Após longos e congelantes dias no continente mais inóspito do planeta, a tripulação do veleiro Endurance 64 se despede da Antártica — ainda que com o coração apertado e um roteiro encurtado. A partida antecipada e os momentos finais na região polar compõem o 10º episódio da série documental, que estreia nesta quinta-feira (26), às 20h, no canal da Revista Náutica no YouTube.
Mesmo com o tempo contado, os últimos destinos renderam paisagens memoráveis e fortes emoções. A equipe visitou locais emblemáticos como a Ilha Enterprise, a Baía de Dorian e o Porto Lockroy — um pequeno território britânico que abriga uma loja e um correio que envia cartas diretamente da Antártica para o mundo.
No trajeto entre um ponto e outro, o Endurance 64 foi presenteado com aparições de animais marinhos e paisagens de tirar o fôlego. A tripulação, por sua vez, não poupou elogios.
Isso aqui é uma poesia visual. Sem palavras– Capitão Marcos Hurodovich
A gente está absolutamente maravilhado– Líder de expedição Cícero Vieira Neto
Olhar ao redor é perceber que chegamos onde sonhamos estar– Documentarista Guilherme Kodja
É uma coisa mais bonita do que a outra. Para onde você olha, você acha beleza– Velejador Cesar Mello
Mas nem tudo foram flores congeladas. Um dos desafios enfrentados pela tripulação foi o mau funcionamento da bateria do motor, causado pelas baixíssimas temperaturas. A solução improvisada foi isolar o equipamento com garrafas PET cheias de ar, criando uma barreira térmica rudimentar, mas eficaz.
Foto: Revista Náutica
Ao chegar no Porto Lockroy, a tripulação foi recebida com outra surpresa — e não das boas: a ilha estava fechada para visitação. Sem poder atracar, a tripulação não conseguiu explorar o local. Mas para contornar a situação, representantes britânicos foram até o veleiro levando itens da loja, garantindo que ninguém ficasse sem presentinhos antárticos.
Representantes britânicos do Porto Lockroy a bordo do veleiro Endurance 64. Foto: Revista Náutica
Apesar dos imprevistos e da partida antecipada por conta da previsão de mudanças severas no clima, a tripulação saiu da Antártica com a certeza de ter vivido uma experiência transformadora. Assista a íntegra no episódio!
Baleia desfila perto do veleiro Endurance 64. Foto: Revista Náutica
As máquinas por trás da aventura à Antártica
Com 64 pés de comprimento e casco de alumínio, o veleiro Endurance 64 abrigou por três meses os navegadores desta expedição à Antártica, exibida na série do Canal Náutica.
Veleiro Endurance 64 abrigou tripulação por três meses durante expedição. Foto: Guilherme Kodja / Arquivo pessoal
Projetado por Thierry Stump, um belga que adotou o Brasil como lar, e totalmente reformado no ano de 2021, o barco homenageia, com seu nome, a lendária embarcação Endurance, de Sir Ernest Shackleton — o mais famoso navegador apaixonado pela Antártica.
Para garantir o sucesso da expedição polar que deu origem à nova série de NÁUTICA, o Endurance 64 recebeu o motor 4LHA-STP da Yanmar.
Endurance 64 navega com o motor 4LHA-STP da Yanmar. Foto: Guilherme Kodja / Arquivo pessoal
Segundo a marca japonesa, o equipamento pode ser utilizado como reversor ou rabeta e ainda serve a alguns barcos de lazer — como lanchas de 36 pés com montagem de parelha.
A parceria da tecnologia da Yanmar somada às expertises dos tripulantes permitiram que a viagem ao continente mais gelado do planeta fosse um sucesso. Você confere a saga completa de “Endurance 64: o veleiro polar” no Canal Náutica do YouTube. Inscreva-se e ative o sininho para não perder nenhum capítulo dessa emocionante expedição.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
O uso sustentáveldos recursos marinhos e costeiros, aliado ao crescimento econômico e a conservação ambiental são algumas das premissas da chamada economia azul — para qual Salvador está de olho. Mirando ser protagonistanesse conceito, a capital baiana realizou, no fim de maio, o seu 1º Fórum Náutico Internacional, promovido pela Associação Náutica da Bahia (ANB).
O evento, em parceria com a Associação de Atividades Náuticas e Desportiva de Canárias e a Confraria Europeia da Vela, reuniu autoridades nacionais e internacionais, especialistas do setor, representantes do poder público e da iniciativa privada para debater ações para o desenvolvimento econômico, turístico, social e ambiental da Baía de Todos-os-Santos e do litoral baiano.
Foto: Jefferson Peixoto/Secom PMS / Reprodução
A programação do fórum incluiu painéis temáticos, debates estratégicos e apresentações de soluções voltadas ao fortalecimento da cultura náutica, qualificação profissional e atração de investimentos, inclusive com cases de sucesso implantados na Espanha — com direito a uma comitiva espanhola presente — e na Europa.
A expectativa é de que a Bahia, Salvador e seu universo náutico consolidem-se nos próximos anos como referência nacional e internacional.
Giulliana Brito, chefe de gabinete da Secretaria de Turismo (SETUR), compareceu ao evento e destacou que o estado “possui um patrimônio natural, cultural e histórico riquíssimo, além de uma população acolhedora”, que torna o destinodiferenciado.
Foto: Jefferson Peixoto/Secom PMS / Reprodução
A Secretária do Mar de Salvador, Maria Eduarda Lomanto, ressaltou a importância da criação da pasta e reafirmou o compromisso da prefeitura em transformar o setor náutico em uma das grandes matrizes econômicas da cidade. Para ela, “trazer Salvador para o protagonismo da economia do mar é uma grande responsabilidade”.
O presidente da ANB, Santiago Campo, por sua vez, ressaltou que o objetivo é “fomentar todas as iniciativas concretas e promissoras em torno da Baía de Todos-os-Santos e da costa baiana”, e destacou os pontos fortes do setor no estado, que vão “do pescador artesanal à indústria naval, passando por setores como pesca, mergulho, desenvolvimento energético, transporte marítimo entre outros.”
Para se ter uma ideia, segundo dados da Prefeitura de Salvador, a Baía de Todos os Santos conta com inúmeras praias, 56 ilhas, rios, manguezais, corredeiras e quedas d’água em uma área de 1.052 km². Tem um contorno de quase 200 km de extensão e 13 municípios.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
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Navegar bem é bom, mas navegar com tecnologia de ponta é ainda melhor. Seguindo essa proposta, a Wonder Boat promete atrativos que combinam inovação e interatividade no Marina Itajaí Boat Show 2025 — além de condições especiais para compra durante o evento.
Na edição deste ano, que acontece de 3 a 6 de julho, a empresa levará ao estande uma assistente de navegação com inteligência artificial, óculos de realidade virtual e jogos interativos, todos disponíveis para demonstração e testes do público.
Foto: Lucas Araújo / Wonder Boat / Reprodução
Entre os destaques no estande da marca também estarão produtos de marcas consagrados, como GPS marítimos, sonares, antenas de radar, AIS, rádios VHF/SSB e pilotos automáticos.
Além da venda dos equipamentos, a Wonder Boat desenvolve projetos personalizados, considerando o tipo de embarcação e os objetivos de cada cliente.
Durante o salão náutico, a empresa informa que todos os produtos estarão com 20% de desconto — inclusive os lançamentos que estreiam no evento. Entre eles, estão o sonar SIMRAD NSS 4, o chartplotter touchscreen Garmin GPSMAP 9000, os displays Raymarine Axiom 2 e o transdutor Panoptix PS70.
Foto: Lucas Araújo / Wonder Boat / Reprodução
As tecnologias vêm para auxiliar e otimizar os momentos a bordo, além de aumentar a segurançaem diferentes cenários.
Marina Itajaí Boat Show 2025
O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.
Anote aí!
Quando: De 3 a 6 de julho de 2025 Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h. Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Confirmada no Marina Itajaí Boat Show 2025, a Sessa Marine atracará no salão com a recém-lançada Sessa F60, que fará de 3 a 6 de julho sua estreia no Sul do país. O modelo volta olhares à mobilidade e estará sobre as águas da marina ao lado de outras quatro grandes lanchasdo estaleiro, apresentadas em parceria com a dealer oficial da marca, a MR Boats.
A Sessa F60 atraiu olhares durante o Rio Boat Show deste ano, um dos principais salões náuticos deste lado do globo, onde foi apresentada pela primeira vez nas américas.
Com imponentes 60 pés (18,30 metros), a embarcaçãoé tida pela Sessa como um dos modelos mais sofisticados já desenvolvidos pelo estaleiro italiano, que detém uma sede em Palhoça (SC).
Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica
Atributos como banheiros grandes, cabines generosas e um acesso facilitado de popa à proa voltam olhares à mobilidade, em um barco pensado para atender a clientes que crescem junto com a marca.
Acho que a gente foi bastante feliz. Qualquer pessoa, por mais dificuldade de mobilidade que tenha, circula no barco todo. Os ambientes estão pensados para isso– detalhou José Galizio Neto, presidente da Sessa, no salão do Rio
Entre os destaques da Sessa F60 estão espaços dedicados a moto aquática e um bote, além da cabine do proprietário, que ocupa toda a boca do barco, de 4,98 metros, e dispõe de closet, sofá e banheiro completo.
Ao todo, a lanchaacomoda até 14 pessoas, sendo que seis podem pernoitar em três camarotes (além do dedicado ao marinheiro). Segundo a marca, a embarcação que navega com 2 Volvo Penta IPS 950 foi projetada para cruzeiros de médio e longo alcance.
Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica
Além da recém-lançada Sessa F60, o público que comparecer ao Marina Itajaí Boat Show 2025 poderá conferir de perto todos os detalhes das lanchas Sessa F48, Sessa F42, Sessa KL40 e Sessa C40.
Marina Itajaí Boat Show 2025
O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.
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Quando: De 3 a 6 de julho de 2025 Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h. Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
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Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Em meio às inúmeras embarcações que os Boat Shows reúnem, são os detalhes que fazem a diferença. Nesse contexto, a Kapazi Náutica — especializada em revestimentos para embarcações e acessórios náuticos, com quatro décadas de atuação — marcará presença no salão náutico de Itajaí com condições especiais para o público. O evento acontece de 3 a 6 de julho.
A empresa levará sua linha completa de pisos náuticos, que inclui tapetes em PVC, EVA, têxtil e sintéticos, além de acessórios como coolers, tapetes flutuantes, cadeiras flutuantes e itens para manutenção de embarcações.
A cadeira flutuante Kap Float é um dos grandes sucessos da Kapazi. Foto: Arquivo Kapazi Náutica / Divulgação
Durante o Marina Itajaí Boat Show 2025, todos os produtos da marca estarão com condições especiais — os descontos chegam a até 30% para negociações feitas durante o evento.
