Teste Solara Boat House: o conforto de uma casa que desliza sobre as águas

São quase 90 m² de área útil, com pernoite para seis pessoas e ingredientes de sobra para curtir rios, lagos, represas e baías abrigadas

Por: Redação -
07/10/2024

Imagine um barco com formato e tamanho de uma casa, com, inclusive, um quarto dentro, além de sofá, grandes janelas, cozinha, varanda, banheiro de verdade e ar-condicionado? E mais: como se trata de um barco, ele, obviamente, navega. Ainda que lentamente. Ou seja, o seu “quarto” vai mudando de paisagem, tornando o fim de semana ainda mais gostoso.

No Brasil, o gosto por esse tipo de embarcação tem crescido e tem movimentado a indústria náutica. Um dos mais recentes lançamentos do estaleiro gaúcho Solara Yachts, a Solara Boat House é mais que um barco. Como o nome já diz, trata-se de uma casa flutuante.

Foto: Victor Santos / Revista Náutica

Sim, uma casa que, ao gosto do dono, pode viver em constante movimento, desde que em águas abrigadas, como rios, lagos, represas, canais e baías.

 

Invenção americana, os houseboats são barcos com jeito de casa, paredes altas, cômodos de verdade, muito espaço e conforto de sobra. Bem diferente de uma lancha com casco convencional, um houseboat tem como ponto forte a cabine, que ocupa quase a área total do convés. Mesmo quem já tem uma lancha costuma se encantar com uma casa-barco.

 

 

Com 100% de área útil (são 11 metros — ou 36 pés — de comprimento e 4,10 metros de boca), o barco-casa da Solara tem paredes altas (a altura na cabine chega a 2,40 metros), cômodos com sofás, camas de casal e beliche, além de eletrodomésticos como os de uma residência de verdade.

Foto: Revista Náutica

São dois dormitórios, banheiro com chuveiro, sala de estar com cozinha integrada e duas varandas (uma na proa e outra na popa). Por se tratar de um barco totalmente customizável, é possível encomendá-lo ao estaleiro sem as paredes divisórias, como um loft.

 

São cerca de 45 m² de “área construída” no convés principal e ainda há outros 45 m² de área superior, como se fosse um terraço, ideal para ser usada durante o verão como um lounge de convivência ao ar livre, com a opção da montagem de um toldo, para que possa ser usado sob calor intenso ou em dias de chuva.

Foto: Victor Santos / Revista Náutica

Até 12 pessoas podem passar o dia a bordo, sendo que seis pessoas têm opção de pernoite em dois quartos e no sofá-cama de casal da sala. Sobra espaço ainda para a instalação de TVs, fogão com exaustor, gabinete com pia e armários, geladeira de 450 litros, micro-ondas embutido e até máquina de lavar e secar roupas. O banheiro tem box e é servido por um tanque de águas negras de 500 litros.

Foto: Revista Náutica
Foto: Revista Náutica

Nos dois quartos (um com uma cama de casal; outro com beliche), chamam atenção o conforto dos colchões e a oferta de espaço para armazenar. Os guarda-roupas também são do tipo residencial. Mas, como nada é perfeito, nas portas as travas são do tipo comumente usadas em barcos, quando o ideal que fossem especiais, mais fortes, como as de uma casa. Nada que o estaleiro não possa resolver nas próximas unidades.

Foto: Revista Náutica
Foto: Revista Náutica

Nos dois bordos da popa, as escadas de acesso ou regresso da água são largas, têm degraus grandes e ainda contam com o conforto de pega-mãos típicos de piscinas, com apoios dos dois lados. Já na proa, ao lado do posto de comando, sobra espaço para a instalação de mais uma mesa, para refeições ao ar livre.

Foto: Revista Náutica

Em vez de gerador, o Solara Boat House pode ser equipado com placas solares, necessárias para alimentar as baterias (que são usadas para funcionar o ar-condicionado, a geladeira, a televisão e o boiler), produzindo energia de forma sustentável. As placas solares são instaladas no terraço, “roubando” cerca de 30% do espaço útil.

Foto: Revista Náutica
Foto: Revista Náutica

Com essa embarcação inovadora, a Solara amplia o apelo de seus produtos para além do mercado náutico tradicional. “É uma casa que navega e pode mudar de paisagem todos os dias”, define Celso Antunes, da Universo Yachts, dealer oficial da Lanchas Solara.

É, sem dúvida, um convite para uma vida mais livre e tranquila, com paisagens mutáveis, ideal para quem procura por dias de veraneio agradáveis e fora do convencional com família e amigos– completa Celso

Assim como as demais embarcações do estaleiro Solara, todo o projeto do Boat House foi desenvolvido pela própria empresa.

 

“Introduzir as casas-barco da Solara no mercado brasileiro surgiu da vontade de diversificar nossa linha de produtos, uma vez que nosso estaleiro já produz uma linha de pontoons em alumínio. Além disso, muitos clientes questionaram e sugeriram a possibilidade de o estaleiro construir este modelo de embarcação. Aceitamos o desafio com entusiasmo!”, afirma Celso.

Foto: Victor Santos / Revista Náutica

Criado a partir de um casco quadrimarã (formado por quatro tubulões), a Solara Boat House é fabricada inteiramente (do casco à superestrutura) com alumínio naval. Uma vez a bordo, não dá para não ficar impressionado com as acomodações e os confortos oferecidos pelo barco, combinando decoração elegante com móveis de boa qualidade.

Foto: Victor Santos / Revista Náutica

As janelas e portas (grandes, como exigem uma residência) ficam quase na linha d’água, para que, mesmo na cabine, não se perca o contato com a água. Quando se pretende diminuir a intensidade da luz externa (para, por exemplo, assistir a um programa na tv na sala de estar, com sofá para três pessoas), basta fechar as cortinas. E vice-versa, para se deparar com o verde da água e conectar-se à natureza.

Foto: Revista Náutica

A propulsão vem de um motor de popa, de 60 a 115 hp, que produz pouco ruído e nenhuma vibração, o que só aumenta a sensação de conforto a bordo. Opcionalmente, é possível encomendar esse barco com bow thruster, que facilita as manobras de atracação — o que recomendamos.

Foto: Revista Náutica
Foto: Revista Náutica

O posto de comando, com pilotagem em pé, fica na proa, a boreste. É simples, porém, completo. Para ficar ainda melhor, o estaleiro poderia instalar uma banqueta dobrável na coluna à direita do piloto, em vez da cadeira de praia que estava na unidade testada por NÁUTICA.

Navegação da Solara Boat House

Mas, além de exercer (muito bem, como já vimos) a função de casa, será que o Solara Boat House cumpre a promessa precípua de uma embarcação, que é navegar?

 

Para tirar a prova dos nove, embarcamos no Solara Boat House para um pequeno passeio pela Baía de Guanabara.

Foto: Victor Santos / Revista Náutica

A bordo havia três pessoas, aproximadamente 50 litros de gasolina (o tanque tem capacidade de 80 litros) e cerca de metade dos 500 litros do tanque de água doce. Estava equipado com um motor Mercury de 115 hp. Para facilitar as manobras de navegação, o estaleiro instalou uma tela imagens de várias câmeras, que monitoram a popa e os dois bordos da embarcação, já que o piloto não tem a visão livre naturalmente.

 

Assim que aceleramos o motor, vem a certeza de que o Solara Boat House oferece a melhor característica de um barco com mais de um casco, que é a estabilidade, no caso da Solara, proporcionada pelos quatro flutuadores.

Foto: Victor Santos / Revista Náutica

Por ser um barco para se navegar bem lentamente, as manobras costumam ser tranquilas. Atracar ou fazer curvas não têm segredo. Apenas ventos de través podem fazer o piloto redobrar a atenção nas manobras, já que a altura das paredes do barco pode influenciar na navegação.


O nível de ruído é reduzidíssimo e o consumo de combustível, idem. Por outro lado, a velocidade não é grande. Nem precisa. Até porque, como uma casa flutuante, ele passará mais tempo ancorado do que navegando.

 

Mas é suficiente para se deslocar de uma praia para outra numa baía; ou para encontrar o melhor ponto dentro de uma represa para curtir um dia especial a bordo, ao lado da família e dos convidados. Dá até para levar os pets da família.

Foto: Victor Santos / Revista Náutica

Em resumo, os house boats — de grande sucesso em vários países da Europa e nos EUA — ainda não são populares no Brasil. Mas o novo modelo da Solara Yachts pode fazer você gostar da ideia. É muito mais atraente do que um pequeno apartamento na praia e ainda com a vantagem de você escolher a margem que mais gostar.

Saiba tudo sobre a Solara Boat House

Pontos altos

  • Bastante área útil interna e externa
  • Acomodações espaçosas
  • Ótima iluminação natural

Pontos baixos

  • Falta banqueta dobrável no posto de comando
  • Travas das portas não são eficientes
  • Ar-condicionado do quarto fica muito próximo à cama

Características técnicas

  • Comprimento: 11 metros (36 pés)
  • Boca: 4,10 metros
  • Altura do interior: 2,40 metros
  • Capacidade (dia): 12 pessoas
  • Capacidade (noite): 6 pessoas
  • Peso sem motor: 5000 kg
  • Tanque de combustível: 90 litros
  • Tanque de água doce: 600 litros
  • Tanque de águas negras: 500 litros
  • Motorização: popa
  • Potência: 1 x 60 a 115 hp

 

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    06/10/2024

    Comandado por Michele Roberto D’Ippolito — ou capitão Mich, como é conhecido no mundo da vela — , o veleiro MorGazek está comemorando 50 anos de mar. Trata-se de autêntico Swan 48, marca que está para a vela assim como a Rolls Royce está para os automóveis.

    Produzido quase que artesanalmente, como todos os modelos do estaleiro finlandês Nautor Swan, o MorGazek é um primor de requinte e tecnologia — além de ser um veleiro lindo. Basta reparar no estilo elegante do casco e na requintada simplicidade do deque, impecavelmente revestido de madeira teca e livre de qualquer degrau ou saliência.

    O que faz de cada um deles um veleiro especial é sua extraordinária combinação de beleza, performance e tecnologia de ponta. Tudo isso embalado por um desenho clássico que não envelhece– resume o capitão Mich D’Ippolito

    Foto: Aline Bassi / Balaio / Reprodução

    Ao todo, foram construídas 46 unidades do Swan 48, durante cinco anos de produção. Correr regatas não era o objetivo principal do MorGazek: como qualquer Swan, ele nasceu para ser um veleiro de cruzeiro familiar, perfeito para grandes travessias, com total segurança e conforto.

     

    Mas, uma vez dentro de uma competição, desliza galhardamente. “Com ventos fortes, não tem pra ninguém. Ele gosta de pancadaria. Começa a se divertir com 15 ou 18 nós”, revela Mich, que, é claro, está dentro da Copa Mitsubishi 2024, na RGS Clássicos — já com um terceiro lugar garantido na 1ª etapa — , a bordo daquele que é considerado uma obra de arte da engenharia naval.

    Foto: Aline Bassi / Balaio / Reprodução

    “Eu cresci dentro de barcos. Desde pequenininho, participei da equipe do Vendetta, que pertencia ao meu tio Nicola D’Ippolito e depois passou para o meu primo Marcos”, diz ele, que, como trimmer do barco da família, calcula ter participado de todas as edições da Copa Mitsubishi até 2019, e, desde então, como comandante do MorGazek.

    A história do veleiro MorGazek

    Fundada em 1966, com sede em Jabobstad, na Finlândia, e controlada atualmente pela grife de moda italiana Ferragamo, a Nautor Swan constrói barcos de 36 a 131 pés, cujos projetos são definidos como “um equilíbrio perfeito entre tecnologia e talento artesanal.

    Foto: Aline Bassi / Balaio / Reprodução

    Ao longo de seus quase 60 anos de atividades, o estaleiro teve seus cascos projetados por quatro escritórios de arquitetura naval: Sparkman & Stephens, Ron Holland, Germán Frers e Juan Kouyoumdjian.

     

    Da safra 1974, o MorGazek é um Swan 48 concebido pela Sparkman & Stephens, de Nova York, de cujas pranchetas, a partir de 1937, brotaram os quase todos os vencedores da America’s Cup num período de quarenta anos. Ao avaliar um certo barco, nos Estados Unidos, um corretor resumiu de forma precisa o que representa o legado desse escritório: “É um design da Sparkman & Stephens. O que mais precisa ser dito?”.

    Foto: Aline Bassi / Balaio / Reprodução

    No caso do MorGazek, vale a pena acrescentar o modo como o veleiro chegou ao Brasil, uma história e tanto. “A jornada dele começou em outubro de 1977, na cidade francesa Trinité-sur-Mer, quando velejador Daniel Proffit Deramond soltou as amarras para uma viagem volta ao mundo, ao lado da mulher, Anne, e das duas filhas pequenas”, conta o capitão Mich.

     

    Foram três anos viajando, sem destino fixo nem GPS, até a família fazer uma escala no Brasil e se apaixonar pelo país.

     

    Disposto a fincar raízes em solo brasileiro com sua família, o francês decidiu trocar o mar pelo cerrado e, com o dinheiro da venda do barco, comprou uma fazenda (que batizou com o mesmo nome) na cidade de Silvânia, nas proximidades de Brasília. Segundo ele, Mor Gasek significa, em português, égua do mar.

    Foto: Aline Bassi / Balaio / Reprodução

    Em nossas águas, coube ao velejador Mauro Perez o prazer e a honra de comandar o Swan 48, relação que se prolongou por 20 anos, com direito a grandes aventuras, como a participação em três regatas Recife-Noronha (Refeno), em 1999, 2001 e 2003, e em inúmeras edições da Semana de Vela de Ilhabela (na 35ª SIVI conquistou a Fita Azul na regata Alcatrazes por Boreste e o primeiro lugar na classe Bico de Proa) e da Copa Mitsubishi.

     

    Em 2010, Mauro transferiu o MorGazek para o comandante João Francisco Borges, que encomendou uma reforma completa do barco, deixando-o novo novamente.

     

    “A restauração foi feita no Iate Clube do Rio de Janeiro, sob a supervisão do engenheiro naval Rubens dos Santos Filho, que fez um trabalho impecável”, avalia Mich, que se tornou capitão do MorGazek a partir de 2020; inicialmente, dividindo o leme com Eduardo “Duca” Camara Lopes; atualmente, com seu único dono.

    Foto: Aline Bassi / Balaio / Reprodução

    “Eu e o Duca velejávamos a bordo de outro clássico, o Vendetta, que pertence à minha família, quando soubemos que o MorGazek estava à venda. Era uma oportunidade única. E imperdível”, recorda-se ele.

     

    Antes de assumir o leme, os dois submeteram o veleiro a um verdadeiro banho de loja. “Tudo começou com um projeto de branding, que se desdobrou na ousada mudança de cor do casco, de branco para azul, e passou pelo recondicionamento total da mecânica, hidráulica e elétrica, além da aquisição de equipamentos e velas novos, como uma super genoa”, descreve o capitão Mich, que, carinhosamente, chama do barco de Zek.

    Foto: Aline Bassi / Balaio / Reprodução

    Com o veleiro na água novamente, a dupla retomou a participação em regatas. “Logo no ensaio, mordemos medalha de prata na Toque-Toque por Boreste da SIVI 48”, garante o comandante. “Em seguida, conquistamos o terceiro lugar na regata Ubatuba-Ilhabela, o terceiro também na Toque-Toque por Boreste e o quarto lugar na categoria clássicos da 49ª SIVI”, acrescenta.

     

    Já na Copa Mitsubishi 2023, sob comando do capitão Mich, conquistou o segundo lugar na categoria clássicos, seguido de um segundo lugar na Toque-Toque por Boreste e do terceiro lugar no geral da categoria clássicos B. “Já velejei com vários barcos, mas o MorGazek é especial”, diz Mich, que, aos 47 anos, acumula longa experiência em nossas raias, especialmente em Ilhabela.

    Foto: Aline Bassi / Balaio / Reprodução

    De acordo com ele, o projeto 48 foi eleito por diversas vezes o melhor modelo da Swan. “Ele é chamado de ‘a lenda’. É um dos projetos mais vencedores da marca finlandesa, tendo entre os seus feitos a conquista da Admiral’s Cup, da Transatlantic Race e da Newport Bermuda race”, diz ele.

     

    Apaixonado pelo barco, que tem dois camarotes e dois banheiros em estilo clássico — a cabine parece um pub inglês —, Mich pernoita a bordo do MorGazek pelo menos por dois fins de semana por mês, ao lado dos filhos e da mulher, Milena, que também faz parte de sua tripulação durante as regatas.


    “É a nossa casa de praia”, afirma. Igual ao MorGazek, só há um outro Swan 48 no Brasil: o Cangaceiro IV, que, no entanto, não ostenta a mesma boa forma do barco homenageado durante a 51ª SIVI.

     

    Impecável, por dentro e por fora, ao completar 50 anos, o veleiro fabricado em 1974 e trazido para o Brasil em 1980 não dá sinais de que pretenda se aposentar tão cedo. Como proclama o comandante do grupo Nautor Swan, Leonardo Ferragamo, “é um barco para a vida toda”.

    Homenageado na SIVI

    Há 18 anos, durante a Semana Internacional de Vela de Ilhabela (a SIVI), o Yacht Club de Ilhabela presta a homenagem especial a um barco histórico, transformando-o no troféu que é entregue aos vencedores no final da competição.

     

    No ano passado, o tributo foi para o Atrevida, veleiro centenário que também deu nome à regata de abertura da competição, a Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil. Neste ano, o homenageado da SIVI — cuja 51ª edição ocorreu de 20 a 27 de julho — foi o veleiro MorGazek, que participa das regatas na classe RGS Clássicos tanto na Semana de Vela quanto na Copa Mitsubishi.

     

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      Itajaí terá o primeiro shopping do Brasil voltado para as águas da marina

      Com investimento de R$ 100 milhões, o local terá integração com a Baía Afonso Wippel, no complexo Marina Itajaí

      05/10/2024

      O principal polo náutico do Brasil ganhará o primeiro shopping voltado para as águas em marina!. O município de Itajaí, no litoral norte de Santa Catarina, anunciou o lançamento de um megaempreendimento voltado para a Baía Afonso Wippel, no complexo Marina Itajaí: o Boulevard Marina Itajaí.

      Vale destacar que é o complexo é o palco do Marina Itajaí Boat Show, maior evento náutico do Sul do país.

      Com investimento de R$ 100 milhões, o Boulevard Marina Itajaí promete ser um ícone brasileiro do turismo náutico, além de oferecer lazer, serviços e, obviamente, compras. Serão mais de 12 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) e mais de 30 mil m² totais.

