Conheça o projeto de barco portátil que pode ser transportado em mochilas

O GoBoat 2.0 é um pequeno barco elétrico que poder ser carregado para qualquer lugar

31/05/2023

Barcos são projetos grandes, muitas vezes de tamanhos extraordinários. Por isso, não é à toa que chame atenção quando um projeto anuncia um barco que cabe em mochila. A novidade portátil leva o nome de GoBoat 2.0 e é uma mistura de barco elétrico, prancha de stand-up e moto aquática.

De acordo com a fabricante, o barco portátil pode navegar tanto em água doce quanto em salgada, já que ele tem um sistema anticorrosivo que protege o casco.

Barco que cabe em mochila pesa 26 quilos

A AirCore — dona da GoBoat — projetou o barco que cabe em mochila com um material que permite o esvaziamento completo do modelo. Dessa forma, quando não está inflado, ele pode caber em uma mochila grande ou no porta-malas de um sedã.

Com 26 quilos, a embarcação tem navegação aprimorada devido ao seu formato compacto e redondo, afirma a empresa, que promete estabilidade e segurança. Outro diferencial do barco que cabe em mochila é que o inflável tem três câmaras de ar.

O barco portátil tem um motor elétrico de pesca instalado. Com 12V, ele tem velocidade máxima de quatro nós. Este motor está localizado na proa dos modelos.

 

Já a bateria usada pela marca é de lítio, pois oferece maior capacidade de carregamento e vida útil do produto. Além disso, a pequena embarcação oferece cinco velocidades de locomoção e mais duas para dar ré.

Quanto custa o barco que cabe em mochila?

Este modelo é oferecido em diferentes versões e tamanhos. A versão tradicional tem 1,8 m de diâmetro, enquanto o mini tem diâmetro de 1,4 metro — é indicado para crianças ou adultos pequenos.

O GoBoat 2.0 custa a partir de US$ 478 (cerca de R$ 2,4 mil) para a versão mini, enquanto o tamanho convencional tem preços entre US$ 753 e US$ 822 (R$ 3,7 mil e R$ 4,1 mil, respectivamente). Vale ressaltar que os barcos acompanham os motores, mas as baterias são vendidas à parte. Todos os valores mencionados acima foram convertidos para o real em maio de 2023.

 

Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

 

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    Neymar Jr. é a mais nova celebridade a render-se ao mundo (e lucros) do cruzeiro próprio. O jogador anunciou na última segunda-feira (29) o projeto “Ney em Alto Mar”. O cruzeiro temático do Neymar navegará pelo litoral brasileiro entre os dias 26 e 29 de dezembro, justamente no período das férias de verão.

    O passeio que tem Neymar como tema será realizado a bordo do navio MSC Preziosa. Assim como o jogador, famosos como Xuxa e o rei Roberto Carlos também promoveram cruzeiros temáticos, reunindo milhares de fãs.

    O craque divulgou em suas redes sociais que também estará presente no cruzeiro que leva seu nome. Segundo a página oficial do cruzeiro temático do Neymar, a embarcação parte e chega do porto de Santos — cidade onde ele iniciou sua carreira –, no litoral sul de São Paulo.

     

    Já há a confirmação de uma parada do cruzeiro temático do Neymar em Búzios, cidade que abriga belas praias no Rio de Janeiro. Entretanto, o itinerário completo da viagem ainda não foi divulgado.

    Ainda de acordo com o site oficial, esse projeto proporcionará “três dias e três noites de muita ousadia e alegria”. Os passageiros também vão contar com atrações e shows — os nomes das atrações ainda não foram revelados.


    Quanto custa o cruzeiro temático do Neymar?

    Atualmente, a opção mais barata para navegar no cruzeiro temático do Neymar sai a R$ 5.160 por pessoa em cabine interna sem janela, no quarto quádruplo. O preço mais caro é na opção de cabine externa com varanda, onde o quarto duplo custa R$ 14.520 por pessoa.

    Vale ressaltar que estes valores estão anunciados como “lote 1”, o que leva a crer que sofrerão reajustes conforme a lotação do navio.

    Em todos os pacotes do cruzeiro temático do Neymar estão inclusos o seguro viagem, refeições (café da manhã, almoço, café da tarde, jantar e buffet da madrugada), serviço 24 horas, acomodação na cabine e espetáculos no teatro.

     

    São pagos à parte, entretanto, bebidas (alcoólicas ou não), sauna e alguns espaços de lazer, como o cinema 4D, simulador de F1 e a pista de boliche.

    Conheça o navio do cruzeiro temático do Neymar

    O cruzeiro “Ney em Alto Mar” vai acontecer no navio MSC Preziosa. A embarcação tem mais de 330 metros de comprimento conta com 18 deques — 14 deles disponíveis aos passageiros.

     

    O navio oferece diversas opções de entretenimento e lazer aos seus passageiros, entre elas, quatro piscinas e um toboágua com 120 metros de comprimento, com uma curva que se projeta por cima do mar. Há ainda áreas dedicadas à diversão dos pequenos espalhadas pelo navio.

    Já os adultos podem se divertir nas baladas, bares e restaurantes. Além disso, ainda há um cinema 4D, pista de boliche, sala de cassino e até um simulador de fórmula 1. Quem gosta de relaxar ao máximo, pode desfrutar do MSC Aurea Spa ou então curtir uma apresentação no Platinum Theatre.

    A embarcação onde será feito o cruzeiro temático do Neymar possui capacidade total para 4.345 passageiros e mais 1.390 tripulantes. Porém, o site oficial do “Ney em Alto Mar” não divulgou o número de passageiros que o evento receberá.

     

    Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

     

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      Museu flutuante em forma de estrela será nova atração na China

      Local será destinado a conteúdos que abrangem o universo da ficção científica e deve abrir ainda em 2023

      Quem assistiu aos jogos da Copa do Catar certamente se lembra de estádios com arquiteturas inusitadas e futuristas. Pois bem, a Zaha Hadid Architects, responsável pelo design do Estádio Al Janoub, será também a cabeça por trás do museu flutuante em forma de estrela na China.

      A empresa já é conhecida por esse tipo de edifício, com formatos mais “radicais”. O museu, que levará em seu interior conteúdos sobre ficção científica, terá estrutura digna de ter saído de um filme do gênero, fazendo jus ao seu nome: Museu de Ficção Científica de Chengdu.

      Com mais de 59 mil metros quadrados, o museu flutuante em forma de estrela vai reunir objetos, obras, livros e filmes sobre ficção científica, além de receber conferências, teatros e outros eventos culturais.

       

      “Reunindo clareza programática e funcional enquanto responde às condições únicas do local, o museu parece flutuar acima da superfície do lago”, aponta a Zaha Hadid Architects.


      Apesar de chamar atenção pelo formato, o prédio será construído também para ser funcional, uma vez que será pensado na necessidade de conectar rotas de pedestres que passam pela cidade com o metrô.

      O Museu de Ficção Científica de Chengdu ainda está em obras, mas deve ficar pronto em breve, uma vez que o local deve receber a 81ª Convenção Mundial de Ficção Científica anual e o Hugo Awards (prêmio que celebra a melhor ficção científica) ainda em 2023.

       

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        Colar com dente de tubarão megalodon é encontrado nos destroços do Titanic

        Descoberta aconteceu através das mais de 700 mil fotos registradas por submersíveis no fundo do mar

        Muitos mistérios circundam o naufrágio do Titanic e, mesmo depois de tanto tempo, aguçam a curiosidade das pessoas. O mais recente deles acaba de ser revelado e envolve um colar com dente de megalodon no Titanic.

        James Cameron, no filme sobre o trágico fim do Titanic, havia feito o mundo sonhar com uma joia azul — batizada de Coração do Oceano (e que não existiu de verdade).

         

        Mas, como a realidade pode ser mais surpreendente do que a ficção, um passageiro a bordo do navio trazia um acessório ainda mais chamativo: um colar feito com pedaço de um tubarão gigante e ouro.

        Área circulada mostra a joia feita com dente de megalodon no Titanic. Foto: Arte Náutica sobre imagem Magellan

        Localizada entre os destroços do barco, a joia com dente de megalodon no Titanic foi identificada graças às mais de 700 mil fotos da embarcação registradas no fundo do mar pela empresa Magellan.

         

        Os registros, que transformaram-se em imagens em 3D do Titanic, apontam que a embarcação não foi atingida a estibordo, como se acreditava há mais de 100 anos. Agora, revelaram também a joia, da qual não se tinha nenhuma notícia desde o naufrágio do barco, 111 anos atrás.

        Entre as imagens captadas pela Magellan através de submersíveis, a equipe conseguiu avistar o colar com dente de megalodon no Titanic. A descoberta foi “surpreendente, bonita e de tirar o fôlego”, disse o CEO da Magellan, Richard Parkinson, em comunicado.

         

         

        O colar, contudo, segue no fundo do mar, uma vez que a equipe fez um acordo com autoridades dos Estados Unidos e do Reino Unido para poder filmar os destroços do Titanic, desde que não tocasse ou removesse qualquer peça. Agora, com a ajuda da inteligência artificial, o CEO da Magellan tenta determinar quem era o dono do objeto.


        A chamada IA está sendo utilizada para analisar imagens de passageiros embarcando no navio em 1912, examinando suas vestimentas e aplicando técnicas de reconhecimento facial. A ideia também é contatar familiares dos mais de dois mil passageiros que estavam a bordo do navio.

        O tubarão megalodon

        O megalodon é considerado o maior tubarão que já existiu. Acredita-se que a espécie foi extinta há cerca de 3,6 milhões de anos, sendo que os primeiros restos de megalodon conhecidos datam de mais de 20 milhões de anos.

        Foto: American Museum of Natural History / Reprodução

        Segundo o Museu de História Natural de Londres, o maior megalodon poderia medir de 15 a 18 metros de comprimento. Para nível de comparação, os maiores tubarões brancos registrados têm cerca de seis metros.

        Dente de tubarão megalodon fossilizado, à esquerda, comparado a um dente de tubarão branco moderno

        Os dentes do megalodon podem medir até 18 cm, mas o Museu de História Natural da Flórida afirma que os fósseis encontrados geralmente medem entre 7 e 13 centímetros.

