Remador completa sozinho volta na ilha de Fernando de Noronha e atinge marca histórica

Alef Alves, atleta de canoagem, tornou-se o primeiro remador local, e o segundo da história, a terminar o percurso solitário

27/10/2025

Demorou, mas valeu a pena. Na última semana (19), depois de 4 horas e 40 minutos solitário a bordo de uma canoa havaiana, do tipo OC1 (versão individual da tradicional embarcação polinésia, projetada para prática esportiva), o remador Alef Alves deu a volta na ilha de Fernando de Noronha e entrou para a história.

Em 35 quilômetros de trajeto, ele se tornou o primeiro remador local, e o segundo da história, a completar o percurso sozinho. O pioneiro a atingir tal feito foi Pedro Henrique Almeida Weichert, de Vitória (ES), em 3 horas e 38 minutos.

 

 

Não é de hoje que Alef é apaixonado pelas águas. Natural de Noronha, ele pratica canoa havaiana desde 2015 e detém vários títulos na modalidade, sendo campeão cinco vezes no circuito Aloha Spirit, uma vez do brasileiro por equipe e quinto lugar no Mundial no Havaí na categoria de times.

O remador Alef Alves e sua filha, Analu. Foto: Instagram @alef_alvees/ Reprodução

Entretanto, não seria por conta do seu histórico vencedor como remador que a missão de dar volta na ilha de Fernando de Noronha ficaria fácil — muito pelo contrário. Alef já havia feito o percurso em uma canoa coletiva, mas pela primeira vez, decidiu encarar o desafio sozinho.

Quis me conectar com o mar e viver esse momento de forma plena. Quando estou remando, sinto uma ligação total com o oceano e com a natureza viva que cerca essa ilha maravilhosa– afirmou ao g1

O remador contou que não realizava a volta completa há três anos. Por isso, decidiu retornar de maneira especial — com um recorde!

Desafios na ilha de Fernando de Noronha

As quase cinco horas de percurso foram longas — até mais do que sugerem. Segundo Alef, o maior desafio enfrentado para quebrar o recorde foi a forte ventania na parte final do trajeto.

Foto: Instagram @alef_alvees/ Reprodução

Quando virei a Ponta da Sapata, encontrei um vento muito forte para retornar ao porto. Fui controlando o ritmo e, aos poucos, consegui avançar– contou ao g1

Apesar das dificuldades, o atleta atingiu seu objetivo. De acordo com Alef, o trecho conhecido como “Mar de Fora” (região com muitas ondas nas praias do Leão, Sueste e Atalaia), estava bastante agitado. Porém, para alegria do remador, a canoa se comportou bem nas adversidades.

Além das várias conquistas como atleta, o noronhense também é instrutor de passeios de canoa havaiana na região. Os trajetos percorrem aproximadamente 6 quilômetros em 2 horas de duração, passando por vários pontos e praias da ilha. O momento ainda conta uma parada para mergulho na Praia da Conceição.

 

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    Isolada, perigosa, disputada e paradisíaca. Essas são palavras que descrevem bem a ilha de Sazan, uma das mais curiosas e estratégicas da Albânia, que já abrigou um posto militar avançado da Guerra Fria. Por lá, passaram gregos, romanos, marinheiros e piratas. Venezianos, otomanos e outras potências já disputaram seu território. Quem o tem nas mãos, agora, é a família Trump.

    Antes de puxar esse fio da meada, vale destacar que a disputa pelo destino ao longo dos anos não se dá à toa. Sazan fica na entrada da baía de Vlora, no sul da Albânia, bem próxima ao Canal de Otranto, que separa o país da Itália em cerca de 15 km. Está entre o limite do Mar Jônico e o Mar Adriático, além de bem próxima do Mar Mediterrâneo. Logo, por ali, moram infinitas possibilidades.

     

     

    Tida como a maior ilha albanesa, com cerca de 5,7 km, Sazan — também conhecida por Sason pelos gregos antigos e romanos — foi ocupada pela Itália em 1914, na sequência passou brevemente para o controle da Albânia, voltando para mãos italianas em 1920. Após a Segunda Guerra Mundial, ficou definitivamente sob domínio albanês.

    Costa oeste da Ilha Sazan ainda abriga bunkers de guerra abandonados. Foto: Albinfo / Wikimedia Commons / Reprodução

    Durante o regime do comunista Enver Hoxha, a ilha se tornou uma base militar ultrassecreta, com acesso totalmente proibido a civis. Ali o exército albanês construiu bunkers, túneis subterrâneos e instalações antiatômicas que resistem até hoje — com direito a minas terrestres escondidas ainda ativas, com risco de explosão.

    Um dos bunkers de guerra que ainda habitam Sazan. Foto: Hotolmo22 / Wikimedia Commons / Reprodução

    Com o fim do regime comunista nos anos 1990, a ilha foi abandonada militarmente e ficou desabitada por décadas. Com a ausência das mãos humanas, o local abriga hoje animais raros, natureza abundante e águas azul-turquesa, além de ser palco da visita de turistas autorizados.

    As belas águas de Sazan impressionam pela tonalidade. Foto: Hotolmo22 / Wikimedia Commons / Reprodução

    Os planos da família Trump para Sazan

    O genro de Donald Trump, Jared Kushner, casado com Ivanka Trump — recentemente vista em um passeio de lancha com a modelo brasileira Gisele Bündchen —, é o principal nome por trás do desejo de transformar Sazan em um destino de luxo.

    Jared Kushner, Ivanka Trump e Donald Trump. Foto: Instagram @ivankatrump / Reprodução

    Segundo a imprensa internacional, o casal teria investido US$ 1,4 bilhão (cerca de R$ 7,5 bilhões na conversão de outubro de 2025) na “Ilha Trump”, como é agora conhecida. A ideia é construir por ali um resort de luxo, junto com um segundo complexo do outro lado do mar, na costa da Albânia, em Zvernec, uma área famosa pela presença de flamingos.

     

    Parte do conceito do projeto foi compartilhada no Instagram de Kushner ainda em março de 2024. Veja:

     

     

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    Uma publicação partilhada por Jared Kushner (@jaredckushner)


    Embora o empreendimento tenha sido oficialmente aprovado pelo governo albanês em dezembro do mesmo ano, o acordo — assinado com o primeiro-ministro albanês Edi Rama — prevê uma isenção de impostos por dez anos, o que sugere que a Ilha Sazan deve continuar sendo propriedade do Estado albanês.


    O fundo de investimento responsável pelo projeto é a Affinity Partners, empresa comandada por Kushner. Para ele, a ilha é como um “tesouro intocado”, ideal para um resort para famílias e amigos.

     

    O governo albanês mantém negociações para desenvolver a ideia com uma atenção especial à preservação ambiental da ilha, que abriga uma das biodiversidades mais ricas da Europa. A Affinity, por sua vez, enviou recentemente engenheiros, consultores marítimos e topógrafos para realizar medições e coletar dados, percorrendo a ilha de motocicleta. Segundo a equipe de Jared Kushner, as obras do futuro complexo hoteleiro poderão começar dentro de um ano.

     

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      Holofotes em Itajaí: município sediará mais duas edições da The Ocean Race

      Polo náutico forte, cidade catarinense receberá a mais tradicional regata de volta ao mundo pela quinta vez consecutiva

      Cada vez mais, Itajaí sobe de posição no mapa mundial da vela. Confirmada como sede da The Ocean Race, a mais tradicional regata de volta ao mundo, o evento está previsto para atracar em Santa Catarina nos anos de 2027 e 2031, que marcarão a quinta vez consecutiva que o munícipio será a casa oficial da competição.

      Em entrevista exclusiva no Estúdio NÁUTICA, Carlos Gayoso, diretor da Marina Itajaí, e Ronaldo Jansson, secretário de Turismo de Itajaí, destacaram o protagonismo da cidade catarinense no universo náutico nacional e mundial. Como era de se imaginar, a The Ocean Race dominou os assuntos.

       

       

      Considerada um divisor de águas na cidade, a “Fórmula 1 dos mares” proporciona uma visibilidade global em mais de 80 países e alcança mais de 2 milhões de espectadores em todo o planeta. Por conta disso, as etapas atraem grandes marcas para a região e servem como molas propulsoras para as indústrias locais.

      Todo mundo gosta de Itajaí, todo mundo gosta do Brasil. Para nós é um orgulho representar o país numa etapa tão significativa– declarou Jansson durante a entrevista

      The Ocean Race em Itajaí. Foto: Prefeitura de Itajaí/ Divulgação

      Mais do que receber o evento, essas etapas carregam uma particularidade: são muito técnicas. Atualmente, o local é a única sede da The Ocean Race no mundo onde se tira o barco da água para reparo — e conta com todo o apoio da infraestrutura da Marina Itajaí durante as três semanas de competição.

      Conforme explicou Jansson, é o Porto de Itajaí que acolhe os velejadores da The Ocean Race que passam pelo Cabo Horn, um dos trechos mais desafiadores e longos da competição. Isso, somado a outros fatores, destaca a importância da região como um forte polo náutico, segundo o Secretário de Turismo.

      Itajaí não é só uma matriz econômica, são várias: desde o porto, da logística, da pesca, da indústria náutica e da indústria naval pesada– disse Ronaldo Janson

      Marina Itajaí como referência náutica

      Sede também das últimas duas edições do Marina Itajaí Boat Show, o complexo náutico possui um conhecimento técnico adquirido ao longos dos anos e uma infraestrutura que atende todas as demandas das embarcações, principalmente pela mão de obra especializada do município.

      Itajaí tem muito a se orgulhar que ela consegue, dentro da indústria náutica, empregar boa parte da sua cidade– conta Carlos Gayoso

      Marina Itajaí Boat Show 2025. Foto: Rivo Biehl / Revista Náutica

      Só a fabricação das Fragatas da Marinha, por exemplo, está gerando cerca de 2 mil empregos diretos e indiretos, de acordo com Ronaldo. Além disso, a região integra os setores de pesca, porto, indústria naval pesada e lazer num só lugar.

      A indústria náutica é uma das indústrias que mais emprega. Ela não é robotizada e não é mecanizada, é uma indústria de emprego de pessoa. É uma indústria de geração– destacou Gayoso

      Ao todo, a estrutura da marina conta com capacidade para comportar 355 embarcações em vagas secas e molhadas, modernos equipamentos de transporte e manutenção, posto de combustível náutico, loja de conveniência, área gastronômica e monitoramento 24h.

       

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        O mar como matriz econômica: a estratégia de Salvador para crescer com sustentabilidade

        À NÁUTICA, Duda Lomanto, secretária do Mar de Salvador, falou sobre a relação da cidade com o mar no passado, presente e futuro

        Por: Redação -
        26/10/2025

        Salvador de frente para o mar? Mais do que uma frase, é um chamado. Um reposicionamento simbólico e geográfico de uma cidade que nasceu voltada para o oceano, mas que, ao longo dos séculos, acabou se afastando dele. Hoje, com novo olhar e propósito, Salvador volta a encarar o seu destino marítimo. A cidade reencontra suas origens e assume o mar como um de seus principais vetores de desenvolvimento econômico, social, ambiental e cultural.

        Salvador está situada às margens da imponente Baía de Todos os Santos — a segunda maior baía navegável do mundo. A frase carrega muito mais que um sentido geográfico. São 350 km² de território molhado à beira da Baía de Todos os Santos, com 56 ilhas, 153 naufrágios registrados e uma população de mais de 3 milhões de habitantes em seus 18 municípios. Somos uma cidade abençoada, a capital da Amazônia Azul. Somos do mar.

         

        O mar moldou nossa cultura popular, das festas religiosas à música, da culinária às tradições. Ele também sustentou a economia desde o período colonial, quando o Porto de Salvador, então chamado “Porto do Brasil”, era um dos mais importantes do país.

         

        Curiosamente, ao longo dos anos, Salvador virou as costas para suas origens marítimas. O planejamento conduzido pela Secretaria do Mar (Semar) busca resgatar essa herança, recolocando a cidade diante do seu destino náutico e valorizando uma das mais vigorosas vocações do nosso povo: viver e prosperar com o mar. O objetivo é estruturar e fortalecer a economia náutica, promovendo seu crescimento sustentável por meio da integração entre poder público, setor privado e sociedade.

         

         

        Com o maior litoral do país e um dos mais belos do planeta, a Bahia oferece condições excepcionais para o desenvolvimento das atividades náuticas, impulsionadas pelo turismo e pela relação cultural do baiano com o mar. Para que essa vocação se consolide, são necessários investimentos em planejamento, infraestrutura, incentivos fiscais, capacitação profissional e apoio institucional.