      O empreendimento trará um shopping com conceito “open”, que será integrado com a náutica e com a cidade. De acordo com a marca, o local abrigará cerca de 120 lojas — incluindo academia e supermercado — e mais de 20 operações gastronômicas, além de um estacionamento com 500 vagas e um bicicletário.

      Os elementos do shopping remetem a uma elegância praiana e conectada com o mar. Este conceito aberto proporciona compras e lazer ao ar livre, jardins com amplas áreas de convivência e voltado para as águas. O mix de serviços e lojas incluirá cafeterias e restaurantes renomados até opções de comércio e serviços.

      Ao longo de sua construção, a Boulevard Marina Itajaí também avalia a expansão de suas áreas com novos atrativos e serviços turísticos.

       

      “Desde 2016, testemunhamos uma transformação significativa, especialmente na valorização da região próxima ao complexo náutico. Além disso, observamos o fortalecimento da conexão de Itajaí com o mar”, conta Carlos Gayoso de Oliveira, diretor da Marina Itajaí, mencionando o ano de lançamento do complexo.

      Economia e turismo náutico em Itajaí

      Poucos lugares seriam tão atrativos para construir um “shopping náutico” como a Marina Itajaí. O empreendimento será erguido na Av. Beira Mar com a Av. Carlos Ely Castro, no centro da cidade — região nobre que ocupa a terceira posição no ranking nacional de valorização imobiliária.

      Além disso, a cidade catarinense é a 23ª mais rica do Brasil e, com a construção do shopping Boulevard Marina Itajaí, o turismo de Santa Catarina, inclusive o náutico, deve ser impulsionado e atrair visitantes tanto das cidades vizinhas quanto de outros estados.

      Este movimento não só deve incrementar de forma considerável o fluxo de turistas, mas também impactar na economia do munícipio. Com o maior PIB do estado — totalizando R$ 47,7 bilhões — a expectativa é que a cidade tenha um crescimento ainda mais significativo nos próximos anos.

      Segundo a marina, este será o primeiro empreendimento do gênero do país e um marco da expansão da Marina Itajaí — um complexo náutico com mais de 400 vagas para embarcações. O projeto tem parceria com a ABecker Loteamentos, com matriz em Joinville (SC) e mais de 16 mil lotes entregues, de acordo com a marca.

       

       

      As obras do Boulevard estão previstas para começar ainda este semestre. Após a entrega, com previsão para o verão de 2026/2027, a expectativa é que mais de mil vagas de empregos sejam geradas.

       

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        Diretoria de Turismo do Itaipu Parquetec celebra um ano incentivando o setor no Paraná

        Marco foi festejado no Dia Mundial do Turismo, em 27 de setembro; conheça iniciativas da gestão no período

        04/10/2024

        Em 27 de setembro, Dia Mundial do Turismo, a Diretoria de Turismo do Itaipu Parquetec celebrou também seu primeiro ano de existência. Nesses 12 meses, o órgão atuou em diversas frentes para ampliar o cenário turístico da região — com ênfase no turismo náutico, dada a vocação da região para atividades nas águas.

        As iniciativas foram responsáveis por gerar impacto positivo tanto na economia local, quanto no fortalecimento da cadeia produtiva do setor turístico no Paraná.

         

        O marco de um ano foi marcado pela participação de Yuri Benites, diretor de turismo do Itaipu Parquetec, em um painel especial na ABAV Expo, a convite da Embratur. Um dos maiores eventos nacionais do setor turístico, a ABAV Expo este ano aconteceu em Brasília, de 26 a 28 de setembro.

        O turismo é o fenômeno humano que conecta pessoas e culturas, e a inovação é essencial para garantir sua sustentabilidade e competitividade– Yuri Benites, diretor de turismo do Itaipu Parquetec

        Por lá, ao lado de painelistas do Turistech Hub e da Universidade Federal Fluminense (UFF), além da própria Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo), Benites falou a partir do tema “Ecossistemas de Inovação e Turismo”.

         

        “Este primeiro ano da nossa Diretoria foi marcado por avanços significativos, desde o fortalecimento do nosso Complexo Turístico Itaipu (CTI), até a criação de novos projetos e desenvolvimento científico e tecnológico, mostrando como podemos integrar a academia, o setor público e privado, para alavancar a economia e gerar impacto positivo para as comunidades locais”, afirma o diretor.

        Conheça os principais feitos da Diretoria em um ano

        Fórum Permanente de Turismo Náutico do Lago de Itaipu

        O turismo náutico foi uma das prioridades da Diretoria neste primeiro ano. A integração dos municípios, por meio da criação do Fórum Permanente de Turismo Náutico do Lago de Itaipu, foi conduzida diretamente pelo Itaipu Parquetec em parceria com outras instituições, numa estratégia de fomentar a ocupação do lago e atrair para a região toda a infraestrutura que impulsiona toda a cadeia náutica.

        Foto: Victor Santos/Revista Náutica

        Durante esse período, foram realizadas seis reuniões técnicas, duas missões técnicas e um congresso. O apoio ao Foz Internacional Boat Show, que atraiu mais de 6 mil visitantes e gerou cerca de R$ 340 milhões em negócios, marcou o início desse movimento, fortalecendo a economia local e posicionando Foz do Iguaçu no cenário do turismo náutico brasileiro.

         

        Além disso, a Diretoria de Turismo coordenou e apoiou mais de 40 eventos, nos mais diversos segmentos, como turismo religioso, cultural, científico e de negócios, que, juntos, somaram público de mais de 100 mil pessoas.

        Conecta IGU

        Um dos destaques do primeiro ano da diretoria, ressaltado na fala de Yuri durante a ABAV, é o Conecta IGU, um programa de inovação aberta em parceria com a Embratur, responsável por ‘acelerar’ startups com soluções tecnológicas para o turismo, focadas em melhorias na emissão de vistos e na medição de fluxo de visitantes.

        Programa de Inovação Aberta para o Turismo, o Conecta IGU foi premiado durante Prêmio Iberoamericano de DTI, em Curitiba, em março de 2024. Foto: Itaipu Parquetec / Reprodução

        O projeto foi vencedor do Prêmio Ibero-Americano de Destinos Turísticos Inteligentes (DTI), na categoria “Tecnologia e Gestão de Dados”.

        Smart CTI

        Outra ação estratégica foi a abertura da estrutura de gestão e operação do Complexo Turístico Itaipu (CTI), de gestão do Itaipu Parquetec, tornando-se um ambiente de sandbox, que permite a testagem e validação de tecnologias e soluções ainda em fase de desenvolvimento, geralmente apresentada por startups.

         

        “Durante o Web Summit Rio, lançamos o ‘Save the Date’ do Smart CTI, uma plataforma de inovação que transforma o Complexo Turístico Itaipu em um laboratório vivo para testar soluções sustentáveis, que reafirma nosso compromisso em viabilizar espaços que promovam o desenvolvimento tecnológico e, por consequência, auxilie na diversificação econômica, por meio do turismo”, destaca Benites.

        Ampliação da área de atuação da Itaipu Binacional

        Com a ampliação da área de atuação da Itaipu Binacional, as ações voltadas para o fortalecimento do turismo regional tornaram-se um pilar estratégico. “Desde o incentivo a eventos e a criação de novos produtos turísticos, até o fortalecimento de instituições regionais, como a Adetur Cataratas e Caminhos e o Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros”, destaca Yuri.

        Yuri Benites e Silvana Gomes, gerente de Turismo Sustentável, durante o 1º Seminário Paranaense de Trilhas, em Curitiba. Foto: Itaipu Parquetec / Reprodução

        Um exemplo dessa articulação foi a criação da Rede Paranaense de Trilhas, iniciativa que promove a integração de trilhas de longo percurso, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do turismo na região.

        Valorização da cultura local e a promoção da inclusão social

        Outro pilar fundamental da diretoria foi a valorização da cultura local e a promoção da inclusão social. O primeiro e maior desafio foi a retomada de ações e parcerias que haviam sido descontinuadas.

        Voltamos a integrar o Conselho da Fundação Cultural de Foz do Iguaçu e o Conselho Municipal de Patrimônio e Cultura, retomando seu papel ativo na preservação e promoção da herança cultural da região– destaca Benites

        “Iniciativas como o Natal de Águas e Luzes de 2023, o evento itinerante Energia de Natal, e a exposição ParanÁfrica, realizada em novembro de 2023, em Curitiba, destacaram a riqueza cultural da região”, completou o diretor.

        Ato de assinatura do edital do Circuito Cultural. Irineu Colombo, diretor superintendente do Itaipu Parquetec; Chico Brasileiro, prefeito de Foz do Iguaçu, Yuri Benites, diretor de turismo do Itaipu Parquetec; Marina Araldi, cantora e artista local; Carlos Carboni, diretor de coordenação e Enio Verri, diretor-geral brasileiro, ambos Itaipu Binacional. Foto: Itaipu Parquetec / Reprodução

        A reestruturação do Mercado Público de Foz, agora nomeado Mercado Barrageiro, apresentou um desafio significativo devido à sua complexidade e histórico.

         

        “Foram necessárias reformas, estudos e novas implementações para revitalizar este importante espaço, que servirá como um equipamento gastronômico, turístico e cultural”, explicou Aline Teigão, gerente de Iniciativas de Turismo da Itaipu Binacional.

         

        Além das melhorias de infraestrutura e abastecimento, foi desenvolvido um projeto de ocupação cultural, que resultará em um edital de seleção de artistas locais para que possam apresentar seus trabalhos no mercado pelos próximos três anos.


        Atualmente, o mercado está na fase de montagem das lojas pelos permissionários, e sua inauguração atenderá a um desejo antigo da comunidade, consolidando uma promessa de longa data.

        Fomento ao empreendedorismo de jovens

        Além dos pontos já citados, o fomento ao empreendedorismo de jovens foi uma prioridade, com apoio a eventos como o Startup Weekend e o Hackatour Cataratas, proporcionando uma plataforma para jovens inovadores apresentarem suas ideias e impulsionarem novas oportunidades de negócios.

        Planos para o futuro

        A Diretoria de Turismo do Itaipu Parquetec planeja ainda a expansão de suas iniciativas, com foco na consolidação de tecnologias sustentáveis e inovadoras que promovam o desenvolvimento do turismo.

         

        “Nosso objetivo é continuar impulsionando o turismo local com soluções tecnológicas que integrem sustentabilidade e transformação digital, respondendo aos desafios globais e regionais,” conclui Benites.

         

        Entre as próximas ações que serão desenvolvidas, a de maior projeção é o Observatório Nacional de Turismo, uma parceria entre o Ministério do Turismo (MTur) e o Itaipu Parquetec, que tem como objetivo monitorar, analisar e divulgar dados estratégicos sobre o setor de turismo no Brasil.

         

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          Patrimônio histórico e turismo de ilhas da Bahia foram recuperados com recursos próprios

          Isabela Suarez, presidente da Fundação Baía Viva, contou sobre o processo na 9ª edição do Congresso Internacional Náutica

          Em palestra durante o Congresso Internacional Náutica, no painel Sustentabilidade nas ilhas da Baía de Todos-os-Santos, que aconteceu paralelo ao São Paulo Boat Show, a empresária, advogada, presidente da Baía Viva e vice-presidente de sustentabilidade empresarial da Associação Comercial da Bahia, Isabela Suarez, fez um balanço dos 25 anos de atuação da entidade que comanda.

          O trabalho de Isabela Suarez é feito com foco na requalificação urbana, social e ambiental das ilhas que se distribuem ao longo da Baía de Todos-os-Santos, em especial duas delas: a Ilha dos Frades e a Bom Jesus dos Passos.

          Foto: Jhony Inácio / Revista Náutica

          “A Fundação Baía Viva é uma organização social de iniciativa familiar. Ela nasceu de uma ideia do meu pai, abraçada por vários empresários, que, diante de uma inquietação com o subaproveitamento do turismo na Baía de Todos-os-Santos, decidiram se reunir, na forma de sociedade civil, para propor um projeto de revitalização de algumas ilhas da maior baía marítima do país”, conta.

          Nosso cartão de visita está concentrado na Ilha dos Frades e na Ilha de Bom Jesus dos Passos– disse Isabela Suarez

          Isabela traz consigo um carinho especial por esses lugares por um motivo sentimental: quando ela era criança e na adolescência, era às margens dessas ilhas que ela costumava passar os fins de semana, embarcada em uma lancha Carbrasmar 36.

          Foto: Jhony Inácio / Revista Náutica

          “A Ilha de Bom Jesus era o nosso lugar preferido de lazer. Mas era um lugar abandonado pelo poder público. Não tinha nem energia elétrica. Funcionava a gerador. Foi o que motivou o nascimento da Fundação Baía Viva, para fazer com que a vida das pessoas melhore”, lembrou a empresária, que assumiu a presidência da entidade em 2012, já sobre a ótica ESG.


          Isabela Suarez aproveitou sua participação no Congresso Internacional Náutica para apresentar o resultado dos 25 anos de atuação da Fundação Baía Viva.

           

          “O Governo da Bahia já investiu cerca de R$ 400 milhões em estrutura náutica em várias ilhas da Baía de Todos-os-Santos. Eu digo, com muita segurança, que o investimento da nossa fundação superará esses números”, garantiu ela.

          Já está claro para todos que, sim, infraestrutura é um instrumento de sustentabilidade, na medida em que interfere em dois pilares da responsabilidade: o social e o econômico– acrescentou

          Entre outras ações da Fundação Baía Viva na Ilha dos Frades, a empresária destacou:

          • a restauração da Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe, que foi fundada no século 17;
          • diversas intervenções realizadas na Praia do Loreto, como a recuperação da histórica capela construída em 1645, projetos de educação ambiental; a construção de uma base da polícia militar ambiental; o cultivo em viveiros de espécies da Mata Atlântica; e a entrega de um novo píer, onde atracam lanchas e escunas provenientes de Salvador;
          • os investimentos na Costa de Fora, vila onde foi feita a reforma de uma pousada e a construção de um muro de contenção da maré;
          • ações em Paramaná, a principal povoação da ilha, que passou por enorme transformação em sua infraestrutura urbana;
          • a certificação da praia Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe com a Bandeira Azul — selo internacional de qualidade concedido pela Foundation for Environmental Education, que seleciona as melhores praias em todo o mundo, desde 1980, destacando as que têm melhor qualidade de água, infraestrutura e preservação ambiental. Foi a primeira praia da Bahia e do Norte e Nordeste a receber a certificação.

          Já na ilha Bom Jesus dos Passos, a Baía Viva efetuou uma requalificação urbana abrangente, desenvolveu programas de conscientização ambiental, bancou a reforma da Igreja Bom Jesus dos Passos e construiu dois píeres.

          Mas não só: o projeto que Isabela Soares considera mais expressivo custeado pela fundação é a construção de um pequeno “estaleiro”, com seis casinhas divididas em dois boxes cada, onde são realizados serviços e atividades náuticas artesanais.

          Com isso, tivemos uma reativação de uma atividade tradicional na ilha, e que estava decadente, por falta de investimentos– destacou a presidente da Fundação Baía Viva

          Para concluir, ela lembrou que o melhor é que tudo isso foi realizado com recursos próprios. “Não tem um real de verba pública”, garantiu.

           

          O Congresso Internacional Náutica é o principal evento do Brasil voltado a prefeitos, secretários de turismo e agentes do setor que buscam o crescimento econômico-social por meio do turismo das águas. As palestras antecederam a abertura ao público do São Paulo Boat Show 2024, que contou com mais de 170 barcos em exposição, 50 lançamentos gerais, além de uma série de produtos e serviços.

           

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            NX Boats estará no Boat Show de Fort Lauderdale pela 3ª vez consecutiva

            Em ano histórico para a marca, estaleiro exibirá cinco lanchas em evento nos Estados Unidos. Veja quais!

            Em 2024, a NX Boats celebra sua primeira década e, nesse curto período, o legado da marca impressiona. Já são quase 2.000 embarcações entregues, e a empresa acaba de celebrar um novo recorde de vendas no São Paulo Boat Show. Tamanho sucesso agora será apresentado pela NX Boats no Fort Lauderdale International Boat Show.

            O evento, também conhecido como FLIBS, é um dos maiores do mundo náutico e acontecerá de 30 de outubro a 3 de novembro, na Flórida, Estados Unidos.

             

            O país que concentra o maior mercado náutico do planeta receberá cinco das 12 lanchas do estaleiro pernambucano durante o salão de Fort Lauderdale. São elas: NX 270, NX 280, NX 290, NX 340 e NX 370.

            Estamos extremamente orgulhosos em participar do nosso terceiro Fort Lauderdale International Boat Show. A NX Boats veio para ficar e crescer ainda mais no mercado internacional– Jonas Moura, CEO da NX Boats

            Desde 2022 marcando presença no evento, a NX Boats já conhece bem as águas para as quais viajará em breve. Isso porque, há dois anos, a empresa abriu uma filial em território norte-americano.

            Ao longo desses dois anos com escritório próprio nos Estados Unidos, alcançamos um marco significativo de mais de 100 unidades vendidas– revelou Jonas

            “O fato de estarmos no Fort Lauderdale International Boat Show pelo terceiro ano consecutivo reforça o nosso compomisso em oferecer embarcações de alta qualidade. Vender mais de 100 unidades é apenas o começo”, destacou Hallan Iff, CEO da NX Boats Internacional.


            Durante o São Paulo Boat Show 2024, a direção da marca reservou um momento para agradecer a toda equipe da NX Boats, ressaltando os resultados recordes que a empresa vem colecionando tanto ao longo do tempo, quanto no próprio salão, considerado o maior do setor na América Latina. Veja como foi:

             

             

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            Principais atributos das lanchas NX Boats no FLIBS

            NX 270

            Foto: NX Boats / Divulgação
            • Comprimento: 8,22 m;
            • Boca: 2,65 m;
            • Altura da cabine: 1,57 m;
            • Altura do banheiro: 1,57 m;
            • Motorização: 1x 250hp a 1x 280hp (centro-rabeta) e 1x 300hp a 1x 350hp (popa);
            • Capacidade: 11 durante o dia e 2 no pernoite.

            NX 280

            Foto: NX Boats / Divulgação
            • Comprimento: 8,60 m;
            • Boca: 2,78 m;
            • Altura da cabine: 1,67 m;
            • Altura do banheiro: 1,65 m;
            • Motorização: 1x 300hp a 1x 380hp (centro-rabeta) e 1x 300hp a 1x 350hp (popa);
            • Capacidade: 14 passageiros.

