Além de revelar novos talentos, concursos fotográficos têm o poder de apresentar ao mundo imagens que dificilmente veríamos de outra forma. E muitas delas surgiram no Drone Photo Awards 2025, que anunciou seus vencedores no fim de setembro. A premiação destacou fotos aéreas em nove categorias — desde a vida selvagem até cenas urbanas —, todas captadas exclusivamente por drones.
A “foto do ano” ficou com Dennis Schmelz, autor de The Lone Rider (“O Cavaleiro Solitário”, em inglês). Registrada durante uma viagem de inverno pela Capadócia, a imagem encantou o júri ao revelar um novo olhar sobre uma região já muito fotografada. No topo de um afloramento rochoso, um cavaleiro solitário surge entre neblina, luz suave e um cenário carregado de atmosfera. A combinação garantiu o título máximo ao artista.
The Lone Rider (“O Cavaleiro Solitário”). Foto: Dennis Schmelz / Drone Photo Awards 2025 / Divulgação
As categorias contempladas pelo concurso incluíram Urbano, Animais Selvagens, Esporte, Pessoas, Natureza, Abstrato, Casamento, Série e Vídeo. Cada uma premiou um 1º colocado e destacou outras obras relevantes. O site oficial do Drone Photo Awards 2025 mostra descrições de cada clique.
Another World (“Outro Mundo”). Foto: Joanna Steidle / Drone Photo Awards 2025 / Divulgação
Esporte
Running on Salt (“Correndo no Sal”). Foto: Shimon Perlstein / Drone Photo Awards 2025 / Divulgação
Pessoas
Aarti Under the Stars (“Aarti Sob as Estrelas”). Foto: Thibault Gerbaldi / Drone Photo Awards 2025 / Divulgação
Natureza
The Long Shadow (“A Longa Sombra”). Foto: Christopher Harrison / Drone Photo Awards 2025 / Divulgação
Abstrato
The Eye (“O Olho”). Foto: Pawel Zygmunt / Drone Photo Awards 2025 / Divulgação
Casamento
Eloping Above the Clouds (“Fugindo Acima das Nuvens”). Foto: Oliver and Steph Prince / Drone Photo Awards 2025 / Divulgação
Série
A categoria Série premiou ensaios feitos em um mesmo contexto e região. O 1º lugar ficou com The Great Colour Study: Vietnam (“O Grande Estudo de Cores: Vietnã”), do fotógrafo Dipanjan Pal. O conjunto explora profissões tradicionais vietnamitas transmitidas por gerações ao longo de mais de 500 anos.
Carpet (“Tapete”) — parte da série The Great Colour Study: Vietnam. Foto: Dipanjan Pal / Drone Photo Awards 2025 / Divulgação
Vídeo
A categoria Vídeo avaliou produções feitas exclusivamente com drones, entre 1 e 5 minutos de duração. O vencedor foi Bangladesh: The Soul of an Unstoppable People (“Bangladesh: A Alma de um Povo Inabalável”), de Fran Arnau. O retrato visual e emocional revela um olhar único de uma nação que carrega história, resiliência e cotidiano.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Mesmo com séculos de exploração, a biodiversidade de invertebrados marinhos permanece pouco documentada. Para mitigar esse problema, pesquisadores da Senckenberg Ocean Species Alliance (SOSA) anunciaram a descoberta de 14 novas espécies marinhas, incluindo dois novos gêneros.
A pesquisa encontrou seres inéditos em diferentes regiões do planeta, baseando-se em coleções recentes e históricas e incluindo espécies recém-descritas. O trabalho foi publicado na revista Biodiversity Data Jornal e teve parceria do novo Laboratório de Descobertas do Instituto de Pesquisa e Senckenberg.
Entre os organismos identificados, estão crustáceos translúcidos, vermes de aparência “exótica” e parasitas que lembram um emaranhado de grãos. Segundo os pesquisadores, as profundidades de algumas dessas criaturas chegam a mais de 6 mil metros.
De pouquinho em pouquinho
Uma das novas espécies que agora faz parte do “caderninho” dos biólogos é o molusco Veleropilina gretchenae, localizado na Fossa das Aleutas — a incríveis 6.465 metros de profundidade.
Veleropilina gretchenae. Foto: Senckenberg Ocean Species Alliance/ Divulgação
O genoma do Veleropilina gretchenae é um dos primeiros da classe Monoplacophora a ser publicado com alta qualidade diretamente do espécime. Essa classe é composta por moluscos marinhos que se destacam por ser um exemplo de ‘fóssil vivo’. Acreditava-se que estivessem extintos até a redescoberta de um espécime vivo em 1952.
Outro molusco registrado pela primeira vez foi o bivalve Myonera aleutiana, encontrado a 5.280 metros, tornando-se o membro mais profundo do seu gênero.
Myonera aleutiana. Foto: Senckenberg Ocean Species Alliance/ Divulgação
O Macrostylis peteri foi outra criatura descoberta pela pesquisa. A nova espécie é um isópode minúsculo, porém complexo, que marca o primeiro registro de sua família em águas australianas.
Documentar espécies tão pequenas e complexas exige preparação meticulosa e ilustração microscópica precisa– destacou o grupo
Macrostylis peteri. Foto: Senckenberg Ocean Species Alliance/ Divulgação
O Spinther bohnorum, da Polinésia Francesa, é um verme minúsculo de cor vermelho-alaranjada. Sua posição evolutiva ainda permanece um mistério. Uma das principais características que os diferenciam são as cerdas (eixos que lembram espinhos e servem para locomoção).
Spinther bohnorum. Foto: Senckenberg Ocean Species Alliance/ Divulgação
Já o crustáceo Apotectonia senckenbergae foi identificado em um banco de mexilhões nas fontes hidrotermais da Fenda de Galápagos, a 2.602 metros da superfície.
Apotectonia senckenbergae. Foto: Senckenberg Ocean Species Alliance/ Divulgação
Descobertas peculiares
Como a natureza é cheia de surpresas, o fundo do mar não poderia ser diferente. Os pesquisadores encontraram, por exemplo, o isópode Zeaione everta, um parasita avistado na zona entremarés da Austrália. As fêmeas apresentam protuberâncias nas costas que lembram grãos de pipoca estourados — não à toa, seu apelido é “parasita-pipoca”.
Zeaione everta, o “parasita-pipoca”. Foto: Senckenberg Ocean Species Alliance/ Divulgação
Presa a mais de 5 mil metros de profundidade, o Laevidentalium wiesei foi outra nova espécie encontrada pelo SOSA. Ele estava com uma anêmona-do-mar aderida à sua concha — o primeiro registro desse tipo para este gênero.
As descobertas relatadas nesta segunda edição são numeradas de 13 a 27, dando continuidade ao ponto em que o primeiro artigo parou. Muitas outras devem ser descobertas em breve– informou a SOSA em comunicado
Laevidentalium wiesei. Foto: Senckenberg Ocean Species Alliance/ Divulgação
Um novo jeito de pesquisar
Preocupados com o ritmo de descoberta superando o processo formal de descrição de espécies, o SOSA foi fundado para promover esse desafio: ter uma abordagem simplificada e escalável para a taxonomia (ciência que organiza e classifica os seres vivos hierarquicamente).
Foto: Senckenberg Ocean Species Alliance/ Divulgação
De acordo com o grupo, cerca de 91% das espécies oceânicas ainda não foram classificadas e mais de 80% do oceano permanece inexplorado.
Cada número representa não apenas uma espécie, mas também uma prova de conceito: que, com o apoio adequado, os taxonomistas podem acelerar a descrição da vida nos oceanos sem sacrificar a qualidade– ressaltaram os cientistas em nota
Metharpinia hirsuta. Foto: Senckenberg Ocean Species Alliance/ Divulgação
Nove das novas espécies e um dos inéditos gêneros deste estudo foram processados parcial ou totalmente por meio do Laboratório de Descobertas do Instituto de Pesquisa e Senckenberg, ressaltando seu valor e importância da estrutura para o avanço da taxonomia.
Em uma era de perda de biodiversidade, o trabalho de descrever espécies pode ser mais urgente do que nunca– ressalta o site
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Nada melhor do que ter um estaleiro a seu dispor para construir um megaiate dos sonhos. Gabe Newell, magnata do mundo dos games, adquiriu recentemente a poderosa Oceanco e recebeu, das mãos da própria empresa, o imponente Leviathan, tido como o 50º maior iate do mundo.
São muitos destaques numa embarcação desse porte. Ela possui nada menos que 111 metros de comprimento (363 pés!) e busca redefinir os modelos tradicionais que envolvem a construção de um megaiate: com mais foco nas pessoas e menos em extravagância.
Leviathan. Foto: Oceanco/ Divulgação
Porém, o fato de ser menos extravagante não significa que seria barato — muito pelo contrário. O valor do megaiate de Gabe Newell é estimado em aproximadamente US$ 500 milhões de dólares (cerca de R$ 2,68 bilhões em conversão de novembro de 2025).
Leviathan. Foto: Oceanco/ Divulgação
O novo “brinquedo” do magnata americano e proprietário da Oceanco não economiza em comodidade. Uma delas é a sala gamer com 15 PCs de última geração — nada melhor para quem construiu um império com jogos eletrônicos.
Leviathan. Foto: Oceanco/ Divulgação
Por lá, o paraíso flutuante de GabeN (como é conhecido pela comunidade gamer) ainda ostenta um hospital com enfermeira residente, laboratório científico, oficina de impressão 3D, campo de basquete e spa com banheira de hidromassagem.
O sistema de propulsão híbrido diesel-elétrico alimentado com baterias permite navegação silenciosa e sem emissões por longos períodos, de acordo com a Oceanco.
Colaboração extrema
Para entender o grande diferencial deste projeto, é necessário recapitular a carreira de Newell. Ex-produtor da Microsoft, companhia onde trabalhou por 13 anos e desenvolveu os três primeiros sistemas operacionais Windows, o americano construiu seu império no mundo dos jogos.
Ele fundou a Valve, desenvolvedora de jogos como Half-Life, Portal e Dota; e a Steam, um serviço de distribuição digital de games. Na época, chamava atenção sua metodologia de trabalho: orçamento ilimitado para a produção dos projetos e sem prazo para conclusão. O importante era a qualidade.
Gabe Newell durante a Game Developers Conference, em 2010. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução
A Valve não opera com uma hierarquia gerencial tradicional. Os funcionários não possuem chefes ou gerentes da maneira convencional e têm autonomia radical, escolhendo em quais projetos querem trabalhar. Logo, era de esperar que ele levasse essa filosofia à Oceanco — e levou.
Segundo a Oceanco, o bilionário planeja manter a filosofia da Valve também no setor náutico: dar liberdade criativa às equipes e priorizar inovação. Isso envolve uma colaboração extrema entre tripulação, designers e construtores.
Queremos que a empresa se concentre no que faz de melhor: colocar as pessoas em primeiro lugar– declarou o proprietário do estaleiro
Tripulação como prioridade
Um megaiate desse porte não sobreviveria sem o trabalho dos tripulantes. Pensando nisso, o Leviathan teve como principal pilar aprimorar a eficiência operacional e o bem-estar da tripulação, com uma abordagem de design centrada no ser humano, segundo a Oceanco.
Leviathan. Foto: Oceanco/ Divulgação
O layout interno é a prova dessa filosofia: áreas de alto valor — como um salão no flybridge — foram transformadas em espaços comunitários, incluindo aquela sala com 15 PCs e um grande refeitório para 54 pessoas. O objetivo é promover a integração de 26 hóspedes e 37 tripulantes.
Leviathan. Foto: Oceanco/ Divulgação
Materiais de baixa manutenção (deque sintético e aço inoxidável jateado, por exemplo) foram escolhidos com a proposta de oferecer materiais mais duráveis e de fácil reparo, com a ideia de liberar a tripulação para tarefas de maior valor, como interagir com os hóspedes.
Leviathan. Foto: Oceanco/ Divulgação
De acordo com o comunicado da Oceanco, a tripulação foi convidada para participar do processo do Leviathan desde o primeiro dia do projeto, contribuindo com seus conhecimentos operacionais para moldar um iate que funcionasse melhor para eles.
Trabalhar com a equipe da Oceanco é incrivelmente prazeroso e muito divertido; todos são profissionais, criativos e dinâmicos– elogiou Newell
Leviathan. Foto: Oceanco/ Divulgação
Para homenagear a equipe envolvida no projeto, um painel de vidro com os nomes de quase 3 mil colaboradores foi instalado na escadaria principal do megaiate de Gabe Newell.
