Pré-lançamento e barco “experiente”: veja o que a Flórida Marine levará ao São Paulo Boat Show

Especialista em embarcações para pesca oceânica, estaleiro terá duas lanchas no evento, que acontece de 18 a 23 de setembro

12/09/2025

Numa crescente no mercado náutico brasileiro, a Flórida Marine apresentará dois dos seus barcos de pesca no São Paulo Boat Show 2025 — com direito a um pré-lançamento! Serão expostos os conhecidos Flórida 340 XL e Flórida 290 CC, além do projeto do próximo lançamento da marca: a nova 340 XL.

Quem visitar o estande da empresa durante o evento — que acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo — poderá conferir uma proposta diferenciada: um modelo usado do 340 XL, com cerca de 700 horas de navegação. A ideia é destacar a durabilidade dos barcos da marca, que, segundo a empresa, não mostrará avarias e estará em perfeitas condições.

Flórida 290 CC, que estará no São Paulo Boat Show 2025. Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica

De acordo com a Flórida Marine, a embarcação foi utilizada durante três anos para pesca oceânica, enfrentou condições climáticas adversas e não passou por nenhuma reforma além das revisões periódicas de motor.

 

Por outro lado, o estande da marca ainda terá espaço para o pré-lançamento da nova 340 XL, uma atualização do modelo homônimo. A lancha estará disponível em forma de projeto digital, num painel interativo que permitirá aos visitantes conhecer todos os detalhes da próxima novidade.

Confira os barcos da Flórida Marine no São Paulo Boat Show 2025

Flórida 340 XL

A aposta da Flórida Marine para a pesca esportiva no evento será a nova Flórida 340 XL. Com 10,40 metros de comprimento (34 pés), dois motores de 300 hp na popa e cabine com pé-direito de 2 metros, a lancha promete passeios confortáveis e seguros, ideais para quem curte pescar em água salgada. O modelo comporta até 12 pessoas.

Projeto da nova Flórida 340 XL. Foto: Flórida Marine/ Divulgação

Flórida 290 CC

Com casco feito para navegação robusta e distâncias oceânicas, a Flórida 290 CC — que fez sua estreia nas águas no Marina Itajaí Boat Show 2025 — é uma atualização do antigo modelo, a Flórida 290. A grande mudança aconteceu na sua produção, agora com console central laminado.

Flórida 290 CC. Foto: Flórida Marine/ Divulgação

A lancha de 29 pés é mais leve do que a versão anterior, possui para-brisa de vidro e o casco produzido para navegação oceânica, preparado para as condições mais adversas do mar. Seu casco em V o torna um barco que molha pouco, ideal para o público-alvo da empresa: os pescadores.

São Paulo Boat Show 2025

A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

 

Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

 

A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

 

Anote aí!

SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
Mais informações: no site do evento
Ingressos: site oficial de vendas

 

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    Justin Bieber posa em moto aquática; conheça o modelo da Sea-Doo

    Marca estará no São Paulo Boat Show 2025, que acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo

    Por: Nicole Leslie -
    11/09/2025

    Famoso por colecionar hits e uma legião de fãs, Justin Bieber agitou a internet ao compartilhar fotos em cima de uma moto aquática nesta quarta-feira (10). O clique foi tirado a bordo de um modelo Sea-Doo, marca que estará presente no São Paulo Boat Show 2025, que acontece entre 18 e 23 de setembro.

    Segundo a assessoria da Sea-Doo, a estrela pop posou com uma GTX PRO 130, modelo 2024 que se destaca pela combinação de robustez, praticidade e economia. Embora a marca não tenha especificado a condição de uso do jet de Bieber (se é de aluguel ou particular), o modelo pode ser encontrado em ambas as condições.

    Modelo GTX PRO 130. Foto: Sea-Doo / Divulgação

    A moto aquática tem capacidade para até três pessoas e é equipada com o motor Rotax 1630 ACE de 130 hp. Além disso, conta com o modo ECO, que pode reduzir o consumo de combustível em até 46%, e tanque de combustível de 70 litros.

    Do universo pop ao náutico: uma nova fase de Justin Bieber?

    A afinidade de Justin com embarcações e o universo náutico parece ter crescido. Em 11 de julho de 2025, o cantor surpreendeu os fãs ao lançar o álbum SWAG após um hiato de quatro anos sem um novo álbum de estúdio — o último trabalho havia sido o disco “Justice”, em 2021.

    Videoclipe “YUKON” de Justin Bieber foi gravado em iate personalizado. Foto: YouTube / Justin Bieber (montagem)

    O novo disco inclui a faixa “YUKON”, cujo videoclipe foi gravado em um iate. A embarcação, batizada de SKYLRK — nome da nova marca de roupas de Bieber —, reforça o interesse do artista por esse estilo de vida.

    Videoclipe “YUKON” de Justin Bieber. Foto: YouTube / Justin Bieber / Reprodução

    O elo com o universo náutico também se estende à sua família. Em julho, a influenciadora Hailey Bieber, sua esposa, compartilhou momentos de lazer a bordo de um iate de luxo em Maiorca, na Espanha. O barco também tinha um jet à disposição, mostrando que a paixão por veículos aquáticos é compartilhada.

     


    Seja uma nova fase ou apenas uma coincidência, a presença de Justin com a Sea-Doo reforça a tendência da família de curtir a vida sobre as águas. Para os entusiastas de veículos aquáticos, seis novidades da linha Sea-Doo 2026 poderão ser vistas de perto no São Paulo Boat Show 2025.

     

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      Do convés às profundezas: novo conceito de catamarã elétrico leva submersível de luxo a bordo

      SEAmagine–Brim Explorer combina propulsão sustentável e sistema inédito para lançar submarinos tripulados

      Por: Nicole Leslie -

      Um catamarã capaz de lançar e recolher submersíveis de até nove lugares, operar em modo 100% elétrico e ainda oferecer o conforto de um iate de luxo. Essa é a proposta do SEAmagine–Brim Explorer, conceito revelado nesta terça-feira (9) pela fabricante de submersíveis tripulados SEAmagine, em colaboração com a norueguesa Brim Explorer, especializada em embarcações elétricas.

      Com 24 metros de comprimento (78 pés), o modelo será apresentado oficialmente no Monaco Yacht Show 2025, neste mês de setembro. A novidade promete abrir espaço para um segmento ainda pouco explorado: iates de luxo sustentáveis dedicados à exploração subaquática.

      Foto: YouTube / SEAmagine / Divulgação

      Engenharia e inovação

      Um dos diferenciais está em seu sistema de lançamento e recuperação de submersíveis, que dispensa o uso de guindastes. O resultado é um processo mais rápido e seguro mesmo em mares agitados. No SEAmagine–Brim Explorer, a plataforma de operação fica na popa do convés principal e pode acomodar qualquer modelo da SEAmagine, com capacidade entre 2 e 9 pessoas.

      Foto: YouTube / SEAmagine / Divulgação

      A motorização também impressiona: dois propulsores elétricos de 600 kW alimentados por uma bateria de 2.000 kWh permitem ao catamarã atingir 19 nós (cerca de 35 km/h) de velocidade máxima, com cruzeiro em 8 nós (quase 15 km/h).

       

      No modo totalmente elétrico, a autonomia chega a 150 km. Já na configuração híbrida, pode alcançar cerca de 600 km, ampliando as possibilidades de viagens e expedições.

      Foto: YouTube / SEAmagine / Divulgação

      Conforto e operação

      Projetado tanto para expedições científicas quanto para cruzeiros privados, o SEAmagine–Brim Explorer acomoda até 12 hóspedes em cinco cabines, além de oferecer espaço para uma tripulação de até oito pessoas, incluindo especialistas em mergulho.

       

      A proposta é unir a estrutura técnica de um barco preparado para explorar o fundo do mar com a atmosfera sofisticada de uma boutique flutuante. Entre os destaques estão áreas sociais panorâmicas, infraestrutura para filmagens e pesquisas, além de ambientes de lazer.

      Foto: YouTube / SEAmagine / Divulgação

      O flybridge conta com sofás e bar, ligado ao convés inferior por escadas laterais. Neste, há uma banheira de spa e espreguiçadeiras. As laterais envidraçadas garantem vistas amplas, enquanto o casco em tons escuros reforça a elegância do design.


      Pelas imagens divulgadas, é possível observar que os conveses apresentam largura em formato de pirâmide — maior na base e menor no topo — conectados por escadas duplas em extremidades opostas. Os detalhes internos, porém, ainda não foram revelados.

      Foto: YouTube / SEAmagine / Divulgação

      Impacto no setor

      Para os fundadores, o conceito vai além de um simples barco. Espen Larsen-Hakkebo, CTO da Brim Explorer, disse que o objetivo da colaboração era justamente romper barreiras.

      O objetivo é simples: experiências silenciosas, espetaculares e sustentáveis – acima e abaixo da água– compartilhou

      Foto: YouTube / SEAmagine / Divulgação

      O projeto reflete a tendência crescente no mercado de desenvolver embarcações sustentáveis, com soluções elétricas e híbridas e, além disso, ainda sinaliza uma nova categoria de iates voltados não apenas ao lazer e ao turismo, mas também à exploração científica dos oceanos.

       

      O SEAmagine–Brim Explorer, portanto, aponta para um futuro em que tecnologia, sustentabilidade e luxo navegam lado a lado — sem deixar o meio ambiente de fora.

       

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        É do Brasil! Conheça o barco em que Gisele Bündchen recebeu filha de Trump

        Modelo foi flagrada ao lado de Ivanka Trump a bordo de uma Schaefer V44, lancha que estará no São Paulo Boat Show 2025

        Ao que tudo indica, Gisele Bündchen têm aproveitado bastante os dias de sol em Miami a bordo de sua Schaefer V44. No mais recente dos flagras, feito na última segunda-feira (8), a modelo foi vista a bordo acompanhada de Ivanka Trump, filha de Donald Trump.

        A embarcação, do estaleiro catarinense Schaefer Yachts, proporcionou um momento de lazer luxuoso à dupla sobre águas cristalinas da Magic City. Joaquim Valente, namorado de Gisele, e sua filha Vivian Lake (de seu primeiro casamento, com Tom Brady), também estavam presentes, junto de Arabella Rose, primogênita de Ivanka — e neta de Trump.

         

         

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        Assim como Gisele, a Schaefer V44 estende o seu sucesso para além do território brasileiro. Não à toa, Valente, que é instrutor de jiu-jítsu na Flórida, foi quem escolheu o modelo para ser o mais novo barco da família, ainda no início deste ano, a tempo de celebrar a chegada do primeiro filho do casal (e terceiro da modelo), River.

        Foto: Instagram @schaeferyachts.us / @giselebundchenonline / Reprodução

        O lutador também teria intermediado a amizade entre Gisele e Ivanka, quando a filha do presidente dos Estados Unidos passou a praticar a modalidade em sua academia na Flórida.

        Conheça a Schaefer V44, barco de Gisele Bündchen

        Projetada especialmente para o mercado americano, cujos usuários apreciam lanchas de passeio estilo retrô, com proa reta, console de pilotagem central e motores de popa, a V44 segue a trajetória de sucesso de sua antecessora V33, lançada em 2020.

        Foto: Ito Cornelsen/Divulgação

        Com 13,61 metros de comprimento (44,8 pés) e 4,17 metros de boca, essa walk around nasceu com os avanços da indústria náutica de ponta no mundo, começando pela tripla motorização de popa de 400 hp cada — que pode chegar a uma trinca de 600 hp cada.

         

        Embora vista com cinco pessoas a bordo no passeio de Gisele, a V44 leva até 14, sendo que quatro passageiros podem pernoitar. Veja outro momento da modelo flagrada aproveitando o barco:

         

         

        A lancha ainda oferece recursos extras para as horas em que o barco fica parado, como a criação de duas varandas laterais (beach clubs ou open decks), que aumentam a largura do cockpit em 1,35 metros — a boca máxima do barco salta para 5,52 metros, resultando em mais espaços tanto para a circulação como para a colocação de itens adicionais de conforto, como cadeiras de sol.

        Foto: Ito Cornelsen / Divulgação

        Atrás do posto central de pilotagem fica um grande móvel gourmet, equipado com grill elétrico, caixa térmica e cuba, além da indispensável lixeira na lateral a boreste. Na parte vertical fica uma geladeira elétrica, um armário e uma máquina de gelo. Acima, como item de série, há uma TV de 43 polegadas, de acionamento elétrico.


        Há também uma cozinha completa a bombordo da cabine, com fogão elétrico de duas bocas, forno de micro-ondas, geladeira e pia com cuba profunda. Na proa, onde Gisele, Ivanka e as crianças foram vistas tomando sol, há o clássico sofá em V conversível em uma cama de casal. À meia-nau, debaixo do cockpit, fica o segundo camarote aberto, com duas boas camas de solteiro.

