Estreia histórica: Ferretti 1000 fará 1ª primeira exibição na água no Boat Show de Itajaí

Modelo é tido como o maior iate em fibra de vidro produzido em série no Brasil. Salão acontece de 3 a 6 de julho

27/06/2025

Mais de 30 metros de comprimento, cinco suítes e design assinado por Filippo Salvetti. Esses são alguns dos atributos da FY 1000, iate da Ferretti Yachts, parte do Grupo Okean, que fará sua primeira exibição na água durante o Marina Itajaí Boat Show 2025. O salão náutico, tido como o maior do Sul do país, acontece de 3 a 6 de julho.

Nesta sexta-feira (27), a apenas seis dias do início do evento, a embarcação já foi flagrada, imponente, a caminho do salão náutico. Confira a filmagem:

 

 

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Com quase 100 pés, o barco é tido como o maior iate em fibra de vidro produzido em série no país, no estaleiro OKEAN, em Itajaí (SC). Para a marca, o iate chega com o melhor da tradição náutica europeia com a excelência produtiva brasileira — aliás, o Brasil é o único país fora da Itália autorizado a fabricar as embarcações da renomada Ferretti Yachts.

Este é um marco para a indústria e, acima de tudo, um convite para os brasileiros experimentarem o mar como destino de exclusividade, liberdade e emoção– ressaltou Paião

A FY 1000 será apresentada no salão náutico catarinense através da YACHTMAX, representante exclusiva da Ferretti Yachts no país.

Destaques da FY 1000

A FY 1000 promete surpreender em cada detalhe. Seu flybridge oferece 55 m² de área útil, com acesso direto à proa. Internamente, o iate apresenta amplos ambientes envidraçados, mobília de alto padrão (como Minotti, Bonaldo, Cattelan e Roda) e duas opções de layout: cozinha aberta em conceito americano ou fechada, no estilo europeu.

Foto: Ferretti Yachts / Divulgação

A suíte master chama atenção por seu closet e por um banheiro com duplo acesso com portas de vidro deslizantes, totalizando 20 m² de área útil. Com dois motores MTU 16V 2000 M96L, a FY 1000 entrega potência, elegância e segurança para jornadas em alto-mar.

 

Além do modelo, outros três barcos estarão em exposição: OKEAN 52, FY 670 e FY 850.


Marina Itajaí Boat Show 2025

O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.

Foto: Victor Santos/Revista Náutica

Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.

 

Anote aí!

Quando: De 3 a 6 de julho de 2025
Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h.
Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas

 

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    Lula das profundezas do oceano foi registrada viva em imagens pela 1ª vez; assista

    “Gonatus antarcticus” foi vista na Antártica graças a atraso em pesquisa causado por blocos de gelo

    As maravilhas do acaso chegam até mesmo às áreas mais remotas do planeta. Na Antártica, uma lula extremamente rara foi registrada viva em imagens pela primeira vez graças a blocos de gelo, que atrasaram o trabalho de pesquisadores a bordo de um navio de pesquisa.

    Batizada de Gonatus antarcticu, a lula vive nas profundezas escuras das gélidas águas do sul do planeta. Essa combinação de fatores faz com que nem mesmo a ciência consiga avistá-la com facilidade — tanto é que, até então, o animal só havia sido visto já sem vida, capturado em redes de pesca ou no estômago de predadores.

    Foto: ROV SuBastian / Schmidt Ocean Institute / Divulgação

    Mas na noite de Natal de 2024, o destino guardava um presente especial para os pesquisadores a bordo do navio de pesquisa RV Falkor, do Schmidt Ocean Institute. Blocos de gelo atrasaram o lançamento do veículo operado remotamente (ROV) no Mar de Weddell, no oceano Antártico, que seria utilizado para pesquisas. O atraso culminou no avistamento inédito de uma Gonatus antarcticu viva — uma bela surpresa natalina.

     

    A equipe conseguiu filmar o animal em movimento a 2.152 metros de profundidade, em uma região conhecida como “zona da meia-noite”, onde a escuridão é tão presente que a única luz vem de animais bioluminescentes.

     

    “Esta é, até onde eu sei, a primeira filmagem ao vivo deste animal em todo o mundo”, disse Kat Bolstad, especialista em cefalópodes da Universidade de Tecnologia de Auckland, na Nova Zelândia, ao National Geographic. Assista ao vídeo:

     

     

    A lula rara registrada tem aproximadamente 90 centímetros. Embora viva, ela carregava cicatrizes recentes, marcas de ventosas e arranhões. Os pesquisadores ainda não conseguiram determinar o sexo do animal, que liberou uma nuvem de tinta esverdeada e voltou à escuridão ao se assustar com a aproximação do ROV.


    Ainda assim, os estudiosos conseguiram reparar em um detalhe importante: a presença de um único e grande gancho nas pontas dos dois tentáculos mais longos do animal. “Provavelmente são usados para agarrar e subjugar presas durante ataques de emboscada”, explicou Alex Hayward, da Universidade de Exeter, na Inglaterra.

    Outra raridade

    Neste ano, uma outra lula rara foi avistada pela primeira vez com vida em imagens. Trata-se de um filhote de lula colossal (Mesonychoteuthis hamiltoni), filmada a 600 metros de profundidade). Quando adultas, as lulas colossais podem chegar a 7 metros de comprimento e pesarem 500 kg, o que rende a elas o título de invertebrado mais pesado do planeta. Veja:

     

     

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      De barco, helicóptero ou carro: Uber turbina serviços na Costa Amalfitana para o verão europeu

      Plataforma lança viagens exclusivas por mar e ar na região italiana entre julho e agosto; Entenda!

      Por: Nicole Leslie -
      26/06/2025

      O verão europeu, com cenários ensolarados e paisagens cinematográficas, ganhou uma novidade digna de filme. A Uber escolheu a icônica Costa Amalfitana, na Itália, como palco de seus mais novos serviços de luxo: viagens de barco e helicóptero para quem quiser explorar a região com estilo — seja por terra, mar ou ar.

      Os serviços Uber Copter (helicóptero) e Uber Boat (barco) foram lançados para atender à demanda crescente de um público exigente e disposto a investir em experiências exclusivas. Segundo a empresa, mais de 5 milhões de visitantes devem passar pela região nesta temporada.

      Uber Copter conecta Sorrento a Capri em voos panorâmicos em helicóptero. Foto: Uber / Reprodução

      No ar, o Uber Copter conecta Sorrento a Capri em voos panorâmicos com saída de um heliporto exclusivo. O trajeto, com valor individual de 250 euros (cerca de R$1.600, na cotação de junho de 2025), inclui traslados terrestres até o heliporto, com motoristas da própria Uber, e acomoda até seis passageiros por voo.

       

      Já no mar, o Uber Boat leva até 12 passageiros em um cruzeiro privativo de quatro horas pela costa, a bordo do elegante Gozzo Aprea Mare 35 — barco italiano de 10,8 metros (35 pés) de comprimento, pensado para passeios e entretenimento. As viagens partem da Marina de Sorrento e contam com capitão próprio e comes e bebes de cortesia. Os valores não foram divulgados.

      Uber Boat leva passageiros em cruzeiro privativo a bordo do italiano Gozzo 35. Foto: Uber / Reprodução

      As novas experiências estarão disponíveis aos sábados e domingos, entre 26 de julho e 24 de agosto, podendo ser canceladas devido ao mau tempo. Para garantir a vaga, é preciso concluir a reserva com pelo menos 48 horas de antecedência. Por isso, o serviço já aparece no aplicativo de usuários que estaõ na região desde quarta-feira (25).


      E para quem prefere manter os pés no chão, a Uber também vai reforçar o atendimento terrestre com o Uber Reserve. O serviço permite agendar corridas com antecedência, evitando correria e imprevistos durante as férias.

       

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        Experiência na água: passeio em barco solar é atração no Boat Show de Itajaí

        Desenvolvido pela equipe Vento Sul da UFSC, Barco Solar Guarapuvu levará visitantes para tour pelo rio Itajaí-Açu

        Por: Nicole Leslie -

        O Marina Itajaí Boat Show 2025 acontece de 3 a 6 de julho e, como esperado, vai além da exposição de embarcações. O maior evento náutico do Sul do Brasil oferecerá ao público a chance de vivenciar experiências na água a bordo do Barco Solar Guarapuvu, desenvolvido pela equipe Vento Sul da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

        O itinerário navegará pelo rio Itajaí-Açu na embarcação que é um monocasco construído em fibra de carbono e movido totalmente a energia solar. Ele foi projetado para alto desempenho em mar aberto, prezando pela eficiência energética e inovação.

         

        Para garantir o passeio no Guarapuvu, os visitantes que já tiverem ingresso do Boat Show de Itajaí devem realizar a inscrição diretamente no site oficial do evento. A agenda prevê passeios no sábado (5) e domingo (6), das 11h20 às 17h. Os horários podem ser alterados para intervalos e manutenções.

        Barco Solar Guarapuvu; Foto: Equipe Vento Sul / UFSC / Reprodução

        Embora ainda um protótipo acadêmico, o barco ganhou destaque em competições nacionais e internacionais, com recordes de velocidade e prêmios na categoria de embarcações solares. Esta será a primeira vez em que o Guarapuvu será apresentado como um possível produto comercial.

        Barco Solar Guarapuvu; Foto: Equipe Vento Sul / UFSC / Reprodução

        A equipe da UFSC estará presente no salão náutico para mostrar o potencial de mercado da embarcação, aliando tecnologia limpa, desempenho e sustentabilidade.

         

        Além do Guarapuvu, o evento trará lançamentos de marcas consagradas, atrações culturais e contato com o universo náutico em um circuito 360°. Uma oportunidade de conhecer — e experimentar — o futuro da navegação.


        Marina Itajaí Boat Show 2025

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        Foto: Victor Santos/Revista Náutica

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        Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
        Mais informações: site do evento
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          Quase uma nave espacial! Ferrari revela detalhes do Hypersail, primeiro barco da marca

          Modelo será o maior monocasco totalmente equipado com foiling já construído. Gigante das pistas anunciou entrada na vela em 2024

          Desde que anunciou sua entrada no mundo das competições a vela, em 2024, a Ferrari despertou uma curiosidade mundial quanto ao barco da marca — dado o consolidado sucesso nas pistas. Atendendo às expectativas, a embarcação, batizada de Hypersail, será o maior monocasco totalmente equipado com foil já construído.

          O nome escolhido faz referência ao Hypercar Ferrari 499P, vencedor de três provas Le Mans, tradicional corrida de resistência francesa de 24 horas ininterruptas. Mas nem só no nome as duas máquinas se assemelham.

