Confira os iates de luxo usados por craques do futebol nas férias

Barcos de milhões de reais fizeram sucesso entre os jogadores Messi, CR7 e Haaland no verão do Hemisfério Norte

20/07/2023

Com salários estratosféricos — principalmente quando convertidos para reais — grandes nomes da bola como Messi, CR7 e Haaland podem escolher aproveitar as férias como quiserem. A diversão escolhida pelos três teve algo em comum: os craques navegaram nas férias em belos iates de luxo.

O verão do Hemisfério Norte tem sido muito bem aproveitado pelos jogadores, que, além das embarcações de luxo, desfrutaram de lugares paradisíacos na companhia da família e dos amigos. Haaland, inclusive, levou nomes tão “pesados” quanto o dele para navegar.

Veja como os craques navegaram nas férias

Messi

Foto: Ocean Independence / Divulgação

Acompanhado da esposa Antonela Roccuzzo e dos filhos, o craque campeão do mundo pela seleção argentina Lionel Messi escolheu o iate Shalimar II. A turma curtiu as férias navegando pelas águas cristalinas do Caribe, antes da estreia do jogador no Inter Miami.

Foto: Ocean Independence / Divulgação

Com 28 metros de comprimento, o Shalimar II acomoda até oito passageiros, em quatro cabines luxuosas. O aluguel do barco custa US$ 100 mil por semana, o equivalente a quase meio milhão de reais (valores convertidos em julho de 2023).

Erling Haaland

Uma das maiores joias do futebol mundial, Erling Haaland, atacante do Manchester City, também escolheu um iate de luxo para comemorar o título inédito da Champions League. Tudo isso acompanhado da namorada — e também jogadora — Isabel Haugseng Johansen, pelas águas do Mediterrâneo.

 



Com um salário semanal (sim, por semana!) de 375 mil libras esterlinas (cerca de R$ 2,4 milhões, em valores convertidos em julho/23), Haaland é um dos mais bem remunerados jogadores da Premier League.

 

 

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O jogador foi fotografado a bordo com Tommy Hilfiger, estilista fundador da Tommy Hilfiger Corporation, Umar Kamani, fundador da marca de moda PrettyLittleThing, e Alberto II, príncipe de Mônaco.

 

 

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Haaland curtiu suas férias em mais de um iate no verão do hemisfério norte. No começo do mês, o atacante estava a bordo do Le Magnifique, uma embarcação de 33,5 metros, construída pelo estaleiro italiano Overmarine.

Foto: Le Magnifique Yacht/Divulgação

O Le Magnifique dispõe de acomodação para até 8 pessoas em 4 suítes, incluindo uma master, além de uma cabine VIP e outra dupla. O iate conta ainda com brinquedos aquáticos e acessórios como jets, wakeboards, caiaques, paddleboards e equipamentos de mergulho, como o snorkel.

Foto: Le Magnifique Yacht/Divulgação

Disponível para fretamento, os valores semanais para navegar a bordo do Le Magnifique podem alcançar mais de 90 mil euros, o equivalente a quase R$ 500 mil, em valores convertidos em julho de 2023.

CR7

De férias do Al-Nassr, Cristiano Ronaldo, a esposa Georgina Rodriguez e os filhos optaram por Sardenha, na costa da Itália, para desfilar sua Azimut Grande 27 Metri.

Foto: Reprodução / Instagram @georginagio

O barco é patrimônio do craque português já há três anos, quando o jogador desembolsou 6 milhões de euros (cerca de R$ 32 milhões, em valores convertidos em julho/23) pela embarcação.

O iate de 25 metros de comprimento e cerca de 350 metros quadrados de área acomoda até 10 pessoas em cinco cabines de luxo, além de contar com uma cozinha moderna, seis banheiros, três salas de estar e uma sala de jantar.

O jogador e a família podem também desfrutar de uma jacuzzi e um bar ao ar livre, além do espaço gourmet na proa, com um lounge. Vale ressaltar que a 27 Metri é produzida no Brasil pela Azimut, sendo que apenas 12 unidades foram entregues até agora —  incluindo a do jogador. A fila de espera para comprar o iate de luxo chega aos dois anos atualmente.

Foto: Instagram @cristiano / Reprodução

Além do iate, o craque e sua esposa navegaram na praia de Alvor, em Portugal, a bordo de um jet Wake Pro Sea-Doo, avaliado em US$ 17 mil, pouco mais de R$ 80 mil (valores convertidos em julho/23).

 

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    NX Boats leva quatro modelos para Itália e anuncia operação própria na Europa

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    O segundo semestre do ano está cheio de boas novidades para a NX Boats. Depois de participar do Boat Show de Itajaí e abrir um Customer Service em Angra dos Reis, o estaleiro acaba de anunciar uma operação própria no continente europeu, com uma base da NX Boats na Itália — além da exportação de quatro lanchas para o mercado italiano.

    A marca está enviando ao mercado italiano os barcos NX 400, NX 270, NX 290 e NX 340. O modelo de 34 pés, aliás, é a lancha mais exportada do portfólio da marca atualmente. Segundo a NX, a projeção é exportar 20 unidades para toda a Europa ainda em 2023, com este novo formato.

    A NX 340 é a lancha mais exportada do estaleiro. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

    “A NX Boats adora desafios e conquistar novos mercados como o europeu é importante para nós e para o mercado náutico nacional”, comentou Felipe Guedes, diretor comercial do estaleiro, sobre a novidade da NX Boats na Itália.

    A NX 290 é o modelo de 29 pés do estaleiro pernambucano. Foto: Divulgação

    A marca conta com uma revenda na Turquia desde 2016, para onde já foram exportados mais de 40 barcos. Agora, com o início da operação própria de fábrica, o objetivo é explorar toda a Europa.

    Jonas Moura, o presidente da NX Boats. Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal / Revista Náutica

    “Estamos trabalhando continuamente para oferecer ao mercado nacional e internacional o melhor produto em termos de inovação, design, tecnologia e segurança, sempre pensando em nosso cliente”, aponta Jonas Moura, presidente da NX Boats.

    A NX 400 é o maior modelo que vai para a Itália nesta exportação. Foto: Divulgação

    Com sede em Pernambuco, a NX Boats já colocou mais de 1.700 barcos na água em seus nove anos de atuação. Desse total, mais de 150 unidades foram exportadas para outros mercados. Atualmente, os Estados Unidos são o principal destino internacional, com 30 barcos (de cinco diferentes modelos) já entregues.

    O estande da NX Boats no Marina Itajaí Boat Show, no começo de julho. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

    A aposta do estaleiro no mercado internacional tem crescido ano a ano. Em 2022, 18% da produção da NX foi destinada à exportação. A expectativa do estaleiro pernambucano é terminar 2023 com 34% de barcos enviados a outros países e atingir o índice de 40% em 2024.

     

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      Semana de Vela de Ilhabela terá passeios guiados gratuitos

      Prefeitura de Ilhabela oferecerá ação até dia 30 de julho; evento começa neste sábado (22) e vai até dia 29

      Partindo da Vila de Ilhabela, também conhecida como Centro Histórico, a prefeitura da cidade vai oferecer passeios guiados gratuitos, visando integrar a programação da 50ª Semana Internacional de Vela. Os tours já começaram nesta quarta (19) e vão até o dia 30.

      Os passeios serão translados em jipes e, em todos as saídas, os participantes vão ser acompanhados por guias de turismo ou monitores ambientais. Ao todo, serão oito roteiros diferentes, que vão passar por variados pontos da capital da vela.

      Foto: Matias Capizzano / Divulgação

      Dentre os destinos fornecidos pela prefeitura, estão pontos turísticos da cidade como o pôr do sol no Mirante do Baepi, passarinhada na Cachoeira dos Três Tombos, trilha da Cachoeira do Veloso, passarinhada na Estrada Parque dos Castelhanos e muito mais!


      Para participar dos passeios guiados gratuitos as inscrições devem ser feitas presencialmente no estande da Secretaria de Turismo, que abrem sempre dois dias antes da saída dos passeios. Confira a programação completa dos destinos no site oficial da Prefeitura.

      Praia de Castelhanos. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

      50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela

      Para a edição de 2023 da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, estão convidadas as classes HPE30, ORC, Clássicos, C30, BRA-RGS, Bico de Broa, Multicascos, HPE25 e VPRS. Os mais de 100 barcos esperados participarão de regatas em percursos variados ao longo da semana.

       

      Além das competições, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela também oferece uma série de atividades culturais e sociais dentro e fora do Yacht Club de Ilhabela, como shows, exposições e palestras.

       

      A competição abre no domingo, 23 de julho, com a tradicional Regata 100 anos – Atrevida por Boreste – Marinha do Brasil. A travessia tem mais de 50 milhas náuticas e contorna a icônica ilha do litoral norte paulista.

       

      A organização fará, ao longo da semana, regatas de acordo com as condições de mar e vento, podendo ser no Canal de São Sebastião ou nas raias mais ao norte e ao sul da ilha. As inscrições estão abertas no site oficial do evento.

      Saco da Capela. Foto: Paulo Stefani/Sectur Ilhabela

      Ilhabela: Capital da Vela é repleta de belezas naturais

      Lindas praias, recortadas por vegetação abundante e um mar de verde intenso são alguns dos cenários de Ilhabela, um dos refúgios mais belos do litoral norte de São Paulo. A cidade abriga mais de 50 praias, metade delas ainda praticamente virgens, e cachoeiras abundantes.

       

      A equipe de NÁUTICA preparou uma seleção especial de passeios por Ilhabela para quem for visitar a Capital da Vela durante a 50ª edição da competição. São, ao todo, mais de 20 dicas para curtir a ilha. Confira nosso roteiro completo por Ilhabela.

       

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        NÁUTICA Trip: navegamos com Marcio Schaefer até Bahamas a bordo da V33

        Novo vídeo do Canal Náutica estreia nesta quinta (20), mostrando jornada por belas paisagens

        19/07/2023

        A bordo da lancha Schaefer V33, o novo episódio de NÁUTICA Trip navega por belas paisagens com Marcio Schaefer, presidente da Schaefer Yachts. O vídeo acompanhando essa viagem — feita na companhia de Guilherme Kodja, consultor técnico de NÁUTICA — estreia nesta quinta-feira (20), a partir das 21h, no Canal Náutica.

        Esta NÁUTICA Trip partiu da cidade de Fort Lauderdale, na Flórida, com destino às Ilhas Bimini, nas Bahamas, em um trajeto total (ida e volta) de aproximadamente 100 milhas náuticas.

         

         

        Marcio, que estava nos EUA dando apoio à sua equipe local — que há sete anos marca presença em terras americanas —, se juntou a Guilherme Kodja rumo à paradisíaca Bahamas. “Temos mais de 150 barcos aqui na América”, menciona ele.

         

        Durante a jornada, os dois mergulharam em águas cristalinas, inclusive passando ao lado do naufrágio do SS SAPONA (um navio de carga com casco de concreto, que encalhou perto de Bimini durante um furacão, em 1926) e do iate clube de Cat Kay.

        “Lançamos agora a New 375, a primeira já está chegando nos EUA. Temos uma 44 saindo agora, a fábrica está trabalhando a mil. Vamos comemorar esses 30 anos, a gente sempre buscou crescer muito”, comentou o empresário.


         

        Durante a NÁUTICA Trip, Marcio Schaefer ainda revelou que a marca pretende lançar uma embarcação de 60 pés em 2024. Veja imagens do novo episódio.

         

         

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          Alerta: aquecimento global está mudando a cor dos oceanos

          Segundo pesquisadores, os oceanos da Terra estão ficando mais verdes -- e isso não é um bom sinal

          Um mundo mais verde seria o futuro ideal – mas não da forma que está acontecendo. Analisando imagens de satélite, cientistas dos Estados Unidos e Reino Unido concluíram que os oceanos da Terra estão mudando de cor e ficando mais verdes. E o motivo disso são as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global.

          As imagens analisadas pelos pesquisadores são oriundas de 20 anos de registro do satélite MODIS-Aqua. Em artigo publicado na revista Nature, os cientistas dizem que “a refletância de sensoriamento remoto e, portanto, a ecologia da superfície oceânica, mudou significativamente em uma grande fração do oceano nos últimos 20 anos.”

          A modificação na cor dos oceanos, segundo os estudiosos, é provocada pelas mudanças climáticas. O aquecimento das águas causa o aumento dos fitoplânctons, que usam clorofila verde para fotossíntese, o que explica o tom mais esverdeado dos oceanos.

           

          Apesar dos fitoplânctons apresentarem grande importância para o meio ambiente, uma vez que são fotossintetizantes e garantem — entre outros benefícios — , a oxigenação da água, sua presença em excesso pode criar zonas mortas hipóxicas (extensões de água com pouco ou nenhum oxigênio), em que apenas alguns organismos conseguem sobreviver.


          Além disso, os fitoplânctons impactam a quantidade de luz que penetra na coluna d’água. Assim, quando presentes de forma exagerada, esse conjunto de micro-organismos causa uma diminuição de luz no ambiente, trazendo danos às espécies que ali vivem.

