Feriadão na vela: Sudeste Brasileiro da Classe Dingue começa neste sábado (4)

Evento que ocorrerá no São Paulo Yacht Club, na Represa do Guarapiranga, aceita inscrições até sexta-feira (3). Saiba mais!

02/04/2026

Para quem deseja aproveitar o feriadão com muita adrenalina, o São Paulo Yacht Club (SPYC) oferece uma ótima atração. Nos dias 4 e 5 de abril, na Represa do Guarapiranga, ocorrerá o Sudeste Brasileiro da Classe Dingue, uma das principais competições da modalidade no calendário nacional. Quem procura participar da disputa, porém, ainda pode se inscrever até as 14h desta sexta-feira (3).

A etapa integra o calendário 2026 da classe e deve juntar velejadores de diferentes estados da região Sudeste. Já conhecido, o certame contempla diversas categorias previstas no regulamento oficial da Classe Dingue e reúne atletas de diferentes faixas etárias e níveis de experiência. A disputa tem 17 barcos confirmados até o momento.

Barco da Ipace, ONG que faz a gestão no Guarapiranga, contratada pela Prefeitura. Foto: Fred Hoffman/ Divulgação

O pontapé inicial na água está programado para acontecer neste sábado (4), com a primeira regata tendo início às 11h. No dia seguinte, o circuito começará às 10h. Confira a programação abaixo.

Sexta-feira (03)

  • Até às 14h – Encerramento das inscrições online conf. AR 3.2 + credenciamento e pesagem da tripulação.

Sábado (04)

  • 7h às 10h – Soluções de pendências + pesagem da tripulação;
  • 10h às 10h30 – Cerimônia de abertura;
  • 10h30 – Entrega do Kit Lanche para os atletas;
  • 11h – Regatas programadas;
  • 17h – Happy Hour no SPYC.

Domingo (05)

  • 10h – Regatas programadas;
  • 17h (previsão) – Premiação no SPYC + festa de encerramento.

O evento conta com apoio da Prefeitura de São Paulo, com supervisão da Federação de Vela do Estado de São Paulo (FEVESP) e apoio do SPYC. Mais informações estão disponíveis neste documento.

Que tal aprender a velejar?

O Dingue é um veleiro monotipo pequeno e muito popular no Brasil, usado tanto para lazer quanto para regatas. Em competições, normalmente é tripulado por duas pessoas (timoneiro e proeiro). Fora do ciclo competitivo, ele também é considerado um barco escola, por ser simples de velejar.

Alunos do Programa Esporte e Lazer Clube Guarapiranga. Foto: Fred Hoffman/ Divulgação

Por conta disso, o Sudeste Brasileiro da Classe Dingue tem como um dos pilares a participação ativa do Programa Esporte e Lazer Clube Guarapiranga, projeto de formação da Prefeitura que oferece aulas gratuitas e promove inclusão por meio do esporte.


O fato deste tipo de barco ser versátil e estável permite que até quatro alunos naveguem simultaneamente em treinamento e dois em regata, o que facilita o aprendizado coletivo e a transição para a competição. Não à toa, Rodrigo Paraízo, coordenador náutico do Clube Guarapiranga, rasga elogios à iniciativa.

Ele possibilita que os alunos aprendam em equipe, desenvolvam técnica e já vivenciem o ambiente de regata desde o início. É uma base sólida para quem deseja seguir na vela competitiva– destacou Paraízo

Mais do que uma disputa regional, o Sudeste Brasileiro da Classe Dingue busca reforçar o papel da política pública esportiva na formação de novos talentos. Será o presente e o futuro velejando lado a lado na Represa do Guarapiranga — e quem ganha é a vela.

 

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    O Rio Boat Show 2026 chega ainda mais movimentado em sua 27ª edição. Considerado o maior salão náutico outdoor da América Latina, o evento reunirá, de 11 a 19 de abril, mais de 100 barcos em exposição na Marina da Glória. Entre eles, de forma inédita, a linha completa dos modelos Ferretti Yachts fabricados no Brasil — com direito ao maior barco do salão, a Ferretti 1000.

    A frota, composta pelas Ferretti Yachts 550, 670, 720, 850 e 1000, vai ganhar as águas da Baía de Guanabara em um encontro que marca, ainda, a estreia do Grupo OKEAN no salão náutico carioca. Desde 2021, a marca concentra uma fábrica própria em Itajaí (SC) — a única no mundo autorizada a produzir as embarcações do estaleiro italiano no Brasil.

    Modelos Ferretti Yachts que serão exibidos no Rio Boat Show 2026. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

    Para Roberto Paião, CEO do Grupo Okean, a presença da marca no evento com a linha completa dos modelos fabricados em solo brasileiro é uma forma de mostrar para o mercado o momento que vive a empresa.

    Nos últimos 5 anos, estruturamos uma operação sólida no Brasil, ampliamos o portfólio atendendo a pedidos de clientes e hoje, no Rio, conseguimos apresentar a nossa linha completa de Ferretti Yachts– destacou

    A ideia do grupo é, também, apresentar uma ampla leitura do portfólio da marca italiana disponível no Brasil. Isso porque os modelos traduzem diferentes pilares da empresa, da performance à experiência a bordo — características que prometem atender variados perfis dentro do segmento de alto padrão.

    Ferretti Yachts no Rio Boat Show 2026

    Ferretti Yachts 550

    Na entrada da linha, a Ferretti Yachts 550 promete traduzir a essência do luxo italiano em um formato versátil, com três suítes, áreas externas e um layout que privilegia a convivência e a integração com o mar, incluindo espaço gourmet conectado à praça de popa.

    Foto: Ferretti Yachts / Divulgação

    Ferretti Yachts 670

    Já a Ferretti Yachts 670 amplia a experiência com foco em equilíbrio entre elegância e performance. Com mais de 20 metros de comprimento, o modelo combina linhas contemporâneas, ambientes fluidos e soluções que miram na estabilidade e no conforto mesmo em navegações mais exigentes.

    Foto: Ferretti Yachts / Divulgação

    Ferretti Yachts 720

    A Ferretti Yachts 720, por sua vez, representa um dos modelos mais icônicos da linha, com forte apelo de design e lifestyle. Com cerca de 22 metros e amplas áreas sociais, destaca-se pelo flybridge generoso, integração entre ambientes e soluções que aproximam o interior do contato direto com o mar.

    Foto: Ferretti Yachts / Divulgação

    Ferretti Yachts 850

    Já em uma faixa superior, a Ferretti Yachts 850 leva o conceito de viver sobre as águas a outro nível, com três pavimentos, quatro suítes e mais de 250 m² de área. O modelo se destaca por soluções típicas de embarcações de maior porte, como pilothouse independente e áreas dedicadas à tripulação.

    Foto: Ferretti Yachts / Divulgação

    Ferretti Yachts 1000

    Maior embarcação do Rio Boat Show 2026 e maior modelo em fibra de vidro produzido em série no Brasil, a Ferretti Yachts 1000 se consolida como o grande símbolo da operação no país. Com mais de 30 metros de comprimento, cinco suítes e áreas amplas e integradas, o iate reúne soluções como flybridge com mais de 50 m², plataforma submergível e ambientes que combinam design italiano com engenharia de alto desempenho.

    Foto: Ferretti Yachts / Divulgação

    O modelo já foi testado por NÁUTICA e é apresentado em detalhes pelo especialista Márcio Dottori no Canal NÁUTICA no YouTube. Confira:

     

     

    Grupo Okean detém uma operação consistente no Brasil

    Além dos modelos Ferretti Yachts, a Okean 57, um dos três modelos da Okean Yachs (que conta ainda com as Okean 52 e 80), também se juntará à frota no estande, somando seis modelos nas águas do Rio Boat Show 2026 — todos fabricados na fábrica catarinense, que soma 26.000 m² de área total e 15.000 m² de área coberta.

    Foto: Okean / Divulgação

    Para Paião, a frota presente no evento “reforça a capacidade da Okean de operar em escala dentro do segmento de alto padrão”. Em suas palavras, “não se trata de um modelo isolado, mas de uma operação consistente, com portfólio estruturado e presença cada vez mais relevante no mercado”.


    Nesse contexto, vale destacar o recente lançamento da Ferretti Yachts 940 ao mercado. O iate de 28,97m é tido como o 2ª maior barco em fibra de vidro produzido em série no país, também na fábrica do Grupo Okean.

     

    Para a marca, a participação no Rio Boat Show acontece em um contexto de transformação do setor náutico, “com o Brasil ampliando sua participação na cadeia global de produção e consolidando sua posição como um dos principais polos da indústria fora da Europa”.

    Rio Boat Show 2026

    O salão náutico que abre o calendário de Boat Shows no Brasil chega à sua 27ª edição em 2026. O Rio Boat Show movimenta as águas da Baía de Guanabara desde 1998, sempre sob os olhares do Cristo Redentor e com o Pão de Açúcar no horizonte.

    Vista aérea do Rio Boat Show 2025. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

    Durante os nove dias de evento (de 11 a 19 de abril), os visitantes podem conferir embarcações na água lado a lado, além de equipamentos, acessórios e serviços das principais marcas do mercado.

     

    É possível ainda imergir no lifestyle náutico através de test-drives e experiências marcantes, como a ação “Minha Primeira Velejada”, batismo de mergulho, o já tradicional Desfile de Barcos noturno e a série de palestras do NÁUTICA Talks.

    Garanta seu ingresso com desconto!

    Os ingressos para a 27ª edição do Rio Boat Show já estão disponíveis — e leitores de NÁUTICA têm 30% off. Para garantir o desconto, acesse o site oficial de vendas, selecione a quantidade e tipo de entradas desejadas e insira o código promocional NAUTICA30 na aba “inserir cupom de desconto”.

    Anote aí!

    RIO BOAT SHOW 2026

    Quando: de 11 a 19 de abril;

    Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro);

    Horário: de segunda a sexta-feira das 15h às 22h; sábados e domingos das 13h às 22h; no primeiro dia o evento abre às 15h e, no último, encerra às 21h;

    Mais informações: site oficial do Rio Boat Show;

    Ingressos: site oficial de vendas (leitores NÁUTICA têm 30% off com o código promocional NAUTICA30).

     

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      Quem visitou a Praia do Camaroeiro, em Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo, no último final de semana, notou algo diferente. Por lá, centenas de caranguejos conhecidos como “chama-maré” (Uca Leach) tomaram a faixa de areia — e atraíram olhares curiosos dos banhistas.

      Além da quantidade, chamou atenção também o comportamento desses animais, sempre movimentando suas quelas — mais conhecidas como pinças ou garras. O vídeo a seguir, feito pela repórter Bruna Capasciutti, da TV Vanguarda, por volta das 14h30 do último sábado (28), ilustra bem o momento. Assista:

       

       

      O que aconteceu?

      Por mais inusitado que possa parecer, esse é um fenômeno esperado, que acontece anualmente. Acontece que na maré baixa — principalmente durante e após o verão — , os chama-marés se tornam “mais ativos”, conforme explicou a bióloga e diretora-executiva do Instituto Argonauta, Carla Beatriz Barbosa, ao g1.

       

      Na prática, eles intensificam comportamentos visíveis e essenciais à sobrevivência, como, por exemplo, a reprodução.

      Caranguejos na Praia do Camaroeiro, em Caraguatatuba. Fotos: TV Vanguarda/ g1/ Bruna Capasciutti/ Reprodução

      Para atrair as fêmeas e defender território, os machos fazem esse movimento com as pinças — como é possível ver no vídeo. Trata-se de um comportamento natural da espécie, principalmente durante o período reprodutivo. O gesto, aliás, deu origem ao nome “chama-maré”, visto que o movimento dá a impressão de que o animal está acenando para o mar com o bracinho.

       

      Após a reprodução, as fêmeas liberam as larvas no mar, que se desenvolvem em mar aberto até se transformarem em pequenos caranguejos, retornando então ao ambiente costeiro. Esse processo, segundo a bióloga, ocorre todos os anos e é essencial para o equilíbrio ambiental.

      Isso porque, já na fase adulta, muitos caranguejos chama-maré se alimentam de detritos, contribuindo para a reciclagem de nutrientes — processo essencial para a cadeia alimentar, já que esses animais transformam o material em substâncias novamente disponíveis para plantas e micro-organismos.

      É normal serem tantos assim?

      A resposta é: depende. A quantidade pode variar de um ano para outro, sofrendo mudanças de acordo com a sobrevivência das larvas e as condições ambientais. Por isso, em determinados períodos, há maior concentração de indivíduos adultos, o que pode transmitir a sensação de uma movimentação atípica.

      Caranguejo chama-maré. Foto: Portal de Zoologia de Pernambuco/ Aléssio F./ Reprodução

      O lado bom é que eles não são um perigo para nós. Essa espécie não é considerada agressiva — e mesmo se fosse, não costuma passar dos 6 cm de altura. Portanto, para não interferir no ciclo natural da espécie, ao avistar caranguejos na praia, o recomendado é não capturar e nem pisar nos animais, além de não tapar os pequenos buracos que eles cavam.

       

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        Modelo de 10,5 m de comprimento é capaz de navegar em águas rasas, possui artilharia de peso a bordo e alcança até 40 nós. Confira!

        Uma lancha blindada de alta mobilidade é agora uma forte aliada da Marinha do Brasil (MB) na patrulha do litoral brasileiro. Batizada de EDLit (sigla para Embarcação de Desembarque Litorâneo), ela opera junto ao Corpo de Fuzileiros Navais, que pertence à força de elite da MB, e pode ser utilizada em cenários militares e em ações de apoio à população.

        O modelo, de 10,5 metros de comprimento, impressiona, principalmente, pela velocidade — ainda mais considerando o seu volume. Com peso de 7,5 mil toneladas em deslocamento máximo (isso é, quando navega com toda a sua capacidade), o barco ostenta um desempenho digno de alta performance, atingindo aproximadamente 40 nós (cerca de 74 km/h).

        Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

        Ele é potencializado pela força de dois motores de popa de 300 hp cada, que rendem, ainda, uma autonomia de aproximadamente 290 milhas náuticas (cerca de 540 km). Ou seja, trata-se de uma lancha rápida e forte.

         

        Entre seus atributos está um calado de 0,6 m, que permite ao barco navegar em águas extremamente rasas. Esse recurso é essencial aos Fuzileiros, especialmente em buscas em bancos de areia ou margens de rios, onde uma lancha comum não conseguiria chegar. A adaptação foi pensada, justamente, para preencher os requisitos voltados às necessidades das operações anfíbias e ribeirinhas.

        Foto: Jornal da Record/ Reprodução

        Tecnologicamente, o painel é equipado com recursos para detecção de alvos e reconhecimento de território hostil, como GPS, sonar e câmera infravermelha. Para as operações, além da lancha blindada, a Marinha conta com o auxílio de drones para mapear riscos e identificar alvos para abordagem.

        Foto: Sargento Ferreira/ Marinha do Brasil

        De acordo com os dados técnicos disponibilizados pela MB, a EDLit transporta até 13 militares, que, por sua vez, contam com muitos equipamentos a bordo. Na proa, está instalada uma metralhadora calibre 12,7 mm de longo alcance (P50), enquanto à ré estão posicionadas outras duas, de 7,62 mm, capazes de disparar até mil tiros por minuto — a lancha suporta tiros de calibres 7,62 mm e 5,56 mm.

