Graças a um robô subaquático, pesquisadores da Universidade de Lehigh, nos Estados Unidos, encontraram cinco novas fontes hidrotermais na Dorsal do Pacífico Leste, no Oceano Pacífico. Os jatos de águaestão a cerca de 2,5 mil metros de profundidade, e podem alcançar temperaturasacima dos 300°C.
As fontes hidrotermais são o resultado de infiltrações da água do maratravés de fissuras na crosta oceânica, próximas de centros de expansão ou zonas de subducção. A água de temperaturas altíssimas que sai das fontes é oriunda do magma, proveniente do interior da Terra.
Foto: Wikimedia Commons / Reprodução
As novas fontes hidrotermais estão na Dorsal do Pacífico Leste, localização que compõe uma parte da cordilheira meso-oceânica, onde, atualmente, duas placas tectônicas estão se afastando. Os fortes jatos que saem das fontes são ricos em minerais e sulfuretos metálicos, e abrigam uma diversidade de espécies marinhas, como peixese caranguejos.
O robô subaquático Sentry foi o responsável pela descoberta das fontes hidrotermais. Foto: Mae Lubetkin / Reprodução
A visualização das fontes só foi possível graças ao trabalho do robô submarino autônomo Sentry, operado pelo programa National Deep Submergence Facility (NDSF), do Instituto Oceanográfico de Woods Hole (WHOI) — um centro de pesquisa sem fins lucrativos nos EUA, que auxiliou os pesquisadores no mapeamento do fundo do mar.
A ideia, agora, é que uma embarcaçãotripulada, chamada Alvin, faça um mergulhoaté o local, uma vez que o Sentry conseguiu criar mapas de alta resolução, que vão permir aos pesquisadores detectarem “prováveis novos campos hidrotermais”, como afirma McDermott, cientista-chefe da expedição.
Isso nos dá ótimos alvos para o Alvin e a oportunidade de fazer múltiplas descobertas em um único mergulho– ressalta McDermott
Essa não será a primeira vez que o submarino Alvin estará presente em uma missão que envolva fontes hidrotermais. A embarcação descobriu suas primeiras fontes ainda em 1977, em uma cordilheira oceânica ao norte das Ilhas Galápagos, também no Oceano Pacífico.
As descobertas são essenciais para o estudo da vida na Terra, uma vez que estudiosos acreditam que a vida teve início há aproximadamente 2,8 bilhões de anos, justamente a partir de fontes hidrotermais no oceano.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Graham de Zille, ex-piloto de corrida da Ferrari, encontrou nas águasuma paixão. Ainda nos anos 2000, o britânico comprou o que seria seu primeiro superiate de uma coleção que ainda receberia outros três, todos do estaleiro italiano Benetti— um dos mais tradicionais do setor, fundado em 1873. De lá pra cá, as embarcaçõespassaram por negociações e, a mais recente, rendeu nada menos que US$ 30 milhões.
Há cerca de 25 anos, De Zille recebia seu primeiro superiate, um Benetti de 164 pés (50 metros). O segundo, um pouco maior, veio apenas três anos depois. O terceiro, de 196 pés (60 metros), foi lançado em 2008. O quarto, um megaiate de 213 pés (65 metros), foi encomendado antes mesmo de o terceiro sequer ficar pronto. Todos compartilhavam o nome Amnesia, e eram divididos com clientes charter de luxo.
Foto: 37South / Divulgação
Apesar de participar ativamente do processo de criação de cada uma das embarcações, Graham de Zille não ficou com os barcos por muito tempo. Inclusive, o assunto, agora, é o terceiro Benetti do ex-piloto, que recentemente foi arrematado por US$ 30 milhões (cerca de R$ 155 milhões com valores convertidos em maio de 2024).
Foto: 37South / Divulgação
Nascido como Amnesia, o barco mais tarde ficou conhecido como Andreas L, e mudou de mãos novamente em 2021. Agora MiMi, o modelo foi comercializado por US$ 6 milhões (cerca de R$ 31 milhões) a mais do que três anos atrás, uma vez que manteve o alto padrão em luxo e desempenho, e foi valorizado.
Foto: 37South / Divulgação
O MiMi traz em suas dimensões o DNA ultraluxuoso da Benetti. Projetado por Stefano Natucci, o superiate foi um dos principais modelos da linha de 60 metros do estaleiro italiano. Seu interior traz nada menos que seis cabines luxuosas, que acomodam até 12 convidados. A tripulação, por sua vez, conta com acomodações espaçosas, para 13 pessoas.
Foto: 37South / Divulgação
De estilo contemporâneo, o megaiate teve interiores pensados pelo estúdio britânico RWD, considerado por De Zille um dos melhores do mundo. Em 2019, o mesmo estúdio assinou uma reforma da embarcação, que contou com nova área lounge no beach club, novos equipamentosaudiovisuais e móveis.
Atualmente, o Benetti de 2008 é equipado com academia, jacuzzi, spa, estabilizadores, wi-fi, tv por satélite e motoresrevisados. A diversão, por sua vez, fica mais do que garantida com opções como esqui aquático, jets, pranchas a remo, veleiros laser, trampolim inflável, caiaques oceânicos, pranchas de wake, equipamentos de mergulhoe pescae até um toboágua.
Foto: 37South / Divulgação
Apesar dos mais de 16 anos de existência, o superiate se mantém moderno e valorizado, atraindo os olhares mais refinados dos amantes do setor.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
O Museu de Vidro Flutuante é a nova forma de chamar atenção da sociedade para as questões climáticas, que a cada dia mostram suas consequências no planeta. Projetado pelo escritório de arquitetura Luca Curci Architects, o museu traz em seu interior uma curadoria de obras voltadas à reflexão sobre o tema.
Temperaturas mais altas, aumento no nível do mar, queimadas, poluiçãoe chuvas em excesso são apenas alguns dos resultados do aquecimento global. Apesar de catástrofes evidentes, chamar a atenção para o assunto ainda se faz necessário, e as formas para isso são cada vez mais inusitadas — e necessárias.
Foto: Luca Curci Architects / Divulgação
O Museu de Vidro Flutuante chega como um projeto da italiana Luca Curci Architects, e tem como base o uso do vidroveneziano para atrair olhares acerca do assunto, através de um interior de mais de 1150 m², recheado de exposições, pinturas e instalações de arte em vidro, oferecendo um ambiente tranquilo — e diferente — para reflexão.
Através de uma pesquisa meticulosa de materiais e atenção ao entorno, o museu será um santuário onde a história do vidro encontra a experimentação contemporânea– destaca a Luca Curci Architects
A ideia é que o projeto, previsto ainda para 2024, leve consciência ambiental através da arte contemporânea sobre as águaspara as principais cidades do mundo, como Singapura, Dubai, Hong Kong, Nova York e Busan, na Coreia do Sul.
Foto: Luca Curci Architects / Divulgação
“[O Museu] Representa uma iniciativa global, um símbolo de consciência ambiental, um espaço único onde convergem arte, natureza e tradição. É a fusão equilibrada entre arte contemporânea e design sustentável, que convidará à contemplação, à reflexão e à descoberta”, ressalta a Luca Curci Architects.
Essa não é a primeira vez que a empresa participa de projetos voltados à sustentabilidade. Em 2019, a Luca apresentou o “Cidade Vertical – Construção de Cidade com Energia Zero”, na Cúpula do Conhecimento, em Dubai. Em 2020, lançaram o “The Link City-Forest”, um conceito de cidade inteligente concebido para acomodar 200 mil pessoas, também de forma sustentável.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
A cidade de Nagoia, capital de Aichi, no Japão, será a sede dos Jogos Asiáticos de 2026. Por lá, visando reduzir custos, o comitê organizador da competição pretende trocar os complexos, geralmente construídos para acomodação dos atletas — como a Vila Olímpica –, por um navio de cruzeiro, que atuaria como um “hotel flutuante”.
O governador de Aichi — e presidente do comitê organizador –, Hideaki Omura, anunciou que planeja acomodar cerca de 3 mil pessoas na embarcaçãodurante o evento, marcado de 18 de setembro a 3 de outubro de 2026.
A ideia vem como complemento aos cerca de 50 hotéis que também devem ser utilizados como alojamento para os atletas, sendo que, destes, 10 ficarão na capital da província de Nagoia, 30 em outros lugares de Aichi e 10 fora da província — levando em conta a distância dos locais de competição e o acesso ao transporte.
Para Omura, o naviode cruzeiro “significa que serão necessários menos hotéis” e, dessa forma, o comitê espera reduzir os custos com segurançae transporte. O governador leva em conta, contudo, que “as taxas de fretamento [de um navio] são mais altas do que o aluguelde hotéis” e, por isso, “o plano ainda está em consideração”.