           

          De acordo com a pesquisa, muitos animais acabam sufocando e morrendo em meio às manchas verdes. Um estudo publicado na revista Science em 2018 mostrou que o tamanho das áreas sem oxigênio nas águas abertas do oceano quadruplicou desde meados do século 20.

          Efeitos a longo prazo

          Apesar do estudo já trazer algumas conclusões, outras consequências a longo prazo ainda precisam ser avaliadas. Os pesquisadores consideram que serão necessárias três décadas de observações para detectar as mudanças nos ecossistemas oceânicos.

           

          “Em conjunto, esses resultados sugerem que os efeitos das mudanças climáticas já são sentidos nos ecossistemas microbianos marinhos de superfície, mas ainda não foram detectados”, escreveram os pesquisadores.

           

          Vale ressaltar que esverdeamento do oceano foi particularmente mais perceptível ao redor da linha do Equador, linha imaginária que circunda a Terra, dividindo o planeta nos hemisférios Norte e Sul.

           

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            Futurista e sustentável: conceito de megaiate de cruzeiro reúne seis tecnologias ecológicas

            Com 181 m de comprimento, Swap2Zero vai muito além dos padrões estabelecidos para redução dos níveis de emissão

            Reduzir os níveis de poluição na navegação marítima é um tema em alta no mercado náutico. Atualmente, as embarcações devem seguir uma regulamentação de níveis de emissão — que vale tanto para navios comerciais quanto para os de cruzeiro. Um projeto de megaiate, surpreendentemente, promete ir bem além disso.

            Batizado de Swap2Zero, o recém-revelado conceito do barco de cruzeiro combina seis tecnologias com emissão zero, algo nunca feito na indústria. A novidade da operadora francesa Ponant terá 181 metros de comprimento, 100 cabines de luxo e também pretende funcionar como plataforma de pesquisa.

             

            Embarcações com tecnologias ecológicas estão cada vez mais presentes nos mares, buscando alinhar conceitos estéticos e de desempenho à preocupação com o meio ambiente. Os cruzeiros estão se voltando cada vez mais para o GNL (gás natural liquefeito) e outros combustíveis alternativos, por exemplo.

            Conheça as 6 tecnologias ecológicas do Swap2Zero

            Dentre as seis tecnologias ecológicas do megaiate Swap2Zero, a primeira é um sistema de vela de última geração. Combinado a um design de casco eficiente, as velas fornecem metade da energia de propulsão usando energia eólica pura.

             

            Com a ajuda de mais de 1.000 metros quadrados de painéis fotovoltaicos, o Swap2Zero usará energia solar.

             

            O megaiate tem ainda duas inovações ligadas às células de combustível. A primeira é baseada em células de baixa temperatura, usando hidrogênio líquido para propulsão.

             

            Já a segunda é baseada em células de combustível de alta temperatura, voltada para a carga hoteleira da embarcação (todos os sistemas elétricos a bordo). Tanto a água quanto o calor resultantes desses processos serão reutilizados.


            Um sistema de gerenciamento de energia projetado sob medida será responsável por reunir tudo, controlando e distribuindo energia, sem o uso de geradores.

             

            Por último, a embarcação terá a bordo um sistema de captura de carbono conectado à célula de combustível de alta temperatura. Todas essas tecnologias ecológicas prometem resultar em emissões zero de gás carbônico, óxido nitroso e metano, além de permitir uma autonomia de 30 dias para a embarcação.

             

            O conceito inovador do navio foi desenvolvido em conjunto com o especialista em arquitetura naval Stirling Design International. A Ponant procura agora o estaleiro ideal para iniciar a produção da embarcação. O objetivo é lançar o Swap2Zero até 2030.

             

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              Azimut Yachts e estilista Magda Vertuan prepararam uma surpresa no closet da Azimut 27 Metri

              Parceria entre as marcas vai levar vestido da grife aos closets da embarcação de luxo

              Quem comprar a refinada Azimut 27 Metri vai ter uma surpresa ao entrar na sua elegante suíte máster, que fica na proa do convés principal do iate, e abrir o closet: um vestido da grife Sohoostyle. A promoção faz parte de uma parceria entre a Azimut Yachts e a empresária e estilista Magda Vertuan.

              “Desenvolvemos uma peça exclusiva para essa missão, que é um vestido em gaze de linho italiano branco, com bordados azuis, que tem tudo a ver com náutica”, explica Magda, que adora inventar moda, inspirada sempre na magia das cores e na força da natureza.

              Magda Vertuan, estilista e empresária da Sohoostyle e Flávia Martins, relações públicas da Azimut Yachts

              A qualidade dos tecidos, segundo ela, é primordial na produção das peças. “Só usamos fibras naturais, como 100% linho, 100% algodão e 100% seda. Valorizamos a sustentabilidade, e com isso trabalhamos com o estilo slow fashion, ou seja, que não sai de moda e se aplica a todas as faixas etárias, com foco de produção humanizada e desacelerada”, garante a empresária e estilista.

              O vestido da grife Sohoostyle estará no closet da suíte máster da Azimut 27 Metri

              O estilo, a um só tempo elegante e descolado, amadureceu quando a empresa fincou raízes no sul da Bahia. Explica-se: a Sohoostyle é uma marca de e-commerce criada em Londrina, em 2013, e que há cinco anos ganhou sua primeira loja na badalada Trancoso.

               

              “Por estar no famoso vilarejo baiano, um dos lugares mais concorridos do verão brasileiro, um dos princípios da marca passou a ser o uso de muita cor, com tingimento manual dos tecidos e a aplicação de bordados. A Sohoostyle leva a essência de Trancoso”, defende Magda.


              Trancoso, segundo ela, une como nenhuma outra o charme rústico e colonial da vila a um toque de sofisticação que encantam as mulheres apaixonadas por moda e que gostam de estar sempre confortáveis com looks atemporais permanentes em seus closets.

               

              Apesar de todo apelo das cores, para a ação conjunta com a Azimut a estilista preferiu eleger o tecido branco, com detalhes em azul, para rechear o closet da 27 Metri. “Mas nós temos versões desse vestido em várias cores: verde com rosa; azul com rosa; pink com azul; bege com azul, etc.”, faz questão de esclarecer Magda, reforçando a identidade da marca. Bom gosto atrai bom gosto.

              Outra cor do modelo da Sohoostyle

              Embarcação feita para paladares, digamos, mais apurados, a Azimut 27 Metri é um daqueles iates que nós, brasileiros, até pouco tempo atrás só podíamos ver em filmes. Felizmente, agora é construída no Brasil e faz o maior sucesso. Ainda mais com um belo vestido da Sohoostyle no closet.

               

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                Mesmo com ambientes espaçosos e bem decorados, a cabana não tem quartos nem banheiro

                Por: Redação -
                18/07/2023

                Curtir uma refeição ou uma festinha em uma cabana flutuante, com uma bela vista para as águas, parece um convite irrecusável — ainda mais ao pôr do sol. Alguns sortudos terão a chance de viver essa experiência na Nova Zelândia, após desembolsarem uma nota preta em um leilão.

                A cabana flutuante em questão foi comercializada por meio de um leilão. O ganhador pagou US$ 1,25 milhão, cerca de R$ 6 milhões (valores convertidos em julho de 2023), pelo imóvel de apenas 65 m², que não tem quartos nem banheiro.

                Fotos: New Zealand Sotheby’s International Realty/ Divulgação

                Essa metragem abriga uma ampla e bem decorada sala de estar, sala de jantar, cozinha completa e um deque sobre as águas. Reformada, a propriedade está localizada em uma estrada à beira-mar, na Baía de Whakatakataka, cerca de 5 km a leste de Auckland, cidade na Ilha Norte da Nova Zelândia.


                Assim como outros imóveis da região, a cabana flutuante foi originalmente construída na década de 1930, como um galpão de barcos. Anos depois, parte destes galpões foi revitalizado e transformado em cabanas flutuantes, como o imóvel leiloado por R$ 6 milhões.

                Foto: New Zealand Sotheby’s International Realty/ Divulgação

                Vale ressaltar que o comprador da cabana flutuante não recebeu escritura nem o título de proprietário do imóvel. Em vez disso, ele tem um contrato para permissão de uso.

                Foto: New Zealand Sotheby’s International Realty/ Divulgação

                A construção também não pode ser utilizada como residência fixa, apenas uma cabana de férias. Isso tanto por não oferecer dormitório nem banheiro, quanto por conta da lei de patrimônio sobre esses espaços históricos.

                 

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                  Cientistas encontram lixo em 77 de 84 recifes de corais estudados em pesquisa

                  Estudo conduzido por brasileiro mostra que plástico é o principal detrito encontrado, incluindo resíduos da pesca

                  A quantidade de lixo em recifes de corais ao redor do mundo alcançou números surpreendentes. O brasileiro Hudson Tercio Pinheiro, do Centro de Biologia Marinha da USP, foi o responsável por conduzir a pesquisa que encontrou os detritos e ligou o alerta para essa questão.

                  Publicado na revista Nature, o estudo soma 1.231 análises subaquáticas, sendo que grande parte das imersões foram feitas na zona mesofótica, que fica entre 30 e 150 metros abaixo da superfície da água.

                  Foto: Luiz Rocha / Divulgação

                  Hudson passou seis anos visitando ecossistemas de recifes ao redor do globo. Ao todo, o pesquisador passou por 52 deles, sendo que outros 32 locais foram analisados por outros pesquisadores parceiros do brasileiro, no mesmo período, resultando em análises de lixo em recifes de corais de 14 países.

                  Incrivelmente, nós encontramos maior quantidade de lixo nos ambientes mais profundos. Isso não era esperado – Hudson Tercio Pinheiro, pesquisador

                  Alguns pontos podem explicar o motivo pelo qual uma grande quantidade de lixo foi encontrada em ambientes profundos. Nos recifes mais rasos, por exemplo, há maior ação humana para a remoção de detritos, assim como a força das ondas são capazes de levar o lixo tanto para o mar aberto, quanto para as profundezas do oceano.


                  O fato do plástico ficar preso nos corais da zona mesofótica — que forma a última barreira antes da acumulação no fundo do mar — também explica a maior quantidade de lixo no fundo do oceano, assim como o fato dos corais mais rasos crescerem rapidamente ao ponto de cobrirem parte da poluição.

                  Sempre ele: o plástico

                  Os cientistas encontraram lixo em 77 dos 84 recifes estudados, sendo o plástico o material mais abundante, somando 88%. Nesse percentual, predominam as embalagens plásticas.

                  Foto: Luiz Rocha / Divulgação

                  Das áreas pesquisadas, somente ao redor de Seychelles — país da África formado por ilhas no Oceano Índico, ao Norte de Madagascar — as embalagens não foram encontradas. No entanto, houve registros anteriores de lixo nesses locais.

                  Foto: Luiz Rocha / Divulgação

                  Há quem pense que os lugares mais remotos do planeta ficam de fora da estatística do plástico no mar, mas não é bem assim. Nos recifes das Ilhas Marshall, no Pacífico, foram encontrados de 581 a 1.515 itens de plástico por quilômetro quadrado. Comores, um arquipélago na costa Sudeste da África, teve a maior densidade de poluição, com cerca de 8.529 a 84.495 itens de plástico por quilômetro quadrado.

                  A pesca como ameaça

                  No meio de tanto lixo, alguns materiais se destacam por estarem presentes com frequência. Dos itens de plástico encontrados no mar, 73% eram oriundos da pesca: cordas, redes e linhas. Aliás, a “pesca fantasma” acontece justamente por conta desses itens que, enroscados nos corais, acabam capturando animais marinhos, que ficam presos.

                  Foto: Léo Francini / Divulgação

                  Segundo os pesquisadores, o acúmulo do plástico nos recifes de coral é estimado em pelo menos 11 bilhões de itens apenas nos recifes rasos da Ásia e do Pacífico. A previsão é que a poluição plástica aumente em 40% antes de 2025, sendo que os picos acontecem em locais próximos a populações humanas, com grandes mercados e áreas protegidas.

                  Foto: Luiz Rocha / Divulgação

                  Importância dos recifes de corais

                  Os recifes de corais são responsáveis por abrigar cerca de 25% da biodiversidade marinha e metade de todas as espécies conhecidas de peixes, mesmo que represente menos de 1% da cobertura do mar. Contudo, a poluição tem diminuído a capacidade dos recifes de abrigar animais marinhos e algas.

                   

                  Além disso, devido à pouca luminosidade, os recifes mais profundos têm menor capacidade de recuperação, já que crescem de forma mais lenta. Para piorar, o plástico causa danos aos recifes, prejudicando ainda mais a sua recuperação.

                   

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                    Conheça o projeto de superiate com design inspirado em carros esportivos de 1960

                    Além dos carros, o designer italiano Lorenzo Berselli teve iates J-Class de 1930 como inspiração

                    Embarcações inspiradas em carros podem até não ser novidade — a exemplo dos modelos com “quatro rodas” que flutuam sobre as águas — , mas o designer italiano Lorenzo Berselli trouxe muita classe ao seu mais novo projeto ao escolher os esportivos de 1960 como inspiração para um superiate.