            NX 290

            Foto: NX Boats / Divulgação
            • Comprimento: 8,84 m;
            • Boca: 2,78 m;
            • Altura da cabine: 1,80 m;
            • Altura do banheiro: 1,67 m;
            • Motorização: 1x 300hp a 1x 380hp (centro-rabeta) e 1x 300hp a 1x 350hp (popa);
            • Capacidade: 11 durante o dia e 4 no pernoite.

            NX 340

            Foto: Victor Santos / Revista Náutica
            • Comprimento: 10,15 m;
            • Boca: 3,15 m;
            • Altura da cabine: 1,83 m;
            • Altura do banheiro: 1,78 m;
            • Motorização: 2x 250hp a 2x 350hp (centro-rabeta) e 2x 225hp a 2x 400hp (popa);
            • Capacidade: 15 durante o dia e 4 no pernoite.

            NX 370

            Foto: NX Boats / Divulgação
            • Comprimento: 10,95 m;
            • Boca: 3,22 m;
            • Altura da cabine: 1,92 m;
            • Altura do banheiro: 1,85 m;
            • Motorização: 2x 250hp a 2x 350hp (centro-rabeta) e 2x 250hp a 2x 400hp (popa);
            • Capacidade: 16 durante o dia e 4 no pernoite.

             

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              Teste NÁUTICA: comparamos os jets RXT-X e RXP-X, da Sea-Doo, equipados com motor de 325 hp

              Os dois modelos fazem parte da linha 2024, têm a mesma potência e pertencem a mesma família, mas são bem diferentes

              Por: Redação -

              O lançamento mundial da linha 2024 da Sea-Doo surpreendeu os entusiastas da marca com uma novidade excitante na categoria de alto desempenho: os jets RXT-X e RXP-X passaram a ser equipados com um endiabrado motor de 325 hp! Os dois modelos têm a mesma — super — potência e fazem parte da mesma família, mas são bem diferentes.

              Voltados para o público que gosta de acelerar forte, os jets da Sea-Doo fazem questão de navegar em velocidade e de realizar manobras mais radicais — daí a profusão de letras X no nome, de potência extra, de extreme — mas sem abrir mão de confortáveis passeios.

              RXP-X. Foto: Divulgação

              O RXT-X leva três passageiros com seu casco ST3, contra dois do RXP-X, que tem um casco com configuração mais racing, o T3R. Já o RXT-X oferece um número maior acessórios e tem assento traseiro removível, o que significa mais espaço na plataforma traseira na hora do lazer.

              RXT-X. Foto: Divulgação

              Por sua vez, o RXP-X faz curvas extremas, contorna as boias mais rápido, tem capô de fibra de carbono (que confere ao jet menos peso e mais resistência) e banco com uma espécie de encosto na região lombar, que deixa o piloto mais protegido das forças Gs.

              RXP-X. Foto: Divulgação

              Além disso, ele entrega um desempenho digno de jet de competição, fazendo de zero a 100 km/h em apenas 3,4 segundos, segundo o fabricante. Isso não significa que o RXT-X fique atrás em termos de desempenho e confiança. Não por acaso ele também tem dois X no nome.

               

              Aliás, você sabe o que significa cada letrinha que identifica os jets da Sea-Doo? Com certeza, ninguém sabe, porque a Bombardier não explica. Mas, em leitura livre, os apaixonados pela marca têm a resposta quase na ponta da língua.

              RXT-X. Foto: Divulgação

              RXP-X seria Racing Extreme Performance e, o X adicional, representaria os 325 hp do novo motor. Por sua vez, a letrinhas do RXT-X significariam Racing Extreme Touring, uma vez que, sendo um três lugares, pode percorrer mais milhas, inclusive em alto-mar, sendo impulsionado pela mesma cavalaria do modelo racing. Onde tem X, nos jets da Sea-Doo, há mais potência.

              RXT-X. Foto: Divulgação

              Conferimos as diferenças dos jets na prática

              Para entender, na prática, o que distingue os dois modelos e ajudar nossos leitores a escolher a versão ideal para eles, levamos para a água, em dias e em represas diferentes, os dois jets mais potentes da Sea-Doo.

               

              O RXT-X foi testado nas incríveis paisagens de Capitólio, em Minas Gerais, enquanto o RXP-X foi levado para a represa Jaguari, em Bragança Paulista.

              RXP-X. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

              RXT-X

              Feito para atender a quem procura um jet de três lugares e, ao mesmo tempo, não abre mão do desempenho, o RXT-X tem um casco com de 3,45 metros de comprimento (o ST3) e um tanque de combustível de 70 litros, além do poderoso motor supercharged de 325 hp com intercooler externo. Uma combinação tentadora.

               

               

              Com peso total seco de 376 kg, o casco ST3 é largo, tem “V” profundo e o centro de gravidade mais baixo, o que resulta em um navegar estável, facilitando a aceleração.

               

              Na frente, há um paiol de 100 litros, além de um cesto, removível, de encaixe, que faz toda diferença para quem gosta de viajar embarcado, por levar 14 quilos extras de carga.

              RXT-X. Foto: Divulgação

              O capô abre todo e junto com ele sobe o guidão, que tem perfil esportivo, é ajustável e inclinável e tem manoplas cilíndricas, que resultam em uma empunhadura mais confortável. Há também um espaço estanque e à prova de choque para o smartphone, e uma porta USB.

               

              O sistema de som tem 100 watts de potência, conexão por fio ou bluetooth, e fica protegido em um compartimento impermeável. As caixas de som, são laterais, voltadas para o piloto, do tipo submersível.

              RXT-X. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

              No conjunto de assentos de três lugares, o banco traseiro pode ser removido (e guardado no bagageiro), girar ou ainda deslizar para trás. Com o jet parado, dá para mudar rapidamente de configuração. Duas pessoas podem ficar uma de frente para outra, por exemplo, facilitando o convívio.

               

              Ou, com a remoção do banco traseiro, a plataforma de popa se transformar em um solário, além de facilitar o reembarque. E tudo é muito rápido, muito prático. Para puxar esqui e wake, há um local próprio para a instalação de uma torre.

              RXT-X. Foto: Divulgação

              Entre os itens de conforto e segurança, o piloto encontra um apoio inclinado (mais confortável) para os pés e sustentos acolchoados para os joelhos, o que faz uma enorme diferença na hora das manobras.

               

              O sistema Ergolock R reduz a fadiga e mantém seu corpo mais relaxado, permitindo que “encaixe” suas pernas no assento. A sensação que se tem é de estar “vestindo” o jet.

              RXT-X. Foto: Divulgação

              Já para o acompanhante, o banco da frente tem uma cinta onde ele pode se segurar firmemente, em vez de apoiar as mãos no corpo do piloto.

               

              Por sua vez, o painel tem tela digital colorida de 7,8 polegadas, que se divide em duas. Uma delas oferece acesso rápido ao mapa, aos dados do GPS e a todas as informações sobre a embarcação, como horímetro, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia, etc.

              RXT-X. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

              A outra, à direita, permite fazer o controle do som (volume, seleção das músicas, equalização etc.) e a conexão com o celular (com a leitura do sinal e do nível da carga de bateria), entre outros recursos. Os caracteres e símbolos são de fácil leitura, inclusive sob o sol forte.


              Há opção de tela com fundo claro ou escuro e brilho ajustável. Por bluetooth ou cabo USB, todas as informações podem ser espelhadas num smartphone por meio dos aplicativos BRP Connect e BRO GO!

               

              O pacote tecnológico inclui comando elétrico de trim (para o ajuste da proa) e estabilizadores ajustáveis (ou aletas X, que proporcionam maior aderência nas curvas) instalados nos bordos da extensão traseira da plataforma, que melhoram a experiência da pilotagem, especialmente quando se navega com passageiros na garupa.

              RXT-X. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

              Sem contar o já consagrado sistema inteligente de freio e reverso, o iBR, e o conhecido sistema de fixação LinQ (exclusivo da Sea-Doo), que permite a instalação rápida na plataforma estendida de acessórios como uma caixa de gelo e um tanque de combustível extra.

               

              Entre os opcionais, destaque para o moderno Sistema de Bombeamento Inteligente Livre de Detritos, ou iDF, que expulsa sujeira e detritos capturados pelo motor, sem que o piloto tenha de deixar sua posição no comando do jet.

               

              Quanto à navegabilidade, o RXT-X se mostrou bastante seguro, ágil e gostoso de pilotar, mesmo nas aceleradas mais radicais e quando submetido a curvas mais fechadas. Neste teste, alcançou 117 km/h (ou 72,7 mph) de velocidade máxima, com consumo médio de 12,7 litros/hora.

              RXT-X. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

              Se vale a pena saltar de um jet com motor de 300 hp para este, com motor de 320 hp? Vale! E muito! Se puder, faça o upgrade, porque o prazer de pilotar uma máquina como essa é proporcional à diferença de preços. Ou seja, vale cada centavo investido. As diferenças de potência e de arrancadas são enormes.

               

              Para quem está à procura de seu primeiro jet, a recomendação é a mesma. Se o dinheiro não for um problema, por que não já começar com o jet mais top do mercado? Afinal, o RXT-X oferece tecnologia até para você poder domá-lo.

              RXT-X. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

              Além disso, o jet tem limitador de velocidade (que permite ao piloto definir uma performance mais confortável), controle de largada (para obter a aceleração ideal) e diferentes modos de pilotagem, como Eco (que promove até 46% de economia de combustível), Touring (que abranda os giros nas arrancadas) e Sport (que libera toda potência desde o zero).

               

              Em resumo, o RXT-X é um jet completo, justificando plenamente a letra X (de eXtreme) estampada no casco, que na versão 2024 tem as cores Ice Metal/ Manta Green.

              RXP-X

              Mas, e para quem é viciado em adrenalina e prefere um jet ainda mais radical, para andar a toda velocidade, fazer manobras absurdas e impressionar nas curvas? Nesse caso, talvez seja melhor apostar no RXP-X — que faz jus ao X, de “eXtreme” no seu nome.

               

               

              Este jet da Sea-Doo tem como foco principal a performance, embora sem desagradar nos passeios, já que também vem com muitos itens de conforto para o piloto e um acompanhante.

              RXP-X. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

              Totalmente reformulado a partir da linha 2021, o puro-sangue da BRP veio com muitas mudanças, além da motorização, começando pelo casco T3R, com quilha fixa (que permite fazer curvas mais extremas) e formato em V, que oferece maior precisão nas arrancadas e manobras.

              RXP-X. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

              Seu banco tem um apoio na região lombar, que deixa o piloto protegido dos efeitos da força G nas arrancadas.

              RXP-X. Foto: Divulgação

              Além disso, o sistema Ergolock R (que permite ajustes de até 5 polegadas para frente ou para trás) reduz a fadiga e mantém seu corpo mais relaxado, permitindo que “encaixe” suas pernas no assento, o que resulta em mais segurança e estabilidade.

              RXP-X. Foto: Divulgação

              Enfim, tudo foi pensado para que o você não saia voando do jet. Para os passeios, o banco de um lugar pode facilmente ser substituído por um mais longo, para duas pessoas.

              RXP-X. Foto: Divulgação

              Os modelos da linha 2024 vêm com todo aparato já conhecido das linhas 2021, 2022 e 2023: sistema de som de série, painel digital com tela colorida de 7,8 polegadas com áudio, espelhos retrovisores com espelhos grandes e angulares, porta-bagagem frontal de 143 litros, porta-luvas com compartimento para o smartphone e tomada USB.

              RXP-X. Foto: Divulgação

              Sua plataforma estendida foi projetada com o conhecido sistema de fixação LinQ, que permite a instalação rápida de alguns acessórios, como cooler, bolsas e reservatório extra de combustível, entre outros itens. Lá atrás, há ainda uma escada rebatível, extremamente importante na hora que o piloto necessita voltar para a embarcação com rapidez.

              RXP-X. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

              No tocante ao desempenho, o jet mais rápido da Sea-Doo oferece uma série de recursos, fruto da evolução acelerada da tecnologia, como amortecedor hidráulico de direção com três posições para ajuste rápido da rigidez, guidão de competição com manoplas arredondadas, estabilizadores traseiros ajustáveis e sistema de freio e reverso inteligente iBR.

               

              Ou seja, o motor de 325 hp é apenas a cereja do bolo.

              Impulsionado por esse novo e resfolegante supercharged (que, com mais pressão, gira a 8.250 rpm), no nosso teste o RXP-X 325 alcançou 115 km/he velocidade máxima, desempenho digno de um autêntico jet de competição. O consumo médio foi de 16,3 litros/h.

              RXP-X. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

              Além de veloz, o RXP navega bem, é ágil, fácil de manobrar. O V frontal mais aprofundado faz com que o casco corte a água com grande precisão, permitindo um maior ângulo nas curvas, o que resulta em manobras muito bem-feitas.

              RXP-X. Foto: Divulgação

              O RXP-X também vem com trim elétrico, que controla inclinação do casco no sentido proa-popa — uma comodidade e tanto quando o jet atinge velocidades mais altas — , e o Sistema de Trim Variável (VTS), que permite ajustes com base nas condições da água e na preferência do piloto.

               

              O tanque de combustível, de 70 litros, e o mesmo do modelo RXT-X. Os modos de velocidade são Sport, Eco e Slow e há três opções de arrancada, sendo que no modo cruzeiro o jet anda sozinho, a 10 km/h.

              RXP-X. Foto: Divulgação

              Com tantos cavalos no motor, ninguém terá problema para realizar passeios a dois. Se, porém, quiser sentir toda a emoção de uma pilotagem verdadeiramente esportiva, o melhor é mesmo navegar desacompanhado.

              Passar algum tempo no comando desse jet, sentindo-se um piloto de verdade, é uma experiência nada menos que excitante. Gosta de emoções fortes? Então esse é o seu jet.

               

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                03/10/2024

                Mais de 20 anos atrás, as cartilhas do cartunista Ziraldo na campanha “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, feita em parceria com NÁUTICA, já diziam: “estão sujando as águas do mundo”. O Brasil, com uma costa de mais de 7,6 mil km, não escapou dessa estatística, e agora tem um dado alarmante: 100% das praias do país contêm resíduos plásticos.

                É o que mostra uma pesquisa do projeto Expedição Ondas Limpas, feita pela ONG Sea Shepherd em parceria com o Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP), entre abril de 2022 e agosto de 2023.

                Imagem ilustrativa / Envato

                Para chegar à conclusão, estudiosos analisaram mais de 7 mil quilômetros de litoral, cobrindo 306 praias, em 201 municípios dos 17 estados da costa brasileira.

                 

                As regiões Sul e Sudeste se mostraram as mais poluídas, com destaque — negativo — para as cidades de Mongaguá, em São Paulo, e Pântano do Sul, em Florianópolis, Santa Catarina.

                Imagem ilustrativa / Envato

                A praia de Pântano do Sul lidera a pesquisa com os maiores níveis de contaminação do país nas três categorias analisadas: microplásticos, macrorresíduos e macrorresíduos plásticos. Nesta praia foram encontrados 144 resíduos plásticos por metro quadrado — enquanto em Mongaguá o número chega a 83 por metro quadrado.

                 

                Entre os macrorresíduos — maiores e mais fáceis de identificar — o volume de poluição está concentrado em fragmentos de isopor, cigarros (filtros e bitucas) e tampas de garrafas. Logo em seguida estão linhas de nylon (geralmente usadas para a pesca) e embalagens de comida.


                Enquanto o problema persiste, NÁUTICA conscientiza

                No ano de 1998, em parceria com NÁUTICA, Ziraldo criou o “peixinho” que estampa a campanha de NÁUTICA “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, ressaltando a importância do cuidado com o bem mais precioso do planeta em muitos pontos do litoral brasileiro.

                Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto/ Revista Náutica

                Ao longo de mais de 20 anos, a ação distribuiu cartilhas educativas sobre o tema, além de brindes com a arte de Ziraldo estampando porta-copos, bolsas, toalhas e até boias.

                Foto: Arquivo Revista Náutica (Não reproduzir sem autorização expressa de @revistanautica)

                Seguindo o legado do cartunista, que nos deixou em abril deste ano, NÁUTICA tem propagado a campanha de Ziraldo nos eventos Boat Show, que atraem milhares de apaixonados por barcos em cada uma de suas edições.

                Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto/ Revista Náutica

                Falando diretamente com quem vive sobre as águas do Brasil e do mundo, a continuidade do projeto deixado pelo cartunista alerta ao mesmo tempo que educa, falando, principalmente, com as crianças. Era o próprio Ziraldo quem dizia: “quem for atingido hoje (pela campanha), daqui 15 anos vai estar dirigindo alguma coisa e vai ter essa consciência.”

                Foto: Revista Náutica

                A ação leva aos salões náuticos — considerados os maiores do país e até da América Latina –, cartazes e ações educativas práticas, como painéis informativos que usam dos traços de Ziraldo para promover maior conscientização.

                 

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                  Vem aí o 1º Salvador Boat Show, que vai agitar as águas do Nordeste

                  Inédito, o salão acontecerá de 6 a 10 de novembro, na Bahia Marina, com mais de 30 barcos em exposição

                  Salvador se prepara para receber, de 6 a 10 de novembro, na Bahia Marina, o primeiro Boat Show do Nordeste. O salão promete transformar a capital baiana em um dos principais palcos da náutica no Brasil, reunindo mais de 30 embarcações de diversos estilos, além de produtos e serviços ligados ao setor.

                  Com expectativa de receber cerca de 8 mil visitantes, o Salvador Boat Show chega para movimentar o mercado local e atrair ainda mais atenção para a Baía de Todos-os-Santos, a maior do Brasil e segunda maior navegável do mundo. Atualmente, a Bahia tem mais de 20 mil embarcações de lazer registradas, de acordo com a Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar).

                  O objetivo é levar uma diversidade de produtos para o evento, visando apresentar desde barcos de entrada até embarcações luxuosas– destacou Thalita Vicentini, diretora da Boat Show Eventos

                  Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / Divulgação

                  “Além disso, teremos brinquedos náuticos, jets, decoração, equipamentos e inovação. O Boat Show é uma oportunidade tanto para quem quer entrar no universo náutico quanto para quem já faz parte e busca fazer um upgrade. Nosso objetivo é proporcionar uma experiência náutica e gastronômica completa para o público e fortalecer a presença da Bahia no cenário náutico nacional”, completou.

                  Impacto no turismo náutico

                  Para a secretária de Desenvolvimento Econômico de Salvador, Mila Paes, o Salvador Boat Show representa um marco importante para o desenvolvimento da economia local. “O turismo náutico tem um potencial enorme para impulsionar Salvador. A Bahia possui a maior baía do Brasil e ainda capta menos de 5% da movimentação náutica do país.