Ainda assim, negociações com operadoras para alugar um navio de cruzeiro e ancorá-lo no cais Kinjo, no porto de Nagoia, por cerca de 20 dias, já estão em andamento.
Toda essa movimentação acontece porque, em março de 2023, o comitê organizador decidiu não construir um conjunto habitacional devido ao aumento dos custos para tal, optando, em vez disso, por concentrar os cerca de 15 mil atletas esperados para os Jogos Asiáticos de 2026 em hotéis.
O governador deve entregar um relatório sobre o assunto neste sábado (11), durante a assembleia geral da Olympic Council of Asia (OCA).
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Tem algumas invenções que você olha e pensa: “como isso não foi feito antes?” É este o caso da empresa francesa Seabike, que desenvolveu um monociclo subaquático, em que você pedala dentro d’água, nada numa velocidade razoável e com o mínimo de esforço.
Com este aparelho — também chamado de Seabike — , é possível usar a força das próprias pernas para acelerar. Basta prender o dispositivo na cintura, que a haste se adapta ao comprimento do seu corpo e você ganha um “pedalinho” em baixo d’água. Veja com seus próprios olhos!
Este empurrador, que é impulsionado por uma manivela, aciona uma espécie de hélice de 15 polegadas (38 centímetros) na extremidade do monociclo subaquático. Assim, uma vez na água, seus pés só precisam encontrar os pedais e está feito: você está nadando e pedalando ao mesmo tempo.
Foto: Seabike/ Divulgação
Os hélices também funcionam nos dois sentidos, caso alguém queira comandar o Seabike de ponta-cabeça — isso é, dirigir o dispositivo com os braços — , que, convenhamos, não tem a mesma graça. Além disso, ele também pode ser usado em mergulhos autônomos — do tipo em que se usa cilindros de ar comprimido.
Se a moda pega…
Não se preocupe com a velocidade do hélice. Segundo a marca, ela gira devagar o suficiente para pedalar num ritmo tranquilo e velocidade agradável. O monociclo subaquático também é flutuante — que facilita recuperá-lo caso ele se solte no mar — e fácil de transportar.
Foto: Instagram @seabike.club/ Divulgação
E por incrível que pareça, este monociclo subaquático não é totalmente uma novidade, visto que está no mercado há mais de um ano. Com duas variações — básica e Pro — , o Seabike custa a partir de 290 euros ( R$ 1,6 mil em conversão realizada em maio de 2025).
O modelo mais básico vem com bolsa e cinto ergonômico, que prende o aparelho na cintura. Já a versão Pro custa 370 euros (aproximadamente R$ 2 mil), e possuiu um hélice de liberação rápida, que pode ser facilmente removida e desmontada.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Maior edição após a pandemia, salão carioca entrou para a história pela diversidade de produtos, serviços e atrações, e marcou a expansão do evento para outras regiões
A 25ª edição do Rio Boat Show, maior evento náutico ao ar livre da América Latina, marcou a expansão do calendário náutico no Brasil. Durante o evento, a Boat Show, maior organizadora de encontros do setor, anunciou a realização do Brasília Boat Show, de 14 a 18 de agosto, e do Salvador Boat Show, de 6 a 10 de novembro.
Somados aos Boat Shows do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Itajaí (SC) e de Foz do Iguaçu (PR), o Brasil terá seis grandes eventos em destinos de destaque do mundo das águas e que, nesses estados, concentram mais de 420 mil embarcações de esporte e lazer registradas.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
“Temos o orgulho de anunciar que, com a chancela da Boat Show Eventos, com mais de 26 anos de história, responsável pela geração de mais de 70% de negócios náuticos e por ser vitrine para mais de dois milhões de pessoas em sua história, avançamos em um setor de imenso potencial ao trazer a grandes cidades como Brasília — com o maior lago urbano do país — e Salvador — com a maior baía — oportunidades para que as pessoas olhem cada vez mais para as águas por meio de espetáculos que trarão grandes novidades da náutica”, declarouErnani Paciornik, presidente do Grupo Náutica.
Além do importante anúncio, a edição do Rio Boat Show deste ano, que reuniu mais de 33 mil pessoas, foi sucesso absoluto e também se destacou pela ampla gama de produtos apresentados e pela geração de negócios. Com 90 barcos em exposição e mais de 200 marcas, a edição 2024 foi a maior após a pandemia de Covid-19 e reuniu jets elétricos, scooters aquáticas, motores de última geração, decoração, equipamentos e acessórios ligados ao mundo das águas.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Pelo primeiro ano no Rio Boat Show foi realizado com grande sucesso o preview do evento, na noite que antecedeu a abertura oficial. Convidados das empresas expositoras, especialistas náuticos, autoridades e entusiastas do setor puderam conferir, em primeira-mão, as atrações do Boat Show, além de coquetel e experiências interativas.
Outro destaque foi o Náutica Talks, com várias palestras abertas ao público e organizadas pela Revista Náutica . Os bate-papos ocorreram ao longo de todo o evento, com presença de mais de 40 profissionais experientes e apaixonados por náutica.
A Marina da Glória e a bela Baía de Guanabara foram cenários para o tradicional Desfile de Barcos, que reuniu mais de 15 embarcações e encantou o público presente com show de cores e elegância no mar.
Surpreendeu ainda a temática do Rio Boat Show, dedicada ao cartunista Ziraldo, autor da campanha “Só Jogue na Água o que o Peixe Pode Comer”, realizada em parceria com o Grupo Náutica. Todo o evento foi decorado com imagens da cartilha da campanha, divertida e educativa, assinada pelo criador do “Menino Maluquinho”, incluindo exposição de painéis e distribuição de brindes.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
“O Rio Boat Show deste ano foi surpreendente, com uma grande geração de negócios e uma audiência muito qualificada. O preview que realizamos foi uma grata surpresa, pois conseguiu atrair um público muito seleto. Neste ano, o grande diferencial foi que trouxemos um número maior de compradores, gerando grandes negócios, e tivemos uma ampla variedade de produtos em exposição, o que agradou aos diversos perfis de visitante”, ressalta Thalita Vicentini, diretora-geral da Boat Show Eventos.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
O salão carioca entrou para a história de forma muito positiva, conforme complementa Thalita: “encerramos esta edição com a certeza de que atingimos nosso objetivo de trazer uma visitação qualificada e gerar vendas para nossos expositores neste evento, que marcou a abertura do calendário náutico de 2024 e no qual anunciamos a expansão para mais duas regiões do país”.
Confira depoimentos de expositores do Rio Boat Show
“O Rio Boat Show 2024 foi um sucesso. Nós temos a missão de democratizar o mercado de aluguel de barcos e viemos para apresentar nossos produtos. É sempre muito interessante essa troca com proprietários e com clientes. Também criamos diversas parcerias com os expositores que estão no evento” – Rafael Tebet, sócio-executivo da Bombordo.
“Tivemos uma grande procura pelos modelos novos de jet e bastantes fechamentos de negócios, além de outros que devem ser concluídos essa semana, porque acabaram nossos jets no estoque”- Leonardo Lattanzi, diretor da QuadriCenter.
“Esse ano percebemos que o Rio Boat Show está ainda maior e que há uma diversidade de pessoas buscando por alternativas, não só na parte de embarcações, mas também de crédito. A Ademicon traz essa solução. Por isso, cada vez mais somos parceiros do evento e, no ano que vem, estaremos juntos também” – Thiago Costa, gerente regional Ademicon.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
“O Boat Show do Rio de Janeiro foi surpreendente para nós. O público está muito selecionado e é um público que veio realmente para comprar” – Carlos Avelar, fundador da Azov.
“O evento foi maravilhoso, uma experiência muito boa para a Mercury. Além da presença muito forte de público, foi também bem qualificado, algo que nos surpreendeu” – Eduardo Coelho, diretor comercial da Mercury.
“Essa foi nossa primeira participação no Rio Boat Show e foi incrível. As expectativas e metas eram altas e não apenas as alcançamos, mas as superamos” – Hélio Campos, CEO da Zath Mariner.
“O evento teve um público extremamente seleto e o fechamento de negócios foi excepcional. Acho que foi a feira com o maior resultado da nossa história de Boat Shows e nosso recorde de vendas” – Pedro Phelippe, diretor executivo da Schaefer Yachts.
“Foi um evento espetacular esse ano. Teve um público selecionado e diferenciado. Para nós foi um ótimo evento e um dos melhores que tivemos nos últimos tempos” – Paulo Junior, Kapazi Náutica.
“O Rio Boat Show 2024 superou e muito a nossa expectativa. O mercado vinha em um momento um pouco lento, mas nós sentimos já uma mudança durante o mês de abril e o Boat Show veio para confirmar toda essa evolução do mercado. Esse foi o melhor Rio Boat Show da história. Esse ano foi impressionante” – José Eduardo, diretor da Mestra Boats.