                    Ao falar em esportividade o que se imagina é um modelo de embarcação bruta, com grandes motores e muita aceleração. Mas a verdade é que o Horus, projeto de Berselli, tem um layout ultramoderno, uma vez que o italiano também se inspirou nos majestosos iates J-Class.

                    Os iates em questão foram uma classe lendária de veleiros de corrida (às vezes chamados de “J-boats”) construídos de acordo com as especificações da Regra Universal de Nathanael Herreshoff (um dos arquitetos navais mais famosos do final do século dezenove).

                     

                    O Horus, por sua vez, combina duas tendências populares em iates de luxo atualmente. A conexão do interior com o exterior do barco foi bem pensada — e aproveitada — , por isso, ela existe não somente conectando algumas áreas, como de costume, mas ao redor de toda embarcação.

                    O superiate ainda possui um sistema de propulsão híbrido, proporcionando ao Horus a capacidade de navegar em baixa velocidade sem usar seus motores a diesel mas, quando utilizados, podem atingir velocidades médias e garantir uma autonomia de 5.000 milhas náuticas (9.260 km) a 12 nós (13,8 mph/22 km/h).


                    O layout do superiate foge do convencional e traz um andar superior dedicado à cabine do proprietário, com uma cobertura de mais de 100 metros equipada com jacuzzi, um escritório, varandas laterais e uma janela traseira com vista panorâmica.

                    Outras seis cabines estão no convés principal (quatro delas VIP), todas equipadas com janelas do chão ao teto, com persianas que alteram a aparência de todo o baluarte.

                     

                    Uma área multifuncional proporciona aos passageiros do Horus refeições ao ar livre ou reuniões ao redor da fogueira no sofá circular. A área de popa do convés lembra um jardim de inverno, com vários espaços de descanso e jantar.

                    Uma das grandes atrações do barco é a piscina, que fica pertinho do nível da água. Um sistema de toldo deslizante discreto é capaz de cobrir toda a área do beach club para fornecer proteção sem fechar a conexão com o exterior.

                     

                    Por enquanto, o Horus é um conceito de superiate, que deve ganhar vida em breve e chamar atenção também no mundo real.

                     

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                      Registro de trio de baleias jubarte vence concurso de fotos do mar; veja imagens

                      Fotografia de leão-marinho sofrendo os impactos humanos na natureza também chama atenção

                      17/07/2023

                      Registros da vida marinha sempre chamam atenção, uma vez que os oceanos ainda carregam muitos mistérios e aguçam a nossa curiosidade. Organizado pela ONG americana Ocean Conservancy, o Concurso Anual de Fotografia elege as melhores fotografias do mar. Neste ano, a grande vencedora é da fotógrafa Rachel Moore, que mostra um trio de baleias (foto acima), com o título “Sincronia em Movimento”.

                      A foto foi selecionada pelos jurados da Ocean Conservancy na categoria mais importante do concurso, intitulada de “Escolha dos Jurados”. A imagem em questão mostra três baleias jubarte nas águas cristalinas da Polinésia Francesa.

                      Enquanto flutuava quilômetros ao largo da costa em busca de baleias, este trio, mãe, filhote e escolta macho chegaram para uma passagem próxima em perfeita sincronia. – Rachel Moore

                      Outro registro da fotógrafa que venceu o prêmio. Foto: Instagram @moore_rachel / Divulgação

                      No perfil de Rachel no Instagram é possível apreciar outros grandes registros feitos pela fotógrafa que, segundo a organização do concurso de fotografia, “tem navegado lentamente ao redor do mundo em seu barco Agape, capturando a beleza selvagem de nosso planeta para inspirar outras pessoas a proteger e conservar nosso precioso oceano.”


                      Um outro lado da história

                      A beleza da vida marinha é tão vasta quanto os oceanos, mas o lado sombrio dos mares não escapa das lentes dos fotógrafos que se dedicam a esse universo. A categoria “Impacto Humano” do concurso traz justamente esse ponto.

                      “Choked Up”. Foto: Nicholas DeNezzo / Divulgação

                      Nela, o fotógrafo Nicholas DeNezzo, que trabalha com o resgate de animais marinhos, trouxe o registro de um leão-marinho, na Califórnia, com o pescoço preso por algo que aparenta ser uma corda ou algo similar, que acabou ficando preso ao animal.

                      Como profissional de resgate, essa cena faz parte do nosso dia a dia, onde lidamos com as artes de pesca, a poluição do lixo e outros impactos humanos que afetam a vida marinha local. – Nicholas DeNezzo

                      Outro registro do fotógrafo Nicholas DeNezzo. Foto: Instagram @nickipedia_ / Divulgação

                      Confira outras imagens que se destacaram no concurso

                      “Climate Endurance”, imagem vencedora da categoria Vida Selvagem Marinha. Foto: Jenny Wong / Divulgação
                      Foto: Brandon Berry / Divulgação
                      Foto: Gregory Dubois / Divulgação
                      Foto: Christopher Baker / Divulgação
                      Foto: Steve Baroch / Divulgação
                      Foto: Lorenzo Ragazzi / Divulgação
                      Foto: Wilfrido Lucero / Divulgação
                      Foto: Kevin Morgans / Divulgação
                      Foto: Maximilian Holba / Divulgação
                      Foto: Ross Sheldrake / Divulgação

                       

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                        Parece um episódio piloto de uma série de TV, mas é vida real: um misterioso objeto não identificado na Austrália movimenta uma praia remota, deixando moradores em alerta. Até a Agência Espacial Australiana entrou no caso e agora investiga do que se trata o curioso item gigante de formato cilíndrico.

                        O local fica na Austrália Ocidental, em uma praia chamada Green Head. Moradores curiosos logo descobriram o artefato nas areias. Garth Griffiths, um morador local, disse que foi alertado por um vizinho sobre a aparição do objeto na tarde deste domingo (16).

                        Uma senhora e seu parceiro o descobriram flutuando na beira da água e o arrastaram para fora com seu veículo com tração nas quatro rodas – Garth Griffiths, morador local

                        Ainda segundo Griffiths, o artefato “é uma espécie de objeto semicilíndrico, feito de material leve de fibra de carbono, como resina leve. Tem 2,5 metros de largura por 2,5 m a 3 m de comprimento. Havia cracas e vida marinha crescendo nele.”


                        O primeiro “palpite” é que o objeto trata-se de parte de um foguete lançado por outro país. A polícia, que faz a segurança do item misterioso enquanto as autoridades estaduais e federais tentam descobrir o que ele é, disse que uma análise do Departamento de Bombeiros e Serviços de Emergência e do Centro de Química da Austrália Ocidental determinou que “o objeto era seguro e que não havia risco para a comunidade”.

                         

                        Apesar disso, a Agência Espacial orienta que “como a origem do objeto é desconhecida, as pessoas não devem manusear ou tentar mover o cilindro”.

                         

                        A polícia tenta agora evitar que uma multidão se forme ao redor do objeto não identificado na praia da Austrália. Será que essa série ainda vai render outros episódios?

                         

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                          16/07/2023

                          O pequeno catamarã de 25 pés sem cabine, batizado de Igloo — da dupla Beto Pandiani e Igor Bely — há muito tempo desistiu de navegar por águas calmas e abrigadas. Foi este o barco escolhido para cumprir a travessia entre os oceanos Pacífico e Atlântico, a chamada Passagem Noroeste.

                          A cada ano, os comandantes do Igloo inventam novos lugares para uma jornada insólita — quase sempre por mares distantes e hostis, com desafios piores que aqueles que enfrentaram anteriormente.

                           

                          Entre 2007 e 2008, por exemplo, eles encararam uma jornada de nove mil milhas entre o Chile e a Austrália, cruzando todo o Oceano Pacífico. Isso tudo a bordo de um também singelo Hobie Cat, de 25 pés. Essa foi, aliás, a primeira travessia do tipo realizada por alguém a bordo de um pequeno multicasco sem cabine.

                          Anos antes, então ao lado de outro parceiro, Betão — como o velejador é conhecido — enfrentou o temível Cabo Horn, numa viagem de cinco meses entre Puerto Montt, no Chile, e o Rio de Janeiro. Assim, tornou-se também o primeiro velejador a chegar à Antártica em um barco sem cabine, com direito a cruzar o Estreito de Drake.

                           

                          Já foram oito expedições até agora, cada uma mais espetacular que outra. A mais recente, concluída em setembro de 2022, foi a travessia da lendária Passagem Noroeste. Este é um labirinto de gelo estreito e naturalmente perigoso, entre o Pacífico, no Alasca, e o Atlântico, na Groenlândia, 800 quilômetros acima do Círculo Polar Ártico.

                           

                          Possivelmente, essa foi a jornada mais ousada do velejador em quase três décadas de aventuras. Para isso, Betão, de 65 anos, e Igor, 39, não embarcaram em um barco motorizado, com casco de aço ou alumínio, próprio para encarar os blocos de gelo.

                           

                          Está aí a maior dificuldade e a ousadia do projeto. Eles percorreram os canais gelados (um inimigo implacável) movidos apenas pela força dos ventos e, em alguns momentos, dos próprios músculos.

                          A fim de criar outra forma de propulsão, além do vento, para ultrapassar o gelo, ancorar ou acessar o píer de uma comunidade Inuíte (povo indígena esquimó), o catamarã foi equipado com um recurso extra. Um sistema de pedais a bordo, que permite deslocamentos sem vento a uma velocidade de 2 nós. O sistema os ajudou também a esquentar o corpo, nos dias mais frios.


                          Especial, o Igloo é um barco de fibra de carbono, com reforços com fibras de kevlar, materiais que resultam em mais resistência e leveza, perfeito para velejar com ventos fracos. O casco, monobloco (ou seja, uma peça única, sem travessas parafusadas), tem três metros de boca, um mastro com 11,5 metros de altura e um par de hidrofólios, pequenas “asas” submersas com as quais a embarcação se eleva acima da linha da água, atingindo velocidades superiores.

                           

                          Após a largada em 19 de julho, os velejadores partiram da canadense Tuktoyaktuk, no norte do Oceano Ártico, em direção a Kaktovik, no estado americano do Alasca, onde a Passagem Noroeste se inicia. Foram 44 dias de navegação até o Arctic Bay, um povoado remoto no norte do Canadá, período em que ficaram permanentemente expostos ao frio, com a temperatura em torno de zero grau, sem contar a sensação térmica negativa e a umidade.

                          Durante o trajeto, pegamos ventos fortes, vento fraco e calmaria. Enfrentamos neve e até ficamos presos no gelo. Este ano foi atípico na região, por isso atracamos até em comunidades Inuítes, à espera de um tempo favorável – Beto Pandiani, velejador

                          Frente a um quadro como esse, Beto Pandiani e Igor Bely usaram durante a travessia calçados impermeáveis e roupas apropriadas como por exemplo macacão e camadas de baixo de pena de ganso. Contudo, as vestimentas segundo o experiente velejador não aguentavam a umidade forte da região. Ainda assim, sua equipe conseguiu enfrenetar bem o desafio.

                          Pequeno, mas valente, o Igloo enfrentou as adversidades com bastante estabilidade. Deslizou suavemente pelas passagens estreitas entre as ilhas. E, quando o gelo se tornou um obstáculo mais difícil, a dupla de aventureiros lançou mão do sistema de pedais, pondo os músculos para funcionar pedalando o barco.

                          Beto Pandiani e Igor Bely estavam a bordo de embarcação equipada

                          Para não ter a resistência minada, os dois — além de estar bem mentalmente — tiveram de investir na preparação física. Betão malhou durante um ano e meio numa academia de São Paulo, enquanto Igor — cidadão dos sete mares, filho de mãe francesa e pai russo — manteve-se em atividade na Terra do Fogo, onde mora, a bordo do Kotic II, veleiro de aço de 62 pés.

                          Beto Pandiani e Igor Bely levaram na travessia a mesma dieta das outras duas travessias que encararam juntos, à base de comida liofilizada, pois o barco não comporta muito peso. E para beber, os velejadores optaram pela compra de galões de 15 a 20 litros de água durante as escalas. Porém, para uma emergência, o barco tinha um dessalinizador.

                          Dessa vez, tínhamos nossa alimentação foi mais luxuosa. Tínhamos sopas, barras de cereais, castanhas, nozes e barras energéticas. Além disso, levamos também iogurtes, pães e queijos – Beto Pandiani, velejador

                          Entre os equipamentos indispensáveis à viagem, além do VHF, a Arycom, provedora de sistemas de comunicação, forneceu aos velejadores um telefone via satélite de banda larga, com o qual os dois mantinham contato com a civilização usando o satélite Inmarsat-C, e mais dois telefones de voz Iridium e um rastreador Spot X, que conta com função SOS e tem bússola integrada, entre outros recursos. Aliás, o barco dispunha de internet e Wi-Fi, que permitia o envio de mensagens por WhatsApp.