Revestimento da Kapazi Náutica em barco. Foto: Cassiano Correia / Reprodução
O carro-chefe da Kapazi Náutica segue sendo sua linha de revestimentos, que combina diferentes tecnologias e materiais para públicos variados, prezando pelo desempenho e durabilidade.
Marina Itajaí Boat Show 2025
O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.
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Quando: De 3 a 6 de julho de 2025 Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h. Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Mais informações: site do evento
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Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou novas regras para a reciclagem de embarcações no Brasil. As mudanças, previstas no Projeto de Lei (PL), aproximam as diretrizes nacionais às exigências da Convenção Internacional de Hong Kong — tratado que estabelece normas para o desmonte seguro e ambientalmente adequado de navios e estruturas náuticas.
O objetivo do PL é definir diretrizes mais claras para o fim da vida útil de embarcações, reforçando a proteção ambiental e a segurança dos trabalhadores envolvidos nesse processo. Dessa forma, o Brasil pode ser colocado na rota de um novo mercado: o da reciclagem náutica sustentável.
As novas regras se aplicam a todas as embarcações em águas brasileiras, de todos os tamanhos e tipos — incluindo plataformas flutuantes. Ficam de fora apenas os navios da Marinha do Brasil e embarcações com menos de 8 metros de comprimento que não utilizam motor.
Alexandre Lindenmeyer, relator da proposta aprovada. Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados / Reprodução
Um dos principais pontos do texto aprovado é a obrigatoriedade de um plano de reciclagem. Esse documento deve detalhar todos os materiais perigosos ou resíduos presentes na embarcação. A exigência vale para barcos com arqueação bruta superior ou igual a 300 — abaixo disso, o plano não é necessário.
Cabe ao proprietário fornecer todas as informações ao estaleiro para a elaboração do plano, que só poderá ser executado após aprovação de um órgão ambiental competente.
Para que a reciclagem, de fato, inicie, a autoridade marítima deverá realizar uma vistoria. O objetivo é garantir que não haja materiais não identificados ou riscos escondidos. As regras para essa inspeção ainda serão definidas por regulamentos da autoridade marítima.
O projeto também determina que os estaleiros autorizados a realizar a reciclagem devem seguir normas específicas, garantindo segurança ao meio ambiente e aos trabalhadores.
Agora, a proposta segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Se aprovada, poderá transformar o Brasil em um exemplo global de descarte responsável de embarcações, alinhado à práticas internacionais reconhecidas mundialmente.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
As famosas histórias de pescador já não são como antes. Hoje em dia, é possível ter o relato duvidoso registrado em vídeo. Foi o que aconteceu com o empresário Vanderlei da Silva Rosa, que “fisgou” um filhote de onça-pintada para ajudá-lo a atravessar um rio no Pantanal do Mato Grosso do Sul — e viralizou na internet com a captura do momento.
Pescador amador, Vanderlei, que é da pequena Ibaté, no interior de São Paulo, viaja todo ano ao Pantanal do Mato Grosso do Sul para pescar. Foi justamente em uma dessas viagens que ele viveu o momento especial na região de Corumbá (MS), que fica na junção do Rio Miranda com o Rio Paraguai. Assista:
Ele e um amigo, também pescador, voltavam de uma pesca quando avistaram uma onça com dois filhotes. Ao g1, Vanderlei detalhou que alguns barcospassaram na frente da embarcação da dupla e os filhotes mudaram de direção. “Um foi para o sapé e o outro foi em direção ao Rio Paraguai. Lá tem correnteza e com certeza ele ia se perder da mãe”, explicou.
Aí, a única alternativa foi tentar ajudar– recordou ao veículo
Foi nesse momento que o filhote de onça acabou “fisgado” pelo pescador amador. Vanderlei improvisou uma rede que foi içada ao rio. O animal, por sua vez, se agarrou a ela até ser levado à margem, onde foi solto em segurança.
Com certeza o bichinho se salvou, a oncinha estava muito cansada, mas graças a Deus que deu tudo certo– comemorou
A mamãe onça havia sido vista pela dupla a cerca de 30 metros dali. O outro filhote, segundo Vanderlei, também conseguiu se salvar.
Para o biólogo Henrique Abrahão Charles, há chance de mais de 90% de o filhote reencontrar a mãe. Ao g1, ele explicou que a porcentagem alta se deve ao fato de que a mãe não abandona o filhote. “Eles se comunicam. A onça tem olfato muito poderoso, boa audição e visão excelente. Existem métodos de vocalização do filhote. Ela vai procurar por ele, ele vai chamar por ela”, detalhou.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Uma novidade pronta para ser explorada: o estaleiro Bate Vento Sailmaker & Catamarans lançará no Marina Itajaí Boat Show 2025 o veleiro catamarã BV 21, que poderá ser testadopelos visitantes durante o evento, de 3 a 6 de julho.
O modelo, novidade no portfólio da marca, estará à venda a partir de R$ 140 mil. Segundo o estaleiro, a embarcação é ideal para a prática de vela esportiva e cruzeiros costeiros, acomodando até quatro pessoas a bordo em uma navegação que promete ser simples e prática.
De acordo com a Bate Vento, o barco chega pronto para velejar, com velas, sistemas de controle, cabos, toldo, bolina e leme carbono, âncora e amarra, além de estar equipado com painel solar, iluminação de navegação, caixa d’água potável com bombas, paiol e estanque de armazenagem.
Veleiro catamarã BV 36, do estaleiro Bate Vento. Foto: Bate Vento / Marcus Studio Fotografia / Reprodução
Embora o BV 21 seja o único barco em exposição física no evento, os catamarãs a vela BV 26, BV 36 e BV 43 também serão apresentados por vídeo. A equipe do Bate Vento estará à disposição para tirar dúvidas e apresentar os diferenciais de cada modelo.
Marina Itajaí Boat Show 2025
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Um artefato que carrega consigo parte da história — e de uma tragédia — foi retirado das profundezas do oceano no último mês de maio. Trata-se do sino do navio Star of Bengal, naufragado em 1908 nas águas do Alasca. A tragédia é considerada o segundo naufrágio mais mortal da região, com 110 vítimas fatais.
Com mais de 150 anos de idade, o sino foi resgatado durante uma expedição voluntária organizada por moradores locais. O objetivo inicial era mapear e identificar o local do naufrágio, mas a equipe também conseguiu içar o objeto histórico.
Sino recuperado do navio naufragado. Foto: Stephen Prysunka / Reprodução
Agora, a peça será submetida a um tratamento especializado para evitar a chamada “doença do bronze” — um processo intenso de corrosão causado pelo longo contato com a água salgada. O custo estimado da restauração é de até US$ 10 mil (cerca de R$ 55 mil, na cotação de junho de 2025).
Após o processo de recuperação, o sino será entregue ao Museu Wrangell, no Alasca, onde ficará exposto ao público.
Tragédia marcada na história do Alasca
O naufrágio do Star of Bengal ocorreu em 20 de setembro de 1908, nas proximidades da Ilha Coronation, durante uma forte tempestade. A embarcação estava sendo rebocada em direção a San Francisco quando os ventos violentos causaram seu afundamento.
O episódio se torna ainda mais dramático ao revelar que a maior parte das vítimas eram trabalhadores de uma fábrica de conservas, que eram transportados pelo navio. Segregados da tripulação, eles estavam trancados no porão dianteiro e não conseguiram escapar da embarcação.
Tripulação do Star of Bengal. Foto: Parque Nacional Marítimo de San Francisco / Reprodução
Pelo número de mortos e pela gravidade do ocorrido, o naufrágio do Star of Bengal é considerado o segundo pior da história do Alasca, ficando atrás apenas do desastre com o Princess Sophia, em 1918, que resultou na morte de 343 pessoas.
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Para quem imaginava o futuro como a era em que máquinas ajudariam seres humanos de forma contínua e inteligente, esse momento parece ter chegado. Um exemplo é o sistema de inteligência artificial desenvolvido pela startup Viam, que promete integrar diferentes tecnologias para beneficiar várias frentes do setor marítimo.
A IA coleta dados de sensores como sonar, radar, GPS e câmeras em tempo real, processando essas informações mesmo em locais sem internet. O principal diferencial apontado pela Viam é a forma acessível de exibir os dados. Com isso, o sistema auxilia a navegação em nevoeiros intensos, aumenta a segurança ao prever falhas e ainda oferece suporte — e dicas precisas — à pesca.
Uma parceria com a Kongsberg Discovery levou a inteligência a outro patamar: agora, a IA afirma conseguir ajustar automaticamente o sonar Simrad SY50, otimizando a visualização de cardumes e a leitura do que está submerso. É como se a máquina enxergasse com certa nitidez o fundo do mar — e traduzisse as informações em imagens em tempo real para o ser humano.
Painel de IA marítima preza por interface didática. Foto: Dennis A. Clark / New York Post / Reprodução
Uma reportagem do New York Post mostra a surpresa do capitão Eric Collins ao navegar em Long Island sob névoa espessa, pela primeira vez com o auxílio da IA marítima. Mesmo com visibilidade inferior a 15 metros (a olho nu), o sistema inteligente detectou seis embarcaçõespróximas e indicou suas posições. “Isso torna a experiência melhor para todos na água”, cravou o comandante.
Embora os sistemas de navegação tradicionais cumpram o que prometem, Collins destacou que o principal diferencial da Viam está na interface. Ao contrário de softwares difíceis de interpretar, o sistema emergente da startup diz se diferenciar por criar gráficos e imagens de fácil compreensão.
No caso da pesca, por exemplo, o console do barco mostra de forma clara e didática a localização prevista dos peixesmais próximos, além de dados como temperatura da água e probabilidade de sucesso em tempo real.
IA marítima auxilia na pesca ao informar direção de cardumes com certa precisão. Foto: Dennis A. Clark / New York Post / Reprodução
Além disso, o sistema também alerta sobre necessidades de manutenção no barco. Isso pode evitar prejuízos, já que um problema inicial pode ser resolvido em 20 minutos, enquanto o mesmo, agravado, pode demandar semanas de reparo.
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O mercado náutico está em crescente expansão, por isso se destacar em meio à tantas opções se faz cada vez mais difícil. Nesses momentos, uma “collab” não é má ideia. Assim nasceu o Azzurra 48, um superiatepensado pelo renomado designer italiano Mauro Giamboi em parceria com a holandesa Van Oossanen Naval Architects, que atua no setor desde 1992.
O modelo de 48 metros (157 pés) entra para a linha Azzurra de superiates semi-customizados da Giamboi Designs, que já conta com outros dois modelos menores: o Azzurra 40, de 40,2 metros (132 pés) e o Azzurra 36, de 36 metros (118 pés).