         

        A náutica é estratégica para a economia e o desenvolvimento social. Gera emprego e renda, fomenta o turismo, valoriza o meio ambiente e incentiva setores como design, engenharia naval, meteorologia, medicina esportiva e tecnologia. É também promotora da imagem positiva da cidade e do país, além de contribuir para o lazer e a formação esportiva.

         

        Uma embarcação no mar gera, em média, 3 empregos diretos e 5 indiretos. Um imóvel com vista para o mar pode valer até cinco vezes mais que um sem essa paisagem. Esses números comprovam: o mar é riqueza, presente e futuro.

         

        O setor náutico é hoje um dos mais promissores do mundo. Além de movimentar centenas de bilhões de dólares globalmente, ele gera empregos, impulsiona o turismo, estimula o lazer e incentiva a inovação tecnológica.


        A história confirma essa conexão. Fundada em 1549, Salvador sempre teve o mar como elemento central de sua identidade. Ele moldou a economia, com o antigo Porto do Brasil; influenciou a cultura, com festas como a de Bom Jesus dos Navegantes e Nossa Senhora da Conceição da Praia; inspirou o Afoxé Filhos de Gandhy, criado por estivadores; e marcou a culinária com as moquecas e os frutos do mar.

         

        O prefeito Bruno Reis reafirma essa relação com a criação da Semar, que tem como missão implantar uma cultura náutica em Salvador, construir políticas públicas para a economia do mar, atrair investimentos e promover o uso sustentável dos recursos marítimos. O mar se consolida, assim, como novo pilar de desenvolvimento econômico da cidade — uma nova matriz para uma nova era.

         

        Hoje, a náutica representa 2,8% do PIB de Salvador e responde por 43% da movimentação dos portos públicos da Bahia, impactando setores como agronegócio, indústria, comércio exterior e turismo de cruzeiros. A Semar já identificou 53 oportunidades de negócios em áreas como infraestrutura portuária e náutica, energia, mobilidade marítima, pesca, gastronomia, educação e cultura.

         

        Além da vertente econômica, a secretaria atua no campo social com o programa Salvador Social Clube, que promove a inclusão de estudantes da rede municipal em atividades esportivas, e com iniciativas voltadas a pescadores, marisqueiras e fazendas marinhas. Projetos como a Marina Municipal, o Plano de Orla da Ribeira, a Escola de Vela, a Captação de Regatas Internacionais e o Desenvolvimento das Ilhas integram uma agenda robusta de valorização do mar.

        Maria Eduarda Lomanto, Secretária do Mar de Salvador. Foto: Divulgação

        Todas as ações da Semar são desenvolvidas em parceria com instituições públicas e privadas, academia e sociedade civil. A secretaria tem participado de fóruns, comitês e encontros técnicos, além de integrar debates como o lançamento da Frente Parlamentar da Economia do Mar, no Senado Federal, fortalecendo a cultura marítima nacional.

         

        Salvador reencontra, assim, seu verdadeiro horizonte. A história de Salvador é inseparável do mar. Agora, essa relação ancestral se transforma em projeto que é presente e é futuro. O mar volta a ser protagonista — como fonte de cultura, renda, lazer e inovação. Os ventos sopram a favor, e a cidade volta — definitivamente — de frente para o mar.

         

        Artigo de Duda Lomanto, secretária do Mar de Salvador, à Revista NÁUTICA.

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          Um dos principais recursos da nova Evolve Titanium Fly quase não existiu; entenda

          Ricardo Wilges, CEO do estaleiro, deu detalhes de uma das áreas mais aclamadas da lancha de 50 pés em entrevista ao Estúdio NÁUTICA

          25/10/2025

          Fundada em 2009, a Evolve Yachts, de Palhoça (SC), começou sua trajetória fabricando barcos da antiga Evolution. Atualmente, contudo, detém um repertório próprio cheio de personalidade, recentemente contemplado com a maior lancha do estaleiro, a nova Evolve Titanium Flybridge, de 50 pés.

          Não bastasse o tamanho de respeito, a lancha ainda traz recursos que chamam a atenção. Para falar melhor de todos eles, nada melhor que dar o microfone ao próprio dono do estaleiro, neste caso, Ricardo Wilges, que marcou presença no estúdio NÁUTICA para um papo com Márcio Dottori.

          Mesmo com rabeta D6 440 hp ela deu velocidade final de 32 nós– destacou Wilges sobre o desempenho da lancha

           

          A velocidade, que faz brilhar os olhos dos amantes da potência, foi registrada durante o teste NÁUTICA da embarcação, realizado em Florianópolis (SC). Mais do que rápido, o barco ainda detém uma boa capacidade de combustível, convertida em uma autonomia de mais de 300 milhas náuticas. Para Dottori — que testou o barco —, “você pode pegar essa lancha e sair de Santos até o Rio de Janeiro”.

          Ela fez um cruzeiro econômico também, de 27 nós com 130 L nos dois motores juntos– complementou Wilges

          Não poderia passar batido do papo da dupla, também, o layout diferenciado dessa 50 pés, especialmente na cozinha. Por ali, é inevitável reparar a sacada do estaleiro em manter um conceito aberto e em como isso refletiu positivamente no design do barco. O recurso, contudo, quase não existiu.

          Foto: Victor Santos / Revista NÁUTICA

          Wilges conta que, a princípio, o projeto inicial mantinha a tradicional porta que separa a praça de popa do cockpit. Em uma conversa com o primeiro comprador do barco, contudo, surgiu a ideia, que foi comprada pelo cliente.

          Foto: Victor Santos / Revista NÁUTICA

          Engana-se quem pensa que a ousadia inviabiliza o contato com quem está na área interna do barco — o estaleiro pensou em tudo. Há uma janela com vidro elétrico que integra o salão com a praça de popa, além de uma porta, logo ao lado. Fechadas, elas ainda garantem que o cheiro do preparo dos alimentos não invada a cabine.

          A gente tem tido um feedback bem bacana de todas as pessoas que têm visitado o barco– revela Wilges

          Ficou curioso (a) para conhecer mais detalhes do barco? Assista ao teste NÁUTICA feito com o especialista Márcio Dottori:

           

           

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            Qual o segredo por trás das lanchas Focker? Engenheiro do estaleiro revela

            Em entrevista ao Estúdio NÁUTICA, Danilo Fontana deu detalhes dos processos de produção da Fibrafort

            24/10/2025

            Ele veio da área automotiva e hoje faz parte da diretoria geral de um dos maiores estaleiros do Brasil. Estamos falando de Danilo Fontana, diretor de operações da Fibrafort. Em entrevista a Márcio Dottori no Estúdio NÁUTICA, Fontana revelou o segredo por trás das famosas lanchas Focker, que consagram a marca catarinense há mais de 35 anos no mercado.

            Em sua função, Fontana vê de perto todos os processos até o nascimento de uma Focker, desde o início do projeto, passando pelo desenvolvimento, seguindo para a execução, a implantação na linha e até a qualidade do pós-venda — esse último, “um grande diferencial da Fibrafort”, segundo ele.

            Nosso propósito é desenvolver e construir barcos que permitam uma experiência muito boa no mundo náutico– destacou

            Para isso, o diretor destaca a atuação da marca no ciclo de vida do produto. Nesse contexto, as lanchas Fibrafort nascem através da pesquisa com clientes, em que suas necessidades são transformadas em funcionalidade, seja por meio de atributos técnicos, como o tamanho da plataforma, até recursos funcionais, como lixeiras, armazenamento de bebidas e a ergonomia do painel.

             

             

            Fontana ressalta, porém, que o mercado avança muito rápido. Logo, o desenvolvimento e as inovações dos produtos ficam inviabilizados somente com o time de engenharia, especialmente quando a marca busca viabilizar o barco a um custo competitivo.


            Para driblar esse obstáculo, a Fibrafort trabalha com técnicas das linhas automotivas, inclusive em parceria com a Porsche Consulting. Assim, as embarcações passam por atualizações mantendo o fluxo de vendas.

            O ciclo de vida do produto é o investimento inicial no primeiro lançamento e também uma constante renovação ao longo dos anos– explicou

            Bom exemplo disso é a nova 355 GTS Explorer. Embora seja um barco novo, lançado no São Paulo Boat Show deste ano, a lancha traz recursos que, num futuro próximo — dado o rápido avanço da tecnologia —, podem ser atualizados, como a disponibilidade de Starlink, armazém de defensas na lateral do barco, TV integrada ao teto do HT e GPS com sonda thru-hull.

            Lançamento mundial da nova Focker 355 GTS Explorer aconteceu no São Paulo Boat Show 2025. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

            O diretor não deixa de ressaltar um outro pilar muito forte da Fibrafort: as pessoas. “São elas que transformam a realização de um projeto, desde a prancheta até a entrega ao cliente, passando pelo relacionamento e por toda a nossa rede de colaboradores internos e revendas, que oferecem um atendimento personalizado”.

            Comprar um barco não é como comprar um produto numa prateleira de mercado — é comprar um relacionamento com a marca– detalhou

            “Essa conexão é o que sustenta o nosso propósito de fidelização: respeitar as pessoas, priorizar a segurança e garantir qualidade de vida, sempre entregando além do compromisso, superando as expectativas”, completou Danilo Fontana.

             

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              Concessão da hidrovia do Rio Paraguai atrai investidores brasileiros e estrangeiros

              Encontro promovido pelo Ministério de Portos e Aeroportos revelou forte interesse do setor privado na operação

              Por: Nicole Leslie -

              A concessão da hidrovia do Rio Paraguai vem despertando atenção de investidores nacionais e internacionais. Em encontro promovido pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), por meio da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação (SNHN), ficou evidente que há um interesse real do mercado em assumir a operação da via.

              O evento, realizado em setembro, foi um “Market Sounding” — também conhecido como sondagem de mercado — que teve como objetivo medir o apetite da iniciativa privada em participar da concessão.

              Foto: Vosmar Rosa / MPor / Divulgação

              O secretário nacional de Hidrovias, Dino Antunes, informou à Agência iNFRA que oito empresas, entre brasileiras e estrangeiras, participaram do encontro. Segundo ele, o resultado confirmou um interesse concreto e diversificado pelo projeto.

               

              Atualmente, o Tribunal de Contas da União (TCU) analisa a proposta, submetida pelo MPor, desde meados de agosto. A expectativa é que o edital seja publicado ainda em 2025, com leilão previsto para o início de 2026.

              Detalhes da concessão

              O projeto abrange 600 quilômetros de extensão, correspondentes ao Tramo Sul do Rio Paraguai, entre Corumbá (MS) e a foz do Rio Apa, na fronteira com o Paraguai.

               

              De acordo com o MPor, o contrato prevê investimento inicial de R$ 43 milhões nos primeiros cinco anos e R$ 311 milhões ao longo de toda a concessão, que poderá ser prorrogada sucessivamente por até 70 anos.

              Foto: Semadesc / Divulgação

              Entre as ações obrigatórias estão dragagem, sinalização náutica, monitoramento hidrográfico, gestão de tráfego e operações ambientais que assegurem navegação segura durante todo o ano, com calado operacional de 3 metros nas cheias e 2 metros na estiagem.

              Parte do novo PAC

              A concessão integra o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) lançado pelo Governo Federal. O objetivo do novo PAC inclui modernizar a navegação interior, fortalecer a logística sustentável e promover a integração entre os modais rodoviário, ferroviário e aquaviário no país.


              O avanço do projeto ocorre em um momento de expansão da malha hidroviária economicamente navegável do Brasil, que cresceu 279 quilômetros entre 2022 e 2024, totalizando 20,4 mil quilômetros de rios e canais aptos ao transporte de cargas e passageiros, segundo balanço recente divulgado pelo MPor.

               

              Nesse contexto, a concessão da hidrovia do Rio Paraguai representa não apenas um passo estratégico para diversificar a matriz de transportes, mas também uma oportunidade para consolidar o país como referência em logística fluvial sustentável.

               

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                De Pernambuco para o mundo: NX Boats revela bastidores de parceria com a Pininfarina

                Estaleiro brasileiro promete nova lancha com assinatura do estúdio italiano para 2026

                Por: Nicole Leslie -

                A NX Boats vem escrevendo um novo capítulo da indústria náutica nacional com um toque de design italiano. O estaleiro pernambucano é o único do Brasil com contrato fechado com a Pininfarina, estúdio responsável pelo design de ícones da Ferrari e de barcos de luxo mundo afora. Em entrevista ao Estúdio NÁUTICA, o CEO Jonas Moura revelou detalhes da parceria, que vai muito além da estética.

                Eles assinam toda a parte externa e interna do barco: do casco à escolha dos materiais. Nós ficamos responsáveis por materializar o projeto– contou Jonas

                Com dois modelos já lançados e o terceiro previsto para chegar ao mercado em meados de 2026, a colaboração entre NX Boats e Pininfarina acontece a “quatro mãos”. As equipes do Brasil e da Itália trabalham juntas para alinhar cada detalhe, para que o design italiano dialogue com o estilo de vida tropical e com a cadeia de produção nacional.

