Yamaha anuncia o novo jet CrossWave 2026; confira os detalhes

Significativamente maior do que um WaveRunner tradicional, o jet leva até 4 pessoas e apresenta o 1º convés walk around do setor

20/08/2025

Em 2026, a Yamaha celebra os 40 anos da linha WaveRunner. E para comemorar o feito em grande estilo, a marca anunciou o lançamento mundial de uma moto aquática que promete inaugurar uma nova categoria nos jets: a novíssima CrossWave.

De acordo com a empresa, o novo modelo tem “a plataforma mais adaptável que a Yamaha já lançou”. Isso porque o novo jet oferece amplo espaço de armazenamento, acesso fácil ao convés e a maior capacidade de combustível da categoria. Tudo isso para abraçar dos pescadores e aventureiros aos pilotos mais discretos.

Foto: Yamaha WaveRunners/ Divulgação

São quase 4 metros de comprimento e 1,65 metro de largura, tamanho que torna o CrossWave significativamente maior do que um WaveRunner tradicional — quase 60 centímetros mais longo e 45 centímetros mais largo do que a série FX. A novidade estará disponível nas concessionárias Yamaha no primeiro semestre de 2026, com os preços a serem anunciados.

Mais detalhes sobre o CrossWave da Yamaha

O novo CrossWave apresenta o primeiro convés completo walk around da indústria, segundo a empresa. A área oferece quase 4 metros de espaço plano, com acabamento em tapete marítimo da proa à popa. O design ainda permite uma mobilidade de 360 graus e drenagem para os pés.

WaveRunner CrossWave 2026. Foto: Yamaha WaveRunners/ Divulgação

Construído sobre a plataforma mais longa e larga da Yamaha e com deque antiderrapante, o lançamento da fabricante japonesa é equipado com um motor de quatro tempos 1899 cc, considerado pela empresa como o equipamento de maior cilindrada do setor de motos aquáticas. O tanque de combustível, por sua vez, tem capacidade para 100 litros.

Essa nova geração de potência equilibra alto desempenho, economia, consciência ambiental e a confiabilidade pela qual a Yamaha é famosa– diz a marca

Preparada para a família, a embarcação foi projetada desde o começo para transportar até quatro pessoas. Apesar disso, tanto o terceiro quanto o quarto assentos são removíveis, ajuste que transforma a popa em um amplo espaço no convés, ideal para guardar coolers, equipamentos de pesca e, claro, relaxar.

WaveRunner CrossWave 2026. Foto: Yamaha WaveRunners/ Divulgação

No quesito armazenamento, o CrossWave ostenta impressionantes 311 litros de capacidade, com um compartimento dedicado para âncoras na proa e dois adicionais na popa. Dispensando preocupações em longas viagens, o jet vem de fábrica com um cooler de 52 litros, que pode ser montado na proa ou no terceiro e quarto assentos, casos sejam removidos.

WaveRunner CrossWave 2026. Foto: Yamaha WaveRunners/ Divulgação

Graças à porta de limpeza patenteada pela empresa — e encontrada somente no CrossWave — , o passageiro pode limpar os detritos da turbina sem precisar entrar na água. No leme, as telas duplas Connext e Simrad de 7 polegadas colocam a navegação, a monitorização do sistema e os controles de entretenimento na ponta dos dedos do condutor — tudo touchscreen.

WaveRunner CrossWave 2026. Foto: Yamaha WaveRunners/ Divulgação

Os condutores podem personalizar ainda mais o convés utilizando o sistema de montagem integrado T-track da Yamaha, que suporta acessórios modulares para pesca, arrumação, descanso e muito mais.

WaveRunner CrossWave 2026. Foto: Yamaha WaveRunners/ Divulgação

Produzido com tecnologia de última geração, o CrossWave vem preparado, por baixo do convés, para receber uma bateria náutica de ciclo profundo do Grupo 24. Segundo a Yamaha, o recurso faz do jet o primeiro capaz de suportar motores de arrasto, sistemas de iluminação e outros componentes eletrônicos de alto consumo.

 

Por fim, um reboque Yamaha personalizado e uma geleira premium são fornecidos em série. Não à toa, Bryan Seti, diretor geral da Yamaha WaterCraft, define o novo CrossWave como o “início de uma categoria inteiramente nova de WaveRunner”.

Ela incorpora o nosso compromisso com a inovação, a usabilidade e a diversão, ao mesmo tempo que honra o legado que começou em 1986 com a primeira WaveRunner– conclui Seti

 

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    Lancha Fibrafort com motor Yamaha será sorteada no São Paulo Boat Show 2025

    Visitantes do salão náutico podem concorrer a uma Focker 188 Joy com motor de popa. Saiba como participar!

    Que tal visitar o maior salão náutico da América Latina e ainda concorrer a uma lancha Fibrafort motorizada pela Yamaha? Pode parecer bom demais para ser verdade, mas esse é o cenário do São Paulo Boat Show 2025, que acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo.

    Ao garantir a presença no salão náutico — o maior do tipo realizado na América Latina — , o visitante automaticamente tem a chance de participar do sorteio de uma Focker 188 Joy novinha, equipada com um motor de popa de 4 tempos, o Yamaha F90.

    Como participar do sorteio no São Paulo Boat Show 2025

    Concorrer a uma lancha no sorteio do São Paulo Boat Show 2025 é simples. Basta preencher o cupom que será entregue logo na chegada ao salão, com dados pessoais mais a resposta para a pergunta: qual o nome do evento que realiza o sorteio da lancha Focker 188 Joy com motor de popa F90 Yamaha?

    Focker 188 já com motor Yamaha F90. Foto: Revista Náutica

    Depois, é só depositar o cupom na urna localizada na entrada do evento. Mas atenção ao prazo: você precisa inserir seu bilhete das 15h do dia 18/09 às 20h do dia 23/09. A partir daí, é só cruzar os dedos!

     

    O sorteio será realizado no próprio salão náutico, no dia 23 (último dia de evento), às 20h30, com livre acesso ao público e transmissão ao vivo pelo YouTube e Instagram da NÁUTICA. Na data, 1 cupom da urna será sorteado entre todos, de forma manual e aleatória.

     

    O selecionado será considerado ganhador apenas se o papel estiver devidamente preenchido, atendendo aos requisitos da promoção. O prêmio ficará disponível até 24 horas depois do sorteio, no mesmo local de realização, para a retirada do ganhador.

    Conheça a Focker 188 Joy

    Lançada em 2020, a Focker 188 Joy é o modelo de entrada da Fibrafort, tida pela marca como uma lancha ideal tanto para iniciantes na náutica quanto para quem pesca e pratica esportes aquáticos.

    Foto: Fibrafort / Divulgação

    O barco foi planejado para oferecer espaço e funcionalidade, facilitando a circulação e a integração dos até sete passageiros que comporta em seus 5,50 m de comprimento e 2,10 m de boca.

     

    Segundo a marca, a embarcação que leva motorização de popa (1x 75 hp a 140 hp) pode ser transportada facilmente por um veículo SUV.

    Saiba mais do motor Yamaha F90C

    O motor de popa F90C da Yamaha faz parte da nova geração dos equipamentos de 4 tempos da marca e apresenta diversos pontos de evolução em comparação a seu antecessor, o Yamaha F90B.

    Motor Yamaha F90 vai equipar a lancha sorteada no salão náutico. Foto: Yamaha / Divulgação

    São 16 válvulas de 1.832 cilindradas e eixo de comando único, sendo 4 válvulas por cilindro. Além do bloco do motor ser completamente novo, utiliza a rabeta do F115, o que proporciona muito mais resistência, força e economia.

    Foto: Yamaha / Divulgação

    No visual, destaque para o sistema no capô, que facilita a drenagem de água enquanto o motor estiver em operação. Já na usabilidade, vale destacar a tranquilidade na manutenção.

     

    O sorteio que acontecerá no São Paulo Boat Show 2025 é fruto de uma parceria entre Fibrafort, a Yamaha e a Boat Show Eventos.

     

    CERTIFICADO DE AUTORIZAÇÃO SPA/ME Nº 06.043758/2025


    São Paulo Boat Show 2025

    A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

     

    Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

    Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

    Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

     

    A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

     

    Anote aí!

    SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

    Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
    Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
    Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
    Mais informações: no site do evento
    Ingressos: site oficial de vendas

     

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      Mudança de planos e instalação da longarina: veja 3º episódio de “Construção do Veleiro Bravura”

      Motorizado por Yanmar, barco a vela construído do zero por Angelo Guedes ganha novos traços e avança na produção do casco

      19/08/2025

      No 3º episódio da série “Construção do Veleiro Bravura“, o barco começa a ganhar uma nova cara — mesmo que nem tudo tenha saído como o planejado. Angelo Guedes recalcula a rota de seu cronograma, testa novos estilos de solda e instala as longarinas da embarcação, que será motorizada por Yanmar. Tudo isso você confere nesta terça-feira (19), às 20h, no Canal Náutica do YouTube.

      Nem mesmo o melhor dos planejamentos está imune a adversidades. No caso de Angelo, seu cronograma de etapas foi afetado por algo totalmente fora de seu controle: a alta do dólar, em 2020.

       

      Ele viu o preço do alumínio, material essencial do veleiro, aumentar. Logo, o processo de chapear o casco, virar o barco e soldar a parte interna, inicialmente estruturados para aquele ano, precisou esperar mais um pouco para sair do papel.

       

       

      Por outro lado, sua solução foi simples: antecipar as produções de 2021. Sem perder tempo, ele busca por peças de alumínio em uma cidade distante de sua “fábrica”, prepara os cunhos (utilizados para prender cabos com segurança) e avança na construção do casco.

      Decidi construir o barco porque não tinha dinheiro para comprar um. Espero que no máximo em 4 anos fique pronto– planejou Angelo Guedes em vídeo gravado em 2020

      Com o sistema de quilha e leme bem adiantados, é hora de instalar as longarinas, processo que vem acompanhado de um fiel escudeiro: o guincho talha. Inclusive, o suporte para essa máquina que auxilia Angelo no encaixe das peças foi construído por ele mesmo no 3º episódio do Veleiro Bravura.

      Angelo utilizando o sistema de tralha para encaixar as longarinas do barco. Foto: Revista Náutica

      O novo capítulo revela como Guedes consegue desenvergar chapas — processo difícil quando feito apenas com a força humana — , e o objeto utilizado surpreende por ser um tanto quanto… inusitado.

      Casco do Bravura começa a ganhar forma. Foto: Revista Náutica

      O construtor ainda testa outro estilo de soldagem, desta vez, com auxílio de cerâmica, sem chanfro — ou seja, sem cortes em ângulo. Um problema com o “spray revelador” deixa a experiência pouco agradável, embora seu teste tenha dado vida a uma nova peça — afinal, na construção do Bravura o desperdício não tem vez.

      Um alumínio a menos que eu preciso comprar– brincou


      Impulsionado pela Yanmar

      Não que Angelo Guedes precisasse de um incentivo ainda maior para realizar o seu sonho. Mas, com o apoio da fabricante de motores Yanmar, tudo ficou mais fácil — pelo menos no quesito motorização.

      3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação

      O equipamento que será o “coração” do Veleiro Bravura é o Yanmar 3JH40, tido como o menor motor marítimo diesel common rail interno do mundo em termos de deslocamento, dimensões e peso.

       

      Com 3 cilindros, o motor oferece uma potência de 40mhp, que, segundo a marca, permitirá que novos proprietários de barcos de lazer menores se beneficiem, pela primeira vez, das vantagens de eficiência e desempenho, por conta da tecnologia de injeção de combustível CR gerenciada eletronicamente.

      3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação

      De acordo com a Yanmar, a tecnologia common rail do 3JH40 oferece consumo mínimo de combustível e níveis de ruído e emissão excepcionalmente baixos, que resultam numa operação praticamente sem fumaça e odor.

       

      O 3JH40 de quatro tempos refrigerado a água é a solução ideal para novas construções e aplicações de repotenciação, especialmente para pequenos barcos a motor, saveiros, embarcações comerciais leves e veleiros monocasco — como é o caso do Bravura.

      Acompanhe tudo no Canal Náutica do YouTube!

      Para não perder nenhum episódio dessa épica jornada, inscreva-se no Canal da Náutica no YouTube e ative o sininho. Assim, você sempre será notificado quando um vídeo estrear — não só da “Construção do Veleiro Bravura”, mas de outras produções NÁUTICA.

       

      A série terá episódios novos toda terça-feira, às 20h (horário de Brasília). Embarque nessa aventura com a gente!

       

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        Um verão macabro: Paris tem praia gótica com tema de Wandinha, sucesso da Netflix

        Ambiente gratuito foi criado para promover a 2ª temporada da série e ficará disponível até o fim de agosto

        No coração de Paris, uma praia deliciosamente macabra que troca o verde e amarelo pelo roxo cadavérico está dando o que falar. Essa é a Wednesday Beach, um espaço gratuito dedicado aos fãs do universo gótico de Wandinha, protagonista da série homônima que estreou recentemente a sua 2ª temporada na Netflix.