        Ainda segundo a Marinha, a EDLit entrega uma alta mobilidade mesmo em locais com infraestrutura limitada e em ambientes cruciais para a operação, como os costeiros e fluviais. Não à toa, apesar do nome — que pode sugerir que ela sirva “apenas” para embarque e desembarque — , essa lancha blindada foi concebida, também, para patrulhamento, apoio logístico e resposta rápida, como em operações de resposta a desastres.

        Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

        Apesar das qualificações, com essa embarcação, o objetivo da segurança marítima é combater ameaças consideradas de baixa intensidade, como:

        • Pesca ilegal;
        • Pirataria;
        • Migração ilegal;
        • Tráfico de drogas e de pessoas.

        O modelo foi recentemente incorporado ao Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil, no contexto do processo de modernização e ampliação das capacidades operativas da Força, concluído em março deste ano.

        Confira mais detalhes da EDLit, a lancha blindada da Marinha

        Dimensões e características gerais:

        • Comprimento do casco: 9 metros;
        • Comprimento total: 10,5 metros;
        • Boca (largura): 2,75 metros;
        • Calado: 0,6 metro;
        • Altura total: 3,6 metros;
        • Peso leve: 5 toneladas;
        • Deslocamento máximo: 7,5 toneladas;
        • Capacidade de carga (PMC): 2,5 toneladas.

        Propulsão e desempenho:

        • Motorização: 2 x 300 HP;
        • Velocidade máxima: 40 nós (cerca de 74 km/h);
        • Velocidade de cruzeiro: 20 nós (cerca de 37 km/h);
        • Autonomia: aproximadamente 290 milhas náuticas (cerca de 540 km);
        • Capacidade de combustível: 900 litros.

        Condições de operação no mar:

        • Escala Beaufort: até nível 4 (vento moderado);
        • Estado do mar (Escala Douglas): até nível 3 (ondas de 0,5 a 1,25 m).

         

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          01/04/2026

          Um dos sistemas de travessia mais movimentados do litoral de São Paulo acaba de ganhar um novo reforço. O serviço entre São Sebastião e Ilhabela, que atende mais de 11,7 mil usuários por dia, passa a contar com uma nova embarcação: a LS-04. O catamarã, de 29,5 metros de comprimento, tem capacidade para 370 passageiros e promete tornar mais ágil o deslocamento de quem cruza o canal sem veículos.

          No dia 28 de março, por meio das redes sociais, o vice-prefeito de Ilhabela, João Pedro Colucci, mostrou que acompanhou o início da operação. Ele agradeceu ao Governo de São Paulo pelo investimento, mas reforçou: “a gente espera que o serviço também acompanhe essa melhora”.

          Que continue melhorando e que a população seja cada vez melhor atendida– pontuou Colucci

          Com operação exclusiva para passageiros, espera-se que o novo catamarã reduza o tempo de espera para pedestres e ciclistas, especialmente em horários de pico. Antes de integrar o sistema, que conecta as cidades litorâneas em um trecho de 2,4 quilômetros — um dos mais longos do estado —, a embarcação passou por uma modernização completa, que contou com um investimento de R$ 3,2 milhões, conforme detalhou a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil).

          Foto: Instagram @toninhocolucci e @joaopedrocolucci / Reprodução

          Segundo o órgão, os ajustes contemplaram serviços estruturais e tecnológicos, incluindo laminação em fibra de vidro, montagem e acabamento, revisão dos sistemas hidráulicos, motores e geradores, além de intervenções nos sistemas elétricos, eletrônicos e de segurança. A embarcação também recebeu melhorias na linha de eixo, leme e pintura geral.

           

          Além do catamarã, o arquipélago recebeu uma dragagem inédita do berço de atracação, que visa recuperar as condições de navegabilidade, restabelecendo a profundidade mínima de 3,7 metros e garantindo mais segurança às operações.


          Segundo a Semil, foram investidos R$ 6,4 milhões na obra, que abrangerá cerca de 20 mil m² e removerá 22 mil m³ de sedimentos. O projeto inclui monitoramento ambiental contínuo e participação de entidades e órgãos públicos, reduzindo os impactos do assoreamento e evitando restrições em períodos de maré baixa.

           

          A Secretaria destacou ainda que, desde 2023, já são mais de R$ 230 milhões aplicados no aprimoramento do sistema das travessias litorâneas na região.

           

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            Patrulha de jet: GCM apresenta motos aquáticas para reforçar fiscalização na orla de São Vicente

            Novas embarcações, adquiridas por meio de emenda parlamentar, foram apresentadas no último domingo (29)

            A primeira cidade do Brasil ganhou reforço para deixar suas águas mais seguras. Neste domingo (29), a Guarda Civil Municipal (GCM) de São Vicente anunciou a aquisição de duas motos aquáticas que patrulharão a orla local. A novidade foi apresentada ao público durante a programação da Rua da FelizCidade, evento organizado pela prefeitura.

            Os jets, que prometem reforçar a fiscalização litorânea de São Vicente, foram demonstradosao vivo no mar. Assista abaixo!

             

             

            A novidade marca o início da ampliação da atuação da corporação também no ambiente marítimo. Com cerca de 150 mil habitantes, São Vicente é um dos principais polos de infraestrutura náutica do litoral paulista, reunindo dezenas de marinas e uma forte cultura de lazer no mar.

            O prefeito da cidade, Kayo Amado, destacou a importância do reforço, principalmente em uma área que recebe grande fluxo de moradores e turistas. “A nossa baía é maravilhosa, atrai muita gente, e não é lugar de bagunça”, disse o político durante a apresentação.

            A gente já tem o trabalho da Marinha e da Polícia Militar, e agora a GCM também passa a contar com motos aquáticas para ampliar essa cobertura, com o melhor equipamento possível– concluiu Amado

            A aquisição foi viabilizada por meio de emenda parlamentar da deputada Solange Freitas (União).

            Mais segurança em São Vicente

            De acordo com o secretário de Defesa e Organização Social, Silvio Damasceno, os jets passam a integrar a atuação da Inspetoria Ambiental da GCM, ampliando o alcance das operações. Entre as principais frentes de atuação estão:

            • combate à pesca predatória;
            • fiscalização do uso irregular de jet;
            • coibição de manobras perigosas próximas à faixa de areia;
            • apoio a ocorrências envolvendo banhistas.
            Praia do Gonzaguinha, em São Vicente. Foto: Prefeitura de São Vicente/ Divulgação

            Segundo Damasceno, as novas motos aquáticas vêm para “fortalecer ainda mais o serviço, tanto na fiscalização marítima quanto na preservação do meio ambiente”. A expectativa da Prefeitura é que a presença da GCM no mar ajude a reduzir irregularidades e aumente a sensação de segurança na orla — principalmente em períodos de grande movimento.

            Um lindo destino

            São Vicente abriga dois destinos turísticos conhecidíssimos, especialmente para as férias: a Praia do Itararé e a Praia do Gonzaguinha.

            Praia de Itararé. Foto: Prefeitura de São Vicente/ Divulgação

            Por conta da popularidade, a costa da cidade costuma ficar mais cheia durante o período de turismo — e nada melhor que uma patrulha de jet para reforçar a segurança na região. Por lá, a prática de stand up paddle e uso recreativo de embarcações nunca sai de moda, sendo um destino bastante requisitado também para essas atividades.

             

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              Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral

              Por: Nicole Leslie -

              No último domingo (29), aconteceu a largada da 6ª e última pernada da Globe 40 2025/2026, a regata de volta ao mundo que tem o Barco Brasil como único representante do país. Esta última etapa partiu de Recife, no nordeste do Brasil, rumo a Lorient, a noroeste da França. A previsão é de 20 dias de navegação intensa, com os primeiros colocados atracando em águas francesas a partir de 17 de abril.

              O Barco Brasil, comandado pela dupla José Guilherme Caldas e Luiz Bolina desde a primeira etapa da Globe 40, é o único representante brasileiro na competição. No último dia 19, o veleiro da categoria Sharp (barcos de ponta fina) atracou em Recife na liderança da categoria, apesar de ter enfrentado uma série de desafios no percurso — que, por sinal, durou 28 dias, 16 horas e 56 minutos.

              Barco Brasil largou de Recife, no Brasil, rumo a Lorient, na França, em 29 de março de 2026. Imagens: Instagram @andrerickoficial via @globe40

              O desempenho do Barco Brasil desde o início da regata de volta ao mundo permite que a torcida seja otimista para o “grand finale“. Como explicado pela própria equipe em suas redes sociais, “um desempenho equivalente ao que vem sendo obtido na competição até agora” já bastaria para o time finalizar a Globe 40 em 1º lugar da categoria Sharp e no pódio da classificação geral, em 3º lugar.

              Posição dos veleiros na última etapa da Globe 40 2025/2026, em 31 de março de 2026, com Barco Brasil (amarelo) em destaque. Foto: Map tracker Globe 40 / Reprodução

              Expectativas e gastos altos

              Mais do que buscar o título e a realização pessoal de contornar o mundo em uma competição entre barcos a vela, o Barco Brasil também se orgulha de ser a única embarcação a competir com a mesma equipe desde o início do desafio e por ser a única embarcação sem patrocínio externo. Todas as despesas envolvidas com o Barco Brasil foram aportadas pelo próprio time.

               

              Na 5ª pernada, de Valparaíso (Chile) a Recife, o veleiro sofreu sérios problemas técnicos e estruturais devido a condições severas de vento e mar. Assim, no período entre a 5ª e 6ª etapa, a embarcação precisou de reparos em velas, instrumentos de bordo e outros equipamentos — um aporte financeiro expressivo e inesperado.

              Dupla dinâmica que comandou o Barco Brasil na Globe 40 2025/2026. Foto: OnBoard Sport / Divulgação

              Nas redes sociais, a equipe considera realizar um crowdfunding, ou financiamento coletivo, para ajudar nas despesas do Barco Brasil, que já beiram R$ 3 milhões desde o início da competição.

              Classificações

              Considerando o desempenho do Barco Brasil na competição, os ventos sopram para que o time termine esta Globe 40 em primeiro lugar da categoria Sharp. Na simulação, se o veleiro terminar em 1º, 2º ou 3º lugar entre os Sharp, ele ainda garante o ouro da categoria. Se for o 4º, a vitória ainda pode ocorrer, mas dependerá do desempenho do time Wilson Around The World, que a esta altura é o principal adversário do Barco Brasil.

              José Guilherme Caldas (à frente) e Luiz Bolina (ao fundo). Foto: OnBoard Sport / Divulgação

              Logo após o início da 6ª pernada, que termina em Lorient, o Barco Brasil se posicionou em 2º lugar, navegando atrás apenas do veleiro Belgium Ocean Racing – Curium. Este, por sinal, ocupa o 1º lugar da classificação geral junto ao Crédit Mutuel, mas nenhum deles pertence à categoria Sharp. Portanto, o Barco Brasil ainda segue na liderança da categoria e firme no objetivo de finalizar a regata de volta ao mundo no pódio geral (corrida consultada em 31 de março).

               

              Até a 5ª pernada, o Barco Brasil é quem lidera o pódio dos veleiros Sharp. Na colocação geral, ocupa a 3ª posição. Os números das parciais até a penúltima etapa são:

              Classificação Sharp

              • 1 | Barco Brasil – 22 pontos
              • 2 | Wilsons Around The World – 26,5 pontos
              • 3 | Free Dom – 30,50 pontos
              • 4 | Jangada Racing – 46 pontos
              • 5 | Whiskey Jack – 47,5 pontos

              Classificação geral

              • 1 | Crédit Mutuel – 19 pontos
              • 1 | Belgium Ocean Racing – Curium – 19 pontos
              • 3 | Barco Brasil – 49,5 pontos
              • 4 | Wilsons Around The World – 54 pontos
              • 5 | Free Dom – 58 pontos
              • 6 | Jangada Racing – 73,5 pontos
              • 7 | Whiskey Jack – 75 pontos
              • 8 | Next Generation Boating Around The World – 73 pontos*
                *O competidor foi penalizado na classificação geral por não ter pontuado em todas as etapas

               

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                Búzios Sailing Week 2026 começa nesta quarta-feira (1º); evento ainda aceita inscrições

                Competição, que segue até o dia 5 de abril, terá classes ORC (Performance e Cruzeiro/Regata), BRA-RGS e RGS-Cruiser, além da presença de Torben Grael

                31/03/2026

                A 39ª edição do Búzios Sailing Week começa nesta quarta-feira (1º de abril), no Rio de Janeiro. O evento, que seguirá até o dia 5 de abril, terá como sede o Iate Clube Armação de Búzios (ICAB), onde se reunirão embarcações das classes ORC (Performance e Cruzeiro/Regata), BRA-RGS e RGS-Cruiser, além de nomes de peso da modalidade, como o bicampeão olímpico Torben Grael.

                O campeonato, que ocorre em parceria com a Confederação Brasileira de Vela (CBVela) e a Associação Brasileira de Veleiros de Oceano (ABVO), aceita inscrições até às 17h desta quarta-feira. Para saber mais detalhes sobre os termos para participar, basta acessar o Aviso de Regata.

                Muito mais que uma regata

                A programação começa no dia 1º de abril, com cerimônia de abertura entre 17h e 19h. As regatas têm início no dia 2, após reunião de comandantes às 10h, com largada marcada para às 12h. Nos dias seguintes, contudo, as disputas acontecem a partir das 11h.

                 

                 

                Segundo a organizadora, estão previstas até seis regatas, com limite de duas por dia, incluindo percursos barla-sota e de percurso. Vale ressaltar que o campeonato só será validado com a realização mínima de três provas — entretanto, espera-se que não haja problemas para a disputa, visto que o litoral buziano é reconhecido pelas condições ideais de vento e navegação.

                Nesse ano, a competição premiará os vencedores gerais das classes ORC, BRA-RGS e RGS-Cruiser, além dos três primeiros colocados em cada subdivisão. A cerimônia de premiação ocorrerá no último dia do certame, às 16h30, após a última regata do circuito.

                 

                Além das provas, o evento terá atrações com DJ nos dias 2 e 3 de abril, além de ativações que promovem integração entre os atletas e o público.

                Regatas de gigantes

                Consolidado no calendário náutico como um dos principais eventos nacionais da vela, o Búzios Sailing Week está acostumado a receber grandes nomes do esporte, conforme destacou Marcos Soares, medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de Moscou, em 1980, comodoro do ICAB e organizador do evento.

                Búzios reúne, há décadas, alguns dos principais barcos do Brasil e também do exterior — já tivemos até a participação do Rei da Noruega– afirmou Soares

                O veleiro Ventaneiro é um dos confirmados para a competição em 2026. Foto: Instagram @icab.buzios/ Reprodução

                Para o comodoro, a “vela brasileira e mundial escolheu Búzios como base de treinos pelo regime de ventos e pelas infraestruturas que a cidade oferece”. Além do ambiente, considerado por ele como “ideal para competir”, a edição promete reunir grandes nomes da vela, como Torben Grael — bicampeão olímpico e um dos maiores da história do esporte.

                 

                Em 2025, inclusive, o Búzios Sailing Week teve validade como Campeonato Brasileiro em algumas classes, com o conhecido veleiro Crioula (Eduardo Plass) no lugar mais alto do pódio na ORC Geral e ORC Performance. Enquanto isso, na ORC Cruiser Race, o +Bravíssimo (Nacho Giamonna) levou a melhor.