                NX 44 Fly by Pininfarina é um dos modelos da parceria entre as amrcas já lançados. Foto: RP / Revista Náutica

                A Pininfarina assina toda a concepção visual — linhas externas, volumetria, interiores e até a escolha de tecidos, madeiras e metais. Já a NX executa a engenharia, laminação e fabricação em série, transformando a visão italiana em realidade nas águas brasileiras.

                O design da Pininfarina é clean, elegante e atemporal. Conseguimos materializar isso de forma muito positiva — tanto que já estamos no terceiro projeto juntos– celebrou Moura

                Expansão e inovação na produção

                Hoje, a NX Boats opera com seis linhas de produção, voltadas para modelos específicos, mas o estaleiro já trabalha para ampliar esse número para oito até 2026. A expansão deve aumentar o volume de embarcações entregues por ano — que atualmente chega a 400.

                 

                 

                Dois modelos já refletem o sucesso dessa parceria e conquistaram o mercado nacional e internacional: a NX44 Fly by Pininfarina e a NX44 HT by Pininfarina. O próximo lançamento, previsto para o São Paulo Boat Show 2026, será a NX62 by Pininfarina, descrita pelo CEO como “o melhor projeto de uma 60 pés do mundo”.

                De Pernambuco para o mundo

                Com mais de 120 embarcações exportadas aos Estados Unidos e planos de avanço na Europa, o estaleiro vem fortalecendo a presença brasileira no mapa mundial do design náutico.

                A NX é um estaleiro de Pernambuco para o mundo. Desenvolvemos produtos que atendem ao público brasileiro, mas que também podem navegar em qualquer lugar do planeta– resumiu Jonas Moura


                O CEO explica que o diferencial da parceria está na fusão entre elegância italiana e alma brasileira. “Eles entendem a nossa necessidade e o comportamento do nosso mercado. Procuram entregar um produto único”, destacou.

                 

                Com a chegada da NX62 Design by Pininfarina, a marca reforça seu DNA de inovação, como prova de que excelência em luxo e engenharia também pode falar português — e com sotaque pernambucano.

                 

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                  Menina dos olhos: Triton explica sucesso nacional por trás da linha Flyer

                  Com enorme retorno comercial no Brasil, a coletânea conta com seis barcos e pretende "aumentar a família"

                  23/10/2025

                  Mais nova menina dos olhos da Triton Yachts, a linha Flyer veio para ficar — e a prova disso está na recepção do público. Composta até então pelos modelos de 34, 37, 38 e 44 pés, a coleção recebeu mais um “irmão” para a família e preencheu uma lacuna no catálogo: a Triton 32 Flyer, lançada durante o São Paulo Boat Show 2025.

                  Em entrevista realizada no Estúdio Náutica, Allan Cechelero, diretor de marketing da marca, comentou sobre o sucesso da linha — que completou quatro anos em 2025. Segundo ele, a ideia surgiu da necessidade de oferecer um modelo menor para os clientes que apreciavam a Flyer, mas não podiam dar um grande salto para os barcos maiores.

                   

                   

                  O cliente da 30 pés gostou muito da linha Flyer, mas não conseguia ainda passar para uma 34 pés. Então, nós resolvemos atender esses clientes– explicou Cechelero

                  Para entender o motivo do sucesso de público dessa nova coletânea, o diretor de marketing aponta o conceito. Essas embarcações têm inspiração na Europa e apresentam elementos como uma proa mais robusta e otimização dos espaços, além da plataforma lateral automática (beach-club) que mede 2 m de comprimento por 1 m.

                  Triton 32 Flyer. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica

                  A gente precisava entrar [no mercado] e ter não só diferenciais em termos visuais, mas também de aproveitamento de espaço– contou durante a entrevista

                  A nova 32 pés da Triton, apresentada em primeira-mão no salão náutico paulista, cumpre tudo isso e outras tendências do mercado. Como, por exemplo, as opções flexíveis de motorização, que pode incluir um ou dois motores de centro-rabeta ou de popa — este último já com pedido no exterior, segundo Allan.

                  Futuro da linha Flyer

                  Acostumada a trazer novidades, a marca promete não parar na 32 pés. Sem revelar maiores detalhes, o profissional de marketing da Triton disse que a empresa tem pretensão de lançar outras embarcações dentro da linha Flyer e aproveitar que a coleção caiu no gosto do público.

                  Allan Cechelero, diretor de marketing da Triton. Foto: RP / Revista Náutica

                  Claro que a gente pretende ano que vem já vir com alguma novidade dentro dessa linha e com atualizações dos modelos existentes– destacou à NÁUTICA

                  Embora admita a preferência pela novidade, Allan conta que a marca também trabalha em outro projeto da linha tradicional, fora da Flyer.

                  Isso demonstra que o estaleiro, apesar de ter 40 anos, sempre está pensando lá na frente– conclui Cechelero

                   

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                    Salão de Usados NÁUTICA estreia em Angra e inaugura Marinas do Atlântico, novo polo náutico

                    Organizado pelo Boat Show, primeira edição do salão de barcos seminovos ocorrerá de 20 a 23 de novembro, em Angra

                    Por: Otto Aquino -

                    O mercado náutico brasileiro ganhará um novo capítulo! De 20 a 23 de novembro, a nova Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis — o paraíso nacional dos barcos — será palco da primeira edição do Salão de Usados NÁUTICA, evento inédito promovido pela Boat Show Eventos, responsável pelos maiores salões náuticos da América do Sul.

                     

                    Com mais de 70 edições de Boat Show realizadas pelo Brasil, o Grupo NÁUTICA agora amplia seu portfólio e apresenta, pela primeira vez, um evento náutico totalmente dedicado a barcos seminovos. Um evento que une negócios, lifestyle e experiências no paraíso de Angra dos Reis.

                    Marinas do Atlântico, em Angra dos Reis. Foto: Divulgação

                    O evento marcará outro grande momento da náutica brasileira: a inauguração oficial da Marinas do Atlântico, novo polo náutico de alto padrão de Angra dos Reis e primeira marina da América do Sul a oferecer a tecnologia de píeres flutuantes de concreto da SF Marina, referência mundial em engenharia náutica.

                    Marinas do Atlântico: novo polo náutico de Angra

                    Localizada em um dos cenários mais deslumbrantes da Costa Verde, na Baía do Pontal, a Marinas do Atlântico nasce com o DNA da excelência. Totalmente abrigada e com fácil acesso pela Rodovia Rio-Santos, a marina foi projetada para oferecer infraestrutura completa e de padrão internacional — tornando-se o novo point náutico da região de Angra dos Reis.

                    Marinas do Atlântico em imagem ilustrativa 3D. Foto: Divulgação

                    Entre seus diferenciais, destacam-se: 140 vagas molhadas, com calado de 3 metros, para barcos de 50 a 120 pés; pátio de serviço com 4.200 m², preparado para atender embarcações de grande porte; travel lift com capacidade para 240 toneladas; heliponto homologado para operações diurnas e noturnas; posto de combustível náutico e terrestre.

                     

                    Além disso, tem estacionamento coberto e descoberto; serviços com restaurantes, lojas de conveniência, oficinas, lojas de acessórios e, em breve, farmácia. E todos os flutuantes contam com transformadores e geradores dedicados, garantindo energia estável e segurança elétrica de alto padrão.

                     

                    Marinas do Atlântico. Foto: Divulgação

                    Barcos com história, prontos para novas jornadas

                    O Salão de Usados NÁUTICA reunirá embarcações seminovas de diversos tamanhos e estilos, oferecidas por brokers e revendedores especializados. Com a chegada do verão, que marca o início da temporada náutica, o evento chega como uma excelente oportunidade para quem quer realizar o sonho do barco próprio — com preços atrativos e embarcações prontas para navegar.

                     

                    Para os iniciantes, o evento também será uma ótima oportunidade para conversar com brokers experientes, profissionais que auxiliam na escolha, avaliação e negociação do barco ideal — garantindo uma compra segura e bem orientada.

                     

                    Marinas do Atlântico. Foto: Divulgação

                    Um salão de barcos usados como você nunca viu

                    O Salão de Usados NÁUTICA promete ser uma experiência completa para quem quer viver o mar em todas as suas formas. Durante quatro dia, os visitantes poderão participar de test-drives, experimentando diferentes embarcações, comparando modelos e descobrindo qual barco combina melhor com seu estilo, sentindo na prática a emoção de navegar.

                    Praia do Dentista, Ilha da Gipoia, em Angra dos Reis. Foto: Divulgação

                    Além da experiência a bordo, o evento oferecerá momentos de sunset e networking, com música ao vivo e um ambiente descontraído, perfeito para encontros entre compradores, vendedores e formadores de opinião do mercado náutico.

                     

                    A programação também valorizará a gastronomia à beira-mar, com uma praça gastronômica e restaurante da marina que combinam boa comida, a brisa do mar e vistas de tirar o fôlego.

                     

                    Para completar a experiência, os visitantes encontrarão ativações exclusivas e atrações, projetadas para celebrar o prazer de navegar. É uma oportunidade de conhecer marcas, brindar o verão e vivenciar o verdadeiro espírito náutico, tanto dentro quanto fora d’água, em um ambiente que une luxo, sofisticação e convivência com o mar.

                    Primeira marina da América Latina com píeres SF Marina

                    A Marinas do Atlântico é também a primeira da América Latina a utilizar píeres de concreto da SF Marina, empresa sueca reconhecida mundialmente pela robustez e longevidade de suas estruturas flutuantes. Essa tecnologia, presente em marinas do mundo inteiro, combina engenharia de precisão e resistência extrema a intempéries, proporcionando estabilidade, durabilidade e conforto inigualáveis aos navegadores.

                    Píeres da SF Marina. Foto: Divulgação

                    Veja como expor sua marca

                    O Salão de Usados NÁUTICA reunirá na Marinas do Atlântico as melhores oportunidades de negócios, relacionamento e visibilidade em um dos destinos mais desejados do país — Angra dos Reis, durante o feriado prolongado de novembro.  Participe com cotas de patrocínio, espaços de exposição e vendas de embarcações, fornecedores e equipamentos, ativações e experiências de marca exclusivas. Para saber mais, clique aqui.

                    Como chegar ao evento

                    Localizada na Baía do Pontal, em Angra, a Marinas do Atlântico tem fácil acesso por terra ou pelo mar. Por terra: acesso direto pela Rodovia Rio-Santos (BR-101), com estacionamento no local. Pelo mar: quem chegar navegando encontrará um píer exclusivo para desembarque, com toda a estrutura para receber os visitantes no evento.

                    Salão de Usados NÁUTICA

                    Quando: de 20 a 23 de novembro

                    Onde: Marinas do Atlântico, em Angra

                    Horário: das 10 às 20 horas

                    Como chegar: Rodovia Procurador Haroldo Fernandes Duarte, KM 493, Pontal, Angra dos Reis, RJ

                    Saiba mais no site oficial do evento

                    Faça seu credenciamento gratuito aqui

                     

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                      Petrobras arremata terminal portuário do Rio e soma R$ 104 milhões aos cofres públicos

                      Governo federal realizou o leilão de dois terminais portuários nesta quarta-feira (22), na sede da B3, em SP. Valor total é de 104,05 milhões

                      O governo federal realizou o leilão de dois terminais portuários, localizados no Rio de Janeiro (RJ) e em Maceió (AL) nesta quarta-feira (22). Juntos, os arrendamentos somaram R$ 104,05 milhões aos cofres públicos, sendo que a maior parte deste montante veio da Petrobras, que arrematou o RDJ07, do Rio, por R$ 104 milhões. Já o porto alagoano foi angariado por R$ 50 mil.

                      O certame aconteceu na sede da B3, em São Paulo. O terminal no Porto do Rio faz parte do segundo bloco da carteira de ativos portuários de 2025, que o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) estão leiloando.

                      Foto: Cauê Diniz / B3 / Divulgação

                      Destinado à movimentação de carga de apoio offshore, o RDJ07 deve abranger atividades de exploração e produção de petróleo e gás. A previsão de investimentos, ao longo dos 25 anos do contrato, é de R$ 99,4 milhões.

                       

                      Além da estatal, a Britto Mavelog teve a proposta vencedora para o Terminal Marítimo de Passageiros (TMP) de Maceió, localizado no Porto Organizado de Maceió, no valor de R$ 50 mil, e passa a administrar a área por 25 anos. Neste período, o concessionário deve implementar um estacionamento adjacente ao terminal. Ao todo, a estimativa de investimentos chega aos R$ 3,7 milhões.