        Schaefer V44. Foto: Ito Cornelsen / Divulgação

        A Schaefer V44, lancha brasileira de Gisele Bündchen, poderá ser vista de perto durante o São Paulo Boat Show 2025, junto da Schaefer 600, mais recente lançamento da marca. O salão náutico acontece no São Paulo Expo, de 18 a 23 de setembro.

         

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          Após acidente na Alemanha, time brasileiro do SailGP volta às águas nesta sexta-feira

          Em busca de um recomeço, equipe vai à Saint Tropez, na França, para a 9ª etapa da disputa

          Representando o Brasil no SailGP, a equipe Mubadala vai à Saint Tropez, na França, para o ROCKWOOL France Sail Grand Prix, que acontece nesta sexta-feira (12) e no sábado (13). Sobre as águas da Costa Azul, mais do que competir pela 9ª etapa da disputa, o time brasileiro busca por um recomeço.

          Estreante na competição, tida como a “Fórmula 1 dos barcos”, a equipe vinha, ao longo de sete etapas, conquistando uma evolução admirável sob os comandos da campeã olímpica Martine Grael — a primeira mulher na história da disputa a assumir o posto de capitã. Um acidente na Alemanha, contudo, pegou a equipe de surpresa.

           

           

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          As imagens impactantes mostram o exato momento em que o catamarã F50 sofre o choque. Boa parte da estrutura foi danificada após um mergulho de proa de alto impacto, durante um treinamento para Germany Sail Grand Prix, em Sassnitz, pela 8ª etapa da competição. O acidente resultou na não participação da equipe brasileira.

          Em Sassnitz, nosso foco seria manter a evolução e buscar posições ainda mais altas. Agora, em Saint-Tropez, o foco será recomeçar de onde paramos– explica Martine

          Martine Grael, à frente da equipe do Brasil, é 1ª mulher na história do SailGP a assumir o posto de capitã. Foto: Instagram @mubadalabrasailgp / Reprodução

          Antes do imprevisto, a equipe finalizou a etapa de Portsmouth, anterior à Sassnitz, em nono lugar geral, à frente de equipes como França e Alemanha. Para recuperar o desempenho e confirmar presença em Saint Tropez, a recuperação rápida do catamarã F50 — que pode atingir os 100 km/h e “voar sobre as águas” — foi essencial.

          Ficamos impressionados com a rapidez e a eficiência com que a liga e o SailGP Technologies concluíram os reparos e atualizações do nosso barco– destacou Alan Adler, CEO do Mubadala Brazil SailGP Team


          9ª etapa do SailGP: onde assistir

          • BandSports: ao vivo, das 8h30 às 10h de sexta-feira (12) e das 7h30 às 9h de sábado (13);
          • SporTV 3: em VT na segunda-feira (15/09), às 18h, com transmissão dos dois dias de disputas na sequência.

          Próximas etapas

          Após desbravar as águas da França, o SailGP continuará sua jornada por diversos locais icônicos do mundo. A liga seguirá para Genebra, na Suíça, nos dias 20 e 21 de setembro, seguido de Cádiz, na Espanha, nos dias 4 e 5 de outubro, e encerrará a temporada em Abu Dhabi nos dias 29 e 30 de novembro.

           

          Em 2026, o SailGP fará sua estreia na América do Sul no Brasil, sobre as águas do Rio de Janeiro, nos dias 11 e 12 de abril.

          Foto: Instagram @mubadalabrasailgp / Reprodução

          As regatas, conhecidas pela alta intensidade, acontecem próximas à costa e atualmente reúnem 12 equipes que competem em catamarãs F50 idênticos.

           

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            Virada Náutica 2025 oferece experiências exclusivas na Represa de Guarapiranga

            Programação acontece nos dias 20 e 21 de setembro e algumas atividades exigem inscrição prévia

            Por: Nicole Leslie -

            A zona sul de São Paulo será transformada em um refúgio de lazer e esportes ao ar livre por um final de semana inteiro. Isso porque nos dias 20 e 21 de setembro, a Represa de Guarapiranga será palco da Virada Náutica 2025, evento que integra a 18ª edição da Virada Esportiva, realizada pela Prefeitura de São Paulo.

            Durante os dois dias, seis pontos estratégicos da represa receberão atrações para todas as idades, que vão de passeios náuticos e oficinas esportivas até recreação infantil e bungee jump. Embora a maioria das experiências seja aberta ao público, algumas exigem inscrição prévia.

            Foto: Virada Náutica / Divulgação

            No sábado (20), o Encontro Paulista de Jets — exclusivo para quem possui embarcação — começa às 10h na Marina Fibramar (Rua Valentim Ramos Delano, 111), mediante inscrição pelo site oficial. Já no domingo (21), também às 10h na Marina Fibramar, acontece o passeio náutico de embarcações, reunindo proprietários que desejam explorar a represa em grupo (e que também realizarem a inscrição com antecedência).

            Banana boat. Foto: Virada Náutica / Divulgação

            No mais, a programação geral acontece das 9h às 17h, com diferentes atividades espalhadas pela região:

            • Parque Praia do Sol (Av. Atlântica, 3540): bungee jump, espaço infantil, área de praia, passeios de jet (como garupa), oficinas de esportes náuticos e passeios turísticos de barco;
            • Clube Náutico Guarapiranga (Av. dos Funcionários Públicos, 2501): banana boat, oficinas esportivas, bungee jump e recreação para crianças;
            • Marina Riviera (R. Durval Soares da Silva, 464): área de praia, passeios de jet e atividades infantis;
            • Marina Pera Náutica (R. Valentim Ramos Delano, 151): oficinas e workshops de iatismo e vela.

            Mais do que um festival de esportes, a Virada Náutica 2025 se firma como uma oportunidade para viver a represa de forma inédita, seja em família, com amigos ou até mesmo a bordo da própria embarcação.

             

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              Incorporada à Força em 24 de abril, embarcação carrega sistemas inteligentes, misseis, canhões e outros armamentos

              Linha completa renovada e lançamento: veja o que a Fibrafort prepara para o Boat Show em SP

              Estaleiro reunirá 12 lanchas em seu estande durante o salão, que acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo

              Quem já visitou o São Paulo Boat Show, sabe: a Fibrafort não economiza nos modelos expostos — e neste ano não será diferente. A marca prepara nada menos que 12 lanchas para o evento, que vão estrear renovadas na linha Chrome. Entre elas estará um lançamento exclusivo, ainda mantido em sigilo.

              Cada detalhe dos barcos, que vão dos 21 aos 42 pés, poderão ser vistos de perto de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo.

              É o maior evento náutico do Brasil. É onde a gente lança nossas tendências– destaca Bárbara Martendal, diretora de negócios da Fibrafort

              Foi justamente no São Paulo Boat Show que o estaleiro lançou, em 2024, sua primeira lancha da linha Chrome, a Focker 262 GTO.

              Focker 262 GTO, lançada durante o São Paulo Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

              O modelo, que segue tendências mundiais, apresenta interiores que combinam nuances da cor principal (neste caso, o cinza) com azul, buscando uma harmonização que envolve desde o EVA do piso até o estofamento.

              Interior da Focker 262 GTO, com detalhes exclusivos. Foto: Revista Náutica

              A linha, aliás, se destaca pelo acabamento diferenciado e estofamento de design exclusivo — características que, agora, estarão nos demais barcos do amplo portfólio do estaleiro catarinense.

              Foto: Revista Náutica
              Foto: Revista Náutica

              A Focker 262 GTO Chrome é apenas um dos modelos confirmados para a 28ª edição do São Paulo Boat Show. Ao lado dela estarão as lanchas 212 Chrome, 242 GTO Chrome, 272 GTC, 272 GTO, 300 GTS, 333 Chrome, 366 GTS, 370 GTX, 388 Gran Turismo, F 420 Gran Coupé e um outro lançamento misterioso.

               

              A marca, em colaboração com a Yamaha, ainda vai sortear uma Focker 188 Joy equipada com motor de popa no último dia do São Paulo Boat Show. Confira:

               

               

              São Paulo Boat Show 2025

              A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

               

              Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

              Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

              Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

               

              A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

               

              Anote aí!

              SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

              Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
              Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
              Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
              Mais informações: no site do evento
              Ingressos: site oficial de vendas

               

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                Novidade em dose dupla: novas lanchas da Wellcraft estarão no São Paulo Boat Show

                Além de dois lançamentos, estaleiro apresentará um mesmo modelo com duas motorizações distintas. Evento acontece de 18 a 23 de setembro

                Por: Nicole Leslie -
                10/09/2025

                A Wellcraft promete movimentar o São Paulo Boat Show 2025 com embarcações que unem DNA de pesca, lazer e design inteligente. Ao todo, serão quatro modelos: dois lançamentos e uma mesma lancha em duas versões distintas — uma verdadeira vitrine da versatilidade que se tornou marca registrada do estaleiro.

                As novidades são as novas Wellcraft 200 e Wellcraft 280. Ao lado delas, estarão duas unidades da Wellcraft 320, equipadas com motorizações diferentes, para mostrar aos visitantes como o mesmo barco pode entregar experiências distintas na água.

                Wellcraft 280 tem detalhes pensados para a pesca. Foto: Wellcraft / Divulgação

                Nascida no segmento fishing, a Wellcraft conquistou espaço justamente por manter o center-console como identidade. Mas, como explica Fabio Bisolatto — o “Fabinho”, sócio-diretor da marca —, a tendência atual pede barcos que sejam tão funcionais para a pesca quanto para passeios em família.

                Wellcraft 200

                Com 6,1 metros (20 pés), a Wellcraft 200 chega como a menor da linha, mas não abre mão de robustez. O casco laminado em Hand Lay-Up e o espelho de popa, com garantia vitalícia, permitem instalar motores de 150 a 200 hp.

                Wellcraft 200. Foto: Ilustração Wellcraft / Divulgação

                O barco aposta na versatilidade: cabe bem tanto em um dia de pesca quanto em passeios e esportes aquáticos. O banco do piloto tem encosto escamoteável, que pode virar para a popa, onde fica um sofá amplo. A proa tem sofá em “U” que privilegia a pesca. O barco também oferece conforto com chuveirinho de água doce, porta-luvas e armários.

                Wellcraft 280

                Destaque do estaleiro no salão, a Wellcraft 280 (8,55 metros) mira um nicho específico: o pescador exigente que também busca conforto. O casco é construído por infusão a vácuo, que garante leveza, resistência e maior durabilidade. O espelho de popa também tem garantia vitalícia.

                Wellcraft 280. Foto: Wellcraft / Divulgação

                O convés amplo foi pensado para equilibrar pesca e lazer, com banheiro equipado (vaso elétrico, pia e torneira com água doce) e mais de 50 acessórios de série. Para enfrentar as ondas, a motorização recomendada é dupla, entre 200 e 300 hp.

                Estrutura da Wellcraft 280 em construção. Foto: Wellcraft / Divulgação

                Wellcraft 320

                Com 9,85 metros (32 pés), a Wellcraft 320 é a maior da família e combina espaço com tecnologia. O casco segue o mesmo padrão construtivo da 280 e foi projetado para oferecer estabilidade e fácil acesso às áreas estratégicas para pesca.

                Wellcraft 320. Foto: Wellcraft / Divulgação

                O modelo chega ao salão náutico paulista em duas versões: uma com parelha de 300 hp, outra com trinca de 300 hp. Assim, o visitante poderá ver, na prática, como diferentes propulsores transformam a experiência e também o visual da embarcação.


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                Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

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                Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                Mais informações: no site do evento
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                  Potencial oculto no Pacífico: cientistas descobrem campo hidrotermal gigante

                  Local libera hidrogênio em grandes quantidades e tem explosão que equivale a bilhões de toneladas de TNT

                  Por: Nicole Leslie -

                  Um achado recente no Oceano Pacífico pode mudar a forma como entendemos o potencial energético do planeta. A cerca de 4.300 metros de profundidade, pesquisadores chineses descobriram um campo hidrotermal colossal próximo à Fossa de Mussau e o nomearam de Kunlun. O local chamou a atenção por liberar grandes quantidades de hidrogênio.

                  O que viria a se tornar a primeira parte do estudo foi publicada em agosto na revista Science Advances. Na ocasião, a pesquisa feita por cientistas do Instituto de Oceanologia da Academia Chinesa de Ciências (IOCAS) apresentou esse sistema inédito encontrado nas profundezas do Pacífico.