                 

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                  Procurando um jet? Modelos Kawasaki, Sea-Doo, Yamaha e Ventura estarão no Rio Boat Show 2026

                  Ao todo, 17 modelos estarão expostos durante o salão náutico, que acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                  De 11 a 19 de abril, as águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, serão tomadas por um evento de peso: o Rio Boat Show 2026. O salão náutico, que neste ano chega à sua 27ª edição, promete grandes atrativos para quem ama viver o mar. Entre eles, estão 17 jets de grandes fabricantes do mercado: Kawasaki, Sea-Doo, Yamaha e Ventura.

                  As embarcações, requisitadas por quem prefere aproveitar as águas com um pouco mais de adrenalina e liberdade, estarão expostas pelas fabricantes no pavilhão da Marina da Glória, conhecido como a “área seca” do evento. Isso porque, mais abaixo, dezenas de barcos são apresentados em seu “habitat natural”: sobre as águas da icônica Baía de Guanabara.

                  Jets que atracarão no Rio Boat Show 2026

                  Yamaha

                  FX Cruiser HO

                  O modelo promete aliar recursos premium a um motor econômico, o 1.9 HO de 4 tempos e 4 cilindros. Entre eles estão piloto automático, acesso à mapas via GPS, TRIM automático, modos de controle de pilotagem, tela touchscreen e sistema de áudio original Yamaha Music, que permite receber mensagens, atender chamadas e ainda escutar músicas via conexão Bluetooth do smartphone.

                  FX Cruiser HO. Foto: Yamaha / Divulgação

                  São 3,58 metros de comprimento e 1,27 metros de largura. Com essa proporção, o jet consegue comportar até três passageiros com conforto.

                  FX Cruiser SVHO

                  Conforme destaca a Yamaha, o FX Cruiser SVHO é o tipo de jet que deixa o piloto “ter tudo”. A fabricante detalha que o modelo garante, ao mesmo tempo, velocidade e conforto, ao passo que o sistema de áudio integrado deixa os passeios ainda mais divertidos, com alto-falantes de 6,5”.

                  FX Cruiser SVHO. Foto: Yamaha / Divulgação

                  São 3,58 metros de comprimento e 1,27 metro de largura. O motor, de partida elétrica, é um 1.812 cc Supercharged SVHO, de 4 tempos e 4 cilindros.

                  SuperJet

                  “Lendário, esportivo e não mais restrito aos profissionais”. Assim a Yamaha define o clássico SuperJet, seu famoso modelo de pilotagem em pé, já testado por NÁUTICA. O jet traz o premiado motor TR-1 de 3 cilindros e 4 tempos da Yamaha. Apesar de esportivo, conta com o L-Mode, modo destinado a iniciantes que limita o desempenho do motor para mais controle e segurança.

                  SuperJet. Foto: Yamaha / Divulgação

                  Mais compacto, o SuperJet tem 2,43 metros de comprimento e 0,76 metro de largura, além de capacidade para apenas uma pessoa.

                  Ventura

                  Ventura Orca Performance by Taiga

                  Única moto aquática elétrica entre os jets que estarão no Rio Boat Show 2026, o Ventura Orca Performance by Taiga, já testado por NÁUTICA, dispensa o uso de combustível, não emite ruídos nem odores, ao passo que oferece uma navegação silenciosa e sustentável.

                  Ventura Orca Performance by Taiga. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                  Segundo a marca, o modelo atinge velocidade máxima de 100 km/h e entrega até 120 kW de potência de pico (160 cv) e 170 Nm de torque. A bateria tem autonomia para até duas horas de uso e pode ser carregada facilmente em qualquer tomada padrão. Durante o evento, o jet será comercializado a partir de R$ 129,9 mil.

                  Kawasaki

                  STX 160R

                  Grande detentora do nome “jet ski”, a Kawasaki vai atracar no Rio Boat Show representada pela Armazém Off Road, com nada menos que seis modelos. O primeiro da lista é o STX 160R. Com capacidade para até 3 passageiros, essa moto aquática navega com um potente motor de 1.498 cc.

                  STX 160R. Foto: Kawasaki / Divulgação

                  O modelo traz o tradicional tom de verde limão Kawasaki e tecnologias como controle eletrônico de velocidade de cruzeiro, indicador de pilotagem econômica, válvulas de aceleração eletrônicas e o ergo-fit, um sistema que privilegia a ergonomia do jet. O STX 160R tem preço base de R$ 123.990,00.

                  STX 160LX

                  O charme do STX 160LX se estende por 3,42 metros de comprimento, em um modelo de motor em linha de 4 tempos que garante potência máxima de 118 kW a 7500 rpm. O jet tem preço base de R$ 135.990.

                  STX 160LX. Foto: Kawasaki / Divulgação

                  Ultra 160LX-S Angler

                  O Ultra 160LX-S Angler é voltado ao público que usa as motos aquáticas para pescar. O modelo de 3,58 metros de comprimento leva até 3 pessoas e navega com motor de quatro tempos em linha. Seu preço base é de R$ 175,9 mil.

                  Ultra 160LX-S Angler. Foto: Kawasaki / Divulgação

                  Ultra 160LXS

                  O Ultra 160LXS chega com motor 4 tempos, DOHC, 4 válvulas por cilindro e 4 cilindros em linha. O modelo dispõe de diferenciais como travas de fácil acesso, luzes de LED embutidas no para-choque dianteiro e o casco Deep-V, que promete precisão e estabilidade.

                  Ultra 160LXS. Foto: Kawasaki / Divulgação

                  A navegação fica ainda mais completa com uma versão aprimorada do sistema de áudio Jetsound 4s, com quatro alto-falantes, controle por botão giratório e conectividade Bluetooth. O modelo tem preço base de R$ 156.990.

                  Ultra 160LX

                  Assim como em toda linha Ultra, o 160LX conta com um deck traseiro estendido, que possibilita mais espaço para atividades aquáticas e o armazenamento de equipamentos. O jet leva até três pessoas, impulsionado por um motor 4 tempos, DOHC, 4 válvulas por cilindro e 4 cilindros em linha. O preço base é de R$ 165.990.

                  Ultra 160LX. Foto: Kawasaki / Divulgação

                  Ultra 310LX

                  Em um marcante tom de vermelho profundo metálico, o Ultra 310LX chega a 228 kW de potência a 8 mil rpm, graças a um motor em linha de 4 tempos. Com 3,58 metros de comprimento, o modelo leva até 3 pessoas. Seu preço base é de R$ 185.190,00.

                  Ultra 310LX. Foto: Kawasaki / Divulgação

                  Sea-Doo

                  GTI SE 130

                  Um dos jets de entrada do Rio Boat Show 2026, o Sea-Doo GTI SE 130 traz atributos que garantem um passeio prazeroso. O motor é um 1630 ACE, de 130 cv, potência que garante a navegação para até 3 passageiros no casco em Polytec. Entre seus destaques estão ainda escada de reembarque, assento touring e sistema de áudio Bluetooth opcional.

                  GTI SE 130. Foto: Sea-Doo / Divulgação

                  Vale destacar que os jets Sea-Doo presentes no evento serão apresentados pela representante Quadricenter, empresa já tradicional no salão náutico carioca.

                  GTI SE 170

                  O GTI SE 170 também é considerado um modelo de entrada — embora um pouco mais potente. Seu motor, igualmente um 1630 ACE, traz 170 cv. Logo, trata-se de uma opção para quem busca passeios com mais adrenalina. O jet tem 3,32 metros e leva até 3 pessoas.

                  GTI SE 170. Foto: Sea-Doo / Divulgação

                  Wake 170

                  O Wake 170, como o nome sugere, é voltado para pilotos que buscam praticar esportes aquáticos. De acordo com a Sea-Doo, aliás, o modelo é “preparado para qualquer esporte de tração”. Entre seus recursos estão o Ski Mode, o mastro retrátil LinQ e suporte para prancha.

                  Wake 170. Foto: Sea-Doo / Divulgação

                  Wake Pro 230

                  Entrando em uma categoria mais potente, o Wake Pro 230, como o nome sugere, dispõe de 230 cv. Mais refinado, o jet que leva até 3 pessoas tem casco em fibra de vidro e “a estabilidade mais avançada da categoria”, conforme destaca a Sea-Doo. O modelo também pode ser utilizado em esportes aquáticos, contando, inclusive, com mastro retrátil para esqui e suporte para prancha.

                  Wake Pro 230. Foto: Sea-Doo / Divulgação

                  RXP-X 325

                  Um dos queridinhos da marca, o RXP-X 325, de 325 cv, é voltado à performance. Não à toa, a fabricante destaca atributos como potência explosiva e controle preciso no modelo. O assento de competição, padrão, leva apenas 1 passageiro. Há, porém, a possibilidade de optar por um que comporta até duas pessoas.

                  RXPX 325. Foto: Sea-Doo / Divulgação

                  RXT-X 325

                  Coladinho ao modelo anterior está o RXT-X 325, com motor 1630 ACE supercharged de 325 cv. Nele, a marca destaca o sistema Ergolock e o casco “de alta confiança”, que prometem controle, conforto e estabilidade mesmo em águas agitadas.

                  RXTX 325. Foto: Sea-Doo / Divulgação

                  GTX 325 Limited

                  Fechando a lista de jets no Rio Boat Show 2026 vem o GTX 325 Limited. Nele, o destaque, além da potência, vai para a ampla plataforma traseira. Destacam-se, ainda, a tela sensível ao toque de 10,25 polegadas e o sistema de som premium de 100 W.

                  GTX 325 Limited. Foto: Sea-Doo / Divulgação

                  Rio Boat Show 2026

                  O salão náutico que abre o calendário de Boat Shows no Brasil chega à sua 27ª edição em 2026. O Rio Boat Show movimenta as águas da Baía de Guanabara desde 1998, sempre sob os olhares do Cristo Redentor e com o Pão de Açúcar no horizonte.

                  Vista aérea do Rio Boat Show 2025. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                  Durante os nove dias de evento (de 11 a 19 de abril), os visitantes podem conferir embarcações na água lado a lado, além de equipamentos, acessórios e serviços das principais marcas do mercado.

                   

                  É possível ainda imergir no lifestyle náutico através de test-drives e experiências marcantes, como a ação “Minha Primeira Velejada”, batismo de mergulho, o já tradicional Desfile de Barcos noturno e a série de palestras do NÁUTICA Talks.

                  Garanta seu ingresso com desconto!

                  Os ingressos para a 27ª edição do Rio Boat Show já estão disponíveis — e leitores de NÁUTICA têm 30% off. Para garantir o desconto, acesse o site oficial de vendas, selecione a quantidade e tipo de entradas desejadas e insira o código promocional NAUTICA30 na aba “inserir cupom de desconto”.

                  Anote aí!

                  RIO BOAT SHOW 2026

                  Quando: de 11 a 19 de abril;

                  Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro);

                  Horário: de segunda a sexta-feira das 15h às 22h; sábados e domingos das 13h às 22h; no primeiro dia o evento abre às 15h e, no último, encerra às 21h;

                  Mais informações: site oficial do Rio Boat Show;

                  Ingressos: site oficial de vendas (leitores NÁUTICA têm 30% off com o código promocional NAUTICA30).

                   

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                    Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!

                    Goste ou não, a cor-de-rosa chama atenção por onde passa. Pode observar: um carro rosa sempre rende comentários, bem como qualquer cabelo tingido nessa coloração ou o mais comum dos objetos, como um celular. Logo, não foi diferente quando as fotos de uma raia cor-de-rosa ganharam a internet. O curioso é que, nesse caso, ninguém a “tingiu” — o animal, naturalmente, detém essa coloração tão aclamada.

                    Quem amplificou a informação de que uma raia cor-de-rosa habitava esse planeta foi o fotógrafo Kristian Laine, que, à época, no temido ano de 2020, estava praticando mergulho livre próximo à ilha mais ao sul da Grande Barreira de Corais, na Austrália, quando se deparou com essa obra-prima da natureza.

                    Foto: Kristian Laine / Divulgação

                    Sua primeira reação, conforme detalhou ao National Geographic ainda naquele ano, foi ter a certeza de que sua câmera estava com algum tipo de problema. “Fiquei confuso e achando que meus estroboscópios haviam quebrado ou estavam com defeito”, relembrou ele ao veículo.

                    O Inspetor Clouseau foi fotografado em meio a um grupo de sete outros machos, todos disputando uma fêmea. Foto: Kristian Laine / Divulgação

                    Mas não havia nada de errado com seu equipamento. Mais tarde, ele descobriu que havia dado de cara com uma jamanta-de-recife (Mobula alfredi) macho com cerca de 3,35 metros, batizada de Inspetor Clouseau. Sim. O animal não só era rosa como tinha um nome em referência ao detetive trapalhão dos desenhos de A Pantera Cor-de-Rosa.

                    Nos desenhos animados, o Inspetor Clouseau é um policial francês. Foto: YouTube/ Channel Four Cheeses / Reprodução

                    Isso porque o fotógrafo não foi o primeiro a avistá-lo. O Inspetor Clouseau foi visto pela primeira vez em 2015 — embora tenha sido visto novamente menos de uma dezena de vezes desde então. “Sinto-me orgulhoso e extremamente afortunado”, afirmou à época.

                    Ok, mas por que a raia é cor-de-rosa?

                    Se você pensou que a resposta para essa pergunta está na dieta do animal ou uma possível infecção de pele, saiba que não é nada disso. Cientistas do grupo de pesquisa australiano Projeto Manta, que estudam a raia rosada, confirmaram que sua cor é verdadeira — mesmo que, a princípio, eles tenham cogitado essas teorias também, que se aplicam, por exemplo, aos flamingos cor-de-rosa. É. Os flamingos não são cor-de-rosa. Eles ficam cor-de-rosa ao ingerir pequenos crustáceos.

                    Foto: Kristian Laine / Divulgação

                    Depois desse baque, voltemos ao assunto: em 2016, Amelia Armstrong, pesquisadora do Projeto Manta, realizou uma pequena biópsia de pele na raia que descartou as possibilidades até então postas à mesa. A principal teoria do Projeto é que o Inspetor Clouseau possui uma mutação genética em sua expressão de melanina ou pigmentação.

                    Foto: Kristian Laine / Divulgação

                    Já para Solomon David, ecologista aquático da Universidade Estadual Nicholls da Louisiana, a mutação trata-se de um eritrismo, característica que faz com que a pigmentação da pele de um animal seja avermelhada ou, em alguns casos, cor-de-rosa, tal qual mutações como melanístico (preto) ou albino (branco). Guy Stevens, presidente e cofundador da Manta Trust, com sede no Reino Unido, concorda que o eritrismo seja a explicação mais plausível.


                    As jamantas-de-recife podem ser totalmente pretas, brancas ou, mais comumente, preto e branco, com contrassombreamento — dorso escuro e ventre claro — que ajuda na camuflagem contra predadores como tubarões. Ainda assim, variações de cor não devem afetar sua sobrevivência, já que seu grande porte (podendo ultrapassar uma tonelada) reduz a vulnerabilidade, deixando apenas grandes predadores como ameaça.

                     

                    Para Armstrong, a raia não encanta apenas pela beleza. Ela considera que o animal pode contribuir para a ciência. “Conhecer a origem dessa mutação genética pode ajudar-nos a compreender como a cor evoluiu nas arraias-jamantas”, afirmou à época.

