Iate de 115 pés promete mais espaço interno graças à proa não convencional

Menor embarcação desenhada por Abdulbaki Şenol mostra que o tamanho não precisa limitar o aproveitamento de espaços

Por: Nicole Leslie -
19/01/2026

O designer turco de iates Abdulbaki Şenol tem em seu portfólio embarcações que ultrapassam 300 pés de comprimento e, no final de 2025, revelou imagens do menor barco que já desenhou: um iate de 115 pés (35 metros) que prova como tamanho não necessariamente limita o aproveitamento interno. E parte disso se deve à proa não convencional.

Nessa área, Şenol optou por um desenho com estrutura larga e escalonada, que permitiu mais espaços internos e externos a bordo. Com perfil diferente do usual, que tem linhas diagonais, o modelo é mais vertical e horizontal. Dessa forma, foi possível ter mais espaço interno no convés principal e um espaço amplo a céu aberto no convés superior.

Foto: Abdulbaki Şenol / Divulgação

Ao Autoevolution, Şenol disse ter trabalhado no que se tornaria seu menor conceito de barco por cerca de um ano, para que o comprimento não implicasse no espaço habitável da embarcação, assim chegando no desenho de proa. Apesar disso, quem se tornar proprietário de um barco nesse modelo poderá personalizar os interiores de acordo com o próprio gosto.

Foto: Abdulbaki Şenol / Divulgação

O iate mescla ambientes abertos e fechados que prezam, principalmente, pela socialização nos espaços de convivência. São três pisos, sendo o último um flybridge com direito a muita luz solar.

Foto: Abdulbaki Şenol / Divulgação

Outro destaque da embarcação, onde Abdulbaki provou como é possível ter uma mansão flutuante mesmo sem os maiores tamanhos do mercado, foi na suíte do proprietário. Localizada na proa — e nada singela — , a cabine fica no convés principal e tem nada menos que 60m² de área total.


O refúgio conta com amplas janelas que permitem vista para o oceano em 180° e espaços separados para duas pessoas: dois closets, dois banheiros e varandas privativas acessadas por portas de correr.

Planta do convés principal, sendo proa à esquerda e popa à direita. Foto: Abdulbaki Şenol / Divulgação

No convés principal também é onde ficam as outras acomodações, projetadas para até dez hóspedes e seis membros da tripulação. São duas cabines VIP, duas cabines duplas para os convidados e três cabines para os funcoinários.

 

Mais à popa, há uma área de convivência com salão amplo, sofás em “L” e mesa de jantar para dez pessoas, além de uma área de beach club que permite contato direto com a água.

Planta do convés superior.Foto: Abdulbaki Şenol / Divulgação

Um piso acima, no convés superior, há outro lounge com uma área de bar, cozinha, banheiros, posto de comando e espaços a céu aberto na popa e na proa. Enquanto a parte da proa tem sofás espaçosos e uma área livre considerável, na popa há espreguiçadeiras e mesas com cadeiras.

Foto: Abdulbaki Şenol / Divulgação

Por último e mais acima há o flybridge com uma jacuzzi e outros sofás para receber amigos. O andar permite visão em 360° do cenário ao redor e ainda carrega t-top com vidro, para um ambiente bem iluminado.

 

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    Atins e o kitesurf: destino nos Lençóis Maranhenses revela nome jovem no esporte

    Vila no litoral do Maranhão reúne condições naturais ideais para a prática do kitesurf

    Por: Nicole Leslie -
    18/01/2026

    As hipnotizantes dunas dos Lençóis Maranhenses revelam mais do que paisagens admiráveis. Em Atins, vila localizada no município de Barreirinhas (MA), o cenário natural também tem servido de palco para a formação de novos nomes do kitesurf — esporte que ganha cada vez mais força na região. Um dos destaques é Luiz Inácio Pereira, jovem atleta que, aos 15 anos, já acumula títulos em campeonatos nacionais.

    No kitesurf, o praticante combina manobras na água e no ar com o auxílio de uma “pipa” — estrutura semelhante à de um parapente — presa ao corpo por um cinto. O esporte mistura técnicas de modalidades como surf, windsurf, parapente e skate, exigindo equilíbrio, leitura do vento e domínio técnico.

     

     

    Conhecido como Luizinho, o atleta começou a praticar kitesurf aos 12 anos e, em 2025, passou a viajar pelo país em busca de competições. Morador de Atins, encontrou no esporte não apenas uma atividade competitiva, mas também um estilo de vida ligado ao vento, ao mar e à paisagem dos Lençóis Maranhenses.

     

    Sua estreia em campeonatos aconteceu no Macapá Big Air, disputado no Piauí, onde competiu na categoria intermediária e conquistou o primeiro lugar. Em seguida, participou do Circuito Brasileiro de Kitesurf Big Air, no Ceará, competindo na categoria Sub-19 e garantindo a medalha de prata.

    Luizinho praticando kitesurf em Atins, MA. Foto: Caio Florentino / Divulgação

    Os bons resultados levaram Luizinho a competir em outros destinos do Piauí, como Barra Grande, Coqueiro, Atalaia e Pedra do Sal, além de praias do Ceará, como Jericoacoara, Guajiru e Tatajuba. No Maranhão, também marcou presença em diferentes pontos da região dos Lençóis, consolidando sua trajetória ainda precoce no esporte.

     

    Mais do que revelar atletas, o kitesurf tem contribuído para projetar Atins no mapa turístico do Brasil. As condições naturais da vila — ventos fortes e constantes aliados a águas relativamente calmas — formam um dos cenários mais próximos do ideal para a prática desse esporte. Não por acaso, o destino tem atraído kitesurfistas de diferentes países.

    Atins, no Maranhão. Foto: Lica O / Trip Advisor / Divulgação

    Sobre o kitesurf

    Criado em 1985, na França, o kitesurf une dois elementos centrais já presentes em seu nome: kite (pipa, em francês) e surf (que dispensa comentários). Para a prática, são necessários uma prancha, a pipa, o cinto de tração (que conecta o atleta ao kite), a barra de controle (responsável por direcionar e frear a pipa) e as linhas que mantêm o sistema em funcionamento.


    O vento é o principal motor do esporte. Com ele, o atleta ganha sustentação para saltos e manobras aéreas, que lembram movimentos do skate, enquanto na água as técnicas se aproximam do wakesurf. A combinação de liberdade e radicalidade exige estrutura de segurança nas competições, tanto para os atletas quanto para o público.

     

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      Rebocador Laurindo Pitta retoma famoso passeio marítimo pela Baía de Guanabara após reparos

      Único navio brasileiro remanescente da Primeira Guerra Mundial leva visitantes para roteiro com quase 20 pontos turísticos. Saiba como participar!

      17/01/2026

      Uma das atrações mais procuradas do Espaço Cultural da Marinha no Rio de Janeiro está de volta! Após um período de reparos, o rebocador Laurindo Pitta voltou a receber visitantes para o famoso passeio marítimo pela Baía de Guanabara, que percorre quase 20 pontos turísticos.

      O barco, construído na Inglaterra em 1910, é o único navio brasileiro remanescente da Primeira Guerra Mundial — da qual participou em tarefas de apoio, em 1918, integrado à Divisão Naval em Operações de Guerra (DNOG). É justamente nesse pedaço da história que os visitantes conhecem outra: a do Brasil.

      Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

      O roteiro tem duração de aproximadamente 1h30 e conta com um guia turístico responsável por compartilhar curiosidades e histórias dos 18 locais visitados. Veja quais são:

      • Espaço Cultural da Marinha;
      • Estação das Barcas;
      • Aeroporto Santos-Dumont;
      • Escola Naval;
      • Aterro do Flamengo;
      • Pão de Açúcar;
      • Fortaleza de São João;
      • Ilha da Laje;
      • Fortaleza de Santa Cruz;
      • Museu de Arte Contemporânea;
      • Ilha de Boa Viagem;
      • Niterói;
      • Diretoria de Hidrografia e Navegação;
      • Ponte Rio-Niterói;
      • Museu do Amanhã;
      • Ilha das Cobras;
      • Ilha Fiscal;
      • Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro.

      O tour acontece de quinta a domingo — incluindo feriados — , às 13h15 e às 15h. Especialmente em janeiro, os passeios ganham novas datas: de terça a domingo. Os ingressos variam de R$ 30 (meia entrada) a R$ 60 (inteira) e podem ser adquiridos pelo site da Ingresso com Desconto.

      Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

      Depois de adquirir a entrada, é necessário ir até o Espaço Cultural da Marinha (na Orla Conde, Boulevard Olímpico, entre o Largo da Candelária e a Praça XV), onde acontece a validação do ingresso e o embarque. Além do Passeio Marítimo, o visitante recebe de cortesia o ingresso para visitar o Espaço Cultural da Marinha.

      O passeio tem um papel duplo, hoje em dia: ele educa não somente sobre a história da Marinha do Brasil, mas também sobre a importância dos oceanos– destacou o diretor do DPHDM, Vice-Almirante Gilberto Santos Kerr

      O rebocador Laurindo Pitta

      O rebocador “Laurindo Pitta” recebe esse nome em homenagem ao deputado Laurindo Pitta de Castro, um dos principais defensores do Programa de Reaparelhamento Naval de 1904, que buscava modernizar a Marinha do Brasil. Construído na Inglaterra, o navio simboliza um período de profunda transformação da Força Naval, marcado pela incorporação de novos meios e pela busca de maior projeção internacional.


      Durante a Primeira Guerra Mundial, o rebocador integrou a Divisão Naval em Operações de Guerra (DNOG), atuando em missões de apoio logístico ao esforço aliado. Após o conflito, seguiu em serviço em tempos de paz e, na Segunda Guerra Mundial, teve papel estratégico na defesa do Porto do Rio de Janeiro, uma área sensível do litoral brasileiro naquele contexto.

       

      Em 1997, o “Laurindo Pitta” foi restaurado e transformado em navio-museu. Hoje, sob responsabilidade da Marinha, abriga uma exposição permanente sobre a participação brasileira na Primeira Guerra Mundial, preservando a memória dos desafios enfrentados pelo país e o processo de consolidação de uma Marinha moderna.

       

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        Da África do Sul ao Brasil: velejadores brasileiros concluem Cape2Rio e podem conquistar pódio

        Tradicional regata teve largada no dia 27 de dezembro e conta com uma das maiores flotilhas brasileiras na história da competição

        16/01/2026

        Uma das mais importantes e tradicionais regatas do mundo, a Cape2Rio nunca foi tão verde e amarela. O Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ) já começa a receber os primeiros barcos a atravessarem a linha de chegada, com direito a dois veleiros brasileiros concluindo a corrida e com chances reais de pódio.

        Ao todo, barcos da África do Sul, Alemanha, Estados Unidos, Noruega, Suíça e Brasil fazem parte desta que é a 18ª edição da regata, criada em 1971 e que acontece em média a cada três anos. Todos partiram da Cidade do Cabo, na África do Sul, no dia 27 de dezembro, com destino ao Rio de Janeiro.

        Regata Cape2Rio. Foto: Cape2Rio/ Divulgação

        Com três barcos, os brasileiros estão com uma das maiores flotilhas da história da Cape2Rio. Dois deles já terminaram a travessia: o veleiro Esperança, do Rio Grande do Sul, comandado por Márcio Lima; e o Audaz 2, comandado por Gustavo Lis, com parte da tripulação de Paraty (RJ) e Rio Grande do Sul.

         

        Ambos cruzaram a linha de chegada nesta última quinta-feira (15), em segundo e terceiro lugar, respectivamente, e resultados corrigidos. A briga dos brasileiros em especial está com o alemão Vineta (1º colocado) e com a sul-africana Angel Wings (4ª colocada), que também já finalizaram o trajeto. Os campeões finais ainda serão definidos assim que o último barco chegar, com expectativa para o próximo dia 26 de janeiro.

        “Muito tocante avistar o Pão de Açúcar na aproximação ao Rio pois estávamos velejando há mais de duas semanas, achamos que nunca íamos parar e daí nos demos conta que estávamos aqui” disse Felix Scheder-Bieschi, capitão do Vineta, que garante ser essa a sua primeira visita à costa do Rio de Janeiro.

        Foto: ICRJ/ Divulgação

        Márcio Lima não escondeu a felicidade de terminar a Cape2Rio. Com uma tripulação formada por amigos da vela e seu filho, ele conta que a largada não foi boa, mas que conseguiram se recuperar e manter o ritmo. “Sabíamos que ao longo da regata iríamos recuperar e foi fantástico”, contou após sua chegada.

         

        Mas a história não se encontra apenas no pódio. Theodora Prado, velejadora de Ubatuba, é outro grande destaque brasileiro da Cape2Rio, velejando sozinha pelo Oceano Atlântico no comando do Suidoos 2, um barco de 31 pés (nove metros de comprimento) — um feito inédito para uma mulher nessa regata.

        Foto: Henry Daniels

        “Não posso precisar, mas sem dúvida, se não é a [Cape2Rio] com maior número de barcos brasileiros, é uma das que já teve o maior número”, declarou Ricardo Baggio, um dos organizadores e diretor de vela do Iate Clube do Rio de Janeiro.