        Estrelada por Jenna Ortega, a série explora o universo sádico de Wandinha (ou Mercredi, na versão francesa), filha mais velha da estranha Família Addams. Com fascínio pelo mórbido, a praia se baseia na mesma estética da personagem: sombria e fúnebre — mesmo que o sol do verão deixe tudo mais alegre.

        Wednesday Beach, no Paris Plages. Foto: Instagram @netflixfr/ Reprodução

        Organizada pela Prefeitura de Paris em parceria com a Netflix, a área oferece tudo que uma praia normal poderia ter: banhos de sol em espreguiçadeiras, vôlei, pingue-pongue e, claro, areia. Mas essa definitivamente não é uma praia comum, logo, os destaques ficam por conta da dominância dos tons de roxo, das cabines fotográficas sombrias e dos caixões abertos instagramáveis.

        Foto: Instagram @netflixfr/ Reprodução
        Foto: Instagram @netflixfr/ Reprodução

        A imersiva Wedsneyday Beach ocupa mil metros quadrados da Promenade Édouard Glissant, ao pé do Museu d’Orsay. Por lá, inclusive, os visitantes terão um lugar na primeira fila para admirar a pira olímpica subindo mais uma vez no céu de Paris — sede dos Jogos Olímpicos de 2024.

        Um verão sombrio

        Inaugurada em 31 de julho, a praia gótica continuará disponível para todos os públicos até o dia 31 de agosto. Como era de se imaginar, o ambiente lúdico foi concebido para, além de chamar atenção pela estética, promover a 2ª temporada de Wandinha, um sucesso de audiência e de público da Netflix.

        Foto: Instagram @netflixfr/ Reprodução

        Há quem diga que a noite mais mórbida do verão parisiense foi durante o lançamento da Wednesday Beach, local que também foi palco para as estrelas da produção da Netflix. Na praia apareceram o diretor da série, Tim Burton, e a cereja do bolo (ou melhor, o último prego do caixão) Jenna Ortega, protagonista que interpreta Wandinha.

        No dia 6 de agosto, o retiro gótico deu espaço para a estreia do primeiro episódio da nova temporada, que foi exibido num telão às 20h do horário local de Paris — com pé na areia e uma mãozinha na pipoca.

         

         

        Num cenário que carrega traços do colégio de Nunca Mais, escola onde estuda a protagonista, o ambiente já recebeu shows de violoncelo — à lá Wandinha — , meditação guiada e sessão de acupressão, tanto de dia quanto de noite.

        Foto: Instagram @netflixfr/ Reprodução

        Um verão cheio de emoções e totalmente macabro aguarda os fãs da Família Addams — ou qualquer curioso que passar pelo local. Enfim, um bom lugar para descansar em paz.

        Confira a programação da praia de Wandinha Addams

        20 de agosto de 2025

        • 16h/ 17h/ 18h/ 20h: concerto de violoncelo (com duração de 20 minutos).

        27 de agosto de 2025

        • 15h – 16h: Bingo Drag Wednesday;
        • 18h: concurso de cosplay organizado por uma drag queen e animação fotográfica.

         

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          Sea-Doo 2026: tela de sucesso do GTX Limited 325 chega a mais jets e Switch alcança 300 hp

          BRP anunciou novidades da nova linha durante evento global em Boston, no último domingo (17). Veja detalhes

          As novidades da aguardada linha 2026 da Sea-Doo foram finalmente reveladas pela fabricante BRP (Bombardier Recreational Products) no último domingo (17), durante um evento global em Boston, nos Estados Unidos. Os destaques ficaram por conta da tela de sucesso do GTX Limited 325, que agora chega a mais modelos, e dos novos e mais potentes pontoons Switch — embora estes ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

          O portador das boas notícias foi James Hines, diretor de Estratégias de Produto da marca canadense. Segundo ele, “a linha de 2026 deve dar continuidade a uma história épica, que já dura mais de meio século e fez da Sea-Doo a marca número 1 em motos aquáticas no mundo”.

          Tela intuitiva do GTX Limited 325 estará em mais modelos

          De acordo com Hines, pesquisas da Sea-Doo mostraram que até 65% das viagens de clientes da marca envolvem o uso de um smartphone. Por outro lado, o levantamento apontou que os usuários gostariam de não precisar pegar o celular durante o trajeto para escolher músicas, consultar mapas ou localizar amigos.

           

          Por isso, uma das grandes inovações da marca para a linha de 2026 é a expansão da tela intuitiva — que fez sucesso no GTX Limited 325 — como padrão para os modelos RXT-X, FishPro Trophy, Wake Pro e Explorer Pro. A tecnologia ainda poderá entrar como opcional no modelo RXP-X.

          Tela de sucesso do GTX Limited 325 agora chega a mais modelos. Foto: BRP / Reprodução

          Sensível ao toque, o dispositivo de 10,25 polegadas traz funções de conectividade inteligentes, projetadas especificamente para os pilotos da Sea-Doo, com funções como estatísticas de direção, música, mapas e muito mais.

           

          Há também recursos exclusivos para modelos específicos. No FishPro Trophy, por exemplo, os pescadores podem seguir um mapa de navegação marítima detalhado na tela principal, usando o aplicativo móvel BRP GO! e, em seguida, usar o GPS Garmin exclusivamente no modo localizador de peixes, para aumentar as chances de captura.

          GTX Limited 325 com a tela intuitiva foi apresentado em primeira mão no São Paulo Boat Show 2024. Foto: Revista Náutica

          A linha 2026 de jets Sea-Doo ainda aterá mais modelos ostentando recursos populares, como o amortecedor de direção hidráulica, que agora será oferecido no FishPro Trophy; e o sistema inteligente sem detritos, que será padrão no GTI SE.

           

          Como de praxe, as motos aquáticas ganharão um novo leque de cores. Durante o evento, um RXP-X 2026 foi apresentado na nova cor azul Gulfstream. Veja:

           

           

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          Novos e mais potentes pontoons Switch

          Em 2022, a Sea-Doo entrou no mercado de pontoons com o Switch, que visa ser moderno, adaptável, acessível e divertido para toda a família. Mas, mais do que isso: a marca acredita que “o Switch pode e deve ser o pontoon número 1 do mercado”, como afirmou Hines.

           

          Para chegar a esse objetivo, alguns pedidos dos fiéis clientes da marca foram atendidos para a linha 2026. O principal deles gira em torno da potência dessas embarcações, que contarão com um motor Rotax Ace 1630 com 300 hp de potência. Os barcos mais potentes também oferecerão 60% mais capacidade de combustível, com 176 litros.

          Novos modelos Switch Cruise Limited 300 hp e Switch Fish Compact 170 hp são novidades para a linha 2026. Foto: BRP / Reprodução

          Há boas notícias também para o sistema de som, especialmente em alguns modelos Cruise e Sport, que virão equipados com um novo pacote de tecnologia padrão de fábrica. Trata-se de um sistema de áudio premium BRP, com duas mesas de canto, cada uma delas com dois alto-falantes — um deles com amplificador e subwoofer.

           

          Esses modelos ainda virão pré-cabeados para duas mesas de canto adicionais, possibilitando até oito alto-falantes a bordo. O pacote de tecnologia também inclui tela intuitiva de fábrica, abrangendo os mesmos recursos do display presente na linha 2026 de motos aquáticas.


          Outra função muito aguardada que também chega na linha 2026 da Sea-Doo é o detector de profundidade.

           

          O público ainda pode esperar, segundo a marca, portas de canto traseiras no pacote Cruise, um guidão ajustável em todos os modelos de 230 e 300 hp, um novo bímini duplo e um inovador sistema de amortecedor a gás, que torna a abertura e o armazenamento da capota mais fáceis e rápidos.

          Novas portas traseiras na linha Cruise. Foto: BRP / Reprodução

          Ainda nos pontoons, dois novos modelos chegam para agregar ao portfólio da marca: o Switch Cruise Limited, de 18 pés e 300 hp de potência; e o Switch Fish Compact, de 13 pés e 170 hp de potência. Os modelos poderão ser personalizados com uma linha de acessórios projetada para atender às mais diversas necessidades. Entre eles, destaca-se a opção de mesa de churrasco.

           

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            São Paulo Boat Show: Hidea Motores lançará trio com potências de até 200 hp

            Novidades consolidam nova fase da empresa, que oferece maior personalização e portfólio mais vasto

            Por: Nicole Leslie -

            A Hidea Motores escolheu o São Paulo Boat Show 2025 como palco para o início de uma nova fase, marcada por um portfólio mais amplo e diverso. No evento, a empresa lançará três motores de popa que prometem, acima de tudo, potência nas águas: os modelos têm 150 hp, 175 hp e 200 hp.

            As três novidades serão apresentadas ao mercado no salão náutico paulista, mas só estarão disponíveis para venda a partir de 2026, por isso a marca ainda não divulgou os valores. No entanto, agora os modelos poderão vir na cor branca, atendendo a um pedido frequente dos consumidores da marca no Brasil.

            Três novidades da Hidea Motores que serão lançadas no Boat Show em SP têm 150 hp, 175 hp e 200 hp. Foto: Hidea Motores / Reprodução

            Além do trio de lançamentos, a Hidea levará máquinas lançadas recentemente ao estande, como o motor de popa de 6 hp 4 tempos com partida elétrica, revelado no Rio Boat Show, em abril, e os modelos de 15 hp e 20 hp, também de popa e disponíveis com partida elétrica, que estiveram no Marina Itajaí Boat Show em julho.

            Novo motor Hidea 200 hp. Foto: Hidea Motores / Reprodução

            Para fechar o leque da marca no evento, serão expostos motores de popa de 2 e 4 tempos, além do motor Turbo Jet, que vem sem hélice para ter um bom desempenho em águas rasas.


            São Paulo Boat Show 2025

            A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

             

            Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

            Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

             

            A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

             

            Anote aí!

            SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

            Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
            Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
            Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
            Mais informações: no site do evento
            Ingressos: site oficial de vendas

             

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              Temporada de baleias: Litoral Norte de SP bate recorde com quase 700 animais avistados

              Período de reprodução em águas brasileiras tem sido marcado por série de avistamentos — mas nem sempre foi assim

              18/08/2025

              No início de maio deste ano, pescadores flagraram o que seria a primeira aparição de uma baleia-jubarte em Ilhabela, no Litoral Norte de São Paulo. Mal sabiam eles que, neste ano, a região bateria um recorde de avistamentos do animal: ao menos 695 foram vistas desde então.

              A temporada de baleias no Brasil costuma abranger o período de junho a novembro, quando esses cetáceos deixam as águas geladas da Antártica para se reproduzirem nas águas quentinhas do país. Confira um dos muitos registros desses animais, feito pelo fotógrafo Rafael Mesquita:

               

               

              O Litoral Norte de São Paulo tem sido uma parada obrigatória dessas gigantes, especialmente de jubartes (Megaptera novaeangliae). Mas nem sempre foi assim — mesmo a nível nacional.

              Da quase extinção ao recorde de avistamentos

              Há pouco mais de 20 anos, um dos primeiros censos para monitorar a presença de baleias-jubarte em águas brasileiras registrou o número alarmante de 3360 animais. Para se ter uma ideia, especialistas da época diziam que entre 27 e 30 mil desses mamíferos costumavam ser vistos nas águas do país durante a temporada de reprodução da espécie.

              Foto: wirestock / Envato

              A devastação dessas baleias era fruto da caça indiscriminada em busca de seu óleo — usado para iluminação, lubrificação e fabricação de diversos produtos. No Brasil, ganhou força nos idos de 1602, especialmente na região do Recôncavo Baiano, com a chegada dos baleeiros bascos e depois das armações baleeiras, estabelecidas entre os estados de Bahia e Santa Catarina.

               

              Incontáveis jubartes foram sistematicamente atacadas, principalmente entre Bahia e São Paulo. A caça de baleias só foi legalmente proibida no Brasil em 1987, com a Lei nº 7.643, que proíbe a pesca de cetáceos nas águas jurisdicionais brasileiras e estabelece punições para quem desrespeitar a proibição, incluindo prisão e multas.


              De lá para cá, a população de jubartes no país segue em constante evolução. Sérgio Cipolotti, coordenador nacional do Projeto Baleia Jubarte, que atua no litoral paulista, revelou ao g1 que o número que não passava dos 4 mil, hoje já mais do que triplicou.

              O projeto tem um censo aéreo desde 2001 […] e hoje a gente passa dos 25 mil na costa brasileira– contou Cipolotti ao veículo

              Regras na hora de avistar baleias no Brasil

              Embora as baleias estejam cada vez mais à vontade em águas brasileiras, existem regras para avistá-las de maneira saudável.

               

              A atividade de Turismo de Observação de Baleias no país é normatizada pela Lei Federal 7.643 de 1988, que proíbe o molestamento intencional de qualquer espécie de cetáceo, e pela Portaria IBAMA 117 de 1996, que define normas específicas para a atividade.

