Vinagre nas praias da Austrália? Entenda o motivo por trás da estratégia

Governo australiano mantém postos com vinagre espalhados pelas praias para uso emergencial

Por: Nicole Leslie -
16/06/2025

Um fator inusitado — ao menos para nós, brasileiros — que acontece na Austrália tem chamado atenção na internet. O governo local mantém postos com vinagre espalhados pelas praias como uma estratégia de saúde para uso emergencial.

Embora pareça um tanto exótico, o motivo por trás da medida é simples: oferecer um método de primeiros socorros para casos de queimaduras causadas por animais marinhos.

Carukia barnesi, popularmente conhecida como irukandji ou vespa-marinha, tem tentáculos que chegam a 75 cm de comprimento. Foto: Licença Creative Commons / Animalia / Reprodução

De acordo com o conselho de saúde australiano, os principais causadores desses acidentes são águas-vivas. Algumas espécies extremamente venenosas, como a vespa-do-mar (Chironex fleckeri) e a irukandji (Carukia barnesi), são comuns na costa norte do país.

 

Os postos com vinagre, portanto, servem para socorrer vítimas desses animais, já que o líquido contém ácido acético, que é capaz de neutralizar o veneno — potencialmente fatal — desses organismos.

Ponto com vinagre em Trinity Park, na Austrália. Foto: Kerry Raymond / Wikimedia Commons / Reprodução

Ao ter contato com uma água-viva ou medusa-do-mar — seja na Austrália ou em qualquer outro lugar —, a orientação é retirar os tentáculos da pele e despejar vinagre sobre a área afetada por pelo menos 30 segundos. Caso não haja fácil acesso ao produto, o indicado é lavar com água do mar.

 

As autoridades alertam sobre a importância de não utilizar álcool, água doce ou quaisquer outras substâncias, que podem intensificar a dor e agravar a reação. Entenda mais sobre o que fazer em caso de queimadura por água-viva.


Entre os sintomas mais comuns estão dor intensa no local da picada, nas costas, cabeça, músculos, peito e/ou abdômen, convulsões, dificuldades respiratórias, parada cardíaca, sudorese, náuseas e ansiedade. Por isso, é fundamental acionar os serviços de emergência. Na Austrália, o telefone é 000; no Brasil, o Corpo de Bombeiros pode ser chamado pelo 193.

Austrália e animais perigosos

Conhecida mundialmente por sua fauna tão exótica quanto perigosa, a Austrália investe fortemente na conscientização da população sobre primeiros socorros em casos de acidentes com animais marinhos.

 

No portal do Conselho de Saúde Australiano, é possível encontrar um glossário com as principais orientações para esse tipo de situação. Além das águas-vivas, há instruções específicas para acidentes com polvos, cobras, peixes, conchas, ouriços e esponjas.

 

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    Como surgiram as montanhas escondidas sob o gelo da Antártica?

    Estudo aponta que cordilheira subterrânea pode ter surgido há mais de 500 milhões de anos, durante a formação do supercontinente Gondwana

    Por: Nicole Leslie -

    Por baixo de todo o gelo, a Antártica esconde montanhas, vales, colinas, cordilheiras e planícies. Muitas dessas formações seguem como grandes mistérios para a ciência, que busca compreender como surgiram. Nesse contexto, um estudo publicado na revista Earth and Planetary Science Letters avançou ao propor uma origem para uma cadeia de montanhas oculta sob o gelo antártico, formada há mais de 500 milhões de anos.

    Mas antes dos resultados, é importante entender o cenário geológico. O estudo destaca que a Antártica possui diversas estruturas rochosas abaixo de quilômetros de gelo, que não podem ser explicadas por colisões entre as placas tectônicas atualmente conhecidas. Isso porque a Antártica Oriental permanece em uma região tectonicamente estável há milhões de anos

     

    Ainda assim, os pesquisadores sugerem que a cadeia montanhosa subterrânea se originou a partir da colisão das placas que formaram o supercontinente Gondwana, há mais de 700 milhões de anos. As montanhas Gamburtsev, consideradas um dos maiores enigmas geológicos do continente, são um exemplo marcante. Essa cordilheira permanece oculta sob a mais espessa camada de gelo da Antártica Oriental.

    Imagem de radar mostra a cordilheira Gamburtsev sob camadas de gelo. Foto: Universidade da Tasmânia / Reprodução

    A explicação científica

    Segundo o estudo, as montanhas Gamburtsev teriam se formado durante a união das placas tectônicas que deram origem a Gondwana — supercontinente que incluía as atuais África, América do Sul, Austrália, Índia e Antártica.

    Formação de montanhas faz com que rochas profundas da crosta se deformem, dobrem e derretam parcialmente. Foto: Jacqueline Halpin / Universidade da Tasmânia / Reprodução

    Os cientistas explicam que o impacto tectônico foi tão intenso que gerou um fluxo significativo de rochas quentes e derretidas nas profundezas da crosta. Com o espessamento e aquecimento dessa crosta, ela começou a ceder sob seu próprio peso.

     

    Esse processo desencadeou o chamado espalhamento gravitacional, em que rochas quentes fluem lateralmente, como pasta de dente sendo espremida de um tubo. Esse movimento causou o colapso parcial das montanhas e formou uma espessa “raiz” da crosta que se estendeu para dentro do manto terrestre — estrutura que hoje repousa sob quilômetros de gelo.


    A pesquisa foi realizada por cientistas da Escola de Ciências Naturais da Universidade Macquarie, em colaboração com o Instituto de Estudos Marinhos e Antárticos e o Centro Australiano de Excelência em Ciência Antártica, ambos vinculados à Universidade da Tasmânia.

    Como a pesquisa foi feita?

    Uma publicação da Universidade da Tasmânia detalha que a equipe reconstruiu a história da formação das montanhas com base na análise de zircões — minerais que funcionam como pequenos “relógios geológicos”.

    Estudo revela como se formaram montanhas escondidas sob o gelo da Antártica. Foto: Envato / Mint_Images

    Esses cristais contêm traços de urânio que se transformam lentamente em chumbo a uma taxa conhecida, permitindo determinar com precisão a idade das amostras. Com base nessas análises, os pesquisadores identificaram eventos que moldaram a crosta terrestre, considerando tanto a localização quanto a idade dos zircões.

    Mapa da topografia (a) e da elevação da superfície (b) da Antártica, medido em metros acima do nível do mar; (c) mostra a espessura do gelo em metros. Foto: Universidade da Tasmânia / Reprodução

    O estudo divide a crosta da Antártica em duas camadas principais: infraestrutura e superestrutura. A infraestrutura é mais profunda, quente e deformada; a superestrutura, mais superficial, fria e rígida.

     

    A pesquisa aponta que as montanhas Gamburtsev começaram a crescer há cerca de 650 milhões de anos, atingiram altitudes semelhantes às do Himalaia por volta de 580 milhões de anos atrás e passaram por um colapso térmico que terminou há cerca de 500 milhões de anos.

     

    Embora muitos segredos da geologia antártica ainda permaneçam, o estudo mostra que alguns dos mistérios mais profundos começam, enfim, a ser revelados.

     

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      Volvo Penta é presença confirmada no Marina Itajaí Boat Show 2025

      Fabricante de soluções para energia terá estande no maior salão náutico do Sul do país, que acontece de 3 a 6 de julho

      Navegar não precisa ser difícil — e para facilitar a vida a bordo, a Volvo Penta conta com um amplo portfólio de produtos tecnológicos. Alguns deles serão apresentados no Marina Itajaí Boat Show 2025, maior salão náutico do Sul do país, que acontece de 3 a 6 de julho, em Santa Catarina.

      Especialista em soluções para energia, com motores, propulsores e outros equipamentos tecnológicos para embarcações, a Volvo Penta se destaca pela filosofia “easy boating“, que busca tornar a navegação mais acessível e agradável por meio de uma tecnologia inovadora, de designs intuitivos. Os recursos e sistemas visam simplificar o manuseio, a navegação e a operação geral do barco.

      Motor IPS da Volvo Penta, no estande da empresa no Marina Itajaí Boat Show 2025. Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica

      Essa cultura pode ser vista em produtos como o Volvo Penta IPS, lançado pela primeira vez no setor em 2005. O Inboard Performance System (IPS) é um conjunto de tecnologias que inclui motores, hélices e controles eletrônicos integrados para proporcionar uma experiência de navegação otimizada, principalmente no consumo do barco.

      Simulador de atracação da Volvo, durante o Marina Itajaí Boat Show 2024. Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica

      Para dar um gostinho de como seus produtos facilitam a vida a bordo, a Volvo costuma apresentar nos salões náuticos em que participa um simulador de atracação interativo, em que os visitantes podem experimentar um dos sistemas da marca — vale ressaltar, portanto, que a empresa ainda não revelou o que apresentará no Boat Show de Itajaí.

       

      De qualquer forma, por lá, os visitantes do estande poderão tirar suas dúvidas sobre os equipamentos da marca e conhecer de perto o catálogo da empresa, ao lado de especialistas da Volvo Penta.


      Marina Itajaí Boat Show 2025

      O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.

      Foto: Victor Santos/Revista Náutica

      Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.

       

      Anote aí!

      Quando: De 3 a 6 de julho de 2025
      Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h.
      Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
      Mais informações: site do evento
      Ingressos: site oficial de vendas

       

      Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

       

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        Maior suíte de cruzeiro do mundo, com tudo incluso, tem diárias a partir de R$ 145 mil

        Espaço luxuoso fica a bordo do navio Seven Seas Prestige, que estreia cruzeiro em dezembro de 2026

        Por: Nicole Leslie -

        A disputa pelo trono do luxo em alto-mar está cada vez mais acirrada. Na categoria de maior suíte em cruzeiro com tudo incluso, o título pertence ao Seven Seas Prestige, navio que terá diárias a partir de R$ 145 mil na suíte Skyview Regent.

        A maior suíte com tudo incluído já construída em um cruzeiro de ultra luxo foi resultado de um projeto da Regent Seven Seas Cruises, que dedicou impressionantes 817 m², distribuídos em dois andares, para estabelecer um novo patamar de sofisticação sobre as águas.

        Foto: Regent Seven Seas Cruises / Reprodução

        O Seven Seas Prestige, navio que abriga essa joia flutuante e deveras luxuosa, fará sua estreia em dezembro de 2026.

        Um novo capítulo para suítes de luxo nos mares

        Com tarifas a partir de R$ 145 mil por noite, a suíte Skyview Regent oferece uma experiência inigualável — e nem poderia ser diferente. A suíte acomoda até seis hóspedes com exclusividade, combinando design refinado, conforto extremo e uma gama de serviços personalizados que transformam a estadia em um retiro sobre o oceano.

        Foto: Regent Seven Seas Cruises / Reprodução

        Logo na entrada, os hóspedes são recebidos por um foyer com elementos esculturais. No piso inferior, destacam-se a ampla sala de jantar com biblioteca integrada e um bar com vista para o mar. No andar superior, a suíte principal exibe uma cama com vista panorâmica do oceano, um closet no maior estilo boutique e um banheiro inspirado em spas, com direito a banheira esculpida à mão, pias duplas, chuveiro espaçoso e sauna privativa.