                     

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                      Histórico: Izabel Pimentel é a 1ª brasileira a velejar sozinha do Brasil à Antártica sem escalas

                      Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks

                      30/03/2026

                      A história da navegação acaba de ganhar mais um capítulo inédito — e protagonizado por uma brasileira. Partindo de Florianópolis (SC), Izabel Pimentel cruzou sozinha a Passagem de Drake e chegou à Antártica em uma jornada de ida e volta, sem escalas. Com o feito, a velejadora se tornou a primeira mulher brasileira — e possivelmente a primeira do mundo — a completar a rota entre o sul do Brasil e o continente antártico nessas condições.

                      Conforme revelou a velejadora, “foram dias de isolamento absoluto, condições climáticas severas e a presença constante de gelo à deriva, incluindo icebergs e growlers, típicos das águas antárticas”. Tudo isso a bordo de um Romane, veleiro francês de alumínio de 34 pés.

                      A expedição exigiu não apenas preparo técnico, mas também resistência física e mental em um dos ambientes mais hostis da Terra– destacou Izabel em post no LinkedIn

                      Além da realização pessoal e inédita na vela oceânica, a travessia marcou uma data simbólica: os 60 anos da velejadora, celebrados em 11 de fevereiro próximo à latitude 60°S do Hemisfério Sul — uma das regiões mais desafiadoras do planeta. O feito, porém, está longe de ser o único de Izabel Pimentel sobre as águas.

                      Um grande nome da vela mundial

                      No auge de suas seis décadas de vida, a sul-mato-grossense foi a primeira brasileira a completar uma volta ao mundo sozinha passando pelos três grandes cabos (Boa Esperança, Leeuwin e Horn), além de ter realizado 13 travessias do Oceano Atlântico em solitário.

                      Foto: Arquivo Pessoal

                      Pimentel também participou da regata transatlântica Mini Transat, em 2009, uma das competições mais desafiadoras da vela mundial. Recentemente, ela ainda levou um barco centenário da Espanha para a Rússia em meio à guerra, passando pelas águas da Sibéria.

                      Foto: Izabel Pimentel / Juliano Leal / Arquivo Pessoal

                      Para ela, a travessia entre o sul do Brasil e a Antártica reforça o protagonismo feminino na vela de oceano e posiciona o Brasil em destaque no cenário internacional da navegação de aventura.

                      Essa história será contada ao vivo no Rio Boat Show 2026

                      Todos os detalhes da travessia, incluindo os desafios enfrentados e bastidores inéditos da aventura, serão contados ao vivo pela própria Izabel no NÁUTICA Talks, uma das grandes atrações do Rio Boat Show 2026.

                      Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica

                      O papo com a velejadora está marcado para domingo, 12 de abril, às 14h, no pavilhão da Marina da Glória. Os ingressos já estão disponíveis no site oficial de vendas. Leitores de NÁUTICA têm desconto com o código promocional NAUTICA30.

                       

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                        “Catedral do mar”: coral de 1.347 metros quadrados pode ter mais de 2 mil anos

                        Cientistas mediram e se impressionaram com o maior coral do gênero Porites já registrado — e ele fica em uma caldeira vulcânica

                        “Uma estrutura majestosa, semelhante a uma catedral”. Assim cientistas descreveram o maior coral do gênero Porites já registrado. Essa obra-prima da natureza foi recentemente medida por pesquisadores do Serviço Oceânico Nacional dos Estados Unidos (NOAA), que se surpreenderam com o tamanho: cerca de 1.347 metros quadrados.

                        Embora conhecido há tempos pela comunidade das Ilhas Maug, no arquipélago das Marianas, no Pacífico Ocidental, o coral ainda

                        não havia sido devidamente medido. A tarefa, aliás, não foi simples.

                        Esse coral era tão grande que, na verdade, não conseguimos medi-lo com facilidade devido a restrições de segurança no mergulho– revelou o cientista Thomas Oliver em comunicado do NOAA

                        De acordo com os cientistas, toda a estrutura tem cerca de 31 metros no topo e 62 metros na base. Além do tamanho, outra característica que chamou a atenção foi a possível idade dessa “catedral do mar”: 2.050 anos.

                        Escala aproximada da colônia de corais comparada a ônibus escolares. Foto: NOAA / Divulgação

                        “Possível” porque é difícil cravar. Hannah Barkley, também cientista no NOAA, explicou que, como o coral formado por colônias da espécie Porites rus não produz bandas de crescimento como outros corais, os pesquisadores estimaram que ele cresça para fora, cerca de um centímetro por ano. “Então dá para imaginar que uma colônia desse tamanho seja bem antiga”, destacou.

                        Foto: NOAA Fisheries / Divulgação

                        Como se não bastasse, o local em que se encontra o coral também é motivo de fascínio pelos cientistas. Trata-se da caldeira vulcânica de Maug, tida pelos pesquisadores como um “laboratório natural”. O título se deve às suas exclusivas fontes de dióxido de carbono, que criam áreas de alta acidez no oceano, funcionando como um laboratório natural para estudar como corais e outros organismos podem reagir às mudanças climáticas.


                        No mesmo local, cientistas observam ainda o contraste entre um megacoral saudável e zonas mortas próximas às emissões de CO₂. O arquipélago das Marianas, de origem vulcânica e situado entre Filipinas e Japão, também abriga a Fossa das Marianas, o ponto mais profundo da Terra.

                        Maug é realmente um lugar muito especial– ressaltou Hannah Barkley

                         

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                          Das quadras para as águas: ex-tenista Rafael Nadal anuncia investimento em marinas

                          Lenda do tênis adquiriu participação minoritária de empresa focada no desenvolvimento de marinas para megaiates

                          Aposentado das quadras, o lendário ex-tenista Rafael Nadal, maior campeão da história de Roland Garros (14 títulos), decidiu ampliar o seu já vasto portfólio de negócios e adquiriu uma participação minoritária da Ocean Platform Marinas (OPM), empresa focada no desenvolvimento e gestão de marinas sob medida para megaiates.

                          A aquisição ocorreu por meio da holding de investimentos da família Nadal, a Aspemir — que já controla participações em quase 20 entidades ligadas a esportes, turismo e ao setor imobiliário. Dessa vez, o investimento da companhia mira em outra área que está numa crescente considerável: a criação e operação de instalações projetadas para grandes embarcações.

                          Rafael Nadal tem investimento em quase 20 empresas por meio da Aspemir. Foto: Instagram @rafaelnadal/ Reprodução

                          Atualmente, a OPM gerencia marinas em localizações costeiras espanholas estratégicas, como Ibiza, Málaga e Sevilha, com planos de expandir os seus negócios ao longo do litoral da Espanha. Entre os pilares da empresa estão o design sustentável e a proteção do meio ambiente marinho.

                          “A incorporação da Aspemir à Ocean Platform Marinas representa um apoio fundamental para o nosso projeto, através do qual pretendemos promover a navegação de grandes iates com infraestrutura sustentável e de última geração, que também fomenta a integração entre porto e cidade”, afirmou em comunicado José Luis Almazán, sócio-gerente da Ocean Capital Partners, acionista majoritário da OPM.

                          Uma quedinha pelo mar

                          Quem conhece, sabe: não é de hoje que Rafael Nadal deixa claro o seu gosto pelo universo náutico. Em 2020, o espanhol recebeu de presente de aniversário o potente Sunreef 80 Power, catamarã fabricado pelo estaleiro polonês Sunreef Yachts. Desde então, não foram poucas as vezes em que o ex-tenista usou seu barco como um refúgio dos torneios e um espaço de lazer para a família.

                          Rafael Nadal a bordo do Great White, da Sunreef Yachts. Foto: Sunreef Yachts/ Divulgação

                          Atualmente, o ex-atleta mantém o uso da embarcação — que mede 78 pés (23,95 metros) de comprimento — de forma discreta, sem registros públicos recentes a bordo. Mas não seja por isso. Abaixo, falaremos deste espaçoso catamarã que reúne muita comodidade e uma beleza de fazer brilhar os olhos.

                          Sunreef 80 Power. Foto: Sunreef Yachts/ Divulgação

                          Batizado de Great White, o barco feito sob encomenda para Nadal já ostentava um design futurista ainda em 2020. São quase 340 metros quadrados de área de convivência, dos quais 54 m² estão no flybridge, que possui um teto rígido de fibra de carbono e todos os luxos esperados de um barco desse porte, a exemplo de um bar descolado e uma banheira de hidromassagem.

                          Foto: Sunreef Yachts/ Divulgação

                          Pensado para ser um oásis para a família e amigos de Nadal, o Great White possui quatro confortáveis cabines. A suíte do ex-tenista fica na proa e, entre outros destaques, tem um closet de ótimo tamanho e recebe luz natural em abundância através de uma enorme claraboia.

                          Foto: Sunreef Yachts/ Divulgação

                          O salão luminoso do catamarã recepciona os convidados com dois sofás espaçosos junto ao cockpit de popa, uma área de jantar para oito pessoas e duas TVs de 77 polegadas (!), instaladas uma de frente para a outra.

                          Foto: Sunreef Yachts/ Divulgação

                          Sua propulsão vem de dois motores de 1200 hp cada, que permitem uma velocidade máxima de 23 nós e uma velocidade de cruzeiro de 16 nós.

                          Competitivo até nas águas

                          Nadal é aquele tipo de atleta que, mesmo aposentado, não consegue abandonar a competitividade. Antes de pendurar as raquetes, o espanhol se tornou proprietário de uma equipe da E1 Series, corrida composta por barcos 100% elétricos e famosa por atrair astros como Tom Brady, Will Smith e LeBron James para o mesmo posto.

                           

                           

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                          O “Team Rafa” ingressou na temporada de estreia da liga, em 2023, e teve participações bem competitivas. No primeiro ano, fechou a classificação geral em 4º (o time de Tom Brady terminou em 1º). Já em 2025, Nadal ficou com o vice-campeonato, atrás, novamente, da equipe comandada pelo ex-jogador da NFL.

                           

                          A atual temporada teve um GP até o momento, em Jeddah, na Arábia Saudita, em que o Team Rafa ficou em sexto lugar. Quem sabe esse não seja o ano em que o espanhol levará para as águas o sucesso que obteve nas quadras?

                           

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                            Por: Nicole Leslie -
                            29/03/2026

                            O novo Mangusta GranSport 50 foi apresentado ao público na última quarta-feira (25) e aumenta a linha GranSport do Mangusta Yachts. Com quase 50 metros de comprimento (precisamente 49,9), o modelo aposta em um conceito que combina desempenho esportivo, grandes volumes internos e navegação de longo alcance. No design, um dos principais diferenciais está na casa de comando elevada — estreia absoluta nessa categoria de iates, segundo o estaleiro.

                            Mais do que uma evolução da linha GranSport, o Mangusta revelou que o novo iate propõe uma mudança de conceito ao buscar equilíbrio entre velocidade, eficiência e conforto. Não à toa, apesar do tamanho, a embarcação foi desenhada para acomodar 12 hóspedes e uma tripulação de 9 pessoas, que garantem o estilo de vida luxuoso a bordo.

                            Fora da curva: casa de comando elevada

                            O principal destaque do novo Mangusta GranSport 50 está em sua arquitetura interna, especialmente no design escolhido para a casa de comando. Pela primeira vez em um modelo desse tipo, de acordo com o estaleiro, o iate adota uma casa de comando elevada (Raised Pilot House, ou simplesmente RPH) integrada à superestrutura.

                            Foto: Mangusta Yachts / Divulgação

                            A solução cria um layout de três deques “e meio”, que amplia as possibilidades de uso dos espaços. Ao deslocar o posto de comando para um nível superior, o projeto libera áreas nobres do convés, permitindo novas configurações que, nesse caso, foram voltadas ao convívio dos hóspedes e à contemplação do mar.

                             

                            Assim, cada deck passa a oferecer uma perspectiva diferente da navegação. Nesse desenho de interiores, o convés superior, por exemplo, ganhou mais espaço para lazer e circulação do que o comumente encontrado em iates dessa categoria, segundo o Mangusta Yachts.


                            Ambientes conectados

                            O design exterior leva a assinatura de Alberto Mancini, que buscou manter o DNA esportivo da linha e acrescentar uma abordagem mais contemporânea. Foi assim que o uso de vidros se tornou um dos pontos centrais do projeto.

                             

                            As laterais receberam superfícies amplas e contínuas em vidro com acabamento sem moldura. O resultado? Maior conexão entre interior e exterior da embarcação, além de garantir privacidade sem comprometer a visibilidade.

                             

                            A reorganização dos espaços internos e externos foi pensada para valorizar a experiência a bordo. No convés superior, a mudança da casa de comando permitiu a criação de uma área frontal com lounge panorâmico e piscina infinita — que já se tornou característica da linha, mas que no novo Mangusta GranSport 50 surge como protagonista.

                            Foto: Mangusta Yachts / Divulgação

                            O mesmo convés, por sua vez, pode receber diferentes configurações, como uma cabine adicional ou um espaço privativo voltado ao proprietário com vista direta para a proa.

                             

                            No convés principal, a proposta foi dedicar toda a área ao proprietário. Sendo assim, a suíte master ocupa a boca máxima do iate (9,6 metros) e conta com várias e grandes superfícies envidraçadas que garantem o visual aberto. Elas ainda podem incluir varanda retrátil como opcional.

                             

                            Na popa, o destaque é a área de beach club integrada à plataforma. O espaço, acessado por uma escadaria central que conecta os diferentes conveses, pode ser configurado como lounge ou até academia — independentemente da escolha, a garantia é a vista para o mar.

                            Foto: Mangusta Yachts / Divulgação

                            Capacidade, conforto e desempenho

                            O Mangusta GranSport 50 pode acomodar até 12 hóspedes em cinco cabines, além de 9 tripulantes em outras cinco. Ao todo, são 499 GT de tonelagem bruta que conseguem atingir velocidade máxima de 20 nós.

                             

                            O desempenho acontece graças aos dois motores MTU de 2.600 hp cada. Em cruzeiro, o iate faz 16 nós e atinge uma autonomia de até 4.200 milhas náuticas (o equivalente a cerca de 7.800 km), o que reforça a proposta de navegação de longa distância da embarcação.

                             

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                              Embarcação de 207 metros de comprimento fez sua viagem inaugural na última sexta-feira (20)

                              28/03/2026

                              Já parou para pensar no que aconteceria se uma empresa consagrada no setor de hotelaria de luxo resolvesse entrar para o ramo dos megaiates? Pois bem, esse exercício não precisa ficar apenas na imaginação: acaba de sair do papel o primeiro barco da Four Seasons, que promete unir a experiência de um hotel cinco estrelas à de um megaiate privado.

                              Batizado de Four Seasons I, o barco teve sua viagem inaugural na última sexta-feira (20), partindo de Málaga, na Espanha. O lançamento coincidiu com o 65º aniversário do prestigiado grupo hoteleiro, que entrou de cabeça no mercado do iatismo privado com um barco que mede nada menos que 207 metros de comprimentos (679 pés).

                              Foto: Four Seasons Yacht/ Divulgação

                              O megaiate, aliás, carrega um certo pedigree de cruzeiro — e a ideia é essa. O objetivo do novo empreendimento da companhia é alcançar um público que está disposto a pagar cifras elevadas em troca de uma experiência exclusiva em alto-mar, ao contrário da abordagem plural dos cruzeiros tradicionais.