         

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          Semana de Vela: Regata Vela do Amanhã terá recorde de crianças e adolescentes inscritos

          Mais de 150 jovens participarão do evento que antecede a Semana Internacional de Vela de Ilhabela

          29/05/2023

          A Regata Vela do Amanhã, que leva jovens velejadores para os dos mais importantes circuitos da modalidade no país, já tem recorde de inscritos em 2023. Serão mais de 150 crianças e adolescentes de projetos sociais na ação, que acontecerá em 22 de julho.

          O evento tem como objetivo apresentar para crianças das escolas de vela de várias cidades os barcos de oceano, além de velejar ao lado de navegadores experientes e com carreiras vitoriosas, incentivando os jovens a seguirem no esporte.

           

          A iniciativa é idealizada pelo Yacht Club de Ilhabela (YCI) com a comissão organizadora da Semana Internacional de Vela de Ilhabela (SIVI). A Regata Vela do Amanã acontece um dia antes da abertura da SIVI, principal evento náutico da América do Sul.

          Nesta edição, a Vela do Amanhã contará com participantes de Mairiporã (SP), Paraibuna (SP), Praia Grande (SP), São Vicente (SP), Guarujá (SP), Santos (SP), São Sebastião (SP), Caraguatatuba (SP), Ilhabela (SP), Ubatuba (SP), Paraty (RJ), Angra dos Reis (RJ) e São Paulo (SP).


          Semana Internacional de Vela de Ilhabela

          Celebrando sua 50ª edição, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela acontece de 23 a 29 de julho e tem início com a tradicional regata Alcatrazes por Boreste – 100 anos do Barco Atrevida – Marinha do Brasil. Neste percurso, mais de 50 milhas náuticas contornam a icônica ilha do litoral norte paulista.

          Para a edição de 2023 da SIVI, estão convidadas as classes ORC, Clássicos, C30, BRA-RGS, Bico de Broa, Multicascos, HPE25 e VPRS. São mais de 100 barcos esperados para as regatas, com provas em percursos variados ao longo dos dias.

           

          Além das competições a Semana Internacional de Vela de Ilhabela oferece também atividades culturais e sociais dentro e fora do Yacht Club de Ilhabela, como shows, exposições e palestras.

           

          Para se inscrever na 50ª Semana de Vela de Ilhabela e conferir mais informações, acesse o site oficial do evento.

           

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            Ferrari na proa de iate chama atenção no GP de Mônaco de Fórmula 1

            Embarcação de luxo tem valor de aluguel semanal que ultrapassa 1,5 milhão de reais

            Por: Redação -

            Luxo e sofisticação são coisas mais do que comuns em Mônaco, mas uma cena conseguiu superar as expectativas durante o GP de Fórmula 1. No último final de semana, um iate com uma Ferrari na proa chamou atenção no badalado circuito europeu. As máquinas eram uma clássica F40 e o superiate Quinta Essentia.

            Em meio aos carrões que disputavam cada curva das ruas de Mônaco, era impossível não ter olhos para a beleza do superesportivo vermelho que brilhava na proa do barco. A Ferrari F40 é uma edição comemorativa dos 40 anos da marca.

            Foto: Instagram @altr.trade/Reprodução

            O veículo foi produzido apenas entre os anos de 1987 e 1992, e há menos de duas mil unidades desse modelo pelo mundo.

            Foto: Instagram @altr.trade/Reprodução
            Foto: Instagram @altr.trade/Reprodução

            Já o Quinta Essentia é um superiate de 55 metros de comprimento, construído em 2016 pelo estaleiro Admiral Yachts, um dos mais famosos do planeta. Com seis cabines, a embarcação acomoda até 12 convidados, mais 13 tripulantes.


            Admiral Yachts/Divulgação
            Admiral Yachts/Divulgação
            Admiral Yachts/Divulgação

            Digno de um iate que carregou uma Ferrari em sua proa, o barco de luxo é totalmente equipado e conta com heliporto, salão de beleza, sauna, spa, piscina, beach club e uma jacuzzi na popa, onde o tripulante pode saborear uma bela taça de champanhe no deck.

            Admiral Yachts/Divulgação
            Admiral Yachts/Divulgação
            Admiral Yachts/Divulgação

            Tudo isso sem contar os inúmeros brinquedos aquáticos que fazem parte da embarcação, dentre eles, duas motos aquáticas, um esqui aquático, seabob, wakeboards e equipamentos de pesca e mergulho.

             

            Navegando confortavelmente a 15 nós, a embarcação atinge velocidade máxima de 16 nós com um alcance de até 6.500 milhas náuticas de seus tanques de combustível de 80 mil litros a 9 nós. O barco conta ainda com estabilizadores de ancoragem, que proporcionam alto nível de conforto.

            Admiral Yachts/Divulgação
            Admiral Yachts/Divulgação

            O superiate Quinta Essentia está disponível para charter e quem quiser desfrutar da embarcação de luxo por uma semana precisará desembolsar a partir de 280 mil euros, pouco mais de R$ 1,5 milhão de reais (valores convertidos em maio de 2023).

            Admiral Yachts/Divulgação
            Admiral Yachts/Divulgação

            Entre os roteiros mais procurados para o charter do superiate Quinta Essentia estão locais paradisíacos como a Riviera Francesa, Costa Amalfitana, Grécia, Croácia e Montenegro, além, é claro, de Mônaco.

            Admiral Yachts/Divulgação

            A iniciativa de levar um iate com uma Ferrari na proa para a marina de Mônaco durante a prova de Fórmula 1 foi de uma empresa de criptomoedas chamada Altr, que divulgou o feito nas redes sociais.

            @vincenzolandino

            A Ferrari F40 on a yacht 🛥️ Monaco hits different. This is an activation by Altr Trade, which offers collectors a way to purchase rare and fine collectibles either in full or as a fraction. #MonacoGP #F1 #formula1 #formulauno #luxurylife #essereferrari #f40 #yachts #billionaire

            ♬ MONACO – Bad Bunny

             

            De acordo o site da empresa, a Altr representa uma “porta de entrada para o mundo dos colecionáveis ​​de luxo, oferecendo aos colecionadores uma maneira fácil de comprar colecionáveis ​​raros e finos na íntegra ou em fração usando USDt Stablecoin.”

            Foto: Instagram @altr.trade/Reprodução
            Foto: Instagram @altr.trade/Reprodução
            Foto: Instagram @altr.trade/Reprodução

             

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              À venda por R$ 230 milhões, conheça o megaiate sofisticado de Tommy Hilfiger

              Com 62 metros de comprimento, embarcação oferece muito luxo e brinquedos aos seus passageiros

              Criador de peças icônicas, o estilista Tommy Hilfiger colocou seu megaiate Flag para venda pela bagatela de US$ 46 milhões, cerca de R$ 227,8 milhões (valores convertidos em maio de 2023). A suntuosa embarcação possui 203 pés e exibe luxo em todos seus ângulos, desde a parte externa até dentro dos camarotes.

              Como ainda é um de seus itens, Tommy convidou o criador de conteúdo americano Enes Yilmazer para conhecer de perto o modelo. Enes ficou a bordo do megaiate de Tommy Hilfiger durante quatro dias, na região das Bahamas.

              De acordo com Tommy, depois de fretar iates por muitos anos, ele comprou uma embarcação construída por um amigo seu. Logo após, o estilista trocou o nome do modelo de Faith para Flag — como uma homenagem à marca criada por ele.


              O logotipo da minha empresa é uma bandeira vermelha, branca e azul. E foi por causa dela (da empresa) que pude comprar o iate – Tommy Hilfiger, estilista

              O megaiate de Tommy Hilfiger foi construído pelo estaleiro holandês Feadship em 2000. Contudo, somente em 2017 é que o estilista passou a ser dono da embarcação de quatro deques e mais de sete camarotes para convidados.

              Megaiate de Tommy Hilfiger tem muito lazer embarcado

              Com camarotes para 18 hóspedes, o barco oferece reúne opções de lazer, como a piscina e espreguiçadeiras na proa. Já a popa tem uma churrasqueira ao ar livre e um solário. Quem gosta de se exercitar pode usufruir ainda de uma academia completa no convés.

              O megaiate do Tommy Hilfiger conta com muitas opções de diversão na água. Caiaques, toboágua, trampolim, pranchas de wakeboard, equipamentos de mergulho, por exemplo, poderão ser usados pelo novo proprietário.

              A embarcação tem dois motores movidos a diesel da Caterpillar de 2 mil hp cada. Dessa forma, tem velocidade máxima de 16 nós.

               

              O modelo, por enquanto, segue disponível para charter. No verão do Hemisfério Norte, você pode curtir uma semana pelo Mar Mediterrâneo por até US$ 444 mil — aproximadamente R$ 2,1 milhões. Já no inverno do Hemisfério Norte, o roteiro é pelo Caribe e o charter semanal custa US$ 476 mil — ou R$ 2,3 milhões (valores convertidos em maio de 2023).

               

              Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

               

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                Pesquisadores australianos criam mapa completo e acessível do fundo do mar

                O Seamap reúne informações sobre os habitats marinhos da região da Austrália e até o público leigo pode acessar

                28/05/2023

                Para identificar melhor o que as profundezas dos oceanos abrigam, cientistas estão trabalhando em um mapa completo do fundo do mar. A iniciativa é dos analistas do Instituto de Estudos Marinhos e Antárticos da Austrália.

                Esse mapa em escala continental já está disponível online e possibilita que os estudiosos tenham acesso às mais variadas coleções de dados dos ecossistemas do fundo do mar.

                 

                A ferramenta já apresenta informações detalhadas do oceano australiano, embora traga dados mais gerais de todas as regiões do planeta.

                Reprodução: Rick Stuart- Smith/ Reef Life Survey/ Divulgação

                O mapa do fundo do mar recebeu o nome de Seamap e também pode ser usado para descobrir quais ecossistemas marinhos estão vulneráveis a pragas marinhas. Além disso, ele pode fazer novas descobertas importantes sobre a vida marinha.