                           

                          Batizado de Rota Polar, o projeto tinha como objetivo discutir as mudanças climáticas, provocadas pelo rápido degelo do Ártico e seus impactos socioambientais. Fechada pelo gelo nos últimos séculos, a Passagem Noroeste vem se tornando cada vez mais navegável com o aquecimento global que atinge a calota polar e o consequente degelo.

                          Não por acaso, o pequeno Igloo cruzou com alguns barcos pelo caminho, como três navios turísticos, dois barcos da guarda costeira canadense e dois pesqueiros, além do Fraternidade, veleiro de 65 pés com o qual navegador Aleixo Belov (ucraniano de nascimento e baiano de coração) está rodado o mundo. Eram embarcações com cascos de aço e alumínio, preparadas para enfrentar o gelo.

                           

                          Com o intuito de produzir um documentário sobre as alterações que vem sofrendo, seja pela ação deletéria dos homens ou da natureza, Beto Pandiani e Igor Bely filmaram toda a travessia. Ele ainda acredita que todo esse tráfego na região, irá ocasionar algum impacto ambiental rem relação à vida marinha.

                           

                          O fotógrafo e documentarista de aventura Al Andrich, especialista em locais inóspitos, e o fotógrafo, documentarista e ativista ambiental Alexandre Socci, da Tocha Filmes, registraram alguns trechos da viagem. Além do documentário, o projeto Rota Polar irá resultar na produção de artigos e na publicação de um livro que retratarão o impacto ambiental, social, econômico e cultural do rápido desgelo do Ártico.

                          Vale ressaltar que o explorador norueguês Roald Amundsen (1872-1928) foi primeiro a fazer essa travessia, em 1903, a bordo do Gjøa, embarcação de pequeno porte, a remo ou a vela. Com uma tripulação de seis pessoas, liderada por Amundsen, o Gjøa atingiu o Oceano Pacífico em 1906, após uma viagem de mais de três anos.

                           

                          O sonho dos navegadores dos países de Atlântico Norte era abrir a Passagem Noroeste para o tráfego marítimo comercial, o que diminuiria, por exemplo, a distância entre Londres e Tóquio de 23 mil quilômetros (via Cabo da Boa Esperança, contornando a África) para apenas 12 mil. Mas o frio, a ameaça de gigantescos icebergs e as violentas tempestades de neve sempre foi um entrave para a concretização desse sonho.

                           

                          Agora, com o degelo da calota polar, essa rota finalmente está se tornando transitável, com a promessa de diminuição do curso marítimo entre o continente asiático e o europeu. Ainda há muito gelo pelo caminho, como testemunharam Beto Pandiani e Igor Bely durante a travessia.

                          Durante a viagem, eles não ficaram completamente sozinhos. Ao contrário, tiveram como companhia os mais diversos animais, de pássaros a três espécies de baleias. As focas eram visitas mais constantes. Quando o vento não soprava com força, algumas delas chegavam a nadar ao lado do barco. Ursos brancos também surgiram no caminho. Por fim, foram premiados com um espetáculo inesquecível: dezenas de baleias-brancas (belugas) brincando despreocupadamente nas águas transparentes da Baía Leopold.

                           

                          Foi nesse clima que, dia 4 de setembro, Betão e Igor avistaram o povoado de Artic Bay, onde a travessia em um pequeno barco sem motor alcançou a chegada. “Eram 3 horas da manhã e estávamos a apenas 6,4 milhas de Artic Bay. A viagem estava concluída. Jogamos a âncora e o Igloo se aquietou. Demos um grande abraço e rimos”, registou Betão em seu diário de bordo, colocando ponto final em mais uma linda história.

                          A Passagem Noroeste estava finalmente conquistada e outras façanhas virão. Podem anotar que, logo, logo eles inventam outro lugarzinho bom para se aventurar, certamente outra viagem inédita e única. Definitivamente, o barco desses dois comandantes não nasceu para navegar por águas calmas.

                           

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                            Taam Ja' tem 247 m de profundidade e foi encontrado na baía de Chetumal, no México

                            15/07/2023

                            Descoberto por cientistas no mar da costa do México, o segundo maior buraco azul do mundo tem 274,4 m da base até a parte mais baixa — o que equivale, aproximadamente, à altura de um prédio de mais de 100 andares.

                            O buraco leva o nome de Taam Ja’ (que significa “águas profundas”, na língua maia) e foi descoberto por uma equipe do Colegio de la Frontera Sur (Ecosul), um centro de pesquisas mexicano, na baía de Chetumal.

                            Os buracos azuis se assemelham a buracos comuns na terra, porém, são cheios de água. Por conta da dificuldade de acesso ao seu interior — e até mesmo de encontrá-los — eles acabam sendo pouco conhecidos e estudados.

                             

                            Inclusive, os estudos e o levantamento com informações do Taam Já’ foram feitos em setembro de 2021, mas somente após um estudo publicado na revista Frontiers in Marine Science, neste ano, os pesquisadores revelaram sua existência.

                             

                            Vale ressaltar que o trabalho dos cientistas partiu de informações iniciais dadas por pescadores locais, que instigaram os pesquisadores a investigar a região utilizando o sistema de ecossondagem (instrumentos que captam o comprimento das ondas de som na água) para determinar a profundidade do buraco.

                            As paredes do Taam Já’ são revestidas por biofilmes de algas marrons, sua superfície tem uma “forma quase circular” e suas beiradas são íngremes, com inclinações consideráveis — segundo o estudo, formam uma “grande estrutura cônica”.


                            Essas misteriosas formações no meio do mar são ricas em vida marinha e cientistas acreditam que tenham sido formadas durante as últimas eras glaciais.

                             

                            O buraco azul mais profundo do mundo foi descoberto em 2016 no Mar da China. Chamado Dragon Hole (ou Longdong), o buraco chinês tem nada menos que 300,8 m de profundidade.

                             

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                              Experiente navegador, André Homem de Mello irá participar da 50ª Semana de Vela de Ilhabela

                              André já fez mais de sete travessias no Oceano Atlântico e estará na edição especial do evento com os alunos da sua escola

                              14/07/2023

                              A 50ª Semana de Vela de Ilhabela terá a presença especial do velejador André Homem de Mello, o primeiro navegador em solitário que deu a volta ao mundo a bordo de uma embarcação.

                              André Homem de Mello estará participando do evento que ocorrerá entre os dias 22 e 29 de julho, no litoral norte de São Paulo, a bordo do barco Delta 32, apelidado de Oceano. Ele estará presente na classe Bico de Proa e sua tripulação surpreendentemente será formada por alunos da sua própria escola de vela.

                               

                              Sua participação na 50ª Semana de Vela de Ilhabela tem como intuito tanto oferecer aos jovens experiências de navegação quanto divulgar a campanha de financiamento coletivo para seu filme “Sozinho no Fim do Mundo”, que conta sua viagem ao redor do mundo e finalizada em 2002.


                              Navegador quer lançar filme e nova edição de livro

                              O ano de 2023 será bastante badalado para o experiente velejador. Agora no segundo semestre, deverá ser lançado o filme sobre suas aventuras em alto-mar. A produção mostrará novas imagens da volta ao mundo e também das sete travessias no Oceano Atlântico e uma do Oceano Pacífico.

                              Foto: Matias Capizzano/ YCI/ Divulgação

                              As gravações mostram cenários como o Cabo da Boa Esperança, Cabo Leewin, na Austrália, águas do sul da Nova Zelândia e, por fim, o Cabo Horn, localizado no extremo sul da América do Sul.

                               

                              Para que o filme seja concretizado, o navegador contará com um crowdfunding, que pretende arrecadar ao menos R$ 316 mil. Outra tarefa de André Homem de Mello será tentar viabilizar uma edição mais recente do seu livro “Diário de Bordo”, revisado em comemoração dos 20 anos de seu lançamento.

                               

                              Nas páginas, o velejador conta sua aventura de seis meses e como enfrentou grandes ondas e tempestades sem pisar em terra firme.

                              50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela

                              Para a edição de 2023 da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, estão convidadas as classes HPE30, ORC, Clássicos, C30, BRA-RGS, Bico de Broa, Multicascos, HPE25 e VPRS. Os mais de 100 barcos esperados participarão de regatas em percursos variados ao longo da semana.

                               

                              Além das competições, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela também oferece uma série de atividades culturais e sociais dentro e fora do Yacht Club de Ilhabela, como shows, exposições e palestras.

                               

                              A competição abre no domingo, 23 de julho, com a tradicional Regata 100 anos – Atrevida por Boreste – Marinha do Brasil. A travessia tem mais de 50 milhas náuticas e contorna a icônica ilha do litoral norte paulista.

                               

                              A organização fará, ao longo da semana, regatas de acordo com as condições de mar e vento, podendo ser no Canal de São Sebastião ou nas raias mais ao norte e ao sul da ilha. As inscrições estão abertas no site oficial do evento.

                              Saco da Capela. Foto: Paulo Stefani/Sectur Ilhabela

                              Ilhabela: Capital da Vela é repleta de belezas naturais

                              Lindas praias, recortadas por vegetação abundante e um mar de verde intenso são alguns dos cenários de Ilhabela, um dos refúgios mais belos do litoral norte de São Paulo. A cidade abriga mais de 50 praias, metade delas ainda praticamente virgens, e cachoeiras abundantes.

                               

                              A equipe de NÁUTICA preparou uma seleção especial de passeios por Ilhabela para quem for visitar a Capital da Vela durante a 50ª edição da competição. São, ao todo, mais de 20 dicas para curtir a ilha. Confira nosso roteiro completo por Ilhabela.

                               

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                                Preparamos um roteiro por Ilhabela, que sediará a 50ª edição da Semana de Vela

                                Evento acontece de 22 a 29 de julho na ilha que reserva grandes refúgios naturais

                                De 23 a 30 de julho, Ilhabela será sede da 50ª edição da mais tradicional semana de vela do país. Serão sete dias ininterruptos de regatas, intercalados com muita confraternização, numa mistura de sotaques tanto brasileiros quanto estrangeiros. Impossível não ficar impressionado com as dimensões de um evento que nasceu despretensiosamente, 50 anos atrás, e que hoje atrai cerca de 1.600 velejadores.

                                Organizada pelo Yacht Club de Ilhabela, a Semana de Vela deve reunir este ano cerca de 150 veleiros, distribuídos pelas classes ORC, BRA-RGS, VPRS, C30, HPE 25, Clássicos, Bico de Proa e Multicasco. Os catamarãs correrão como classe convidada desde que formem uma flotilha e esta seja aprovada pela Comissão Organizadora.

                                Foto: Aline Bassi | Balaio de Ideias / Divulgação

                                A competição também valerá como Campeonato Brasileiro da Classe C30 e segunda etapa do Campeonato Brasileiro da Classe BRA-RGS. A abertura está marcada para o domingo, 23 de julho, com a regata Alcatrazes por Boreste – 100 anos Veleiro Atrevida, com percurso de 55 milhas.

                                Foto: Marco Mendéz/ Sail Station/ Divulgação

                                Mas esse não é o único motivo para você programar aquela viagem ao litoral de São Paulo. A Semana de Vela ocorre em um dos lugares mais bonitos do litoral do Brasil, com praias, matas, cachoeiras e muitas belezas naturais. Fácil, fácil, está entre os melhores lugares do país para se conhecer. Mesmo quem só vai para passear gosta. E sempre volta.

                                Saco da Capela. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                Abaixo, confira alguns motivos para ir à mais famosa ilha do litoral norte de São Paulo, durante a Semana de Vela.

                                A raia é democrática

                                A despeito de ser uma competição altamente seletiva do ponto de vista técnico e de ser dominada por veleiros de alta performance, a Semana de Vela não deixa de fora os competidores amadores, com seus barcos de cruzeiro – que, inclusive, são maioria.

                                Foto: Edu Grigaitis | Balaio de Ideias / Reprodução

                                E é justamente aí que reside um dos segredos do seu sucesso: permite que uma família de amadores divida a raia com medalhistas olímpicos como Robert Scheidt (que já confirmou presença este ano), Marcos Soares, Torben e Lars Grael.

                                Atrações para todos os gostos

                                Sediar o maior evento náutico da América Latina, a Semana de Vela de Ilhabela, é apenas mais um detalhe. Abençoada pela natureza, com lindas praias urbanas de um lado, ainda selvagens do outro e uma exuberante Mata Atlântica em todo o resto, Ilhabela é tão bonita que juntou substantivo e adjetivo numa só palavra. Em Ilhabela, basta navegar alguns minutos para achar (e sempre se acha…) uma praia de cartão postal e com praticamente ninguém no horizonte.

                                Praia do Pacuíba. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                Vegetação intocada

                                A capital nacional da vela detém outro título igualmente invejável: é o município brasileiro com o maior índice de preservação da Mata Atlântica original. Para ter uma ideia disso, basta dizer que 83% da ilha faz parte de um parque estadual que a preserva praticamente virgem e inacessível, enquanto a vila, os bairros, as ruas e as praias do sul e do norte ocupam apenas 17% da sua área. Num cenário assim, qualquer passeio ao ar livre já é um prazer à parte.

