Famoso iate à vela Black Pearl é oferecido em charter a partir de R$ 5,2 milhões por semana

Embarcação icônica, tecnológica e premiada do setor náutico de luxo pode ser alugada pela IYC e já tem itinerário definido até abril de 2027

Por: Nicole Leslie -
22/01/2026

São 345 pés (105 metros) de comprimento de puro luxo e tecnologia. O famoso megaiate à vela Black Pearl — ou “Pérola Negra”, em tradução livre — está no leque de charter da IYC e disponível para aluguel a partir de 830 mil euros semanais, valor em torno de R$ 5,2 milhões na conversão de janeiro de 2026. O itinerário da embarcação, inclusive, já está definido até setembro de 2027.

Lançado em 2018, o famoso Pérola Negra pertenceu a um bilionário do ramo de cimento que morreu em 2021. A enorme embarcação começou a ser oferecida em charter durante a disputa da família pela herança, já que manter o megaiate ancorado custaria aproximadamente R$ 1 bilhão por ano apenas para manutenções de rotina. O valor do aluguel, porém, ainda não era conhecido.

Black Pearl. Foto: IYC / Divulgação

No mercado de charters de iates de luxo, o preço para navegar no Black Pearl por uma semana não é sequer o mais elevado, apesar do barco colecionar tantos atributos exclusivos. No próprio catálogo da IYC há embarcações com valor inicial para a semana que partem de US$ 2,2 milhões (mais de R$ 11,7 milhões).

 

O megaiate começou a ser divulgado no catálogo da IYC durante o segundo semestre de 2025 e já tem itinerário definido até setembro de 2027. Como já de praxe no setor de charter náutico de luxo, o custo por semana não inclui as despesas com a embarcação.

Black Pearl: detalhes do charter náutico

De 22 de janeiro a 30 de abril de 2026, o Black Pearl estará disponível no Caribe para navegar pelas Bermudas, Ilhas de Sotavento e Ilhas Virgens Britânicas. O valor do aluguel semanal nessa região é o mais em conta, partindo de 830 mil euros (R$ 5,2 milhões).

Foto: IYC / Divulgação

Em seguida, de 1° de maio a 30 de setembro, o Pérola Negra navegará pelo Mediterrâneo e Norte da Europa. Nestes cenários, o aluguel semanal inicia nos 950 mil euros (R$ 5,9 milhões) e quem tiver interesse no charter poderá passear pela Itália, França, Grécia, Croácia, Montenegro, Albânia, Eslovênia, Noruega ou Suécia.

 

Depois, de 1° de outubro até 30 de abril de 2027, o megaiate luxuoso retornará ao Caribe e poderá navegar também pelo México e Costa Rica, na América Central, novamente pelo custo semanal mínimo de 830 mil euros (R$ 5,2 milhões).


Por fim, de 1º de maio de 2027 a 30 de setembro do próximo ano, o Pérola Negra navegará pelo Pacífico Sul, nas regiões de Fiji, Papua Nova Guiné, Ilhas Salomão, Austrália e Nova Zelândia. O charter semanal volta ao custo mínimo de 950 mil euros (R$ 5,9 milhões). Os valores divulgados pela IYC podem ser alterados conforme disponibilidade da embarcação.

O que torna o Black Pearl tão único?

Entre os atributos desse elegante megaiate estão os inconfundíveis três mastros DynaRig, tecnologia de vela que maximiza a eficiência da navegação e reduz o uso de combustível. Apesar de ter sido lançado em 2018, o Black Pearl ainda é a maior embarcação a incluir esse sistema.

Foto: IYC / Divulgação

Essa tecnologia, inclusive, garante a silhueta marcante do Pérola Negra que, além do imponente trio no topo, leva acabamentos em preto e branco por fora. No interior, a embarcação mais parece um palácio, com cômodos amplos que ostentam madeiras maciças, mármores e acabamentos em dourado.

Black Pearl por dentro: madeiras, mármores e acabamentos dourados fazem megaiate parecer um palácio. Foto: IYC / Divulgação

A prova da imponência do Black Pearl pode ser medida pelos títulos acumulados. Entre eles, estão os de melhor iate à vela de 60 metros ou mais e iate à vela do ano pelo World Superyacht Awards 2019; de melhor arquitetura naval para iates à vela pela Boat International Design & Innovation Awards 2019 e também o de melhor novo superveleiro (“Best New Supersail 2017”) pela revista Yachts International.

Foto: IYC / Divulgação

Resultado de um projeto desenvolvido por nomes como Oceanco, Dykstra Naval Architects, Ken Freivokh, Nuvolari Lenard e BMT Nigel Gee, o Black Pearl estabeleceu um novo padrão no luxo náutico sustentável que segue no topo da categoria mesmo após oito anos.

Um dos jets do arsenal de brinquedos aquáticos no Black Pearl. Foto: IYC / Divulgação

Para fechar com chave de ouro, o iate à vela ainda carrega um arsenal recheado de brinquedos aquáticos para crianças, jovens e adultos. Na lista estão lanchas Pascoe de 32 e 34 pés, pranchas rígidas, infláveis e de wakeboard, caiaques, esquis aquáticos, jets e equipamentos para mergulho com snorkel.

Aprecie mais fotos do Black Pearl!

Foto: IYC / Divulgação
Piscina e banheira de hidromassagem complementam áreas de lazer. Foto: IYC / Divulgação
Foto: IYC / Divulgação
Foto: IYC / Divulgação
Foto: IYC / Divulgação
Foto: IYC / Divulgação
Foto: IYC / Divulgação
Foto: IYC / Divulgação
Foto: IYC / Divulgação
Foto: IYC / Divulgação
Uma das áreas de bar. Foto: IYC / Divulgação
Sauna. Foto: IYC / Divulgação

 

Náutica Responde

Faça uma pergunta para a Náutica

    Relacionadas

    Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

    Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

    Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

    Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

    Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

    Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

    Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

    Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

    Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

    Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

    Não é IA: baleia pega onda ao lado de surfista na Austrália; assista!

    O fotógrafo Daniel Cook eternizou o exato momento em que a baleia-de-bryde dá um show nas águas de Lennox Head

    Em Lennox Head, na Austrália, uma baleia também quis se aventurar e experimentar, ao lado de surfistas, qual a sensação de pegar uma onda. O vídeo que registrou o momento foi publicado em 2020, mas voltou a repercutir nas redes recentemente.

    As águas esverdeadas e transparentes de Lennox Head permitem ver cada detalhe desse momento mágico. O animal — que ao que tudo indica, trata-se de uma baleia-de-bryde (Balaenoptera brydei) — parece ter planejado: se posiciona, espera a onda vir e embarca em grande estilo. Assista:

     


    Daniel Cook, que eternizou o momento utilizando um drone, detalhou através de seu Instagram que “uma tonelada” de pessoas entrou em contato com ele para pedir as imagens, “incluindo o surfista cuja onda a baleia roubou”.

    Ele pensou que era um grande tubarão branco– revelou Cook sobre a percepção do surfista

    Para a sorte dele, não só não se tratava de um tubarão como o momento foi profissionalmente filmado. Afinal, a chance de ele contar que havia surfado com uma baleia e alguém acreditar era — vamos combinar — bem baixa.


    A tradição de Lennox Head no surf

    Lennox Head é internacionalmente reconhecida como uma das principais comunidades de surf da Austrália, com um estilo de vida profundamente ligado ao mar e às ondas. Não à toa, a costa de Lennox Head foi declarada uma National Surfing Reserve (Reserva Nacional de Surf) — a terceira da Austrália — em 2007, em reconhecimento à importância cultural e esportiva da região para o surf recreativo.

    Foto: Taka Nozaki / Wikimedia Commons / Reprodução

    A região fica sob influência do Cape Byron Marine Park, uma área protegida que inclui diversos ambientes marinhos: praias, recifes, zona costeira e oceano aberto. Isso explica a significativa biodiversidade marinha do local, que inclusive é bem representada no vídeo. No registro, é possível ver ao menos cinco golfinhos, além de um enorme cardume de peixes.

     

    Náutica Responde

    Faça uma pergunta para a Náutica

      Relacionadas

      Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

      Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

      Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

      Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

      Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

      Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

      Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

      Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

      Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

      Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

      Conheça as programações dos museus navais da Marinha do Brasil

      De entradas gratuitas a ingressos com preço social, espaços guardam e compartilham histórias da Força

      Por: Nicole Leslie -

      Os museus provam que é possível aprender de forma leve e descontraída ao relembrar o passado. Pensando nisso, a Marinha do Brasil (MB), um dos três ramos das Forças Armadas, reúne em alguns espaços acervos, exposições e atividades que permitem um verdadeiro mergulho no patrimônio naval brasileiro.

      Inclusive, durante os períodos de férias escolares, alguns desses museus funcionam em horários estendidos e transformam-se num ambiente ideal para passeios em família repleto de aprendizado. Saiba as programações!

      Espaço Cultural da Marinha no Rio de Janeiro

      O Espaço Cultural da Marinha no Rio de Janeiro reúne um acervo importante da história da Força. Localizado na Orla Conde, entre o Largo da Candelária e a Praça XV, no Centro da Cidade Maravilhosa, o espaço funciona onde antes eram as docas da Alfândega.

      Espaço Cultural da Marinha. Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

      A visitação ocorre de terça a domingo, das 11h às 17h. Mas, de praxe, durante o mês de janeiro as atividades iniciam às 10h. Os ingressos variam de R$ 10 (meia) a R$ 20 (inteira), com entrada gratuita às terças-feiras (exceto em feriados).

       

      Por lá, as exposições “O Poder Naval na Formação do Brasil” e “Um Neogótico em Terras Tropicais” são exibidas sempre. Já outras são trocadas de tempos em tempos, como a “A Segunda Guerra Mundial pelo Arquivo da Marinha: Memórias em Documentos Arquivísticos”, que permanece até o final de fevereiro de 2026; e a mostra “Todas as Histórias se Perdem – Palavras do Passado”, disponível até 1º de fevereiro deste ano.

      Museu da Aviação Naval

      Com entrada franca, o espaço guarda um acervo histórico importante da Aviação Naval, que inclui aeronaves originais e réplicas, equipamentos, maquetes, fotos e documentos cedidos pelas Organizações Militares do Complexo Aeronaval. Os visitantes também podem interagir com algumas aeronaves.

      Museu da Aviação Naval. Foto: Guilherme W / TripAdvosor / Reprodução

      Localizado na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, no estado de RJ, o museu permite visitação em grupos de 10 a 50 pessoas mediante agendamento pelo e-mail [email protected]. Mas atente-se ao horário. O espaço funciona de quarta a domingo, sendo:

      • De quarta a sexta-feira: das 9h30 às 11h30 e das 13h15 às 16h;
      • Sábados, domingos e feriados: das 10h às 17h.

      Museu do Corpo de Fuzileiros Navais

      Com chances de ser o museu naval mais interativo da lista, o Museu do Corpo de Fuzileiros Navais fica no sítio histórico da Fortaleza de São José da Ilha das Cobras, também na cidade do Rio de Janeiro. O espaço conta com exposições em túneis construídos entre os séculos 17 e 18 que, na época, serviram de ligação segura entre as fortalezas erguidas pelos portugueses.

      Museu do Corpo de Fuzileiros Navais. Foto: Flickr / Marinha do Brasil

      O acervo inclui obras de arte, esculturas, documentos históricos, equipamentos, armamentos, medalhas, maquetes, uniformes e materiais resgatados de navios naufragados. Por lá, os visitantes também podem participar de simulações em contextos de guerra.

      Museu do Corpo de Fuzileiros Navais. Foto: Flickr / Marinha do Brasil

      O Museu do Corpo de Fuzileiros Navais tem entrada gratuita e funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 16h.


      Museu Oceanográfico

      O Museu Oceanográfico da Marinha fica em Arraial do Cabo (RJ) e funciona de terça a domingo, das 14h às 17h. Durante a alta temporada (dezembro a fevereiro e julho), o funcionamento se estende aos sábados, domingos e feriados, com operação até às 18h. Os ingressos variam de R$ 5 (meia) a R$ 10 (inteira) e só podem ser comprados em dinheiro.

      Ossada de Orca no Museu Oceanográfico de Arraial do Cabo (RJ). Foto: Flickr / Marinha do Brasil

      Localizado na Praça Daniel Barreto s/n°, na Praia dos Anjos, o espaço reúne exposições sobre naufrágios, oceanografia, geologia e biologia, além de óculos de realidade virtual que transportam para o fundo do mar. Exposições temporárias também acontecem e, durante este mês de janeiro, é possível conferir a mostra do pintor Ailton Salles.

      Museu Náutico da Bahia

      Localizado em um dos principais cartões-postais de Salvador e do Brasil, o Museu Náutico da Bahia fica instalado no histórico Forte de Santo Antônio da Barra. O espaço retrata a história da navegação, da sinalização náutica, da hidrografia e da arqueologia submarina da Baía de Todos-os-Santos. No local, os visitantes conseguem observar maquetes, instrumentos de navegação e objetos ligados ao patrimônio marcante do Forte.

      Museu Náutico da Bahia. Foto: Flickr / Marinha do Brasil
      Museu Náutico da Bahia. Foto: Flickr / Marinha do Brasil

      O Museu Náutico da Bahia funciona todos os dias das 9h às 18h e os ingressos variam de R$ 10 (meia) a R$ 20 (inteira). No entanto, a entrada é gratuita para grupos de instituições públicas e filantrópicas e instituições particulares recebem desconto progressivo no valor do ingresso considerando o número de alunos.

       

      Náutica Responde

      Faça uma pergunta para a Náutica

        Relacionadas

        Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

        Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

        Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

        Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

        Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

        Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

        Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

        Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

        Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

        Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

        Superiate Bad Company, famoso entre os amantes da pesca oceânica, foi visto em Porto Seguro (BA)

        Embarcação pertence ao bilionário Anthony Hsieh, que percorre o mundo em busca dos maiores marlins-pretos e compartilha jornadas no Instagram

        21/01/2026

        Um superiate famoso entre os amantes da pesca esportiva teve o Brasil como destino na última semana. O Bad Company Support 175 (BCS175) atracou com seus imponentes 53,25 metros (174 pés) de comprimento na Orla Norte de Porto Seguro (BA), para mais uma luxuosa expedição em busca de peixes.

        A embarcação, avaliada em cerca de US$ 32 milhões (ou R$ 170 milhões, na conversão de janeiro de 2026), integra o ecossistema Bad Company (BADCO), uma frota particular de embarcações de luxo voltadas para exploração marinha, pesca esportiva de alto nível e projetos científicos.

         

         

        Construído na Turquia pela Damen Yachting e entregue em 2024, o Bad Company pertence a Anthony Leah Hsieh, um bilionário norte-americano conhecido por ser o fundador da LoanDepot, empresa de crédito imobiliário e hipotecário dos EUA.