         

        José Roberto Braile, comodoro do ICRJ, destacou a importância da regata para os brasileiros, sendo uma “meta para os velejadores que querem ter experiência oceânica”. A premiação, assim como o ranking oficial, só acontecerá após a chegada do último barco, no ICRJ.

        Essa regata ficará marcada na história pela forte presença brasileira– destacou Braile

         

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          Já pensou navegar em uma Lamborghini? SEABOB lança modelo em parceria com a marca italiana

          Novo SEABOB SE63 promete "um salto transformador em relação aos modelos anteriores". Estimativas sugerem que o "brinquedo" custe R$ 168 mil

          “Sensação de condução com a emoção de um superesportivo”. É isso o que promete o novo SEABOB SE63, feito em parceria com a Lamborghini. O dispositivo, que funciona como uma espécie de “jet de mão”, é um dos brinquedos aquáticos preferidos dos mais afortunados — e, nessa nova versão, deve atingir valores ainda mais significativos.

          Disponível em seis cores, o SEABOB da Lamborghini chega com motor de 6,3 kW e 162 Nm de torque máximo. O equipamento pesa apenas 35kg, e tem uma autonomia de até 1h — sendo que leva pouco mais do que isso para carregar. Com ele, é possível explorar as águas em até 25 metros de profundidade.

           

           

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          Segundo a fabricante de superesportivos, o SEABOB SE63 foi criado exclusivamente para a Automobili Lamborghini. “Trata-se de uma edição especial que representa um salto transformador em relação aos modelos anteriores”, afirmou a marca.

          Não se trata de uma simples evolução, mas sim de um redesenho completo– destacou a Lamborghini

          Nesse sentido, destacam-se a carroceria futurista, que lembra os marcantes carros da marca; e os materiais premium aplicados, com componentes técnicos em titânio e magnésio, além de um eixo do motor em fibra de carbono no sistema de transmissão.

          Foto: Lamborghini / Divulgação

          Outro diferencial é um dispositivo opcional batizado de Performance Board, montado na parte traseira do SEABOB. Segundo a Lamborghini, o equipamento adiciona estabilidade extra, especialmente em altas velocidades. “Ele não apenas eleva a parte superior do corpo, mas aprimora toda a experiência de pilotagem”, explicou a marca.

          Ele faz com que, em vez de deslizar, os pilotos voem sobre a água– frisou a Lamborghini

          A estreia mundial do SEABOB da Lamborghini aconteceu em setembro de 2025 no Cannes Yachting Festival, ao passo que a produção está prevista para começar neste ano.


          Embora o valor não tenha sido revelado, especialistas apostam que o preço seja significativamente mais caro que os modelos padrão, que custam entre US$ 9,5 mil e US$ 17,5 mil (de R$ 51 mil a R$ 94 mil, conforme conversão de janeiro de 2026). Estimativas sugerem um valor acima dos 27 mil euros, cerca de R$ 168 mil.

          Foto: Lamborghini / Divulgação

           

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            Vínculo improvável: mergulhador afirma ter feito amizade com golfinho na Grécia

            Conexão inusitada ocorreu em 2020 e, desde então, dupla teve encontros não agendados e brincadeiras com plásticos encontrados na água

            Por: Nicole Leslie -

            Se ver animais marinhos de perto já emociona, imagina criar uma amizade com um deles. Embora improvável, é o que o mergulhador Johnnie Boe afirma ter acontecido entre ele e um golfinho que habita a costa de Corinto, na Grécia.

            O primeiro encontro aconteceu em 2020, durante o verão grego. Johnnie mergulhava pela região quando se deparou com dois golfinhos, mas enquanto um deles agiu normalmente, o outro se mostrou curioso com o mergulhador e pareceu ter o observado de maneira especial. “Aquele momento mudou a minha vida”, disse Boe ao noticiário The Dodo.

            Foto: Facebook / Johnnie Boe / Reprodução

            A conexão foi instantânea para Johnnie, que decidiu voltar ao mesmo local duas vezes por semana na esperança de reencontrar aquele golfinho. Em cada visita ele conta ter esperado horas, mesmo sem pistas do amigo aquático. O primeiro reencontro aconteceu depois de quase dois meses na expectativa.

            Foto: Instagram @johnnie_boe_ / Reprodução

            Ao The Dodo, o mergulhador contou que além da emoção pessoal, ele teve a impressão de que o golfinho também o reconheceu.

            Ele ficou comigo por um tempo e, depois desse dia, nossos reencontros se tornaram mais frequentes-descreveu Johnnie

            Foto: Facebook / Johnnie Boe / Reprodução

            A amizade improvável ia se fortalecendo quando, na primavera de 2021, o golfinho surgiu diferente. Ele tinha algum material parecido com nylon preso em sua barbatana e a sensação de Boe foi que o animal quis exibir a novidade a ele.

             

            Não demorou muito para que o golfinho começasse a trazer outros objetos plásticos para Johnnie e, aos poucos, começar a soltá-los como quando um cão convida o tutor para brincar com um graveto. Foi assim que a brincadeira começou.

             

             

            Mas, ao mesmo tempo que brincar com o amigo golfinho era uma experiência única, o mergulhador não se sentia confortável em ver tanto lixo plástico apresentado pelo animal com entusiasmo. Boe, então, começou a brincar um pouco e logo depois recolher o “brinquedo” para fora d’água.


            Segundo o noticiário The Dodo, o golfinho não demorou para perceber o padrão de comportamento do amigo e começou a agir de acordo. Foi assim que o animal passou a levar sacolas, garrafas e outros itens plásticos para Johnnie e aguardá-lo “sumir” com os objetos para fora d’água. Uma dupla dinâmica no combate à poluição dos mares.

            Agora ele me deixa ficar com o lixo depois de uma breve brincadeira-detalhou Boe ao The Dodo

            Foto: Facebook / Johnnie Boe / Reprodução

            Apesar de não ser possível agendar um encontro com um animal selvagem com data e hora marcada, o mergulhador contou ao noticiário que tem se encontrado com o amigo golfinho e que a conexão entre eles é real. Nas redes sociais, Johnnie compartilha vídeos do amigo aquático.

             

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              Histórico barco de corrida vintage que já atingiu 167 km/h vai a leilão por valor milionário

              Famoso Miss America VIII foi construído em 1929 e chega repaginado com parelha de 1.860 hp para ser arrematado neste sábado (17)

              15/01/2026

              Que tal um barco de corrida vintage que envelheceu como vinho e ainda tira o fôlego de muitos amantes de embarcações clássicas? Esse é o Miss America VIII, uma lancha veloz que sobreviveu ao tempo, passou por uma restauração completa e vai a leilão neste sábado (17).

              O evento será realizado pela Mecum Auctions, em Kissimme, nos Estados Unidos. Quem estiver interessado em levar essa raridade terá que desembolsar ao menos US$ 2 milhões (aproximadamente R$ 10,7 milhões na conversão de janeiro de 2026).

              Foto: Mecum Auctions/ Divulgação

              Esse barco de corrida vintage de 28 pés (8,5 metros de comprimento) ficou pronto em 1929, com o propósito de ser a embarcação mais rápida do mundo na época. Por trás da obra estão Garfield “Gar” Wood, inventor, empresário e campeão americano de corridas de lancha; e o projetista Napoleão “Nap” Lisee.

              Foto: Mecum Auctions/ Divulgação

              A lancha foi projetada especificamente para o Troféu Harmsworth daquele ano, a corrida internacional de lanchas mais prestigiada do planeta na primeira metade do século passado. E não deu outra: a estreante pé-quente Miss America VIII sagrou-se campeã da disputa ainda em 1929.

              Imagem do Miss America VIII à época do seu lançamento. Foto: Mecum Auctions/ Divulgação

              O design e o desempenho do motor foram aprimorados nos anos seguintes. O resultado? Um barco ainda mais potente do que o original. Com George, irmão de Gar, ao volante, a VIII venceu novamente a corrida em 1931. Neste mesmo ano, a embarcação atingiu a velocidade de 167 km/h no rio Harlem.

              O segredo está no coração

              Além de toda engenharia por trás deste barco vintage de corrida, o que também fazia ele voar sobre as águas era a sua motorização. Quando foi lançada, a lancha era equipada com um par de motores Packard V12, que, segundo os dados, produziam cerca de 1.000 hp cada.

              Imagem do Miss America VIII à época do seu lançamento. Foto: Mecum Auctions/ Divulgação

              Os motores experimentais, com potência de 930 hp cada, eram menos potentes que os Packard V12, mas eram mais leves, confiáveis e forneciam potência de forma mais eficiente em toda a faixa de rotações. Em 1931, quando atingiu a sua velocidade recorde, estava motorizada com dois modelos V12.

              No entanto, a versão que irá a leilão nesse fim de semana recebeu diversas melhorias, como na motorização, onde ganhou um par de DOHC V16 de 18,2 litros, fabricados pela Harry Miller. Juntos, eles podem gerar incríveis 1.860 hp ao barco.

              Novos motores experimentais do Miss America VIII. Foto: Mecum Auctions/ Divulgação
              Foto: Mecum Auctions/ Divulgação

              Outra novidade é o casco, fabricado com pranchas de mogno filipino e que ficou mais largo (agora mede 9,1 metros). Ao todo, 75% da madeira original do Miss America VIII está conservada graças ao renomado Doug Morin, especialista em restauração de embarcações clássicas.

              Foto: Mecum Auctions/ Divulgação
              Foto: Mecum Auctions/ Divulgação

              Atualmente, esse modelo é um dos únicos três Miss America ainda vivos. Nos anos seguintes, a linhagem continuou e alcançou marcas ainda melhores de velocidade, mas quando perguntado sobre qual lancha é a número 1, Gar não titubeou: “o Miss America VIII é o melhor barco que já tivemos”.

               

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                Você sabe por que usamos “nós” em vez de quilômetros na navegação?

                Para responder, é preciso fazer uma viagem ao passado até meados do século 17, quando nasceu um engenhoso aparelho chamado de "barquinha"

                Se você vive o mundo náutico ou apenas gosta de mergulhar nesse assunto, certamente já se deparou com o termo “nós” para medir a velocidade das embarcações. E se o que veio à sua mente ao ouvir essa palavra pela primeira vez foi uma espécie de corda entrelaçada, saiba que a associação não só faz sentido como está no cerne do surgimento dessa unidade de medida.

                Em meados do século 17, quando partes do corpo ainda eram, muitas vezes, a melhor fonte para medir distâncias — a exemplo dos pés, palmos e polegadas —, surgiu no mar um meio engenhoso de se medir a velocidade: a barquinha.

                Exemplo de uma barquinha. Foto: Lokilech / Wikimedia Commons / Reprodução

                Esse antigo aparelho consistia em um carretel, em que a corda enrolada a ele apresentava nós espaçados de forma regular a cada uma milha. Embora a definição padronizada de uma milha só tenha sido oficialmente definida como 1,85 quilômetro em 1929, pela Organização Hidrográfica Internacional (OHI), ela existia já naquela época como conceito.

                 

                A ponta da corda desse carretel trazia uma espécie de uma pequena âncora de madeira, com formato triangular. O marinheiro, então, jogava essa âncora ao mar, e ela permanecia flutuando.

                Foto: Jean-Pierre Bazard / Wikimedia Commons / Reprodução

                O arrasto puxava a corda do carretel para fora do barco, a levando para a água. O marinheiro, por sua vez, acionava o cronômetro da época: uma ampulheta, que equivalia a cerca de 28 segundos no relógio. Em seguida, ele começava a contar a quantidade de nós que passava por suas mãos com destino a água até que o tempo se esgotasse.

                 

                Assim, na prática, cada nó equivalia à velocidade em milhas náuticas por hora que aquele barco estava navegando.

                Foto: Samuel de Champlain / WikimediaCommons / Reprodução

                A imagem acima é uma página de um tratado náutico dos séculos 17-18, que mostra como os marinheiros calculavam a navegação antes dos instrumentos modernos. Nela, a barquinha aparece ao lado de uma tabela, que relaciona a velocidade em nós com o tempo de navegação e o rumo seguido, permitindo estimar a distância percorrida e, assim, calcular a posição aproximada do navio no mar.

                 

                A tabela tem os seguintes cabeçalhos:

                • Heures: horas;
                • Nœuds: nós;
                • Brasses: braças (medida de comprimento / profundidade);
                • Routes / Rumbs: rumo / direção do navio;
                • Cap au Nord / Nordet / Nordest etc.: “rumo ao norte”, “rumo ao noroeste”, etc.

                Assim, ela relaciona: tempo de navegação + velocidade do navio + distância percorrida + rumo seguido. Desse modo, o cálculo à direita apresenta anotações de quantas horas foram navegadas, a velocidade em que essas horas foram percorridas e para qual rumo, dando uma noção da distância percorrida naquela direção.

                 

                Isso permitia ao navegador fazer o que se chama de estima: calcular sua posição aproximada sem instrumentos tecnológicos, apenas com tempo, velocidade e direção.

                As milhas náuticas

                A milha náutica surgiu da necessidade de um padrão universal de medida para a navegação, já que unidades tradicionais como palmos, pés, polegadas e jardas variavam bastante entre países e regiões.