                  Esse evento vai não só inserir a cidade no circuito nacional, mas também promover o desenvolvimento sustentável e gerar empregos. Estamos muito felizes com essa primeira edição e tenho certeza de que será o início de uma caminhada de muito sucesso– destaca Mila

                  “A realização do Salvador Boat Show marca a consolidação da cidade no calendário dos grandes eventos náuticos brasileiros, somando-se a destinos como São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná e o Distrito Federal. Essa é uma oportunidade de expandir os negócios do setor na região e fortalecer a presença da Bahia no mapa do turismo náutico, para aproveitar o potencial da Baía de Todos-os-Santos e suas 56 ilhas paradisíacas”, conclui Thalita.

                   

                  Anote aí!

                  Quando: De 6 a 10 de novembro de 2024
                  Onde: Bahia Marina (Av. Lafayete Coutinho, 1010, Salvador – BA)
                  Ingressos: site oficial de vendas

                   

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                    Marinha do Brasil realiza exposição no maior aquário de água doce do mundo

                    No Bioparque Pantanal, em Mato Grosso do Sul, apresentação conta com peças históricas e itens utilizados em missões

                    02/10/2024

                    A Marinha do Brasil está em exposição no Bioparque Pantanal — o maior circuito de aquários de água doce do mundo — , na capital do Mato Grosso do Sul. Com peças históricas à mostra, a apresentação conta com itens utilizados nas atividades marinheiras e informações sobre como ingressar na Força.

                    Fruto de uma parceria com o Governo de Mato Grosso do Sul, o evento tem como objetivo realizar um intercâmbio técnico-científico, educacional e cultural, além de conscientizar sobre a importância das águas interiores e da Amazônia Azul para o Brasil.

                    Foto: Cabo TE Benites/ Divulgação

                    Com uma área de 21 mil metros quadrados, o Bioparque Pantanal recebe mais de 1.600 visitantes diariamente, promovendo a inclusão e acessibilidade. Além disso, a exposição conta com interação do público, que pode tocar e tirar fotos com os itens históricos.

                    Nossos visitantes ficam felizes ao usar acessórios de marinheiros, pegar no timão, no telégrafo, e se sentirem como Comandantes de navios. Tudo isso contribui para o nosso trabalho de acessibilidade– Beatriz Lunardi, Coordenadora de Acessibilidade do Bioparque

                    Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

                    Segundo o Comandante do 6º Distrito Naval, Contra-Almirante Alexandre Amendoeira Nunes, a apresentação visa sensibilizar os visitantes sobre as “riquezas ligadas à ciência, economia e meio ambiente, além de reforçar a importância da preservação dos patrimônios do Brasil”.

                    Foto: Cabo TE Benites/ Divulgação

                    Além de destacar as águas interiores e da Amazônia Azul, a exposição, que estreou em julho de 2023, é coordenada pelo 6º Distrito Naval e pretende destacar a atuação da Marinha do Brasil para o progresso do país.

                    Maria Fernanda Balestieri apresenta o Bioparque ao Contra-Almirante Alexandre Amendoeira Nunes. Foto: Ascom/ Bioparque Nacional/ Divulgação

                    O complexo de aquários do Bioparque Pantanal, inaugurado em março de 2022, já teve visitas de todos os estados brasileiros, além de receber turistas de 129 países. No total, o local já recebeu cerca de 920 mil visitantes — considerando os dados até a primeira quinzena de setembro.

                     

                    O espaço é dedicado à promoção da educação ambiental, pesquisa, conservação, inovação, inclusão, lazer e cultura. Segundo o Bioparque, o local abriga 5 milhões de litros de água e 407 espécies de animais, além de 239 tanques.

                    Parceria em duas frentes

                    Além da exposição, o Bioparque Pantanal e a Marinha do Brasil firmaram uma parceria que facilita expedições de pesquisa científica no Pantanal, com apoio logístico da MB para a coleta de dados e conservação da biodiversidade local. A colaboração tem como objetivo viabilizar ações e projetos técnicos, científicos, tecnológicos, educacionais e sociais na região.

                    Foto: Ascom/ Bioparque Nacional/ Divulgação

                    “Partilhamos do lema ‘Conhecer para conservar’, onde buscamos, por meio de trabalho em campo, coletar o maior número de informações para subsidiar os trabalhos de pesquisa, conservação e bem-estar animal realizados no Bioparque”, explicou Maria Fernanda Balestieri, diretora-geral do Bioparque Pantanal.

                     

                    Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                     

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                      Entenda por que a Fibrafort atualizou toda a linha de lanchas Focker em 2024

                      Além de inovações nos barcos, estaleiro lançou dois modelos na versão Chrome, que deve ser estendida a pedido de clientes

                      A linha de lanchas Focker, da Fibrafort, é composta por nada menos que 13 embarcações. Cada uma delas esteve no São Paulo Boat Show 2024, onde Bárbara Martendal, gerente comercial e de marketing do estaleiro, falou tanto sobre a atualização dos modelos neste ano, quanto sobre o processo criterioso da marca para garantir a qualidade de seus barcos.

                      Em um papo comandado por Pedro Dias, o Pedrinho, a porta-voz da Fibrafort esteve no Estúdio NÁUTICA, espaço que recebeu grandes nomes do setor durante o maior evento náutico da América Latina. Em seus mais de 30 anos no mercado, a marca já produziu mais de 18 mil embarcações.

                      Foto: Revista Náutica

                      O São Paulo Boat Show é um evento superimportante para a gente porque, além dos clientes que vão comprar, tem os que vão nos visitar, que já são da marca– destacou a gerente comercial

                      Durante a conversa, Bárbara ressaltou que a linha Focker vai dos 18 aos 42 pés, para que o estaleiro catarinense consiga “trazer o consumidor do primeiro barco para subir de categoria” junto com a marca.

                      Temos muitos clientes com quatro, cinco, seis barcos nossos– revelou Bárbara

                      Bárbara Martendal, gerente comercial e de marketing da Fibrafort. Foto: Revista Náutica

                      Com um futuro upgrade na embarcação já previsto pelo estaleiro entre os clientes da marca — que costumam se fidelizar à empresa desde o primeiro barco –, a Fibrafort decidiu dedicar o ano de 2024 para atualizar toda a linha.

                      Temos muitos consumidores de todos os modelos, então a ideia foi atualizá-los com o que tem de mais moderno no mercado. Trocamos painel, estofamento… uma série de coisas– garantiu Bárbara

                      O upgrade, além de mais espaço, garante ao consumidor mais estrutura para navegar. Essa parte, inclusive, se mostra como uma das mais importantes entre os clientes Fibrafort na hora de trocar de Focker.


                      Isso porque, conforme explicou Bárbara, existe um público grande do estaleiro que não quer um barco maior, “porque não há estrutura em sua região”.

                      Essas atualizações são importantes porque não necessariamente ele precisa de um barco maior, mas sim do tamanho que já tem, só que com modernidade, com diferenciais de acabamento e estética– explica

                      “A gente vai buscando o que o nosso consumidor pede e colocando nos barcos. Um dos nossos valores na fábrica é que o cliente é a nossa razão. Então pegamos muito do que vem deles e colocamos em linha”, completa.

                      Lanchas Fibrafort na versão Chrome

                      Seguindo tendências mundiais, a Fibrafort lançou, em julho deste ano, durante o Boat Show de Itajaí, a nova Focker 262 GTO, na versão Chrome Edition.

                      Focker 262 GTO. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                      O projeto visual do barco foi uma das grandes apostas do estaleiro. Pela primeira vez, uma lancha Focker nasceu no tom cinza, sempre muito solicitado pelos clientes. Na Chrome Edition, os interiores combinam nuances da cor principal com azul, buscando uma harmonização que envolve desde o EVA do piso até o estofamento.

                      Foto: Revista Náutica

                      No São Paulo Boat Show, outro modelo chegou com a nova cor: a Focker 212. Questionada se a linha Chrome vai se estender, Bárbara responde que “essa é uma demanda”, e o estaleiro está “trabalhando internamente para poder estender”.

                      Focker 212. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                      O que prorroga o prazo para que a ideia saia do papel é o criterioso processo pelo qual passam as lanchas Focker antes de chegarem às mãos dos clientes. Bárbara conta que o que o estaleiro “solta para o mercado” é o que a marca “entende e tem certeza de que vai chegar com qualidade”.

                      A gente não entrega protótipo para clientes. Tudo passa por um processo de qualidade, de stress test– revela Bárbara

                      O stress test é uma metodologia que simula condições extremas para avaliar a capacidade de adaptação e resistência de sistemas e aplicações. De acordo com Bárbara, “até o primeiro barco ser entregue, ele passa por 200 horas de stress test, para que o estaleiro entregue um barco com a “certeza de que não vai dar problema na mão do consumidor”.

                       

                      Em média, um dono de embarcação navega cerca de 50 a 100 horas por ano, segundo dados de pesquisas informais de fontes do setor náutico.

                       

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                        Visita à fábrica percorreu cada etapa da produção, da montagem dos componentes aos rigorosos testes de qualidade

                        Por: Redação -

                        Fabricar motores que equipam barcos do mundo inteiro não é uma tarefa simples, mas a Volvo Penta revelou como consegue conclui-la com excelência. Ao abrir as portas de sua fábrica na Suécia, mostrou à equipe de NÁUTICA como funciona cada uma das etapas de produção, regidas pelos mais rigorosos controles de qualidade.

                        Quem acompanhou a equipe foi Henrique Gomes, da área comercial da Volvo Penta. Segundo ele, um dos destaques da marca é a atenção aos detalhes durante a customização dos motores, de acordo com a preferência de cada cliente.

                        O mesmo motor pode ter um processo de montagem de duas horas, que é o mais rápido, até um processo de uma semana– Henrique Gomes

                         

                        O primeiro passo exibido pela fábrica é a formação dos blocos dos motores D4 e D6 — que são iguais, a não ser pelo número de cilindros. O peso de cada um varia de 50 kg a 60 kg e, assim que prontos, passam por um controle de qualidade que condena o bloco inteiro ao menor sinal de irregularidade.

                        Foto: Revista Náutica

                        “Importante falar que não se perde o material. Ele todo volta para a fundição, para fazer novos motores”, explica Henrique.


                        Em cada parte da produção, é possível acompanhar uma mistura de trabalho artesanal e detalhado, feito por funcionários da Volvo Penta, com tecnologia, maquinário e até robôs — que, dentre outras coisas, são responsáveis pela pintura dos motores.

                        Foto: Revista Náutica

                        Segundo as informações compartilhadas pelos funcionários locais, a fábrica produz cerca de 35 unidades diárias, entre D4 e D6, sendo que 50 caminhões saem do local todos os dias para abastecer a Europa e o mundo. Anualmente, a produção gira em torno das 7 mil unidades.

                        Foto: Revista Náutica

                        “100% da produção é testada. Se você tem um motor configurado, com todos os opcionais, tudo vai ser testado antes de ter a certificação. Com isso, a gente garante a qualidade das entregas e a certeza de que o motor vai chegar funcionando completamente”, destaca Henrique.

                        Foto: Revista Náutica
                        Foto: Revista Náutica
                        Foto: Revista Náutica

                         

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                          Para Yuri Benites, é questão de tempo para o Lago de Itaipu se tornar referência no turismo náutico

                          Diretor de turismo do Parquetec abordou o assunto durante o 9º Congresso Internacional Náutica, em São Paulo

                          Reconhecido pela excelência em tecnologia e inovação, o Parque Tecnológico de Itaipu (Itaipu Parquetec desde julho de 2024) tem como meta tornar-se um centro de referência também no turismo náuticona região do Lago de Itaipu, como explicou seu diretor de turismo, Yuri Benites, durante o Congresso Internacional Náutica.

                          O evento aconteceu no fim de setembro, em paralelo ao São Paulo Boat Show 2024.

                          O que eu trouxe para esse Congresso é um case do trabalho que estamos fazendo, para que vocês possam nos auxiliar na tarefa de fazer do Lago de Itaipu um importante centro náutico– Yuri Benites, diretor de turismo do Itaipu Parquetec

                          A meta deve ser alcançada por meio da promoção de parcerias e estimulando a sinergia com o setor privado, com os órgãos governamentais e a comunidade local.

                          Foto: Jhony Inácio / Revista Náutica

                          “A intenção é criar o Distrito Náutico de Itaipu e, assim, impulsionar o turismo, a pesca e as atividades de lazer na região, garantindo a preservação ambiental e promovendo o desenvolvimento econômico sustentável”, disse Yuri, responsável por liderar a estratégia de desenvolvimento do turismo no Itaipu Parquetec.

                           

                          De acordo com ele, a Usina de Itaipu também se destaca como atração turística da região, recebendo mais de 1 milhão de visitantes todo ano.

                          Foto: Jhony Inácio / Revista Náutica

                          “A gente chama de montante e jusante. Montante é a parte de cima, onde a água se acumula; jusante é a parte de baixo. Então da parte de baixo da usina, na área de cidade de Foz de Iguaçu, o turismo é pujante. A estrutura está organizada. Agora a montante, que é o Lago de Itaipu, o turismo acontece muito à margem. Temos algumas prainhas.”

                           

                          O diretor explicou que são nove espaços onde se concentra a área de balneário, além de apenas uma marina, um condomínio particular, dois portos e cinco empresas do setor náutco. “Mas o turismo só acontece do ponto de vista da margem para a água, não dentro da água. Dentro d’água, só temos algumas embarcações de pesca”, revela.

                          O movimento de pesca é muito bem organizado. Mas o movimento turístico, do aproveitamento da água, ainda não acontece. Por isso, está havendo um grande esforço nesse nosso de olhar para o Lago de Itaipu– ressaltou Yuri

                          Para concretizar o sonho de transformar o Lago de Itaipu como centro náutico, uma das primeiras ações foi a construção do Fórum Permanente de Turismo Náutico no Lago de Itaipu, que uniu as prefeituras das cidades lindeiras.

                           

                          “Fizemos a primeira edição desse fórum durante o 1º Congresso Náutico de Foz de Iguaçu. Agora, junto com os prefeitos, lançamos nosso olhar para o Masterplan do lago”, disse Yuri, referindo-se a um conjunto organizado de decisões sobre como fazer algo no futuro.

                          Foto: Jhony Inácio / Revista Náutica

                          A pergunta que eles se fazem é: “Como a gente pode explorar esse espaço para que ele seja navegável e, ao mesmo tempo, uma área de entretenimento e de educação ambiental?”. Segundo Yuri, não basta o Lago de Itaipu ser um grande atrativo.

                           

                          “É necessário oferecer uma estrutura náutica. Para isso, o Itaipu Parquetec pretende fazer a integração entre o público o privado, a academia e a sociedade civil organizada, pautado na preservação e conservação ambiental. Com essa cadeia náutica, essa estrutura, a gente consegue fazer tudo isso movimentar e melhorar a economia e a renda da nossa região”, explicou o diretor de turismo da entidade.

                          Foto: Jhony Inácio / Revista Náutica

                          Da estratégia, faz parte a realização das segundas edições do Congresso Náutico de Foz de Iguaçu (nos dias 27 e 28 de novembro) e do Foz Internacional Boat Show (de 28 de novembro a 1º dezembro).

                           

                          Além disso, o plano engloba a unificação do modelo de cessão à iniciativa privada, por um período de 30 anos, das prainhas, nas áreas de balneário, e da implantação (com financiamento para isso) da infraestrutura.


                          A expectativa é que o Masterplan seja rapidamente efetivado e as infraestruturas, implantadas — sejam elas públicas ou privadas.

                           

                          “Nosso sonho é que, daqui a 5 anos, você consiga chegar em Foz de Iguaçu com um avião, viaje para um município lindeiro ou fique na própria cidade de Foz de Iguaçu, pegue o barco — que você deixou em uma marina ou no condomínio em que você tem residência — e saia para navegar”, destacou o diretor.

                           

                          Para quem não tiver barco próprio, aponta Yuri, o ideal é que possa fazer locação por temporada.

                          Você pegará um mapa e escolherá por onde vai passear, qual atração irá visitar com seus filhos e qual será o restaurante em que vai consumir, sem precisar descer da embarcação, ou que, se desça, continue tendo o contato com a água– Yuri Benites

                          O diretor de turismo do Parquetec aponta que, para aproveitar as belezas do Lago de Itaipu, o turista teria programação para pelo menos três dias. E, caso queira fazer uma viagem por um período mais longo, ainda há a alternativa de sair de Foz de Iguaçu e chegar a Guaíra, cidade às margens do Rio Paraná.

                          Para quem navega, o rio é conexão. A gente precisa aprender isso. Então esse é o trabalho que a gente está construindo, com muitas mãos, muita gente, num movimento muito bonito, que é para que as coisas aconteçam rapidamente– Yuri Benites

                          O Congresso Internacional Náutica é o principal evento do Brasil voltado a prefeitos, secretários de turismo e agentes do setor que buscam o crescimento econômico-social por meio do turismo das águas. As palestras antecederam a abertura ao público do São Paulo Boat Show 2024, que contou com mais de 170 barcos em exposição, 50 lançamentos gerais, além de uma série de produtos e serviços.

                           

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                            Ao todo, 40 mil pessoas passaram pelo evento, onde mais de 700 barcos foram vendidos em seis dias

                            01/10/2024

                            Com registro de números recordes, o São Paulo Boat Show terminou no último dia 24, reafirmando seu título de principal palco para o mercado náutico na América Latina. Durante os seis dias de evento, mais de 700 barcos foram comercializados, enquanto cerca de 40 mil visitantes passaram pelo salão.

                            Para alcançar números expressivos, o salão deste ano foi ampliado. Em um espaço de 32 mil m² no São Paulo Expo, na zona sul de São Paulo, mais de 170 embarcações foram expostas, sendo 50 lançamentos.

                             

                            As ofertas atenderam a consumidores de diferentes perfis econômicos, já que o evento exibiu desde cotas compartilhadas de barcos a partir de R$ 25 mil e motos aquáticas de R$ 65 mil, até iates de luxo avaliados em mais de R$ 15 milhões.

                            Foto: Revista Náutica

                            Além das embarcações, os visitantes encontraram uma ampla gama de produtos, como motores, brinquedos náuticos, equipamentos de segurança, decoração, serviços e até cursos de pilotagem e apólices de seguros.

                             

                            Entre as inovações apresentadas no evento, destaque para o jet que vira prancha, um futurista carro que navega sobre as águas e um barco em formato de casa. Isso sem falar do sorteio de uma lancha Fibrafort equipada com motor Yamaha, avaliada em mais de R$ 200 mil.