        Anthony Leah Hsieh nasceu em Taiwan e se mudou para os EUA aos 8 anos. Foto: Instagram @badcompanyfishingadventures / Reprodução

        A escolha do empresário pelo superiate não foi à toa. Anthony é apaixonado pela pesca esportiva de alto nível e usa sua frota Bad Company (que soma 12 embarcações) para explorar os lugares mais remotos do mundo em busca de grandes espécies de peixes — especialmente o marlin-preto (Istiompax indica) —, ao passo que realiza projetos de pesquisa oceânica e conservação.

         

        Em seu Instagram, em que soma mais de 240 mil seguidores, ele compartilha essas jornadas que percorrem o planeta.

        Um superiate de pesca

        Embora Hsieh faça parte da mais alta elite, nem sempre foi assim. Nascido em Taiwan, sua família se mudou para os EUA quando ele tinha apenas oito anos, onde frequentou a escola em Los Angeles. Por lá, percebeu que o ensino que havia recebido até então o colocava à frente dos colegas. Seu domínio em Matemática foi útil quando ele fundou a LoanDepot, em 2010.

        Foto: Damen / Divulgação

        O Bad Company foi o primeiro iate encomendado por Hsieh — os demais sempre vinham de segunda mão. Logo, ele pensou em cada detalhe para desenvolver uma embarcação adequada para suas aventuras de pesca. Para a Damen, inclusive, trata-se de um dos “projetos mais empolgantes” em que já trabalharam.

        Foto: Damen / Divulgação

        O superiate apresenta recursos como um convés de trabalho amplo, equipado com guindastes de alta capacidade e áreas que facilitam operações de pesca e logística. A embarcação pode ser preparada para receber, inclusive, helicópteros leves, o que auxilia em deslocamentos e em operações de apoio.

        Foto: Damen / Divulgação

        Dois motores a diesel MTU conferem uma autonomia máxima de 5 mil milhas náuticas em velocidade de cruzeiro, enquanto a velocidade máxima é de 19 nós (35,18 km/h). Ao todo, até seis hóspedes são bem acomodados em três cabines, além de 11 tripulantes. O BCS175 foi construído com convés de alumínio, casco de aço e superestrutura também de alumínio.


        Apesar de tudo isso, em entrevista à Boat International pouco depois de receber esse gigante, Hsieh afirmou que quase não passaria tempo nele. “O tempo que estarei neste barco será para dormir”, disse. Isso porque, no dia a dia, seu principal objetivo é estar fisicamente a bordo de um dos barcos menores que o BCS175 leva, pescando seu cobiçado marlin, como ele mostrou no vídeo a seguir:

         

         

        O Bad Company Support 175 navega sob bandeira das Ilhas Marshall. Segundo a última atualização do Marine Traffic, a embarcação ainda se encontrava nas águas brasileiras de Porto Seguro.

         

        Náutica Responde

        Faça uma pergunta para a Náutica

          Relacionadas

          Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

          Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

          Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

          Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

          Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

          Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

          Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

          Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

          Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

          Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

          Festa na lancha termina em barco apreendido por superlotação; saiba os riscos e penalidades da infração

          Além da capacidade de pessoas acima do limite, agentes notaram consumo de bebida alcoólica e ausência de cuidados básicos de segurança

          Uma animada festa na lancha terminou mais cedo em Caixa d’Aço, na Grande Florianópolis (SC). Durante a operação Guardião do Litoral, os agentes logo viram que a embarcação levava mais pessoas do que suportava. O resultado? Lancha lacrada e apreendida.

          Especialmente durante o verão, mais pessoas colocam o barco na água. Os dias ensolarados são um verdadeiro convite para aproveitar o mar na presença de amigos e familiares — e até aí, tudo mais do que certo! O problema é quando a empolgação vai longe demais.

          Superlotação da lancha coloca pessas em risco dentro e fora do barco. Foto: Agência Marinha / Divulgação

          No caso do Caixa d’Aço, que aconteceu no início de janeiro, além da superlotação, os agentes notaram consumo de bebida alcoólica e ausência de cuidados básicos de segurança na lancha.

          Os perigos da superlotação

          Ultrapassar o limite de pessoas que um barco suporta vai muito além da dor no bolso. Essa prática aumenta o risco de capotamento ou perda de estabilidade da embarcação, especialmente em situações de ondas, vento ou manobras bruscas.


          Logo, a infração pode comprometer a segurança de todos a bordo — incluindo a eficácia de equipamentos de salvatagem, que podem estar em falta devido ao alto número de pessoas — e até de outros barcos próximos.

          O que diz a Marinha do Brasil

          Ao fiscalizar uma embarcação, os agentes da Marinha do Brasil — ou de outros órgãos competentes — vão verificar se o barco está com mais pessoas a bordo do que o limite de lotação permitido, ou seja, mais do que o número máximo indicado pelo fabricante e registrado no Título de Inscrição da Embarcação (TIE).

           

          Constatando a superlotação, os agentes podem notificar o responsável, emitir auto de infração e até apreender a embarcação (temporariamente ou até a irregularidade ser sanada) — conforme a gravidade da situação e as regras da fiscalização. Essas ações ocorrem porque a segurança da navegação e a proteção da vida humana no meio aquaviário são prioridades da Autoridade Marítima.

          Foto: Agência Marinha / Divulgação

          Segundo dados de 2024 da Operação Navegue Seguro, que acontece em águas litorâneas especialmente durante o verão, as infrações mais comuns registradas foram:

          • falta de habilitação dos condutores;
          • documentação da embarcação incompleta ou vencida;
          • falta de material de salvatagem (coletes, boias e extintores de incêndio, entre outros);
          • desrespeito ao limite de lotação da embarcação;
          • consumo de bebida alcoólica durante a condução;
          • más condições de navegabilidade das embarcações.

          Sendo assim, antes de organizar um passeio a bordo, confira no TIE quantas pessoas, exatamente, você pode levar. A partir desse número, verifique também se há coletes salva-vidas para todos, bem como se os materiais de salvatagem estão de acordo. Se você for o piloto, passe longe das bebidas alcoólicas.

           

          Náutica Responde

          Faça uma pergunta para a Náutica

            Relacionadas

            Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

            Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

            Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

            Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

            Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

            Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

            Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

            Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

            Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

            Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

            Velejador Bruno Fontes conquista o 8º título nacional da classe ILCA 7 no Rio de Janeiro

            Atleta patrocinado pela Schaefer Yachts venceu três das oito regatas e encerrou o campeonato com dois pontos de vantagem sobre o 2º colocado

            Na última terça-feira (20), o velejador Bruno Fontes — atleta patrocinado pela Schaefer Yachts — escreveu mais um capítulo na vela nacional ao conquistar, no Rio de Janeiro, o Campeonato Brasileiro da Classe ILCA 7, sendo esse o oitavo título brasileiro de sua carreira.

            A conquista do título foi definida nos detalhes. O velejador, atleta do Veleiros da Ilha (SC), encerrou o campeonato com vantagem de dois pontos em relação ao segundo colocado, o gaúcho Philipp Grochtmann, numa disputa equilibrada do começo ao fim.

            Foto: Instagram @brunofontesoficial/ Reprodução/ Fred Hoffmann

            Ao longo das oito regatas disputadas, Fontes venceu três, resultado determinante para garantir a liderança geral e confirmar o octacampeonato brasileiro da carreira. Os outros haviam sido conquistados nos anos de 2006, 2008, 2009, 2010, 2011, 2015 e 2021.

            “Cada título tem um significado especial, mas esse oitavo brasileiro representa muito pela consistência ao longo dos anos. Manter-se competitivo, enfrentando novas gerações e diferentes condições, é um desafio enorme” disse Bruno Fontes, não sem antes exaltar seu afinco por velejar.

            Esse resultado é fruto de muito trabalho, disciplina e paixão pela vela– destacou o velejador

            O evento, tido como um dos principais de vela no país, é organizado pela Confederação Brasileira de Vela (CBVela) em parceria com a BRASILCA. Além de definir o campeão nacional, o torneio serve como seletiva para competições internacionais, conta para o ranking nacional e está incluso no Campeonato Brasileiro Interclubes (CBI), promovendo a disputa entre clubes náuticos.

            Foto: Instagram @brunofontesoficial/ Reprodução/ Fred Hoffmann

            Com o título, Fontes adiciona mais um troféu numa carreira recheada de vitórias e feitos marcantes. O atleta já marcou presença em três Olímpiadas (Tóquio, 2022; Londres, 2012; e Pequim, 2008) e foi medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Lima 2019, no Peru.

            O futuro vem aí

            Paralelamente, o Campeonato Brasileiro de Classe ILCA 4, categoria para jovens velejadores, segue em disputa até quinta-feira (22), também no Rio de Janeiro. Após quatro regatas disputadas, Henrique Sasaki e “Teo” Wendland Guadagnin disputam a liderança geral da competição. Do lado feminino, Helena Dutra é o destaque do Veleiros da Ilha, equipe de Fontes, na 10ª colocação.

            É motivo de orgulho competir e conquistar títulos ao lado de uma geração que vem forte– ressaltou Bruno Fontes

             

            Náutica Responde

            Faça uma pergunta para a Náutica

              Relacionadas

              Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

              Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

              Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

              Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

              Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

              Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

              Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

              Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

              Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

              Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

              Superiate “misterioso” é avistado no litoral brasileiro e chama atenção; confira

              Embarcação de casco verde e 58,3 metros de comprimento passou por destinos como Ilhabela (SP) e Marina da Glória (RJ)

              20/01/2026

              Não é todo dia que se avista um superiate de exploração desfilando nas águas do litoral brasileiro. Mas, por incrível que pareça, esse registro ocorreu nesse último fim de semana, quando uma embarcação “misteriosa” desfrutou a costa do Brasil e atraiu os holofotes.

              E não era para menos: trata-se de um barco imponente, verde, com casco de aço e superestrutura de alumínio. Mesmo de fora já é possível ver o amplo leque de comodidades a bordo: piscinas, jacuzzi, plataforma para natação e três andares para não faltar espaço.

              Iate avistado em Ilhabela. Foto: Instagram @denuncieaqui_ofc/ Reprodução

              Além disso, a silhuete icônica do superiate entorta o pescoço de quem cruza o seu caminho. O contraste das cores no casco chamou atenção e atiçou mais ainda os curiosos que deram de cara com essa embarcação em Ilhabela (SP) e na Marina da Glória (RJ).

              Registro da embarcação no Brasil em 2025. Foto: BR Marinas/ BYS international/ Reprodução

              Mas afinal, que barco é esse?

              Conheça o P!nk Shadow

              Apesar do tom verde, outra cor se faz presente no nome do superiate explorador P!nk Shadow (“sombra rosa”, em tradução livre). O barco mede 58,3 metros de comprimento (191 pés) e foi fabricado pelo estaleiro holandês Damen Yachting. Entregue em 2023, integrou a linha SeaXplorer 58.

              Foto: Y.CO/ Divulgação

              Segundo João Kossmann, da BYS International, o barco pertence ao empresário alemão Hans Georg Näder, controlador do grupo Ottobock. Ele vem bastante ao Brasil para negócios e costuma passar por Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Ilhabela e Santa Catarina antes de partir para a temporada na Antártica.

              Foto: Y.CO/ Divulgação

              As grandes viagens não assustam o proprietário, já que a embarcação foi desenvolvida para navegação de longo alcance em áreas remotas, com estrutura reforçada e autonomia acima da média do segmento de luxo, estimada em cerca de 5 mil milhas náuticas. O P!nk Shadow ainda é equipado com dois motores MTU que permitem velocidade máxima próxima de 14,5 nós.


              O superiate é frequentemente disponibilizado para fretamento no mercado internacional, mas, de acordo com Kossmann, no Brasil o barco só é utilizado de forma privada pelo dono.

              Bem-vindo a Amazônia

              Não estranhe a grafia do nome, que usa um “!” no lugar da letra “i”. Esse título segue o padrão adotado por Näder, que já batizou embarcações anteriores como P!nk Gin e P!nk Gin VI.

              Foto: Y.CO/ Divulgação

              No entanto, o nome não é a única coisa diferentona do P!nk Shadow. Projetado para unir a capacidade operacional ao padrão premium de conforto, o superiate acomoda até 12 convidados em seis cabines, enquanto trabalha com 18 tripulantes. Mas, o que realmente salta os olhos são os espaços de lazer e relaxamento.

              Foto: Y.CO/ Divulgação

              Desenvolvido pela Design Unilimited, a parte de dentro carrega materiais nobres e estética inspirada em produções de filmes épicos de aventura ambientado na bacia amazônica, para que percorrer o iate fosse uma verdadeira jornada.

              Tahiti Plage. Foto: Y.CO/ Divulgação

              Destaque para o beach club Tahiti Plage, localizado no deque principal, que se abre para ambos os lados e amplia o espaço que já é grande para algo panorâmico e envolvente.

              Foto: Y.CO/ Divulgação

              O espaço é dedicado ao entretenimento dos hóspedes com um bar central, assentos confortáveis, piscina de hidromassagem e espreguiçadeiras engenhosamente suspensas sobre a água.

              Foto: Y.CO/ Divulgação

              O “Amazonas deck” (terraço Amazonas) é um lugar relaxante que oferece uma grande piscina de hidromassagem, espreguiçadeiras, mesa de jantar espaçosa e um bar completo para quem deseja descansar curtindo a vibe amazônica.

              Foto: Y.CO/ Divulgação

              A embarcação ainda tem um heliponto certificado, centro de mergulho, garagem para barcos de apoio, jets e equipamentos de exploração, além de amplas áreas externas voltadas à convivência e ao lazer.

              Veja mais fotos do P!nk Shadow

              Foto: Y.CO/ Divulgação
              Foto: Y.CO/ Divulgação
              Foto: Y.CO/ Divulgação
              Foto: Y.CO/ Divulgação
              Foto: Y.CO/ Divulgação
              Foto: Y.CO/ Divulgação

              Náutica Responde

              Faça uma pergunta para a Náutica

                Relacionadas

                Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                Barco Brasil cruza o Ponto Nemo, local mais isolado dos oceanos, em etapa da Globe 40

                Embarcação está na linha de frente da regata de volta ao mundo em duplas. Etapa partiu de Sydney, na Austrália, e termina em Valparaíso, no Chile

                Por: Nicole Leslie -

                Único representante brasileiro na Globe 40 2025/2026, o Barco Brasil cruzou o Ponto Nemo durante a 4ª etapa da regata de volta ao mundo em duplas. A pernada que iniciou dia 1º de janeiro em Sydney, na Austrália, e vai até Valparaíso, no Chile, cruza o Oceano Pacífico e passa pelo local mais distante de qualquer terra firme no planeta.

                Comandado pelos brasileiros José Guilherme Caldas e Luiz Bolina, o veleiro Barco Brasil cruzou o Ponto Nemo neste sábado (17). A embarcação está na linha de frente da regata, com indicadores desta terça-feira (20) apontando para a 3ª posição geral. Na frente está o Belgium Ocean Racing, em 1º lugar, e o Crédit Mutuel, em 2º.