                 

                Para resolver esse problema, navegadores e estudiosos recorreram à própria geometria da Terra. Eles observaram que, ao percorrer um meridiano — a linha imaginária que liga o Polo Norte ao Polo Sul —, um minuto de arco de latitude correspondia a uma distância praticamente constante ao longo da superfície do planeta.

                Foto: biletskiy / Envato

                Com base nisso, a circunferência da Terra foi dividida em 360 graus, e cada grau em 60 minutos, de modo que a milha náutica passou a ser definida como o comprimento de um desses minutos de arco de latitude.

                 

                Essa definição liga diretamente a unidade de medida à forma do planeta, o que torna a milha náutica especialmente adequada para a navegação e para a leitura de cartas náuticas, que são construídas justamente a partir de coordenadas geográficas.

                 

                Já o nó é a unidade usada para medir a velocidade no mar e corresponde a uma milha náutica por hora. De acordo com a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), um nó equivale a cerca de 1,15 milha terrestre por hora ou aproximadamente 1,85 quilômetro por hora — conversão que ajuda a traduzir os números da navegação para quem está mais acostumado às medidas usadas em terra firme.

                 

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                  Tubarões brincam? Estudo flagra predadores interagindo com brinquedos em aquário

                  Experimento intrigou pesquisadores, dividiu opiniões e revelou comportamento inusitado desses animais

                  Uma cena rara: tubarões “brincando” por entre aros coloridos, empurrando tubos com o focinho e até “batendo” em objetos com a cauda. Embora as imagens pareçam retiradas de uma espécie de aquário recreativo, elas fazem parte de um experimento científico real.

                  Um estudo publicado na revista Applied Animal Behaviour Science observou que tubarões interagem espontaneamente com objetos que não têm função alimentar — um comportamento que foi interpretado por pesquisadores como uma forma de brincadeira. Assista:

                   

                   

                  Ver esta publicação no Instagram

                   

                  Uma publicação partilhada por National Geographic (@natgeo)


                  O experimento foi realizado no Cabrillo Marine Aquarium, na Califórnia, com 13 animais de quatro espécies: tubarões-cornudos (Heterodontus francisci), tubarões-inchados (Cephaloscyllium ventriosum), tubarões-leopardo (Triakis semifasciata) e uma raia-da-califórnia (Caliraja inornata).

                   

                  Durante 12 semanas, antes e depois da alimentação dos animais, os cientistas colocaram semanalmente no tanque objetos como lulas de plástico, aros e tubos, registrando tudo em vídeo.


                  As imagens mostram os animais atravessando os aros, empurrando os objetos, mordiscando-os e fazendo movimentos semelhantes aos usados na caça, mas sem uma presa envolvida. O detalhe mais curioso é que as interações aumentavam após os tubarões terem sido alimentados. Isso indica que eles não agiam motivados pela fome, reforçando a percepção dos pesquisadores de eles estarem, de fato, brincando.

                   

                  Embora os autores vissem o comportamento como “brincadeira”, o termo foi retirado do artigo final a pedido dos revisores. Isso porque o estudo não mediu critérios essenciais para essa classificação, como a ativação de circuitos de recompensa, indicadores fisiológicos de prazer, níveis de estresse dos animais ou a distinção clara entre a brincadeira e a simples exploração de objetos novos.

                  Foto: Autumn Smith / Instagram @natgeo / Reprodução

                  Diante das limitações, os próprios pesquisadores concordaram que não havia base experimental suficiente para sustentar tecnicamente o uso do termo.

                  Se você me perguntar casualmente, é isso que pensamos que eles estavam fazendo. Pensamos que eles estavam brincando, e acho que se fizéssemos um estudo mais rigoroso, provaríamos que eles estão brincando– disse Patrick Sun, professor de ecologia da Universidade Biola e coautor do estudo

                  Já Autumn Smith, ecologista de tubarões da Universidade Biola, na Califórnia, e principal autora do estudo, reforçou que grande parte das pesquisas envolvendo tubarões ainda se concentra na predação. “Ainda sabemos muito pouco sobre o comportamento social, a comunicação, a cognição, a navegação, as rotinas diárias e, claro, as brincadeiras”, detalhou ao National Geographic.

                  Foto: Autumn Smith / Instagram @natgeo / Reprodução

                  Elisabetta Palagi, etóloga da Universidade de Pisa (que não participou do estudo), destacou ao veículo que a motivação dos tubarões pelos objetos parece diminuir com o tempo. Para ela, isso indica um comportamento exploratório: após investigarem os itens e perceberem que não oferecem nada além, os animais perdem o interesse.

                   

                  Embora o estudo não prove que tubarões brincam no mesmo sentido que cães ou golfinhos, mostra que eles são mais curiosos, ativos e cognitivamente complexos do que se imaginava. De quebra, ainda sugere que, longe de serem apenas predadores automáticos, esses animais também exploram o mundo ao seu redor — às vezes, aparentemente, só por diversão.

                   

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                    Dois em um: conheça o barco que é movido por um jet e acomoda até seis pessoas

                    Descrito como uma plataforma de extensão para motos aquáticas, o produto une a adrenalina do jet com a socialização da lancha

                    14/01/2026

                    Um jet que vira lancha. Uma “lancha” que vira jet. É difícil definir essa embarcação em poucas palavras, mas uma coisa é certa: o designer encontrou o meio-termo entre a comodidade de um barco e a adrenalina de uma moto aquática. Pelo menos foi essa a intenção por trás do ONE 16, uma extensão para jets que permite converter o modelo em uma pequena lancha.

                    O produto, fabricado na Espanha, é compatível com as principais marcas do ramo, como Sea-Doo e Yamaha. Segundo a One Water Toys, desenvolvedora do produto, a plataforma acomoda até seis pessoas.

                    Foto: Instagram @one.watertoys/ Reprodução

                    A extensão, de aproximadamente seis metros, é movida pela moto aquática, tornando-se assim uma lancha — apenas quando ambos estão juntos. A engenharia é simples: o jet é compatível para se encaixar no casco e virar o sistema de propulsão de toda a embarcação.

                    Demonstração de como o jet é plugado na plataforma da ONE 16. Foto: One Water Toys/ Divulgação

                    A moto aquática pode ser conectada e desconectada da plataforma em apenas um minuto (tecnologia plug and play). Mas não para por aí: a proa é conversível e alterna entre a mesa e a plataforma de sol (solário), dependendo da ocasião.


                    O casco mantém o peso distribuído corretamente, segundo a marca, o que garante estabilidade à lancha enquanto o jet estiver plugado. Não à toa, essa invenção levou o prêmio Golden A’ Design Award de 2025, um dos maiores e mais influentes concursos de design do mundo.

                    Dois coelhos numa cajadada só

                    Quem está por trás desse projeto é o espanhol e apaixonado yacht-designer Amor Jimenez Chito, diretor da Loveworks Design. Formado em Design Industrial e Desenvolvimento de Produto em Madri, a ideia dele era compartilhar a adrenalina típica do jet com os amigos, como numa lancha.

                    Criamos esta solução para desfrutar da nossa adorada costa espanhola numa tarde ensolarada com os nossos amigos, sem termos de alugar um barco caro– destaca o site oficial da One Water Toys

                    Na prática, quem compra essa plataforma tem dois veículos em um. Por medir menos que 6 metros de comprimento, não é necessário nenhuma habilitação náutica adicional para pilotá-lo. Sendo considerado apenas um único produto, o dono também não precisará pagar taxas de marina para dois barcos.

                    Foto: One Water Toys/ Divulgação

                    Segundo análise feita pela Yachting Pleasure, a velocidade de cruzeiro deste jet com focinho de lancha é de aproximadamente 18 a 20 nós (cerca de 33-37 km/h). A velocidade máxima, de acordo com o mesmo portal, chega a 30 nós (55 km/h) quando equipado com uma moto aquática de 170 hp.

                    Foto: Instagram @one.watertoys/ Reprodução

                    O review ainda aponta que o ONE 16 é extremamente ágil em curvas fechadas, por conta do “leme” ser a própria turbina do jet. Entretanto, a plataforma como um todo pode ser “leve” demais em águas muito picadas (ou seja, com marolas), o que exige atenção do piloto.

                    Confira como o ONE 16 navega!

                     

                     

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                      Peixe raro visto apenas duas vezes em 2025 foi flagrado por mergulhador

                      Conhecido como “rei-do-salmão”, ele vive nas profundezas do oceano, mas estava a apenas 4,6 metros abaixo da superfície quando foi visto

                      Encontros com animais marinhos são sempre um grande acontecimento, especialmente quando se trata daqueles que habitam regiões em que os humanos não chegam. Esse foi o caso do mergulhador Ted Judah, que registrou de perto um raro rei-do-salmão (Trachipterus altivelis), peixe que habita a zona crepuscular, um dos ecossistemas menos explorados da Terra.

                      Ele mergulhava na Baía de Monterey, na Califórnia (EUA), próximo à costa da praia de McAbee, quando avistou “uma coisa prateada, como uma lâmina de faca, ondulando em apenas uns 4 metros de água”, conforme relatou em um post no Facebook no último mês de dezembro.

                      Foto: Facebook / Ted Judah / Reprodução

                      Ao fazer as fotos, além de registrar o encontro, Judah esperava encontrar alguém capaz de identificar aquele estranho animal com o qual ele se encantou. Não demorou para que Kevin Lewand, um biólogo marinho do Aquário da Baía de Monterey, surgisse nos comentários do post.

                      Foto: Facebook / Ted Judah / Reprodução

                      Segundo ele, esse foi um “achado incrível”. Isso não só porque o peixe costuma viver entre 200 e mil metros de profundidade, mas também por ser apenas o segundo da espécie visto por humanos em 2025.

                      O peixe-rei-do-salmão é um raro peixe-fita de águas profundas, conhecido por seu corpo longo e prateado e olhos grandes– detalhou Lewand


                      O biólogo ainda destacou que o animal vive no Oceano Pacífico e que seu nome deriva de uma lenda Makah (povo indígena conhecido por sua rica cultura marítima). De acordo com o Instituto de Pesquisa do Aquário da Baía de Monterey (MBARI), os Makah acreditam que o peixe guia os salmões de volta aos seus locais de desova. Veja o peixe rei-do-salmão em ação:

                       

                       

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                        13/01/2026

                        Parece uma cena de filme de ação, mas aconteceu na vida real: um barco ficou preso à beira de uma queda de 40 metros após sofrer uma falha mecânica na barragem de Grootdraai, em Standerton, na África do Sul, no último mês de dezembro. Nas imagens, quatro homens aparecem se segurando na embarcação, lutado contra a correnteza.

                        A sensação, por ali, era a de como estar à beira de uma janela em um prédio de ao menos 12 andares. Conforme divulgado pelas autoridades de resgate, o caso foi registrado por volta das 19h05 (horário local) do último dia 29. A operação de resgate começou às 20h30. Assista:

                         

                        Uma das estratégias das equipes do Instituto Nacional de Resgate Marítimo da África do Sul (NSRI), responsáveis pela operação, foi abrir três comportas da barragem visando reduzir o nível da água na área onde a lancha estava encalhada.


                        A medida facilitou o acesso dos socorristas, mas, por outro lado, elevou o nível do rio abaixo da barragem. Por conta disso, de acordo com o NSRI, moradores da região foram orientados a deixar suas casas e buscar abrigo em locais seguros.

                         

                        Com a situação estabilizada, os quatro homens puderam ser resgatados do barco preso em segurança, com o apoio de uma corda de salvamento. O grupo foi direcionado a um hospital da região para atendimento médico e, conforme informou o instituto de resgate, saíram ilesos, sem registro de ferimentos graves.

                         

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                          Equipe mantém base sólida, mas faz ajustes pontuais para buscar o pódio da liga, que tem início já neste final de semana

                          A estreia do Mubadala Brazil SailGP Team, time brasileiro no SailGP, foi marcada por aprendizados, superações e resiliência. A equipe mostrou seu potencial e chamou atenção por todos os países em que passou em 2025 durante a liga de vela mais veloz do mundo. Para continuar competindo forte em 2026 e entrar de vez na busca por um título, o grupo passa agora por ajustes na tripulação.

                          Após a saída do Fight Controller Andy Maloney (para integrar a equipe da Suécia) e do Wing Trimmer Leigh McMillan (para fazer parte do time da França), o Mubadala dá as boas-vindas a nomes experientes do circuito mundial:

                          • Pietro Sibello (wing trimmer): experiente velejador italiano, Sibello já atuava como técnico do time e agora leva seu profundo conhecimento do F50 para dentro do barco, assumindo a posição de Wing Trimmer;
                          • Rasmus Køstner (flight controller): o dinamarquês, ex-Flight Controller da ROCKWOOL Racing, chega para ocupar essa função agora nas cores verde e amarela. Køstner ostenta no currículo títulos mundiais de Match Race e participações em competições de elite como America’s Cup e Volvo Ocean Race;
                          • Paul Brotherton (novo coach): treinador que já liderou a seleção britânica feminina em ciclos olímpicos vitoriosos, Paul Brotherton será o responsável por orquestrar os voos do Mubadala.