                      Durante o evento, o diretor-geral da ANTAQ, Frederico Dias, destacou que os arremates “vão garantir uma operação mais eficiente, diminuindo custos logísticos e gerando mais empregos”. Ainda segundo ele, a iniciativa “vai promover investimentos, empregos na região e desenvolvimento, além de dinamizar a economia regional”.

                       

                      Além de Dias, estiveram presentes na ocasião a diretora Flávia Takafashi e os diretores Wilson Lima Filho, Alber Vasconcelos e Caio Farias. Autoridades e representantes do setor público e privado também marcaram presença.

                       

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                        Edital de chamamento público propõe que novo projeto transforme área ociosa em motor de desenvolvimento econômico

                        Por: Nicole Leslie -

                        O futuro de Guaratuba, no Paraná, tem sido desenhado não apenas sobre as águas, mas também em terra. O Governo do Estado do Paraná, por meio da Secretaria do Planejamento (SEPL), publicou nesta terça-feira (21) o edital de chamamento público para o Complexo Náutico de Guaratuba. Ambicioso, o projeto busca transformar o antigo canteiro de obras da ponte em um polo de atração turística e um motor de desenvolvimento econômico para a região.

                        Em resumo: o objetivo é dar um novo destino à uma área que ficaria ociosa e aproveitar para impulsionar a rede hoteleira, o comércio e o turismo no litoral paranaense.

                         

                        As obras da Ponte de Guaratuba estão previstas para acabar em abril de 2026. Hoje, estruturas provisórias, maquinários e equipamentos utilizados na construção ocupam uma área estratégica da cidade, mas a ideia é que, com o trabalho finalizado, o espaço seja transformado. A partir daí é que entra o edital de chamamento público para o Complexo Náutico de Guaratuba.

                        Foto: Arnaldo Neto, via Governo do Estado do Paraná / Divulgação

                        Estamos transformando um passivo em um ativo de altíssimo valor. Temos uma área que, de outra forma, ficaria ociosa. Desenvolvemos este projeto visionário para que este espaço se torne um polo de atração turística e um motor de desenvolvimento econômico para toda a região– disse Ulisses Maia, secretário estadual do Planejamento

                        O Complexo terá como objetivo instalar, operar e manter uma estrutura moderna, voltada ao lazer, turismo e atividades marítimas, alinhadas à constante evolução do litoral paranaense.


                        A localização escolhida para a implantação do Complexo Náutico é estratégica, concentrada nas áreas que perderão sua função atual após a inauguração da ponte. Além da área do canteiro de obras, a novidade inclui também o terreno atualmente utilizado pela operação do ferryboat, que será encerrada com a ponte.

                        Como funciona o edital

                        Para garantir a implantação e operação do Complexo, o Governo do Estado optou por um modelo de Parceria Público-Privada (PPP), estruturado através de um Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI), que será coordenado pela Unidade Gestora do Programa de Parcerias do Paraná (UGPAR).

                         

                        Os interessados em participar devem realizar o credenciamento no site do programa Paraná Parcerias até o dia 11 de novembro. Após o credenciamento e autorização, terão até 90 dias para desenvolver e apresentar estudos de viabilidade, levantamentos, e informações técnicas, seguindo a Lei de Licitações n. 14.133 de 2021. Os dados técnicos apresentados complementarão o levantamento prévio do Estado, auxiliando na estruturação final da Parceria Público-Privada.

                         

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                          Azimut Yachts Brasil anuncia Carlo Alberto Sisto como novo CEO

                          Executivo italiano com carreira global assume estaleiro em Itajaí e reforça plano de expansão da marca na América do Sul

                          Por: Nicole Leslie -
                          22/10/2025

                          A Azimut Yachts Brasil tem um novo comandante. O estaleiro de luxo sediado em Itajaí (SC) anunciou nesta quarta-feira (22) a chegada do italiano Carlo Alberto Sisto como novo CEO da operação brasileira, em movimento que marca o início de uma nova fase de investimentos e fortalecimento da marca no país e na América Latina.

                          Com mais de 25 anos de experiência internacional, Sisto chega à Azimut com trajetória na CNH Industrial, onde ocupou cargos de liderança na América do Norte, Europa, Ásia-Pacífico e América Latina.

                           

                          No Brasil, atuou como presidente do Banco CNH Capital, em Curitiba (PR), e CFO da CNH Industrial Brasil, em Belo Horizonte (MG), antes de assumir posições globais como presidente da CNH Capital North America e presidente executivo da Região EMEA.


                          Segundo o Grupo Azimut-Benetti, a nomeação reforça o plano estratégico da Azimut Yachts Brasil de ampliar a capacidade produtiva, acelerar a inovação e expandir sua presença no mercado latino-americano. O novo CEO trabalhará, portanto, próximo ao diretor comercial Roy Capasso, responsável pela operação de vendas e marketing.

                          Sob a nova liderança de Sisto, a empresa continuará investindo em desenvolvimento industrial, qualidade e capacitação- afirmou Marco Valle, CEO do Grupo Azimut-Benetti, em comunicado

                          Fábrica da Azimut. Foto: Azimut Yachts

                          Para o Grupo Azimut-Benetti, a nomeação de Carlo Alberto Sisto simboliza mais do que uma mudança de gestão: representa a consolidação da presença global da marca, unindo a tradição da manufatura italiana com o potencial crescente do mercado brasileiro.

                           

                          Presente em mais de 80 países, a Azimut Yachts é reconhecida mundialmente por sua ampla variedade de modelos — das linhas Atlantis, Verve, Magellano, Flybridge, S e Grande — que variam entre 40 e 120 pés, sempre com foco em luxo, inovação e desempenho.

                           

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                            Um novo jeito de viver o mar: Flip lança o Flip Pass, “passaporte náutico” com custo acessível

                            Programa permite usar lancha por 30 dias ao ano e inclui treinamento, marinheiro e manutenção completa

                            Por: Nicole Leslie -

                            A Flip Boat Club, empresa que vem popularizando o compartilhamento de barcos no Brasil, acaba de lançar um novo formato para quem quer navegar sem precisar comprar uma embarcação: o Flip Pass. Apresentado em setembro, o programa busca aproximar diferentes públicos da vida náutica — desta vez, com um modelo simples, direto e de custo fixo inferior ao de outros pacotes no mercado.

                            Com o Flip Pass, o cliente pode usar uma lancha Mestra 240 (já testada por NÁUTICA) por 30 dias ao longo de um ano. O serviço está disponível, inicialmente, nas bases da Flip em Ilhabela, Guarujá e Ubatuba.

                            Mais do que um barco, é um programa completo– resume Othon Barcellos, fundador da Flip Boat Club, em entrevista à NÁUTICA

                            Mestra 240. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                            Além dos dias de navegação, o Flip Pass inclui dois dias de treinamento, outros dois em uma clínica de capacitação com o especialista Guilherme Kodja e a presença de um marinheiro em dois passeios.

                             

                            O pacote custa R$ 27,9 mil, que podem ser divididos em até três parcelas de R$ 9,3 mil, além de uma mensalidade de R$ 900 que cobre toda a operação do barco — desde manutenção e limpeza até seguro e taxas de marina.

                            O valor é muito abaixo do que qualquer proprietário solo gastaria para manter um barco. E o melhor: sem surpresas– reforça Othon

                            As reservas são feitas pelo aplicativo da própria Flip, de forma totalmente digital, assim como ocorre com os cotistas.


                            Flip Boat Club: barcos de uso compartilhado

                            Criada para simplificar o acesso à navegação, a Flip Boat Club opera com veleiros, catamarãs e lanchas em sistema de uso compartilhado. A empresa está presente em nove destinos náuticos — Salvador, Angra dos Reis, Paraty, Ilhabela, Ubatuba, Guarujá, Itajaí, Florianópolis e Porto Alegre — e segue em expansão.

                             

                            Nos planos de multipropriedade, os cotistas dividem custos e tempo de uso das embarcações, com reservas feitas via aplicativo. Há pacotes com 4, 6 ou 8 cotas, que garantem de 45 a 90 dias de uso por ano, conforme o plano escolhido.

                             

                            Em entrevista ao Estúdio NÁUTICA, durante o São Paulo Boat Show 2025, Othon lembrou que os proprietários de barcos costumam usar suas embarcações por, em média, 30 dias ao ano — o mesmo tempo que o Flip Pass oferece.

                             

                             

                            A proposta, portanto, surge como uma evolução no mercado de barcos de uso compartilhado, permitindo que mais pessoas vivam a experiência náutica sem precisar dar o passo da compra.

                            O programa é democrático, acessível e feito para quem quer o mar como parte da rotina– resume Othon.

                             

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                              Barco criado por brasileiro pode revolucionar medição da qualidade da água

                              Criado por piauiense, Aquatic Rover funciona sob uma estrutura de catamarã equipada com sensores inteligentes

                              Por: Nicole Leslie -

                              A ideia promissora de um jovem piauiense tem chamado atenção dentro e fora do Brasil. Foi com o Aquatic Rover, um barco autônomo desenvolvido para o monitoramento da qualidade da água em rios e lagos, que Manoel José Nunes Neto, hoje com 18 anos, conquistou o Prêmio Nobel da Ciência Jovem, na Suécia, em 2024.

                              Assim como muitas grandes inovações, o projeto nasceu da necessidade. Ainda adolescente, Manoel observou o impacto da contaminação de aguapés e de rios que banham comunidades ribeirinhas em Teresina (PI). Diante desse cenário, decidiu criar uma solução tecnológica acessível e sustentável.

                               

                              Aos 17 anos, apresentou o projeto do Aquatic Rover no Prêmio Jovem da Água de Estocolmo 2024, promovido pelo Stockholm International Water Institute (SIWI). O projeto impressionou o júri por unir baixo custo, eficiência e inovação, o que garantiu o ouro na premiação.

                              Foto: Governo do Piauí / Divulgação

                              Segundo o Governo do Piauí, o protótipo demonstrou alta precisão na medição de dados e potencial para causar impacto positivo na gestão da qualidade da água em escala global.

                              Barco autônomo para monitoramento inteligente

                              Projetado para ser portátil, autônomo e acessível, o Aquatic Rover se desloca sobre a água coletando dados essenciais, como pH, temperatura, turbidez e oxigenação, por meio de sensores integrados.

                              Foto: Governo do Piauí / Divulgação

                              Essas informações são enviadas automaticamente para um servidor, onde podem ser acompanhadas em tempo real por técnicos e pesquisadores em computadores ou celulares — automatizando um processo que hoje depende de amostragens manuais.

                              Um ser humano não pode ficar 24 horas trabalhando em um rio; já um robô pode– Manoel, em entrevista ao programa Viva Piauí

                              Foto: Viva Piauí / Divulgação

                              Com isso, o Aquatic Rover surge como uma ferramenta de apoio e não de substituição, permitindo análises mais amplas e precisas, inclusive em locais de difícil acesso.


                              De protótipo a produto

                              Em entrevista recente ao Viva Piauí, Manoel revelou que o barco foi montado com peças recicláveis e sucata, tanto para reduzir custos quanto para tornar o produto final mais acessível.

                              Foto: Viva Piauí / Divulgação

                              De nada adianta eu ter um barco valendo R$ 1 milhão, porque ninguém compra. Tem que ser algo acessível para o governo e para órgãos privados que cuidam da saúde dos mananciais– explicou o jovem

                              A embarcação, que tem estrutura em formato de catamarã, conta com dois flutuadores laterais, placas solares, sistema de propulsão próprio e um conjunto de sensores inteligentes. A proposta é que, no futuro, o modelo possa ser produzido em escala e distribuído a órgãos públicos, universidades e empresas de saneamento.

                              Inovação que nasce com propósito

                              Foto: Instagram @_manoel_nunes / Reprodução

                              Mais do que um avanço tecnológico, o projeto do jovem piauiense é um exemplo de inovação com propósito social. O Aquatic Rover mostra que é possível unir sustentabilidade, tecnologia e inclusão, oferecendo uma solução prática para comunidades, pesquisadores e organizações voltadas à preservação e gestão dos recursos hídricos.

                               

                              Nada como novas ideias para navegar rumo a um futuro mais limpo — e melhor monitorado.

                               

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                                Gigante em perigo: por que a Groenlândia está ficando cada vez menor?

                                Novo estudo revela que a maior ilha do mundo está diminuindo por conta do derretimento acelerado do gelo

                                A maior ilha do mundo está perdendo o seu tamanho. Um novo estudo publicado em agosto deste ano revelou que a Groenlândia — que junto à Antártida armazenam cerca de dois terços de toda a água doce da Terra — está sendo “torcida, comprimida e esticada”. Ou seja, está menor.