                José Guilherme Caldas (à esq.) e Luiz Bolina (à dir.) comandam o Barco Brasil na Globe 40 2025/2026. Foto: Instagram @barcobrasil / Reprodução

                O Ponto Nemo é o local mais isolado dos oceanos, a cerca de 2.700 km da terra mais próxima. Por lá também fica uma espécie de cemitério de espaçonaves, já que a região abriga satélites, estações espaciais e outros objetos desse nicho que caíram em desuso.

                 

                 

                Além disso, as correntes oceânicas dificultam a vida marinha, o que torna o Ponto Nemo um espaço ainda mais desértico no meio do Oceano Pacífico. A região também apresenta condições desafiadoras, como frio intenso, chuva de granizo e um cenário que só permite enxergar o gigante azul.

                É muito impactante a sensação de estar no fim (ou no início) do mundo. Ao mexer nos cabos, a sensação é de que tudo vai congelar. Estamos no “modo frigorífico” e a carne dentro somos nós-relatou José Guilherme Caldas

                Apesar dos desafios, o Barco Brasil lidera a categoria Sharp com 9 pontos. Atrás dele está o veleiro francês Free Dom, com 13,5 pontos. O sistema de pontuação da Globe 40 prioriza quem somar menos pontos ao final do percurso.


                A famosa regata é disputada em barcos Class40, divididos entre as categorias Scow, de proa larga e projeto mais recente, e Sharp, de proa fina. Estes também contam com uma premiação específica ao término da volta ao mundo.

                Foto: Agência On Board 360° / Divulgação

                Ao todo, são seis etapas no percurso de volta ao mundo. O principal desafio, além dos fenômenos naturais, é completar o trajeto em dupla. Em cada fase, um dos tripulantes a bordo pode ser trocado, mas precisam sempre estar em duplas nas embarcações. O público pode acompanhar a regata em tempo real no site oficial.

                 

                Náutica Responde

                Faça uma pergunta para a Náutica

                  Relacionadas

                  Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                  Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                  Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                  Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                  Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                  Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                  Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                  Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                  Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                  Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                  Artista francês leva obra com veleiros Optimist para a Baía de Guanabara nesta quinta-feira (22)

                  Inédito no Brasil, projeto de Daniel Buren acontece desde 1975 em cidades icônicas do mundo. Exposição se estenderá ao MAM de 28 de janeiro a 12 de abril

                  Uma obra que há mais de 50 anos percorre pontos icônicos do mundo vai, pela primeira vez, atracar — e navegar — no Brasil. Do artista francês Daniel Buren, Voile/Toile – Toile/Voile (Vela/Tela – Tela/Vela) ganhará as águas da formosa Baía de Guanabara nesta quinta-feira (22), antes de seguir para o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM).

                  Apresentada desde 1975, a obra que já passou por cidades como Berlim, Genebra e Miami leva as tradicionais listras de Buren para as velas de veleiros Optimist, que, juntas, pintam o horizonte.

                   


                  Ao todo, onze veleiros vão partir às 15h da Marina da Glória para um percurso até a Praia do Flamengo, formando uma verdadeira intervenção artística em movimento. De lá, as embarcações partem para o foyer do MAM, onde passam a compor a exposição derivada da regata de 28 de janeiro a 12 de abril.

                   

                  No museu, os barcos serão acomodados em ordem de chegada, de modo a evidenciar a transição do uso funcional para o campo artístico. A ideia, na prática, é prolongar em terra firme a experiência criada no mar.

                  Esse encontro se desdobra em um debate sobre onde está a arte, com uma experiência estética capaz de afetar a nossa relação com uma paisagem conhecida– afirmou o diretor artístico do museu, Pablo Lafuente

                  O percurso pela Baía de Guanabara poderá ser acompanhado da orla. Para a exposição, a entrada no MAM é gratuita.


                  Sobre o artista

                  Daniel Buren (França, 1938) é um dos principais nomes da arte conceitual desde os anos 1960. Tornou-se conhecido pelo uso de listras verticais de 8,7 cm em cores contrastantes, aplicadas a superfícies, espaços arquitetônicos e intervenções urbanas. É responsável por consolidar o conceito de arte in situ, em que cada obra responde diretamente ao ambiente em que é apresentada.

                  Foto: Pascal Ferro / Wikimedia Commons / Reprodução

                  A partir dos anos 1990, expandiu suas pesquisas para o uso de cor, luz e reflexos, criando ambientes imersivos que transformam a percepção do espaço. Participou de diversas edições da Bienal de Veneza, recebendo o Leão de Ouro em 1986, e segue com presença marcante no circuito internacional.

                   

                  Náutica Responde

                  Faça uma pergunta para a Náutica

                    Relacionadas

                    Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                    Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                    Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                    Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                    Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                    Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                    Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                    Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                    Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                    Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                    Petrobras lança combustível de base renovável para barcos de lazer

                    Diesel Verana é produzido na refinaria de Cubatão (SP) e tem 5% da composição feita de substâncias renováveis

                    Por: Nicole Leslie -
                    19/01/2026

                    A Petrobras lançou um combustível a base de conteúdo renovável elaborado especificamente para uso em barcos de lazer. O novo Diesel Verana é produzido na refinaria de Cubatão, em São Paulo (SP), e tem 5% da composição feita de substâncias que se regeneram naturalmente.

                    A novidade integra a carteira de produtos mais sustentáveis da Petrobras. De acordo com a marca, o produto é o único diesel premium destinado ao mercado náutico de lazer.

                     

                    O combustível é produzido por coprocessamento de 95% de diesel mineral com 5% de conteúdo renovável (como óleos vegetais ou gordura animal). De acordo com a Petrobras, isso faz com que o produto tenha as mesmas características e propriedades de um óleo diesel marítimo 100% mineral, por isso não exige qualquer adaptação dos motores para o seu uso.

                    Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão (SP). Foto: Petrobras / Divulgação

                    Além disso, a parte renovável desse combustível faz com que o produto reduza a emissão de gases de efeito estufa em 3%. Estes gases são os responsáveis por aquecer a atmosfera do planeta que, em larga escala, intensificam o aquecimento global.


                    O Diesel Verana foi testado pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (CENPES), que pontuou alguns fatores como diferenciais do composto. Entre eles estão o abastecimento mais rápido e sem formação de espuma, a redução do odor típico de diesel marítimo e maior estabilidade, que promete mais proteção às partes do motor em contato com o combustível, mesmo após longos períodos da embarcação em repouso.

                    Abastecimento de barco de lazer. Foto: TDyuvbanova / Envato

                    A Petrobras já iniciou a produção e comercialização do novo combustível para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Santa Catarina e, ao longo do 1º trimestre, de acordo com a marca, o produto estará disponível em postos Petrobras selecionados. Segundo a Petrobras, a produção acompanhará a evolução do consumo para atender a demanda em totalidade.

                     

                    Náutica Responde

                    Faça uma pergunta para a Náutica

                      Relacionadas

                      Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                      Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                      Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                      Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                      Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                      Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                      Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                      Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                      Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                      Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                      Experiência em iate de luxo e mais: mimos que Wagner Moura recebeu com a vitória no Globo de Ouro

                      Vencedores e apresentadores da premiação recebem bolsa exclusiva com presentes avaliados em mais de R$ 5 milhões

                      Por: Nicole Leslie -

                      Não bastasse todo o reconhecimento de vencer um Globo de Ouro, os felizardos ainda recebem uma bolsa exclusiva com presentes luxuosos, a chamada “Ultimate Gift Bag”. Na 83ª edição, em que Wagner Moura levou o título de melhor ator em filme dramático, os prêmios da mala foram avaliados em quase US$ 1 milhão (mais de R$ 5 milhões). Mas a verdade é que, apesar do valor, nenhum dinheiro poderia comprar uma delas, afinal, são limitadas aos vencedores e apresentadores da premiação.

                      Nesta edição, a mala contou com alguns presentes que qualquer apaixonado pelo universo náutico amaria ganhar. Entre eles estavam cinco dias a bordo de um luxuoso iate a vela na Indonésia, três dias em uma vila à beira-mar no México e quatro noites em um resort de luxo nas Maldivas, onde duas seriam na primeira casa subaquática do mundo e outras duas em uma vila sobre águas cristalinas.

                      Um dos presentes dos vencedores do Globo de Ouro 2025 foi cinco dias a bordo de veleiro luxuoso na Indonésia. Foto: Celestia Yacht / Divulgação

                      Figura já carimbada no Globo de Ouro, a famigerada bolsa premiada une experiências, itens de beleza e bebidas chiques — e, muitas vezes, raras. No entanto, nem todos os 35 presentes da lista podem ser aproveitados por todos, já que alguns têm quantidade limitada e definida por ordem de chegada — o que não é o caso do passeio no iate de luxo na Indonésia.

                       

                      A experiência, avaliada em US$ 60 mil (mais de R$ 300 mil), acontece a bordo do Celestia Phinisi, e poderá ser devidamente aproveitada por todos os ganhadores.

                      Celestia Phinisi: vela, luxo e estilo retrô

                      Os 45 metros (148 pés) de comprimento do Celestia Phinisi chamam atenção pela estética retrô e vários mastros com velas. Mas, diferente do que parece, não é um barco antigo. Na verdade foi construído sob medida em 2023 justamente para ser palco de experiências únicas no sudeste asiático com essa estética vintage, que evoluiu dos barcos antigos.

                      Celestia Phinisi. Foto: Celestia Yacht / Divulgação

                      A embarcação tem sete suítes para receber até 14 hóspedes confortavelmente, além de cabines para 17 membros da tripulação. O motor responsável pela velocidade de cruzeiro em 10 nós é um Yanmar de 450 hp movido a diesel marítimo.

                      Fotos: Celestia Yacht / Divulgação

                      Entre as áreas comuns do Celestia Phinisi estão salas de jantar, salas de estar, deques (internos e externos) e a cozinha. Esta, por sinal, serve do café da manhã ao jantar refeições assinadas pelo chef Wayan Kresna Yasa, que trabalhou em restaurantes premiados pelo Guia Michelin em Chicago e Nova York, nos EUA.

                      Cardápio a bordo do iate é assinado pelo chef Wayan Kresna Yasa. Foto: Celestia Yacht / Divulgação

                      A bordo desse luxuoso iate vintage a promessa é viver experiências para se recordar a vida inteira. Para isso, além de navegar pelo Triângulo de Coral na Indonésia por cinco dias, as atividades também incluem mergulho, snorkeling, stand-up paddle, caiaque, esqui aquático, wakeboard, observação de pássaros, passeios entre ilhas particulares, contemplação das estrelas, jantares privativos na praia, massagens, ioga e caminhadas na natureza.

                      Celestia Phinisi navega pelo Triângulo de Coral. Foto: Celestia Yacht / Divulgação

                      Presentes que se conectam com o mar

                      Além da experiência a bordo do Celestia Phinisi, a “Ultimate Gift Bag” da premiação de 2025 também veio com um vale para estadia de três noites no Casa Bellamar, em San José del Cabo, no México — uma villa à beira-mar que não deixa faltar luxo. Avaliado em US$ 25 mil (cerca de R$ 135 mil), o prêmio só ficou disponível para cinco contemplados.

                      Casa Bellamar, no México. Foto: Destinations by Destinations in Paradise / Divulgação

                      Outro presente limitado a cinco felizardos e que também ganharia qualquer apaixonado pelo universo náutico foi a estadia de quatro noites no Conrad Maldives Rangali Island, um resort de luxo nas Maldivas.

                       

                      O diferencial dessa estadia, além dos visuais incontestáveis, é a possibilidade de passar dois dias hospedado no The Muraka, a primeira residência subaquática do mundo; e outros dois no Rangali Ocean Pavilion, um pavilhão cercado por águas cristalinas com dois quartos e piscina.

                      The Muraka. Foto: Conrad Maldives Rangali Island / Divulgação
                      Rangali Ocean Pavilion. Foto: Conrad Maldives Rangali Island / Divulgação

                      Veja os presentes da bolsa premiada do Globo de Ouro 2025

                      Viagens e experiências:

                      1. Casa Bellamar by Destinations in Paradise: Estadia de três noites em San José del Cabo, México, em uma villa à beira-mar (US$ 25.000, disponível para cinco contemplados);
                      2. Celestia Phinisi: Aluguel de iate de luxo por cinco dias pelo Triângulo de Coral na Indonésia (US$ 60.000, disponível para todos os participantes);
                      3. Conrad Koh Samui: Três noites no Golfo da Tailândia na The Royal Villa (US$ 15.370, disponível para três contemplados);
                      4. Conrad Maldives Rangali Island: Estadia de duas noites no The Muraka, a primeira residência subaquática do mundo, seguida de uma estadia de duas noites no Rangali Ocean Pavilion (US$ 70.000, disponível para cinco contemplados);
                      5. Conrad Singapore Orchard: Estadia de quatro noites em Singapura numa Suíte Premium (12.000 dólares, disponível para três contemplados);
                      6. Flockhill, ROKI e Minaret: Estadia de seis noites em três hospedagens de luxo na Nova Zelândia (US$ 31.307, disponível para um único ganhador);
                      7. Foley Entertainment Group: Estadia de quatro noites na Nova Zelândia, na propriedade rural Wharekauhau, com jantar privativo com o enólogo (14.450 dólares, disponível para 20 contemplados);
                      8. Hilton Maldives Amingiri Resort & Spa: Estadia de três noites nas Maldivas no The Residence, uma villa de seis quartos (US$ 80.000, disponível para cinco contemplados);
                      9. Mandapa, um Ritz-Carlton Reserve: Estadia de três noites em Bali, Indonésia (US$ 5.800, disponível para três contemplados);
                      10. Hotel Naturhotel Forsthofgut: Estadia de três noites em Leogang, Áustria (US$ 11.500, disponível para cinco contemplados);
                      11. Robb Report: Um test drive nos veículos mais cobiçados de 2027 no The Concours Club, em Boca Raton, Flórida (US$ 31.400, disponível para um ganhador);
                      12. Robb Report : Dois ingressos para o evento Carro do Ano (US$ 31.400, disponíveis para um único ganhador);
                      13. Round Hill Hotel and Villas: Estadia de três noites em Montego Bay, Jamaica, na The Estate Villa (US$ 30.000, disponível para um único contemplado);
                      14. The Reserve at Grace Bay by Beach Enclave: Estadia de três noites em Turks e Caicos em uma villa à beira-mar (US$ 50.000, disponível para seis contemplados);
                      15. Umana Bali, LXR Hotels & Resorts: Estadia de quatro noites em Bali, Indonésia, na Villa Panorâmica com Vista para o Oceano (US$ 21.000, disponível para três contemplados);
                      16. Waldorf Astoria Bangkok: Estadia de quatro noites em Bangkok, Tailândia, na Suíte Real (US$ 20.500, disponível para três contemplados);
                      17. Waldorf Astoria Maldives Ithaafushi: Estadia de três noites nas Maldivas na Grand Overwater Villa (US$ 26.000, disponível para seis contemplados);
                      18. XO: Acesso aos bastidores de uma corrida do WEC em 2026 e um incentivo de voo em jato particular de 5%, avaliado em até US$ 10.000 (US$ 14.000, disponível para cinco contemplados).