                          Com a chegada do Rasmus, do Pietro na nova função e o apoio do Paul Brotherton, ganhamos uma nova dinâmica para buscar resultados ainda mais consistentes– afirmou Martine Grael, capitã do time brasileiro no SailGP

                          Martine Grael é a capitã do time brasileiro no SailGP e primeira mulher a assumir esse posto na história da competição. Foto: Instagram @mubadalabrasailgp / Reprodução

                          Uma base sólida

                          Os novos nomes do time brasileiro no SailGP chegam para incrementar uma base sólida, que levou a equipe estreante a momentos históricos dentro da competição, com direito a duas vitórias em regatas e a conquista do vice-campeonato na Impact League.

                          Foto: Instagram @mubadalabrasailgp / Reprodução

                          Marco Grael, Mateus Isaac e Breno Kneipp continuam desempenhando papéis fundamentais como Grinders. Paul Goodison segue como estrategista, e Richard Mason, como reserva — conjunto considerado como um diferencial estratégico para garantir a consistência e a experiência na temporada 2026. Martine Grael, claro, segue como capitã. Veja a configuração atual:

                          • Martine Grael: driver (capitã);
                          • Rasmus Køstner: flight controller;
                          • Pietro Sibello: wing trimmer;
                          • Paul Goodison: strategist;
                          • Marco Grael: grinder;
                          • Mateus Isaac: grinder;
                          • Breno Kneipp: grinder;
                          • Richard Mason: reserve;
                          • Paul Brotherton: coach.

                          O último ano foi de aprendizado e crescimento acelerado. Mostramos que o Brasil tem talento para competir com as maiores potências da vela– destacou Grael

                          Calendário 2026 passará pelo Rio de Janeiro

                          A temporada 2026 será marcada pela estreia de quatro novos locais: Halifax (Canadá), Rio de Janeiro (Brasil), Perth (Austrália) e Bermuda, totalizando 13 etapas. O campeonato tem início na Oceania, que recebe os três primeiros eventos da temporada 2026, começando por Perth (Austrália), entre os dias 16 e 18 de janeiro.

                          Time brasileiro do SailGP fará sua estreia no Brasil em 2026. Foto: Instagram @mubadalabrasailgp / Reprodução

                          Na sequência, a frota segue para Auckland, na Nova Zelândia (13 e 14 de fevereiro), e Sydney, de volta na Austrália (27 de fevereiro a 1º de março). Logo após esse intenso início, o mundo voltará seus olhos para as águas brasileiras, onde o Rio de Janeiro sediará, em 11 e 12 de abril, a tão esperada estreia da liga na América do Sul, transformando a Baía de Guanabara em um verdadeiro estádio náutico.

                           

                          O circuito segue para Bermuda (9 e 10 de maio), Nova York (30 e 31 de maio) e fará sua estreia em Halifax, no Canadá (20 e 21 de junho). O verão europeu receberá as etapas de Portsmouth, no Reino Unido (25 e 26 de julho), Sassnitz, na Alemanha (22 e 23 de agosto), além da etapa na Espanha (em data e local a serem confirmados) e Saint-Tropez, na França (12 e 13 de setembro).


                          O encerramento da temporada 2026 acontecerá nos Emirados Árabes Unidos, com as etapas de Dubai (21 e 22 de novembro) e a Grande Final em Abu Dhabi (28 e 29 de novembro). Confira o calendário completo:

                          • Perth (Austrália): 16 a 18 de janeiro;
                          • Auckland (Nova Zelândia): 13 e 14 de fevereiro;
                          • Sydney (Austrália): 27 de fevereiro a 1º de março;
                          • Rio de Janeiro (Brasil): 11 e 12 de abril;
                          • Bermuda (Bermuda): 9 e 10 de maio;
                          • Nova York (EUA): 30 e 31 de maio;
                          • Halifax (Canadá): 20 e 21 de junho;
                          • Portsmouth (Reino Unido): 25 e 26 de julho;
                          • Sassnitz (Alemanha): 22 e 23 de agosto;
                          • Espanha (Local a definir): data a confirmar;
                          • Saint-Tropez (França): 12 e 13 de setembro;
                          • Dubai (EAU): 21 e 22 de novembro;
                          • Abu Dhabi (EAU): 28 e 29 de novembro (grande final).

                           

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                            Perigo iminente: extremamente nocivo à vida marinha, mexilhão-dourado invasor chega à Amazônia

                            Presente no Brasil desde os anos 1990, espécie teve salto em densidade populacional e já completou, no mínimo, um ciclo reprodutivo no rio Tocantins

                            Nem tudo que reluz é ouro: a crescente invasão dos mexilhões-dourados no Brasil acaba de ganhar mais um capítulo. Uma nova pesquisa aponta grandes quantidades do molusco extremamente perigoso à vida marinha na Amazônia, e, ao menos, um ciclo reprodutivo já concluído no rio Tocantins.

                            Os mexilhões-dourados têm origem no sudeste asiático e chegaram à América do Sul no início da década de 1990, por meio da água de lastro de navios mercantes da época. Não demorou muito para que eles viessem ao Brasil, antes do ano 2000. Desde então, rapidamente encontraram águas favoráveis para sua expansão.

                            Por que eles são tão perigosos?

                            A expansão dessa espécie tem despertado preocupação entre pesquisadores, órgãos ambientais e comunidades ribeirinhas. Em 2024, piscicultores do estado do Tocantins relataram a presença do molusco em tanque-redes, o que reforçou a hipótese dos cientistas de que os mexilhões-dourados já estavam presentes antes do primeiro registro oficial.

                            Distribuição dos registros do mexilhão-dourado em águas brasileiras e municípios onde a espécie já foi registrada no estado do Pará; (b) Destaca-se a bacia do rio Tocantins-Araguaia (linha vermelha). Foto: Rafael Anaisce das Chagas et.al/ SciElo/ Reprodução

                            Perigosíssima para a vida marinha e a qualidade do ecossistema, a espécie altera a transparência da água por conta da sua alta capacidade de filtração, modifica a qualidade do habitat ao liberar grande volume de pseudofezes e acumula metais e toxinas.

                             

                            Além disso, eles provocam a obstrução de tubulações em hidrelétricas e sistemas de água e causam prejuízo à piscicultura, pela incrustação e competição por alimento e espaço com espécies nativas. Isso reduz a presença de animais que vivem nos fundos dos rios e pode promover desequilíbrios na vida aquática, incluindo os peixes.


                            Os impactos são vários: comprometem o equilíbrio dos ambientes de água doce, diminuem a biodiversidade e afetam processos naturais fundamentais para o funcionamento dos ecossistemas.

                            O que diz a ciência

                            O estudo sobre a invasão da Limnoperna fortunei (nome científico da espécie) foi publicado na Acta Limnologica Brasiliensia. Segundo o artigo, há um cenário de dispersão acelerada e de forte potencial de impacto ecológico e socioeconômico na região invadida.

                            Mapa de localização da ocorrência do mexilhão dourado Limnoperna fortunei no rio Tocantins, Pará, Amazônia Oriental (a), indicando o fluxo do rio (setas tracejadas) e a localização dos pontos deste estudo (pontos vermelhos) (b). Foto: Rafael Anaisce das Chagas et.al/ SciElo/ Reprodução

                            Para a pesquisa, os estudiosos utilizaram como base uma amostragem realizada em outubro de 2024 em três locais da Pedral do Lourenço, uma formação rochosa no rio Tocantins localizada entre os municípios de Marabá e Tucuruí (estado do Pará). De acordo com o estudo, a espécie não só está plenamente adaptada à região, como já contém espécimes de diferentes tamanhos.

                            O registro do mexilhão-dourado na Amazônia é considerado relevante e alarmante devido aos severos impactos socioeconômicos e ambientais que a espécie ocasiona– afirmou Rafael Anaisce das Chagas, autor principal do artigo

                            Segundo Chagas, que também é engenheiro de pesca, pesquisador de pós-doutorado na Universidade Federal do Pará e que atua no Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Norte (CEPNOR/ICMBio), os modelos de dispersão indicam alto risco de invasão da bacia amazônica a partir da década de 2030, com consolidação por volta de 2050.

                            Vida longa e próspera

                            Não foi simples estudar os mexilhões-dourados. Primeiramente, os cientistas tiveram que raspar as superfícies colonizadas, para então preparar a conservação das amostras em laboratório para identificação morfológica e análise genética.

                            Mexilhões-dourados já esta se proliferando na Amazônia. Foto: Agência Bori/ Divulgação

                            A partir disso, foi feita a medição dos indivíduos e a estimativa de densidade populacional — um dos principais indicadores de estabelecimento da espécie. De acordo com Chagas, os resultados chamam atenção: 11.940 espécimes por metro quadrado, muito superior aos 88 indivíduos por metro quadrado registrados em 2023.

                            Isso indica que a espécie já se adaptou ao ambiente local e possivelmente já produziu ao menos uma vez, considerando que encontramos indivíduos entre 2 e 22 milímetros– disse o pesquisador

                            Qual o tamanho do problema?

                            O problema começa quando os mexilhões-dourados não têm predadores naturais em águas brasileiras. Sendo assim, sua erradicação é considerada praticamente impossível. No momento, o foco é controlar os impactos em sistemas construídos, como hidrelétricas e sistemas de abastecimento de água.

                            Mexilhão-dourado. Foto: Agência Bori/ Divulgação

                            A estratégia mais eficaz é o uso de protocolos integrados, combinando diferentes métodos capazes de manter estruturas livres de incrustações– revelou Chagas

                            A pesquisa recebeu financiamento do Instituto Evandro Chagas (IEC) e do Ministério da Saúde (MS) e apoio do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Norte (CEPNOR/ICMBio).

                             

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                              De colecionador: superiate francês de 2002 faz sucesso e é vendido por mais de R$ 45 milhões

                              Com 44 metros, De-De é um modelo raro da extinta divisão de iates do estaleiro CMN, que atua em embarcações militares desde 1946

                              12/01/2026

                              Ainda que entregue há mais de 20 anos, o superiate De-De não deixa de impressionar — especialmente entre os aficionados por relíquias dos mares. Já ouviu a expressão “pouca mídia e muito futebol”? Pois bem, é mais ou menos nessa linha que esse barco de 44 metros (144 pés) se encaixa.

                              O superiate é uma raridade da extinta divisão de iates do estaleiro francês CMN, que atua fortemente no segmento de embarcações militares e de serviço desde 1946. No início dos anos 1990, a marca decidiu diversificar suas atividades para o mercado de iates de luxo como estratégia, uma vez que o segmento vinha crescendo internacionalmente.

                              O superiate De-De. Foto: IYC / Divulgação

                              Assim, nasceram cinco veleiros, cinco iates a motor (incluindo o De-De) e cinco conversões em iates, até a marca encerrar as atividades ligadas à construção de superiates, em 10 de julho de 2013. A justificativa foi novamente estratégica: focar nos setores militar e comercial, uma vez que representavam a maior parte da receita e tinham maior previsibilidade de contratos.

                              Foto: IYC / Divulgação

                              Tudo isso só agregou ainda mais valor ao De-De, que teve US$ 8,5 milhões como seu último preço de venda conhecido — cerca de R$ 45 milhões na conversão de janeiro de 2026. Adam Levine, da IYC , representou o vendedor, e João Kossmann, da BYS International, apresentou o comprador.

                              Por dentro do superiate De-De

                              Com projeto externo e interiores assinados pelo estúdio Stirling Design International, o De-De passou por uma ampla reforma em 2020, que incluiu nova pintura de casco, renovação completa dos carpetes, modernização das áreas da tripulação e revisão de boa parte dos sistemas técnicos.

                              Foto: IYC / Divulgação

                              Seu interior acomoda confortavelmente até dez hóspedes em cinco suítes, sendo que a principal ocupa toda a boca do superiate no convés principal, com direito a cama king-size e escritório separado.

                              Foto: IYC / Divulgação

                              No convés inferior, estão três cabines de casal e uma com duas camas de solteiro conversíveis. A área social inclui sala de jantar para dez pessoas à frente do salão principal, além de espaços externos na popa e no convés superior voltados a refeições ao ar livre e encontros mais informais.

                              Foto: IYC / Divulgação

                              Entre as comodidades estão jacuzzi, academia, luzes subaquáticas, ar-condicionado, Wi-Fi e um salão superior equipado com um atualizado sistema de home theater. Após a reforma, o bar do convés superior foi removido para ampliar a área de convivência, buscando espaços mais amplos e versáteis para os hóspedes.


                              Construído com casco de aço e superestrutura de alumínio, o De-De navega com dois motores Caterpillar de 1.200 hp, que garantem velocidade de cruzeiro de 12 nós e autonomia de até 4 mil milhas náuticas a 11 nós. O conjunto é complementado por estabilizadores Quantum de velocidade zero, que contribuem para maior conforto tanto em navegação, quanto fundeado. Veja mais fotos:

                              Foto: IYC / Divulgação
                              Foto: IYC / Divulgação
                              Foto: IYC / Divulgação
                              Foto: IYC / Divulgação
                              Foto: IYC / Divulgação
                              Foto: IYC / Divulgação
                              Foto: IYC / Divulgação
                              Foto: IYC / Divulgação
                              Foto: IYC / Divulgação
                              Foto: IYC / Divulgação
                              Foto: IYC / Divulgação

                               

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                                Uma cena épica marcou a transformação de Goku, protagonista da franquia japonesa Dragon Ball, em um Super Saiyajin pela primeira vez nos anos 1990. Durante a batalha heroica contra Freeza, Goku ganhou os lendários cabelos e aura dourados, levando os fãs à loucura. O episódio — e a série em si — seguem fazendo sucesso. Não à toa, um peixe japonês acaba de ser batizado em referência à transformação do “Kakarotto”.