Projetado não com base na tradição, mas sim em um propósito, o Leviathan coloca as pessoas no centro de cada decisão– destaca a Oceanco em comunicado
Muito mais que lazer
O novo megaiate de Gabe Newell conversa com os outros tentáculos de projetos do empresário. O Leviathan também serve como plataforma de suporte para a organização Inkfish, que apoia pesquisa científica e exploração marinha — por isso o laboratório e hospital a bordo.
Gabe Newell, proprietário da Oceanco. Foto: Oceanco/ Divulgação
Entusiasta do mergulho, atividade que é mencionada como uma de suas paixões, Gabe Newell já havia financiado o Limiting Factor, submersível que atingiu os pontos mais profundos dos cinco oceanos na expedição Five Deeps.
Com um patrimônio estimado pela Forbes de US$ 11 bilhões (aproximadamente R$ 58,8 bilhões em conversão de novembro de 2025), Gabe tem um vasto leque de embarcações na sua coleção, como o Rocinante, da Lürssen, e o Draak, também da Oceanco, além de outros barcos de apoio.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A Hélices Hoffmann é referência em hélices no Brasil, com quase 90 anos de mercado. Na equipe técnica, destacam-se três figuras: Reimar Hoffmann, diretor e presidente; Sávio Satler, tecnólogo mecânico; e Bethina Hoffmann, a engenheira naval do grupo. Aos 32 anos, ela mostra no currículo — e nas vivências — que o rosto da próxima geração da empresa, fundada ainda em 1937, será, pela primeira vez, o de uma mulher.
Atualmente, Bethina atua diretamente nos processos técnicos e comerciais da empresa. “Estou envolvida em novos projetos, consultas de clientes, cálculos, desenvolvimento de hélices, medições em campo e testes de mar. Também acompanho todo o cronograma de produção da fábrica e o andamento da produção”, detalhou.
Em paralelo, ela ainda encontra tempo para ser um dos principais pilares do grupo quando o assunto é olhar para o futuro.
Bethina e seu avô, Reimar Hoffmann. Foto: Revista Náutica
Historicamente, a Hélices Hoffmann se diferencia no mercadopor seu olhar delicado e artesanal na produção dos equipamentos— uma característica que a empresa não abre mão. Logo, modernizar processos e promover mudanças é um dos desafios diários de Bethina, que reconhece o ponto forte da instituição.
O objetivo é modernizar nossos processos e preparar a Hoffmann para o futuro, sem perder o DNA artesanal que sempre nos caracterizou– explicou
Foto: Arquivo Pessoal
Somado a isso, entra o “desafio natural das diferenças entre gerações”, como ela define, que pedem equilíbrio entre tradiçãoe inovação. Para se ter uma ideia, a empresa foi fundada há 88 anos pelo alemão Emílio Hoffmann, e, em 1954, seu filho, Reimar Hoffmann (avô de Bethina), assumiu a direção dos negócios após o falecimento do pai — e segue na presidência até hoje.
Manter essa harmonia é algo que eu tento cultivar todos os dias– destacou
Náutica no sangue e na formação
Bethina começou a velejaraos 11 anos de idade. Ainda na adolescência, teve uma rotina dedicada ao esporte, chegando a ser campeã brasileira e tendo representado o Brasil no Campeonato Mundial da Juventude, ao lado de grandes nomes da modalidade, como as bicampeãs olímpicas Kahena Kunze e Martine Grael. “Hoje velejo por lazer”, comentou.
Registro do Campeonato Mundial da Juventude de 2009, que aconteceu em Búzios (RJ). Bethina aparece à esquerda, enquanto Kahena e Martine, campeãs da competição na classe 420, aparecem no canto direito da imagem. Foto: Arquivo Pessoal
Seu pai, embora engenheiro civil, acabou seguindo novos desafios no ramo pesqueiro, como armador de pesca.
O ambiente náutico sempre esteve presente ao meu redor, o que acabou influenciando naturalmente minha escolha– contou Bethina sobre optar pela Engenharia Naval
Foto: Arquivo Pessoal
Seu contato frequente com o mar e com os barcos, somado à atração por “coisas diferentes”, como ela conta, resultou na escolha pelo curso de Engenharia Naval na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). “Era algo novo no estado”, relembrou.
“Desde o início, eu sabia que queria seguir na área de engenharia. Cheguei a cogitar Arquitetura em algum momento, mas hoje percebo que se não fosse a Naval, com certeza seria outra engenharia.
Foto: Arquivo Pessoal
Logo após a formatura, Bethina enfrentou os dilemas comuns dos recém-formados: “por onde começar? Qual área seguir? Devo me especializar primeiro ou buscar experiência?”. Mas de uma coisa ela tinha certeza:
Eu nunca quis vincular minha formação diretamente aos negócios da família, pelo menos não logo no início– revelou
Assim, ela deu início à carreira buscando, inicialmente, por experiências fora da Hoffmann. Ainda durante a faculdade, estagiou em um escritório de projetos de engenharia naval. “Foi meu contato inicial com a profissão”, contou. Seu primeiro trabalho efetivo, mesmo, foi em 2018, no departamento de engenharia do estaleiro italiano Azimut.
Foto: Arquivo Pessoal
Lá, ela conta que atuou diretamente nos processos construtivos, no “chão de fábrica”, antes de migrar para o setor de pós-vendas, onde passaria a lidar com atendimento ao cliente e problemas em campo.
“Essas experiências me deram uma visão ampla do setor e contribuíram muito para a profissional que sou hoje. Só depois desse processo senti que fazia sentido unir essa bagagem aos negócios da família”, ressaltou.
“As mulheres ainda precisam provar um pouco mais até que o trabalho fale por si”
Mesmo já consolidada em sua posição, Bethina não deixa de reconhecer as barreiras que as mulheres ainda enfrentam em profissões majoritariamente masculinas — especialmente no meio náutico. “Sinto que nesse meio as mulheres ainda precisam provar um pouco mais até que o trabalho fale por si”.
A gente percebe que precisa se aprofundar em tudo, entender cada detalhe, porque qualquer erro ou dúvida, às vezes, é visto como falta de capacidade– declarou
O ambiente intimidador e excludente colabora para que muitas mulheresdesistam da área, uma vez que não encontram espaços para permanecer. “Muitas acabam migrando para outros setores ou desanimando por falta de oportunidades”, detalhou.
Bethina conta que ela mesma enfrentou muita resistência na profissão, especialmente pelos ambientes historicamente masculinos. “No começo isso incomodava, mas com o tempo aprendi a lidar e deixar que meu trabalho, com resultados, falasse por mim. Isso acaba pesando mais do que qualquer estereótipo”, destacou.
Foto: Arquivo Pessoal
Para ela, mudar esse cenário passa por dar oportunidades. E não à toa: “a presença feminina contribui muito para esse meio. Nosso jeito de enxergar o todo, de resolver problemas e de lidar com pessoas traz um valor enorme para o trabalho”.
Apesar das adversidades, Bethina vê um futuro promissor para as mulheres na Engenharia Naval, e aconselha: “estudem, busquem experiência e se envolvam de forma ativa. Conversem com todo mundo, desde quem projeta o parafuso até quem aperta esse parafuso no dia a dia. Cada etapa do processo ensina alguma coisa importante”.
Não tenham medo de perguntar, de questionar ou de se posicionar. A curiosidade e a dedicação fazem muita diferença. Sigam firmes, porque há muito espaço para vocês aqui– ressaltou
Bethina evidencia que o campo de atuação para quem escolhe essa profissão é amplo, indo muito além do projeto de embarcações. “Há espaço para trabalhar com desenvolvimento de sistemas, extração de petróleo, certificação e regulamentação, além de áreas voltadas à inovação e tecnologia.”
Se para a engenheira “ter exemplos e referências faz muita diferença para quem está começando”, ela acaba de dar um motivo a mais para que outras mulheres sigam na profissão.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Uma cena que seria facilmente confundidacom imagens geradas por inteligência artificial tem ganhado destaque nas redes sociais do fotógrafo Ari Kaye. O profissional registrou um enorme cardume de raias próximo à região de Copacabana, no Rio de Janeiro — e as imagens impressionam.
Autodefinido “carioca apaixonado”, o artista conhecido justamente por registrar o estilo de vida e a cidade do Rio de Janeiro acredita ter filmado não apenas dezenas, mas centenas de raias-ticonha (Rhinoptera bonasus) na região próxima ao Forte de Copacabana. O registro foi do último dia 19 de novembro.
Nas redes sociais, Ari ainda revelou ter sido surpreendido pelo enorme cardume. Ele já sobrevoava a região com o drone quando as águas cristalinas permitiram observar uma “mancha preta” que, com o zoom adequado se revelou mais um espetáculo da natureza.
Ao jornal OGLOBO, o fotógrafo contou que já havia registrado um cardume de raias, mas que deviam ser cerca de 100 animais, enquanto o mais recente acredita ter sido formado por cerca de 500.
Fui presenteado com esse espetáculo, incrível poder ver e registrar a natureza de forma tão próxima-finalizou o artista.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Em 2024, o Sul do Brasil enfrentou um dos períodos mais desafiadores de sua história, com desastres ambientaisseveros — especialmente as enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul. Entre os setores impactados, a logística e movimentação portuária. Um ano depois, os portos públicos da região se consolidam como protagonistas da retomada econômica, sendo reconhecidos pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) como o “grande motorda região”.
Segundo levantamento da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), divulgado na segunda-feira (24) pelo MPor, a movimentação de cargas nos portos públicos do Sul registrou crescimento expressivo de 14,02% no 3º trimestre de 2025, em comparação ao mesmo período de 2024. Ao todo, foram movimentadas 37 milhões de toneladas entre julho e setembro.
Foto: Claudio Neves / Gcom Portos do Paraná / Divulgação
Embora a movimentação portuária geral da região — que considera também terminais privados — tenha avançado 8,65%, o destaque ficou com os portos públicos.
Entre os principais responsáveis pelo desempenho, estão o Porto de Paranaguá, no Paraná, com 19,1 milhões de toneladas movimentadas, e o Porto do Rio Grande, no Rio Grande do Sul, que movimentou 9,1 milhões de toneladas no período. Ambos aparecem na lista de portos públicos do Brasil que mais movimentam cargas no país e receberão investimentos do MPor para implementar o VTMIS, sistema de tráfego que promete reforçar a segurança da navegação.
Crescimento em contêineres aponta retomada econômica
Um dos indicadores mais representativos da recuperação foi a movimentação de contêineres nos portos públicos, que saltou 62,46% no trimestre, alcançando 8,4 milhões de toneladas. De acordo com o MPor, esse avanço é estratégico por envolver operações de maior valor agregado e complexidade logística em relação ao granel.
Foto: Claudio Neves / Gcom Portos do Paraná / Divulgação
Considerando o total movimentado por estruturas públicas e privadas, a carga conteinerizada somou 15,2 milhões de toneladas, liderando o ranking entre os tipos de carga no período.
Exportações, importações e integração logística
As exportações cresceram 13,55% nos portos públicos do Sul, enquanto as importações avançaram 8,59%. O dado mais expressivo entre os produtos importados foi o de adubos e fertilizantes, que totalizaram 5,9 milhões de toneladas — evidenciando que o setor produtivo regional já se organiza para impulsionar a próxima safra.
Outro destaque foi a cabotagem, com crescimento de 29,65%, reforçando a importância dos portos públicos na integração logística entre diferentes regiões do Brasil.
Os resultados consolidam os portos públicos do Sul como peças-chave da reestruturação logística nacional após os impactos climáticos de 2024. O desempenho reforça a relevância estratégica dessas estruturas para o escoamento da produção agrícola, industrial e de insumos, justificando, segundo o próprio MPor, o apelido de “grande motor da região”.
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Além de sustentarem o equilíbrio do ar atmosférico, as algas marinhas têm alto potencial nutricional: são ricas em proteínas, minerais e compostos bioativos. Não à toa, elas são as protagonistas da vez no centro de pesquisas científicas voltadas à produção de superalimentos do Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), em Arraial do Cabo (RJ).
Quem coordena o estudo para o uso das algas marinhas no futuro da alimentação humana é a Pesquisadora Especial III da Marinha do Brasil (MB), doutora Giselle Pinto de Faria Lopes.
Doutora Giselle Lopes venceu duas vezes o Prêmio “Soberania Pela Ciência”. Foto: Acervo pessoal
O trabalho já revelou que as algas brasileiras, especialmente as do gênero Ulva e Gracilaria, possuem propriedades nutricionais comparáveis às das fontes convencionais de proteína vegetal, como a soja — mas não só isso: as algas ainda apresentam vantagens ambientais significativas.