          Foto: Divulgação Ferrari

          Durante a apresentação do barco Hypersail da Ferrari, John Elkann, presidente executivo da companhia italiana, revelou que quer levar a marca “a outra forma de competição de resistência”, referindo-se, justamente, à Le Mans, mas, agora, nos mares, onde tudo pode acontecer — e sem aviso prévio.

          É mais parecido com uma nave espacial do que com um barco– destacou o presidente

          Foto: Alessandro Cosmelli / Divulgação Ferrari

          A embarcação de 30 metros de comprimento foi desenvolvida sob orientação do grande velejador italiano Giovanni Soldini, com design de Guillaume Verdier, especialista em iates de alta competição, como os da America’s Cup.

           

           

          A Ferrari ainda integrou engenheiros de suas divisões de Fórmula 1 e GT para aplicar expertise em fibra de carbono, aerodinâmica, simulações de performance e sistemas de controle algorítmico.

          Foto: Divulgação Ferrari

          O resultado é um barco futurista, com dois volantes, espaço para mais de oito passageiros e a capacidade de “voar” sobre as águas estabilizado por três pontos de apoio: um foil na quilha basculante, um foil no leme e, alternadamente, dois foils laterais — é considerado, inclusive, o primeiro monocasco oceânico com foil na quilha.

          O Hypersail é um novo desafio que nos leva a superar nossas fronteiras e ampliar nossos horizontes tecnológicos– disse Elkann

          Soldini, que deixou a Maserati para embarcar na aventura do novo projeto, é o chefe da Equipe Hypersail da Ferrari. Para ele, “do ponto de vista náutico, [o Hypersail] é inovador em sua construção e em seu voo; em termos de sistemas, a contribuição da Ferrari é promover o desenvolvimento de sistemas de controle nunca antes vistos a bordo”.

          Amigos há muitos anos, Giovanni Soldini (à esquerda) e John Elkann já fizeram travessias do Atlântico juntos. Foto: Alessandro Cosmelli / Divulgação Ferrari

          O velejador reconhece que um dos principais desafios de barcos como esse é a estabilidade a bordo. Nesse contexto, Marco Ribini, líder da equipe, detalhou que a expertise da Ferrari é crucial. “O software de controle de suspensão dos nossos carros nos permitiu desenvolver um algoritmo para manter o barco estável e permitir que Giovanni tenha controle total”, explicou.


          Barco da Ferrari será movido a energia renováveis

          O novo Hypersail da Ferrrari será 100% movido a fontes de energia renováveis e de produção própria, como eólica e solar.

          Foto: Alessandro Cosmelli / Divulgação Ferrari

          A embarcação está em construção na Itália, com cerca de 90% dos componentes do protótipo construídos na mesma fábrica de Maranello que produz modelos de carros como o Purosangue, 12Cilindri, o Daytona SP3 e o F80.

           

          Ao todo, 20 funcionários da Ferrari trabalham em tempo integral no projeto Hypersail, com cerca de 80 outros de vários departamentos oferecendo suporte. A previsão é que o lançamento e o início dos testes no mar do barco da Ferrari aconteçam em 2026.

           

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            Jarros, pratos e canhões: naufrágio do século 16 surpreende com itens intactos; veja fotos

            Itens de pelo menos 500 anos constituem boa parte da carga encontrada na França, que foi incrementada com lixo

            Registros da história nos ajudam a entender como a vida acontecia no passado e a traçar planos para o futuro. Nesse sentido, um naufrágio descoberto por acidente na França traz vestígios conservados do século 16 — embora com um toque do presente, representado por um assunto que não poderia ser mais atual: a poluição dos mares.

            Na costa sudeste da França, perto de Saint-Tropez, a 2.642 metros de profundidade, o que parece ser um possível navio mercante italiano do século 16 representa uma verdadeira viagem ao passado. A embarcação, descoberta por acidente, está carregada de artefatos da época: cerca de 200 jarros, 100 pratos amarelos, um par de caldeirões, uma âncora e seis canhões.

            Foto: Facebook Drassm / Reprodução

            Observando os detalhes, a carga fica ainda mais intrigante. Alguns dos itens carregam o monograma “IHS”, as três primeiras letras do nome grego de Jesus, enquanto outros foram aprimorados por padrões geométricos ou inspirados em plantas. Para os arqueólogos, esses fatores são evidências que sustentam a tese de que a carga era originária da região da Ligúria, no atual noroeste da Itália.

             

            O naufrágio, contudo, não traz apenas recordações do passado. Junto aos objetos históricos, foram encontrados, também, itens contemporâneos. As fotos feitas por robôs subaquáticos revelam ao menos dois artefatos que se parecem com latas de alumínio de bebidas.

            Latas metálicas encontradas em meio à carga pode representar o lixo humano no fundo do mar. Foto: Facebook Drassm / Reprodução

            A tese, embora não confirmada, não surpreende, já que não é incomum exploradores identificarem sacolas plásticas em alguns dos pontos mais profundos dos oceanos ao redor do mundo todo. Ainda assim, um futuro modelo digital 3D da embarcação deve revelar com mais exatidão os detalhes sobre os itens descobertos.


            Naufrágio do século 16 foi descoberto por acidente

            O “naufrágio mais profundo já encontrado em águas territoriais francesas”, como define Arnaud Schaumasse, chefe do Departamento de Arqueologia Subaquática, foi descoberto por acidente.

            Foto: Facebook Drassm / Reprodução

            Em março deste ano, militares franceses faziam uma expedição de rotina usando um drone subaquático, que visava monitorar potenciais recursos oceânicos e rotas de cabos em águas profundas. O que eles não esperavam era que o equipamento sinalizaria algo consideravelmente maior no mar.

             

            Para entender melhor do que se tratava, a equipe voltou ao local mais preparada, desta vez com um robô subaquático equipado com uma câmera. Assim foi identificado o navio, registrado com 30 metros de comprimento por 7 metros de largura, posteriormente batizado de “Camarat 4”.

             

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              Até breve, Antártica! Endurance 64 despede-se do continente gelado no 10º episódio da série

              Na saga em parceria com a Yanmar, tripulação é obrigada a antecipar partida, mas não economiza elogios às experiências vividas

              Por: Nicole Leslie -

              Após longos e congelantes dias no continente mais inóspito do planeta, a tripulação do veleiro Endurance 64 se despede da Antártica — ainda que com o coração apertado e um roteiro encurtado. A partida antecipada e os momentos finais na região polar compõem o 10º episódio da série documental, que estreia nesta quinta-feira (26), às 20h, no canal da Revista Náutica no YouTube.

              Mesmo com o tempo contado, os últimos destinos renderam paisagens memoráveis e fortes emoções. A equipe visitou locais emblemáticos como a Ilha Enterprise, a Baía de Dorian e o Porto Lockroy — um pequeno território britânico que abriga uma loja e um correio que envia cartas diretamente da Antártica para o mundo.

               

               

              No trajeto entre um ponto e outro, o Endurance 64 foi presenteado com aparições de animais marinhos e paisagens de tirar o fôlego. A tripulação, por sua vez, não poupou elogios.

              Isso aqui é uma poesia visual. Sem palavras– Capitão Marcos Hurodovich

              A gente está absolutamente maravilhado– Líder de expedição Cícero Vieira Neto

              Olhar ao redor é perceber que chegamos onde sonhamos estar– Documentarista Guilherme Kodja

              É uma coisa mais bonita do que a outra. Para onde você olha, você acha beleza– Velejador Cesar Mello

              Mas nem tudo foram flores congeladas. Um dos desafios enfrentados pela tripulação foi o mau funcionamento da bateria do motor, causado pelas baixíssimas temperaturas. A solução improvisada foi isolar o equipamento com garrafas PET cheias de ar, criando uma barreira térmica rudimentar, mas eficaz.

              Foto: Revista Náutica

              Ao chegar no Porto Lockroy, a tripulação foi recebida com outra surpresa — e não das boas: a ilha estava fechada para visitação. Sem poder atracar, a tripulação não conseguiu explorar o local. Mas para contornar a situação, representantes britânicos foram até o veleiro levando itens da loja, garantindo que ninguém ficasse sem presentinhos antárticos.

              Representantes britânicos do Porto Lockroy a bordo do veleiro Endurance 64. Foto: Revista Náutica

              Apesar dos imprevistos e da partida antecipada por conta da previsão de mudanças severas no clima, a tripulação saiu da Antártica com a certeza de ter vivido uma experiência transformadora. Assista a íntegra no episódio!

              Baleia desfila perto do veleiro Endurance 64. Foto: Revista Náutica

              As máquinas por trás da aventura à Antártica

              Com 64 pés de comprimento e casco de alumínio, o veleiro Endurance 64 abrigou por três meses  os navegadores desta expedição à Antártica, exibida na série do Canal Náutica.

              Veleiro Endurance 64 abrigou tripulação por três meses durante expedição
              Veleiro Endurance 64 abrigou tripulação por três meses durante expedição. Foto: Guilherme Kodja / Arquivo pessoal

              Projetado por Thierry Stump, um belga que adotou o Brasil como lar, e totalmente reformado no ano de 2021, o barco homenageia, com seu nome, a lendária embarcação Endurance, de Sir Ernest Shackleton — o mais famoso navegador apaixonado pela Antártica.

               

              Para garantir o sucesso da expedição polar que deu origem à nova série de NÁUTICA, o Endurance 64 recebeu o motor 4LHA-STP da Yanmar.

              Para série náutica de expedição à Antártica, o Veleiro Endurance 64 navega com o motor 4LHA-STP da Yanmar
              Endurance 64 navega com o motor 4LHA-STP da Yanmar. Foto: Guilherme Kodja / Arquivo pessoal

              Segundo a marca japonesa, o equipamento pode ser utilizado como reversor ou rabeta e ainda serve a alguns barcos de lazer — como lanchas de 36 pés com montagem de parelha.

               

              A parceria da tecnologia da Yanmar somada às expertises dos tripulantes permitiram que a viagem ao continente mais gelado do planeta fosse um sucesso. Você confere a saga completa de “Endurance 64: o veleiro polar” no Canal Náutica do YouTube. Inscreva-se e ative o sininho para não perder nenhum capítulo dessa emocionante expedição.