                               

                              Não à toa, as diferenças entre um cruzeiro típico e o Four Season I são bem evidentes, principalmente no espaço. Nessa primeira operação, a embarcação iniciou os trabalhos com “apenas” 95 suítes e capacidade máxima para 222 passageiros. Claro que um barco desse tamanho poderia levar muito mais pessoas, mas a proposta é outra.

                              Mesmo as menores cabines têm cerca de 50 m², padrão acima do mercado. Essa, por exemplo, é uma suíte com vista para o mar e estúdio, que acomoda quatro pessoas. Foto: Four Seasons Yacht/ Divulgação

                              Com menos pessoas a bordo, a Four Seasons garante um atendimento exclusivo e personalizado para cada hóspede. Para se ter ideia, a proporção é de um tripulante para cada passageiro.

                               

                              A lógica é simples: menos pessoas, mais espaço. Com isso, todos os hóspedes podem desfrutar de ambientes amplos em cada uma das 95 suítes, que oferecem 50% mais espaço por passageiro do que a média do mercado — uma experiência quase residencial.

                              Foto: Four Seasons Yacht/ Divulgação

                              Grande parte das suítes e áreas sociais contam com janelas do chão ao teto, que criam uma atmosfera aberta e acolhedora. O design se inspira no icônico superiate Christina O, de Aristóteles Onassis, ao mesmo tempo em que adiciona um toque contemporâneo próprio.

                              Tudo a gosto do cliente

                              O foco é a qualidade, não a quantidade. Assim, as preferências dos hóspedes moldam as excursões no Four Seasons I. Quem estiver a bordo pode incluir momentos personalizados, como tours exclusivos nos bastidores de museus ou até um chá da tarde com o governador-geral de Antígua e Barbuda — por mais aleatório que pareça.

                              Foto: Four Seasons Yacht/ Divulgação

                              Na sua temporada inaugural, a embarcação excursionará pelo Mediterrâneo, com destinos como Saint-Tropez, Bodrum, Montenegro, as ilhas gregas e a costa croata. Em 2026, serão 32 viagens e mais de 30 países no itinerário, que passará pelo verão do Mediterrâneo e pelo inverno do Caribe e das Bahamas.

                               

                              Mais do que contemplar os destinos, os hóspedes encontrarão um ambiente de ultraluxo dentro e fora do iate. A bordo, ele reúne 11 restaurantes e lounges, além de um spa devidamente equipado. Há ainda uma piscina de 20 metros de comprimento inspirada no design de meados do século 20 — à noite, ela vira uma pista de dança ao ar livre.

                              O conceito de Grand Touring da Four Seasons Yachts ainda oferece experiências exclusivas a bordo de embarcações menores, como o Limo Tender e o Beachlander, que permitem acesso personalizado a praias isoladas. Foto: Four Seasons Yacht/ Divulgação

                              Por outro lado, quem quiser viver ao máximo essa experiência terá que desembolsar um bom dinheiro. As viagens de sete noites partem de cerca de US$ 20 mil por suíte (cerca de R$ 104 mil) e podem chegar a US$ 330 mil (mais de R$ 1,7 milhão) nas acomodações de elite. A suíte mais badalada é a Funnel Suite, que inclui piscina privativa e vistas panorâmicas — e, nesse caso, ver é melhor do que descrever:

                              O Funnel Suite é um dos grandes destaques deste megaiate, sendo a maior e mais exclusiva. A área acomoda até cinco adultos e um bebê ou criança. Foto: Four Seasons Yacht/ Divulgação
                              A suíte oferece três quartos distribuídos por quatro níveis de espaço habitável, com vistas deslumbrantes para o mar através de janelas panorâmicas do chão ao teto. Foto: Four Seasons Yacht/ Divulgação
                              A suíte ainda abriga uma cozinha pessoal totalmente equipada, sala de estar, mesa de jantar interna para seis pessoas e essa bela escadaria. Foto: Four Seasons Yacht/ Divulgação
                              São duas camas king size, quatro banheiros (sendo dois principais com box de vidro), três lavabos, academia interna e externa e sala de vapor. Foto: Four Seasons Yachts/ Divulgação

                              Se depender da Four Seasons, a entrada no mundo dos iates não para por aí: em 2027, a marca já pretende lançar o segundo modelo da frota. Caso a proposta de um hotel cinco estrelas flutuante se confirme na prática, tudo indica que a empresa iniciou essa empreitada com o pé-direito.

                              Confira mais atrativos do Four Seasons I

                              Marina Days: a experiência da Four Seasons Yachts em que o iate permanece ancorado e se transforma em um “refúgio no mar”, com acesso direto à água, esportes náuticos, lazer e exploração de destinos isolados — tudo no ritmo relaxado e personalizado do hóspede. Foto: Four Seasons Yacht/ Divulgação
                              Chef-in-Residence: o programa da Four Seasons Yachts que leva chefs renomados — muitos com estrelas Michelin — a bordo, criando menus exclusivos e sazonais que mudam a cada viagem, transformando a gastronomia em uma experiência dinâmica e inspirada nos destinos. Foto: Four Seasons Yacht/ Divulgação
                              Foto: Four Seasons Yacht/ Divulgação
                              Foto: Four Seasons Yacht/ Divulgação
                              Foto: Four Seasons Yacht/ Divulgação
                              Foto: Four Seasons Yacht/ Divulgação

                               

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                                27/03/2026

                                O cantor e empresário Wesley Oliveira da Silva, conhecido como Wesley Safadão, comprou uma lancha personalizada de um estaleiro brasileiro. A embarcação foi entregue nesta quinta-feira (26), na Lagoa do Uruaú, no Ceará, e recebeu configurações definidas pelo próprio artista.

                                O modelo escolhido foi a Azov Z260, uma lancha de 26 pés com capacidade para até 14 pessoas — o modelo, inclusive, poderá ser visto em detalhes pelos visitantes do Rio Boat Show, que acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória. Do tipo “proa aberta”, a embarcação permite circulação facilitada entre popa e proa, ou seja, é possível transitar da proa à popa sem obstáculos.

                                Azov Z260 de Wesley Safadão. Foto: Azov Yachts / Divulgação

                                Entre os destaques da personalização está o nome de batismo da lancha, “WS”, em referência ao nome artístico do cantor. As iniciais ganharam forma no casco e também na área gourmet, na popa. Safadão também optou pelo contraste de preto com cores claras (no caso, branco e cinza-claro), que estampam o exterior e interior da embarcação.

                                Foto: Azov Yachts / Divulgação

                                Outro item incluído foi o suporte de inox na parte traseira, próximo ao motor. A estrutura permite a prática de esportes aquáticos, como esqui e wakeboard, sem comprometer o espaço a bordo. Veja detalhes da lancha:

                                 

                                 

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                                Segundo a Azov Yachts, esta é a primeira embarcação adquirida pelo cantor junto à marca. O interesse, segundo o estaleiro, teria surgido após uma experiência prévia de Safadão com o mesmo modelo de barco, durante um passeio.

                                Suporte de inox para a prática de esportes foi instalado na área de popa da Z260 Open de Wesley Safadão. Foto: Azov Yachts / Divulgação

                                Azov Z260: como é a lancha escolhida por Safadão

                                A fabricante destaca que a Z260 é um dos carros-chefe da Azov graças à possibilidade de personalização, com opções que vão desde cores e acabamentos até itens de série. O modelo tem 8,42 metros de comprimento e 2,8 metros de boca e ainda conta com banheiro fechado completo.

                                Foto: Azov Yachts / Divulgação

                                Entre os diferenciais da lancha, a marca ressalta o casco voltado à navegação rápida, o cockpit amplo e a área de popa com espaço para convivência, incluindo escada de acesso à água e área gourmet com pia e ducha.

                                Foto: Azov Yachts / Divulgação

                                A Z260 Open já foi testada por NÁUTICA e, na ocasião, a lancha atingiu 36,5 nós de velocidade, o equivalente a 67,5 km/h. Assista ao teste completo:

                                 

                                 

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                                  Um gigante voltou a Ilhabela nesta terça-feira (24). O Scenic Eclipse, megaiate de 551 pés (quase 168 metros), atracou no arquipélago para desembarcar seus passageiros que participam de um “cruzeiro de ultraluxo”.  Em outubro, a mesma embarcação, avaliada em R$ 3 bilhões, já havia passado pela região para inaugurar a temporada de cruzeiros 2025-2026.

                                  Operado pela australiana Scenic Cruises, o megaiate foi pensado para explorar destinos remotos do planeta, do Ártico à Antártica, em um cruzeiro de 6 estrelas.

                                  Foto: Scenic / Divulgação

                                  Na atual temporada, ele tem subido o litoral do Brasil do Sul ao Sudeste. O itinerário começou pelo embarque em Buenos Aires (Argentina) e depois passou pelas uruguaias Montevidéu e Punta del Este, Porto Belo (SC), Ilhabela (SP), Paraty (RJ) e, finalmente, o desembarque, no Rio de Janeiro (RJ). Confira o registro do fotógrafo Paulo Stefani:

                                   

                                   

                                  A rota, batizada de “Rhythms of the Brazilian Coastline” (Ritmos do Litoral Brasileiro, em português), custa a partir de aproximadamente R$ 95 mil por pessoa, podendo ultrapassar R$ 200 mil nas categorias mais luxuosas — valores que refletem o perfil ultraluxo e all inclusive da embarcação.

                                  Foto: Scenic / Divulgação

                                  O valor inclui bebidas premium, restaurantes de alta gastronomia, excursões em terra, atividades exclusivas aos hóspedes e até serviço de mordomo.

                                  Foto: Scenic / Divulgação

                                  Para complementar tudo isso, o Scenic Eclipse dispõe de nada menos que dois helicópteros Airbus, usados para voos panorâmicos e acesso a áreas remotas, além de um submarino para até seis pessoas mais o piloto, que mergulha até 300 metros de profundidade.

                                  Foto: Scenic / Divulgação
                                  Foto: Scenic / Divulgação

                                  Atripulação inclui especialistas, como biólogos, guias e naturalistas, que ajudam os hóspedes a aproveitar ao máximo a experiência em cada uma das paradas — que podem chegar até mesmo a regiões polares, uma vez que o megaiate detém certificação Polar Class 6.

                                  Foto: Scenic / Divulgação

                                  Tudo isso para até 228 passageiros bem afortunados, que se acomodam com tranquilidade em 114 suítes bem equipadas, todas com varanda privativa.

                                   

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                                    André Freitas, que nunca navegou em um catamarã, detém o recorde mundial de volta ao mundo mais rápida de helicóptero

                                    Dar uma volta ao mundo, em qualquer circunstância, é uma missão extremamente desafiadora — e André Freitas sabe muito bem disso. O criciumense é detentor do recorde mundial de volta ao mundo mais rápida de helicóptero, tendo contornado o planeta em apenas 106 dias. Porém, não contente o suficiente, ele já planeja uma nova jornada: circunavegar a Terra a bordo de um catamarã. Mas tem um detalhe: sem nunca ter navegado em um modelo desse antes.

                                    Inclusive, o nome do catamarã não poderia ser melhor: Aventura — bem a cara de André, que se descreve como um “aventureiro”. A bordo deste barco de dois cascos, ele pretende repetir nas águas a façanha que realizou no ar em 2024, quando voou por 35 países em pouco mais de três meses.

                                     


                                    Assim como fez entre as nuvens, a ideia é que a expedição a bordo do Aventura passe por 35 nações. Ao seu lado, o brasileiro terá outro piloto de helicóptero, o experiente britânico Peter Wilson, que esteve com André no recorde de 2024 — e que também não sabe o que é dar uma volta ao mundo sobre as águas.

                                     

                                    Segundo o empresário, a missão já tem data prevista: 9 de janeiro de 2027. Porém, para preparar a logística, ele sairá cerca de 40 dias antes, partindo da França até a região do Caribe. De lá, o piloto iniciará a jornada épica, que promete terminar no mesmo lugar de onde começou.

                                    Peter Wilson e André Freitas completaram volta ao mundo de helicóptero em 2024. Foto: Guinness World Records/ Divulgação

                                    A circunavegação passará, obrigatoriamente, pelo Canal do Panamá, Galápagos (Equador), pelas ilhas da Polinésia Francesa (França) e destinos como Fiji, Tonga, Austrália, Ilhas Maurício, Cabo das Tormentas (África do Sul), Fernando de Noronha (Brasil) e, por fim, Caribe.

                                     

                                    Nessa expedição, estão programadas 22 paradas durante os 15 meses da travessia de 50 mil quilômetros. As pausas serão utilizadas para reabastecimento de água, combustível, alimentos e reparos no barco.

                                    Sedento por aventura

                                    “Dessa vez ele está indo longe demais”, você pode ter pensado. Contudo, quando se puxa o histórico aventureiro de André, descobre-se que, na verdade, essa será só mais uma aventura do empresário. Em 2018, por exemplo, ele escalou o Monte Everest, a montanha mais alta do planeta, que tem um pico a 8,8 mil metros acima do nível do mar.

                                    André Freitas no topo do Monte Everest. Foto: Instagram @andreborgesdefreitas/ Reprodução

                                    Com mais de 25 anos de experiência como piloto, o corpo dele está mais do que acostumado a ser levado ao limite. Ele já participou de 10 triatlos Ironman, que envolve 3,8 km de natação, 180 km de ciclismo e 42,195 km de corrida. Entretanto, navegar é uma novidade.

                                    Vai ser uma coisa totalmente nova entrar no catamarã. Vou ter até o final do ano para aprender a velejar e fazer cursos– contou o piloto ao portal 4Oito

                                    Por um lado, a expectativa está nas alturas (com o perdão do trocadilho): o catamarã já chegou e a rotina está sendo direcionada para o objetivo da volta ao mundo. Por outro, o clima é de apreensão por parte da sua esposa, Janaína.

                                    Coração bem apertado, da outra vez ele já era piloto há mais de 20 anos, já tinha uma experiência gigantesca no que ele estava fazendo, e agora não– revelou ela

                                    O empresário contou, em reportagem do Fantástico, que mantinha contato constante com sua esposa por meio de diferentes tecnologias de comunicação e monitoramento durante a expedição de helicóptero. Para mantê-la atualizada no dia a dia, ele aproveitava as pausas da viagem para conversar por chamadas de vídeo, além de trocar mensagens de texto diariamente.

                                     

                                    Porém, ao que tudo indica, o contato será menos frequente durante a volta ao mundo a bordo do catamarã, já que velejar exige um trabalho mais contínuo — principalmente por não ser a especialidade dele. Mas, certamente, assim como fez no céu, as paradas em terra firme servirão não só para reabastecer o barco, mas também para recarregar as saudades de casa.

                                     

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                                      Por: Nicole Leslie -
                                      26/03/2026

                                      O pescador Marcelo dos Santos protagonizou uma cena, no mínimo, curiosa no último domingo (22). Ele pescava próximo à Ilha Feia, em Búzios (RJ), quando avistou uma cadela nadando sozinha, já visivelmente cansada. O animal foi resgatado e agora o pescador busca alguém interessado em adotá-la.