                            Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                            Mais do que uma exposição, o São Paulo Boat Show se tornou o destino preferido para quem deseja adquirir embarcações ou realizar upgrades, inclusive, com uma mudança no perfil dos consumidores, que agora aguardam a realização dos salões ao longo do ano para fechar suas negociações. Vale destacar que em 2024 já foram quatro Boat Shows, e mais dois estão por vir — em Salvador e em Foz do Iguaçu.

                             

                            “O São Paulo Boat Show deste ano confirmou uma tendência que temos observado: o público náutico cada vez mais espera pelos Boat Shows para realizar suas compras. O feedback dos expositores foi extremamente positivo, com vendas sendo concretizadas durante todos os dias do evento. Esse comportamento tem causado oscilações no mercado ao longo do ano, com um aumento expressivo nas vendas coincidindo com os eventos”, afirma Thalita Vicentini, diretora geral da Boat Show Eventos.

                            O sucesso deste ano, não apenas em São Paulo, mas também nos outros Boat Shows do calendário, deve contribuir diretamente para que o setor encerre 2024 com saldo positivo, já que cerca de 70% das vendas de barcos no Brasil ocorrem por conta desses eventos– completou a diretora

                            Essa mudança no comportamento dos consumidores também foi percebida por Eduardo Colunna, presidente da Acobar. “Observamos uma oscilação nas vendas do setor náutico em 2024, mas o saldo para o ano será extremamente positivo, superando os números de 2023”.

                            Atingiremos a marca de 150 mil postos de trabalho, um crescimento de 25% em relação ao ano passado, quando tínhamos 120 mil– ressaltou Colunna

                            O presidente da Acobar destacou ainda que “esse aumento de emprego abrange todo o setor, desde a construção de embarcações até serviços de manutenção, marinas e outras áreas relacionadas”. Para ele, “a indústria náutica brasileira atingiu um nível de excelência construtiva, com mão de obra qualificada e produtos que se tornaram referência internacional, reforçando nossa competitividade global”.


                            Expositores também reforçaram a importância dos Boat Shows como o principal cenário para a concretização de negócios náuticos no país. Márcio Schaefer, CEO da Schaefer Yachts, foi um dos que celebrou os resultados obtidos.

                            Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                            “Alcançamos nossa meta, que desde o início foi bastante ousada. O público presente foi extremamente qualificado e conseguimos superar com folga as expectativas do ano passado. Isso reforça a importância do evento para o setor e o nosso compromisso com a excelência”, comentou Schaefer.

                             

                            A Ventura Experience compartilhou dos resultados positivos. Para a marca, “este é o maior evento náutico da América Latina, que vende, atrai público e transforma empresas. Todos os anos, o salão se supera, e este ano não foi diferente. Lançamos um produto de pequeno porte que se tornou o mais vendido de toda a nossa história”.

                            Foto: Revista Náutica

                            Fábio Bisolatto, sócio da WellCraft, igualmente destacou o impacto positivo do São Paulo Boat Show. “A feira cresce a cada ano e o público está extremamente qualificado. Recebemos muitos clientes de alto nível e o evento superou nossas expectativas. Este ano já é nosso recorde de vendas desde 2021, quando começamos a participar. Só temos a agradecer ao Boat Show”, revelou.

                            Foto: Revista Náutica

                            José Carlos Barros, diretor comercial da Sessa Marine, compartilhou a expectativa de resultados contínuos após o evento: “O São Paulo Boat Show sempre gera uma expectativa muito alta em termos de visitação qualificada e em volume de negócios. Algumas vendas já foram realizadas, mas muitas negociações ainda estão em andamento e acreditamos que o evento trará resultados ainda melhores à medida que essas negociações se concretizem nos próximos meses”.

                            Foto: Revista Náutica

                            Ainda em 2024, a Boat Show Eventos realizará mais dois eventos náuticos. De 6 a 10 de novembro ocorre o inédito Salvador Boat Show, na Bahia Marina. Já de 28 de novembro a 1º de dezembro será realizada a segunda edição do Foz Internacional Boat Show, no Lago de Itaipu.

                             

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                              Conheça os vencedores da 3ª Etapa da Copa Mitsubishi de Vela

                              Marcada pela falta de vento, etapa do Circuito Ilhabela de Vela Oceânica aconteceu no fim de setembro

                              O vento, combustível dos veleiros, esteve acanhado durante a 3ª etapa da Copa Mitsubishi – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica. Na reta final, contudo, cerca de 15 nós — com rajadas até maiores — fecharam com chave de ouro a competição que reuniu 28 equipes durante os dias 21, 22, 28 e 29 de setembro.

                              Quem caiu de paraquedas para assistir à disputa final no último domingo (29), mal sabia que, uma semana antes, as regatas chegaram a ser canceladas pela falta de vento. Junto com a chegada dele, porém, vieram também novas equipes.

                              Foto: Aline Bassi/Balaio / Divulgação

                              Entre os recém-chegados estavam o Sibarita, de Octavio Faria, na HPE25; Kaluanã, de Leonardo Soldon; e A Valente, de Adriana Merino, na BRA-RGS.

                               

                              As novas rajadas trouxeram ainda equipes que já estiveram no evento em anos anteriores, como o Fandango, agora sob o comando de Adoniran Reis; Jyllic, de Martin Bonato; e o Rainha, com o comandante Vitor Hugo.

                              Confira os vencedores de cada classe na 3ª Etapa da Copa Mitsubishi

                              C30

                              Na classe C30, dois pontos separaram os três primeiros colocados. Com 7 pontos, a vitória na etapa ficou com o Caiçara, de Marcos de Oliveira Cesar. Em segundo, com 8, o Relaxa Building, de Tomás Mangabeira — que contou com Maurício Santa Cruz, atleta olímpico e campeão mundial a bordo. A equipe de Jorge Berdasco, do Bravo, terminou em terceiro, com 9 pontos.

                              HPE25

                              O Saci, de Fabio Cotrim — que teve os campeões olímpicos Robert Scheidt e Gintare Scheidt a bordo — , terminou na primeira colocação da HPE25, com 9 pontos. Em segundo e terceiro lugar, com os mesmos 12 pontos, vieram o Ginga, de Breno Chvaicer, e o Sibarita. Em quarto chegou o Crazy Phoenix, de Mário Lindenhayn, com 17 pontos.

                              Foto: Aline Bassi/Balaio / Divulgação

                              BRA-RGS-C

                              Disputa acirrada na divisão C da BRA-RGS. Isso porque o Comanda, de Sebastian Menendez, foi o campeão, mas o Brazuca, de José Rubens Bueno, segundo colocado, somou os mesmos 13 pontos. Com uma vitória a mais (critério de desempate), o Comanda venceu a etapa. Em terceiro, com 16 pontos, vem o recém-restaurado Tango, de Átila Bohm.

                              RGS A

                              Na RGS A, vitória do Kameha Meha, comandado por Alberto Kunath, com 6 pontos. Em segundo e terceiro, respectivamente, ficaram o Kaluanã, de Leonardo Soldon e o Sossegado, de Marco Hidalgo, com os mesmos 13 pontos.

                              RGS Cruiser

                              O Inaê 50, de Bayard Umbuzeiro, foi o vencedor da RGS Cruiser, com 6 pontos. O Fandango, de Adoniran Reis, veio em segundo, com 8, e o Helios, de Marcos Gama Lobo, garantiu o terceiro lugar, com 10 pontos.

                              ORC

                              Na ORC, o 4Z Phytoervas, de Marcelo Belloti, foi o vencedor da divisão Racer, somando 4 pontos. Com 8, o Inaê Soto, de Bayard Umbuzeiro Neto, foi o segundo.

                              ORC Cruiser

                              Na divisão Cruiser da ORC, vitória do Xamã, de Sergio Klepacz, com 5 pontos. Em segundo, com 8 pontos, veio o Lucky V, de Luiz Villares. Com 12 pontos, garantindo o terceiro lugar, ficou o Jazz, de John Julio Jansen.

                              ORC Geral

                              Na ORC geral, os veleiros Xamã, 4Z Phitoervas e Lucky V Alforria foram os três primeiros.

                              Foto: Aline Bassi/Balaio / Divulgação

                              Finalizando o calendário de regatas patrocinadas pela Mitsubishi, a 4ª etapa da Copa Mitsubishi – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica está marcada para os dias 30 de novembro e 1 de dezembro.

                               

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                                Italiano Ferruccio Bonazzi falou sobre o Kiaroa Residence & Marina durante o 9º Congresso Internacional Náutica

                                Durante o 9º Congresso Internacional Náutica, que apresenta exemplos de iniciativas bem-sucedidas e projeta soluções para desenvolver o turismo náutico no Brasil paralelo ao São Paulo Boat Show, o italiano Ferruccio Bonazzi — ex-CEO do Ferretti Group Europa — contou de forma divertida sua experiência como diretor geral e sócio da Ferretti Brasil nos anos 1990.

                                O maior desafio era lidar com a proibição de importação de barcos, o que nos obrigou a abrir uma fábrica em solo brasileiro– lembrou

                                Depois, compartilhou sua experiência como arquiteto e empresário do setor imobiliário — entre outros empreendimentos, ele foi o idealizador e realizador do Kiaroa Eco Luxury Resort, em Barra Grande, na Bahia.

                                Foto: Jhony Inácio / Revista Náutica

                                Por fim, destacou o projeto de um condomínio náutico, na Península de Maraú, na chamada Costa do Dendê, no sul da Bahia, do qual é consultor Project Manager: o Kiaroa Residence & Marina.

                                 

                                “Eu chamo de condomínio náutico, mas é um condomínio de casas, que tem todas as mordomias de um hotel, acrescida de uma estrutura náutica entre o Oceano Atlântico e a Baía de Camamu. É um lugar paradisíaco, e caribenho, pois, além do mar em tons esmeralda e turquesa, é quente o ano todo. Fiquei apaixonado pelo lugar e seduzido pelo negócio”, diz Ferruccio, descrevendo o empreendimento, que está em fase de loteamento.

                                 

                                A previsão inicial de entrega está confirmada para janeiro de 2025, já com uma marina própria pronta, capaz de abrigar 40 barcos. “Já temos um píer de 150 metros e vamos instalar a passarela e os outros flutuantes nos próximos dias”, garante ele.

                                Foto: Instagram kiaroaresidence/ Reprodução

                                O foco náutico do Kiaroa tem raízes no próprio empresário, nascido em Bolonha, no norte da Itália. “Um apaixonado pelo mar”, como se define, Ferruccio Bonazzi acumulou, ao longo dos anos, títulos como o de capitão de barcos a motor, velejador e mergulhador. Arquiteto e designer, perfeccionista, do tipo que se prende aos mínimos detalhes, ele acompanha tudo de perto.

                                 

                                A ideia é oferecer aos condôminos um verdadeiro clube náutico, com atracação e serviços básicos para as embarcações, para que estejam sempre prontas para navegar, no mesmo mar um dia navegado por Cabral. Nas proximidades, há também um estaleiro que, em caso de necessidade, poderá auxiliar os moradores na realização de reparos e abastecimento dos barcos.

                                Foto: Instagram kiaroaresidence/ Reprodução

                                Com 180 lotes entre 400 m² e 800 m², o Kiaroa Residence & Marina ocupa uma área de 180 mil m², quase metade dela de preservação ambiental. Assinado pelo arquiteto italiano Paolo Santandrea, o projeto conta com uma piscina de borda infinita de 800 m², além de piscina para crianças, quadras de tênis, vôlei e beach tennis, restaurante, academia e rooftop — espaços montados com materiais de grandes marcas, como Technogym e Macom.

                                 

                                Fora da área residencial, há um espaço destinado a lotes comerciais, que podem ser adquiridos para a montagem de diferentes tipos de estabelecimentos que ficarão disponíveis para uso dos condôminos.

                                 

                                Para quem chega pelo ar, o condomínio já conta com um heliponto homologado pela ANAC. E ainda há nas proximidades uma pista de pouso para aviação privada.

                                Foto: Instagram kiaroaresidence/ Reprodução

                                A primeira reação de quem chega é querer ficar ali para sempre, tal a profusão de imagens do lugar, cercado de piscinas naturais, praias paradisíacas, coqueirais e longas faixas de areia branca.


                                Com cenário de cinema, a Península de Maraú fica a poucas milhas de barco de outros paraísos náuticos, como Barra Grande, Itacaré e Ilha de Boipeba. Ou seja, escolher o Kiaroa é ter os grandes destinos turísticos do Sul da Bahia como os seus melhores vizinhos.

                                 

                                O Congresso Internacional Náutica é o principal evento do Brasil voltado a prefeitos, secretários de turismo e agentes do setor que buscam o crescimento econômico-social por meio do turismo das águas. As palestras antecederam a abertura ao público do São Paulo Boat Show 2024, que contou com mais de 170 barcos em exposição, 50 lançamentos gerais, além de uma série de produtos e serviços.

                                 

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                                  Em entrevista à NÁUTICA, o proprietário Clovis Greca detalhou que o espaço será capaz de tirar da água embarcações de cerca de 250 toneladas

                                  Por: Redação -
                                  30/09/2024

                                  A intimidade de longa data com o mar, somada à percepção de um número cada vez maior de proprietários de barcos, foi o que fez Clovis Greca buscar uma solução para a ausência de espaços capazes de guardar grandes embarcações no Brasil.

                                  Após muito planejamento, nasceu a Marinas do Atlântico, criada para oferecer infraestrutura completa para lanchas e iates de 50 pés a 130 pés.

                                  Foto: Divulgação

                                  Em conversa no Estúdio NÁUTICA, durante o São Paulo Boat Show 2024, o empresário contou que idealizou um verdadeiro complexo náutico, equipado com opções de lazer, alimentação e serviços que atendem a esse público.

                                   

                                  “Os barcos cresceram, a quantidade de pessoas que querem adquiri-los também, então estamos criando uma marina com o que pode existir de melhor, com tudo o que é necessário para esses iates”, comentou.

                                   

                                   

                                  Localizado em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, o empreendimento fica no bairro Pontal, à beira da BR 101 e próximo ao Iate Clube de Angra dos Reis (ICAR). Quem preferir, pode usufruir do heliponto e das vagas para deixar os helicópteros estacionados.

                                  Foto: Divulgação
                                  Foto: Divulgação

                                  Clovis afirma que toda a estrutura da marina está sendo feita com materiais modernos, a começar pelos píeres com eletricidade, “produzidos por tecnologia sueca de ponta”.

                                   

                                  Mas um dos grandes destaques é a capacidade do local em tirar grandes barcos da água — problema enfrentado por boa parte dos proprietários de iates no Rio, que precisam migrar a outros estados para concluir a tarefa.

                                  Estamos colocando uma infraestrutura de travel lift para tirar da água barcos de até 200, 250 toneladas. Isso corresponde a modelos de 120, 130 pés– Clovis Greca, à NÁUTICA

                                  O tamanho da boca também foi pensado durante o projeto, já que o travel lift estará à disposição de barcos com até 11 metros de largura.


                                  Fora isso, a Marinas do Atlântico oferecerá lazer e comodidade por meio de lojas, oficinas, restaurantes, acomodações e outras opções diversas.

                                  Foto: Divulgação

                                  “É um projeto diferente. Quero que todo mundo se divirta, veja o pôr do sol maravilhoso de lá e aproveite o espaço com água limpa. Não tem isso [no Rio de Janeiro] com essa infraestrutura”, complementa.

                                  Foto: Divulgação
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                                  Foto: Divulgação

                                   

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                                    Em entrevista à NÁUTICA, Marcello Souza, presidente da ABENAU, falou sobre o assunto que consta na Normam 212

                                    Neste ano, a Diretoria de Portos e Costas da Marinha do Brasil atualizou algumas regras relacionadas às motos aquáticas, na Normam 212, e um ponto chamou atenção: a possibilidade do passeio guiado com jet alugado. Marcello Souza, presidente da Associação Brasileira de Escolas Náuticas (ABENAU), esclareceu o assunto em conversa no Estúdio NÁUTICA, durante o São Paulo Boat Show.

                                    Até então, somente habilitados na categoria motonauta poderiam pilotar um jet. Contudo, dentre as várias atualizações da norma, uma menciona que as EAMA’s (Estabelecimento de Aluguel de Moto Aquática) poderão realizar passeios guiados para condutores habilitados na categoria Motonauta (MTA) ou Motonauta Especial (MTA-E).

                                    Marcello Souza durante entrevista no Estúdio NÁUTICA. Foto: Revista Náutica

                                    Apesar da exigência da habilitação se manter, nessa modalidade, ela será mais flexível. Isso porque o não-habilitado que desejar vivenciar uma experiência a bordo de um jet poderá dirigir-se até uma EAMA para um treinamento que, ao final, lhe dará uma carteira de habilitação de amador motonauta especial (CHA-MTA-E), emitida pela própria Marinha do Brasil — um ponto-chave para o desenvolvimento do turismo náutico no país.

                                    O documento, por sua vez, precisará ser reemitido a cada novo passeio guiado. Nesse sentido, Marcello ressalta que “o passeio tem que ter essa especificidade porque o condutor pode passear no mar, no rio, em represas etc”.

                                    Tanto no mar quanto na navegação interior, com as várias represas que temos, há uma série de locais incríveis onde isso será possível– ressaltou Marcello sobre o turismo náutico

                                    Como funciona na prática o passeio guiado de jet

                                    De acordo com Marcello, o interessado que comparecer a uma EAMA passará por um treinamento tanto teórico quanto prático.

                                     

                                    No teórico, serão 45 minutos de aula, contemplando todas as prerrogativas de segurança e de como uma moto aquática atua, além de uma explicação, já junto ao jet, de como funcionam pontos como aceleração, freio e o sistema hidrojato.


                                    Já na aula prática, o futuro condutor passará por uma pequena aptidão de aceleração, desaceleração e equilíbrio, até, enfim, sair para um passeio guiado.

                                    É algo sucinto, para que a pessoa possa entender efetivamente– destaca Marcello

                                    Na modalidade de passeio guiado, os locatários não podem simplesmente pegar o jet e pilotar por onde quiserem. A regra determina que a EAMA é a responsável por elaborar o percurso, orientar e acompanhar o grupo — que pode envolver até seis motos aquáticas.

                                    Um guia deve liderar o percurso em passeios com até 3 motos aquáticas. Se houver de 4 a 6 jets, serão dois guias: um como líder e outro na retaguarda do grupo.

                                    A ideia é preservar a segurança– destaca Marcello

                                    EAMAS: pontos para ficar de olho

                                    Conforme explicou o presidente da ABENAU, a primeira EAMA do Brasil deve ser inaugurada por volta de 10 de outubro.