               

              Portanto, as embarcações são proibidas de:

              • Aproximar-se de qualquer espécie de baleia com o motor ligado a menos de 100 metros de distância do animal mais próximo;
              • Religar o motor antes de avistar claramente as baleias na superfície ou a uma distância de no mínimo 50 metros da embarcação;
              • Perseguir, com motor ligado, qualquer baleia por mais de 30 metros, ainda que respeitadas as distâncias estipuladas acima;
              • Interromper o curso de deslocamento de cetáceo de qualquer espécie ou penetrar intencionalmente em algum grupo, os dividindo ou dispersando;
              • Produzir ruídos excessivos, como música, percussão de qualquer tipo ou aqueles gerados pela operação normal da embarcação, a menos de 500 metros de qualquer cetáceo;
              • Despejar qualquer tipo de detrito, substância ou material a menos de 500 m de qualquer cetáceo;
              • É proibida a prática de mergulho ou natação, com ou sem o auxílio de equipamentos, a uma distância inferior a 50 metros de baleia de qualquer espécie.

              Vale destacar que as baleias chegam ao Brasil em ciclo de reprodução — um período sensível, que faz das regras ainda mais essenciais para um avistamento saudável. Procure projetos voltados a esses mamíferos, que levam turistas para vê-los de pertinho por meio de operadoras de turismo confiáveis, que seguem as Normas de Avistagem no Brasil.

               

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                Mais de R$ 230 milhões: Riva lança sua maior embarcação, de 54 metros

                Nova Riva 54METRI foi projetada para acomodar passageiros com o máximo de conforto e luxo

                Por: Nicole Leslie -

                Um novo gigante dos mares foi lançado em águas italianas no início do mês. O superiate de 54,84 metros de comprimento (179,9 pés), o maior já desenvolvido pelo estaleiro Riva, foi batizado de Riva 54METRI. Com casco inteiramente em alumínio, a embarcação foi projetada para acomodar 10 passageiros com o maior conforto possível.

                O modelo do Grupo Ferretti recebeu atenção em cada detalhe graças ao trabalho conjunto da Officina Italiana Design (parceira exclusiva da Riva há 30 anos), do Comitê Estratégico de Produtos e do Departamento de Engenharia do Grupo Ferretti.

                Novo Riva 54METRI foi lançado em águas italianas em 7 de agosto, em Ancona, na região de Marche. Foto: Riva / Reprodução

                Segundo a YachtBuyer, a estimativa do preço de venda do Riva 54METRI parte de 32,5 milhões de libras esterlinas. Na conversão para o real em agosto de 2025, o valor equivale a cerca de R$ 237,5 milhões.

                 

                Com 9 metros de boca máxima, o Riva 54METRI, apesar do tamanho colossal, exibe linhas elegantes e esportivas. A embarcação tem quatro conveses: o principal, o superior e dois inferiores — todos conectados por um elevador central localizado a meia-nau.


                Embora a arqueação bruta do barco esteja próxima de 500 toneladas, o superiate foi desenvolvido para atender 10 passageiros com o máximo de luxo e conforto. São quatro cabines de hóspedes e uma suíte máster na proa do convés principal, que garantem espaço de sobra para os convidados.

                 

                A tripulação, composta por até 11 membros, é acomodada em cinco cabines duplas, além de uma cabine exclusiva para o capitão, todas localizadas próximas à casa do leme — projetado com uma abordagem inovadora.

                Foto: Riva / Reprodução

                A casa de controle do Riva 54METRI chega equipada com dois radares de banda X, sinal 5G, antena Starlink, um sistema de navegação eletrônico completo (ECDIS) e um trio de telas touch de 27 polegadas cada, com a opção de uma tela extra de 44 polegadas.

                 

                Para garantir a privacidade dos hóspedes, as rotas da tripulação foram desenhadas para serem discretas. O barco também recebeu soluções acústicas para reduzir ao máximo o ruído, especialmente perto da estação do leme.

                Por dentro do Riva 54METRI

                Conexão com o mar, diversão e relaxamento são os três principais pilares do superiate. Na popa, há um beach club com uma piscina de 5 metros de comprimento ao centro, cercada por espreguiçadeiras. As laterais dessa área se desdobram para formar terraços à beira-mar.

                Laterais da área de beach club da Riva 54METRI se desdobram para formar terraços à beira-mar. Foto: Riva / Reprodução

                Cinco degraus acima, a área de boas-vindas no convés principal é um espaço refinado, com um grande sofá, poltronas e um bar ao ar livre, que dá acesso ao lounge principal.

                 

                Na proa, o destaque é um par de sofás que estende a área do lounge. Eles escondem parte do espaço técnico, projetado com um mecanismo de dobradiça que facilita o lançamento e o içamento de botes, jets e outros brinquedos aquáticos.

                Na proa, dupla de sofás esconde sistema de içamento de brinquedos aquáticos. Foto: Riva / Reprodução

                Nos acabamentos, o Riva 54METRI utiliza mármores finos como Sahara Noir e Bianco Rhino, além de painéis de madeira teca e couro. A motorização é uma dupla de motores MTU 12V 2000 M86 de 1.700 hp cada, que proporcionam uma velocidade de cruzeiro de cerca de 14 nós.

                 

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                  Motor elétrico da Mercury será exibido em funcionamento pela 1ª vez no Boat Show de SP

                  Avator 7.5e será um dos destaques da marca no evento que acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo

                  Variedade de produtos sempre foi um ponte forte da Mercury Marine — e no São Paulo Boat Show 2025 não será diferente. Com direito a motor elétrico e uma seleção de peso dos mais potentes equipamentos da empresa, a fabricante atracará no evento com o que há de melhor em seu repertório.

                  Tido como o maior salão náutico da América Latina, o São Paulo Boat Show acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo. Por lá, a Mercury apresentará pela primeira vez no Brasil o motor elétrico Avator 7.5e em funcionamento. Logo, o público poderá conhecer de pertinho a potência e os detalhes da tecnologia do produto.

                  V10 Verado 400 HP, que também estará no São Paulo Boat Show 2025. Foto: Mercury/ Divulgação

                  Segundo a marca, o modelo proporciona desempenho de velocidade e aceleração semelhantes ao de um motor de popa a combustão interna com 3.5 hp, ideal para barcos pequenos, de apoio e como potência secundária em veleiros.

                   

                  Outro destaque da Mercury no São Paulo Boat Show 2025 será o poderoso V10 Verado 400 hp, que entrega velocidade, conforto, eficiência e confiabilidade. A marca aponta o modelo como construído para resistência extrema e projetado para dominar.

                  FourStroke 150 HP. Foto: Mercury/ Divulgação

                  Outros modelos de média potência estarão no salão, como o FourStroke 150 hp nas versões branca e preta, sendo este último cortado ao meio, visando possibilitar ao público a oportunidade de conferir como funciona a parte interna do equipamento e toda a engenharia da Mercury.

                   

                  Ideal para quem busca uma navegação suave e intuitiva, o motor 50ELHPT MID TILLER também será exposto no São Paulo Expo, com destaque para o manche MidTiller que proporciona um controle total “na palma da sua mão”.


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                  Mais informações: no site do evento
                  Ingressos: site oficial de vendas

                   

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                    Expedição a um dos locais mais letais da 2ª Guerra encontrou 13 naufrágios das batalhas

                    Missão de 22 dias no Estreito de Iron Bottom, no Oceano Pacífico, utilizou robôs subaquáticos para localizar as embarcações

                    17/08/2025

                    A Segunda Guerra Mundial não fez vítimas somente em terra. No mar, as batalhas também custaram vidas, muitas delas a bordo de embarcações — especialmente no Estreito de Iron Bottom, no Pacífico. Foi justamente por lá que uma expedição encontrou, a partir do uso de robôs subaquáticos, 13 naufrágios do período.

                    A missão de 22 dias foi liderada pela organização americana Ocean Exploration Trust (OET) a bordo do navio de pesquisa E/V Nautilus, próximo a Guadalcanal, nas Ilhas Salomão. Usando tecnologia de ponta, pesquisadores conseguiram filmar e mapear destroços de naufrágios de embarcações americanas, australianas e japonesas que participaram da Segunda Guerra.

                    Essas descobertas mostram quantas histórias ainda estão escondidas nas profundezas do mar, esperando para serem contadas– ressaltou o Dr. Daniel Wagner, cientista-chefe do OET

                    Além da descoberta notável, o trabalho é tido como a primeira documentação visual de quatro desses naufrágios. Um deles ficou marcado por ser a proa do cruzador americano USS New Orleans, mas a lista ainda inclui o contratorpedeiro japonês Teruzuki, o USS Vincennes, USS Astoria, USS Quincy, USS Northampton, USS Laffey, USS DeHaven, USS Preston, HMAS Canberra, USS Walke, Yudachi e uma barcaça de desembarque.

                    Tecnologia e história caminham juntas

                    Estima-se que as batalhas navais no Estreito de Iron Bottom tenham custado ao menos 20 mil vidas, entre o naufrágio de 111 embarcações e a queda de 1.450 aeronaves. Logo, a expedição vai muito além da curiosidade e amplia o conhecimento do que aconteceu por ali à época, de modo a relembrar o sacrifício de quem lutou em guerras.

                    IJN Teruzuki, um dos 13 navios encontrados pela equipe de pesquisadores. Foto: Ocean Exploration Trust / Divulgação

                    Para isso, duas tecnologias de ponta foram essenciais: os Veículos Operados Remotamente (ROVs) e um Veículo de Superfície não Tripulado (USV) DriX, controlado remotamente a partir de Honiara, capital das Ilhas Salomão.

                    HMAS Canberra. Foto: Ocean Exploration Trust / Divulgação

                    Juntos, eles mapearam mais de 1.000 km² do fundo do mar, o que resultou nos mapas mais detalhados já feitos da região. Além disso, o trabalho tecnológico viabilizou mais de 138 horas de inspeções subaquáticas, em profundidades de até mil metros.


                    Os resultados foram compartilhados em uma transmissão ao vivo diretamente no site Nautilus Live. Além dos milhões de curiosos, a live teve a participação remota de arqueólogos e especialistas de mais de 130 instituições, em países como Japão, Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos.

                     

                    Juntos, eles contextualizaram o público sobre os naufrágios da Segunda Guerra Mundial que foram encontrados, ajudando o público a entender a importância do feito.

                    Conseguimos filmar os locais com qualidade sem precedentes e compartilhar tudo ao vivo com o mundo– destacou Robert Ballard, oceanógrafo e presidente do OET

                    Com o apoio da NOAA Ocean Exploration e do Ocean Exploration Cooperative Institute, a missão representa um considerável avanço na ciência, mas, mais do que isso, é uma importante ferramenta para imergir a população na história marítima.

                     

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                      16/08/2025

                      Três metros por segundo debaixo d’água. Essa é a velocidade que a britânica CudaJet promete a quem colocar nas costas o seu jetpack, uma espécie de mochila de propulsão a jato controlada apenas por movimentos corporais. O equipamento é tido como um “brinquedo de luxo” — e o preço faz jus ao apelido.

                      Comercializado por 22,5 mil libras (quase R$ 165 mil na conversão de agosto de 2025), o dispositivo de 14 kg pode atuar por até 90 minutos e leva 45 minutos para atingir a carga total. Segundo a marca, quem se aventura com a “mochila subaquática” ainda pode explorar o mar a até 40 metros de profundidade.

                      Foto: Instagram @cudajet / Reprodução

                      O jetpack se diferencia de outros equipamentos submergíveis por ser compacto, preso a um colete e um controle de mão. Assim, a ideia da CudaJet é que o dispositivo aproxime o usuário da natureza, uma vez que o movimento de nado junto ao dispositivo “parece natural”. Veja:

                       

                       

                      Ver esta publicação no Instagram

                       

                      Uma publicação partilhada por CudaJet (@cudajet)

                       

                      Embora carregue recursos atrativos, vale destacar que a mochila não está conectada a cilindros de oxigênio ou embarcações. Logo, só é possível mergulhar com ele dentro da capacidade do próprio fôlego. A “brincadeira” também exige atenção à equalização dos ouvidos e à duração da bateria.

                      Foto: Instagram @cudajet / Reprodução

                      Ainda assim, Archie O’Brien, empreendedor britânico de 28 anos que projetou o dispositivo, afirmou à CNN que o jetpack já tem quase 100 unidades vendidas desde que começou a ser comercializado, no início de 2023.


                      O retorno tem sido incrível. O jetpack subaquático oferece uma das sensações mais próximas do voo humano. A experiência de estar sem peso parece sobre-humana– destacou O’Brien

                      Além de preparar os bolsos, quem quiser navegar embalado pelo jetpack precisa aguardar a produção dele, que leva cerca de três meses.

                       

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                        Nova espécie de raia-manta é descoberta e recebe nome inspirado na cosmologia indígena

                        Natural do Oceano Atlântico, animal já foi encontrado nas águas do Brasil, do México e dos EUA

                        15/08/2025

                        Depois de 15 anos confundindo pesquisadores, uma nova espécie de raia-manta foi finalmente confirmada. Trata-se da Mobula yarae, a terceira do grupo, ao lado das Mobula alfrediMobula birostris. O animal, encontrado no México, nos Estados Unidos e no Brasil, recebeu o nome em homenagem à Iara, personagem da cosmologia indígena conhecida por ser meio mulher e meio peixe.

                        A espécie vive exclusivamente no Oceano Atlântico. Em águas brasileiras, o animal foi encontrado em Ilha Comprida (SP), Natal (RN) e Fernando de Noronha (PE), conforme informações da Universidade de São Paulo (USP).