                                Diferentemente de Goku, o peixe não precisou passar por uma “fúria extrema” para receber o “cabelo amarelo”, tido como a mais famosa característica de um Super Saiyajin. Naturalmente, o agora chamado de Vanderhorstia supersaiyan já detém esse estilo.

                                 

                                O animal, que pertence ao grupo dos gobídeos, foi encontrado por pesquisadores a cerca de 210 metros de profundidade, em águas próximas a Okinawa, no sul do Japão. A região, conhecida como “zona crepuscular”, é caracterizada pela baixíssima iluminação.

                                 

                                 

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                                Os gobídeos, encontrados em diversas partes do mundo, são considerados peixes pequenos e comuns, sem muito destaque para a aparência. Geralmente detém coloração marrom, esverdeada ou cinza — mas não o Vanderhorstia supersaiyan.

                                 

                                Fugindo do padrão do gênero Vanderhorstia, o animal tem corpo quase transparente, com destaque para as “mechas” amarelas vibrantes que se espalham pelas nadadeiras e pelo rosto do peixe. Foram justamente essas características que levaram os cientistas a nomearem a espécie em alusão à transformação que marcou gerações.

                                Um mini guerreiro Saiyajin

                                A descoberta do peixe Saiyajin foi feita por uma equipe da Universidade de Ryukyus, no Japão, e publicada no fim de 2025 na revista científica Springer Nature. O estudo revela que a profundidade na qual o animal foi encontrado é quase o dobro do que se conhecia para outras espécies semelhantes.

                                Foto: Reprodução

                                A informação torna a descoberta ainda mais relevante do ponto de vista científico, reforçando o quanto essa região do oceano ainda é muito pouco estudada e conhecida.


                                Embora a alusão ao desenho seja apenas pelo tom amarelo encontrado no peixe, a imaginação é capaz de nos levar mais longe. Quem sabe esse peixinho tenha, sim, enfrentado uma grande fúria em meio às adversidades de seu habitat e atingido o limite que faltava para sua forma lendária.

                                 

                                Brincadeiras à parte, os mangás são um elemento central da cultura japonesa e figuram entre os principais produtos culturais do país, influenciando não só o entretenimento, mas também referências em diferentes campos, como a ciência.

                                 

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                                  Veleiro da Marinha Indiana foi “costurado” à mão e exala história, arte e tradição

                                  INSV Kaundinya é uma homenagem ao artesanato marítimo da Índia no século 5 e faz viagem inaugural em jornada simbólica

                                  Quando as imponentes velas do INSV Kaundinya, veleiro da Marinha Indiana, surgem à vista, o horizonte ganha cores vibrantes e o vento passa a carregar história, arte e tradição. Embora lançada em 2025, essa embarcação carrega técnicas de construção da Índia antiga do século 5, em uma homenagem ao artesanato marítimo singular da época.

                                  O barco foi construído à mão tal qual os navios antigos do período entre os anos 401 e 500 d.C, por uma equipe de artesãos tradicionais em Kerala. Eles utilizaram uma técnica tradicional de “costura”, em que tábuas de madeira são unidas por cordas de fibra de coco e seladas com resinas e óleos naturais.

                                  Foto: Governo da Índia / Instagram @mygovindia / Reprodução

                                  Sem motor ou qualquer outra propulsão moderna, o Kaundinya navega apenas com suas velas. Quando içadas, elas revelam símbolos tradicionais da herança indiana, como Gandabherunda, a águia de duas cabeças da dinastia Kadamba.


                                  O veleiro é o resultado de um projeto lançado em 2023, liderado pela Marinha Indiana e pelo Ministério da Cultura da Índia, em parceria com a Hodi Innovations. Embora incorporado à marinha alguns meses após seu lançamento, em fevereiro de 2025, o barco, claro, não participa de operações militares, ainda que seja capaz de transportar até 15 tripulantes.

                                  Issa Saleh Al Alshibani, embaixador do Sultanato de Omã na Índia; e Krishna Swaminathan, Comandante-em-Chefe do Comando Naval Ocidental da Marinha Indiana, segurando a maquete do INSV Kaundinya. Foto: Governo da Índia / Instagram @mygovindia / Reprodução

                                  O trabalho para torná-lo real envolveu poucas fontes visuais e estudos hidrodinâmicos complexos, uma vez que não haviam plantas originais disponíveis. O Kaundinya partiu no último dia 29 de dezembro para sua viagem inaugural, que também chega repleta de significado.

                                  Foto: Governo da Índia / Instagram @mygovindia / Reprodução

                                  O navio zarpou de Gujarat, na Índia, rumo a Muscat, em Omã, jornada simbólica que remete às antigas rotas marítimas que ligavam a costa oeste da Índia ao país do Oriente Médio. Até o momento dessa publicação, o veleiro continuava em rota, já no Golfo de Omã.

                                   

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                                    11/01/2026

                                    Quando o canadense Robert Bezeau percebeu a dimensão do problema envolvendo o lixo plástico em Isla Colón, no arquipélago de Bocas del Toro, no Panamá, ele teve uma ideia pouco convencional: construir um castelo de garrafas. O projeto não só saiu do papel como rendeu um lugar no Guinness World Records (o Livro dos Recordes), evoluiu para uma espécie de vila sustentável e deu a Bezeau o apelido de “Rei do Plástico”.

                                    O Castillo Inspiración, como é chamado, soma quatro andares e 40 mil garrafas reutilizadas, refletindo bem o quanto Bezeau é engajado no assunto reaproveitar. Desde 2012, quando passou a morar em terras panamenhas, ele se dedica a reutilizar resíduos coletados nas praias e comunidades locais.

                                    A obra de Robert Bezeau entrou para o Guinness Book como o maior castelo já construído com garrafas plásticas. Foto: Guinness World Records / Reprodução

                                    Nesse processo, Bezeau chegou a recolher em mutirões mais de 1 milhão de garrafas plásticas em apenas um ano e meio circulando pelas praias e áreas urbanas do arquipélago. O número revelou como a dependência de transporte e processamento externo limitava a capacidade de reciclagem na ilha.

                                     

                                    Assim, outro valor do canadense entrou em ação: ele defende a importância da “reutilização criativa” do plástico PET em vez da reciclagem — ou seja, a reutilização das garrafas de plástico para outro fim sem alterar sua estrutura química.

                                    Foto: Plastic Bottle Village / Divulgação

                                    Retendo boa parte desse material na ilha, o Castillo Inspiración nasceu em 2017, com imponentes 14 metros de altura, quartos para hóspedes, área de convivência e um mirante no topo. Na obra, concreto e aço se misturam às garrafas, utilizadas como isolamento — de quebra, o material ainda confere ao castelo um efeito que lembra o dos vitrais, graças à sua transparência.

                                    Foto: Plastic Bottle Village / Divulgação

                                    A construção fez tanto sucesso que culminou em uma espécie de vila, a Plastic Bottle Village, onde um conjunto de instalações também aproveita as garrafas como isolamento térmico antes da aplicação de concreto na parte externa. O espaço ainda promove ações que reforçam a importância da reutilização do plástico e chamam atenção para as consequências do material nos oceanos.

                                    Foto: Plastic Bottle Village / Divulgação

                                    É possível se hospedar por lá, com quartos a partir de US$ 60 no castelo (R$ 320 na conversão de janeiro de 2026) e camas a partir de US$ 20 (R$ 107) no restante das instalações. Além das acomodações econômicas próximas às principais atrações do arquipélago, o espaço promete bar, piscina, vista de animais locais e surf nas águas de Bocas del Toro


                                    Em 2021, o Rei do Plástico inaugurou uma extensão de 139 m² e 3,7 metros de altura ao Castillo Inspiración, utilizando outras 10 mil garrafas. A área funciona como uma espécie de masmorra com seis “celas”, que juntas podem acomodar até 16 pessoas. A ideia é que por ali os hóspedes utilizem o espaço para se arrepender de seus “crimes” relacionados ao lixo plástico e se comprometer a melhorar hábitos de consumo.

                                     

                                    Robert afirma que até 2022 o complexo construído a partir do castelo já havia incorporado cerca de 200 mil garrafas.

                                     

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                                      Somente durante a virada, mais de 1,6 mil resgates foram realizados em praias do Rio. Dicas simples podem evitar transtornos

                                      10/01/2026

                                      Até o dia 20 de março, o verão seguirá a todo vapor no Brasil. Nesse período, as praias brasileiras recebem um alto número de visitantes, que aproveitam os dias dourados para tomar aquele banho de mar. A atividade, contudo, embora relaxante, fica a um passo de virar um grande transtorno caso medidas simples de segurança não sejam levadas a sério.

                                      Para se ter uma ideia, somente durante a virada de ano (2025/2026) mais de 1,6 mil resgates foram realizados em praias de todo o estado do Rio de Janeiro, conforme levantamento do Corpo de Bombeiros. Na virada de ano anterior (2024/2025), haviam sido 33.

                                       

                                      A euforia pelos dias de férias, embora compreensiva, não deve transpor os cuidados ao entrar na água, uma vez que o mar pode, muitas vezes, ser traiçoeiro.

                                      Mar com segurança: dicas simples podem evitar incidentes

                                      Apesar dos riscos, o mar dá sinais quando não está para brincadeira e compromete a segurança dos banhistas — basta saber identificá-los e, principalmente, respeitá-los.

                                      Respeite a sinalização de risco

                                      O mais claro dos sinais é dado por profissionais capacitados, com as famosas sinalizações de risco. Você com certeza já se deparou, por exemplo, com uma bandeira vermelha fincada na areia. Sem surpresas, ela indica alto risco de afogamento. Ao avistá-la, é essencial não entrar no mar que, nessas condições, apresenta grande incidência de correntes de retorno — a causa de grande parte das ocorrências de afogamento.

                                      Foto: Dmitry_Rukhlenko / Envato

                                      Há ainda a bandeira duplo-vermelha, utilizada em situações extremas. Ela indica a interdição da praia em função de chuva forte, ressaca, incidência de raios, entre outras situações.

                                      Procure uma área próxima a um posto de guarda-vidas

                                      Os guarda-vidas são verdadeiros “guardiões” das praias, sempre empenhados na proteção dos banhistas e na prevenção de afogamentos. Eles geralmente estão posicionados em guaritas elevadas na areia, devidamente uniformizados nos tons de vermelho e amarelo.

                                      Foto: Governo de São Paulo / Divulgação

                                      Por outro lado, praias sinalizadas com bandeira preta indicam a ausência de guarda-vidas nos postos de salvamento, o que deve servir de alerta para os banhistas, uma vez que, no caso de qualquer incidente, ficarão sem socorro imediato.

                                      Evite entrar no mar após o consumo de álcool

                                      A combinação de álcool e atividades aquáticas pode ser extremamente perigosa. Conforme informações do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará, o álcool afeta negativamente as habilidades motoras e o julgamento, comprometendo o equilíbrio, a coordenação e a velocidade de reação do indivíduo.

                                      Foto: GreensandBlues / Envato

                                      Logo, ao nadar ou praticar qualquer atividade no mar, essas capacidades reduzidas aumentam consideravelmente o risco de acidentes e afogamentos.

                                      Saiba identificar e sair de uma corrente de retorno

                                      Uma das principais causas de afogamento nas praias, a corrente de retorno é um fluxo estreito e rápido de água que se forma quando a água empurrada pelas ondas de volta à praia encontra um “corredor” para retornar ao mar. Esse movimento forma um canal de repuxo em direção ao alto-mar e cava uma espécie de valeta na areia, deixando aquele trecho mais fundo e muito mais difícil de sair.

                                      Foto: National Weather Service/JotaCartas/CC BY 3.0/Wikimedia Commons / Reprodução

                                      Elas costumam ser identificadas a partir de um ponto no mar em que a água é mais escura, menos ondas se quebram e a espuma é puxada para dentro. No Instagram, o guarda-vidas De Freitas compartilha dicas para aproveitar os dias de praia em segurança. Sobre as correntes de retorno, ele explica que a pior decisão ao se deparar com uma é nadar em direção à areia, o que aumenta o cansaço e acelera o risco de afogamento.

                                       

                                      Segundo ele, a decisão mais assertiva é manter a calma, flutuar por alguns segundos para recuperar o fôlego e nadar para um dos lados até alcançar o banco de areia. Confira a demonstração:

                                       

                                      Não sabe nadar? Não se arrisque!

                                      A exemplo da demonstração do guarda-vidas De Freitas, fica evidente que saber nadar nem sempre vai ser o suficiente para evitar um afogamento — embora essa habilidade seja indiscutivelmente essencial no mar.