        Foto: Regent Seven Seas Cruises / Reprodução
        Foto: Regent Seven Seas Cruises / Reprodução

        O espaço ainda inclui uma varanda de 344 m², outros dois quartos com dois banheiros, lavabo, sala de estar com bar integrado, sala de jantar, academia privativa, sala de massagem e até mesmo um elevador interno. Um verdadeiro imóvel de luxo flutuante, com design pensado pelo Studio DADO, que apostou em tons neutros e detalhes artesanais para um toque elegante.

        Foto: Regent Seven Seas Cruises / Reprodução

        A experiência na maior suíte de luxo com tudo incluso em cruzeiro é elevada por um mordomo exclusivo, artigos de banho de grife, cardápio de travesseiros e toalhas, serviço de engraxate, lavanderia e consumo ilimitado de champagne Dom Pérignon, conhaque Louis XIII e caviar. Veja prévia da suíte Skyview Regent:

         

         

        Para completar, os hóspedes têm acesso ao restaurante The Study, com espaço exclusivo de até 12 convidados. E em cada porto, contam com carro privativo, motorista e guia para experiências personalizadas em terra firme.

        Foto: Regent Seven Seas Cruises / Reprodução

        Um navio de nova geração

        O Seven Seas Prestige é o primeiro navio de uma nova classe da Regent em dez anos. Com 77 mil toneladas e capacidade para 822 passageiros, a embarcação oferece uma das maiores proporções de espaço e tripulação por hóspede do setor: são 630 tripulantes, o que equivale a um membro da equipe para cada 1,31 viajante.

        Todas as doze categorias de suítes do navio contam com varanda privativa. Os espaços públicos incluem ambientes sofisticados como o Starlight Atrium e o Galileo’s Bar, além de Wi-Fi via Starlink, entretenimento ao vivo e lavanderia com serviço de entrega.

        Viagem inaugural à altura do requinte

        O cruzeiro inaugural do Seven Seas Prestige parte de Barcelona, no dia 13 de dezembro de 2026, com destino a Miami após duas semanas de navegação. O itinerário inclui paradas em Málaga, Madeira, Tortola e nas Ilhas Virgens Britânicas, além de até 38 passeios em terra incluídos.

        Vista do pátio central do navio. Foto: Regent Seven Seas Cruises / Reprodução

        A temporada inaugural contempla 13 cruzeiros pelo Caribe e Europa, com viagens de 10 a 15 noites. Entre os destaques, estão travessias pelo Canal do Panamá, pernoites em Lisboa, Londres e Bordeaux, e escalas em paraísos como Aruba, Curaçao, Bonaire, Santa Lúcia e St. Maarten. Para enfatizar a imersão cultural, os roteiros incluem ampla variedade de atividades guiadas em terra firme.

         

        As reservas para a temporada inaugural do Seven Seas Prestige estarão disponíveis a partir de 25 de junho, pelo site oficial da empresa. Com a chegada desse gigante do luxo, a Regent reafirma sua posição de liderança em um mercado onde o requinte não é apenas um detalhe — é a essência da viagem.

         

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          O amor está na água: cavalos-marinhos são flagrados se “beijando”

          Mergulhadora fez raro registro do acasalamento de cavalos-marinhos-barrigudos, quando a fêmea transfere seus óvulos para o macho. Assista!

          15/06/2025

          Muito se fala sobre a “gravidez” masculina dos cavalos-marinhos — mas pouco sobre como ela se dá. Essa explicação recentemente viralizou na internet, com direito a um raro registro feito pela mergulhadora Emily May, sob o Píer Rye, na Austrália. No vídeo, o que parece um beijo apaixonado é, na verdade, o processo de acasalamento que resultará no início da “gravidez” de um macho.

          O “beijo” é protagonizado por dois cavalos-marinhos-barrigudos (Hippocampus abdominalis), uma fêmea e um macho, que vivem um verdadeiro “flerte” antes da consolidação do acasalamento. Veja:

           

           

          Ver esta publicação no Instagram

           

          Uma publicação partilhada por Emily May (@emilymaydive)

          Isso porque a fêmea parece fugir enquanto o macho infla sua barriga para conquistá-la. Quando os dois finalmente se encontram, o resultado é o tão esperado “beijo”. Contudo, o que realmente acontece é muito mais complexo do que parece.

          Foi o momento mais lindo que eu vi debaixo d’água– destacou a mergulhadora

          Quando os corpos dos cavalos-marinhos se alinham, o que de fato ocorre é a transferência de óvulos da fêmea para a bolsa incubadora o macho. Ainda no vídeo, é possível perceber que o animal se debate após recebê-los. Trata-se do processo feito para estimular a fecundação a partir do contato dos gametas femininos recém-introduzidos com os espermatozoides masculinos.


          Daí em diante, os embriões se desenvolvem no interior da bolsa incubadora do macho, por um período de aproximadamente 30 dias. Os cavalos-marinhos caracterizam-se por serem os únicos animais conhecidos com uma “gravidez” masculina, conforme especialistas da Universidade de Sydney.

          O cavalo-marinho-barrigudo

          Os cavalos-marinhos-barrigudos têm como principal característica o abdômen saliente, que torna o nome autoexplicativo. A espécie é uma das maiores em meio aos cavalos-marinhos, podendo atingir até 35 centímetros de comprimento. Típicos da Austrália e da Nova Zelândia, esses animais são bons nadadores, capazes de viajar por longas distâncias.

          Foto: Flickr / John Turnbull / Reprodução

          Após receber os ovos na bolsa abdominal, o macho os fecunda e os protege até depois do nascimento. Diferente de outras espécies, é ele quem cuida dos filhotes, mantendo-os na bolsa até que estejam suficientemente desenvolvidos para desbravarem o mundo — ou as águas.

           

          A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) detalha que as ninhadas costumam ser compostas por cerca de 240 a pouco menos de 300 indivíduos – embora relatos indiquem que, em cativeiro, os “partos” podem expelir mais de mil animaizinhos.

           

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            200 mil barris radioativos afundados no oceano ao longo de 40 anos serão analisados

            Missão NODSSUM será a 1ª investigação científica em larga escala a estudar efeitos dos dejetos lançados ao mar

            14/06/2025

            Em meio à crise climática atual, seria impensável escolher o oceano como o melhor lugar para descartar barris carregados de materiais radioativos. Mas entre 1946 e 1990, o raciocínio foi outro. Países europeus como Reino Unido e França escolheram as águas do Atlântico Norte para afundar, deliberadamente, mais de 200 mil tambores do material que, agora, quase 80 anos depois, será analisado.

            A “Missão NODSSUM”, liderada pelo Centro Nacional de Pesquisa Científica da França (CNRS) e parceiros como Ifremer e a Nuclear Safety and Radiation Protection Authority (ASNR), será a primeira investigação científica em larga escala a estudar os efeitos do afundamento radioativo. O estudo está previsto para começar neste sábado (15).

            Por que barris radioativos foram despejados no oceano?

            Até que mudanças normativas — incluindo a Convenção de Londres — fossem instauradas e proibissem a prática, por volta de 1990, despejar materiais radioativos nas águas do Atlântico Norte era comum entre países europeus, como França, Reino Unido e Bélgica.

             

            Isso porque, naquela época, acreditava-se que os planaltos abissais eram regiões “sem vida” e isoladas. Logo, seriam ideais para o descarte de “lixo perigoso sem risco aparente”. Foi assim que, ao longo de quase 80 anos, materiais de laboratório, luvas e amostras contaminadas foram alocados em barris e despejados deliberadamente no fundo do mar.

            Imagem meramente ilustrativa de barris com material radioativo. Foto: Envato / maxxyustas / Reprodução

            Quais os riscos desses materiais

            Estima-se que os barris radioativos resultaram em cerca de 36 petabecqueréis (PBq) de radioatividade — menos de 1% da radiação liberada no desastre de Chernobyl, por exemplo, que liberou cerca de 5.200 PBq.

             

            A maioria dos isótopos (variações de um mesmo elemento químico) de meia-vida curta já decaiu, embora elementos persistentes (como plutônio e trítio), que podem permanecer por décadas ou séculos, ainda existam.


            Por isso, os principais pontos de atenção são a corrosão dos barris, que podem potencializar vazamentos; o acúmulo de radionuclídeos em sedimentos e organismos; e a possível contaminação da cadeia alimentar marinha, que pode afetar a pesca e ecossistemas profundos.

             

            É aí que entra a missão NODSSUM. Atualmente a mais de 4 mil metros de profundidade, os barris radioativos, inicialmente, não devem ser trazidos à superfície. Ao invés disso, o submarino robótico UlyX, capaz de operar a 6 mil metros de profundidade, vai sobrevoar os materiais a partir de um sonar e câmeras, visando captar imagens e mapear o terreno.

             

            Amostras de água, sedimento e vida marinha também serão coletados para analisar os possíveis impactos dos resíduos. Uma segunda expedição, prevista para 2026, planeja usar veículos tripulados ou robôs com braços mecânicos para examinar os barris radioativos mais de perto.

             

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              Brasil prevê alta na exportação de barcos em 2025, com EUA como principal destino

              Dados da Receita Federal e do ComexStat ainda apontam crescimento nas exportações para países como Austrália e França

              13/06/2025

              No primeiro semestre de 2025, o Brasil já exportou 559 barcos, o que equivale a cerca de 50% do total exportado em todo o ano de 2024. O número aponta para uma estabilidade no mercado, embora a expectativa seja de uma crescente no segundo semestre, fruto da qualidade da indústria náutica brasileira, que tem despertado, cada vez mais, a aprovação do público internacional.

              É o que sugere Eduardo Colunna, presidente da Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar). Para ele, os outros países vêm, sistematicamente, demonstrando confiança nos produtos produzidos em solo nacional.

              O percentual de exportação da produção nacional vem crescendo nos últimos anos. Alguns estaleiros já possuem um significativo percentual exportado e o potencial de crescimento vem se confirmando– detalhou Colunna

              Foto: Sandsun / Envato

              É o caso do estaleiro catarinense Schaefer Yachts, que tem nos Estados Unidos o seu principal mercado fora do Brasil. Em entrevista exclusiva à NÁUTICA no mês de maio, Pedro Odílio, CEO do estaleiro, revelou que a Schaefer está cada vez mais expandindo suas vendas a “nível mundo”.

               

              “Estamos bastante centrados nos EUA, Equador, Porto Rico, Paraguai, Uruguai, Caribe e até a Austrália é uma grande consumidora dos nossos barcos”, detalhou Odílio.

              Fechamos o ano de 2024 com 40% do nosso valor de venda exportado– Pedro Odílio, CEO da Schaefer Yachts

              As exportações para os Estados Unidos têm um grande peso para o Brasil, uma vez que o país protagoniza o papel de principal comprador de barcos fabricados em solo brasileiro.

               

              Os dados da Receita Federal e do Comex Stat revelam que, em todo o ano de 2024, mais de 1.110 barcos brasileiros foram exportados, sendo as águas norte-americanas as responsáveis por 60,10% do valor total arrecadado. Já no primeiro semestre deste ano, os EUA somam 68,01% da totalidade.


              A Itália chega logo na sequência tanto em 2024, quanto em 2025 — com 20,82% e 7,99%, respectivamente.

               

              Países como Austrália e França, por outro lado, vêm numa crescente. As águas francesas, que não somaram valor significativo em exportações brasileiras em 2024, neste ano já somam 6,85% do total arrecadado, enquanto na Austrália o número saltou de 1,05% para 6,03%.