               

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                Salvador mira protagonismo na economia azul com 1º Fórum Náutico Internacional

                Encontro da Associação Náutica da Bahia levou autoridades para debater o desenvolvimento da náutica no estado e em sua capital

                25/06/2025

                O uso sustentável dos recursos marinhos e costeiros, aliado ao crescimento econômico e a conservação ambiental são algumas das premissas da chamada economia azul — para qual Salvador está de olho. Mirando ser protagonista nesse conceito, a capital baiana realizou, no fim de maio, o seu 1º Fórum Náutico Internacional, promovido pela Associação Náutica da Bahia (ANB).

                O evento, em parceria com a Associação de Atividades Náuticas e Desportiva de Canárias e a Confraria Europeia da Vela, reuniu autoridades nacionais e internacionais, especialistas do setor, representantes do poder público e da iniciativa privada para debater ações para o desenvolvimento econômico, turístico, social e ambiental da Baía de Todos-os-Santos e do litoral baiano.

                Foto: Jefferson Peixoto/Secom PMS / Reprodução

                A programação do fórum incluiu painéis temáticos, debates estratégicos e apresentações de soluções voltadas ao fortalecimento da cultura náutica, qualificação profissional e atração de investimentos, inclusive com cases de sucesso implantados na Espanha — com direito a uma comitiva espanhola presente — e na Europa.


                A expectativa é de que a Bahia, Salvador e seu universo náutico consolidem-se nos próximos anos como referência nacional e internacional.

                 

                Giulliana Brito, chefe de gabinete da Secretaria de Turismo (SETUR), compareceu ao evento e destacou que o estado “possui um patrimônio natural, cultural e histórico riquíssimo, além de uma população acolhedora”, que torna o destino diferenciado.

                Foto: Jefferson Peixoto/Secom PMS / Reprodução

                A Secretária do Mar de Salvador, Maria Eduarda Lomanto, ressaltou a importância da criação da pasta e reafirmou o compromisso da prefeitura em transformar o setor náutico em uma das grandes matrizes econômicas da cidade. Para ela, “trazer Salvador para o protagonismo da economia do mar é uma grande responsabilidade”.

                 

                O presidente da ANB, Santiago Campo, por sua vez, ressaltou que o objetivo é “fomentar todas as iniciativas concretas e promissoras em torno da Baía de Todos-os-Santos e da costa baiana”, e destacou os pontos fortes do setor no estado, que vão “do pescador artesanal à indústria naval, passando por setores como pesca, mergulho, desenvolvimento energético, transporte marítimo entre outros.”

                 

                Para se ter uma ideia, segundo dados da Prefeitura de Salvador, a Baía de Todos os Santos conta com inúmeras praias, 56 ilhas, rios, manguezais, corredeiras e quedas d’água em uma área de 1.052 km². Tem um contorno de quase 200 km de extensão e 13 municípios.

                 

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                  Assistente de IA, realidade virtual e lançamentos serão destaques da Wonder Boat em Itajaí

                  Empresa especializada em soluções tecnológicas estará no evento de 3 a 6 de julho

                  Por: Nicole Leslie -

                  Navegar bem é bom, mas navegar com tecnologia de ponta é ainda melhor. Seguindo essa proposta, a Wonder Boat promete atrativos que combinam inovação e interatividade no Marina Itajaí Boat Show 2025 — além de condições especiais para compra durante o evento.

                  Na edição deste ano, que acontece de 3 a 6 de julho, a empresa levará ao estande uma assistente de navegação com inteligência artificial, óculos de realidade virtual e jogos interativos, todos disponíveis para demonstração e testes do público.

                  Foto: Lucas Araújo / Wonder Boat / Reprodução

                  Entre os destaques no estande da marca também estarão produtos de marcas consagrados, como GPS marítimos, sonares, antenas de radar, AIS, rádios VHF/SSB e pilotos automáticos.

                   

                  Além da venda dos equipamentos, a Wonder Boat desenvolve projetos personalizados, considerando o tipo de embarcação e os objetivos de cada cliente.


                  Durante o salão náutico, a empresa informa que todos os produtos estarão com 20% de desconto — inclusive os lançamentos que estreiam no evento. Entre eles, estão o sonar SIMRAD NSS 4, o chartplotter touchscreen Garmin GPSMAP 9000, os displays Raymarine Axiom 2 e o transdutor Panoptix PS70.

                  Foto: Lucas Araújo / Wonder Boat / Reprodução

                  As tecnologias vêm para auxiliar e otimizar os momentos a bordo, além de aumentar a segurança em diferentes cenários.

                  Marina Itajaí Boat Show 2025

                  O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.

                  Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                  Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.

                   

                  Anote aí!

                  Quando: De 3 a 6 de julho de 2025
                  Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h.
                  Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                  Mais informações: site do evento
                  Ingressos: site oficial de vendas

                   

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                    Nova Sessa F60 fará estreia no Sul durante o Boat Show de Itajaí

                    Embarcação recém-lançada marcará presença no salão ao lado de outras 4 lanchas do estaleiro. Evento acontece de 3 a 6 de julho

                    Confirmada no Marina Itajaí Boat Show 2025, a Sessa Marine atracará no salão com a recém-lançada Sessa F60, que fará de 3 a 6 de julho sua estreia no Sul do país. O modelo volta olhares à mobilidade e estará sobre as águas da marina ao lado de outras quatro grandes lanchas do estaleiro, apresentadas em parceria com a dealer oficial da marca, a MR Boats.

                    A Sessa F60 atraiu olhares durante o Rio Boat Show deste ano, um dos principais salões náuticos deste lado do globo, onde foi apresentada pela primeira vez nas américas.

                     

                    Com imponentes 60 pés (18,30 metros), a embarcação é tida pela Sessa como um dos modelos mais sofisticados já desenvolvidos pelo estaleiro italiano, que detém uma sede em Palhoça (SC).

                    Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica

                    Atributos como banheiros grandes, cabines generosas e um acesso facilitado de popa à proa voltam olhares à mobilidade, em um barco pensado para atender a clientes que crescem junto com a marca.

                    Acho que a gente foi bastante feliz. Qualquer pessoa, por mais dificuldade de mobilidade que tenha, circula no barco todo. Os ambientes estão pensados para isso– detalhou José Galizio Neto, presidente da Sessa, no salão do Rio

                     

                    Entre os destaques da Sessa F60 estão espaços dedicados a moto aquática e um bote, além da cabine do proprietário, que ocupa toda a boca do barco, de 4,98 metros, e dispõe de closet, sofá e banheiro completo.

                     

                    Ao todo, a lancha acomoda até 14 pessoas, sendo que seis podem pernoitar em três camarotes (além do dedicado ao marinheiro). Segundo a marca, a embarcação que navega com 2 Volvo Penta IPS 950 foi projetada para cruzeiros de médio e longo alcance.

                    Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica

                    Além da recém-lançada Sessa F60, o público que comparecer ao Marina Itajaí Boat Show 2025 poderá conferir de perto todos os detalhes das lanchas Sessa F48, Sessa F42, Sessa KL40 e Sessa C40.

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                    Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                    Mais informações: site do evento
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                      Kapazi oferecerá produtos com até 30% de desconto no Boat Show de Itajaí

                      Empresa de revestimentos para embarcações e acessórios náuticos estará no evento que acontece de 3 a 6 de julho

                      Por: Nicole Leslie -

                      Em meio às inúmeras embarcações que os Boat Shows reúnem, são os detalhes que fazem a diferença. Nesse contexto, a Kapazi Náutica — especializada em revestimentos para embarcações e acessórios náuticos, com quatro décadas de atuação — marcará presença no salão náutico de Itajaí com condições especiais para o público. O evento acontece de 3 a 6 de julho.

                      A empresa levará sua linha completa de pisos náuticos, que inclui tapetes em PVC, EVA, têxtil e sintéticos, além de acessórios como coolers, tapetes flutuantes, cadeiras flutuantes e itens para manutenção de embarcações.

                      A cadeira flutuante Kap Float é um dos grandes sucessos da Kapazi. Foto: Arquivo Kapazi Náutica / Divulgação

                      Durante o Marina Itajaí Boat Show 2025, todos os produtos da marca estarão com condições especiais — os descontos chegam a até 30% para negociações feitas durante o evento.

                      Revestimento da Kapazi Náutica em barco. Foto: Cassiano Correia / Reprodução

                      O carro-chefe da Kapazi Náutica segue sendo sua linha de revestimentos, que combina diferentes tecnologias e materiais para públicos variados, prezando pelo desempenho e durabilidade.


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                      Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
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                        Novas regras para reciclagem de barcos no Brasil preparam país para convenção internacional

                        Normas aprovadas pela Câmara se aproximam das exigências da Convenção Internacional de Hong Kong. Entenda

                        Por: Nicole Leslie -

                        A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou novas regras para a reciclagem de embarcações no Brasil. As mudanças, previstas no Projeto de Lei (PL), aproximam as diretrizes nacionais às exigências da Convenção Internacional de Hong Kong — tratado que estabelece normas para o desmonte seguro e ambientalmente adequado de navios e estruturas náuticas.

                        O objetivo do PL é definir diretrizes mais claras para o fim da vida útil de embarcações, reforçando a proteção ambiental e a segurança dos trabalhadores envolvidos nesse processo. Dessa forma, o Brasil pode ser colocado na rota de um novo mercado: o da reciclagem náutica sustentável.

                         

                        As novas regras se aplicam a todas as embarcações em águas brasileiras, de todos os tamanhos e tipos — incluindo plataformas flutuantes. Ficam de fora apenas os navios da Marinha do Brasil e embarcações com menos de 8 metros de comprimento que não utilizam motor.

                        Alexandre Lindenmeyer, relator da proposta aprovada. Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados / Reprodução

                        Um dos principais pontos do texto aprovado é a obrigatoriedade de um plano de reciclagem. Esse documento deve detalhar todos os materiais perigosos ou resíduos presentes na embarcação. A exigência vale para barcos com arqueação bruta superior ou igual a 300 — abaixo disso, o plano não é necessário.

                         

                        Cabe ao proprietário fornecer todas as informações ao estaleiro para a elaboração do plano, que só poderá ser executado após aprovação de um órgão ambiental competente.

                         

                        Para que a reciclagem, de fato, inicie, a autoridade marítima deverá realizar uma vistoria. O objetivo é garantir que não haja materiais não identificados ou riscos escondidos. As regras para essa inspeção ainda serão definidas por regulamentos da autoridade marítima.


                        O projeto também determina que os estaleiros autorizados a realizar a reciclagem devem seguir normas específicas, garantindo segurança ao meio ambiente e aos trabalhadores.

                         

                        Agora, a proposta segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Se aprovada, poderá transformar o Brasil em um exemplo global de descarte responsável de embarcações, alinhado à práticas internacionais reconhecidas mundialmente.