                                       

                                      Fato é que, mesmo sabendo nadar o mar ainda pode ser traiçoeiro. Logo, se essa não for uma das suas habilidades, evite se aproximar do fundo do mar para curtir em segurança. Mantenha uma distância segura da areia e não se arrisque.

                                       

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                                        Ark Silk Road atracou no Pier Mauá na última quinta-feira (8) em missão humanitária, onde permanecerá até 15 de janeiro

                                        09/01/2026

                                        O Pier Mauá, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, recebeu um visitante estrangeiro de peso na última quinta-feira (8). Trata-se do navio-médico chinês Ark Silk Road, que chega com uma missão humanitária: fornecer atendimentos médicos e odontológicos gratuitos à população, além de um intercâmbio profissional entre equipes brasileiras e chinesas da área da saúde.

                                        A embarcação, de 178 metros de comprimento, 24 metros de largura e 35,5 metros de altura, pertence à Marinha do Exército Popular de Libertação (EPL) da China, e integra a “Mission Harmony 2025“.

                                         

                                        Nessa missão humanitária, o Silk Road Ark percorre vários países de diferentes continentes oferecendo serviços médicos, atendimentos de saúde, intercâmbios profissionais e cooperação técnica com instituições locais.

                                        Foto: Ministério da Defesa Nacional da República Popular da China/ Reprodução

                                        A Marinha Chinesa também planeja realizar exercícios marítimos conjuntos com a Marinha do Brasil, principalmente em temas como busca e salvamento de pessoas que caíram na água.

                                         

                                        Nesta edição — a 11ª, embora a 1ª em que o navio chinês participa —, a embarcação pretende visitar 12 países em 200 dias, já tendo passado por destinos como Nicarágua, Nauru, Fiji e Tonga. No roteiro, também estão previstas passagens por México, Barbados, Peru, Chile e Papua Nova-Guiné. No Rio, o Silk Road Ark permanecerá até a próxima quinta-feira (15).

                                        Um hospital flutuante

                                        O Silk Road Ark faz parte da classe de navios-hospital desenvolvida de forma independente pela China, sendo utilizada em missões de apoio médico, ajuda humanitária e cooperação internacional.

                                        Foto: Ministério da Defesa Nacional da República Popular da China/ Reprodução

                                        Projetado e construído em 2007, a embarcação é classificada como classe Conforto pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Atualmente, conta com três unidades em atividade ao redor do mundo que oferecem o serviço.


                                        O navio chinês conta com 300 leitos de enfermaria e 20 de UTI, além de ser equipado com um helicóptero para apoio às operações humanitárias internacionais. Com isso, podem ser realizados procedimentos cirúrgicos complexos à bordo, semelhantes aos de um hospital em terra firme.

                                         

                                        A estrutura médica não para por aí: ele suporta o funcionamento de vários departamentos clínicos, como dermatologia, ortopedia, gastroenterologia (sistema digestivo) e cirurgia geral. Segundo o Ministério da Defesa Nacional da República Popular da China, o centro permite a realização de oito cirurgias simultaneamente.

                                         

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                                          Por: Nicole Leslie -

                                          Destino turístico conhecido mundialmente por suas praias e águas cristalinas, as Bahamas passaram a oferecer uma nova ferramenta digital para quem planeja visitar o arquipélago. O país firmou uma parceria com a plataforma de inteligência artificial (IA) Mindtrip, que agora permite a criação de roteiros personalizados e gratuitos diretamente no site oficial do destino.

                                          A integração da tecnologia transforma a navegação no portal das Bahamas em uma experiência interativa. Por meio de um chat alimentado por IA, o visitante pode tirar dúvidas, receber sugestões de atividades, organizar itinerários de acordo com o perfil da viagem e acessar informações práticas para o planejamento, tudo em tempo real.

                                          Foto: wollwerth / Envato

                                          Segundo o governo das Bahamas, a iniciativa busca facilitar o processo de decisão dos turistas e tornar a experiência de planejamento mais eficiente e personalizada. “Isso vai revolucionar a forma como os viajantes planejam suas férias nas Bahamas”, afirmou o vice-primeiro-ministro e ministro do Turismo, Investimentos e Aviação do país, ao comentar a parceria.

                                          Como consultar a IA no site das Bahamas

                                          Na prática, quem acessa o site oficial do arquipélago encontra uma aba lateral azul que dá acesso ao assistente virtual da Mindtrip. Por lá, basta fazer a pergunta ou expor sua dúvida, que a IA responderá.

                                          Foto: Bahamas.com / Reprodução

                                          Além de sugerir roteiros conforme interesses específicos, a ferramenta também reúne dados atualizados sobre o destino, incluindo condições climáticas. Dessa forma, a IA pode orientar o viajante sobre os melhores períodos para visitar as ilhas ou, eventualmente, evitá-las.


                                          A proposta é usar a inteligência artificial como apoio à tomada de decisão, oferecendo informações atualizadas e organizadas.

                                          Foto: Bahamas.com / Reprodução

                                          Recado aos brasileiros: embora a mensagem inicial da ferramenta esteja em inglês, o sistema passa a responder em português quando se pergunta nesta língua — e, inclusive, faz cotações em real considerando o valor mais atual do dólar.

                                           

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                                            MSC World America é eleito o melhor navio de cruzeiro do mundo em 2025; conheça

                                            Embarcação da MSC Cruzeiros conta com um tobogã de 110 metros e capacidade para quase 7 mil hóspedes

                                            Numa votação acirrada e que envolveu centenas de opções, o MSC World America, da companhia MSC Cruzeiros, venceu o prêmio de Melhor Navio de Cruzeiros de 2025, desbancando outros gigantes do ramo, como a Royal Caribbean e a Norwegian Cruise Line. A eleição foi realizada pela Cruise Hive Awards.

                                            Para vencer a disputa, o navio conquistou 4,8% dos votos. Por mais que pareça pouco à primeira vista, a mega embarcação superou mais de 100 alternativas de cruzeiros para chegar ao primeiro lugar. Entre os principais atrativos do MSC World America estão a gastronomia inovadora e as emoções proporcionadas em alto-mar.

                                            Foto: MSC Cruzeiros/ Divulgação

                                            Logo abaixo dele na votação, vem o Star of the Seas, da Royal Caribbean; e o Norwegian Aqua, da Norwegian Cruise Line, que ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente.

                                            Em vez de escolher entre uma lista limitada de embarcações pré-selecionadas, a Hive Cruises fez algo diferente: convidou os leitores a votar por escrito. A votação ocorreu de 14 de outubro a 19 de dezembro de 2025. Segundo a organizadora, todas as respostas foram analisadas para garantir a sua legitimidade.

                                            O que ele tem de especial?

                                            Lançado oficialmente em Miami (EUA) em 12 de abril de 2025, o MSC World America tem capacidade para até 6.774 hóspedes, sendo também o maior navio da frota da empresa, com 216.638 toneladas brutas.

                                            MSC Yacht Clube,a suíte mais luxuosa do navio. Foto: MSC Cruzeiros/ Divulgação

                                            A luxuosa embarcação possui 16 deques de passageiros repletos de entretenimento e comodidades luxuosas, com 19 categorias diferentes de cabines em 2.626 acomodações para passageiros. Ao todo, o barco acomoda mais de 2 mil tripulantes.

                                            Foto: MSC Cruzeiros/ Divulgação

                                            Um dos destaques fica para as sete divisões do navio, cada uma com uma atmosfera diferente, seja em atividades e/ou opções gastronômicas complementares. O Eataly at Sea no oitavo deque, por exemplo, é uma das novidades deste cruzeiro, oferecendo um famoso restaurante italiano com conceito de cozinha aberta.

                                            Masters of the Sea, um dos pubs disponíveis no navio. Foto: MSC Cruzeiros/ Divulgação

                                            Além desse, o MSC World America conta com outros 12 restaurantes, incluindo culinárias especializadas e opções de buffet. Ainda na alimentação, o “palácio flutuante” oferece uma ampla variedade com 20 bares, lounges e cafés para combinar com qualquer clima.

                                            Entretenimento a bordo

                                            Cansou de beber e comer? Sem problemas! Quem estiver a bordo tem opções de entretenimento para todas as idades, de manhã até à noite. Para começar, três novos shows em estilo de concerto na multiuso Luna Park Arena prometem agitar o gigantesco navio.

                                            Foto: MSC Cruzeiros/ Divulgação

                                            Os passageiros ainda podem aproveitar cinco novas produções teatrais em grande escala no World Theatre e quatro experiências temáticas no Panorama Lounge. Não faltam também áreas de relaxamento e cuidado, como o Piscina Botanic Garden e o Aurea Spa.

                                            Área infantil do MSC World America. Foto: MSC Cruzeiros/ Divulgação

                                            O MSC World America também apresenta instalações de última geração para crianças com uma área dedicada no navio, bem como uma variedade de clubes infantis e programas personalizados projetados para cada faixa etária.

                                            Cliffhanger, uma das atrações no MSC World America. Foto: MSC Cruzeiros/ Divulgação

                                            Quer emoção? Pois o Cliffhanger promete entregar muita adrenalina, num brinquedo em que os passageiros do cruzeiro passeiam em balanços que se movem para frente e para trás a 49 metros acima do oceano. Já o toboágua seco Jaw Drop, com aparência de boca de tubarão, desce rapidamente 110 metros!

                                            World Promenade, uma das áreas do MSC World America. Foto: MSC Cruzeiros/ Divulgação

                                            O navio movido a GNL (ou seja, utiliza o gás natural como combustível principal para seus motores) também possui o maior MSC Yacht Club de todos os tempos — pelo menos até a chegada do MSC World Asia no final de 2026. O conceito atende por uma área VIP descrita como “um iate dentro de um navio”.

                                             

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                                              08/01/2026

                                              As pesquisas subaquáticas acabam de ganhar um aliado de peso, que promete revolucionar a dificultosa exploração do fundo do mar. Trata-se do Vanguard, um tipo de cápsula de aço projetada para abrigar até quatro pesquisadores em uma espécie de “casa submersa”, com direito a camas, banheiro e até cozinha.

                                              Projeto da DEEP (com sedes nos Estados Unidos e Reino Unido), o Vanguard soma 12 metros de comprimento e 3,7 metros de largura. Esse espaço é dividido internamente em dois ambientes principais: um centro de mergulho e uma câmera habitacional.

                                              Foto: DEEP / Divulgação

                                              O centro de mergulho abriga o “portal para o oceano”, onde uma abertura dá passagem para as profundezas do mar. Ali, os pesquisadores terão acesso a todos os aparatos necessários para atividades subaquáticas, como a troca de equipamentos. Crucialmente, o centro conta também com uma piscina central.

                                              Foto: DEEP / Divulgação

                                              Já a câmara habitacional atua como uma verdadeira casa para os tripulantes, com estrutura para comer, dormir (em beliches), trabalhar e realizar tarefas diárias quando não estão mergulhando.

                                              Foto: DEEP / Divulgação

                                              O projeto se estende ainda para a superfície do mar, onde uma boia é responsável por fornecer serviços de apoio à tripulação, como gases respiratórios, energia e acesso à comunicação.

                                              Foto: DEEP / Divulgação

                                              Na prática, as equipes ancoram a boia, mergulham até a cápsula subaquática e entram no habitat através do “portal para o oceano”. De acordo com a DEEP, pesquisadores podem habitar o Vanguard por uma semana ou mais, o que viabilizará a realização de estudos avançados em pesquisa científica, monitoramento ambiental, restauração de recifes de coral e até treinamento de astronautas para voos espaciais.


                                              Tudo isso é possível porque o Vanguard funciona à pressão ambiente: por dentro, a pressão é igual à do fundo do mar. A estrutura, segundo a empresa, ainda foi desenvolvida para resistir aos efeitos de um furacão de categoria 5, garantindo segurança máxima para os ocupantes.

                                               

                                              Atualmente, essa cápsula subaquática está a 20 metros de profundidade, embora possa funcionar a até 50 metros no fundo do mar. A ideia da DEEP é que, após testes e aprovações de todos os sistemas, o Vanguard seja totalmente implantado para treinamento de engenheiros e procedimentos operacionais até o final de 2026.

                                               

                                              Náutica Responde

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                                                Maior coca do mundo estava “escondida” há 600 anos no fundo do mar

                                                Descoberto em dezembro, navio transportava mercadoria estimada em 300 toneladas e tinha recursos inovadores para a Idade Média

                                                Não há segredo que dure para sempre — nem mesmo nas profundezas do mar. Arqueólogos marítimos do Museu do Navio Viking (Vikingeskibsmuseet, em Roskilde, Dinamarca) encontraram recentemente os destroços da maior coca do mundo, um tipo de navio de carga utilizado na Idade Média. Eles estavam submersos no Estreito de Øresund, entre a Dinamarca e a Suécia.

                                                A descoberta aconteceu no último mês de dezembro, enquanto mergulhadores limpavam e analisavam a área marítima onde Lynetteholm será construída. Trata-se de um projeto gigantesco, que envolve a criação de uma ilha artificial e um novo bairro em Copenhague, na Dinamarca.