              A Austrália provavelmente está desenvolvendo um novo mercado, pois tem um número de unidades que deve crescer– explicou Colunna

              Enquanto os EUA se sobressaem em valor exportado, o Uruguai desponta como o país que mais importou barcos fabricados no Brasil em 2024, com 364 unidades (31,69% do total) — para os EUA foram 157 unidades (14,6%).

               

              De janeiro a junho de 2025 quem assume esse papel é a Grécia, com 190 unidades. Apesar disso, o número soma apenas 0,01% do valor total arrecadado, o que, assim como no caso do Uruguai, mostra a diferença no perfil das embarcações adquiridas, uma vez que nesta conta entram também modelos menos refinados, como as canoas.

              Ranking dos 10 países que mais importaram barcos brasileiros em 2024

                1. Uruguai, com 354;
                2. Chile, com 184;
                3. Estados Unidos, com 157;
                4. Espanha, com 133;
                5. Reino Unido, com 58;
                6. Guiana, com 48;
                7. Paraguai, com 41;
                8. Argentina, com 31;
                9. Colômbia, com 30;
                10. Portugal, com 17.

               

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                Conheça a história do Rio Finke, considerado o mais antigo do mundo

                Rio intermitente fica na Austrália e pode ter entre 350 e 400 milhões de anos

                Por: Nicole Leslie -

                Mais antigo do que muitas formações geológicas do planeta, o Rio Finke, na Austrália, possui uma história estimada entre 350 e 400 milhões de anos. Por isso — e por não haver registros de um rio mais antigo até o momento — ele é considerado o sistema fluvial mais antigo do mundo.

                Atualmente, a nascente do Finke fica nas Montanhas MacDonnell, ao norte australiano, e o rio traça um curso de aproximadamente 640 km até o Lago Eyre, no sul do país.

                Mapa mostra rio Finke (à esq) terminando próximo ao Lago Eyke (Lake Eyre), ao sul da Austrália. Foto: Kmusser / Wikimedia Commons / Reprodução

                Apesar do trajeto mapeado, o Finke é um rio intermitente: durante boa parte do ano, permanece seco, com leito de cascalho e areia visíveis. No entanto, quando chove, ele volta temporariamente à vida.

                Imagem do Rio Finker em trecho seco. Foto: Menphrad / Wikimedia Commons / GFDL / Reprodução

                A origem exata do Rio Finke ainda não é cientificamente determinada, mas há uma lenda indígena que ajuda a explicar seu surgimento. Segundo a mitologia, o rio teria sido formado pelo movimento da Serpente Arco-Íris — figura mítica da cultura local — , que partiu do Lago Eyre em direção ao norte, traçando o curso do Finke.


                Como se define a idade de um rio?

                A idade de um rio, ou sistema fluvial, não costuma ser exata, mas estimada com base em indícios geológicos. Entre os principais critérios estão o tipo e a composição das rochas do leito, os níveis de erosão presentes ao longo do curso, a profundidade das escavações naturais e os registros sedimentares.

                 

                Estudos indicam que o Rio Finke já existia antes mesmo do levantamento das montanhas que hoje o cercam, o que reforça sua antiguidade. Outros rios antigos também disputam o título de mais antigos do mundo, como o rio Meuse, na Europa, datado de cerca de 320 milhões de anos, e o New River, nos Estados Unidos, estimado em 300 milhões de anos.

                 

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                  Kate Middleton se desculpa após vencer Princípe William em regata e vídeo viraliza; veja

                  Evento que resultou em desculpas reais aconteceu em 2014, mas voltou a ganhar espaço na internet mais de uma década depois

                  Por: Nicole Leslie -

                  Um vídeo que mostra Kate Middleton se desculpando — com bom humor — ao Príncipe William voltou a circular com força nas redes sociais. A cena aconteceu em 11 de abril de 2014, depois que Kate venceu o marido em uma regata disputada na Nova Zelândia.

                  O registro tem sido amplamente compartilhado por perfis nas redes e já soma centenas de milhares de visualizações. Nas imagens, é possível ver Kate se aproximando de William e dizendo, com tom irônico, “I’m sorry” (“me desculpe”, em inglês). Assista:

                   

                  @mrsmiddletonx Inst mrsmiddletonx #kensingtonpalace #katemiddleton #princewilliam #princess #princesscatherine #katemiddleton #catherineprincessofwales #queen #futurequeen #princessofwales #princewilliam #princeofwales #princesscatherine #princesscatherineofwales #katemiddleton #duchessofcambridge #princesskate #princeandprincessofwales #dukeandduchessofcambridge #duchesskate #katemiddletonstyle #duchesscatherine #catherinemiddleton #royals #royalstylewatch #britishroyals #britishroyalfamily #walesfamily #royalnews #kateandwilliam #kateandwills #royalty ♬ Into Your Arms (feat. Ava Max) – Witt Lowry

                   

                  O episódio ocorreu na Bacia do Viaduto, em Auckland, durante a visita oficial do casal ao país. Na ocasião, Kate e William competiram em veleiros rivais da America’s Cup, acompanhados por atletas profissionais do Team New Zealand.

                   

                  Apesar de o Príncipe William ter mais experiência em navegação, foi Kate quem cruzou a linha de chegada primeiro — ultrapassando, inclusive, o próprio marido.

                  Família Real e a paixão pelo mar

                  Foi a bordo do veleiro Bloodhound que Philip, avô de William, desenvolveu ainda mais a sua paixão pelo mar. Ao lado do projetista e velejador Uffa Fox, ele chegou até mesmo a participar da Cowes Week, uma das maiores e mais antigas regatas do mundo, em agosto de 1962.

                  Príncipe Philip e tripulação, em junho de 1966. Foto: Magnussen, Friedrich / Wikimedia Commons / Reprodução

                  O veleiro Bloodhound ainda serviu de escola para outros jovens membros da realeza, como o Príncipe Charles e a Princesa Anne.

                   

                  Já a Rainha Elizabeth, quem viabilizou a “brincadeira”, pouco aproveitou esse veleiro real. O que se escuta é que ela navegou apenas uma vez, porque ficava mais à vontade, mesmo, era convés do Britannia, outro veleiro da família, adquirido em 1954 — e que permaneceu com ela por 40 anos.


                  Ao longo dos anos, o casal William e Kate se enfrentou em várias disputas realizadas em eventos oficiais da Coroa, inclusive de categorias diferentes, como dragon boat — barcos em forma de dragão, originários da China.

                  Foto: Royal.Uk/ Divulgação

                  Kate Middleton chegou a remar com a tripulação de um barco do Round The World Challenge (desafio ao redor do mundo, na tradução livre para o português) durante o ano sabático entre o ensino médio e a faculdade. Além disso, ela não desperdiçou as oportunidades que teve para mostrar suas habilidades à frente das embarcações.

                   

                  Em 2022, Kate embarcou em um dos veleiros da equipe do Reino Unido durante a etapa de Plymouth (na Inglaterra) do SailGP, competição cheia de adrenalina em que veleiros com hidrofólio parecem voar sobre as águas.

                   

                   

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                    Oceano global escureceu 21% nos últimos 20 anos, aponta estudo

                    Animais que precisam de luz disputam recursos; escoamento agrícola e grandes volumes de chuvas estão entre as causas

                    Mais de 75 milhões de km² do oceano global escureceram nas últimas duas décadas. O número, que corresponde a 21% da água salgada que cobre quase toda a Terra, foi levantado em um estudo conduzido pela Universidade de Plymouth, na Inglaterra, publicado no final de maio na revista Global Change Biology.

                    Conforme explica a pesquisa, o escurecimento do oceano está ligado a mudanças nas propriedades ópticas da água, que reduzem a zona fótica, camada onde vive 90% da vida marinha e que varia conforme a área do oceano.

                     

                    Essa região é mais superficial justamente para permitir a entrada de luz solar ou lunar para que processos biológicos que são guiados por essa iluminação possam acontecer, a exemplo da fotossíntese.

                     

                    A falta de luz afeta diretamente a sobrevivência dos animais que dela dependem, como os copépodes Calanus (pequenos crustáceos marinhos do oceano Atlântico, importantes na cadeia alimentar) que, na falta de iluminação, têm de migrar para camadas mais superficiais e, assim, passam a disputar recursos.

                    O oceano global escureceu. E qual é a causa?

                    Entre os principais motivos apontados pelo estudo da Universidade de Plymouth para o escurecimento do oceano estão o escoamento agrícola, o aumento das chuvas e as mudanças na temperatura da superfície do mar.

                     

                    Tratam-se de fatores que contribuem para o acúmulo de nutrientes, sedimentos e matéria orgânica nas águas costeiras, o que interfere na penetração da luz solar e lunar.

                    Mapa-múndi mostra mudanças nas zonas fóticas globais entre 2003 e 2022. Os vermelhos indicam regiões onde os oceanos estão ficando mais escuros, enquanto os azuis mostram regiões onde os oceanos estão ficando mais claros. Brancos apontam onde não houve mudança significativa no período. Foto: Universidade de Plymouth / Divulgação

                    Já em áreas de mar aberto, o aumento da temperatura da água altera a dinâmica do plâncton e da proliferação de algas, o que também reduz a clareza da água e, consequentemente, a profundidade da zona fótica.

                     

                    Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores combinaram dados de satélite com modelagem numérica, além de informações do Ocean Colour Web, da NASA — uma plataforma que mede a cor do oceano em pixels de 9 km. Um algoritmo específico ainda pôde estimar a profundidade da zona fótica ao longo do tempo.


                    O estudo contou também com modelos de irradiação solar e lunar, responsáveis por permitir avaliar como a entrada de luz no oceano mudou nas últimas duas décadas, tanto de dia quanto à noite.

                     

                    Para se ter uma ideia, uma área com mais de 32 milhões km², representando 9% do oceano, teve uma redução de mais de 50 metros da zona fótica. Ao mesmo tempo, em 2,6% da área oceânica ocorreu a diminuição da camada superficial em mais de 100 metros.

                     

                    Por outro lado, parte das águas têm ficado mais claras nos últimos 20 anos: cerca de 10%, o que corresponde a mais de 37 milhões de km².

                     

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                      Do que se alimentavam os megalodontes? Estudo inédito aponta nova descoberta

                      A partir do dente do animal, pesquisa indica que dieta de mais de 100 mil kcal não se baseava apenas em grandes baleias

                      Há cerca de 20 milhões de anos, um tubarão que podia atingir até 24 metros de comprimento, com dentes do tamanho de mãos humanas, habitava os oceanos da Terra. Conhecido como megalodonte (Otodus megalodon), essa figura que já protagonizou filmes no cinema era também o principal predador dos mares. Seus hábitos alimentares foram alvo de um estudo inédito, que trouxe revelações.

                      No topo da cadeia alimentar daquela época, acreditava-se que o megalodonte se alimentava majoritariamente de baleias para manter a dieta de nada menos que 100 mil kcal por dia. Os dados de um artigo publicado na revista científica Earth and Planetary Science Letters, contudo, revelam que o cardápio era mais diversificado do que se imaginava.

                      Análise partiu dos dentes do animal

                      Uma vez que sua estrutura esquelética cartilaginosa não tenha favorecido a preservação ao longo do tempo, quase tudo o que se sabe sobre os megalodontes foi a partir das análises de sua dentição — e nesse estudo não foi diferente.