Além desse produto natural ser considerado nutricionalmente rico, impacta na biodiversidade e diretamente no sequestro de carbono através de sua fotossíntese, reduzindo o efeito negativo das mudanças climáticas– explicou a pesquisadora
De acordo com Giselle, o cultivo das algas demanda pouca águadoce e não compete com áreas agrícolas. De quebra, o grupo de pesquisa também avalia os compostos extraídos para aplicações farmacêuticas e cosméticas.
A ideia é ampliar as possibilidades da chamada inovação azul — conceito que relaciona desenvolvimento econômico à preservação dos ecossistemas marinhos. Para isso, o instituto mantém parcerias com universidades e centros de pesquisa civis para aprimorar técnicas de cultivo controlado, extração de biomassa e produção de suplementos ricos em antioxidantes e proteínas.
Foto: Marinha do Brasil / Reprodução
Conforme detalhou Giselle, a pesquisa se inspira em estudos da NASA, que analisam o uso de microalgas para alimentar astronautas no espaço.
No caso do IEAPM, formulações combinando microalgas, cianobactérias e ingredientes naturais estão sendo testadasinicialmente para reforçar a nutrição de combatentes militares. A próxima fase, prevista para começar no início de 2026, avaliará o impacto desses suplementos no desempenho físico e cognitivo de voluntários, e, futuramente, em pacientes oncológicos.
Embora cheias de recursos, a população ainda conhece pouco sobre as algas marinhas, conforme revelou uma pesquisa conduzida pelo IEAPM e publicada na Revista Pesquisa Naval.
O estudo escutou diferentes grupos da população e revelou que a maioria dos entrevistados as associa apenas ao ambiente marinho ou à culinária oriental, sem reconhecer seu valor nutricional, econômico e ambiental — constatação reforça a importância da divulgação científica.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Foi como “encontrar uma agulha no palheiro”. Assim a fotógrafa Isabella Dobozy definiu a experiência de registrar o encontro com uma raríssima baleia jubarte albina, na costa leste da Austrália.
Isto é definitivamente algo que vou lembrar para sempre– celebrou a fotógrafa no Instagram
Pesquisadores da Whale and Dolphin Conservation, do Reino Unido, destacam que a chance de uma jubarte (Megaptera novaeangliae) nascer com essa condição genética é de cerca de 1 em 40 mil. Trata-se de uma mutação que impede a produção normal de pigmentos, resultando na pele de tom branco-leitoso.
Embora deslumbrante e extremamente rara, a coloração a torna baleia mais suscetível a predadores e embarcações, uma vez que fica mais visível.
Dobozy detalhou, em seu Instagram, que levou dias para processar o feito, que, para ela, registrar a baleia albina foi uma “forma incrível” de terminar a temporada.
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O projeto de lei que regulamenta a profissão de marinheiro profissional de esporte e recreio para fins particulares foi aprovado no Senado Federal nesta terça-feira (25). O texto do PL 25/2018, de autoria do ex-deputado federal (e ex-prefeito de Angra dos Reis) Fernando Jordão (MDB/RJ), recebeu aval no fim desta tarde pela Casa Legislativa e irá à sanção da Presidência da República.
Criada em 2018, a proposta define as responsabilidades e exigências para conduzir embarcações de esporte e recreio. O texto também estabelece que esses profissionais devem ter habilitação certificada pela autoridade marítima e não podem conduzir barcos em atividades comerciais.
Senadora Leila Barros (PDT), relatora do projeto. Foto: Carlos Moura/Agência Senado
O texto ainda obriga o empregador a contratar seguro obrigatório para cobrir riscos de atividade. Segundo a Agência Senado, o projeto permitirá a regularização laboral de milhares de marinheiros — que terão sua atividade reconhecida em lei, com Classificação Brasileira de Ocupações própria (CBO).
Fernando Jordão e Wilder Morais. Foto: Divulgação
À NÁUTICA, Fernando Jordão comemorou o resultado e destacou a importância da regulamentação do marinheiro no Brasil. Ele também agradeceu a relatora Leila Barros e o senador Wilder Morais (PL).
Marinheiros da Costa Verde, de Angra e de todo o Brasil: agora vocês são oficialmente reconhecidos. Estou muito feliz. É mais do que merecido!– ressaltou Fernando Jordão, autor do projeto de lei
Otto Aquino, diretor de conteúdo da Revista Náutica, parabeniza o projeto aprovado nesta terça-feira e ressalta as melhorias que o texto promove.
Um avanço enorme para o setor náutico. O reconhecimento do Marinheiro Profissional de Esporte e Recreio fortalece a segurança, valoriza quem vive do mar e profissionaliza ainda mais nossa atividade. Parabéns a todos os marinheiros do Brasil por essa conquista histórica-enaltece Otto Aquino, diretor de conteúdo da Revista Náutica
O senador Esperidião Amin, presidente da Frente Parlamentar da Economia do Mar – Setor Náutico, também pediu a palavra para comentar a aprovação, que, segundo ele, ficará mais estruturada e profissional.
Esperidião Amin, presidente da Frente Parlamentar da Economia do Mar – Setor Náutico. Foto: Carlos Moura/Agência Senado
Milhares de pessoas deixarão de ser contratadas como jardineiro ou doméstico e, agora, terão sua profissão reconhecida– declarou Esperidião Amin
Com o projeto de lei, a Marinha do Brasil terá a responsabilidade de regulamentar as normas específicas para a atuação desses profissionais, conforme explica a Agência Senado. O texto também prevê maior segurança na condução de embarcações e recreio e clareza nas atribuições dos marinheiros.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Pioneiro em sustentabilidade, empreendedor e completamente apaixonado pelo universo náutico. Esse é Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica, que depois de cinco décadas de iniciativas visionárias no setor, não só foi indicado, como é finalista do 4º Prêmio Nacional do Turismo – 2025.
O concurso, promovido pelo Ministério do Turismo, é o principal reconhecimento público às iniciativas e profissionais que fortalecem o setor. Criado para valorizar ações inovadoras, sustentáveis e inspiradoras em todo o país, o prêmio destaca práticas que consolidam o turismo como vetor de desenvolvimento econômico, social, cultural e ambiental.
Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica. Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica
Ao todo, 24 representantes de segmento turístico concorrem na categoria “Profissionais de Destaque”, distribuídos em oito áreas, cada uma com três finalistas. Idealizador de várias iniciativas ligadas ao turismo e sustentabilidade, Ernani Paciornik está na divisão “Iniciativa Privada – Empreendedores de Médio e Grande Porte”.
Para chegar até a decisão, as candidaturas passaram por análise técnicas. Agora, para vencer, os finalistas precisam do voto do público. A votação é online e aberta e vai até o dia 1º de dezembro, às 18h. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 3 de dezembro.
Como votar no Prêmio Nacional de Turismo?
Quem for votar na premiação terá que acessar o site oficial do concurso (Gov.br) — é possível dar seu voto mesmo sem logar na plataforma. Feito isso, confira o passo a passo para participar da votação:
Desça e encontre a categoria “Iniciativa Privada – Empreendedores de Médio e Grande Porte”;
Foto: Reprodução
Selecione o nome de quem deseja dar seu voto e aperte em “Votar como melhor”;
Logo em seguida, aparecerá uma tela pedindo para confirmar seu e-mail. Preencha esse campo;
Foto: Reprodução
Feito isso, surgirá uma mensagem de confirmação da PollUnit na caixa de entrada do e-mail (o mesmo que foi colocado na etapa anterior);
Foto: Reprodução
Após confirmar o e-mail, você será redirecionado ao site da PollUnit. Confirme novamente as informações, pois sem essa confirmação, o voto não será computado;
Pronto! Após a confirmação acima, o seu voto já foi computado.
O amigo das águas
Fundador da Revista Náutica e criador dos maiores salões náuticos da América Latina, o Boat Show, Ernani Paciornik consolidou a cultura náutica no Brasil e projetou o país no cenário internacional.
Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica, também falou com os alunos durante o encontro. Foto: Marco Nascimento / Revista Náutica
À frente do Grupo Náutica, lidera a maior rede de comunicação, eventos e infraestrutura náutica da América Latina, com impacto direto no desenvolvimento econômico e turístico nacional. Criou o circuito de eventos Boat Show, em lugares como São Paulo, Rio, Itajaí, Salvador, Brasília, Foz e Angra, que fomentam novos destinos ligados à navegação.
O São Paulo Boat Show é o maior salão náutico da América Latina. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Pioneiro em sustentabilidade, Paciornik cofundou o Projeto SOS Mata Atlântica e lançou a campanha “Só jogue no água o que o peixe pode comer” ainda em 1998, em parceria com o renomado cartunista Ziraldo, criador do Menino Maluquinho.
Foto: Arquivo Revista Náutica (Não reproduzir sem autorização expressa de @revistanautica)JAQ H1. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Mais recentemente, fundou a JAQ Hidrogênio Verde, que desenvolveu as primeiras embarcações do mundo movidas a hidrogênio verde produzido a bordo — um marco global da transição energética e um dos destaques da COP30. A embarcação foi projetada para ser um laboratório flutuante de pesquisa e educação nos biomas do Brasil.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Todd Harris e Lisa Darmanin acreditam que o Brasil está à frente do esperado para uma equipe estreante — e atribuem parte do resultado à postura da capitã
A performance da equipe Mubadala Brazil em sua primeira temporada no SailGP, em 2025, tem chamado a atenção dentro e fora da água. Durante mesa-redonda com comentaristas oficiais da competiçãorealizada nesta segunda-feira (24), às vésperas da decisão em Abu Dhabi, o Brasil foi citado não apenas pelos resultados, mas pela postura enquanto equipe estreante.
Segundo Lisa Darmanin, medalhista olímpica e analista técnica da liga, e Todd Harris, locutor esportivo premiado com o Emmy, o time liderado por Martine Grael demonstra uma maturidade competitiva além do esperado para uma primeira temporada.
Martine está bem em ser a única piloto mulher, mas ela não usa isso. Não é uma muleta, não é algo em que ela se apoia quando têm um dia ruim. Ela quer ser avaliada igualmente em todos os aspectos e não importa que ela seja mulher. Eu amo isso nela e amo a forma como ela veleja-destacou Harris à Revista Náutica
Martine Grael, líder do time brasileiro no SailGP 2025. Foto: Instagram @mubadalabrasailgp / Reprodução
Mais do que igualdade, o que impressiona os comentaristas é a intensidade com que a capitã encara cada regata. Harris também observou que Martine leva cada competição “muito a sério” e que não disfarça a frustração quando não vence — característica que, segundo ele, revela um traço tipicamente brasileiro, de quem agarra o esporte com corpo, alma e intensidade.
Os brasileiros têm aquele amor pelo esporte, seja futebol ou vela, e carregam isso na manga-complementou
Sob o ponto de vista técnico, Darmanin contextualizou que a posição atual do Mubadala Brazil SailGP Team na tabela é o esperado para uma equipe que participa da primeira temporada. No entanto, frisou que o ranking — onde hoje o time brasileiro aparece na 11ª posição de 12 no total — não traduz o ritmo de evolução do grupo.
É apenas um ‘snapshot’, incapaz de refletir a jornada de desenvolvimento ou os momentos de excelência-afirmou Lisa à Revista Náutica
A medalhista olímpica também relembrou o acidente sofrido pelo time brasileiro na véspera da etapa na Alemanha, que fez com que a equipe não participasse daquela disputa. Darmanin elogiou a postura do time diante do desafio: “O que eles fizeram foi voltar e saíram disparando”.
Equipe brasileira se preparava para a 8ª etapa da disputa quando sofreu o acidente. Foto: Instagram @sailgp e @mubadalabrasailgp / Reprodução
Segundo a comentarista, conquistar duas vitórias na temporada de estreia é um forte indicativo de potencial, especialmente considerando que algumas equipes levaram várias temporadas para vencer pela primeira vez. No caso do time brasileiro, a primeira vitória em uma regata aconteceu em Nova York, nos Estados Unidos, e a segunda em Cádiz, na Espanha.
Em NY, time brasileiro conquistou 1º lugar inédito em uma regata do SailGP. Foto: AT Films / Divulgação
Já quando o assunto é ambição, ambos apontaram novamente para a postura de Grael, que segundo eles sempre se portou como campeã.
Ela não está contente em ficar na parte inferior da tabela de classificação e definitivamente queria estar no topo. É isso que fazem os grandes campeões: eles nunca estão felizes com o medíocre. Eles querem ser grandes. E você pode ver o fogo dentro dela-falou Lisa Darmanin
Para Harris, essa mentalidade deve se traduzir em resultados ainda mais expressivos nas próximas disputas— seja na etapa final ou mesmo na próxima temporada do SailGP, em 2026.