Veja as datas dos próximos Boat Shows
Marina Itajaí Boat Show, de 04 a 07/07 em Itajaí/SC
Brasília Boat Show, de 14 a 18/08 em Brasília/DF
São Paulo Boat Show, de 19 a 24/09 em São Paulo/SP
Salvador Boat Show, de 06 a 10/11 em Salvador/BA
Foz Internacional Boat Show, de 28/11 a 01/12, em Foz do Iguaçu/PR
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Um novo parqueeólico em construção sobre as águas na Holandapromete adotar uma solução inovadora para impedir que pássaros e morcegos morram ou se machuquem ao colidir com as pás das turbinas: um radarflutuante.
A novidade, que será instalada a 53 km da costa dos Países Baixos, combina um sistema de alertacom câmeras, sensores e softwares de Inteligência Artificial (IA). Tudo isso para garantir que as turbinas eólicas sejam desligadas ou desaceleradas automaticamente caso haja aproximação das aves, especialmente em picos de migração.
Fruto de uma parceria entre empresas, o radar flutuante usa o sistema MAX, da Robin Radar System — especialista em rastreamento — e a solução MUSE, que une câmeras a reconhecimento de espécies por IA, desenvolvido pela dinamarquesa DHI. Já a plataforma que ficará sobre as águas é da espanhola MIDO.
Essas ferramentas permitem que os operadores encontrem o equilíbrio certo entre maximizar a produção de energia do parque eólico e, ao mesmo tempo, minimizar o risco de colisão com pássaros ou morcegos– Sibylle Giraud, da Robin Radar Systems, à revista Renewable Energy
Esta é a primeira vez que a Robin Radar insere seu sistema de radar em uma plataforma flutuante. A empreitada contribui com o grande foco em sustentabilidadedo parque eólico Ecowende — que deve ser entregue em 2026, fruto de uma parceria entre as empresas Shell, Eneco e Chubu.
Benefícios do radar flutuante
Não há uma exatidão numérica quando se fala em quantos pássaros morrem devido a colisões com turbinas, por conta da dificuldade em monitorar tais ambientes. No entanto, teorias apontam que entre 140 mil e 679 mil aves sejam vítimas, por ano, de tais acidentes.
A solução do problema, por sua vez, se mostrou bastante eficaz. Em Portugal, estudos mostraram que quase nenhum animal morreu ao longo de cinco outonos consecutivos graças à implementação de sistemas de radar.
Quanto às atividades do parque, a opção não se provou um empecilho, já que os desligamentos das turbinas representaram apenas algo entre 0,2% e 1,2% da atividade anual do local.
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A agitada cidade de Blackpool, na Inglaterra, está prestes a receber mais um ponto de diversãopara moradores e turistas fãs de aventurasna água. Com inauguração marcada para 29 de maio, o parqueaquático Wild Shore Blackpool promete ao menos quatro atrações, incluindo uma espécie de playground flutuante.
A estrutura inflávelé inspirada no programa de televisão Ninja Warrior (Guerreiro Ninja, em português), no qual competidores precisam superar provas de agilidade, coordenação e velocidade dispostas em um circuito para ganhar um prêmio.
Foto: Divulgação
No playground flutuante, os visitantes terão um gostinho semelhante, já que o espaço inclui provas tiradas do programa, como corrida por cima de obstáculos que lembram pneus. Adultos e criançasa partir dos seis anos são aceitos na atração, contanto que tenham altura mínima de 1,1 metro.
Diante da proximidade da inauguração, o parque aquático já está aceitando reservas para indivíduos, grupos e festasde aniversário.
Além do playground flutuante
Interessados em se aventurar de outras formas também poderão aproveitar os demais recursos do Wild Shore Blackpool. Um deles é voltado para wakeboard, capaz de proporcionar a iniciantes e experts uma sensação semelhante ao surf ou snowboard.
Foto: Divulgação
O site do parque apresenta a modalidade como uma “das mais inclusivas” e garante que, se o visitante não conseguir se manter de pé na primeira sessão, receberá o dinheiro de volta.
Por lá, há também a possibilidade de fazer Stand Up Paddle — conhecido simplesmente como SUP — e conhecer os arredores do lago. Quem desejar algo menos radical e mais clássico, pode aproveitar o lago para praticar natação. Além de pontos de descanso, o espaço reservado ao esporte é supervisionado por instrutores e está livre de correntese marés, sendo apontado como ideal para iniciantes ou atletas, incluindo adeptos do triatlo.
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A Terceiro-Sargento Laura Amaro, da Marinhado Brasil, se tornou a primeira atleta do Programa Forças no Esporte (PROFESP) a garantir uma vaga olímpica. A jovem, de 23 anos, representará o Brasilem levantamento de peso nas Olimpíadas de Paris, que acontecem de 26 de julho a 11 de agosto.
A participação foi garantida após a Copa do Mundo da Tailândia, quando somou 253 kg de arranco e arremesso, na categoria feminina de até 81 kg. A performance também rendeu à Laura a classificação entre as dez primeiras no ranking mundial.
Paris receberá as Olimpíadas de 2024
Nascida no Rio de Janeiro, a Sargento ingressou aos 13 anos de idade no PROFESP, programa que insere crianças e adolescentes no esportee que está presente em 108 municípios de todo o Brasil. Ela também integrou o Programa de Base da Marinha e o Programa Olímpico da Marinha (PROLIM).
Em comunicado divulgado pela Força, Laura afirma que a classificação é resultado de “um trabalho que começou há 10 anos, no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN). Falar de sua históriaé, consequentemente, “falar da Marinha”, motivo de grande orgulho para ela.
É um sonho, então é um momento de êxtase para todo mundo que está envolvido nesse trabalho. Desde então, estamos desenvolvendo um esforço muito bonito, com uma preparação árdua de altos e baixos, mas sempre tive o apoio da minha família e todo o suporte da Força- Laura Amaro, em comunicado divulgado pela Marinha
Embora esteja a caminho de sua primeira Olimpíada, a Sargento acumula outras conquistas, como medalha de prata no Mundial de 2021, no Uzbequistão, e medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos 2023, no Chile.
Oriundo de uma parceria entre os Ministérios do Esporte e da Defesa, o PROFESP incentiva o esporte entre criançase adolescentes em situação de vulnerabilidade social. As ações são realizadas pelas Forças Armadas, que fornecem infraestrutura, equipamentos e logística para o projeto.
Além de Laura, outros 32 atletas da Marinha, que não são do PROFESP, já estão classificados. O número ainda pode aumentar até o início dos jogos.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
O calorrecorde registrado em 2023 provou um aumento no nível do oceanona costa brasileiraacima da média mundial. É o que aponta o relatório “O Estado do Clima na América Latina e no Caribe em 2023”, da Organização Mundial de Meteorologia (OMM), divulgado nesta quarta-feira (8).
Segundo o estudo, o mundointeiro sofreu com a elevação do nível do marpor conta da expansão térmica, já que a água quente se dilata. Isso acontece desde 1993, mas no ano passado foi registado um recorde, com média global de 3,42 mm/ano. Na costa atlântica da América do Sul, o número chegou a 3,96 mm.
Foto: Raw Pixel
Ao longo dos anos, o relatório mostrou que o aumento do nível dos oceanos mais do que dobrou desde a década de 1990. De acordo com os cientistas, 2023 foi não só marcado por calor excepcional, como também por anomalias que não podem ser explicadas por fenômenos esperados, como o El Niño.
Como o aumento no nível do oceano afeta a vida das pessoas
Quando analisados de forma avulsa, os números podem parecer pequenos e sem importância, mas a realidade é bem diferente.
Conforme listado pelo O Globo, a elevação do mar erode o litoral, contamina o lençol freático com águasalgada, agrava inundações provocadas por tempestades, mina as fundações de construções, gera afundamento de terrenos e faz as ressacas se tornarem maiores, o que gera um avanço da água por mais terrenos.
É possível ver efeitos por todo o Brasil. No Amapá, por exemplo, palmeiras e outras plantas próximas à foz do Rio Amazonas morreram devido à contaminação da água doce pelo sal. No Rio de Janeiro e em Santos(SP), as ressacas gigantes refletiram em problemas para as cidades.
Eventos climáticos extremos
O relatório destaca que o Brasil sofreu 12 eventos climáticos extremos em 2023. Enquanto algumas regiões enfrentaram chuvas torrenciais — como o litoral de São Paulo, que recebeu 683 mm de água em apenas 15 horas, em fevereiro –, outras ficaram marcadas por forte calor acompanhado de seca.
Um exemplo é a Amazônia. A onda de calor sem precedentes, com uma das piores secas registradas, fez o nível do Rio Negro cair para 12,70 metros em outubro, o mais baixo já registrado desde 1902.
No Lago Tefé, mais de 150 botoscor-de-rosa foram encontrados mortos no final de setembro, em virtude dos impressionantes 39,1 °C de temperatura da água.