                                A pesquisa, publicada na revista científica Journal of Geophysical Research e comandada pelos pesquisadores do DTU Space (Departamento de Pesquisa e Tecnologia Espacial), na Dinamarca, concluiu que a região está aquecendo e derretendo em ritmo acelerado. Além disso, a ilha está se deslocando dois centímetros para noroeste a cada ano.

                                Iceberg no Ártico. Foto: GreensandBlues/ Envato

                                Segundo os cientistas envolvidos na pesquisa, a Groenlândia está cada vez mais sujeita a fenômenos como pressões e tensões.

                                Isso acontece devido às placas tectônicas e aos movimentos no leito rochoso, causados pelo derretimento das grandes camadas de gelo na superfície, reduzindo a pressão no subsolo– explica o comunicado dos cientistas

                                Numa espécie de cabo de guerra invisível, os processos geofísicos que afetam a forma da Groenlândia estão puxando a região em direções diferentes. Os efeitos são diversos: enquanto umas geleiras ficam mais perto de outras — pois estão perdendo massa — , algumas áreas são “esticadas”.

                                A pesquisa diz que até mesmo alguns pontos de referência fixos na ilha estão se deslocando lentamente por conta desses fenômenos.

                                Por que a Groenlândia está diminuindo?

                                De acordo com o cientista Danjal Longfors Berg, autor principal do artigo, as anomalias que diminuem, esticam e torcem o tamanho da Groenlândia podem mudar — para pior — com o derretimento acelerado das massas de gelo que ocorrem neste momento.

                                Danjal Longfors Berg, à direita, autor principal do artigo. Foto: DTU Space/ Divulgação

                                Ao portal da DTU Space, o especialista explica que o gelo derretido nas últimas décadas empurrou a ilha “para fora” e causou a elevação, que a tornou maior durante esse período. Porém, o que está acontecendo agora vai na contramão deste processo.

                                Observamos um movimento na direção oposta, com a Groenlândia subindo e se contraindo devido a mudanças pré-históricas nas massas de gelo relacionadas à última Era Glacial– destacou ao site

                                O comunicado também relata outra causa para a diminuição da região: o movimento das placas tectônicas e do leito rochoso (rocha sólida e inalterada que fica abaixo de todo o material superficial mais solto), ambos resultados do derretimento das grandes camadas de gelo na superfície, responsável por causar a pressão no subsolo.

                                Imagem ilustrativa. Foto: PhotoVolcano/ Envato

                                O leito rochoso, por exemplo, ainda é afetado pelas enormes massas de gelo que derreteram desde o pico da última Era Glacial, há cerca de 20 mil anos. Até então, não havia medições tão claras de como a região estava se deslocando, segundo os pesquisadores.

                                Qual o tamanho do problema na Groenlândia?

                                Mesmo com mais de 2,1 milhões de km² — sendo 1,7 milhão de km² cobertos por gelo — os cientistas conseguiram descrever os movimentos da Groenlândia dos últimos 26 mil anos. Ao mesmo tempo, foram utilizadas medições precisas dos últimos 20 anos, que também contribuiu para a conclusão atual.

                                Groenlândia. Foto: GreensandBlues/ Envato

                                Para isso, foram usados os dados de 58 estações GNSS (sigla em inglês para Sistemas Globais de Navegação por Satélite) espalhadas pela ilha. Logo, foi possível coletar as informações sobre a posição geral da Groenlândia, o quanto ela está escolhendo e esticando e as mudanças de elevação no leito rochoso.

                                 

                                Além da diminuição do tamanho da ilha, a água derretida proveniente dessas camadas de gelo ecoa para o oceano, contribuindo para a elevação do nível do mar, conforme explica a NASA. Na esteira disso, o estudo fornece informações valiosas sobre o que acontece quando as mudanças climáticas atingem o Ártico de maneira descontrolada.

                                 

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                                  Barco a vela, que será motorizado por Yanmar, ganha upgrades em todas as áreas em novo episódio da série

                                  21/10/2025

                                  Depois de tanto suar para construir a parte externa — que ainda não está pronta — , o sonhado barco a vela de Angelo Guedes começa a ter cara de um lar. No 12º episódio de “Construção do Veleiro Bravura”, que estreia hoje, às 20h, no Canal Náutica do YouTube, a embarcação que será motorizada por Yanmar ganha um revestimento interno e se prepara para as futuras mobílias.

                                  Mais do que soldar, o construtor amador exibe neste novo capítulo suas habilidades na marcenaria. Na parte interna do veleiro, o barco recebeu suportes para uma prateleira e um lugar preparado para receber uma cama. O paranaense ainda fez as tampas do tanque de água — que é mais complexo do que parece.

                                  Parte interna do veleiro Bravura. Foto: Revista Náutica

                                  Até mesmo o banheiro já começou a ser montado no 12º episódio do Veleiro Bravura. Outras atualizações internas incluem a construção de um guincho do bote de apoio; do suporte da catraca (a base onde ficará o equipamento de puxar o barco para a carreta); das vigias de popa; um tanque fixado e todas as gaiutas finalizadas.

                                  Convés do barco a vela construído por Angelo Guedes. Foto: Revista Náutica

                                  Entretanto, as novidades não se restringem apenas ao lado de dentro. Na parte externa, Angelo colocou seus talentos de construtor à prova e testou a quilha da embarcação. Não foi nem um pouco fácil: sozinho, ele teve que elevar o veleiro no macaco hidráulico. Será que deu certo esse experimento?

                                  Barco elevado para o teste de quilha. Foto: Revista Náutica

                                  Um dos gargalos do paranaense também terminou neste 12º episódio: o chumbo no fundo do casco. Depois de tanto adiar essa etapa, Angelo finalmente começou este processo, que entregará mais estabilidade ao veleiro Bravura.

                                   

                                  A targa está pronta e os arcos de alumínio, instalados. O veleiro ganha cada vez mais o jeito de um lar — e assim será quando estiver 100% construído.

                                  Impulsionado pela Yanmar

                                  Não que Angelo Guedes precisasse de um incentivo ainda maior para realizar o seu sonho. Mas, com o apoio da fabricante de motores Yanmar, tudo ficou mais fácil — pelo menos no quesito motorização.

                                  3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação

                                  O equipamento que será o “coração” do Veleiro Bravura é o Yanmar 3JH40, tido como o menor motor marítimo diesel common rail interno do mundo em termos de deslocamento, dimensões e peso.

                                   

                                  Com 3 cilindros, o motor oferece uma potência de 40mhp, que, segundo a marca, permitirá que novos proprietários de barcos de lazer menores se beneficiem, pela primeira vez, das vantagens de eficiência e desempenho, por conta da tecnologia de injeção de combustível CR gerenciada eletronicamente.

                                  3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação

                                  De acordo com a Yanmar, a tecnologia common rail do 3JH40 oferece consumo mínimo de combustível e níveis de ruído e emissão excepcionalmente baixos, que resultam numa operação praticamente sem fumaça e odor.

                                   

                                  O 3JH40 de quatro tempos refrigerado a água é a solução ideal para novas construções e aplicações de repotenciação, especialmente para pequenos barcos a motor, saveiros, embarcações comerciais leves e veleiros monocasco — como é o caso do Bravura.

                                  Acompanhe tudo no Canal Náutica do YouTube!

                                  Para não perder nenhum episódio dessa épica jornada, inscreva-se no Canal da Náutica no YouTube e ative o sininho. Assim, você sempre será notificado quando um vídeo estrear — não só da “Construção do Veleiro Bravura”, mas também de outras produções NÁUTICA.

                                   

                                  A série terá episódios novos toda terça-feira, às 20h (horário de Brasília). Embarque nessa aventura com a gente!

                                   

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                                    Por: Nicole Leslie -

                                    A temporada das baleias no Brasil em 2025 rendeu, no último sábado (18), uma cena que muitos classificaram como “impressionante e inacreditável”. Um grupo de orcas fêmeas foi avistado nadando próximo à Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ), surpreendendo quem presenciou a cena e também quem a viu pelas redes sociais.

                                    O fotógrafo e oceanógrafo Tato Slerca se deparou com a visita inesperada durante um passeio de barco e registrou a cena. Segundo ele, havia cinco ou seis orcas nadando juntas, bem próximas à superfície — o que permitiu observá-las de perto. Assista!

                                     

                                     

                                    O encontro ocorreu a cerca de 20 milhas da costa carioca, a aproximadamente 37 quilômetros do continente. “Elas pareciam estar caçando e interagiram muito com nosso barco”, relatou Tato. O oceanógrafo contou também que uma das orcas parecia recém-nascida e que todas as integrantes do grupo eram fêmeas.

                                    Que privilégio poder ver esses animais incríveis na nossa costa brasileira– escreveu nas redes sociais


                                    As imagens ganharam repercussão na internet, onde foram somadas a outros registros feitos pelo fotógrafo, que vem ganhando fama por documentar a vida marinha em imagens.

                                     

                                     

                                    Em julho de 2024, por exemplo, ele flagrou o exato momento em que uma baleia-de-bryde se alimentava de sardinhas, também em águas cariocas. Com mais de 3 milhões de visualizações, o vídeo mostrou que a natureza, muitas vezes, dá seus espetáculos bem perto de casa — e a poucos quilômetros de distância da costa.

                                     

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                                      Por: Nicole Leslie -

                                      O Salvador Boat Show chega à sua 2ª edição com expectativas ainda mais elevadas do que a primeira, em 2024, já considerada um sucesso. Consolidado o maior evento náutico da Bahia, ele conta com o Ministério do Turismo (MTUR) como patrocinador do Turismo Náutico.

                                      Além de uma vitrine estratégica para estaleiros e outras marcas ligadas ao universo náutico, o evento movimenta a economia do mar e abre portas para o turismo náutico. Afinal, que Salvador é palco de cultura, história e gastronomia típicas não é novidade. Mas a cidade também reúne uma série de atrativos para os fãs do universo náutico.

                                       

                                      A Bahia Marina, onde acontecerá o salão náutico baiano, inclusive, fica na Baía de Todos-os-Santos, segunda maior navegável do mundo. Essa estrutura natural dá a Salvador um diferencial competitivo na economia do mar em nível nacional, além de garantir seu título de capital da Amazônia Azul. Com a criação da Secretaria do Mar de Salvador, no início do ano, o mar passou a ser visto também como oportunidade de negócio.

                                      Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                      O Ministério do Turismo também esteve presente no São Paulo Boat Show, em setembro, como patrocinador do turismo náutico. A pasta busca estimular investimentos, ampliar a qualificação profissional e divulgar destinos que podem ser explorados a bordo de embarcações de todos os portes.

                                       

                                      Para a organização do Boat Show, o apoio federal não apenas amplia a visibilidade do salão, mas  abre portas para novos negócios e parcerias internacionais, em um momento em que o turismo brasileiro busca se diversificar e ampliar experiências ligadas à natureza.


                                      Mais sobre o Salvador Boat Show

                                      Após uma estreia de sucesso em 2024, o Salvador Boat Show retorna consolidado como o maior salão náutico da Bahia. O evento ocorrerá na icônica Baía de Todos-os-Santos, cercada pela cultura inconfundível de Salvador e com toda a comodidade da Bahia Marina.

                                      Salvador Boat Show, em 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                      O salão náutico oferecerá experiências únicas que vão desde test-drives de embarcações até atrações culturais. O evento promete reunir público qualificado, novidades e oportunidades de negócios para o setor, movimentando o coração náutico do Nordeste.

                                       

                                      O Salvador Boat Show 2025 tem o Ministério do Turismo/Governo Federal como patrocinador do Turismo Náutico e patrocínio da Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Especial do Mar (SEMAR) e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda (SEMDEC).

                                       

                                      Anote aí!

                                      Quando: De 30 de outubro a 2 de novembro de 2025
                                      OndeBahia Marina (Av. Lafayete Coutinho, 1010, bairro do Comércio, Salvador-BA)
                                      Horário
                                      : 30 e 31 de outubro e 1º de novembro, das 14h às 21h; e no dia 2, das 14h às 20h.
                                      Mais informações: site do evento
                                      Ingressos: site oficial de vendas

                                       

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                                        Profissional de wrestling, egípcio Ashraf Mahrous pretende entrar mais uma vez no Guinness Book pela sua força

                                        O lutador de wrestling Ashraf Mahrous, conhecido como “strongman” (“homem forte”, em português), puxou um barco de 700 toneladas usando apenas a força dos dentes. A façanha ocorreu na costa de Hurghada, às margens do Mar Vermelho, leste do Egito.

                                        O objetivo de Mahrous — que também é presidente da Federação Egípcia de Wrestling Profissional — era ambicioso: superar a marca anterior e entrar no Guinness World Records, o livro dos recordes. Agora, ele espera o reconhecimento oficial da coletânea.