                Ele reúne fluxos de dados de pesquisas nacionais de toda a Austrália. Por meio de um único mapeamento, podemos interagir e entender essas informações – Emma Flukes, líder técnica do Seamap

                Outra vantagem do mapa do fundo do mar é a capacidade de avaliar quais são os impactos ambientais na região, caso haja alguma fonte de petróleo ou gás em funcionamento. Flukes ainda pontua que o Seamap foi a primeira ferramenta que conseguiu reunir todos os dados acerca dos habitats marinhos do país.

                Reprodução: Antonia Cooper/ Reef Life Survey/ Divulgação

                Mapa do fundo do mar é acessível para estudiosos e para o público

                Nós examinamos diversos portais e ferramentas de software diferentes para conseguir obter mais recursos. Mas, não conseguimos descobrir nada que funcionasse nessa escala – Emma Flukes

                Reprodução: Rick Stuart-Smith/ Reef Life Survey/ Divulgação

                Segundo a cientista, graças ao mapa do fundo do mar, os pesquisadores conseguem saber mais rapidamente se determinada área já foi objeto de pesquisa ou não — e tudo isso de uma forma mais rápida.

                 

                 

                Um dos objetivos dessa ferramenta, além de reunir as informações sobre a vida marinha, é conseguir disponibilizá-las de uma forma acessível. Desse modo, não somente especialistas no tema, como também os curiosos podem fazer todas suas pesquisas. A ferramenta já está disponível no site do instituto.

                 

                Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                 

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                  Feita à mão e minimalista: veja como é a casa flutuante Koroc V

                  São 28 pés muito bem aproveitados nesta embarcação que também é uma casa compacta e ecológica

                  27/05/2023

                  Originalmente projetada e feita à mão por Richard Daigneault, a casa flutuante minimalista Koroc V (Holiday Series) é uma maneira compacta e minimalista de navegar. Apesar de medir apenas 28 pés de comprimento e 8,5 de largura, a embarcação é uma verdadeira casa sobre as águas.

                  A pequena moradia flutuante foi feita por uma empresa com sede no Quebec, chamada Daigno. Compacta, mas preocupada com o conforto, a embarcação foi construída sobre uma estrutura de alumínio com base de compensado e revestida por uma membrana especial para impermeabilização.

                  Essa embarcação navega sobre três pontões de alumínio de grau marítimo, cada um com 25 polegadas de diâmetro, feito com vigas de cedro branco de origem sustentável e madeira compensada forte. O cedro branco é um material leve que ajuda a manter o peso baixo.

                   

                  A casa flutuante minimalista possui ainda telhado de metal, janelas e portas de alumínio e um motor de 140 cavalos de potência.


                  Dividida em duas partes quase idênticas em tamanho, a casa flutuante Koroc V proporciona um ambiente confortável dentro de um espaço compacto. De um lado, possui um posto de comando, enquanto do outro, uma pequena sala de jantar com duas cadeiras giratórias com apoio para os pés.

                  Dois sofás grandes e confortáveis ​estão virados um para o outro, criando uma área de descanso. Um grande bimini cobre quase todo o convés para garantir sombra aos tripulantes.

                   

                  A varanda na proa, contudo, é o principal destaque da casa flutuante minimalista. Equipado com móveis à prova d’água, a área tem ainda uma cabine e uma rede que paira sobre as águas.

                  As portas deslizantes do pátio levam para dentro da cabine, em que outro ponto chama atenção: o trabalho em madeira feito à mão dentro da casa flutuante minimalista.

                   

                  Apesar do tamanho pequeno, o interior apresenta um conjunto de comodidades, incluindo cozinha, mesa de jantar e uma segunda mesa com bancos ​​que se convertem em um espaço para dormir. Há também um banheiro com vaso sanitário de compostagem Nature’s Head, chuveiro e pia.

                  Dentre as regalias da casa flutuante minimalista, ressaltam-se ainda um painel solar de 300 W no telhado e duas baterias AGM de 6 V para eletricidade, um aquecedor de propano, uma bomba para puxar água do lago ou rio (para usar nos chuveiros) e um tanque de água doce de 56 litros.

                  Quem quiser ter a experiência de viver sobre as águas precisará desembolsar cerca de 180 mil dólares canadenses — aproximadamente R$ 660 mil (valores convertidos em maio de 2023).

                   

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                    Conheça o superiate que tem beach club de 117 m² e motorização híbrida

                    O Moonflower 72 é fruto da parceria entre o estúdio Nauta Design com o estaleiro italiano Wider

                    26/05/2023

                    Embarcações de tamanhos grandes costumam oferecer ambientes bem espaçosos, mas o superiate Moonflower 72 consegue chamar atenção mesmo entre outros gigantes. O barco conta com um beach club de nada menos que 117 m² de área.

                    Parceria do estúdio italiano Nauta Design com o estaleiro Wider, o superiate Moonflower 72 adota o conceito “The Island”, marca registrada da Nauta. Assim, a popa tem plataformas dobráveis que se estendem sobre a água, criando uma agradável área de convivência à beira d’água.

                     

                    Nas projeções reveladas pela Nauta, a embarcação esbanja sofisticação e elegância em seus 72 metros de comprimento. Ao mesmo tempo que as linhas do superiate impressionam, seus propulsores também são diferenciados.

                    A motorização híbrida é composta por dois geradores e cada um pode produzir 1.860 kW. Tem ainda um banco de baterias de níquel-sódio, que pode gerar mais 1 mW.

                     

                    De acordo com o co-fundador da Nauta Design, Mario Pedol, o superiate Moonflower 72 é capaz de equilibrar estilo e conforto, mesclando linhas simples e elegantes. Aliás, elas sempre conectam a parte interior e a exterior.

                    A expressão estilística na base do Moonflower 72 é uma marca registrada da filosofia de design do nosso estúdio – Mario Pedol, co-fundador da Nauta Design

                    Feito de aço e alumínio, o casco promete ser bem resistente. O modelo, que abriga quatro deques, está sendo construído no Superyacht Hub do estaleiro Wider, em Porto Marghera, na Itália.

                     

                    Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                     

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                      Navio-Veleiro Cisne Branco estará aberto para visitação no Porto de Santos

                      População poderá visitar embarcação neste domingo e contribuir para instituições beneficentes da Baixada Santista

                      O Navio-Veleiro Cisne Branco, ícone da Marinha do Brasil, vai receber visitas do público neste domingo (28), em Santos. A embarcação chegou à cidade nesta sexta-feira (26) e permanecerá atracada no Cais da Marinha até o dia 2 de junho.

                      A visitação gratuita ao Cisne Branco acontecerá apenas no domingo, das 8h às 16h30. A Marinha sugere a doação de fraldas descartáveis (geriátricas e infantis) e alimentos não perecíveis, que será encaminhada a instituições beneficentes da Baixada Santista.


                       

                      A parada no litoral sul paulista visa oferecer aos moradores de Santos e região a oportunidade de conhecer de perto o tradicional navio, além de buscar estimular a importância da mentalidade marítima e a preservação das tradições navais na população.

                      Conhecido como o navio que foi construído para celebrar os 500 anos do nosso país, o Cisne Branco percorreu a “Rota do Descobrimento”, de Portugal ao Brasil.

                      Construído pelo estaleiro Damen Oranjewerf, em Amsterdã, na Holanda, o Cisne Branco teve sua quilha batida em 9 de novembro de 1998, sendo batizado e lançado ao mar em 4 de agosto de 1999 e entregue em 4 de fevereiro de 2000.

                       

                      Além disso, a embarcação também representa o país em eventos nacionais e internacionais e é empregado no treinamento dos militares.

                       

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                        Designers lançam sofá flutuante para quando o nível do mar subir

                        Projeto da agência Mother faz crítica ao aquecimento global e seus efeitos na mudança climática

                        25/05/2023

                        Poderia um mero sofá ser polêmico? Criação da agência Mother, um sofá flutuante estaria preparado para o futuro do planeta, já que teria a habilidade de lidar com o aumento dos níveis do oceano, ao mesmo tempo em que acompanha um kit de sobrevivência — com drink incluído.

                        A peça, que leva o nome de Bliss (“bênção”, em tradução livre), é na verdade uma crítica ao aumento dos níveis do mar em decorrência das mudanças climáticas no mundo.

                         

                        O móvel foi apresentado durante o festival NYCxDesign ‘23, que acontece até esta quinta-feira (25) em uma galeria de arte e design na cidade de Nova York, nos Estados Unidos.

                        Como funciona o sofá flutuante Bliss

                        Quando a água atinge a marca crítica no indicador do nível do mar do Bliss, o móvel deixa de ser um sofá atraente e passa a funcionar como um bote de segurança.

                         

                        Feito à mão, o sofá é um item de segurança completo: acompanha remo, sinalizador de foguete e estroboscópio de emergência. Além disso, há um manual do usuário, protetor solar e, para completar a sátira, um kit de mixologia de martíni completo — inclusive com azeitonas.

                        Levando em consideração a sustentabilidade como parte do processo de fabricação, a estrutura do sofá Bliss foi construída com pinho recuperado de 200 anos, tecidos Sunbrella resistentes à água e projetados para alta durabilidade e uso em várias ocasiões.

                        Entenda como surgiu o sofá flutuante

                        Com as mudanças climáticas causando o derretimento das calotas polares da Terra, e colocando os humanos em perigo, a Mother resolveu chamar atenção com uma crítica em forma de sátira.

                        O time da agência resolveu então, ao invés de entrar em pânico, “sentar, relaxar e continuar sem fazer nada” no sofá flutuante Bliss. Isso porque o móvel foi projetado para boiar quando o nível do mar subir.


                        Apesar de toda a ironia, a obra de arte da marca pretende evidenciar os problemas causados pelas mudanças climáticas e mostrar o desequilíbrio — que já existe — em tempos de catástrofe, entre os que têm dinheiro e os que não têm.

                        Saiba quanto o sofá flutuante vai custar

                        Provocativa, a obra de arte está de fato à venda. E, para contribuir de forma efetiva para a causa, parte da renda obtida será destinada para a ACNUR, a agência da ONU para refugiados. Dessa forma, o Bliss vai beneficiar pessoas deslocadas no contexto das mudanças climáticas.

                         

                        O preço do sofá flutuante é de US$ 100 mil — ou pouco mais de R$ 500 mil (valores convertidos em maio de 2023).