                      Beleza a bem-estar

                      1. Beau Domaine: A rotina de cuidados com a pele de Brad Pitt com o sérum e o creme (US$ 273, disponível para todos os contemplados);
                      2. Cellcosmet: Um kit de cuidados com a pele contendo o Tônico Ativo e o Ultra Intensivo Elasto Collagen XT (US$ 445, disponível para todos os participantes);
                      3. CurrentBody Skin: Um capacete de LED de última geração para crescimento capilar (US$ 860, disponível para todos os contemplados);
                      4. DOGPOUND: Uma experiência exclusiva de aluguel completo de um clube em uma academia ultra-privada (US$ 7.500, disponível para cinco contemplados);
                      5. Elysium Health: Assinatura anual de um suplemento recomendado por médicos para um envelhecimento saudável, o Basis (US$ 480, disponível para todos os assinantes);
                      6. Guerlain Wellness Spa Waldorf Astoria Nova York / Guerlain Wellness Spa Regent Santa Monica: Experiência de massagem “Tempo a Dois” para duas pessoas (US$ 480, disponível para 25 contemplados);
                      7. Maison Devereux: Uma assinatura anual do The Golden Circle, além de um conjunto de xampu e condicionador de ouro (US$ 21.000, disponível para três contemplados);
                      8. Perfumehead: Escolha uma fragrância da coleção Extrait de Parfum (US$ 615, disponível para todos os contemplados);
                      9. Robb Report : Dois passes para o retiro de bem-estar inaugural da Robb Report , Re:Well (US$ 20.000, disponíveis para dois contemplados);
                      10. Sothys: Sothys x Bernardaud Porcelaine La Crème 128 (US$ 640, disponível para todos os contemplados);
                      11. TRONQUE: Kit spa com leite corporal triplamente ativo, sérum esfoliante corporal, manteiga firmadora e escova iônica a seco (US$ 465, disponível para todos os contemplados).

                      Vinhos, bebidas espirituosas e charutos:

                      1. 672 Napa Valley Wine Club by Robb Report: Assinatura de nível Discovery com três garrafas (US$ 300, disponível para três pessoas);
                      2. Cygnet: Uma garrafa de Cygnet 22 e 77, além de um par de copos de martini e de whisky com gelo, desenhados por Erik Lorincz (US$ 500, disponível para todos os contemplados);
                      3. Destilaria Isle of Harris: Uma caixa com seis garrafas de uísque de um barril produzido exclusivamente para os contemplados (US$ 1.080, disponível para aproximadamente 35 pessoas);
                      4. Liber Pater: Nove garrafas ultrarraras de vinho francês das safras de 2006, 2007, 2009, 2010, 2011, 2015, 2018 e 2019 (US$ 210.000, disponíveis para um único ganhador);
                      5. Liber Pater: Dois ingressos para o Jubileu na propriedade Liber Pater em Bordeaux (US$ 117.000, disponíveis para um único ganhador);
                      6. Liquid Icons: Dois ingressos para o Golden Vines de 2026 (US$ 30.000, disponíveis para um único ganhador).

                       

                      Náutica Responde

                      Faça uma pergunta para a Náutica

                        Relacionadas

                        Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                        Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                        Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                        Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                        Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                        Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                        Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                        Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                        Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                        Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                        Iate de 115 pés promete mais espaço interno graças à proa não convencional

                        Menor embarcação desenhada por Abdulbaki Şenol mostra que o tamanho não precisa limitar o aproveitamento de espaços

                        Por: Nicole Leslie -

                        O designer turco de iates Abdulbaki Şenol tem em seu portfólio embarcações que ultrapassam 300 pés de comprimento e, no final de 2025, revelou imagens do menor barco que já desenhou: um iate de 115 pés (35 metros) que prova como tamanho não necessariamente limita o aproveitamento interno. E parte disso se deve à proa não convencional.

                        Nessa área, Şenol optou por um desenho com estrutura larga e escalonada, que permitiu mais espaços internos e externos a bordo. Com perfil diferente do usual, que tem linhas diagonais, o modelo é mais vertical e horizontal. Dessa forma, foi possível ter mais espaço interno no convés principal e um espaço amplo a céu aberto no convés superior.

                        Foto: Abdulbaki Şenol / Divulgação

                        Ao Autoevolution, Şenol disse ter trabalhado no que se tornaria seu menor conceito de barco por cerca de um ano, para que o comprimento não implicasse no espaço habitável da embarcação, assim chegando no desenho de proa. Apesar disso, quem se tornar proprietário de um barco nesse modelo poderá personalizar os interiores de acordo com o próprio gosto.

                        Foto: Abdulbaki Şenol / Divulgação

                        O iate mescla ambientes abertos e fechados que prezam, principalmente, pela socialização nos espaços de convivência. São três pisos, sendo o último um flybridge com direito a muita luz solar.

                        Foto: Abdulbaki Şenol / Divulgação

                        Outro destaque da embarcação, onde Abdulbaki provou como é possível ter uma mansão flutuante mesmo sem os maiores tamanhos do mercado, foi na suíte do proprietário. Localizada na proa — e nada singela — , a cabine fica no convés principal e tem nada menos que 60m² de área total.


                        O refúgio conta com amplas janelas que permitem vista para o oceano em 180° e espaços separados para duas pessoas: dois closets, dois banheiros e varandas privativas acessadas por portas de correr.

                        Planta do convés principal, sendo proa à esquerda e popa à direita. Foto: Abdulbaki Şenol / Divulgação

                        No convés principal também é onde ficam as outras acomodações, projetadas para até dez hóspedes e seis membros da tripulação. São duas cabines VIP, duas cabines duplas para os convidados e três cabines para os funcoinários.

                         

                        Mais à popa, há uma área de convivência com salão amplo, sofás em “L” e mesa de jantar para dez pessoas, além de uma área de beach club que permite contato direto com a água.

                        Planta do convés superior.Foto: Abdulbaki Şenol / Divulgação

                        Um piso acima, no convés superior, há outro lounge com uma área de bar, cozinha, banheiros, posto de comando e espaços a céu aberto na popa e na proa. Enquanto a parte da proa tem sofás espaçosos e uma área livre considerável, na popa há espreguiçadeiras e mesas com cadeiras.

                        Foto: Abdulbaki Şenol / Divulgação

                        Por último e mais acima há o flybridge com uma jacuzzi e outros sofás para receber amigos. O andar permite visão em 360° do cenário ao redor e ainda carrega t-top com vidro, para um ambiente bem iluminado.

                         

                        Náutica Responde

                        Faça uma pergunta para a Náutica

                          Relacionadas

                          Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                          Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                          Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                          Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                          Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                          Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                          Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                          Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                          Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                          Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                          Atins e o kitesurf: destino nos Lençóis Maranhenses revela nome jovem no esporte

                          Vila no litoral do Maranhão reúne condições naturais ideais para a prática do kitesurf

                          Por: Nicole Leslie -
                          18/01/2026

                          As hipnotizantes dunas dos Lençóis Maranhenses revelam mais do que paisagens admiráveis. Em Atins, vila localizada no município de Barreirinhas (MA), o cenário natural também tem servido de palco para a formação de novos nomes do kitesurf — esporte que ganha cada vez mais força na região. Um dos destaques é Luiz Inácio Pereira, jovem atleta que, aos 15 anos, já acumula títulos em campeonatos nacionais.

                          No kitesurf, o praticante combina manobras na água e no ar com o auxílio de uma “pipa” — estrutura semelhante à de um parapente — presa ao corpo por um cinto. O esporte mistura técnicas de modalidades como surf, windsurf, parapente e skate, exigindo equilíbrio, leitura do vento e domínio técnico.

                           

                           

                          Conhecido como Luizinho, o atleta começou a praticar kitesurf aos 12 anos e, em 2025, passou a viajar pelo país em busca de competições. Morador de Atins, encontrou no esporte não apenas uma atividade competitiva, mas também um estilo de vida ligado ao vento, ao mar e à paisagem dos Lençóis Maranhenses.

                           

                          Sua estreia em campeonatos aconteceu no Macapá Big Air, disputado no Piauí, onde competiu na categoria intermediária e conquistou o primeiro lugar. Em seguida, participou do Circuito Brasileiro de Kitesurf Big Air, no Ceará, competindo na categoria Sub-19 e garantindo a medalha de prata.

                          Luizinho praticando kitesurf em Atins, MA. Foto: Caio Florentino / Divulgação

                          Os bons resultados levaram Luizinho a competir em outros destinos do Piauí, como Barra Grande, Coqueiro, Atalaia e Pedra do Sal, além de praias do Ceará, como Jericoacoara, Guajiru e Tatajuba. No Maranhão, também marcou presença em diferentes pontos da região dos Lençóis, consolidando sua trajetória ainda precoce no esporte.

                           

                          Mais do que revelar atletas, o kitesurf tem contribuído para projetar Atins no mapa turístico do Brasil. As condições naturais da vila — ventos fortes e constantes aliados a águas relativamente calmas — formam um dos cenários mais próximos do ideal para a prática desse esporte. Não por acaso, o destino tem atraído kitesurfistas de diferentes países.

                          Atins, no Maranhão. Foto: Lica O / Trip Advisor / Divulgação

                          Sobre o kitesurf

                          Criado em 1985, na França, o kitesurf une dois elementos centrais já presentes em seu nome: kite (pipa, em francês) e surf (que dispensa comentários). Para a prática, são necessários uma prancha, a pipa, o cinto de tração (que conecta o atleta ao kite), a barra de controle (responsável por direcionar e frear a pipa) e as linhas que mantêm o sistema em funcionamento.


                          O vento é o principal motor do esporte. Com ele, o atleta ganha sustentação para saltos e manobras aéreas, que lembram movimentos do skate, enquanto na água as técnicas se aproximam do wakesurf. A combinação de liberdade e radicalidade exige estrutura de segurança nas competições, tanto para os atletas quanto para o público.

                           

                          Náutica Responde

                          Faça uma pergunta para a Náutica

                            Relacionadas

                            Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                            Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                            Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                            Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                            Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                            Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                            Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                            Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                            Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                            Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                            Rebocador Laurindo Pitta retoma famoso passeio marítimo pela Baía de Guanabara após reparos

                            Único navio brasileiro remanescente da Primeira Guerra Mundial leva visitantes para roteiro com quase 20 pontos turísticos. Saiba como participar!

                            17/01/2026

                            Uma das atrações mais procuradas do Espaço Cultural da Marinha no Rio de Janeiro está de volta! Após um período de reparos, o rebocador Laurindo Pitta voltou a receber visitantes para o famoso passeio marítimo pela Baía de Guanabara, que percorre quase 20 pontos turísticos.

                            O barco, construído na Inglaterra em 1910, é o único navio brasileiro remanescente da Primeira Guerra Mundial — da qual participou em tarefas de apoio, em 1918, integrado à Divisão Naval em Operações de Guerra (DNOG). É justamente nesse pedaço da história que os visitantes conhecem outra: a do Brasil.

                            Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                            O roteiro tem duração de aproximadamente 1h30 e conta com um guia turístico responsável por compartilhar curiosidades e histórias dos 18 locais visitados. Veja quais são:

                            • Espaço Cultural da Marinha;
                            • Estação das Barcas;
                            • Aeroporto Santos-Dumont;
                            • Escola Naval;
                            • Aterro do Flamengo;
                            • Pão de Açúcar;
                            • Fortaleza de São João;
                            • Ilha da Laje;
                            • Fortaleza de Santa Cruz;
                            • Museu de Arte Contemporânea;
                            • Ilha de Boa Viagem;
                            • Niterói;
                            • Diretoria de Hidrografia e Navegação;
                            • Ponte Rio-Niterói;
                            • Museu do Amanhã;
                            • Ilha das Cobras;
                            • Ilha Fiscal;
                            • Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro.

                            O tour acontece de quinta a domingo — incluindo feriados — , às 13h15 e às 15h. Especialmente em janeiro, os passeios ganham novas datas: de terça a domingo. Os ingressos variam de R$ 30 (meia entrada) a R$ 60 (inteira) e podem ser adquiridos pelo site da Ingresso com Desconto.

                            Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                            Depois de adquirir a entrada, é necessário ir até o Espaço Cultural da Marinha (na Orla Conde, Boulevard Olímpico, entre o Largo da Candelária e a Praça XV), onde acontece a validação do ingresso e o embarque. Além do Passeio Marítimo, o visitante recebe de cortesia o ingresso para visitar o Espaço Cultural da Marinha.

                            O passeio tem um papel duplo, hoje em dia: ele educa não somente sobre a história da Marinha do Brasil, mas também sobre a importância dos oceanos– destacou o diretor do DPHDM, Vice-Almirante Gilberto Santos Kerr

                            O rebocador Laurindo Pitta

                            O rebocador “Laurindo Pitta” recebe esse nome em homenagem ao deputado Laurindo Pitta de Castro, um dos principais defensores do Programa de Reaparelhamento Naval de 1904, que buscava modernizar a Marinha do Brasil. Construído na Inglaterra, o navio simboliza um período de profunda transformação da Força Naval, marcado pela incorporação de novos meios e pela busca de maior projeção internacional.


                            Durante a Primeira Guerra Mundial, o rebocador integrou a Divisão Naval em Operações de Guerra (DNOG), atuando em missões de apoio logístico ao esforço aliado. Após o conflito, seguiu em serviço em tempos de paz e, na Segunda Guerra Mundial, teve papel estratégico na defesa do Porto do Rio de Janeiro, uma área sensível do litoral brasileiro naquele contexto.

                             

                            Em 1997, o “Laurindo Pitta” foi restaurado e transformado em navio-museu. Hoje, sob responsabilidade da Marinha, abriga uma exposição permanente sobre a participação brasileira na Primeira Guerra Mundial, preservando a memória dos desafios enfrentados pelo país e o processo de consolidação de uma Marinha moderna.

                             

                            Náutica Responde

                            Faça uma pergunta para a Náutica

                              Relacionadas

                              Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                              Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                              Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                              Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                              Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                              Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                              Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                              Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                              Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                              Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                              Da África do Sul ao Brasil: velejadores brasileiros concluem Cape2Rio e podem conquistar pódio

                              Tradicional regata teve largada no dia 27 de dezembro e conta com uma das maiores flotilhas brasileiras na história da competição

                              16/01/2026

                              Uma das mais importantes e tradicionais regatas do mundo, a Cape2Rio nunca foi tão verde e amarela. O Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ) já começa a receber os primeiros barcos a atravessarem a linha de chegada, com direito a dois veleiros brasileiros concluindo a corrida e com chances reais de pódio.

                              Ao todo, barcos da África do Sul, Alemanha, Estados Unidos, Noruega, Suíça e Brasil fazem parte desta que é a 18ª edição da regata, criada em 1971 e que acontece em média a cada três anos. Todos partiram da Cidade do Cabo, na África do Sul, no dia 27 de dezembro, com destino ao Rio de Janeiro.