                                                Foto: Vikingeskibs Museet/ Divulgação

                                                Segundo o comunicado oficial, em meio à investigação, os pesquisadores deram de cara com um navio de 600 anos de idade enterrado na lama. À medida que removiam séculos de areia e lodo, o contorno de uma descoberta notável emergiu. Um dos barcos mais influentes da Idade Média havia sido encontrado.

                                                É a maior coca que conhecemos e nos dá uma oportunidade única de entender tanto a construção, quanto a vida a bordo dos maiores navios mercantes da Idade Média– afirmou o arqueólogo marítimo Otto Uldum

                                                A coca (ou cog) é um tipo de navio mercante que foi a espinha dorsal do comércio europeu no século 15. Batizado de Svælget 2 pelos cientistas, em homenagem ao canal próximo ao achado, a embarcação data de aproximadamente 1410 e surpreende pelo seu estado de preservação e dimensões sem precedentes.

                                                Modelo em escala representa uma coca medieval francesa. Foto: Carlos Stadler / Wikimedia Commons / Reprodução

                                                A maior coca do mundo

                                                Antes desconhecido, o Svælget 2 é agora o maior exemplar da sua categoria no mundo. Com 28 metros de comprimento (91 pés), 9 metros de largura e 6 metros de altura, a coca tinha uma capacidade de carga estimada em 300 toneladas. Não foram encontradas armas de guerra, o que indica que ele era apenas mercantil.

                                                Foto: Vikingeskibs Museet/ Divulgação

                                                Segundo os especialistas, um modelo desse porte reflete uma sociedade em transição, pois tal embarcação exigia uma estrutura comercial bem estabelecida e mercados maduros, capazes de sustentar o transporte de grandes volumes de mercadorias.

                                                A engrenagem revolucionou o comércio no norte da Europa. Ela possibilitou o transporte de mercadorias em uma escala nunca antes vista– explicou o arqueólogo

                                                Embora o navio fosse um mercante puro, não foram encontrados restos de carga. Os pesquisadores acreditam que, como o porão era aberto, mercadorias como sal ou fardos de tecido teriam flutuado durante o naufrágio — o mesmo se aplicaria à madeira. A ausência de lastro sugere que o navio estava carregado até a borda com mercadoria pesada.

                                                No entanto, objetos pessoais revelam o lado humano e rotineiro da maior coca do mundo. Por lá, foram encontrados pentes, sapatos, pratos pintados e contas de rosário, além de outros utensílios de cozinha como panelas de bronze e tigelas de cerâmica.

                                                Eles transferiram sua vida em terra para a vida no mar– sintetizou Uldum

                                                O comunicado ainda ressalta a eficiência do modelo, que podia ser conduzido por uma tripulação notavelmente pequena, mesmo quando carregado com muita carga.

                                                Um marco na história

                                                O maior navio de coca do mundo não surpreendia apenas pelo tamanho e pela quantidade de mercadorias. Na época, grandes exemplares foram construídos para realizar a perigosa viagem ao redor de Skagen, partindo do que hoje é a Holanda, atravessando o Estreito de Øresund e tendo como destino as cidades comerciais do Mar Báltico.

                                                Foto: Vikingeskibs Museet/ Divulgação

                                                Era necessária uma sociedade capaz de financiar, construir e equipar esses enormes navios que atendiam à necessidade da Idade Média de exportação e importação a grandes distâncias– detalhou Uldum

                                                A descoberta trouxe evidências físicas de elementos que antes só eram conhecidos por desenhos da época, como, por exemplo, o castelo de popa. Pela primeira vez, arqueólogos encontraram restos de um “castelo” de madeira, um convés coberto que oferecia abrigo à tripulação — um luxo inimaginável nos navios vikings.

                                                 

                                                Outra inovação para a época encontrada foi a cozinha de tijolos — agora considerada a cozinha de navio mais antiga da Dinamarca. Como o próprio nome sugere, a área era repleta de tijolos (cerca de 200), que permitia que os marinheiros tivessem refeições quentes, cozinhadas em fogo aberto, semelhantes as que tinham em terra firme.

                                                Foto: Vikingeskibs Museet/ Divulgação

                                                Graças a areia, partes raras das cordas e do sistema de velas ficaram bem preservadas, o que é essencial para entender como esses gigantes eram manobrados. A análise da madeira ainda revelou uma complexa rede de comércio. As tábuas de carvalho vieram da Pomerânia (atual Polônia), enquanto as “cavernas” (as costelas do navio) foram cortadas na Holanda, onde o navio provavelmente foi construído.

                                                 

                                                Para Uldum, a descoberta serve como um “elo na cadeia” que permite aos pesquisadores compreender o desenvolvimento tecnológico dos navios medievais e o que isso significou para a sociedade da época.

                                                 

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                                                  07/01/2026

                                                  Depois dos aviões, carros e caminhões, chegou a vez do universo náutico ser presenteado com o futuro automático. No último mês de dezembro, começou a operar no Japão o Olympia Dream Seto, o primeiro navio de passageiros comercial autônomo do mundo.

                                                  A embarcação, que ostenta 66 metros de comprimento (216 pés), é capaz de transportar até 500 passageiros entre os portos de Shin-Okayama e Teshima. A depender da situação, o barco pode operar de forma totalmente automática, ainda que no movimentado Mar Interior de Seto, região sul do país.

                                                  Olympia Dream Seto. Foto: Creative Commons/ Wikimedia Commons/ Reprodução

                                                  O navio opera entre as cidades de Okayama e a ilha de Shodoshima, no oeste do arquipélago japonês. Ao todo, são realizadas quatro viagens ida e volta por dia. O projeto é apoiado por um consórcio de 53 entidades, incluindo a Fundação Nippon e empresas de construção naval e transporte marítimo, que trabalham no projeto desde 2020.

                                                  O mais importante para a implementação da navegação não tripulada na sociedade é acumular exemplos e conquistas. Estou muito satisfeito por poder dar este primeiro passo– destacou Mitsuyuki Unno, diretor Executivo da Fundação Nippon

                                                  Apesar do navio ser autônomo, há tripulantes a bordo para monitorar as viagens e intervir em caso de emergência. Mas, até agora, tudo tem funcionado bem: os sensores detectam o ambiente ao redor, ajustam o curso, evitam os obstáculos e controlam o leme e a hélice. O controle manual pode ser usado em situação de perigo.

                                                   

                                                  A tecnologia do navio ainda permite que a atracação e a desatracação sejam feitas de forma automática — tarefa que, usualmente, necessita das habilidades de um timoneiro. Em demonstração realizada no início de dezembro, o barco detectou com precisão os obstáculos e o capitão apenas observou.

                                                  Além disso, a navegação do navio também conta com o apoio do Centro de Operação de Frota móvel em terra, que analisa as condições meteorológicas e monitora o equipamento da balsa em busca de anormalidades.

                                                  Foto: Fundação Nippon/ Divulgação

                                                  A Kokusai Ryobi Ferry Co., que opera a balsa Olympia Dream Seto, afirmou que pretende utilizar plenamente as funções de navegação autônoma assim que os membros da tripulação estiverem mais familiarizados com o sistema.

                                                  Essa tecnologia gerou valor ao aprimorar a segurança, reduzir acidentes marítimos e facilitar o trabalho dos marinheiros– afirmou Mitsunobu Kojima, presidente e CEO do Grupo Ryobi

                                                  A prova do tempo

                                                  Atualmente, o Japão abriga mais de 400 ilhas remotas habitadas e, por muitas vezes, os tripulantes dessas rotas vivem na própria região atendida. Porém, com o passar do tempo, as embarcações passaram a enfrentar falta de mão de obra devido ao envelhecimento da população.

                                                  Olympia Dream Seto. Foto: Creative Commons/ Wikimedia Commons/ Reprodução

                                                  De acordo com a Fundação Nippon, a rota do navio entre a ilha principal do Japão, Honshu, e a ilha de Shodoshima, é particularmente afetada por essa tendência. Por isso, o projeto busca recorrer ao sistema autônomo para manter essas rotas insulares remotas.

                                                  Existe a possibilidade de escassez de tripulação. Isso tornará inevitável a redução do serviço nessas regiões, causando transtornos às pessoas que vivem nessas áreas– declarou a instituição em seu site

                                                  Olympia Dream Seto. Foto: Creative Commons/ Wikimedia Commons/ Reprodução

                                                  Um representante da Fundação Nippon citou dados que mostram que 80% dos acidentes marítimos foram causados por erros humanos. “Embora os humanos tendam a ter lapsos de concentração, a navegação autônoma pode manter um nível consistente de desempenho”.

                                                  Com base nos dados que obtivermos das operações comerciais, esperamos contribuir para a criação de regras internacionais para navios autônomos– revelou Unno

                                                  Agora, o próximo objetivo é que outros três navios autônomos operem em diferentes rotas até março de 2026.

                                                   

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                                                    Bell Marques se prepara para a corrida “100% Você”, marcada para 11 de janeiro, em Salvador. Assista ao vídeo!

                                                    Ainda que de férias, embarcado na Baía de Camamu, na Bahia, o cantor Bell Marques não renunciou aos treinos para a corrida “100% Você”, marcada para 11 de janeiro, em Salvador. O baiano foi flagrado por fãs no último sábado (3), treinando para a prova na popa de sua lancha, uma Schafer 660.

                                                    Foi de lá, ao som de Acordar com você é bom, “Sou 100% Você”, dos filhos Rafa e Pipo Marques, que ele ouviu também um fã brincar: “bora, Bell!”. Assista:

                                                     

                                                     

                                                    Ver esta publicação no Instagram

                                                     

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                                                    Bell tem aproveitado o verão ao lado da família a bordo da embarcação, batizada de “Amore Meu”. Um dos motivos pela escolha do modelo, aliás, segundo ele, foi a capacidade da lancha de 20,8 metros de comportar seus familiares, inclusive com disponibilidade de cabines para pernoitar.


                                                    Moderno, o barco ainda apresenta recursos como móvel gourmet embutido na popa, plataformas laterais dobráveis que aumentam em cerca de 25% a área da popa, convés principal nivelado, suíte master com entrada independente e três suítes para hóspedes.

                                                    Schaefer 660. Foto: Gabriel Alencar/ Revista Náutica

                                                    Em novembro, o cantor de axé marcou presença no Salvador Boat Show, onde visitou o estande do estaleiro catarinense com a esposa, Ana Marques, e o filho, Rafa Marques, acompanhado da esposa, Pati Guerra. Na ocasião, Bell levou a família para conhecer de perto a embarcação que seria entregue a ele no mês seguinte, em dezembro.

                                                    Bell Marques na Schaefer 660 no Salvador Boat Show 2025. Foto: Schaefer Yachts/ Divulgação

                                                    Além dos treinos em grande estilo na lancha, Bell Marques também tem aproveitado em terra firme os cenários paradisíacos da Baía de Camamu para se preparar. A largada, a chegada e a arena da corrida serão no Centro de Convenções Salvador, na Boca do Rio.

                                                     

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                                                      Praia da Ponta do Mel fica na Areia Branca, no Rio Grande do Norte, e tem ambiente desértico com paisagens atípicas

                                                      Por: Nicole Leslie -
                                                      06/01/2026

                                                      A ideia de que os opostos se atraem se encaixa bem na praia da Ponta do Mel, onde o encontro improvável do sertão com o mar acontece. Esse destino fica na cidade de Areia Branca, no Rio Grande do Norte (RN), e exibe paisagens improváveis e atípicas em uma beleza, no mínimo, incomum.

                                                      O sertão é popularmente conhecido como uma área seca, distante do litoral, com pouca umidade e vegetação adaptada para ambientes com pouca água. Do outro lado estaria o mar, em toda sua grandiosidade, que carrega umidade por onde passa. Esses dois conceitos, no entanto, se unem na Ponta do Mel.

                                                      Foto: Instagram @sergio_santos_ofc e @visitepontadomel / Reprodução

                                                      Definido localmente como o lugar onde o sertão encontra o mar, esse destino está no primeiro lugar do ranking de coisas para fazer em Areia Branca, segundo o TripAdvisor. É uma boa pedida para quem busca por uma praia deserta, com pouca urbanização e paisagens de tirar o fôlego.

                                                      Foto: Fagner Gustavo / TripAdvisor

                                                      Em certos pontos da Ponta do Mel é possível observar um cenário tipicamente árido do sertão nordestino, com cactos e terra seca, dividindo espaço com as ondas e a água do mar a poucos metros. Esse cartão-postal fica a cerca de 30 km do centro de Areia Branca, que por sua vez está a 280 km de Natal, capital do RN.

                                                      Foto: Silma L / TripAdvisor / Reprodução

                                                      Apesar da famosa dualidade entre sertão e mar, a região da Ponta do Mel é ainda pouco explorada pelo turismo e a cidade nos arredores é marcada por vilarejos, casas (sem prédios) e pouco ou nenhum sinal de telefone.


                                                      Areia Branca ainda guarda outras praias também bem avaliadas pelos turistas que as visitaram: Tibau, São Cristovão e Upanema são algumas delas, além das Dunas do Rosado.