                         

                        Segundo a própria marca explica em seu site, a Mother é uma “instituição criativa e multidisciplinar que busca melhorar o mundo, mesmo que apenas de maneiras tolas e marginais”. O site oficial da Mother tem mais detalhes sobre o Bliss. E a página da ACNUR explica o trabalho da instituição.

                         

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                          Acervo bem preservado data da dinastia Ming e conta com joias, porcelanas e até bebidas alcoólicas

                          A China revelou que um tesouro foi encontrado em navios naufragados na sua costa. O anúncio foi feito no domingo (21), pela Administração Nacional do Patrimônio Cultural da China. Segundo a entidade, as embarcações foram encontradas por arqueólogos ainda em 2022, mas somente agora a informação se tornou pública.

                          Os objetos que constituem o tesouro nos navios vão desde joias e porcelanas até bebidas alcoólicas. Segundo especialistas, as relíquias estão bem conservadas e possuem “alto valor histórico, científico e artístico”.

                           

                          Encontrados a noroeste do Mar da China — a quase 2 metros de profundidade –, os navios datam da época da dinastia Ming, período que durou mais de 270 anos, de 1368 a 1644. A dinastia Ming governou a China depois da queda da dinastia Mongol dos Iuã, que acabou com o período caótico iniciado por Sima Yan, em 263.


                          “É um avanço para o estudo da história da China no desenvolvimento marinho, porcelana, comércio global e a Rota Marítima da Seda”, disseram as autoridades locais ao jornal South China Morning Post.

                           

                          Segundo informaram funcionários do governo chinês, um dos navios continha mais de 100 mil itens em uma área de 10 mil metros quadrados. Já o segundo barco, a 20 km de distância do primeiro, estava recheado de troncos de madeira processados e uma pequena coleção de cerâmicas, que poderiam estar a caminho da China antes de naufragar.

                           

                           

                          A descoberta revelou fatos sobre a rota do Mar da China e, a partir da identificação dos objetos encontrados, especialistas acreditam que o primeiro navio fez parte do reinado do imperador Zhengde, enquanto o segundo seria da época do imperador Hongzhi, ambos da dinastia Ming.

                           

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                            24/05/2023

                            Que tal conhecer os canais da metrópole mais populosa do mundo a bordo de um ônibus aquático que parece ter saído diretamente de um filme do James Bond? Ou então, quem sabe, dentro de uma embarcação brilhante e colorida?

                            O Rio Sumida, na capital do Japão, se ramifica a partir do rio Arakawa, em Iwabuchi, e deságua na Baía de Tóquio. É nele que os visitantes podem escolher turistar nos barcos futuristas Hotaluna e Himiko ou em embarcações coloridas e tradicionais.

                            Foto: Organização Nacional de Turismo do Japão / Reprodução

                            Independentemente da escolha, os ônibus aquáticos são a melhor maneira de passear por Tóquio. Por meio deles, é possível ir de um destino a outro de uma forma diferente, contemplando uma visão panorâmica de vários pontos turísticos.


                            Navegando nos ônibus aquáticos japoneses, é possível ir de Asakusa — o bairro com atmosfera de Tóquio antiga –, até os Jardins Hamarikyu, aberto ao público em 1946. A região de Odaiba, conhecida por ser uma moderna área de compras, também entra no percurso.

                            Asakusa, bairro do município de Taito, em Tóquio

                            Os passeios são divididos em várias linhas, com roteiros e durações diferentes. O trajeto mais rápido fica na Linha Rio Sumidagawa. Por lá, os ônibus aquáticos saem de Asakusa com intervalos de 30 minutos e param em Hamarikyu e Píer Hinode, antes de voltarem para o ponto inicial. A estimativa é que uma viagem completa, de ida e volta, leve em torno de 1h20.

                             

                            O trajeto mais longo, por sua vez, fica na Linha Tokyo Mizube. Nessa opção, é possível apreciar as pontes de Tóquio em uma viagem completa de até 2h30. Contudo, existe a opção de desembarcar em qualquer uma das paradas, como Ryogoku ou o Parque à beira-mar de Odaiba.

                            Foto: Hotaluna / Divulgação

                            Para navegar a bordo do futurístico Hotaluna, o interessado deve embarcar na linha que leva o nome do barco e ir de Asakusa até Odaiba. O cruzeiro, que conecta Asakusa ao Píer Hinode e ao Parque à beira-mar de Odaiba, parte a cada duas horas. Uma viagem (só de ida) leva em torno de 1 hora.

                             

                            A última opção é a Linha Odaiba, que conecta o Píer Hinode ao Parque à beira-mar de Odaiba, com partidas a cada 45 minutos.

                             

                            Seja em uma embarcação futurística ou mais tradicional, a certeza é que navegar em ônibus aquáticos é mais uma parada obrigatória ao viajar para Tóquio.

                             

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                              Itajaí tem passeios incríveis para quem visita a região. Conheça os principais destaques

                              Com cenários de tirar o fôlego e diversas atrações turísticas em Itajaí, a cidade do litoral de Santa Catarina é muito conhecida por sua forte influência no setor náutico. Mas Itajaí guarda muito mais tesouros para quem a visita.

                              Em uma região rodeada de belas praias, Itajaí fica perto da badalada Balneário Camboriú — a apenas 19km –, mas é mais calma e oferece o mesmo nível de infraestrutura para turismo. Da mesma forma, outras cidades ali do lado atraem os turistas para esticadas a partir de Itajaí.

                              Secretaria de Turismo e Eventos de Itajaí/Divulgação

                              De parque de diversões a museus, passando até por “barcos piratas”, há atrações turísticas em Itajaí para todo perfil de público. Confira, abaixo, alguns lugares imperdíveis para você visitar na região.

                              9 atrações turísticas de Itajaí e região

                              Marejada

                              Realizada sempre no mês de outubro, a festa do pescado reúne famílias inteiras. A estrutura conta com parque de diversões, diversas opções gastronômicas, bares e muita cerveja artesanal.

                              Reprodução: Secretaria Municipal de Turismo e Eventos/ SETEC/ Prefeitura do Município de Itajaí/ Divulgação

                              Além disso, há uma programação recheada de shows de artistas regionais neste evento de entrada gratuita.

                              Parque Beto Carrero World

                              O maior parque temático da América Latina fica pertinho de Itajaí, na cidade de Penha, a 25 km de distância. No seu gigantesco complexo, o parque tem atrações para toda a família. Suas montanhas-russas atraem o público mais radical e oferecem muita adrenalina.

                              Reprodução: Instagram @betocarrero

                              As crianças menores têm diversão garantida em brinquedos como o carrossel veneziano e a ferrovia Dino-Magic, por exemplo. Há ainda atrações com água, com destaque para o Madagascar Crazy River Adventure, e uma apresentação de carros e motos no Hot Wheels Epic Show.

                              Divulgação

                              Museu Histórico de Itajaí

                              O Museu Histórico de Itajaí conta a história da cidade. Seu acervo tem mais de 16 mil peças, com objetos de uso cotidiano, que englobam desde rádios até uniformes de militares, exibidos em exposições temáticas.

                              Secretaria de Turismo e Eventos de Itajaí/Divulgação

                              O museu fica dentro do Palácio Marcos Konder, um imóvel construído em 1925 e que impressiona por sua arquitetura imponente. Essa atração turística em Itajaí oferece entrada franca e está localizada em uma praça na região central da cidade.

                              Roda gigante de Balneário Camboriú

                              Entre as principais atrações turísticas de Itajaí e região, não pode ficar de fora a Roda Gigante Big Wheel, em Balneário Camboriú. Com 65 metros de altura, a estrutura permite uma visão de tirar o fôlego. Fica no Complexo do pontal Norte e tem em sua base áreas de convivência e alimentação.

                              Reprodução: Instagram @fgbigwheel

                              Mercado Público de Itajaí

                              Outra atração turística em Itajaí é o centenário Mercado Público. Inaugurado em 1917, o espaço — que já sofreu com um grande incêndio — hoje é reconhecido como um dos patrimônios públicos da cidade, devido à sua importância artística e cultural.

                              Reprodução: Visite Itajaí/ Divulgação

                              É neste mercado que os turistas podem encontrar desde artesanatos locais, até saborear a culinária local ao ar livre. Além disso, é muito frequentado por quem faz os happy hours nos fins de tarde. Aqui também acontecem confraternizações de carnaval, apresentações de teatro, shows e festivais de música.

                              Parque Unipraias

                              Em Balneário Camboriú, o bondinho do Parque Unipraias é um passeio de sucesso e tem atrações para a família inteira. No topo do morro está a estação do bondinho e lá existem quiosques, trilhas, trenó e até uma tirolesa — que leva à praia das Laranjeiras.

                              Divulgação

                              Oceanic Aquarium

                              Boa opção para dias de chuva, por ser um passeio indoor, o Oceanic Aquarium é uma das mais recentes atrações de Balneário Camboriú.

                              Reprodução: Grupo Oceanic Aquarium/ Divulgação

                              Tem 25 tanques, que reproduzem fielmente os mais diversos ambientes. Diariamente, turistas podem observar mais de 250 espécies — tanto de água doce quanto salgada.

                              Barco Pirata

                              Para quem gosta de aventuras no mar, uma opção de lazer é o Barco Pirata, em Balneário Camboriú. O passeio conta com música, show dos piratas e muita animação, fazendo a alegria da criançada. Durante a navegação, o barco faz o contorno da Ilha das Cabras e tem uma parada na praia das Laranjeiras.

                              Reprodução: Instagram @barcopiratabc

                              Marina Itajaí Boat Show 2023

                              Reconhecida nacionalmente como pólo náutico, a cidade vai ganhar, a partir deste ano, um evento náutico nos moldes dos mais importantes salões europeus. O Marina Itajaí Boat Show 2023 acontece de 6 a 9 de julho e já entra para o calendário de atrações turísticas de Itajaí.

                              O evento reúne lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família.

                              Anote aí!