                                      À NÁUTICA, Marcelo contou que pesca há décadas e que nunca havia presenciado nada parecido. Ele estava em um barco a motor na região da Ilha Feia, em um ponto acessível apenas após mais de uma hora de navegação. Foi ali, em pleno mar aberto, que avistou a cadelinha.

                                       

                                       

                                      O local onde a cadela estava fica a pelo menos 2,5 km da terra firme mais próxima, em direção à Praia da Armação. Já em relação à Praia Rasa, outra das áreas mais próximas, a distância pode superar 5 km. Embora não se saiba de onde o animal veio, é certo que nadou bastante até chegar onde chegou — o que justifica o cansaço.

                                      Foto: Arquivo Pessoal / Marcelo dos Santos

                                      Marcelo conseguiu retirá-la da água, ofereceu alimento e a levou ao veterinário. Lá, foi estimado, a partir da arcada dentária, que a cadela tem cerca de dois anos. Ainda sem nome, ela é de médio porte e pesava aproximadamente 10 kg no momento do resgate. Apesar disso, está saudável e em recuperação.


                                      O pescador está com a cadela temporariamente enquanto busca alguém que queira adotá-la. Interessados podem entrar em contato pelo Instagram @marcelominhavida.

                                       

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                                        A cantora Luana Camarah, que já passou por Rock in Rio, The Town e The Voice Brasil, se apresenta às 19h na 27ª edição do evento

                                        Por: Nicole Leslie -

                                        Luz na passarela que lá vêm eles: os barcos-destaque do Rio Boat Show 2026! Atração já tradicional no maior salão náutico outdoor da América Latina, o desfile de barcos promete uma dose extra de animação nesta edição, já que acontecerá logo após um show exclusivo de Luana Camarah para os visitantes do evento.

                                        O desfile está marcado para a segunda noite, em 12 de abril. Antes de as embarcações ganharem as águas, a Marina da Glória será palco da cantora, compositora e multi-instrumentalista conhecida pela voz potente no rock Luana Camarah, que se apresentará às 19h. A artista já subiu aos palcos do Rock in Rio e do The Town, foi semifinalista do programa The Voice Brasil em 2013 e integrou a banda Malta antes de retomar a carreira solo.

                                         

                                        Com o público aquecido após o show, começa o desfile de embarcações dos estaleiros participantes do evento. Na atração, cada marca escolhe um barco-destaque para desfilar sobre as águas da Baía de Guanabara, com convidados a bordo e um espetáculo de luzes à parte.

                                        Schaefer 600, da Schaefer Yachts, no desfile de barcos do RBS 2025. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                        Ao menos 11 estaleiros estão confirmados para o Rio Boat Show 2026. Eles serão responsáveis por exibir — com direito a test drives — desde barcos de entrada até iates de luxo. Apesar das dezenas de embarcações no evento, cada marca leva apenas um modelo para a passarela náutica.

                                         

                                        O desfile de barcos será transmitido ao vivo pelo canal Náutica no YouTube — que, inclusive, fará transmissões ao vivo durante todos os dias do evento, que acontece de 11 a 19 de abril. Para assistir ao desfile em primeira mão e apreciar o show de Luana Camarah, leitores NÁUTICA têm 30% de desconto no ingresso do evento com o código promocional NAUTICA30.

                                        Veja os demais barcos que desfilaram na última edição do Rio Boat Show, em 2025

                                        Azimut Fly 58, da Azimut Yachts, no desfile de barcos do Rio Boat Show 2025. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
                                        Sessa F60, da Sessa Marine, no desfile de barcos do Rio Boat Show 2025. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica
                                        Ventura V550 Fly, da Ventura Marine. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica
                                        Solara 500 Fly, da Solara Yachts. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica
                                        NX 50 Invictus Fly, da NX Boats. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica
                                        Catamarã à vela Excess 14, da Aloha Náutica. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica
                                        Lagoon 42 no desfile de barcos do Rio Boat Show 2025. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica
                                        Triton 440 Flyer, da Triton Yachts. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica
                                        Coral 42 HT, da Lanchas Coral. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica
                                        Real 42 Cabriolet, da Real Powerboats. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica
                                        Veleiro Dufour 41 entrou na passarela a motor de ré no RBS 2025. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica
                                        Mestra 352 HT, da Mestra Boats. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica
                                        Azov Z380 C, da Azov Yachts. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica

                                        Rio Boat Show 2026

                                        O salão náutico que abre o calendário de Boat Shows no Brasil chega à sua 27ª edição em 2026. O Rio Boat Show movimenta as águas da Baía de Guanabara desde 1998, sempre sob os olhares do Cristo Redentor e com o Pão de Açúcar no horizonte.

                                        Vista aérea do Rio Boat Show 2025. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                        Durante os nove dias de evento (de 11 a 19 de abril), os visitantes podem conferir embarcações na água lado a lado, além de equipamentos, acessórios e serviços das principais marcas do mercado.

                                         

                                        É possível ainda imergir no lifestyle náutico através de test-drives e experiências marcantes, como a ação “Minha Primeira Velejada”, batismo de mergulho, o já tradicional Desfile de Barcos noturno e a série de palestras do NÁUTICA Talks.

                                        Garanta seu ingresso com desconto!

                                        Os ingressos para a 27ª edição do Rio Boat Show já estão disponíveis — e leitores de NÁUTICA têm 30% off. Para garantir o desconto, acesse o site oficial de vendas, selecione a quantidade e tipo de entradas desejadas e insira o código promocional NAUTICA30 na aba “inserir cupom de desconto”.

                                        Anote aí!

                                        RIO BOAT SHOW 2026

                                        Quando: de 11 a 19 de abril;

                                        Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro);

                                        Horário: de segunda a sexta-feira das 15h às 22h; sábados e domingos das 13h às 22h; no primeiro dia o evento abre às 15h e, no último, encerra às 21h;

                                        Mais informações: site oficial do Rio Boat Show;

                                        Ingressos: site oficial de vendas (leitores NÁUTICA têm 30% off com o código promocional NAUTICA30).

                                        Náutica Responde

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                                          Lukas compartilha os testes da Helios-11, uma embarcação de 11 metros, em seu canal no YouTube

                                          O momento climático pelo qual passa o planeta exige dos construtores cada vez mais criatividade na hora de criar. Nesse momento, uma palavrinha mágica costuma vir à mente: sustentabilidade. Uma das maneiras de encaixá-la em um projeto é fazer o uso de placas solares para gerar energia, como tem feito um finlandês chamado Lukas ao construir o próprio barco.

                                          Batizada de Helios-11, a embarcação de 11 metros já funciona como sua casa, embora ainda seja um protótipo. O barco já mostra que não é preciso muito para viver os prazeres das águas. Através de seu canal no Youtube, o True North Yachts, Lukas permite que mais de 13 mil pessoas também desbravem essa possibilidade. Confira:

                                           

                                           

                                          Por lá, o jovem compartilha todos os testes e fases da embarcação, que, segundo ele, teve um custo de US$ 30 mil até agora, quase R$ 160 mil (na conversão de março de 2026). Lukas se dedicou à construção do Helios-11 por seis meses em um galpão, onde priorizou garantir leveza e resistência, dispensando acessórios pesados, comuns em barcos tradicionais.

                                          Foto: YouTube True North Yachts / Reprodução

                                          A estratégia não foi à toa: com o barco mais leve, ele conseguiu maximizar a eficiência e o desempenho do seu sistema de propulsão solar, que utiliza painéis solares leves para alimentar um motor elétrico de 6 quilowatts.

                                          Foto: YouTube True North Yachts / Reprodução

                                          Com essa potência, o jovem garante que a embarcação é capaz de atingir uma velocidade máxima de 8,5 nós em dias ensolarados (7 nós em velocidade de cruzeiro). Para os dias de sol tímido — bastante comuns na Finlândia —, o barco dispõe da boa e velha vela, que, aliás, pode ser aliada ao motor para aumentar a propulsão.


                                          Autonomia “infinita”

                                          Conforme detalham os vídeos de Lukas, ele levou 200 dias para construir o que chama de “um iate explorador movido a energia solar com autonomia infinita, projetado para uma vida soberana e independência geográfica”. Tudo isso graças a um projeto que dispensa a necessidade de reabastecer ou recarregar.

                                          Foto: YouTube True North Yachts / Reprodução

                                          Apesar dos apenas 11 metros, o jovem destaca que o Helios-11 foi construído e projetado para longas distâncias e viagens transatlânticas — embora ele ainda não tenha se aventurado em uma. Em sua última atualização, Lukas estava seguindo para o sul, em direção à França e à Espanha, navegando pelo rio Ródano.

                                          Foto: YouTube True North Yachts / Reprodução

                                          Esse barco movido a energia solar tem dado tão certo que o jovem já tem em mente o próximo projeto da True North Yachts: ele pretende construir um barco maior, no estilo catamarã, elevando os materiais e a construção para um nível mais profissional, capaz de gerar mais energia solar e mais potência.

                                           

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                                            25/03/2026

                                            As águas cristalinas de João Pessoa, na Paraíba, poderão ser apreciadas mais de perto. Isso porque um barco transparente foi visto chegando à capital paraibana, já com a fama de novo atrativo turístico para a região.

                                            No vídeo que viralizou nas redes, publicado pela página Hoje tem em João Pessoa, a embarcação é vista em terra, sendo levada por uma carretinha. O barco pertence à empresa de aluguel de lanchas Navegar João Pessoa, que promove experiências náuticas no litoral paraibano. Confira:

                                             

                                             

                                            Em entrevista à NÁUTICA, Lucas Monteiro, um dos sócios responsáveis pela operação da empresa, revelou que a Navegar investiu mais de R$ 1,5 milhão para levar a novidade, que veio da China, à cidade.

                                             

                                            A proposta é que os passageiros tenham uma visão privilegiada do fundo do mar durante os passeios, em uma experiência imersiva. Esse tipo de atividade, aliás, não é novidade, mas costuma acontecer em um outro tipo de barco: os caiaques. Neles, porém, os turistas precisam navegar com o próprio esforço, o que limita a distância percorrida, a área de navegação e o número de pessoas a bordo.

                                            Foto: oneinchpunchphotos / Envato

                                            A gente acredita que esse tipo de embarcação vai atrair tanto turistas quanto moradores locais que buscam algo novo e exclusivo, fortalecendo ainda mais o turismo náutico da cidade– destacou Lucas Monteiro 

                                            Conforme detalhou o sócio, o barco transparente foi desenvolvido com tecnologia específica para esse tipo de estrutura, com materiais de alta resistência e transparência, pensados para proporcionar uma experiência diferenciada no mar.

                                            Foto: Instagram @hojetemjp / Reprodução

                                            Embora mais detalhes técnicos da lancha não tenham sido divulgados, modelos como esse costumam ter cerca de oito metros de comprimento e capacidade para aproximadamente 12 passageiros, além de tripulantes. No vídeo, é possível notar ainda uma motorização de popa de 50 hp.

                                             

                                            Segundo a Navegar João Pessoa, a lancha será utilizada principalmente nas piscinas naturais de Picãozinho e do Seixas. A empresa revelou que a operação está em fase final de montagem e ajustes, sendo que “a previsão é que em breve o barco já esteja disponível para o público, seguindo todos os critérios de segurança e regulamentação”.

                                            Um destino paradisíaco

                                            Há vários destinos brasileiros em que um barco transparente seria bem-vindo para uma experiência deslumbrante sobre as águas — mas João Pessoa certamente é um dos mais requisitados.

                                            Praia do Picãozinho. Foto: Alessandro Potter / Prefeitura de João Pessoa / Divulgação

                                            Não à toa, no ano passado, a cidade despontou como o terceiro principal destino de interesse no relatório Booking.com Previsões de Viagem para 2025, figurando ao lado de destinos disputados internacionalmente, como Willemstad, em Curaçao; Tromsø, na Noruega; e Trieste, na Itália.


                                            Descrita como “Porta do Sol” das Américas — já que a cidade é a primeira do continente a receber os raios solares — , João Pessoa oferece opções de sobra para apreciar. Entre elas, destacam-se praias como do Jacaré e Seixas, as piscinas naturais do Picãozinho, o Jardim Botânico, o Centro Histórico e o tradicional Mercado de Tambaú, com artesanato local.

                                            Praia do Seixas. Foto: Rafael Passos / Prefeitura de João Pessoa / Divulgação

                                            À época, a avaliação da plataforma de viagens destacou que a capital da Paraíba é “celebrada por paisagens verdejantes e rica herança cultural. Suas belas praias, parques naturais e locais históricos fazem dela um destino maravilhoso para viagens multigeracionais. As famílias podem se reunir para aproveitar atividades ao ar livre e criar memórias duradouras em um ambiente vibrante e culturalmente rico”.

                                             

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                                              Programa da Prefeitura de Ilhabela (SP) ficou em 2º lugar no estado na 13ª edição do Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora

                                              Não é de hoje que as baleias se sentem à vontade em Ilhabela — e nada melhor que um prêmio para comprovar isso. Em anúncio realizado na última terça-feira (17), o município foi reconhecido na 13ª edição do Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora (PSPE) pelo projeto “Cidade Amiga das Baleias: Turismo de Observação de Cetáceos”. A iniciativa qualifica operadoras turísticas e embarcações para seguir boas práticas de segurança, respeitar a vida marinha e ter responsabilidade ambiental.

                                              Ao todo, 283 projetos de 219 prefeituras foram inscritos na premiação. A iniciativa valoriza ideias inovadoras protagonizadas por governos municipais que têm como objetivo proporcionar melhorias no ambiente de negócios e no desenvolvimento territorial.

                                              Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                              O prêmio contou com nove categorias e reuniu projetos de diferentes áreas, não apenas as ligadas ao turismo. Na classificação, Ilhabela ficou em segundo lugar no estado (apenas o primeiro colocado de cada estado avança para a fase nacional). Porém, acima de tudo, o reconhecimento reforça o impacto do projeto no turismo de observação de cetáceos (baleias) — que já é marca registrada da cidade.

                                              Segurança acima de tudo

                                              Dentre muitas ações de estruturação do turismo de observação de cetáceos, o selo Cidade Amiga das Baleias — criado por meio do Decreto Municipal nº 10.450/2024 — é concedido às operadoras que participaram da capacitação da Prefeitura, garantindo que conheçam e apliquem corretamente as normas de observação de cetáceos.

                                              Foto: Prefeitura de Ilhabela/ Divulgação

                                              O projeto tem como intuito valorizar as agências de turismo e prestadores de serviço que operam passeios embarcados para observação de cetáceos, tornando mais fácil localizar as empresas que participam dos treinamentos anuais — que, por sua vez, promovem experiências seguras para turistas e maior proteção aos animais. Em maio de 2026, inclusive, já será realizada a capacitação da nova temporada.

                                               

                                              Conforme estabelecido pela Portaria do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) nº 117/1996, algumas das normas para observação segura de baleias em território brasileiro são:

                                              • Não persiga o animal e mantenha a rota de navegação da baleia livre;
                                              • Mantenha 100 metros de distância;
                                              • Não separe os animais de um grupo;
                                              • Não encurrale as baleias, sempre se posicione ao lado da praia ou região costeira;
                                              • Não faça barulho;
                                              • Não jogue objetos na água;
                                              • Não é permitido tocar ou mergulhar com as baleias;
                                              • Permanecer até, no máximo, duas embarcações por vez;
                                              • Manter o motor em neutro.