                        Mobula yarae. Foto: Stefani Zanella/ All Angle/ Acervo Projeto Mantas do Brasil

                        Sua descoberta passa diretamente pelo trabalho de Andrea Marshall, cofundadora da instituição americana Marine Megafauna Foundation (MMF) e principal pesquisadora envolvida na busca. Foi ela que, em 2009, comprovou a existência da Mobula birostris, segunda espécie de raia-manta — já suspeitando da existência de uma terceira.

                        15 anos de buscas

                        Os sinais da nova espécie de raia-manta começaram a aparecer no mar do México, cerca de um ano após a primeira descoberta. “Levei seis anos para diferenciar as duas primeiras espécies e, àquela altura, eu as conhecia de cor e salteado”, destacou a pesquisadora em comunicado.

                         

                        Já no Brasil, entre 2009 e 2010, ao analisar fotos de mantas feitas pela pesquisadora Ana Paula Balboni Coelho, Andrea novamente se deparou com a possível nova espécie — embora a imagem não fosse suficiente para sustentar sua tese.


                        A pesquisa começou a evoluir somente anos depois, em 2017, a partir da análise de uma raia-manta que foi encontrada morta na Flórida, nos EUA. Na ocasião, os cientistas puderam analisar mais de perto a Mobula yarae, que revelou uma série de características diferentes das outras raias, visíveis, especialmente, no desenho na parte superior do corpo, na cor do rosto, nas guelras e até no tamanho. Veja:

                        Arraias-manta: Mobula alfredi (a, d), Mobula birostris (b, e) e Mobula yarae (d, f). Foto: Leo Francini (a); Guy Stevens | Manta Trust (b, e); Rawany Porfilho (c); Mauricio Andrade (d); e Nayara Bucair (f) / MMF/ Reprodução

                        Ainda assim, o anúncio oficial da descoberta aconteceu somente em julho deste ano, com um artigo publicado na revista Environmental Biology of Fishes.

                        Espécie ameaçada

                        Em 2024, Andrea sofreu um grave acidente vascular cerebral e se afastou de suas atividades científicas. O bastão foi passado para Nayara Bucair, doutora pelo Instituto Oceanográfico (IO) da USP e primeira autora do artigo.

                        Mobula yarae. Foto: Stefani Zanella/ All Angle/ Acervo Projeto Mantas do Brasil

                        Ela, por sua vez, destaca a ameaça que as raia-mantas sofrem atualmente: “Desenvolvimento costeiro, poluição por produtos químicos/orgânicos, detritos marinhos, plástico e microplástico, emaranhamento, atropelamento por embarcações e o impacto das alterações climáticas nos ecossistemas marinhos e costeiros representam outras ameaças iminentes para as móbulas”.

                         

                        De acordo com a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), todas as móbulas estão atualmente listadas nas categorias de ameaçadas de extinção.

                         

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                          Férias na água! Astros da Fórmula 1 trocam carros por barcos luxuosos para descansar

                          Pilotos elegeram destinos paradisíacos durante o verão europeu para curtir recesso no meio da temporada

                          Está na hora de trocar o inquietante barulho de motor pelo lazer nas águas! De férias da temporada da Fórmula 1, diversos pilotos resolveram curtir o verão europeu não sobre quatro rodas, mas a bordo de barcos e iates luxuosos que servem como um oásis — em contraste com a velocidade do automobilismo.

                          Vale destacar que a temporada não chegou ao fim. Acontece que os pilotos e principais funcionários das equipes da F1 têm direito por lei a um recesso de, no mínimo, 14 dias seguidos no meio do torneio.

                          Confira pilotos de Fórmula 1 sobre as águas nas férias

                          George Russell

                          O primeiro a trocar os autódromos pelos mares foi o britânico George Russell, piloto da Mercedes. Nas redes sociais, o corredor compartilhou seus momentos de descontração com sua namorada Carmen Mundt a bordo da lancha Pershing 6X, um barco esportivo ideal para viver momentos longe das pistas de corrida.

                          George Russell e Carmen Montero Mundt, sua namorada. Foto: Instagram @georgerussell63/ Reprodução

                          O novo “brinquedo” do inglês custou 2,2 milhões de libras (cerca de R$ 16 milhões, na conversão de agosto de 2025). Com 18,6 metros de comprimento, a lancha acomoda até 14 pessoas a bordo, enquanto atinge uma velocidade de 48 nós (cerca de 89 km/h). A embarcação ainda conta com uma garagem para jet na popa.

                           

                           

                          Para ostentar a sua aquisição, o destino escolhido foi a paradisíaca ilha italiana da Sardenha — um dos lugares preferidos pelas celebridades quando o assunto é férias. Nos cliques, o inglês demonstra habilidades em pranchas com foil, põe o corpo em forma e mergulha na água com direito a acrobacias.

                          Esteban Ocon

                          Quem também aproveitou as férias para desfilar nas águas foi o francês Esteban Ocon. Embaixador da Meros Yatch Sharing, serviço de compartilhamento de embarcações, o piloto da Hass publicou, ao lado da sua namorada Flavy Barla, várias fotos em barcos de diferentes portes.

                          Foto: Instagram @estebanocon/ Reprodução

                          O casal aproveitou o momento de recesso da Fórmula 1 para relaxar na deslumbrante ilha de Cefalônia, na Grécia. Conhecido pelas águas cristalinas azul turquesa e passeios pela costa grega, o local possui praias situadas nos sopés de penhascos e enseadas que encantam milhares de turistas todos os verões.

                           

                           

                          Mesmo sendo compatriota de Alain Prost — maior rival de Ayrton Senna — o francês costuma colecionar bons resultados no Autódromo de Interlagos, se arrisca no português com os fãs, veste-se de verde e amarelo e convocou os brasileiros a desenhar o seu capacete para o GP de São Paulo, que acontecerá de 6 a 9 de novembro.

                          Alex Albon

                          Nascido em Londres, mas correndo sob a bandeira da Tailândia, Alex Albon foi outro que buscou refúgio nas águas — mas não sozinho. Acompanhado da sua namorada, a golfista chinesa Lily Muni, o casal desfrutou das férias a bordo de um iate na ilha francesa de Córsega.

                          Alex Albon e Lily Muni, sua namorada. Foto: @alex_albon/ Reprodução

                          As fotos capturaram o piloto da Williams bem à vontade em momentos de refeições, se divertindo na popa e até mesmo tirando um cochilo. Confira!

                           

                           

                          Antenado nas tendências do TikTok, Albon foi mais um dos famosos que entrou na viral dança “aura farming”, feita na proa de uma comprida embarcação por um menino de 11 anos durante a Pacu Jalur, tradicional corrida de barcos da Indonésia.

                          Nico Hülkenberg

                          Diferente dos demais pilotos de Fórmula 1 que levaram “apenas” suas namoradas para curtir as férias, Nico Hülkenberg aproveitou o momento com a sua esposa Eglė Ruškytė e Noemi, sua filha, para passearem de barco na Itália.

                          Nico Hülkenberg com sua filha, Noemi, e sua esposa, Eglė Ruškytė. Foto: Instagram @hulkhulkenberg/ Reprodução

                          Noemi agora sabe nadar e dirigir carros e barcos– brincou o atleta na legenda da publicação

                          No post, é possível ver Hülkenberg — companheiro de equipe do brasileiro Gabriel Bortoleto, ambos da Sauber — curtindo momentos com a família em Santa Margherita, uma comuna italiana da região da Ligúria.

                           

                           

                           

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                            Vídeo: Brasil sofre acidente 1 dia antes de etapa alemã do SailGP

                            Desastre aconteceu durante um treino após falha na engrenagem. Equipe não participará da disputa neste final de semana

                            Na tarde desta sexta-feira (15), o Mubadala Brazil Team, time brasileiro no SailGP, se envolveu em um impactante acidente. Imagens divulgadas pela organização da disputa mostram o exato momento em que o catamarã F50 sofre danos em boa parte da estrutura após um mergulho de proa de alto impacto.

                            No momento do acidente, a equipe se preparava para o Germany Sail Grand Prix, GP da Alemanha que acontece neste final de semana (dias 16 e 17), nas águas da cidade de Sassnitz. Com os danos, o time brasileiro vai ficar de fora da disputa — a 8ª do campeonato. Assista ao momento do choque:

                             

                             

                            Após o susto, Paul Goodison, strategist da equipe, informou através de um vídeo no Instagram que o desastre aconteceu depois de uma falha de engrenagem. “O barco quebrou na viga dianteira, causando um grande acidente”, detalhou. Ele ainda disse que “todos estão bem, apenas com alguns cortes e hematomas”.

                            Estamos chateados por não podermos correr neste final de semana. Tivemos dias fantásticos aqui com os treinamentos extras, melhorando nos pontos em que estamos trabalhando– lamentou Goodison

                            Foto: Instagram @sailgp e @mubadalabrasailgp / Reprodução
                            Foto: Instagram @sailgp e @mubadalabrasailgp / Reprodução

                            Martine Grael, líder da equipe, destacou estar aliviada por todos estarem bem. Segundo ela, “o barco não está em boas condições após o acidente”, e na noite desta sexta-feira será levantado da água para que o grupo possa “entender o tamanho do dano”.

                            Como líder, minha principal preocupação agora é quanto à continuidade da equipe nas próximas etapas– revelou Grael

                            Foto: Instagram @sailgp e @mubadalabrasailgp / Reprodução

                            A driver do Mubadala Brazil SailGP Team também não escondeu a chateação quanto à quebra de expectativas do time brasileiro. “É realmente uma pena que isso tenha acontecido, pela incrível evolução do time nos últimos meses e especialmente nos últimos dias aqui em Sassnitz, na prévia da etapa da Alemanha”, disse.

                             

                            Em comunicado, Horácio Carabelli, diretor esportivo do Mubadala, detalhou que o time preparou a manobra para o gybe e a viga frontal do barco quebrou. “A equipe técnica do SailGP já está investigando a causa da quebra e divulgará mais informações em breve”, afirmou.

                            Equipe vinha em crescente no campeonato

                            Até o momento do incidente, a equipe brasileira tinha boas expectativas para a 8ª etapa da competição. Isso porque o time vinha em uma crescente no campeonato, tido como a Fórmula 1 dos barcos.

                             

                            Comandada pela bicampeã olímpica Martine Grael — primeira mulher a assumir esse posto na história da competição — , a equipe verde e amarela estreou em 10° lugar na primeira etapa, que aconteceu em Dubai, em novembro de 2024.

                            Membros do time Mubadala Brazil, da esquerda para a direita: Marco Grael, Andy Maloney, Breno Kneipp, Paul Goodison, Martine Grael, Leigh McMillan e Mateus Isaac. Foto: AT Filmes / Mubadala Brazil SailGP Team / Divulgação

                            A fase seguinte foi em Auckland, na Nova Zelândia, onde o resultado saltou para a 9ª colocação geral. Na 3ª etapa, o Brasil garantiu a melhor posição em uma regata até então, mas finalizou a disputa geral em Sydney, no mesmo país, ainda na 10ª posição. Já em Los Angeles, durante a 4ª quarta etapa, a equipe cravou um grande e significativo 2° lugar em uma das regatas, superando o próprio recorde, e fechou o pódio geral na 11ª colocação.


                            Outro 9º lugar veio na 5ª etapa do SailGP 2025. Mal sabiam eles que, na próxima competição, em Nova York, conquistariam a 4ª colocação geral com direito a um 1º lugar inédito em uma regata — marco histórico para o time. Na 7ª etapa, ocorrida na Grã-Bretanha, o Brasil finalizou o ranking-geral novamente na 9ª posição após voltas emocionantes e desfalques de última hora.

                             

                            Agora, nos preparos para disputar a 8ª etapa do campeonato, o time buscava manter o avanço técnico e o espírito de equipe para resultados ainda melhores.

                            Depois de Portsmouth vai ser muito frustrante não poder estar lá fora correndo. Mas estamos tentando nos preparar para a próxima. Estaremos de volta mais fortes e melhores como equipe– concluiu Paul Goodison

                            O que é o SailGP

                            Criado em 2018, o SailGP é uma liga global de vela de alta performance tida como a “Fórmula 1 dos barcos”. As equipes competem em catamarãs F50, idênticos entre si e capazes de ultrapassar 50 nós (93 km/h) de velocidade. As regatas são curtas, dinâmicas e acontecem perto da costa, para aproximar o público da emoção nas águas.

                            Foto: Samo Vidic / SailGP / Reprodução

                            O campeonato soma pontos ao longo do ano e define seu campeão na grande final — mantendo a adrenalina no topo até a última regata. Neste ano, além do Brasil, também participam equipes da Nova Zelândia, Austrália, Estados Unidos, Reino Unido, França, Dinamarca, Alemanha, Canadá, Espanha e Suíça.

                             

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                              Além das embarcações, estande da marca estará recheado de produtos das linhas Adventure e Eletric. Confira os valores!

                              Por: Nicole Leslie -

                              Após ser anunciada em primeira mão no Estúdio Náutica, a nova lancha de 37 pés da Ventura Marine ganha nome e data de estreia. A V370 Cross será lançada no São Paulo Boat Show 2025, ao lado de nada menos que outras 11 embarcações do estaleiro mineiro. A marca promete um estande cheio de novidades, entra elas, lanchas remodeladas, novos modelos de quadriciclo, jet e até motos elétricas.