O Brasil está à frente do esperado para uma equipe de primeiro ano e acho que Martine vai ganhar mais do que apenas duas corridas neste ano-comentou Todd
O comentarista também revelou suas expectativas para o time brasileiro no SailGP 2026, que terá uma etapa no Rio de Janeiro. Ele admitiu ter expectativas altas e acredita que a equipe brasileira possa avançar significativamente, como as equipes da Alemanha e Itália fizeram neste ano.
A Grande Final do Mubadala Abu Dhabi Sail Grand Prix, que encerra a temporada 2025, pode marcar o início de um ciclo diferente para a equipe brasileira, ainda que não se traduza no pódio da classificação geral. Se até agora o Mubadala Brazil SailGP Team era visto como um projeto emergente, o tom dos comentaristas indica a transição para potencial protagonista a partir das próximas competições.
E, se depender de uma líder que recusa privilégios e exige igualdade, o time parece pronto para cruzar essa linha com determinação — e, como disseram os especialistas, com fogo nos olhos.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Na verdadeira maratona que é construir um barco do zero, Angelo Guedes já consegue enxergar a linha de chegada. Apenas alguns detalhes separam a embarcação a vela — que será motorizada por Yanmar — das águas no 17º episódio de “Construção do Veleiro Bravura“, que estreia no Canal Náutica do YouTube nesta terça-feira (25), às 20h.
Faltam pouquíssimos ajustes para o veleiro Bravura conhecer as águas. A aplicação da cola de contato já foi feita, o hélice está devidamente ajustado e o motor Yanmar é o mais novo membro da embarcação. Entre uma mudança e outra do projeto inicial, Angelo adaptou o barco à sua maneira.
Entrada da parte interna do barco pela gaiuta. Foto: Revista Náutica
Esqueça aquele emaranhado de alumínios. Agora, o barco tem um ‘quê’ de casa. O teto revestido, o camarote de popa com cama, as prateleiras esqueletadas e cada capricho na resina interna trazem à tona que a construção do sonhado barco a vela está perto do seu final feliz.
Cuba adquirida por Angelo Guedes. Foto: Revista Náutica
O banheiro tem até um banquinho para tomar banho sentado. A privada e a caixa de águas negras (reservatório ou depósito concebido para recolher e armazenar temporariamente os resíduos da sanita) também são destaques do toalete praticamente pronto. A parte de dentro também ganhou uma cuba e um fogão pivotante.
Privada instalada no banheiro. Foto: Revista NáuticaFogão instalado na embarcação. Foto: Revista Náutica
Do lado de fora, o móvel deque na entrada da popa ficou mais funcional — além de ser grandinho, para espaço não ser o problema do veleiro Bravura. Angelo garantiu que a embarcação tivesse uma gaiuta de entrada caprichada e montou, aos trancos e barrancos, a casa de máquinas e toda parte hidráulica.
Deque na entrada do barco. Foto: Revista NáuticaCasa de máquinas do veleiro. Foto: Revista Náutica
Tão perto do objetivo final — colocar o barco construído pelas próprias mãos na água — , Guedes aproveitou também para refletir sobre a jornada. Por mais difícil que tenha sido, ele garante que aprendeu muitas lições durante a construção e mal vê a hora de realizar seu sonho.
A construção do veleiro se tornou uma forma de terapia e autodescoberta– revelou Angelo
No próximo episódio, o sonho de Angelo Guedes poderá flutuar…
Impulsionado pela Yanmar
Não que Angelo Guedes precisasse de um incentivo ainda maior para realizar o seu sonho. Mas, com o apoio da fabricante de motores Yanmar, tudo ficou mais fácil — pelo menos no quesito motorização.
3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação
O equipamento que será o “coração” do Veleiro Bravura é o Yanmar 3JH40, tido como o menor motor marítimo diesel common rail interno do mundo em termos de deslocamento, dimensões e peso.
Com 3 cilindros, o motor oferece uma potência de 40mhp, que, segundo a marca, permitirá que novos proprietários de barcos de lazer menores se beneficiem, pela primeira vez, das vantagens de eficiência e desempenho, por conta da tecnologia de injeção de combustível CR gerenciada eletronicamente.
3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação
De acordo com a Yanmar, a tecnologia common rail do 3JH40 oferece consumo mínimo de combustível e níveis de ruído e emissão excepcionalmente baixos, que resultam numa operação praticamente sem fumaça e odor.
O 3JH40 de quatro tempos refrigerado a água é a solução ideal para novas construções e aplicações de repotenciação, especialmente para pequenos barcos a motor, saveiros, embarcações comerciais leves e veleiros monocasco — como é o caso do Bravura.
Acompanhe tudo no Canal Náutica do YouTube!
Para não perder nenhum episódio dessa épica jornada, inscreva-se no Canal da Náutica no YouTube e ative o sininho. Assim, você sempre será notificado quando um vídeo estrear — não só da “Construção do Veleiro Bravura”, mas também de outras produções NÁUTICA.
A série terá episódios novos toda terça-feira, às 20h (horário de Brasília). Embarque nessa aventura com a gente!
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Às vezes, a vida real imita os desenhos animados — e não o contrário. Prova disso é uma cena que aconteceu no Mar de Salish: uma foca-comum, em meio à fuga eletrizante de um grupo de orcas, saltou para dentro do barco de uma fotógrafa numa tentativa de sobreviver ao ataque.
O episódio, digno de um filme de ação — quiçá até infantil — ocorreu próximo à Ilha Camano, no estado de Washington, nos Estados Unidos. Para alegria dos “espectadores”, a história terminou com um final feliz: o plano da “fugitiva” deu certo, e as baleias as deixaram em paz.
A fuga da foca não rendeu um filme, mas sim uma série de vídeos emocionantes registrados por Charvet Drucker, fotógrafa da natureza que estava no barco. Postado nas suas redes sociais, os registros viralizaram e atingiram mais de 1 milhão de visualizações.
Fuga de cinema
O momento inusitado aconteceu quando Drucker estava em um passeio de observação de baleias. Mas, de repente, ela percebeu uma movimentação estranha na água: as orcas nadavam em busca de algo. Ela aponta que os “balanços de cauda, movimentos bruscos e deslocamentos coordenados” davam sinais de caça.
Foca em cima do barco da fotógrafa. Foto: Instagram @charvetd_photograph/ Reprodução
Não demorou muito para que a foca emergisse da água com um semblante desesperado. Logo, ficou claro quem era a caça e quem eram os caçadores. Sem perder tempo, o animal pulou para dentro da embarcação para salvar a própria pele dos predadores.
A foca ainda caiu pouco tempo depois de subir, mas prontamente retornou ao barco enquanto as orcas seguiam rondando a embarcação. No segundo e terceiro vídeo da “série”, é possível observar no mínimo quatro baleias bem próximas do casco. A perseguição durou entre 15 a 20 minutos, segundo Drucker.
Orca bem próxima do barco onde estava a foca. Foto: Instagram @charvetd_photograph/ Reprodução
As orcas decidiram que a foca não valia o esforço e seguiram para se reunir com o restante do grupo– escreveu a fotógrafa na legenda da quarta gravação
A aventura da foca não terminou por aí. Mesmo exausto e lutando pela vida, o animal chegou a explorar a área interna do barco da fotógrafa, acomodando-se no banco traseiro, próximo da popa, enquanto a embarcação navegava lentamente até a costa.
O último “episódio” dessa série (vídeo acima) é simples: num mar mais calmo e com as orcas longe, a foca estava fora de perigo. Logo, ela finalmente volta às águas por conta própria e encerra a emocionante e tensa fuga. A cena de filme terminou com um final feliz — menos para as baleias.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) anunciou, no último dia 17, que vai destinar R$ 380 milhões para instalar um novo sistema de segurançada navegaçãonos portos públicos das sete cidades que mais movimentam cargas no país. O investimentofaz parte do Sistema Portuário Brasileiro e será usado para implementar o VTMIS (Sistema de Gerenciamento e Informação do Tráfego de Embarcações), tecnologia que segundo a pasta já é consagrada nos maiores terminais do mundo.
Os portos públicos das sete cidades escolhidas para iniciarem com a tecnologia respondem, juntos, por 56% de toda a movimentação dos portos públicos do Brasil. Na lista de prioridades para receber o VTMIS estão Santos(SP), Paranaguá (PR), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande (RS), Itaguaí (RJ), Itaqui (MA) e Vila do Conde (PA). Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, o sistema deve elevar o padrão de segurança e logística do país.
Nossos portos estão batendo recordes de movimentação e precisamos constantemente modernizá-los e aumentar sua eficiência-afirmou o ministro
Porto de Santos. Foto: Autoridade Portuária de Santos / Divulgação
No Porto de Santos, o maior da América Latina, o projeto do VTMIS já foi licitado e o resultado deve ser divulgado no início de dezembro. Em Paranaguá, a Autoridade Portuária pretende lançar o edital ainda este ano. O terminal será responsável pelo monitoramentoe operação do sistema pelos próximos cinco anos, até que a administração passe para a concessionária vencedora do leilão do canal de acesso, realizado em outubro.
No Rio de Janeiro, a implementação do VTMIS avança como parte da modernização do monitoramento aquaviário. Já no Porto de Rio Grande, está em implantação o VTS, tecnologia semelhante ao VTMIS. O MPor não detalhou em que fase estão as instalações nos portos de Itaguaí, Itaqui e Vila do Conde.
Foto: MPor / Divulgação
A pasta, por sua vez, informou que os portos de Belém, Santarém e Vila do Conde, no Pará; Salvadore Aratu, na Bahia; São Francisco do Sul, Imbituba e Itajaí, em Santa Catarina; Fortaleza, no Ceará; e Manaus, no Amazonas, estão em etapa de estudos para definir as necessidades técnicas e os investimentos necessários para a implementação do novo sistema.
Segurança ampliada e monitoramento integrado
De acordo com o MPor, o VTMIS integra informações de radares, câmeras e sensores que permitem identificar atividades suspeitas e oferecer uma visão completa da movimentação aquaviária — inclusive à noite, com imagens de visão noturna. Por isso, o sistema é considerado essencial na prevenção de crimes como tráfico de drogas e contrabando.
Visão de câmera térmica do sistema VTMIS capturada no Porto de Santos. Foto: Autoridade Portuária do Porto de Santos / Divulgação
O VTMIS também faz parte da estratégia nacional de Inteligência Logística Portuária, que já utiliza outras ferramentas como o VTS (Vessel Traffic Services) e o LPS (Local Port Service). Juntos, esses sistemas aproximam o Brasil dos padrões praticados nos maiores portos do mundo, fortalecendo a segurança da navegação, a proteção ambiental e a eficiência logística.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A Região Norte segue se firmando como um dos principais eixos logísticos da Amazônia. Prova disso é o avanço da movimentação portuária no 3º trimestre de 2025, quando os portosda região somaram 43,3 milhões de toneladas entre julho e setembro — um aumento de 3% em relação ao mesmo período do ano passado.
O transporte pelas vias interiores também ganhou força. Foram 30,3 milhões de toneladas movimentadas — um crescimento de 1,3% na comparação anual. O destaque ficou para o transporte internacional, que registrou um salto expressivo de 282%, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O transporte nacional nas hidrovias também cresceu, com avanço de 8,2%.
Os números reforçam o peso da navegaçãointerior como peça-chave para integrar a Amazônia e ampliar a eficiência logística da região. O levantamento da Antaq, divulgado pelo Ministério de Portos e Aeroportos, detalha ainda o desempenho de cada segmento da movimentação portuária.
Porto de Outeiros. Foto: Ministério dos Portos e Aeroportos / Divulgação
Entre os tipos de carga, os contêineres tiveram o melhor desempenho: cresceram 9,93% e fecharam o trimestre com 3,2 milhões de toneladas. Já os granéis sólidos se mantiveram como o volume dominante, somando 33,8 milhões de toneladas — alta de 2,5% em relação a 2024. O granel líquido também avançou, chegando a 4,4 milhões de toneladas, um aumento de 3,3%, impulsionado principalmente pelo transporte de petróleoe derivados.
No recorte por mercadorias, a soja se destacou com força. O grão teve aumento de 83,5% e alcançou 5,6 milhões de toneladas movimentadas no trimestre. Já o petróleo e derivados — excluindo o óleo bruto — também subiu, registrando 3,4 milhões de toneladas, um avanço de 5,6%.