Em meio a projetos cada vez mais futurísticos, a ideia é que o design do Azzurra 48 faça deste um barco atemporal, “à prova do futuro” — sem deixar de atender às demandas dos proprietários em termos de aparência e tecnologia.
Foto: Giamboi Designs / Reprodução
Para isso, a embarcaçãocombina o estilo clássico de raízes italianas de Giamboi com a engenharia de ponta holandesa, impressa, inclusive, no sistema Fast Displacement Hull Form (FDHF), que visa melhorar a eficiência e o desempenho das embarcações por meio da otimização do formato do casco, o que promete redução no consumo de combustívele melhor eficiência.
Foto: Giamboi Designs / Reprodução
“O Azzurra 48 exemplifica nossa visão de um superiate semi-customizado, onde volume expansivo, estilo italiano refinado e a tecnologia FDHF da Van Oossanen convergem para oferecer desempenho, luxo e adaptabilidade além das expectativas”, explicou Mauro Giamboi.
Destaques do Azzurra 48
Com pouco menos de 500 toneladas brutas (GT), o Azzurra 48 é versátil, podendo ser aproveitado tanto para relaxar em passeios curtos, quanto para explorar destinos remotos em viagens mais longas — com um casco, inclusive, preparado para enfrentar condições de gelo.
Foto: Giamboi Designs / Reprodução
Seu perfil elegante e atemporal fica visível nas linhas fluidas no convés, na proareta e no convés de popa aberto, enquanto seus traços modernos podem ser observados nos terraços abertos — espaços de estar ao ar livre que se conectam plenamente às áreas internas.
Foto: Giamboi Designs / Reprodução
Nesse sentido, destaca-se o deque alongado na popa, que dispõe de uma luxuosa piscina infinita com fundo de vidro, envolta em espreguiçadeiras. Por lá, plataformas dobráveis garantem ainda mais espaço à beira-mar. O salão principal, equipadocom sofás curvos e uma mesa de jantar, é acessado por imponentes portas de vidro — detalhes que criam uma atmosfera moderna e relaxante.
Foto: Giamboi Designs / Reprodução
As acomodações comportam até 18 pessoas em cabines conversíveis entre camas de solteiro e de casal. Para que todos se sintam como em casa, a tripulação conta com rotas exclusivas dentro do iate, inclusive com um elevador à disposição.
O proprietário pode curtir vistas esplendorosas diretamente de sua suíte master, localizada no convés superior. O espaço foi projetado como um “refúgio privativo”, equipado com uma grande varanda com piscina de imersão. As mordomias, contudo, se estendem a quem mais estiver a bordo, a exemplo de uma área de bem-estar no convés inferior, com sauna a vapor e suíte de massagem.
Foto: Giamboi Designs / Reprodução
Em termos de potência, o proprietário pode escolher entre dois motoresCaterpillar C32 ACERT (IMO Tier III), dois motores MTU 12V 2000 M96L, ou ainda por uma configuração híbrida, que fornece 2.200 kW por meio de geradores de bordo. O superiate Azzurra 48 deve atingir uma velocidademáxima de 16 nós e um alcance de 4.250 milhas náuticas a 11 nós.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
A cidade de Presidente Epitácio, a cerca de 650 km da capital paulista, acaba de receber estruturas náuticas de uso público. A inauguração, realizada na última quarta-feira (18), faz parte do Programa de Turismo Náuticodo Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Turismo e Viagens (Setur-SP). Essa foi a 11ª estrutura inaugurada — das 13 entregas feitas pela Metalu Brasil nesta 1ª fase do projeto que visa expandir o turismo sobre as águas no Estado.
Designada como estância turística, Presidente Epitácio agora conta com um projeto assinado pela Metalu Brasil, que contempla píer flutuante, passarela com pergolado, mirante e áreas de paisagismo.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
A estrutura, localizada na Rampa Marajá, é o primeiro passo para fomentar o fluxo de visitantes a partir da qualificação da atividade náutica, uma das premissas do programa estadual.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
A obra teve um investimento superior a R$ 1,3 milhão. A solenidade reuniu Tarcísio de Freitas, governador do Estado, Roberto de Lucena, secretário de Turismo e Viagens de São Paulo, e André Lima, prefeito da cidade, além de autoridades locais.
André Lima, prefeito de Presidente Epitácio; Roberto de Lucena, secretário de Turismo e Viagens; Ernani Paciornik, presidente de NÁUTICA; Tarcísio de Freitas, governador do Estado de São Paulo; Bianca Colepicolo, especialista em turismo náutico e secretária de Turismo de Caraguatatuba; e Luis Antonio Sobrinho, consultor da Invest SP. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Esta estrutura traduz o bom trabalho entre município e estado que, juntos, trabalham com o objetivo de tornar o município bom para os moradores. Se é bom para quem vive, é bom também para quem vai visitar– afirmou Lucena
Privilegiado pela natureza que contempla cenários ideais para a prática da atividade turística, o município de Presidente Epitácio está às margens do rio Paraná, no extremo oeste de São Paulo.
Nesse sentido, as estruturas náuticas incentivam a parada de barcos, lanchas e motos aquáticas, facilitando o embarque e desembarque de passageiros, além de fomentar o turismo local.
Para se ter uma ideia, estima-se que um projeto de apoio náutico para 300 embarcações, por exemplo, possa gerar um impacto de até R$ 141 milhões por ano na economia local, além de criar 780 postos de trabalho, segundo dados da Associação Brasileira de Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar) e da Lidera Consultoria.
Até agora, o governo do Estado investiu mais de R$ 14,5 milhões no projeto, considerando as inaugurações já realizadas em Pederneiras, Timburi, Avaré, Pereira Barreto, Rubineia, Três Fronteiras, Piraju, Araçatuba, Sales, Mira Estrela e Presidente Epitácio — todas com estruturas produzidas pela Metalu Brasil. Até 2026, são esperadas 21 estruturas náuticas em municípios às margens de rios, represas e lagos paulistas.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
O Marina Itajaí Boat Show tem se consolidado cada vez mais no mercado brasileiro por reunir os principais players do mundo náutico em Santa Catarina — já conquistando, inclusive, o título de maior salão náutico do Sul do país. O ponto em comum entre tantos barcos é a necessidade de propulsão — e é por isso que a Hidea Motores estará presente no evento.
A marca integra o grupo de fabricantes de motores que estarão no Boat Show de Itajaí, apresentando suas novidades em motores de popa entre os dias 3 e 6 de julho. Presente no mercado há 8 anos, o catálogo da Hidea no Brasil atualmente conta com 19 modelos de motores de popa, entre opções de 2 tempos e 4 tempos.
Foto: Hidea Motores / Divulgação
Por isso, a marca afirma ter “o motor certo” para diferentes objetivos, desde pesca até passeios. Embora a Hidea ainda não tenha detalhado quais modelos estarão expostos em seu estande no evento, na edição de 2024 do salão a marca escolheu Itajaí para apresentar um lançamento à época, o Hidea 15 hp Pro — o que eleva as expecitativas do que a empresa apresentará em 2025.
Marina Itajaí Boat Show 2025
O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.
Anote aí!
Quando: De 3 a 6 de julho de 2025 Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h. Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Uma foto que mudou tudo e uma vida transformada pela fotografia. Há um ano, o fotógrafo carioca Humberto Baddini registrava o momento que faria sua carreira decolar: o salto de uma baleia-jubarte perfeitamente alinhado ao Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro.
O clique aconteceu em 24 de junho de 2024, durante um passeio de barco pela região da praia de São Conrado, na Zona Sul carioca. O objetivo era justamente registrar baleias, mas o que parecia um passeio comum se transformou em um espetáculo com dezenas de saltos diante das lentes de Humberto.
Naquele dia, foram mais de 20 saltos– revelou à Revista Náutica
A cena que teve o “clique perfeito” viralizado foi realmente impressionante: no instante certo, o corpo da jubarte se ergueu no ar com um ângulo e direção incrivelmente semelhantes aos do Pão de Açúcar ao fundo — um encontro improvável entre duas belezas naturais.
O instante era único. O ângulo, a luz, o timing. Mas por pouco a imagem não teria existido, porque Humberto só decidiu embarcar no passeio de última hora.
A repercussão foi imediata. A foto viralizou nas redes sociais, estampou capas de jornais, apareceu na TV e circulou internacionalmente.
Alavancou muito a minha carreira. Ganhei muitos seguidores e fiquei mais conhecido no Rio e no Brasil– disse à Náutica
O prestígio também se traduziu em sucesso comercial: o quadro fine art da imagem virou o mais vendido de seu portfólio — e continua sendo o campeão de pedidos.
De hobby a profissão
A relação de Humberto com a fotografia começou de forma despretensiosa. Em 2015, comprou uma GoPro para registrar paisagens por lazer. Três anos depois, venceu um concurso nacional promovido pela própria marca da câmera, com uma foto feita em Teresópolis (RJ).
Fotografia tirada com GoPro que venceu concurso. Foto: Humberto Baddini / Reprodução
Em paralelo, se formou em Direito e virou sócio proprietário de um quiosque de cafeteria, para manter uma renda fixa enquanto focava seu tempo nos estudos para concurso público. No entanto, os planos mudaram quando a paixão pelas imagens falou mais alto.
O primeiro prêmio na fotografia virou o estopim para a mudança de carreira: investiu em cursos, comprou sua primeira câmera profissional e, durante a pandemia, passou a transformar seus cliques em quadros a pedido dos seguidores.
Assim nasceu a nova fase de sua vida — e uma nova carreira. Humberto passou então a trabalhar como fotógrafo especializado em fotos que mostram — ou interagem com — paisagens cariocas, como um toque autoral.
Pretendo fazer mais alguma foto incrível e tentar compor com a cidade, que acho que é o diferencial– disse à Náutica
Segundo ele, a temporada das baleias em 2025 já começou — mas ainda não teve a sorte de repetir o feito.
Fotografar baleias já é lindo. Mas quando a gente consegue compor com a cidade, com o cenário, chama ainda mais atenção– complementou.
Cada clique conta uma história
Mesmo que nenhuma outra imagem tenha superado o viral salto da jubarte, alguns cliques também ganharam destaque nas redes sociais — e muita dedicação por trás.
Favela da Rocinha alinhada à lua cheia com o céu claro. Foto: Humberto Baddini / Reprodução
Um dos mais marcantes, segundo Humberto, foi o da lua cheia sobre a Favela da Rocinha, em plena luz do dia. Só no Instagram, a imagem ultrapassou 59 mil curtidas. Mas o processo por trás da foto foi longo.