                                Cachoeira dos Três Tombos. Foto: Lailson Santos | Sectur Ilhabela

                                Mais de 40 praias

                                Para quem quer passar o dia relaxando diante do mar, Ilhabela tem 42 praias, metade delas ainda praticamente virgens: Castelhanos, Bonete, da Feiticeira, das Pedras Miúdas, Ilha das Cabras, do Curral, da Pedra do Sino, da Armação, de Jabaquara, etc.

                                Praia do Curral. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                Trilha Bonete-Castelhanos

                                Que as praias do Bonete e de Castelhanos são as mais desejadas da ilha, ninguém duvida. Mas o que poucos sabem é que, embora distantes entre si, existe um caminho (caminho mesmo, porque só pode ser feito a pé) entre essas duas praias.

                                Trilha do Bonete. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                É uma pernada e tanto, coisa de cinco ou mais horas de caminhada, dependendo da quantidade de paradas pelo caminho, já que a trilha reserva alguns atrativos para os andarilhos. Um deles é uma centenária árvore sapopema, cujo tronco é mais largo do que dez pessoas juntas.


                                Travessia de riacho na praia das Enchovas

                                A caminhada entre o Bonete, no extremo sul de Ilhabela, e Castelhanos, situada no lado leste, reserva boas surpresas. Uma delas é a travessia de um riacho de águas cristalino nas proximidades da praia das Enchovas (um recanto isolado, habitado por apenas uma família, onde a faixa de areia é coberta de pedras redondinhas, e o mar é transparente), que também é atravessada pela trilha que une as duas praias.

                                Praia das Enchovas. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                Um mirante natural

                                Na chegada a Castelhanos há um sensacional mirante natural, que permite ver a praia inteira de cima. Claro que não dá para ir e voltar no mesmo dia, mas pode ser um grande passeio para quem estiver no Bonete e quiser voltar para a vila nos jipes que levam turistas para Castelhanos — ou vice-versa.

                                Praia de Castelhanos. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                O uso original da trilha era para unir as comunidades caiçaras das duas praias. Quanto aos borrachudos, eles já não formam aquelas implacáveis esquadrilhas, capazes de deixar seus tornozelos em pandarecos.

                                Tesouros da natureza

                                Em meio à grande profusão de rios e mata virgem, distribuem-se 360 cachoeiras, sendo que 30 delas são abertas ao público para banho. Algumas são de fácil acesso, por meio de trilhas leves; outras têm percursos mais aventurosos.

                                 

                                É o caso da cachoeira Grande do Areado, a maior das quedas d’água existente na ilha. Estima-se que ela tenha entre 150 e 200 metros de altura, o que a colocaria como uma das maiores do país. Mas o seu acesso é bem complicado e a caminhada, pra lá de pesada — coisa de 24 quilômetros ida e volta.

                                Cachoeira da Laje. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                Mais simples (mas ainda assim não tão fácil, por exigir uma caminha de uma hora e meia) é visitar os chamados poços da Cachoeira do Laje, na trilha que leva à praia do Bonete. São dois poços de águas cristalinas. O primeiro deles lembra uma piscina olímpica. O segundo permite tomar banho de água doce vendo o mar ao fundo. Vale o esforço. E como vale.

                                Volta à ilha de barco

                                Com 330 quilômetros quadrados — ou 169 vezes a área do Principado de Mônaco — Ilhabela é a maior ilha marítima do Brasil. Ainda assim, pode ser contornada em um único dia de passeio de barco, embora isso não seja o mais recomendado, até porque sua navegação pode exigir muita atenção em certos trechos. Bem melhor é programar dois ou três dias e dormir ancorado em algumas de suas pequenas baías.

                                Praia da Fome. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                Prainha do Codó

                                Para quem preferir contornar a ilha de barco, é preciso ser bem curioso e ficar muito atento ao navegar entre a Baía de Castelhanos e o Saco do Sombrio para achar esta idílica prainha, que fica pra lá de escondida, quase em frente às ilhas Galhetas, mas não à vista dos barcos que passam.

                                Prainha do Codó. Foto: Márcio Bortolusso/Photoverde

                                O segredo está na sua localização, completamente atrás das pedras da costeira, e no seu minúsculo tamanho, com uma faixa de areia que, na maré baixa, mal passa dos dez metros de comprimento (na alta, ela praticamente desaparece).

                                 

                                É tão pequena e tranquila que barco não entra. É preciso ancorar bem antes e chegar nadando, o que só aumenta a surpresa de contornar uma fileira de pedras e dar de cara com o pequeno paraíso, que os caiçaras chamam de Codó ou Codói.

                                Tesouro escondido

                                Outro tesouro escondido no lado leste da ilha é a minúscula Praia da Riscada. Se não procurar, não acha. Todo mundo que vai de barco até Castelhanos passa por ela, mas não a nota, porque as mesmas pedras que a decoram (uma delas, bem no meio da areia, caprichosamente esculpida pela natureza com frisos — daí o nome, “riscada”) a escondem na costeira, além de impedir a aproximação dos barcos. O único jeito é cair na água e chegar a nado, o que, nos dias de mar calmo, é outro grande prazer.

                                Praia da Riscada. Foto: Márcio Bortolusso/Photoverde

                                Praia e piscina, lado a lado

                                No norte da ilha, entre a praia da Fome e o costão do Quebra-Coco, localiza-se a curiosa praia do Poço, que só quem conhece bem Ilhabela costuma acessar de barco, por ficar quase escondida no fundo de um saco — quem passa pelo mar, não vê a praia.

                                Praia do Poço. Foto: Márcio Bortolusso/Photoverde

                                Seu maior atrativo não é não ficar à mostra e sim o que ela tem para mostrar: um formidável poço de água doce (daí o nome da praia), permanentemente alimentado por uma pequena cachoeira que muda toda hora de formato, ao sabor das marés e do volume de água que vem do poço. Só o que nunca muda é o apetite dos borrachudos, ali sempre famintos. Mas, dentro d’água eles não têm como atacar.

                                Indaiaúba, uma praia quase exclusiva

                                Quanto você daria para ter uma praia só sua? Um milionário gastou uma grana preta para isso, na parte sul da ilha.

                                Praia de Indaiaúba. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                Depois de comprar toda a parte de trás da praia de antigos caiçaras, ele fincou algumas (poucas) casas, para ele e seus familiares, implantou um esquema de segurança hi-tech, com câmeras de vigilância e seguranças motorizados espalhados pela mata preservada, e mandou construir um heliponto, já que não existe outra maneira chegar nesta praia a não ser a pé, de barco ou de helicóptero. Para muitas, Indaiaúba é a mais bonita das 42 praias da ilha.

                                Saco do Eustáquio, onde o mar é mais calmo

                                Quando querem um lugar bonito, tranquilo, seguro e muito abrigado para ancorar e passar o dia (e, eventualmente, também uma noite a bordo), os donos de barcos de Ilhabela não costumam ter muitas dúvidas: apontam a proa para o Saco do Eustáquio, vizinho à Baía de Castelhanos, do lado de fora da ilha.

                                Saco do Eustáquio

                                Essa enseada (ou “saco”, como os caiçaras a chamam) tem as águas mais tranquilas da ilha, e ainda por cima é protegida contra qualquer tipo de vento. Um abrigo perfeito, enfim. E ainda há dois gostosos quiosques na areia, sob a sombra de amendoeiras.

                                A emoção do Buraco do Cação

                                Entre todas as atrações naturais de Ilhabela, o Buraco do Cação talvez seja a mais radical. O Buraco é uma fenda na costeira da parte sul da ilha, no caminho para o Bonete, que o mar invade sem dó, especialmente nos dias de vento mais forte.

                                Buraco do Cação. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                Mesmo nos dias de mar calmo, só os mais experientes arriscam entrar nele, porque o risco de ficar preso lá dentro pela maré existe de fato. Mas a recompensa é que, logo após a fenda a gruta se alarga e é iluminada por uma espécie de claraboia no teto. É um lugar mágico. E para poucos.

                                O farol da Ponta do Boi

                                Fica em lugar bem isolado, no lado de fora da ilha, onde só se chega lá de barco — e se o mar estiver muito calmo — ou a pé, após algumas horas caminhando por uma trilha que parte do Saco do Sombrio.

                                Farol da Ponta do Boi. Foto: Márcio Bortolusso/Photoverde

                                Com jeito de castelinho, teve a construção concluída no ano 1900, em uma localização estratégica, para tentar evitar os muitos naufrágios que aconteciam na ilha. Sua luz pode ser vista de uma distância de 22 milhas.

                                Mergulhar na Ilha das Cabras

                                Mergulhar é um ótimo programa em Ilhabela. A ilha tem vários naufrágios para serem visitados e mar com boa visibilidade quase o ano inteiro. Um dos pontos imperdíveis é justamente o mais básico de todos: a ilha das Cabras, que fica a menos de 200 metros da orla.

                                Ilha das Cabras

                                Não há outro local com tamanha diversidade de vida marinha no litoral de São Paulo do que o entorno daquela ilhota, que pode ser vista até da estrada que leva ao sul da ilha. Não por acaso, a ilha das Cabras é um famoso ponto de ‘batismo’, ou seja, onde a maioria dos iniciantes faz o seu primeiro mergulho.

                                Avistamento de pássaros e de baleias

                                Ilhabela está dando impulso a uma nova forma de turismo, dentro de uma proposta de vida natural: o avistamento de pássaros e de baleias. Nada menos que 317 espécies de pássaros foram identificadas na ilha, dentro do projeto Birdwatching, que prevê a instalação de torres de avistamento em seis pontos do Parque Estadual de Ilhabela.

                                Bico-de-lacre. Foto: Aurélio Rufo | Sectur Ilhabela

                                Os visitantes podem observar, fotografar e catalogar espécies como o Tiê-sangue, símbolo da Mata Atlântica, Tangará, Coruja-preta e Papagaio-moleiro — esta espécie, eleita a ave símbolo da ilha.

                                Baleias jubartes

                                Se uma baleia encanta muita gente, imagina mais de uma centena delas. Segundo registro do projeto Baleia à Vista, que faz monitoramento dos mamíferos no litoral norte de São Paulo, esse é o número aproximado das jubartes — famosas por seu canto, por suas nadadeiras gigantescas e pelo belo balé aquático — avistadas a cada ano em Ilhabela.

                                Foto: Acervo/Sectur / Divulgação

                                A presença desses carismáticos animais suscitou a criação de postos de observação, por terra e pelo mar, que atrai turistas de diferentes partes do Brasil e do mundo.

                                O centrinho da vila

                                Indo para Ilhabela, não pode haver uma experiência completa se a jornada não incluir um rolê pelo charmoso centrinho da ilha, chamado de “a Vila”. É ali que ficam os restaurantes, os cafés e as livrarias. É ali também, pela rua do meio, que os velejadores costumam circular quando não estão na raia.

                                Centro Histórico (Vila). Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                Sem contar que, em tempo de Semana de Vela, tem lugar ali a chamada Race Village, palco para shows, ciclos de palestras e da entrega de prêmios para os vencedores das regatas. Dali, é possível acompanhar em tempo real, através de telões, as posições dos barcos nas regatas — algo impossível de acompanhar de terra firme.

                                A Meca da vela

                                Em resumo, Ilhabela tem uma costa linda, com dezenas de praias, muito verde, cachoeiras e uma gastronomia que respeita a tradição caiçara. E, como se não bastasse, ainda é a capital brasileira da vela e palco da maior competição oceânica da América Latina.

                                Foto: Edu Grigaitis | Balaio de Ideias / Reprodução

                                Quem diria que aquele evento despretensioso — que os velejadores Mário Volcoff e Carlos Cyrillo criaram 50 anos atrás, para dar credibilidade e vender títulos do então recém-inaugurado Yacht Club de Ilhabela — se transformaria em uma verdadeira apoteose da vela?

                                 

                                Náutica Responde

                                Faça uma pergunta para a Náutica

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                                  13/07/2023

                                  Além de reproduzirem grandes performances nos palcos, os astros do rock também mostram seu talento navegando sobre as águas. De barcos mais discretos até os com mais personalidade, a verdade é que navegar pode ser também um refúgio para quem tem sempre grandes holofotes apontados para si.

                                  Neste Dia do Rock, confira, a seguir, as embarcações de quatro grandes nomes do gênero musical.

                                  Billy Joel

                                  Além de cantor, compositor e pianista, o norte-americano Billy Joel é um verdadeiro amante dos barcos. O artista já chegou a ter cinco embarcações, incluindo um Inace de 29 metros.

                                  Foto: Fraser / Divulgação

                                  Atualmente, Joel tem um Vendetta de 17 metros, projetado para ser uma réplica dos clássicos que foram popularizados na década de 1920. Joel, inclusive, já usou a embarcação para ir de sua casa, em Long Island, até a cidade de Nova York para se apresentar em um show.