Entre os terminais públicos, o Porto de Vila do Conde liderou com 5,5 milhões de toneladas movimentadas, crescimento de 2,9% na comparação anual. No setor privado, o Terminal Graneleiro Hermasa apresentou salto também expressivo de 43,9%, atingindo 3,1 milhões de toneladas.
No conjunto, os dados reforçam a força do modal aquaviário no Norte e mostram que o crescimento não veio de um setor isolado. Ele se espalha por diferentes frentes — da navegação interior ao transporte internacional — consolidando a região como um dos motores logísticos do país.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
No Salão de Usados NÁUTICA, quem passou pelo espaço da Azov Broker, revenda da Azov Yachts no Rio de Janeiro, pôde notar um barcochamativo pelo porte e performance. A empresa levou duas embarcações ao evento, mas foi a Intermarine 48 Offshore, modelo 2015, que roubou a cena ao se consolidar como a maior lanchaoffshore exposta no evento.
Oferecida em condição especial por R$ 2,5 milhões, a embarcação está equipadacom dois motoresVolvo D11 de 725 HP cada, prometendo entregar velocidade de cruzeiro em torno de 38 nós. Além da performance, o barco ainda entrega todo o visual retrô que uma offshore clássica permite.
É um barco muito conservado e bem rápido-destacou Fabio Araujo, consultor de vendas da Azov Yachts no Estado do Rio
Fabio Araujo, representante da Azov Broker no RJ. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
Próxima a ela, a Azov Broker também exibe uma Azov Z260 Open, mais atual, ampliando o leque de opções para diferentes perfis de navegadores.
Fabio ressaltou que a marca aceita outras embarcações como parte do pagamento. “Dependendo do barco que o cliente tiver para dar na entrada, a gente pode negociar”, explicou.
O consultor também comentou sobre a importância do Salão de Usados NÁUTICA para movimentar o mercadona região. Não à toa, descreveu o evento como super importante e o toque final “que Angra precisava”.
Com informações de Bárbara Mattana, enviada especial a Angra dos Reis
Salão de Usados Náutica
O evento promete ser uma experiência completa para quem quer viver o mar em todas as suas formas. Durante quatro dias, os visitantes podem participar de test-drives, experimentando diferentes embarcações, comparando modelos e descobrindo qual barco combina melhor com seu estilo, sentindo na prática a emoção de navegar.
Além da experiência a bordo, o evento oferece momentos de sunset e networking, com música ao vivo, circuito de palestras do NÁUTICA Talks, aulas de motonauta e arrais e workshop de nós durante todos os dias de salão — perfeito para encontros entre compradores, vendedores e formadores de opinião do mercado náutico.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tudo isso acontece na nova Marinas do Atlântico, totalmente abrigada e com fácil acesso pela Rodovia Rio-Santos. A programação também valoriza a gastronomia à beira-mar, com uma praça gastronômica e restaurante da marina que combinam boa comida, a brisa do mar e vistas de tirar o fôlego.
Para completar a experiência, visitantes encontram ativações exclusivas e atrações projetadas para celebrar o prazer de navegar. É a oportunidade de conhecer marcas, brindar o verão e vivenciar o verdadeiro espírito náutico.
Anote aí!
Quando: De 20 a 23 de novembro de 2025; Onde: Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ); Horário: das 10h às 20h;
Saiba mais no site oficial do evento;
Faça seu credenciamento gratuito!
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Você já parou para pensar como barcosde grande porte saem da água para manutenção? Quem faz esse meio campo entre o mar e o concreto são os travel lifts, equipamentoscapazes de carregar as embarcações de um destino ao outro com segurança. Em Angra dos Reis (RJ), um desses gigantes opera com tecnologia de última geração, capaz de erguer até 240 toneladas.
Trata-se de um travel lift da italiana CIMOLAI, que atua dentro da nova Marinas do Atlântico. Logas Balbino, responsável operacional do equipamento, realizou neste sábado (22) uma operação para levantar um iate de 85 pés, pesando 78 toneladas.
Foto: Mauro Santos @msa.fotografia / Revista Náutica
À NÁUTICA, ele explicou que o equipamento de 11,40 metros de boca é controlado remotamente, e consegue trabalhar em 45, 180 e 360 graus, com barcos de 50 a 140 pés.
Logas Balbino, responsável operacional do travel lift da Marinas do Atlântico. Foto: Mauro Santos @msa.fotografia / Revista Náutica
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Nem só de compra e venda vive o Salão de Usados NÁUTICA. Quem visita a novíssima Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ), pode também participar de verdadeiras imersões náuticas com dois tipos de capacitações gratuitas: uma de Arrais Amador e outra de nós náuticos.
Ambas são oferecidas pela Cursos Náuticos Galápagos, de Angra dos Reis, uma instituição com mais de 40 anos de experiência na formação de marinheiros e navegadores. Os cursos são realizados todos os dias, das 15h às 15h30, no píer à direita da entrada do evento.
Foto: Mauro Santos @msa.fotografia / Revista Náutica
Ao oferecer esses cursos, conseguimos fomentar o mercado de seminovos, capacitar novos navegadores e garantir que cada experiência seja segura e enriquecedora– comentou Thalita Vicentini, diretora do Grupo Náutica/Boat Show
O Curso de Arrais Amador é uma espécie de “degustação” rápida, que visa ensinar aos participantes os conceitos básicos de navegação para embarcações de até 12 metros (40 pés), com uma combinação de teoria e prática em um barco de 21 pés, essencial para quem deseja, um dia, pilotar lanchas e veleiros em águas interiores e costeiras.
Júlio Cesar, fundador da Cursos Náuticos Galápagos e capitão. Foto: Mauro Santos @msa.fotografia / Revista Náutica
As aulas práticas acontecem diretamente na água, proporcionando uma experiência real de navegação. Durante a imersão, os alunos aprendem a atracar, desatracar, como usar o colete, como andar na moto aquática e muito mais — tudo isso dentro de até 15 minutos.
O curso de Arrais Amador que oferecemos no Salão de Usados é a oportunidade para quem quer começar com o pé direito, além de aprender de forma segura e completa– contou Júlio Cesar, fundador da Cursos Náuticos Galápagos e capitão
Já o workshop de nós náuticos é voltado para aqueles que desejam aprimorar suas habilidades com amarras de embarcações, um conhecimento essencial para a segurança no mar. De 10 a 15 minutos de aula, os participantes aprendem a realizar nós como o lais de guia, o nó direito e a volta do fiador, entre outros.
Foto: Mauro Santos @msa.fotografia / Revista Náutica
Esses nós são fundamentais para garantir a fixação da embarcação de forma segura, seja no cais, em uma boia ou até mesmo no mar aberto. O workshop, apesar de ser rápido, proporciona um aprendizado prático e imediato que pode ser utilizado no dia a dia dos navegadores.
Este workshop não só ensina a técnica, mas também ensina o respeito e o cuidado que o mar exige– disse o capitão
Durante o Salão de Usados NÁUTICA, as duas aulas serão apresentados apenas como uma cortesia. Quem quiser ter não só uma, mas várias sessões de capacitação — seja de Arrais Amador, Mestre Amador e Motonauta –, ou se aprofundar em nós náuticos, a Cursos Náuticos Galápagos tem todo um centro de treinamento.
Nossa missão é ensinar as pessoas a navegar com segurança, habilitadas– destacou Júlio Cesar
As aulas regulares são pré-agendadas e incluem material didático. Interessados em experimentá-las podem entrar em contato através dos telefones (24) 99915-4890 ou (24) 99915-4891. Para Júlio, esse momento na Marinas do Atlântico é a realização de um sonho.
Três meses atrás eu falei que o evento aqui na Marinas do Atlântico seria sensacional. E eu sonhei com isso acontecendo– revelou à NÁUTICA
Com informações de Bárbara Mattana, enviada especial a Angra dos Reis
Salão de Usados Náutica
O evento promete ser uma experiência completa para quem quer viver o mar em todas as suas formas. Durante quatro dias, os visitantes podem participar de test-drives, experimentando diferentes embarcações, comparando modelos e descobrindo qual barco combina melhor com seu estilo, sentindo na prática a emoção de navegar.
Além da experiência a bordo, o evento oferece momentos de sunset e networking, com música ao vivo, circuito de palestras do NÁUTICA Talks, aulas de motonauta e arrais e workshop de nós durante todos os dias de salão — perfeito para encontros entre compradores, vendedores e formadores de opinião do mercado náutico.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tudo isso acontece na nova Marinas do Atlântico, totalmente abrigada e com fácil acesso pela Rodovia Rio-Santos. A programação também valoriza a gastronomia à beira-mar, com uma praça gastronômica e restaurante da marina que combinam boa comida, a brisa do mar e vistas de tirar o fôlego.
Para completar a experiência, visitantes encontram ativações exclusivas e atrações projetadas para celebrar o prazer de navegar. É a oportunidade de conhecer marcas, brindar o verão e vivenciar o verdadeiro espírito náutico.
Anote aí!
Quando: De 20 a 23 de novembro de 2025; Onde: Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ); Horário: das 10h às 20h;
Saiba mais no site oficial do evento;
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Ao comprar um barco — especialmente um seminovo — , é comum que muitas dúvidas venham à tona. Pensando nisso, a Marinha do Brasil (MB) marca presença no Salão de Usados NÁUTICA, que acontece na Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis. A ideia da MB é, justamente, auxiliar compradores que desejam adquirir uma embarcação usada da maneira mais segura possível.
O estande das Forças Armadas está disponível para tirar as dúvidas gerais do público das 11h às 19h deste domingo (23). À NÁUTICA, o Capitão de Corveta Rafael Camêlo, delegado da Capitania dos Portos em Angra dos Reis, comentou um pouco mais sobre a iniciativa.
Salão de Usados NÁUTICA. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica
Estamos aqui para orientar a comunidade marítima na aquisição de um barco, de como são os procedimentos, os direcionamentos– detalhou
No entanto, o Capitão ressaltou que nenhum processo será aberto no evento. Os interessados devem ir à Delegacia da Capitania dos Portos de Angra dos Reis (RJ) para efetuar a transferência da documentação.
Salão de Usados NÁUTICA. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica
Além da ajuda quanto à documentação, a Marinha está à disposição para dúvidas gerais de segurança, equipamentos e navegação.
Com informações de Bárbara Mattana, enviada especial a Angra dos Reis
Salão de Usados Náutica
O evento promete ser uma experiência completa para quem quer viver o mar em todas as suas formas. Durante quatro dias, os visitantes podem participar de test-drives, experimentando diferentes embarcações, comparando modelos e descobrindo qual barco combina melhor com seu estilo, sentindo na prática a emoção de navegar.
Além da experiência a bordo, o evento oferece momentos de sunset e networking, com música ao vivo, circuito de palestras do NÁUTICA Talks, aulas de motonauta e arrais e workshop de nós durante todos os dias de salão — perfeito para encontros entre compradores, vendedores e formadores de opinião do mercado náutico.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tudo isso acontece na nova Marinas do Atlântico, totalmente abrigada e com fácil acesso pela Rodovia Rio-Santos. A programação também valoriza a gastronomia à beira-mar, com uma praça gastronômica e restaurante da marina que combinam boa comida, a brisa do mar e vistas de tirar o fôlego.
Para completar a experiência, visitantes encontram ativações exclusivas e atrações projetadas para celebrar o prazer de navegar. É a oportunidade de conhecer marcas, brindar o verão e vivenciar o verdadeiro espírito náutico.
Anote aí!
Quando: De 20 a 23 de novembro de 2025; Onde: Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ); Horário: das 10h às 20h;
Saiba mais no site oficial do evento;
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Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Você com certeza já ouviu falar das famosas placas pretas, itens que coroam carros com mais de 30 anos que conservam, no mínimo, 80% de suas características originais. Mas e com os barcos, será que isso também acontece?
Durante a primeira edição do Salão de Usados NÁUTICA, a repórter que vos fala foi atrás de uma “placa preta dos mares” — afinal, não é todo dia que mais de 80 embarcações de diversas marcas do mercado estão reunidas em um só lugar. E o spoiler é: eu encontrei!
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
O evento, que ocorre até domingo (23), na nova Marinas do Atlântico, tem entre tantos modelos nada menos que uma Excalibur 39, lancha de 1997 do estaleiro Intermarine. Esse icone das águas está à venda por R$ 349 mil no estande da Boat Class, uma das marcas participantes do salão.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Embora o barco ainda não some os 30 anos, trata-se de uma embarcação rara, muito bem conservada, com as manutenções todas em dia e ideal pra quem curte velocidade. Confira todos os detalhes no vídeo a seguir:
O evento promete ser uma experiência completa para quem quer viver o mar em todas as suas formas. Durante quatro dias, os visitantes podem participar de test-drives, experimentando diferentes embarcações, comparando modelos e descobrindo qual barco combina melhor com seu estilo, sentindo na prática a emoção de navegar.