                  (A) Locais de enxame de tubos hidrotermais (caixa amarela). (B) 20 tubos hidrotermais identificados em um planalto de 50 a 80 km da Fossa Mussau (círculos brancos). (C) Mapa de tubo oval de 1 km de comprimento e 600 metros de largura. Foto: Revista Science Advances / Divulgação

                  São 20 enormes crateras circulares ou ovais, com até 1,8 km de diâmetro e 130 metros de profundidade, que lembram tubos de kimberlito — formações geológicas de origem vulcânica e fonte primária de diamantes. Nesse caso, porém, o destaque é o hidrogênio resultante e não o minério.

                   

                  Movidos pela curiosidade por trás dessa formação, os cientistas mergulharam com o Veículo Operado Remotamente (ROV) Fendouzhe novamente para um novo estudo, este publicado em 5 de setembro na mesma revista científica.

                  (D) Poços pequenos encontrados nas profundezas dos tubos maiores. (E) Imagem aponta de onde fluido hidrotermal era ventilado a partir de crateras. (F) Imagem ao redor de tubo observado no estudo, com vários organismos vivos. Foto: Revista Science Advances / Divulgação

                  A pesquisa revelou altas concentrações de gás hidrogênio em fluidos que jorram dos tubos de Kunlun. O processo que explica esse fenômeno é a serpentinização: quando a água do mar se infiltra em fraturas da crosta terrestre e reage com rochas do manto, formando novos minerais e liberando hidrogênio.

                   

                  Os cientistas calcularam que o Kunlun corresponde, sozinho, por cerca de 5% do hidrogênio liberado anualmente nos oceanos do mundo. Isso o torna o maior campo hidrotermal desse tipo já identificado no planeta.

                  Ilustração representa ecossistema observado em localidades próximas dos tubos de Kunlun. Foto: Revista Science Advances / Divulgação

                  Além da dimensão energética, o local também chama atenção pelo ecossistema ativo próximo a ele, apesar da distância da luz. Por lá foram observados camarões, lagostas, anêmonas, peixes e até vermes tubícolas, que se aproveitam das fontes de calor e nutrientes que emergem na região.


                  A segunda parte da pesquisa também revelou como essas estruturas se formaram. Os cientistas concluíram que bilhões de toneladas de hidrogênio foram produzidos por serpentinização e ficaram aprisionados em fraturas profundas, seladas por lama e carbonato, e que parte desse gás acabou se misturando ao oxigênio da água do mar que circula pelo subsolo.

                  Ilustração representa processo que leva a explosões de hidrogênio nos tubos de Kunlun. (A e B) Água com alto teor de oxigênio afunda na litosfera e é aquecida, liberando oxigênio molecular devido à diminuição da solubilidade. (C e D) O hidrogênio formado nas profundezas do manto migra para cima e se mistura com o oxigênio. (E e F) Explosões ocorrem mais provavelmente ao longo da frente de mistura quando a pressão e temperatura atingem o ponto crítico. Foto: Revista Science Advances / Divulgação

                  O resultado é explosivo — e comparável a um barril de pólvora submarino. Quando a pressão se torna grande demais, a mistura de gases explode com uma energia equivalente a bilhões de toneladas de TNT, abrindo crateras gigantes no leito oceânico. Sismômetros instalados na região registraram mais de 800 pequenos tremores em apenas 28 dias, sinais de que o processo segue ativo até hoje.

                   

                  Os cientistas destacam que o Kunlun amplia o conhecimento sobre os processos geológicos do planeta e pode ajudar a entender o potencial energético e os riscos ligados a reservas naturais de hidrogênio escondidas no fundo do mar.

                   

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                    Lançamento! Azov estreará lancha cabinada de 29 pés no São Paulo Boat Show 2025

                    Estaleiro pernambucano ainda apresentará projeto virtual da próxima novidade, a Z420HT. Evento acontece de 18 a 23 de setembro

                    Melhor do que uma, só duas novidades! É o que a Azov Yachts prepara para o São Paulo Boat Show 2025 com o lançamento oficial da lancha Z290, que terá direito a coquetel de apresentação e um brinde especial: a projeção da Z420HT, próximo debute da marca.

                    O estaleiro afirma que a Z290 chega com um “projeto ousado, com design esportivo e um exímio acabamento” — detalhes que poderão ser conferidos de perto no salão de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo.

                    Azov Z290. Foto: Azov/ Divulgação

                    Através das redes sociais, Carlos Avelar, CEO da empresa, revelou que, além da cabinada, o modelo terá uma versão open, ambas com 9 metros de comprimento e 3,8 metros de boca. “Extremamente expressiva”, como definiu Avelar, a largura do barco deve entregar estabilidade, segurança, conforto e navegabilidade.

                    Ela realmente ficou muito diferente do que o mercado hoje entrega– detalhou Carlos Avelar

                    Parte interna da lancha Azov Z290. Foto: Azov/ Divulgação

                    O coquetel de apresentação da Z290 acontecerá no estande da Azov, em 19 de setembro, segundo dia do São Paulo Boat Show 2025. Na mesma data, o público poderá conferir em primeira mão a projeção virtual da Z420HT, próximo lançamento da marca.

                    Azov Z420HT, projeto que será apresentado virtualmente no São Paulo Boat Show 2025. Foto: Azov/ Divulgação

                    Além das duas novidades, outras três lanchas da Azov estarão no evento: Z380 OpenZ260 Open e Z480HT — as duas últimas, ja testadas por NÁUTICA.


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                    Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

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                      Homem ao mar! O que fazer em situações de risco e cuidados para não cair na água

                      Saiba o passo a passo dos procedimentos mais adequados. Nesse cenário, agilidade é crucial

                      Por: Redação -

                      Ter um membro da embarcação na água, certamente, é uma situação grave e aflitiva, embora não aconteça com tanta frequência. Mas, quando ocorre de um tripulante cair do barco, o processo correto pode significar a diferença entre resgatá-lo ou perdê-lo. Nesse cenário, o mais importante é a rapidez.

                      O ser humano pode sobreviver na água fria por pouco tempo, devido aos efeitos da hipotermia. Por sorte, no Brasil as águas não são extremamente geladas. Mas, localizar uma pessoa na imensidão do oceano nem sempre é fácil, especialmente à noite.

                       

                      Segundo estatísticas da Guarda Costeira Americana, cerca de 70% das pessoas que caem de um barco no mar e não são resgatadas na primeira tentativa não costumam serem encontradas com vida. Por isso, é de extrema importância saber o passo a passo correto do que fazer ao ouvir alguém gritar “homem ao mar!”

                      Quatro passos para resgatar um tripulante no mar

                      1° Localização

                      A pessoa que perceber o acidente deve gritar, imediatamente, para alertar a tripulação e parar o barco. Ao mesmo tempo, deve grudar os olhos na vítima, não desgrudando dela, enquanto pede que alguém forneça algo flutuante para ser lançado em sua direção (defensa ou boia, por exemplo).

                       

                      Deve-se, também, acionar o botão MOB (Man Overboard) do GPS, para gravar o ponto exato da queda. Nunca se deve perder o náufrago de vista.

                      Foto: Envato / rawf8

                      2° Retorno

                      Evite que a embarcação se afaste do local da queda. Pare o barco, mude o rumo e se aproxime da vítima. Num barco a motor, isso deve ser feito com uma curva de 180° no sentido oposto. Nunca engate a ré, por causa dos hélices na vítima.

                       

                      Em um veleiro, guine rapidamente para barlavento (lado exposto ao vento), cambe e volte ao local da queda, manobrando para se aproximar do náufrago numa orça apertada, para poder controlar a velocidade da embarcação.

                      3° Aproximação

                      Posicione o barco a barlavento da vítima, deixando-a a sotavento (lado protegido do vento). Isso irá protegê-la dos ventos e das ondas e evitará que o barco derive na direção oposta.

                       

                      Quando estiver perto, folgue as velas ou desengate o motor, e lance um longo cabo flutuante para a vítima o agarrar e, assim, ser puxada para a embarcação. Caso isso não seja possível, deixe que os próprios ventos e a correnteza façam o barco derivar lentamente na direção desejada.

                      4° Resgate

                      Com a vítima no costado, puxe-a para bordo. Se ela não conseguir usar a escadinha, use um cabo com nós intercalados, que imitem uma. Use também o bote de apoio como plataforma ou, se estiver num veleiro, uma adriça com um lais de guia na ponta, no qual a vítima poderá encaixar o pé para ser içada por alguém nas catracas.

                       

                      Importante: só pule na água (com colete salva-vidas e amarrado ao barco) se a vítima estiver ferida, desmaiada ou se afogando.


                      Cuidados para não cair na água:

                      • Nunca fique em pé ou trabalhe no convés sem segurar em algo fixo. Lembre-se do ditado náutico que diz: “Uma mão para mim, outra para o barco”.
                      • Atenção redobrada nas manobras mais bruscas, como curvas acentuadas ou jibes. O timoneiro deve sempre avisar a tripulação quando for realizar uma manobra desse tipo.
                      • Evite fazer xixi na borda do casco ou na plataforma de popa, porque qualquer movimento mais brusco pode derrubá-lo na água. Isso é válido para todos, inclusive para os homens, que devem preferir sempre usar o vaso sanitário.
                      • Navegando com mau tempo, à noite, ou em solitário, ninguém a bordo deve ficar no convés sem colete salva-vidas ligado a um cabo que vá da proa à popa, ou sem estar amarrado ao barco.
                      • Tenha ao alcance das mãos, no convés, itens que possam ajudar caso alguém caia na água: boia salva-vidas, lanternas, cabos flutuantes e boias especiais com bandeiras ou luzes para marcar o local de uma queda.
                      • Faça periodicamente a manutenção das grades de proteção, do guarda-mancebo e do piso antiderrapante do seu barco.

                      Com estas dicas em mente, você estará preparado para agir e pensar de forma correta e rápida em situações de homem na água.

                       

                      Náutica Responde

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                        Por: Nicole Leslie -
                        09/09/2025

                        Espaço, elegância e ousadia são os pilares do novo modelo revelado pela Extra Yachts: o X145 Global. Com 144 pés (44 metros de comprimento), o superiate foi concebido para otimizar cada metro quadrado, rompendo com os padrões tradicionais de distribuição de ambientes em embarcações de luxo.

                        Apresentado pelo estaleiro italiano que integra o grupo Palumbo Superyachts na última quinta-feira (4), o modelo impressiona já pelo exterior: cinco deques estrategicamente divididos compõem sua silhueta robusta e ao mesmo tempo sofisticada.

                        Foto: Extra Yachts / Divulgação

                        No convés principal, onde em outros superiates costuma reinar a área social, o X145 Global inova ao reservar o espaço para as cinco cabines de hóspedes. O espaço aproveita toda a boca da embarcação (9,1 metros), garantindo conforto e privacidade incomuns.

                        Suíte máster. Foto: Extra Yachts / Divulgação
                        Área de banheiro da suíte privativa. Foto: Extra Yachts / Divulgação

                        O proprietário que chamar um X145 Global de seu desfrutará de ainda mais exclusividade. Isso porque a suíte máster ocupa o segundo deque mais alto, com quarto, banheiro, closet e até um terraço particular a poucos passos.

                        Mesa para refeições. Foto: Extra Yachts / Divulgação
                        Deque do lounge tem espaços para lazer equipado com sofás e poltronas. Foto: Extra Yachts / Divulgação

                        No topo, o deque panorâmico se transforma em um grande lounge de convivência, pensado para refeições e lazer, com vista livre de 360°.

                        Ao topo, deque de área comum. Abaixo, “andar” privativo do proprietário. Foto: Extra Yachts / Divulgação

                        Já no nível do mar, está um dos pontos fortes do projeto: o beach-club de 80 m², equipado com plataformas dobráveis que ampliam o espaço e conectam os convidados diretamente à água.

                        Foto: Extra Yachts / Divulgação

                        O deque inferior foi desenhado com foco na tripulação de até oito pessoas. São quatro cabines duplas com banheiros privativos, além de uma cozinha profissional. A planta ainda permite incluir uma academia, que vem como cômodo opcional.


                        Na popa do convés principal, uma garagem permite abrigar um bote de 8,5 metros, barco de resgate, dois jets e uma coleção de brinquedos náuticos.

                        Foto: Extra Yachts / Divulgação

                        A assinatura do design externo vem do italiano Agon Studio, que combinou uma proa vertical imponente com um casco de aço de linhas limpas e amuradas baixas. Já os interiores foram desenhados pelo Hot Lab, de Milão, que apostou em paredes de vidro, layout aberto e geometrias suaves para um visual mais clean. O resultado são espaços banhados de luz natural, que convidam a contemplar o mar sem esforço.