                              O salão náutico, tido como o maior da América Latina, acontece no São Paulo Expo, de 18 a 23 de setembro. Por lá, embora a grande atração da Ventura seja a nova V370 Cross, o visitante encontrará outros modelos de sucesso para ficar de olho.

                               

                               

                              Bom exemplo disso é a recém-lançada V550 Fly, mais nova versão do maior barco da história do estaleiro. A aclamada V400 Crossover também terá espaço garantido, além da famosa V300 Crossover, do jet elétrico Orca e outros modelos imperdíveis de entrada, como a V195 — todos já testados por NÁUTICA. Os produtos poderão ser vistos em detalhes no evento, mas, até lá, confira aqui a lista completa.

                              Ventura no São Paulo Boat Show: confira produtos e valores

                              Embarcações

                              Ventura V550 Fly. Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                              A Ventura Marine exibirá grande parte de seu portfólio no Boat Show. Os barcos em exposição variam de R$ 154,9 mil a mais de R$ 6,5 milhões — e também de 19 a 55 pés. Veja a seguir os modelos e os valores mínimos prometidos para o evento:

                              • V550 FLY: a partir de R$ 6,5 milhões;
                              • V400 Cross: a partir de R$ 1,7 milhão;
                              • V370 Cross (lançamento): a partir de R$ 1,7 milhão;
                              • V300 Day Cruiser: a partir de R$ 446,9 mil;
                              • V300 Crossover: a partir de R$ 635,9 mil;
                              • V265: a partir de R$ 446,9 mil;
                              • V250: a partir de R$ 379,9 mil;
                              • V220 (em cor inédita): a partir de R$ 539,9 mil;
                              • V205: a partir de R$ 217,5 mil;
                              • V195: a partir de R$ 154,9 mil;
                              • Jet elétrico Orca Performance: R$ 129,9 mil
                              • Pontoon (modelo não revelado).

                              Quadriciclos

                              Linha de ATVs no estande da Ventura no Marina Itajaí Boat Show 2024. Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica

                              A marca apresentará cinco modelos de quadriciclo para os que gostam de estender a adrenalina da água para a terra firme. Os produtos são da linha Adventure e têm preços que variam de R$ 29,9 mil a R$ 84,9 mil, sem considerar os lançamentos, cujos valores não foram divulgados. Saiba quais veículos poderão ser vistos em detalhes no evento:

                              • ATV M250: R$ 29,9 mil;
                              • ATV 500 PROMAX: R$ 42,9 mil;
                              • ATV 550 NEW (lançamento): valor ainda não revelado;
                              • ATV 650 NEW (lançamento): valor ainda não revelado;
                              • UTV T- BOSS: R$ 84,9 mil.

                              Motos 100% elétricas

                              Moto elétrica Brat. Foto: Ventura / Reprodução

                              Para fechar o leque de novidades, a Ventura Marine levará motos totalmente elétricas, com valores que variam entre R$ 14,9 mil e R$ 129,9 mil. Os modelos prometem velocidade e adrenalina sem comprometer o meio ambiente.

                              • Brat: R$ 14,9 mil;
                              • Grunt Evo: R$ 39,9 mil.

                              São Paulo Boat Show 2025

                              A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                               

                              Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                              Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                              Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                               

                              A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                               

                              Anote aí!

                              SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                              Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                              Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                              Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                              Mais informações: no site do evento
                              Ingressos: site oficial de vendas

                               

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                                Painel de 35 metros contém 26 obras de arte rupestre, que retratam figuras humanas e enigmas ainda não solucionados

                                O recuo da maré revelou algo que não merecia estar escondido na paradisíaca praia de Oahu, no Havaí. Ao nascer do sol da última terça-feira (12), as ondas mais tímidas deram espaço a desenhos históricos esculpidos em pedra, num painel de 35 metros de antigas artes rupestres havaianas.

                                Ao todo, 26 desenhos foram encontrados, que vão dos 15 centímetros aos 2 metros de comprimento. Tudo isso cravado em arenito litificado pelos nativos há mais de 500 anos.

                                 

                                De acordo com os pesquisadores, 18 dos desenhos assemelham-se a figuras humanas em poses dinâmicas, possivelmente ligadas a rituais e cerimônias. Além disso, oito esculturas aparentam representar genitais masculinas, enquanto outras são formas abstratas e enigmas ainda não identificados.

                                Foto: Exército dos EUA/ Nathan Wilkes/ Divulgação

                                Os cientistas acreditam que o painel pode representar uma história tradicional havaiana relacionada à agricultura e aos ciclos do sol. Um desenho que corrobora com essa teoria é o de uma figura maior, com um dos braços estendidos para o céu enquanto o outro aponta para o solo.

                                Vale ressaltar que a arte rupestre — isso é, pinturas e gravuras realizadas em pedras e superfícies de cavernas — é considerada uma das formas mais antigas de expressão artística da humanidade, datada da Pré-História (há cerca de 3,3 milhões de anos).

                                Arte para ser vista

                                A equipe que encontrou a arte rupestre na praia estima que as obras podem ter até 600 anos. Para chegar ao número, os registros em rocha foram datados com base nos sítios arqueológicos próximos. Vale ressaltar, porém, que essa é uma tarefa árdua e que pede mais estudos.

                                Foto: Exército dos EUA/ Nathan Wilkes/ Divulgação

                                Em comunicado, Dave Crowley, gerente do programa de recursos culturais, explicou que as mudanças sazonais na maré e na energia das ondas deslocaram a areia ao longo da praia, deixando as antigas gravuras na rocha completamente expostas.

                                Esta é a primeira vez desde 2016 que todo o painel fica visível– ressalta Crowley

                                O local onde foi encontrada a arte rupestre trata-se de uma praia pública, que faz divisa com o Centro Recreativo do Exército de Pililaau. Ela é preservada pelo Exército dos Estados Unidos em conjunto com comunidades nativas. Juntos, eles atuam na conservação de mais de 1.900 sítios arqueológicos e locais sagrados em Oahu e na Ilha do Havaí.

                                Oahu, Havaí. Foto: Galyna_Andrushko/ Envato

                                Inclusive, há um contato constante com os povos originários para que as visitas turísticas sejam feitas com respeito às obras e à cultura. O Exército promove visitas guiadas para grupos culturais havaianos e utiliza fotogrametria 3D para permitir que o público conheça os desenhos virtualmente em alta precisão.

                                Administrar essas terras é vital para a nossa missão. Ao proteger sítios culturais como essas artes rupestres, honramos a herança do Havaí e construímos laços comunitários mais fortes– destaca Crowley

                                Os desenhos foram documentados por arqueólogos pela primeira vez em um projeto que durou de 2016 a 2017. Atualmente, o Programa de Gestão de Recursos Culturais da Guarnição do Exército dos EUA preserva a região, para que o passado possa ficar escondido pela natureza, mas nunca destruído pelo homem.

                                 

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                                  Peixes de águas profundas ajudam no equilíbrio do carbono mais do que se imaginava

                                  Criaturas que habitam as "zonas crepusculares" são cruciais no estoque de carbono nos oceanos, diz novo estudo

                                  Até então, acreditava-se que os peixes mesopelágicos (de águas profundas) tinham pouca ou nenhuma contribuição no ciclo do carbono. Entretanto, um novo estudo lançou luz sobre essa teoria e provou que, na verdade, esses animais não só colaboram, como são cruciais para esse processo.

                                  Os cientistas sabiam, até então, que os peixes de águas rasas excretam minerais carbonáticos — cristais de carbonato de cálcio. Esse processo, chamado de ictiocarbonato, ajuda os animais a equilibrar água e sal em seus corpos e, ao mesmo tempo, contribui para o ciclo do carbono no oceano.

                                  Foto: kryzhov/ Envato

                                  Entretanto, nada se sabia sobre a contrinuição dos peixes de água profunda nesse processo — até agora. De acordo com o estudo, realizado por cientistas da Universidade de Miami e publicado no Journal of Experimental Biology, essas criaturas também expelem carbonato em quantidades semelhantes aos de águas rasas.

                                   

                                  Para chegar a esse resultado, os cientistas focaram num tipo específico de peixe de águas profundas: o peixe-rosa de barriga preta (Helicolenus dactylopterus), que vive entre 350 e 430 metros de profundidade.

                                   

                                  A espécie foi a escolhida pela sua capacidade de se adaptar ao clima de laboratório e por não possui bexiga natatória, fator que contribui para sua sobrevivência mesmo com a mudança brusca de pressão até a superfície.

                                  Peixe-rosa de barriga preta. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                                  Durante o experimento, os pesquisadores mantiveram os espécimes em um ambiente que replicava seu habitat natural. Logo, eles observaram que cada quilo de peixe liberava aproximadamente 5 miligramas de carbonato por hora — quantia muito semelhante à registrada nos animais de águas rasas.

                                   

                                  Para Amanda Oehlert, coautora e professora assistente do Departamento de Geociências Marinhas, a pesquisa preenche uma lacuna fundamental na compreensão da química oceânica e do ciclo do carbono.

                                  Com os peixes mesopelágicos desempenhando um papel tão significativo, sua contribuição para o fluxo de carbonato — e como ele pode mudar com o aquecimento dos oceanos — merece maior atenção– destacou Oehlert

                                  Ecos do experimento

                                  O teste concluiu que nem a profundidade nem a pressão inibem a formação de ictiocarbonato. Além disso, os resultados reforçam as estimativas globais da produção de carbonato derivada de peixes, com os mesopelágicos sendo parte fundamental dessa cadeia.

                                  Martin Grosell, pesquisador envolvido no novo estudo, observa o peixe-rosa de barriga preta. Foto: Diana Udel/ University of Miami/ Divulgação

                                  Os cientistas também concluíram que a composição do ictiocarbonato expelido é semelhante, independentemente da profundidade em que se forma — o que influencia como e onde ele é armazenado ou dissolvido no oceano.

                                   

                                  Os peixes que vivem na “zona crepuscular” do oceano — como o “cobaia” do estudo — (entre 200 e 1000 metros de profundidade) representam até 94% da biomassa global desses animais. Logo, se todos os peixes contribuem com a produção de carbonato, o impacto deles na química do oceano é gigantesco.

                                  Peixes mesopelágicos não são apenas presas; são engenheiros químicos do oceano– apontou Martin Grosell, principal autor do estudo

                                  Além disso, os peixes profundos contribuem de forma tão significativa com o ciclo do carbono que ajudam os cientistas a aprimorar os modelos do sistema terrestre (uma espécie de programa de computador que simula interações complexas para prever o clima e entender como ele muda).

                                  O que é o ciclo do carbono?

                                  Por ironia do destino, os animais que eram negligenciados, na realidade, trabalham em prol do ciclo do carbono. Este processo, por sua vez, ocorre de maneira natural e descreve como o carbono — elemento essencial para a vida — se move entre a atmosfera, os oceanos, a terra e os seres vivos.

                                  Peixe-rosa de barriga preta. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                                  Trata-se de um ciclo biogeoquímico. Ou seja: um processo que garante a reciclagem do carbono, possibilitando que esse elemento interaja com o meio e com os seres vivos. Logo, o processo possibilita verificar como o carbono se movimenta pela atmosfera, litosfera, hidrosfera e biosfera.

                                  No oceano, parte desse carbono é convertido em carbonatos, que são importantes para a formação de conchas e esqueletos de muitos animais marinhos.

                                   

                                  Isso significa que a contribuição desses peixes para o estoque de carbono nos oceanos é muito maior do que se imaginava, e essa informação é vital para entender como nossos oceanos e o clima do planeta funcionam.

                                   

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                                    Barco voador: AeroRiver apresentará o inovador Volitan no São Paulo Boat Show

                                    Startup terá uma maquete especial do veículo que deve começar a operar em 2026 no evento. Salão acontece de 18 a 23 de setembro

                                    O calendário já aponta para 2026 e os carros ainda não voam — mas os barcos, sim. Ao menos é esse o caso do Volitan, barco voador desenvolvido pela startup AeroRiver que deve ganhar os céus e as águas no ano que vem. Até lá, interessados poderão conhecer mais dessa proposta no São Paulo Boat Show, onde a empresa apresentará uma maquete especial do modelo de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo.

                                    Criada em 2020 por engenheiros do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), a AeroRiver busca voltar olhares para alternativas inovadoras que atendam às necessidades do mercado, a exemplo do Volitan, que promete revolucionar o dificultoso transporte de cargas e pessoas na Amazônia.

                                    Expectativa da AeroRiver é que o modelo comece a operar em 2026. Foto: AeroRiver / Divulgação

                                    Inspirado nos ecranoplanos russos, o barco voador opera de 5 a 10 metros acima da água, se beneficiando do chamado “efeito solo”, que consiste no resultado do aumento da sustentação e da redução do arrasto quando uma aeronave voa muito próxima ao chão — ou da água, nesse caso. Um protótipo já foi testado. Veja o resultado:

                                     

                                     

                                    Esse deve ser o primeiro ecranoplano do mundo destinado a operações fluviais, e vai atuar, inicialmente, nos rios amazônicos. Isso porque a região soma cerca de 6,74 milhões de km² e faz conexões entre suas 62 cidades, principalmente, pelos rios — tarefa que acumula problemas logísticos.