                              MARINA ITAJAÍ BOAT SHOW 2023
                              Quando: De 6 a 9 de julho de 2023
                              Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                              Horário: Das 14h às 21h em dias de semana e das 11h às 21h aos finais de semana
                              Mais informaçõeswww.marinaitajaiboatshow.com.br

                               

                              Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                               

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                                Inspirada em polvos e lulas, cientistas criaram tinta que muda de cor

                                Pesquisadores da China utilizaram mecanismo de camuflagem inspirado nos animais para criar material

                                Observando a capacidade de camuflagem em espécies cefalópodes, cientistas chineses conseguiram criar tinta ativada pela luz, que muda de cor conforme a necessidade. O artigo científico da invenção inusitada foi publicado na revista Nature este mês.

                                Os cromatóforos, presentes em animais como polvos e lulas, são responsáveis pela capacidade que algumas espécies têm de mudar de cor, seja para se proteger ou para atacar uma presa.

                                Essas células são compostas por sacos de pigmento que podem se expandir ou contrair, e as combinações de quais pigmentos coloridos são visíveis ou ocultos a qualquer momento concedem à pele do animal uma cor ou padrão específico.

                                 

                                Foi através do entendimento desse mecanismo que pesquisadores de três universidades da China desenvolveram a tinta que muda de cor.


                                Entenda como a tinta que muda de cor funciona

                                Ciano, magenta e amarelo são cores reconhecidas por serem as principais em alguns sistemas de impressão, uma vez que, por meio de combinações variadas, elas são capazes de reproduzir outras cores.

                                 

                                A tinta, por sua vez, contém microesferas feitas de dióxido de titânio tingidas dessas cores. Essas microesferas sobem ou afundam em resposta a diferentes comprimentos de onda de luz, fazendo com que a tinta assuma uma cor específica sob demanda.

                                 

                                O dióxido de titânio é o responsável por criar um processo químico que transfere elétrons de uma molécula, átomo ou íon para outro reagente, conhecido como redox. Esse processo é feito em resposta à luz que lança as microesferas em diferentes direções, e é aí que está o segredo da tinta que muda de cor.

                                 

                                Para entender o processo na prática: a luz verde, por exemplo, sobe e leva as microesferas amarelas e ciano para a superfície para tornar a tinta verde, enquanto as magentas vão para o fundo.

                                 

                                Através de testes, a equipe demonstrou que o sistema era capaz de reproduzir uma série de imagens que eram projetadas nas superfícies.

                                 

                                Agora, os pesquisadores querem aprimorar o produto, começando por entender como esse mesmo mecanismo funciona à luz do dia ou do ambiente, ajustes relacionados à reprodução das cores e do brilho e velocidade da alteração, que no momento ainda é lenta.

                                 

                                Uma vez que o produto atingir sucesso completo, a tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores da China poderá ser útil para novos tipos de telas, dispositivos de tinta eletrônica e até camuflagem óptica ativa.

                                 

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                                  O Khalilah, fabricado pelo estaleiro norte-americano Palmer Johnson, ficou conhecido na internet por ser um superiate “feito de ouro”. A embarcação, contudo, foi pintada com um tom especial de Cordova Gold com um acabamento perolado dourado, conforme a luz o atinge.

                                  Apesar de não ser feito realmente de ouro, o superiate continua reluzente: é o projeto mais inovador do estaleiro Palmer Johnson, baseado em um layout que visa desafiar os designs do mercado naval e superar expectativas.

                                  Medindo 160 pés, a embarcação conta com três cascos, que oferece a ela o volume de um barco duas vezes maior. Também graças a isso, o superiate melhorou seu desempenho, eficiência e estabilidade.

                                   

                                  O casco do superiate feito de ouro é esguio, com uma proa invertida. O barco ainda foi o primeiro superiate de carbono composto do mundo, sendo, na época de seu lançamento, a embarcação com a maior quantidade de vidros a bordo de um navio de propriedade privada.

                                  Além da parte exterior — primeira coisa a chamar atenção neste barco –, seu interior não fica para trás, uma vez que foi projetado pela Luxury Projects.

                                  Quanto ao desempenho, o Khalilah tem potência oriunda de dois motores diesel MTU M94 de 16V, com um total de 5.400 hp. Ainda é possível ter alcance de um transatlântico, ao adicionar um tanque de combustível extra.

                                  Ao todo, 11 hóspedes podem se acomodar no superiate, em cinco cabines, além de quartos para uma tripulação de nove pessoas. Quem viajar no superiate de ouro poderá contar com jacuzzi e áreas de lounge internas e externas, bem como um beach club.

                                  Listado para venda pela Fraser Yachts, quem se interessar em ser o novo dono do Khalilah precisará desembolsar nada menos do que 24,9 milhões de euros (quase R$ 134 milhões, em valores convertidos em maio de 2023).

                                   

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                                    23/05/2023

                                    A fim de retirar todas as 51 embarcações que atualmente estão abandonadas na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, um força-tarefa foi formada entre a Secretaria Estadual de Energia e Economia do Mar, a PortosRio e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

                                    O trabalho, que surgiu após um levantamento que identificou resquícios de partes de barcos à deriva no mar depois de um navio abandonado bater na Ponte Rio-Niterói, teve início na última quarta-feira (17). A previsão de conclusão da retirada das 50 embarcações é de 18 meses — ou seja, em novembro de 2024.

                                    Foto: PortosRio / Reprodução

                                    A presença de embarcações abandonadas na Baía de Guanabara pode, segundo autoridades estaduais, afetar a navegabilidade da região e aumentar ainda mais a poluição no local, além de causar possíveis acidentes.

                                    A maioria dessas embarcações está abandonada há décadas e não podemos mais esperar – Álvaro Savio, diretor-presidente da PortosRio

                                    “É hora de agir e resolver definitivamente essa questão, em benefício de todos os usuários da Baía de Guanabara, com o intuito de minimizar os riscos à navegação e ao meio ambiente”, completou Álvaro.


                                    Em novembro de 2022, o navio graneleiro São Luiz, que estava ancorado na Baía de Guanabara desde 2016, bateu na Ponte Rio-Niterói ao ser levado pelo vento e gerou transtornos para a população, uma vez que a via ficou fechada por mais de três horas.

                                    Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil

                                    Segundo a PortosRio, que lidera a operação de retirada das embarcações, o processo começará pelas embarcações menores e, posteriormente, envolverá a retirada dos navios, o que requer operações mais complexas. Um relatório deverá ser finalizado ainda neste semestre com o cronograma e forma de tirada de cada uma das embarcações, informou o governo estadual do Rio de Janeiro.

                                     

                                    Os materiais recolhidos serão catalogados e passarão por uma triagem. “O que for possível aproveitar será destinado à reciclagem. Já o descarte será feito em uma área apropriada, de acordo com as normas ambientais”, explicou Álvaro Savio.

                                     

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                                      Tom Brady passeia com sua filha em lancha de R$ 30 milhões em Miami

                                      Embarcação de 77 pés de estaleiro holandês é a mais silenciosa da categoria

                                      No último domingo (21), Tom Brady e sua filha, Vivian Lake, foram vistos navegando pelas águas de Miami, nos Estados Unidos, em sua lancha de 77 pés do estaleiro holandês Wajer. A embarcação de Brady está avaliada em cerca de R$ 30 milhões (valores convertidos em maio de 2023).

                                      No passeio, a lenda da NFL foi vista cozinhando para a filha, enquanto ambos curtiam um momento relaxante a bordo do barco. Apesar de estarem somente os dois e um capitão contratado, a embarcação de Tom Brady possui quatro suítes, podendo acomodar até nove convidados.

                                      De acordo com o estaleiro holandês responsável pelo barco, o modelo escolhido por Tom quando ainda casado com a modelo brasileira Gisele Bundchen é o barco mais silencioso da categoria, uma vez que utiliza materiais de isolamento acústico em seu interior.


                                      O Wajer 77 conta ainda com um pé-direito alto, que varia entre entre 2,15 m e 2,35  m — ideal para o antigo casal, já que a modelo tem 1,80 m de altura, enquanto o jogador ostenta 1,93 m.

                                      Foto: Wajer Yachts / Divulgação

                                      Tom Brady tem mais uma lancha de luxo

                                      A lancha de 77 pés não é a única à disposição de Tom. O ex-jogador tem uma outra Wajer de 55 pés, batizada de Viva a Vida — uma homenagem para o instituto ambiental que sua ex-companheira Gisele ajuda.

                                      A embarcação fica em sua em sua mansão em Indian Creek, na Flórida. Essa lancha, por sua vez, acomoda até seis passageiros e custa em torno de US$ 2 milhões — ou R$ 10,6 milhões (valores convertidos em outubro de 2022).

                                      Com um de mais de 16 metros na cor azul metálico, o barco conta com um painel em vidro da Raymarine, deck com design exclusivo, piso móvel e plataforma de popa submergível.

                                       

                                      Será que o sete vezes campeão do Super Bowl tem bom gosto para embarcações?

                                       

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                                        Conheça o superiate Admiral Silver Star, com interior projetado por Giorgio Armani

                                        Seus ambientes internos possuem a sofisticação da marca criada pelo renomado estilista italiano e tem até um espaçoso heliporto

                                        O estaleiro italiano Admiral, conhecido por suas sofisticadas embarcações, lançou recentemente um superiate de interior projetado por Giorgio Armani. Batizado de S-Force Silver Star, a embarcação tem 55 metros e o famoso estilista cuidou de todo seu interior.

                                        A nova embarcação funciona como irmão do modelo conhecido por Geco, lançado em 2020. O barco com interior projetado por Giorgio Armani possui algumas particularidades, incluindo móveis feitos sob medida.

                                        Toda a superestrutura do Silver Star é feita com a mistura de aço e alumínio. Suas linhas, além de sinuosas, se conectam entre os ambientes internos e externos. Principalmente com a instalação de grandes portas de vidro nos deques do barco.

                                        Interior do superiate é elegante e sofisticado

                                        No superiate com interior projetado por Giorgio Armani são usados materiais nobres, como mármore bluette, jacarandá, ônix marfim, madeira tamo e tecidos feitos em Veneza, na Itália. Dessa forma, os ambientes contam com um toque de elegância. Há também detalhes de metal em tom champanhe, formando um certo contraste com os tons escuros em espaços monocromáticos.