                        Foto: Extra Yachts / Divulgação

                        Apesar de todo o estilo, o X145 Global foi desenhado para ser um iate explorador. Seu tanque de 50 mil litros garante autonomia de 4 mil milhas náuticas (aproximadamente 7,4 mil km) a 10 nós (cerca de 18 km/h), permitindo travessias oceânicas sem escalas.

                         

                        Para movimentar tudo isso, o modelo vem equipado com dois motores Caterpillar C32 ACERT, capazes de levar o superiate a cruzeiros longos com segurança e desempenho. Veja mais fotos!

                        Foto: Extra Yachts / Divulgação
                        Foto: Extra Yachts / Divulgação
                        Foto: Extra Yachts / Divulgação
                        Foto: Extra Yachts / Divulgação
                        Foto: Extra Yachts / Divulgação
                        Foto: Extra Yachts / Divulgação

                         

                        Náutica Responde

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                          Nova 37 pés da Real Powerboats será apresentada no São Paulo Boat Show 2025

                          Estaleiro levará oito lanchas ao salão, incluindo a recém-lançada Real 42 Cabriolet. Confira!

                          A Real Powerboats é mais um grande estaleiro confirmado no São Paulo Boat Show 2025, maior salão náutico da América Latina. Para o evento, a marca reservou oito lanchas, que vão dos 27 aos 42 pés. Nesse cardápio, os destaques são a nova Real 37, que será revelada com exclusividade, e a Real 42 Cabriolet, lançada em abril deste ano.

                          A 28ª edição do São Paulo Boat Show acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo, e será o primeiro grande palco da Real 37, lançamento da Real Powerboats. Embora ainda sem informações divulgadas, a lancha chega como mais uma opção no extenso portfólio da marca.

                          Pequeno spoiler da Real 37 divulgado pelo estaleiro. Foto: Instagram @realpowerboatsoficial / Reprodução

                          Além da nova 37, outro modelo que promete atrair olhares durante o São Paulo Boat Show 2025 é a Real 42 Cabriolet, lançada no Rio Boat Show deste ano. Também chamada de Real 42 C, a lancha tem como principal atributo um solário para três pessoas na popa, posicionado estrategicamente acima dos motores para não roubar o espaço de convivência nesta área do barco.

                          A Real 42 Cabriolet foi lançada durante o Rio Boat Show 2025, que aconteceu em abril. Foto: Real Powerboats / Divulgação

                          Nas palavras de Paulo Thadeu, presidente do estaleiro, a sacada garante ao proprietário o “melhor dos dois mundos”, uma vez que a lancha não perde espaço e ganha um motor bastante vantajoso, uma vez que a motorização de popa gera um consumo cerca de 30% menor do que a de centro — além de ter uma manutenção mais barata.

                          Solário acima da motorização de popa visa aproveitar a área de convivência na embarcação. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica

                          No estande da Real no São Paulo Boat Show 2025 juntam-se às novidades os modelos Real 40 Luxury, Real 35 Cabriolet, Real 34 Cabriolet, Real 285 Special Deck e Real 270.

                          São Paulo Boat Show 2025

                          A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                           

                          Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                          Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                          Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                           

                          A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                           

                          Anote aí!

                          SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                          Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                          Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                          Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                          Mais informações: no site do evento
                          Ingressos: site oficial de vendas

                           

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                            Quanto vale o show? Vídeo mostra raia ameaçada sendo capturada nos EUA para parque aquático

                            Animal é protegido por lei na Flórida, mas apreensão teve licença especial. Registro gerou revolta e pedido de mudanças legislativas. Assista!

                            Listada globalmente como ameaçada de extinção, uma raia-manta foi capturada por um grupo de cinco homens nas águas da Flórida, nos Estados Unidos, e o momento foi gravado. Por lá, embora a espécie seja protegida por lei, uma licença especial foi concedida para que o SeaWorld Abu Dhabi tivesse a posse do animal. O ocorrido gerou revolta entre ambientalistas e culminou numa coalizão bipartidária de legisladores por mudanças.

                            O momento em que a raia-manta (Mobula birostris) é retirada de seu habitat por uma rede e içada para dentro da embarcação do grupo foi registrado por Denis Richard, fundador e CEO da Water Planet USA (empresa que oferece passeios de observação de golfinhos), em julho. Durante o vídeo, é possível ouvi-lo dizer “deixem-na ir” e “vocês deveriam ter vergonha na cara.” Veja:

                             

                             

                            Segundo informações do Tampa Bay Times, que repercutiu o fato na última terça-feira (2), a Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida (FWC, na sigla em inglês) confirmou que emitiu uma licença especial para capturar a raia para o SeaWorld Abu Dhabi, que se intitula como “o maior parque temático de vida marinha coberto do mundo”.

                             

                            A revolta perante a captura não é à toa. Além de estarem na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), as raias-manta têm um processo de reprodução caracterizado como lento. Para se ter uma ideia, o animal vive cerca de 45 anos e pode ter entre quatro e sete filhos ao longo da jornada.

                            Uma raia-manta pode atingir até 9 metros de comprimento. Foto: Haveseen / Envato

                            A baixa taxa de reprodução, por si só, torna a espécie extremamente vulnerável. Somado a isso, a sobrepesca, as mudanças no ambiente marinho e acidentes com redes de pesca e hélices de barcos agravam ainda mais o cenário.

                            Coalizão bipartidária exige mudanças

                            Frente a esse cenário, uma coalizão bipartidária de legisladores estaduais e federais da Flórida está agora pedindo por mudanças. Conforme divulgou o Tampa Bay Times, membros do Congresso, da Câmara e do Senado da Flórida pediram uma ação abrangente da FWC, que concedeu a licença.

                             

                            Os legisladores afirmaram que a Flórida é o único estado que permite a remoção de animais vivos listados na Lei Federal de Espécies Ameaçadas de Extinção para fins comerciais e de entretenimento. Por isso, eles querem suspender quaisquer futuras “licenças de atividades marinhas especiais”.


                            Também pedem que a agência se envolva com cientistas independentes para avaliar a saúde das espécies marinhas protegidas do estado e se comprometa a criar regras para proibir a captura de espécies ameaçadas de extinção.

                             

                            “É particularmente preocupante que esta licença tenha sido concedida sem a participação do público e de uma maneira inconsistente com o próprio legado de conservação marinha da Flórida”, escreveram os legisladores republicanos e democratas na carta de duas páginas que pede a suspensão da licença.

                             

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                              Veleiro Bravura: máquina de solda quebra, mas montagem do casco avança no 6º episódio da série

                              Problema com pregos e preparativos para a virada do casco dão o tom deste capítulo da construção do barco, que levará motores Yanmar

                              A essa altura do campeonato, não é qualquer imprevisto que fará Angelo Guedes desistir de produzir o seu sonhado barco. Agora, o construtor amador precisa, mais do que nunca, contornar problemas — e você acompanha tudo no 6º episódio deConstrução do Veleiro Bravura” , que estreia nesta terça (09), às 20h, no Canal Náutica do YouTube.

                              Máquinas começam a quebrar, os materiais precisam ser adaptados, mas o projeto deixar de ser embrionário para ganhar mais cara de barco.

                               

                              Mas como não é só de perrengues que se vive, Angelo também consegue dar longos passos a caminho do lançamento do barco a vela, que será motorizado por Yanmar. O novo episódio dessa jornada deixa nítido os avanços na produção do Bravura — que reproduzirá o modelo Kiribati 36.

                               

                               

                              O maior exemplo deste avanço é o casco, cada vez mais fechado. Num processo incansável de colocar a placa de alumínio, envergar e soldar (e assim sucessivamente, várias vezes), uma das partes mais nobres do Bravura ganha corpo. Detalhe: a solda tem que ser feita tanto do lado interno quanto externo da embarcação.

                              Soldagem interna do casco. Foto: Revista Náutica

                              Em meio a placas de alumínio gigantes e correntes pesadas, dessa vez foi um pequeno material que tirou o sono de Angelo: um prego. Durante a montagem do suporte de quilha, o corretor notou que não tinha o haste do tamanho necessário para o projeto. Qual será que foi a solução?

                              Pregos utilizados durante a montagem do suporte de quilha. Foto: Revista Náutica

                              Como nada é desperdiçado, uma viga encontrada na sucata vira um pilar para um momento crucial da construção do barco: a virada do casco. Conforme explica o construtor amador, a viga será fincada num buraco de 1 metro de profundidade, altura ideal para içar a proa.

                              Skeg do veleiro Bravura. Foto: Revista Náutica

                              O skeg do leme já está montado e um dos moldes da quilha estão preenchidos com chumbo. Nem mesmo uma queda de energia e um problema na máquina de solda parou Angelo. Ao que tudo indica, a saga pelo veleiro Bravura só vai terminar sobre a água.


                              Impulsionado pela Yanmar

                              Não que Angelo Guedes precisasse de um incentivo ainda maior para realizar o seu sonho. Mas, com o apoio da fabricante de motores Yanmar, tudo ficou mais fácil — pelo menos no quesito motorização.

                              3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação

                              O equipamento que será o “coração” do Veleiro Bravura é o Yanmar 3JH40, tido como o menor motor marítimo diesel common rail interno do mundo em termos de deslocamento, dimensões e peso.

                               

                              Com 3 cilindros, o motor oferece uma potência de 40mhp, que, segundo a marca, permitirá que novos proprietários de barcos de lazer menores se beneficiem, pela primeira vez, das vantagens de eficiência e desempenho, por conta da tecnologia de injeção de combustível CR gerenciada eletronicamente.

                              3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação

                              De acordo com a Yanmar, a tecnologia common rail do 3JH40 oferece consumo mínimo de combustível e níveis de ruído e emissão excepcionalmente baixos, que resultam numa operação praticamente sem fumaça e odor.

                               

                              O 3JH40 de quatro tempos refrigerado a água é a solução ideal para novas construções e aplicações de repotenciação, especialmente para pequenos barcos a motor, saveiros, embarcações comerciais leves e veleiros monocasco — como é o caso do Bravura.

                              Acompanhe tudo no Canal Náutica do YouTube!

                              Para não perder nenhum episódio dessa épica jornada, inscreva-se no Canal da Náutica no YouTube e ative o sininho. Assim, você sempre será notificado quando um vídeo estrear — não só da “Construção do Veleiro Bravura”, mas também de outras produções NÁUTICA.

                               

                              A série terá episódios novos toda terça-feira, às 20h (horário de Brasília). Embarque nessa aventura com a gente!

                               

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                                Dá para identificar qualquer problema no motor só pela fumaça?

                                Resposta passa por saber distinguir a cor de cada uma delas. Entenda!

                                Por: Redação -

                                O motor é como o coração de um barco, logo, mantê-lo com os cuidados em dia é também manter a embarcação saudável — e isso passa por saber identificar os seus sinais, como a coloração da fumaça.

                                Existem três tipos de fumaça que podem sair do motor: a branca, a cinza e a preta. Destas, apenas uma é inofensiva: a branca. Isso porque ela aparece quando há acúmulo de água no sistema de escapamento, sendo mais frequente no inverno, por causa do frio e da maior umidade.

                                Foto: Envato / lzf

                                Já a cinza (que na verdade é meio azulada), aparece quando o carburador dos motores a gasolina não está bem regulado. Com isso, o desempenho cai e o consumo pode aumentar. Nos motores a diesel, indica que os anéis de vedação do cilindro estão gastos.


                                Mas é a fumaça preta que exige mais atenção. Nos motores de quatro tempos a gasolina, ela reflete alguma deficiência ou falha na vedação do cilindro, queimando o óleo lubrificante. Já nos motores a diesel, aparece quando o aparelho está desregulado ou os bicos injetores, desajustados.

                                 

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                                  Casa em forma de barco projetada por Frank Lloyd Wright está à venda por R$ 11,4 milhões

                                  Imóvel carrega atributos importantes de um dos principais arquitetos do século 20 — mas precisa de reformas. Conheça!

                                  Não é apenas uma casa em formato de barco: é uma casa em formato de barco projetada por Frank Lloyd Wright, eleito o maior arquiteto americano de todos os tempos pelo Instituto Americano de Arquitetos. O projeto, tombado, é chamado de Spring House (ou “Casa Primavera”, em português) e está à venda por R$ 11,4 milhões — embora precise de uma boa reforma.

                                  Construída em 1954, a casa de 180 m² fica em Tallahassee, capital da Flórida, nos Estados Unidos. Seu design curvo é tido por historiadores da arquitetura como uma das fases estilísticas finais e mais raras do emblemático arquiteto estadunidense, que faleceu em 1959, aos 92 anos.

                                  Foto: Nancy O’Brien Sunlight / NAI TALCOR / Divulgação

                                  Não à toa, a obra que foge do comum lhe rendeu um lugar no Registro Nacional de Lugares Históricos em 1979, apenas 25 anos depois de sua construção — fato que agrega ainda mais valor ao imóvel.

