Em Brasília, Villa Náutica exibe linha Sea-Doo e revela aumento em viagens de jet

"Esse Boat Show foi muito esperado", contou Gerard Souza, representante da BRP, sobre o salão na capital federal

Por: Redação -
15/08/2024

Jets Sea-Doo, quadriciclo e UTV Can-Am marcam presença no Brasília Boat Show através da Villa Náutica. Por trás da representante da montadora canadense BRP em Brasília está Gerard Souza, que há 32 anos leva os produtos ao Centro-Oeste. Para ele, o salão náutico que acaba de chegar em Brasília “não acaba mais”.

Tal expectativa se dá pelo grande potencial das águas interiores da região que, para o empresário, é “maior que do litoral”.

Esse Boat Show foi muito esperado. Eu acho que não acaba mais. Brasília tem esse potencial– aposta Gerard

Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto/ Revista Náutica

“A 260 km de Brasília, temos o Lago da Serra da Mesa (GO), o segundo maior lago artificial do mundo. O próprio Lago Paranoá (DF) tem 40 km de margem. Abaixo, temos o Lago de Corumbá (GO) 3 e 4, duas hidrelétricas imensas interligadas. Temos Três Ranchos (GO), o Lago das Brisas (GO), Rio Paranaiba (MG), Rio Araguaia (TO), Lago Manso (MT).

É muita água e o pessoal está usufruindo bastante. Viagem de jet pelo Rio Araguaia, de mil quilômetros, virou esporte– conta Gerard

Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto/ Revista Náutica

O empresário observa na região grupos que navegam pelo Brasil a bordo de jets como os que ele expõe no Brasília Boat Show. “Nesses três últimos meses tive clientes que saíram da Barra do Garça (MT) e foram para Roraima (RO) navegando. De Alter do Chão (PA) a Belém (PA). Que subiram pelo Rio Tocantins até a Ilha do Bananal (TO).”

Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto/ Revista Náutica

Para os que buscam no salão náutico um jet para também navegar em aventuras como essas — ou mesmo para relaxar sem ir muito longe –, a Villa Náutica apresenta no Brasília Boat Show “quase o line-up completo da linha de jets Sea-Doo”, como conta Gerard.

 

Além das motos aquáticas, por lá estão dois pontoons da marca, o Switch Sport e o Switch Cruise, esse último já testado por NÁUTICA.

Foto: Divulgação

Completam o estande um UTV e um quadriciclo Can-Am.

Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto/ Revista Náutica

 

 


1º Brasília Boat Show

O 1º Brasília Boat Show reúne, em formato boutique, grandes destaques do mercado náutico e uma programação para toda a família. O evento atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá, entre os dias 14 e 18 de agosto.

Foto: Victor Santos/Revista Náutica

Lanchas, pontoons e jets estarão expostos ao público na capital federal, inclusive com a possibilidade de test-drive de barcos. O Brasília Boat Show mostra ainda opções de motores, equipamentos e diversos acessórios para embarcações.

 

E tem mais: exibição de barcos clássicos de décadas passadas, rally náutico e uma programação completa de lazer, com esportes aquáticos gratuitos, palestras e apresentações musicais.

 

Anote aí!

Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
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    Nascida em águas abrigadas, Mestra enxerga Brasília Boat Show como “grande oportunidade”

    Estaleiro atracou no evento com seus dois maiores barcos e deu spoiler de lançamento que será revelado em breve

    Por: Redação -

    O estande da Mestra no Brasília Boat Show é um colírio para os olhos daqueles que não abrem mão de navegar em lanchas espaçosas. O motivo é a presença dos dois maiores barcos do estaleiro nas águas da capital brasileira: a Mestra 352 HT e a Mestra 322.

    Ambos os modelos foram lançados em edições do São Paulo Boat Show — sendo o primeiro em 2023 e o segundo em 2022, em cuja estreia já contava com 28 unidades vendidas.

    Foto: Victor Santos/Revista Náutica

    O presidente do estaleiro, José Eduardo Cury — mais conhecido como Zé da Mestra, como gosta de ser lembrado — afirmou à NÁUTICA que desembarcar em Brasília com dois grandes barcos é parte da estratégia pensada para a região.

     

    Região essa, diga-se de passagem, que ele conhece muito bem. “Quando a Mestra começou a produzir [barcos] em série, em 2010, tivemos uma revenda aqui. Era um cara fantástico, navegamos com ele quando trouxemos as primeiras Mestras para o Lago Paranoá”.

    Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto/ Revista Náutica

    Diferentemente do que acontece com alguns estaleiros, que nascem prontos para enfrentar mares revoltos, a Mestra começou em águas abrigadas. Não à toa fez sucesso em outras partes do Centro-Oeste, conforme relembra o presidente do estaleiro.

     

    Com expectativas de vendas lá no alto, a Mestra aproveitou para levar ao Boat Show os dois modelos de barco à pronta-entrega, de forma que o cliente já possa sair do evento ao lado da nova aquisição.

    Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto/ Revista Náutica

    Afinal, o empresário percebe um grande potencial no salão — não só pela região em que acontece, como também pelas presenças ilustres de autoridades que, vira e mexe, passam por lá. “Quando falaram que teria um Boat Show em Brasília, já me coloquei à disposição para ser um dos estaleiros presentes”, relembra.

    Para nós é uma grande satisfação. Quem está aqui está realmente tendo uma grande oportunidade– Zé da Mestra

    Lançamento à vista

    Durante a entrevista à NÁUTICA, Zé da Mestra aproveitou para dar um spoiler do que vem aí no quesito novos projetos do estaleiro.

    Foto: Victor Santos/Revista Náutica

    Confirmadíssima para o São Paulo Boat Show 2024, a Mestra apresentará, em primeira mão, uma lancha de 19 pés, ideal para quem busca formatos menores. “É um barco maravilhoso, revolucionário. Com porte de um barco maior, até”, destacou Zé.

     

    A novidade poderá ser vista de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo, durante a 27ª edição do maior evento náutico da América Latina.

     

     


    1º Brasília Boat Show

    O 1º Brasília Boat Show reúne, em formato boutique, grandes destaques do mercado náutico e uma programação para toda a família. O evento atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá, entre os dias 14 e 18 de agosto.

    Foto: Victor Santos/Revista Náutica

    Lanchas, pontoons e jets estarão expostos ao público na capital federal, inclusive com a possibilidade de test-drive de barcos. O Brasília Boat Show mostra ainda opções de motores, equipamentos e diversos acessórios para embarcações.

     

    E tem mais: exibição de barcos clássicos de décadas passadas, rally náutico e uma programação completa de lazer, com esportes aquáticos gratuitos, palestras e apresentações musicais.

     

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      Triton aposta em modelo HT para fazer sucesso em Brasília: “Conceito bem inteligente”

      Representante da marca há 15 anos, Villa Náutica conta que modelo 38 pés é querido entre os navegadores

      Por: Redação -

      Sobre as águas do Lago Paranoá, o estande da Triton Boats exibe um único barco, promessa de sucesso entre os visitantes do Brasília Boat Show. Trata-se da Triton Flyer 38 HT, modelo de 11,60 metros de comprimento, trazido ao evento pela Villa Náutica.

      Representante do estaleiro que conhece Brasília na palma da mão, a empresa chegou à capital do país em 1999, sob o comando de Gerard Souza. São, portanto, 25 anos de conhecimento sobre náutica nas águas doces da região.

      Foto: Victor Santos/Revista Náutica

      Desde a parceria com a Triton, já se vão cerca de 15 anos de muitas vendas. “Aqui a gente tem todo o line-up do estaleiro navegando”, comenta Gerard, à NÁUTICA.

      Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto/ Revista Náutica

      Dentre as expectativas para o Boat Show, claro que está ampliar o número de embarcações em navegação em Brasília. Por isso que o empresário optou por exibir o modelo que, segundo ele, reúne as características mais atrativas.

      A 38 HT tem solário na proa, mas mantém todos os confortos oferecidos por um barco cabinado. Também tem um deck lateral a boreste, com acionamento hidráulico– Gerard Souza, da Villa Náutica, representante da Triton

      Foto: Victor Santos/Revista Náutica

      Quem não abre mão de espaço, deve saber que o modelo da Triton exibido no Brasília Boat Show comporta 14 passageiros durante o dia e cinco no pernoite. A boca é de 3,30 metros.

      É um conceito bem inteligente e as pessoas gostam desse tipo de conceito– Gerard Souza, sobre a Triton 38 HT

      Fundada em Goiânia, a Villa Náutica decidiu desbravar Brasília após grande demandas dos clientes da capital. “Nossa loja era diferente das demais. As outras vendiam muito por catálogo, e a gente trouxe bastante estoque”, relembra.

       

      Atualmente, a empresa conta com seis lojas, sendo duas em Brasília, três em Goiânia e uma em Campinas.


      1º Brasília Boat Show

      O 1º Brasília Boat Show reúne, em formato boutique, grandes destaques do mercado náutico e uma programação para toda a família. O evento atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá, entre os dias 14 e 18 de agosto.

      Foto: Victor Santos/Revista Náutica

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        Edson Garcia visita Brasília Boat Show e se encanta: “Sempre foi uma pauta no DF”

        Fã de barcos, presidente da CEB há 30 anos é dono de embarcação e navega pelas águas do Lago Paranoá

        Por: Redação -

        Edson Garcia é bastante conhecido em Brasília. Não só por ser presidente da Companhia Energética de Brasília (CEB) e do Conselho Deliberativo do Iate Clube de Brasília mas, também, por ser um assíduo frequentador do Lago Paranoá, onde acontece a primeira edição do Brasília Boat Show. Segundo ele, o salão náutico, inclusive, “sempre foi uma pauta no Distrito Federal”.

        Pauta essa em que Edson também tem participação, afinal, já são mais de 30 anos navegando pelas águas doces do icônico lago, cartão-postal do coração do Brasil.

         

        “Comecei no Iate Clube de Brasília criança, no final dos anos 60, quando meu pai se associou ao clube. Fiz escolinha de optmist”, conta Edson. Porta de entrada para o mundo da vela, a classe optmist tem veleiros projetados especialmente para crianças conduzirem.

        Foto: Victor Santos / Revista Náutica

        Edson explica que o mercado náutico, em Brasília, por muito tempo foi pouco desenvolvido. “Hoje somos muito bem atendidos. Todos os fabricantes são representados aqui, com bom suporte de marinas e manutenção”, completou.

        O Boat Show sempre foi uma pauta no DF. Era uma lacuna não ter um grande evento náutico, que estimula, que vende– Edson Garcia, presidente da CEB

        Nos anos 90, Edson comprou sua primeira embarcação, “uma lancha de 24 pés com motor de popa”. A partir daí, ele deu continuidade ao que teve início em sua infância, e começou a criar “uma história familiar” dentro do barco.

        Quando comprei minha lancha nos anos 90 era frequentador assíduo do Rio Boat Show e do São Paulo Boat Show. Comprei duas lanchas em Boat Shows– revelou o presidente da CEB


        Para Edson, o lago é um “grande atrativo”, já que “adorna a cidade por sua beleza visual e também é um grande instrumento de diversão para as famílias e suas embarcações”.

        A embarcação foi onde criei meus filhos, no lazer do Lago Paranoá– explica Edson Garcia

        “A cidade vista de dentro do lago tem uma outra perspectiva. Alguns pontos só se vê de dentro de uma embarcação. Casas, hotéis, o palácio onde mora o Presidente da República. O lago é uma referência”, exalta Edson sobre o potencial do Paranoá.

        Foto: Victor Santos / Revista Náutica

        “O Boat Show inova, traz para uma sociedade a oportunidade de visitar, conhecer a diversidade, ver os produtos. Os que já são apaixonados estarão aqui com muito prazer. E os que ainda estão conhecendo trarão sua famílias e, com certeza, sairão daqui com novos projetos”, aposta Edson Garcia.