                                     

                                    Para se ter uma ideia, o trajeto entre Manaus e Parintins (437 km) deve levar três horas no barco voador, com emissão média de 36 kg de CO₂ por passageiro. De lancha, seriam 10 horas e 42 kg de CO₂ por pessoa; já de avião, apenas 1h10 de viagem, mas quase 60 kg de CO₂ por passageiro.

                                    Barco voador promete solucionar de forma inovadora os problemas logísticos da região da Amazônia. Foto: AeroRiver / Divulgação

                                    Com 18 metros de comprimento, o veículo movido por um motor a diesel terá autonomia para percorrer uma distância de até 450 quilômetros sem reabastecer, com velocidade de até 81 nós (150 km/h). O barco será capaz de transportar dez passageiros, ou, ainda, uma tonelada de carga, emitindo, de acordo com a empresa, menos CO₂ do que embarcações e aeronaves tradicionais.

                                     

                                    Não à toa, o projeto Volitan teve um aporte de R$ 10 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), e já atraiu o interesse de empresas locais. Segundo o Metrópoles, a Bemol, maior rede varejista de Manaus, é uma delas, já com a assinatura de uma carta de intenção para utilizar o veículo em suas operações logísticas.


                                    São Paulo Boat Show 2025

                                    A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                     

                                    Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                    Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                    Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                     

                                    A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                     

                                    Anote aí!

                                    SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                    Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                    Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                    Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                    Mais informações: no site do evento
                                    Ingressos: site oficial de vendas

                                     

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                                      Por: Nicole Leslie -
                                      14/08/2025

                                      A Lanchas Rossini preparou um lançamento especial para o São Paulo Boat Show 2025: a R31k, uma nova lancha cabinada que fará sua estreia no evento. Além dela, o estaleiro também apresentará a R170, outro modelo recém-lançado no mercado.

                                      A nova R31k, lançamento da Lanchas Rossini, estará disponível a partir de R$ 450 mil, enquanto a R170 partirá dos R$ 119 mil no evento. Considerado o maior salão náutico da América Latina, o São Paulo Boat Show acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo.

                                      Última presença da marca no salão náutico foi em 2021, como mostra a imagem do estande naquele ano. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                      Rossini R31k: a nova cabinada

                                      A R31k surge como uma variação da R31x, mas com uma proa cabinada em vez de aberta. Com 31 pés (9,45 metros) de comprimento e casco esportivo, o modelo acomoda 10 pessoas durante o dia e até três no pernoite.

                                       

                                      A lancha possui cabine e banheiro, e pode ser equipada com motorização de popa ou centro-rabeta, com potência mínima de 220 hp e máxima de 850 hp (em parelha). Totalmente inédita e sem imagens divulgadas, a R31k será apresentada oficialmente ao mercado náutico durante o Boat Show paulista.


                                      Rossini R170: a lancha de entrada

                                      Com 17 pés de comprimento (5,2 metros), a R170 é a lancha ideal para quem busca praticidade. Seu tamanho compacto permite que seja facilmente rebocada por carros pequenos e até mesmo guardada em vagas de garagem comuns, facilitando o cuidado e a manutenção da embarcação por conta própria.

                                      Foto: Lanchas Rossini / Divulgação

                                      Apesar de ser enxuta, a lancha promete ser espaçosa, acomodando até cinco passageiros, além do comandante. A R170 possui um tanque de 60 litros de combustível para a propulsão de popa e, segundo a Rossini, garante uma navegação estável e segura.

                                      Foto: Lanchas Rossini / Divulgação
                                      Foto: Lanchas Rossini / Divulgação

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                                      Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                      Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                      Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                       

                                      A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                       

                                      Anote aí!

                                      SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                      Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                      Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                      Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                      Mais informações: no site do evento
                                      Ingressos: site oficial de vendas

                                       

                                      Náutica Responde

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                                        Operação de crédito internacional foi autorizada pelo Tesouro Nacional para projeto que promete melhorar a mobilidade na região

                                        Por: Nicole Leslie -

                                        A cidade de Navegantes, no litoral de Santa Catarina, obteve autorização para uma operação de crédito de US$ 12,19 milhões para a construção de um túnel submerso que a ligará a Itajaí, cidade vizinha. A informação, confirmada pela Prefeitura de Navegantes, representa um avanço significativo para o Projeto de Mobilidade Integrada Sustentável da Região da Foz do Rio Itajaí (Promobis).

                                        O valor será destinado pelo Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), braço financeiro do Banco Mundial, e representa um passo crucial para a iniciativa. O projeto Promobis integra as cidades de Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Bombinhas, Camboriú, Ilhota, Itajaí, Itapema, Luiz Alves, Navegantes, Penha e Porto Belo, buscando soluções de transporte para toda a região.

                                        Projeção mostra como túnel entre Navegantes e Itajaí, em SC, ficará. Foto: Prefeitura de Navegantes / Reprodução

                                        O Governo de Santa Catarina também reforçou o seu compromisso com o projeto. Em outubro, assinou um protocolo de intenções e garantiu um repasse de US$ 24 milhões para o Promobis. Esse montante visa viabilizar não apenas o túnel submerso, mas também outras ações de mobilidade urbana nas 11 cidades.

                                        Esse projeto, que muitos consideravam impossível, está cada vez mais próximo de se tornar realidade– afirmou Libardoni Fronza, Prefeito de Navegantes

                                        A liberação dos recursos aprovados para Navegantes ocorrerá de forma gradual, entre 2025 e 2031, com as primeiras transferências previstas já para o início de 2026. O contrato de financiamento terá um prazo total de 264 meses, com 90 de carência e 174 para amortização. Os juros serão definidos com base na taxa SOFR do Tesouro dos EUA.


                                        É importante ressaltar que a autorização técnica da operação de crédito ainda depende de aprovação do Senado Federal e da publicação de um despacho favorável do Ministro da Fazenda no Diário Oficial da União. A verificação fiscal tem validade de 270 dias a partir de 16 de julho de 2025 — o que justifica as datas previstas para a liberação do financiamento.

                                        Um novo futuro para a mobilidade e economia local

                                        Além de otimizar a mobilidade urbana, o túnel submerso entre Navegantes e Itajaí promete impulsionar diversos setores. A prefeitura prevê que a iniciativa gere 11 mil empregos diretos e indiretos na região, sem contar com as vantagens práticas para a população e empresas locais.

                                        Túnel submerso que ligará Navegantes a Itajaí terá espaço para pedestres e veículos. Foto: YouTube / Governo de Santa Catarina / Reprodução
                                        Túnel submerso que ligará Navegantes a Itajaí terá espaço para pedestres e veículos. Foto: YouTube / Governo de Santa Catarina / Reprodução

                                        Atualmente, o trajeto entre as duas cidades é feito por pontes e balsas, que podem causar congestionamentos e atrasos. Com o túnel, a ligação será definitiva e mais rápida, fortalecendo a integração logística e o transporte público inteligente entre as cidades da região.

                                         

                                         

                                        Os detalhes técnicos ainda estão em estudo, mas a construção deve acontecer a pelo menos 29 metros de profundidade. Essa medida é crucial para garantir a segurança da estrutura e não impactar a navegação de embarcações no Rio Itajaí-Açu, que é um dos principais acessos ao Porto de Itajaí.

                                        Itajaí: um polo de potência náutica nacional

                                        A cidade de Itajaí, que integra o Promobis, tem se destacado nacionalmente no mercado náutico. Eventos como o Marina Itajaí Boat Show, que em 2025 registrou um público recorde de 22 mil visitantes, reforçam sua posição. Além disso, o município tem sido visado por estaleiros navionais e internacionais para construção de fábricas, devido à mão de obra qualificada e posição estratégica no mercado.

                                         

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                                          Motores de popa dos 20 aos 60 hp: Anmax apresenta lançamentos no Boat Show de SP

                                          Distribuidora oficial da Yamarine no Brasil, marca também apresentará linha de peças de reposição da empresa japonesa

                                          Tanto quanto os barcos, os motores são produtos requisitados no São Paulo Boat Show. Isso porque o salão, tido como o maior do setor na América Latina, reúne grandes marcas desse segmento, como a Anmax, que levará à 28ª edição do evento quatro opções de motorização de popa.

                                          De 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo, os visitantes poderão conferir todos os detalhes de modelos recém-lançados, que vão dos 20 aos 60 hp. São eles: 20 hp 2T Comando Remoto, 20 hp 4T Carburado, 30 hp 2T Comando Remoto e 60 hp EFI.

                                          20 hp 2T Comando Remoto, 20 hp 4T Carburado, 30 hp 2T Comando Remoto e 60 hp EFI são os motores Anmax que estarão no São Paulo Boat Show. Foto: Anmax / Divulgação

                                          Além dos motores, a marca apresentará novidades da linha de peças de reposição da japonesa Yanmarine — da qual é representante oficial no Brasil –, conhecida por produzir motores de popa compatíveis com os da Yamaha.

                                          Peças Yamarine vão compor o estande da Anmax no salão nautico. Foto: Anmax / Divulgação

                                          A Anmax é uma multinacional com sede em Hangzhou, na China, fundada em 2002. A empresa se consolidou como referência no desenvolvimento de equipamentos de alta tecnologia para geração de energia e construção civil, e possui certificações internacionais que lhe permitem atuar em todos os continentes.

                                           

                                          A operação brasileira está sediada em Blumenau, Santa Catarina, e atua na distribuição e suporte para os produtos da matriz.


                                          São Paulo Boat Show 2025

                                          A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                           

                                          Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                          Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                          Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                           

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                                          Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                          Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                          Mais informações: no site do evento
                                          Ingressos: site oficial de vendas

                                           

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                                            Orcas caçam em duplas para comer mais rápido, revela estudo na Noruega

                                            Pesquisadores registraram o comportamento com drones e observaram padrão em tática eficiente

                                            Por: Nicole Leslie -

                                            Há quem prefira companhia na hora de fazer uma refeição — e esse comportamento parece ser popular entre as orcas. Um novo estudo mostrou que esses cetáceos caçam em duplas para aumentar o sucesso na captura de presas. A descoberta foi feita por cientistas que acompanharam a dinâmica de alimentação das chamadas “baleias assassinas” no norte da Noruega.

                                            Utilizando drones para registrar o comportamento dos animais em águas rasas, os pesquisadores conseguiram observar, de forma não invasiva, como as orcas (Orcinus orca) se organizam durante a caça de arenques — pequenos peixes que nadam em grandes cardumes, essenciais na dieta desses predadores.

                                            Principal presa das orcas estudadas são arenques, encontrados em grandes cardumes. Foto: YouTube / Cell Press / Current Biology / Reprodução

                                            O estudo, liderado por Paolo Domenici, do Instituto de Biofísica do Conselho Nacional de Pesquisa em Pisa, na Itália, revelou o padrão surpreendente de que as orcas preferem atuar em pares fixos e com funções bem definidas. A pesquisa analisou 26 desses animais durante uma semana de inverno, entre 2016 e 2017.

                                            Parceria de longa data

                                            Em cada dupla, uma orca assumia o papel de atacante, enquanto a outra servia de ajudante. Os papéis não se invertiam e os pares se mantinham estáveis — geralmente formados por um animal maior e mais velho com outro menor, possivelmente um parente.

                                            Sequência mostra padrão de caça em duplas das orcas. Foto: Current Biology / Reprodução

                                            A coreografia da caçada era precisa: o ajudante se posicionava de barriga para cima, ambos mantinham ângulos e distâncias constantes e, no momento certo, davam os chamados “tapas” nos peixinhos seguindo o mesmo padrão. O resultado? Muito mais peixes em menos tempo, com a refeição sempre dividida entre os dois.

                                            Estudo mapeou padrões de comportamento na caça em duplas de orcas. Foto: YouTube / Cell Press / Current Biology / Reprodução

                                            As orcas solitárias, por outro lado, capturavam menos presas e levavam mais tempo para se alimentar. A vantagem da caça em dupla, portanto, não era só em eficiência, mas também em cooperação e economia de esforço.

                                            Imagens mostram orca caçando sozinha. Foto: Current Biology / Reprodução

                                            Cooperação sofisticada

                                            Publicado em julho na revista científica Current Biology, o estudo é um dos primeiros a documentar esse tipo de caça cooperativa estruturada entre orcas, pontuando detalhes como distâncias e ângulos seguidos no comportamento de caça.

                                            Ilustração compara caça solo com caça em duplas entre baleias assassinas e mostra que resultado em pares gera mais presas. Foto: Current Biology / Reprodução

                                            Os cientistas identificaram padrões como coordenação espacial, divisão de tarefas com especialização de papéis, preferências por parceiros fixos e partilha justa do alimento.

                                             

                                            Segundo Domenici, entender esse comportamento é essencial para proteger a espécie. “Precisamos saber qual é o comportamento regular para podermos protegê-las”, disse o pesquisador à Science News. Ao mapear padrões naturais, os cientistas conseguem avaliar melhor os impactos da atividade humana sobre esses gigantes do mar.