Além da experiência a bordo, o evento oferece momentos de sunset e networking, com música ao vivo, circuito de palestras do NÁUTICA Talks, aulas de motonauta e arrais e workshop de nós durante todos os dias de salão — perfeito para encontros entre compradores, vendedores e formadores de opinião do mercado náutico.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tudo isso acontece na nova Marinas do Atlântico, totalmente abrigada e com fácil acesso pela Rodovia Rio-Santos. A programação também valoriza a gastronomia à beira-mar, com uma praça gastronômica e restaurante da marina que combinam boa comida, a brisa do mar e vistas de tirar o fôlego.
Para completar a experiência, visitantes encontram ativações exclusivas e atrações projetadas para celebrar o prazer de navegar. É a oportunidade de conhecer marcas, brindar o verão e vivenciar o verdadeiro espírito náutico.
Anote aí!
Quando: De 20 a 23 de novembro de 2025; Onde: Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ); Horário: das 10h às 20h;
Saiba mais no site oficial do evento;
Faça seu credenciamento gratuito!
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A primeira edição do Salão de Usados NÁUTICA reúne mais de 80 embarcações seminovas na Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ). Entre elas, a UltraBoats marca presença com três modelos que prometem atender a todos os gostos. O destaque, porém, fica por conta de uma Triton 300 Sport, ano 2019.
Rodrigo Paim, representante da UltraBoats, explica que o modelo é conhecido pelo casco robusto, tido como “já consagrado” pela excelente navegação. Segundo ele, a lanchachega com motorização centro-rabeta de 300 hp e pouco uso, além de oferecer um cockpit bem distribuído, espaço gourmet e cabine com banheiro e pernoite para até quatro pessoas.
Mychel Reis e Rodrigo Paim, da Ultraboats. Foto: Rafael Simões/ Revista Náutica
É um conjunto de excelente em custo-benefício entre as embarcações de 30 pés– destacou Paim
Entre os destaques do estande da marca estão ainda uma Yacxo 337, equipada com motorizaçãodiesel e configuração completa para quem busca desempenho e autonomia; e uma Coral 34, embarcação bastante procurada no mercadopor sua versatilidade e forte perfil comercial.
Yacxo 337 no Salão de Usados NÁUTICA. Foto: Rafael Simões/ Revista Náuticano Salão de Usados NÁUTICA. Foto: Rafael Simões/ Revista Náutica
Para a UltraBoats, o Salão de Usados é uma oportunidade estratégica para os dealers, que frequentemente absorvem lanchas usadas nas trocas por modelos novos e precisam de um ambiente qualificado para escoar esse estoque.
Angra merecia um evento desse porte pelo enorme polo náutico que é e pelo que representa nesse mercado, o que torna o salão bastante relevante– ressaltou Paim
Salão de Usados Náutica
O evento promete ser uma experiência completa para quem quer viver o mar em todas as suas formas. Durante quatro dias, os visitantes podem participar de test-drives, experimentando diferentes embarcações, comparando modelos e descobrindo qual barco combina melhor com seu estilo, sentindo na prática a emoção de navegar.
Além da experiência a bordo, o evento oferece momentos de sunset e networking, com música ao vivo, circuito de palestras do NÁUTICA Talks, aulas de motonauta e arrais e workshop de nós durante todos os dias de salão — perfeito para encontros entre compradores, vendedores e formadores de opinião do mercado náutico.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tudo isso acontece na nova Marinas do Atlântico, totalmente abrigada e com fácil acesso pela Rodovia Rio-Santos. A programação também valoriza a gastronomia à beira-mar, com uma praça gastronômica e restaurante da marina que combinam boa comida, a brisa do mar e vistas de tirar o fôlego.
Para completar a experiência, visitantes encontram ativações exclusivas e atrações projetadas para celebrar o prazer de navegar. É a oportunidade de conhecer marcas, brindar o verão e vivenciar o verdadeiro espírito náutico.
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Quando: De 20 a 23 de novembro de 2025; Onde: Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ); Horário: das 10h às 20h;
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Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O Salão de Usados NÁUTICA é palco para sacramentar a nova fase da Bombordo: conhecida pelo aluguel de barcos, a empresa atraca em Angra dos Reis, na novíssima Marinas do Atlântico, sua mais nova empreitada: a compra e venda de embarcações seminovas.
Com mais de 600 barcos cadastrados na plataforma de aluguel da marca, a transição para o comércio definitivo de usados foi natural. Segundo Rafael Tebet, fundador e CEO da Bombordo, a entrada nesse mercado aconteceu por conta da “sinergia” entre ambos os setores.
Com o passar do tempo, os proprietários vão colocando os barcos para vender e querendo comprar outros. Então a gente já tem, dentro da nossa base de clientes, compradores e vendedores– explicou o CEO à NÁUTICA
Mais do que mostrar sua nova faceta, a Bombordo traz exemplos práticos: os barcos — dois, para ser mais exato. Quem passear pela Marinas do Atlântico, palco do Salão de Usados, poderá encontrar embarcações usadas com um desconto muito abaixo do mercado, como a Zath Mariner 328.
Zath Mariner 328. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
Tebet define a embarcação de 32 pés como uma “basicamente zero”, por ter sido lançada em 2024. A lancha cabinada foi projetada para ter o maior aproveitamento de espaço possível, chegando a uma altura na cabine de 1,90m.
Esse é um barco que faz muito sucesso no aluguel, a gente realmente tem um carinho especial– revelou ele
O outro barco seminovo disponível no Salão de Usados para compra e venda levado pela Bombordo é a NX40, do ano de 2021. A embarcação tem capacidade para seis pessoas em pernoite, em um camarote fechado na meia-nau, outro camarote na proa e um sofá que vira cama. A altura na cabine chega a 2,00 metros.
NX40, ano 2021. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
É uma embarcação linda, que também acreditamos que vai agradar bastante o público– destacou Tebet
À NÁUTICA, o fundador da empresa chama atenção para o design dos barcos usados e os modelos novos, que continuam mais atuais do que nunca. “São propostas diferentes do que existem no mercado e com um valor muito mais abaixo, um valor muito interessante”.
Com informações de Bárbara Mattana, enviada especial a Angra dos Reis
Salão de Usados Náutica
O evento promete ser uma experiência completa para quem quer viver o mar em todas as suas formas. Durante quatro dias, os visitantes podem participar de test-drives, experimentando diferentes embarcações, comparando modelos e descobrindo qual barco combina melhor com seu estilo, sentindo na prática a emoção de navegar.
Além da experiência a bordo, o evento oferece momentos de sunset e networking, com música ao vivo, circuito de palestras do NÁUTICA Talks, aulas de motonauta e arrais e workshop de nós durante todos os dias de salão — perfeito para encontros entre compradores, vendedores e formadores de opinião do mercado náutico.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tudo isso acontece na nova Marinas do Atlântico, totalmente abrigada e com fácil acesso pela Rodovia Rio-Santos. A programação também valoriza a gastronomia à beira-mar, com uma praça gastronômica e restaurante da marina que combinam boa comida, a brisa do mar e vistas de tirar o fôlego.
Para completar a experiência, visitantes encontram ativações exclusivas e atrações projetadas para celebrar o prazer de navegar. É a oportunidade de conhecer marcas, brindar o verão e vivenciar o verdadeiro espírito náutico.
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Quando: De 20 a 23 de novembro de 2025; Onde: Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ); Horário: das 10h às 20h;
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A BYS International, broker especialista em barcosde luxo, marca presença no Salão de Usados NÁUTICA com uma embarcação que dificilmente passa despercebida. Em 80 pés de comprimento, o Mare Blu é um iate luxuoso que atende bem quem procura pescar e navegar. Embora o evento seja novo, a marca guarda grande expectativa no salão e o enxerga como vitrine estratégica para movimentar o mercado náutico de alto padrão.
Menina dos olhos da BYS International no evento, o Mare Blu é um iatede 80 pés do modelo Power Cat ProBoat. Construído em 2008 e com 2.285 horas de uso, a embarcação se destaca por atender quem busca um barco para pesca e conforto, com alto padrão.
Com três cabines, o iate recebe até seis pessoas no pernoite e acomoda 17 bastante confortáveis durante o dia. A Mare Blu é oferecida por R$ 17 milhões pela BYS International, que garante estar com todas as manutenções e revisões em dia.
Matheus Strauss, representante da BYS International. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
Com um portfólio que oferece modelos de altíssimo padrão, o broker enxerga o Salão de Usados NÁUTICA como uma oportunidade para reafirmar sua posição no mercado e apresentar outros serviços oferecidos no “universo BYS”, como consultoria, gestão, suporte técnico e charter internacional.
Com informações de Bárbara Mattana, enviada especial a Angra dos Reis.
Salão de Usados NÁUTICA
O evento promete ser uma experiência completa para quem quer viver o mar em todas as suas formas. Durante quatro dias, os visitantes podem participar de test-drives, experimentando diferentes embarcações, comparando modelos e descobrindo qual barco combina melhor com seu estilo, sentindo na prática a emoção de navegar.
Além da experiência a bordo, o evento oferece momentos de sunset e networking, com música ao vivo, circuito de palestras do NÁUTICA Talks, aulas de motonauta e arrais e workshop de nós durante todos os dias de salão — perfeito para encontros entre compradores, vendedores e formadores de opinião do mercado náutico.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tudo isso acontece na nova Marinas do Atlântico, totalmente abrigada e com fácil acesso pela Rodovia Rio-Santos. A programação também valoriza a gastronomia à beira-mar, com uma praça gastronômica e restaurante da marina que combinam boa comida, a brisa do mar e vistas de tirar o fôlego.
Para completar a experiência, visitantes encontram ativações exclusivas e atrações projetadas para celebrar o prazer de navegar. É a oportunidade de conhecer marcas, brindar o verão e vivenciar o verdadeiro espírito náutico.
Anote aí!
Quando: De 20 a 23 de novembro de 2025; Onde: Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ); Horário: das 10h às 20h;
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Representante comercial e revendedora de embarcaçõesseminovas, a Yacht Collection apostou em um portfólio enxuto, porém estratégico para o Salão de Usados NÁUTICA: cinco barcos prontos para navegar. Entre eles, o grande destaque é a Atlantis 40, embarcação italiana de 2010 tida como “a grande oportunidade” da marca no evento, segundo o diretor da empresa, Marco Antônio do Carmo.
Equipada com dois motoresVolvo D6, gerador e ar-condicionado, o modelo de 2010 mantém apenas mil horas de uso, o que Marco enfatiza ser extremamente baixo. Durante o evento, a Atlantis 40 está sendo oferecida por R$ 1,2 milhão, em condição especial.
É um barco bem elegante, bem italiano, com materiais sofisticados, realmente diferenciado pelos seus acabamentos-afirma Marco Antônio do Carmo
Segue 72. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
Outro ponto alto do estande é a Segue 72 (foto acima), que soma 1.100 cavalos de potência e carrega duas suítes. Classificada pelo diretor como um barco “poderoso e super bem equipado”, a unidade está sendo oferecida por R$ 7 milhões, preço que segundo Marco caberia à embarcações de 60 pés — mesmo esta tendo 72 pés de comprimento.
Intermarine 500 Full. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
A Yacht Collection também expõe uma Intermarine 500 Full (foto acima) e uma Schaefer 385 (foto abaixo), apontada por Marco Antônio como uma boa opção de entrada para quem deseja migrar para barcos com flybridge.
Schaefer 385. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
Completando o portfólio, um catamarã à vela de 49 pés fabricado pela AG Catamarãs chama atenção pela imponência. Com 14 metros de comprimento e 8 metros de boca, o modelo novo — fabricado em 2025 — é descrito como “muito espaçoso, muito novo e especialmente preparado para este verão”.
Catamarã AG 49. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
O ponto comum entre todas as embarcações exibidas pela Yacht Collection é o suporte técnico, administrativo e jurídico na compra — diferencial que a marca mantém com orgulho.
Ao avaliar o evento, o diretor da Yatch Collection ressalta o potencial de negócios. Para ele, o Salão de Usados NÁUTICA é uma boa oportunidade tanto para quem compra quanto para quem vende, especialmente considerando o perfil dos visitantes e o momento do mercado.