                                                      Mais fotos da Praia da Ponta do Mel

                                                      Foto: Farol Da Costa Passeios e Turismo / TripAdvisor / Reprodução
                                                      Foto: Álvaro B / TripAdvisor / Reprodução
                                                      Foto: Silma L / TripAdvisor / Reprodução
                                                      Foto: Augusto C / TripAdvisor / Reprodução

                                                       

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                                                        0Não é todo mundo que conhece o conceito de multipropriedade náutica — embora devesse. Esse modelo, proporcionado pela Flip Boat Club, permite a possibilidade de dividir uma propriedade em várias pessoas e usá-la de forma compartilhada, com a manutenção ficando por conta da empresa.

                                                        Por mais que nem todos conheçam essa opção, quem já experimentou, não volta atrás. A NÁUTICA entrou em contato com alguns usuários da Flip e pedimos a opinião deles sobre o serviço. E, se o cliente é a alma de todo o negócio, esse está muito bem encaminhado.

                                                        Confira os depoimentos de clientes da Flip

                                                        Lúcio Rodrigues

                                                        Cotista de um veleiro Beneteau 45, Lúcio tem direito de usar o modelo 45 dias por ano. Entre as várias vantagens do conceito, ele ressalta a tranquilidade de chegar na marina e o barco estar em ordem, pronto para navegar.

                                                        Essa facilidade de ter um barco sempre em ordem me permitiu praticar a vela com mais segurança com minha família, assim hoje tenho capacidade de fazer travessias– declarou

                                                        Beneteau Oceanis 45. Foto: Flip Boat Club/ Divulgação

                                                        Não foram poucos os destinos navegados com ajuda da Flip: Cabo Horn, Paraty, Angra dos Reis, Ilhabela, Abrolhos e outras viagens inesquecíveis. Para deixar tudo ainda mais gostoso, todos os trajetos foram realizados com a sua família a bordo (esposa e dois filhos, de 14 e 10 anos).

                                                        “Não tem nada mais prazeroso para nós pais poder numa noite de lua cheia estar jogando dominó com o filho, dar risadas, discutir etc. Um contato humano muito difícil na cidade”, destacou. Inclusive, Lúcio aponta que, atualmente, usa mais vezes o barco compartilhado do que quando tinha o seu próprio.

                                                        Hoje tenho um veleiro muito maior que minhas posses financeiras, super equipado e por um custo muito menor que qualquer outro barco que tive– ressaltou o cliente Flip

                                                        Jesus

                                                        Cliente da Flip desde julho de 2024 e cotista do Delta 36, Jesus e seu barco compartilhado está ancorado na Marina do Farol, em Paraty. “Só o acesso à marina já é um grande benefício”, ressaltou ele, destacando o estacionamento seguro, píer para embarcar diretamente — sem precisar de taxi boat — e todo o suporte do local.

                                                        O veleiro também é muito bem equipado, com toalhas, roupas de cama, travesseiros e utensílios de cozinha — o que reduz bastante o que precisamos levar a cada saída– complementou o cliente

                                                        Delta 36, uma das embarcações da Flip Boat disponível para cota. Foto: Flip Boat / Divulgação

                                                        “Uma das nossas experiências mais marcantes foi passar 10 dias embarcados, dando a volta na Ilha Grande e retornando a Paraty. Foi uma viagem especial em família, com nossas filhas de 8, 8 e 18 anos — momentos que certamente vamos levar para a vida”, relembrou.

                                                        O modelo de multipropriedade atende perfeitamente ao que buscamos: viver a experiência náutica com conforto, sem precisar lidar com toda a carga operacional– afirmou Jesus

                                                        Laura

                                                        Laura é cotista 1/8 (isso é, divide o barco com outras oito pessoas) de um Tor 12.5, veleiro de 41 pés “maravilhoso, extremamente luxuoso e confortável”, conforme descrito por ela.  A cliente Flip elogiou a união entre os multiproprietários, com quem tem reuniões mensais para discutir as melhorias no veleiro.

                                                        Tor 12.5. Foto: Flip Boat Club/ Divulgação

                                                        A usuária do clube foi mais uma que trocou o barco próprio pela multipropriedade, principalmente por conta dos custos e manutenções constantes, segundo Laura. “A gente gastava de marinheiro o que gastamos hoje na cota”, relembra a cliente, que colocou seu veleiro à venda assim que conheceu o serviço da Flip.

                                                        A liberdade proporcionada por isso é inestimável. Agora usamos o barco da Flip com mais frequência do que quando tínhamos o nosso próprio– aponta Laura

                                                        “Nossa experiência com a Flip tem sido fantástica e pretendemos continuar. Criamos amizades e percebo que todos na empresa compartilham a mesma paixão”, concluiu a cliente, que também aprendeu a velejar melhor desde que se tornou usuária do clube.

                                                        Carlos Aguiar

                                                        Cliente desde 2022, Carlos Aguiar divide a cota do veleiro Bavaria 45 com outras oito pessoas. Morador de Uberlândia (MG) e que navega há 30 anos em água doce, ele conta que o serviço da Flip Boat Club possibilitou travessias em destinos como Angra dos Reis  e Ilhabela.

                                                        A Flip me proporcionou a possibilidade de ser dono de um barco, junto com parceiros que partilham o mesmo amor pelo mar e navegar– contou Aguiar

                                                        Bavaria 45. Foto: Flip Boat Club/ Divulgação

                                                        Carlos ainda ressalta que, sem a marca, não teria a possibilidade de desfrutar tanto do mundo náutico. Ele também destaca o sistema de datas, que garante 45 dias de uso por ano e um aplicativo que faz com que os dias sejam utilizados por equidade por todos os sócios.

                                                        A Flip me deu a oportunidade de viver esses sonhos. Sou grato!– conclui o cliente

                                                        André Bergamini

                                                        Multiproprietário de um Delta 41 em Paraty e cliente desde 2022, André Bergamini, que mora no interior de São Paulo, pode utilizar o veleiro 45 dias no ano. “É perfeito para o que eu preciso, e a tranquilidade de um barco sempre pronto para zarpar. Não ter preocupações com manutenção e nem limpeza ajuda muito”, afirmou.

                                                        Delta 41. Foto: Flip Boat Club/ Divulgação

                                                        Ele conta que os passeios são em família e ficam sempre na região de Paraty e Ilha Grande, por onde passeiam cada dia em uma praia e ilha nova. Mas, a melhor experiência a bordo de um barco compartilhado da Flip carrega um sentimento especial.

                                                        Uma das nossas melhores experiencias foi a festa de 15 anos da minha filha, que ela não quis festa e preferiu levar as melhores amigas para velejar– relembrou Bergamini

                                                        Com a Flip, o cliente ainda realizou o sonho de participar da expedição ao Cabo Horn, onde aconteceu uma escola de vela realizada pela empresa. “Estou 100% satisfeito e pretendo continuar por mais uns bons anos”, disse André.

                                                        Elisa

                                                        Eis aqui mais uma multiproprietária de um Delta 36. Elisa conta que a Flip abriu as portas para o mundo náutico, proporcionando travessias com navegadores mais experientes, eventos como a recepção dos Irmãos Katoosh, encontros mensais da comunidade dos Flippers, grupos online de previsões meteorológicas e muito mais.

                                                        Eu acho que o conceito, para quem pretende utilizar o barco para lazer, é perfeito– opinou Elisa

                                                        “Sozinha eu não teria esse potencial de investimento — nem poderia dispor do tempo que um barco exige para que tudo funcione adequadamente. O conceito de multipropriedade de embarcação permite antecipar esse sonho”, disse a cliente da Flip Boat Club.

                                                        Delta 36. Foto: Flip Boat Club/ Divulgação

                                                        Segundo ela, a empresa ainda insere o usuário na comunidade de velejadores — como as aulas de vela, por exemplo — e ensina o consumidor a melhorar sua prática de velejar. “Estou extremamente satisfeita, pretendo continuar, possivelmente em algum momento migrando para um veleiro maior”, garantiu.

                                                         

                                                        Para tirar ainda mais dúvidas sobre a modalidade de multipropriedade e conhecer os serviços da empresa, entre em contato com a Flip Boat Club aqui.

                                                         

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                                                          John Hammond, Stacey Rivers e Emma Wolstenholme, integrantes da equipe Call to Earth, de Hampshire (Inglaterra), estavam a cerca de 1,4 mil km da travessia quando avistaram o animal em sérios apuros.

                                                           

                                                          Conforme divulgado pela equipe no Instagram, John agarrou a tartaruga marinha, Emma pegou uma faca e Stacey começou a cortar a rede que prendia o animal. Emma foi quem conseguiu registrar o momento em vídeo. Confira a seguir:

                                                           


                                                          Não ironicamente, o grupo de remo aproveita o evento também para arrecadar fundos em parceria com organizações dedicadas ao combate à poluição marinha e à proteção dos ecossistemas oceânicos.

                                                          Isso é mais do que uma corrida, é um lembrete de que o oceano precisa de nós– disseram em publicação no Instagram

                                                          A equipe embarcou no desafio em 14 de dezembro, passou a virada para o Ano Novo a bordo — em grande estilo, com direito a trajes especiais — e seguia no percurso até o momento dessa publicação. É possível acompanhar a jornada do trio através do site oficial da competição.

                                                          A equipe preparou trajes casuais para o Ano Novo a bordo. Foto: Instagram @calltoearth_atlantic / Reprodução

                                                          A World’s Toughest Row

                                                          A World’s Toughest Row é considerada uma das provas de remo oceânico mais extremas e exigentes do mundo — um verdadeiro teste de resistência física, mental e logística para qualquer competidor, já que é realizada sem qualquer apoio externo. Atualmente, existem duas grandes rotas principais:

                                                          • Atlântico: o percurso clássico, realizado pela Call to Earth, com cerca de 3 mil milhas (aproximadamente 4,8 mil km) entre San Sebastián de La Gomera, nas Ilhas Canárias (Espanha), e English Harbour, em Antigua & Barbuda;
                                                          • Pacífico:  também chamado de Pacific Challenge, com cerca de 2,8 mil milhas (aproximadamente 4,5 mil km) entre Monterey (Califórnia, EUA) e Hanalei Bay (Havaí).

                                                          Os competidores podem participar de maneira solo ou em equipes (pares, trios, quatro ou cinco), cada grupo revezando remadas ao longo da travessia.

                                                           

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                            Saiba como participar de passeios gratuitos de barco pelo canal do Porto de Santos em janeiro

                                                            A iniciativa “PassaPorto”, do Museu do Porto de Santos, distribui vouchers para a atividade a partir desta segunda-feira (5). Confira!

                                                            O Museu do Porto de Santos, no litoral de São Paulo, acaba de incrementar ainda mais o clima de férias do mês de janeiro com o lançamento do programa “PassaPorto”. A iniciativa oferece passeios de barco guiados gratuitos pelo canal do porto, com direito a visão privilegiada das operações e acesso a informações sobre a história do maior complexo portuário da América do Sul.

                                                            Parte da ação “De Férias no Porto” — que oferece atividades educativas, culturais e de lazer gratuitas para aproximar a comunidade do universo portuário — , os passeios estão previstos para todas as sextas-feiras do mês (dias 9, 16, 23 e 30), no período da manhã, com embarque na Ponte de Inspeção Naval (PIN).

                                                            Como participar do PassaPorto

                                                            Para garantir um lugar no passeio de barco é necessário, primeiro, visitar o Museu do Porto de Santos, onde a distribuição dos vouchers acontece de forma presencial, por ordem de chegada, de segunda a quinta-feira, das 9h às 17h.

                                                            Foto: Porto de Santos / Divulgação

                                                            Os bilhetes são limitados a uma unidade por pessoa, ao passo que serão distribuídos até o limite de vagas disponíveis. Os interessados, por sua vez, devem apresentar dados como nome completo, CPF e e-mail. O horário de saída do passeio será informado no voucher.

                                                             

                                                            Vale ressaltar que, por se tratar de uma ação voltada a indivíduos e famílias, não haverá reservas para instituições, agências de turismo ou grupos organizados.

                                                            Verão no museu

                                                            O Museu do Porto de Santos conta com um acervo de aproximadamente 2 mil itens e, atualmente, está com uma programação de verão. Confira:

                                                            Exposição ‘Porto & Arte’

                                                            Em cartaz até o dia 10 de janeiro, a exposição reúne desenhos de crianças imaginando o “Porto do Futuro”, com foco em inovação e sustentabilidade.

                                                            Exposição Hans Staden

                                                            A mostra ocorrerá entre os dias 15 e 31 de janeiro, para celebrar os 500 anos de nascimento do viajante alemão. A exposição conta com registros históricos e iconográficos fundamentais sobre o Brasil colonial e a formação do território, complementando a missão educativa do complexo.


                                                            Serviço | Programa PassaPorto

                                                            • Retirada de vouchers: Segunda a quinta-feira, das 9h às 17h, no Museu do Porto (Av. Conselheiro Rodrigues Alves, s/nº – Porto Macuco);
                                                            • Datas dos passeios: 09, 16, 23 e 30 de janeiro (sextas-feiras) pela manhã;
                                                            • Horário do museu: Segunda a sábado, das 9h às 17h;
                                                            • Custo: Gratuito
                                                            • Mais informações: [email protected].

                                                             

                                                            Náutica Responde

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