                                        O S-Force Silver Star tem capacidade para acomodar confortavelmente até 12 hóspedes e mais dez tripulantes. Com o intuito de entreter os passageiros, há jacuzzi, bar e lounge completo na embarcação, além de um beach club e um heliporto. Este último item, caso não seja usado para uma aeronave, pode se tornar uma espaçosa área de estar panorâmica.

                                        Equipada com dois motores CAT, o Silver Star tem velocidade máxima de 18 nós. O superiate foi entregue no começo deste mês e está à venda, comercializado de forma exclusiva pela TWW Yachts — que não divulgou o preço da embarcação.

                                         

                                        Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                         

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                                          Veleiro Atrevida celebra 100 anos; conheça a reviravolta na história do barco

                                          Embarcação já foi ícone de regatas, depois abandonada até ser vendida como sucata e ganhou nova vida após restauração

                                          22/05/2023

                                          O veleiro Atrevida guarda uma história pra lá de interessante, já que ele renasceu ao longo de sua história. Nataniel Herreshoff — um dos arquitetos navais mais famosos do final do século 19 — foi quem concebeu o barco, em 1923. Neste ano, portanto, o mundo náutico celebra o centenário do Atrevida.

                                          Apontado como ícone na disputa de regatas, o veleiro Atrevida foi, literalmente, do luxo ao lixo. Para a sorte dos amantes de barcos, ele passou por uma restauração completa, que fez o veleiro voltar à sua melhor forma.

                                          Conheça a história do veleiro Atrevida

                                          Construído no Estaleiro Herreshoff, em Bristol, nos Estados Unidos, o veleiro de 95 pés foi batizado inicialmente de Wildfire. O barco fez sucesso nas regatas da Nova Inglaterra na década de 1920 e foi a primeira Schooner com a vela grande Marconi.


                                          Em 1946, o barco deixou os Estados Unidos com destino ao Iate Clube do Rio de Janeiro, sob comando do comodoro Jorge Bhering de Mattos. Foi Jorge quem, ao comprar a embarcação, rebatizou-a como Atrevida.

                                          Há relatos de que, nessa época, o veleiro Atrevida recebeu visitas ilustres — inclusive rainhas, reis, presidentes e artistas internacionais. Ainda no Rio de Janeiro, o barco navegou sob o comando das famílias Fontoura e Mourandrade.

                                           

                                          Porém, anos mais tarde, já nas mãos de um grupo empresarial estrangeiro, o Atrevida quase afundou na Baía de Guanabara. Logo após, foi abandonado no seco, no pátio de um estaleiro em Niterói, levando o barco histórico a um estado deplorável.

                                           

                                          O antigo e imponente veleiro foi, então, vendido como sucata.

                                          A volta por cima do veleiro Atrevida

                                          O que parecia o triste fim de uma embarcação histórica foi, na verdade, o ponto de partida para uma reviravolta na saga do veleiro Atrevida.

                                           

                                          A ideia de resgatar a embarcação até então esquecida surgiu em 2004, após o Atrevida ser apresentado por Auro Mourandrade e Manoel Chaves (do estaleiro MCP Yachts) a Gilberto Miranda.

                                          O barco teve os furos do casco fechados antes de ser lançado na água, para ser rebocado por um barco pesqueiro até Santos. No litoral paulista, o Atrevida foi novamente colocado no seco, no estaleiro MCP Yachts.

                                           

                                          Em contato com o Museu Herreshoff e o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), o estaleiro conseguiu os planos originais do Atrevida em Bristol, local de sua origem.

                                          Uma equipe de profissionais então embarcou na obra — que durou mais de um ano. A restauração foi feita de forma minuciosa, tanto no exterior quanto no interior do barco, para trazer o Atrevida de volta ao projeto original.

                                           

                                          Em julho de 2005, 14 meses após o início da reforma, aconteceu o lançamento do veleiro Atrevida, marcando o seu renascimento. Desde então, ele tem navegado pelas águas do Caribe e da América do Sul, mostrando toda sua beleza — que vem acompanhada de um ótimo desempenho.

                                          Participando de eventos náuticos e regatas, o Atrevida exibe elegância atemporal e cativa os amantes do universo náutico. Agora, nas mãos de Alexandre e Daniella Ferrari, o barco tem como comandante o experiente capitão Átila Bohm.

                                          Atrevida na 50ª edição da Semana Internacional de Vela de Ilhabela

                                          Oriundo do Yacht Club Ilhabela, o Atrevida já está inscrito para a especial 50ª edição da SIVI (Semana Internacional de Vela de Ilhabela), e vai competir na classe clássico. Este ano, a maior regata da América do Sul acontece de 23 a 30 de julho.

                                          Foto: Aline Bassi / Balaio de Ideias / Reprodução

                                          Para a celebração dos 100 anos do veleiro, nesta edição, a competição terá a tradicional regata Alcatrazes por Boreste – 100 anos Veleiro Atrevida – Marinha do Brasil. A travessia de mais de 50 milhas náuticas contorna a icônica ilha do litoral norte paulista.

                                          Foto: Aline Bassi / Balaio de Ideias / Reprodução

                                          Vale ressaltar que a SIVI é considerada o maior encontro da modalidade na América Latina, sendo uma competição tradicional, que acontece desde os anos 1970. Nesse tempo, o evento já atraiu inúmeros velejadores de renome mundial, entre eles campeões olímpicos, mundiais e pan-americanos, além de formar a nova geração do esporte.

                                           

                                           

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                                            Projetado para ser o barco a motor mais leve do mundo, o Dayboat EB Eins foi apresentado pela startup Kaebon, empresa com sede em Munique, na Alemanha. Com 17 pés de comprimento, 5,6 pés de largura e apenas 89 kg, o o barco é feito de materiais compostos de carbono ultraleves.

                                            Apesar de ser uma lancha elétrica leve o suficiente para caber e ser transportada no teto de um veículo, a proa do EB Eins foi pensada para ser capaz de perfurar as ondas.

                                            De acordo com a startup, fundada em 2021 por Kai Krause – um fã de vela e regata – as camadas do barco são feitas de fibra de carbono pré-preg de núcleo de espuma temperada a vácuo, material que garante resistência ao cisalhamento, baixo peso e capacidade de carga.

                                            Estratégias da Kaebon para construir uma lancha elétrica leve

                                            Visando diminuir o peso da embarcação, a Kaebon optou pela construção de um casco leve, o que possibilita um trem de força menor para propulsão sem comprometer o desempenho, apesar de um motor menor.

                                             

                                            Além disso, a empresa trocou as presilhas de metal convencionais por presilhas têxteis, que funcionam tão bem quanto, mas pesam menos. Já para o acabamento externo, a Kaebon utilizou tinta topcoat, que dá brilho, protege o barco e reduz a estimativa de peso em relação ao gelcoat.

                                             

                                            No final das contas, o peso total do barco, com motor e bateria, é de apenas 250 kg.

                                            Características do Dayboat EB Eins

                                            Com inspiração nos barcos clássicos da década de 1920, que misturavam esportividade e estilo, a embarcação possui um design de aparência limpa. A proa invertida, longas linhas d’água e um formato de cunha foram pensados para maximizar a eficiência da lancha elétrica.

                                            Para além do aspecto estético, a Kelbon não deixou de focar na otimização aerodinâmica e hidrodinâmica do barco, visando reduzir o arrasto e aumentar o desempenho.

                                             

                                            O EB Eins acomoda até quatro passageiros, sendo que a disposição dos assentos pode ser personalizada de acordo com as necessidades dos tripulantes, que podem contar com um bimini para sombra durante os dias de sol.

                                            Além de leve, a lancha elétrica é silenciosa, mesmo em altas velocidades. O dayboat oferece duas opções de e-drive Torqeedo: o Cruise 6.0 premium drive e o Cruise 12.0 performance drive.

                                             

                                            A primeira opção conta com um motor de 6.000 watts, que fornece potência de propulsão equivalente a um motor a gasolina de 9,9 cv e está associado a uma bateria de lítio de 5.000 kWh, enquanto a segunda é equivalente a 25 cv.


                                            A lancha elétrica pode atingir uma velocidade aproximada de 15 nós e, com carga total, oferece 45 minutos de navegação rápida. Quando usado para navegar lentamente, o barco pode atingir até 10 horas de uso.

                                             

                                            O Dayboat EB EIns foi exibido na edição deste ano do Düsseldorf Boat Show e já está disponível para encomenda. Os valores variam de € 59.900, pouco mais de R$ 330 mil, para o modelo com motor Torqeedo Cruise 6.0, e € 74.900, pouco mais de R$ 414 mil, para a versão Torqeedo Cruise 12.0 (valores convertidos em abril de 2023).

                                             

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                                              21/05/2023

                                              Motores elétricos estão conquistando cada vez mais adeptos, mas muita gente tem receio de quanta autonomia um barco elétrico pode oferecer. Por conta disso, chama atenção os números alcançados pela Voltari 260. Recentemente, a lancha elétrica ultrapassou 14 horas de navegação com uma única carga de bateria.

                                              A façanha foi cumprida no último mês, acompanhando o trajeto de Merle Liivand, que atravessou a Biscayne Bay, em Miami, nadando. A ação, com intuito de aumentar a conscientização sobre a poluição plástica nas águas, coletou aproximadamente 20 kg de lixo.

                                              Ainda em janeiro, a Voltari já tinha mostrado que suas baterias de 142kWh poderiam lidar com navegações extensas, já que a lancha tinha ido de Key Largo, na Flórida, para Bimini, nas Bahamas. O trajeto de 91 milhas náuticas também foi realizado com uma única carga de bateria, completando 18 horas de percurso pelo oceano.

                                               

                                              A lancha elétrica tem motor de 550 kW e atinge velocidade máxima de 60 mph. Mas são as baterias da Voltari 260 que possibilitam altas velocidades, longo alcance e autonomia em velocidades mais baixas.

                                               

                                              A construção do casco da Voltari 260 em fibra de carbono significa uma economia de peso em relação a uma versão de fibra de vidro. “Antes, usávamos a economia de peso para queimar menos gás. Agora, usamos para não queimar gás”, diz Heaps.