                         

                        Náutica Responde

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                          História de pescador? Homem “fisga” filhote de onça em rio no Pantanal; assista

                          Vanderlei da Silva Rosa ajudou o animal que se perdeu da mãe a chegar em terra firme

                          24/06/2025

                          As famosas histórias de pescador já não são como antes. Hoje em dia, é possível ter o relato duvidoso registrado em vídeo. Foi o que aconteceu com o empresário Vanderlei da Silva Rosa, que “fisgou” um filhote de onça-pintada para ajudá-lo a atravessar um rio no Pantanal do Mato Grosso do Sul — e viralizou na internet com a captura do momento.

                          Pescador amador, Vanderlei, que é da pequena Ibaté, no interior de São Paulo, viaja todo ano ao Pantanal do Mato Grosso do Sul para pescar. Foi justamente em uma dessas viagens que ele viveu o momento especial na região de Corumbá (MS), que fica na junção do Rio Miranda com o Rio Paraguai. Assista:

                           

                           

                          Ele e um amigo, também pescador, voltavam de uma pesca quando avistaram uma onça com dois filhotes. Ao g1, Vanderlei detalhou que alguns barcos passaram na frente da embarcação da dupla e os filhotes mudaram de direção. “Um foi para o sapé e o outro foi em direção ao Rio Paraguai. Lá tem correnteza e com certeza ele ia se perder da mãe”, explicou.

                          Aí, a única alternativa foi tentar ajudar– recordou ao veículo

                          Foi nesse momento que o filhote de onça acabou “fisgado” pelo pescador amador. Vanderlei improvisou uma rede que foi içada ao rio. O animal, por sua vez, se agarrou a ela até ser levado à margem, onde foi solto em segurança.


                          Com certeza o bichinho se salvou, a oncinha estava muito cansada, mas graças a Deus que deu tudo certo– comemorou

                          A mamãe onça havia sido vista pela dupla a cerca de 30 metros dali. O outro filhote, segundo Vanderlei, também conseguiu se salvar.

                           

                          Para o biólogo Henrique Abrahão Charles, há chance de mais de 90% de o filhote reencontrar a mãe. Ao g1, ele explicou que a porcentagem alta se deve ao fato de que a mãe não abandona o filhote. “Eles se comunicam. A onça tem olfato muito poderoso, boa audição e visão excelente. Existem métodos de vocalização do filhote. Ela vai procurar por ele, ele vai chamar por ela”, detalhou.

                           

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                            Bate Vento vai estrear novo catamarã no Boat Show de Itajaí

                            Embarcação a vela de 21 pés terá test drive disponível no salão náutico, que acontece de 3 a 6 de julho

                            Por: Nicole Leslie -

                            Uma novidade pronta para ser explorada: o estaleiro Bate Vento Sailmaker & Catamarans lançará no Marina Itajaí Boat Show 2025 o veleiro catamarã BV 21, que poderá ser testado pelos visitantes durante o evento, de 3 a 6 de julho.

                            O modelo, novidade no portfólio da marca, estará à venda a partir de R$ 140 mil. Segundo o estaleiro, a embarcação é ideal para a prática de vela esportiva e cruzeiros costeiros, acomodando até quatro pessoas a bordo em uma navegação que promete ser simples e prática.

                             

                            De acordo com a Bate Vento, o barco chega pronto para velejar, com velas, sistemas de controle, cabos, toldo, bolina e leme carbono, âncora e amarra, além de estar equipado com painel solar, iluminação de navegação, caixa d’água potável com bombas, paiol e estanque de armazenagem.

                            Veleiro catamarã BV 36, do estaleiro Bate Vento. Foto: Bate Vento / Marcus Studio Fotografia / Reprodução

                            Embora o BV 21 seja o único barco em exposição física no evento, os catamarãs a vela BV 26, BV 36 e BV 43 também serão apresentados por vídeo. A equipe do Bate Vento estará à disposição para tirar dúvidas e apresentar os diferenciais de cada modelo.


                            Marina Itajaí Boat Show 2025

                            O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.

                            Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                            Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.

                             

                            Anote aí!

                            Quando: De 3 a 6 de julho de 2025
                            Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h.
                            Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                            Mais informações: site do evento
                            Ingressos: site oficial de vendas

                             

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                              Sino centenário é recuperado de navio naufragado em 1908

                              Objeto estava no Star of Bengal, segundo naufrágio mais mortal da história do Alasca, que deixou 110 mortos

                              Por: Nicole Leslie -

                              Um artefato que carrega consigo parte da história — e de uma tragédia — foi retirado das profundezas do oceano no último mês de maio. Trata-se do sino do navio Star of Bengal, naufragado em 1908 nas águas do Alasca. A tragédia é considerada o segundo naufrágio mais mortal da região, com 110 vítimas fatais.

                              Com mais de 150 anos de idade, o sino foi resgatado durante uma expedição voluntária organizada por moradores locais. O objetivo inicial era mapear e identificar o local do naufrágio, mas a equipe também conseguiu içar o objeto histórico.

                              Sino recuperado do navio naufragado. Foto: Stephen Prysunka / Reprodução

                              Agora, a peça será submetida a um tratamento especializado para evitar a chamada “doença do bronze” — um processo intenso de corrosão causado pelo longo contato com a água salgada. O custo estimado da restauração é de até US$ 10 mil (cerca de R$ 55 mil, na cotação de junho de 2025).


                              Após o processo de recuperação, o sino será entregue ao Museu Wrangell, no Alasca, onde ficará exposto ao público.

                              Tragédia marcada na história do Alasca

                              O naufrágio do Star of Bengal ocorreu em 20 de setembro de 1908, nas proximidades da Ilha Coronation, durante uma forte tempestade. A embarcação estava sendo rebocada em direção a San Francisco quando os ventos violentos causaram seu afundamento.

                               

                              O episódio se torna ainda mais dramático ao revelar que a maior parte das vítimas eram trabalhadores de uma fábrica de conservas, que eram transportados pelo navio. Segregados da tripulação, eles estavam trancados no porão dianteiro e não conseguiram escapar da embarcação.

                              Tripulação do Star of Bengal. Foto: Parque Nacional Marítimo de San Francisco / Reprodução

                              Pelo número de mortos e pela gravidade do ocorrido, o naufrágio do Star of Bengal é considerado o segundo pior da história do Alasca, ficando atrás apenas do desastre com o Princess Sophia, em 1918, que resultou na morte de 343 pessoas.

                               

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                                IA marítima promete integrar sensores, otimizar navegação e até ajudar na pesca

                                Tecnologia da startup Viam funciona mesmo sem internet e transforma dados brutos em decisões visuais e inteligentes a bordo

                                Por: Nicole Leslie -

                                Para quem imaginava o futuro como a era em que máquinas ajudariam seres humanos de forma contínua e inteligente, esse momento parece ter chegado. Um exemplo é o sistema de inteligência artificial desenvolvido pela startup Viam, que promete integrar diferentes tecnologias para beneficiar várias frentes do setor marítimo.

                                A IA coleta dados de sensores como sonar, radar, GPS e câmeras em tempo real, processando essas informações mesmo em locais sem internet. O principal diferencial apontado pela Viam é a forma acessível de exibir os dados. Com isso, o sistema auxilia a navegação em nevoeiros intensos, aumenta a segurança ao prever falhas e ainda oferece suporte — e dicas precisas — à pesca.

                                 

                                Uma parceria com a Kongsberg Discovery levou a inteligência a outro patamar: agora, a IA afirma conseguir ajustar automaticamente o sonar Simrad SY50, otimizando a visualização de cardumes e a leitura do que está submerso. É como se a máquina enxergasse com certa nitidez o fundo do mar — e traduzisse as informações em imagens em tempo real para o ser humano.

                                Painel de IA marítima preza por interface didática. Foto: Dennis A. Clark / New York Post / Reprodução

                                Uma reportagem do New York Post mostra a surpresa do capitão Eric Collins ao navegar em Long Island sob névoa espessa, pela primeira vez com o auxílio da IA marítima. Mesmo com visibilidade inferior a 15 metros (a olho nu), o sistema inteligente detectou seis embarcações próximas e indicou suas posições. “Isso torna a experiência melhor para todos na água”, cravou o comandante.

                                 

                                Embora os sistemas de navegação tradicionais cumpram o que prometem, Collins destacou que o principal diferencial da Viam está na interface. Ao contrário de softwares difíceis de interpretar, o sistema emergente da startup diz se diferenciar por criar gráficos e imagens de fácil compreensão.


                                No caso da pesca, por exemplo, o console do barco mostra de forma clara e didática a localização prevista dos peixes mais próximos, além de dados como temperatura da água e probabilidade de sucesso em tempo real.

                                IA marítima auxilia na pesca ao informar direção de cardumes com certa precisão. Foto: Dennis A. Clark / New York Post / Reprodução

                                Além disso, o sistema também alerta sobre necessidades de manutenção no barco. Isso pode evitar prejuízos, já que um problema inicial pode ser resolvido em 20 minutos, enquanto o mesmo, agravado, pode demandar semanas de reparo.

                                 

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                                  “À prova do futuro”: conheça o superiate Azzurra 48

                                  Modelo nasceu de mãos italianas e holandesas, em uma parceria pensada para desenvolver um barco atemporal

                                  O mercado náutico está em crescente expansão, por isso se destacar em meio à tantas opções se faz cada vez mais difícil. Nesses momentos, uma “collab” não é má ideia. Assim nasceu o Azzurra 48, um superiate pensado pelo renomado designer italiano Mauro Giamboi em parceria com a holandesa Van Oossanen Naval Architects, que atua no setor desde 1992.

                                  O modelo de 48 metros (157 pés) entra para a linha Azzurra de superiates semi-customizados da Giamboi Designs, que já conta com outros dois modelos menores: o Azzurra 40, de 40,2 metros (132 pés) e o Azzurra 36, de 36 metros (118 pés).

                                   

                                  Em meio a projetos cada vez mais futurísticos, a ideia é que o design do Azzurra 48 faça deste um barco atemporal, “à prova do futuro” — sem deixar de atender às demandas dos proprietários em termos de aparência e tecnologia.

                                  Foto: Giamboi Designs / Reprodução

                                  Para isso, a embarcação combina o estilo clássico de raízes italianas de Giamboi com a engenharia de ponta holandesa, impressa, inclusive, no sistema Fast Displacement Hull Form (FDHF), que visa melhorar a eficiência e o desempenho das embarcações por meio da otimização do formato do casco, o que promete redução no consumo de combustível e melhor eficiência.