                      Jeremy McCormack, coautor do estudo, com um dente fossilizado de megalodonte. Foto: Uwe Dettmar para a Universidade Goethe / Reprodução

                      Dentes de depósitos fósseis nas cidades de Sigmaringen e Passau, ambas na Alemanha, foram estudados a partir de um método diferente: com base no conteúdo mineral, levando em conta a proporção de isótopos de zinco (Zn-66 e Zn-64) na dentição do megalodonte.

                       

                      Isso porque pesquisas anteriores já haviam mostrado que animais que comem mais carne absorvem mais do isótopo zinco-64 do que do zinco-66. Assim, quanto mais alto um animal está na cadeia alimentar, menor é a proporção de zinco-66 em relação ao zinco-64 nos seus dentes. Essa relação permite estimar o quão carnívoro um animal é e, portanto, sua posição na cadeia alimentar.

                      Foto: Uwe Dettmar para a Universidade Goethe / Reprodução

                      “Como não sabemos qual era a proporção dos dois isótopos de zinco na base da pirâmide alimentar naquela época, comparamos os dentes de várias espécies de tubarão pré-históricas e atuais entre si e com outras espécies animais”, explicou Jeremy McCormack, coautor do estudo, em comunicado.

                      Isso nos permitiu ter uma ideia da relação predador-presa há 18 milhões de anos– destacou

                      Como esperado, essa análise colocou o megalodonte no topo da cadeia alimentar, mas com uma surpresa: os dados mostraram que a espécie também se alimentava de animais de níveis mais baixos da cadeia, já que não houveram grandes diferenças entre o gigante e os animais abaixo dele.


                      Isso indica um comportamento alimentar generalista, similar ao do tubarão-branco moderno, que tem na dieta qualquer animal que esteja disponível no ambiente — indo de outros peixes até alguns mamíferos.

                       

                      “Acreditamos que o megalodonte era flexível o suficiente para se alimentar de mamíferos marinhos e peixes grandes, tanto do topo da pirâmide alimentar quanto dos níveis mais baixos, dependendo da disponibilidade”, explica McCormack. Essa descoberta lança luz sobre a ideia de que os grandes tubarões se concentravam em mamíferos marinhos — que, agora, precisa ser revista.

                      Isso nos oferece percepções importantes sobre como as comunidades marinhas mudaram ao longo do tempo geológico, mas, mais importante, o fato de que mesmo os ‘supercarnívoros’ não estão imunes à extinção– ressaltou Kenshu Shimada, coautor da descoberta

                       

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                        Yanmar destacará três motores no Marina Itajaí Boat Show 2025; conheça

                        Modelos da marca atendem a diferentes objetivos, como lazer, trabalho e geração de energia. Evento acontece de 3 a 6 de julho

                        Por: Nicole Leslie -

                        A fabricante de motores marítimos Yanmar estará presente no Marina Itajaí Boat Show 2025 para apresentar sua linha completa de propulsores náuticos. Em seu estande, contudo, a marca destacará três modelos com diferentes tecnologias e propósitos: o 8LV370Z, o 6LPA-STP e o 3YM20.

                        Com uma linha consolidada no mercado, os motores Yanmar atendem a diversos usos, como lazer, aplicações profissionais e geração de energia. De 3 a 6 de julho, o público do salão náutico catarinense poderá conferir os detalhes dos modelos expostos e tirar dúvidas sobre toda a linha da fabricante.

                        Yanmar destaca três motores no Marina Itajaí Boat Show 2025. Foto: Yanmar / Divulgação

                        É a chance, inclusive, de saber mais sobre motor 4LHA-STP, que impulsionou o veleiro Endurance 64 em uma jornada de ida e volta à Antártica — feita a partir do Brasil —, documentada na série disponível no YouTube do Canal NÁUTICA.

                         

                        Destaques da Yanmar no Boat Show de Itajaí

                        O primeiro destaque da marca no Marina Itajaí Boat Show 2025 é o motor 8LV370Z com rabeta ZT370, conhecido pelo baixo consumo de combustível, nível reduzido de ruído, facilidade de manutenção e conforto na navegação.

                        Motor 8LV370Z com rabeta ZT370. Foto: Yanmar / Divulgação

                        Já o motor 6LPA-STP traz seis cilindros e se destaca pela alta disponibilidade de torque, mesmo em baixas rotações. O modelo também impressiona pelo baixo consumo e pela robustez do sistema de bombas injetoras Denso, que facilita a manutenção. O 6LPA-STP pode ser utilizado com a rabeta Yanmar ZT370 ou com caixa reversora.

                        Motor 6LPA-STP. Foto: Yanmar / Divulgação

                        Por fim, o terceiro destaque da Yanmar no evento é o motor 3YM20, ideal para veleiros. Movido a diesel, o modelo tem 21 hp de potência, três cilindros e é reconhecido pelo baixo nível de ruído. Pode ser utilizado com a rabeta SD25, também desenvolvida pela Yanmar.

                        Motor 3YM20. Foto: Yanmar / Divulgação

                        Marina Itajaí Boat Show 2025

                        O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.

                        Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                        Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.

                         

                        Anote aí!

                        Quando: De 3 a 6 de julho de 2025
                        Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h.
                        Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                        Mais informações: site do evento
                        Ingressos: site oficial de vendas

                         

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                          Sede da abertura da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, Miami é também forte destino náutico

                          Cidade dispõe de insfraestrutura de ponta e conta com um clima tropical durante todo o ano

                          12/06/2025

                          A cidade de Miami Gardens, na região de Miami, recebe neste sábado (14) a estreia da Copa do Mundo de Clubes da FIFA. A primeira partida do torneio será no Hard Rock Stadium, entre Al Ahly e Inter Miami. Essa região da Flórida, além de requisitada quando o assunto são os esportes, também é uma ótima aposta para passeios sobre as águas.

                          Reconhecida como um dos principais destinos náuticos do mundo, a região do sul da Flórida é banhada pelo oceano Atlântico e tem fácil acesso ao mar do Caribe e às Bahamas. Miami ainda dispõe de um clima tropical durante todo o ano — quase um chamado para a navegação.

                          Foto: bilanol / Envato

                          Como se não bastasse, a região de Miami ainda é referência em infraestrutura náutica, com centenas de marinas, píeres e docas bem equipadas — não à toa, muitos estaleiros e outras empresas do mercado náutico têm sede ou representantes no local.

                          Miami: um destino náutico de tirar o fôlego

                          São muitas as opções em Miami e região para aproveitar a cidade da perspectiva mais charmosa: a do mar. Mas aqui vai uma lista de cinco das principais delas, para sentir um gostinho do que essas águas podem oferecer em um misto de calmaria, agito, beleza urbana e gastronomia.

                          Biscayne Bay

                          Tida como o “coração náutico de Miami”, a Biscayne Bay (Baía de Biscayne) é, na verdade, uma laguna, com 56 km de extensão e uma área total de 1.110 km². Ela banha Miami, Miami Beach e outras localidades.

                          Foto: kiko_jimenez / Envato

                          A região proporciona passeios de barco em águas calmas e cristalinas, com vista para os modernos skylines de Brickell e Downtown. Vale também a visita a ilhas artificiais, como Venetian Islands, Star Island e Palm Island. Se a ideia for ancorar, próximo ao Museum Park o fim de tarde promete um pôr do sol memorável.

                          Haulover Sandbar

                          Ideal para encontrar outros amantes da náutica e se inteirar à comunidade de loucos por barcos em Miami Beach, o Haulover Sandbar é um banco de areia no meio da Intracoastal Waterway — hidrovia de 4.800km que permite navegar pela costa leste dos EUA, sem precisar entrar no Oceano Atlântico.

                          Foto: Brian Pengelly / Reprodução

                          O local, que surge na maré baixa, é famoso pelas festas náuticas e se sagrou como um ponto de encontro de embarcações e jets. Aos fins de semana, inclusive, uma “party vibe” tem barcos lado a lado, música e até food boats (barcos que vendem comida).

                          No Name Harbor, em Key Biscayne

                          Para quem prefere passar um pernoite a bordo, o No Name Harbor, na cidade de Key Biscayne, é o refúgio natural ideal na região de Miami.

                          Foto: Tamanoeconomico / Wikimedia Commons / Reprodução

                          Dentro do Bill Baggs State Park, o local é protegido para ancoragem e fornece boas opções para refeições. Ao fim do dia, a dica é caminhar até o farol histórico Cape Florida Lighthouse.

                          Miami River

                          Imperdível, o Miami River é um rio urbano que corta o centro de Miami conectando a Baía de Biscayne a bairros como Brickell e Little Havana. Suas águas charmosas se encontram com vários restaurantes com píer, o que faz dele uma ótima pedida para um passeio que garante a mistura de paisagem natural, urbana e cultural.

                          Foto: Daniel Christensen / Wikimedia Commons / Reprodução

                          Oleta River State Park

                          Fechando a lista da região de Miami como destino náutico, a cidade de North Miami Beach abriga o Oleta River State Park, próximo a Sunny Isles e Haulover Inlet. Este é o maior parque urbano da Flórida.

                          Foto: Daniel Di Palma / Wikimedia Commons / Reprodução

                          Seus rios e manguezais navegáveis o fazem ideal para explorar de caiaque, stand-up paddle ou em um barco pequeno. Cercado por uma natureza preservada e rica em fauna, por lá é comum ver peixes-boi e aves aquáticas.


                          Região de Miami no centro dos esportes

                          A 1ª Copa do Mundo de Clubes da FIFA será disputada nos Estados Unidos, em Miami Gardens e  em mais 10 cidades, reunindo 32 dos principais times de futebol do planeta. Com moldes semelhantes ao torneio mundial de seleções, o campeonato acontecerá a cada quatro anos.

                           

                          Além do torneio inédito, a região de Miami tem sido requisitada para outras modalidades de esportes, que acabam levando mais pessoas a conhecer, também, o seu potencial como destino náutico.

                          Miami é o tipo de destino náutico que se integra à vida urbana. Foto: foremankelly / Envato

                          Em 2022, a cidade de Miami Gardens também recebeu pela primeira vez um GP de Fórmula 1 e, desde então, o evento ocorre anualmente no início de maio.

                           

                          Entre 2023 e 2024, grandes nomes do futebol levaram os holofotes da modalidade à região de Miami: Messi e Luís Suárez — que, inclusive, estarão na inédita competição da FIFA. Ainda falando em futebol, o grande destaque é a Copa do Mundo de 2026, em que Miami será uma das 16 cidades‑sede do torneio.

                           

                          Miami também brilha em outros grandes eventos de diversas modalidades, como UFC, tênis, futebol americano e basquete, com a NBA.

                           

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                            Por: Nicole Leslie -

                            A Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 2, um Projeto de Lei (PL) que altera a Lei do Saneamento Básico para permitir o uso de fontes alternativas de água — como a chuva ou a água do mar — em prédios localizados em cidades litorâneas. A proposta agora segue para análise no Senado Federal.

                            De autoria do deputado Hildo Rocha (MDB-MA), o PL 7.108/2017 autoriza o uso dessas fontes ainda não convencionais, desde que haja legislação estadual ou municipal que permita essa prática.

                            Foto: Envato / ADDICTIVE_STOCK / Reprodução

                            Atualmente, a Lei do Saneamento Básico proíbe o uso de água da chuva ou do mar para abastecimento predial. O projeto propõe mudar essa regra, permitindo que edifícios possam contar com sistemas próprios para reutilizar água da chuva ou dessalinizar água do mar, por exemplo.