                                  O Vendetta é um iate a motor de 57,4 pés, entregue em 2005 pelo construtor americano Derecktor Shipyard. O iate de estilo clássico tem as características da década de 1920, com tecnologia e comodidades modernas. Projetado pelo arquiteto naval Doug Zurn, o barco foi reformado em 2019 e está a venda por cerca de 1,7 milhão de dólares (mais de R$ 8 mi em valores convertidos em julho/2023).

                                  David Gilmour

                                  O guitarrista e vocalista da banda inglesa Pink Floyd tem um barco que mistura o prazer de navegar com de compor. O Astoria de 27 metros é uma casa-barco construída em 1911 para Fred Karno, projetada para que uma orquestra de 90 músicos pudesse tocar em seu deck.

                                  Foto: Reprodução

                                  O guitarrista adquiriu o barco em 1986 e o ​​converteu em um estúdio de gravação completo com três cabines, cozinha, banheiro e um salão principal. Partes dos últimos três álbuns do Pink Floyd, juntamente com muitos dos lançamentos solos de Gilmour, foram gravadas a bordo do barco que atualmente está ancorado no rio Tâmisa, em Hampton, Londres.

                                  The Edge

                                  O guitarrista da banda irlandesa U2, The Edge, possui um superiate Cyan. O barco a motor de 48,71 metros foi lançado pelo construtor italiano Codecasa, em 1997.

                                  Foto: Reprodução

                                  O barco é conhecido por ter um dos melhores cinemas ao ar livre encontrados em superiates, sendo que até dez pessoas podem usufruir da regalia da embarcação de Edge. O Cyan está disponível para fretamento com a Burgess, com valores a partir de 196 mil dólares (quase R$ 1 mi, em valores convertidos em julho/2023).

                                  Eric Clapton

                                  Considerado um dos guitarristas mais influentes e bem-sucedidos da história do rock, Erick Clapton é dono do superiate Va Bene. O iate a motor de 46,51 metros foi lançado em 1992 e possui três decks.

                                  Foto: Reprodução

                                  A embarcação passou por uma reforma em 2008 e abriga até 12 hóspedes em acomodações confortáveis. Atualmente, o barco está disponível para fretamentos com valores a partir de 140 mil euros (aproximadamente R$ 800 mil, com valores convertidos em julho/2023).

                                   

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                                    Com a embarcação de 36 pés, estaleiro catarinense soma agora quatro barcos em águas lusitanas

                                    Há 25 anos no mercado, o estaleiro FS Yachts acaba de exportar, pela primeira vez, um modelo da lancha FS 360 Allure para Portugal. A embarcação teve como destino a Marina de Vilamoura, referência no panorama náutico de recreio na região do Algarve, com as belas praias do Mediterrâneo como cenário de fundo.

                                    Com este, já são quatro barcos da marca catarinense navegando em águas portuguesas. Consolidada no mercado internacional, o estaleiro já tem embarcações em 15 países ao redor do globo.

                                     

                                    Ricardo Fragoso, gerente comercial da empresa, destaca que, em 2022, a FS Yachts destinou 30% de sua produção à exportação. Para este ano, a FS Yachts pretende aumentar ainda mais a produção de embarcações destinadas ao exterior.

                                    A FS 360 Allure atracada na Marina de Vilamoura, em Portugal

                                    Ainda segundo Ricardo, os Estados Unidos são o próximo alvo, uma vez que a marca tem atuado bem no mercado europeu — principalmente com as lanchas FS 290 Wide e Concept, as mais exportadas do estaleiro brasileiro.

                                    Conheça a FS 360 Allure

                                    A FS 360 Allure é uma lancha de 36 pés no modelo hardtop. Seus 10,9 metros de comprimento e 3,45 m de boca foram bem aproveitados e fornecem lazer de qualidade para os que gostam de navegar tomando banho de sol e curtindo o contato com o mar e com a brisa.

                                    A lancha de lazer da FS tem capacidade para até 14 pessoas (incluindo o piloto), sendo que quatro podem dormir a bordo em uma cabine, que tem uma cama de casal ovalada na proa, e outra à meia-nau, em que o pé-direito sobre a cama é de quase 75 centímetros.

                                    Falando em altura, na entrada do barco ela chega a 1,85 m, enquanto o banheiro bate os 1,88 m e o cockpit, por sua vez, tem 1,92 m de altura na área central. Um dos pontos altos da FS 360 Allure é a visibilidade, seja com o piloto sentado ou em pé. O hard top tem 1,90 m de altura, o que permite à maioria dos pilotos ficar totalmente de pé, sem bater a cabeça no teto.

                                    Assista, abaixo, ao Teste Náutica da lancha FS 360 Allure.

                                     

                                     

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                                      Navio-Veleiro Cisne Branco estará na Semana de Vela de Ilhabela

                                      Público poderá explorar a embarcação ícone da Marinha do Brasil, em visitas guiadas, durante o evento que acontece de 22 a 29 de julho

                                      O icônico Navio-Veleiro Cisne Branco, símbolo da Marinha do Brasil, marcará presença novamente na abertura da 50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela. O evento, que vai 23 a 29 de julho, terá como palco o Yacht Club de Ilhabela (YCI) e vai reunir entusiastas da vela de diversas classes, incluindo HPE30, ORC, Clássicos, C30, BRA-RGS, Bico de Proa, Multicascos e HPE25.

                                      “O Cisne Branco segue as tradições navais e percorreu a mesma rota de Cabral, transmitindo a importância do contato com o mar, algo essencial para a Marinha”, destacou o Capitão de Mar e Guerra João Alberto Lampert, em uma entrevista durante a Semana de Vela de Ilhabela em 2016.

                                      Fotos: Marinha do Brasil / Divulgação

                                      Durante a competição em Ilhabela, no litoral norte paulista, o público terá a oportunidade de explorar o Cisne Branco em visitas guiadas, mergulhando na história e na grandiosidade da embarcação.


                                      O retorno do Navio-Veleiro Cisne Branco à abertura da 50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela traz um toque de beleza e imponência ao evento, reafirmando seu status como um símbolo do Brasil e celebrando a tradição marítima que faz parte da identidade do país.

                                      50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela

                                      Para a edição de 2023 da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, estão convidadas as classes HPE30, ORC, Clássicos, C30, BRA-RGS, Bico de Broa, Multicascos, HPE25 e VPRS. Os mais de 100 barcos esperados participarão de regatas em percursos variados ao longo da semana.

                                       

                                      Além das competições, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela também oferece uma série de atividades culturais e sociais dentro e fora do Yacht Club de Ilhabela, como shows, exposições e palestras.

                                       

                                      A competição abre no domingo, 23 de julho, com a tradicional Regata 100 anos – Atrevida por Boreste – Marinha do Brasil. A travessia tem mais de 50 milhas náuticas e contorna a icônica ilha do litoral norte paulista.

                                       

                                      A organização fará, ao longo da semana, regatas de acordo com as condições de mar e vento, podendo ser no Canal de São Sebastião ou nas raias mais ao norte e ao sul da ilha. As inscrições estão abertas no site oficial do evento.

                                      Saco da Capela. Foto: Paulo Stefani/Sectur Ilhabela

                                      Ilhabela: Capital da Vela é repleta de belezas naturais

                                      Lindas praias, recortadas por vegetação abundante e um mar de verde intenso são alguns dos cenários de Ilhabela, um dos refúgios mais belos do litoral norte de São Paulo. A cidade abriga mais de 50 praias, metade delas ainda praticamente virgens, e cachoeiras abundantes.

                                       

                                      A equipe de NÁUTICA preparou uma seleção especial de passeios por Ilhabela para quem for visitar a Capital da Vela durante a 50ª edição da competição. São, ao todo, mais de 20 dicas para curtir a ilha. Confira nosso roteiro completo por Ilhabela.

                                       

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                                        Australiana compartilhou todo o processo de reforma nas redes sociais e o resultado é surpreendente

                                        12/07/2023

                                        A criatividade é capaz de dar vida a coisas que, muitas vezes, já não tem mais utilidade. Mas algumas pessoas se destacam quando o assunto é ser criativo. É o caso de Lara Jane, da Austrália, que conseguiu transformar um galpão de barcos em uma verdadeira casa dos sonhos, cheia de personalidade.

                                        Por meio de seu perfil no TikTok, Lara mostrou aos seus seguidores todo o processo de transformação do local, que ganhou uma cara totalmente nova — e virou desejo de muitos dos usuários que assistiram o seu vídeo.

                                        Montagem: Reprodução/TikTok @larajaneashworth

                                         

                                        @larajaneashworth Not my worst idea. #renovation #diy #interiordesign #tasmania ♬ original sound – Lara


                                        “Há um ano, compramos um abrigo para barcos e o transformamos em nossa casa dos sonhos no rio”, comenta Lara. Ela revela também que, até então, já tinha passado por 27 casas em quatro países antes de construir a sua própria moradia. “Um pouco de risco e muito esforço”, conta ela.

                                        Montagem: Reprodução/TikTok @larajaneashworth

                                        Antes e depois do galpão que virou casa dos sonhos

                                        Lara mostrou como o local era antes de passar por suas mãos. Nos vídeos, é possível ver que o grande galpão com estrutura de metal possuía uma porta de garagem e um interior simples, que estava cheio de equipamentos e até um barco.

                                        Montagem: Reprodução/TikTok @larajaneashworth
                                        @larajaneashworthA year in our boat shed home 🛶🦆♬ original sound – Lara


                                        A entrada da garagem foi substituída por portas de pátio de vidro e um aquecedor foi instalado no que hoje é a sala de estar. Uma cozinha rústica com área ampla de refeições e vista para o rio ganhou vida.

                                         

                                        Para aproveitar o visual cheio de natureza ao redor da casa, uma banheira ao ar livre foi adicionada.

                                        Montagem: Reprodução/TikTok @larajaneashworth

                                        A casa de Lara, no final das contas, foi de um galpão simples e sem vida a um lar aconchegante e simpático, com itens rústicos e cores sóbrias, digno de Pinterest. Hoje a casa dos sonhos à beira do rio é desfrutada por Lara, seus dois filhos e alguns animais de estimação.

                                        @larajaneashworthMy kind of rainy Autumn friday 🍂🧡🐓♬ original sound – Lara

                                         

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                                          Navegamos na embarcação de 32 pés que oferece ambientes amplos e desempenho surpreendente

                                          Por: Redação -

                                          Destaque do estaleiro Mestra nos últimos Boat Shows, a lancha Mestra 322 consegue unir ambientes aconchegantes com navegação diferenciada. Testamos a Mestra 322 ao máximo e o resultado já pode ser conferido no Canal Náutica.

                                          Mesmo com 32 pés, um dos trunfos do modelo é oferecer bastante espaço aos passageiros. Isso vale tanto para as áreas abertas, como o solário, quanto para o ambiente interno, onde há duas acomodações espaçosas.

                                           

                                           

                                          Outra inovação vista quando testamos a Mestra 322 é seu pé-direito alto. A cabine, surpreendentemente, mede 1,90 m. Enquanto isso, o banheiro atinge com facilidade 1,85 m.


                                          Confira no vídeo de teste todos os detalhes do modelo por meio das percepções de Guilherme Kodja, consultor técnico de NÁUTICA.

                                          Imagem de lancha na água mostra equipe de Náutica quando testamos a Mestra 322

                                           

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                                            Com uma carreira consolidada e participações em filmes clássicos como Pulp Fiction, Django Livre e Jurassic Park, Samuel L Jackson não abre mão de viver uma vida de cinema — mesmo fora das telas. Por isso, o ator escolheu um megaiate avaliado em US$ 125 milhões (mais de R$ 600 milhões, em valores convertidos em julho/2023) para curtir suas férias no verão do Hemisfério Norte.

                                            Jackson não esconde que ama a vida boa — como a maioria das celebridades. Mas, diferente de outros astros de Hollywood, o ator casualmente “convida”, via redes sociais, seus fãs para passear em embarcações luxuosas. Atualmente, ele está a bordo do Phoenix 2, embarcação personalizada fabricada pelo estaleiro Lurssen.

                                            Michael Jordan, Magic Johnson, Samuel L. Jackson e o juiz Greg Mathis.
                                            Foto: Burgess Yachts / Divulgação

                                            Samuel L Jackson não mostra muitos detalhes do barco em que passa suas férias para seus seguidores, mas o ator revelou que a área do spa oferece acupuntura e ventosas, além de sala de massagem. No Instagram do astro de cinema, inclusive, há registros dele aproveitando essas regalias.

                                            Foto: Reprodução / Instagram @samuelljackson

                                            Cumprindo bem o papel de ator-influencer, Jackson também fotografou os petiscos preparados pelo chef da embarcação, para exibir em suas redes sociais.