                                  Foto: Giamboi Designs / Reprodução

                                  “O Azzurra 48 exemplifica nossa visão de um superiate semi-customizado, onde volume expansivo, estilo italiano refinado e a tecnologia FDHF da Van Oossanen convergem para oferecer desempenho, luxo e adaptabilidade além das expectativas”, explicou Mauro Giamboi.

                                  Destaques do Azzurra 48

                                  Com pouco menos de 500 toneladas brutas (GT), o Azzurra 48 é versátil, podendo ser aproveitado tanto para relaxar em passeios curtos, quanto para explorar destinos remotos em viagens mais longas — com um casco, inclusive, preparado para enfrentar condições de gelo.

                                  Foto: Giamboi Designs / Reprodução

                                  Seu perfil elegante e atemporal fica visível nas linhas fluidas no convés, na proa reta e no convés de popa aberto, enquanto seus traços modernos podem ser observados nos terraços abertos — espaços de estar ao ar livre que se conectam plenamente às áreas internas.

                                  Foto: Giamboi Designs / Reprodução

                                  Nesse sentido, destaca-se o deque alongado na popa, que dispõe de uma luxuosa piscina infinita com fundo de vidro, envolta em espreguiçadeiras. Por lá, plataformas dobráveis ​​garantem ainda mais espaço à beira-mar. O salão principal, equipado com sofás curvos e uma mesa de jantar, é acessado por imponentes portas de vidro — detalhes que criam uma atmosfera moderna e relaxante.

                                  Foto: Giamboi Designs / Reprodução

                                  As acomodações comportam até 18 pessoas em cabines conversíveis entre camas de solteiro e de casal. Para que todos se sintam como em casa, a tripulação conta com rotas exclusivas dentro do iate, inclusive com um elevador à disposição.


                                  O proprietário pode curtir vistas esplendorosas diretamente de sua suíte master, localizada no convés superior. O espaço foi projetado como um “refúgio privativo”, equipado com uma grande varanda com piscina de imersão. As mordomias, contudo, se estendem a quem mais estiver a bordo, a exemplo de uma área de bem-estar no convés inferior, com sauna a vapor e suíte de massagem.

                                  Foto: Giamboi Designs / Reprodução

                                  Em termos de potência, o proprietário pode escolher entre dois motores Caterpillar C32 ACERT (IMO Tier III), dois motores MTU 12V 2000 M96L, ou ainda  por uma configuração híbrida, que fornece 2.200 kW por meio de geradores de bordo. O superiate Azzurra 48 deve atingir uma velocidade máxima de 16 nós e um alcance de 4.250 milhas náuticas a 11 nós.

                                   

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                                    Presidente Epitácio, no interior de SP, recebe estruturas náuticas de uso público

                                    Com presença do governador Tarcísio, cidade foi contemplada com píeres da Metalu, pelo Programa de Turismo Náutico de São Paulo

                                    23/06/2025

                                    A cidade de Presidente Epitácio, a cerca de 650 km da capital paulista, acaba de receber estruturas náuticas de uso público. A inauguração, realizada na última quarta-feira (18), faz parte do Programa de Turismo Náutico do Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Turismo e Viagens (Setur-SP). Essa foi a 11ª estrutura inaugurada — das 13 entregas feitas pela Metalu Brasil nesta 1ª fase do projeto que visa expandir o turismo sobre as águas no Estado.

                                    Designada como estância turística, Presidente Epitácio agora conta com um projeto assinado pela Metalu Brasil, que contempla píer flutuante, passarela com pergolado, mirante e áreas de paisagismo.

                                    Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                    A estrutura, localizada na Rampa Marajá, é o primeiro passo para fomentar o fluxo de visitantes a partir da qualificação da atividade náutica, uma das premissas do programa estadual.

                                    Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                    A obra teve um investimento superior a R$ 1,3 milhão. A solenidade reuniu Tarcísio de Freitas, governador do Estado, Roberto de Lucena, secretário de Turismo e Viagens de São Paulo, e André Lima, prefeito da cidade, além de autoridades locais.

                                    André Lima, prefeito de Presidente Epitácio; Roberto de Lucena, secretário de Turismo e Viagens; Ernani Paciornik, presidente de NÁUTICA; Tarcísio de Freitas, governador do Estado de São Paulo; Bianca Colepicolo, especialista em turismo náutico e secretária de Turismo de Caraguatatuba; e Luis Antonio Sobrinho, consultor da Invest SP. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                    Esta estrutura traduz o bom trabalho entre município e estado que, juntos, trabalham com o objetivo de tornar o município bom para os moradores. Se é bom para quem vive, é bom também para quem vai visitar– afirmou Lucena

                                    Privilegiado pela natureza que contempla cenários ideais para a prática da atividade turística, o município de Presidente Epitácio está às margens do rio Paraná, no extremo oeste de São Paulo.

                                     

                                    A entrega faz parte de um plano que mira impulsionar o desenvolvimento econômico sustentável, gerando emprego e renda a partir das potencialidades naturais de municípios do interior.

                                    Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                    Nesse sentido, as estruturas náuticas incentivam a parada de barcos, lanchas e motos aquáticas, facilitando o embarque e desembarque de passageiros, além de fomentar o turismo local.


                                    Para se ter uma ideia, estima-se que um projeto de apoio náutico para 300 embarcações, por exemplo, possa gerar um impacto de até R$ 141 milhões por ano na economia local, além de criar 780 postos de trabalho, segundo dados da Associação Brasileira de Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar) e da Lidera Consultoria.

                                     

                                    Até agora, o governo do Estado investiu mais de R$ 14,5 milhões no projeto, considerando as inaugurações já realizadas em Pederneiras, Timburi, Avaré, Pereira Barreto, Rubineia, Três Fronteiras, Piraju, Araçatuba, Sales, Mira Estrela e Presidente Epitácio — todas com estruturas produzidas pela Metalu Brasil. Até 2026, são esperadas 21 estruturas náuticas em municípios às margens de rios, represas e lagos paulistas.

                                     

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                                      Hidea Motores levará motorização de popa ao Marina Itajaí Boat Show 2025

                                      Marca estará presente no evento que acontece de 3 a 6 de julho, em Santa Catarina

                                      Por: Nicole Leslie -

                                      O Marina Itajaí Boat Show tem se consolidado cada vez mais no mercado brasileiro por reunir os principais players do mundo náutico em Santa Catarina — já conquistando, inclusive, o título de maior salão náutico do Sul do país. O ponto em comum entre tantos barcos é a necessidade de propulsão — e é por isso que a Hidea Motores estará presente no evento.

                                      A marca integra o grupo de fabricantes de motores que estarão no Boat Show de Itajaí, apresentando suas novidades em motores de popa entre os dias 3 e 6 de julho. Presente no mercado há 8 anos, o catálogo da Hidea no Brasil atualmente conta com 19 modelos de motores de popa, entre opções de 2 tempos e 4 tempos.

                                      Foto: Hidea Motores / Divulgação

                                      Por isso, a marca afirma ter “o motor certo” para diferentes objetivos, desde pesca até passeios. Embora a Hidea ainda não tenha detalhado quais modelos estarão expostos em seu estande no evento, na edição de 2024 do salão a marca escolheu Itajaí para apresentar um lançamento à época, o Hidea 15 hp Pro — o que eleva as expecitativas do que a empresa apresentará em 2025.


                                      Marina Itajaí Boat Show 2025

                                      O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.

                                      Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                      Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.

                                       

                                      Anote aí!

                                      Quando: De 3 a 6 de julho de 2025
                                      Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h.
                                      Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                      Mais informações: site do evento
                                      Ingressos: site oficial de vendas

                                       

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                                        Por: Nicole Leslie -

                                        Uma foto que mudou tudo e uma vida transformada pela fotografia. Há um ano, o fotógrafo carioca Humberto Baddini registrava o momento que faria sua carreira decolar: o salto de uma baleia-jubarte perfeitamente alinhado ao Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro.

                                        O clique aconteceu em 24 de junho de 2024, durante um passeio de barco pela região da praia de São Conrado, na Zona Sul carioca. O objetivo era justamente registrar baleias, mas o que parecia um passeio comum se transformou em um espetáculo com dezenas de saltos diante das lentes de Humberto.

                                        Naquele dia, foram mais de 20 saltos– revelou à Revista Náutica

                                         

                                         

                                        A cena que teve o “clique perfeito” viralizado foi realmente impressionante: no instante certo, o corpo da jubarte se ergueu no ar com um ângulo e direção incrivelmente semelhantes aos do Pão de Açúcar ao fundo — um encontro improvável entre duas belezas naturais.

                                         

                                        O instante era único. O ângulo, a luz, o timing. Mas por pouco a imagem não teria existido, porque Humberto só decidiu embarcar no passeio de última hora.


                                        A repercussão foi imediata. A foto viralizou nas redes sociais, estampou capas de jornais, apareceu na TV e circulou internacionalmente.

                                        Alavancou muito a minha carreira. Ganhei muitos seguidores e fiquei mais conhecido no Rio e no Brasil– disse à Náutica

                                        O prestígio também se traduziu em sucesso comercial: o quadro fine art da imagem virou o mais vendido de seu portfólio — e continua sendo o campeão de pedidos.

                                        De hobby a profissão

                                        A relação de Humberto com a fotografia começou de forma despretensiosa. Em 2015, comprou uma GoPro para registrar paisagens por lazer. Três anos depois, venceu um concurso nacional promovido pela própria marca da câmera, com uma foto feita em Teresópolis (RJ).

                                        Fotografia tirada com GoPro que venceu concurso. Foto: Humberto Baddini / Reprodução

                                        Em paralelo, se formou em Direito e virou sócio proprietário de um quiosque de cafeteria, para manter uma renda fixa enquanto focava seu tempo nos estudos para concurso público. No entanto, os planos mudaram quando a paixão pelas imagens falou mais alto.

                                         

                                        O primeiro prêmio na fotografia virou o estopim para a mudança de carreira: investiu em cursos, comprou sua primeira câmera profissional e, durante a pandemia, passou a transformar seus cliques em quadros a pedido dos seguidores.

                                         

                                         

                                        Assim nasceu a nova fase de sua vida — e uma nova carreira. Humberto passou então a trabalhar como fotógrafo especializado em fotos que mostram — ou interagem com — paisagens cariocas, como um toque autoral.

                                        Pretendo fazer mais alguma foto incrível e tentar compor com a cidade, que acho que é o diferencial– disse à Náutica

                                        Segundo ele, a temporada das baleias em 2025 já começou — mas ainda não teve a sorte de repetir o feito.