Foram três anos tentando fazer essa foto– revelou
Usando um aplicativo de rastreamento lunar, ele sabia exatamente onde e quando a lua passaria pelo cenário. Tentou em 2022, mas uma nuvem atrapalhou. Em 2023, conseguiu uma imagem, mas noturna — diferente do que planejava. Em 2024, o tempo novamente impediu. Só em fevereiro de 2025 o céu colaborou: lua cheia, céu limpo e o alinhamento perfeito com a Rocinha.
A missão foi cumprida com sucesso e virou mais um destaque no portfólio de Humberto Baddini.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Além de palco do maior salão náutico do Sul do Brasil, a Marina Itajaí também será cenário de lançamentos e novidades. Uma delas é a lancha Flórida 290CC, novidade do estaleiro Flórida Marine, que marcará presença com dois modelos no Boat Show de Itajaí 2025 — oferecendo, ainda, test-drive para quem quiser conhecer as embarcações na prática.
A Flórida 290CC é definida pelo estaleiro como a lancha ideal para navegar com segurança e conforto mesmo em mar agitado (e sem molhar os passageiros). O casco em “V profundo” com traços negativos, segundo a marca, garante “máximo desempenho ao cortar ondas” e ajuda a evitar respingos durante a navegação.
Flórida 290. Foto: Flórida Marine / Reprodução
Projetada para unir velocidade e economia de combustível, a lancha chega em configuração de console central. A proposta é oferecer versatilidade para pesca, mergulho ou passeios, com aproveitamento total do convés em 360°. O modelo é oferecido a partir de R$ 648.610,00, já com a motorização mínima sugerida.
O segundo barco que a Flórida Marine levará ao evento é a Florida 240, pensada para atender a diferentes usos. Assim como o outro modelo, ela permite circulação completa a bordo, com passagem 360° pelo convés — e um banheiro de 1,70 m de altura. O preço sugerido é de R$ 357.525,00, também com motorização mínima incluída.
Flórida 240. Foto: Flórida Marine / Reprodução
Além de esclarecer dúvidas sobre os modelos, o estande da Flórida Marine no salão náutico que acontece de 3 a 6 de julho contará com distribuição de brindes (ainda não revelados) e oferecerá test-drives na água para visitantes interessados em experimentar os barcos em ação.
Marina Itajaí Boat Show 2025
O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.
Anote aí!
Quando: De 3 a 6 de julho de 2025 Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h. Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
A aclamada Orient Express promete entrar com tudo no universo dos cruzeiros de luxoem iates. A marca, famosa mundialmente pelo lendário trem homônimo fundado ainda em 1883, agora embarca nas viagens sobre as águas com o OE Corinthian, uma embarcação de 220 metros de comprimento que promete redefinir a experiência de viajar a bordo.
Motivos para acreditar na promessa não faltam. Com base na herança do icônico trem que cruzava a Europa e inspirou livros — como “Assassinato no Expresso do Oriente” (1934), de Agatha Christie — e filmes, a Orient Express expandiu sua atuação nos segmentos de hospitalidade, viagens exclusivas e experiências personalizadas. Atualmente a empresa pertence ao grupo Accor, um dos maiores conglomerados hoteleiros do mundo.
Mirando a tendência atual de cruzeiros em iates de luxo, a marca apostou na exclusividade e trabalha na construção do Orient Express (OE Corinthian), uma embarcaçãoprópria que se sagra como o único veleiroentre os barcos de outras empresas fortes do setor.
O OE Corinthian está sendo construído pela Chantiers de l’Atlantique, um renomado estaleiro francês com sede em Saint-Nazaire. Uma das premissas é que o veleiro chegue com um alto nível de inovação sustentável, combinando elementos como energia eólica, GNL (gás natural liquefeito) e tecnologia de IA.
O barco ainda terá, segundo a empresa, os maiores mastros de vela do mundo, com 1500 m². “Muitos fabricantes de velas abandonaram a ideia devido às imensas forças envolvidas. No entanto, os engenheiros da Chantiers de l’Atlantique abraçaram o desafio”, ressaltou a marca.
Uma vela patenteada usando painéis de vidro reforçados com fibra de carbono em vez do tecido padrão– explica a Orient Express
Um veleiro de alto padrão
Segundo a marca, mais de 800 engenheiros e cerca de 10 mil profissionais contribuíram, ao longo dos últimos três anos, para o desenvolvimento do conceito do barco, que presta homenagem aos transatlânticos da Era de Ouro americana, com interiores refinados assinados pelo arquiteto Maxime d’Angeac.
O barco carrega nada menos que 54 suítes luxuosas, para até 110 convidados. A maior delas, batizada de Agatha Christie, em alusão a autora do livro que se passa no “Expresso do Oriente”, tem nada menos que 180 m².
De acordo com a empresa, o espaço apresenta texturas ricas, obras de arte, camas king-size e belas vistas, além de um “mordomo personalizado”.
A suíte “Agatha Christie” é a mais luxuosa do OE Corinthian. Foto: Orient Express / DivulgaçãoFoto: Orient Express / Divulgação
Os hóspedes do OE Corinthian terão à disposição comodidades de alto padrão, como cinema, um anfiteatro inspirado nos cabarés franceses, sala de jogos, duas piscinas, spa, salão de beleza, esportes aquáticos, biblioteca, estúdio de música, entretenimento ao vivo e vários restaurantes, incluindo um comandado por Yannick Alléno, chef francês com 16 estrelas Michelin.
Atualmente em fase final de construção, o OE Corinthian tem estreia oficial prevista para junho de 2026. Sua viagem inaugural será pelo Mediterrâneo, passando por pontos como Marselha, Cannes e Saint Tropez.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Tradicionalmente associado ao branco da neve, um icebergdificilmente seria retratado em tons escuros — pelo menos até agora. Isso porque um pescador fez o registro impressionante de um iceberg preto, na costa do Canadá.
Hallur Antoniussen, de 64 anos, mora na Holandae navegava a trabalho no navio de pesca Saputi, sobre as águas do Mar do Labrador, no Atlântico Norte, quando se deparou com o bloco de gelo escuro destoando da paisagem.
Embora sua ocupação já o tenha levado para diversos lugares — inclusive a 50 anos de pesca na Groenlândia–, essa foi a primeira vez que Hallur viu um iceberg preto com os próprios olhos. À rádio canadense CBC, o pescador detalhou o ocorrido: “esse aqui é completamente diferente”.
Não é só que ele é todo preto. Ele é quase em forma de diamante– disse Hallur em entrevista ao programa Labrador Morning
O pescador estava há quase 6 km de distância do iceberg preto quando tirou a foto para mostrar aos colegas. Depois, Hallur postou o registro no Facebook com uma legenda meticulosa: “não é todo dia que se vê um iceberg preto”.
As explicações por trás do fenômeno
O post de Hallur logo atraiu curiosos, que deram seus pitacos sobre a coloraçãodo iceberg, inclusive mencionando fatores como cinzas vulcânicas e resultados de erupções antigas — o que, de fato, são bons palpites.
Também à CBC, Lev Tarasov, físico da canadense Memorial University e modelador de sistemas glaciais da Terra, explicou que essa fração de gelo pode ter sido parte de uma geleira maior, que se desprendeu e, conforme se moveu pelo solo, foi agregando detritos, como poeira vulcânica, cinzas ou sedimentos escuros.
Em áreas mais próximas à atividades humanas, como queimadas, indústrias ou navios, partículas de fuligem ou poluição atmosférica também podem se depositar sobre o iceberg. Esse processo, contudo, pode levar anos. Tarasov estima que o iceberg preto seja bastante antigo, com idade entre mil e 100 mil anos.
Essa não é a primeira vez que um iceberg preto é registrado
Em 2013, uma outra imagem viralizou na internet mostrando um iceberg com a mesma coloração escurecida. A foto foi registrada na Antárticae já naquela época chamou a atenção. Veja:
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
A anatomia dos tubarõesnão os favorecem nos momentos em que aquela coceirinha aperta. Assim, as estações de limpeza do oceano (áreas específicas com peixes limpadores) se fazem boas opções para aliviar o incômodo. Uma equipe de pesquisadores, contudo, flagrou tubarões usando raias-manta para “se coçar” em regiões como essas. Agora, um estudo avalia essa interação, no mínimo, incomum.
O artigo publicado na bioRxiv analisou o comportamento de tubarões de Galápagos (Carcharhinus galapagensis) frente às raias-manta (Mobula birostris), em estações de limpeza do Arquipélago de Revillagigedo, um conjunto de ilhas vulcânicas no Pacífico oriental, reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Mundial.
Essas estações costumam abrigar peixeslimpadores, que prestam um “serviço ecológico” importante: removem parasitas, pele morta e muco do corpo de animais maiores, como tubarões, raias e tartarugas. Nessa interação, o peixe limpador ganha alimento (parasitas e detritos), enquanto o animal maior sai limpo e aliviado — acontece que as raias não se encaixam no grupo dos peixes limpadores.
Tubarões estariam usando raias como alternativa aos peixes limpadores. Foto: IFLScience / Reprodução
Os registros, feitos entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, apesar de intrigantes e até “fofos”, lançam luz para o declínio de peixes limpadores endêmicos, como o peixe-anjo Clarion (Holacanthus clarionensis), por fatores como a deteriorização de seu habitat, que vêm impactando o ecossistema e suas interações.
Durante três mergulhosrecreativos, foi possível observar tubarões juvenis e adultos se aproximando e esfregando partes do corpo nas raias, aparentemente para remover ectoparasitas. As mantas responderam com tolerância passiva ou evasão, dependendo do tamanho e da persistência dos tubarões. Assista:
A hipótese dos autores é que os tubarões estejam explorando as mantas como alternativa de limpeza, dada a redução dos peixes limpadores. Esse comportamento, embora garanta em partes as necessidades dos tubarões, pode ser prejudicial às mantas, que podem receber ectoparasitas ou patógenos em excesso, além de sofrerem com estresse e lesões.
O estudo chama a atenção para as mudanças comportamentais provocadas por alterações ambientais e humanas, o que reforça a necessidade de investigar se essas interações afetam a saúde tanto das mantas, quanto dos tubarões.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
O Marina Itajaí Boat Show tem se consolidado como referência em eventos para quem vive e aprecia o mundo náutico, mas também oferece opções para os que curtem adrenalina e velocidade em terra firme. Unindo os dois mundos, a Montreal Powersports levará jets e veículos off-road ao evento.
A Montreal representa a fabricante canadense BRP em Santa Catarina, sendo também responsável pela distribuição dos produtos. No Marina Itajaí Boat Show 2025, que acontece de 3 a 6 de julho, a empresa apresentará jets da Sea-Doo e veículos off-road da Can-Am — ambos fabricados pelo grupo BRP.
Estande da Montreal Powersports durante o Marina Itajaí Boat Show 2024. Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica
Ou seja, não faltarão opções para quem busca adrenalina no evento. Para aventuras na água, a Montreal apresentará a linha de motos aquáticas Sea-Doo, que inclui modelos de recreação leve, touring, esporte e alto desempenho em seu portfólio.