        1º Brasília Boat Show

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        Foto: Victor Santos/Revista Náutica

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          FS Yachts atraca em Brasília e elogia novo palco do Boat Show: “Tem muito potencial”

          Com três barcos na água, estaleiro espera fazer bons negócios e apresentar a marca catarinense ao público da região

          Por: Redação -

          Ao longo dos próximos cinco dias — de quarta (14) a domingo (18) –, o estaleiro FS Yachts atraca no Lago Paranoá com a expectativa de firmar bons negócios. A marca está no Brasília Boat Show com três modelos de barcos: FS 355, grande lançamento do ano, FS 290 Concept e FS 265 Element.

          Não é de agora que a FS Yachts marca presença, com seus barcos, em Brasília. Presente no país todo, do Rio Grande do Sul ao Amazonas — conforme afirma o diretor de exportações, Ricardo Fragoso — o estaleiro tem unidades vendidas na região que já ultrapassam os dez anos de idade.

          Foto: Victor Santos/Revista Náutica

          Ainda assim, participar de um grande evento, como o Brasília Boat Show, é novidade para a marca que, até então, só esteve na capital do país para encontros menores. “A gente espera que tenha um resultado muito bom”, aponta o diretor.

           

          Além de vender novas unidades de suas embarcações, a ideia da FS também é aproveitar a estreia do salão, às margens do belíssimo Lago Paranoá, para atuar como uma vitrine. Afinal, Ricardo enxerga grandes oportunidades na região, inclusive pelo clima. “Onde tem mais sol e calor, mais pessoas vão querer ter um barco”, diz.

          Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto/ Revista Náutica

          Aqui é um dos maiores mercados do Brasil, quente o ano todo. Tem muito potencial, tanto econômico, quanto de uso– Ricardo Fragoso, à NÁUTICA

          A certeza do diretor da FS Yachts tem fundamento em grandes números. Mesmo sem mar, o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no Brasil.

          Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto/ Revista Náutica

          É por esse motivo que o estaleiro tem estudado uma parceria para se manter, em definitivo, em Brasília, por meio de revendedores.

          Novidade em águas doces

          O grande destaque da FS no Brasília Boat Show é a FS 355, lançada em abril deste ano. O modelo fez a estreia nas águas do Rio Boat Show 2024 e também fez sucesso na última edição do Marina Itajaí Boat Show, em julho.

          Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto/ Revista Náutica

          Com 35 pés, o barco tem capacidade para acomodar 15 pessoas durante o dia e quatro no pernoite. A lancha apresenta um bom tamanho de boca para a categoria, de 3,50 metros, e bastante espaço disponível.


          O modelo já foi testado pela equipe de NÁUTICA e conta com opções de motorização centro-rabeta e de popa — esta última observada no modelo exposto no Brasília Boat Show.

           

          Todos os três barcos da FS Yachts no evento estão disponíveis para test-drive.

          Foto: Victor Santos/Revista Náutica

          1º Brasília Boat Show

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            Veja quem passou pelo Lounge Vip de NÁUTICA na estreia do Brasília Boat Show

            Primeiro dia do mais novo salão náutico do Centro-Oeste foi recheado de convidados especiais e nomes importantes do setor

            Por: Redação -

            A estreia do Brasília Boat Show, nesta quarta-feira (14), não poderia ter acontecido de forma mais marcante. Às margens do Lago Paranoá, em um belo dia de sol, visitantes, autoridades e convidados se juntaram para acompanhar a abertura do mais novo salão náutico na região Centro-Oeste.

            Conhecido de outros Boat Shows, o Lounge VIP de NÁUTICA foi sucesso em movimento ao receber grandes nomes do universo náutico e apaixonados pelo setor — que poderão conferir de perto, até o próximo domingo (18), embarcações, motores, acessórios e atividades nas águas doces da capital do país.

            Veja quem passou pelo Lounge Vip no 1º dia de salão

            Ana Lucia e Bernardo Cozzolino. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Antônio Torres, Karin Mendes, Jessica Prado, Juvenal Brasil e Renata Esmeraldino Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Ana Cristina, Maria Cristina e João Vilela. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Júlio Albertoni. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Suzana Soares e Pablo Oliveira. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Equipe do Ministério do Turismo. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Henrique Pires. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Fábio Paiva. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Demetrius Cavalcanti e Emanuela Cavalcanti. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Cristiano Araújo, secretário de turismo do Distrito Federal. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Orlando Rangel. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Yula Moura e Nathalia Pacini. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Geraldo Almeida e Rogério Macedo. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Fabrício Amaral, secretário de turismo de Goiás e Gustavo Faria, diretor de turismo de Goiás. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Emanuela Bertolucci e João Carlos Bertolucci. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Luíz André Reis, comodoro Iate Clube de Brasília; Édison Garcia, Presidente da CEB; Rose Rainha, diretora do Sebrae DF e Orlando Campos. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Ana Carla Azevedo e João Paulo Scalon. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Flávio Martins Pimentel, VP da Sociedade Amigos da Marinha e Almirante Alvarenga, comandante do Sétimo Distrito Naval. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Paulo Palhas e Fernando de Mesquita. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Amanda Santana e João Victor. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Alessandro Justino e Coronel Angelis SSP. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Eduardo Colunna, presidente da Acobar. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Eduardo Colunna e Louise Pimentel. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Moraes Ramos, capitão dos Portos de Brasília; Antônio Carlos, presidente da Sociedade Amigos da Marinha, Almirante Alvarenga; Flávio Pimentel, VP Sociedade Amigos da Marinha e tenente Carolina. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Ernani Paciornik, Júlio Albertoni, Benedito Prado Neto e Eduardo Colunna. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Ernani Paciornik e Guilherme Veiga. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Tiago Alvim, Wellington Rocha, Eduardo Colunna, Júlio Albertoni e Bernardo Cozzolino. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Sara Paciornik, Joel Paciornik e Diana Paciornik. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica
            Antônio Carlos Martins e João Rodrigues Neto. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica

            1º Brasília Boat Show

            O 1º Brasília Boat Show reúne, em formato boutique, grandes destaques do mercado náutico e uma programação para toda a família. O evento atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá, entre os dias 14 e 18 de agosto.

            Foto: Victor Santos/Revista Náutica

            Lanchas, pontoons e jets estarão expostos ao público na capital federal, inclusive com a possibilidade de test-drive de barcos. O Brasília Boat Show mostra ainda opções de motores, equipamentos e diversos acessórios para embarcações.

             

            E tem mais: exibição de barcos clássicos de décadas passadas, rally náutico e uma programação completa de lazer, com esportes aquáticos gratuitos, palestras e apresentações musicais.

             

            Anote aí!

            Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
            Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
            Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
            Mais informações: site do evento
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              Representante Ventura no Centro-Oeste há 3 anos, Via Boats comemora sucesso na região

              Marca é a única com dois estandes no Brasília Boat Show, que acontece até domingo (18) no Lago Paranoá

              Por: Redação -

              Toda a diversidade da Ventura Experience parece ter casado perfeitamente com o Centro-Oeste do Brasil. Desde que a marca atracou por lá três anos atrás, através da Via Boats, é “um ano com mais venda que o anterior”. É o que conta João Câmara, diretor da representante exclusiva da marca na região, atracada no primeiríssimo Brasília Boat Show como a única com dois estandes no salão.

              O “espaço a mais” não é à toa, afinal, a Via Boats visou expor ao público da região “todos os nichos e categorias, para que os clientes possam ver o que temos para oferecer de melhor”, como explica João.

              Foto: Victor Santos / Revista Náutica

              Sendo assim, os visitantes do salão conseguem explorar os produtos Ventura Experience tanto em uma área seca, quanto nas águas do Lago Paranoá. Em terra, está a linha Adventure, com quadriciclos, motos, bicicletas e jet, todos elétricos, além de dois barcos: a Ventura 195 Crossover e a Ventura 220 Surf.

               

              Já nas águas estão os modelos V400 Crossover, V300 e um pontoon: o P-25, já testado por NÁUTICA. Este, alias, é o primeiro Boat Show do Brasil em que o pontoon da Ventura está na água — um dos grandes destaques da marca em Brasília.

               

              Isso porque a embarcação, de convés plano, sustentada por flutuadores cilíndricos de alumínio, é ideal para navegar em águas abrigadas, como as do Lago Paranoá.

              Entregamos em média dois pontoons por mês na região e a procura aumenta cada vez mais. O pontoon se encaixa muito aqui por conta do day use. O pessoal sai com a família, faz um churrasquinho. Ele é 100% coberto com a capota– destaca João sobre o potencial do modelo

              Foto: Victor Santos / Revista Náutica

              Outra embarcação que se encaixa perfeitamente com a região é a Ventura 220 Surf, ideal para a prática de esportes aquáticos, como o wakeboard. “O esporte aqui é muito ‘quente'”, ressalta o diretor, que explica:

              O Lago Paranoá tem cerca de seis escolas de wake. O acesso ao lago é muito rápido. Às vezes, do prédio à marina em que a pessoa pratica, não dá 10 minutos

              De acordo com o diretor, “a água [do lago] é muito limpa e tranquila. São 43 km de extensão de área navegável. A Marinha faz um excelente trabalho e o pessoal consegue navegar com segurança“.

               

              Para além do cartão-postal de Brasília, João Câmara ressalta também a região de Goiás, que ele acredita ser “a região que mais cresce em termos náuticos”, graças a, principalmente, o Lago Corumbá, formado pelo represamento do Rio Corumbá, no sul do estado.

               

               


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              Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
              Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
              Mais informações: site do evento
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                Governador do DF anuncia, no Brasília Boat Show, intenção de construir estruturas náuticas públicas

                Com presença de Ibaneis Rocha, solenidade de abertura aconteceu nesta quarta-feira (14), reunindo diversas autoridades

                Por: Redação -
                14/08/2024

                Começou hoje (14) na Concha Acústica do Lago Paranoá, em Brasília, a primeira edição do Brasília Boat Show, com mais de 30 barcos em exposição, além de produtos, serviços, atividades náuticas e atrações para toda a família.

                A solenidade de abertura contou com a presença de diversas autoridades, entre eles, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Na ocasião, Ibaneis anunciou a intenção de construir uma estrutura náutica pública para incentivar o turismo náutico na região.

                 

                Atualmente, o Centro-Oeste tem 20% do total de 1,05 milhão de barcos registrados na Marinha do Brasil, segundo dados divulgados pela Acobar.

                Ernani Paciornik, presidente de NÁUTICA, e Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal. Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto / Revista Náutica

                “Este é um momento especial para o Distrito Federal, pois Brasília precisava de um evento como este para consolidar o Lago Paranoá como uma das suas grandes maravilhas, já que possui um enorme potencial turístico, mas estava completamente abandonado”, comentou Ibaneis Rocha.

                 

                Ao mencionar os investimentos realizados para devolver o local reformado à população, tornando-o um ponto turístico da cidade, Ibaneis anunciou que tem novos projetos e intenções para o universo náutico.

                Ernani Paciornik, presidente de NÁUTICA; José Vicente de Alvarenga Filho, almirante da Marinha do Brasil, Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal; Cristiano Araújo, secretário de turismo do Distrito Federal e Eduardo Colunna, presidente da Acobar. Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto / Revista Náutica

                “Em parceria com o secretário de Turismo, Cristiano Araújo, estamos planejando a criação de uma estrutura náutica pública para incentivar ainda mais o turismo na região. Faço questão de apoiar a náutica porque sou apaixonado por ela. Tenho certeza de que o evento será um sucesso e gerará muitos negócios”, declarou o governador do Distrito Federal.

                 

                Responsável pela pasta de turismo na região, Cristiano Araújo também exaltou o potencial de Brasília como destino náutico. “É um orgulho participar deste evento, que não só contribui para o desenvolvimento do Lago Paranoá, mas também impulsiona o turismo náutico em Brasília e nos estados de Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul”, afirmou.