                                        Fotografar baleias já é lindo. Mas quando a gente consegue compor com a cidade, com o cenário, chama ainda mais atenção– complementou.

                                        Cada clique conta uma história

                                        Mesmo que nenhuma outra imagem tenha superado o viral salto da jubarte, alguns cliques também ganharam destaque nas redes sociais — e muita dedicação por trás.

                                        Favela da Rocinha alinhada à lua cheia com o céu claro. Foto: Humberto Baddini / Reprodução

                                        Um dos mais marcantes, segundo Humberto, foi o da lua cheia sobre a Favela da Rocinha, em plena luz do dia. Só no Instagram, a imagem ultrapassou 59 mil curtidas. Mas o processo por trás da foto foi longo.

                                        Foram três anos tentando fazer essa foto– revelou

                                        Usando um aplicativo de rastreamento lunar, ele sabia exatamente onde e quando a lua passaria pelo cenário. Tentou em 2022, mas uma nuvem atrapalhou. Em 2023, conseguiu uma imagem, mas noturna — diferente do que planejava. Em 2024, o tempo novamente impediu. Só em fevereiro de 2025 o céu colaborou: lua cheia, céu limpo e o alinhamento perfeito com a Rocinha.

                                         

                                        A missão foi cumprida com sucesso e virou mais um destaque no portfólio de Humberto Baddini.

                                         

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                                          Estaleiro atracará com dois barcos no evento, que acontece de 3 a 6 de julho

                                          Por: Nicole Leslie -

                                          Além de palco do maior salão náutico do Sul do Brasil, a Marina Itajaí também será cenário de lançamentos e novidades. Uma delas é a lancha Flórida 290CC, novidade do estaleiro Flórida Marine, que marcará presença com dois modelos no Boat Show de Itajaí 2025 — oferecendo, ainda, test-drive para quem quiser conhecer as embarcações na prática.

                                          A Flórida 290CC é definida pelo estaleiro como a lancha ideal para navegar com segurança e conforto mesmo em mar agitado (e sem molhar os passageiros). O casco em “V profundo” com traços negativos, segundo a marca, garante “máximo desempenho ao cortar ondas” e ajuda a evitar respingos durante a navegação.

                                          Flórida 290. Foto: Flórida Marine / Reprodução

                                          Projetada para unir velocidade e economia de combustível, a lancha chega em configuração de console central. A proposta é oferecer versatilidade para pesca, mergulho ou passeios, com aproveitamento total do convés em 360°. O modelo é oferecido a partir de R$ 648.610,00, já com a motorização mínima sugerida.

                                           

                                          O segundo barco que a Flórida Marine levará ao evento é a Florida 240, pensada para atender a diferentes usos. Assim como o outro modelo, ela permite circulação completa a bordo, com passagem 360° pelo convés — e um banheiro de 1,70 m de altura. O preço sugerido é de R$ 357.525,00, também com motorização mínima incluída.

                                          Flórida 240. Foto: Flórida Marine / Reprodução

                                          Além de esclarecer dúvidas sobre os modelos, o estande da Flórida Marine no salão náutico que acontece de 3 a 6 de julho contará com distribuição de brindes (ainda não revelados) e oferecerá test-drives na água para visitantes interessados em experimentar os barcos em ação.


                                          Marina Itajaí Boat Show 2025

                                          O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.

                                          Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                          Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.

                                           

                                          Anote aí!

                                          Quando: De 3 a 6 de julho de 2025
                                          Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h.
                                          Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                          Mais informações: site do evento
                                          Ingressos: site oficial de vendas

                                           

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                                            OE Corinthian: 1º iate de cruzeiro da aclamada Orient Express começa a ganhar vida

                                            Veleiro promete redefinir o conceito de cruzeiros em iates de luxo, sob a chancela de uma das mais tradicionais empresas de viagem do mundo

                                            22/06/2025

                                            A aclamada Orient Express promete entrar com tudo no universo dos cruzeiros de luxo em iates. A marca, famosa mundialmente pelo lendário trem homônimo fundado ainda em 1883, agora embarca nas viagens sobre as águas com o OE Corinthian, uma embarcação de 220 metros de comprimento que promete redefinir a experiência de viajar a bordo.

                                            Motivos para acreditar na promessa não faltam. Com base na herança do icônico trem que cruzava a Europa e inspirou livros — como “Assassinato no Expresso do Oriente” (1934), de Agatha Christie — e filmes, a Orient Express expandiu sua atuação nos segmentos de hospitalidade, viagens exclusivas e experiências personalizadas. Atualmente a empresa pertence ao grupo Accor, um dos maiores conglomerados hoteleiros do mundo.

                                            Foto: Instagram @orientexpresssailingyachts / Reprodução

                                            Mirando a tendência atual de cruzeiros em iates de luxo, a marca apostou na exclusividade e trabalha na construção do Orient Express (OE Corinthian), uma embarcação própria que se sagra como o único veleiro entre os barcos de outras empresas fortes do setor.


                                            O OE Corinthian está sendo construído pela Chantiers de l’Atlantique, um renomado estaleiro francês com sede em Saint-Nazaire. Uma das premissas é que o veleiro chegue com um alto nível de inovação sustentável, combinando elementos como energia eólica, GNL (gás natural liquefeito) e tecnologia de IA.

                                             

                                             

                                            O barco ainda terá, segundo a empresa, os maiores mastros de vela do mundo, com 1500 m². “Muitos fabricantes de velas abandonaram a ideia devido às imensas forças envolvidas. No entanto, os engenheiros da Chantiers de l’Atlantique abraçaram o desafio”, ressaltou a marca.

                                            Uma vela patenteada usando painéis de vidro reforçados com fibra de carbono em vez do tecido padrão– explica a Orient Express

                                            Um veleiro de alto padrão

                                            Segundo a marca, mais de 800 engenheiros e cerca de 10 mil profissionais contribuíram, ao longo dos últimos três anos, para o desenvolvimento do conceito do barco, que presta homenagem aos transatlânticos da Era de Ouro americana, com interiores refinados assinados pelo arquiteto Maxime d’Angeac.

                                            Foto: Instagram @orientexpresssailingyachts / Reprodução

                                            O barco carrega nada menos que 54 suítes luxuosas, para até 110 convidados. A maior delas, batizada de Agatha Christie, em alusão a autora do livro que se passa no “Expresso do Oriente”, tem nada menos que 180 m².

                                             

                                            De acordo com a empresa, o espaço apresenta texturas ricas, obras de arte, camas king-size e belas vistas, além de um “mordomo personalizado”.

                                            A suíte “Agatha Christie” é a mais luxuosa do OE Corinthian. Foto: Orient Express / Divulgação
                                            Foto: Orient Express / Divulgação

                                            Os hóspedes do OE Corinthian terão à disposição comodidades de alto padrão, como cinema, um anfiteatro inspirado nos cabarés franceses, sala de jogos, duas piscinas, spa, salão de beleza, esportes aquáticos, biblioteca, estúdio de música, entretenimento ao vivo e vários restaurantes, incluindo um comandado por Yannick Alléno, chef francês com 16 estrelas Michelin.

                                            Foto: Instagram @orientexpresssailingyachts / Reprodução
                                            Foto: Instagram @orientexpresssailingyachts / Reprodução

                                            Atualmente em fase final de construção, o OE Corinthian tem estreia oficial prevista para junho de 2026. Sua viagem inaugural será pelo Mediterrâneo, passando por pontos como Marselha, Cannes e Saint Tropez.

                                             

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                                              21/06/2025

                                              Tradicionalmente associado ao branco da neve, um iceberg dificilmente seria retratado em tons escuros — pelo menos até agora. Isso porque um pescador fez o registro impressionante de um iceberg preto, na costa do Canadá.

                                              Hallur Antoniussen, de 64 anos, mora na Holanda e navegava a trabalho no navio de pesca Saputi, sobre as águas do Mar do Labrador, no Atlântico Norte, quando se deparou com o bloco de gelo escuro destoando da paisagem.

                                               

                                              Embora sua ocupação já o tenha levado para diversos lugares — inclusive a 50 anos de pesca na Groenlândia –, essa foi a primeira vez que Hallur viu um iceberg preto com os próprios olhos. À rádio canadense CBC, o pescador detalhou o ocorrido: “esse aqui é completamente diferente”.

                                              Não é só que ele é todo preto. Ele é quase em forma de diamante– disse Hallur em entrevista ao programa Labrador Morning

                                              O pescador estava há quase 6 km de distância do iceberg preto quando tirou a foto para mostrar aos colegas. Depois, Hallur postou o registro no Facebook com uma legenda meticulosa: “não é todo dia que se vê um iceberg preto”.

                                               

                                               

                                              As explicações por trás do fenômeno

                                              O post de Hallur logo atraiu curiosos, que deram seus pitacos sobre a coloração do iceberg, inclusive mencionando fatores como cinzas vulcânicas e resultados de erupções antigas — o que, de fato, são bons palpites.

                                               

                                              Também à CBC, Lev Tarasov, físico da canadense Memorial University e modelador de sistemas glaciais da Terra, explicou que essa fração de gelo pode ter sido parte de uma geleira maior, que se desprendeu e, conforme se moveu pelo solo, foi agregando detritos, como poeira vulcânica, cinzas ou sedimentos escuros.


                                              Em áreas mais próximas à atividades humanas, como queimadas, indústrias ou navios, partículas de fuligem ou poluição atmosférica também podem se depositar sobre o iceberg. Esse processo, contudo, pode levar anos. Tarasov estima que o iceberg preto seja bastante antigo, com idade entre mil e 100 mil anos.

                                              Essa não é a primeira vez que um iceberg preto é registrado

                                              Em 2013, uma outra imagem viralizou na internet mostrando um iceberg com a mesma coloração escurecida. A foto foi registrada na Antártica e já naquela época chamou a atenção. Veja:

                                               

                                              Black iceberg

                                               

                                              O iceberg em questão ficou escuro devido a sedimentos rochosos incorporados na base de uma geleira.

                                               

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                                                20/06/2025

                                                A anatomia dos tubarões não os favorecem nos momentos em que aquela coceirinha aperta. Assim, as estações de limpeza do oceano (áreas específicas com peixes limpadores) se fazem boas opções para aliviar o incômodo. Uma equipe de pesquisadores, contudo, flagrou tubarões usando raias-manta para “se coçar” em regiões como essas. Agora, um estudo avalia essa interação, no mínimo, incomum.