                                             

                                            Náutica Responde

                                            Faça uma pergunta para a Náutica

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                                              Considerada uma das mais tradicionais fabricantes de barcos infláveis do Brasil, a Flexboat não poderia deixar de marcar presença no maior salão náutico da América Latina. A marca atracará no São Paulo Boat Show 2025 com 14 embarcações — incluindo três grandes lançamentos —, reforçando também sua fama pela variedade.

                                              De 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo, a empresa que recentemente celebrou 35 anos estreará os modelos Flex 670 CR, Flex 400 e EMC-SR — todas inéditas. Embora o estaleiro não tenha revelado detalhes sobre os lançamentos, os visitantes poderão conferir os barcos de pertinho no estande da marca durante o evento.

                                              Flex 670, que estará no São Paulo Boat Show 2025 na versão CR. Foto: Revista Náutica

                                              Além das novidades, outros 11 barcos conhecidos da Flexboat estarão expostos no salão náutico. São eles: a Flex 1110 Open 2MP, Flex 680 – Militar, Flex 580 MP, Flex 450, SR15LX, SR15STD, F12 LX, SR10, Mini SR, Miniflex S e a Miniflex.

                                               

                                              Durante o São Paulo Boat Show 2025, o estaleiro também promoverá, em seu estande, um coquetel em homenagem às suas mais de três décadas de história. Desde 1988 no mercado náutico, a Flexboat já alcançou a marca de 22,5 mil embarcações produzidas.


                                              São Paulo Boat Show 2025

                                              A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                               

                                              Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                              Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                              Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                               

                                              A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                               

                                              Anote aí!

                                              SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                              Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                              Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                              Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                              Mais informações: no site do evento
                                              Ingressos: site oficial de vendas

                                               

                                              Náutica Responde

                                              Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                Após sucesso de público, circuito de conversas náuticas ganhará novos palestrantes no maior evento náutico da América Latina em 2025

                                                13/08/2025

                                                Histórias inspiradoras e curiosas de gente do mar: é o que o ciclo de palestras do NÁUTICA Talks reserva aos visitantes do São Paulo Boat Show 2025. Após edições de sucesso em 2022 e em 2023, na capital paulista, a programação de conversas náuticas está de volta ao maior salão náutico da América Latina.

                                                O evento, que acontece de 18 a 23 de setembro no São Paulo Expo, contará com um espaço exclusivo preparado por NÁUTICA. Por lá, o público do Boat Show poderá acompanhar e interagir com figuras ilustres do universo náutico.

                                                Palestra de João Kairalla durante o NÁUTICA Talks no São Paulo Boat Show 2023. Foto: Revista Náutica

                                                Sucesso de público por onde passou, o NÁUTICA Talks promete conquistar mais uma vez os visitantes. Em 2023, as palestras reuniram mais de mil pessoas no São Paulo Boat Show. O bom resultado fez o ciclo de bate-papos atracar também no Boat Show do Rio de Janeiro — onde também reuniu uma grande plateia nos últimos dois anos.

                                                Público do NÁUTICA Talks em 2023. Foto: Revista Náutica

                                                O circuito de conversas é ótima pedida tanto para quem já vive o mundo náutico quanto para quem ainda está engatinhando na área. Isso porque o NÁUTICA Talks reunirá relatos e dicas de especialistas, com a oportunidade do público tirar suas dúvidas pessoalmente.

                                                NÁUTICA Talks em 2023. Foto: Revista Náutica

                                                Vale destacar que o NÁUTICA Talks é apenas uma das atrações que irão movimentar a histórica edição 28ª edição do São Paulo Boat Show. No salão, o público encontrará as principais marcas de barcos — incluindo lançamentos — , novidades em motores, equipamentos, acessórios e serviços náuticos.


                                                São Paulo Boat Show 2025

                                                A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.


                                                Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                                Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

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                                                Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                                Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                                Mais informações: no site do evento
                                                Ingressos: site oficial de vendas

                                                 

                                                Náutica Responde

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                                                  Por: Nicole Leslie -

                                                  Dando continuidade a uma série de resultados otimistas no SailGP, o time brasileiro se prepara para a próxima disputa, na Alemanha, que acontecerá nos dias 16 e 17 de agosto. Na última etapa — a 7ª do campeonato —, que aconteceu no Reino Unido, o Mubadala Brazil Team finalizou em 9º lugar depois de ter superado novos desafios que prometem ajudar nos próximos resultados.

                                                  A equipe brasileira é comandada pela bicampeã olímpica Martine Grael e tem se destacado por performances cada vez mais consistentes e técnicas, que refletem não apenas nos resultados da colocação-geral, mas na velocidade e agilidade em superar os desafios de cada regata.

                                                  Membros do time Mubadala Brazil, da esquerda para a direita: Marco Grael, Andy Maloney, Breno Kneipp, Paul Goodison, Martine Grael, Leigh McMillan e Mateus Isaac. Foto: AT Filmes / Mubadala Brazil SailGP Team / Divulgação

                                                  A Germany Sail Grand Prix | Sassnitz, disputa que acontecerá em breve em águas alemãs, é a 8ª etapa do campeonato. Depois dela, o SailGP 2025 segue para França e Suíça em setembro, Espanha em outubro e Abu Dhabi em novembro, onde o grande campeão-geral será revelado.

                                                  Histórico do Brasil no SailGP 2025

                                                  O time brasileiro estreou em 10° lugar na primeira etapa, que aconteceu em Dubai, em novembro de 2024. A fase seguinte foi em Auckland, na Nova Zelândia, onde o resultado saltou para a 9ª colocação geral.

                                                  Foto: Instagram @mubadalabrasailgp / Reprodução

                                                  Na 3ª etapa, o Brasil garantiu a melhor posição em uma regata até então, mas finalizou a disputa geral em Sydnei, no mesmo país, ainda na 10ª posição. Em Los Angeles, na quarta etapa, o Brasil garantiu um grande 2° lugar em uma das regatas, superando o próprio recorde, e fechou o pódio geral na 11ª colocação.


                                                  Já na 5ª etapa do SailGP 2025, o time brasileiro finalizou em 9º lugar. Mal sabiam eles que, na próxima competição, em Nova York, conquistariam a 4ª colocação geral com direito a um 1º lugar inédito em uma regata — marco histórico para o time.

                                                  Em NY, time brasileiro conquistou 1º lugar inédito em uma regata do SailGP. Foto: AT Films / Divulgação

                                                  Na 7ª etapa, ocorrida na Grã-Bretanha, o Brasil finalizou o ranking-geral novamente na 9ª posição após voltas emocionantes e desfalques de última hora. Agora, nos preparos para disputar a 8ª etapa do campeonato, o time busca manter o avanço técnico e o espírito de equipe para resultados ainda melhores.

                                                  O que é o SailGP

                                                  Criado em 2018, o SailGP é uma liga global de vela de alta performance tida como a “Fórmula 1 dos barcos”. As equipes competem em catamarãs F50, idênticos entre si e capazes de ultrapassar 50 nós (93 km/h) de velocidade. As regatas são curtas, dinâmicas e acontecem perto da costa, para aproximar o público da emoção nas águas.

                                                  Foto: Samo Vidic / SailGP / Reprodução

                                                  O campeonato soma pontos ao longo do ano e define seu campeão na grande final — mantendo a adrenalina no topo até a última regata. Neste ano, além do Brasil, também participam equipes da Nova Zelândia, Austrália, Estados Unidos, Reino Unido, França, Dinamarca, Alemanha, Canadá, Espanha e Suíça.

                                                   

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                                                    Considerado o maior navio de guerra em atividade na América Latina, o Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) “Atlântico”, da Marinha do Brasil, está de portas abertas de forma inédita no Rio Innovation Week 2025 (RIW). Até 15 de agosto, no Píer Mauá, no Rio de Janeiro (RJ), a embarcação assume o papel de espaço imersivo para a ciência, cultura e inovação.

                                                    O RIW é tido como uma das maiores conferências globais de tecnologia e inovação. Nesse sentido, o NAM se integra ao encontro com uma programação completa no espaço externo da Marinha, localizado no armazém Kobra, das 10h às 21h.

                                                    RIW espera receber 185 mil visitantes ao longo dos 4 dias de evento, que começou na última terça-feira (12). Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                                                    De acordo com a entidade, visitantes poderão conferir a exposição de equipamentos e sistemas militares, simuladores, experiências de realidade virtual, robôs, maquetes e mostruários interativos, além de painéis, palestras e mesas-redondas sobre ciência, defesa e muito mais.

                                                     

                                                    O “Capitânia da Esquadra brasileira” ainda será o palco para apresentações de artistas e expositores, bem como de uma programação de lazer e entretenimento. Entre elas, destaque para a etapa final da competição de robôs do Circuito da Federação do Estado do Rio de Janeiro de Esportes Eletrônicos (FERJEE de Esports).

                                                    NAM “Atlântico” soma 203 metros de comprimento e 30 metros de altura. Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                                                    O encontro também vai promover oportunidades para pesquisa, desenvolvimento e inovação. Para isso, a Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON) e a Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. (AMAZUL) marcam presença no evento, ficando de olho em parcerias.

                                                     

                                                    Para a Marinha, a participação da Força Naval no RIW reforça o seu papel como agente de inovação tecnológica no país e contribui para estreitar o diálogo com a sociedade, aproximando o público de seus projetos mais relevantes.


                                                    O NAM “Atlântico” da Marinha do Brasil

                                                    Ao embarcar no navio, o visitante não só terá acesso às diversas atividades do evento, como também estará dentro de uma embarcação pensada para tarefas de controle de áreas marítimas e projeção de poder sobre terra, mar e ar.

                                                    Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                                                    Embora seja um navio de guerra, o barco cumpre missões de caráter humanitário, que envolve o auxílio a vítimas de desastres naturais, evacuação de pessoal e operações de manutenção da paz. Tudo isso em 203 metros de comprimento e 30 metros de altura, que acomodam até 18 aeronaves.

                                                    O Navio-Veleiro Cisne Branco é um importante símbolo da Marinha do Brasil. Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                                                    Além do NAM Atlântico, o público poderá visitar o Navio-Veleiro “Cisne Branco”. Mas atenção: Para garantir a segurança do público durante a visitação aos navios, a Marinha informa que serão adotados os seguintes protocolos:

                                                    • Delimitação de áreas acessíveis ao público e definição das áreas restritas;
                                                    • Credenciamento de visitantes e profissionais envolvidos no evento;
                                                    • Recomendação para o uso de calça, sapatos baixos ou tênis, de modo a facilitar o deslocamento dentro dos navios;
                                                    • Acompanhamento do público por militares designados, garantindo orientação e fluidez no circuito da visita;
                                                    • Controle do fluxo de visitantes, evitando aglomerações;
                                                    • Planos de evacuação disponíveis, com sinalizações visuais e sonoras em caso de emergência;
                                                    • Equipe médica de prontidão durante todo o período de visitação, com local apropriado para atendimento.

                                                    Para informações sobre ingressos e programação completa, acesse o site oficial do evento.

                                                     

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                                                      Por: Nicole Leslie -

                                                      A Volvo Penta não esconde o empenho em inovar a indústria náutica com soluções tecnológicas e sustentáveis. A marca de motores irá apresentar em setembro seu mais novo lançamento no Cannes Yachting Festival e, poucos dias depois, a novidade chegará ao Brasil durante o São Paulo Boat Show 2025. O equipamento é apenas um dos destaques da empresa no salão náutico paulista.

                                                      motor D6-480 DPI tem como principal diferencial o aumento da velocidade final em até 20%, se comparado ao motor D6-440. Na configuração centro-rabeta, o modelo promete melhor desempenho, menor consumo de combustível e mais conforto a bordo.

                                                      Novo motor D6-480 DPI. Foto: Volvo Penta / Divulgação

                                                      O novo equipamento será lançado no mercado global no Cannes Yachting Festival, que acontece na França de 9 a 14 de setembro. No Brasil, a novidade será apresentada no estande da Volvo Penta durante o São Paulo Boat Show, de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo.

                                                      Outras novidades da Volvo Penta em 2025

                                                      No mesmo estande, a marca irá apresentar a nova versão do sistema EVC (Electronic Vessel Control), que estará disponível na versão EVC-E4. Trata-se de um sistema de controle eletrônico que integra e gerencia funções como aceleração, câmbio, direção e trim, conectando o leme aos motores e sistemas de propulsão.

                                                      O EVC (Controle Eletrônico da Embarcação) é o sistema drive-by-wire da Volvo Penta. Foto: Volvo Penta / Divulgação

                                                      O EVC-E4 foi desenvolvido para oferecer um cockpit mais clean e minimalista aos barcos, já que nele as informações principais são dispostas de forma otimizada na tela. Além disso, a novidade garante acesso a softwares que antes não eram compatíveis com o sistema.

                                                      Sistema EVC-E4 tem telas com conceito clean para cockpit mais minimalista. Foto: Volvo Penta / Divulgação

                                                      Exclusividade Volvo no São Paulo Boat Show 2025

                                                      Outra tecnologia da Volvo Penta estará no evento de uma forma diferente. Um óculos de realidade aumentada permitirá que os visitantes visualizem o Inboard Performance System (IPS) profissional em tamanho real, como se ele estivesse fisicamente próximo. O conjunto de tecnologias profissional foi lançado recentemente e é utilizado em embarcações de 130 a 180 pés (39 a 54 metros) de comprimento.