Soma-se a lista de problemas uma série de graves incêndios florestais — que, além de tudo, impactam a população pela fumaça intensa –, ciclone extratropical no Rio Grande do Sul e fortes chuvas no Acre, que fizeram o Rio Acre transbordar e afetar diversas áreas da capital.
A catástrofe que arrasou diversas cidades do Rio Grande do Suldesde o final de abril deste ano também é um evento climático extremo, resultado do El Niño e das mudanças climáticas. Segundo a OMM, é imperial que ações coordenadas trabalhem para evitar tais tragédias.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Já pensou como seria um veleiro quatro vezes maior que o Cristo Redentor? Pois é isso que o estaleiro holandês Royal Huisman está construindo. Com o mais novo Project 411, o objetivo da empresa é colocar nas águas o barco a vela mais alto do mundo, que chegaria a medir aproximadamente 171 metros de altura (561 pés).
Também conhecido como Noir, o Projetct 411 deve medir aproximadamente 80 metros (305 pés) de altura, e será equipado com uma plataforma de eslupe — mastro único com uma vela triangular principal, o mais comum entre os veleiros — que terá 92 metros (264 pés). Assim, superará o Korus — atualmente o maior veleiro do mundo, com 127 m — e se tornará o barco a vela mais alto nas águas.
Foto: Royal Huisman/ Divulgação
Mas se engana quem acha que altura será o único ponto forte do Noir. Até porque, velocidade, potência e boa dirigibilidade fazem parte das instruções dos exigentes proprietários. O barco será feito inteiramente em alumínio, para reduzir o peso e ter maior agilidade.
O futuro veleiro mais alto do mundo ainda será equipado com acionamentos elétricos, visando fornecer potência adicional, conforme necessário. Todos os equipamentos do deque serão da cor preta — por isso o apelido Noir (preto, em francês).
O eslupe que equipará o veleiro será grande o suficiente para acomodar um bote de 45 pés. Afinal, o Project 411 foi projetado para transportaruma embarcação deste tamanho e, assim, permitir a exploração costeira, além de levar hóspedes sem necessidade de reposicionar a embarcação mais perto de um porto.
Muito a se descobrir
Com o intuito de ser um barco grande — como deu para perceber –, o Project 411 deve proporcionar o prazer de navegar com a família e amigos sem se preocupar com a capacidade — que ainda não foi divulgada.
Foto: Royal Huisman/ Divulgação
Os detalhes sobre o interior do veleiro mais alto do mundo também ainda estão em sigilo, mas se sabe que o projeto está sendo desenvolvido pela GCA Architects, de Barcelona, empresa conhecida por possuir uma abordagem contemporânea em edifícios residenciais e comerciais.
Quanto a parte externa, o Project 411 contará com extensões de vidro e plataformas dobráveis para conectar os hóspedes com o mar, além de um flybridge para entretenimento ao ar livre. Mais informações envolvendo o desenvolvimento do barco serão divulgadas à medida em que o projeto for avançando.
Navegando rumo ao recorde
Por mais que o projeto traga muita expectativa, é bom os interessados conseguirem esperar um pouco. Afinal, a Royal Huisman não divulgou uma data de entrega para o Noir, mas se imagina que levará algumas primaveras. O Koru, maior barco a vela atualmente, levou dois anos para ser construído, por exemplo.
Foto: Royal Huisman/ Divulgação
Das centenas de navios que nosso estaleiro entregou em sua história, o Project 411 será nosso quarto iate no ranking dos 10 maiores iates à vela do mundo– Jean Timmerman, CEO do estaleiro
Timmerman ainda comemorou o fato de a empresa estar no 140º ano de operação e anunciar um “projeto tão significativo”. Assim, a Royal Huisman vai em busca de mais um recorde, após lançar o maior veleiro de alumínio do mundo em 2020 e trabalhar, atualmente, no maior veleiro de pesca esportiva do mundo, segundo a marca.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Um submarinocom ares de drone subaquático e formato de arraiade metal gigante é a nova aposta dos Estados Unidos para missões militares aquáticas. A chamada Manta Ray (nome em inglês para “raia manta”), desenvolvida pela Northrop Grumman, completou seu primeiro teste no mar na costa sul da Califórniaentre fevereiro e março deste ano, e demonstrou várias capacidades importantes.
Apesar de o teste da Manta Ray ter acontecido há mais de um mês, as informações foram divulgadas apenas no último domingo (5), pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (Darpa). O novo equipamento faz parte de um programa em desenvolvimento há 5 anos, que leva o nome do submarino, e busca ampliar as capacidades operacionais subaquáticas dos EUA.
Foto: Northrop Grumman / Divulgação
Durante os testes, várias capacidades do Manta Ray foram avaliadas, como a de sua propulsão, direção, flutuabilidade, hélices e superfícies de controle. Para Kyle Woerner, gerente do programa Manta Ray na Darpa, os “testes bem-sucedidos em escala real validam a prontidão do veículo para avançar em direção a operações reais”.
Como o Manta Ray funciona
O Manta Ray é um protótipo não tripulado, e faz parte de um projeto da Darpa para criar uma nova classe de Veículo Subaquático Não Tripulado (UUV, na sigla em inglês) de longa duração. Os EUA, inclusive, usam vários tipos de veículos não tripulados em suas operações.
Foto: Northrop Grumman / Divulgação
Uma das principais vantagens do Manta Ray é que o equipamento pode ser enviado e montado com facilidade, o que permite uma implantação rápida em qualquer lugar. Dessa forma, o submarino economiza a energiaque seria gasta com seu deslocamento.
O veículo subaquático se movimenta através de uma técnica impulsionada pela flutuabilidade, também conhecida como planagem. Suas várias baias de carga são capazes de suportar diferentes tamanhos — e tipos — de conjuntos de missões navais, permitindo, assim, uma ampla variedade de operações.
Apesar de o tamanho exato do Manta Ray não ter sido divulgado, vale ressaltar que a raia manta — que inspirou o nome do equipamento — é a maior espécie de raia do mundo, podendo alcançar oito metros de envergadura e pesar mais de duas toneladas.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Cercado por montanhas de calcário e uma verdejante floresta tropical, o Phutawan Raft House é um santuário perfeito para quem deseja relaxar longe da correria da cidade. Localizado na Tailândia, o resort flutuante só pode ser acessado de barco e oferece uma série de atrações para seus visitantes.
O espaço é composto por 32 cabanas — firmadas sobre as águas do Lago Cheow Lan, dentro do Parque Nacional Khao Sok — alcançadas após um trajeto de 30 minutos, com saída no Cais Municipal de Cheow Lan. A paisagem natural encanta não só pelo entorno, como pela cor do lago, de um verde-esmeralda sedutor.
Foto: Divulgação
O detalhe que deve ser estudado com mais atenção por quem não abre mão da privacidade é o esquema de funcionamento dos banheiros, todos comunitários. Como as cabanas não são suítes, não há toaletes privativos.
Encantos do resort flutuante na Tailândia
Os hóspedes do Phutawan Raft House têm à disposição uma série de passeios de barco, que acontecem ao longo de todo o ano. No roteiro da trilha na floresta, há a visitação à Caverna Pakarang, feita em uma jangada de bambu.
Foto: Divulgação
Quem preferir dar um tempo da parte aquática, pode seguir para um safári nas proximidades, com avistamento de animais selvagens como leopardos, elefantes, tigres e ursos malaios.
No resort flutuante é possível aproveitar o terraço, pescar, praticar canoagem ou simplesmente nadar pelas belas águas. As refeições também ganham um charme a mais, já que são feitas a bordo de uma jangada e oferecem peixes de água doce, pescados no lago. A especialidade da casa é o peixe gourami gigante frito, mas há pratos como frango frito com castanha-de-caju, sopa de bagre quente e azeda, e sopa tailandesa de vegetais picantes com camarão.
As estadias nas cabanas começam em 2.500 baht (cerca de R$ 344, na conversão atual) e incluem três refeições e alguns passeios, como trekking, rafting e visita à caverna.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
O grande charme do Rio Boat Show mora no fato de grande parte das embarcaçõesficarem em seu habitat natural: as águas. Porém, muitos nem sequer notam que, ao entrar no estande de uma das marcas atracadas na Baía de Guanabara, estão, também, flutuando. Tudo isso graças às estruturas Metalu, que, desde 2016, encara o desafio de construir os famosos “estandes flutuantes” para o salão carioca.
Píeres, passarelas, uma ponte móvel e, claro, os estandes nas águas são obras da marca que, há mais de 45 anos, é especialista no desenvolvimento, fabricação e instalação das soluções em alumínio que dão um motivo a mais para o Rio Boat Show ser considerado o salão náutico mais charmoso da América Latina.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Essa história com o salão carioca começou ainda em 2016, quando a marca construiu 1.500 m² de píeres em São Paulo, posteriormente transportados de caminhão até o Rio. Já na Cidade Maravilhosa, um trabalho em conjunto de guindastes e engenheiros uniu as plataformas flutuantes como se fossem uma só, para que os grandiosos estandes pudessem ser elaborados nas águas da baía, como acontece até os dias atuais.