                                                O artigo publicado na bioRxiv analisou o comportamento de tubarões de Galápagos (Carcharhinus galapagensis) frente às raias-manta (Mobula birostris), em estações de limpeza do Arquipélago de Revillagigedo, um conjunto de ilhas vulcânicas no Pacífico oriental, reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Mundial.

                                                 

                                                Essas estações costumam abrigar peixes limpadores, que prestam um “serviço ecológico” importante: removem parasitas, pele morta e muco do corpo de animais maiores, como tubarões, raias e tartarugas. Nessa interação, o peixe limpador ganha alimento (parasitas e detritos), enquanto o animal maior sai limpo e aliviado — acontece que as raias não se encaixam no grupo dos peixes limpadores.

                                                Tubarões estariam usando raias como alternativa aos peixes limpadores. Foto: IFLScience / Reprodução

                                                Os registros, feitos entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, apesar de intrigantes e até “fofos”, lançam luz para o declínio de peixes limpadores endêmicos, como o peixe-anjo Clarion (Holacanthus clarionensis), por fatores como a deteriorização de seu habitat, que vêm impactando o ecossistema e suas interações.


                                                Durante três mergulhos recreativos, foi possível observar tubarões juvenis e adultos se aproximando e esfregando partes do corpo nas raias, aparentemente para remover ectoparasitas. As mantas responderam com tolerância passiva ou evasão, dependendo do tamanho e da persistência dos tubarões. Assista:

                                                 

                                                 

                                                A hipótese dos autores é que os tubarões estejam explorando as mantas como alternativa de limpeza, dada a redução dos peixes limpadores. Esse comportamento, embora garanta em partes as necessidades dos tubarões, pode ser prejudicial às mantas, que podem receber ectoparasitas ou patógenos em excesso, além de sofrerem com estresse e lesões.

                                                 

                                                O estudo chama a atenção para as mudanças comportamentais provocadas por alterações ambientais e humanas, o que reforça a necessidade de investigar se essas interações afetam a saúde tanto das mantas, quanto dos tubarões.

                                                 

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                                                  Boat Show de Itajaí: Montreal Powersports terá jets Sea-Doo e off-roads Can-Am

                                                  Representante da fabricante canadense BRP é presença confirmada no evento que acontece de 3 a 6 de julho

                                                  Por: Nicole Leslie -

                                                  O Marina Itajaí Boat Show tem se consolidado como referência em eventos para quem vive e aprecia o mundo náutico, mas também oferece opções para os que curtem adrenalina e velocidade em terra firme. Unindo os dois mundos, a Montreal Powersports levará jets e veículos off-road ao evento.

                                                  A Montreal representa a fabricante canadense BRP em Santa Catarina, sendo também responsável pela distribuição dos produtos. No Marina Itajaí Boat Show 2025, que acontece de 3 a 6 de julho, a empresa apresentará jets da Sea-Doo e veículos off-road da Can-Am — ambos fabricados pelo grupo BRP.

                                                  Estande da Montreal Powersports durante o Marina Itajaí Boat Show 2024. Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica

                                                  Ou seja, não faltarão opções para quem busca adrenalina no evento. Para aventuras na água, a Montreal apresentará a linha de motos aquáticas Sea-Doo, que inclui modelos de recreação leve, touring, esporte e alto desempenho em seu portfólio.


                                                  Já em terra firme, as atrações serão os veículos off-road da Can-Am, que englobam quadriciclos e UTVs em diferentes linhas. A Montreal Powersports ficará na parte seca do Boat Show e ainda não detalhou quais modelos estarão expostos no evento.

                                                  Marina Itajaí Boat Show 2025

                                                  O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.

                                                  Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                                  Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.

                                                   

                                                  Anote aí!

                                                  Quando: De 3 a 6 de julho de 2025
                                                  Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h.
                                                  Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                                  Mais informações: site do evento
                                                  Ingressos: site oficial de vendas

                                                   

                                                  Náutica Responde

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                                                    Durante a Idade do Bronze, povo enigmático povoou a Bacia do Tarim, na China, e se destacava pelas práticas funerárias

                                                    Por: Nicole Leslie -
                                                    19/06/2025

                                                    Um recente estudo publicado na revista Asian Archaeology revelou novidades sobre a cultura Xiaohe, que viveu na Idade do Bronze — entre 3.300 a.C. e 1.200 a.C. O povo se diferencia na história pelas práticas funerárias bastante elaboradas, que resultaram em uma preservação tida como “extraordinária” pela ciência. Entre elas está o uso de um caixão em formato de barco.

                                                    A pesquisa foi assinada pelo arqueólogo suíço Gino Caspari. No artigo, ele contextualiza que as populações Xiaohe tinham hábitos de pastoreio, por isso o gado desempenhou um papel central na história deles.

                                                    Cemitério de Xiaohe. Foto: Wenying Li, Xinjiang Institute of Cultural Relics and Archaeolog / Reprodução

                                                    Essa importância se mostrou presente nos ritos funerários dos Xiaohe, onde peles de gado eram usadas para cobrir caixões em formato de barco e crânios bovinos pintados marcavam as cerimônias dos enterros. Mas outros detalhes também chamam atenção.

                                                    Caixão em forma de barco cruzavam mundos

                                                    Entre os achados mais fascinantes estão os chamados “barcos funerários”. Os corpos dos Xiaohe eram enterrados em caixões com formato de barcos pequenos, cuidadosamente posicionados de forma vertical.

                                                    Ilustração de um típico enterro em barco da cultura Xiaohe, com postes cerimoniais distintos fixados aos caixões. Foto: Anja Schorneck / Revista Asian Archaeology / Reprodução

                                                    Cada caixão em formato de barco era envolto em peles de gado e coberto com estacas de madeira pontiagudas — que chegavam a quase dois metros de altura. Para os pesquisadores, a simbologia sugere que os mortos embarcavam em uma jornada espiritual através de um rio ou lago metafórico.

                                                     

                                                    A ideia de viagem para a vida após a morte revela uma dimensão cosmológica da cultura Xiaohe, que via a travessia como parte do processo de morte.

                                                    Bens funerários escavados no cemitério de Xiaohe. A: escultura de madeira escavada na camada superior de caixão Xiahoe. B: remo colocado em frente a sepultamento masculino. C: poste de madeira colocado em frente a sepultamento feminino. D: sepultamento que ilustra características típicas da cultura. E: vista lateral do cemitério Xiaohe, com marcadores de túmulos e cercas. Foto: Artigo As origens genômicas das múmias da Bacia do Tarim da Idade do Bronze / Nature / Reprodução

                                                    O cemitério no coração do deserto

                                                    O cemitério desse povo foi descoberto no início dos anos 1900 e, até hoje, cerca de 170 túmulos foram revelados. A região se assemelha a um monte que se espalha por 74 metros de comprimento e 35 de largura, atingindo sete metros de altura.


                                                    A combinação do clima árido e da construção meticulosa dos túmulos resultou em uma preservação impressionante dos corpos e dos objetos funerários. Ou seja: os tecidos, ossadas e elementos orgânicos se mantiveram bastante intactos.

                                                    Mistérios no deserto da Ásia Central

                                                    Apesar dos avanços nas escavações, muitos aspectos da origem e da identidade dos Xiaohe seguem desconhecidos. Os pesquisadores ainda não conseguem definir a genealogia desse povo, que aparenta ter sido relativamente isolado no contexto da Ásia Central pré-histórica.

                                                    Mapa dos túmulos escavados no setor sul do sítio Xiaohe; em vermelho, os enterros analisados no novo estudo. Foto: Revista Asian Archaeology / Reprodução

                                                    Caspari explica que a cultura Xiaohe representa um raro vislumbre das formas como grupos humanos reagiram às condições ambientais extremas com soluções culturais singulares, o que a torna uma peça única do quebra-cabeça arqueológico.

                                                     

                                                    A riqueza simbólica dos túmulos somadas à preservação praticamente incomparável, alimentam debates entre arqueólogos e historiadores. Afinal, não é todo dia que se descobre um povo que transformava a morte em um ritual de travessia celeste, com caixões imitando barcos e bois como “guias”.

                                                     

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                                                      Por: Nicole Leslie -
                                                      18/06/2025

                                                      O 9° episódio da série especial “Endurance 64: o veleiro polar” guarda o pior momento da viagem. Com estreia nesta quinta-feira (19), às 20h, no canal da NÁUTICA no YouTube, o episódio mostra fortes emoções da aventura registrada em solo (e mar) antártico, como a contaminação no diesel do motor, alterações de rota e a visita a uma cratera vulcânica inativa.

                                                      Depois de finalmente atracarem na Antártica, a tripulação do veleiro Endurance 64 logo se viu diante de novos desafios. Ao deixarem a Estação Antártica Comandante Ferraz — a base brasileira no continente — o plano era seguir rumo à Deception Island (ou Ilha Decepção, em português), uma impressionante cratera vulcânica no arquipélago das Shetland do Sul.

                                                      Um dos blocos de gelo desviados pelo Endurance 64 na navegação Antártica. Foto: Revista Náutica

                                                      Mas no mar polar, o destino nunca é garantido. O trajeto é recheado de vida marinha e blocos de gelo de tamanhos imprevisíveis — motivo, inclusive, pelo qual o proeiro deve estar em alerta permanente para evitar colisões com animais ou obstáculos congelados.

                                                       

                                                       

                                                      A Deception Island é um dos pontos mais curiosos da Antártica: é o interior de um antigo vulcão adormecido, em formato circular, acessível apenas por embarcações menores, como veleiros. Por isso a carta náutica da área é escassa em detalhes. Isso fez com que a tripulação se baseasse em mapas alternativos elaborados por tripulações de expedições anteriores para navegar por lá.

                                                      Foto: Revista Náutica

                                                      Apesar de conseguirem atracar na ilha, a navegação passou por momentos de tensão devido a uma séria contaminação no diesel, que fez o motor do veleiro parar. O problema envolveu muita tensão e exigiu respostas rápidas da equipe, que precisou de colaboração total.

                                                      Contaminação no diesel do motor Yanmar fez tripulação alterar rotas para resolver o problema. Foto: Revista Náutica

                                                      Com a situação controlada, o grupo mudou os planos e logo seguiu para a Base Melchior, estação de pesquisa argentina na Antártica. A troca de rota aconteceu a tempo de evitar o isolamento forçado, que seria causado por uma forte mudança climática que manteria a tripulação presa por pelo menos três dias em Deception.

                                                      Equipe retirou várias garrafas de diesel do motor, até que fosse recolhido apenas o líquido descontaminado de água. Foto: Revista Náutica
                                                      Garrafas com diesel contaminado foram armazenadas corretamente para descarte adequado. Foto: Revista Náutica

                                                      O novo episódio mostra como cada decisão importa em uma expedição polar — e como o imprevisível também faz parte da jornada.