                                  Por dentro da casa

                                  A proa evidente e as janelas em forma de escotilhas renderam à casa em formato de barco o apelido de “navio na floresta”, já que também está cercada pela natureza.

                                  Foto: Nancy O’Brien Sunlight / NAI TALCOR / Divulgação

                                  Os espaços são divididos em dois andares, com direito a três quartos. Destaque para a cozinha, banheiros e móveis planejados, incluindo um longo banco da sala de estar e uma mesa de jantar, que são originais.

                                  Foto: Nancy O’Brien Sunlight / NAI TALCOR / Divulgação

                                  Wright ficou conhecido por criar projetos individuais, construídos de acordo com a localização e finalidade. Assim, não surpreende o fato de a Spring House ser rodeada de grandes janelas que agregam ao ambiente uma ampla entrada de iluminação natural.

                                  Foto: Nancy O’Brien Sunlight / NAI TALCOR / Divulgação

                                  A casa é uma verdadeira imersão na floresta — outro atributo forte dos traços de Wright. Isso porque o arquiteto foi uma figura-chave da arquitetura orgânica, que busca promover a harmonia entre a habitação humana e a natureza. Essa pitada especial também está presente nas cores da casa, com tons quentes de amarelo e vermelho.


                                  Uma obra da década de 1950

                                  A Spring House nasceu de um pedido do casal Clifton Lewis e George Lewis II (presidente do Lewis State Bank, o banco mais antigo da Flórida desde 1856), ainda em 1950. Ao que se sabe, a dupla esclareceu que tinha “muitos filhos e pouco dinheiro”.

                                   

                                  Assim, embora Wright tenha concordado em realizar o projeto, ele construiu algo muito menor do que estava acostumado. Afinal, ele assinou projetos icônicos como a Fallingwater e o Monona Terrace Community and Convention Center.

                                  A Fallingwater, ou “Casa da Cascata”, é um museu-casa localizado em Stewart, Pensilvânia (EUA). Foto: Carol M. Highsmith / Wikimedia Commons / Reprodução
                                  Monona Terrace é um centro de convenções às margens do Lago Monona, em Madison, Wisconsin (EUA). Foto: Emery / Wikimedia Commons / Reprodução

                                  Desde que foi entregue, em 1954, a casa em formato de barco permanece na família Lewis, que não parece ter dado à residência os devidos cuidados. Em 2014 o imóvel foi adicionado à lista dos lugares históricos mais ameaçados do país pelo National Trust for Historic Places.

                                  Foto: Nancy O’Brien Sunlight / NAI TALCOR / Divulgação
                                  Foto: Nancy O’Brien Sunlight / NAI TALCOR / Divulgação

                                  Também por isso, o agente imobiliário Brian Proctor, responsável pela venda na NAI Global, não esconde: o próximo proprietário da Spring House terá que lidar com manutenções que foram adiadas, desde pequenos problemas estruturais até uma reforma externa.

                                   

                                  Assim, apesar do atual anúncio de venda, que parte dos US$ 2,1 milhões (cerca de R$ 11,4 milhões na conversão de setembro de 2025), o próximo dono deste imóvel histórico poderá desembolsar valores ainda mais altos.

                                   

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                                    Mota-Engil venceu o leilão na sexta-feira (5). Obra tem investimento estimado em R$ 6,8 bilhões, com aporte público e privado

                                    Por: Nicole Leslie -
                                    08/09/2025

                                    Mais um passo rumo à construção do tão esperado túnel Santos-Guarujá foi dado. Na última sexta-feira (5), a empresa portuguesa Mota-Engil venceu o leilão que disputou o direito de construir e operar o primeiro túnel imerso da América Latina por 30 anos. A obra tem investimento estimado em R$ 6,8 milhões, com aporte público e privado.

                                    O leilão aconteceu na sede da B3, na capital paulista, onde duas empresas com propostas consideradas regulares participaram: a Acciona Concesiones, da Espanha, e a Mota-Engil, de Portugal. A empresa portuguesa foi a vencedora do leilão, com a melhor proposta sobre a contrapartida do poder público para o projeto.

                                    Foto: Governo do Estado de São Paulo / Divulgação

                                    A Mota-Engil Latam Portugal ficará responsável pela construção, operação e manutenção do túnel ao longo de 30 anos de concessão. Segundo Silvio Costa Filho, Ministro de Portos e Artoportos, o canteiro de obras deve ser iniciado já em dezembro.

                                     

                                    Dos R$ 6,8 bilhões estimados para a obra, R$ 5,1 são esperados de recursos públicos e outros R$ 1,7 bilhão da concessionária. Segundo o edital, a construção do túnel Santos-Guarujá deve ser concluída até 2030, para então passar por obras de acesso e entrar em operação.

                                    Silvio Costa Filho posa ao lado de maquete do túnel Santos-Guarujá. Foto: Eduardo Oliveira / Ministério dos Portos e Aeroportos / Divulgação

                                    De acordo com o Ministério dos Portos e Aeroportos, a Mota-Engil tem participação de 32,4% da China Communications Construction Company (CCCC). A empresa chinesa tem expertise na construção de obras submersas, a exemplo do túnel Taihu, considerado o maior da China, que se estende por nada menos que 10,8 km.

                                    Melhorias na mobilidade urbana

                                    Imaginado há mais de 100 anos, o túnel que ligará as cidades de Santos e Guarujá, na Baixada Santista, é um desejo antigo dos caiçaras que prevê muitas melhorias na mobilidade urbana entre as cidades.

                                    Balsa que realiza travessia de veículos entre Santos e Guarujá. Foto: Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística / Divulgação

                                    Atualmente, o trajeto pode ser feito por estrada ou por balsa. Por terra, o veículo enfrenta mais de 40 km de estrada num percurso que leva pelo menos 50 minutos. Com a balsa, que atravessa o Canal do Porto de Santos, o tempo médio é de 18 minutos quando não há congestionamento. Com trânsito, o tempo de espera pode ultrapassar duas horas.

                                    Ilustração projeta imagem do túnel Santos-Guarujá. Foto: Ministério de Portos e Aeroportos / YouTube / Reprodução

                                    Com o túnel Santos-Guarujá, o esperado é que veículos cruzem de uma cidade a outra em simplesmente dois minutos.

                                    Iniciativa resultará em ligação que promete ser rápida e eficaz entre as cidades de Santos e Guarujá, no litoral paulista. Foto: Ministério de Portos e Aeroportos / YouTube / Reprodução

                                    O projeto conta com 1,5 km de extensão, dos quais 870 metros devem ser debaixo d’água. A planta considera ligar a Rua José do Patrocínio, no Macuco, em Santos, à Avenida Santos Dumont, em Vicente de Carvalho, em Guarujá.

                                    Tecnologia inédita no Brasil

                                    Apesar da ideia centenária, a construção não será nada arcaica. A obra contará com uma tecnologia ainda inédita no Brasil já presente em obras internacionais na Ásia e na Europa, que utiliza peças pré-moldadas em docas secas.

                                    Ilustração representa processo dos moldes sendo colocados na posição final, no Canal do Porto de Santos. Foto: Ministério de Portos e Aeroportos / YouTube / Reprodução

                                    Basicamente, o túnel será feito a partir de módulos de concreto construídos em terra que, após um protocolo de testes, serão rebocados pelo Canal do Porto de Santos e afundados diretamente no local onde deverão ficar.

                                    Projeto do túnel Santos-Guarujá considera trecho por baixo do Canal do Porto de Santos, por onde os navios passam para acessar o Porto de Santos. Foto: Ministério de Portos e Aeroportos / YouTube / Reprodução

                                    Com o uso de bombas que tiram a água dos módulos, as peças serão fixadas debaixo d’água. Acima delas, virá uma camada de pedras que evitará impactos da movimentação dos navios diretamente na estrutura.

                                    Como será o túnel?

                                    O túnel Santos-Guarujá contará com três faixas de tráfego sentido ida e outras três sentido volta, ciclovia, passagem de pedestres e um espaço reservado para o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) — um tipo de transporte público que promete ser implementado no futuro.


                                    O espaço também será equipado com sistemas de monitoramento em tempo real, mecanismos de segurança e controle inteligente de tráfego. Além de otimizar a mobilidade urbana entre as cidades, a iniciativa também prevê ampliar a eficiência logística do Porto de Santos.

                                     

                                    Agora mais distante do papel, o túnel Santos-Guarujá se torna cada vez mais real. Conforme pontuado pelo Ministro de Portos e Aeroportos, a última sexta-feira (5) marcou “o fim de uma espera de 100 anos”.

                                     

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                                      O comércio fluvial teve papel fundamental na consolidação de Belém (PA). Parte dessa história pôde ser revisitada no final de agosto, quando o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) realizou uma visitação guiada ao barco do século 19 encontrado soterrado durante as obras da COP30 — Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas que será realizada na cidade em novembro.

                                      Descoberta em agosto de 2024, no Parque Linear da Nova Doca, a embarcação apresentava um avançado estado de corrosão, agora contornado por especialistas através de um restauro. A visitação integrou a programação do Mês do Patrimônio, que neste ano teve como tema “Participação Social, Territórios e Sustentabilidade”.

                                      Foto: Tainá Arruda / Divulgação

                                      Assim, a ação levou ao público a oportunidade de conhecer de perto um dos achados arqueológicos mais significativos da região, por meio de especialistas em arqueologia, profissionais em arquitetura, de restauro e técnicos do Iphan, que mediaram a visitação.

                                      Eles foram explicando para a população o processo de como foi achado, de retirada, de manutenção, de conservação do bem, até o momento que a gente está hoje– comentou Augusto Miranda, arqueólogo do Iphan no Pará

                                      Para a superintendente do Iphan no Pará, Cristina Vasconcelos, a embarcação é uma peça de extrema importância para a história da cidade. Segundo ela, o barco “possui um grande conteúdo arqueológico”, uma vez que Belém tem ligação direta através dos rios com os períodos de início da invasão e colonização.

                                      Do achado à visitação

                                      Até poder ser visto de perto pela população, o barco de quase 30 metros precisou passar por processos cuidadosos de restauro, que começaram em fevereiro deste ano. O metal que compõe a estrutura da embarcação apresentava altos níveis de corrosão, uma vez que ficou anos soterrado, exposto a todo tipo de produto químico.

                                      Após o resgate nas obras da COP30, embarcação apresentava sinais de deteorização. Foto: Leonardo Macêdo/Ascom Seop / Agência Pará / Divulgação

                                      Para ganhar vida novamente, especialistas atuaram na limpeza, estabilização e aplicação de produtos específicos para desacelerar o processo de deterioração e garantir a preservação futura. Veja o antes e depois compartilhado pelo Iphan:

                                       

                                       

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                                      Tainá Arruda, arquiteta e restauradora da empresa contratada para realizar o trabalho de restauro, explica que “foi feito inicialmente um tratamento de limpeza mecânica, com muito cuidado na remoção dos sedimentos, e depois uma limpeza com água de baixa pressão”.

                                       

                                      Segundo ela, todas as etapas foram parte de um cuidado progressivo, que também buscou compreender o estado da estrutura metálica do barco.

                                      Importância histórica

                                      Encontrado a partir de escavações arqueológicas nas obras da COP30, em contextos de licenciamento para obras públicas no Centro Histórico de Belém, o barco é considerado único, uma vez que ainda não se tinha notícias sobre achados do gênero na região.

                                      Foto: Leonardo Macêdo/Ascom Seop / Agência Pará / Divulgação

                                      As pesquisas sobre a embarcação seguem sendo atualizadas, mas pesquisadores já conseguem afirmar que se trata de um barco de pelo menos 100 anos. Sua estrutura é composta por ferro, embora existam suspeitas de que pedaços de madeira podem também ter feito parte do barco.


                                      O local em que a embarcação foi encontrada, conhecido como antigo córrego das Almas, funcionava como um entreposto econômico e portuário — que depois foi transformado em um bairro comercial de forma abrupta.

                                       

                                      O fato tem levado os estudiosos a acreditarem que o achado pode estar relacionado com o tráfego de mercadorias e pessoas. Pesquisas posteriores ainda devem indicar outras características, como se o barco funcionava a vapor ou se tinha operações mais modernas.

                                       

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                                        Por: Nicole Leslie -

                                        Se fosse possível dividir o planeta em três partes, uma delas seria a área aproximada do Oceano Pacífico — claro que com ressalvas. Com cerca de 160 milhões de km², ele é o maior corpo d’água do mundo e ocupa mais de um terço da superfície terrestre.

                                        Segundo a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA), este macroecossistema guarda mais da metade da água livre do planeta e tem espaço suficiente para acomodar todos os continentes ao mesmo tempo.