                Cristiano Araújo, Secretário do Turismo do Distrito Federal. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica

                O Brasília Boat Show segue até domingo (18) com grandes nomes da indústria náutica, que proporcionam aos visitantes a chance de realizar test-drives em lanchas, pontoons e até no único jet elétrico do Brasil.

                 

                Mais do que embarcações, o Shopping Náutico apresenta uma variedade de produtos para equipar barcos, além de revestimentos e acessórios de ponta.


                O evento oferece ainda uma programação diversa de lazer, cultura e esportes, com atividades como aulas de mergulho, stand up paddle e kitesurf, além de uma exposição de barcos clássicos e o emocionante Rally Náutico.

                 

                A programação musical traz shows de jazz e MPB, a partir das 17h, para garantir entretenimento para todos os visitantes. Outras atrações incluem uma mini praia e uma vila gastronômica com diversas opções para agradar a todos os tipos de paladares.

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                Mais informações: site do evento
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                  Com maioria de clientes navegando em água doce, Fibrafort exibe 4 lanchas em Brasília

                  Thiago Fagundes, coordenador de negócios do estaleiro, destacou a importância do evento para a região Centro-Oeste

                  Navegar em águas interiores, definitivamente, não é um problema para a maioria das embarcações da Fibrafort. Pensando nisso, a marca — que está há 34 anos no mercado — trouxe quatro barcos na estreia do Brasília Boat Show, que acontece no belíssimo Lago Paranoá de 14 a 18 de agosto.

                  Segundo Thiago Fagundes, coordenador de negócios da marca, mais da metade da produção do estaleiro é destinada para clientes que navegam em água doce. Para ele, o Brasil ainda tem muito potencial para desenvolver nesse segmento.

                  Thiago Fagundes e Rute Eloisa. Foto: Daniel Xavier/ Revista Náutica

                  Levando barcos de 18 a 38 pés, o estaleiro exibe no Lago Paranoá as lanchas Focker 188 Joy, Focker 255 GTO, Focker 300 GTS e a Focker 388 Gran Turismo — segunda maior da marca.

                  Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                  De acordo com Thiago Fagundes, as embarcações da Fibrafort — especialmente a linha Focker — já cairam no gosto do público de Brasília. O coordenador de negócios, inclusive, diz já ter visto modelos da 388 Gran Turismo — destaque da marca no evento — navegando nas águas do Lago Paranoá.

                  [O Lago Paranoá] é bem confortável. Tem água represada, água doce é é uma região onde normalmente faz muito calor. Isso tudo favorece o esporte aquático, o barco e a água– pontuou Thiago

                  Passado, presente e futuro no Centro-Oeste

                  Com 34 anos no mercado, a Fibrafort busca se firmar mais do que já está nas águas interiores do Lago Paranoá e expandir o potencial na região. Por isso, a presença da Focker 255 GTO no maior evento náutico do Centro-Oeste também é voltada ao público especialmente ao público de Brasília.

                  Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                  [A Focker 255 GTO] é bem bacana para esse tipo de região de águas doces, onde o pessoal faz mais um day use e acaba não pernoitando muito. É um barco com uma pegada esportiva– Thiago Fagundes

                  Thiago Fagundes. Foto: Daniel Xavier/ Revista Náutica

                  Para o coordenador de negócios da marca, Brasília está entre uma das regiões prósperas para a Fibrafort e, não será apenas Brasília e a região Centro-Oeste do Brasil que poderá colher os avanços do mercado náutico.

                   

                  “O Brasília Boat Show é um evento importante não só para o Distrito Federal, mas igualmente para Tocantins, Goiás e outros estados, porque é mais próximo e com mais malha aérea de deslocamento para a maioria dos clientes que residem em outros estados do Norte e Nordeste”, disse Fagundes.

                  Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                  Além disso, ele está otimista em relação ao desempenho de vendas e acredita no potencial da primeira edição do Brasília Boat Show.

                  Sempre viermos para vender o máximo que puder. Temos que sair daqui com pelo menos uns 10 barcos vendidos, no mínimo– Thiago Fagundes


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                  Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                   

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                    Estaleiro espera vender três unidades da NX 44 by Pininfarina durante os cinco dias do Brasília Boat Show

                    Por: Redação -

                    Completando apenas 10 anos em 2024, a NX Boats já é o estaleiro que mais fabrica embarcações de 26 a 50 pés no Brasil. É o que afirma Felipe Guedes, diretor comercial do estaleiro pernambucano. Presente na primeira edição do Brasília Boat Show, a marca já conhece bem a região Centro-Oeste, afinal, por lá já soma mais de 200 barcos navegando — número que deve aumentar após o salão.

                    O estaleiro, que como Guedes diz, valoriza “todas as regiões brasileiras”, fez questão de levar ao salão uma equipe composta por representantes de estados como Goiás (NX Boats Goiás), Mato Grosso (MT Premium), Tocantins (Dai Jetski) e, claro, Brasília (Cia Lake).

                    Felipe Guedes, diretor comercial da NX Boats. Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto / Revista Náutica

                    Com esse time, a expectativa da marca é sair da capital federal com ao menos três unidades vendidas da NX 44 by Pininfarina — maior barco exposto no evento do Lago Paranoá.

                     

                    A lancha saiu do Rio de Janeiro, onde estreou no Rio Boat Show, passou pelo Sul, para o Marina Itajaí Boat Show, e agora atraca em Brasília. O modelo está nas águas do Lago Paranoá ao lado das lanchas NX 370, NX 340 e a NX 290.

                    Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                    Temos bastante 40 pés aqui no lago. É natural que os clientes façam o upgrade para a NX 44. Nossa expectativa é deixar pelo menos três delas vendidas aqui no Brasília Boat Show– destacou Felipe

                    Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                    Região Centro-Oeste tem saldo positivo para a NX Boats

                    A presença do estaleiro de Pernambuco em Brasília sela uma relação já muito boa entre a marca e o Centro-Oeste brasileiro. “Temos aqui um dos nossos melhores mercados no país”, ressalta o diretor comercial.

                    Recentemente fizemos um evento de comemoração de 100 unidades de NX entregues apenas no Mato Grosso, isso no ano passado. Hoje já devemos ter no estado em torno de 120– destacou Guedes

                    Felipe Guedes, diretor comercial da NX Boats. Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto / Revista Náutica

                    De acordo com o diretor, em Brasília o estaleiro soma 54 unidades navegando; 65 em Goiás; cerca de 120 no Mato Grosso e ainda em torno de 60 no Tocantins, ali pertinho.

                    Temos um crescimento anual na região de 15% a 20% por ano, em termo de número de barcos. A NX sempre está presente e valorizando todas as regiões brasileiras– revela Felipe

                     

                     


                    1º Brasília Boat Show

                    O 1º Brasília Boat Show reúne, em formato boutique, grandes destaques do mercado náutico e uma programação para toda a família. O evento atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá, entre os dias 14 e 18 de agosto.

                    Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                    Lanchas, pontoons e jets estarão expostos ao público na capital federal, inclusive com a possibilidade de test-drive de barcos. O Brasília Boat Show mostra ainda opções de motores, equipamentos e diversos acessórios para embarcações.

                     

                    E tem mais: exibição de barcos clássicos de décadas passadas, rally náutico e uma programação completa de lazer, com esportes aquáticos gratuitos, palestras e apresentações musicais.

                     

                    Anote aí!

                    Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
                    Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
                    Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
                    Mais informações: site do evento
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                      Cerimônia de abertura dá início ao inédito Brasília Boat Show

                      Com a presença de autoridades locais, desenlace da fita marcou o começo do salão náutico que vai desta quarta (14) até domingo (18)

                      Por: Redação -

                      As portas do primeiríssimo Brasília Boat Show estão oficialmente abertas! Com a presença de autoridades locais, da banda da Marinha do Brasil, convidados e visitantes, por volta das 17h desta quarta-feira (14) o tradicional desenlace de fita marcou o início do salão náutico na Orla da Concha Acústica de Brasília, no Lago Paranoá.

                      Já consolidado como o maior evento do setor no Centro-Oeste brasileiro, o Brasília Boat Show segue até o próximo domingo (18). A iniciativa é resultado de um desejo antigo de Ernani Paciornik, presidente de NÁUTICA.

                       

                      Durante a cerimônia, o executivo relembrou que esteve em Brasília há 16 anos e que, já naquela época, via a Orla da Concha Acústica, onde acontece o salão, como o “lugar mais bonito” da capital federal.

                      Via essa maravilha pouco usada, bem abandonada. Nesse meio tempo sempre houveram tentativas de trazer o Boat Show para Brasília. Esse sonho foi crescendo, mas nunca se realizou como hoje está sendo realizado– contou Ernani

                      Ernani Paciornik, presidente de NÁUTICA. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica

                      Para o momento especial do desenlace da fita de inauguração, além de Ernani Paciornik, se reuniram Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal, Cristiano Araújo, secretário de turismo do Distrito Federal, Eduardo Colunna, presidente da Acobar, e o almirante José Vicente de Alvarenga Filho, representando a Marinha do Brasil.

                       

                      O presidente de NÁUTICA revelou ao público que acompanhava a cerimônia — tanto no evento como por meio das redes sociais — que “até Lars Grael, um campeão olímpico, dizia que ‘Brasília é ‘o lugar'”.

                      Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto / Revista Náutica

                      Não à toa. Para além da beleza e das boas águas do Lago Paranoá, Eduardo Colunna revelou durante a abertura do evento que há no Brasil “1,05 milhão de barcos de esporte e lazer inscritos na Marinha, mais de 20% deles na região Centro-Oeste”.

                      Há 16 anos isso era uma possibilidade e agora é real. É isso que o Brasil precisa. O setor náutico está amadurecendo, o turismo náutico está trazendo as pessoas para o setor– destacou o presidente da Acobar

                      Eduardo Colunna, presidente da ACOBAR. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica

                      O secretário de turismo do DF Cristiano Araújo expressou ao público o desejo de “ativar esse lago [o Lago Paranoá], para que ele seja um polo de desenvolvimento do turismo”.

                      Não se trata apenas de um evento de vendas, é um evento que atrai o turismo do Centro-Oeste e promove o desenvolvimento da nossa cidade– ressaltou Cristiano

                      Cristiano Araújo, Secretário do Turismo do Distrito Federal. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica

                      A Marinha do Brasil, que apoia o salão náutico em Brasília, foi representada pelo almirante José Vicente de Alvarenga Filho, que destacou a região Centro-Oeste como “muito forte na navegação”.

                      Almirante José Vicente de Alvarenga Filho. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica

                      A palavra final, que precedeu o início oficial do Brasília Boat Show, ficou por conta de Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal. Ibaneis ressaltou o investimento feito na Concha Acústica, que teve como objetivo, segundo ele, “devolver esse espaço esplêndido à população do Distrito Federal.

                      Brasília precisava desse evento para consolidar isso que é uma das maiores maravilhas do Brasil, o Lago Paranoá– apontou o governador

                      Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal. Foto: Rafaela Moreno/ Revista Náutica

                      Ainda em seu discurso, Ibaneis revelou que, quando Cristiano Araújo lhe informou que o Boat Show chegaria à Brasília, ele disse “que fazia questão de incentivar plenamente a participação do governo do Distrito Federal” no salão.

                      Essa área tem um potencial turístico muito grande. Não tenho dúvidas do sucesso que vai ser isso aqui– destacou Ibaneis

                      Além das autoridades que discursaram, também estiveram presentes Antônio Barra Torres, presidente da ANVISA, Edson Garcia, presidente da Companhia Energética de Brasilia (CEB), Rose Rainha, diretora Superintendente do Sebrae DF e Claudia Maria Maldonado, diretora do Convention & Bureau.