                                                      As máquinas por trás da aventura à Antártica

                                                      Com 64 pés de comprimento e casco de alumínio, o veleiro Endurance 64 abrigou por três meses  os navegadores desta expedição à Antártica, exibida na série do Canal Náutica.

                                                      Veleiro Endurance 64 abrigou tripulação por três meses durante expedição
                                                      Veleiro Endurance 64 abrigou tripulação por três meses durante expedição. Foto: Guilherme Kodja / Arquivo pessoal

                                                      Projetado por Thierry Stump, um belga que adotou o Brasil como lar, e totalmente reformado no ano de 2021, o barco homenageia, com seu nome, a lendária embarcação Endurance, de Sir Ernest Shackleton — o mais famoso navegador apaixonado pela Antártica.

                                                       

                                                      Para garantir o sucesso da expedição polar que deu origem à nova série de NÁUTICA, o Endurance 64 recebeu o motor 4LHA-STP da Yanmar.

                                                      Para série náutica de expedição à Antártica, o Veleiro Endurance 64 navega com o motor 4LHA-STP da Yanmar
                                                      Endurance 64 navega com o motor 4LHA-STP da Yanmar. Foto: Guilherme Kodja / Arquivo pessoal

                                                      Segundo a marca japonesa, o equipamento pode ser utilizado como reversor ou rabeta e ainda serve a alguns barcos de lazer — como lanchas de 36 pés com montagem de parelha.

                                                       

                                                      A parceria da tecnologia da Yanmar somada às expertises dos tripulantes permitiram que a viagem ao continente mais gelado do planeta fosse um sucesso. Você confere a saga completa de “Endurance 64: o veleiro polar” no Canal Náutica do YouTube. Inscreva-se e ative o sininho para não perder nenhum capítulo dessa emocionante expedição.

                                                       

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                                                        De 3 a 6 de julho, marca apresentará vasto leque de opções em sua loja, dentro do evento

                                                        Embora o mercado náutico brasileiro esteja em constante expansão, o cenário internacional do setor ainda enche os olhos de muitos dos amantes da náutica — e a Master Marine, confirmada no Marina Itajaí Boat Show 2025, é uma das grandes responsáveis por atender essa demanda no Brasil.

                                                        De 3 a 6 de julho, dentro do maior salão náutico do Sul do país, a empresa vai apresentar seu extenso portfólio como distribuidora de várias das mais importantes marcas do mundo náutico internacional, como Malibu Boats, Axis Wake, Grand Soleil, Fountane Pajot, Jeanneau, Dufour, Boston Whaler, Bavaria Yachts, Leopard, JBoats e Solaris.

                                                        Estaremos com a nossa loja aberta para apresentar para cada um sua marca de interesse, de veleiros, barcos de wakeboard, Seabob…Vai ser uma grande festa!– destacou Jorge Camasmie, sócio-proprietário da Master Marine, à NÁUTICA

                                                        Além de viabilizar o acesso aos barcos internacionais, a Master Marine afirma se preocupar em “prestar uma consultoria náutica e entender os reais anseios e necessidades dos clientes, para assim definir o produto ideal antes, durante e no pós-venda”.

                                                        Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica

                                                        Vale ressaltar que na edição de 2024 do Marina Itajaí Boat Show, a Master Marine possibilitou aos visitantes do evento a chance de conferir de perto o Modelo 170 Montauk, da norte-americana Boston Whaler, ao lado de brinquedos Seabob — embora ainda não tenha revelado o repertório deste ano.

                                                        Marina Itajaí Boat Show 2025

                                                        O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.

                                                        Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                                        Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.

                                                         

                                                        Anote aí!

                                                        Quando: De 3 a 6 de julho de 2025
                                                        Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h.
                                                        Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                                        Mais informações: site do evento
                                                        Ingressos: site oficial de vendas

                                                         

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                                                          Por mais improvável que pareça, há água doce dentro do oceano. A descoberta feita nos anos 1960 ainda intriga cientistas ao redor do mundo. E é justamente para desvendar os mistérios por trás desse fenômeno que uma nova expedição internacional partiu do porto de Bridgeport, nos Estados Unidos.

                                                          A missão é liderada pelo Centro de Ciências Ambientais Marinhas da Universidade de Bremen, na Alemanha.

                                                           

                                                          A bordo do navio elevatório L/B Robert, a equipe de 41 pesquisadores de 13 nacionalidades zarpou, ainda em maio, com um objetivo claro: coletar amostras para testar diferentes hipóteses sobre a origem da água doce armazenada em aquíferos subterrâneos — tanto os da superfície quanto os que estão no fundo do mar.

                                                          Foto: Nigentili / Envato

                                                          Hipóteses em análise

                                                          A pesquisa pretende confirmar ou refutar teorias que tentam explicar a presença da água doce no subsolo marinho. Entre elas, está a hipótese de que essas reservas foram carregadas por chuvas em períodos geológicos em que o nível do mar era cerca de 100 metros mais baixo do que é hoje. Outra teoria sugere que, durante eras glaciais, a água do degelo teria penetrado no solo e se alojado nos aquíferos hoje submersos.

                                                           

                                                          Apesar de esses depósitos estarem espalhados por diversas regiões do planeta — e alguns se estenderem por quilômetros da costa —, os cientistas afirmam que eles ainda são pouco explorados.


                                                          O que os cientistas querem saber?

                                                          A expedição marca apenas o início de um estudo de longo prazo. A previsão é que os pesquisadores retornem à terra firme em agosto deste ano e iniciem as análises laboratoriais a partir de janeiro de 2026, com previsão de duração de um ano. Entre as principais perguntas que o grupo espera responder estão:

                                                          • Qual é a idade da água subterrânea encontrada e quando ela foi depositada?
                                                          • Quanta água doce está armazenada nesses aquíferos?
                                                          • Como ocorre a interação entre a água doce e a água salgada?
                                                          • Que comunidades microbianas vivem nesses ambientes?
                                                          • Quais fontes de carbono esses microrganismos utilizam?
                                                          • Qual é o ciclo de nutrientes e energia nos sedimentos da plataforma continental?
                                                          • E, por fim, como essas reservas podem influenciar as concentrações de carbono, metais e nutrientes nos oceanos?

                                                          A missão científica pode não apenas revelar segredos do passado geológico da Terra, como também abrir caminhos para uma nova fronteira no conhecimento sobre os oceanos e os recursos hídricos do planeta.

                                                           

                                                          Náutica Responde

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                                                            Uma dúvida frequente — não apenas entre as crianças — é se os peixes dormem. Indo direto ao ponto: sim, eles dormem. Não exatamente da mesma forma que os mamíferos, mas também têm momentos de descanso. E há muitos outros aspectos interessantes sobre esse tema, que reunimos nesta reportagem.

                                                            A verdade é que a ciência já não debate tanto se os peixes dormem, pois o consenso atual é que de fato eles repousam. As dúvidas agora giram em torno dos detalhes desse processo: como eles dormem, quais são as características do sono e que benefícios o descanso traz para esses animais.

                                                            Peixe-zebra. Foto: Animalia / Reprodução

                                                            Um estudo da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, divulgado em 2019, mapeou o sono do peixe-zebra (Danio rerio) com uma técnica não invasiva. Os cientistas descobriram que esses animais apresentam dois tipos principais de sono, semelhantes aos observados em mamíferos — onde os seres humanos estão inclusos.

                                                             

                                                            A equipe identificou algo similar ao movimento rápido dos olhos que ocorre durante o sono humano. O REM — como é chamada a movimentação — é caracterizado por movimentos oculares rápidos e aleatórios com as pálpebras fechadas, quando há baixa atividade muscular e alta atividade cerebral.

                                                             

                                                            Além disso, os pesquisadores observaram outro tipo de sono, chamado de “sono de ondas propagantes”, influenciado pelo concentrador de melanina, um hormônio associado ao sono em mamíferos. Ou seja, os peixes podem ter muito mais em comum com nosso padrão de sono do que se imaginava.

                                                            Foto: Licença Creative Commons / Igor Cristino Silva Cruz / Reprodução

                                                            Outro estudo, também da Universidade de Stanford, conduzido pelo Departamento de Psiquiatria e Ciências Comportamentais, analisou o sono de diferentes espécies — incluindo vermes, moscas, peixes, pássaros e humanos — e concluiu que todos esses animais alternam entre sono e estado de vigília ao longo da vida.


                                                            Em todos os casos estudados, dois fatores principais mostraram regular esse ciclo: o relógio biológico, que organiza o sono ao longo do dia, e a pressão do sono, que aumenta conforme o tempo acordado. Além disso, necessidades como fome, reprodução ou o risco de predadores também influenciam esse equilíbrio.

                                                             

                                                            A conclusão foi que os animais — onde os peixes estão inclusos — podem ajustar o sono dormindo menos ou de forma mais leve. A qualidade do sono, por sua vez, foi o foco de uma outra pesquisa, agora da Universidade Metropolitana de Osaka, no Japão.

                                                            Peixe limpador (Labroidis dimidiatus). Foto: Licença Creative Commons / Karelj / Reprodução

                                                            Nessa pesquisa, cientistas analisaram os efeitos da privação de sono em peixes limpadores, avaliando como isso afetaria a capacidade de aprendizado e memória. Nesse estudo, um grupo de peixes teve o sono interrompido com luz durante a noite, enquanto o outro pôde dormir normalmente.

                                                             

                                                            O estudo, publicado em março deste ano, avaliou que os peixes que dormiram mal tiveram mais dificuldade para aprender uma nova tarefa: demoraram mais e cometeram mais erros ao tentar encontrar comida.

                                                            Foto: Envato / Kateryna_Maksymenko / Reprodução

                                                            No entanto, quando todos os peixes voltaram a dormir normalmente e foram testados dias depois, ambos os grupos se saíram igualmente bem na tarefa — o que indica que a memória não foi tão afetada quanto o aprendizado inicial.

                                                             

                                                            Logo, o resultado concluiu que a falta de sono compromete o aprendizado em peixes. Os cientistas sugerem ainda que a relação entre sono e funções mentais pode ser antiga e comum a muitos vertebrados.

                                                             

                                                            A ciência continua investigando os detalhes, processos e curiosidades sobre o sono dos peixes e de outros animais. Mas, por enquanto, sabemos que apesar de tão diferentes, eles podem ter muito mais em comum conosco do que imaginamos.

                                                             

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