Estruturas flutuantes Metalu no Rio Boat Show 2016. Foto: Arquivo Revista Náutica
O trabalho ficou tão bom que, até hoje, muitos nem sequer percebem que estão, literalmente, sobre as águas ao adentrar em um dos estandes dos estaleiros que expõem no evento. Isso porque as estruturas são pensadas com ênfase na segurançae integração estética ao ambiente, e suportam mais de 1.000 kg por m².
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Já quem não passa batido é a famosa passarela móvel do Rio Boat Show — também sobre as águas. Movida com a ajuda de um motor, a estrutura libera, quando aberta, a passagem dos barcos que saem para navegar nos test-drives. E, quando fechada, permite aos visitantes percorrer o trajeto completo do evento.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Enquanto as estruturas faziam sucesso nas águas da Baía de Guanabara durante o Rio Boat Show 2024, um estande da Metalu recebeu os visitantes do salão no pavilhão da Marina da Glória. Quem passou por lá pôde conferir os produtos da marca com amostras dos perfis utilizados nas construções.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Além do Boat Show, outros grandes projetos Metalu em território nacional incluem os píeres nas Olimpíadas de 2016, as balsas de apoio em Ilhabela e o Mirante Flutuante do Parque Bruno Covas, além de participações na estrutura dos eventos São Paulo, Marina Itajaí e Foz Internacional Boat Show. Ainda em 2024, inclusive, a marca estreará suas estruturas nos novos Brasília Boat Show e Salvador Boat Show.
Rio Boat Show 2024
O evento náutico mais charmoso do Brasil atracou nas águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. No Rio Boat Show 2024, o público conferiu os principais lançamentos e destaques do mercado, com barcos na água e test-drive de embarcações.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
De longe a principal cidade dos os Emirados Árabes Unidos, Dubai é conhecida pela arquitetura moderna, shoppings de luxoe arranha-céus como o Burj Khalifa, maior torre do mundo. Sendo assim, pouco se fala da área costeira da região, banhada pelo Golfo Pérsico — mas o projeto Dubai Mangroves, da empresa local Urb, promete mudar essa concepção, com a plantação de 100 milhões de árvores de manguezais no local.
Apesar de fugir do concreto e dos vidros espelhados, o Dubai Mangroves faz jus a cidade e carrega um título ambicioso: o maior projeto de regeneração costeira do mundo. Isso porquê a empreitada envolve o plantio de mais de 100 milhões de árvores encontradas em regiões de mangue, para proteger a cidade de erosão e do aumento do nível do mar.
Foto: Urb / Divulgação
No centro desta iniciativa estão os manguezais, conhecidos por sua capacidade única de sequestrar carbono, proteger as zonas costeiras da erosão e apoiar a vida marinha e a segurança alimentar– declarou a Urb sobre o Dubai Mangroves
“Com a capacidade de absorver aproximadamente 12,3 kg de dióxido de carbono (CO₂) anualmente por árvore, todo o projeto pode sequestrar 1,23 milhões de toneladas de CO₂ a cada ano, o equivalente à remoção do CO₂ emitido por mais de 260 mil veículos de passageiros motorizados movidos a gasolina das estradas todos os anos”, completou a Urb sobre a ideia.
Foto: Urb / Divulgação
A ideia é que as 100 milhões de árvores do Dubai Mangroves ocupem 72 km de costa, e, além de captarem CO₂, ajudem nas defesas naturais do mar, bem como sirvam de viveiro para a vida marinha, aumentando o número de peixesna região e criando uma filtragem de água, graças as suas raízes.
Toda essa empreitada levaria muitos anos, mas a Urb pensa em acelerar as coisas através do uso de drones alimentados por inteligência artificial (IA) e imagens de satélite, que facilitariam o cuidado com a plantação e, consequentemente, agilizariam o processo.
Foto: Urb / Divulgação
De quebra, o Dubai Mangroves movimentaria a economia local, com a criação de pequenas praias, centro de visitantes educacional, um museu botânico e um centro natural para realização de pesquisas, educação e promoção de gestão ambiental.
Foto: Urb / Divulgação
No momento, o Dubai Mangroves está no papel, mas a Urb já conta com seis projetos-piloto que indicam a capacidade de realização do projeto.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
As ilhas naturalmente reservam cenários que parecem ter sido esculpidos à mão, atraindo pessoas do mundotodo para viverem momentos de sossego em meio à natureza. Mas a Ilha de Sanda, entre a Escócia e a Irlanda do Norte, traz em seu território características a mais, que agora podem ser compradas, por nada menos que US$ 3,1 milhões (cerca de R$ 15 milhões em conversão realizada em maio de 2024).
A belezada Ilha de Sanda não se resume apenas ao cenárioem que se encontra, em meio a uma imensidão azul e a visita constante de papagaios-do-mar e rebanhos de ovelhas. Por lá, os holofotes são divididos com sete casasjá construídas, que misturam características arquitetôtonicas escocesas e irlandesas.
Foto: Knight Frank / Divulgação
Quatro das construções ficam no extremo norte e três no sul da ilha, ao lado de um farol, construído sobre uma estrutura rochosa e que parece ter saído direto de uma cena de filme. A ilha ganha ares ainda mais cinematográficos por só poder ser acessada de barcoou helicóptero, sendo Campbelltown, na Escócia, o principal acesso via embarcação.
Foto: Knight Frank / DivulgaçãoFoto: Knight Frank / DivulgaçãoFoto: Knight Frank / Divulgação
Se a segunda opção for a escolhida para chegar à Ilha de Sanda, o piloto pode ir tranquilo sabendo que pousará com tranquilidade, uma vez que o local dispõe de um heliporto. A ilha ainda dispõe de um pub, chamado de Byron Darnton Tavern — nome em homenagem a um navio que naufragou em Sanda em 1946.
Foto: Knight Frank / Divulgação
Fundado em 2003, o estabelecimento chegou a atender clientes que chegavam à Ilha de Sanda por água, mas foi fechado em 2010. O novo dono da ilha, contudo, tem permissão para reabrir o pub, optar por mantê-lo como um refúgio privado ou até alugá-lo por estadias curtas.
Seja lá qual for a escolha, certamente clientes não faltarão, já que as casas construídas no local foram recentemente remodeladas e podem acomodar até 26 pessoas.
Além dos atributos diferentões, a Ilha de Sanda ainda conta com um histórico de luxo: foi visitada pelo rei escocês Robert the Bruce e pelo rei Hacon da Noruega, e sua capela tem associações com São Columba e São Ninian. Um de seus proprietários já foi Jack Bruce, baixista que integrou a banda de rockCream, ao lado do baterista Ginger Baker e do guitarrista Eric Clapton.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Atravessar o mara bordo do superiateLa La Land é como entrar em um “estado de sonho” e se “desligar das realidades mais duras da vida”. Ao menos é isso que afirma, à Robb Report, o Sanlorenzo, estaleiro italiano dono da embarcaçãode 44 metros de comprimento (145 pés).
A explicação faz jus a tudo o que o superiate oferece. Primeiro da série 44X-Space, o modelo surpreende por apresentar recursos que costumam estar presentes apenas em barcosmaiores — como, por exemplo, um deck exclusivo para o proprietário.
Foto: Instagram @sanlorenzoyacht/ Reprodução
Além disso, seguiu à risca a clássica ideia das apostas de jogos de azar: “o dobro ou nada”. Afinal, nos interiores do superiate La La Land, é possível encontrar dois cinemas, dois bares, duas adegase duas piscinas, que garantem o entretenimento e lazer dos passageiros.
A embarcação conta com cinco decks e interiores decorados pela italiana Studio Lissoni. Outro ponto forte é a possibilidade de personalização e inclusão de recursos adicionais.
Foto: Instagram @sanlorenzoyacht/ Reprodução
Por dentro do superiate La La Land
A grande plataforma de popa do modelo é, sem dúvida, um grande atrativo para quem valoriza esse espaço. Há um amplo leque de opções para aproveitar os 120 m² ao ar livre, como beach club, piscina com borda infinita e plataforma submergível.
Na praça de popa, os passageiros encontram uma grande sala de estar, que ganha mais 18 m² graças às plataformas laterais dobráveis. Um spa com equipamentos de academia, sala para tratamentos e sauna a vapor fica no ambiente logo ao lado.
Foto: Instagram @sanlorenzoyacht/ Reprodução
Os cômodos do proprietário merecem destaque especial, principalmente por ocuparem um deck inteiro. A suíteincorpora um sky lounge com portas de correr, lounge ao ar livre com lareira, despensa privativa, escritório, closet e banheiro com piso aquecido. Por lá, também se encontra o acesso a uma piscina exclusiva.