                                               

                                              A lancha elétrica conta com seis baterias no total, colocadas em todo o casco para otimizar o manuseio.  As telas gêmeas Garmin fornecem informações sobre o estado de carga da bateria, alcance, localização, RPMs e outras informações do motor.

                                               

                                              Outra vantagem do barco elétrico acompanhando maratonas de natação é que a embarcação não libera fumaça nociva ou manchas de combustível para o atleta.

                                               

                                              “Ficamos muito lisonjeados por sermos convidados a acompanhar Merle e apoiar sua paixão pela limpeza e preservação das vias navegáveis ​​do mundo. É uma grande parte do que nos tira da cama pela manhã”, declarou Cam Heaps, co-fundador da Voltari.

                                               

                                              Náutica Responde

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                                                Joseph Dituri quer ficar 100 dias vivendo em uma pousada localizada a nove metros de profundidade, na Flórida

                                                20/05/2023

                                                Os pesquisadores precisam testar os limites para conseguirem obter diversas respostas. O cientista Joseph Dituri é prova disso: ele quer passar 100 dias vivendo debaixo d’água. Até o momento, ele detém o recorde de pessoa que mais viveu submerso em um local fixo.

                                                Aos 55 anos, Joseph é um veterano da Marinha dos Estados Unidos. Neste sábado (20), ele completa 80 dias debaixo d’água. O Dr. Deep Sea (Dr. Mar Profundo), como ele se autointitula, está vivendo em uma casa subaquática em nome da ciência, como parte do Projeto Netuno 100.

                                                Dituri encarou o desafio para entender como o corpo humano reage em situações extremas. Além disso, ele quer inspirar as próximas gerações de estudiosos e também quem estuda a vida submarina.

                                                Minha missão não termina aqui. Tenho mais dias submerso para conduzir pesquisas, interagir com alunos de todas as idades e continuar minha jornada de descoberta – Joseph Dituri, cientista

                                                O plano é que o cientista continue vivendo debaixo d’água até o dia 9 de junho. Logo após sua volta à superfície, Dituri passará por uma bateria de exames para entender como seu corpo reagiu durante essa situação extrema.


                                                Pousada abriga cientista vivendo debaixo d’água

                                                Durante os 100 dias do Projeto Netuno 100, o pesquisador está no Jules’ Undersea Lodge. A pousada é feita de aço e vidro e está nove metros abaixo da superfície da água, em uma lagoa de Key Largo, no sul da Flórida.

                                                 

                                                Um dos diferenciais da construção é ser abastecida com ar comprimido, para evitar inundações. Entretanto, quem for se hospedar nessa pousada precisa saber mergulhar, já que esta é a única forma de acessar o local.

                                                Reprodução: Facebook The Florida Keys & Key West/ Jules Undersea Logde

                                                Segundo o Guinness World Records, o recorde de viver em um habitat fixo debaixo d’água por mais tempo pertencia, até então, aos biólogos americanos Jessica Fain e Bruce Cantrell. A dupla havia se hospedado no mesmo local de Dituri em 2014, onde ficou por 73 dias, 2 horas e 34 minutos.

                                                 

                                                Na Jules’ Undersea Lodge, os hóspedes podem comer pizzas trazidas por mergulhadores, como mostra o vídeo abaixo, ou até mesmo receber um chef dentro do quarto submerso, para ele cozinhar debaixo d’água para você.

                                                 

                                                 

                                                Por fim, em setembro, Dituri planeja fazer um voo em um avião diferente. Na sua nova pesquisa, ele quer vivenciar a gravidade zero diversas vezes. Em seu site, o cientista afirma querer viajar para o espaço até 2026.

                                                 

                                                Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                 

                                                Náutica Responde

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                                                  19/05/2023

                                                  Novas imagens em 3D do Titanic divulgadas nesta semana podem indicar outra história por trás do naufrágio que fez mais de 1.500 vítimas, em 14 de abril de 1912. As fotos fornecem visão única de todo o navio, permitindo que o que restou do transatlântico seja visto por inteiro.

                                                  Nestes 111 anos, acreditava-se que o transatlântico RMS Titanic afundou após ter atingido um iceberg a estibordo, em sua viagem inaugural. O trajeto levaria o público de Southampton, na Inglaterra, para Nova York, nos Estados Unidos.

                                                  Para o historiador Parks Stephenson, pesquisador especialista no Titanic, as novas imagens poderão comprovar que o navio não foi atingido da forma como se pensava até então.

                                                  Talvez ainda não tenhamos ouvido a verdadeira história do Titanic. – Parks Stephenson, pesquisador especialista no Titanic.

                                                  “Tenho uma quantidade crescente de evidências de que o Titanic não atingiu o iceberg ao lado, conforme mostrado em todos os filmes. Ele pode, realmente, ter encalhado na plataforma submersa do gelo. Esse foi o primeiro cenário divulgado por uma revista londrina em 1912”, disse Stephenson ao jornal The Sun.

                                                   

                                                  Ainda segundo Parks, os destroços da embarcação no fundo do oceano são “a última testemunha ocular sobrevivente do desastre.” Vale que ressaltar que, ao afundar, o Titanic se partiu em dois, separando a proa e a popa, que ficaram a quase 800 m de distância uma da outra.

                                                  Ainda há perguntas, questões básicas, que precisam ser respondidas sobre o navio. Nós realmente não entendemos o caráter da colisão com o iceberg. – Parks Stephenson à BBC News.

                                                  Entenda mais sobre as novas imagens do Titanic

                                                  Mesmo com toda repercussão do naufrágio do Titanic, as imagens disponíveis anteriormente, desde que o navio foi encontrado no fundo do oceano, em 1985 (73 anos depois), eram escassas, feitas com câmeras de baixa resolução por exploradores.

                                                   

                                                  Uma das razões para tão poucos registros se dá pelo fato de que o Titanic está a quase 4 mil metros de profundidade no mar, em uma área de correntes marítimas, com água turva e em total escuridão.

                                                  Agora, através de imagens feitas por submersíveis controlados remotamente por mais de 200 horas, especialistas na área uniram, digitalmente, mais de 700 mil fotos para montar uma reconstrução em 3D da totalidade do navio, de forma mais precisa e clara.

                                                   

                                                  A varredura foi realizada em 2022 pela Magellan Ltd, empresa de mapeamento de águas profundas, e pela Atlantic Productions, responsável por um um documentário sobre o projeto. A nova análise proporciona imagens tanto da escala do navio quanto de detalhes minuciosos, como o número de série em um dos hélices.

                                                  Foto: Atlantic Productions / Magellan / Reprodução

                                                  Agora temos todos os rebites do Titanic, todos os detalhes. Podemos montá-lo novamente e, pela primeira vez, poderemos realmente vê-lo e usar a ciência real para descobrir o que aconteceu – Andrew Geffen, Atlantic Productions

                                                  “Levará muito tempo para passar por todos esses detalhes, mas, literalmente, a cada semana, haverá novas descobertas”, falou Andrew Geffen, da Atlantic Productions, ao The Sun.

                                                   

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                                                    Um grupo de pesquisadores da Universidade de Tromso, na Noruega, descobriu recentemente um vulcão submarino. Surpreendentemente, ele se encontra em erupção e está expelindo líquidos, gases e até lama no fundo do Mar de Barents.

                                                    Localizado nas profundezas das águas geladas do ártico norueguês, o vulcão Borealis Mud foi originado devido a uma explosão de metano, 18 mil anos atrás — durante a Era do Gelo –, segundo os pesquisadores.

                                                    Ver essa erupção subaquática ao vivo me lembra como nosso planeta está vivo – Giuliana Panieri, líder da expedição


                                                    O vulcão submarino tem cerca de sete metros de diâmetro e 2,5 metros de altura. Já sua cratera possui 25 metros de largura e 300 metros de profundidade.

                                                    Águas do Mar de Barrents, na Noruega

                                                    Diversos ecossistemas subaquáticos foram criados com os materiais expelidos do vulcão submarino. Há anêmonas, estrelas do mar, esponjas, crustáceos, corais, bactérias marinhas e até aranhas, por exemplo, vivendo por ali.

                                                     

                                                    Além disso, é válido ressaltar que os materiais expelidos pelo Borealis Mud vêm de quilômetros de profundidade.

                                                    Explorar o fundo do mar e encontrar novas fontes de metano é como encontrar tesouros escondidos. Cada vez que vamos ao fundo do mar, apenas começamos a entender a incrível diversidade desses sistemas – Stefan Buenz, coautor da pesquisa

                                                    Na Noruega já foram encontrados outros vulcões como esse. Aliás, a descoberta do Borealis aconteceu em uma parceria entre a universidade e a Rev Ocean, instituto que tem como propósito cuidar dos oceanos. Para se aproximar da estrutura, os pesquisadores precisaram usar o submarino REV Aurora.

                                                     

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                                                      Submarino é usado para delivery de lanches durante festa do Dia do Rei, na Holanda

                                                      Além de realizar entregas, alguns clientes puderam navegar pelos canais do país dentro da embarcação

                                                      O Dia do Rei é uma das principais celebrações da Holanda e a festa tradicionalmente lota as ruas de Amsterdã — deixando-as intransitáveis. Neste ano, os moradores da cidade foram surpreendidos com um submarino fazendo delivery de lanches durante as comemorações.

                                                       

                                                      A iniciativa foi uma bela sacada da rede de lanchonetes Subway. Batizada de Royal Submarines, a campanha levou submarinos da Subway para as águas dos canais da Holanda.

                                                      Três embarcações, decoradas com as cores da Subway, entregavam os sanduíches, com a vantagem de driblarem o trânsito congestionado por conta das ruas fechadas para a festa. Além disso, alguns clientes sortudos tiveram a chance de navegar nos submarinos pelos canais.

                                                      O Dia do Rei é a festa em homenagem ao aniversário do monarca dos Países Baixos — atualmente, o rei Willem-Alexander, que celebra a data em 27 de abril. Vestidas de laranja, cor que representa a nação, as pessoas lotam as ruas para comemorar.

                                                       

                                                      Os três submarinos da Subway navegaram pelas águas dos canais divulgando uma edição limitada de um lanche. Com ingredientes na cor laranja, o Royal Sub foi vendido por 0,27 euros (R$ 1,45, em valores convertidos em maio de 2023), por meio de um aplicativo de comida. O valor simbólico foi escolhido por conta da data em que o feriado acontece (27/04).