Já em terra firme, as atrações serão os veículos off-road da Can-Am, que englobam quadriciclos e UTVs em diferentes linhas. A Montreal Powersports ficará na parte seca do Boat Show e ainda não detalhou quais modelos estarão expostos no evento.
Marina Itajaí Boat Show 2025
O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.
Anote aí!
Quando: De 3 a 6 de julho de 2025 Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h. Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Mais informações: site do evento
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Um recente estudo publicado na revista Asian Archaeology revelou novidades sobre a cultura Xiaohe, que viveu na Idade do Bronze — entre 3.300 a.C. e 1.200 a.C. O povo se diferencia na história pelas práticas funerárias bastante elaboradas, que resultaram em uma preservação tida como “extraordinária” pela ciência. Entre elas está o uso de um caixão em formato de barco.
A pesquisa foi assinada pelo arqueólogo suíço Gino Caspari. No artigo, ele contextualiza que as populações Xiaohe tinham hábitos de pastoreio, por isso o gado desempenhou um papel central na história deles.
Cemitério de Xiaohe. Foto: Wenying Li, Xinjiang Institute of Cultural Relics and Archaeolog / Reprodução
Essa importância se mostrou presente nos ritos funerários dos Xiaohe, onde peles de gado eram usadas para cobrir caixões em formato de barco e crânios bovinos pintados marcavam as cerimônias dos enterros. Mas outros detalhes também chamam atenção.
Caixão em forma de barco cruzavam mundos
Entre os achados mais fascinantes estão os chamados “barcos funerários”. Os corpos dos Xiaohe eram enterrados em caixões com formato de barcospequenos, cuidadosamente posicionados de forma vertical.
Ilustração de um típico enterro em barco da cultura Xiaohe, com postes cerimoniais distintos fixados aos caixões. Foto: Anja Schorneck / Revista Asian Archaeology / Reprodução
Cada caixão em formato de barco era envolto em peles de gado e coberto com estacas de madeira pontiagudas — que chegavam a quase dois metros de altura. Para os pesquisadores, a simbologia sugere que os mortos embarcavam em uma jornada espiritual através de um rio ou lago metafórico.
A ideia de viagem para a vida após a morte revela uma dimensão cosmológica da cultura Xiaohe, que via a travessia como parte do processo de morte.
Bens funerários escavados no cemitério de Xiaohe. A: escultura de madeira escavada na camada superior de caixão Xiahoe. B: remo colocado em frente a sepultamento masculino. C: poste de madeira colocado em frente a sepultamento feminino. D: sepultamento que ilustra características típicas da cultura. E: vista lateral do cemitério Xiaohe, com marcadores de túmulos e cercas. Foto: Artigo As origens genômicas das múmias da Bacia do Tarim da Idade do Bronze / Nature / Reprodução
O cemitério no coração do deserto
O cemitério desse povo foi descoberto no início dos anos 1900 e, até hoje, cerca de 170 túmulos foram revelados. A região se assemelha a um monte que se espalha por 74 metros de comprimento e 35 de largura, atingindo sete metros de altura.
A combinação do clima árido e da construção meticulosa dos túmulos resultou em uma preservação impressionante dos corpos e dos objetos funerários. Ou seja: os tecidos, ossadas e elementos orgânicos se mantiveram bastante intactos.
Mistérios no deserto da Ásia Central
Apesar dos avanços nas escavações, muitos aspectos da origem e da identidade dos Xiaohe seguem desconhecidos. Os pesquisadores ainda não conseguem definir a genealogia desse povo, que aparenta ter sido relativamente isolado no contexto da Ásia Central pré-histórica.
Mapa dos túmulos escavados no setor sul do sítio Xiaohe; em vermelho, os enterros analisados no novo estudo. Foto: Revista Asian Archaeology / Reprodução
Caspari explica que a cultura Xiaohe representa um raro vislumbre das formas como grupos humanos reagiram às condições ambientais extremas com soluções culturais singulares, o que a torna uma peça única do quebra-cabeça arqueológico.
A riqueza simbólica dos túmulos somadas à preservação praticamente incomparável, alimentam debates entre arqueólogos e historiadores. Afinal, não é todo dia que se descobre um povo que transformava a morte em um ritual de travessia celeste, com caixões imitando barcos e bois como “guias”.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
O 9° episódio da série especial “Endurance 64: o veleiro polar” guarda o pior momento da viagem. Com estreia nesta quinta-feira (19), às 20h, no canal da NÁUTICA no YouTube, o episódio mostra fortes emoções da aventura registrada em solo (e mar) antártico, como a contaminação no diesel do motor, alterações de rota e a visita a uma cratera vulcânica inativa.
Depois de finalmente atracarem na Antártica, a tripulação do veleiro Endurance 64 logo se viu diante de novos desafios. Ao deixarem a Estação Antártica Comandante Ferraz — a base brasileira no continente — o plano era seguir rumo à Deception Island (ou Ilha Decepção, em português), uma impressionante cratera vulcânica no arquipélago das Shetland do Sul.
Um dos blocos de gelo desviados pelo Endurance 64 na navegação Antártica. Foto: Revista Náutica
Mas no mar polar, o destino nunca é garantido. O trajeto é recheado de vida marinha e blocos de gelo de tamanhos imprevisíveis — motivo, inclusive, pelo qual o proeiro deve estar em alerta permanente para evitar colisões com animais ou obstáculos congelados.
A Deception Island é um dos pontos mais curiososda Antártica: é o interior de um antigo vulcão adormecido, em formato circular, acessível apenas por embarcações menores, como veleiros. Por isso a carta náutica da área é escassa em detalhes. Isso fez com que a tripulação se baseasse em mapas alternativos elaborados por tripulações de expedições anteriores para navegar por lá.
Foto: Revista Náutica
Apesar de conseguirem atracar na ilha, a navegação passou por momentos de tensão devido a uma séria contaminação no diesel, que fez o motor do veleiro parar. O problema envolveu muita tensão e exigiu respostas rápidas da equipe, que precisou de colaboração total.
Contaminação no diesel do motor Yanmar fez tripulação alterar rotas para resolver o problema. Foto: Revista Náutica
Com a situação controlada, o grupo mudou os planos e logo seguiu para a Base Melchior, estação de pesquisa argentina na Antártica. A troca de rota aconteceu a tempo de evitar o isolamento forçado, que seria causado por uma forte mudança climática que manteria a tripulação presa por pelo menos três dias em Deception.
Equipe retirou várias garrafas de diesel do motor, até que fosse recolhido apenas o líquido descontaminado de água. Foto: Revista NáuticaGarrafas com diesel contaminado foram armazenadas corretamente para descarte adequado. Foto: Revista Náutica
O novo episódio mostra como cada decisão importa em uma expedição polar — e como o imprevisível também faz parte da jornada.
As máquinas por trás da aventura à Antártica
Com 64 pés de comprimento e casco de alumínio, o veleiro Endurance 64 abrigou por três meses os navegadores desta expedição à Antártica, exibida na série do Canal Náutica.
Veleiro Endurance 64 abrigou tripulação por três meses durante expedição. Foto: Guilherme Kodja / Arquivo pessoal
Projetado por Thierry Stump, um belga que adotou o Brasil como lar, e totalmente reformado no ano de 2021, o barco homenageia, com seu nome, a lendária embarcação Endurance, de Sir Ernest Shackleton — o mais famoso navegador apaixonado pela Antártica.
Para garantir o sucesso da expedição polar que deu origem à nova série de NÁUTICA, o Endurance 64 recebeu o motor 4LHA-STP da Yanmar.
Endurance 64 navega com o motor 4LHA-STP da Yanmar. Foto: Guilherme Kodja / Arquivo pessoal
Segundo a marca japonesa, o equipamento pode ser utilizado como reversor ou rabeta e ainda serve a alguns barcos de lazer — como lanchas de 36 pés com montagem de parelha.
A parceria da tecnologia da Yanmar somada às expertises dos tripulantes permitiram que a viagem ao continente mais gelado do planeta fosse um sucesso. Você confere a saga completa de “Endurance 64: o veleiro polar” no Canal Náutica do YouTube. Inscreva-se e ative o sininho para não perder nenhum capítulo dessa emocionante expedição.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Embora o mercado náutico brasileiro esteja em constante expansão, o cenário internacional do setor ainda enche os olhos de muitos dos amantes da náutica — e a Master Marine, confirmada no Marina Itajaí Boat Show 2025, é uma das grandes responsáveis por atender essa demanda no Brasil.
De 3 a 6 de julho, dentro do maior salão náutico do Sul do país, a empresa vai apresentar seu extenso portfólio como distribuidora de várias das mais importantes marcas do mundo náutico internacional, como Malibu Boats, Axis Wake, Grand Soleil, Fountane Pajot, Jeanneau, Dufour, Boston Whaler, Bavaria Yachts, Leopard, JBoats e Solaris.
Estaremos com a nossa loja aberta para apresentar para cada um sua marca de interesse, de veleiros, barcos de wakeboard, Seabob…Vai ser uma grande festa!– destacou Jorge Camasmie, sócio-proprietário da Master Marine, à NÁUTICA
Além de viabilizar o acesso aos barcosinternacionais, a Master Marine afirma se preocupar em “prestar uma consultoria náutica e entender os reais anseios e necessidades dos clientes, para assim definir o produto ideal antes, durante e no pós-venda”.
Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica
Vale ressaltar que na edição de 2024 do Marina Itajaí Boat Show, a Master Marine possibilitou aos visitantes do evento a chance de conferir de perto o Modelo 170 Montauk, da norte-americana Boston Whaler, ao lado de brinquedos Seabob — embora ainda não tenha revelado o repertório deste ano.
Marina Itajaí Boat Show 2025
O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.
Anote aí!
Quando: De 3 a 6 de julho de 2025 Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h. Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Por mais improvável que pareça, há água doce dentro do oceano. A descoberta feita nos anos 1960 ainda intriga cientistas ao redor do mundo. E é justamente para desvendar os mistérios por trás desse fenômeno que uma nova expedição internacional partiu do porto de Bridgeport, nos Estados Unidos.
A missão é liderada pelo Centro de Ciências Ambientais Marinhas da Universidade de Bremen, na Alemanha.
A bordo do navio elevatório L/B Robert, a equipe de 41 pesquisadores de 13 nacionalidades zarpou, ainda em maio, com um objetivo claro: coletar amostras para testar diferentes hipóteses sobre a origem da água doce armazenada em aquíferos subterrâneos — tanto os da superfície quanto os que estão no fundo do mar.