                                        Provei aos meus amigos e ao mundo inteiro que Deus me abençoou por ser o homem mais forte do mundo– comemorou o strongman

                                        No mesmo dia, o fortão ainda cumpriu outro desafio e usou o mesmo método para mexer outras duas embarcações que, somadas, pesavam cerca de 1.150 toneladas — como é possível ver no vídeo abaixo. Conforme noticiado pelo jornal NBC, o egípcio, também conhecido pelo apelido de “Kabonga”, disse que enviará os vídeos dos feitos ao Guinness.

                                         

                                         

                                        A marca anterior pertencia ao ucraniano Oleg Skavysh, que havia carregado com a força dos dentes um barco de 650 toneladas. Se confirmado, o lutador varre o recorde do europeu.

                                        O recordista de recordes

                                        Não foi do dia para a noite. Conhecido pelo seu físico extremamente forte, o lutador nascido no Egito hoje tem 1,90 m de altura e 155 kg, mas desde criança usava sua força a seu favor: batia de porta em porta se oferecendo para levantar itens pesados ​​em troca de algum dinheiro — e tirava de letra.

                                        Ashraf Mahrous, lutador que puxou um barco com os dentes. Foto: Guiness World Records/ Divulgação

                                        Quando seus amigos o observaram virando pneus gigantes 10 vezes seguidas no pátio da academia sem demonstrar grande esforço, não restaram dúvidas. Um talento estrondoso começou a ser enxergado. Desde então, ele segue uma dieta rica em proteínas e ferro, com direito a uma dúzia de ovos, dois frangos inteiros e 5 kg de peixe por dia, combinada a treinos pesados de duas a três vezes por dia.

                                        Eu me inspirei em pessoas que quebraram recordes e senti que não eram melhores do que eu– contou Mahrous à NBC

                                        Se tudo isso não te surpreendeu até agora, não seja por isso. Caso entre no Guinness pelo fato de ter puxado uma embarcação com os dentes, essa será apenas mais uma das aparições de Mahrous no famoso livro. Em 2021, ele carregou também com os dentes um caminhão que pesava 15.730 toneladas, o que entrou no Livro dos Recordes.


                                        Já em março deste ano, o lutador carregou um trem de 279 toneladas por uma distância de quase 10 metros no mesmo esquema do barco: corda presa aos dentes e muita força. Por último, mas não menos bizarro, Mahrous detém o recorde mundial de maior número de ovos crus quebrados e comidos no espaço de 30 segundos. O egípcio devorou simplesmente 11 ovos nesse tempo.

                                         

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                                          Preparada para Salvador: Real Powerboats levará ao evento três lanchas com motorização de popa

                                          Estaleiro atracará barcos de 28 a 42 pés, com direito a lançamento de 2025. Evento ocorre de 30 de outubro a 2 de novembro

                                          20/10/2025

                                          Pela segunda vez no Salvador Boat Show, a Real Powerboats sabe muito bem onde está atracando. Não à toa, o estaleiro levará ao evento quatro embarcações pensadas para o público da Bahia, sendo três delas equipadas com motores de popa — que, segundo o estaleiro, é ideal para o público dessa região.

                                          O evento, que ocorrerá de 30 de outubro a 2 de novembro na Bahia Marina, terá os seguintes barcos da Real: a Real 42 Cabriolet, a Real 40 HT, a Real 35 Cabriolet e a Real 280 SD. O salão náutico baiano ainda terá a possibilidade de test-drive nas embarcações, desde que agendados com o estaleiro.

                                          Real 40 HT no Rio Boat Show 2025. Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                                          Com uma das maiores médias anuais de uso de embarcações do Brasil, a capital da Bahia atende um público náutico bem específico. De acordo com Paulo Thadeu, CEO da marca, os navegantes de Salvador costumam priorizar o motor de popa, visto que os barcos percorrem a extensa costa baiana (105 km), os rios e a própria Baía de Todos-os-Santos.

                                           

                                          Conforme explicou Paulo Thadeu na 1ª edição do evento, os motores de popa priorizam a baixa manutenção e nível de complexidade. Confira, a seguir, detalhes das lanchas da Real que atracarão com essa motorização no Salvador Boat Show 2025.

                                          Real 42 Cabriolet

                                          Acrescentar motor de popa num barco habituado a centro-rabeta geralmente poderia fazer a embarcação perder espaço útil na traseira — mas não é o caso na Real 42 Cabriolet. Lançado este ano no Rio Boat Show, o modelo apresenta uma motorização de popa embutida no special deck, para não roubar o espaço de convivência nesta área.

                                          Real 42 Cabriolet. Foto: Real Powerboats / Divulgação

                                          Logo, a lancha de 42 pés não perde espaço e ganha um motor vantajoso para o cliente. Segundo Thadeu, o maior benefício do motor de popa é entregar um consumo cerca de 30% menor do que a motorização de centro.

                                           

                                          Além disso, a embarcação ostenta um solário para três pessoas e passagens à proa tanto pela parte interna quanto externa. Os cascos, por sua vez, possuem fundo de hidrolift, tecnologia patenteada que consiste em um fundo mais arredondado em vez de uma quilha, mecanismo que beneficia a navegabilidade.

                                          Real 42 Cabriolet. Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                                          No cockpit, a configuração foi pensada para oferecer mais praticidade e interação entre os passageiros. A área conta com um espaço amplo para convivência, incluindo bancadas para drinks, porta-garrafas e gavetas inclinadas, garantindo segurança e funcionalidade durante a navegação.

                                          Real 35 Cabriolet

                                          Com um design esportivo, a Real 35 Cabriolet combina os elementos característicos do estaleiro quando o assunto é navegabilidade. Segundo a marca, essa lancha oferece um dos maiores espaços internos da categoria e inclui acesso com degraus amplos que tornam a visita à proa e ao solário mais facilmente.

                                          Real 35 Cabriolet no Salvador Boat Show 2024. Foto: Gabriel Alencar/ Revista Náutica

                                          A 35 Cabriolet, lançada em 2024, também apresenta um motor de popa e móvel gourmet, que promove um melhor aproveitamento do ambiente. O cockpit conta com três sofás separados, ideais para uma área de socialização livre — e que ainda comporta uma mesa.

                                           

                                          Uma passagem lateral, acessada por meio de alguns degraus, garante a ida à proa, com solário para quem gosta de aproveitar passeios diurnos. Na área de comando, há dois assentos rebatíveis e, logo ao lado, a escada para a cabine — configurada com uma cama à meia-nau e uma de proa, que recebe uma gaiuta para ventilação e luminosidade.

                                          Real 280 SD

                                          testada por NÁUTICA, a Real 280 Special Deck (SD) entrega três virtudes na mesma embarcação de 28 pés: cockpit espaçoso, motor de popa de no máximo 300 hp e uma segunda plataforma (deck beach) que permite se sentar com a água na altura do umbigo.

                                           

                                           

                                          Homologado para 13 passageiros e um tripulante, a embarcação da Real Powerboats que estará no Salvador Boat Show 2025 vem com um grande sofá em “L” para oito passageiros a bombordo e mais três a boreste, banco do piloto e copiloto duplo com assento rebatível e outras comodidades.

                                           

                                          Na área gourmet há geleira e pia com lixeira, e a churrasqueira não é fixa. Mesmo sendo de proa aberta, a Real 280 Special Deck conta com um banheiro equipado com vaso elétrico, ducha manual, pia, espelho, iluminação de led e vigia com abertura para ventilação — detalhes importantes para quem busca passear com a família.


                                          Mais sobre o Salvador Boat Show

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                                          Salvador Boat Show, em 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                          O salão náutico oferecerá experiências únicas que vão desde test-drives de embarcações até atrações culturais. O evento promete reunir público qualificado, novidades e oportunidades de negócios para o setor, movimentando o coração náutico do Nordeste.

                                           

                                          O Salvador Boat Show 2025 tem o Ministério do Turismo/Governo Federal como patrocinador do Turismo Náutico e patrocínio da Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Especial do Mar (SEMAR) e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda (SEMDEC).

                                           

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                                          Quando: De 30 de outubro a 2 de novembro de 2025
                                          OndeBahia Marina (Av. Lafayete Coutinho, 1010, bairro do Comércio, Salvador-BA)
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                                          Mais informações: site do evento
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                                            Por: Nicole Leslie -

                                            Não é todo dia que se vê três tartarugas-verdes nadando empilhadas, uma sobre a outra. Mas foi exatamente essa cena improvável que rendeu ao argentino Luciano Morales Corinaldesi a medalha de ouro na categoria em que competiu no Underwater Awards Australasia 2025.

                                            A imagem esteticamente impressionante ainda é curiosa. Não à toa, viralizou nas redes sociais, despertando dúvidas e teorias entre internautas. Afinal, o que explicaria um comportamento tão incomum?

                                             

                                            Para esclarecer a cena, a NÁUTICA conversou com o biólogo marinho Eric Comin, que apontou possíveis causas naturais para o empilhamento.

                                            Não é um fato tão comum, mas quando ocorre, geralmente acontece por razões físicas e comportamentais– explicou Comin

                                            Segundo o especialista, o empilhamento pode ter diferentes significados na vida marinha. Uma das hipóteses é a de defesa: ao nadarem empilhadas, as tartarugas criam a ilusão de serem um único animal maior, afastando predadores.

                                            Foto: Instagram @luchi.in.the.jungle / Reprodução

                                            Outra explicação possível está ligada ao comportamento reprodutivo. Como a fêmea pode ser fecundada por mais de um macho, quando um deles finaliza o “trabalho”, o outro já inicia.

                                            Imagem conquistou ouro

                                            O registro intitulado “Green Turtle Stack” (“Pilha de tartarugas-verdes”, em português) foi feito no recife de Ningaloo, na Austrália Ocidental, usando uma GoPro HERO11.

                                             

                                            O clique venceu a categoria Smartphone/Câmera de Ação do Underwater Awards Australasia 2025, que teve os resultados divulgados no último dia 6. A colocação garantiu ao fotógrafo uma scooter subaquática profissional, ferramenta que poderá ajudar a captar ainda mais cenas espetaculares debaixo d’água.


                                            Luciano contou à organização do concurso que ficou “verdadeiramente espantado” ao testemunhar a cena e manteve distância para não interferir no comportamento dos animais.

                                            Não sei dizer como essa história terminou, mas gosto de pensar que, na próxima temporada, filhotes de tartaruga-verde podem dar continuidade à sequência– disse

                                            Cliques impressionantes

                                            Além da foto que levou o ouro na categoria, outra imagem capturada por Luciano, também de uma tartaruga, recebeu destaque com uma menção honrosa no concurso. O clique “Sunbather of the Reef” (“Banhista do recife”, em português) mostra o animal descansando em um lindo cenário de recifes de corais, também no recife de Ningaloo.

                                             

                                             

                                            O fotógrafo compartilha seus melhores cliques no Instagram e mostra que entre tartarugas, raias, baleias, polvos e peixes, seu habitat natural também poderia ser o fundo do mar.

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                                              Salão náutico baiano chega à 2ª edição com o dobro de expositores que prometem agitar a Bahia Marina

                                              Por: Nicole Leslie -

                                              Depois da estreia já considerada um sucesso, a 2ª edição do Salvador Boat Show se aproxima com patamares ainda mais elevados. O evento que movimentará a Bahia Marina de 30 de outubro a 2 de novembro já tem ao menos 40 barcos confirmados e mais que o dobro de expositores do que a 1ª edição.

                                              Além de movimentar o mercado náutico no Nordeste, o salão náutico baiano representa um ponto estratégico para a economia do mar de Salvador. Segundo a secretária do Mar de Salvador, Maria Eduarda Lomanto, é esperado um crescimento de 20% no volume de negócios gerados no evento quando comparado à edição anterior, que já movimentou cerca de R$ 35 milhões.


                                              Mais do que uma feira náutica, o evento permite que o público agende test-drives com os estaleiros e tenham contato com diferentes marcas relacionadas ao universo. Não à toa, além de barcos, o Salvador Boat Show exibirá motores, quadriciclos, equipamentos e acessórios náuticos.

                                               

                                              Para a 2ª edição do evento, marcas como Intermarine, Schaefer Yachts, NX Boats, Solara Yachts, Real Powerboats, Fibrafort, Triton Yachts, Ventura, Azov Yachts, Ross Mariner, Sea-Doo, Yamaha e Florida Marine estão confirmadas.

                                              Mais sobre o Salvador Boat Show

                                              Após uma estreia de sucesso em 2024, o Salvador Boat Show retorna consolidado como o maior salão náutico da Bahia. O evento ocorrerá na icônica Baía de Todos-os-Santos, cercada pela cultura inconfundível de Salvador e com toda a comodidade da Bahia Marina.