Com informações de Bárbara Mattana, enviada especial a Angra dos Reis
Salão de Usados NÁUTICA
O evento promete ser uma experiência completa para quem quer viver o mar em todas as suas formas. Durante quatro dias, os visitantes podem participar de test-drives, experimentando diferentes embarcações, comparando modelos e descobrindo qual barco combina melhor com seu estilo, sentindo na prática a emoção de navegar.
Além da experiência a bordo, o evento oferece momentos de sunset e networking, com música ao vivo, circuito de palestras do NÁUTICA Talks, aulas de motonauta e arrais e workshop de nós durante todos os dias de salão — perfeito para encontros entre compradores, vendedores e formadores de opinião do mercado náutico.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tudo isso acontece na nova Marinas do Atlântico, totalmente abrigada e com fácil acesso pela Rodovia Rio-Santos. A programação também valoriza a gastronomia à beira-mar, com uma praça gastronômica e restaurante da marina que combinam boa comida, a brisa do mar e vistas de tirar o fôlego.
Para completar a experiência, visitantes encontram ativações exclusivas e atrações projetadas para celebrar o prazer de navegar. É a oportunidade de conhecer marcas, brindar o verão e vivenciar o verdadeiro espírito náutico.
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Quando: De 20 a 23 de novembro de 2025; Onde: Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ); Horário: das 10h às 20h;
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A cidade de Angra dos Reis agora tem um novo polo náutico para chamar de seu! Em coquetel realizado na noite desta sexta-feira (21), foi oficializada a inauguração da novíssima Marinas do Atlântico, evento que contou com presença de autoridades e marcou uma nova fase na infraestrutura náutica do Rio de Janeiro.
A festa de lançamento da nova marina foi acompanhada por nomes como Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica; Thalita Vicentini, diretora do Boat Show Eventos/Grupo Náutica; Otto Aquino, diretor da Revista Náutica; Clovis Greca, idealizador e proprietário da Marinas do Atlântico e Rubens Rocha de Andrade, vice-prefeito de Angra dos Reis.
Foto: Rafael Simões/ Revista Náutica
Em seu discurso de inauguração, Clovis Greca agradeceu a todos os envolvidos no projeto e destacou a melhoria que a Marinas do Atlântico trouxe à região — principalmente para um lugar descrito como “deteriorado” anteriormente, conforme conta o idealizador da marina.
Gosto muito de restaurar, transformar e dar vida novamente a um local. Gosto muito mais mais de recuperar algo do que construir algo novo– declarou Greca
Clovis destaca a resiliência do projeto e o longo caminho percorrido do início até a inauguração da marina, que levou seis anos para ficar pronta: dois anos esperando a pandemia (o local foi comprado três meses antes), mais dois fazendo licenças e outros dois construindo.
Foto: Rafael Simões/ Revista Náutica
A nova Marinas do Atlântico carrega consigo os píeres da SF Marine, uma das empresas mais antigas do mundo nesse mercado. Estes são de concreto, pesando de 20 a 40 toneladas e que oferecem muita estabilidade e durabilidade.
Não fizemos só uma marina. Nós fizemos uma estrutura, uma coisa rara no Brasil– destacou o idealizador
“Acredito que esse seja apenas o primeiro dia de um grande futuro. Que tenhamos outros eventos que reúnam pessoas, que tragam gente de fora e que curtam com a gente para promover o setor náutico”, completou.
Autoridades presentes na inauguração da Marinas do Atlântico. Foto: Rafael Simões/ Revista Náutica
Rubens Rocha de Andrade (ou Rubinho), que também esteve no coquetel de lançamento da Marinas do Atlântico, contou estar feliz e realizado em ver o empreendimento finalmente funcionando. Ele também se disse grato por ter contribuído diretamente com Clóvis em situações referentes às licenças para a marina — que agora ganham forma e propósito.
Um espaço que há 6 anos estava abandonado, hoje se torna essa linda marina que tenho certeza que vai gerar muito emprego e renda para o nosso município-afirmou Rubinho
A cerimônia ocorreu durante o Salão de Usados NÁUTICA, primeira edição do salão de barcos seminovos, que vai até este domingo (23). Promovida pela Boat Show Eventos, o evento oferece ao público a oportunidade de comparar modelos, realizar test-drives e negociar diretamente com os principais brokers e revendas do país.
Confira as fotos da cerimônia de inauguração da Marinas do Atlântico
Localizada em um dos cenários mais deslumbrantes da Costa Verde, na Baía do Pontal, a Marinas do Atlântico nasce com o DNA da excelência. Totalmente abrigada e com fácil acesso pela Rodovia Rio-Santos, a marina oferece infraestrutura completa e de padrão internacional — tornando-se o novo point náutico da região de Angra dos Reis.
Nova Marinas do Atlântico. Foto: Victor Santos/ Revista Nátuica
O espaço conta com 140 vagas molhadas, calado de 3 metros, para barcos de 50 a 120 pés; pátio de serviço com 4.200 m², preparado para atender embarcações de grande porte e travel lift com capacidade para 240 toneladas, além de posto de combustível náutico e terrestre.
Nova Marinas do Atlântico. Foto: Victor Santos/ Revista Nátuica
A nova Marinas do Atlântico ainda tem estacionamento coberto e descoberto. No quesito serviços, o lugar oferece lazer e comodidade por meio de lojas, oficinas, restaurantes, acomodações e outras opções diversas. O ambiente também receberá, em breve, uma farmácia.
Nova Marinas do Atlântico. Foto: Victor Santos/ Revista Nátuica
Todos os flutuantes instalados contam com transformadores e geradores dedicados, garantindo energia estável e segurança elétrica de alto padrão.
Com informações de Bárbara Mattana, enviada especial a Angra dos Reis
Salão de Usados NÁUTICA
O evento promete ser uma experiência completa para quem quer viver o mar em todas as suas formas. Durante quatro dias, os visitantes podem participar de test-drives, experimentando diferentes embarcações, comparando modelos e descobrindo qual barco combina melhor com seu estilo, sentindo na prática a emoção de navegar.
Além da experiência a bordo, o evento oferece momentos de sunset e networking, com música ao vivo, circuito de palestras do NÁUTICA Talks, aulas de motonauta e arrais e workshop de nós durante todos os dias de salão — perfeito para encontros entre compradores, vendedores e formadores de opinião do mercado náutico.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tudo isso acontece na nova Marinas do Atlântico, totalmente abrigada e com fácil acesso pela Rodovia Rio-Santos. A programação também valoriza a gastronomia à beira-mar, com uma praça gastronômica e restaurante da marina que combinam boa comida, a brisa do mar e vistas de tirar o fôlego.
Para completar a experiência, visitantes encontram ativações exclusivas e atrações projetadas para celebrar o prazer de navegar. É a oportunidade de conhecer marcas, brindar o verão e vivenciar o verdadeiro espírito náutico.
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Quando: De 20 a 23 de novembro de 2025; Onde: Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ); Horário: das 10h às 20h;
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Com embarcações que vão de R$ 155 mil a R$ 1,6 milhão no Salão de Usados NÁUTICA, os barcos da Caieira’s Shop atracados na novíssima Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis, abraçam diversos públicos — seja quem precisa dar upgrade para o verão ou adquirir um modelo clássico para a coleção.
Nada menos que sete embarcações da revendedora de barcos usados estão no evento, algumas com condições flexíveis nas negociações. À NÁUTICA, José Roberto, também conhecido como “Caieira”, proprietário da loja, destacou três modelos muito visados no mercado: a Real 300 Sport, a Coral 30C e a Magna 32.3.
Real 300 Sport no Salão de Usados. Foto: Rafael Simões/ Revista NáuticaCoral 30C no Salão de Usados. Foto: Rafael Simões/ Revista NáuticaMagna 32.3 no Salão de Usados. Foto: Rafael Simões/ Revista Náutica
Além dos barcos citados acima, José Roberto fez questão de valorizar outras embarcações atrativas da loja no Salão de Usados NÁUTICA — seja pelo preço ou pela sua raridade. Confira!
Barco mais acessível
Esse título fica por conta da FS 230, embarcação seminova da FS Yachts. Com casco diferenciado feito tanto para águas abrigadas quanto para costeiras, a lancha possui uma generosa plataforma de popa, conectada ao solário rebatível. O preço? R$ 155 mil.
FS 230 no Salão de Usados. Foto: Rafael Simões/ Revista Náutica
Barco com maior valor
Atracado na Marinas do Atlântico, o modelo mais caro trazido pela Caieira’s Shop é a Sessa C40 HT, no valor de R$ 1,6 milhão. Entretanto, o proprietário da loja ressalta que o valor é negociável. Entre os destaques do barco, estão as amplas janelas laterais, otimização de espaço interno e hidrodinâmica diferenciada.
Sessa C40 HT no Salão de Usados. Foto: Rafael Simões/ Revista Náutica
Barco mais antigo
Segundo Caieira, o modelo mais antigo da loja é a Intermarine 440 Full. Com 44 pés, a lancha é um prato cheio para quem curte barcos mais retrô. A clássica embarcação foi produzida em 1999.
Intermarine 44 Full no Salão de Usados. Foto: Rafael Simões/ Revista Náutica
Barco mais raro
Se a sua ideia era comprar esse, tarde demais. O dono da revendedora aponta a Tempest 270 como a lancha mais rara da Caieira’s no Salão de Usados NÁUTICA. Porém, a 27 pés já foi vendida ainda no primeiro dia de evento e será entregue ao felizardo.
A embarcação oferece cama de meia-nau e cama de casal, banheiro com pé-direito alto e até ar-condicionado. Na navegação, dois motores de popa impulsionam o barco que “navega muito bem”, segundo ele.
Um salão de sucesso
Com 33 anos de loja, um salão de usados como esse era tudo o que a Caieira’s Shop mais precisava. José Roberto, que também trabalha de capitão e tem outros negócios relacionados ao universo náutico, elogiou o fluxo do evento, que está na sua primeira edição.
A minha participação no primeiro evento está sendo maravilhosa– valorizou o proprietário
Inclusive, ele já mira os próximos eventos de barcos usados da NÁUTICA e garante: ele estará presente e com mais barcos.
Com informações de Bárbara Mattana, enviada especial a Angra dos Reis
Salão de Usados NÁUTICA
O evento promete ser uma experiência completa para quem quer viver o mar em todas as suas formas. Durante quatro dias, os visitantes podem participar de test-drives, experimentando diferentes embarcações, comparando modelos e descobrindo qual barco combina melhor com seu estilo, sentindo na prática a emoção de navegar.
Além da experiência a bordo, o evento oferece momentos de sunset e networking, com música ao vivo, circuito de palestras do NÁUTICA Talks, aulas de motonauta e arrais e workshop de nós durante todos os dias de salão — perfeito para encontros entre compradores, vendedores e formadores de opinião do mercado náutico.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tudo isso acontece na nova Marinas do Atlântico, totalmente abrigada e com fácil acesso pela Rodovia Rio-Santos. A programação também valoriza a gastronomia à beira-mar, com uma praça gastronômica e restaurante da marina que combinam boa comida, a brisa do mar e vistas de tirar o fôlego.
Para completar a experiência, visitantes encontram ativações exclusivas e atrações projetadas para celebrar o prazer de navegar. É a oportunidade de conhecer marcas, brindar o verão e vivenciar o verdadeiro espírito náutico.
Anote aí!
Quando: De 20 a 23 de novembro de 2025; Onde: Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ); Horário: das 10h às 20h;
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Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A primeira edição do Salão de Usados NÁUTICA apresenta mais de 80 embarcações seminovas na Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ). Entre tantos modelos, estão aqueles que não se encontram facilmente por aí, a exemplo de uma Azimut 70 “100% italiana”, apresentada pela JRG Náutica.
Até domingo (23), quem passar pelo estande da marca dentro do salão poderá ver de perto o modelo de um dos maiores estaleiros do mundo, que chega com um preço especial: de R$ 13,9 milhões por R$ 13,5 milhões — R$ 400 mil de desconto.
José dos Santos Junior, representante da JRG Náutica. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
De acordo com Júnior Santos, nome por trás da JRG, trata-se do “modelo mais completo da categoria, configurada com dois estabilizadores Seakeeper e com acabamento 100% italiano.”
É uma das únicas unidades do Brasil nessa configuração– destacou Santos
Além do barco italiano, a JRG apresenta grandes oportunidades em embarcações de outras marcas consagradas do mercado, como Intermarine e Schaefer Yachts.
Phanton 385. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
No caso da catarinense Schaefer, um dos destaques é a Phantom 385 2015 Fly com propulsãopé de galinha, “uma configuração extremamente rara e muito procurada no mercado”, como detalhou Santos. Segundo ele, “é o último casco dessa versão fly produzido pelo estaleiro e a última unidade com essa propulsão.”