                                     

                                    Além dos treinamentos, esses estabelecimentos também serão responsáveis por: verificar a autenticidade e validade da CHA-MTA e da CHA-MTA-E apresentadas pelo locatário; orientar o locatário com instruções sobre os procedimentos de segurança e orientações básicas.

                                     

                                    A alteração da Normam 212 ainda determina que, caso as EAMA’s sejam flagradas descumprindo as determinações, elas poderão levar advertências, suspensão ou até ter seu credenciamento cancelado. Isso vale, inclusive, para os casos de aluguel de moto aquática a pessoa não-habilitada ou com a habilitação vencida.

                                     

                                    As mudanças completas da Normam 212 podem ser consultadas no site da Marinha.

                                     

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                                      Em conversa com NÁUTICA, proprietário e projetista do estaleiro falou sobre o barco que promete ser lançado no Rio Boat Show 2025

                                      Por: Redação -

                                      A cada projeto que a Schaefer Yachts anuncia, o universo náutico fica à espera de mais detalhes. Prova disso é a já aguardada Schaefer 600, que promete ser lançada nas águas do Rio Boat Show 2025, e que teve detalhes revelados com exclusividade à NÁUTICA.

                                      Em entrevista durante o São Paulo Boat Show 2024, Marcio Schaefer, proprietário e projetista do estaleiro, contou que novidade foi inspirada na Schaefer 660 e chega como um intermediário entre esse modelo e a Schaefer 510.

                                      É um barco maravilhoso, bem moderno, com plataforma grande. Privilegia as áreas externas, que é uma característica nossa– Marcio Schaefer, CEO da Schaefer Yachts

                                      Foto: Revista Náutica
                                      Foto: Divulgação

                                      Com boca de 4,95 metros, a embarcação promete agradar a quem busca espaços amplos e acabamentos superiores. Assim como a Schaefer 660, conta com varandas laterais e, no flybridge, dois ambientes bem aproveitados. Por dentro, sala confortável e três suítes. Já a motorização fica por conta de dois IPS de 950 hp, que permitem uma velocidade de 33 nós.

                                       

                                       

                                      Assim como os demais modelos do estaleiro, este também visa a exportação. “Hoje temos 40% da nossa produção exportada. Pensamos de forma global”, aponta o CEO.


                                      Outro ponto de destaque da Schaefer Yachts é o modelo de produção adotado, que conta com a própria fresadora — algo que quase nenhum estaleiro tem — e projetos bem detalhados.

                                       

                                      “Aí é que está nossa diferença. Por isso a gente leva dois anos para desenhar um barco, depois leva três meses para fabricar o primeiro e aí faz um por mês, um barco grande desse tamanho”, conclui Marcio Schaefer.

                                       

                                      O estaleiro atracou na 27ª edição do São Paulo Boat Show, de 19 a 24 de setembro, com seis barcos: Schaefer 510 GT, Schaefer V44, Schaefer 660, Schaefer 450, Schaefer 375 e Schaefer V33.

                                      Foto: Divulgação
                                      Foto: Divulgação
                                      Foto: Divulgação

                                       

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                                        35ª Refeno: Adrenalina Pura conquista Fita Azul com 5º melhor tempo da história

                                        Veleiro pernambucano, maior campeão da Regata Internacional Recife-Fernando de Noronha, conseguiu o feito após 18h49m25s de travessia

                                        A 35ª Regata Internacional Recife-Fernando de Noronha (Refeno) ainda nem chegou ao fim, mas já tem consagrado o veleiro Adrenalina Pura como seu Fita Azul. A embarcação pernambucana concluiu o trajeto de 300 milhas náuticas (560 km) após 18h49m25s de travessia — o 5º melhor tempo da história.

                                        As 92 embarcações, de 14 estados do Brasil, saíram do Marco Zero do Recife no último sábado (28), às 11h. A maioria delas segue na disputa da 35ª Refeno, que termina na próxima terça-feira, 1º de outubro, no Mirante do Boldró, em Fernando de Noronha.

                                        Foto: Instagram @refenooficial / Diego Lins / AfterClick / Cabanga / Reprodução

                                        A vitória do Adrenalina Pura foi a confirmação de um favoritismo tão histórico quanto o feito alcançado. Isso porque o veleiro pernambucano conseguiu o 5º melhor tempo da história da Refeno, sendo que os outros quatro são do próprio barco.

                                         


                                        Maior campeão da Refeno, com títulos recentes em 2023 e 2024 — já com os proprietários pernambucanos Avelar Loureiro, Humberto Carrilho e Cecília Peixoto — , o Adrenalina Pura levou o Fita Azul pela 9ª vez.

                                         

                                        Antes, pela Bahia, venceu em todas as sete participações (de 2000 a 2002 e de 2005 a 2008). Além disso, é ainda o recordista da regata ao ter cravado, em 2007, a travessia da capital pernambucana até o arquipélago em 14 horas, 34 minutos e 54 segundos.

                                        Equipe do Adrenalina Pura. Foto: Hugo Menezes / After Click / Divulgação

                                        Neste ano, o Adrenalina Pura foi comandado por Gustavo Borges Pacheco, além da tripulação composta por Carlos Harten, Eduardo Henrique de Oliveira e Silva, Guilherme Siqueira Araújo, Júlia Lins da Rocha Brederodes Carrilho, Lucas Araújo Sant’anna, Patrick Sena, Pedro Fázio e Rafael Vasconcelos Queiroz Monteiro.

                                         

                                        Das 90 embarcações que iniciaram a 35ª Refeno, quatro tiveram problemas técnicos e não vão concluir a travessia. O Boa Vida, de São Paulo, retornou para o Recife ainda no início. Enquanto o Bluebier, de Alagoas; o A Travessia, da Paraíba; e o Suduca, da Bahia, abandonaram a regata e seguiram para Cabedelo, na Paraíba.

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                                        Ações sociais

                                        Já é uma tradição da Refeno realizar iniciativas sociais em Fernando de Noronha. A organização promove ações médicas, jurídicas e educativas, além das entregas de kits escolares e de materiais esportivos.

                                         

                                        No Recife, também foram realizadas ações como a visitação de crianças com Síndrome de Down e Transtorno do Espectro Autista (TEA) às embarcações da Refeno, assim como do Curso TransforMar, do Revela.

                                        Passeio ecológico educativo de Noronha

                                        A partir desta premissa da inclusão da população de Fernando de Noronha com o evento, a Refeno e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com apoio da Universidade Estadual Paulista (UNESP) – Ilha Solteira, promoverão neste ano o 1º Passeio Ecológico Educativo de Fernando de Noronha, no dia 1º de outubro, a partir das 13h.

                                        Foto: Instagram @refenooficial / Diego Lins / AfterClick / Cabanga / Reprodução

                                        Os comandantes das embarcações da Refeno podem se inscrever para levar estudantes de Noronha para a travessia. O percurso será de aproximadamente 37 km no entorno do arquipélago e com duração máxima de quatro horas.

                                         

                                        O evento contará também com palestras sobre vela e a conservação ambiental.

                                        Carbono zero

                                        Com apoio do Genio Carbon, o evento conta com uma plataforma de gestão de inventário de gases do efeito estufa, desenvolvida pela Ambipar Group, para realizar a mensuração das emissões na regata, visando classificá-las e quantificá-las. Com isso, a ideia é contribuir com a descarbonização e, consequentemente, diminuir o impacto climático.

                                        Foto: Instagram @refenooficial / Diego Lins / AfterClick / Cabanga / Reprodução

                                        Para se ter uma ideia, apenas o barco de apoio da travessia consome 5 mil litros de diesel. Apesar disso, vale reforçar que trata-se de um procedimento que engloba toda a programação da Refeno, não apenas a regata. Ou seja, toda a energia gerada nos 12 dias do evento, entre shows, palestras, atividades, alimentação e outras ações.


                                        Assim como nos últimos anos, a campanha Plástico Zero segue e os velejadores não poderão entrar na Ilha com qualquer material plástico.

                                        Maior regata oceânica da América Latina

                                        Desde 1986, a Refeno reúne barcos de vários estados brasileiros — e até de outros países — para uma competição única e já tradicional que, ao longo de seus 38 anos, acompanhou a evolução daquilo que, literalmente, a move: os veleiros.

                                         

                                        Para se ter uma ideia, no início de tudo isso, as embarcações contavam apenas com os astros para determinar sua rota de navegação.

                                        Foto: Tsuey Lan Bizzocchi / Divulgação

                                        O número de participantes também seguiu crescendo, e o que começou com apenas 22 corajosos alcançou números talvez impensáveis no início — mas que fazem total sentido hoje em dia. Em 2004, a Refeno quebrou um recorde, com mais de 140 barcos inscritos na regata, com veleiros de tamanhos e categorias diferentes.

                                         

                                        Vale ressaltar que, atualmente, por determinação do ICMbio, o número de participantes é limitado a 100 embarcações — para garantir que o ecossistema local não sofra danos.

                                        Foto: Tsuey Lan Bizzocchi / Divulgação

                                        As categorias, aliás, são bastante variadas, abrangendo embarcações de classes como: ORC, VPRS, RGS, Mocra, Multicascos: Catamarãs e Trimarãs, Metal, Bico de Proa, Aberta e Turismo. Algumas, contudo, precisam apresentar o certificado de medição, com validade anual.

                                         

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                                          Quem diz que gatos não gostam de água certamente não conhece Ronnie, o ‘gato marinheiro’ que viralizou no Instagram por suas aventuras em alto-mar. Adotado por uma família que largou tudo para viver sobre as águas, ele faz do mar das Ilhas Jônicas, na costa da Grécia, o seu quintal.

                                          Ross e Laura Colledge são os responsáveis por compartilhar a rotina nada convencional do gato de três anos, que troca diariamente a caixa de areia pelo cenário paradisíaco que o cerca na hora de “usar o banheiro”.

                                           


                                          Depois de esticar as pernas e explorar a vida em terra firme, o gato Ronnie volta nadando para sua casa flutuante, um veleiro Bavaria, de 42 pés, e é recebido com uma tigela de atum e água doce — a rotina de um verdadeiro rei.

                                          O nado de Ronnie até a praia não é algo que acontece apenas uma vez. Ele tem praticado stand up paddle, nadado, escalado pedras… ele simplesmente ama isso. É como se o mar fosse seu segundo lar– contou Laura à Newsweek

                                          Foto: Instagram @sailinghollyblue / Reprodução

                                          Como tudo começou

                                          O casal Colledge costumava morar em Cornwall, na Inglaterra, em uma típica casa de dois andares. Ross era sócio de uma grande empresa de instalação de sistemas de segurança contra incêndios, enquanto Laura trabalhava como coach de saúde e condicionamento físico.

                                          Ross costumava trabalhar 50 horas por semana. Era uma vida boa, mas não era gratificante– ressaltou Laura

                                          Foto: Instagram @sailinghollyblue / Reprodução

                                          A paixão pela aventura e pelo oceano, compartilhada pelo casal, ganhou impulso após o nascimento prematuro do primeiro filho, Josh, com apenas 29 semanas. Com o bebê em uma incubadora por mais de dois meses, os dois se deram conta do “quão frágil a vida pode ser.”

                                          Queríamos mais para nós e para nossos filhos– conta Laura

                                          Após a recuperação de Josh, a mãe de Laura, que vivia em Chipre, adoeceu. Ela, então, deixou o Reino Unido por um longo período para cuidar da mãe, enquanto Ross ficou para trás, por conta do trabalho.

                                          Foto: Instagram @sailinghollyblue / Reprodução

                                          A situação a colocou para pensar ainda mais sobre a reflexão que teve enquanto vivia as complicações de ter tido um filho prematuro, dando corda a uma virada de chave que a colocou exatamente no lugar em que está hoje.


                                          Ross refinanciou a casa do casal e usou os fundos para comprar um veleiro e, em 2019, a família partiu para a nova vida.

                                          Felinos em alto-mar

                                          Ronnie não é o único gato a bordo do veleiro da família Colledge. O felino divide o espaço na embarcação com Sledge, uma fêmea que segue as características mais comumente vistas em gatos, se contentando em ficar no barco a maior parte do tempo, aproveitando o conforto da vida no mar sem grandes preocupações.

                                          Foto: Instagram @sailinghollyblue / Reprodução

                                          Ambos os gatos foram adotados em períodos difíceis para o casal. Ronnie apareceu na janela de Laura quando ela estava em Chipre, “encharcado pela chuva”, enquanto ela se recuperava da perda de uma gravidez.

                                          Foto: Instagram @sailinghollyblue / Reprodução

                                          Sledge, por sua vez, foi descoberta debaixo de uma erva daninha na Grécia um ano depois, logo após Laura sofrer outro aborto espontâneo.

                                           

                                          Atualmente, o casal, os filhos — Josh e Noah — e os gatos vivem a bordo e compartilham a rotina através das redes sociais e do YouTube.

                                           

                                          Náutica Responde

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                                            Um dos grandes sucessos de venda da Sessa Marine ganhou uma performance ainda mais impressionante; confira

                                            Por: Redação -

                                            Com o mesmo design marcante e todos os recursos do modelo com motor de centro-rabeta, a elogiada Sessa C36 ganhou uma nova versão, equipada com três motores de popa de 300 hp cada, com a qual o estaleiro Sessa Marine passa a disputar clientes mundo afora, encarando rivais no mercado mundial.

                                            Essa competição acontece especialmente nos Estados Unidos, onde os motores de popa têm grande aceitação. Porém, ao mesmo tempo, a lancha tenta fisgar no Brasil quem busca embarcações desse tipo. Para isso, apresenta ao mercado um de seus melhores barcos com uma grande novidade na motorização.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            Seguindo a tendência norte-americana de oferecer uma sobra de potência na motorização para ganhar mais desempenho — sem que o consumo seja necessariamente ampliado, por conta relação potência/peso —, essa 37 pés (11,30 metros) vem equipada com três Mercury de 300 hp cada – um autêntico foguetinho!

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            Neste teste, chegamos a quase 44 nós de velocidade máxima, e isso nas águas não tão lisas assim de Balneário Camboriú, litoral de Santa Catarina.

                                             

                                             

                                            Para quem, como o brasileiro, enxerga a plataforma de popa como uma extensão natural do cockpit — porque nenhuma outra parte a bordo deixa tão próximo da água —, e não apenas como elemento de embarque e desembarque, o uso de motores de popa tem uma desvantagem, que é a perda de espaço nessa área.

                                            Sessa C36
                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            No caso da Sessa C36, isso implicou na eliminação do espaço gourmet na plataforma de popa. Em compensação, esses motores são mais leves que seus equivalentes de centro-rabeta, e por isso deixam o barco mais ágil e mais rápido, com ligeira vantagem no consumo de combustível.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            Outra vantagem do motor traseiro é que, por ficar fora do barco, sobra mais espaço a bordo, considerando-se uma mesma lancha equipada com motor de centro-rabeta. Inclusive, dá até para instalar um estabilizador.

                                             

                                            Sem contar que, em águas rasas, ele pode ser levantado mais alto que a quilha da lancha, permitindo que se navegue em baixa profundidade — o que não ocorre, com a mesma facilidade, no centro-rabeta. O acesso para a água é feito por uma escada de quatro degraus, de inox, voltada para boreste.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            Ainda na popa há o tradicional chuveirinho (a boreste), cujo diferencial é a opção entre água quente e fria; uma tomada de cais (a bombordo); o bocal de abastecimento de diesel para o gerador (os bocais de gasolina a boreste e água na proa) e os cunhos de amarração e vários balizadores (spot de iluminação), que além de um efeito estético bonito oferecem segurança para a circulação dentro do barco.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            A casa de máquinas, sob o piso do cockpit, é ocupada pelo gerador, pelo banco de baterias, por um boiler e pelos tanques de combustível. Chama atenção a qualidade tanto da parte elétrica quanto de hidráulica. E a lancha já está preparada para a instalação de estabilizadores, a critério do comprador.

                                             

                                            Além disso, o casco foi construído pelo sistema de infusão, que garante maior leveza e resistência. Porém, de resto, a Sessa C36 — com hard-top, ar-condicionado no cockpit e capacidade para até 12 pessoas nos passeios diurnos — preserva as mesmas boas características da versão anterior.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            Um bom exemplo disso é a cabine, com pernoite para cinco pessoas em dois camarotes e em uma ótima sala central, além de uma boa cozinha. Sem contar a plataforma de popa, que, embora menor, ainda garante um bom aproveitamento da área externa.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            A inconfundível assinatura do Estúdio italiano CentroStile Design está presente já nas laterais do casco: as janelas, em curva, são grandes — o que resulta em maior luminosidade natural na cabine — e combinam harmoniosamente com as linhas do casco.

                                             

                                            Destaque também para o arranjo inteligente do cockpit, com excelente distribuição de espaços, o que agrada a quem prioriza os passeios diurnos (ou seja, quase todo mundo), com eventuais pernoites a bordo.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            O equilíbrio para isso foi alcançado por meio de um arranjo inteligente, em que a mesa e o sofá em “U” não roubam o espaço de circulação. A boreste fica a pia, com água pressurizada quente e fria, geladeira de gaveta de 75 litros, armário e a opção de um cooktop.

                                             

                                            Mais à frente, ao lado do posto de comando, há uma chaise, ou espreguiçadeira, que fica numa posição bem alta, estratégia que permitiu ao projetista entregar uma cabine com pé-direito de 1,90 metro.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            Outros itens de conforto são os dois porta-copos e o apoio para os pés. O banco, individual, tem assento rebatível. Porém, para a pilotagem em pé, o comandante pode ter alguma dificuldade para se encaixar entre o assento rebatido e o volante. Já a posição sentada é muito boa, sem prejuízo para o conforto e a visibilidade.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            A boreste, o controle digital dos motores oferece duas opções de aceleração: com os dois manetes ao mesmo tempo (pilotagem tradicional) ou apenas uma (neste caso, comandando os três motores de uma só vez). No mesmo sistema, além dos manetes, encontra-se o botão active trim, de todos os motores ou individualmente.

                                            O grande teto solar, de acionamento elétrico, tem duas claraboias, o que resulta em melhor aproveitamento da luz natural e em sensação de maior amplitude — sem contar a integração com a natureza.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            Na cabine há um confortável camarote de casal na proa (iluminado por duas grandes janelas e uma gaiuta), um sofá elegante na sala central — onde pode dormir mais uma pessoa –, e um camarote à meia-nau fechado, com armário com cabideiro e uma cama de casal enorme (que, por sua vez, não é claustrofóbica, por conta da boa altura sobre a cabeceira e das duas grandes janelas).