                      Banda da Marinha do Brasil tocou o Hino Nacional durante a cerimônia de abertura. Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto / Revista Náutica
                      Foto: Almirante José Vicente de Alvarenga Filho, Ernani Paciornik, Ibaneis Rocha, Cristiano Araújo e Eduardo Colunna. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica
                      Foto: Daniel Xavier e Carlos Roberto / Revista Náutica

                      1º Brasília Boat Show

                      O 1º Brasília Boat Show reúne, em formato boutique, grandes destaques do mercado náutico e uma programação para toda a família. O evento atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá, entre os dias 14 e 18 de agosto.

                      Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                      Lanchas, pontoons e jets estarão expostos ao público na capital federal, inclusive com a possibilidade de test-drive de barcos. O Brasília Boat Show mostra ainda opções de motores, equipamentos e diversos acessórios para embarcações.

                       

                      E tem mais: exibição de barcos clássicos de décadas passadas, rally náutico e uma programação completa de lazer, com esportes aquáticos gratuitos, palestras e apresentações musicais.

                       

                      Anote aí!

                      Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
                      Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
                      Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
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                        Por que o mar fica sem onda às vezes? Entenda o que acontece

                        Ação do vento e outros fatores são essenciais para a formação e intensidade das ondas, que podem variar de acordo com o dia

                        Por: Redação -

                        Fãs de praia geralmente se dividem em dois times: os que gostam de mar com muitas ondas (ideal para o surf, por exemplo) versus os que preferem o mar sem onda, ao estilo piscininha. Não é segredo para ninguém que a água pode se apresentar de ambos os jeitos na mesma praia, em diferentes dias, mas a pergunta que fica é: por que isso acontece?

                        O senso-comum de que o vento é responsável pela formação de ondas está correto. Segundo o engenheiro e oceanógrafo David Zee, professor de Oceanografia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), esse é o principal fator que culmina na agitação do mar.

                        “Praticamente 99% da energia acumulada nas ondas provém da energia transferida dos ventos sobre a superfície do mar”, afirma, em artigo publicado no site Olhar Oceanográfico.

                         

                        A porcentagem restante fica a cargo de maremotos e tsunamis, bem como da atração gravitacional do sol e da lua “se considerarmos a maré como uma onda de longo período (duração)” — já que os astros a influenciam diretamente.

                        Como os ventos fazem o mar ficar com ou sem ondas?

                        Nas Olimpíadas de Paris, o surfista brasileiro Gabriel Medina viveu momentos de tensão durante a disputa por uma vaga na final.

                         

                        O mar de Teahupo’o, no Taiti, onde ocorreram as provas da modalidade, não se apresentou em boas condições ao atleta e, após longos minutos de espera, Medina não conseguiu surfar uma segunda onda para aumentar a pontuação e bater o australiano Jack Robinson.

                        Gabriel Medina, em prova antes da semifinal. Foto: William Lucas/ COB/ Reprodução

                        Embora seja claro que os ventos interferem na ausência ou presença de ondas, é necessário que haja um processo de transferência de energia para que elas se formem.

                         

                        “Os ventos, ao soprarem sobre a superfície lisa do mar, formam inicialmente pequenas rugosidades, chamadas de ondas capilares. A presença das rugosidades confere ainda mais atrito que possibilita maior transferência de energia dos ventos, aumentando gradativamente a altura das ondas”, explica Zee.

                        Quando uma onda se choca na outra, distribui melhor essa energia que se acumulou, o que faz com que se propaguem e uniformizem. Elas viajam pelo mar até alcançarem um obstáculo — como ilhas e continentes.

                         

                        Uma pequena fração da energia acumulada também é usada no que o professor aponta como “revolvimento das águas”, responsável por formar a espuma que a gente vê, emitir calor e gerar o som da quebra da onda na praia.


                        Outro ponto de destaque é o tamanho da onda. Enquanto em alguns dias o mar fica especialmente revolto, em outros pode se apresentar com ondas menores, pequenas marolas ou se igualar a uma enorme piscina.

                         

                        “A formação de ondas maiores ou menores depende da intensidade (velocidade), área de atuação (pista ou área onde o vento sopra) e duração dos ventos (tempo)”, define Zee. “Quanto maior for a intensidade, a área de atuação e a duração dos ventos, tanto maior serão as ondas originadas”.

                         

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                          Representante da Ventura no Centro-Oeste, Via Boats fez esquenta para 1º Brasília Boat Show

                          Avant-première reuniu parceiros para celebrar chegada do salão, que vai desta quarta-feira (14) até domingo (18)

                          Na noite da última terça-feira (13), a Via Boats, representante da Ventura Experience no Centro-Oeste do país, reuniu clientes, amigos e parceiros para um “esquenta” pré Brasília Boat Show. A estreia do salão náutico acontece nesta quarta-feira (14) e segue até domingo (18), nas águas do Lago Paranoá.

                          Com a ação, a marca adiantou aos convidados as principais novidades e produtos que serão apresentados no inédito salão náutico, embalados, claro, pela música e bons comes e bebes.

                          João Pedro Azevedo, José Dourado, Maria Carolina Dourado e Elza Maria Gaia, da Via Boats

                          Na avant-première da ViaBoats, José Carlos Dourado, sócio-diretor do Grupo Primavia, ressaltou que o primeiro Brasília Boat Show será um “evento que vai atingir todo o Centro-Oeste”.

                          Um evento de mega proporção. Estamos vendo toda estrutura montada. Estaremos com condições imperdíveis– revelou José Carlos Dourado

                          Tivemos a ideia de trazer o esquenta porque vários dos nossos clientes estão empolgados com o Brasília Boat Show– revelou João Câmara, diretor da Via Boats

                          Único estaleiro com dois estandes no salão — um no seco e outro nas águas do Lago Paranoá –, a Ventura terá em terra sua linha Adventure, com quadriciclos, motos, bicicletas e jet, todos elétricos, além de dois barcos: a Ventura 195 Crossover e a Ventura 220 Surf, conforme detalhou João.

                          Ventura V220 Surf. Foto: Ventura / Divulgação

                          Já nas águas do icônico Lago Paranoá, o público poderá ver de perto os modelos V400 Crossover, V300 e um pontoon: o P-25, já testado por NÁUTICA.

                          Estamos com todos os nichos e categorias para que os clientes possam ver o que temos para oferecer de melhor– destacou João Câmara

                          Ventura P-25. Foto: Revista Náutica

                          Brasília Boat Show

                          A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.

                          Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.

                           

                          A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.

                           

                          Anote aí!

                          Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
                          Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
                          Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
                          Mais informações: site do evento
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                            É hoje: Brasília Boat Show leva diversos barcos e atrações para toda família ao Lago Paranoá

                            1ª edição do salão náutico vai desta quarta-feira (14) até domingo (18), transformando capital federal em polo náutico

                            Desta quarta-feira (14) até o próximo domingo (18), as águas do Lago Paranoá receberão um evento inédito: o Brasília Boat Show. O salão náutico levará cerca de 30 embarcações — a maioria delas nas águas — para o cartão-postal de Brasília, além de atrações para toda família.

                            Dentre os diversos tipos de barcos, o público do Centro-Oeste do Brasil poderá ver de perto lanchas, pontoons — inclusive um igual ao que o cantor Leonardo ganhou da influenciadora Virgínia — e jets.

                             

                            Atracado na Orla da Concha Acústica de Brasília, o salão náutico chega já consagrado como o maior da região.

                            A estrutura do Brasília Boat Show sendo montada no Lago Paranoá. Foto: Bernardo Cozzolino

                            O salão será ainda a oportunidade de testar, na prática, o primeiro jet elétrico do Brasil, o Ventura Orca Performance by Taiga, nas águas do icônico lago.

                            Foto: Taiga / Divulgação

                            Além das dezenas de embarcações, o Brasília Boat Show leva ao público motores, acessórios e equipamentos náuticos, para completar o cardápio dos amantes deste universo. Mas se engana quem pensa que a programação do salão para por aí.


                            Atrações para todos os gostos

                            Durante todos os cinco dias do evento, o visitante do Brasília Boat Show também tem acesso a diversas atividades e experiências no salão. Isso inclui atrações esportivas — como aulas de wakeboard, kitesurf, canoa havaiana, stand up paddle e remo –, gastronômicas e culturais.

                            Barcos clássicos e com linhas agressivas como os de James Bond, com projeto concebido pelo ícone da Fórmula 1, Nelson Piquet, além de lanchas de madeira e em estilo vintage farão parte da exposição Tesouros Náuticos.

                            Foto: Divulgação

                            O evento também será sede do Rally Náutico, que acontece no sábado (17). A competição, organizada pelo Clube da Aeronáutica de Brasília, reunirá cerca de 25 barcos, divididos em três categorias. A largada será às 15h e a chegada acontecerá no próprio Brasília Boat Show, com uma cerimônia de premiação às 16h30.

                            Foto: Anacleto Fotografia/ Divulgação

                            Brasília Boat Show

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                            Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
                            Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
                            Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
                            Mais informações: site do evento
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                              Por: Redação -
                              13/08/2024

                              A Solara já está pronta para atracar no maior evento náutico da América Latina: o São Paulo Boat Show. Para esta 27ª edição, o estaleiro do Rio Grande do Sul separou nada menos do que dez barcos, incluindo um lançamento, para agradar a todos os perfis de navegantes.

                              O destaque principal fica com a Solara 500 Skydeck, que será exibida em primeira mão durante o evento — que acontece de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo. Um dos maiores atrativos da nova lancha, ainda sem imagens divulgadas, é a plataforma lateral expansível, ao lado da praça de popa.

                              Celso Antunes, que comanda a Solara. Foto: Revista Náutica

                              De acordo com a marca, a solução do deck beach lateral segue padrões internacionais de inovação e oferece bastante espaço a bordo. Além da ampla área de convivência, a nova Solara 500 Skydeck promete interiores confortáveis, com acabamento premium.

                              Outros barcos da Solara no São Paulo Boat Show 2024

                              Além do lançamento, a Solara pretende repetir o sucesso que a Boat House fez na edição passada do São Paulo Boat Show, quando foi exibida pela primeira vez ao mercado.

                              A Solara Boat House navegando pela Baía de Guanabara. Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                              Com 35 pés, a casa-barco (já testada pela Revista NÁUTICA) oferece dois quartos, cozinha, banheiro, varanda, terraço e capacidade para até 12 pessoas.

                               

                               

                              A Solara 380 Bowrider é outro destaque do estaleiro. Testado pela equipe de NÁUTICA, o barco tem 39 pés e 6 m² de plataforma de popa.

                              Lancha Solara 380 Bowrider. Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                              Assim como o desempenho, a estrutura desta lancha chama atenção por seu cockpit integrado, deque com aberturas laterais, móveis gourmet, passagem lateral e um grande solário de proa.

                               

                               

                              O leque de embarcações da Solara no São Paulo Boat Show 2024 conta ainda com as lanchas Solara 41 HT — a mais vendida do estaleiro –, Solara 380 HT, Solara 350 GT (em duas versões de motorização: popa e centro) e Solara 230 Open.

                               

                              Completando o estande da marca estarão duas versões de pontoons: Pontoon Solara 300 T e Pontoon Solara 300 Double Deck.


                              São Paulo Boat Show 2024

                              A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.

                              Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                              Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.

                               

                              Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.

                               

                              Anote aí!

                              Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024
                              Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900)
                              Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
                              Mais informações: site do evento
                              Ingressos: site oficial de vendas

                               

                              Náutica Responde

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                                Gerador é capaz de transformar ondas do mar em energia; conheça

                                Equipamento está implantado na Ilha de Oahu, no Havaí, mesmo local em que a Marinha dos EUA testa equipamentos

                                A Ilha de Oahu, no Havaí, é o palco em que a Marinha dos Estados Unidos realiza diversos testes de seus equipamentos. Agora, por lá, a Ocean Energy — empresa especializada em hidrocinética marinha — implantou um dispositivo que se consolida como o primeiro gerador em escala de rede elétrica capaz de transformar a pressão das ondas do mar em energia.