Foto: Nigentili / Envato
Hipóteses em análise
A pesquisa pretende confirmar ou refutar teorias que tentam explicar a presença da água doce no subsolo marinho. Entre elas, está a hipótese de que essas reservas foram carregadas por chuvas em períodos geológicos em que o nível do mar era cerca de 100 metros mais baixo do que é hoje. Outra teoria sugere que, durante eras glaciais, a água do degelo teria penetrado no solo e se alojado nos aquíferos hoje submersos.
Apesar de esses depósitos estarem espalhados por diversas regiões do planeta — e alguns se estenderem por quilômetros da costa —, os cientistas afirmam que eles ainda são pouco explorados.
O que os cientistas querem saber?
A expedição marca apenas o início de um estudo de longo prazo. A previsão é que os pesquisadores retornem à terra firme em agosto deste ano e iniciem as análises laboratoriais a partir de janeiro de 2026, com previsão de duração de um ano. Entre as principais perguntas que o grupo espera responder estão:
Qual é a idade da água subterrânea encontrada e quando ela foi depositada?
Quanta água doce está armazenada nesses aquíferos?
Como ocorre a interação entre a água doce e a água salgada?
Que comunidades microbianas vivem nesses ambientes?
Quais fontes de carbono esses microrganismos utilizam?
Qual é o ciclo de nutrientes e energia nos sedimentos da plataforma continental?
E, por fim, como essas reservas podem influenciar as concentrações de carbono, metais e nutrientes nos oceanos?
A missão científica pode não apenas revelar segredos do passado geológico da Terra, como também abrir caminhos para uma nova fronteira no conhecimento sobre os oceanos e os recursos hídricos do planeta.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Uma dúvida frequente — não apenas entre as crianças — é se os peixes dormem. Indo direto ao ponto: sim, eles dormem. Não exatamente da mesma forma que os mamíferos, mas também têm momentos de descanso. E há muitos outros aspectos interessantes sobre esse tema, que reunimos nesta reportagem.
A verdade é que a ciência já não debate tanto se os peixes dormem, pois o consenso atual é que de fato eles repousam. As dúvidas agora giram em torno dos detalhes desse processo: como eles dormem, quais são as características do sono e que benefícios o descanso traz para esses animais.
Peixe-zebra. Foto: Animalia / Reprodução
Um estudo da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, divulgado em 2019, mapeou o sono do peixe-zebra (Danio rerio) com uma técnica não invasiva. Os cientistas descobriram que esses animais apresentam dois tipos principais de sono, semelhantes aos observados em mamíferos — onde os seres humanos estão inclusos.
A equipe identificou algo similar ao movimento rápido dos olhos que ocorre durante o sono humano. O REM — como é chamada a movimentação — é caracterizado por movimentos oculares rápidos e aleatórios com as pálpebras fechadas, quando há baixa atividade muscular e alta atividade cerebral.
Além disso, os pesquisadores observaram outro tipo de sono, chamado de “sono de ondas propagantes”, influenciado pelo concentrador de melanina, um hormônio associado ao sono em mamíferos. Ou seja, os peixes podem ter muito mais em comum com nosso padrão de sono do que se imaginava.
Outro estudo, também da Universidade de Stanford, conduzido pelo Departamento de Psiquiatria e Ciências Comportamentais, analisou o sono de diferentes espécies — incluindo vermes, moscas, peixes, pássaros e humanos — e concluiu que todos esses animais alternam entre sono e estado de vigília ao longo da vida.
Em todos os casos estudados, dois fatores principais mostraram regular esse ciclo: o relógio biológico, que organiza o sono ao longo do dia, e a pressão do sono, que aumenta conforme o tempo acordado. Além disso, necessidades como fome, reprodução ou o risco de predadores também influenciam esse equilíbrio.
A conclusão foi que os animais— onde os peixes estão inclusos — podem ajustar o sono dormindo menos ou de forma mais leve. A qualidade do sono, por sua vez, foi o foco de uma outra pesquisa, agora da Universidade Metropolitana de Osaka, no Japão.
Nessa pesquisa, cientistas analisaram os efeitos da privação de sono em peixes limpadores, avaliando como isso afetaria a capacidade de aprendizado e memória. Nesse estudo, um grupo de peixes teve o sono interrompido com luz durante a noite, enquanto o outro pôde dormir normalmente.
O estudo, publicado em março deste ano, avaliou que os peixes que dormiram mal tiveram mais dificuldade para aprender uma nova tarefa: demoraram mais e cometeram mais erros ao tentar encontrar comida.
Foto: Envato / Kateryna_Maksymenko / Reprodução
No entanto, quando todos os peixes voltaram a dormir normalmente e foram testadosdias depois, ambos os grupos se saíram igualmente bem na tarefa — o que indica que a memória não foi tão afetada quanto o aprendizado inicial.
Logo, o resultado concluiu que a falta de sono compromete o aprendizado em peixes. Os cientistas sugerem ainda que a relação entre sono e funções mentais pode ser antiga e comum a muitos vertebrados.
A ciência continua investigando os detalhes, processos e curiosidades sobre o sono dos peixes e de outros animais. Mas, por enquanto, sabemos que apesar de tão diferentes, eles podem ter muito mais em comum conosco do que imaginamos.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Mais em casa do que nunca, a Evolve Yachts levará uma novidade fresquinha ao Marina Itajaí Boat Show 2025: a nova Evolve Titanium, lançamento do estaleiro catarinense.
Segundo Ricardo Wilges, presidente da marca, a lancha chega como o maior barco da empresa, com 15,25 metros de comprimento (50 pés). De 3 a 6 de julho, o modelo poderá ser conferido de perto durante o salão náutico, em um ambiente totalmente integrado as águas.
Evolve Titanium. Foto: Evolve Boats/ Divulgação
A Evolve Titanium ostenta um flybridge com posto de comando, linhas esportivas, um convés de popa espaçoso com varandas laterais e uma cozinha integrada ao espaço gourmet. Logo, a lancha oferece uma ampla área para o convívio entre família e amigos.
Evolve Titanium. Foto: Evolve Boats/ Divulgação
A embarcação também conta com uma plataforma de popa submersível, dois banheiros e três cabines, sendo uma máster, localizada à meia-nau — que, segundo a Evolve, “aproveita ao máximo a boca do barco”. O modelo comporta até 16 passageiros durante o dia e seis no pernoite.
Evolve Titanium. Foto: Evolve Boats/ Divulgação
Em velocidade de cruzeiro, a embarcação alcança até 26 nós (aproximadamente 48 km/h) e chega, no máximo, a 33 nós (cerca de 61 km/h). O barco vem motorizadocom dois motores de centro-rabeta de 480 hp.
Evolve Titanium. Foto: Evolve Boats/ Divulgação
Outro chamariz da Evolve é o poder de personalização do cliente, que permite aos proprietários maior autonomia na escolha de cores, detalhes e opções exclusivas.
Marina Itajaí Boat Show 2025
O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.
Anote aí!
Quando: De 3 a 6 de julho de 2025 Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h. Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Mais informações: site do evento
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Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Os polvostêm uma conhecida capacidade de regeneração de seus tentáculos, que “nascem” novamente após serem feridos. Contudo, por vezes esses membros se partem em dois, dando ao animal um “9° braço”. Nesses casos, ainda era um mistério para os cientistas como o novo tentáculo ganha consciência e como o animal se adapta a ele — mas um novo estudo parece ter desvendado esse enigma.
Um polvo-comum (Octopus vulgaris) jovem, que vive na ilha de Ibiza, na Espanha, sofreu ferimentos em seus tentáculos após uma provável disputa contra um predador. Como o esperado, os “braços” se regeneraram. Um deles, contudo, acabou se partindo ao meio nesse processo, dando ao animal dois novos tentáculos menores.
Para estudar como esses novos órgãos tomam consciência e como o polvo se adapta a eles, pesquisadores observaram o animal em detalhes, a partir da captura de 24 vídeos e quase 6 mil fotos. Os resultados foram compartilhados na revista Animals.
Imagem do estudo mostra a terminologia dos tentáculos, com os novos membros destacados em laranja. Foto: Reprodução
A princípio, os estudiosos observaram que o polvo não fazia o uso dos novos tentáculos, especialmente em situações de risco, provavelmente como uma resposta pós-traumática à lembrança da dor. Ao invés disso, o animal optava por enrolar os membros sob o corpo, ou realizar outros comportamentos não agressivos.
Aqui, vale ressaltar que os tentáculos dos polvos podem tomar decisões de forma independente do cérebro, atuando como sistemas nervosos descentralizados. É como se cada tentáculo possuísse seu próprio conjunto de neurônios e sensores, permitindo reações naturais a estímulos ambientais, sem um comando direto do cérebro.
Com o passar do tempo, os especialistas puderam notar que os braços divididos foram assumindo tarefas mais perigosas ao passo que ficavam mais fortes, como sondar e envolver objetos, ou até mesmo atacar presas.
Esse processo revela que as ações independentes dos tentáculos se estendem também aos braços bipartidos, que vão tomando forma conforme o animal vai se recuperando das lesões sofridas, atribuindo ao “novo braço”, também, novas funções.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Em Copenhague, capital da Dinamarca, turistas com ações ecologicamente sustentáveis — como chegar a um destinode bicicleta — conseguem garantir uma série de benefícios, que vão desde entradas gratuitas em museus até descontos para um “safári de observação de focas”. As recompensas são da iniciativa “CopenPay”, que começa em 17 de junho e segue até 17 de agosto.
Conhecida como a “cidade mais feliz do mundo”, Copenhague é um destino vibrante dentro da Dinamarca, onde seus habitantes trabalham menos e socializam mais. Além de requisitada, a cidade oferece bons projetos a quem a escolhe como destino, a exemplo do CopenPay, que visa recompensar os visitantes por fazerem escolhas mais conscientes.
Foto: Medialensking / Envato
Chegar no canal de Nyhavn de bicicleta, por exemplo, resulta em uma programação que inclui mergulho, música e café grátis — tudo pelo hotel Kanalhuset, que soma 4,8 de 5 estrelas nas avaliações do Google Maps. Mas esse ainda está longe de ser o ponto alto dos benefícios por ações sustentáveis em Copenhague.
Quem for até o aquário de Øresundsakvariet de transporte público garante 20% de descontona entrada da atração, ou 10% OFF em safáris para observar botos e focas — basta apresentar a passagem de trem ou ônibus.
Foto: CopenPay / Divulgação
As idas até a agência de viagens Stromma Danmark a pé, de bicicleta ou de transporte público resultam em um passeio gratuito de 70 minutos em um dos canais da cidade, a bordo de um barcomovido a energia elétrica. O passeio conta com guias em inglês e dinamarquês, sendo que a oferta é válida para a partida às 10h15 nos dias 16, 23 e 30 de julho.