                                         

                                        A história dessa imensidão azul vem desde o supercontinente Pangeia (quando todos eram um só), que era cercado pelo Panthalassa, o único oceano da Terra na época. O Pacífico é o que restou desse ancestral, de acordo com estudo publicado na revista ScienceAdvances.


                                        O documento pontua que por volta de 200 milhões de anos atrás, durante o período Jurássico Inferior, a Placa do Pacífico nasceu em um ponto de junção entre três placas pré-existentes: Izanagi, Farallon e Phoenix. Foi um evento tectônico enigmático, onde a placa surgiu “do nada”, em vez de resultar da fragmentação de outras.

                                        Foto: Fama Clamosa / Wikimedia Commons / CC BY-SA 4.0

                                        Dimensões absurdas guardam mistérios abissais

                                        As proporções do Oceano Pacífico são, por si só, gigantescas. Além de ser o maior, ele tem quase o dobro do volume do Oceano Atlântico, o segundo da lista.

                                        Oceano Pacífico fica entre a Ásia e a Austrália (a oeste) e o continente Americano (a leste). Foto: UserStrebe / Wikimedia Commons

                                        Ele também detém o título de mais profundo, com uma profundidade média de 4 mil metros. Inclusive, é por lá que se encontra o maior ponto abissal do planeta, o Challenger Deep, localizado na Fossa das Marianas, com impressionantes 11 mil metros abaixo do nível do mar.

                                         

                                        A gigante estrutura d’água ainda guarda um grande fenômeno: a Bacia do Pacífico (também chamada de “Anel de Fogo”). Conhecida por ser a região mais sismicamente ativa do mundo, esta é a maior depressão oceânica da Terra e contém a maior quantidade de água do planeta, além de abrigar atividades tectônicas, eventos climáticos e formações geográficas.

                                        Imagem ilustrativa. Foto: leungchopan/ Envato

                                        Esse fenômeno ocorre em zonas de subducção, onde uma placa tectônica mergulha sob a outra, derretendo no manto e realimentando a atividade vulcânica. É um ciclo constante de destruição e criação, que resulta em variações no volume do corpo d’água ao longo de milhares de anos.

                                         

                                        Apesar de toda atividade geológica, o nome do oceano sugere calma. Isso porque ele foi batizado pelo explorador português Fernão de Magalhães, em 1520, que encontrou águas tranquilas ao navegar. Ficou, então, Oceano Pacífico para a história, apesar de toda a movimentação que ele envolve.

                                         

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                                          Embarcação supostamente pertencia a oligarca russo, que costumava fretar o barco por R$ 4,3 milhões semanais

                                          Um oligarca colocou o seu “humilde” megaiate à venda, mas não etiquetou um preço muito convidativo: algo perto de US$ 100 milhões (cerca de R$ 540 milhões na cotação de setembro de 2025). Porém, um outro endinheirado tão rico quanto não se assustou com os valores e agora chama o “Amaryllis” de seu, num dos maiores negócios de megaiates usados realizados em 2025.

                                          O famosíssimo barco de 237 pés (78 metros de comprimento), construído em 2011 pelo estaleiro alemão Abeking & Rasmussen, mudou de mãos pela primeira vez. Segundo o Superyacht Fan, a embarcação pertenceu durante 14 anos ao oligarca russo Andrey Borodin, CEO do Banco de Moscou e que mora no Reino Unido.

                                          Foto: Moravia Yachting/ Reprodução

                                          O megaiate de Borodin era relativamente “acessível” — com muitas aspas. Até o momento da venda, o modelo estava disponível para fretamento semanal a partir de US$ 800 mil (aproximadamente R$ 4,3 milhões), na contramão de proprietários que preferem deixar suas embarcações totalmente privadas.

                                          Mas tudo chega ao fim. Depois de uma década, o multibilionário estava decidido a vender o Amaryllis de vez. Para a sorte dele, um outro super-rico — cuja identidade não foi revelada — embarcou nessa aventura e adquiriu este pedaço de luxo flutuante, apesar do preço proibitivo de pouco menos de US$ 100 milhões.

                                          Foto: Moravia Yachting/ Divulgação

                                          Além do valor de compra, esta obra-prima dos mares exige mais de US$ 10 milhões (cerca de R$ 54 milhões) só para manutenções anuais. Também por isso, o barco carrega um forte apelo entre o mundo exclusivo dos bilionários.

                                          Atemporal

                                          Nem mesmo os mais de 14 anos de uso deixaram esse megaiate menos encantador. Com forte toque artístico, o Amaryllis tem tudo para atrair ricaços: fama, tamanho, exuberância e um design de tirar o fôlego.

                                          Foto: Moravia Yachting/ Divulgação

                                          O estúdio alemão Abeking & Rasmussen, um dos construtores de megaiates mais antigos e prestigiados do mundo, teve como inspiração estética a Belle Époque, período da história francesa e europeia que enfatiza a liberdade criativa e desenvolve uma aparência altamente decorativa.

                                           

                                          Quem também trabalhou na construção foi o estúdio britânico Reymond Langton, que colaborou com o construtor naval alemão em vários outros projetos — sendo este um dos maiores.

                                          Foto: Moravia Yachting/ Divulgação

                                          Distribuídas por cinco deques, o barco de luxo oferece diversas áreas de estar e jantar ao ar livre, além de um espaçoso beach-club com uma generosa plataforma de natação e uma variedade de brinquedos que se conectam diretamente à popa.

                                           

                                          Ainda no deque de popa, destaque para uma piscina de cinco metros com iluminação subaquática, espreguiçadeiras e um bar. Por dentro, um elevador luminoso de vidro e uma escada em espiral permitem fácil acesso entre os deques e uma integração perfeita entre o interior e o exterior.

                                          Foto: Moravia Yachting/ Divulgação

                                          A suíte máster, localizada no terraço privativo, entrega ao proprietário vistas panorâmicas de brilhar os olhos. Por lá, ele tem à sua disposição um spa asiático que inclui piscina de imersão, sauna, sala de massagem a vapor e academia, além de uma jacuzzi espaçosa.

                                          Foto: Moravia Yachting/ Divulgação

                                          Há, ainda, detalhes típicos dos mais afortunados, como um piano de cauda Schimmel Pegasus de edição limitada; peças de mobiliário personalizadas da premiada marca de design Silverlining; ou o bote de madeira personalizado Graf Ipanema, de quase 10 metros.

                                          Foto: Moravia Yachting/ Divulgação

                                          O megaiate Amaryllis foi projetado para acomodar até 12 hóspedes em seis cabines deslumbrantes, enquanto suporta uma tripulação grandiosa de 23 pessoas.

                                           

                                          Composto por um casco de aço e uma superestrutura de alumínio, o barco utiliza dois motores Caterpillar e alcança uma velocidade de cruzeiro de até 14 nós (quase 26km/h), com velocidade máxima de 17 nós (31 km/h).

                                           

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                                            Barcos da marca vão dos 19 aos 35 pés. Evento acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo

                                            Nada menos que nove embarcações vão compor o estande da Mestra Boats durante o São Paulo Boat Show 2025. Como de costume, a marca ainda vai aproveitar o maior salão náutico da América Latina para lançar um novo modelo. Desta vez, estamos falando da nova Mestra 272, lancha de proa aberta que chega ao portfólio de maneira estratégica.

                                            De 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo, a novidade vai estrear ao lado de modelos que atendem aos mais diversos gostos. São eles: Mestra 190, Mestra 200, Mestra 212, Mestra 240 MO, Mestra 240 MC, Mestra 292, Mestra 322 e Mestra 352 HT.

                                             

                                            A nova embarcação, de 27 pés, chega para preencher uma lacuna estratégica na linha da marca — entre a Mestra 240 (24 pés) e a Mestra 292 (29 pés) —, como revelou o presidente do estaleiro, José Eduardo Cury (ou apenas Zé da Mestra), em entrevista ao Estúdio Náutica. Ele também deu um spoiler do barco. Veja:

                                             

                                             

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                                            Segundo Zé, a lancha terá proa com design “lançado”, seguindo o estilo dos barcos maiores do estaleiro. Como diferenciais, o modelo apresenta cabine e banheiro fechados, além de passagem lateral. Na popa, Zé promete “muita inovação”, mas faz suspense quanto aos detalhes, que serão revelados no lançamento.

                                             

                                            Por outro lado, Zé revelou que o costado lateral envidraçado promete garantir mais visibilidade e elegância na navegação.

                                            Mais novidades da Mestra atracarão em São Paulo

                                            Embora o grande destaque da Mestra no São Paulo Boat Show desta vez seja a nova Mestra 272, os demais modelos chegam cheios de recursos para atender aos gostos mais variados.

                                             

                                            Bom exemplo disso é o novo teto solar rígido que não transfere calor, apresentado no Rio Boat Show deste ano, na Mestra 322. Envidraçado e equipado com placas de energia solar, o modelo utiliza vidros refletivos que bloqueiam o calor, mas captam a luz do sol para gerar energia.

                                            Mestra 322 com novo teto rígido que não transfere calor. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica

                                            Já para quem está começando a contar as primeiras milhas no mar, a Mestra 190, menor barco da marca no salão, promete ser uma ótima pedida. O barco, lançado no mesmo evento em 2024, traz um costado lateral oriundo de modelos maiores da marca — como as 29, 32 e 35 pés — que evita os famosos respingos a bordo.

                                            Mestra 190. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                            Outro recurso que dá um toque especial à lancha é o tamanho da boca (largura), que chega com 2,35 metros, “extremamente larga para uma 19 pés”, como ressalta o presidente. No comprimento, são 5,80 metros, tamanho que confere espaço para até nove pessoas a bordo.

                                            Mestra 352 HT. Foto: Rivo Biehl / Revista Náutica

                                            Em contraste ao modelo de 19 pés, o estaleiro apresenta também a Mestra 352 HT. Maior embarcação já construída pela empresa e a primeira a contar com hardtop, a lancha de 35 pés traz teto solar em fibra com abertura elétrica, plataforma submergível capaz de aguentar 500 kg de carga e espaço para cinco pessoas pernoitarem.

                                            São Paulo Boat Show 2025

                                            A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                             

                                            Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                            Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                             

                                            A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                             

                                            Anote aí!

                                            SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                            Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                            Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                            Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                            Mais informações: no site do evento
                                            Ingressos: site oficial de vendas

                                             

                                            Náutica Responde

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                                              Por: Nicole Leslie -
                                              07/09/2025

                                              O arquipélago de Abrolhos, apesar de lindo, não têm fonte de água doce. Ainda assim, cabras deixadas lá há mais de 200 anos se moldaram para sobreviver no ambiente atípico e escasso, contrariando todas as expectativas. Agora, pesquisadores da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) investigam se esse isolamento pode ter dado origem a uma nova espécie.

                                              Em uma operação da Marinha do Brasil com o ICMBio, 21 cabras foram retiradas da ilha no início do ano e levadas para o campus Itapetinga (BA) da Uesb. Depois de tantos anos isoladas, as cabrinhas foram mantidas em quarentena e sem contato com outros animais, para que sejam observadas de perto e a pesquisa siga sem interferências.

                                              Operação comandada pela Marinha levou cabras de Abrolhos para a Bahia. Foto: Jessyca Teixeira / ICMBio Abrolhos / Divulgação

                                              Segundo o professor Ronaldo Vasconcelos, da Uesb, a confirmação de uma nova espécie exige tempo e análises detalhadas, que vão da aparência física ao DNA. Mas alguns sinais das cabras de Abrolhos já chamam atenção: porte reduzido, variações anatômicas e uma impressionante capacidade reprodutiva.

                                              Foto: YouTube / UescOficial / Reprodução

                                              O que já se sabe

                                              Os pesquisadores identificaram cinco tipos de pelagem, duas variações de chifre, três de úbere (a mama da fêmea) e duas de perfil cranial. O tamanho reduzido pode ser reflexo da vida em um território limitado e da disputa constante por alimento.

                                              Foto: YouTube / UescOficial / Reprodução

                                              A resistência reprodutiva surpreende ainda mais. Algumas fêmeas estavam prenhes quando chegaram à Bahia e mantiveram a gestação saudável apesar de todas as mudanças. Para Vasconcelos, trata-se de uma “habilidade materna espetacular”, rara entre as espécies já conhecidas.


                                              Um legado de 200 anos

                                              Segundo a Universidade, as 21 cabras descendem diretamente dos animais deixados no Arquipélago de Abrolhos durante o período colonial, há mais de dois séculos. O fato de terem sobrevivido de geração em geração em um ambiente árido e cercado pelo mar faz delas um verdadeiro “tesouro genético”.