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            O banheiro, a bombordo, tem um ótimo arranjo, podendo ser acessado diretamente por meio dos dois camarotes. O vaso sanitário foi incorporado ao box, o que resultou em ganho de espaço, além de um banquinho, muito útil na hora do banho.

                                             

                                            No outro bordo, a cozinha, completa, chama ainda mais atenção por ser equipada com acessórios náuticos, como suportes para panelas sobre o cooktop e trincos com travas nos armários. E ainda há uma abertura envidraçada no teto (claraboia) garantindo a iluminação natural.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            É difícil alguém não gostar dessa cabine, muito bem bolada pelos projetistas italianos.

                                             

                                            O acesso à proa se dá por passagens laterais nos dois bordos. Lá na frente, os solários podem ser rebatidos (não confundir com cabeceira regulável), convertendo-se em verdadeiras espreguiçadeiras, daquelas típicas de piscinas. Nos dois lados foram instalados porta-copos, pega-mãos e caixas de som marinizadas, para suportar maresia.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            Um banquinho de madeira no púlpito de proa estende a área de convivência. Por sua vez, o guincho de âncora pode ser acionado tanto do painel de comando quanto pelos botões laterais a paiol da corrente. E ainda há um chuveirinho do lado.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            Sem contar os porta-defensas, que são móveis (ficam escamoteados no corpo do guarda-mancebo) e por isso não ocupam espaço quando não estão cumprindo sua missão.

                                             

                                            Mas é mesmo na popa, com a instalação do trio de motores (cada um com seu tanque de combustível específico), que a Sessa C36 mais chama atenção.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            Essa opção tem tudo a ver com o foco da Sessa Marine no mercado internacional, especialmente para os Estados Unidos, onde os motores de popa têm grande aceitação. Segundo o estaleiro, outras remodelações e novas embarcações vêm aí.

                                            Navegação da Sessa C36

                                            Testamos a Sessa C36 nas águas de Balneário Camboriú, para saber como a lancha anda com os novos propulsores de popa — e se ela é tão eficiente, com seus 900 cavalos, quanto a versão com os dois elogiados motores Volvo D4 DPI diesel, de 270 hp cada.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            E a 37 pés da Sessa Marine não deixou nada a desejar, tanto na agilidade com que faz curvas quanto no desempenho, alcançando incríveis 43,9 nós de velocidade máxima, a 5.900 rpm.

                                             

                                            Na velocidade de cruzeiro alto, que foi de 32 nós, a 4.500 rpm, os três motores em conjunto consumiram 141 litros/hora, que também se mostrou o regime mais econômico, chegando a uma autonomia de 164 milhas. Já na aceleração, precisou de apenas 7,3 nós para ir do zero aos 20 nós, outra grande marca.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            No posto de comando, o painel foi dividido em três níveis, com o quadro de instrumentos digital dos motores na parte superior, uma tela central de 16 polegadas e a botoeira (de inox) na parte de baixo, onde estão localizados também (do lado esquerdo) o controle digital dos flaps e (do lado direito) o joystick, que facilita as manobras de atracação, principalmente.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            O volante, com revestimento de couro, oferece conforto e segurança para o piloto.

                                             

                                            Em resumo, a lancha entregou uma performance impressionante, especialmente quando se considera que trata-se de um típico barco-família. Todos estes números indicam uma ótima relação entre peso e potência.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            Os 900 cavalos, que poderiam parecer excessivos, se casaram muito bem com o casco, que cortou muito bem as ondas, com boa estabilidade nas curvas, tanto enfrentando as próprias marolas quanto as de outros barcos.

                                            Saiba tudo sobre a Sessa C36

                                            Pontos altos

                                            • Navegação segura e bastante estável
                                            • Acabamento acima da média
                                            • O pé-direito da cabine

                                            Pontos baixos

                                            • A distância entre o volante e o banco na pilotagem em pé
                                            • O assento basculante pode interferir na chave geral dos motores
                                            • Sinalização mais intuitiva dos botões no painel

                                            Características técnicas

                                            • Comprimento total: 11,30 m (37 pés)
                                            • Boca: 3,50 m
                                            • Capacidade (dia): 12 pessoas
                                            • Capacidade (noite): 5 pessoas
                                            • Pé-direito da cabine: 1,90 m
                                            • Motorização: três popa, de 300 hp cada
                                            • Tanque de combustível: 500 litros
                                            • Tanque de água: 300 litros
                                            • Tanque de águas negras: 95 litros

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                                              Você sabia que os peixes estão “consumindo” medicamentos antidepressivos?

                                              Despejados na água sem o devido tratamento, resíduos farmacêuticos estão afetando a saúde dos animais

                                              29/09/2024

                                              Embora os antidepressivos ajudem milhões de pessoas, o efeito não é o mesmo quando essa substância contamina outras espécies. Segundo estudo publicado no British Ecological Society, os peixes já estão em contato com estes resíduos químicos — o que pode alterar o corpo, comportamento e reprodução sexual dos animais.

                                              A pesquisa comandada por Upama Aich, Bob Wong e Giovanni Polverino estudaram os impactos do antidepressivo fluoxetina (mais conhecido pela marca comercial Prozac) em guppies machos. No experimento, 15 gerações e 3.600 peixes desta espécie foram expostos a níveis contaminados por resíduos farmacêuticos durante cinco anos.

                                              Além de terem encontrado traços do antidepressivo nos peixes em águas doces — o que não surpreendeu os cientistas –, os resultados mostraram que mesmo pequenas doses da substância, comum em corpos d’água, prejudicam a saúde e a reprodução dos peixes.

                                               

                                              De acordo com a pesquisa, a motilidade (movimentação) dos espermatozoides foi reduzida nos machos expostos, em comparação aos animais que não foram apresentados a resíduos de antidepressivos.


                                              Como as guppies fêmeas são capazes de acasalar com múltiplos machos, os “espermatozoides de machos diferentes podem competir dentro da fêmea para fertilizar os óvulos”, segundo o estudo.

                                              Motilidade espermática mais baixa pode, portanto, reduzir o sucesso reprodutivo de machos expostos à fluoxetina– disseram os pesquisadores no artigo

                                              Consequências abrangentes

                                              Feito para aumentar o nível de serotonina no cérebro e causar o sentimento de bem-estar e felicidade nos humanos, o antidepressivo Prozac tem efeito quase que inverso nos peixes. Outros estudos já apontaram que a fluoxetina pode tornar os guppies menos ativos — em todos sentidos.

                                              Foto: Creative Commons/ Reprodução

                                              Além disso, a substância química alterou o comportamento dos peixes, tornando-os menos capazes de ajustar suas ações em diferentes contextos. Na natureza, comportamentos previsíveis farão com que os guppies sejam alvos mais fáceis para predadores — que comprometeria sua sobrevivência.

                                               

                                              Logo, esses efeitos comportamentais reforçam preocupações sobre como a poluição farmacêutica — mesmo que em pouca quantidade — pode impactar ecossistemas aquáticos. A pesquisa também ressalta a urgência de entender as consequências da substância nos ambientes a longo prazo.

                                              Como o antidepressivo chega até os peixes?

                                              Quando qualquer medicamento prescrito é consumido pelo paciente, seu corpo não absorve toda a substância. Logo, o resíduo é excretado na urina ou nas fezes. Em seguida, passa pelo vaso sanitário e continua para os cursos d’água e centros de tratamento de resíduo.

                                              Entretanto, a substância permanece na água e as espécies marinhas absorvem esses poluentes. Nem mesmo nos centros de treinamento de resíduos — feitos justamente para eliminar os contaminantes — conseguem tratar o ecossistema e remover os restos farmacêuticos.

                                               

                                              Sendo assim, a água ainda pode ser absorvida pelos peixes — como no caso dos antidepressivos. Para piorar, medicamentos vencidos ou não utilizados são frequentemente despejados no vaso sanitário, o que deixa a situação mais crítica.

                                              Segundo especialistas, serão necessárias mais pesquisas para entender exatamente como esses poluentes podem prejudicar o ambiente aquático. Com mais resultados, teríamos mais respostas de como melhorar os padrões de monitoramento e diminuir — quiçá eliminar — os produtos químicos da água doce.

                                               

                                              Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                               

                                              Náutica Responde

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                                                Por: Redação -
                                                28/09/2024

                                                Uma ponte de pedra submersa, encontrada por arqueólogos na ilha de Maiorca, na Espanha, pode mudar o que se sabe sobre a presença humana no local. Ao que tudo indica, pessoas habitaram a região muito antes do que se imaginava.

                                                A estrutura de 7,7 metros recebeu as atenções de um grupo de oito pesquisadores espanhóis, romenos e norte-americanos, que divulgaram os resultados do estudo na revista científica Nature, no último mês.

                                                Indicação de onde fica a ilha de Malorca. Foto: Communications Earth & Environment/ Divulgação

                                                A crença atual é de que os primeiros humanos surgiram na ilha há cerca de 4,4 mil anos, mas as características da ponte submersa indicam que ela foi construída entre 5,6 mil e 6 mil anos atrás.

                                                 

                                                “Isso fornece evidências da presença humana primitiva na ilha, datada de pelo menos 5.600 anos atrás e possivelmente de mais de 6.000 anos atrás”, aponta o estudo.


                                                Ponte submersa ficava dentro de caverna

                                                A Caverna Genovesa, que abriga a estrutura descoberta, faz parte de Maiorca — ilha principal do Arquipélago Balear e sexta maior do Mediterrâneo. Segundo os pesquisadores, os primeiros humanos a habitá-la conheciam bem os recursos hídricos da caverna, já que a ponte foi construída de forma estratégica.

                                                 

                                                “Evidências indicam que os humanos construíram um caminho pavimentado com pedras que levava à piscina de água da caverna e a uma ponte robusta, facilitando o acesso à única outra seção seca da caverna situada além do lago. As razões exatas por trás da construção dessas estruturas permanecem obscuras”, aponta o artigo.

                                                Caminho pavimentado que leva à ponte submersa. Foto: Communications Earth & Environment/ Divulgação

                                                Nessa câmara seca, inclusive, foi descoberta “cerâmica, provisoriamente atribuída ao período Naviforme”, indica o estudo.

                                                 

                                                Atualmente, a caverna tem áreas inundadas devido ao aumento do nível do mar — motivo pelo qual a ponte está submersa. As incrustações de um mineral chamado calcita, bem como uma faixa de cor clara na estrutura, ajudaram a rastrear com precisão as mudanças pela qual a estrutura passou e, assim, datar a construção dela.

                                                Localização da ponte submersa em relação à entrada da caverna e ao nível atual do mar. Foto: Communications Earth & Environment/ Divulgação

                                                Agora, a probabilidade é de que os humanos tenham chegado à Maiorca cerca de 2 mil anos antes do que se acreditava. A ilha, sexta maior do Mediterrâneo, é a principal do Arquipélago Balear, região que enfrenta desafios em reconstruir a colonização humana devido às evidências arqueológicas limitadas.

                                                 

                                                Náutica Responde

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                                                  A novidade foi compartilhada pelo prefeito Aquilles da Costa, durante o 9 º Congresso Internacional Náutica

                                                  27/09/2024

                                                  Durante o 9º Congresso Internacional Náutica, realizado no São Paulo Boat Show, o prefeito de Penha, Aquilles da Costa, anunciou a primeira escala teste de cruzeiros transatlânticos para a temporada, consolidando o potencial turístico da cidade no litoral norte de Santa Catarina.

                                                  “A escala teste de cruzeiros é mais uma evidência do crescimento da cidade”, disse Aquilles da Costa, dentro do painel “Destino Penha, o Turismo Náutico Gerando Novas Oportunidades”. A escolhida para o local de ancoragem dos transatlânticos foi a Enseada do Itapocoroi — que, em 1827, a pedido da Corte portuguesa, foi retratada por Jean Baptiste Debret.

                                                  Aquilles da Costa, prefeito de Penha. Foto: Jhony Inácio/ Revista Náutica

                                                  “[O local] já passa por um levantamento hidrográfico conduzido pela empresa Acquaplan Tecnologia e Consultoria Ambiental, que inclui até um raio-x do fundo do oceano, garantindo mais segurança às embarcações”, disse Aquilles.

                                                  A expectativa é que a cidade receba até trinta navios cruzeiros por temporada, gerando um impacto econômico estimado em R$ 100 milhões com apenas uma escala– avaliou o prefeito

                                                  Penha é sede do 2º melhor parque temático do mundo, o Beto Carrero World, que atrai cerca de 3 milhões de visitantes anualmente. Além disso, o município tem 31 km de orla e um número de praias surpreendente, como explicou Aquilles.

                                                  “A gente cresceu com a informação de que Penha tinha 19 praias. Dentro do meu mandato, para fortalecer a cidade como destino turístico, decidimos fazer um diagnóstico, através da Fundação Municipal de Cultura. Resultado: Penha tem 74 praias!– Aquilles da Costa

                                                  O passo seguinte, ele conta, é a conquista do selo de Bandeira Azul. “Três delas já foram certificadas e mais três estão em processo de validação da maior e mais reconhecida certificação de qualidade para praias no país, reforçando nosso compromisso com o turismo sustentável”, afirmou o prefeito.

                                                  Aquilles da Costa, prefeito de Penha. Foto: Jhony Inácio/ Revista Náutica

                                                  A cidade catarinense também conquistou o certificado de destino sustentável Green Destination (nível Prata), cumprindo 71% dos critérios estabelecidos pela organização holandesa que avalia destinos sustentáveis.

                                                  Superamos Fernando de Noronha e atingimos um novo patamar no turismo mundial– comemorou Aquilles

                                                  Além disso, a cidade conta com cinco marinas e se destaca como sede de eventos esportivos náuticos, como campeonatos de vela e festivais de parapente.

                                                   

                                                  Outro grande atrativo que simboliza o crescente desenvolvimento na região é a construção do Amazon Parques & Resorts, primeiro complexo turístico e hoteleiro do mundo com temática amazônica.

                                                   

                                                  O empreendimento, em fase de construção, contará com aproximadamente 200 unidades de multipropriedade gerenciadas pela Wyndham Hotels & Resorts, a maior empresa de franquias hoteleiras do mundo.

                                                  Aquilles da Costa, prefeito de Penha. Foto: Jhony Inácio/ Revista Náutica

                                                  Com 420 leitos e capacidade para 1.056 hóspedes, o resort terá uma área de lazer de mais de 9 mil m², incluindo uma piscina de 420 m², brinquedos aquáticos, trilha de 200 metros, quadras de areia e beach tênis, além de 10 jacuzzis privativas.


                                                  Ainda na área de viagens, esportes e lazer, o município de Penha conta um programa chamado Rotas do Turismo, com as extensões Rota Cultural, Rota Gastronômica, Rota das Tartarugas, Rota de Cicloturismo, Rota dos Mirantes e Rota da Trilhas.

                                                   

                                                  O Congresso Internacional Náutica é o principal evento do Brasil voltado a prefeitos, secretários de turismo e agentes do setor que buscam o crescimento econômico-social por meio do turismo das águas. As palestras antecederam a abertura ao público do São Paulo Boat Show, que contou com mais de 170 barcos em exposição, 50 lançamentos gerais, além de uma série de produtos e serviços.

                                                   

                                                  Náutica Responde

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                                                    "Na hora fiquei sem acreditar", conta o felizardo. Barco equipado com motor Yamaha foi sorteado no encerramento do salão paulista

                                                    Um comerciante do interior paulista foi o felizardo que levou para casa o prêmio do sorteio do São Paulo Boat Show 2024. Na última terça-feira (24), último dia do maior evento náutico da América Latina, ele conquistou a lancha Focker 188 Joy, do estaleiro Fibrafort, equipada com um motor F90C da Yamaha — e avaliada em mais de R$ 200 mil.

                                                    Os milhares de visitantes que passaram pelo salão tiveram a chance de concorrer à lancha durante os seis dias de evento — que aconteceu de 19 e 24 de setembro, no São Paulo Expo. Entre tantos concorrentes, apenas um pôde se vangloriar de levar a embarcação para casa: Douglas Azevedo.

                                                    Foto: Revista Náutica

                                                    Morador de São José dos Campos (SP), o comerciante de 47 anos ficou sabendo que seu nome havia sido sorteado apenas no dia seguinte, ao receber a notícia por um de seus amigos.

                                                    Na hora fiquei sem acreditar. A sensação é única e inexplicável– Douglas Azevedo, ganhador do sorteio do 27º São Paulo Boat Show

                                                    Douglas Azevedo, vencedor do sorteio do 27º São Paulo Boat Show. Foto: Arquivo Pessoal

                                                    Amante do universo náutico, o vencedor já possuía outra embarcação. “Sempre que posso, estou na represa de Igaratá com meu barco”, contou Douglas, que revelou em entrevista à Náutica que essas mesmas águas serão o palco da lancha que ganhou no São Paulo Boat Show.

                                                    Como foi o sorteio da lancha Fibrafort

                                                    Para ganhar a lancha, Douglas cumpriu todos os requisitos: visitou o salão náutico, preencheu o cupom que recebeu na entrada com seus dados pessoais e respondeu corretamente à pergunta “A lancha Focker 188 Joy está equipada com quantos motores de popa?”.

                                                    Foto: Revista Náutica

                                                    Por volta das 20h30 de terça-feira, a organização da Boat Show Eventos, os apresentadores de Náutica e representantes da Fibrafort e Yamaha comandaram o tão esperado sorteio. Milhares de cupons foram arremessados ao ar, enquanto duas crianças foram as responsáveis por pegar um deles no ar.

                                                     

                                                    A ação aconteceu na entrada do pavilhão do São Paulo Expo, sob os olhares atentos e ansiosos do público presente, que torcia para ouvir seu nome como escolhido, além dos espectadores que acompanharam a transmissão ao vivo pelo Instagram e YouTube da Revista Náutica.

                                                    Ainda não caiu a ficha que fui o vencedor, ainda mais por ser uma Focker, que gosto tanto. São barcos incríveis– Douglas Azevedo

                                                    A premiação foi realizada através de uma parceria entre a Boat Show Eventos, Fibrafort e Yamaha.

                                                     

                                                     

                                                    “É realmente gratificante participar de momentos como este, especialmente quando o sorteado já conhece e aprecia a nossa marca. A ideia da ação junto ao Boat Show é justamente incentivar para que mais pessoas entrem para esse universo náutico ou até mesmo, no caso do Douglas, atualize a sua embarcação”, destaca Barbara Martendal Yamamoto, gerente comercial e de marketing da Fibrafort.

                                                    Foto: Revista Náutica

                                                    Conheça a Focker 188 Joy

                                                    Lançada em 2020, a Focker 188 Joy é o modelo de entrada da Fibrafort, indicada pela marca como lancha ideal tanto para quem deseja contar as primeiras milhas no mar, quanto para quem pesca e pratica esportes aquáticos.