                                            Foto: Reprodução / Instagram @samuelljackson
                                            Foto: Reprodução / Instagram @samuelljackson

                                            Conheça o barco das férias de Samuel L Jackson

                                            Atualmente, Jackson navega em belos cenários do litoral europeu, como a Ilha de Capri, na Itália. Esta é a primeira vez que o ator freta o Phoenix 2, que passou por uma reforma em 2019. Estilizado como uma homenagem moderna à era Art Deco, foi entregue com um projeto totalmente personalizado ao bilionário polonês Jan Kulczyk.

                                            Foto: Burgess Yachts / Divulgação

                                            O megaiate tem 295 pés e abriga dois heliportos e duas jacuzzis, além de sauna, academia completa e um cinema ao ar livre. Há ainda um salão de baile formal com um piano Steinway como peça central, jardim de inverno e muitas áreas externas de lounge, incluindo uma generosa plataforma de popa.

                                            Foto: Burgess Yachts / Divulgação
                                            Foto: Burgess Yachts / Divulgação
                                            Foto: Burgess Yachts / Divulgação
                                            Foto: Burgess Yachts / Divulgação
                                            Foto: Burgess Yachts / Divulgação
                                            Foto: Burgess Yachts / Divulgação
                                            Foto: Burgess Yachts / Divulgação

                                            Alimentado por um par de motores MTU de 2.670 hp cada, o barco tem quatro deques, com acomodação para 14 convidados e 28 tripulantes. A velocidade máxima é de 18 nós (20,7 mph/33 km/h).

                                            Foto: Burgess Yachts / Divulgação

                                            E você? Acha que o ator fez uma boa escolha para aproveitar suas férias?

                                             

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                                              Classe Bico de Proa estará na 50ª Semana de Vela de Ilhabela

                                              Uma das categorias de vela oceânica mais tradicionais, classe permite que familiares também participem da competição

                                              A Semana de Vela de Ilhabela irá comemorar 50 edições em julho. Um dos destaques desta edição especial será a classe Bico de Proa em Ilhabela. Mais de 30 embarcações já estão inscritas somente nesta categoria, considerada a porta de entrada para veleiros maiores.

                                              A classe Bico de Proa é conhecida por ter regras mais simples e custos mais amenos. Dessa forma, há uma viabilidade maior na entrada de barcos de cruzeiros utilizados em passeios familiares. Por mais que as embarcações sejam mais de lazer, a competição continua com o foco na esportividade e alto desempenhos nas raias.


                                              Mário Gomide, comandante do barco Alphorria, já conta com 30 anos de experiência nas Semanas de Vela de Ilhabela. Ele conta que a classe Bico de Proa em Ilhabela promove uma competição de alto nível.

                                              O clima da Semana de Vela é sempre muito legal. Estamos muito animados em participar da 50ª edição. É um momento especial e nos preparamos para isso – Mario Gomide

                                              Inegavelmente, Mario não é o único apaixonado por vela na família, de tal forma que o Alphorria, um modelo Fast345 levará sua família e amigos a bordo. Até mesmo o sogro de Mario, aos 85 anos, participará da Semana de Vela de Ilhabela, entre os dias 22 e 29 de julho.

                                              Divulgação

                                              Para o organizador técnico do evento, Cuca Sodré, a regata Bico de Proa em Ilhabela terá belos barcos. Além disso, reúne velejadores experientes e em início de carreia, em uma festa sobre as águas do litoral norte paulista.

                                               

                                              Vale ressaltar que a categoria Bico de Proa voltou a participar da competição realizada em Ilhabela em 2015 e, desde então, é uma das classes mais assíduas da Semana de Ilhabela.

                                              50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela

                                              Para a edição de 2023 da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, estão convidadas as classes HPE30, ORC, Clássicos, C30, BRA-RGS, Bico de Broa, Multicascos, HPE25 e VPRS. Os mais de 100 barcos esperados participarão de regatas em percursos variados ao longo da semana.

                                               

                                              Além das competições, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela também oferece uma série de atividades culturais e sociais dentro e fora do Yacht Club de Ilhabela, como shows, exposições e palestras.

                                               

                                              A competição abre no domingo, 23 de julho, com a tradicional Regata 100 anos – Atrevida por Boreste – Marinha do Brasil. A travessia tem mais de 50 milhas náuticas e contorna a icônica ilha do litoral norte paulista.

                                               

                                              A organização fará, ao longo da semana, regatas de acordo com as condições de mar e vento, podendo ser no Canal de São Sebastião ou nas raias mais ao norte e ao sul da ilha. As inscrições estão abertas no site oficial do evento.

                                              Saco da Capela. Foto: Paulo Stefani/Sectur Ilhabela

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                                              A equipe de NÁUTICA preparou uma seleção especial de passeios por Ilhabela para quem for visitar a Capital da Vela durante a 50ª edição da competição. São, ao todo, mais de 20 dicas para curtir a ilha. Confira nosso roteiro completo por Ilhabela.

                                               

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                                                Inaê Soto Transbrasa treina em Santos (SP) para a Semana de Vela de Ilhabela

                                                Equipe paulista se prepara para a disputa da competição que acontece de 22 a 29 de julho no litoral norte paulista

                                                A equipe do veleiro Inaê Soto Transbrasa aproveitou o último fim de semana para focar nos treinos finais para a 50ª edição da Semana Internacional de Vela de Ilhabela. O maior evento da modalidade oceano está marcado para o período de 22 a 29 de julho, no litoral norte paulista.

                                                O veleiro S40, comandado por Bayard Neto, passou por um processo de ‘refit’ nos últimos três meses e os treinamentos realizados em Santos (SP) foram fundamentais para o entrosamento do grupo.

                                                 

                                                A equipe testou largadas, contornos de boia e ajustes de equipamentos do Soto 40, considerado um dos mais rápidos da vela oceânica nacional.

                                                Fizemos um treino de reconhecimento do barco para ver se estava tudo funcionando. Estávamos um tempo sem treinar, então o intuito era colocar o barco no trilho. Concluímos que o barco não precisa de nenhum reparo – Bayard Neto


                                                A equipe do veleiro Inaê Soto voltam a se reunir no próximo fim de semana, também na baixada santista, para mais um treinamento. Na SIVI 2023 em Ilhabela (SP), o barco disputará o título da classe ORC.

                                                50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela

                                                Para a edição de 2023 da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, estão convidadas as classes HPE30, ORC, Clássicos, C30, BRA-RGS, Bico de Broa, Multicascos, HPE25 e VPRS. Os mais de 100 barcos esperados participarão de regatas em percursos variados ao longo da semana.

                                                 

                                                Além das competições, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela também oferece uma série de atividades culturais e sociais dentro e fora do Yacht Club de Ilhabela, como shows, exposições e palestras.

                                                 

                                                A competição abre no domingo, 23 de julho, com a tradicional Regata 100 anos – Atrevida por Boreste – Marinha do Brasil. A travessia tem mais de 50 milhas náuticas e contorna a icônica ilha do litoral norte paulista.

                                                 

                                                A organização fará, ao longo da semana, regatas de acordo com as condições de mar e vento, podendo ser no Canal de São Sebastião ou nas raias mais ao norte e ao sul da ilha. As inscrições estão abertas no site oficial do evento.

                                                Saco da Capela. Foto: Paulo Stefani/Sectur Ilhabela

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                                                A equipe de NÁUTICA preparou uma seleção especial de passeios por Ilhabela para quem for visitar a Capital da Vela durante a 50ª edição da competição. São, ao todo, mais de 20 dicas para curtir a ilha. Confira nosso roteiro completo por Ilhabela.

                                                 

                                                Náutica Responde

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                                                  Por: Redação -
                                                  11/07/2023

                                                  Maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios (duas medalhas de ouro, duas de prata e uma de bronze), o velejador Robert Scheidt estará na histórica 50ª edição da Semana Internacional de Vela de Ilhabela (SIVI). Mais de 120 barcos são aguardados no evento, que acontece de 22 a 29 de julho no Yacht Club de Ilhabela (YCI).

                                                  O velejador paulista participa do evento desde a década de 1980, quando ainda corria na Semana de Monotipos na classe Optimist.

                                                   

                                                  Scheidt já disputou várias vezes a SIVI, onde ele fez sua estreia velejando no oceano, em 1982. O atleta venceu o torneio em duas oportunidades: em 2011 e em 2022.

                                                  Marco Mendéz/ Sail Station/ Divulgação

                                                  No ano passado, o atleta foi convidado para ser a figura principal no Caballo Loco, barco de Mauro Dottori, campeão da classe C30.

                                                  É o evento mais importante de vela oceânica da América Latina, sem dúvida nenhuma. É tradicional e muito importante, pois junta toda a comunidade da vela brasileira, sul-americana e mundial – Robert Scheidt

                                                  A SIVI é disputada em condições diversas e os percursos são montados dentro do Canal de São Sebastião, em alto-mar e provas de longa distância, como a Regata 100 anos – Atrevida por Boreste – Marinha do Brasil, que abre o calendário da edição 2023, no dia 23 de julho.


                                                  Para Robert Scheidt, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela é fundamental para a formação de velejadores no país pois “oferece a oportunidade dos jovens entrarem nesse mundo dos barcos grandes”, comenta.

                                                  50ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela

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                                                  Além das competições, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela também oferece uma série de atividades culturais e sociais dentro e fora do Yacht Club de Ilhabela, como shows, exposições e palestras.

                                                   

                                                  A competição abre no domingo, 23 de julho, com a tradicional Regata 100 anos – Atrevida por Boreste – Marinha do Brasil. A travessia tem mais de 50 milhas náuticas e contorna a icônica ilha do litoral norte paulista.

                                                   

                                                  A organização fará, ao longo da semana, regatas de acordo com as condições de mar e vento, podendo ser no Canal de São Sebastião ou nas raias mais ao norte e ao sul da ilha. As inscrições estão abertas no site oficial do evento.

                                                  Saco da Capela. Foto: Paulo Stefani/Sectur Ilhabela

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                                                    A novidade, apresentada na seda da empresa, visa uma solução mais ecológica e econômica para motorização. O sistema diferenciado do novo projeto da Volvo conta com nível de ruído baixo. Confira, no vídeo abaixo, o teste de todos os detalhes do sistema híbrido-elétrico e as percepções de Guilherme Kodja, consultor técnico de NÁUTICA.

                                                     

                                                     

                                                    A utilização do novo sistema é bastante simples e os motores movidos a diesel funcionam na hora do arranque. Logo em seguida, eles param seu funcionamento e as baterias elétricas passam a funcionar.

                                                     

                                                    Vale ressaltar que as baterias tem potência de 67 kWh. O sistema híbrido-elétrico desenvolvido pela Volvo Penta em parceria com a Beneteau, tem como pilares ser mais suave, produzir menos ruído e também vibrar menos.

                                                     

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                                                      Marina Itajaí Boat Show foi realizado de 6 a 9 de julho, no litoral norte catarinense

                                                      Mais de 21 mil visitantes passaram pelo Marina Itajaí Boat Show de 6 a 9 de julho. O evento apresentou 60 embarcações, além de produtos e serviços. A organização estima que R$ 247 milhões foram gerados em negócios, impulsionando o setor que emprega cerca de 100 mil pessoas, segundo a Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Implementos (Acobar).

                                                      O maior evento náutico do Sul do país e um dos mais expressivos da América Latina superou a expectativa de público e ultrapassou a estimativa de geração de negócios prevista. Realizado em Itajaí, no litoral norte de Santa Catarina — estado que concentra 70% da produção nacional de barcos a motor — o Boat Show reuniu 80 expositores durante os quatro dias de evento.

                                                      Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                      O Marina Itajaí Boat Show é mais um exemplo da força náutica de Santa Catarina, estado que concentra boa parte da produção de embarcações de lazer do país – Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica

                                                      “Como se trata de fabricação com processos personalizados e artesanais, diferentemente da indústria automobilística, impulsiona de forma significativa a geração de empregos”, explica Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica.

                                                       

                                                      “O Estado também é modelo para o país em termos de infraestrutura e belezas naturais. É exemplo de como o setor pode se desenvolver cada vez mais. E para isso, é fundamental a visão e contribuição do poder público no sentido de incentivar e impulsionar a náutica brasileira”, completa o presidente.

                                                      Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                      “O Marina Itajaí Boat Show superou as expectativas, tanto em geração de negócios como público, e até o clima contribuiu para o sucesso do evento. Para o ano que vem, as projeções são as melhores, já que temos como meta crescer de 30 a 40%”, avalia a diretora geral da Boat Show Eventos, Thalita Vicentini.

                                                      O Boat Show conseguiu dar continuidade e aperfeiçoar o Salão Náutico Marina Itajaí, que já era consagrado. Ficamos felizes em fazer parte dessa história e com a presença dos estaleiros, novas marcas e mais estandes – Carlos Gayoso de Oliveira, diretor da Marina Itajaí

                                                      “Imaginamos que o evento irá tomar proporções ainda maiores nos próximos anos, reflexo da força náutica de Santa Catarina e do Sul, como mercado extremamente importante para este setor”, destaca o diretor da Marina Itajaí.