O superiate La La Land foi projetado para acomodar oito membros da tripulação e 10 passageiros, que podem desfrutar do deck superior com vistas incríveis de 360º. Espaço para tomar sol, sofás e telescópio completam o terraço.
Para atividades no mar, há espaço de sobra para guardar jets, wakeboards, caiaques, equipamentos de pesca e barcos de apoio.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Maior rede de marinas do Brasile da América Latina, a BR Marinas marcou presença no Rio Boat Show 2024 com um estande especial dentro do pavilhão da Marina da Glória, no Espaço dos Desejos — que reúne marcas e artigos de luxodesejados no mercado. Por lá, a administradora apresentou ao público do salão o seu serviço de hospedagem de barcos.
Leandro Magalhães, coordenador comercial da BR Marinas, conversou com a equipe de NÁUTICA e ressaltou que a presença da empresa no salão “é muito gratificante, porque a BR Marinas é uma grande incentivadora do mundo náutico, e o salão fomenta o mercado para venda de barcos”.
Leandro Magalhães, coordenador comercial da BR Marinas. Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
[O Rio Boat Show] pra gente é muito bom, é uma maneira de fortalecer a marca, atender nossos clientes, captar novos e fechar negócios– Leandro Magalhães, coordenador comercial da BR Marinas
Administradora da Marina da Glória, que recebeu a 25ª edição do Rio Boat Show de 28 de abril a 5 de maio, a BR Marinas conta com outras sete instalações náuticas distribuídas pela orla do Rio de Janeiro, sendo que a primeira foi construída ainda em 1998. “A Marina do Glória é a única do grupo com a possibilidade de eventos”, ressaltou Leandro.
Rio Boat Show 2024
O evento náutico mais charmoso do Brasil atracou nas águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. No Rio Boat Show 2024, o público conferiu os principais lançamentos e destaques do mercado, com barcos na água e test-drive de embarcações.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
A Marinha do Brasilinformou, nesta terça-feira (7), que enviará ao Rio Grande do Sul (RS) o maior naviode guerra da América Latina: o Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) “Atlântico”. O objetivo é prestar ajuda às vítimas das grandes enchentes que assolam o estado.
A embarcação de 208 metros de comprimento deixará o Rio de Janeiro nesta quarta-feira (8) e seguirá para a região Sul com um carregamento focado em auxiliar a população em diferentes frentes.
Foto: Instagram @marinhaoficial/ Reprodução
Navio da Marinha no RS
Em comunicado oficial, a Força Armada afirmou que o NAM “Atlântico” levará “oito embarcaçõesde médio e pequeno porte”, que se juntarão às oito lanchas disponibilizadas desde o dia 30 de abril. Além de resgatarem as vítimas ilhadas, os barcosauxiliam no “transporte de suprimentos pelas vias alagadas”.
O navio ainda carregará duas estações móveis para o tratamento de água, equipes de apoio à saúde — com médicos e enfermeiros –, 40 viaturas e 200 militares, que ajudarão na “desobstrução das vias de acesso”.
A Fragata “Defensora” também será mobilizada, no mesmo dia do “Atlântico”, para encaminhar doações e suprimentos à população. Hoje, a Força deslocou ao Sul três aeronaves e dois navios.
Em razão das fortes tempestades que começaram no fim de abril, o Rio Grande do Sul vive a maior tragédia climática da história do estado. O volume de águaatingiu 385 cidades, afetando mais de um milhão de pessoas, segundo o último balanço da Defesa Civil, divulgado na tarde de segunda-feira (6).
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Presente em mais uma edição do Rio Boat Show, a Mercury Marine atracou no salão carioca com um repertório recheado. Foram, ao todo, nove motores, dos 50 aos 600 hp, além de três opções do equipamento em versões elétricas, seguindo uma tendência mundial na qual a marca já está inserida há cerca de três anos.
Em entrevista à NÁUTICA, Felipe Maraschin, gerente sênior de pós venda da Mercury no Brasil, ressaltou que “participar do Boat Show, tanto no Rio quanto em São Paulo, é uma experiência muito especial”, uma vez que a marca tem “a oportunidade de expor produtos, ter contato com clientes e tirar dúvidas”. Segundo ele, existe uma “mística muito grande das pessoas que não estão na náutica” quanto ao setor.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
É uma oportunidade única de desmistificar e mostrar que a náutica não é nenhum bicho de sete cabeças, e que está aberta a todos que tenham a curiosidade de entrar nesse mercado– destacou Felipe Maraschin
Falando em “mística”, os motores elétricos atualmente são os que mais trazem dúvidas ao público náutico. Nesse sentido, a Mercury lançou seu primeiro modelo do equipamento elétrico há cerca de três anos, e é uma das pioneiras do setor. Felipe conta que “sempre há muitos questionamentos, já que é uma novidade no mundo todo. As pessoas querem saber qual autonomia, capacidade de carga, qual a melhor aplicação”.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
No mercado europeu essa é uma demanda que já existe a mais tempo, nos outros mercados ainda vai depender de algumas características locais. Porém, a demanda existe, e as pessoas estão interessadas– apontou Felipe
Além dos equipamentos elétricos, a empresa apresentou no salão náutico outros seis modelos de motorização: o V12 600 hp Verado — maior motor de popa do mundo –, o V10 400 hp Verado — primeiro motor de popa V10 do mercado –, o V8 300 hp, V6 200 hp SeaPro, uma opção de centro-rabeta e um lançamento de 50 hp de 4 tempos, pela primeira vez pela Mercury no mercado nacional.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
De acordo com Felipe, aproximadamente 80% dos barcos do salão estavam equipados com motores Mercury, o que para ele valoriza o trabalho feito pela empresa e é “muito gratificante”.
Pretendemos estar nos Boat Shows sempre que pudermos, é um evento único, que representa o que há de melhor na náutica nacional– finalizou Felipe
Rio Boat Show 2024
O evento náutico mais charmoso do Brasil atracou nas águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. No Rio Boat Show 2024, o público conferiu os principais lançamentos e destaques do mercado, com barcos na água e test-drive de embarcações.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Quem visitou os estandes do Rio Boat Show 2024, na Marina da Glória, encontrou desde embarcações, veículos e motores até acessórios náuticos, estabelecimentos e oportunidades de empreendimentos — como é o caso do condomínio de luxo Kiaroa Residence & Marina.
Descrito pela empresa como único empreendimento baiano com marina própria, o condomínio fica localizado na Península de Maraú, no sul da Bahia. Novamente presente no salão náutico carioca, a Kiaroa veio ao Rio para atrair interessados em morar ou investir neste local — e conseguiu.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Em entrevista à NÁUTICA durante o Rio Boat Show 2024, Fernando Brulotti, corretor de imóveis, ressaltou as vantagens do Kiaroa Residence & Marina. Além de ficar num lugar conhecido pela beleza natural exuberante, ele falou sobre outras qualidades do empreendimento.
É um local extremamente privilegiado, água quente o ano inteiro, um excelente investimento ou moradia também– Fernando Brulotti
Já ao público náutico, o destaque do Kiaroa fica por conta do clube de marina do condomínio, que inclui píer privativo com 40 vagas para barcos. Situado entre o Oceano Atlântico e a Baía de Camamu — a terceira maior do Brasil –, o local ainda conta com uma piscina de 700m² e linda vista para o mar.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Aos amantes da natureza, um enorme ponto positivo para a Península de Maraú é o fato dela ser cercada pela Mata Atlântica — são mais de 60 mil m² de área preservada, entre os 180 mil m² de área total que possui. Além disso, a região conta com rios, manguezais, cachoeiras e lagoas.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Vale ressaltar, porém, que o empreendimento ainda é um loteamento, mas “vai ser entregue com toda infraestrutura”, segundo Fernando Brulotti. O Kiaroa contará com heliponto, quadras de beach vôlei e beach tênis, academia, restaurante, rooftop e muitas maravilhas naturais.
Por falar na Bahia, o Rio Boat Show também teve participação da Secretaria de Turismo do Estado da Bahia (SETUR), que convidou o público para conhecer os destinos náuticos da região por meio de Realidade Virtual, além de exibir um estande cheio de cor e alegria.
Rio Boat Show 2024
O evento náutico mais charmoso do Brasil atracou nas águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. No Rio Boat Show 2024, o público conferiu os principais lançamentos e destaques do mercado, com barcos na água e test-drive de embarcações.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Os 110 anos de tradição da Yanmarno segmento de motores foram bem apreciados pelo público do Rio Boat Show 2024. Com opções de equipamentos para diferentes barcos — incluindo o motor usado na série de NÁUTICA “Uma Aventura no Atlântico”–, a fabricante japonesa se surpreendeu com os resultados obtidos.