                                              Foto: Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia / Divulgação

                                              Se for confirmada uma nova espécie, a descoberta pode ter impacto além da biologia. O material genético desses animais resistentes pode contribuir para a zootecnia nacional, ajudando na criação de cabras em regiões semiáridas e inspirando novas estratégias para a pecuária.

                                              Registro da operação que buscou as 21 cabras do Arquipélago de Abrolhos. Foto: Jessyca Teixeira / ICMBio Abrolhos / Divulgação

                                              Mais do que um estudo, essas cabrinhas são um lembrete vivo de como a natureza encontra caminhos para persistir, mesmo nos cenários mais improváveis.

                                               

                                              Náutica Responde

                                              Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                Por: Redação -
                                                06/09/2025

                                                Todo mundo sabe que barco foi feito para a água, portanto nada mais natural que sofra as consequências do meio em que ele vive. Nesse cenário, um dos maiores pesadelos é a ferrugem. E como todas as embarcações contêm metais — mesmo as com casco em fibra de vidro —, nenhuma está inume aos riscos.

                                                Quando se trata da água do mar, a situação é mais grave. O sal potencializa o processo de corrosão, que se manifesta até nos ambientes onde o barco não tem contato direto com a água — bastam os efeitos da maresia ou da falta de neutralização da corrosão nas partes submersas do casco.

                                                Foto: linux87/ Envato

                                                Logo, nem sempre é desleixo do dono da embarcação. A oxidação em ferragens de aço inox pode aparecer até mesmo em barcos extremamente bem cuidados. Quando a ferrugem se manifesta por fora é porque já está bem mais adiantada por dentro dos componentes.

                                                 

                                                Na maioria das ferragens de convés, a corrosão é apenas um inconveniente estético. Mas, quando em motores ou propulsores, a ferrugem pode provocar estragos maiores e mais sérios.

                                                Corrosão e ferrugem são a mesma coisa?

                                                Para essa pergunta, a resposta é: não! Corrosão é um processo que provoca desgaste de uma liga metálica. Já ferrugem nada mais é do que um caso particular de corrosão no ferro. A rigor, portanto, barcos nem deveriam usar a expressão “ferrugem”, mas sim “oxidação”, porque ferro mesmo é o que eles menos têm.

                                                Foto: wirestock/ Envato

                                                Mesmo assim, seja ferrugem ou oxidação, o fato é que ambos são um problemão. Mas há como se prevenir do problema se alastrar. Num barco, vale tudo para tentar ganhar esta guerra contra um inimigo que corrói tudo — inclusive a paciência dos donos.

                                                 

                                                Sendo assim, a Revista Náutica reuniu as principais dúvidas sobre a ferrugem no barco — e, claro, suas devidas respostas. Confira abaixo!

                                                Dúvidas mais comuns sobre ferrugem no barco

                                                Corrosão e oxidação são a mesma coisa?

                                                Não. Oxidação é uma reação química, na qual um material ou elemento se une ao oxigênio, formando um novo composto: um óxido. Nem toda oxidação de metal gera corrosão, pois ela só ocorre quando esta reação química provoca a perda de material de uma das partes envolvidas.

                                                A ferrugem ataca mais no mar?

                                                A reposta é sim. Além do sal, o mar também tem cloro natural que acelera a corrosão, porque transforma a água em um eletrólito mais eficiente, aumentando sua condutividade elétrica — e eletricidade acentua a corrosão. Isso faz com que a ferrugem apareça no barco e avance bem mais depressa do que na água doce.


                                                Onde a corrosão costuma atacar mais?

                                                Nas ferragens do convés, especialmente nos guarda-mancebo, âncora e escadinha de popa. Mas partes metálicas submersas (como eixos, rabetas, hélices e lemes) também estão sujeitas à corrosão, embora com menos intensidade, já que anodos de sacrifício protegem bem estas peças.

                                                Aço inoxidável também enferruja?

                                                Sim, dependendo da qualidade do aço e dos cuidados do dono do barco. Alguns fabricantes usam ligas mais baratas que resistem menos à corrosão. Há, também, o cloro (presente na água salgada), e que é até capaz de perfurar a camada protetora do aço convencional.

                                                 

                                                Por isso, os mais recomendados são os aços com especificação ABNT 316, que têm alto teor de cromo e suportam bem o cloro do mar. Mas — atenção! — estes não resistem aos cloros químicos nem à água sanitária. Portanto, nada disso na limpeza do barco!

                                                Foto: MatthewWilliams-Ellis/ Envato

                                                Se o inox for riscado ou lixado ele pode enferrujar?

                                                Não. A camada de óxidos de cromo que revestem os aços inox volta a se formar automaticamente — e muito rapidamente — quando em contato com o ar. Mas é preciso cuidado com os serviços de soldagem em peças de inox: eles podem alterar a quantidade de cromo no local onde houve a fusão do material e provocar corrosão.

                                                Por que aço inox em contato com alumínio gera corrosão?

                                                A resposta está na corrosão galvânica. Ela ocorre sempre que dois metais diferentes entram em contato em qualquer meio que possa transmitir eletricidade. Como o alumínio é menos nobre que o inox, ele será corroído.

                                                 

                                                Isso vale também para os parafusos no aço inox — o que é bem comum nos guarda-mancebos, onde a peça é de aço e as abraçadeiras de alumínio. Evite, portanto, colocar dois metais diferentes em contato direto. Se tiver que fazê-lo, coloque um isolante no meio.

                                                Além da água, o que mais pode causar corrosão acentuada num barco?

                                                A fuga de corrente elétrica para uma parte metálica submersa ou desprotegida de anodo de sacrifício. A energia pode dissolver qualquer metal em questão de dias!

                                                Foto: flotsom/ Envato

                                                Existe receita caseira para prevenir a corrosão?

                                                Sim. Lavar bem as ferragens com água doce e sabão depois dos passeios — tanto no mar quanto em água doce. O polimento com cera náutica também blinda bem contra a corrosão.

                                                Em qual estágio a ferrugem ainda tem cura?

                                                Sem dúvidas, bem antes de perfurar as partes do barco. Em cascos de aço, se for descoberta ainda cedo, o jateamento seguido de pintura resolve o problema. Mas se a ferrugem atacar eixos e propulsores, é bem provável que o funcionamento destes componentes já esteja comprometido — portanto, tarde demais.

                                                 

                                                Na grande maioria das peças de aço inox, basta um simples polimento para resolver o problema. Por outro lado, parafusos enferrujados precisam ser trocados por novos, porque não vale a pena tentar salvá-los.

                                                Mais dúvidas? Extras para evitar a ferrugem no barco:

                                                • Lavou o barco? Seque cada cantinho. Especialmente os parafusos, que corroem facilmente;
                                                • Não use vinagre para limpar o aço inox. Ele deixa a superfície mais aderente ao sal do mar.

                                                 

                                                Depois disso, não restam mais dúvidas: basta seguir as dicas de NÁUTICA e ser o inimigo número 1 da ferrugem no barco. Assim, seu pesadelo estará com os dias contados.

                                                 

                                                Náutica Responde

                                                Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                  05/09/2025

                                                  Por mais que possa parecer, este animal não saiu de um filme de ficção. O peixe de cabeça transparente e olhos giratórios existe e vive a cerca de 600 metros de profundidade no oceano. Em tempo, ele é resultado de uma das adaptações mais incríveis da escuridão inóspita deste ecossistema.

                                                  Conhecido como peixe-olhos-de-barril (Macropinna micróstoma), essa pequena criatura de 15 centímetros adotou uma solução prática para sobreviver onde há pouquíssima luz: uma cabeça translúcida e olhos tubulares que se viram para cima — como se enxergassem através de um teto solar.

                                                  Peixe-olho-de-barril. Foto: MBARI/ Divulgação

                                                  Os olhos deste peixe não são esferas, mas tubos grossos. Eles conectam uma lente grande a uma área da retina, o que proporciona a sensibilidade de um olho grande sem o custo metabólico e a necessidade de espaço. Ou seja, os “buraquinhos” que aparecem onde seria o “rosto” do peixe são, na verdade, as narinas dele.

                                                  Peixe-olho-de-barril. Foto: MBARI/ Divulgação

                                                  Os verdadeiros olhos, por sua vez, são envoltos por cristais verdes e quase sempre mirados para cima, num escudo transparente cheio de líquido que cobre o topo da cabeça e protege a vista de qualquer criatura que o possa confundir com uma presa.

                                                   

                                                  Além disso, os pigmentos verdes dos olhos bloqueiam qualquer mínima luz que consiga chegar da superfície, numa espécie de filtro. Isso também torna mais detectável o brilho bioluminescente de águas-vivas e outros pequenos animais que flutuam acima dele.


                                                  Essa habilidade ajuda a espécie a caçar em águas extremamente escuras, já que a 600 metros de profundidade, o cenário é quase um completo breu. Conforme estudo publicado na Current Biology, a 850 metros a visibilidade se assemelha ao que veríamos numa noite nublada sem lua, o que é considerado o limite da visão humana.

                                                  Olhos que podem girar

                                                  O peixe-olho-de-barril foi descrito pela primeira vez em 1939 por Wilbert Chapman, um oceanógrafo que trabalhou para a instituição que mais tarde se tornou o Serviço de Pesca dos EUA. Os próximos avanços só surgiram em 2009, quando pesquisadores do Instituto de Pesquisa do Aquário da Baía de Monterey (MBARI) capturaram um exemplar vivo.

                                                  Peixe-olho-de-barril. Foto: MBARI/ Divulgação

                                                  O peixe que sobreviveu algumas horas em um aquário permitiu que os pesquisadores descobrissem que os olhos do animal também giram para a frente, derrubando a tese de que ele observava apenas o que estava acima dele.

                                                   

                                                  Os estudos anteriores falharam em registrá-lo em vida porque o animal colapsava ao ser “puxado” para a superfície. Por isso, o que se fazia na época era uma “biologia forense”, na qual os cientistas tentavam compreender a vida do peixe mesmo sem nunca ter o observado em vida.

                                                  Peixe-olho-de-barril. Foto: MBARI/ Divulgação

                                                  O estudo e as imagens capturadas da cabeça transparente deste peixe foram feitos com ajuda de um Veículo Operado Remotamente (ROV), entre os anos de 2008 e 2021, em profundidades que variavam de 600 a 800 metros.

                                                   

                                                  Inclusive, a pesquisa feita há quatro anos foi a mais completa sobre o animal. Desta vez, foram realizadas mais de 5 mil operações com o ROV e quase 30 mil horas de vídeo — só faltou combinar com os peixes, que apareceram apenas nove vezes.

                                                  Peixe-olho-de-barril. Foto: MBARI/ Divulgação

                                                  Esse animal se alimenta de minúsculos crustáceos e outras criaturas que ficam presas nos tentáculos das águas-vivas. Ainda pouco se sabe sobre a sua distribuição, mas a maioria dos casos documentados vieram do Pacífico Norte, em trechos do Mar de Bering até o Japão e Baixa Califórnia.

                                                   

                                                  Náutica Responde

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                                                    Lançada em 2025, Evolve Titanium Flybridge promete ser o grande destaque do estaleiro. Evento acontece de 18 a 23 de setembro

                                                    Por: Nicole Leslie -

                                                    A Evolve Yachts levará sua joia mais recente ao maior salão náutico da América Latina: a Evolve Titanium Flybridge, uma lancha de 15,25 metros (50 pés). O modelo que estreou nas águas do Marina Itajaí Boat Show, em julho, já havia conquistado compradores mesmo antes de ser revelada oficialmente, com o projeto apenas no papel.

                                                    A expectativa é que seja um divisor de águas para a empresa– Ricardo Wilges, representante da Evolve Yachts

                                                    Desenvolvida ao longo de dois anos e meio, a embarcação combina imponência e sofisticação. Durante o dia, recebe até 16 pessoas, das quais oito podem passar a noite. Mesmo em sua capacidade máxima, a lancha chega a 30 nós de velocidade graças aos dois motores Volvo D6 IPS 650, de 480 hp cada.

                                                    Evolve Titanium Flybridge. Foto: Evolve Yachts / Divulgação

                                                    Entre os destaques estão o flybridge de mais de 12 m², o open deck no cockpit em ambos os bordos e nada menos que três camarotes fechados, incluindo uma suíte máster à meia-nau. Também há outro banheiro no convés inferior para uso compartilhado — fora da suíte.

                                                    Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica

                                                    Mesmo com 50 pés de comprimento, os detalhes não passaram batidos na configuração do barco. O acabamento é refinado, com móveis laqueados sem fibra aparente e interiores que misturam texturas de madeira, tecidos e metais.