É um modelo exclusivo e histórico– ressaltou
Para quem procura uma Intermarine para chamar de sua, a grande oportunidade está no modelo 380 Full, disponível por R$ 1,2 milhão.
Intermarine Azimut 38. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
Para facilitar os negócios, Santos garante que a JRG tem condições diferenciadas, incluindo parcelamentos, permutas e “negociações personalizadas conforme o perfil de cada cliente”.
Participar do primeiro Salão de Usados NÁUTICA é um privilégio e um marco para nós. É uma oportunidade única de fortalecer relacionamentos, gerar novos negócios e apresentar o padrão JRG Náutica para um público qualificado– destacou Júnior Santos
Salão de Usados NÁUTICA
O evento promete ser uma experiência completa para quem quer viver o mar em todas as suas formas. Durante quatro dias, os visitantes podem participar de test-drives, experimentando diferentes embarcações, comparando modelos e descobrindo qual barco combina melhor com seu estilo, sentindo na prática a emoção de navegar.
Além da experiência a bordo, o evento oferece momentos de sunset e networking, com música ao vivo, circuito de palestras do NÁUTICA Talks, aulas de motonauta e arrais e workshop de nós durante todos os dias de salão — perfeito para encontros entre compradores, vendedores e formadores de opinião do mercado náutico.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tudo isso acontece na nova Marinas do Atlântico, totalmente abrigada e com fácil acesso pela Rodovia Rio-Santos. A programação também valoriza a gastronomia à beira-mar, com uma praça gastronômica e restaurante da marina que combinam boa comida, a brisa do mar e vistas de tirar o fôlego.
Para completar a experiência, visitantes encontram ativações exclusivas e atrações projetadas para celebrar o prazer de navegar. É a oportunidade de conhecer marcas, brindar o verão e vivenciar o verdadeiro espírito náutico.
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Quando: De 20 a 23 de novembro de 2025; Onde: Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ); Horário: das 10h às 20h;
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Revendedora de embarcaçõesde diferentes estaleiros, a Boat Class decidiu marcar presença no Salão de Usados NÁUTICA com nada menos que oito lanchas. Entre modelos retrô e opções mais atuais, alguns se destacam por características específicas, segundo o broker.
No estande da Boat Class, visitantes encontram embarcações a partir de R$ 349 mil. É o caso da Excalibur 39, da Intermarine, apresentada na configuração totalmente original do modelo de 1997 — algo considerado raro, de acordo com a revendedora.
Excalibur 39. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
Além de ser o barco mais acessível do estande, a Excalibur ainda conta com condições especiais de pagamento válidas apenas durante o evento: entrada de 50% e saldo parcelado em até cinco vezes sem juros.
Real Luxury 40 HT. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
Outro destaque com condições facilitadas é a Real Luxury 40 HT, da Real Powerboats (foto acima). Oferecida por R$ 1,59 milhão, a lancha pode ser adquirida durante o salão com 50% de entrada e o restante parcelado em até 12 vezes no cartão de crédito.
As outras seis embarcações expostas pela Boat Class foram construídas por estaleiros como Schaefer Yachts, Ferretti e Sessa Marine. As formas de pagamento podem ser negociadas diretamente com os representantes do broker no local.
Sessa F48. Foto: Rafael Simões / Revista NáuticaFerretti 53. Foto: Rafael Simões / Revista NáuticaPhantom 300 (Schaefer Yachts). Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
Entre os destaques, três modelos chamam mais atenção, segundo a revendedora (fotos acima): a Sessa F48, pelo amplo aproveitamento da praça de popa e pelo flybridge generoso para a categoria; a Ferretti 53, pela cabine à meia-nau e pelo design típico italiano; e a Phantom 300, por estar equipada com dois motores a diesel, que prometem bom custo-benefício.
Com o evento realizado pela primeira vez em Angra dos Reis, as expectativas da Boat Class são altas. “É um evento que sempre buscamos e que enfim está acontecendo aqui em Angra. Uma realização para nós, que somos amantes da náutica”, disse Emerson Martins, um dos nomes à frente do broker.
Confira os demais modelos exibidos pela Boat Class no salão de barcos usados:
Intermarine 480 Full. Foto: Rafael Simões / Revista NáuticaFerretti 68. Foto: Rafael Simões / Revista NáuticaIntermarine 1520 Full. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
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Além da experiência a bordo, o evento oferece momentos de sunset e networking, com música ao vivo, circuito de palestras do NÁUTICA Talks, aulas de motonauta e arrais e workshop de nós durante todos os dias de salão — perfeito para encontros entre compradores, vendedores e formadores de opinião do mercado náutico.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tudo isso acontece na nova Marinas do Atlântico, totalmente abrigada e com fácil acesso pela Rodovia Rio-Santos. A programação também valoriza a gastronomia à beira-mar, com uma praça gastronômica e restaurante da marina que combinam boa comida, a brisa do mar e vistas de tirar o fôlego.
Para completar a experiência, visitantes encontram ativações exclusivas e atrações projetadas para celebrar o prazer de navegar. É a oportunidade de conhecer marcas, brindar o verão e vivenciar o verdadeiro espírito náutico.
Anote aí!
Quando: De 20 a 23 de novembro de 2025; Onde: Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ); Horário: das 10h às 20h;
Saiba mais no site oficial do evento;
Faça seu credenciamento gratuito!
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O Salão de Usados NÁUTICA é uma ótima pedida para quem deseja vender ou comprar seu barco seminovo e aproveitar o verão. Quem sabe muito bem disso é a NovaMarine, revendedora que opera há quase 20 anos e atraca em Angra dos Reis com condições exclusivas.
Na capital nacional dos barcos, a marca está na novíssima Marinas do Atlântico com o que há de melhor no seu estoque, incluindo embarcações à venda com preços promocionais. No evento, a NovaMarine expõe barcos de quatro badalados estaleiros: Tirreno Marine, DeAntonio Yachts, Fairline e Fishing.
O salão acontece em uma época chave para os clientes que procuram seu novo barco para passar a próxima temporada-contaAlessandro Begliomini, diretor da NovaMarine
A maior vantagem fica por conta da Fishing 375 de 2017 (foto em destaque da matéria), modelo que vem com uma configuração exclusiva de motores Racing, com refit completo feito em 2024, segundo a empresa. O preço? R$ 1,4 milhão com 40% de entrada e saldo em até 10 parcelas.
Alessandro Begliomini, diretor geral da NovaMarine, ao lado da DeAntonio 32. Foto: Rafael Simões/ Revista Náutica
Outro atrativo da NovaMarine é a forma de pagamento — não só para a Fishing 375, mas para todas as embarcações da revendedora no evento: eles estudam receber barco de menor valor como parte do pagamento — ou outras condições especiais de parcelamento.
A possibilidade de encontrar em um único lugar diversas opções disponíveis a pronta entrega definitivamente é um diferencial-pontua o diretor
Raridades em Angra dos Reis
Jogue as expectativas lá para o alto. A NovaMarine traz também ao Salão de Usados NÁUTICA barcos seminovos que não se vem em qualquer lugar. Esse é o caso da DeAntonio 32, a primeira do estaleiro DeAntonio Yachts do Brasil seminova à venda e que navega no Brasil, de acordo com Begliomini.
DeAntonio 32. Foto: Rafael Simões/ Revista Náutica
Eles levam ainda o Tirreno 38, um inflável de 38 pés do novo estaleiro homônimo. O barco lançado em 2025 conta com 2 motores Mercury DTS V-8 300hp. A revendedora também destaca o acabamento e detalhes da embarcação.
Tirreno 38. Foto: Rafael Simões/ Revista Náutica
Destaque também para a Fairline 78. A embarcação é o único modelo do estaleiro inglês disponível no Brasil, segundo a marca. A lancha ostenta um flybridge, plataforma de popa submergível, passarela hidráulica e quatro suítes.
Fairline 78 no Salão de Usados. Foto: Rafael Simões/ Revista Náutica
Com informações de Bárbara Mattana, enviada especial a Angra dos Reis
Salão de Usados Náutica
O evento promete ser uma experiência completa para quem quer viver o mar em todas as suas formas. Durante quatro dias, os visitantes podem participar de test-drives, experimentando diferentes embarcações, comparando modelos e descobrindo qual barco combina melhor com seu estilo, sentindo na prática a emoção de navegar.
Além da experiência a bordo, o evento oferece momentos de sunset e networking, com música ao vivo, circuito de palestras do NÁUTICA Talks, aulas de motonauta e arrais e workshop de nós durante todos os dias de salão — perfeito para encontros entre compradores, vendedores e formadores de opinião do mercado náutico.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tudo isso acontece na nova Marinas do Atlântico, totalmente abrigada e com fácil acesso pela Rodovia Rio-Santos. A programação também valoriza a gastronomia à beira-mar, com uma praça gastronômica e restaurante da marina que combinam boa comida, a brisa do mar e vistas de tirar o fôlego.
Para completar a experiência, visitantes encontram ativações exclusivas e atrações projetadas para celebrar o prazer de navegar. É a oportunidade de conhecer marcas, brindar o verão e vivenciar o verdadeiro espírito náutico.
Anote aí!
Quando: De 20 a 23 de novembro de 2025; Onde: Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ); Horário: das 10h às 20h;
Saiba mais no site oficial do evento;
Faça seu credenciamento gratuito!
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A Real Broker, divisão do estaleiro Real Powerboats destinada à venda de embarcaçõesseminovas — próprias e também de outras marcas — movimenta o Salão de Usados NÁUTICA com 10 barcos em exposição. Embora atendam a diferentes perfis de navegadores, os modelos estão prontos para pertencer, em breve, a novos proprietários já neste verão.
Com lanchasque variam de 22 a 40 pés, sete dos modelos apresentados são da própria Real. Entre eles, duas unidades da Real 40 Cabriolet ganharam destaque na feira. Paulo Tadeu, que lidera tanto o estaleiro quanto a revenda, destaca os barcos pelo preço especialmente atrativo.
Real 40. Foto: Rafael Simões / Revista NáuticaReal 40. Foto: Rafael Simões / Revista NáuticaPaulo Tadeu. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
Além das Cabriolet, a Real Broker exibe uma Real 32 e uma Real 355, modelos já fora de linha e cada vez mais raros no mercado. Também estão presentes uma Real 34 e uma Real 35, ambas embarcações recentes, colocadas à venda após os proprietários optarem por unidades mais novas da marca.
Real 42. Foto: Rafael Simões / Revista NáuticaReal 365. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
Paulo destaca que quem compra pela Real Broker tem garantia de fábrica e pode contar com um valor de recompra previsto, com depreciação limitada a 10% ao ano — podendo ser ainda menor em alguns casos.
Real 24. Foto: Rafael Simões / Revista NáuticaReal 285. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
Ao avaliar o evento, Tadeu elogiou a organização da feira e a estrutura da Marinas do Atlântico. Para ele, o Salão de Usados NÁUTICA tem potencial para entrar no calendário anual de Angra dos Reis e ocorrer até duas vezes ao ano. O executivo também celebrou o fato de que cerca de 30% das embarcações expostas no evento são da Real Powerboats.
Real Broker exibe dez barcos usados no evento. Foto: Rafael Simões / Revista Náutica
Com informações de Bárbara Mattana, enviada especial a Angra dos Reis.
Salão de Usados Náutica
O evento promete ser uma experiência completa para quem quer viver o mar em todas as suas formas. Durante quatro dias, os visitantes podem participar de test-drives, experimentando diferentes embarcações, comparando modelos e descobrindo qual barco combina melhor com seu estilo, sentindo na prática a emoção de navegar.
Além da experiência a bordo, o evento oferece momentos de sunset e networking, com música ao vivo, circuito de palestras do NÁUTICA Talks, aulas de motonauta e arrais e workshop de nós durante todos os dias de salão — perfeito para encontros entre compradores, vendedores e formadores de opinião do mercado náutico.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tudo isso acontece na nova Marinas do Atlântico, totalmente abrigada e com fácil acesso pela Rodovia Rio-Santos. A programação também valoriza a gastronomia à beira-mar, com uma praça gastronômica e restaurante da marina que combinam boa comida, a brisa do mar e vistas de tirar o fôlego.
Para completar a experiência, visitantes encontram ativações exclusivas e atrações projetadas para celebrar o prazer de navegar. É a oportunidade de conhecer marcas, brindar o verão e vivenciar o verdadeiro espírito náutico.
Anote aí!
Quando: De 20 a 23 de novembro de 2025; Onde: Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis (RJ); Horário: das 10h às 20h;
Saiba mais no site oficial do evento;
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Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
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