                             

                            A Câmara avaliou positivamente a proposta, destacando que ela responde à crescente demanda por água em áreas urbanas e estimula o reaproveitamento de águas pluviais e o reúso de efluentes — práticas cada vez mais necessárias diante dos desafios ambientais.


                            O texto também inclui como diretriz da Política Nacional de Saneamento Básico o estímulo a projetos de abastecimento com fontes alternativas, incluindo o reúso e a dessalinização de águas marinhas e salobras.

                             

                            Aprovada pela Câmara, a proposta seguirá agora para o Senado na forma do texto final aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), sob relatoria do deputado Baleia Rossi (MDB-SP).

                             

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                              Finalmente, Antártica! Tripulação atraca no continente gelado no 8º episódio de “Endurance 64: o veleiro polar”

                              Novo capítulo da saga em parceria com a Yanmar traz blocos de gelo, baleias, pinguins e paisagens de tirar o fôlego

                              Depois de 43 dias no mar, a tripulação do Endurance 64 finalmente vai conhecer a sensação de atracar na Antártica, o continente mais inóspito do planeta. Você confere esse aguardado momento no 8º episódio da série especial de NÁUTICA em parceria com a Yanmar, que estreia nesta quinta-feira (12), às 20h, no Canal Náutica no YouTube.

                              Neste novo capítulo da saga, você vai conferir como foram as últimas velejadas da equipe no Drake, rumo à base brasileira no continente: a Estação Antártica Comandante Ferraz.

                               

                              A tão temida Passagem de Drake, aguardada ansiosamente pela tripulação do Endurance 64, acabou sendo uma agradável surpresa, que rendeu até um apelido: “lake Drake” (lago Drake, em português). Embora suas águas tenham acolhido o veleiro polar, as surpresas não deixaram de aparecer — afinal, o mar nunca deixa de ser imprevisível.

                               

                               

                              No radar do Endurance 64, uma “chuva” de icebergs. Fora da cabine, um nevoeiro pairando no céu. O frio, já constante, desafiava os membros da equipe, que enxergavam poucos metros à frente. Por outro lado, as baleias não mentem: o “fim do mundo” não é mais uma ideia distante.

                              Foto: Revista Náutica

                              Aos poucos, a natureza começa a cercar o Endurance 64 de formas novas. Blocos de gelo, baleias, pinguins e cada detalhe do novo ambiente confirmam: o destino tão esperado está mais próximo do que nunca — até as nuvens no céu se desenham de maneiras diferentes.

                              Foto: Revista Náutica
                              Foto: Revista Náutica

                              A primeira parada em solo antártico é a Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), a base pertencente ao Brasil e localizada na ilha do Rei George, a 130 quilômetros da Península Antártica, na baía do Almirantado.

                              Foto: Revista Náutica

                              Por lá, a tripulação foi recebida com céu aberto e o dourado do sol pairando sobre a imensidão esbranquiçada.

                               

                              É hora de tirar as vestes de frio, se alimentar e contemplar a vista privilegiada da base brasileira no gelo — não antes de conhecer sua estrutura e serviços para, enfim, sair em um tour pela tão esperada Antártica. O 8º episódio da série está imperdível! Ative o sininho no YouTube da NÁUTICA para não perder essa estreia.

                              Foto: Revista Náutica

                              As máquinas por trás da aventura à Antártica

                              Com 64 pés de comprimento e casco de alumínio, o veleiro Endurance 64 abrigou por três meses  os navegadores desta expedição à Antártica, exibida na série do Canal Náutica.

                              Veleiro Endurance 64 abrigou tripulação por três meses durante expedição
                              Veleiro Endurance 64 abrigou tripulação por três meses durante expedição. Foto: Guilherme Kodja / Arquivo pessoal

                              Projetado por Thierry Stump, um belga que adotou o Brasil como lar, e totalmente reformado no ano de 2021, o barco homenageia, com seu nome, a lendária embarcação Endurance, de Sir Ernest Shackleton — o mais famoso navegador apaixonado pela Antártica.

                               

                              Para garantir o sucesso da expedição polar que deu origem à nova série de NÁUTICA, o Endurance 64 recebeu o motor 4LHA-STP da Yanmar.

                              Para série náutica de expedição à Antártica, o Veleiro Endurance 64 navega com o motor 4LHA-STP da Yanmar
                              Endurance 64 navega com o motor 4LHA-STP da Yanmar. Foto: Guilherme Kodja / Arquivo pessoal

                              Segundo a marca japonesa, o equipamento pode ser utilizado como reversor ou rabeta e ainda serve a alguns barcos de lazer — como lanchas de 36 pés com montagem de parelha.

                               

                              A parceria da tecnologia da Yanmar somada às expertises dos tripulantes permitiram que a viagem ao continente mais gelado do planeta fosse um sucesso. Você confere a saga completa de “Endurance 64: o veleiro polar” no Canal Náutica do YouTube. Inscreva-se e ative o sininho para não perder nenhum capítulo dessa emocionante expedição.

                               

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                                Ecossistema autossustentável "Nemo’s Garden" é tido como o primeiro do tipo no mundo. Conheça

                                11/06/2025

                                Na culinária italiana, um tempero não pode faltar: o manjericão. A iguaria é utilizada para fazer o famoso pesto e dar sabor a tantos outros pratos típicos. Na região da costa de Noli, a sudoeste de Gênova, contudo, ele é produzido de uma maneira nada convencional: debaixo d’água. Trata-se do Nemo’s Garden (Jardim do Nemo), uma espécie de “fazenda subaquática”, tida como a primeira do tipo no mundo.

                                No fundo do mar, um ecossistema autossustentável acontece dentro das chamadas “biosferas”, para que as mudas de manjericão se desenvolvam. Essas “estufas”, presas ao leito marinho, contêm cerca de 2 mil litros de ar e podem flutuar a uma profundidade de 6 a 11 metros abaixo da superfície.

                                Foto: Instagram @nemos_garden_official / Reprodução

                                A temperatura da água mantém o ar interno constante, evitando grandes variações térmicas e condições climáticas adversas, típicas da superfície. No sistema, a luz solar aquece o ar dentro das esferas, levando à evaporação interna e à condensação nas paredes.

                                Foto: Instagram @nemos_garden_official / Reprodução

                                Essa água é coletada, enriquecida com nutrientes e usada na irrigação hidropônica — sem gastar água potável. Os manjericões crescem sem solo, apoiados por sistemas de tubos em espiral e nutrientes dissolvidos na água.

                                Praticamos engenharia natural — uma abordagem que trabalha com a natureza, não para esgotá-la– afirma a Nemo’s Garden

                                A ideia de produzir manjericão debaixo d’água surgiu em 2012, pela mente de Sergio Gamberini que, além de ser o fundador da Ocean Reef Group — uma empresa de equipamentos de mergulho–, é também um grande amante da jardinagem. Ele viu na fazenda subaquática a oportunidade de unir suas duas grandes paixões.


                                “A missão desta tecnologia é mudar a agricultura, dando a ela uma possibilidade adicional de cultivar produtos em enormes extensões costeiras da Terra, de forma sustentável e sem afetar o meio ambiente”, disse o cofundador da empresa, Luca Gamberini, à CNN.

                                Em terra, a plantação é constantemente monitorada por câmeras e sensores, assim, quando necessário, ajustes podem ser feitos de forma remota. A colheita é feita por mergulhadores, que cortam a vegetação e a levam à superfície em sacos.

                                Foto: Instagram @nemos_garden_official / Reprodução

                                Por enquanto, o cultivo de plantas maiores, como milho ou trigo, são inviáveis, devido ao pouco espaço da biosfera. Por outro lado, de 70 a 100 plantas menores, que vão além do manjericão, ganham vida nas estufas: morangos, tomates, feijões e outras ervas já estão crescendo no fundo do mar.

                                 

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                                  Estudo revela “lado B” dos testes nucleares dos EUA nas Ilhas Marshall

                                  Relatório inédito revela impactos em populações ao redor do mundo e cobra por justiça nuclear

                                  Por: Nicole Leslie -

                                  Um novo estudo encomendado pelo Greenpeace Alemanha lança luz sobre os impactos silenciosos, persistentes e globais dos testes nucleares realizados pelos Estados Unidos (EUA) nas Ilhas Marshall, no Oceano Pacífico, entre 1946 e 1958.

                                  Divulgado em 27 de maio de 2025, o relatório do Instituto de Pesquisa Energética e Ambiental (IEER) revela que todos os 24 atóis — ilhas em formato de anel — do arquipélago sofreram contaminação radioativa; e não apenas os mais próximos aos epicentros dos testes.

                                   

                                  O estudo aponta que apenas três atóis habitados passaram por exames médicos específicos para detecção de câncer, embora dados oficiais mostrem que todo o país foi afetado por precipitação radioativa ao longo dos anos.

                                  Explosão “Baker”, parte da Operação Crossroads, teste de arma nuclear feito pelos militares dos EUA no Atol, em 25 de julho de 1946. Foto: Departamento de Defesa dos Estados Unidos / Wikimedia Commons / Reprodução

                                  A bomba Castle Bravo, maior teste nuclear já realizado pelos EUA, deixou marcas profundas. Embora a capital Majuro tenha sido classificada como área de “exposição muito baixa”, registros apontam níveis de radiação até 300 vezes superiores à radiação de fundo natural.

                                   

                                  O levantamento também identificou pontos críticos de radiação em locais distantes, como Sri Lanka e Cidade do México, indicando que a contaminação extrapolou fronteiras e se espalhou globalmente, afetando populações muito além do arquipélago.

                                   

                                  A força explosiva total liberada nas Ilhas Marshall foi de 108 megatons — o equivalente a uma bomba de Hiroshima sendo detonada todos os dias por 20 anos. Estima-se que as explosões tenham causado até 100 mil mortes por câncer em excesso ao redor do mundo.


                                  Mesmo diante de alertas internos, desde 1948, sobre a inadequação climática da região para testes atômicos, os Estados Unidos seguiram com o programa nuclear, ignorando riscos já identificados à saúde humana e ao meio ambiente local.

                                   

                                  O relatório também denuncia falhas estruturais graves no Runit Dome, repositório de resíduos nucleares construído pelos EUA. Rachaduras na estrutura e a elevação do nível do mar ameaçam liberar material radioativo diretamente no oceano.

                                   

                                  Para o Greenpeace, os testes refletem uma “política imperial desumana” que ignorou vidas humanas e culturas do Pacífico, como as dos povos de Rongelap e Bikini — deslocados e impedidos de retornar às suas terras e tradições.

                                  Navio Rainbow Warrior, do Greenpeace. Foto: openDemocracy from London / Wikimedia Commons / Reprodução

                                  Em março e abril, a organização completou uma missão a bordo do navio Rainbow Warrior, levando especialistas em radiação e outros cientistas para estudos nos atóis. O objetivo foi apoiar o governo das Ilhas Marshall na luta contínua por justiça nuclear e compensação — uma batalha que já dura mais de 70 anos.

                                   

                                  Por fim, os autores do estudo reiteram a necessidade de que os EUA reconheçam a extensão total dos danos, ofereçam reparações proporcionais e assumam sua responsabilidade histórica. Segundo o relatório, os efeitos dos testes nucleares seguem vivos — e perigosos — até hoje.

                                   

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                                    Por: Nicole Leslie -

                                    Uma visita inusitada deu o que falar no Chile: um lobo-marinho foi flagrado caminhando no meio do Parque Nacional Torres del Paine, a impressionantes 50 km da costa. As autoridades locais foram acionadas e devolveram o animal ao seu habitat natural.