                              Regata Cape2Rio. Foto: Cape2Rio/ Divulgação

                              Com três barcos, os brasileiros estão com uma das maiores flotilhas da história da Cape2Rio. Dois deles já terminaram a travessia: o veleiro Esperança, do Rio Grande do Sul, comandado por Márcio Lima; e o Audaz 2, comandado por Gustavo Lis, com parte da tripulação de Paraty (RJ) e Rio Grande do Sul.

                               

                              Ambos cruzaram a linha de chegada nesta última quinta-feira (15), em segundo e terceiro lugar, respectivamente, e resultados corrigidos. A briga dos brasileiros em especial está com o alemão Vineta (1º colocado) e com a sul-africana Angel Wings (4ª colocada), que também já finalizaram o trajeto. Os campeões finais ainda serão definidos assim que o último barco chegar, com expectativa para o próximo dia 26 de janeiro.

                              “Muito tocante avistar o Pão de Açúcar na aproximação ao Rio pois estávamos velejando há mais de duas semanas, achamos que nunca íamos parar e daí nos demos conta que estávamos aqui” disse Felix Scheder-Bieschi, capitão do Vineta, que garante ser essa a sua primeira visita à costa do Rio de Janeiro.

                              Foto: ICRJ/ Divulgação

                              Márcio Lima não escondeu a felicidade de terminar a Cape2Rio. Com uma tripulação formada por amigos da vela e seu filho, ele conta que a largada não foi boa, mas que conseguiram se recuperar e manter o ritmo. “Sabíamos que ao longo da regata iríamos recuperar e foi fantástico”, contou após sua chegada.

                               

                              Mas a história não se encontra apenas no pódio. Theodora Prado, velejadora de Ubatuba, é outro grande destaque brasileiro da Cape2Rio, velejando sozinha pelo Oceano Atlântico no comando do Suidoos 2, um barco de 31 pés (nove metros de comprimento) — um feito inédito para uma mulher nessa regata.

                              Foto: Henry Daniels

                              “Não posso precisar, mas sem dúvida, se não é a [Cape2Rio] com maior número de barcos brasileiros, é uma das que já teve o maior número”, declarou Ricardo Baggio, um dos organizadores e diretor de vela do Iate Clube do Rio de Janeiro.

                               

                              José Roberto Braile, comodoro do ICRJ, destacou a importância da regata para os brasileiros, sendo uma “meta para os velejadores que querem ter experiência oceânica”. A premiação, assim como o ranking oficial, só acontecerá após a chegada do último barco, no ICRJ.

                              Essa regata ficará marcada na história pela forte presença brasileira– destacou Braile

                               

                              Náutica Responde

                              Faça uma pergunta para a Náutica

                                Relacionadas

                                Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                                Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                                Já pensou navegar em uma Lamborghini? SEABOB lança modelo em parceria com a marca italiana

                                Novo SEABOB SE63 promete "um salto transformador em relação aos modelos anteriores". Estimativas sugerem que o "brinquedo" custe R$ 168 mil

                                “Sensação de condução com a emoção de um superesportivo”. É isso o que promete o novo SEABOB SE63, feito em parceria com a Lamborghini. O dispositivo, que funciona como uma espécie de “jet de mão”, é um dos brinquedos aquáticos preferidos dos mais afortunados — e, nessa nova versão, deve atingir valores ainda mais significativos.

                                Disponível em seis cores, o SEABOB da Lamborghini chega com motor de 6,3 kW e 162 Nm de torque máximo. O equipamento pesa apenas 35kg, e tem uma autonomia de até 1h — sendo que leva pouco mais do que isso para carregar. Com ele, é possível explorar as águas em até 25 metros de profundidade.

                                 

                                 

                                Ver esta publicação no Instagram

                                 

                                Uma publicação partilhada por SEABOB (@seabob_official)


                                Segundo a fabricante de superesportivos, o SEABOB SE63 foi criado exclusivamente para a Automobili Lamborghini. “Trata-se de uma edição especial que representa um salto transformador em relação aos modelos anteriores”, afirmou a marca.

                                Não se trata de uma simples evolução, mas sim de um redesenho completo– destacou a Lamborghini

                                Nesse sentido, destacam-se a carroceria futurista, que lembra os marcantes carros da marca; e os materiais premium aplicados, com componentes técnicos em titânio e magnésio, além de um eixo do motor em fibra de carbono no sistema de transmissão.

                                Foto: Lamborghini / Divulgação

                                Outro diferencial é um dispositivo opcional batizado de Performance Board, montado na parte traseira do SEABOB. Segundo a Lamborghini, o equipamento adiciona estabilidade extra, especialmente em altas velocidades. “Ele não apenas eleva a parte superior do corpo, mas aprimora toda a experiência de pilotagem”, explicou a marca.

                                Ele faz com que, em vez de deslizar, os pilotos voem sobre a água– frisou a Lamborghini

                                A estreia mundial do SEABOB da Lamborghini aconteceu em setembro de 2025 no Cannes Yachting Festival, ao passo que a produção está prevista para começar neste ano.


                                Embora o valor não tenha sido revelado, especialistas apostam que o preço seja significativamente mais caro que os modelos padrão, que custam entre US$ 9,5 mil e US$ 17,5 mil (de R$ 51 mil a R$ 94 mil, conforme conversão de janeiro de 2026). Estimativas sugerem um valor acima dos 27 mil euros, cerca de R$ 168 mil.

                                Foto: Lamborghini / Divulgação

                                 

                                Náutica Responde

                                Faça uma pergunta para a Náutica

                                  Relacionadas

                                  Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                  Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                  Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                  Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                  Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                  Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                  Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                                  Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                  Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                  Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                                  Vínculo improvável: mergulhador afirma ter feito amizade com golfinho na Grécia

                                  Conexão inusitada ocorreu em 2020 e, desde então, dupla teve encontros não agendados e brincadeiras com plásticos encontrados na água

                                  Por: Nicole Leslie -

                                  Se ver animais marinhos de perto já emociona, imagina criar uma amizade com um deles. Embora improvável, é o que o mergulhador Johnnie Boe afirma ter acontecido entre ele e um golfinho que habita a costa de Corinto, na Grécia.

                                  O primeiro encontro aconteceu em 2020, durante o verão grego. Johnnie mergulhava pela região quando se deparou com dois golfinhos, mas enquanto um deles agiu normalmente, o outro se mostrou curioso com o mergulhador e pareceu ter o observado de maneira especial. “Aquele momento mudou a minha vida”, disse Boe ao noticiário The Dodo.

                                  Foto: Facebook / Johnnie Boe / Reprodução

                                  A conexão foi instantânea para Johnnie, que decidiu voltar ao mesmo local duas vezes por semana na esperança de reencontrar aquele golfinho. Em cada visita ele conta ter esperado horas, mesmo sem pistas do amigo aquático. O primeiro reencontro aconteceu depois de quase dois meses na expectativa.

                                  Foto: Instagram @johnnie_boe_ / Reprodução

                                  Ao The Dodo, o mergulhador contou que além da emoção pessoal, ele teve a impressão de que o golfinho também o reconheceu.

                                  Ele ficou comigo por um tempo e, depois desse dia, nossos reencontros se tornaram mais frequentes-descreveu Johnnie

                                  Foto: Facebook / Johnnie Boe / Reprodução

                                  A amizade improvável ia se fortalecendo quando, na primavera de 2021, o golfinho surgiu diferente. Ele tinha algum material parecido com nylon preso em sua barbatana e a sensação de Boe foi que o animal quis exibir a novidade a ele.

                                   

                                  Não demorou muito para que o golfinho começasse a trazer outros objetos plásticos para Johnnie e, aos poucos, começar a soltá-los como quando um cão convida o tutor para brincar com um graveto. Foi assim que a brincadeira começou.

                                   

                                   

                                  Mas, ao mesmo tempo que brincar com o amigo golfinho era uma experiência única, o mergulhador não se sentia confortável em ver tanto lixo plástico apresentado pelo animal com entusiasmo. Boe, então, começou a brincar um pouco e logo depois recolher o “brinquedo” para fora d’água.


                                  Segundo o noticiário The Dodo, o golfinho não demorou para perceber o padrão de comportamento do amigo e começou a agir de acordo. Foi assim que o animal passou a levar sacolas, garrafas e outros itens plásticos para Johnnie e aguardá-lo “sumir” com os objetos para fora d’água. Uma dupla dinâmica no combate à poluição dos mares.

                                  Agora ele me deixa ficar com o lixo depois de uma breve brincadeira-detalhou Boe ao The Dodo

                                  Foto: Facebook / Johnnie Boe / Reprodução

                                  Apesar de não ser possível agendar um encontro com um animal selvagem com data e hora marcada, o mergulhador contou ao noticiário que tem se encontrado com o amigo golfinho e que a conexão entre eles é real. Nas redes sociais, Johnnie compartilha vídeos do amigo aquático.

                                   

                                  Náutica Responde

                                  Faça uma pergunta para a Náutica

                                    Relacionadas

                                    Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                    Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                    Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                    Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                    Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                    Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                    Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                                    Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                    Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                    Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                                    Histórico barco de corrida vintage que já atingiu 167 km/h vai a leilão por valor milionário

                                    Famoso Miss America VIII foi construído em 1929 e chega repaginado com parelha de 1.860 hp para ser arrematado neste sábado (17)

                                    15/01/2026

                                    Que tal um barco de corrida vintage que envelheceu como vinho e ainda tira o fôlego de muitos amantes de embarcações clássicas? Esse é o Miss America VIII, uma lancha veloz que sobreviveu ao tempo, passou por uma restauração completa e vai a leilão neste sábado (17).

                                    O evento será realizado pela Mecum Auctions, em Kissimme, nos Estados Unidos. Quem estiver interessado em levar essa raridade terá que desembolsar ao menos US$ 2 milhões (aproximadamente R$ 10,7 milhões na conversão de janeiro de 2026).

                                    Foto: Mecum Auctions/ Divulgação

                                    Esse barco de corrida vintage de 28 pés (8,5 metros de comprimento) ficou pronto em 1929, com o propósito de ser a embarcação mais rápida do mundo na época. Por trás da obra estão Garfield “Gar” Wood, inventor, empresário e campeão americano de corridas de lancha; e o projetista Napoleão “Nap” Lisee.

                                    Foto: Mecum Auctions/ Divulgação

                                    A lancha foi projetada especificamente para o Troféu Harmsworth daquele ano, a corrida internacional de lanchas mais prestigiada do planeta na primeira metade do século passado. E não deu outra: a estreante pé-quente Miss America VIII sagrou-se campeã da disputa ainda em 1929.

                                    Imagem do Miss America VIII à época do seu lançamento. Foto: Mecum Auctions/ Divulgação

                                    O design e o desempenho do motor foram aprimorados nos anos seguintes. O resultado? Um barco ainda mais potente do que o original. Com George, irmão de Gar, ao volante, a VIII venceu novamente a corrida em 1931. Neste mesmo ano, a embarcação atingiu a velocidade de 167 km/h no rio Harlem.

                                    O segredo está no coração

                                    Além de toda engenharia por trás deste barco vintage de corrida, o que também fazia ele voar sobre as águas era a sua motorização. Quando foi lançada, a lancha era equipada com um par de motores Packard V12, que, segundo os dados, produziam cerca de 1.000 hp cada.

                                    Imagem do Miss America VIII à época do seu lançamento. Foto: Mecum Auctions/ Divulgação

                                    Os motores experimentais, com potência de 930 hp cada, eram menos potentes que os Packard V12, mas eram mais leves, confiáveis e forneciam potência de forma mais eficiente em toda a faixa de rotações. Em 1931, quando atingiu a sua velocidade recorde, estava motorizada com dois modelos V12.

                                    No entanto, a versão que irá a leilão nesse fim de semana recebeu diversas melhorias, como na motorização, onde ganhou um par de DOHC V16 de 18,2 litros, fabricados pela Harry Miller. Juntos, eles podem gerar incríveis 1.860 hp ao barco.

                                    Novos motores experimentais do Miss America VIII. Foto: Mecum Auctions/ Divulgação
                                    Foto: Mecum Auctions/ Divulgação

                                    Outra novidade é o casco, fabricado com pranchas de mogno filipino e que ficou mais largo (agora mede 9,1 metros). Ao todo, 75% da madeira original do Miss America VIII está conservada graças ao renomado Doug Morin, especialista em restauração de embarcações clássicas.

                                    Foto: Mecum Auctions/ Divulgação
                                    Foto: Mecum Auctions/ Divulgação

                                    Atualmente, esse modelo é um dos únicos três Miss America ainda vivos. Nos anos seguintes, a linhagem continuou e alcançou marcas ainda melhores de velocidade, mas quando perguntado sobre qual lancha é a número 1, Gar não titubeou: “o Miss America VIII é o melhor barco que já tivemos”.

                                     

                                    Náutica Responde

                                    Faça uma pergunta para a Náutica

                                      Relacionadas

                                      Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                      Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                      Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                      Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                      Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                      Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                      Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                                      Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                      Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                      Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                                      Você sabe por que usamos “nós” em vez de quilômetros na navegação?

                                      Para responder, é preciso fazer uma viagem ao passado até meados do século 17, quando nasceu um engenhoso aparelho chamado de "barquinha"

                                      Se você vive o mundo náutico ou apenas gosta de mergulhar nesse assunto, certamente já se deparou com o termo “nós” para medir a velocidade das embarcações. E se o que veio à sua mente ao ouvir essa palavra pela primeira vez foi uma espécie de corda entrelaçada, saiba que a associação não só faz sentido como está no cerne do surgimento dessa unidade de medida.

                                      Em meados do século 17, quando partes do corpo ainda eram, muitas vezes, a melhor fonte para medir distâncias — a exemplo dos pés, palmos e polegadas —, surgiu no mar um meio engenhoso de se medir a velocidade: a barquinha.

                                      Exemplo de uma barquinha. Foto: Lokilech / Wikimedia Commons / Reprodução

                                      Esse antigo aparelho consistia em um carretel, em que a corda enrolada a ele apresentava nós espaçados de forma regular a cada uma milha. Embora a definição padronizada de uma milha só tenha sido oficialmente definida como 1,85 quilômetro em 1929, pela Organização Hidrográfica Internacional (OHI), ela existia já naquela época como conceito.

                                       

                                      A ponta da corda desse carretel trazia uma espécie de uma pequena âncora de madeira, com formato triangular. O marinheiro, então, jogava essa âncora ao mar, e ela permanecia flutuando.

                                      Foto: Jean-Pierre Bazard / Wikimedia Commons / Reprodução

                                      O arrasto puxava a corda do carretel para fora do barco, a levando para a água. O marinheiro, por sua vez, acionava o cronômetro da época: uma ampulheta, que equivalia a cerca de 28 segundos no relógio. Em seguida, ele começava a contar a quantidade de nós que passava por suas mãos com destino a água até que o tempo se esgotasse.

                                       

                                      Assim, na prática, cada nó equivalia à velocidade em milhas náuticas por hora que aquele barco estava navegando.

                                      Foto: Samuel de Champlain / WikimediaCommons / Reprodução

                                      A imagem acima é uma página de um tratado náutico dos séculos 17-18, que mostra como os marinheiros calculavam a navegação antes dos instrumentos modernos. Nela, a barquinha aparece ao lado de uma tabela, que relaciona a velocidade em nós com o tempo de navegação e o rumo seguido, permitindo estimar a distância percorrida e, assim, calcular a posição aproximada do navio no mar.