                                O dispositivo, batizado de OE-35, levou mais de uma década para ser desenvolvido e tem 38 metros de comprimento, 18 metros de largura e 826 toneladas. O equipamento funciona como uma boia gigante, que converte a energia das ondas em energia elétrica.

                                Foto: Ocean Energy / Divulgação

                                O mundo precisa acelerar o ritmo da descarbonização com tecnologias novas e inovadoras– destacou Tony Lewis, diretor de tecnologia da Ocean Energy

                                Entenda como o OE-35 funciona

                                Tido como o primeiro dispositivo que transforma a pressão das ondas do mar em escala de rede elétrica do mundo, o OE-35 foi projetado para suportar mesmo as ondas muito fortes e o efeito corrosivo da água salgada.

                                 

                                 

                                O equipamento utiliza o volume de ar retido e uma abertura submersa para que a pressão das ondas faça a água oscilar, conduzindo o ar preso através de uma turbina que, então, gera eletricidade.

                                 

                                Através da turbina Wells, o OE-35 é capaz de gerar eletricidade tanto quando as ondas batem, quanto quando recuam, de forma a aproveitar a compressão do ar em três câmaras dentro da boia gigante.


                                O gerador ainda consegue ajustar sua resposta dinâmica em momentos de ondas muito grandes, reduzindo assim as forças de amarração e aumentando sua capacidade de sobrevivência.

                                 

                                “Após mais de uma década e meia de projeto, muitos testes e construção, estamos entusiasmados por finalmente podermos dar este grande passo em direção à comercialização de nosso dispositivo OE-35 de classe mundial”, disse Tony Lewis.

                                 

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                                  Família de vítima do submarino Titan pede indenização de R$ 280 milhões à OceanGate

                                  Herdeiros de Paul-Henri Nargeolet, especialista em Titanic, acusam empresa responsável de negligência grave

                                  Em junho de 2023, a tragédia do submarino Titan, da OceanGate, fez cinco vítimas fatais após implodir durante expedição aos destroços do Titanic. Agora, um novo capítulo dessa história começa a se desenhar: a família do francês Paul-Henri Nargeolet, um dos tripulantes, pede uma indenização de US$ 50 milhões (R$ 280 milhões) à empresa responsável.

                                  O processo, de homicídio culposo, foi aberto na última terça-feira (6) no Condado de King, em Washington, nos Estados Unidos.

                                   

                                  A família de Nargeolet acusa o operador do submersível, Stockton Rush, de negligência grave, enquanto os advogados do espólio alegam que “muitos dos detalhes sobre as falhas e deficiências do navio não foram divulgados e foram propositalmente ocultados”.

                                  Foto: OceanGate Expeditions / Divulgação

                                  Vítima era considerada “Sr. Titanic”

                                  A expedição catastrófica ao Titanic não foi a primeira que Nargeolt participou. O francês já havia visitado o local em outras 37 oportunidades, o que rendeu a ele o apelido de “Sr. Titanic”. A alcunha era adotada até mesmo pelo diretor de cinema James Cameron, que produziu, em 1997, o filme sobre o naufrágio.

                                   

                                  Nargeolet era considerado uma das pessoas mais bem informadas do mundo sobre o Titanic. Por essa razão, Matt Shaffer — um dos advogados que representa a família da vítima do submarino francês — chegou a dizer que “se Stockton Rush tivesse sido transparente sobre todos os problemas que teve com o Titan, bem como com os modelos semelhantes anteriores, alguém tão experiente e conhecedor quanto Nargeolet não teria participado”.


                                  Essa tese foi também mencionada por Cameron em uma entrevista no início deste ano, e agora reforça a alegação no processo de homicídio culposo movido pela família de Paul Henri-Nargeolet.

                                  O processo afirma que Stockton Rush simplesmente não foi direto com a tripulação e os passageiros sobre os perigos que ele e outros sabiam, mas os passageiros e a tripulação não– disse Matt Shaffer

                                  Segundo o portal Autoevolution, uma “documentação vazada recentemente mostra que Rush foi muito cuidadoso em abafar todas as críticas à maneira como ele operava sua empresa e construía seu submarino”, além de protagonizar “medidas de corte de custos empregadas na construção do Titan”.

                                   

                                  Ainda de acordo com o portal, os cortes de custos incluíam desde “usar fibra de carbono em vez do titânio” — esse último, mais caro — até a recusa em “realizar testes estruturais após cada mergulho“.

                                  Relembre o caso das vítimas do submarino Titan

                                  O submarino Titan, operado pela OceanGate Expeditions, era utilizado para expedições turísticas ao local do naufrágio do Titanic, localizado a cerca de 3.800 metros de profundidade, no Oceano Atlântico Norte.

                                   

                                  No dia 18 de junho de 2023, contudo, durante uma dessas viagens, as vítimas do submarino Titan perderam contato com seu navio de apoio. Isso aproximadamente 1h45 minutos após o início da descida.

                                  Foto: OceanGate Expeditions / Divulgação

                                  Uma intensa operação de busca e resgate foi lançada, envolvendo autoridades dos Estados Unidos, Canadá e outros países. Ainda assim, após dias de buscas, os destroços do submersível foram encontrados no fundo do oceano, confirmando que submarino havia sofrido uma implosão, resultando na morte de todos os cinco ocupantes a bordo.

                                  Foto: OceanGate Expeditions / Divulgação

                                  O acidente levantou questões sobre a segurança das operações da OceanGate, especialmente em relação ao design e às práticas de manutenção do Titan. A empresa foi criticada por supostamente ignorar preocupações de especialistas sobre a segurança do submersível, o que resultou em uma tragédia amplamente coberta pela mídia global.

                                  Novas expedições ao naufrágio

                                  Depois da tragédia com o Titan, não era de se imaginar que tão cedo alguém tentaria a façanha novamente. Mas Larry Connor, investidor imobiliário bilionário dos Estados Unidos, está decidido a mostrar que a viagem pode ser feita de forma segura e, para isso, está construindo o próprio submersível.

                                  Foto: Triton Submarines / Divulgação

                                  Quem o acompanha na empreitada da Triton Submarines é o co-fundador da empresa, Patrick Lahey. A dupla pretende mergulhar mais de 3.700 metros até o local do naufrágio em um submersível de capacidade, justamente, para duas pessoas — diferente do Titan, que levava até cinco.

                                   

                                  “Quero mostrar às pessoas em todo o mundo que, embora o oceano seja extremamente poderoso, ele pode ser maravilhoso e agradável e realmente mudar a vida se você seguir o caminho certo”, disse Connor ao Wall Street Journal.

                                   

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                                    Por: Redação -

                                    Um projeto ambicioso pode revolucionar os rumos da navegação no mar no que diz respeito à sustentabilidade. Trata-se de um veleiro trimarã de carga, o primeiro do mundo a se mover quase que 100% a vento — tendo apenas um sistema de propulsão convencional para manobras em portos.

                                    Ainda sem nome, a embarcação foi idealizada pela startup francesa VELA Transport e terá 65 metros — número que a torna recordista também em tamanho, o maior dentro da categoria à qual pertence.

                                    Foto: Divulgação

                                    De acordo com a empresa, o trimarã movido a vento terá um desempenho sem precedentes, capaz de superar a velocidade de navegação de um navio padrão de comprimento similar. Isso, é claro, com o adicional de usar apenas energia eólica e bater emissão praticamente zero.

                                     

                                    A previsão é de que a embarcação fique pronta em 2025 e cruze o Atlântico em um percurso que vai da França aos Estados Unidos, transportando carga de Nouvelle-Aquitaine à Nova York.

                                     

                                    Espera-se que a viagem leve menos de duas semanas, incluindo o tempo de carregamento e descarga — algo bastante ousado para um transporte quase que 100% a vela.

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                                    Oficialmente apresentada em 2023, a embarcação poderá levar 350 toneladas a bordo — capacidade que, segundo a VELA Transport, supera em cinco vezes a de uma aeronave — e tripulação formada por oito pessoas.


                                    O design chama a atenção pela funcionalidade, já que permite o transporte de mais carga e com maior velocidade do que monocascos da mesma categoria e tamanho. Além disso, suas características garantem o acesso a portos menores e locais de carga/descarga independentes.

                                     

                                    Além da meta de iniciar as viagens em 2025, a VELA Transport espera ter partidas a cada nove dias até 2028. Vale destacar que a embarcação não é a primeira de carga a usar o vento, mas sim a ter esse conceito totalmente voltado para emissões zero.

                                     

                                    Outras empresas estão envolvidas no projeto. A Austal Australasia foi o estaleiro escolhido para dar vida ao trimarã à vela, ao passo que a VPLP projetou o conceito.

                                     

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                                      Artista transforma embarcação a jato da década de 1970 em ‘barco tubarão’

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                                      Quando habilidades artísticas e paixão pelo oceano se encontram, obras de arte podem surgir. Uma pintura, uma foto ou… um barco com aparência de tubarão, como fez o artista Fin Bowron, de Northumberland, no Reino Unido.

                                      Já conhecido por produzir réplicas gigantes de elementos da vida marinha e garrafas de bebidas, Fin resolveu combinar sua arte com a paixão pelo mar que, na maioria dos dias, o leva pelas águas do Mar do Norte.

                                      Foto: Sharkfin Design / Divulgação

                                      Em sua garagem e estampando restaurantes pelo Reino Unido estão lagostas, caranguejos, peixes, conchas e, claro, tubarões, todos produzidos pelas mãos de Fin.

                                       

                                      Há 15 anos, contudo, surgiu a ideia de usar uma cabeça de tubarão, deixada sem propósito em sua garagem, para personalizar um barco a jato da década de 1970 — processo que levou 15 anos.

                                      Foto: Sharkfin Design / Divulgação
                                      Foto: Sharkfin Design / Divulgação
                                      Foto: Sharkfin Design / Divulgação

                                      Entre estágios de verão e outras atividades, o projeto acabava sempre parando no jardim do artista, se deteriorando e precisando de restauração. Foi somente agora, em 2024, que o barco com aparência de tubarão finalmente ganhou as águas, seu habitat “duplamente natural”.

                                      Foto: Sharkfin Design / Divulgação

                                      Tanto a cabeça quanto a cauda e as barbatanas realistas do tubarão foram feitas em fibra de vidro, de forma a se encaixarem perfeitamente no barco de 54 anos. Equipado com um motor Yamaha de 25 hp, a embarcação navega enquanto tira risadas — e sustos — de banhistas curiosos.


                                      Apesar da experiência em construir e restaurar barcos, essa foi a primeira vez que Fin modificou uma embarcação — e ficou feliz por descobrir que ela não apenas flutua, mas também navega bem.

                                      Foto: Sharkfin Design / Divulgação
                                      Foto: Sharkfin Design / Divulgação

                                      “Eu não sabia como ele iria se sair na água. Quando você coloca motores, não sabe como o equilíbrio vai ficar. Felizmente, ele funciona perfeitamente bem. Provavelmente é pura sorte que ele salte e combine bem com aquele motor.”

                                       

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                                        Ultraluxuoso, totalmente personalizado e hiper tecnológico. Essas são algumas palavras que descrevem o Luminosity, megaiate do tradicional estaleiro italiano Benetti. Aparentemente, não havia motivos para a embarcação de luxo ficar ‘abandonada’ — mas mesmo no mundo dos bilionários, nem tudo são flores.

                                        O megaiate Luminosity pertence ao russo Andre Guryev. Os mais antenados no mundo das embarcações de luxo vão achar o nome familiar. Não à toa: Guryev ficou mais popularmente conhecido quando um de seus outros megaiates, o Alfa Nero, foi abandonado no Caribe até ser vendido em um leilão, por US$ 67,6 milhões.

                                        Alfa Nero. Foto: Oceanco / Divulgação

                                        O ‘abandono’ se deu quando o nome do bilionário entrou na lista de sanções internacionais, após a invasão russa na Ucrânia. Contexto esse que se assemelha à história, agora, do Luminosity.

                                        A história por trás da venda do megaiate

                                        O Luminosity foi lançado em fevereiro de 2019, com previsão de entrega em 2020 ao seu proprietário original, Kutayba Yusuf Ahmed Alghanim, um bilionário kuwaitiano que escolheu cada detalhe da embarcação a dedo, buscando o mais requintado luxo do universo dos iates.

                                        Foto: Benetti Yachts / Divulgação

                                        Alghanim, contudo, recusou a entrega do megaiate apenas algumas semanas antes do prazo final. Assim, o Luminosity foi colocado à venda por 225 milhões de euros — atualmente, a moeda bate R$ 5,98, para se ter uma ideia.

                                         

                                        Foi assim que a história de Guryev com o megaiate começou, uma vez que ele foi o responsável pela compra da embarcação — poucos dias antes de ser incluído na listas de sanções.

                                        Foto: Benetti Yachts / Divulgação

                                        Quando o nome de Guryev apareceu na lista, o Luminosity ficou preso em Montenegro, enfrentando problemas com a tripulação — essencial em um iate como esse, mesmo que sem uso — e, aparentemente, abandonado. Guryev negou ser o dono do megaiate, assim como fez com o Alfa Nero.

                                        Foto: Benetti Yachts / Divulgação

                                        Desde então, o Luminosity segue em Montenegro, sem nunca ter sido usado (apenas para testes). A embarcação acumula custos ao estado, que foi forçado a cobrir todas as despesas do iate — incluindo taxas portuárias, combustível, inspeções e trabalhos de manutenção.


                                        É ainda neste cenário que o megaiate, agora, está à venda com ‘50% off’.

                                        Conheça o megaiate Luminosity

                                        Como já mencionado, Kutayba Yusuf Ahmed Alghanim, proprietário original do Luminosity, não economizou seus desejos mais luxuosos na hora de personalizar o megaiate da Benetti de 107 metros de comprimento.

                                        Foto: Benetti Yachts / Divulgação

                                        Foi dele, inclusive, a ideia de levar à embarcação uma espécie de ‘floresta de vidro’. Trata-se de um espaço ao centro do megaiate que traz uma passarela emoldurada por telas do material por todos os lados, com direito a uma escada de vidro flutuante.

                                        Foto: Benetti Yachts / Divulgação
                                        Foto: Benetti Yachts / Divulgação

                                        As telas em questão vão ganhando vida a cada passo, através de flores eletrônicas projetadas no material transparente. Quem resolver investir no Luminosity poderá ainda definir o cenário com outras projeções.

                                        Foto: Benetti Yachts / Divulgação

                                        Ao todo, 27 pessoas — e 37 tripulantes — podem aproveitar todas as comodidades do megaiate de seis decks, que inclui piscinas, jacuzzis, helipontos (um dos quais é um heliponto certificado com uma estação de reabastecimento), cinema, área de spa, academia, sauna e lounges impressionantes.

                                        Foto: Benetti Yachts / Divulgação
                                        Foto: Benetti Yachts / Divulgação
                                        Foto: Benetti Yachts / Divulgação

                                        Esse verdadeiro palácio flutuante com banheiras feitas de vidro e mármore de Carrara ainda impressiona pelo foco na sustentabilidade. Isso porque a embarcação é capaz de executar funções de um ‘hotel ancorado’ por 24 horas, com zero ruído e emissões, apenas com baterias.

                                        Foto: Benetti Yachts / Divulgação
                                        Foto: Benetti Yachts / Divulgação
                                        Foto: Benetti Yachts / Divulgação

                                        Na navegação, o megaiate Luminosity conta com um par de Azipods ABB de 2.200 kW movidos por seis geradores a diesel Caterpillar para um alcance de 8 mil milhas náuticas (9.206 milhas/14.816 km) em velocidade de cruzeiro. A velocidade máxima é de 16,5 nós (19 mph/30,5 km/h).

                                        Foto: Benetti Yachts / Divulgação

                                        O iate tem arquitetura naval da italiana Benetti, design exterior da também italiana Cassetta Yacht Designers e da inglesa Reymond Langton Design. Os interiores igualmente vêm de mãos inglesas, com a Zaniz Interiors.

                                        Foto: Benetti Yachts / Divulgação

                                        Originalmente avaliado em US$ 292 milhões (R$ 1,6 bilhão, em valores convertidos em agosto de 2024), o megaiate Luminosity agora está à venda por US$ 146 milhões (R$ 800 milhões).

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                                          Evento que acontecia desde 1987 foi encerrado por questões ambientais; cerca de 100 veículos de 11 países europeus participaram

                                          Pela última vez em 37 anos, os canais de Amsterdã, na Holanda, ganharam novas cores com o desfile de veículos anfíbios (que andam em terra e sobre as águas). Tradição desde 1987, o evento agora teve fim, visando um futuro também colorido — com um toque mais verde.

                                          Isso porque, a partir de 2025, as tradicionais vias navegáveis da cidade ficarão restritas a embarcações e veículos livres de emissões, visando um futuro mais sustentável.

                                           

                                           

                                          Para fechar com chave de ouro, o desfile que costuma contar com até 80 veículos por edição contabilizou nada menos que 100 deles, de 11 países europeus diferentes. Diversidade encontrada também nos anfíbios que, de acordo com Roy Bolks, responsável por organizar uma visita guiada no local, “existem em todas as formas e tamanhos”


                                          Temos uma frota inteira de veículos do exército e de todos os tipos de carros construídos em casa. A maioria são curiosidades– destacou Bolks

                                          Um dos veículos que navegou nos canais de Amsterdã pela última vez chegou a servir na Segunda Guerra Mundial, “carregado com munições”, conforme explicou o proprietário.

                                          Foto: YouTube Firstpost / Reprodução
                                          Foto: YouTube Firstpost / Reprodução
                                          Foto: YouTube Firstpost / Reprodução

                                          A nova legislação que pôs fim ao evento não se aplica a Holanda como um todo e, assim o desfile ainda pode ser realizado em outro local. A ideia inicial é que, em 2025, o evento com veículos anfíbios ocorra na Bélgica, perto de Ghent.

                                           

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                                            Brasília Boat Show: guia digital traz tudo o que você precisa saber sobre o evento

                                            Disponível no app de NÁUTICA, conteúdo especial reúne informações sobre expositores, atrações e dicas de passeios

                                            Por: Redação -
                                            12/08/2024

                                            Ao longo de cinco dias, a capital do Brasil se transformará em epicentro do mercado náutico com o Brasília Boat Show. É claro que NÁUTICA não te deixaria por fora de tudo o que vai acontecer por lá entre 14 e 18 de agosto! Por isso, nossa equipe acaba de lançar um guia completo, com as principais informações sobre o salão — além de alguns extras bem legais.

                                            Totalmente gratuito, o Especial Digital Brasília Boat Show está disponível no app de NÁUTICA — que pode ser baixado via Google Play Store (para dispositivos Android) ou App Store (para iPhones).

                                            O material reúne todas as informações importantes sobre o evento, como horários, hospedagem e estacionamento.

                                             

                                            No Especial, também há uma lista com detalhes sobre os principais barcos que atracarão nas águas do belíssimo Lago Paranoá e quais marcas de motores e acessórios estarão à disposição do público na parte seca do Boat Show.


                                            Por meio do conteúdo, é possível ficar por dentro de cada uma das atrações que embalarão os próximos dias em Brasília — de esportes aquáticos a palestras; de barcos clássicos a rally náutico — e conferir dicas de passeios para quem quiser desfrutar de todo o potencial da cidade.

                                            Foto: Instagram @canomama_time / Reprodução

                                            Como acessar o guia digital

                                            Garantir o Especial Digital na palma da sua mão é bem simples. Primeiramente, certifique-se de que você tem instalado o app da NÁUTICA em seu celular. Caso não, é só baixá-lo gratuitamente na loja de aplicativos do seu dispositivo.

                                             

                                             

                                            Ao abrir o app, você encontrará o Especial Digital Brasília Boat Show em destaque, no topo da tela inicial. Clicando em “Exibir” ou “Mais detalhes” é possível visualizar o guia online ou fazer o download do material para seu celular.

                                            Brasília Boat Show

                                            A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.

                                            Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.

                                             

                                            A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.

                                             

                                            Anote aí!

                                            Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
                                            Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
                                            Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
                                            Mais informações: site do evento
                                            GARANTA SUA ENTRADA

                                             

                                            Náutica Responde

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                                              Interessados em competir devem se inscrever até dia 16 de agosto, mediante pagamento de taxa para lanchas e jets

                                              Por: Redação -

                                              As atrações confirmadas para o Brasília Boat Show prometem não desapontar os apaixonados pelo universo náutico. Além de esportes aquáticos, exposição de barcos clássicos e palestras, a primeira edição do salão sediará o 2º Rally Náutico Santos Dumont, marcado para o próximo sábado (17).

                                              Aberta a jets, lanchas de cruzeiro e lanchas rápidas, a competição exige precisão e habilidade nas águas. Afinal, os donos das embarcações devem navegar por um percurso com paradas obrigatórias, sendo necessário chegar até elas no horário exato, previamente estabelecido.

                                              Foto: Anacleto Fotografia/ Divulgação

                                              Para participar, os interessados devem se inscrever até sexta-feira, 16 de agosto, por meio deste link ou via WhatsApp, pelo número de telefone (95) 99138-7878 (Rodrigo). É necessária a presença de ao menos duas pessoas por embarcação.

                                               

                                              A inscrição é confirmada mediante o pagamento de uma taxa no valor de R$ 100 para jets ou R$ 150 para lanchas. O valor também garante participação no happy hour após o rally náutico e camisa do evento.

                                               

                                              Vale destacar que lanchas e jets devem estar devidamente registrados na capitania dos portos, com documentação em dia. Os comandantes também precisam portar habilitações compatíveis e dentro da validade.

                                               

                                              Ao final do evento, haverá uma premiação para os três primeiros colocados de cada categoria (jet, lancha rápida e lancha de cruzeiro).


                                              Como será o rally náutico

                                              Às 14h, haverá uma concentração no Quiosque da Náutica do CAER para que os comandantes recebam todas as informações necessárias para a prova — como quadro de horários, percurso e regras de segurança.

                                              Foto: Anacleto Fotografia/ Divulgação

                                              A largada oficial está marcada para 15h, em frente ao Clube da Aeronáutica de Brasília, e haverá uma diferença de dois minutos entre cada competidor. Isso quer dizer que, se a primeira embarcação partir às 15h, a segunda sai às 15h02, e assim por diante.

                                               

                                              De acordo com os organizadores do rally náutico, o percurso é adequado tanto a iniciantes, quanto a experts em navegação. O caminho levará em torno de 20 a 30 minutos para ser completado e estará disponível pelo aplicativo de celular Kraken, cujo uso será obrigatório.

                                               

                                              No rally náutico, o objetivo é que os competidores passem pelos pontos de controle exatamente no tempo estipulado. Por isso, cada 0,1 segundo de atraso ou adiantamento penalizará o participante em 1 ponto. Ou seja: quanto mais o navegador errar, mais pontos ele recebe. Ao final, vencem aqueles que fizerem as menores pontuações.

                                              Foto: Anacleto Fotografia/ Divulgação

                                              A chegada será em frente ao Boat Show. Às 16h30, haverá a premiação com coquetel e, às 18h, encerramento do rally náutico.

                                               

                                              É importante lembrar que, em caso de mau tempo, a prova poderá ser cancelada. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato, via WhatsApp, com Rodrigo, no mesmo número de telefone disponibilizado para as inscrições.

                                              Brasília Boat Show

                                              A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.

                                              Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.

                                               

                                              A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.

                                               

                                              Anote aí!

                                              Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
                                              Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
                                              Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
                                              Mais informações: site do evento
                                              GARANTA SUA ENTRADA

                                               

                                               

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                                                Ricardo Salinas Pliego, mexicano bilionário dono da TV Azteca e de outras empresas, compartilhou em seu Instagram um vídeo que mostra o exato momento em que o megaiate da viúva de Steve Jobs, Laurene Powell Jobs, colide com o seu no mar de Nápoles, na Itália.

                                                O megaiate de Pliego, batizado de Lady Moura, tem nada menos que 104 metros, enquanto o Venus, da viúva de Jobs, tem 78 metros.

                                                Gostaria de saber o que o capitão e a tripulação estavam fazendo quando não viram um iate do tamanho do meu na frente deles– Ricardo Salinas Pliego, dono do iate atingido

                                                Segundo o empresário, no vídeo que já soma 2,2 milhões de visualizações, a embarcação de Laurene parecia “à deriva” e o conserto “vai custar muito caro”.


                                                Maior que o número de views no reels de Pliego é o tamanho de sua fortuna: US$ 10 bilhões, que atualmente o colocam como o 221º mais rico do mundo. Apesar disso, ele garante que, mesmo com a batida aparentemente leve em sua embarcação, “é um arranhão grande que vai custar muito caro para consertar”.

                                                 

                                                A fatura alta, certamente, não será um problema para Laurene. Viúva do cofundador da Apple, Steve Jobs, ela é classificada como a 126ª pessoa mais rica do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 14,4 bilhões.

                                                Comprem produtos da Apple para ajudar a pagar o conserto– brincou Pliego

                                                Conheça os megaiates

                                                Venus

                                                Totalmente personalizado, o megaiate Venus foi encomendado por Jobs e começou a ser construído em 2009, sendo finalizado em 2012, um ano após sua morte. Laurene cuida da embarcação desde a partida de seu marido.

                                                Foto: Feadship / Divulgação

                                                Produzido pelo estaleiro holandes Feadship, o megaiate de Jobs foi projetado pelo designer Philippe Starck. Com o intuito de deixar o modelo exclusivo, tanto o designer quanto a fabricante criaram especialidades únicas para o Venus.

                                                 

                                                O megaiate tem capacidade para até 23 passageiros e mais 12 tripulantes. Ao longo dos seus 78,2 metros, o Venus exibe um desenho exterior com ângulos agudos e formato mais quadrado, além de amplas janelas de vidro — um dos grandes destaques da embarcação.


                                                Internamente, os camarotes foram projetados com um sistema à prova de som e os passageiros tem à disposição um sistema de comunicação interna.

                                                Lady Moura

                                                Lançado em 1990, o Lady Moura é um dos iates mais luxuosos do mundo. Seus 105 metros de comprimento comportam até 27 hóspedes em 13 cabines, além de 72 tripulantes. Todas as cabines para convidados possuem sistemas de entretenimento de ponta e banheiros privativos, tudo pensado por Luigi Sturchio, responsável pelo interior da embarcação.

                                                Foto: Divulgação

                                                O megaiate conta com um heliporto, cinema, discoteca com sala de DJ, academia, consultório e suítes médicas para o proprietário, convidados e a equipe. Há também duas cozinhas a bordo, uma para o proprietário e outra para a tripulação, ambas equipadas com os melhores aparelhos de nível comercial. Hóspedes e equipe ainda contam com padaria e lavanderia separadas.

                                                Foto: Divulgação
                                                Foto: Divulgação

                                                O Lady Moura tem velocidade máxima de 22 nós, potência proveniente de dois motores diesel Deutz-MWM TBD510BV12 de 6.868 hp.

                                                Foto: Divulgação

                                                Vale ressaltar que tanto Pliego quanto Laurene não estavam na embarcação no momento da colisão.

                                                 

                                                Náutica Responde

                                                Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                  A Sessa Marine está confirmada na 27ª edição do maior salão náutico da América Latina. No São Paulo Boat Show 2024, o destaque da marca será a linha Key Largo, que voltou a ser produzida no Brasil. Estarão expostos os modelos KL 40 e KL 27.

                                                  De 19 a 24 de setembro, o renomado estaleiro com origem na Itália levará sete barcos aos visitantes do Boat Show de São Paulo, no São Paulo Expo.

                                                  Foto: Sessa/ Divulgação

                                                  Após a aquisição da Sessa Internacional pela Intech, a marca reavaliou sua estratégia e decidiu retomar a produção das Key Largo em solo nacional. Essa linha já esteve no portfólio da fábrica brasileira nos idos de 2011, mas tinha parado de ser produzida aqui devido à maior demanda do mercado para as linhas Cruise e Fly.

                                                   

                                                  Além da linha Key Largo, o público do evento poderá ver de perto outros barcos do portfólio da empresa, como Sessa F48, Sessa F42, Sessa C44, Sessa C36 e Sessa C40 (confira, abaixo, o vídeo do teste dela).

                                                   

                                                   

                                                  De volta às produções no Brasil — e destaque no São Paulo Boat Show — , a KL 40 é um modelo esportivo com um casco completamente redesenhado e que, segundo a marca, promove o aumento do desempenho e a maximização do consumo.

                                                   

                                                  Além disso, o espaço do barco também é destaque. Para aproveitar melhor o mar, o layout da KL 40 foi estruturado com uma área de cockpit modular, contendo sofás conversíveis e dois terraços laterais, com abertura eletro-hidráulica, que oferecem uma área de convivência ainda mais ampla.


                                                  São Paulo Boat Show 2024

                                                  A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.

                                                  Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                  Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.

                                                   

                                                  Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.

                                                   

                                                  Anote aí!

                                                  Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024
                                                  Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900)
                                                  Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
                                                  Mais informações: site do evento
                                                  Ingressos: site oficial de vendas

                                                   

                                                  Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                   

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                                                    Por: Redação -

                                                    Não é só de Gisele Bündchen que o astro do futebol-americano, Tom Brady, se separou. Após pouco mais de um ano juntos, o atleta e a lancha Wajer 77 chegaram ao fim da relação e agora o modelo de 77 pés (23,5 metros) está em busca de um novo dono para chamar de seu.

                                                    Batizada de Tw12ve Angels por Brady quando ele já estava solteiro — ou Doze Anjos, em português, número da camisa que ele usava na maior liga de futebol americano no mundo, a NFL — a lancha tem verdadeiro status de iate. Não só pelo comprimento passar raspando no mínimo que lhe garantiria essa definição, como também pelos recursos luxuosos oferecidos.

                                                    Foto: YachtWay/ Divulgação

                                                    Para se ter uma ideia, ocupando esses 23,5 metros há três cabines, uma cozinha bem equipada, amplo convés com dois espaços para refeições, duas áreas de lazer, garagem para botes e recursos tecnológicos, que garantem ainda mais espaço e conforto.

                                                     

                                                    Por lá, cabem dez hóspedes, mais tripulação. O modelo ainda vem acompanhado por um barco de apoio da marca Williams e espaço para brinquedos aquáticos.

                                                     

                                                    Claro que arrematar um barco desses não sai barato. O Tw12ve Angels foi posto à venda no site da YachtWay por US$ 7 milhões — equivalentes a R$ 39 milhões, na conversão feita em agosto de 2024.

                                                     

                                                     

                                                    O preço requisitado é cerca de US$ 1 milhão (R$ 5,6 mi) mais caro do que o avaliado para a lancha, devido à associação com Tom Brady — que, inclusive, chegou a colaborar diretamente na idealização do barco.

                                                     

                                                    Conforme anunciado pela plataforma de venda, o futuro dono terá “um pedaço da história […] apreciado por um dos maiores atletas de todos os tempos” — o que acrescenta “valor e exclusividade inigualáveis”.


                                                    Recursos atrativos da lancha de Tom Brady

                                                    Embora não seja comparável aos superiates que embalam os momentos de lazer de milionários e bilionários, o barco do ex-jogador de futebol americano encanta pelo luxo discreto e tecnologias embarcadas.

                                                    Foto: YachtWay/ Divulgação

                                                    Um bom exemplo disso é o fato de ser considerado um dos mais silenciosos de sua classe. Mesmo quando viaja a toda velocidade, não apresenta vibrações ou ruídos, mérito da empresa de engenharia Van Cappellen, especialista no assunto.

                                                     

                                                    Outro ponto de destaque é o piso de teca, com resfriamento integrado. Na sala, o grande sofá e mesa de jantar mudam de posição sem que seja necessário qualquer esforço físico, bastando um botão para a mágica acontecer.

                                                     

                                                    Se a ideia é ampliar a área de armazenamento, depósitos secretos, escondidos sob o piso, resolvem o problema.

                                                     

                                                    No quarto, os colchões escolhidos a dedo por Brady dão um show a parte. Prova disso é que eles foram posicionados antes da conclusão da lancha, para que o restante da estrutura da cama fosse montada em torno das peças.

                                                    Foto: YachtWay/ Divulgação

                                                    Nos detalhes, mais elegância: maçanetas e travas da porta são envoltas em couro costurado à mão, ao passo que os móveis externos são de fibra de carbono. Os banheiros contam com revestimento semelhante ao mármore e, na cozinha, há camurça e linho no teto.

                                                     

                                                    Esta foi a segunda lancha de Tom Brady. Em 2020, ele adquiriu o Viva a Vida, cujo nome homenageava o projeto social de Gisele. Um ano mais tarde, comprou o Wajer 77, que só foi entregue em 2023.

                                                    Foto: YachtWay/ Divulgação

                                                     

                                                    Náutica Responde

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                                                      11/08/2024

                                                      Muito do que um dia já foi o mundo, mesmo que milhares de anos atrás, segue na Terra até os dias atuais — basta um olhar mais calibrado para encontrar tais vestígios. Às vezes, contudo, é necessário, literalmente, mergulhar no assunto, como fizeram os arqueólogos franco-egípcios que encontraram, submersas no Nilo, gravuras de faraós que ultrapassam os 1,3 mil anos antes de Cristo.

                                                      Esses verdadeiros tesouros arqueológicos foram encontrados acompanhados de inscrições hieroglíficas que, segundo o Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito, estão bem preservadas — embora detalhes específicos das inscrições ainda não tenham sido revelados.

                                                      Foto: Ministry of Tourism and Antiquities / Divulgação

                                                      Amenhotep III (1390-1352 a.C.), Tutmés IV (1400-1390 a.C.), Psamtik II (595-589 a.C.) e Apries (589-570 a.C.), governantes das dinastias dos séculos 18 e 26, estão representados sob uma área ao sul de Aswan, inundada para a construção de uma represa entre 1960 e 1970.


                                                      Antes da inundação, a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) se esforçou para registrar e mover o máximo possível dos restos arqueológicos da região. Contudo, muitos artefatos não puderam ser realocados a tempo e foram submersos pela construção.

                                                      Foto: Ministry of Tourism and Antiquities / Divulgação

                                                      Agora, a ideia é registrar os achados de forma detalhada, a partir de técnicas de foto, vídeo e fotogrametria — inclusive para a criação de modelos em 3D — em um projeto que conta com o apoio da universidade francesa Paul-Valéry-Montpellier.

                                                       

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                                                        10/08/2024

                                                        As águas da Malásia estão prestes a ganhar um novo resort de luxo que surpreende não só pelas comodidades oferecidas, mas pela arquitetura diferenciada. Afinal, suas vilas flutuantes se interligam para formar o desenho de uma flor de hibisco — nativa do país.

                                                        A novidade foi batizada de Lexis Hibiscus 2, já que é a segunda unidade do empreendimento de sucesso homônimo. A primeira versão do hotel, inclusive, entrou para o Guiness World Records como o resort com maior número de vilas sobre as águas — 522, no total.

                                                        Foto: Divulgação

                                                        Esse título, porém, está com os dias contados. O Lexis Hibiscus 2 pretende ir além e superá-lo com um total de 582 vilas aquáticas, mais 178 vilas com vistas panorâmicas.

                                                         

                                                        A boa notícia é que quem desejar conhecer ambas as unidades não precisa de grandes locomoções. A novidade ficará ao lado da predecessora, em Port Dickson, criando a visão aérea de, praticamente, um jardim.

                                                        Foto: Divulgação

                                                        Por dentro do resort com vilas nas águas

                                                        Com 32 hectares, o hotel cinco estrelas contará com 760 quartos, cada um com sua piscina privativa.

                                                        Foto: Divulgação

                                                        Os hóspedes terão acesso a diversos ambientes de lazer, que incluem aquário submerso com restaurante embutido, salão de baile, academia, centro infantil e locais para eventos. Sauna, academia, sky decks e inúmeras piscinas completam a gama de opções.

                                                         

                                                        O campo gastronômico está bem abastecido com diversos restaurantes, sky bars e lounges, que garantem opções para todos os gostos. Os hóspedes ainda podem desfrutar de um píer com passarela sobre as águas, esportes aquáticos e heliponto.

                                                        Foto: Divulgação

                                                        O empreendimento está sendo construído pelo KL Metro Group e está previsto para ficar pronto no final de 2028.

                                                         

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                                                          Por: Redação -
                                                          09/08/2024

                                                          A Marinha do Brasil realizou, nesta sexta-feira (9), a cerimônia de lançamento da primeira das quatro fragatas — um tipo de navio de guerra — previstas no Programa Fragatas Classe Tamandaré em Itajaí, Santa Catarina.

                                                          O evento, feito em parceria com a Sociedade de Propósito Específico (SPE) Águas Azuis, aconteceu na Thyssenkrupp Estaleiro Brasil Sul e contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, do comandante da Marinha, almirante Marcos Sampaio Olsen, e de outros convidados especiais.

                                                          Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

                                                          Inteiramente fabricada no Brasil, a fragata Tamandaré F200 tem 107 metros de comprimento e autonomia de 5,5 mil milhas náuticas. De acordo com a Marinha, possui alto poder combatente e é capaz de proteger a extensa área marítima brasileira, além de realizar operações de salvamento, combater ações de pirataria e poluição ambiental, dentre outras ameaças.

                                                           

                                                          A construção do navio de guerra começou em 2022, com transferência de tecnologia entre Brasil e Alemanha, e a expectativa é de que seja incorporado à Marinha em 2025.


                                                          “O lançamento da Tamandaré concorre para o processo de incremento da capacidade operacional da esquadra, dotada de avançado poder combatente e tecnologia embarcada atual”, afirmou o almirante Olsen, comandante da Marinha.

                                                          Investimento em defesa

                                                          Segundo o ministro da Defesa, a entrega das fragatas substituirá os navios com mais de 40 anos de operação, “materializando a inadiável renovação da nossa esquadra”. A F200, inclusive, foi batizada por sua esposa, Vera Brennand — tradição em que uma garrafa de champanhe é quebrada no casco, como um rito de proteção contra todos os perigos do mar.

                                                          Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

                                                          Durante a cerimônia, o presidente Lula chamou a atenção para a “geração de empregos, aumento da arrecadação fiscal e fortalecimento do núcleo do poder naval” que o Programa de Fragatas da Classe Tamandaré gerou e destacou que este é um projeto que beneficia áreas como “defesa, economia, tecnologia e cooperação internacional”.

                                                          O lançamento dessa fragata é mais um passo do nosso Brasil rumo à modernização tecnológica de nossas Forças Armadas e fortalecimento de sua base industrial de defesa– Luiz Inácio Lula da Silva

                                                          Até 2029, quatro fragatas serão entregues à Marinha. De acordo com a Força Armada, todas serão equipadas com o que há de mais moderno em radares, sensores e armamentos.

                                                          Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

                                                          Em março, a Marinha também lançou o submarino Tonelero, a terceira da Classe Riachuelo (também chamada de S 42). A embarcação é fruto do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), um projeto ambicioso que nasceu de um acordo selado entre Brasil e França em 2008.

                                                           

                                                          Náutica Responde

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                                                            Canoísta agora está atrás apenas de Rebeca Andrade, com 6, na lista de maiores medalhistas olímpicos do Brasil

                                                            Mais um capítulo histórico acaba de ser escrito nas Olimpíadas de Paris. Isaquias Queiroz, canoísta brasileiro, garantiu medalha de prata no C1 1000m da canoagem de velocidade. O feito rendeu a ele sua 5ª medalha olímpica, o que o coloca ao lado dos velejadores Torben Grael e Robert Scheidt na lista de maiores medalhistas olímpicos do Brasil.

                                                            À frente tanto de Isaquias quanto de Grael e Scheidt está Rebeca Andrade, maior medalhista olímpica brasileira, com seis medalhas — quatro delas conquistadas nesta edição dos Jogos. O canoísta poderia se igualar à ginasta caso tivesse pegado pódio na C2 500m, com sua dupla Jacky Godmann — o que não aconteceu.

                                                            Foto: Alexandre Loureiro/COB/ Reprodução

                                                            Com 30 anos, Isaquias Queiroz conquistou duas pratas e um bronze na Rio 2016 e um ouro em Tóquio 2020. A prata em Paris completou seu gigante feito no esporte. Rebeca, por sua vez, conquistou um ouro e uma prata em Tóquio, além de um bronze, duas pratas e um ouro em Paris.

                                                             

                                                            Já Robert Scheidt somou ao longo da carreira duas medalhas de ouro (Atlanta 1996 e Atenas 2004), duas de prata (Sidney 2000 e Pequim 2008) e uma de bronze (Londres 2012). Torben Grael vem logo atrás com dois ouros (Atlanta 1996 e Atenas 2004), uma prata (Los Angeles 1984) e dois bronzes (Seul 1988 e Sydney 2000).

                                                            Robert Scheidt. Foto: Divulgação

                                                            Como foi a prova de Isaquias

                                                            O percurso na C1 1000m que rendeu a medalha de prata a Isaquias foi concluído em 3min44s33. O brasileiro ficou atrás do tcheco Martin Fuksamais, que fez a prova em 3min44s68 — melhor marca olímpica de todos os tempos.

                                                            Foto: Alexandre Loureiro/COB / Divulgação

                                                            No início da corrida, Isaquias disputava a quarta posição, a cerca de 1 segundo do tcheco. No meio da prova, com 500 metros já percorridos, o brasileiro ocupava o quinto lugar — e foi a partir daí que as coisas começaram a mudar.

                                                             

                                                            No último quarto da prova, Isaquias começou a diminuir a distância para os oponentes, voltando para quarto e chegando cada vez mais perto dos líderes. Nos últimos 250 metros, o canoísta conseguiu tirar mais de 2 segundos de diferença, para fechar a prova na segunda colocação.

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                                                            O baiano Isaquias Queiroz se tornou, em 2016, o primeiro atleta brasileiro a conquistar três medalhas em uma única edição dos Jogos Olímpicos. O feito foi registrado nos Jogos do Rio, quando o canoísta conquistou duas pratas e um bronze. Para chegar até a marca histórica, contudo, muita água precisou rolar — e para muito além do esporte.

                                                             

                                                            Ainda na infância, Isaquias superou adversários que em nada tinham a ver com a canoagem, quando ele sequer imaginava que se tornaria uma referência mundial na modalidade. O primeiro deles veio logo aos 3 anos de idade, quando Isaquias sofreu um grave acidente com água fervente.

                                                            Foto: Renato do Val/COB / Divulgação

                                                            Enquanto sua mãe, Dilma — mãe de Isaquias e de outros nove filhos, quatro deles adotados — , trabalhava como servente na rodoviária, uma jovem ficava encarregada de cuidar de Isaquias. Por um descuido, contudo, ela deixou uma panela com água fervendo no fogão, que virou e atingiu o pequeno. Isaquias chegou a passar um mês internado, desacreditado pelos médicos — mas conseguiu se recuperar.


                                                            Aos cinco anos, Isaquias passou por outro fato marcante de sua vida, ao ser raptado. Considerado uma criança forte, Dilma muito ouvia pela vizinhança de Ubaitaba, uma cidade de 20 mil habitantes, que Isaquias seria sequestrado. As ameaças se tornaram realidade, mas a criança foi encontrada, sozinha e chorando, em uma roça de cacau.

                                                            Foto: Instagram @isaquias_lx / Reprodução

                                                            Aos 10 anos, outro susto. Ao subir em uma árvore para ver uma cobra morta de perto, Isaquias caiu em cima de uma pedra, sofreu uma hemorragia interna e precisou fazer a retirada de um dos rins. Além de ter ganhado o apelido de “Sem-Rim”, a partir daí o canoísta precisou passar a beber quantidades muito mais significativas de água.

                                                            Jornada de herói na canoagem

                                                            Em 2011, com apenas 17 anos, Isaquias registrou um feito histórico na canoagem brasileira, quando foi campeão na C1 200m e vice no C1 500m, no campeonato mundial júnior, realizado, naquele ano, na Alemanha.

                                                             

                                                            O feito dava indícios de que uma nova joia surgia na modalidade. Apesar de ser verdade, a jornada não foi linear. Nesse mesmo ano, Isaquias havia deixado Ubaitaba para viver no Rio de Janeiro, e enfrentou problemas clássicos de atletas de baixa renda: adaptação à nova rotina de treinamentos, poucos amigos e dinheiro escasso.

                                                            Foto: Instagram @isaquias_lx / Reprodução

                                                            Quando não foi incluído na equipe que disputaria o Pan-Americano de Guadalajara (México) em outubro daquele ano, Isaquias não resistiu e voltou à Ubaitaba mesmo sem ter autorização, o que resultou em uma suspensão da seleção. De volta aos treinamentos apenas em 2012, o canoísta ainda ficou fora dos Jogos Olímpicos de Londres.

                                                             

                                                            Em 2013, Isaquias faturou um ouro e um bronze (C1 1000m) no Mundial de Canoagem em Duisburg, na Alemanha. Sem reconhecimento, o atleta chegou a desabafar em seu Facebook. Intitulado “Desabafo de um campeão triste”, o texto criticava a falta de apoio financeiro após suas primeiras vitórias em mundiais.

                                                            Estou pensando seriamente em abandonar a canoagem. Já não aguento mais apresentar bons resultados e não ter mudanças significativas em minha vida– escreveu Isaquias

                                                            No ano seguinte, já no Mundial de 2014, em Moscou, as coisas pareciam começar a fluir novamente para Isaquias na modalidade, quando ele liderou quase toda a prova individual dos 1000 m. Mas o que parecia sonho, virou pesadelo.

                                                             

                                                            O atleta acabou perdendo o titulo por ter mergulhado na água para comemorar antes da linha de chegada. O ouro, então, ficou com o alemão Sebastian Brendel. Isaquias ficou com a prata, mas não por muito tempo. Uma atualização no sistema da prova concluiu que o canoísta sequer concluiu a corrida e, Isaquias, saiu de Moscou sem nada no peito.

                                                            Foto: Instagram @isaquias_lx / Reprodução

                                                            Toda a dura caminhada, contudo, agora rende bons — e históricos frutos. Na Rio 2016, Isaquias conquistou duas pratas e um bronze — resultado que só não foi melhor porque o mesmo Sebastian Brendel garantiu o ouro em duas oportunidades.

                                                            Foto: Alexandre Loureiro/COB / Divulgação

                                                            Apesar de rival no esporte, Sebastian é um grande ídolo de Isaquias. Por conta disso, em 2017, o baiano batizou seu primeiro filho de Sebastian, em homenagem ao alemão.

                                                             

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