                                              Salvador Boat Show, em 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                              O salão náutico oferecerá experiências únicas que vão desde test-drives de embarcações até atrações culturais. O evento promete reunir público qualificado, novidades e oportunidades de negócios para o setor, movimentando o coração náutico do Nordeste.

                                               

                                              O Salvador Boat Show 2025 tem o Ministério do Turismo/Governo Federal como patrocinador do Turismo Náutico e patrocínio da Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Especial do Mar (SEMAR) e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda (SEMDEC).

                                               

                                              Anote aí!

                                              Quando: De 30 de outubro a 2 de novembro de 2025
                                              OndeBahia Marina (Av. Lafayete Coutinho, 1010, bairro do Comércio, Salvador-BA)
                                              Horário
                                              : 30 e 31 de outubro e 1º de novembro, das 14h às 21h; e no dia 2, das 14h às 20h.
                                              Mais informações: site do evento
                                              Ingressos: site oficial de vendas

                                               

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                                                19/10/2025

                                                Uma regata inédita e emocionante promete agitar águas paulistanas no próximo dia 7 de dezembro. A iniciativa do Sailing Sense permitirá que dez velejadores com deficiência visual participem de uma competição à vela, com apoio de equipes especializadas a bordo, em terra e na água. O evento acontecerá no Yacht Club Paulista.

                                                Criado em 2007, o Sailing Sense nasceu da ideia de oferecer experiências náuticas inclusivas para pessoas cegas ou com baixa visão. Até hoje, centenas de participantes já navegaram em veleiros por meio do projeto, que agora dá um passo além: transformar a vivência em competição.

                                                 

                                                A iniciativa foi idealizada por Miguel Olio, a partir de um curso de especialização voltado a educadores que atuam com pessoas com múltiplas deficiências sensoriais e físicas. A ideia é mostrar que a vela também pode ser sentida e não apenas vista.

                                                Foto: Sailing Sense / Divulgação

                                                No dia da regata, dez embarcações estarão disponíveis — uma para cada competidor — acompanhadas de skippers e voluntários. O percurso começará e terminará em frente ao Yacht Club Paulista, com passagem pela Ilha dos Amores.

                                                 

                                                Cerca de 40 voluntários farão parte da operação, divididos entre apoio náutico e logístico, para garantir a segurança e fluidez da prova.


                                                A competição conta com apoio da Confederação Brasileira de Vela, da Federação de Vela do Estado de São Paulo e do próprio Yacht Club Paulista. Além disso, está aberta a novas parcerias e patrocínios para fortalecer o evento e ampliar seu alcance.

                                                 

                                                Quem quiser apoiar a 1ª Regata Acessível pode entrar em contato pelo Instagram @sailingsense. Os patrocinadores terão a oportunidade de velejar às cegas ao lado dos competidores com deficiência visual — uma oportunidade de praticar a empatia e viver uma experiência marcante seja dentro ou fora d’água.

                                                 

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                                                  Desenvolvido pela Ocean Cleanup, o Interceptor Original atua no combate aos mil rios que mais poluem os oceanos

                                                  Por: Nicole Leslie -
                                                  18/10/2025

                                                  Em um cenário global marcado pelo avanço da poluição, uma iniciativa se destaca como um sinal de esperança em meio ao caos. A organização Ocean Cleanup está na linha de frente do combate aos mil rios responsáveis por despejar a maior quantidade de lixo nos oceanos — e, para isso, conta com uma embarcação de alta tecnologia capaz de coletar até 100 toneladas de resíduos por dia: o Interceptor Original.

                                                  Movido a energia solar e livre de emissões poluentes, o barco Interceptor foi projetado para realizar a limpeza em massa de rios. Ele pode armazenar até 50 m³ de lixo antes de ser esvaziado, funcionando de forma contínua e autônoma.

                                                   

                                                  Seu funcionamento é simples e eficaz: uma barreira flutuante direciona os resíduos plásticos até uma esteira transportadora, que leva o lixo para dentro do barco. Lá, os detritos são distribuídos em compartimentos específicos, que posteriormente são esvaziados e encaminhados para reciclagem.

                                                  No sistema do barco Interceptor, o lixo é guiado para esteiras que recolhem o lixo da água. Foto: Ocean Cleanup / Divulgação

                                                  O grande diferencial do Interceptor é sua capacidade de atuação em larga escala, o que o torna ideal para operar nos rios que mais contribuem para a poluição marinha. Afinal, vias fluviais podem movimentar toneladas de lixo todos os dias.

                                                   

                                                  De acordo com um estudo realizado pela própria Ocean Cleanup, cerca de 80% da poluição plástica fluvial do mundo provém de apenas mil rios. Por isso, o principal objetivo da organização é conter esses grandes vilões antes que o lixo alcance os oceanos.


                                                  Embora ambicioso, o plano já está em andamento. A meta é multiplicar os Interceptors ativos para criar uma rede global de contenção e limpeza. Com os avanços obtidos até agora, a Ocean Cleanup estima que será possível reduzir em até 90% a poluição plástica flutuante nos oceanos até 2040.

                                                  Limpeza de rios e oceanos em sintonia

                                                  Enquanto os Interceptor Original operam nos rios, a Ocean Cleanup também desenvolveu soluções específicas para atuar nas fozes e nos próprios oceanos. Um exemplo é a Barreira Interceptor, estrutura física que bloqueia a passagem de resíduos de rios que seguiriam para o mar e, depois, para os oceanos.

                                                  Foto: Ocean Cleanup / Divulgação

                                                  Para complementar essa barreira, a organização criou o Interceptor Tender, um sistema de apoio responsável por remover o lixo acumulado nas barreiras e transportá-lo para reciclagem.

                                                   

                                                  Além disso, a organização mantém operações diretamente nos oceanos, com um sistema que utiliza dois barcos semelhantes aos Interceptors conectados por uma rede flutuante. Essa rede captura os detritos marinhos e os direciona para dentro das embarcações, reforçando a limpeza nas áreas de maior acúmulo de lixo.

                                                  Barricada Interceptor cria barreiras ao longo de rios para captar lixo. Foto: Ocean Cleanup / Divulgação

                                                  Essas tecnologias, somadas a outras soluções como a Barricada Interceptor e a Guarda Interceptor, trabalham de forma coordenada para que o ambicioso objetivo se torne realidade — sem extrapolar o prazo imaginado.

                                                   

                                                  Assim, a Ocean Cleanup mostra que com inovação, persistência e ação a nível global, é possível transformar a crise do plástico em um caminho de recuperação, onde os rios, mares e oceanos têm papel fundamental.

                                                   

                                                  Náutica Responde

                                                  Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                    17/10/2025

                                                    A âncora é um item essencial para a segurança de qualquer embarcação. É ela que mantém o barco parado, evita que seja arrastado por correntes ou vento e ajuda a fixá-lo em uma posição específica. Entre os modelos mais utilizados no mundo náutico, dois se destacam e costumam gerar dúvidas entre navegadores: as âncoras Danforth e Bruce.

                                                    A Revista NÁUTICA conversou com Hélio Magalhães, especialista em navegação, para entender as principais diferenças entre os modelos. Logo de início, ele explica que os desenhos são bastante distinto — e isso impacta diretamente no desempenho de cada um.

                                                    Âncora Bruce (à esq.) e âncora Danforth (à dir.). Foto: HW Ancoras / Divulgação

                                                    Enquanto as âncoras Danforth são imbatíveis em fundos de areia, as Bruce se destacam por sua resistência em fundos de pedra e por “unharem” rapidamente em lama. Essa diferença de comportamento está ligada à estrutura de cada modelo.


                                                    As Danforth possuem duas patas paralelas e pontiagudas que conseguem cravar no fundo independentemente do lado em que caem na água, já que contam com haste móvel. Por outro lado, por terem haste e cepo longos, acabam ocupando mais espaço no paiol da embarcação.

                                                     

                                                    As Bruce, por sua vez, contam com três patas e haste fixa e curta, o que facilita o armazenamento a bordo. Esse tipo de âncora é bastante recomendado para quem navega em áreas lamacentas ou com fundo de cascalho, onde sua aderência costuma ser eficiente e rápida.

                                                     

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                                                      Secretária do Mar de Salvador, Maria Eduarda Lomanto, prevê crescimento de 20% no volume de negócios com a 2ª edição do Boat Show na cidade

                                                      Por: Nicole Leslie -

                                                      Salvador está dando passos firmes para transformar seu mar em vetor estratégico de desenvolvimento econômico. A criação da Secretaria do Mar de Salvador, no início de 2025, marcou uma nova fase para a cidade, que passou a olhar para a Baía de Todos-os-Santos não apenas como um cartão-postal, mas como um ativo econômico real.

                                                      “Aqui a gente olha o mar com a perspectiva de negócio”, afirmou Maria Eduarda Lomanto, Secretária do Mar de Salvador, em entrevista exclusiva à Revista NÁUTICA. Essa visão se conecta diretamente com o Salvador Boat Show 2025, que acontecerá de 30 de outubro a 2 de novembro, na Bahia Marina, e deve movimentar ainda mais a economia náutica local.

                                                      Maria Eduarda Lomanto, Secretária do Mar de Salvador. Foto: Divulgação

                                                      Lomanto disse que a 1ª edição do evento, em 2024, movimentou cerca de R$ 35 milhões na economia do mar em Salvador. Para este ano, a Secretaria projeta um aumento de 20% nesse volume — ultrapassando R$ 42 milhões.

                                                       

                                                      A pasta também espera ainda mais visitantes no salão náutico, que ano passado já chegou a aproximadamente 5 mil pessoas, tendo em vista o crescimento já visível do evento.

                                                       

                                                      A edição inaugural, já considerada um sucesso, teve quatro estaleiros exibidos. Para este ano, ao menos onze já confirmaram participação, além de marcas de equipamentos e acessórios náuticos que também integram a feira. As expectativas, portanto, estão mais altas.

                                                      Salvador Boat Show estreou na cidade em 2024, na Baía de Todos-os-Santos. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                      Mais do que um salão náutico, o Boat Show se consolida como uma plataforma de negócios para diferentes perfis. Um dos pontos levantados pela Secretária do mar de Salvador, inclusive, enfatiza a ampla gama de público qualificado que o evento movimenta, indo além do mercado de luxo e atraindo consumidores de barcos esportivos e os adeptos de modelos de compartilhamento de barcos — que, por sua vez, está em ascensão na cidade.

                                                      A compra de barcos por cotas é um negócio que vem crescendo em Salvador. Isso também fomenta o desenvolvimento da economia náutica– destacou Duda Lomanto

                                                      Essa diversificação reflete a expansão do próprio setor na cidade. Durante a abertura da 1ª edição do evento, o prefeito Bruno Reis afirmou que o salão náutico poderia servir como uma nova vitrine de negócios e possibilidades em Salvador — o que foi confirmado pelos números.

                                                      Que esse evento possa projetar nossa cidade no Brasil e no mundo, atraindo milhares de visitantes para curtir as belezas naturais daqui– declarou à época 

                                                      Embarcações no Salvador Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                      Secretaria do Mar de Salvador

                                                      A instalação da Secretaria do Mar de Salvador, em março de 2025, integrou as ações voltadas ao desenvolvimento econômico e social ligados ao mar, com o objetivo de fomentar a cultura náutica na cidade. Nesse sentido, Lomanto destacou as vantagens geográficas de Salvador, que tem na Baía de Todos-os-Santos um de seus maiores trunfos.

                                                       

                                                      Trata-se da segunda maior baía navegável do mundo, com águas seguras para navegação durante todo o ano e que permitem a passagem de embarcações tanto de dia quanto à noite (dependendo do tamanho do barco). Essa estrutura natural dá à capital baiana um diferencial competitivo na economia do mar em nível nacional e garante seu título de capital da Amazônia Azul.

                                                      Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                      A Secretaria trabalha com diferentes pastas para transformar o potencial do mar de Salvador em negócios concretos. Para isso, ela atrai investimentos e fortalece setores como turismo náutico, marinas, manutenção de embarcações e serviços especializados.

                                                      A economia do mar é um pilar dentro de toda a matriz econômica da nossa cidade– afirmou Duda Lomanto

                                                      Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                      Sendo a primeira secretaria especializada no mar de uma cidade e nos negócios que ele pode atrair, a Secretaria do Mar de Salvador tem como missão não apenas impulsionar a economia do mar, mas posicionar a cidade de forma mais ampla no cenário nacional e internacional. Afinal, a cidade tem muito mais a oferecer do que simplesmente o turismo tradicional e boas festas, como o Carnaval.


                                                      Mais sobre o Salvador Boat Show

                                                      Após uma estreia de sucesso em 2024, o Salvador Boat Show retorna consolidado como o maior salão náutico da Bahia. O evento ocorrerá na icônica Baía de Todos-os-Santos, cercada pela cultura inconfundível de Salvador e com toda a comodidade da Bahia Marina.