Foto: CopenPay / Divulgação
Bebidas, sobremesas, almoços, excursões, experiências culturais e até minutos grátis em alugueis de bicicleta — meio de locomoção tradicional em Copenhague — são algumas outras recompensas oferecidas pelo CopenPay. As ações sustentáveis incluem ainda ajudar na manutenção da cidade, trabalhar em uma horta urbana, trocar o avião pelo treme passar mais de quatro dias no destino.
A ideia da iniciativa, criada pela Wonderful Copenhague (organização oficial de turismo de Copenhague) é “inspirar e incentivar os viajantes, além de conscientizar sobre as escolhas que fazemos ao viajar”.
Queremos recompensar os visitantes por fazerem escolhas mais conscientes ao viajar– destaca o CopenPay
A comprovação das ações que geram benefícios são, de forma geral, baseadas na confiança, em linha com a cultura da Dinamarca — conforme observado pela PEW Research. Para algumas delas, no entanto, como no caso do uso de transporte público para locomoção, as passagens podem ser apresentadas como comprovante.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
O grupo Armatti & Fishing marcará presença no Marina Itajaí Boat Show 2025 com quatro embarcações, sendo duas delas lançamentos. Os modelos apresentados têm 31, 34, 35 e 40 pés — e os estreantes contarão com condições especiais para negociações fechadas durante o evento. O salão náutico acontece de 3 a 6 de julho, em Santa Catarina.
Esses lançamentos acompanham o início do verão no hemisfério norte, período estratégico para o mercado global– destaca Fernando Assinato, CEO da Armatti Yachts
O primeiro lançamento é a Armatti 400 Sport Coupé, desenvolvida para unir conforto, espaço e sofisticação. Com 40 pés e 3,25 metros de largura, a lanchaimpressiona pela integração entre os ambientes e pelas duas cabines totalmente fechadas, incluindo uma demi-suíte (banheiro com duas portas que permite o acesso a partir de dois quartos diferentes) posicionada na meia-nau.
Armatti 400 Sport Coupé. Foto: Armatti Yachts / Divulgação
O layout interno do barcocontempla sala de estar, banheiro com box fechado e um quarto privativo com sofá, baú lateral, cama espaçosa e pé-direito próximo a dois metros. Especialmente durante o Boat Show de Itajaí, a Armatti 400 Sport Coupé será oferecida a partir de R$ 2 milhões.
Como se um lançamento já não bastasse, a marca também apresenta a nova Armatti 310 Spyder, agora com 31 pés — um pé a mais que o modelo anterior da linha. O crescimento segue uma tendência de mercado observada pelo estaleiro, que tem boa parte dos seus clientes residindo no exterior.
Apesar das melhorias em funcionalidade e espaço em todos os ambientes, a lancha preserva características marcantes da versão anterior, como o espaço gourmet na popa, mobiliário em materiais nobres e banheiro com privada elétrica. Ainda não foram divulgadas imagens deste lançamento, mas o estaleiro confirmou que o modelo 310 Spyder será vendido a partir de R$ 1 milhão durante o salão náutico.
O mesmo estaleiro também levará ao evento a Armatti 340 Solarium, lançada em 2024. Embora já conhecida, essa será sua estreia oficial no Sul do Brasil. O destaque do modelo está na arquitetura inteligente, que privilegia a circulação fluida, soluções de armazenamento e áreas versáteis para lazer e descanso a bordo.
Por fim, a lancha Fishing 350 Saint Tropez chega para completar o portfólio do grupo. Com 35 pés, o modelo se apresenta como a “opção ideal” para quem é apaixonado por esportes aquáticos, mas não abre mão do conforto na navegação — e de convidados a bordo.
Fishing 350 Saint Tropez. Foto: Fishing Raptor / Reprodução
A embarcação cabinada acomoda até 12 pessoas durante o dia, com espaços ideais para banhos de sol no solário e refeições ao ar livre, tanto na praça de popa quanto na área central de comando. Para pernoite, o barco oferece acomodação para até quatro passageiros.
Na parte interna, a Fishing 350 Saint Tropez conta com uma cabine à meia-nau equipada com cama de casal e sofá, que pode ser convertido em mais uma cama de casal. O espaço interno abriga ainda uma cozinha funcional e um banheiro fechado.
Marina Itajaí Boat Show 2025
O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.
Anote aí!
Quando: De 3 a 6 de julho de 2025 Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h. Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
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Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
“Viabilizar a experiência náutica para todos e torná-la ainda mais fascinante”. Essa é a premissa da Flip Boat Club, que há três anos leva ao mercadoum conceito já difundido mundialmente: a multipropriedade de barcos. Já consolidada no setor com veleiros, a modalidade na Flip Boat passou a atender também quem prefere as lanchas, graças a parcerias com a Mestra Boats e a Regatta Yachts — dealer da Sessa Marine.
Na multipropriedade da Flip, quatro, seis ou até oito pessoas — a depender do tipo de embarcação — compartilham a posse e o uso de um mesmo barco, dividindo custos como manutenção, marina e seguro.
“É um formato inteligente de se ter uma embarcação, tendo em vista os elevados custos e a ociosidade que o sistema tradicional de se ter um barco gera”, explicou Othon Barcellos, CEO da empresa, em entrevista à NÁUTICA.
As pessoas acabam usando o barco muito menos do que a possibilidade que a embarcação permite– ressaltou Barcellos
O baixo uso, somado aos custos que um barco traz, faz com que muitos desistam de entrar no universo náutico.
Por outro lado, quem embarca no sistema de compartilhamento da Flip Boat Club conta com uma estrutura que cuida de tudo: limpeza, abastecimento, documentação e suporte técnico — ou seja, a experiência de um barco próprio, sem as preocupações da propriedade tradicional.
Mestra 352 HT é um dos modelos da Mestra Boats já disponíveis par cota. Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica
Atualmente, a Flip já soma mais de 160 cotistas, além de bases em Salvador (BA), Angra dos Reis (RJ), Paraty (RJ), Ubatuba (SP), Guarujá (SP), Itajaí (SC) e Florianópolis (SC). Tudo isso em três anos, tempo em que a empresa consolidou seus processos, inclusive com agentes regionais em todas as bases.
Tudo isso nos preparou para entrar no mercado de barcos a motor– revelou Othon em entrevista no Estúdio NÁUTICA
Expansão para as lanchas tem parceiros de peso
A expansão da multipropriedade da Flip para as lanchas foi inevitável. Além do pedido de clientes, o mercado atualmente tem uma maior procura pelas lanchasdo que pelos veleiros.
Marcello Galvão Bueno, da Regatta Yachts, e Othon Barcellos, CEO da Flip Boat Club, em entrevista durante o Rio Boat Show 2025. Foto: Revista Náutica
Sendo assim, já com bases estruturadas e um sistema consolidado, a marca apostou em nomes de ponta do setor para expandir o seu conceito de compartilhamento aos barcos a motor: Marcello Galvão Bueno, da Regatta Yachts, master dealer da Sessa Marine; José Eduardo Cury, o Zé da Mestra, presidente da Mestra Boats; e Guilherme Kodja, consultor náutico.
Temos barcos muito completos, porque a Mestra tem embarcações de 19 a 35 pés e a Sessa, de 36 até 60 pés”. São barcos para todas as situações– destacou Othon
Entre os modelos de lanchas já disponíveis na plataforma da Flip Boat Club estão: Sessa F48, Sessa C40, Sessa C36, Mestra 352 HT, Mestra 322 e Mestra 292.
Conheça os benefícios da multipropriedade com a Flip Boat Club
Cotas
Os barcos da Flip Boat Club são divididos em quatro cotas, para lanchas da Sessa Marine; seis cotas, para lanchas da Mestra Boats; ou oito cotas, no caso dos veleiros. O uso entre os proprietários, por sua vez, fica dividido entre 45, 60 ou 90 dias por ano. Cada proprietário pode ter até duas cotas no mesmo barco ou ainda cotas diversas em várias embarcações, de variadas localidades.
Assim, de acordo com a empresa, o cotista pode navegar em diferentes regiões onde é a base dos barcos em que possui cotas.
Sessa F48 é uma das opções oferecidas em cotas na Flip Boat Club. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Economia na aquisição e na manutenção do barco
Todos os custos, como seguro, manutenção, marina e o valor do próprio barco, são pagos de forma proporcional à quantidade de uso de cada cotista.
Propriedade compartilhada, uso exclusivo
Apesar da propriedade ser compartilhada, durante o período vigente do multiproprietário o uso é 100% exclusivo daquele cotista.
Barco pronto para sair
Na data escolhida para usar a embarcação, o multiproprietário encontra o barco limpo, de enxoval montado e revisado por uma equipe de especialistas experientes para a viagem.
Reservas facilitadas por app
A Flip Boat Club possui um aplicativocom acesso exclusivo aos cotistas. Através dele, é possível consultar datas disponíveis para reservas e realizá-las de forma online, na hora.
Possibilidade de venda da cota
Assim como qualquer patrimônio, na Flip o multiproprietário pode, a qualquer momento, vender sua cota, contando com o apoio da empresa para a realização de trâmites como definição do valor e oferta aos cotistas/mercado.
Troca do barco
No caso das lanchas, nova modalidade da Flip Boat Club, os cotistas adquirem barcos novos, com garantia dos estaleiros. Assim, o grupo pode fazer a renovação da embarcação, pagando a diferença do custo do barco, de acordo com a tabela das fabricantes.
Essa troca parte de tempos mínimos de uso da embarcação atual: 3 anos em lanchas da Mestra e 500 horas em embarcações da Sessa.
Mais que um serviço, uma comunidade
Uma das premissas da Flip Boat Club é inserir seus clientes em uma comunidade — que, inclusive, é carinhosamente chamada de “Flipers”.
Foto: Flip Boat Club / Divulgação
Os multiproprietários participam de viagens para o avistamento de baleias, expedições internacionais, marcam presença em regatas importantes — como a Semana de Vela de Ilhabela e Refeno— e têm acesso a clínicas de navegação.
“Não é só oferecer a cota de um barco, mas trazer as pessoas para uma comunidade, que oferece experiências e a oportunidade de fazer parte de um grupo”, destacou o CEO.
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Projeto iniciado em 2001 buscou repovoar a vida marinha em Pontal do Sul. Resultado superou expectativas, com retorno de peixe criticamente ameaçado de extinção
Estar atento às tendências do mercado é uma das tarefas que um estaleiro deve manter para não ficar para trás. E nisso a paranaense Triton Yatchs não dá margem para comentários. Foi incentivado pelas principais tendências que o estaleiro lançou, durante o São Paulo Boat Show 2023, a Triton 410 HT, uma lancha que logo caiu no gosto dos clientes.