                                                      Sistema IPS Profissional da Volvo Penta poderá ser visto em realidade aumentada no São Paulo Boat Show 2025. Foto: Volvo Penta / Divulgação
                                                      Foto: Volvo Penta / Divulgação

                                                      Para complementar o portfólio da Volvo Penta, o estande contará com a loja da marca. Com foco em lifestyle, ela oferecerá acessórios e roupas para quem curte o universo náutico, incluindo produtos importados da Suécia.


                                                      São Paulo Boat Show 2025

                                                      A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                                       

                                                      Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                                      Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                                      Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                                       

                                                      A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                                       

                                                      Anote aí!

                                                      SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                                      Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                                      Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                                      Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                                      Mais informações: no site do evento
                                                      Ingressos: site oficial de vendas

                                                       

                                                      Náutica Responde

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                                                        Depois de uma espécie quase ser dizimada, finalmente foi identificado o responsável por matar bilhões de estrelas-do-mar — no que é considerada a maior epidemia já documentada na natureza. Segundo pesquisadores, o microrganismo culpado pela doença devastadora é a cepa da bactéria Vibrio pectenicida.

                                                        A doença causou a morte de estrelas-do-mar em massa na costa do Pacífico, do México ao Alasca. Mais de 20 espécies foram devastadas — e a mortalidade em massa ainda persiste. O motivo, entretanto, continuava um mistério, até o estudo publicado no periódico Nature Ecology & Evolution.

                                                        Foto: AlbertoCarrera/ Envato

                                                        Ao todo, a espécie que mais sofreu com essa “limpa” foi a estrela-do-mar-girassol (Pycnopodia helianthoides), que perdeu nos últimos 10 anos 5,8 bilhões de espécimes, o equivalente a 90% da sua população. Não à toa, ela está na lista vermelha de espécies criticamente ameaçadas pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

                                                         

                                                        As primeiras pesquisas apontavam para o densovírus como o causador, mas ele era apenas um residente comum nas estrelas-do-mar saudáveis e não havia qualquer relação com a doença, conforme explicou Melanie Prentice, do Hakai Institute e coautora do estudo.

                                                        Pesquisas anteriores também falharam por analisar tecidos de animais já mortos e produziram resultados inconclusivos. Porém, ao examinar o fluido celômico (líquido presente na cavidade corporal de alguns animais) das estrelas-do-mar, os pesquisadores conseguiram confirmar a V. pectenicida como grande causadora das mortes, devido à sua abundância ali.

                                                        Os impactos da devastação

                                                        Quando em contato com a cepa, as estrelas-do-mar sofriam lesões externas, levando à perda de membros, contorção e, por fim, à morte dos indivíduos afetados ao derreter seus tecidos em uma pasta branca, semelhante a muco.

                                                        Estrelas-do-mar-girassol. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                                                        A ecologista marinha Alyssa Gehman, também do Hakai Institute e que ajudou a identificar a causa, explica que as estrelas têm “braços gordinhos e esticados”, mas a doença faz com que desenvolvam lesões e, eventualmente, os percam. “É realmente horrível”, diz ela.

                                                         

                                                        Foi um desafio apontar a doença, visto que era impossível identificá-la sem conhecer o patógeno. Afinal, as estrelas-do-mar podem responder com sinais visuais semelhantes a outros fatores estressantes, como baixo nível de oxigênio, variação de salinidade e calor extremo.

                                                        Estrela-do-mar-girassol. Foto: wirestock/ Envato

                                                        As espécies de bactérias Vibrio são conhecidas por proliferar em águas quentes durante eventos anômalos de aquecimento marinho. Porém, faltam mais estudos para identificar se há alguma ligação indireta com este fenômeno e a hecatombe de estrelas-do-mar.

                                                         

                                                        E como tudo na natureza funciona num efeito em cadeia, a quase dizimação das estrelas-do-mar-girassol traz impacto nas ramificações dos ecossistemas marinhos. Conforme explica Prentice, as populações de ouriços-do-mar aumentam, o que significa a perda de florestas de algas marinhas.

                                                        Isso tem amplas implicações para todas as outras espécies marinhas e humanos que dependem delas– conta a cientista

                                                        As florestas de algas marinhas fornecem habitat para milhares de criaturas, sustentam as economias locais pela pesca e são culturalmente importantes para as Primeiras Nações e comunidades tribais. Além disso, protegem o litoral de tempestades e estabilizam sedimentos.

                                                        Ainda tem volta?

                                                        Embora a epidemia ainda não tenha terminado, acredita-se que o avanço em descobrir qual é a doença contribua para os esforços de recuperação e tratamento de diversas espécies de estrelas-do-mar — apesar do declínio.

                                                        Agora que descobrimos o agente causador da doença, tenho esperança de que possamos realmente fazer algo pelas estrelas-do-mar-girassol– afirmou a Dra. Alyssa Gehman, do Instituto Hakai

                                                        Pele da estrela-do-mar-girassol vista de perto. Foto: joebelanger/ Envato

                                                        Os métodos estudados para tentar restaurar a população de estrelas-do-mar — e, consequentemente, as florestas de algas marinhas — incluem a reprodução em cativeiro para indivíduos resistentes e o desenvolvimento de soluções probióticas para serem introduzidas nos ecossistemas.

                                                        Podemos ser realmente específicos na forma como trabalhamos com elas, e acho que isso nos ajudará a avançar muito mais rápido e a tentar combater a doença– destacou Gehman

                                                         

                                                        Náutica Responde

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                                                          Com opções exclusivas para compra de lanchas, veleiros e catamarãs, marca exibirá barcos por realidade virtual

                                                          Comprar uma embarcação de forma compartilhada já é tendência no mundo todo. No Brasil, a Flip Boat Club é referência na modalidade. Não à toa, a marca é mais uma confirmada no São Paulo Boat Show 2025, o maior salão náutico da América Latina, que acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo.

                                                          Com óculos de realidade virtual, os visitantes poderão fazer um tour de 360º nos barcos disponíveis para compra de cotas. Além disso, será possível conversar diretamente com especialistas sobre as vantagens da multipropriedade de embarcações, conceito conhecido, principalmente, pela economia e comodidade.

                                                          Sessa C40 é um dos modelos de lancha disponíveis para multipropriedade na Flip Boat Club. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                          Isso porque o cotista paga apenas uma parte do valor da embarcação — que na Flip parte dos R$ 45 mil e vai até os R$ 499 mil — mas tem o privilégio de usá-la com exclusividade, dividindo custos como manutenção, marina e seguro. Tudo isso com o suporte da Flip, que ainda deixa o barco prontinho para ser usado na data correspondente.

                                                          Sessa F48 é uma das opções oferecidas em cotas na Flip Boat Club. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                          Os barcos são divididos em 4 ou 6 cotas, no caso de lanchas, e 8 cotas, para os veleiros. O uso entre os proprietários, por sua vez, fica dividido entre 45, 60 ou 90 dias por ano. Vale destacar que, na propriedade comum, os usuários de barcos de lazer costumam pagar por 365 dias de posse, mas usufruem, de fato, cerca de 20 deles.

                                                          Mestra 322 é um dos modelos da Mestra Boats já disponíveis par cota. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                          As reservas dos cotistas da Flip Boat Club são feitas diretamente no aplicativo da marca. Por lá, é possível consultar datas disponíveis e garantir seus dias a bordo de forma ágil, intuitiva e prática.

                                                           

                                                          Outra vantagem oferecida pela Flip é que o multiproprietário pode vender sua cota a qualquer momento, de forma simples e segura. A empresa cuida de trâmites como divulgação, atendimento, negociação e formalização, oferecendo apoio jurídico e administrativo.

                                                           

                                                          Atualmente, o portfólio da marca inclui lanchas dos estaleiros Sessa Marine e Mestra Boats, além de catamarãs e veleiros de marcas como Flash e Delta Yachts.


                                                          Conceitos exclusivos Flip Boat Club

                                                          Dentro do seu programa de compartilhamento de barcos, a Flip Boat Club ainda traz conceitos novos e exclusivos para facilitar o acesso a embarcações.

                                                          Flip Pass

                                                          No Flip Pass, o cliente adquire um “passaporte” para utilizar lanchas em diferentes localidades, durante o período de 12 meses. De acordo com a marca, os valores nessa modalidade partem dos R$ 27,9 mil.

                                                          Flip Time

                                                          Já no Flip Time, é possível adquirir a uma assinatura que garante o uso de um veleiro durante o período de 12 meses, com valores que partem dos R$ 39 mil e podem alcançar os R$ 315 mil.

                                                          São Paulo Boat Show 2025

                                                          A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                                           

                                                          Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                                          Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                                          Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                                           

                                                          A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                                           

                                                          Anote aí!

                                                          SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                                          Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                                          Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                                          Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                                          Mais informações: no site do evento
                                                          Ingressos: site oficial de vendas

                                                           

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                            12/08/2025

                                                            Depois de dar os primeiros passos na fabricação de seu sonhado barco, está na hora do projeto de Angelo Guedes começar a ganhar forma!  No 2º episódio da série “Construção do Veleiro Bravura”, o paranaense inicia o suporte do motor — que vai abrigar um modelo da Yanmar –, a longarina do fundo do casco e outros elementos da embarcação. Você confere tudo isso a partir desta terça-feira (12), às 20h, no Canal Náutica do YouTube.

                                                            No segundo episódio da série, já é possível observar avanços significativos na produção do Bravura — que reproduzirá o modelo Kiribati 36. Com a construção do galpão feita e serra esquadrejadeira pronta, é hora de colocar a mão na massa.

                                                             

                                                             

                                                            O 2º episódio da Construção do Veleiro Bravura mostra Angelo preparando o suporte do motor e a fixação das longarinas da proa até a popa e a montagem da roda de proa — uma espécie de “espinha dorsal” da extremidade dianteira da embarcação.

                                                            Longarina fixada do veleiro Bravura. Foto: Revista Náutica

                                                            Além disso, o paranaense trabalha no corte das peças e planejamento dos encaixes de cada seção. Para facilitar a soldagem do veleiro, o corretor explica que é necessário fazer chanfros — ou seja, cortes em ângulo — nas bordas das peças.

                                                            Peça sendo “chanfrada”. Foto: Revista Náutica

                                                            Vale destacar que desperdício não tem vez na empreitada de Angelo Guedes! Retalhos de cortes do alumínio são usados para complementar a longarina da proa. Inclusive, nessa jornada de construir um barco, outros materiais inusitados ganham importância, como a acetona — usada para limpar pedaços de alumínio.

                                                            Angelo Guedes trabalhando na fixação das longarinas. Foto: Revista Náutica

                                                            Outra curiosidade mostrada na prática por Angelo é que o alumínio pode reter muita umidade do ar, formando bolhas nas extremidades da estrutura, caso não seja bem aquecido.

                                                            Soldagem do esqueleto do eixe do leme. Foto: Revista Náutica

                                                            O construtor do Veleiro Bravura também aproveita para esclarecer algumas questões sobre soldagem, quais materiais usa para estudar e comenta os desafios de aprender a soldar do mais absoluto zero.

                                                            Livro Cascos de Aço e de Alumínio: o Guia Completo Para a Construção Profissional e Amadora (2011). Foto: Revista Náutica

                                                            Impulsionado pela Yanmar

                                                            Não que Angelo Guedes precisasse de um incentivo ainda maior para realizar o seu sonho. Mas, com o apoio da fabricante de motores Yanmar, tudo ficou mais fácil — pelo menos no quesito motorização.

                                                            3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação

                                                            O equipamento que será o “coração” do Veleiro Bravura é o Yanmar 3JH40, tido como o menor motor marítimo diesel common rail interno do mundo em termos de deslocamento, dimensões e peso.

                                                             

                                                            Com 3 cilindros, o motor oferece uma potência de 40mhp, que, segundo a marca, permitirá que novos proprietários de barcos de lazer menores se beneficiem, pela primeira vez, das vantagens de eficiência e desempenho, por conta da tecnologia de injeção de combustível CR gerenciada eletronicamente.

                                                            3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação

                                                            De acordo com a Yanmar, a tecnologia common rail do 3JH40 oferece consumo mínimo de combustível e níveis de ruído e emissão excepcionalmente baixos, que resultam numa operação praticamente sem fumaça e odor.

                                                             

                                                            O 3JH40 de quatro tempos refrigerado a água é a solução ideal para novas construções e aplicações de repotenciação, especialmente para pequenos barcos a motor, saveiros, embarcações comerciais leves e veleiros monocasco — como é o caso do Bravura.

                                                            Acompanhe tudo no Canal Náutica do YouTube!

                                                            Para não perder nenhum episódio dessa épica jornada, inscreva-se no Canal da Náutica no YouTube e ative o sininho. Assim, você sempre será notificado quando um vídeo estrear — não só da “Construção do Veleiro Bravura”, mas de outras produções NÁUTICA.

                                                             

                                                            A série terá episódios novos toda terça-feira, às 20h (horário de Brasília). Embarque nessa aventura com a gente!

                                                             

                                                            Náutica Responde

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