as embarcações
Dentre os destroçosdos três barcos, a quase 55 metros de profundidade, estava — parcialmente intacto — o mais antigo deles: um navio mercante romano. Os pesquisadoresestimaram que a embarcação de 18 metros afundou entre 100 a.C. e 200 d.C.
Foto: Drassm/Unesco / Reprodução
Segundo afirmou a arqueóloga subaquática Franca Cibecchini, da DRASSM, para a National Geographic, o navio estava carregado de jarros de barro, também chamados de ânforas.
Foto: Drassm/Unesco / Reprodução
Por enquanto, o design dos objetos sugere que eles traziam vinho da Itália em seu interior, mas a tese só será comprovada após testes feitos pelos arqueólogos.
Um dos outros dois navios era motorizado e foi produzido com metal, aproximadamente entre os séculos 19 e 20. A terceira embarcação, com idade parecida, era feita de madeira e os pesquisadores acreditam que não possuía motor. Ela tinha 15 metros de comprimento e pode ter sido um barco de pesca.
Métodos da época
Até a descoberta dos naufrágios, especialistas acreditavam que marinheiros da época se limitavam a navegações costeiras, consideradas mais seguras. Contudo, a expedição revelou que eles ousavam entrar no mar aberto, provavelmente visando lucrar com cargas de vinho e azeite.
Muito dessa revelação se dá pelo fato de que os navios foram encontrados em uma área de pesquisa que inclui os Skerki Banks, na Tunísia, além de águas mais profundas ao norte e leste — que separam a Sicília do Norte da África.
Também conhecidos como o Canal Skerki, os Skerki Banks estão em uma área de mar aberto relativamente raso, situado no Mediterrâneo central, no Estreito da Sicília, entre a Sicília e a Tunísia.
Segundo Cibecchini, os locais de naufrágio mostram claramente que os mercadores dessa época estavam dispostos a navegar direto entre a Itália e o norte da África, em vez de seguir uma rota mais segura que abraçasse o litoral.
Além dos três navios, cientistasinvestigaram também navios já conhecidos da era romana no lado leste do Canal da Sicília, igualmente com cargas de ânforas. Em torno da área de Keith Reef, no Skerki Banks, um mapa batimétrico detalhado do fundo do mar foi produzido pela primeira vez.
Foi ele o responsável por destacar vestígios do patrimônio cultural subaquático, que contribuíram para a documentação dos navios, conforme informou a Unesco.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Entre a costa do Espírito Santo e a Ilha de Trindade, pesquisadoresbrasileiros e da Academia de Ciências da Califórnia descobriram um verdadeiro tesouro escondido. Não se trata de ouro nem pedras preciosas, mas algo ainda mais valioso: vida marinha preservada, inclusive espécies ameaçadas de extinção.
O trabalho de pesquisa envolveu mapear a área e realizar 25 mergulhos em um local ainda não visitado pelo homem — em profundidades que variaram de 20 a 70 metros.
Surpreendentemente, os pesquisadores encontraram por ali enormes recifes de corais, tubarões, espécies raras de animais marinhos e os mais variados peixes.
Sensação maravilhosa de encontrar um ambiente que nunca tinha sido mergulhado. Não tínhamos ideia de que encontraríamos ambientes recifais de alta complexidade – Hudson Pinheiro, coordenador da pesquisa
Os especialistas estimam que cerca de 200 espéciesforam avistadas — duas delas, descobertas durante a pesquisa, ainda estão em estudo. Embora os cientistas apontem que ainda há muito a ser investigado na região, já é possível afirmar que trata-se de um dos maiores ecossistemas marinhos do mundo.
Ao todo, foram alvo do estudo cinco montanhas da cordilheira submarina que liga Vitória à Ilha de Trindade — localizada quase 1.200 quilômetros maradentro, no litoral do Espírito Santo.
“Não se tinha ideia de quais eram as espécies, como era esse ecossistema, como ele era formado. Tudo foi descrito pelo estudo após esses mergulhos. Isso é realmente algo muito grandioso”, detalhou Janaína Bumbeer, Doutora em Ciências Humanas.
Janaína comentou ainda sobre como a descoberta afeta outras questões além do meio ambiente, como a economia. “Não estamos falando só da biodiversidade marinha em si, mas de todos os serviços que eles prestam para os seres humanos. Alimentação, pesca, extração, turismo, proteção costeira, regulação do clima”, explicou a especialista.
Junto ao “tesouro” descoberto no Mar do Espírito Santo, foram encontrados também vestígios de pesca que, segundo os pesquisadores, foi feita de forma descontrolada. Dessa forma, ameaçando ecossistemas antes mesmo que eles sejam descobertos.
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