                                              Amigas do turismo

                                              Apesar do reconhecimento, o melhor ainda está por vir: a temporada de avistamento de baleias em Ilhabela começa em maio e vai até agosto, com pico entre junho e julho — período em que as baleias-jubarte migram da Antártida rumo às águas mais quentes do Brasil para reprodução.

                                              Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                              Durante essa rota, o litoral norte paulista, especialmente Ilhabela, vira uma espécie de “corredor natural” onde as baleias descasam e diferentes espécies de cetáceos também aparecem, como golfinhos. Esse evento anual atrai visitantes de todas as partes do mundo para a região e beneficia a economia local.

                                              2025 foi um ano de grandes recordes para Ilhabela, com o maior número de avistamentos de baleias-jubarte e de operadoras certificadas com o selo Cidade Amiga das Baleias– destacou Harry Finger, secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo


                                              Quem também ficou feliz com a conquista foi o prefeito de Ilhabela, Toninho Colucci. “A cidade oferece infraestrutura completa e segurança para os turistas, sempre respeitando a preservação ambiental” ressaltou o político, que destacou também o selo Cidade Amiga das Baleias.

                                              É gratificante ver que o selo Cidade Amiga das Baleias faz a diferença na prática, tornando nosso turismo mais responsável e atrativo– concluiu Colucci

                                               

                                              Náutica Responde

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                                                Embarcação percorreu mais de 750 km entre Itajaí e Rio de Janeiro, onde será oficializada no dia 24 de abril

                                                Por: Nicole Leslie -

                                                A Fragata Tamandaré (F200), primeira embarcação da nova classe de fragatas da Marinha do Brasil, navegou de Itajaí (SC) até o Rio de Janeiro (RJ) para sua incorporação oficial à Força. A cerimônia está prevista para o dia 24 de abril.

                                                Após realizar os primeiros testes de mar em agosto de 2025, a embarcação percorreu cerca de 765 km desde o estaleiro onde foi construída até a capital fluminense. A chegada às águas cariocas ocorreu no último dia 16. Agora, a fragata passa pelos preparativos finais para a Cerimônia de Mostra de Armamento, etapa que oficializa sua entrada na operação da Marinha.

                                                Fragata Tamandaré foi escoltada pela Fragata Defensora na Baía de Guanabara, no RJ. Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                                                Fragata Tamandaré: a primeira da classe no Brasil

                                                Construída desde 2022, a viagem até o Rio de Janeiro simboliza a conclusão de um dos principais projetos de renovação da esquadra brasileira. A nova classe Tamandaré foi desenvolvida para substituir navios com mais de 40 anos de operação, ampliando a capacidade de defesa e monitoramento do país.

                                                Imagens: YouTube / Marinha do Brasil / Reprodução

                                                A chegada da F200 foi destacada pelo Comandante de Operações Navais, Almirante de Esquadra Eduardo Machado Vazquez, que resumiu o momento como simplesmente histórico.

                                                Estamos renovando o Poder Naval e isso é marcante, uma conquista para todos que amamos a nossa pátria. A Tamandaré chega para mudar a história da Marinha-afirmou à Agência Marinha de Notícias

                                                Fragata Tamandaré F200 com o icônico Pão de Açúcar ao fundo. Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                                                O comandante da embarcação, Capitão de Fragata Gustavo Cabral Thomé, reforçou o papel estratégico da nova geração de navios.

                                                As fragatas serão essenciais para o monitoramento e controle do espaço marítimo, defesa de ilhas oceânicas, proteção de estruturas críticas e salvaguarda das comunicações marítimas de interesse nacional– disse à mesma agência

                                                Tecnologias da Fragata Tamandaré e nova geração da Marinha

                                                Totalmente construída no Brasil, no TKMS Estaleiro Brasil Sul, em Itajaí, a Fragata Tamandaré (F200) é a primeira entrega do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) do Governo Federal à Marinha.

                                                Imagens: YouTube / Marinha do Brasil / Reprodução

                                                Ao todo, estão previstas quatro embarcações da classe Tamandaré, que substituirão navios com mais de 40 anos de operação na Força. Todas serão equipadas com sistemas de tecnologia avançados, como radar de busca volumétrica e sensores de guerra eletrônica. Entre os principais destaques está o Sistema de Gerenciamento de Combate (CMS), desenvolvido em parceria entre empresas do Brasil e da Alemanha.


                                                O sistema integra dados de sensores e armamentos, consolidando informações em tempo real para ampliar a assertividade do uso, quando necessário. Através de algoritmos, o CMS identifica e classifica ameaças e ainda indica a melhor combinação de sensores e armas para resposta.

                                                Fragata Tamandaré partiu de SC rumo ao RJ para ser oficialmente incorporada à Marinha. Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                                                Fragatas Tamandaré: em que etapa estão os outros navios

                                                Além da F200, outras três fragatas da classe estão em construção no estaleiro de Itajaí: “Jerônimo de Albuquerque” (F201), “Cunha Moreira” (F202) e “Mariz e Barros” (F203).

                                                Fragata Tamandaré (ao centro) ao lado da Fragata Jerônimo de Albuquerque, em Itajaí. Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                                                Segundo a Marinha, a F201 está em estágio mais avançado e deve iniciar os testes de mar no segundo semestre de 2026; a F202 está com o casco em fase final e deve ganhar as águas ainda neste ano; e a F203, cuja construção começou em janeiro, tem previsão de batimento de quilha também em 2026.

                                                 

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                                                  Modelo estará ao lado das imponentes Azimut 58 Fly e Azimut 62 Fly. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                                  Por: Nicole Leslie -
                                                  24/03/2026

                                                  O Rio Boat Show, salão náutico que abre o calendário de 2026 no Brasil, movimentará as águas da Marina da Glória de 11 a 19 de abril. O evento reúne os maiores players do mercado náutico no país, tal qual a Azimut Yachts, que promete marcar presença com um trio imponente: duas lanchas luxuosas e um iate.

                                                  As escolhidas pela marca italiana são as Azimut 58 Fly, Azimut 62 Fly e Grande 25 Metri. Esta última teve sua estreia durante o Boat Show em Itajaí em julho de 2025, após ter sido fabricada na mesma cidade. Agora, ela vai debutar em águas cariocas sob os braços do Cristo Redentor e com o icônico Pão de Açúcar como plano de fundo.

                                                  Azimut no Rio Boat Show 2026

                                                  Azimut Grande 25 Metri

                                                  Os 25 metros (ou 84 pés) desse iate prometem requintes de luxo em cada detalhe. Entre os principais destaques da Azimut na Grande 25 Metri está o terraço suspenso retrátil. Localizado no convés principal, o espaço cria um ambiente de convivência com vista privilegiada, no que a fabricante chama de “janela para o infinito”.

                                                  Terraço suspenso retrátil na Grande 25 Metri. Foto: Azimut Yachts / Divulgação

                                                  São quatro cabines para oito hóspedes e outras duas para três membros da tripulação. O iate é construído principalmente em fibra de carbono e fibra de vidro, materiais que contribuem para a dupla de motores MAN CR V12, de 1800 hp cada, navegarem num cruzeiro de 27 nós, com máxima de 29 nós.

                                                  Foto: Azimut Yachts / Divulgação

                                                  Apesar do visual imponente e elegante por fora, a Azimut também destaca os layouts internos, pensados para serem contemporâneos e aconchegantes. A marca ainda se orgulha da disposição dos móveis em alguns ambientes, que passam a oferecer uma experiência diferente do habitual, como na praça de popa.

                                                  Praça de popa da Azimut 25 Metri. Foto: Azimut Yachts / Divulgação

                                                  A Azimut Grande 25 Metri tem três pavimentos. No inferior, ficam as cabines para proprietário, hóspedes e tripulação. A suíte master ocupa toda a boca da embarcação (6 metros, ou 19 pés) e conta com banheiros separados e sofás laterais.

                                                  Suíte master da Azimut 25 Metri tem banheiro com pias, cubas e sanitários separados. Foto: Azimut Yachts / Divulgação

                                                  No convés principal fica a cozinha, praças de proa e popa e uma área comum central que pode ser configurada na versão lounge ou na versão jantar. Independentemente da escolha, o espaço é o que permite acesso ao terraço suspenso retrátil.

                                                   

                                                  O flybridge, último piso, leva um posto de comando e sofás, mas também pode ser personalizado em duas versões. A versão lounge dispõe de mais estofados e mesas, enquanto na versão piscina o espaço recebe uma em formato circular.

                                                  Foto: Azimut Yachts / Divulgação

                                                  Azimut 62 Fly

                                                  O modelo, já testado por Náutica, ostenta ambientes espaçosos para 16 pessoas, sendo que 6 convidados podem passar a noite a bordo, além de dois tripulantes. São 62 pés de comprimento (18,75 m) e boca de 17 pés (5,05 m).

                                                  Azimut 62 Fly. Foto: Azimut / Divulgação

                                                  Ao todo, a Azimut 62 Fly tem três cabines para convidados e uma para tripulação, todas no convés inferior. Por lá, a parte central é ocupada por uma suíte master que aproveita a boca máxima da embarcação e, mais à proa, ficam as outras duas cabines para convidados e demais banheiros.


                                                  Ainda no convés inferior, da suíte master para a popa ficam a sala de máquinas e a cabine para dois tripulantes, esta acessada diretamente pela plataforma de beach club na popa.

                                                  Foto: Azimut / Divulgação
                                                  Cozinha da Azimut 62 Fly. Foto: Azimut / Divulgação

                                                  O convés principal é tomado por espaços de lazer. Da popa à proa, fica uma área de beach club com área gourmet e sofá, cozinha, sala de estar, posto de comando e, mais à proa, os solários, estes acessados por corredores laterais conectados diretamente da plataforma de popa.

                                                  Solário de proa da Azimut 62. Foto: Azimut / Divulgação

                                                  No pavimento mais alto, o flybridge, fica outro posto de comando, sofás e espaços para convivência e banhos de sol. A lancha de luxo atinge máxima de 32 nós e navega em cruzeiro a 26 nós, graças à dupla motorização Volvo D13, de 1000 hp cada. O tanque, com capacidade para 3,2 mil litros, permite uma autonomia de 11 horas em cruzeiro.

                                                  Azimut 62. Foto: Azimut / Divulgação

                                                  Azimut 58 Fly

                                                  Com 58 pés (17,75 metros) de comprimento, a lancha também testada por Náutica foi desenvolvida para interiores amplos e visual elegante por fora. Para isso, a fabricante italiana afirma ter pensado em cada detalhe a bordo.

                                                  Azimut 58 Fly. Foto: Azimut Yachts / Divulgação

                                                  Exemplos disso estão no flybridge, envolto em uma faixa negativa de vidro que se alarga em direção à popa. Dessa forma, a sensação, segundo a Azimut, é a de que o fly “pareça decolar sozinho”.

                                                  Flybridge da Azimut 58 Fly. Foto: Azimut Yachts / Divulgação

                                                  Outros detalhes marcantes do fly estão nos estofados que circundam o posto de comando. As espreguiçadeiras levam encostos reclináveis que permitem serem adaptadas para poltronas, sem atrapalhar o campo de visão do piloto e, assim, aumentando as propostas de interação no espaço.

                                                  Posto de comando superior da Azimut 58 Fly tem estofados ao redor para maior socialização. Foto: Azimut Yachts / Divulgação

                                                  Assim como a Azimut Grande 25 Metri, a Azimut Fly 58 também tem três pavimentos, dois além do fly. No deque principal, quase totalmente nivelado, fica outro posto de comando, áreas de lounge, cozinha e praças de proa e popa.

                                                  Detalhe do banco do posto de comando no convés principal da Azimut 58 Fly. Foto: Azimut Yachts / Divulgação

                                                  No deque inferior, as três cabines para hóspedes são acessadas por uma escada central, próxima ao posto de comando do convés principal. A lancha recebe 14 pessoas durante o dia e 12 no pernoite. Também há uma cabine do marinheiro, esta acessada diretamente pela área de popa.

                                                  Proa da Azimut 58 Fly. Foto: Azimut Yachts / Divulgação

                                                  A embarcação navega em cruzeiro de 26 nós, com velocidade máxima de 31 nós. Para isso, recebe uma dupla motorização Volvo D11 IPA 950, de 725 hp cada.

                                                  Rio Boat Show 2026

                                                  O salão náutico que abre o calendário de Boat Shows no Brasil chega à sua 27ª edição em 2026. O Rio Boat Show movimenta as águas da Baía de Guanabara desde 1998, sempre sob os olhares do Cristo Redentor e com o Pão de Açúcar no horizonte.

                                                  Vista aérea do Rio Boat Show 2025. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                  Durante os nove dias de evento (de 11 a 19 de abril), os visitantes podem conferir embarcações na água lado a lado, além de equipamentos, acessórios e serviços das principais marcas do mercado.

                                                   

                                                  É possível ainda imergir no lifestyle náutico através de test-drives e experiências marcantes, como a ação “Minha Primeira Velejada”, batismo de mergulho, o já tradicional Desfile de Barcos noturno e a série de palestras do NÁUTICA Talks.

                                                  Garanta seu ingresso com desconto!

                                                  Os ingressos para a 27ª edição do Rio Boat Show já estão disponíveis — e leitores de NÁUTICA têm 30% off. Para garantir o desconto, acesse o site oficial de vendas, selecione a quantidade e tipo de entradas desejadas e insira o código promocional NAUTICA30 na aba “inserir cupom de desconto”.

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                                                  RIO BOAT SHOW 2026

                                                  Quando: de 11 a 19 de abril;

                                                  Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro);

                                                  Horário: de segunda a sexta-feira das 15h às 22h; sábados e domingos das 13h às 22h; no primeiro dia o evento abre às 15h e, no último, encerra às 21h;

                                                  Mais informações: site oficial do Rio Boat Show;

                                                  Ingressos: site oficial de vendas (leitores NÁUTICA têm 30% off com o código promocional NAUTICA30).

                                                   

                                                  Náutica Responde

                                                  Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                    Por: Nicole Leslie -

                                                    Talvez você tenha se deparado, nos últimos dias, com um vídeo do Pantanal brasileiro que revelou um cenário digno de filme — ou até de obra de arte. A cena foi gravada na sub-região da Nhecolândia, uma das maiores divisões da área pantaneira no Brasil. Aqui, resumimos algumas características desse destino que guarda belezas naturais de tirar o fôlego. Conheça!

                                                    O vídeo viral foi gravado por Luiz Felipe Mendes, biólogo que encontrou na fotografia outra paixão. Por isso, além de captar cenas, ele consegue explicar alguns dos fenômenos registrados. No post original, de meados de 2025, ele explicou que as águas ficam mais cristalinas — como na cena viral — em épocas de vazante, que ocorrem logo após as chuvas. O período, porém, não costuma ser regular.

                                                     

                                                     

                                                    As imagens foram gravadas na Vazante do Castelo, um dos tantos rios no Mato Grosso do Sul que formam um visual icônico nos períodos de cheia, com vegetação moldada pela água translúcida, reflexos perfeitos e uma imensidão que impressiona.

                                                    Nhecolândia: cenários impressionantes no Pantanal

                                                    A região da Nhecolândia tem área aproximada de 26,8 mil km². Ela fica entre os rios Negro e Taquari e ocupa principalmente a cidade de Corumbá, embora também tenha partes no município de Rio Verde de Mato Grosso.