                                       

                                      A tabela tem os seguintes cabeçalhos:

                                      • Heures: horas;
                                      • Nœuds: nós;
                                      • Brasses: braças (medida de comprimento / profundidade);
                                      • Routes / Rumbs: rumo / direção do navio;
                                      • Cap au Nord / Nordet / Nordest etc.: “rumo ao norte”, “rumo ao noroeste”, etc.

                                      Assim, ela relaciona: tempo de navegação + velocidade do navio + distância percorrida + rumo seguido. Desse modo, o cálculo à direita apresenta anotações de quantas horas foram navegadas, a velocidade em que essas horas foram percorridas e para qual rumo, dando uma noção da distância percorrida naquela direção.

                                       

                                      Isso permitia ao navegador fazer o que se chama de estima: calcular sua posição aproximada sem instrumentos tecnológicos, apenas com tempo, velocidade e direção.

                                      As milhas náuticas

                                      A milha náutica surgiu da necessidade de um padrão universal de medida para a navegação, já que unidades tradicionais como palmos, pés, polegadas e jardas variavam bastante entre países e regiões.

                                       

                                      Para resolver esse problema, navegadores e estudiosos recorreram à própria geometria da Terra. Eles observaram que, ao percorrer um meridiano — a linha imaginária que liga o Polo Norte ao Polo Sul —, um minuto de arco de latitude correspondia a uma distância praticamente constante ao longo da superfície do planeta.

                                      Foto: biletskiy / Envato

                                      Com base nisso, a circunferência da Terra foi dividida em 360 graus, e cada grau em 60 minutos, de modo que a milha náutica passou a ser definida como o comprimento de um desses minutos de arco de latitude.

                                       

                                      Essa definição liga diretamente a unidade de medida à forma do planeta, o que torna a milha náutica especialmente adequada para a navegação e para a leitura de cartas náuticas, que são construídas justamente a partir de coordenadas geográficas.

                                       

                                      Já o nó é a unidade usada para medir a velocidade no mar e corresponde a uma milha náutica por hora. De acordo com a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), um nó equivale a cerca de 1,15 milha terrestre por hora ou aproximadamente 1,85 quilômetro por hora — conversão que ajuda a traduzir os números da navegação para quem está mais acostumado às medidas usadas em terra firme.

                                       

                                      Náutica Responde

                                      Faça uma pergunta para a Náutica

                                        Relacionadas

                                        Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                        Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                        Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                        Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                        Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                        Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                        Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                                        Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                        Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                        Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                                        Tubarões brincam? Estudo flagra predadores interagindo com brinquedos em aquário

                                        Experimento intrigou pesquisadores, dividiu opiniões e revelou comportamento inusitado desses animais

                                        Uma cena rara: tubarões “brincando” por entre aros coloridos, empurrando tubos com o focinho e até “batendo” em objetos com a cauda. Embora as imagens pareçam retiradas de uma espécie de aquário recreativo, elas fazem parte de um experimento científico real.

                                        Um estudo publicado na revista Applied Animal Behaviour Science observou que tubarões interagem espontaneamente com objetos que não têm função alimentar — um comportamento que foi interpretado por pesquisadores como uma forma de brincadeira. Assista:

                                         

                                         

                                        Ver esta publicação no Instagram

                                         

                                        Uma publicação partilhada por National Geographic (@natgeo)


                                        O experimento foi realizado no Cabrillo Marine Aquarium, na Califórnia, com 13 animais de quatro espécies: tubarões-cornudos (Heterodontus francisci), tubarões-inchados (Cephaloscyllium ventriosum), tubarões-leopardo (Triakis semifasciata) e uma raia-da-califórnia (Caliraja inornata).

                                         

                                        Durante 12 semanas, antes e depois da alimentação dos animais, os cientistas colocaram semanalmente no tanque objetos como lulas de plástico, aros e tubos, registrando tudo em vídeo.


                                        As imagens mostram os animais atravessando os aros, empurrando os objetos, mordiscando-os e fazendo movimentos semelhantes aos usados na caça, mas sem uma presa envolvida. O detalhe mais curioso é que as interações aumentavam após os tubarões terem sido alimentados. Isso indica que eles não agiam motivados pela fome, reforçando a percepção dos pesquisadores de eles estarem, de fato, brincando.

                                         

                                        Embora os autores vissem o comportamento como “brincadeira”, o termo foi retirado do artigo final a pedido dos revisores. Isso porque o estudo não mediu critérios essenciais para essa classificação, como a ativação de circuitos de recompensa, indicadores fisiológicos de prazer, níveis de estresse dos animais ou a distinção clara entre a brincadeira e a simples exploração de objetos novos.

                                        Foto: Autumn Smith / Instagram @natgeo / Reprodução

                                        Diante das limitações, os próprios pesquisadores concordaram que não havia base experimental suficiente para sustentar tecnicamente o uso do termo.

                                        Se você me perguntar casualmente, é isso que pensamos que eles estavam fazendo. Pensamos que eles estavam brincando, e acho que se fizéssemos um estudo mais rigoroso, provaríamos que eles estão brincando– disse Patrick Sun, professor de ecologia da Universidade Biola e coautor do estudo

                                        Já Autumn Smith, ecologista de tubarões da Universidade Biola, na Califórnia, e principal autora do estudo, reforçou que grande parte das pesquisas envolvendo tubarões ainda se concentra na predação. “Ainda sabemos muito pouco sobre o comportamento social, a comunicação, a cognição, a navegação, as rotinas diárias e, claro, as brincadeiras”, detalhou ao National Geographic.

                                        Foto: Autumn Smith / Instagram @natgeo / Reprodução

                                        Elisabetta Palagi, etóloga da Universidade de Pisa (que não participou do estudo), destacou ao veículo que a motivação dos tubarões pelos objetos parece diminuir com o tempo. Para ela, isso indica um comportamento exploratório: após investigarem os itens e perceberem que não oferecem nada além, os animais perdem o interesse.

                                         

                                        Embora o estudo não prove que tubarões brincam no mesmo sentido que cães ou golfinhos, mostra que eles são mais curiosos, ativos e cognitivamente complexos do que se imaginava. De quebra, ainda sugere que, longe de serem apenas predadores automáticos, esses animais também exploram o mundo ao seu redor — às vezes, aparentemente, só por diversão.

                                         

                                        Náutica Responde

                                        Faça uma pergunta para a Náutica

                                          Relacionadas

                                          Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                          Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                          Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                          Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                          Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                          Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                          Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                                          Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                          Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                          Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                                          Dois em um: conheça o barco que é movido por um jet e acomoda até seis pessoas

                                          Descrito como uma plataforma de extensão para motos aquáticas, o produto une a adrenalina do jet com a socialização da lancha

                                          14/01/2026

                                          Um jet que vira lancha. Uma “lancha” que vira jet. É difícil definir essa embarcação em poucas palavras, mas uma coisa é certa: o designer encontrou o meio-termo entre a comodidade de um barco e a adrenalina de uma moto aquática. Pelo menos foi essa a intenção por trás do ONE 16, uma extensão para jets que permite converter o modelo em uma pequena lancha.

                                          O produto, fabricado na Espanha, é compatível com as principais marcas do ramo, como Sea-Doo e Yamaha. Segundo a One Water Toys, desenvolvedora do produto, a plataforma acomoda até seis pessoas.

                                          Foto: Instagram @one.watertoys/ Reprodução

                                          A extensão, de aproximadamente seis metros, é movida pela moto aquática, tornando-se assim uma lancha — apenas quando ambos estão juntos. A engenharia é simples: o jet é compatível para se encaixar no casco e virar o sistema de propulsão de toda a embarcação.

                                          Demonstração de como o jet é plugado na plataforma da ONE 16. Foto: One Water Toys/ Divulgação

                                          A moto aquática pode ser conectada e desconectada da plataforma em apenas um minuto (tecnologia plug and play). Mas não para por aí: a proa é conversível e alterna entre a mesa e a plataforma de sol (solário), dependendo da ocasião.


                                          O casco mantém o peso distribuído corretamente, segundo a marca, o que garante estabilidade à lancha enquanto o jet estiver plugado. Não à toa, essa invenção levou o prêmio Golden A’ Design Award de 2025, um dos maiores e mais influentes concursos de design do mundo.

                                          Dois coelhos numa cajadada só

                                          Quem está por trás desse projeto é o espanhol e apaixonado yacht-designer Amor Jimenez Chito, diretor da Loveworks Design. Formado em Design Industrial e Desenvolvimento de Produto em Madri, a ideia dele era compartilhar a adrenalina típica do jet com os amigos, como numa lancha.

                                          Criamos esta solução para desfrutar da nossa adorada costa espanhola numa tarde ensolarada com os nossos amigos, sem termos de alugar um barco caro– destaca o site oficial da One Water Toys

                                          Na prática, quem compra essa plataforma tem dois veículos em um. Por medir menos que 6 metros de comprimento, não é necessário nenhuma habilitação náutica adicional para pilotá-lo. Sendo considerado apenas um único produto, o dono também não precisará pagar taxas de marina para dois barcos.

                                          Foto: One Water Toys/ Divulgação

                                          Segundo análise feita pela Yachting Pleasure, a velocidade de cruzeiro deste jet com focinho de lancha é de aproximadamente 18 a 20 nós (cerca de 33-37 km/h). A velocidade máxima, de acordo com o mesmo portal, chega a 30 nós (55 km/h) quando equipado com uma moto aquática de 170 hp.

                                          Foto: Instagram @one.watertoys/ Reprodução

                                          O review ainda aponta que o ONE 16 é extremamente ágil em curvas fechadas, por conta do “leme” ser a própria turbina do jet. Entretanto, a plataforma como um todo pode ser “leve” demais em águas muito picadas (ou seja, com marolas), o que exige atenção do piloto.

                                          Confira como o ONE 16 navega!

                                           

                                           

                                          Náutica Responde

                                          Faça uma pergunta para a Náutica

                                            Relacionadas

                                            Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                            Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                            Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                            Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                            Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                            Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                            Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                                            Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                            Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                            Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                                            Peixe raro visto apenas duas vezes em 2025 foi flagrado por mergulhador

                                            Conhecido como “rei-do-salmão”, ele vive nas profundezas do oceano, mas estava a apenas 4,6 metros abaixo da superfície quando foi visto

                                            Encontros com animais marinhos são sempre um grande acontecimento, especialmente quando se trata daqueles que habitam regiões em que os humanos não chegam. Esse foi o caso do mergulhador Ted Judah, que registrou de perto um raro rei-do-salmão (Trachipterus altivelis), peixe que habita a zona crepuscular, um dos ecossistemas menos explorados da Terra.

                                            Ele mergulhava na Baía de Monterey, na Califórnia (EUA), próximo à costa da praia de McAbee, quando avistou “uma coisa prateada, como uma lâmina de faca, ondulando em apenas uns 4 metros de água”, conforme relatou em um post no Facebook no último mês de dezembro.

                                            Foto: Facebook / Ted Judah / Reprodução

                                            Ao fazer as fotos, além de registrar o encontro, Judah esperava encontrar alguém capaz de identificar aquele estranho animal com o qual ele se encantou. Não demorou para que Kevin Lewand, um biólogo marinho do Aquário da Baía de Monterey, surgisse nos comentários do post.

                                            Foto: Facebook / Ted Judah / Reprodução

                                            Segundo ele, esse foi um “achado incrível”. Isso não só porque o peixe costuma viver entre 200 e mil metros de profundidade, mas também por ser apenas o segundo da espécie visto por humanos em 2025.

                                            O peixe-rei-do-salmão é um raro peixe-fita de águas profundas, conhecido por seu corpo longo e prateado e olhos grandes– detalhou Lewand


                                            O biólogo ainda destacou que o animal vive no Oceano Pacífico e que seu nome deriva de uma lenda Makah (povo indígena conhecido por sua rica cultura marítima). De acordo com o Instituto de Pesquisa do Aquário da Baía de Monterey (MBARI), os Makah acreditam que o peixe guia os salmões de volta aos seus locais de desova. Veja o peixe rei-do-salmão em ação:

                                             

                                             

                                            Náutica Responde

                                            Faça uma pergunta para a Náutica

                                              Relacionadas

                                              Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                              Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                              Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                              Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                              Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                              Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                              Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                                              Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                              Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                              Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                                              Cena de filme: barco fica preso à beira de “abismo” de 40 metros

                                              Momento de tensão aconteceu na África do Sul e não deixou feridos. Ao todo, quatro homens foram salvos. Assista!

                                              13/01/2026

                                              Parece uma cena de filme de ação, mas aconteceu na vida real: um barco ficou preso à beira de uma queda de 40 metros após sofrer uma falha mecânica na barragem de Grootdraai, em Standerton, na África do Sul, no último mês de dezembro. Nas imagens, quatro homens aparecem se segurando na embarcação, lutado contra a correnteza.

                                              A sensação, por ali, era a de como estar à beira de uma janela em um prédio de ao menos 12 andares. Conforme divulgado pelas autoridades de resgate, o caso foi registrado por volta das 19h05 (horário local) do último dia 29. A operação de resgate começou às 20h30. Assista:

                                               

                                              Uma das estratégias das equipes do Instituto Nacional de Resgate Marítimo da África do Sul (NSRI), responsáveis pela operação, foi abrir três comportas da barragem visando reduzir o nível da água na área onde a lancha estava encalhada.


                                              A medida facilitou o acesso dos socorristas, mas, por outro lado, elevou o nível do rio abaixo da barragem. Por conta disso, de acordo com o NSRI, moradores da região foram orientados a deixar suas casas e buscar abrigo em locais seguros.

                                               

                                              Com a situação estabilizada, os quatro homens puderam ser resgatados do barco preso em segurança, com o apoio de uma corda de salvamento. O grupo foi direcionado a um hospital da região para atendimento médico e, conforme informou o instituto de resgate, saíram ilesos, sem registro de ferimentos graves.

                                               

                                              Náutica Responde

                                              Faça uma pergunta para a Náutica

                                                Relacionadas

                                                Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                                Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                                Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                                Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                                                Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                                Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                                Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                                                SailGP: time brasileiro começa temporada 2026 com mudanças

                                                Equipe mantém base sólida, mas faz ajustes pontuais para buscar o pódio da liga, que tem início já neste final de semana

                                                A estreia do Mubadala Brazil SailGP Team, time brasileiro no SailGP, foi marcada por aprendizados, superações e resiliência. A equipe mostrou seu potencial e chamou atenção por todos os países em que passou em 2025 durante a liga de vela mais veloz do mundo. Para continuar competindo forte em 2026 e entrar de vez na busca por um título, o grupo passa agora por ajustes na tripulação.