                                    O registro aconteceu em 7 de maio, quando turistas que passeavam pelo parque avistaram o lobo-marinho — posteriormente identificado como da espécie Arctophoca australis — circulando sozinho, longe de qualquer fonte de água. Assista:

                                     

                                     

                                    Os vídeos compartilhados nas redes sociais chamaram atenção pelo aspecto cômico da cena, mas as autoridades chilenas aproveitaram o episódio para fazer um alerta importante.

                                    Isso reflete como os animais podem percorrer grandes distâncias em busca de alimento– publicou o Ministério da Economia, Fomento e Turismo

                                    Ainda não se sabe ao certo o que motivou o deslocamento do lobo-marinho para tão longe de seu habitat natural. As autoridades reforçam a importância da proteção à vida selvagem, especialmente em áreas de preservação ambiental.


                                    Sobre o lobo-marinho-do-sul

                                    O lobo-marinho-do-sul (Arctophoca australis) habita regiões costeiras e tem hábitos diurnos. Embora se pareçam com os leões-marinhos, se distinguem pelo porte menor, focinho alongado e pelagem macia.

                                    Foto: Chucao / Wikimedia Commons / Reprodução

                                    De acordo com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o animal é carnívoro, pode atingir até 150 kg e costuma viver em áreas de águas profundas, de onde caça suas presas.

                                     

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                                      Como é participar de uma expedição científica na Ilha das Cobras? Veja os bastidores

                                      Equipe do Butantan revela os desafios e descobertas de estudar na segunda ilha com mais cobras do mundo

                                      Por: Nicole Leslie -

                                      Imagine navegar por quilômetros em mar aberto até um dos lugares mais inóspitos do planeta. A Ilha da Queimada Grande, em Itanhaém (SP), é palco de diversas expedições científicas por abrigar uma das maiores concentrações de serpentes do mundo. Não à toa, ganhou o apelido de Ilha das Cobras. Uma equipe do Instituto Butantan esteve recentemente no local e compartilhou detalhes da experiência. Confira!

                                      A expedição aconteceu no último mês de maio. Na ocasião, os pesquisadores partiram da Marina Maitá a bordo da embarcação Comandante Paschoal, rumo a um dos cenários mais misteriosos do litoral brasileiro.

                                      Equipe do Instituto Butantan se aproximando da Ilha das Cobras. Foto: Marília Ruberti / Butantan / Reprodução

                                      Com uma impressionante densidade de serpentes, a Ilha das Cobras perde apenas para a Ilha de Shedao, na China, no ranking de cobras por metro quadrado. O que os cientistas não esperavam era lidar com dias de calor extremo, terreno acidentado e o risco constante de picadas — fatores que tornaram a rotina de trabalho bastante exaustiva.

                                       

                                      Segundo a equipe do Butantan, estima-se que a ilha, com seus 430 mil m², abrigue cerca de 3 mil serpentes. Para se ter ideia, isso equivale a 55 cobras por cada área do tamanho de um campo de futebol.

                                      Jararaca-ilhoa (Bothrops insularis) em copa de árvore na Ilha das Cobras. Foto: Marília Ruberti / Butantan / Reprodução

                                      O objetivo da missão era estudar a jararaca-ilhoa (Bothrops insularis), uma espécie endêmica que só existe ali, e que os cientistas queriam observar durante a transição de estação — período em que suas presas favoritas ainda cruzam os céus da ilha rumo ao sul.

                                       

                                      De corpo amarelado, olhos atentos e hábitos arborícolas — que passam boa parte do tempo na copa das árvores –, a jararaca-ilhoa é uma presença onipresente e imprevisível. Espalhadas pelo solo entre pedras e vegetação, muitas serpentes também se escondem nas copas das árvores — literalmente sobre a cabeça dos pesquisadores.

                                      Equipe do Instituto Butantan em expedição na Ilha das Cobras. Foto: Marília Ruberti / Butantan / Reprodução

                                      Avançar pela ilha exige um misto de atenção extrema, preparo físico e quase um respeito ritualístico pela natureza. Cada passo demanda olhar cuidadoso, movimentos contidos e plena consciência do ambiente, porque qualquer distração pode se transformar em risco.


                                      Uma ilha, uma serpente e o peso da exclusividade

                                      A jararaca-ilhoa é o tipo de espécie que justifica sozinha uma expedição científica. Exclusiva da Ilha das Cobras, ela representa um dos casos mais extremos de isolamento evolutivo do mundo.

                                      Jararaca-ilhoa na Ilha das Cobras. Foto: Marília Ruberti / Butantan / Reprodução

                                      Sem predadores naturais e com uma dieta baseada quase exclusivamente em aves migratórias, a serpente desenvolveu características únicas. Mas, como nem tudo são flores — ou pássaros —, sua sobrevivência é frágil: limitada a uma única ilha e vulnerável a mudanças climáticas, perturbações humanas e alterações no ciclo migratório de suas presas.

                                       

                                      Seria fácil romantizar uma expedição científica — até o momento em que se pisa em um terreno como o da Ilha das Cobras. Ao contrário da imagem de cientistas em laboratórios climatizados, o trabalho de campo exige preparo físico, emocional e uma boa dose de coragem.

                                      Pesquisadores tiveram trajeto a bordo de lancha para ida e volta da Ilha das Cobras. Foto: Marília Ruberti / Butantan / Reprodução

                                      De volta à Marina Maitá, os pesquisadores desembarcaram com mochilas cheias de dados valiosos — e mentes marcadas pela intensidade de um lugar onde o tempo parece ter congelado. Entre rochas escaldantes e vegetação cerrada, a Ilha das Cobras permanece como um enigma pulsante, tão ameaçador quanto fascinante.

                                       

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                                        Estaleiro também promete outras 4 lanchas e opções terrestres. Evento acontece de 3 a 6 de julho

                                        A Ventura Marine é mais um estaleiro confirmado no Marina Itajaí Boat Show 2025, salão náutico que acontece de 3 a 6 de julho, em Santa Catarina. Para abrilhantar ainda mais o evento, a marca promete apresentar a recém-lançada V550 Fly e outras quatro lanchas: V205 Cross, V215, V300 Cross e V400 Cross. O estande ainda terá opções terrestres, como ATVs e motos elétricas.

                                        A Ventura V550 Fly, nova versão do maior barco do estaleiro — a V550 Crossover HT — , foi lançada no Rio Boat Show 2025, em abril deste ano. Seu principal destaque é, justamente, o fly, que oferece conforto, pé direito alto e teto com fechamento fixo.

                                         

                                        Na parte interna, a lancha pode ser configurada com três quartos ou com dois quartos e uma sala. A embarcação também conta com abertura lateral de costado — um detalhe que, segundo Marco Garcia, diretor comercial da Ventura, tem agradado bastante o público.

                                        Estande da Ventura durante o salão náutico catarinense em 2024. Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                        Com modelos dos 20 aos 55 pés no salão, a Ventura tem bons motivos para optar por modelos que atendam a um público variado. Os valores das lanchas expostas no evento variam de R$ 217 mil a R$ 5,5 milhões. Em 2024, a marca também apostou em uma linha diversificada para o evento e teve um saldo positivo. “Você vê muita gente visitando os barcos já no primeiro dia”, comentou à época Marco Garcia.


                                        Marina Itajaí Boat Show 2025

                                        O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.

                                        Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                        Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.

                                         

                                        Anote aí!

                                        Quando: De 3 a 6 de julho de 2025
                                        Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h.
                                        Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                        Mais informações: site do evento
                                        Ingressos: site oficial de vendas

                                         
                                        Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                         

                                        Náutica Responde

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                                          10/06/2025

                                          Os frequentadores da Orla Bardot, em Búzios (Rio de Janeiro), encontraram algo diferente nas águas entre as praias do Canto e da Armação: os destroços de um barco a vapor que serviu ao Brasil na Guerra do Paraguai, naufragado há mais de 150 anos.

                                          Segundo a Secretaria de Cultura, por meio do Centro Municipal de Memória de Búzios, o barco naufragado se trata do vapor Galgo, do município de Macaé (RJ), que sofreu um encalhe em setembro de 1874.

                                           

                                          A curiosa — e histórica — aparição da embarcação aconteceu por volta das 10 horas da manhã e coincidiu com a mudança de fase da lua, que passou da fase Quarto Minguante para Nova às 00h02 do dia 27 de maio, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

                                          Armação de Búzios, Rio de Janeiro. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                                          As alterações lunares interferem na intensidade das marés, podendo aumentá-las. Durante as luas Nova e Cheia — quando o Sol, a Terra e a Lua estão alinhados — , as forças gravitacionais se somam e resultam em fluxos de água mais altos e mais baixos do que o normal. Logo, a Super Lua Nova — que não é visível a olho nu — pode ter contribuído para o reaparecimento parcial do Galgo naufragado em Búzios. No entanto, nada foi confirmado.

                                          Como tudo acabou

                                          De acordo com pesquisadores do Centro de Memória Buziana, no dia do naufrágio, o Galgo ia do porto de Macahé (Macaé) até a cidade do Rio de Janeiro, transportando uma carga de milho e café, além de 15 passageiros.

                                          Esboço do primeiro barco piloto a vapor Nova York, em 11 de julho de 1897. Foto: Domínio Público

                                          No dia 16 de setembro de 1874, o barco começou a encher de água, e o capitão decidiu encalhar o navio na praia de Armação de Búzios. Todos os passageiros foram desembarcados antes que ele naufragasse, enquanto a carga foi vendida no próprio local.

                                           

                                          Segundo o Naufrágios do Brasil, quatro dias depois, uma comissão foi levada ao local do naufrágio para examinar se o barco tinha chance de ser resgatado. Não tinha. O estado do casco e a posição que o Galgo se encontrava tornaram a operação inviável.

                                          Assim, o que antes valia 80 mil contos de réis (moeda da época), teve seus restos leiloados por 1,2 mil contos de réis. Inclusive, as ferragens do Galgo, apesar do tempo — mais de um século — , continuaram a ser saqueadas por moradores e exploradores marítimos.

                                           

                                          Responsabilizado pelo naufrágio, o comandante do vapor, Antônio Gonçalves Tinoco Júnior, cometeu suicídio dias depois. Uma casa localizada próxima ao ocorrido alimenta história de assombrações que persistem na região até os dias atuais.

                                          Um pedaço da história

                                          A história do Galgo encalhado em Búzios não se resume apenas ao seu naufrágio. Com cerca de 12 toneladas, o barco pertenceu a diversas companhias brasileiras, como a Macaense União Fluminense e a Companhia Brasileira de Paquetes a Vapor. Até uma guerra o navio já enfrentou.

                                          Navios a vapor brasileiros em conflito contra a Marinha do Paraguai, na Batalha de Riachuelo. Foto: Domínio Público.

                                          Durante o período da Guerra do Paraguai (1864 a 1870), o Galgo esteve fretado ao Império do Brasil. Logo, o navio fez diversas viagens de Buenos Aires (Argentina) até Montevidéu (Uruguai), transportando por inúmeras vezes as tropas brasileiras para a região, chegando a levar 502 homens.

                                           

                                          Segundo registros, em 1866, o barco salvou os náufragos do brigue (tipo de embarcação a vela de dois mastros) português chamado Chile, que estava perdido em Ponta Negra, no Uruguai.