“Esse ano, [o Rio Boat Show] excedeu nossa expectativa, tanto em termos de movimento, quanto de negócios. Além de bons fechamentos, fizemos novos clientes potenciais. O evento atraiu um público muito qualificado”, elogiou Danilo Sandrin, coordenador de vendas da Yanmar Brasil.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Carro chefe da empresa no mercado de esporte e lazer, o motor que equipou o catamarã da série de NÁUTICA é o 8LV370. Trata-se de V8 movido a diesel, capaz de aliar potência de 370 hp com baixo nível de ruído e economia de combustível.
No salão carioca, o modelo fez sucesso e não é de hoje: desde o ano passado a recepção é bastante positiva, segundo Danilo.
O pessoal se impressiona muito com o produto pela beleza, tamanho. Em termos de desempenho na água, também tem deixado todos bem satisfeitos– afirma
No estande do Rio Boat Show, a Yanmar também apresentou opções como o 4LH, que esteve em expedição na Antártida, e o 3JH40, menor motor common-rail (sistema de injeção de diesel de alta pressão que trabalha com um único tubo de distribuição) do mundo.
Entre os barcos expostos, a fabricante japonesa marcou presença em duas lanchas da Coral, catamarãs da Lagoon e em um veleiro da Beneteau. Atualmente, a Yanmar conta com motores de 9 hp a 640 hp, na linha de lazer, e até 6 mil hp na linha comercial.
Rio Boat Show 2024
O evento náutico mais charmoso do Brasil atracou nas águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. No Rio Boat Show 2024, o público conferiu os principais lançamentos e destaques do mercado, com barcos na água e test-drive de embarcações.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Visitantes do Rio Boat Show 2024 que passaram pelo estande do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO) tiveram a oportunidade de fazer uma verdadeira imersão nas Ilhas Cagarras, um dos principais destinos náuticos do estado.
Em parceria com o Instituto Mar Adentro, Museu Nacional e Projeto Ilhas do Rio, o espaço difundiu informações e curiosidades sobre a unidade de conservação federal — caracterizada pela biodiversidade e beleza cênica — com um rico material visual com maquetes e representações de animais nativos da Ilha, como o atobá-marrom e a tartaruga verde.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Desde o governador do estado até as crianças, todos se encantam com as Ilhas Cagarras. Tem muita coisa que o pessoal não conhece, como o sítio arqueológico pré-colonial, várias espécies com alto valor agregado e outras ameaçadas de extinção– comenta Fernando Moraes, do Museu Nacional e Mar Adentro
Um dos idealizadores do Ilhas do Rio, Fernando afirma que o principal objetivo da presença no evento é disseminar informações sobre o local que é tão procurado para turismo náutico e fica tão próximo do salão carioca. Para se ter uma noção, são apenas quatro quilômetros que separam a Praia de Ipanema da primeira ilha — ou cerca de 45 minutos de lancha.
Um dos diferenciais do Ilhas do Rio, segundo Fernando, é a oportunidade que as pessoas têm de acessar materiais totalmente gratuitos no site do projeto, como dois livros finalistas do Prêmio Jabuti — maior distinção literária no Brasil –, frutos de pesquisas científicas de ponta.
É um trabalho de educação ambiental em prol da conservação dessa área que é emblemática no Rio de Janeiro e que tem tudo a ver com o Boat Show. Os visitantes [tiveram] a oportunidade de conhecer de perto tanto as regras das Ilhas, quanto o valor da biodiversidade da paisagem– finaliza Fernando
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Rio Boat Show 2024
O evento náutico mais charmoso do Brasil atracou nas águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. No Rio Boat Show 2024, o público conferiu os principais lançamentos e destaques do mercado, com barcos na água e test-drive de embarcações.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Se você quer andar de jet com seus óculos, mas teme que o acessório caia na água durante o passeio, o estande da JF Sun, no Rio Boat Show 2024, trouxe a solução para este problema. Lentes polarizadas e acessórios para a prática de esportes náuticos, levados pela marca, também movimentaram o salão náutico carioca.
Com fábrica em Valinhos, no interior de São Paulo, a JF Sun já coleciona 30 anos de experiência no segmento. Quem visitou o estande da marca na Marina da Glória, durante a 25ª edição do Rio Boat Show, encontrou desde cordinhas flutuantes até os famosos óculos de sobrepor — que vestem sobre os óculos de grau.
Foto: Erik Brros Pinto/ Revista Náutica
Um dos produtos que mais atraiu a atenção dos visitantes foram os óculos polarizados masculinos. Em entrevista à NÁUTICA, Fátima Bueno, sócia proprietária da JF Sun, contou mais sobre essa e outras soluções da empresa para o público náutico — e praieiro.
Ele [óculos polarizado] elimina o reflexo de luminosidade do sol. Então dá mais conforto, mais nitidez. Você consegue ver aquelas bancadas de areia, tem mais profundidade e tira aquele espelho da água– Fátima Bueno
Foto: Erik Brros Pinto/ Revista Náutica
Se você precisa usar sempre seus óculos de grau, não tem problema. O estande da JF Sun na Marina da Glória exibiu os modelos Fit Over — também polarizados — , que vestem sobre a armação original e o protege. Outra atração foram as cordinhas flutuantes — ou “salva-vidas de óculos”
Tenho aqui o que fixa na cabeça também, mas a ideia é o Float. É uma corda que, se cair, os óculos não afundam, ele fica boiando na água. Nós fizemos [as cordinhas] com as cores vibrantes, realmente para enxergar caindo na água– Fátima Bueno
Foto: Erik Brros Pinto/ Revista NáuticaFoto: Erik Brros Pinto/ Revista Náutica
Rio Boat Show 2024
O evento náutico mais charmoso do Brasil atracou nas águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. No Rio Boat Show 2024, o público conferiu os principais lançamentos e destaques do mercado, com barcos na água e test-drive de embarcações.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Apaixonados por brinquedos em terra e no mar conferiram, no Rio Boat Show 2024, um leque de opções apresentado pela Danimar, representante das marcas Seabob e Segway, que desembarcou no salão carioca com scooter aquática, quadriciclos e UTVs.
O primeiro produto, da Seabob, utiliza o mesmo sistema de propulsão do jet, mas funciona de forma diferente: basta o proprietário se agarrar às laterais do brinquedo para sair navegando.
Foto: Instagram @seabobbrasil/ Reprodução
Elétrica, a scooter tem baterias que carregam em tomadas bivolt em torno de 7h a 8h, com o carregador que acompanha o modelo. Entretanto, é possível adquirir um secundário que reduz esse tempo para 1h30.
Nós estamos com três modelos: o F5, de entrada, o F5 S, intermediário, e o F5 SR, nosso top de linha. Todos podem ser usados para mergulho, em apneia ou com cilindro, já que chegam a uma profundidade de 40 metros– aponta Welton Lopes Guimarães, gerente comercial da Danimar
A diferença de um modelo para o outro envolve peso, potência, velocidade — que, em média, atinge 14 km/h — e autonomia. Enquanto o F5 funciona ao longo de 50 minutos, o F5 SR dura 1h10 sem precisar recarregar.
Modelos off road
O estande da Danimar no Rio Boat Show também apresentou três quadriciclos e quatro UTVs da marca Segway.
São produtos importados, norte-americanos e com diferencial de tecnologia empregada. Por exemplo: os modelos vêm com sistema de acionamento full, que te permite ligá-los e desligá-los pelo aplicativo, à distância– ressalta Welton
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
O destaque dos off road é o UTV Fugleman, que conta com versões de três ou seis lugares. De acordo com o gerente, os principais atrativos do veículo são câmbio automático, direção elétrica, 4×4, suspensões independentes, caçamba rebatível, guincho que aguenta mais de três toneladas e painel em touchscreen, com computador de bordo, GPS e WiFi.
Além de ser usado para passeios em terrenos acidentados — incluindo áreas de condomínio e sítio — o UTV pode servir como utilitário. “É bem versátil”, finaliza Welton.
Rio Boat Show 2024
O evento náutico mais charmoso do Brasil atracou nas águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. No Rio Boat Show 2024, o público conferiu os principais lançamentos e destaques do mercado, com barcos na água e test-drive de embarcações.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Não é segredo que o Rio Boat Showvai muito além da compra e venda de barcos. No evento náutico mais charmoso da América Latina, o público também desfruta de diversas atrações, sendo uma das mais disputadas a “Minha Primeira Velejada”, fruto da parceria com a CL Velas.
Totalmente gratuita, a iniciativa levou adultos e crianças para um passeio pelas águas da Baía de Guanabara em pequenos veleiros, disponibilizados pela escola que atua há 34 anos no segmento.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
O passeio durava em torno de 10 minutos a 15 minutos, e foi feito de forma bastante segura, com acompanhamento de instrutor e coletes salva-vidas. Crianças pequenas também embarcaram com um responsável ao lado.