                                                    Foto: Fibrafort / Divulgação

                                                    A lancha de 18 pés foi planejada para oferecer espaço e funcionalidade, facilitando a circulação e a integração entre as pessoas a bordo, em seus 5,50 m de comprimento e 2,10 m de boca. Com motorização de popa (1x 75 hp a 140 hp), a lancha tem capacidade para até sete passageiros.

                                                     

                                                    A Focker 188 Joy sorteada chega com o motor de popa F90C, da Yamaha, que faz parte da nova geração de equipamento de 4 tempos da marca e apresenta diversos pontos de evolução em comparação a seu antecessor, o F90B.

                                                    Foto: Yamaha / Divulgação

                                                    O motor conta 16 válvulas de 1.832 cilindradas — contra 1.596 cc do modelo anterior — e eixo de comando único, sendo 4 válvulas por cilindro. Além do bloco do equipamento ser completamente novo, utiliza a rabeta do F115, o que proporciona mais resistência, força e economia. Por fim, a F90C tem garantia de cinco anos para uso em lazer, sem limite de horas, e de um ano para uso comercial, limitado a 600 horas.

                                                    São Paulo Boat Show 2024

                                                    Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reuniu, neste ano, mais de 170 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Nesta 27ª edição, os visitantes ainda puderam participar do sorteio de uma lancha Focker 188 Joy, equipada com motor Yamaha.

                                                    Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                    Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. O público ainda confere motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como resorts e helicópteros — expostos no Espaço dos Desejos.

                                                     

                                                    Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                     

                                                    Náutica Responde

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                                                      Visando expandir sua capacidade de operação, a agência do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (Darpa) passou a buscar, ainda em 2022, alternativas para a criação de uma aeronave militar que pudesse carregar grandes quantidades de carga e pousar na água. Dois anos depois, um modelo ganhou um conceito gráfico, divulgado em vídeo exercendo tais funções.

                                                      Trata-se da Liberty Lifter, da Aurora Flight Sciences. A aeronave atende a um dos principais requisitos da agência americana para o projeto: o uso do efeito solo, fenômeno aerodinâmico que ocorre quando um corpo é submetido a uma interrupção no escoamento de ar ao redor dele, devido à presença de uma superfície plana, como o solo ou a água.

                                                      Foto: Aurora Flight Sciences / Divulgação

                                                      Dessa forma, a Liberty será capaz de levantar cargas pesadas sem necessidade de uma pista de pouso, já que o efeito cria uma espécie de almofada de ar que diminui o arrasto, ao passo que aumenta o alcance e a capacidade de carga — ideal para o uso militar, tanto em operações quanto para transporte. Assista ao vídeo demonstrativo:

                                                       

                                                       

                                                      A aeronave poderá operar em estado de mar 4 que, de acordo com a Escala Douglas (que mede a altura das ondas e a ondulação do mar), corresponde a ondas entre 2,5 metros e 4 metros de altura.


                                                      Segundo a Aurora Flight Sciences, um protótipo de 65 metros de envergadura, capaz de levantar cerca de 22,6 mil quilos, está em desenvolvimento. A capacidade de carga almejada ao final do projeto é de 81 mil quilos. A previsão é de que a construção aconteça em 2026 e a aeronave inicie as atividades em 2028.

                                                       

                                                      Além da Aurora, uma empresa de propriedade da Boeing, a General Atomics, também foi contratada para desenvolver uma versão da aeronave militar.

                                                       

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                                                        O submarino Titan, da OceanGate, implodiu há mais de um ano, em junho de 2023, quando tentava, por meio de uma expedição, chegar até os destroços do Titanic. A repercussão sobre o assunto, contudo, segue até hoje e acaba de ganhar mais um capítulo revelador: foram identificados problemas no Titan muito antes da tragédia acontecer.

                                                        Em uma audiência realizada nesta quarta-feira (25), Don Kramer, do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB, em inglês), disse à Guarda Costeira dos Estados Unidos que a fibra do casco de pressão do submarino apresentava rugas e porosidade mesmo um ano antes do acidente — e essa foi apenas uma das considerações problemáticas sobre a embarcação da OceanGate.

                                                        Buracos na camada de fibra de carbono de protótipo do submarino Titan após testes de pressão da água. Foto: Guarda Costeira dos EUA / Reprodução

                                                        O submarino Titan implodiu a cerca de 3.350 metros de profundidade, em 18 de junho de 2023, enquanto levava o então diretor-executivo da OceanGate, Richard Stockton Rush III, um copiloto e três bilionários ao fundo do mar, onde estão, até hoje, os destroços do Titanic, histórico navio naufragado mais de 112 anos atrás — todos morreram.

                                                         

                                                        Além das “rugas e porosidade”, Kramer afirmou que o submarino apresentava imperfeições vindas do processo de fabricação. O Titan teria, inclusive, mudado seu comportamento funcional após um “forte estrondo” ser ouvido durante um mergulho um ano antes da tragédia.

                                                        Momento em que o Titan é encontrado por um ROV no fundo do mar. Foto: Guarda Costeira dos EUA / Reprodução

                                                        Como se não bastasse, dois tipos diferentes de sensores no Titan registraram um “evento acústico alto”, relatado por testemunhas durante um mergulho em 15 de julho de 2022, conforme afirmou Kramer.

                                                         

                                                        Outro grande problema do submarino foi observado ainda em 2018 por David Lochridge, ex-diretor de operações da OceanGate. Segundo informado por ele à Guarda Costeira, o material do casco do Titan, em fibra de carbono, “se deformava em altas profundidades”.


                                                        Na prática, cada descida no mar enfraquecia o submarino cada vez mais. Inclusive, peças do casco recuperadas após a tragédia mostraram uma delaminação (quando as camadas se deslocam) substancial das camadas de fibra de carbono.

                                                        Foto: OceanGate Expeditions / Divulgação

                                                        Lochridge informou aos diretores da OceanGate sobre os sinais visíveis de delaminação e outros pequenos buracos na fibra de carbono em um relatório no mesmo ano, exigindo mais testes no submarino — e foi demitido logo após apresentá-lo.

                                                         

                                                        O relatório foi encaminhado por Lochridge à diretoria via e-mail, em janeiro de 2018. De acordo com ele, conforme exposto em audiência, suas preocupações foram “ignoradas em diversas ocasiões”.

                                                        Na minha opinião, até que ações corretivas adequadas estejam em vigor e concluídas, o Cyclops 2 (Titan) não deve ser tripulado em nenhum dos próximos testes– disse o então diretor no relatório 

                                                        Lochridge também alertou que o casco de pressão (parte do submarino que mantém os passageiros seguros) não havia sido testado, enquanto uma janela no submarino, sim, mas apenas até 1.300 metros — entretanto, o Titan mergulharia numa profundidade três vezes maior.

                                                         

                                                        Segundo o documento judicial, a intenção da OceanGate era realizar o teste de estresse no momento da expedição, e a precaução contra uma possível implosão se baseava num sistema de alerta acústico, que soaria um alarme caso o casco começasse a se romper. O problema, neste caso, é que “não haveria tempo hábil para o sistema funcionar e impedir a tragédia”.

                                                         

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                                                          Luís Antônio Sobrinho, representando Roberto de Lucena, comentou sobre o potencial paulista no 9º Congresso Internacional Náutica

                                                          26/09/2024

                                                          São Paulo é uma grande potência hídrica. E não estamos falando de seus quase 900 quilômetros de costa e sim das águas interiores. São mais de 4,2 quilômetros de rios navegáveis e mais de 50 lagos e represas. Só o rio Tietê possui cinco mil afluentes. Localizadas no entorno desse mar de água doce, pelo menos 120 cidades têm vocação para o turismo náutico.

                                                          Para explorar esse potencial, o governo do estado de São Paulo, através da Secretaria de Turismo e Viagens (Setur-SP), criou o Programa de Turismo Náutico, que promete estruturar e fomentar o fluxo de visitantes a esses municípios com a instalação de um modelo padronizado de estruturas.

                                                          Foto: Jhony Inácio / Revista Náutica

                                                          A padronização dessas estruturas seria composta por píeres de atracação e passarelas, píeres flutuantes de atracação e sistemas de ancoragem construídos pela Metalu, com alumínio naval e madeiramento, além de mirantes e pergolados.

                                                           

                                                          Durante o 9º Congresso Internacional Náutica, Luís Antônio Sobrinho, consultor da Invest SP, da Secretaria de Viagens e Turismo (Setur-SP) comentou — representando o secretário da pasta, Roberto de Lucena — sobre o assunto na sua palestra “O impacto Econômico do Turismo no Desenvolvimento Regional”.

                                                          O objetivo é estruturar e fomentar o fluxo de visitantes a partir da qualificação da atividade náutica– Luís Antônio Sobrinho

                                                          Foto: Jhony Inácio / Revista Náutica

                                                          De acordo com o consultor da Invest/SP, na primeira fase do programa 13 cidades estão sendo contempladas com as estruturas, sendo que seis — que movimentam atualmente 1,7 milhão de turistas e excursionistas e geram um movimento de cerca de R$ 646 milhões ao ano em setores como lazer, transportes e compras — já foram atendidas.

                                                           

                                                          “Considerando impactos diretos e indiretos, o turismo movimenta atualmente R$ 2,5 bilhões nessas 13 cidades. Com a implantação das estruturas náuticas, a previsão é de aumentar a movimentação econômica em 90% nos próximos 10 anos, com o número de turistas saltando para 6 milhões”, disse Sobrinho.

                                                          Foto: Jhony Inácio / Revista Náutica

                                                          Segundo ele, o turismo náutico é uma forma sustentável de desenvolver um destino e aproveitar as riquezas naturais que o estado de São Paulo tem, além de promover a consciência ambiental e de gerar emprego e renda para a população das cidades.

                                                          Porém, essa hidrografia, apesar de enorme, é pouco conhecida. E as cidades aptas a desenvolver seu potencial não eram contempladas com investimentos públicos. Com isso, esses municípios estavam com as costas viradas para as águas– diagnosticou o consultor da Invest/SP.

                                                          A partir do Programa de Turismo Náutico da Setur-SP, esta página está sendo virada. “Por meio de estudos, identificamos os municípios banhados por águas interiores que começaram a enxergar a importância do poder transformador de estruturas náuticas para o desenvolvimento. E foi por eles que demos início ao programa”, disse Sobrinho.

                                                          Foto: Jhony Inácio / Revista Náutica

                                                          Os 13 primeiros municípios do interior paulista já atendidos ou em vias de serem contemplados são estes: Araçatuba, Avaré, Fartura, Mira Estrela, Pereira Barreto, Pederneiras, Piraju, Presidente Epitácio, Rosana, Rubinéia, Sales, Três Fronteiras e Timburi.

                                                           

                                                          Para eles, a chegada desses sistemas de ancoragem representa uma guinada, tendo o turismo náutico como vetor de desenvolvimento econômico.

                                                           

                                                          O Congresso Internacional Náutica teve patrocínio da Metalu (maior fabricante de píers de alumínio no mundo) e antecedeu a abertura ao público do São Paulo Boat Show, evento que contou com mais de 170 barcos em exposição, 50 lançamentos gerais, além de uma série de produtos e serviços.

                                                          São Paulo Boat Show 2024

                                                          Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reuniu, neste ano, mais de 170 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Nesta 27ª edição, os visitantes ainda puderam participar do sorteio de uma lancha Focker 188 Joy, equipada com motor Yamaha.

                                                          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                          Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. O público ainda confere motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como resorts e helicópteros — expostos no Espaço dos Desejos.

                                                           

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                            O universo náutico contempla um lifestyle que vai muito além dos barcos. Por isso, o São Paulo Boat Show, maior evento do setor na América Latina, reserva um ambiente especial para marcas de alto padrão: o Espaço dos Desejos.

                                                            Os objetos e serviços mais exclusivos e cobiçados do mercado de luxo ficaram na área premium. Neste ano, por lá atracaram nada menos que nove marcas de alto padrão, apresentando desde relógios suíços a um helicóptero e carro blindado. Conheça mais sobre cada uma delas a seguir!

                                                            Empire Watches

                                                            Marcando presença pela segunda vez no São Paulo Boat Show, a Empire Watches faz a compra, venda e intermediação de relógios seminovos, todos de alta relojoaria. São marcas suíças como Rolex, Patek Philippe, Audemars Piguet e Cartier — essa última, apesar de ser francesa, tem o produto fabricado na Suíça.

                                                            Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                                            O público curte bastante, sempre encontramos clientes novos e clientes já fiéis a nossa marca também. Muita gente que gosta de barcos, de aeronaves, gosta de relógio– destaca Gustavo Pires, representante da Empire Watches

                                                            Audi Helicópteros

                                                            Distribuidora oficial dos helicópteros Robinson, a marca Audi Helicópteros faz assessoria de venda, importação, nacionalização, hangaragem e manutenção das aeronaves. No salão, apresentou o modelo R66 Turbine, o “mais vendido do mundo”, conforme conta Ana Turquetti, do time de vendas da marca.

                                                            Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                                            Muitos clientes conhecem a aviação, mas não esse modelo em específico. Hoje em dia um helicóptero desse é mais usado como uma ferramenta de trabalho, poucos usam para lazer– explica Ana

                                                            Vibra

                                                            Por meio da Vibra, todas as informações sobre os combustíveis Diesel Verana e Gasolina Podium puderam ser conferidas de perto no salão náutico. O estande informativo levou ao público um quiz, onde as repostas certas sobre os produtos geravam brindes exclusivos da marca.

                                                            Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                                            Esse evento pra gente é essencial, porque conseguimos fazer um match de tudo que é oferecido aqui. O público conseguiu tirar dúvidas e pudemos apresentar o produto para quem não conhece– destacou Bruno Pereira, analista de produtos premium da Vibra

                                                            BR Marinas

                                                            Tida como a maior rede de marinas do Brasil, a BR Marinas esteve no Espaço dos Desejos apresentando as oito unidades da marca, todas no Rio de Janeiro, desde Paraty até Búzios, com vagas secas e molhadas.

                                                            Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                                            Mateus Araújo, analista comercial da BR Marinas, conta que passaram pelo estande “muitos clientes com o desejo de adquirirem embarcações ou fazer o upgrade do barco”, animados com o salão e considerando a 27ª edição do evento como a “melhor dos últimos anos em questão de novos negócios.”

                                                            Muitos clientes realizaram a compra do barco no evento e passaram no estande da marca para fechar negócio também com a BR Marinas– revelou Mateus

                                                            Ilha dos Coqueiros

                                                            A Ilha do Coqueiros, localizada na região da Costa Verde, em Angra dos Reis, é o destino certo para quem busca temporadas inesquecíveis — com muito luxo e exclusividade. Um verdadeiro paraíso, o espaço conta com 170 mil m² de Mata Atlântica, flora marinha, praia privativa e viveiros de peixes.

                                                            Foto: Revista Náutica

                                                            Ao todo são cinco chalés e quatro suítes de até 110 m², todos com vista para o mar e montanhas, área gourmet com cozinha industrial, duas piscinas, bar externo, churrasqueira, spa, pista de cooper, heliponto homologado e píer de flutuante que comporta até dez barcos de grande porte.

                                                            Ecoolmove

                                                            A Ecoolmove, empresa de mobilidade elétrica, levou ao salão três veículos elétricos. O destaque ficou por conta de um modelo exclusivo: o Big Cart Sport. Entre seus atributos estão o design arrojado, a tecnologia embarcada e o espaço para até seis pessoas.

                                                            Foto: Revista Náutica

                                                            Nossas expectativas foram superadas, com muitas vendas concluídas– destacou Marcelo Calleri, gerente de vendas da Ecoolmove

                                                            Kiaroa

                                                            Sofisticado resort em um santuário ecológico cercado pela Mata Atlântica, na bela Península de Maraú, na Bahia, o Kiaroa tem 180 mil metros quadrados, piscinas naturais, praias paradisíacas, coqueirais, longas faixas de areia desertas e, sobretudo, um pôr do sol de tirar o fôlego.

                                                            Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                                            Essa foi a terceira vez que o empreendimento marcou presença no salão náutico paulista. Nesses três anos, o público pôde acompanhar a evolução do resort, que agora já tem previsão de entrega confirmada: janeiro de 2025.

                                                            O Boat Show tem uma função muito bacana também institucional, de reforçar a marca e o serviço dentro desse mercado. É sempre muito positiva a nossa participação– Sandra Lopes, relações públicas da Kiaroa

                                                            Miguel Giannini Óculos

                                                            Pioneira no conceito de estética ótica, a Miguel Giannini Óculos revolucionou o mercado nos anos 1970. A marca tornou-se referência e reúne muitos famosos entre seus clientes, de políticos a celebridades.

                                                            Foto: Revista Náutica

                                                            No salão, a marca apresentou novidades de marcas como Anne Valentin, Res Rei e Face à Face, com “armações extremamente leves, supermodernas, de designers ópticos, que não se encontram em qualquer ótica”, como explica Diogo Pereira, supervisor de compras da Miguel Giannini Óculos.

                                                            Chroma Blindagem

                                                            Com mais de duas décadas de atuação, a Chroma é uma das maiores provedoras de soluções automotivas do Brasil. No São Paulo Boat Show, a marca apresentou, por meio de uma Mercedes AMG G63, uma blindagem feita com “os materiais mais tecnológicos do mercado atual”, como explica Gustavo Crescenzo, diretor-proprietário da Chroma Blindagem.

                                                            Foto: Revista Náutica

                                                            Segundo ele, a marca disponibiliza “os vidros mais leves existentes”, assim como a “parte opaca”, denominada UD Carbono, exclusividade da Chroma. Uma blindagem com os materiais oferecidos pela empresa sai a partir de R$ 95 mil, alcançando até R$ 180 mil.

                                                            São Paulo Boat Show 2024

                                                            Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reuniu, neste ano, mais de 170 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Nesta 27ª edição, os visitantes ainda puderam participar do sorteio de uma lancha Focker 188 Joy, equipada com motor Yamaha.

                                                            Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                            Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. O público ainda confere motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como resorts e helicópteros — expostos no Espaço dos Desejos.

                                                             

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                                                              Rio Boat Show 2026 terá a inglesa Princess Yachts entre as marcas estrangeiras do evento

                                                              Representada no Brasil pela YB Nautic Group, marca apresentará dois grandes barcos de seu portfólio, incluindo um iate. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                                              A mais bonita do mundo? Nota de mil rúpias das Maldivas destaca a vida marinha

                                                              Cédula tem tartaruga-verde no anverso e tubarão-baleia no reverso, que reforçam a biodiversidade da região