                                                    Área da Nhecolândia. Foto: Instituto Socioambiental da Bacia do Alto Paraguai SOS Pantanal / Divulgação

                                                    Segundo um estudo feito em parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e a Embrapa, essa sub-região se destaca justamente pela vegetação exuberante e pela estrutura fundiária dominada por fazendas de criação de gado.

                                                    Gado no Pantanal brasileiro. Foto: Instituto Socioambiental da Bacia do Alto Paraguai SOS Pantanal / Divulgação

                                                    A paisagem da Nhecolândia é fragmentada. Por lá, extensas áreas de campo, baías e salinas recebem contorno de florestas. Assim, durante as vazantes dos rios, muitas áreas de mata são tomadas pela água. Por outro lado, nos períodos de seca a falta dela é tanta que a região se torna propícia a incêndios.

                                                    Pantanal brasileiro. Foto: Instituto Socioambiental da Bacia do Alto Paraguai SOS Pantanal / Divulgação

                                                    Os períodos de seca e cheia, de acordo com o estudo, não são bem delimitados. No entanto, historicamente o pico da seca acontece em agosto e setembro, enquanto o máximo das inundações ocorre de abril a junho.

                                                    Imagens: Instagram @luiz4mendesreserva / Reprodução

                                                    A sub-região do Pantanal possui forte ecoturismo imersivo, onde é possível realizar safáris fotográficos, passeios de barco e a cavalo, caminhadas e trilhas em um cenário que não poupa belezas naturais.

                                                    Gado no Pantanal brasileiro. Foto: YouTube luizfellipemendes / Reprodução

                                                    Conforme o Instituto SOS Pantanal, o nome dessa região pantaneira deriva do apelido do filho do barão que estabeleceu a primeira fazenda de gado no local. Joaquim Eugênio Gomes da Silva, filho do Barão de Vila Maria, era apelidado de “Nheco”, e dali foi nomeada a Nhecolândia.


                                                    Cada uma das 11 sub-regiões do Pantanal brasileiro são separadas por divisões geopolíticas, diferenças no regime de inundação, tipos de solos, relevo e formações vegetais. Ao todo são quase 140 mil km² de área, sendo que a Nhecolândia corresponde a cerca de 20%, logo, é considerada a segunda maior sub-região, pouco menor que a de Paiaguás (a maior delas), que tem cerca de 200 km² de área a mais que Nhecolândia.

                                                    Mais imagens da Nhecolândia, no Pantanal brasileiro

                                                    Paisagem do Pantanal brasileiro. Foto: Instituto Socioambiental da Bacia do Alto Paraguai SOS Pantanal / Divulgação
                                                    Gado no Pantanal brasileiro. Foto: YouTube luizfellipemendes / Reprodução
                                                    Paisagem pantaneira. Foto: Instituto Socioambiental da Bacia do Alto Paraguai SOS Pantanal / Divulgação

                                                     

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                                                      Quem acompanha o noticiário ambiental, sabe: o momento nunca foi tão crítico para os oceanos — e toda ajuda é válida. Pensando nisso, o projeto Guardiãs do Mar, iniciativa liderada por mulheres que atua na proteção dos mares contra os resíduos, anunciou sua retomada no primeiro semestre de 2026 com uma nova etapa de ações focadas em sustentabilidade, economia circular e educação ambiental.

                                                      O projeto, que integra arte e impacto social, acontecerá, a princípio, em dois estados brasileiros: São Paulo, com pontos de coleta na cidade homônima e em Santos, e Pernambuco. Essa etapa busca mobilizar para conscientização, coleta e transformação de plásticos com práticas criativas de reuso.

                                                      Foto: Guardiãs do Mar/ Divulgação

                                                      Na cidade de São Paulo, o Centro Universitário Belas Artes será um ponto de coleta cujo objetivo é alcançar volume expressivo de plástico reciclável. Para isso, o projeto busca mobilizar estudantes, famílias, professores, catadores e cooperativas do entorno, além do público em geral.


                                                      A iniciativa também será estendida a escolas públicas, comunidades e instituições parceiras na cidade de Santos, no litoral paulista, e no estado de Pernambuco, a fim de ampliar o alcance e o impacto social do projeto.

                                                      Um fim para o plástico

                                                      As Guardiãs do Mar não apenas colhem os plásticos que podem poluir as águas, como dão a eles um novo propósito. Dessa forma, após a etapa de mobilização e coleta, o programa destinará parte do PET coletado para a Reciclagem Industrial — que transforma resíduos de grande escala em novas matérias-primas ou produtos, com auxílio de um maquinário específico e processos químicos.

                                                      Foto: melis82/ Envato

                                                      Em paralelo, o material restante será a matéria-prima para uma oficina prática promovida pelas Guardiãs do Mar, que culminará na transformação dos plásticos coletados em uma obra de arte e em um instrumento musical — para, acima de tudo, reforçar os princípios de economia circular e a valorização criativa dos resíduos.

                                                       

                                                      Toda a jornada será documentada por registros fotográficos e audiovisuais, que resultará em um documentário sobre o impacto ambiental, educacional e cultural gerado pela iniciativa. Patricia Almeida, fundadora do Guardiãs do Mar, explica que o programa nasceu da urgência de “repensar a nossa relação integrada com os oceanos”, explicitando, por exemplo, a situação de Santos, que enfrenta altos índices de contaminação por resíduos plásticos.

                                                      Patricia Almeida, fundadora do Guardiãs do Mar. Foto: Guardiãs do Mar/ Divulgação

                                                      O lixo não respeita fronteiras – ele é distribuído globalmente pelas correntes marítimas. Nosso propósito é transformar informação em atitude e resíduos em educação, arte e impacto positivo– afirmou Patricia

                                                      Com apoio institucional da Belas Artes e patrocínio da Indorama, o projeto é retomado na hora certa. Afinal, sempre há tempo para mudar o futuro por meio de boas práticas onde cultura, educação, reciclagem e meio ambiente caminham juntos.

                                                       

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                                                        23/03/2026

                                                        O primeiro centro de visitação subaquático da América Latina já tem endereço: a praia do Guaiúba, no Guarujá, litoral de São Paulo. Neste final de semana, o local recebeu o afundamento de 15 esculturas do artista plástico Adelio Sarro, que formarão uma espécie de “museu” debaixo d’água. A ideia é explorar o turismo náutico de mergulho com viés ambiental, uma vez que as obras vão atuar como recifes artificiais para as espécies da região.

                                                        A instalação está estrategicamente próxima à Ilha do Mato, a cerca de 500 metros da praia do Gauiúba. O local, que pode ser acessado por barco, caiaque ou a nado — para os mais esportistas —, é considerado por muitos como um paraíso para apreciar a natureza.

                                                        Foto: Instagram @sergiozagarino / Reprodução

                                                        O acervo presta homenagem a figuras históricas e regionais, incluindo representações de Santos Dumont, estivadores e elementos folclóricos, como sereias. A iniciativa promete atrair mergulhadores e entusiastas da preservação marinha, de modo a consolidar a região da Baixada Santista como um destino de destaque para o turismo náutico nacional.

                                                        Foto: Instagram @sergiozagarino / Reprodução

                                                        Conforme apuração do Diário do Litoral, o espaço ainda passará por etapas finais antes da abertura oficial ao público, que deve ocorrer em breve.

                                                        Mais um recife artificial

                                                        Embora novidade no quesito “museu subaquático”, essa não é a primeira vez que estruturas são afundadas propositalmente no país mirando o turismo de mergulho e a conservação da vida marinha.

                                                        Foto: Internacional Travessias/ Divulgação

                                                        Em 2025, também no mês de março, o ferry-boat Juracy Magalhães teve como destino o fundo do mar. Após realizar a travessia Salvador-Itaparica por mais de 45 anos e passar outros 7 anos “aposentado”, o barco recebeu uma nova missão: ajudar a restaurar recifes marinhos e estimular o turismo subaquático na Baía de Todos-os-Santos.

                                                         

                                                        À época, a Secretaria de Turismo de Salvador destacou que o afundamento do navio colaboraria com o surgimento e recifes artificiais, que se transformam em novos habitats marinhos.

                                                        Ferry-boat Agenor Gordilho, afundado em 2019, hoje é refúgio para a vida marinha. Foto: Instagram @robertocostapinto / Reprodução

                                                        Na prática, eles beneficiam a vida marinha ao criar estruturas onde antes não havia abrigo, oferecendo proteção contra predadores e superfície para a fixação de algas, corais e outros organismos. Isso aumenta a disponibilidade de alimento e atrai diferentes espécies, promovendo a biodiversidade e contribuindo para a recuperação de ecossistemas degradados.


                                                        Saindo do Brasil e indo para águas internacionais — ou melhor, orientais —, encontramos um exemplo ainda mais recente, desta vez, no Japão. Em outubro de 2025, uma obra de 5,5 metros de largura e peso de 45 toneladas ganhou as águas da Ilha de Tokunoshima.

                                                        Escultura Ocean Gaia. Foto: YouTube Jason Taylor / Reprodução

                                                        Batizada de Ocean Gaia, a obra do escultor premiado Jason deCaires representa uma gestante repousando com semblante calmo. A iniciativa também carrega propósito ambiental ao utilizar materiais de baixo carbono e pH neutro, projetados para serem colonizados pela vida marinha e transformados em um recife artificial.

                                                         

                                                        O artista, aliás, tem outras dezenas de esculturas feitas e entregues com o mesmo propósito, e costuma compartilhar o “antes e depois” após suas obras atingirem o objetivo, como retrata o exemplo a seguir.

                                                        Escultura da obra “Silent Evolution” (Evolução Silenciosa), de Jason deCaires, já colonizada pela vida marinha. Foto: MUSA / Jason deCaires / Divulgação

                                                         

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                                                          Registro feito pelo fotógrafo Gianluca Nonnis, que mostra fenômeno natural na região, já soma 4,3 milhões de visualizações

                                                          Não, você não caiu em mais um conteúdo de IA da internet. Essas vaquinhas relaxando em uma praia paradisíaca da Itália são mais do que reais. Conhecidas como vacas de Berchida, elas provam que inteligência artificial alguma supera a beleza da natureza. Não dá para negar, porém, que o fato é curioso.

                                                          O fotógrafo Gianluca Nonnis foi quem levou o registro a mais de 4,3 milhões de pessoas em seu Instagram, onde ele compartilha as belezas da italiana Sardenha, no Mar Mediterrâneo. As vaquinhas foram flagradas aproveitando as belezas da praia de Berchida, de quem herdaram o nome para o fenômeno de sua visitação. Assista:

                                                           


                                                          Apesar de curioso, por lá, esse é um momento esperado. Isso porque a praia atua como uma barreira para o rio Berchida, criando um lago homônimo, esse, ricamente povoado por espécies animais provenientes da região montanhosa de Montiferru.

                                                          Foto: Luigisanna72 / Wikimedia Commons / Reprodução

                                                          Há quem diga que a visitação das vacas de Berchida vem de uma tradição de séculos atrás, como parte integrante da cultura e da vida rural da Sardenha. A história conta que com a troca de estação, os pastores da região se preparam para conduzir o rebanho da montanha até a costa por um caminho especial, que segue antigas trilhas que conectam as terras altas com o litoral.


                                                          Por outro lado, há quem diga que trata-se de um movimento natural dos meses mais frios, quando esses animais descem à praia em busca de água e pastagens mais nutritivas.

                                                           

                                                          Seja qual for a história real, as vacas de Berchida simbolizam que mesmo os lugares mais paradisíacos ainda pertencem à vida animal, e são de suma importância para sua qualidade de vida na Terra.

                                                           

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                                                            Por: Nicole Leslie -

                                                            A busca por soluções ambientalmente responsáveis tem impactado a indústria náutica em diferentes frentes, desde a propulsão até a materiais para acabamentos internos. Durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), realizada em Belém, no Pará, o lançamento do JAQ H1 — primeiro barco-escola movido a hidrogênio do mundo — reforçou que a sustentabilidade começou a transformar o design de interiores das embarcações.

                                                            Apresentada no evento, a embarcação chamou atenção pela proposta de gerar energia limpa a partir de moléculas de hidrogênio, sem emissão direta de poluentes durante a navegação. Mas a inovação não se limitou ao sistema de propulsão: o interior do JAQ H1 também foi desenvolvido com foco na redução de impacto ambiental, substituindo parte de materiais tradicionalmente empregados no design náutico, como madeira maciça, pedras e laminados.

                                                            JAQ H1. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                            De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a economia circular é um dos pilares das estratégias nacionais para reduzir impactos ambientais, ao priorizar o reaproveitamento de insumos e a diminuição de resíduos. O conceito vem sendo incorporado gradualmente por diferentes setores industriais — e tem ganhado espaço inclusive na indústria náutica.

                                                            Foto: Alltak

                                                            No JAQ H1, parte da madeira natural prevista para o interior do barco-escola foi substituída por Revestimento Vinílico Adesivo (RVA), em um material que reproduz texturas e padrões da madeira. No ambiente marítimo, esse tipo de solução ainda representa redução de peso, aplicação mais ágil e facilidade de manutenção — o que é relevante tanto para embarcações de serviço quanto de lazer.

                                                            Revestimento Vinílico Adesivo da Alltak substituiu madeira em alguns ambientes do JAQ H1. Foto: Alltak

                                                            Cerca de 300 m² de superfícies internas foram envelopadas com RVA fornecido pela Alltak, empresa brasileira do segmento de revestimentos vinílicos autoadesivos. O material foi aplicado em tetos, paredes, portas, móveis e no painel de comando da embarcação, em um processo executado por apenas dois profissionais ao longo de dez dias.

                                                             

                                                            Os revestimentos vinílicos adesivos que imitam textura de madeira utilizados no JAQ H1 foram da linha Decor Freijó Astúrias. Além dele, também foram aplicados o Kroma Forma Falésia, o Decor Tramatto Bege, o Laka Acetinado Preto Modena e o Brushed Black em diferentes ambientes do barco-escola.

                                                            Foto: Uirá Dantas / Projeto JAQ Hidrogênio

                                                            Também com viés sustentável, a fabricante mantém uma usina própria de reciclagem voltada ao reaproveitamento de resíduos gerados na produção. O resultado? Mais de 1.800 toneladas de insumos poupados da natureza a cada ano. O material recuperado retorna como matéria-prima em um modelo específico de revestimento.

                                                            Foto: Uirá Dantas / Projeto JAQ Hidrogênio

                                                            Outro ponto que a Alltak destaca é o uso de tecnologias à base d’água em parte da produção, que reduz a emissão de compostos orgânicos voláteis durante o processo industrial. Embora não eliminem completamente os impactos ambientais associados a materiais sintéticos, medidas desse tipo indicam uma adaptação às exigências regulatórias e às novas demandas do mercado.


                                                            No setor náutico, a adoção de RVAs também permite renovar a estética de ambientes sem a substituição estrutural de mobiliário, o que pode prolongar a vida útil dos interiores e reduzir o descarte — além de ser bastante útil em refits e modernizações.

                                                            Foto: Alltak

                                                            Se antes a inovação sustentável na indústria náutica era limitada aos motores e sistemas energéticos, agora ela começa a alcançar o design interior de embarcações. Assim a transformação passa a unir estética, desempenho e ciclo de vida dos materiais.

                                                             

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