                                                Após a saída do Fight Controller Andy Maloney (para integrar a equipe da Suécia) e do Wing Trimmer Leigh McMillan (para fazer parte do time da França), o Mubadala dá as boas-vindas a nomes experientes do circuito mundial:

                                                • Pietro Sibello (wing trimmer): experiente velejador italiano, Sibello já atuava como técnico do time e agora leva seu profundo conhecimento do F50 para dentro do barco, assumindo a posição de Wing Trimmer;
                                                • Rasmus Køstner (flight controller): o dinamarquês, ex-Flight Controller da ROCKWOOL Racing, chega para ocupar essa função agora nas cores verde e amarela. Køstner ostenta no currículo títulos mundiais de Match Race e participações em competições de elite como America’s Cup e Volvo Ocean Race;
                                                • Paul Brotherton (novo coach): treinador que já liderou a seleção britânica feminina em ciclos olímpicos vitoriosos, Paul Brotherton será o responsável por orquestrar os voos do Mubadala.

                                                Com a chegada do Rasmus, do Pietro na nova função e o apoio do Paul Brotherton, ganhamos uma nova dinâmica para buscar resultados ainda mais consistentes– afirmou Martine Grael, capitã do time brasileiro no SailGP

                                                Martine Grael é a capitã do time brasileiro no SailGP e primeira mulher a assumir esse posto na história da competição. Foto: Instagram @mubadalabrasailgp / Reprodução

                                                Uma base sólida

                                                Os novos nomes do time brasileiro no SailGP chegam para incrementar uma base sólida, que levou a equipe estreante a momentos históricos dentro da competição, com direito a duas vitórias em regatas e a conquista do vice-campeonato na Impact League.

                                                Foto: Instagram @mubadalabrasailgp / Reprodução

                                                Marco Grael, Mateus Isaac e Breno Kneipp continuam desempenhando papéis fundamentais como Grinders. Paul Goodison segue como estrategista, e Richard Mason, como reserva — conjunto considerado como um diferencial estratégico para garantir a consistência e a experiência na temporada 2026. Martine Grael, claro, segue como capitã. Veja a configuração atual:

                                                • Martine Grael: driver (capitã);
                                                • Rasmus Køstner: flight controller;
                                                • Pietro Sibello: wing trimmer;
                                                • Paul Goodison: strategist;
                                                • Marco Grael: grinder;
                                                • Mateus Isaac: grinder;
                                                • Breno Kneipp: grinder;
                                                • Richard Mason: reserve;
                                                • Paul Brotherton: coach.

                                                O último ano foi de aprendizado e crescimento acelerado. Mostramos que o Brasil tem talento para competir com as maiores potências da vela– destacou Grael

                                                Calendário 2026 passará pelo Rio de Janeiro

                                                A temporada 2026 será marcada pela estreia de quatro novos locais: Halifax (Canadá), Rio de Janeiro (Brasil), Perth (Austrália) e Bermuda, totalizando 13 etapas. O campeonato tem início na Oceania, que recebe os três primeiros eventos da temporada 2026, começando por Perth (Austrália), entre os dias 16 e 18 de janeiro.

                                                Time brasileiro do SailGP fará sua estreia no Brasil em 2026. Foto: Instagram @mubadalabrasailgp / Reprodução

                                                Na sequência, a frota segue para Auckland, na Nova Zelândia (13 e 14 de fevereiro), e Sydney, de volta na Austrália (27 de fevereiro a 1º de março). Logo após esse intenso início, o mundo voltará seus olhos para as águas brasileiras, onde o Rio de Janeiro sediará, em 11 e 12 de abril, a tão esperada estreia da liga na América do Sul, transformando a Baía de Guanabara em um verdadeiro estádio náutico.

                                                 

                                                O circuito segue para Bermuda (9 e 10 de maio), Nova York (30 e 31 de maio) e fará sua estreia em Halifax, no Canadá (20 e 21 de junho). O verão europeu receberá as etapas de Portsmouth, no Reino Unido (25 e 26 de julho), Sassnitz, na Alemanha (22 e 23 de agosto), além da etapa na Espanha (em data e local a serem confirmados) e Saint-Tropez, na França (12 e 13 de setembro).


                                                O encerramento da temporada 2026 acontecerá nos Emirados Árabes Unidos, com as etapas de Dubai (21 e 22 de novembro) e a Grande Final em Abu Dhabi (28 e 29 de novembro). Confira o calendário completo:

                                                • Perth (Austrália): 16 a 18 de janeiro;
                                                • Auckland (Nova Zelândia): 13 e 14 de fevereiro;
                                                • Sydney (Austrália): 27 de fevereiro a 1º de março;
                                                • Rio de Janeiro (Brasil): 11 e 12 de abril;
                                                • Bermuda (Bermuda): 9 e 10 de maio;
                                                • Nova York (EUA): 30 e 31 de maio;
                                                • Halifax (Canadá): 20 e 21 de junho;
                                                • Portsmouth (Reino Unido): 25 e 26 de julho;
                                                • Sassnitz (Alemanha): 22 e 23 de agosto;
                                                • Espanha (Local a definir): data a confirmar;
                                                • Saint-Tropez (França): 12 e 13 de setembro;
                                                • Dubai (EAU): 21 e 22 de novembro;
                                                • Abu Dhabi (EAU): 28 e 29 de novembro (grande final).

                                                 

                                                Náutica Responde

                                                Faça uma pergunta para a Náutica

                                                  Relacionadas

                                                  Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                  Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                  Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                  Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                                  Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                                  Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                                  Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                                                  Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                                  Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                                  Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                                                  Perigo iminente: extremamente nocivo à vida marinha, mexilhão-dourado invasor chega à Amazônia

                                                  Presente no Brasil desde os anos 1990, espécie teve salto em densidade populacional e já completou, no mínimo, um ciclo reprodutivo no rio Tocantins

                                                  Nem tudo que reluz é ouro: a crescente invasão dos mexilhões-dourados no Brasil acaba de ganhar mais um capítulo. Uma nova pesquisa aponta grandes quantidades do molusco extremamente perigoso à vida marinha na Amazônia, e, ao menos, um ciclo reprodutivo já concluído no rio Tocantins.

                                                  Os mexilhões-dourados têm origem no sudeste asiático e chegaram à América do Sul no início da década de 1990, por meio da água de lastro de navios mercantes da época. Não demorou muito para que eles viessem ao Brasil, antes do ano 2000. Desde então, rapidamente encontraram águas favoráveis para sua expansão.

                                                  Por que eles são tão perigosos?

                                                  A expansão dessa espécie tem despertado preocupação entre pesquisadores, órgãos ambientais e comunidades ribeirinhas. Em 2024, piscicultores do estado do Tocantins relataram a presença do molusco em tanque-redes, o que reforçou a hipótese dos cientistas de que os mexilhões-dourados já estavam presentes antes do primeiro registro oficial.

                                                  Distribuição dos registros do mexilhão-dourado em águas brasileiras e municípios onde a espécie já foi registrada no estado do Pará; (b) Destaca-se a bacia do rio Tocantins-Araguaia (linha vermelha). Foto: Rafael Anaisce das Chagas et.al/ SciElo/ Reprodução

                                                  Perigosíssima para a vida marinha e a qualidade do ecossistema, a espécie altera a transparência da água por conta da sua alta capacidade de filtração, modifica a qualidade do habitat ao liberar grande volume de pseudofezes e acumula metais e toxinas.

                                                   

                                                  Além disso, eles provocam a obstrução de tubulações em hidrelétricas e sistemas de água e causam prejuízo à piscicultura, pela incrustação e competição por alimento e espaço com espécies nativas. Isso reduz a presença de animais que vivem nos fundos dos rios e pode promover desequilíbrios na vida aquática, incluindo os peixes.


                                                  Os impactos são vários: comprometem o equilíbrio dos ambientes de água doce, diminuem a biodiversidade e afetam processos naturais fundamentais para o funcionamento dos ecossistemas.

                                                  O que diz a ciência

                                                  O estudo sobre a invasão da Limnoperna fortunei (nome científico da espécie) foi publicado na Acta Limnologica Brasiliensia. Segundo o artigo, há um cenário de dispersão acelerada e de forte potencial de impacto ecológico e socioeconômico na região invadida.

                                                  Mapa de localização da ocorrência do mexilhão dourado Limnoperna fortunei no rio Tocantins, Pará, Amazônia Oriental (a), indicando o fluxo do rio (setas tracejadas) e a localização dos pontos deste estudo (pontos vermelhos) (b). Foto: Rafael Anaisce das Chagas et.al/ SciElo/ Reprodução

                                                  Para a pesquisa, os estudiosos utilizaram como base uma amostragem realizada em outubro de 2024 em três locais da Pedral do Lourenço, uma formação rochosa no rio Tocantins localizada entre os municípios de Marabá e Tucuruí (estado do Pará). De acordo com o estudo, a espécie não só está plenamente adaptada à região, como já contém espécimes de diferentes tamanhos.

                                                  O registro do mexilhão-dourado na Amazônia é considerado relevante e alarmante devido aos severos impactos socioeconômicos e ambientais que a espécie ocasiona– afirmou Rafael Anaisce das Chagas, autor principal do artigo

                                                  Segundo Chagas, que também é engenheiro de pesca, pesquisador de pós-doutorado na Universidade Federal do Pará e que atua no Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Norte (CEPNOR/ICMBio), os modelos de dispersão indicam alto risco de invasão da bacia amazônica a partir da década de 2030, com consolidação por volta de 2050.

                                                  Vida longa e próspera

                                                  Não foi simples estudar os mexilhões-dourados. Primeiramente, os cientistas tiveram que raspar as superfícies colonizadas, para então preparar a conservação das amostras em laboratório para identificação morfológica e análise genética.

                                                  Mexilhões-dourados já esta se proliferando na Amazônia. Foto: Agência Bori/ Divulgação

                                                  A partir disso, foi feita a medição dos indivíduos e a estimativa de densidade populacional — um dos principais indicadores de estabelecimento da espécie. De acordo com Chagas, os resultados chamam atenção: 11.940 espécimes por metro quadrado, muito superior aos 88 indivíduos por metro quadrado registrados em 2023.

                                                  Isso indica que a espécie já se adaptou ao ambiente local e possivelmente já produziu ao menos uma vez, considerando que encontramos indivíduos entre 2 e 22 milímetros– disse o pesquisador

                                                  Qual o tamanho do problema?

                                                  O problema começa quando os mexilhões-dourados não têm predadores naturais em águas brasileiras. Sendo assim, sua erradicação é considerada praticamente impossível. No momento, o foco é controlar os impactos em sistemas construídos, como hidrelétricas e sistemas de abastecimento de água.

                                                  Mexilhão-dourado. Foto: Agência Bori/ Divulgação

                                                  A estratégia mais eficaz é o uso de protocolos integrados, combinando diferentes métodos capazes de manter estruturas livres de incrustações– revelou Chagas

                                                  A pesquisa recebeu financiamento do Instituto Evandro Chagas (IEC) e do Ministério da Saúde (MS) e apoio do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Norte (CEPNOR/ICMBio).

                                                   

                                                  Náutica Responde

                                                  Faça uma pergunta para a Náutica

                                                    Relacionadas

                                                    Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                    Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                    Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                    Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                                    Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                                    Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                                    Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                                                    Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                                    Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                                    Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                                                    De colecionador: superiate francês de 2002 faz sucesso e é vendido por mais de R$ 45 milhões

                                                    Com 44 metros, De-De é um modelo raro da extinta divisão de iates do estaleiro CMN, que atua em embarcações militares desde 1946

                                                    12/01/2026

                                                    Ainda que entregue há mais de 20 anos, o superiate De-De não deixa de impressionar — especialmente entre os aficionados por relíquias dos mares. Já ouviu a expressão “pouca mídia e muito futebol”? Pois bem, é mais ou menos nessa linha que esse barco de 44 metros (144 pés) se encaixa.

                                                    O superiate é uma raridade da extinta divisão de iates do estaleiro francês CMN, que atua fortemente no segmento de embarcações militares e de serviço desde 1946. No início dos anos 1990, a marca decidiu diversificar suas atividades para o mercado de iates de luxo como estratégia, uma vez que o segmento vinha crescendo internacionalmente.

                                                    O superiate De-De. Foto: IYC / Divulgação

                                                    Assim, nasceram cinco veleiros, cinco iates a motor (incluindo o De-De) e cinco conversões em iates, até a marca encerrar as atividades ligadas à construção de superiates, em 10 de julho de 2013. A justificativa foi novamente estratégica: focar nos setores militar e comercial, uma vez que representavam a maior parte da receita e tinham maior previsibilidade de contratos.

                                                    Foto: IYC / Divulgação

                                                    Tudo isso só agregou ainda mais valor ao De-De, que teve US$ 8,5 milhões como seu último preço de venda conhecido — cerca de R$ 45 milhões na conversão de janeiro de 2026. Adam Levine, da IYC , representou o vendedor, e João Kossmann, da BYS International, apresentou o comprador.

                                                    Por dentro do superiate De-De

                                                    Com projeto externo e interiores assinados pelo estúdio Stirling Design International, o De-De passou por uma ampla reforma em 2020, que incluiu nova pintura de casco, renovação completa dos carpetes, modernização das áreas da tripulação e revisão de boa parte dos sistemas técnicos.

                                                    Foto: IYC / Divulgação

                                                    Seu interior acomoda confortavelmente até dez hóspedes em cinco suítes, sendo que a principal ocupa toda a boca do superiate no convés principal, com direito a cama king-size e escritório separado.

                                                    Foto: IYC / Divulgação

                                                    No convés inferior, estão três cabines de casal e uma com duas camas de solteiro conversíveis. A área social inclui sala de jantar para dez pessoas à frente do salão principal, além de espaços externos na popa e no convés superior voltados a refeições ao ar livre e encontros mais informais.

                                                    Foto: IYC / Divulgação

                                                    Entre as comodidades estão jacuzzi, academia, luzes subaquáticas, ar-condicionado, Wi-Fi e um salão superior equipado com um atualizado sistema de home theater. Após a reforma, o bar do convés superior foi removido para ampliar a área de convivência, buscando espaços mais amplos e versáteis para os hóspedes.


                                                    Construído com casco de aço e superestrutura de alumínio, o De-De navega com dois motores Caterpillar de 1.200 hp, que garantem velocidade de cruzeiro de 12 nós e autonomia de até 4 mil milhas náuticas a 11 nós. O conjunto é complementado por estabilizadores Quantum de velocidade zero, que contribuem para maior conforto tanto em navegação, quanto fundeado. Veja mais fotos:

                                                    Foto: IYC / Divulgação
                                                    Foto: IYC / Divulgação
                                                    Foto: IYC / Divulgação
                                                    Foto: IYC / Divulgação
                                                    Foto: IYC / Divulgação
                                                    Foto: IYC / Divulgação
                                                    Foto: IYC / Divulgação
                                                    Foto: IYC / Divulgação
                                                    Foto: IYC / Divulgação
                                                    Foto: IYC / Divulgação
                                                    Foto: IYC / Divulgação

                                                     

                                                    Náutica Responde

                                                    Faça uma pergunta para a Náutica

                                                      Relacionadas

                                                      Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                      Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                      Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                      Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                                      Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                                      Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                                      Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                                                      Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                                      Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                                      Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                                                      “Peixe Saiyajin”: conheça o animal batizado em homenagem ao personagem de Dragon Ball

                                                      Espécie foi encontrada a cerca de 210 metros de profundidade, em águas próximas a Okinawa, no sul do Japão

                                                      Uma cena épica marcou a transformação de Goku, protagonista da franquia japonesa Dragon Ball, em um Super Saiyajin pela primeira vez nos anos 1990. Durante a batalha heroica contra Freeza, Goku ganhou os lendários cabelos e aura dourados, levando os fãs à loucura. O episódio — e a série em si — seguem fazendo sucesso. Não à toa, um peixe japonês acaba de ser batizado em referência à transformação do “Kakarotto”.