Motivos para já começar popular não faltaram: a lancha tem 12,60 m de comprimento (41,3 pés), um bom padrão de laminação, estilo atraente e interior amplo e bem iluminado. Ideal para quem busca uma cabinada com teto solar para dois casais mais um solteiro em pernoite.
Com o modelo, o estaleiro ampliou sua linha de lanchas de 23 a 52 pés — números que o colocam em destaque entre os fabricantes nacionais. Assista ao Teste NÁUTICA:
Antes de embarcar, a Triton 410 HT chama atenção pelo design: suas linhas impressionam positivamente mesmo quem não têm familiaridade com lanchas cabinadas. Tudo parece harmônico e equilibrado. A superestrutura é compacta e tem entradas de ar para os motores quem lembram guelras de tubarão — o que agrega pontos ao visual elegante.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Grandes janelas laterais de vidro, um igualmente amplo para-brisa e o teto solar elétrico (daí a sigla HT, abreviatura do inglês hard-top) marcam a casaria dessa que é a quarta maior lancha do estaleiro. Como era de se imaginar, o barco oferece uma generosa iluminação natural para os ocupantes no salão.
Acima da 410 HT estão: Triton 44 Flyer e as vesões flybridge e hard-top dos modelos Triton 470 e Triton 52.
Teste da Triton 410 HT
Um dos destaques está na proaque, apesar de lançada, é larga junto ao convés, o que resulta em aumento do volume interno. Uma das novidades nessa área foi a instalação de um sofá de dois lugares na frente do solário (que é duplo, com encostos reclináveis).
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Há também um banco de madeira sextavado no bico de proa. Com tudo isso, a área se transforma em um pequeno lounge, onde até seis pessoas podem se acomodar e interagir de uma maneira relaxada, protegidas por um guarda-mancebo de bom tamanho, feito de aço inox.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
No cockpit, a bombordo, paralelo ao caprichado posto de comando com banco duplo, foi instalado sobre um grande móvel de fibra uma espécie espreguiçadeira. Embora ocupe um bom espaço no salão e destoe um pouco do arranjo geral do ambiente, ele serve para aumentar o pé-direito do único banheiro da lancha, no convés inferior, que chega a 1,89 m de altura na entrada.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
No salão, a altura varia entre 1,79 m junto à porta entrada e 1,90 m. Tem um sofá em L a boreste para três ou quatro pessoas, com mesa de centro e outro sofá menor a bombordo, este para duas pessoas. Opcional no salão, o ar-condicionado é uma boa pedida para os dias quentes do verão.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
O posto de comando, com 1,70 m de pé-direito, está equipado com poltronas individuais para o condutor e um acompanhante. Um monitor multifunção de 12 polegadas com GPS e sonda ocupa o centro do painel, mas há espaço para outro monitor do mesmo porte, se o proprietário optar por instrumentação totalmente digital. Timão, manetes e botões de controle da parte elétrica estão à mão do condutor.
A visibilidade do piloto para a proa é boa, desde que os encostos dos solários estejam abaixados e que nenhuma defensa esteja em pé nos respectivos suportes embutidos no guarda-mancebo na proa. O guarda-mancebo, junto as bochechas da lancha, é um lugar prático para deixar as defensas — mas não com o barco navegando.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Entre o salão e a parte traseira da lancha há uma porta dobradiça de vidro com estrutura de inox, com lâminas distribuídas para os dois bordos, para não prejudicar o equilíbrio do casco.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Na praça de popa, com 1,20 m de comprimento, o sofá em L com mesa no centro acomoda até quatro pessoas nas refeições ao ar livre. Um armário do tipo cristaleira para guardar copos e taças e outro para proteger a chave geral e a tomada de cais completam o ambiente.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
A plataforma de popa, com 1,81 m de comprimento e espaço gourmet, é fixa. Na unidade testada por NÁUTICA, estava revestida com EVA (item opcional, mas altamente recomendado tanto pela estética quanto pela praticidade que oferece, pois evita escorregões e é fácil de manter). No espaço gourmet, a churrasqueira a carvão é opcional, assim como a churrasqueira elétrica.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Homologado para até 14 pessoas, o convés superior não é tão grande, embora seja fluido e bastante confortável. Em compensação, o convés interior da Triton 410 HT é espaçoso, encaixando-se como uma luva nas necessidades de uma família que procura uma lancha propícia a viagens curtas de fim de semana, com pernoites confortáveis para até cinco pessoas.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
A cabine, com altura máxima de 2,05 metros, tem um camarote fechado na proa, com 1,74 m de pé-direito na entrada e cama de casal a boreste. Também há outro camarote aberto (com fechamento opcional) na meia-nau, com cama para acomodar duas pessoas e, claro, com pé-direito menor (apenas 0,85 m), já que este ambiente fica debaixo do convés do salão.
Na sala, o sofá longo para quatro pessoas pode ser convertido em uma cama de solteiro. Com isso, cinco pessoas podem dormir a bordo.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
O banheiro tem box fechado (0,84 m x 1,05 m) independente com 1,78 m de altura e vigia com abertura para entrada de ar. O acabamento, porém, é um pouco simples, ao menos na unidade testada por NÁUTICA, na qual o proprietário optou por deixar o piso na fibra, em vez de revesti-lo com EVA.
Na cozinha, há gavetas e armários para guardar utensílios e mantimentos, um fogão elétrico por indução de duas bocas (na unidade testada por NÁUTICA faltaram as travas para as panelas não saírem do lugar devido ao balanço natural do barco na água), um micro-ondas de 28 litros e uma geladeira náutica de 12 V e 70 litros da Elber, equipamento resistente e durável, ideal para ser usado a bordo.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
A cabine vem de fábrica com ar-condicionado de 16 mil BTU, bem como sensor de monóxido de carbono. A luz natural ilumina o ambiente tanto pelo para-brisa quanto pelas janelas laterais. Ainda assim, sentimos falta de vigias nos camarotes e na sala.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
No compartimento dos motores, também conhecido como “casa das máquinas”, o pé-direito é de 0,67 m. Aprovamos o espaço para fazer a manutenção de rotina nos motores e a qualidade geral da montagem, com cabeamento elétrico e a rede hidráulica bem organizados. Uma manta acústica ajudaria a reduzir o nível de ruído, que não chegou a ser alto neste barco.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Extintor de incêndio com acionamento manual é item de série. Os tanques de combustível, porém, poderiam ser de metal, alumínio ou aço inox, em vez de polietileno, como é o caso. Não que seja proibido usar tanques de plásticos apropriados à gasolina em lanchas no Brasil, mas os tanques metálicos são mais resistentes e podem ser certificados.
Navegação da Triton 410 HT
Hora de acelerar? Sim! Mas antes, é necessário ressaltar a versatilidade dessa lancha na motorização, que pode ser diesel ou gasolina, de popa ou centro-rabeta.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Entre as várias versões, a Triton 410 HT pode ser equipada com dois motores a gasolina V8 da Mercury de 380 hp cada, configuração que agrada quem deseja economizar um pouco no custo final e não faz questão de longa autonomia — foi essa a versão utilizada na unidade testada por NÁUTICA.
Especialmente para navegar em grandes represas, proprietários de lanchas procuram cada vez mais embarcações movidas à gasolina, mesmo na faixa dos 40 pés de comprimento. No mar, para este tamanho de barco, a maioria ainda prefere os motores diesel, embora os a gasolina estejam cada vez mais presentes em água salgada.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Navegamos com a 410 HT no grande reservatório de Promissão, perto da cidade de Sales, no noroeste de São Paulo. Na manhã do dia do teste, ventos com rajadas na casa dos 18 km/h (10 nós) geraram ondas baixas e curtas, na superfície geralmente tranquila dessa represa, o que nos obrigou a reduzir um pouco a velocidade.
Mas nada que comprometesse a capacidade do casco de cortar ondas, mesmo quando encaramos as vagas de proa. Para sorte do teste, logo os ventos amainaram. Foi quando fizemos as medições a cada 500 rpm, a partir de 2500 rpm, regime no qual a lancha com os dois musculosos motores de centro-rabeta V8 a gasolina de 380 hp cada já estava planando.
A faixa ideal para navegar com este conjunto casco-motor, em termos de autonomia, é entre 3.500 e 4.000 rpm, com velocidades entre 21,7 e 28,5 nós e alcance de até 184 milhas (341 km) em águas calmas, sem vento, com os tanques cheios e com a lancha à meia carga.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
A 5100 giros, a velocidade máxima foi de 38,5 nós, com aceleração até os 20 nós de 10 segundos — números que agradam tratando-se de uma lancha de passeio cabinada na faixa dos 40 pés, e que permitem desempenho com certa esportividade.
Vale saber que neste conjunto é preciso manter as rabetas sempre abaixadas e usar bastante os flapes, 100% do curso até os 4.000 rpm, para abaixar mais a proa e, assim, obter o melhor rendimento. Alguns barcos precisam mais dos flapes que outros, lembrando que esses dispositivos são itens de série nesta lancha — o que é bom.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Com boa entrega em relação ao preço de venda, a partir de R$ 2,2 milhões, a Triton Yachts é um estaleiro que costuma cativar seus clientes. Por isso é comum ver proprietários de lanchas mudando de um modelo menor para um maior, para não sair da marca.
Na versão testada por NÁUTICA (com motorização a gasolina e vários equipamentos opcionais), o preço estimado é de R$ 2,5 milhões. A avaliação foi feita com dois motores de centro-rabeta a gasolina Mercury 8.2 Mag de 380 hp cada, ar-condicionado 16 mil BTU e gerador Netuno 6,2kVA.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Enfim, é uma lancha bonita, moderna e desejada, que atesta a evolução contínua do estaleiro paranaense, fundado em 1984, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, que já conta com cerca de 2 mil lanchas entregues. A dica é: acostume-se com a Triton 410 HT, pois ela se tornará frequente em nossas águas.
Saiba tudo sobre a Triton 410 HT
Pontos altos
Preço atraente;
Estilo atraente;
Veloz com motor a gasolina;
Pontos baixos
Tanques de combustível de plástico;
Ausência de trava para panelas no fogão;
Faltam vigias nos camarotes.
Características técnicas
Comprimento máximo: 12,60 m (41,3 pés);
Boca: 3,70 m;
Calado com propulsão: 1,10 m;
Ângulo do V na popa: 17 graus;
Borda-livre na proa: 1,39 m;
Borda-livre na popa: 1,00 m;
Peso: 9.500 kg;
Tanques de combustível: 1050 litros;
Tanque de água: 450 litros;
Capacidade (dia): 14 pessoas;
Capacidade (noite): 5 pessoas;
Motorização: popa ou centro-rabeta;
Potência: 2x 320 a 400 hp (centro-rabeta) / 2 x popa de 400 hp cada ou 3 x popa 300 hp cada.
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