                                                    Evolve Titanium Flybridge. Foto: Evolve Yachts / Divulgação

                                                    No São Paulo Boat Show 2025, a Titanium Flybridge dividirá espaço com outro modelo do estaleiro: a Evolve 360 HT. Menor, com 11 metros de comprimento (36 pés), recebe até 13 pessoas durante o dia e seis no pernoite, mostrando a versatilidade do catálogo da marca.

                                                    Evolve 360 HT. Foto: Evolve Yachts / Divulgação
                                                    Evolve 360 HT. Foto: Evolve Yachts / Divulgação

                                                    São Paulo Boat Show 2025

                                                    A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                                     

                                                    Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                                    Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                                    Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                                     

                                                    A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                                     

                                                    Anote aí!

                                                    SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                                    Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                                    Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                                    Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                                    Mais informações: no site do evento
                                                    Ingressos: site oficial de vendas

                                                     

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                                                      Somnium, de 55,2 metros, foi entregue em 2021 e carrega exterior totalmente em alumínio. Conheça o barco!

                                                      O que faz uma embarcação custar quase R$ 397 milhões? O tamanho certamente agrega valor e, no caso do Somnium, superiate da Feadship que acaba de entrar no mercado de corretagem, são nada menos que 55,2 metros — mas não só isso. O barco carrega consigo um troféu Neptune, entregue aos vencedores do World Superyacht Awards, um dos prêmios mais prestigiados do setor. O que mais teria rendido a coroação?

                                                      Esse é um barco relativamente novo, que conheceu as águas pela primeira vez em 2021. Não demorou para que o superiate passasse a atrair os olhares mais apurados — tanto é que o Neptune veio logo em seguida, em 2022. Isso porque a embarcação mostra a que veio logo de cara.

                                                      Foto: Feadship / Divulgação

                                                      Seu exterior refinado foi feito totalmente em alumínio pelo Studio De Voogt, parceiro das construções da holandesa Feadship que, por sua vez, comandou a arquitetura naval do Somnium.

                                                       

                                                      Já o design interior ficou por conta do estúdio de design italiano FM – Architettura, que idealizou detalhes inspirados na natureza selvagem das Ilhas Galápagos, um arquipélago vulcânico no Oceano Pacífico.

                                                      Foto: Feadship / Divulgação

                                                      Embora a fonte de inspiração tenha vindo de um dos principais berços da vida selvagem no mundo, as instalações desse superiate são tidas como “tranquilas”, com ambientes aconchegantes ​​e acomodações espaçosas.

                                                      Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                                                      Aqui, vale destacar a suíte principal, que ocupa toda a largura da boca do barco (9,8 metros). No cômodo, o futuro proprietário encontrará um espaço que vai muito além da hora de dormir. O ambiente dispõe de área de estar, varanda privativa e um escritório com vista panorâmica para o oceano.

                                                      Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                                                      As cabines de hóspedes, por outro lado, não ficam para trás. Uma delas, aliás, faz jus a um barco pensado para a família e chega equipada com beliches. A decoração, por sua vez, é mais sóbria para que ainda faça sentido quando as crianças crescerem.

                                                       

                                                      Ao todo, cinco cabines garantem noites confortáveis para até 11 convidados. Existem, ainda, acomodações adicionais para uma tripulação de 13 pessoas.


                                                      Ainda no interior, toques modernos e vintages se mesclam a tons quentes para criar um ambiente que busca personificar o relaxamento. O toque da Ilha de Galápagos fica evidente em móveis e obras de arte têxteis que remetem aos padrões da natureza.

                                                      Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                                                      Já nos espaços de convivência o grande destaque é uma piscina de 9 mil litros com vista para a popa do convés. Além de garantir um momento relaxante com seus jatos contracorrentes, ela pode ser elevada até o nível do convés, ampliando o espaço e transformando-o em uma espécie de lounge.

                                                      Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                                                      A piscina, com fundo de vidro, ainda ilumina a academia presente no deque abaixo, onde também fica uma garagem para botes. O espaço conta com plataforma dobrável que se estende da academia para criar um terraço ao nível do mar.

                                                      Foto: Feadship / Divulgação

                                                      O Somnium está sendo anunciado por 62,5 milhões de euros pela Camper & Nicholsons, o equivalente a quase R$ 397 milhões na cotação de setembro de 2025. Veja mais fotos!

                                                      Foto: Feadship / Divulgação
                                                      Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                                                      Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                                                      Foto: Feadship / Divulgação
                                                      Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
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                                                        Projeções do futuro feitas décadas atrás podem ser uma das maneiras mais eficientes de prever o que ainda está por vir. Embora a mistura de períodos pareça confusa, ela faz sentido. Um estudo publicado no último mês de agosto revelou que modelos climáticos da década de 1990 foram certeiros na previsão da elevação do nível do mar entre 1993 e 2023.

                                                        A análise, feita por pesquisadores da Universidade de Tulane, em Nova Orleans, e disponível na Earth’s Future, faz uma comparação entre os dados obtidos pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) no relatório de 1995/1996 (IPCC-SAR), com as medições reais, obtidas por satélite no período de 1993 a 2023.

                                                        Foto: Lightitup_now / Envato

                                                        Os modelos climáticos de quase 30 anos atrás previram uma elevação global média entre 6 e 7 centímetros para o intervalo de tempo. O resultado real, por sua vez, passou muito perto ao contabilizar 8 centímetros. A pequena diferença, segundo o estudo, pode ser explicada pelo derretimento do gelo na Groenlândia e na Antártica.

                                                         

                                                        Atualmente, sabe-se que as regiões contribuíram com cerca de 25% da elevação do nível do mar, mas esse era um assunto subestimado na época. Ainda assim, a previsão foi bastante precisa e revela que dados futuros provavelmente também estarão, especialmente levando em conta a tecnologia envolvida nos processos de pesquisa, que a cada dia evolui um pouco mais.

                                                         

                                                        Torbjörn E. Törnqvist, um dos pesquisadores envolvidos, destacou que o resultado surpreendeu a equipe pela qualidade das projeções iniciais. Para ele, “isso é uma das melhores provas de que entendemos, há décadas, o que está acontecendo e de que podemos fazer projeções confiáveis.”


                                                        Enquanto isso, projeções ao redor do mundo mostram que cada vez mais cidades — e até países — entram para a lista das que serão afetadas pelo aumento do nível do mar. Recentemente, um estudo conduzido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) alertou para um futuro nada animador: algumas praias da cidade podem perder até 100 metros de areia até o fim do século.

                                                         

                                                        Em maio de 2025, o Governo do Estado de São Paulo divulgou uma atualização do mapa de risco à erosão costeira nas praias do estado. O levantamento avaliou 109 praias, das quais 61 foram classificadas com risco alto ou muito alto de erosão — o que representa mais da metade das áreas analisadas.

                                                        Tuvalu deve se tornar inabitável em até 80 anos. Foto: UNDP/ ONU/ Reprodução

                                                        Já em Tuvalu, na Oceania, os moradores estão recorrendo a “vistos climáticos” cedidos pela Austrália para deixarem o país, que deve se tornar o primeiro do mundo a ficar inabitável por conta das mudanças climáticas.

                                                         

                                                        Não à toa, os pesquisadores da Tulane reforçam que o aumento do nível do mar não é linear, embora siga uma tendência de aceleração que coloca em risco eminente as cidades costeiras. Estas, inclusive, devem registrar inundações cada vez mais frequentes.

                                                         

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                                                          04/09/2025

                                                          O salão náutico do São Paulo Boat Show sempre é palco das principais novidades e tendências do universo náutico. Presente em mais uma edição, a japonesa Yamaha exibirá o que há de melhor no seu catálogo: motores atualizados e as motos aquáticas WaveRunner da linha 2025.

                                                          O maior salão náutico da América Latina — que chega à 28ª edição em 2025 — acontecerá de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo. Por lá, os visitantes poderão conferir, por exemplo, o motor de popa Yamaha F60 com um design atualizado, que será apresentado pela primeira vez ao público.

                                                          Motores apresentados pela Yamaha no São Paulo Boat Show 2024. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                                          Vale destacar que os motores de popa são a especialidade da marca, portanto, outros modelos da Yamaha são esperados no salão paulista, embora a empresa ainda não tenha revelado mais detalhes.

                                                          Motores apresentados pela Yamaha no São Paulo Boat Show 2024. Foto: Revista Náutica

                                                          Outros destaques da Yamaha no São Paulo Boat Show serão os jets. A marca atracará no seu estande quatro modelos de WaveRunners, todos da linha 2025: o VX Cruiser HO, o FX Cruiser SVHO, o GP SVHO e o SuperJet.

                                                          VX Cruiser HO. Foto: Yamaha / Divulgação

                                                          De acordo com a marca, os produtos da Yamaha que estarão no São Paulo Boat Show 2025 têm preços que variam de R$ 30 mil a R$ 300 mil. Além disso, o estande da empresa terá ativações para os visitantes, como a distribuição de brindes e sorteios.


                                                          São Paulo Boat Show 2025

                                                          A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                                           

                                                          Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                                          Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                                          Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                                           

                                                          A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                                           

                                                          Anote aí!

                                                          SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                                          Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                                          Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                                          Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                                          Mais informações: no site do evento
                                                          Ingressos: site oficial de vendas

                                                           

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                                                            Berco Voyager foi entregue pela britânica Sunseeker a proprietário exigente em 2018 e segue amplamente conservado

                                                            São muitas as possibilidades quando R$ 88,2 milhões estão à disposição — uma delas, inclusive, é comprar um superiate. Embora uma regalia para poucos, o mercado transborda opções. Uma delas está sendo anunciada pela Maël Fiolet, da Camper & Nicholsons: trata-se do Berco Voyager, uma embarcação luxuosa e cheia de atributos entregue pela britânica Sunseeker, em 2018.

                                                            Parte da série Sunseeker 131, o Berco chegou às mãos de um proprietário exigente e, não à toa, esbanja sofisticação em seus três andares luxuosos. Não bastassem os acabamentos primorosos do estaleiro de 1969, o afortunado fez questão de manter o requinte da embarcação ao longo dos anos e ainda atualizá-la.

                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                                                            Assim, passeando pelos seus 40,05 metros de comprimento (131,3 pés), os olhos mais apurados logo encontram detalhes em Wengué (rara madeira nobre africana) e mármores premium, como Mystery White (elegante pedra natural) e Carrara Gioia (mármore italiano). Combinados, os materiais dão ao interior do barco a classe que um superiate de 13,9 milhões de euros merece.

                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                                                            O conjunto ganha ares ainda mais sofisticados quando a beleza do que está do lado de fora vai ao seu encontro. Isso porque a embarcação foi pensada para receber luz natural em abundância, especialmente no salão principal. Por lá, grandes janelas do chão ao teto garantem que o Berco Voyager se funda à imensidão do mar.

                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                                                            A sensação não vem apenas pelo que se vê ao olhar para fora, mas também pela forma como a luz se comporta a bordo: reflete na marcenaria refinada, no mármore escolhido a dedo e nos estofados que ganham ainda mais conforto quando encontram com o dourado do sol.

                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                                                            Até 12 hóspedes podem aproveitar os recursos do superiate em cinco luxuosas cabines, entre elas, uma suíte máster com largura total da boca no convés principal (cerca de 8,9 metros). O espaço está equipado com TV 55 polegadas, closet, frigobar, penteadeira e banheiro revestido com o mármore italiano Statuario.

                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                                                            As demais ficam no convés inferior e abrigam duas cabines de casal e duas camas de solteiro conversíveis. Há ainda alojamentos para uma tripulação de até oito pessoas.

                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                                                            Se por dentro o Berco Voyager impressiona, por fora, claro, não é diferente. Um dos grandes destaques fica por conta da jacuzzi no convés superior, bem no ponto mais alto do barco. Além da vista privilegiada, o espaço ainda leva um bar totalmente equipado, toldo retrátil, espreguiçadeiras e uma mesa de jantar circular.

                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                                                            Mais abaixo, o deque superior na popa se beneficia de uma grande mesa de jantar feita em madeira do tipo teca, que comporta até 10 pessoas confortavelmente. Há ainda inúmeros espaços feitos para servir de áreas de estar, por isso não faltam espreguiçadeiras, poltronas, mesas ou luz solar.

                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                                                            Para que os passeios fiquem ainda mais interessantes, um sistema de áudio por zonas em todos os deques garante que não falte a música para criar o cenário cinematográfico ideal.


                                                            O Berco Voyager está equipado com dois motores MTU de 181 cavalos de potência. O barco navega a 18 nós em cruzeiro e atinge uma velocidade máxima de 24 nós. Para navegar no modelo é necessário desembolsar 13,9 milhões de euros, o equivalente a cerca de R$ 88,2 milhões na cotação de setembro de 2025. Veja mais fotos:

                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                                                            Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                                                             

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