                                                       

                                                      Durante o evento, os visitantes conferiram de perto as novidades do universo náutico, como modelos de embarcações de R$ 89 mil até R$ 55 milhões, além de um amplo mix de produtos e serviços voltados ao mundo náutico.


                                                      Para Cajar Nardes, de Itapema (SC), a feira superou as expectativas. “O evento está muito interessante e traz tecnologias inovadoras, com barcos que chamam atenção. Tenho a intenção de comprar uma lancha no futuro ou um veleiro para aproveitar a região”, comenta Nardes, que veio aproveitar o domingo com a família.

                                                      Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                      Já o casal de Florianópolis Fernando Casagrande e Gabriela Ribeiro, tem a intenção de fazer um upgrade. “Temos um jet. Viemos visitar o Boat Show porque queremos usufruir ainda mais do mundo náutico e comprar uma lancha”, ressalta Casagrande.

                                                       

                                                      Venda de embarcações em cotas, consórcio de barcos, detector de metal subaquático, robôs submarinos, equipamentos de segurança e decoração foram alguns dos atrativos. O evento ainda contou com atrações culturais, como desfile de moda, exposição fotográfica e atrações gastronômicas.

                                                      Sobre o Grupo Náutica

                                                      Com mais de 40 anos de mercado, o Grupo Náutica traz soluções em infraestrutura, eventos e comunicação náutica. É formado pela Revista Náutica (www.nautica.com.br), pioneira e líder absoluta no setor; o Boat Show, mais importante salão náutico da América Latina com as edições de São Paulo, Itajaí e Rio de Janeiro; a Metalu, maior fabricante de píeres e passarelas em alumínio do mundo; e a Ilha dos Coqueiros, em Angra dos Reis, um espaço que proporciona experiências exclusivas.

                                                       

                                                      O grupo também se preocupa com as questões sociais e é detentora das ações “Só Jogue na Água o que Peixe pode Comer”, assinada pelo cartunista Ziraldo, e “Por Uma Cidade Navegável”, que busca a navegação em lugares inimagináveis, assim como desenvolve os principais Guias de Turismo Náutico do país.

                                                       

                                                      Náutica Responde

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                                                        A cor rosa nunca esteve tão popular quanto agora, em que o filme da boneca mais famosa do mundo está prestes a estrear. A produção do longa foi capaz até de gerar uma escassez temporária de tinta rosa a nível global. Mas, antes disso, um estaleiro turco conseguiu criar um catamarã que poderia muito bem ser o barco da Barbie: rosa por dentro e por fora.

                                                        Da construtora turca VisionF Yachts, o catamarã certamente será objeto de desejo dos amantes da boneca Barbie, que já encantou muitas crianças com seus apetrechos e veículos. No meio náutico, a personagem já teve uma lancha (que, aparentemente, estará no filme) e até um navio de cruzeiro.

                                                        Foto: Warner Bros / Divulgação

                                                        O modelo de quase de 25 metros faz parte da série VisionF 80 da marca, e foi feito todo no tom mais falado dos últimos meses, de forma personalizada, para um empresário. A paleta cor-de-rosa ganhou vida pela Thurstan Design, de Londres.

                                                        Conheça o barco (que parece) da Barbie

                                                        É difícil acreditar que o catamarã não foi feito para participar do live-action da Barbie quando se olha para além do seu exterior — que já daria motivos suficientes.

                                                        Com um salão principal de 54 metros quadrados, o interior do barco é, claro, todo rosa. A decoração tem um caráter renovado dos anos 70 e conta com piso de veludo, sofás arredondados e iluminação integrada.

                                                         

                                                        O mobiliário tem peças de design das marcas RoveConcepts, Moro, Crate & Barrel, Kravet, Paola Lenti e Farrow & Ball.

                                                        O iate possui flybridge, posto de comando externo e protetores solares estofados em tecido resistente ao mau tempo, para banhos de sol. Uma boca de 9,7 metros garante muito espaço no convés principal, tanto interno quanto externo, incluindo uma cozinha que se beneficia da luz natural.

                                                        O catamarã acomoda oito pessoas em quatro cabines, com complemento adicional para cinco tripulantes. A plataforma de popa pode ser abaixada hidraulicamente para facilitar o acesso à água e elevada para armazenar um jet.

                                                         

                                                        Com um calado de menos de um metro, o catamarã é capaz de navegar em águas rasas e alcançar baías remotas com facilidade.

                                                        Equipado com dois motores Volvo Penta IPS 1050, o VisionF 80 tem uma velocidade máxima de 18 nós e um alcance de mais de 1.800 milhas náuticas.


                                                        Estou muito feliz em participar ainda na fase de entrega desse projeto, ela é única em muitos aspectos – Ali Tanir, gerente geral da VisionF Yacht

                                                        De acordo com a BoatPRO, a VisionF Yachts possui atualmente seis unidades do catamarã em construção, com três unidades da nova série Silent-VisionF 82 que serão lançadas entre o final deste ano e o início de 2024.

                                                         

                                                        O filme da Barbie, por sua vez, estreia nos cinemas em 20 de julho e promete ser um grande sucesso. O live-action é dirigido por Greta Gerwig e a boneca mais famosa do mundo vai ganhar vida através da atriz Margot Robbie. O elenco traz ainda nomes como Ryan Gosling, Emma Mackey e Dua Lipa, além da cantora Billie Eilish, que vai fazer parte da trilha sonora de Barbie.

                                                         

                                                        Náutica Responde

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                                                          Por: Redação -
                                                          10/07/2023

                                                          O badalado Marina Itajaí Boat Show reuniu os principais players do mercado náutico, oferecendo diversos itens para tornar cada embarcação — seja lancha ou seja iate — ainda mais completa.

                                                          Durante o evento, o público conseguiu ver de perto os destaques e novidades em produtos de diferentes tipos, de equipamentos de segurança a acessórios náuticos, além de serviços para barcos. Confira abaixo!

                                                          Catarina Náutica

                                                          Um dos destaques da marca foi a nova linha de coletes salva-vidas inflável. Novas boias de lazer também atraíam os olhares do público. Por fim, uma prancha elétrica com hidrofoil e um caiaque estavam em exposição pela marca.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Minelab

                                                          Especialista em detectores de metal, a marca tinha em seu estande uma experiência imersiva. O público podia procurar objetos escondidos tanto em uma caixa de areia quanto em um tanque com água, usando modelos de detectores da marca.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Uma das novidades era o modelo X-Terra Pro. Com alta tecnologia, ele pode ser usado em campo, parque e praia. Ele ainda suporta até 5 metros de profundidade de água.

                                                          NCA Tech

                                                          Com uma ampla linha de robôs aquáticos comandados de forma remota, a marca também tinha experiência no seu estande. O público podia conferir de perto como os ROV’s da linha Chasing trabalham debaixo d’água.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Ainda no estande da NCA Tech o público via de perto outros modelos da marca, como o Chasing Gladius Mini S, Chasing Dory, entre outros.

                                                          Equinautic

                                                          A Equinautic marcou presença no Marina Itajaí Boat Show com um estande cheio de novidades. Entre elas, o novo motor Epropulsion, e a bateria de lítio Deep Marine de duas versões — uma de 12 válvulas e até 160 amperes e outra de 24 válvulas e até 200 amperes.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Os geradores WhisperPower com diversos sistemas tecnológicos embarcados também chamaram atenção do público.

                                                          Mar Aberto

                                                          A grande novidade da marca eram os produtos da linha Lechler Stoppani. Verniz, primer e acabamento para madeira tinham destaque. Também estavam expostas as tintas IVE, indicadas para vernizes da linha Wood.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Wonder Boat

                                                          Uma experiência imersiva de 360° em ambiente virtual estava disponível no estande, além de antenas de radar, GPS e até sonares. Produtos da linha Amantes da Navegação também estavam presentes com camisetas, bonés, entre outros.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Ecomac

                                                          A nova estação de tratamento de esgoto e os dessalinizadores das linhas Compacto e Manual Atlantic estavam presentes no estande da Ecomac no evento náutico. Também foi exposta a Red Sea de 12 volts.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          DDB Yachts

                                                          A empresa, com loja dentro da Marina Itajaí, atua na venda e locação de embarcações de diversos tamanhos.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Grow Deck

                                                          Especialista em pisos náuticos produzidos em EVA, a marca desenvolve projetos para qualquer modelo de embarcação. Outro diferencial são as opções variadas de personalização dos modelos.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Jett Deck

                                                          Com uma gama diversificada de pisos náuticos, a Jett Deck oferece como diferencial dos seus modelos uma aderência maior do piso quando este está molhado, segundo a marca. Sua durabilidade e instalação também são diferenciados.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          NTC Float

                                                          A NTC Float expôs no Marina Itajaí Boat Show as plataformas flutuantes da PierPlas e os blocos de polietileno Eco Barreiras.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Zigmo

                                                          Há mais de 20 anos no mercado, a Zigmo tinha em seu estande no evento náutico modelos do anodo de sacrifício de zinco, alumínio e feitos em magnésio.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Viamar Navegantes

                                                          Especialista em produtos elétricos tanto navais quanto industriais, a Viamar Navegantes tinha em exposição uma variada gama de seus produtos, como refletores para embarcações.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Propspeed

                                                          A marca aproveitou o badalado Marina Itajaí Boat Show para lançar seu novo produto: o Stripspeed. O removedor de revestimento serve para todos os tipos de materiais subaquáticos e previne a incrustação nos equipamentos.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Netuno Geradores

                                                          De manutenção simplificada, garantia de fábrica e diversos modelos de potências variadas, geradores da Netuno mostraram seus diferenciais durante o salão náutico.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Montreal Powersports

                                                          A marca representante da BRP em Santa Catarina levou ao evento alguns modelos de motos aquáticas, como o Sea-Doo Explorer Pro 170.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Kalmar

                                                          Especialista em marcenaria naval, o estaleiro levou os materiais de divulgação de seus modelos. Entre eles estava as projeções da lancha Garda 23, uma embarcação com linhas inspiradas em barcos italianos da década de 1950.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Kapazi

                                                          A marca é especialista em pisos náuticos e oferece também diversos modelos de tapetes feitos em EVA ou PVC.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Agro Química São Gabriel

                                                          A dona da marca Kelson’s expôs sua linha de laminados sintéticos de PVC, e aproveitou para mostrar que a linha de courvin Brasil Naútico tem novas cores.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Ademicon

                                                          Especializada em consórcios, a Ademicon apresentou ao público sua linha diversificada de serviços, que inclui o consórcio de embarcações.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Firmo Seguros

                                                          A empresa atua há mais de 20 anos no ramo de corretagem, em diversos segmentos de seguros — entre eles o seguro náutico.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Cibea

                                                          A empresa cria e desenvolve projetos na área civil. No estande do evento, a empresa exibiu uma motoaquática.

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcelo Sokal/ Revista Náutica

                                                          Master Marine

                                                          Com uma loja física localizada dentro da Marina Itajaí, a Master Marine é distribuidora credenciada de diversos estaleiros internacionais).

                                                          Foto: Acioni Cassaniga e Marcello Sokal / Revista Náutica

                                                          Marina Itajaí Boat Show 2023

                                                          O Marina Itajaí Boat Show 2023 reuniu lazer e negócios à beira-mar, com as principais novidades em barcos, produtos, acessórios e serviços para embarcações. Além disso, houveram opções de entretenimento para toda a família, com todo o charme e estilo que a atmosfera náutica proporciona.

                                                           

                                                          Neste ano, o evento teve pela primeira vez a chancela Boat Show — responsável há 25 anos pelos maiores salões do setor. Escolhida como berço do evento, a cidade de Itajaí tem um histórico na produção de barcos e hoje é considerada um importante polo da indústria náutica do país, abrigando diversos estaleiros.

                                                           

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                            Por: Redação -

                                                            Fundada há mais de 30 anos, a empresa Radio Naval Eletrônica esteve presente no Marina Itajaí Boat Show oferecendo ao público náutico equipamentos tecnológicos, para atender a demanda da pesca profissional e dos barcos de lazer.

                                                            Dentre os itens fornecidos pela marca estão sonares multi-bean, pilotos automáticos, sondas, GPS, rádio comunicação e etc. “Atendemos desde uma lancha pequena, que precise de uma sonda pequena, até iates de longo curso”, comenta Lindolfo Rosa Neto, presidente da Rádio Naval Eletrônica.

                                                            Foto: Acioni Cassaniga e Marcello Sokal / Revista Náutica

                                                            O Boat Show foi muito bom para nós, fizemos muitos contatos para o Brasil inteiro. Vão surgir bons resultados ao longo das próximas semanas. – Lindolfo Rosa Neto, presidente da Rádio Naval Eletrônica.

                                                            Foto: Acioni Cassaniga e Marcello Sokal / Revista Náutica

                                                            A empresa, que é de Itajaí, conta com um barco laboratório, utilizado para realizar testes e avaliações de equipamentos. “O sonar de pesca industrial, por exemplo, não pode errar, não pode falhar. Por isso, em caso de dúvida, colocamos no barco e vamos testar”, ressalta o presidente.

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