                                                       

                                                       

                                                      A equipe responsável pela ação contratou, inclusive, sósias do rei e da rainha para gerar um burburinho entre os locais antes do Dia do Rei.

                                                       

                                                      Mischa Schreuder, diretora criativa executiva da agência Fitzroy, contou que o verdadeiro casal real tinha um passeio de barco programado para o dia da festa. Aproveitando-se disso, a equipe de publicidade da Subway decidiu simular “viagens de ensaio” dos monarcas a bordo do submarino — ainda sem a marca de lanches aparecer. Foi aí que entraram os sósias, uma semana antes do feriado.

                                                       

                                                      “Eles pareciam tão reais à distância que o truque deu certo. Tínhamos nosso ‘casal real’ no submarino verde”, revelou Mischa Schreuder, atestando o sucesso da campanha.

                                                      Ainda segundo Mischa, os barcos foram construídos em três semanas, feitos de alumínio para parecerem submarinos de verdade.

                                                       

                                                      “Tínhamos os barcos, mas o mais importante era que as pessoas pudessem pedir um ‘Royal Sandwich’ em uma das grandes plataformas. As pessoas recebiam seus sanduíches por um preço simbólico e podiam dar um passeio no barco, relaxando e saboreando”, afirmou a diretora.

                                                       

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                                                        As autoridades locais de Antígua e Barbuda, no Caribe, estão tentando desvendar um mistério envolvendo um megaiate de luxo abandonado. A embarcação está atracada há mais de um ano na região e até agora seu dono não foi localizado.

                                                        Batizado de Alfa Nero, o modelo foi totalmente construído pelo estaleiro holandês Oceanco, em 2007. Este modelo impressiona pelos seus 81 metros de comprimento. Segundo o portal Bloomberg, a embarcação de luxo pertence ao bilionário russo Andrey Guryev.

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                                                        Todavia, os advogados do empresário já afirmaram que o megaiate de luxo abandonado não é um de seus bens. Vale ressaltar que Guryev está enfrentando problemas com a justiça internacional.

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                                                        Valores do megaiate de luxo abandonado impressionam

                                                        Como os cuidados com o Alfa Nero são altos, algo em torno de R$ 555 mil, as autoridades locais querem leiloar a embarcação o mais rápido possível para, assim, quitar as dívidas. De acordo com o portal Loop Caribbean, o governo dos Estados Unidos está em colaboração para que o novo dono tome posse e tenha livre navegação pelos oceanos e também em águas americanas.

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                                                        Ainda segundo o Loop Caribbean, o governo da Antígua já recebeu cerca de 20 propostas de compra do megaiate de luxo abandonado. Com o intuito de evitar qualquer problema, o modelo foi apreendido pela justiça antiguana. Agora, além de ter uma bandeira do país, há dois guardas fazendo a vigia diretamente do cais.

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                                                        O Alfa Nero não está vazio. Cinco tripulantes cuidam de toda a manutenção do barco. Há dois ambientes mais usados, que são o quarto de hóspedes e a suíte master. Já o spa, a piscina de 12 metros com borda infinita e a jacuzzi seguem praticamente sem uso.

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                                                        Atualmente, o megaiate de luxo abandonado está avaliado em US$ 120 milhões, cerca de R$ 600 milhões (valores convertidos em maio de 2023). Pelo preço, apenas uma coisa é certa: quem se tornar o proprietário do Alfa Nero terá lazer e requinte de sobra.

                                                         

                                                        Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                         

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                                                          18/05/2023

                                                          Olhando de fora, mal dá para imaginar que é possível viver confortavelmente dentro de uma embarcação com 2 metros de largura e 17 metros de comprimento. O casal britânico Adam Lind e Lauren Coley, contudo, tem ganhado muita repercussão no TikTok ao mostrar que morar em um narrowboat pode ser muito interessante, ainda mais com um cachorro — no caso, o Shanti.

                                                          A conta de Adam na rede social (@adam.floatinghome) já soma mais de 220 mil seguidores e 2,6 milhões de curtidas. Tudo isso apenas mostrando a rotina da família dentro do estreito barco. Adam também está no Instagram, onde seu perfil tem mais de 150 mil seguidores.

                                                          O chamado narrowboat (barco estreito), é um tipo de embarcação feita e pensada especificamente para caber nas eclusas estreitas do Reino Unido, sendo muito conhecidos na região.

                                                           

                                                          O tamanho, contudo, não impediu Adam de morar em um narrowboat e ter uma casa totalmente completa, funcional e aconchegante sobre as águas dos canais do país. Aliás, esse é um dos grandes motivos dessa família acumular milhões de visualizações nas redes sociais.

                                                           

                                                           

                                                          O público se surpreende pelo estilo de vida adotado por Adam e Lauren, que conseguiram transformar a embarcação em um verdadeiro lar.

                                                           

                                                          O casal conta, em um dos vídeos, que a embarcação possui uma licença que os permite mover o barco sem custos. Para isso, eles precisam se movimentar a cada duas semanas — o que não é um problema para os dois, já que, assim, ambos podem explorar os canais do Reino Unido e conhecer muitos novos lugares.

                                                          Conheça a configuração do narrowboat

                                                          A entrada do barco é feita pela cozinha, que parece ter saído de uma página do Pinterest — como todo o restante do narrowboat. Há uma mesa espaçosa, com banco estofado, fogão, frigobar e armários, além de suportes suspensos para panelas, frigideiras, temperos e outros objetos.

                                                          Seguindo adiante, ao passar por uma porta, se chega ao quarto, que tem uma cama de casal e armários. No corredor, há um banheiro completo, com vaso, espaço para banho, pia, gabinetes e janela.

                                                          A casa termina na sala de estar, que é bem iluminada, possui lareira, muitas plantas e espaço para itens do casal, como livros e decorações.

                                                          Além dos cômodos comuns de uma verdadeira casa, o barco também possui painéis fotovoltaicos para captar energia solar e um sistema de compostagem, que trata os resíduos produzidos na própria casa flutuante.

                                                          Veja o tour completo pela embarcação:

                                                          @adam.floatinghome Walkthrough of our 59ft Narrowboat Home #smallspaceliving #narrowboat #hometour #fyp ♬ day off – softy


                                                          A equipe de NÁUTICA já mostrou outro casal que viveu por um tempo em uma embarcação muito parecida.

                                                           

                                                          A partir do conteúdo de Adam e Lauren na internet, muitas pessoas passaram a enxergar novas possibilidades de vida e, até mesmo, a considerar viver a bordo de uma casa flutuante. E você, encararia morar em um narrowboat?

                                                           

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                                                            Itajaí é uma cidade charmosa, de belas praias e muitas belezas naturais. Somando isso a uma indústria náutica forte, dinâmica e ousada, o local se consolidou como um importante polo náutico brasileiro. No litoral de Santa Catarina, no encontro do rio Itajaí-Açu com o mar, a cidade tem uma ligação concreta com a navegação.

                                                            Contudo, foi a partir de 2010 que a cidade passou a atrair estaleiros nacionais e internacionais, além de serviços e estrutura de marina, através da política de incentivos fiscais adotada pelo governo estadual, por meio de programas tributários como o Pronáutica.

                                                            Para se ter uma ideia, Itajaí tem muitas empresas ligadas à produção náutica e é sede dos principais estaleiros especializados na construção de iates e lanchas de grande porte, segmento em que responde por mais de 50% da produção náutica nacional.

                                                            Com uma das melhores marinas do país — com padrão internacional –, a cidade organizou por cinco anos o Salão Náutico de Itajaí que, neste ano, vai ganhar o selo Boat Show. Dessa forma, a cidade entra para o calendário nacional como um dos principais eventos do setor, junto com os dois maiores salões náuticos da América Latina, o São Paulo Boat Show e o Rio Boat Show.

                                                            Uma cidade completa com atrações durante todo o ano

                                                            Ainda em seu calendário de eventos náuticos, a mais importante competição a vela do planeta, a The Ocean Race, teve uma parada na cidade em 2023. Para as comemorações da chegada do evento à Itajaí neste ano, um espaço ao lado da Marina levou ao público atrações esportivas, gastronômicas e culturais, entre os meses de março e abril.

                                                            Foto: Prefeitura de Itajaí / Divulgação

                                                            Um dos maiores portos do Brasil, o Porto de Itajaí oferece visitas guiadas e é uma oportunidade de conhecer a movimentação marítima da cidade. Aliás, Itajaí possui uma excelente oferta gastronômica à beira-mar, com restaurantes e quiosques que oferecem pratos de frutos do mar frescos e deliciosos.

                                                             

                                                            Muitos destes alimentos são encontrados no Mercado Público de Itajaí, local tradicional em que os visitantes tem a oportunidade de encontrar produtos locais, como peixes frescos, frutas, queijos e até artesanatos.

                                                             

                                                            Inclusive, quando se fala em peixes, não se pode deixar de falar da Marejada, evento de 18 dias muito popular da cidade, marcado pela apresentação de produtos do mar através da culinária, exposições e do folclore português.

                                                            Foto: Prefeitura de Itajaí / Divulgação

                                                            Dentre os pontos turísticos locais estão as praias Brava e Cabeçudas, bastante conhecidas na região. Itajaí também se destaca pela arquitetura histórica, como a Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento e o Museu Histórico de Itajaí.

                                                            A cidade vizinha, Navegantes, abriga o Aeroporto Internacional de Navegantes, facilitando o acesso a Itajaí. Nas proximidades também ficam locais bastante conhecidos, como a Praia de Itapema, conhecida por sua infraestrutura turística, o Parque Beto Carrero World, um dos maiores parques temáticos da América Latina e Balneário Camburiú, cidade conhecida como a Dubai brasileira.

                                                            Anote aí!

                                                            MARINA ITAJAÍ BOAT SHOW 2023
                                                            Quando: De 6 a 9 de julho de 2023
                                                            Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                                            Horário: Das 14h às 21h em dias de semana e das 11h às 21h aos finais de semana
                                                            Mais informações: www.marinaitajaiboatshow.com.br

                                                             

                                                            Náutica Responde

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