                                           

                                          No final do conflito, o Galgo também foi responsável por trazer de volta ao Rio de Janeiro o Gastão de Orléans, Conde d’Eu — príncipe francês casado com a herdeira do trono brasileiro, a Princesa Isabel.

                                           

                                          Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                           

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                                            Pesquisadores do Pará estudam peixe anfíbio que coloca ovos fora d’água

                                            Estudo avaliou hábito reprodutivo do peixe que realiza saltos de desova no Rio Taiassuí

                                            Por: Nicole Leslie -

                                            Nem todo peixe põe ovos na água. Um exemplo curioso é o tetra splash (Copella arnoldi), que vive como um peixe comum nos rios da Amazônia, mas escolhe a terra firme para se reproduzir. Um estudo da Universidade Federal do Pará (UFPA), publicado no fim do mês de abrilna revista científica Neotropical Ichthyology, revela detalhes sobre o hábito reprodutivo dessa espécie.

                                            A pesquisa destaca que a desova fora d’água é extremamente rara entre os peixes, já que exige que adultos e ovos resistam, temporariamente, ao ambiente seco. Mas a natureza parece ter encontrado um jeito de fazer isso funcionar.

                                             

                                            No caso do tetra splash, a reprodução acontece em grupo, com os casais realizando saltos sincronizados para depositar cerca de 50 ovas em superfícies cobertas por folhas, levemente acima da linha d’água. Depois da desova, o macho assume o cuidado dos ovos: ele espirra água com a nadadeira a cada minuto, por até três dias, para mantê-los úmidos até a eclosão.

                                            Ilustração divulgada na pesquisa mostra aspectos reprodutivos do peixe: Seleção do local de desova; Acasalamento de machos e fêmeas; Comportamento de desova com salto; Macho cuidando dos ovos. Foto: Neotropical Ichthyology / Reprodução

                                            Um peixe cheio de surpresas

                                            Os pesquisadores analisaram 171 exemplares da espécie no Rio Taiassuí, no Pará, e descobriram dados inéditos. Um deles é que o peixe atinge a maturidade reprodutiva quando alcança 18 milímetros, embora só seja considerado plenamente maduro aos 21 milímetros.

                                            Ilustração divulgada na pesquisa mostra período de desova, fecundidade, diâmetro do ovócito e tipo de desova. Foto: Neotropical Ichthyology / Reprodução

                                            Outro ponto observado é que a desova costuma ocorrer entre dezembro e abril, período mais chuvoso da região Norte. Segundo o estudo, os machos são sensíveis a estímulos ambientais e fisiológicos associados à chuva, funcionando como termômetros naturais que indicam a época ideal para a reprodução.


                                            Esse comportamento, no entanto, também torna a espécie vulnerável. Com as mudanças climáticas alterando o regime de chuvas e secas, a janela para a reprodução pode diminuir — e colocar em risco o futuro do tetra splash.

                                             

                                            Apesar dos avanços, o estudo ainda não foi concluído. Segundo o pesquisador e coautor Rafael Farias, em entrevista ao jornal O Povo, a equipe da UFPA segue investigando como fatores como a qualidade da água, o ambiente e seus níveis de degradação influenciam o comportamento reprodutivo da espécie.

                                             

                                            Uma coisa é certa: para o tetra splash, o mar — ou melhor, o rio — está para peixe, mas um pedaço da terra também.

                                             

                                            Náutica Responde

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                                              O início de um sonho — deu tudo errado. A frase que estampa memes na internet brasileira cai como uma luva na atual situação da empresa de cruzeiros espanhola Alma Cruceros. Isso porque a companhia, que nasceu em 2024 como “a primeira e única empresa de cruzeiros boutique da Espanha”, encerrou suas atividades logo após a viagem inaugural.

                                              O fato se deu em 26 de maio, quando o navio da empresa, o Ocean Victory, foi apreendido em Málaga, um dos destinos da viagem, após ter seu contrato rescindido unilateralmente pela empresa proprietária da embarcação, com sede em Madeira (Portugal). O navio foi levado a Gibraltar com todos os bens e equipamentos da Alma Cruceros.

                                              Foto: Alma Cruceros / Reprodução

                                              Antes disso, o navio teria sido embargado por dívidas ao consignatário Lantimar Group, responsável por diversos serviços portuários. Além disso, a Alma Cruceros também enfrentou problemas operacionais internos, incluindo falhas significativas por parte de seus fornecedores de hospedagem e catering, que prejudicaram a qualidade dos serviços oferecidos.

                                               

                                              Embora as adversidades sejam uma possível justificativa para a rescisão, a Alma Cruceros ainda não se pronunciou de forma oficial. Conforme a imprensa espanhola, a empresa está avaliando ações legais para buscar compensação pelos danos causados a clientes, fornecedores e ao próprio projeto.


                                              A Alma Cruceros

                                              Fundada pelo empresário malagueño Elisardo Sánchez, a Alma Cruceros foi fundada em 2024, inaugurando seu primeiro itinerário em 18 de abril deste ano, com o navio Ocean Victory. A viagem prometia itinerários de luxo entre Málaga e Las Palmas, com destaque para uma experiência gastronômica de alto nível, incluindo chefs com estrelas Michelin.

                                               

                                              A embarcação de 104 metros é tida pela empresa como “um dos navios de cruzeiro boutique mais exclusivos e sustentáveis ​​do mundo”. Ao todo, são 93 cabines ​​com vistas privilegiadas para o Mediterrâneo e o Atlântico, além de restaurantes, salões e áreas comuns como lounge de apresentações, biblioteca, academia, spa e jacuzzi.

                                               

                                              Náutica Responde

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                                                Yamaha confirma presença no Marina Itajaí Boat Show 2025

                                                Evento acontece de 3 a 6 de julho, em Santa Catarina, com os principais players do mercado náutico

                                                Por: Nicole Leslie -

                                                A Yamaha está mais do que confirmada no Marina Itajaí Boat Show 2025. Conhecida principalmente pelos motores de popa e seus famosos WaveRunners, a empresa ainda oferece uma vasta gama de produtos náuticos — que também engloba acessórios e roupas.

                                                O Marina Itajaí Boat Show 2025 acontece de 3 a 6 de julho em solo catarinense. Embora a marca ainda não tenha revelado quais produtos levará ao salão, a expectativa é alta, levando em conta que, na edição de 2024, foram quatro jets (FX Cruiser SVHo, FX Cruiser HO, GP SVHO e o SuperJet), além de quatro motores.

                                                Jets Yamaha durante o Marina Itajaí Boat Show 2023. Foto: Foto: Acioni Cassaniga e Marcello Sokal / Revista Náutica

                                                O catálogo da Yamaha conta com motos aquáticas voltadas para diferentes perfis de público, desde a recreação leve até a alta performance. São mais de dez modelos, incluindo o SuperJet, já testado por NÁUTICA, de pilotagem em pé. Confira:

                                                 

                                                 


                                                Marina Itajaí Boat Show 2025

                                                O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.

                                                Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                                Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.

                                                 

                                                Anote aí!

                                                Quando: De 3 a 6 de julho de 2025
                                                Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h.
                                                Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                                Mais informações: site do evento
                                                Ingressos: site oficial de vendas

                                                 

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                                                  Construído na década de 1740, palácio foi restaurado e hoje funciona como hotel, oferecendo uma experiência única e premiada

                                                  Por: Nicole Leslie -

                                                  Imagine se hospedar em um tradicional palácio indiano que “flutua” sobre um lago. Embora pareça algo saído de um conto, essa experiência é real no Taj Lake Palace, um hotel que oferece uma experiência única — e reconhecida mundialmente.

                                                  Em janeiro deste ano, o hotel foi eleito o número 1 na categoria “Hotéis Únicos no Mundo” do prêmio Travellers’ Choice, do TripAdvisor. A plataforma o descreveu como uma das estadias “mais icônicas da Índia”, além de ser a mais exclusiva, segundo sua própria classificação.

                                                  Taj Lake Palace é cercado por água doce. Foto: grupo Taj Hotels / Reprodução

                                                  Construído na década de 1740, o palácio está sobre a ilha Jag Niwas, no Lago Pichola, em Udaipur, ao norte da Índia. Cercado por águas doces e calmas, o hotel só pode ser acessado por barcos. Ou seja, a exclusividade já se faz presente desde o início da experiência.

                                                  Arquitetura é tão imponente quanto tradicional. Foto: grupo Taj Hotels / Reprodução

                                                  Além da localização singular, o Taj Lake Palace é conhecido por proporcionar experiências imersivas, que vão desde caminhadas históricas pelo palácio até jantares privativos sob as estrelas.

                                                  Foto: grupo Taj Hotels / Reprodução

                                                  Outro destaque é o premiado J Wellness Circle, que integra uma rede de spa com terapias holísticas baseadas em antigas práticas de cura indianas.

                                                  Quartos disponíveis para hospedagem são espaçosos e luxuosos. Foto: grupo Taj Hotels / Reprodução

                                                  Entre os atrativos que encantam hóspedes de todo o mundo estão:

                                                  • Jantares a bordo da barca real Gangaur;
                                                  • Arte e artesanato tradicional presentes em todos os ambientes;
                                                  • Quartos e suítes inspirados nos padrões da realeza indiana;
                                                  • Arquitetura Mewari, típica da região do Rajastão.

                                                  Foto: grupo Taj Hotels / Reprodução

                                                  Transformado em hotel na década de 1970, quando passou a ser administrado pelo grupo Taj Hotels, o hotel dispõe de 65 quartos e 18 suítes, além de três restaurantes e um bar.

                                                  Quartos têm decoração típica de palácios tradicionais indianos. Foto: grupo Taj Hotels / Reprodução

                                                  Segundo o TripAdvisor, a diária em um quarto para duas pessoas parte de aproximadamente US$ 347, o equivalente a R$ 1.950 na cotação de junho de 2025. No entanto, em plataformas de hospedagem, os valores podem ultrapassar R$ 10 mil por noite, dependendo da suíte escolhida.

                                                  Foto: grupo Taj Hotels / Reprodução

                                                  Luxo, tradição e exclusividade se unem no Taj Lake Palace, que oferece uma experiência incomparável — tanto para quem busca sofisticação quanto para quem deseja mergulhar na cultura indiana.

                                                  Foto: grupo Taj Hotels / Reprodução
                                                  Foto: grupo Taj Hotels / Reprodução

                                                   

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                                                    09/06/2025

                                                    Um estudo recente sugere que o Japão pode ter enfrentado uma sequência de tsunamis em larga escala há cerca de 115 milhões de anos. A hipótese surgiu a partir da análise de amostras de âmbar coletadas na Pedreira Shimonakagawa, em Hokkaido, ao norte do país, que estavam mais bem preservadas do que o esperado, indicando que teriam sido arrastadas repentinamente da terra para o oceano.

                                                    Neste trabalho, publicado em maio pela revista científica Scientific Reports, os cientistas utilizaram o âmbar como base da investigação. O método é alternativo ao tradicional, que costuma focar em evidências geológicas costeiras. No entanto, essas evidências mais comuns podem ser confundidas com marcas deixadas por tempestades severas, o que dificulta conclusões mais precisas.

                                                    Imagem mostra detalhes do local onde amostras de âmbar foram retiradas. Foto: Scientific Reports / Reprodução

                                                    As amostras de âmbar analisadas foram retiradas de um depósito datado entre 116 e 114 milhões de anos atrás, quando o local integrava o fundo do mar. Segundo os pesquisadores, o material apresentava as chamadas “estruturas de chama”, formações que ocorrem quando sedimentos moles se deformam antes de endurecer.