                                                      Salvador Boat Show, em 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                      O salão náutico oferecerá experiências únicas que vão desde test-drives de embarcações até atrações culturais. O evento promete reunir público qualificado, novidades e oportunidades de negócios para o setor, movimentando o coração náutico do Nordeste.

                                                       

                                                      O Salvador Boat Show 2025 tem o Ministério do Turismo/Governo Federal como patrocinador do Turismo Náutico e patrocínio da Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Especial do Mar (SEMAR) e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda (SEMDEC).

                                                       

                                                      Anote aí!

                                                      Quando: De 30 de outubro a 2 de novembro de 2025
                                                      OndeBahia Marina (Av. Lafayete Coutinho, 1010, bairro do Comércio, Salvador-BA)
                                                      Horário
                                                      : 30 e 31 de outubro e 1º de novembro, das 14h às 21h; e no dia 2, das 14h às 20h.
                                                      Mais informações: site do evento
                                                      Ingressos: site oficial de vendas

                                                       

                                                      Náutica Responde

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                                                        Underwater Awards Australasia 2025 premiou imagens de momentos raros, engraçados ou simplesmente belos da vida marinha

                                                        Por: Nicole Leslie -
                                                        16/10/2025

                                                        Um espetáculo subaquático ganhou forma por meio das lentes de fotógrafos do mundo inteiro. A 2ª edição do Underwater Awards Australasia, finalizada no último dia 6, revelou imagens impressionantes feitas na região da Australásia — que inclui Austrália, Nova Zelândia e Papua-Nova Guiné — e premiou registros em nove categorias diferentes.

                                                        Mais do que um concurso, o evento celebra a beleza e a diversidade dos oceanos, reunindo cliques que capturam momentos raros, engraçados ou simplesmente belos da vida marinha com precisão técnica e impacto visual. Os vencedores receberam prêmios que, somados, ultrapassam 70 mil dólares australianos em viagens de mergulho e equipamentos de fotografia subaquática, além do próprio reconhecimento.

                                                         

                                                        As imagens foram divididas em nove categorias: Águas Internacionais, Tubarões, Conservação, Sydney, Austrália, Portfólio, Smartphone/Câmera de Ação, Tough TG e Reels Showcase. Embora apenas alguns nomes tenham brilhado nos pódios, a organização fez questão de parabenizar publicamente todos os participantes pelo nível altíssimo das obras apresentadas.

                                                        O grande vencedor

                                                        O destaque da edição ficou por conta do fotógrafo norte-americano James Ferrara, que levou o título de “Melhor do Show” com a imagem Wide Open (“Bem aberto”, em português), registrada na Antártica.

                                                        Ouro: “Wide Open”. Foto: James Ferrara / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação

                                                        O clique mostra um animal com a boca escancarada em um enquadramento preciso, unindo técnica e força estética — o que conquistou o júri. Como prêmio, Ferrara ganhou uma semana de expedição a bordo do novo navio de exploração Ocean Souls Explorer, uma das recompensas mais cobiçadas do concurso.

                                                        Diferentes ângulos e histórias

                                                        Nas outras oito categorias, os primeiros colocados registraram animais em cenários únicos, com cores intensas, ângulos criativos e narrativas visuais que transportam para o fundo do mar com encanto e curiosidade. Os pódios foram formados pelas três melhores fotos de cada categoria, com direito a menções honrosas do júri em casos que não entraram no “Top 3” por pouco.

                                                        Confira os melhores cliques do concurso

                                                        Tubarões

                                                        Ouro: “Sunbather in the Shallows”. Foto: Vadim Belakhov / Underwater Awards Australasia 2025/ Divulgação
                                                        Prata: “Oceanic Whitetip/Parata”. Foto: Sina Ritter / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação
                                                        Bronze: “The Shy Hunter”. Foto: Megan Shea-Graff / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação

                                                        Conservação

                                                        Ouro: “Crocodile and Plastic Bottle”. Foto: Neil Vincent / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação
                                                        Prata: “Hope”. Foto: Angelina Pilarinos / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação
                                                        Bronze: “Unnatural Raft”. Foto: PJ Aristorenas / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação

                                                        Sydney

                                                        Ouro: “The Conductor”. Foto: Talia Greis / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação
                                                        Prata: “The Exchange”. Foto: Daniel Sly / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação
                                                        Bronze: “Tiny Cleaner”. Foto: William Gladstone / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação

                                                        Austrália

                                                        Ouro: “Minke Elegance”. Foto: Marcia Riederer / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação
                                                        Prata: “Entourage”. Foto: Laura Gourgas / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação
                                                        Bronze: “Freshwater Life”. Foto: Andrew Watson / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação

                                                        Águas internacionais

                                                        Ouro: “Wide Open”. Foto: James Ferrara / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação
                                                        Prata: “Japanese Jellyfish”. Foto: Luc Rooman / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação
                                                        Bronze: “Emerald Sanctuary”. Foto: Maryline Renault / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação

                                                        Smartphone/Câmera de ação

                                                        Ouro: “Green Turtle Stack”. Foto: Luciano Morales Corinaldesi / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação
                                                        Prata: “Shaun the Sheep”. Foto: Sean Elliott / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação
                                                        Bronze: “Say Cheese”. Foto: Marco Luciani / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação

                                                        Tough TG

                                                        Ouro: “Mosely’s Glistening Brood”. Foto: Imogen Manins / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação
                                                        Prata: “Emergence”. Foto: Emma Brown / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação
                                                        Bronze: “Slow and Steady Wins the Race”. Foto: Marco Luciani / Underwater Awards Australasia 2025 / Divulgação

                                                        Reels Showcase

                                                         

                                                         

                                                        Portfólio

                                                        A categoria Portfólio avaliou séries fotográficas de artistas, premiando trabalhos em ouro, prata e bronze, além de menções honrosas. Os cliques podem ser conferidos no site oficial da organização, assim como os vencedores das demais categorias.

                                                         

                                                        Mais do que premiar talentos individuais, o Underwater Awards Australasia se consolida como uma vitrine global para a fotografia subaquática. Cada imagem convida a um mergulho diferente em histórias das águas salgadas, seja na superfície ou nas profundezas.

                                                         

                                                        Náutica Responde

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                                                          Por: Nicole Leslie -

                                                          A Azov Yachts apresentou sua última novidade ao mercado em setembro, durante o São Paulo Boat Show 2025. Agora, a nova Z290 Cabinada ganhará as águas da Bahia Marina ao ser exibida no Salvador Boat Show 2025, dividindo espaço com outras três lanchas já consolidadas no portfólio da marca.

                                                          Para a 2ª edição do salão náutico baiano, a Azov escolheu embarcações que vão dos 26 aos 48 pés: Z260 Open, Z290 Cabinada, Z380 Cabinada e Z480 HT. As escolhas, além de atenderem a diferentes perfis, refletem fases distintas do estaleiro, unindo modelos já conhecidos no mercado com novidades lançadas mais recentemente.

                                                          Nova Azov Z290 Cabinada, no São Paulo Boat Show 2025. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                          O grande destaque é a nova Z290 Cabinada, lançada em setembro. Com 9 metros de comprimento e 3,11 metros de boca (largura), apresenta uma área de popa espaçosa mesmo com o motor instalado. Um diferencial inteligente é uma espécie de “avanço” que antecede o espaço ocupado pelo chamado “berço” do equipamento.

                                                          Área de popa da nova Z290 Cabinada. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica

                                                          Esse complemento é ajustável e pode ser levantado quando for necessário mexer no motor. Assim, o aproveitamento da área — uma das mais valorizadas pelo público brasileiro — é otimizado sem comprometer a funcionalidade.

                                                          Teste-Azov-Z260-Open
                                                          Azov Z260 Open. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                          A novidade será exibida ao lado de outras três lanchas da Azov. A Z260 Open, menor da linha, é considerada pelo estaleiro a embarcação mais completa da categoria, com destaque para a navegabilidade e o acabamento. O modelo foi testado por NÁUTICA.

                                                          Azov Z380 Cabinada. Foto: Candy Films / Divulgação

                                                          A Z380 Cabinada foi apresentada ao mercado em 2024 como uma evolução da Z380 Open, oferecendo a possibilidade de pernoitar no barco de 12,15 metros de comprimento. Já a Z480 HT, maior modelo do estaleiro e também testado por NÁUTICA, tem 15,30 metros de comprimento, 3,98 metros de boca e capacidade para 20 passageiros durante o dia, com acomodação para até cinco no pernoite.

                                                          Azov Z480 HT. Foto: Candy Films/ Divulgação

                                                          Quem visitar o Salvador Boat Show 2025 poderá conhecer de perto cada uma das embarcações e agendar test-drives diretamente com a marca. O evento movimentará a Bahia Marina de 30 de outubro a 2 de novembro.


                                                          Salvador Boat Show 2025

                                                          Após uma estreia de sucesso em 2024, o Salvador Boat Show retorna consolidado como o maior salão náutico da Bahia. O evento ocorrerá na icônica Baía de Todos-os-Santos, cercada pela cultura inconfundível de Salvador e com toda a comodidade da Bahia Marina.

                                                          Salvador Boat Show, em 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                          O salão náutico oferecerá experiências únicas que vão desde test-drives de embarcações até atrações culturais. O evento promete reunir público qualificado, novidades e oportunidades de negócios para o setor, movimentando o coração náutico do Nordeste.

                                                           

                                                          O Salvador Boat Show 2025 tem o Ministério do Turismo/Governo Federal como patrocinador do Turismo Náutico e patrocínio da Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Especial do Mar (SEMAR) e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda (SEMDEC).

                                                           

                                                          Anote aí!

                                                          Quando: De 30 de outubro a 2 de novembro de 2025
                                                          OndeBahia Marina (Av. Lafayete Coutinho, 1010, bairro do Comércio, Salvador-BA)
                                                          Horário
                                                          : 30 e 31 de outubro e 1º de novembro, das 14h às 21h; e no dia 2, das 14h às 20h.
                                                          Mais informações: site do evento
                                                          Ingressos: site oficial de vendas

                                                           

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                            Por: Nicole Leslie -

                                                            Entre 2022 e 2024, a malha hidroviária economicamente navegável no Brasil cresceu 279 km, consolidando uma rede com mais de 20,4 mil km de rios e canais aptos a transportar cargas e pessoas. O balanço foi divulgado na última sexta-feira (10) pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e reflete a estratégia do governo de ampliar o uso das hidrovias como alternativa aos transportes rodoviário e ferroviário.

                                                            Os dados fazem parte do Estudo de Vias Aquaviárias Interiores Economicamente Navegáveis (VEN), elaborado a cada dois anos pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O levantamento aponta um aumento de 1,39% da extensão navegável desde 2022 — um avanço que reforça o potencial logístico e ambiental do modal hidroviário no país.

                                                            Hidrovia do Paraguai tem cerca de 600 km em território brasileiro utilizados para transporte hidroviário. Foto: MPor / Divulgação

                                                            Segundo o Plano Nacional de Viação (PNV), a malha hidroviária economicamente navegável pode chegar a 41,7 mil km no Brasil. Ou seja, o número atual representa pouco menos da metade desse potencial, indicando que ainda há muito espaço para expansão.


                                                            A região Norte liderou o crescimento no período, com aumento de 3,56% da malha navegável destinada ao transporte de cargas e passageiros. Os números reforçam a importância de rios amazônicos como eixos logísticos estratégicos.

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                                                            O transporte hidroviário vem ganhando espaço na agenda econômica por combinar menor custo logístico com ganhos ambientais expressivos. De acordo com o MPor, esse modal emite até cinco vezes menos poluentes do que o transporte rodoviário e 1,5 vez menos carbono do que o ferroviário, sendo considerado uma das alternativas mais limpas da matriz nacional.

                                                            Rio São Francisco. Foto: Cleferson Comarela, via MPor / Divulgação

                                                            Os investimentos em infraestrutura hidroviária são fundamentais para tornar o transporte mais eficiente, reduzir custos logísticos e ampliar a competitividade, fortalecendo toda a cadeia econômica e produtiva do país– destacou Silvio Costa Filho, Ministro de Portos e Aeroportos

                                                            Com essa visão, o governo federal prevê cerca de R$ 30 bilhões em investimentos no setor portuário e hidroviário entre 2023 e 2026, por meio de concessões e parcerias com a iniciativa privada. A expectativa é de que, com a expansão da malha e dos terminais, a movimentação de cargas pelas hidrovias alcance entre 25 e 30 milhões de toneladas anuais até 2030.

                                                             

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