Além dos iniciantes na vela, a atração também recebeu de braços abertos aqueles que já experimentaram a sensação de navegar em um barco do tipo. Um dos objetivos do projeto, inclusive, foi atrair mais pessoas para a vela enquanto esporte.
Esta é a terceira vez que a ação “Minha Primeira Velejada” desembarca no Rio Boat Show. A estreia aconteceu em 2022 e segue um sucesso entre os visitantes do salão carioca.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Rio Boat Show 2024
O evento náutico mais charmoso do Brasil atracou nas águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. No Rio Boat Show 2024, o público conferiu os principais lançamentos e destaques do mercado, com barcos na água e test-drive de embarcações.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Planejado para receber festas e eventos sobre as águas, o catamarã VivereXtreme surpreendeu, em mais este ano, o público do Rio Boat Show. Atracado na Marina da Glória, o barco deu um gostinho, aos visitantes do salão carioca, da experiência que é capaz de proporcionar.
Em 60 pés de comprimento, o catamarã acomoda até 68 pessoas — contando com os quatro tripulantes e staff contratado pelo cliente, como DJ, barman e garçons. Quem pensa que há especificações para as celebrações, se engana: o VivereXtreme se adapta desde encontros com amigos até eventos corporativos e casamentos.
Poliana Marchioro. Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
É muito incrível essa proposta de eventos no catamarã. O pessoal gosta muito quando vem visitar o barco. É bem espaçoso, sempre ótimo– comenta Poliana Marchioro, da área comercial da VivereX
O período de locação é de 5 horas, sendo o embarque e desembarque feitos na própria Marina da Glória. Também dá para incluir roteiros turísticos no trajeto, como o Museu do Amanhã, e visitar locais de mergulho, como a Praia Adão e Eva. Se o mar estiver calmo, é possível atracar em praias e ilhas mais distantes.
Erik Barros Pinto/ Revista NáuticaErik Barros Pinto/ Revista NáuticaErik Barros Pinto/ Revista NáuticaErik Barros Pinto/ Revista Náutica
Em clima de descontração, o VivereXtreme levou fãs da Madonna para curtir o mega show da rainha do pop, no último sábado (4), nas águas da Praia de Copacabana. A festa contou com DJ e uma cover da cantora, que animou o pessoal a bordo.
Cover da Madonna no VivereXtreme. Foto: Divulgação/ VivereX
Rio Boat Show 2024
O evento náutico mais charmoso do Brasil atracou nas águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. No Rio Boat Show 2024, o público conferiu os principais lançamentos e destaques do mercado, com barcos na água e test-drive de embarcações.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
A estreia da Elettromecno Rio Boat Showfoi de bom proveito para empresas e proprietários de barcos em busca de eletrodomésticos de luxo. Há 26 anos no mercado, a marca apresentou opções importadas de países como Turquia e Itália e próprias para uso a bordo, todas em aço inox 304 — um tipo menos propenso à corrosão.
Um dos produtos mais procurados da marca é a Beer Center de 86 litros, cervejeira capaz de comportar cerca de 110 latas e 76 long necks, em temperaturas que variam de -5ºC a 5ºC.
Marcellus Santos, à direita. Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
O modelo tem respiro pela frente, o que significa que você pode colocá-la bem embutida no barco, que não vai ter problemas– explicou Marcellus Santos, gerente de vendas da Elettromec do RJ
Também própria para embarcações, a Beer Center de 135 litros agrada quem gosta da cerveja verdadeiramente trincando, já que gela de -10ºC a 5ºC. Nesse modelo, é possível colocar em torno de 150 latas e 104 long necks, ideal para festas sobre as águas. Na categoria, há ainda a Beer Center de 424 litros que, além de iates, é bem aceita em residências.
No salão náutico, a Elettromec aproveitou para apresentar duas opções de adega: uma para 26 garrafas, com temperatura controlada e dual zone, que permite vinho branco na parte de cima e vinho tinto na de baixo, e outra para 160 garrafas, geralmente usada em iates.
Todos os nossos produtos são smart, o que significa que dá para controlá-los pelo telefone. Então se você não está no barco, mas vai mais tarde com uns amigos, consegue colocar a temperatura que quiser, diretamente do local em que estiver– ressalta Marcellus
O gerente comercial ainda afirmou que a experiência no Rio Boat Show foi bastante positiva: “Fizemos vários contatos, vários designers e estaleiros procuraram a gente”, comenta.
Atualmente, a Elettromec conta com oito lojas no Brasil e, em breve, abrirá mais duas em São Paulo. A empresa representa duas marcas italianas no país: a Fulgor Milano e a Falmec.
Rio Boat Show 2024
O evento náutico mais charmoso do Brasil atracou nas águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. No Rio Boat Show 2024, o público conferiu os principais lançamentos e destaques do mercado, com barcos na água e test-drive de embarcações.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Presença constante no Rio Boat Show, a Marinha do Brasil atracou novamente na Marina da Glória com o queridinho do público: o simulador interativo de navegação, que permite que os apaixonados pelo mar vivenciem a experiência de comandar, sozinhos, uma embarcação.
Detalhado, o equipamento apresenta tudo o que o barco tem e permite a pilotagem tanto pelos motores quanto pela manopla. O resumo da ópera? Navegar pelos mares não é tarefa tão simples assim.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
É um navio de pequeno porte, se comparado aos navios de guerra, e nossos alunos usam o simulador para aprender mais sobre navegação. É uma atração bastante procurada; o pessoal vem e percebe que não é tão fácil quanto pensa– comentou o Tenente Erick Della Sierra
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
O estande também apresentou, em uma televisão, o PAM — Previsão Ambiental Marinha –, ferramenta desenvolvida pela Força Armada, em cooperação com a Petrobras. A função dela é disponibilizar as possíveis condições de tempo e mar na costa brasileira, agora com um diferencial: a possibilidade de acompanhar a previsão de ondas e correntes dentro das baías, algo que somente o PAM oferece.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
No Boat Show, o público ainda conseguiu tirar dúvidas sobre o agendamento de serviços da Marinha, como emissão de Motonauta, Arrais Amador, transferência de propriedade, entre outros.
Rio Boat Show 2024
O evento náutico mais charmoso do Brasil atracou nas águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. No Rio Boat Show 2024, o público conferiu os principais lançamentos e destaques do mercado, com barcos na água e test-drive de embarcações.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
O Paranátem o segundo menor litoral do país. Mas isso não quer dizer nada perto das atrações que sua costa apresenta. No Rio Boat Show 2024, os visitantes que passaram pelo estande destinado ao turismo do estado encontraram informações sobre 31 polos turísticos do Paraná, desde os já estabelecidos até os que ainda estão em fase de crescimento.
A região conta com duas lindas e bem preservadas baías: a Baía de Paranaguá, com paisagens ainda virgens e muitas opções de passeios para quem chega de barco, como o Canal do Varadouro, Antonina e Guaraqueçaba; e a Baía de Guaratuba, de exuberância ambiental muito grande, no litoral sul do estado.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Ambas colocam muita água terra adentro, e uma ilha deliciosa até no nome: a Ilha do Mel, um dos melhores destinos de ecoturismo do Brasil. Só isso já seria suficiente para deixar qualquer navegante entusiasmado. Mas tem muito mais. Porque água é o que não falta nos domínios paranaenses, de rios caudalosos e represas generosas a um verdadeiro mar de água doce, chamado Lago de Itaipu — palco do Foz Internacional Boat Show.
O turismo náutico é uma das vocações naturais dessa região, com todas as implicações positivas que traz à tona, como geração de renda e de empregos– Márcio Nunes, secretário de desenvolvimento sustentável e do turismo do PR
“Nossa meta é maximizar a utilização do lago para atividades de lazer, entretenimento, esportes náuticos e turismo. Isso não apenas resultará na criação de empregos, mas também estimulará a economia, reforçará a segurança do lago e proporcionará uma ocupação positiva por meio do turismo”, acrescentou Márcio.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
No Rio Boat Show 2024, para além dos destinos náuticos da região, o estande do Paraná apresentou a maior feira do campismo e caravanismo da América Latina, a Expo MotorHome, que acontece no município de Pinhais.
O Paraná tá crescendo no turismo, inclusive nos barcos, com o Boat Show de Foz. É uma ligação entre o turismo, campismo, caravanismo e náutica. Isso faz uma grande combinação para o turismo em geral– Alexandre Rodolfo Boff, diretor geral da Expo Motorhome
Rio Boat Show 2024
O evento náutico mais charmoso do Brasil atracou nas águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. No Rio Boat Show 2024, o público conferiu os principais lançamentos e destaques do mercado, com barcos na água e test-drive de embarcações.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
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