                                                     

                                                    Esse tipo de deformação sugere que o âmbar foi repentinamente transportado da terra para o mar, sem tempo de exposição ao ar ou para solidificação. E, uma vez submerso, o material foi soterrado por sedimentos e mantido preservado por milhões de anos.


                                                    Essa dinâmica indica que um evento de grande magnitude — como não um, mas uma sequência de tsunamis — pode ter sido responsável pelo deslocamento súbito de materiais para o fundo do mar.

                                                    Ilustração da pesquisa representa tese de que sedimentos foram arrastados da terra para o fundo do mar, subitamente. Foto: Scientific Reports / Reprodução

                                                    Apesar do avanço da hipótese, os cientistas destacam que o âmbar, isoladamente, não seria suficiente para confirmar o cenário. Por isso, a análise foi combinada a estudos de campo, que precisavam apontar para uma origem comum.

                                                     

                                                    A confirmação veio com a identificação, na mesma camada geológica de onde o âmbar foi extraído, de sinais de deslizamentos de terra, que poderiam ter sido causados por terremotos, além de grandes blocos de lama e troncos fossilizados. Esses elementos corroboram a tese de que os sedimentos foram arrastados por um fenômeno rápido e intenso.

                                                     

                                                    O estudo propõe que o âmbar, que preserva insetos e material orgânico fossilizado, também pode funcionar como um registro sensível ao tempo de eventos geológicos extremos. Os autores ressaltam que essa resina milenar tem potencial para revelar novos detalhes sobre a história geológica da Terra — e, futuramente, pode até ajudar a prever eventos naturais semelhantes.

                                                     

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                                                      Trata-se do veleiro Koning Willem de Tweede. Resultado chegou após três anos de pesquisa

                                                      Por: Nicole Leslie -

                                                      Em apenas três anos de pesquisa, arqueólogos marinhos acreditam ter identificado um navio mercante holandês que naufragou há quase 170 anos. Trata-se do veleiro Koning Willem de Tweede, cujos destroços foram encontrados ao sul da Austrália, próximos à cidade costeira de Robe, na Baía de Guichen.

                                                      A investigação foi liderada pela Silentworld Foundation e pelo Museu Marítimo Nacional da Austrália, com apoio da Universidade Flinders e colaboração de agências governamentais do estado de South Australia. As buscas começaram em abril de 2022 e culminaram com a descoberta em março de 2025, após uma série de mergulhos e análises em laboratório.

                                                      Sobre o navio holandês

                                                      Koning Willem de Tweede era um veleiro de cerca de 140 pés de comprimento e 800 toneladas. Em sua última viagem, em junho de 1857, transportou mais de 400 mineradores chineses, que desembarcaram em Robe para então seguir uma longa jornada a pé até as minas de ouro em Victoria.


                                                      Após deixar os passageiros, a embarcação foi surpreendida por uma forte tempestade enquanto ainda estava ancorada. O capitão Hindrik Remmelt Giezen decidiu encalhar o navio em Long Beach, mas a estrutura não resistiu às ondas. A situação resultou na morte de 16 dos 25 tripulantes, embora o capitão tenha sobrevivido.

                                                      Pesquisa aponta nova descoberta

                                                      Os pesquisadores afirmam estar confiantes de que encontraram o Koning Willem de Tweede, com base em diversos fatores, como a localização do achado e a análise de materiais coletados.

                                                      Pesquisador faz inspeção com detector de metais debaixo d’água. Foto: Silentworld Foundation / Reprodução

                                                      Entre os artefatos identificados estão partes de um molinete de ferro e uma tábua de madeira bem preservada — o que indica que parte do casco ainda pode estar enterrada sob a areia. A tese, inclusive, é de James Hunter, gerente de arqueologia marítima do museu.

                                                      Componentes de molinete de ferro descobertos durante a busca no local do naufrágio. Foto: Silentworld Foundation / Reprodução

                                                      Hunter acredita que a maior parte da estrutura do casco do navio esteja praticamente intacta sob uma generosa camada de areia.

                                                      Navio de apoio para trabalhos de campo da pesquisa. Foto: Silentworld Foundation / Reprodução

                                                      A área de busca apresentava baixa visibilidade devido à grande quantidade de areia. Por isso, os pesquisadores utilizaram detectores de metal dentro e fora d’água, que ajudaram a localizar peças que formam uma estrutura de aproximadamente 140 pés — o mesmo tamanho do navio mercante.

                                                      Pesquisadora utiliza detector de metais fora d’água. Foto: Silentworld Foundation / Reprodução

                                                      Além de seu valor arqueológico, a possível descoberta tem um forte papel na história da corrida do ouro australiana e representa um dos naufrágios mais significativos já documentados na região.

                                                       

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                                                        Evento é tido como o maior salão náutico do Sul do país e acontece de 3 a 6 de julho, em Santa Catarina

                                                        Por: Nicole Leslie -

                                                        A Intermarine, um dos principais estaleiros do Brasil, é mais uma presença confirmada no Marina Itajaí Boat Show 2025. Para essa edição do evento — a terceira com a chancela Boat Show — , que acontece de 3 a 6 de julho, a marca promete apresentar ao público três lanchas de 70 pés.

                                                        O estaleiro atracará com um trio de lanchas Intermarine 70, que oferece, justamente, três opções de layout interno, com variações no design e na disposição do convés principal. A marca afirmou que serão levadas ao evento uma lancha de cada variação de layout.

                                                        Imagens comparam layouts do deck principal do Intermarine 70. Foto: Intermarine / Divulgação

                                                        Em dois dos modelos, há ainda um deque inferior com quatro cabines, que podem conter quatro banheiros ou três banheiros e um escritório. No salão náutico, os visitantes poderão conferir em detalhes as particularidades de cada layout interno.

                                                        Intermarine 70. Foto: Intermarine / Divulgação

                                                        Sobre a Intermarine 70

                                                        Apresentada no São Paulo Boat Show 2023, a Intermarine 70 chamou atenção pelo cuidado nos detalhes. Um deles é o “Day Bed” na praça de popa, em que o encosto do sofá gira, dá vez a um enorme solário e proporciona maior integração com a área de lazer, além, claro, de uma vista privilegiada para o mar

                                                        Intermarine 70. Foto: Intermarine / Divulgação

                                                        Outros pontos de destaque na embarcação são as colunas de vidro fumê em ambos os bordos do flybridge, que vem equipado com uma área gourmet para até 15 pessoas. O barco tem capacidade para 23 passageiros durante o dia e oito no pernoite.


                                                        Marina Itajaí Boat Show 2025

                                                        O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.

                                                        Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                                        Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.

                                                         

                                                        Anote aí!

                                                        Quando: De 3 a 6 de julho de 2025
                                                        Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h.
                                                        Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                                        Mais informações: site do evento
                                                        Ingressos: site oficial de vendas

                                                         

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                                                          Em Nova York, nos Estados Unidos, o time brasileiro no SailGP consolidou sua evolução no campeonato, tido como a “Fórmula 1 da vela”. Nas regatas, que aconteceram no último final de semana (dias 7 e 8) sobre as águas do rio Hudson, o saldo foi positivo, com direito a um inédito primeiro lugar.

                                                          A etapa nova-iorquina, a sexta do calendário 2025 do SailGP, registrou ventos imprevisíveis e disputas emocionantes sob os olhares da Estátua da Liberdade, que viu o Mubadala Brazil SailGP Team conquistar a 9ª colocação na corrida de abertura.

                                                           

                                                          Na disputa seguinte, veio um excelente 2º lugar, atrás apenas do time australiano — recém-adquirido pelos astros de Hollywood Hugh Jackman e Ryan Reynolds —, seguido por um 5º lugar na terceira regata. O saldo do dia foi a 5ª posição, com 17 pontos no ranking parcial.

                                                           

                                                          Já no domingo, a equipe liderada por Martine Grael cruzou a linha de chegada e alcançou o topo do pódio logo na primeira corrida do dia, superando adversários tradicionais como Espanha (2º) e França (3º), e registrando a primeira vitória brasileira em uma regata do SailGP. Confira o momento:

                                                           

                                                           

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                                                          Com os resultados, a equipe brasileira encerrou a sexta etapa do SailGP na 4ª colocação, com 34 pontos — sua melhor pontuação e colocação até agora na temporada, superando os 24 pontos conquistados na etapa anterior, em San Francisco.

                                                          Foi um dia inesquecível para nossa equipe. Velejamos bem, com boas decisões táticas, comunicação afiada e muita concentração– comemorou Martine Grael


                                                          Alan Adler, CEO do Mubadala Brazil SailGP Team, destacou que o resultado foi “uma conquista histórica, marcada por uma mulher comandando uma equipe pela primeira vez no SailGP”.

                                                           

                                                          Agora, o Mubadala Brazil SailGP Team se prepara para a próxima etapa do campeonato, que será realizada nos dias 19 e 20 de julho, em Portsmouth, cidade portuária ao sul da Inglaterra, com regatas nas águas do estreito de Solent, entre a ilha de Wight e a Grã-Bretanha continental.

                                                           

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                                                            O universo do design náutico de alto padrão tem rompido cada vez mais com os formatos tradicionais. Surfando essa onda de inovação, o designer italiano Lorenzo Squadrito apresenta o conceito do superiate My Interstellar — uma embarcação que parece ter saído direto de um filme de ficção científica.

                                                            A proposta é levar ao mar a experiência de estar a bordo de uma nave espacial. Para isso, o projeto une elementos futuristas a um visual esportivo e sofisticado, com linhas ousadas e soluções arquitetônicas surpreendentes.

                                                            Foto: InMind Design Studio / Reprodução

                                                            Na parte externa, o contraste entre preto e branco se destaca, assim como os conveses sobrepostos, que parecem flutuar em diferentes níveis. O casco mistura ângulos retos com curvas suaves, pontas afiadas e contornos arredondados — uma fusão pensada para impressionar desde a primeira vista.

                                                            Foto: InMind Design Studio / Reprodução

                                                            Entre os principais destaques está o convés de popa, que abriga uma plataforma multifuncional capaz de se transformar de heliporto em piscina de borda infinita. Há ainda uma área molhada ideal para refeições ao ar livre e banhos de sol, ampliando a versatilidade do espaço.


                                                            Um nível abaixo, o beach club reforça o contato com o mar: o espaço funciona como garagem para lanchas auxiliares e ponto de mergulho, com acesso direto à água.

                                                            Foto: InMind Design Studio / Reprodução

                                                            Embora o layout interno ainda não esteja completamente definido, o estúdio adianta que o My Interstellar poderá acomodar até 12 hóspedes com conforto total. Entre as opções de lazer previstas, estão uma academia espaçosa com vista panorâmica e acesso direto a um lounge externo, este na proa.

                                                            Foto: InMind Design Studio / Reprodução

                                                            Por enquanto, o My Interstellar permanece como um conceito, sem detalhes confirmados sobre construção ou motorização. Mas o projeto já chama atenção por sua proposta inovadora, que aplica princípios da neuroarquitetura para estimular o bem-estar, a produtividade e a qualidade de vida a bordo.

                                                            Foto: InMind Design Studio / Reprodução

                                                            Uma nave, um iate, ou os dois? O My Interstellar promete redefinir os limites entre o real e o imaginário no design náutico de luxo.

                                                             

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