                                                      Diferentemente de Goku, o peixe não precisou passar por uma “fúria extrema” para receber o “cabelo amarelo”, tido como a mais famosa característica de um Super Saiyajin. Naturalmente, o agora chamado de Vanderhorstia supersaiyan já detém esse estilo.

                                                       

                                                      O animal, que pertence ao grupo dos gobídeos, foi encontrado por pesquisadores a cerca de 210 metros de profundidade, em águas próximas a Okinawa, no sul do Japão. A região, conhecida como “zona crepuscular”, é caracterizada pela baixíssima iluminação.

                                                       

                                                       

                                                      Ver esta publicação no Instagram

                                                       

                                                      Uma publicação partilhada por Toei Animation (@toei_animation)


                                                      Os gobídeos, encontrados em diversas partes do mundo, são considerados peixes pequenos e comuns, sem muito destaque para a aparência. Geralmente detém coloração marrom, esverdeada ou cinza — mas não o Vanderhorstia supersaiyan.

                                                       

                                                      Fugindo do padrão do gênero Vanderhorstia, o animal tem corpo quase transparente, com destaque para as “mechas” amarelas vibrantes que se espalham pelas nadadeiras e pelo rosto do peixe. Foram justamente essas características que levaram os cientistas a nomearem a espécie em alusão à transformação que marcou gerações.

                                                      Um mini guerreiro Saiyajin

                                                      A descoberta do peixe Saiyajin foi feita por uma equipe da Universidade de Ryukyus, no Japão, e publicada no fim de 2025 na revista científica Springer Nature. O estudo revela que a profundidade na qual o animal foi encontrado é quase o dobro do que se conhecia para outras espécies semelhantes.

                                                      Foto: Reprodução

                                                      A informação torna a descoberta ainda mais relevante do ponto de vista científico, reforçando o quanto essa região do oceano ainda é muito pouco estudada e conhecida.


                                                      Embora a alusão ao desenho seja apenas pelo tom amarelo encontrado no peixe, a imaginação é capaz de nos levar mais longe. Quem sabe esse peixinho tenha, sim, enfrentado uma grande fúria em meio às adversidades de seu habitat e atingido o limite que faltava para sua forma lendária.

                                                       

                                                      Brincadeiras à parte, os mangás são um elemento central da cultura japonesa e figuram entre os principais produtos culturais do país, influenciando não só o entretenimento, mas também referências em diferentes campos, como a ciência.

                                                       

                                                      Náutica Responde

                                                      Faça uma pergunta para a Náutica

                                                        Relacionadas

                                                        Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                        Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                        Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                        Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                                        Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                                        Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                                        Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                                                        Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                                        Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                                        Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                                                        Veleiro da Marinha Indiana foi “costurado” à mão e exala história, arte e tradição

                                                        INSV Kaundinya é uma homenagem ao artesanato marítimo da Índia no século 5 e faz viagem inaugural em jornada simbólica

                                                        Quando as imponentes velas do INSV Kaundinya, veleiro da Marinha Indiana, surgem à vista, o horizonte ganha cores vibrantes e o vento passa a carregar história, arte e tradição. Embora lançada em 2025, essa embarcação carrega técnicas de construção da Índia antiga do século 5, em uma homenagem ao artesanato marítimo singular da época.

                                                        O barco foi construído à mão tal qual os navios antigos do período entre os anos 401 e 500 d.C, por uma equipe de artesãos tradicionais em Kerala. Eles utilizaram uma técnica tradicional de “costura”, em que tábuas de madeira são unidas por cordas de fibra de coco e seladas com resinas e óleos naturais.

                                                        Foto: Governo da Índia / Instagram @mygovindia / Reprodução

                                                        Sem motor ou qualquer outra propulsão moderna, o Kaundinya navega apenas com suas velas. Quando içadas, elas revelam símbolos tradicionais da herança indiana, como Gandabherunda, a águia de duas cabeças da dinastia Kadamba.


                                                        O veleiro é o resultado de um projeto lançado em 2023, liderado pela Marinha Indiana e pelo Ministério da Cultura da Índia, em parceria com a Hodi Innovations. Embora incorporado à marinha alguns meses após seu lançamento, em fevereiro de 2025, o barco, claro, não participa de operações militares, ainda que seja capaz de transportar até 15 tripulantes.

                                                        Issa Saleh Al Alshibani, embaixador do Sultanato de Omã na Índia; e Krishna Swaminathan, Comandante-em-Chefe do Comando Naval Ocidental da Marinha Indiana, segurando a maquete do INSV Kaundinya. Foto: Governo da Índia / Instagram @mygovindia / Reprodução

                                                        O trabalho para torná-lo real envolveu poucas fontes visuais e estudos hidrodinâmicos complexos, uma vez que não haviam plantas originais disponíveis. O Kaundinya partiu no último dia 29 de dezembro para sua viagem inaugural, que também chega repleta de significado.

                                                        Foto: Governo da Índia / Instagram @mygovindia / Reprodução

                                                        O navio zarpou de Gujarat, na Índia, rumo a Muscat, em Omã, jornada simbólica que remete às antigas rotas marítimas que ligavam a costa oeste da Índia ao país do Oriente Médio. Até o momento dessa publicação, o veleiro continuava em rota, já no Golfo de Omã.

                                                         

                                                        Náutica Responde

                                                        Faça uma pergunta para a Náutica

                                                          Relacionadas

                                                          Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                          Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                          Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                          Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                                          Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                                          Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                                          Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                                                          Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                                          Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                                          Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                                                          Homem constrói castelo com 40 mil garrafas plásticas retiradas de praias

                                                          Projeto de 14 m de altura tem quartos para hóspedes, área de convivência, mirante e até masmorra. É possível se hospedar por pouco mais de R$ 300

                                                          11/01/2026

                                                          Quando o canadense Robert Bezeau percebeu a dimensão do problema envolvendo o lixo plástico em Isla Colón, no arquipélago de Bocas del Toro, no Panamá, ele teve uma ideia pouco convencional: construir um castelo de garrafas. O projeto não só saiu do papel como rendeu um lugar no Guinness World Records (o Livro dos Recordes), evoluiu para uma espécie de vila sustentável e deu a Bezeau o apelido de “Rei do Plástico”.

                                                          O Castillo Inspiración, como é chamado, soma quatro andares e 40 mil garrafas reutilizadas, refletindo bem o quanto Bezeau é engajado no assunto reaproveitar. Desde 2012, quando passou a morar em terras panamenhas, ele se dedica a reutilizar resíduos coletados nas praias e comunidades locais.

                                                          A obra de Robert Bezeau entrou para o Guinness Book como o maior castelo já construído com garrafas plásticas. Foto: Guinness World Records / Reprodução

                                                          Nesse processo, Bezeau chegou a recolher em mutirões mais de 1 milhão de garrafas plásticas em apenas um ano e meio circulando pelas praias e áreas urbanas do arquipélago. O número revelou como a dependência de transporte e processamento externo limitava a capacidade de reciclagem na ilha.

                                                           

                                                          Assim, outro valor do canadense entrou em ação: ele defende a importância da “reutilização criativa” do plástico PET em vez da reciclagem — ou seja, a reutilização das garrafas de plástico para outro fim sem alterar sua estrutura química.

                                                          Foto: Plastic Bottle Village / Divulgação

                                                          Retendo boa parte desse material na ilha, o Castillo Inspiración nasceu em 2017, com imponentes 14 metros de altura, quartos para hóspedes, área de convivência e um mirante no topo. Na obra, concreto e aço se misturam às garrafas, utilizadas como isolamento — de quebra, o material ainda confere ao castelo um efeito que lembra o dos vitrais, graças à sua transparência.

                                                          Foto: Plastic Bottle Village / Divulgação

                                                          A construção fez tanto sucesso que culminou em uma espécie de vila, a Plastic Bottle Village, onde um conjunto de instalações também aproveita as garrafas como isolamento térmico antes da aplicação de concreto na parte externa. O espaço ainda promove ações que reforçam a importância da reutilização do plástico e chamam atenção para as consequências do material nos oceanos.

                                                          Foto: Plastic Bottle Village / Divulgação

                                                          É possível se hospedar por lá, com quartos a partir de US$ 60 no castelo (R$ 320 na conversão de janeiro de 2026) e camas a partir de US$ 20 (R$ 107) no restante das instalações. Além das acomodações econômicas próximas às principais atrações do arquipélago, o espaço promete bar, piscina, vista de animais locais e surf nas águas de Bocas del Toro


                                                          Em 2021, o Rei do Plástico inaugurou uma extensão de 139 m² e 3,7 metros de altura ao Castillo Inspiración, utilizando outras 10 mil garrafas. A área funciona como uma espécie de masmorra com seis “celas”, que juntas podem acomodar até 16 pessoas. A ideia é que por ali os hóspedes utilizem o espaço para se arrepender de seus “crimes” relacionados ao lixo plástico e se comprometer a melhorar hábitos de consumo.

                                                           

                                                          Robert afirma que até 2022 o complexo construído a partir do castelo já havia incorporado cerca de 200 mil garrafas.

                                                           

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

                                                            Relacionadas

                                                            Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                            Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                            Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                            Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                                            Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                                            Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                                            Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                                                            Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                                            Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                                            Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                                                            Não se arrisque: confira dicas para aproveitar o mar em segurança neste verão

                                                            Somente durante a virada, mais de 1,6 mil resgates foram realizados em praias do Rio. Dicas simples podem evitar transtornos

                                                            10/01/2026

                                                            Até o dia 20 de março, o verão seguirá a todo vapor no Brasil. Nesse período, as praias brasileiras recebem um alto número de visitantes, que aproveitam os dias dourados para tomar aquele banho de mar. A atividade, contudo, embora relaxante, fica a um passo de virar um grande transtorno caso medidas simples de segurança não sejam levadas a sério.

                                                            Para se ter uma ideia, somente durante a virada de ano (2025/2026) mais de 1,6 mil resgates foram realizados em praias de todo o estado do Rio de Janeiro, conforme levantamento do Corpo de Bombeiros. Na virada de ano anterior (2024/2025), haviam sido 33.

                                                             

                                                            A euforia pelos dias de férias, embora compreensiva, não deve transpor os cuidados ao entrar na água, uma vez que o mar pode, muitas vezes, ser traiçoeiro.

                                                            Mar com segurança: dicas simples podem evitar incidentes

                                                            Apesar dos riscos, o mar dá sinais quando não está para brincadeira e compromete a segurança dos banhistas — basta saber identificá-los e, principalmente, respeitá-los.

                                                            Respeite a sinalização de risco

                                                            O mais claro dos sinais é dado por profissionais capacitados, com as famosas sinalizações de risco. Você com certeza já se deparou, por exemplo, com uma bandeira vermelha fincada na areia. Sem surpresas, ela indica alto risco de afogamento. Ao avistá-la, é essencial não entrar no mar que, nessas condições, apresenta grande incidência de correntes de retorno — a causa de grande parte das ocorrências de afogamento.

                                                            Foto: Dmitry_Rukhlenko / Envato

                                                            Há ainda a bandeira duplo-vermelha, utilizada em situações extremas. Ela indica a interdição da praia em função de chuva forte, ressaca, incidência de raios, entre outras situações.

                                                            Procure uma área próxima a um posto de guarda-vidas

                                                            Os guarda-vidas são verdadeiros “guardiões” das praias, sempre empenhados na proteção dos banhistas e na prevenção de afogamentos. Eles geralmente estão posicionados em guaritas elevadas na areia, devidamente uniformizados nos tons de vermelho e amarelo.

                                                            Foto: Governo de São Paulo / Divulgação

                                                            Por outro lado, praias sinalizadas com bandeira preta indicam a ausência de guarda-vidas nos postos de salvamento, o que deve servir de alerta para os banhistas, uma vez que, no caso de qualquer incidente, ficarão sem socorro imediato.

                                                            Evite entrar no mar após o consumo de álcool

                                                            A combinação de álcool e atividades aquáticas pode ser extremamente perigosa. Conforme informações do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará, o álcool afeta negativamente as habilidades motoras e o julgamento, comprometendo o equilíbrio, a coordenação e a velocidade de reação do indivíduo.

                                                            Foto: GreensandBlues / Envato

                                                            Logo, ao nadar ou praticar qualquer atividade no mar, essas capacidades reduzidas aumentam consideravelmente o risco de acidentes e afogamentos.

                                                            Saiba identificar e sair de uma corrente de retorno

                                                            Uma das principais causas de afogamento nas praias, a corrente de retorno é um fluxo estreito e rápido de água que se forma quando a água empurrada pelas ondas de volta à praia encontra um “corredor” para retornar ao mar. Esse movimento forma um canal de repuxo em direção ao alto-mar e cava uma espécie de valeta na areia, deixando aquele trecho mais fundo e muito mais difícil de sair.

                                                            Foto: National Weather Service/JotaCartas/CC BY 3.0/Wikimedia Commons / Reprodução

                                                            Elas costumam ser identificadas a partir de um ponto no mar em que a água é mais escura, menos ondas se quebram e a espuma é puxada para dentro. No Instagram, o guarda-vidas De Freitas compartilha dicas para aproveitar os dias de praia em segurança. Sobre as correntes de retorno, ele explica que a pior decisão ao se deparar com uma é nadar em direção à areia, o que aumenta o cansaço e acelera o risco de afogamento.

                                                             

                                                            Segundo ele, a decisão mais assertiva é manter a calma, flutuar por alguns segundos para recuperar o fôlego e nadar para um dos lados até alcançar o banco de areia. Confira a demonstração:

                                                             

                                                            Não sabe nadar? Não se arrisque!

                                                            A exemplo da demonstração do guarda-vidas De Freitas, fica evidente que saber nadar nem sempre vai ser o suficiente para evitar um afogamento — embora essa habilidade seja indiscutivelmente essencial no mar.

                                                             

                                                            Fato é que, mesmo sabendo nadar o mar ainda pode ser traiçoeiro. Logo, se essa não for uma das suas habilidades, evite se aproximar do fundo do mar para curtir em segurança. Mantenha uma distância segura da areia e não se arrisque.

                                                             

                                                            Náutica Responde

                                                            Faça uma pergunta para a Náutica

                                                              Relacionadas

                                                              Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                              Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                              Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                              Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                                              Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                                              Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                                              Concurso premia fotos mais engraçadas da natureza desde 2015; confira vencedoras até aqui

                                                              Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                                              Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                                              Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte