São Paulo Boat Show 2026 é lançado com quase 90% dos espaços vendidos em um único dia

Principais players do mercado se reuniram nesta quarta-feira (27) para garantir presença na 29ª edição do maior salão náutico da América Latina. Evento acontece de 24 a 29 de setembro

Por: Redação -
28/05/2026

Grandes nomes do mercado náutico se reuniram na capital paulista nesta quarta-feira (27) para o lançamento do São Paulo Boat Show 2026, considerado o maior salão náutico da América Latina. Durante o chamado “coquetel de lançamento”, foram revelados os detalhes da 29ª edição do evento, promovido pelo Grupo Náutica por meio da Boat Show Eventos. A premissa, neste ano, girará em torno de uma palavra: pertencimento.

Celebrado no restaurante Assador, no Itaim Bibi em São Paulo, o encontro contou com apresentações de Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica, Thalita Vicentini, diretora do Grupo Náutica, e Eduardo Colunna, presidente da Acobar (Associação Brasileira de Construtores de Barcos e seus Implementos).

Foto: Nicole Leslie/ Revista Náutica

Além de reunir os principais nomes da indústria náutica do país, o coquetel consolida o momento em que as marcas definem seus espaços no disputado salão náutico. A 29ª edição acontecerá de 24 a 29 de setembro de 2026, no São Paulo Expo.

“Pertencimento”: a palavra do São Paulo Boat Show 2026

Cerca de 50 marcas, entre estaleiros, fabricantes de motores e distribuidores de equipamentos, acessórios e serviços para barcos, estiveram presentes no coquetel, que bateu a marca de 89% das áreas disponíveis comercializadas em um único dia.

Foto: Nicole Leslie/ Revista Náutica

Durante seu discurso, a diretora do Grupo Náutica ressaltou que a participação das marcas em um evento como o São Paulo Boat Show 2026 transcende a exposição física de embarcações, enfatizando que o salão náutico oferece a elas um posicionamento de mercado contínuo, apoiado pelo vasto alcance digital e pela autoridade do Grupo Náutica antes, durante e depois do evento.

Thalita Vicentini, diretora do Grupo Náutica. Foto: Otto Aquino/ Revista Náutica

Quando uma marca decide estar no São Paulo Boat Show, ela não está apenas escolhendo um espaço dentro de um pavilhão, ela escolhe onde quer ser vista, como quer ser lembrada e qual posição deseja ocupar dentro do mercado náutico– ressaltou Vicentini

O ponto chave apresentado pela diretora aos expositores é que, na 29ª edição do evento, o foco central é priorizar o sentimento de pertencimento. “Quando a gente consegue gerar o pertencimento no outro, ele entende com a gente um mesmo propósito, olhando para a mesma coisa”, detalhou.

Foto: Nicole Leslie/ Revista Náutica

Estamos lançando uma nova forma de olhar para esse projeto, um São Paulo Boat Show que continua sendo o maior salão náutico da América Latina, mas que também se consolida como uma plataforma de presença, conteúdo, audiência, relacionamento, dados e negócios. Um evento que não apenas acompanha o mercado, mas ajuda a movê-lo– detalhou a diretora do Grupo Náutica

Já Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica, destacou a importância do Boat Show no mercado náutico brasileiro. “Vi o setor mudar, crescer, se profissionalizar, enfrentar desafios e se reinventar. E em todos esses momentos, o Boat Show esteve presente como uma ferramenta de desenvolvimento, de visibilidade e de união”, recordou.

Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica. Foto: Nicole Leslie/ Revista Náutica

O São Paulo Boat Show se tornou o maior evento náutico da América Latina porque o mercado acreditou e caminhou com a gente– ressaltou Paciornik

Em 2027, o maior evento náutico da América Latina chegará à sua 30ª edição ininterrupta. “Poucos projetos atravessam tantos ciclos e continuam relevantes”, comentou Paciornik, que fez questão de relembrar algo fundamental: nada disso, durante quase três décadas, foi feito sozinho.

Cada expositor, cada parceiro, cada estaleiro, cada fabricante, cada lançamento e cada cliente atendido ajudou a construir essa história– enfatizou o presidente do Grupo Náutica


Por fim, Eduardo Colunna, presidente da Acobar, também subiu ao palco do coquetel de lançamento do evento e destacou que, assim como o São Paulo Boat Show está próximo de celebrar três décadas de história, a Acobar completará 50 anos em 2026, atuando especialmente em prol do desenvolvimento do setor náutico.

Eduardo Colunna, presidente da Acobar. Foto: Nicole Leslie/ Revista Náutica

Colunna ressaltou ainda a vocação dos Boat Shows como eventos de negócios, em que a edição paulista se destaca por acontecer no principal polo econômico do país. Por fim, enfatizou o trabalho de bastidores realizado pela associação nas negociações de tributos e taxas junto ao setor público, com o objetivo de incentivar o mercado náutico.

Marcas que já garantiram uma área no evento, por ordem alfabética

Ademicon, AkzoNobel, Arieltek, Armatti & Fishing, Azimut Yachts, Azov Yachts, Bordado a Bordo, BRP (Sea-Doo), CF Moto, Edy Jets, Fibrafort, Flexboat, Fluvimar, FS Yachts, Global Power, Hidea, HR Náutica, Infláveis Remar, Innova Marine, Intermarine, I-Sea, Jetsurf, JF Sun, JRG Corp, Kapazi, Kelsons/Agroquímica, Kamell/Tohatsu, Lanchas Coral, Marine Express, Marine Group, Mercury, Mestra Boats, Metalu, NTC Pierplas, NX Boats, Real Powerboats, Rede Náutica, Rise, Ross Mariner, Schaefer Yachts, Sedna Yachts, Sessa Marine, Solara Yachts, Tank Boats, Triton Yachts, Ventura Marine, Victory Yachts, Volvo Penta, Wellcraft, Yamaha, Yanmar, YB Group (De Antonio Yachts) e Zimarine.

Planta parcial do São Paulo Boat Show 2026. Foto: Revista Náutica

O São Paulo Boat Show 2026

O principal evento náutico da América Latina está marcado para acontecer de 24 a 29 de setembro de 2026, no São Paulo Expo. Tradicionalmente, o salão reúne as principais marcas do setor, que fazem do evento seu principal palco para lançamentos e outras novidades. Na edição de 2025, o salão paulista registrou uma marca histórica: mais de 750 barcos vendidos e 40 mil visitantes.

Pavilhão do São Paulo Expo durante o São Paulo Boat Show 2025: Foto: Victor Santos / Revista Náutica

É a chance do público conferir de perto as principais tendências entre lanchas, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios e serviços do setor, sendo que o salão ainda reserva atrações especiais que contemplam muito mais do lifestyle náutico pelos extensos corredores de um dos principais pavilhões de São Paulo.

Foto: Victor Santos / Revista Náutica

Marcas interessadas em garantir sua área como expositor no maior salão náutico da América Latina devem entrar em contato com a equipe Boat Show pelo telefone (11) 2186-1068 ou e-mail [email protected].

Veja mais fotos do São Paulo Boat Show

Momento em que uma Focker 188 Joy, da Fibrafort, foi sorteada durante o São Paulo Boat Show 2025. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
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    Não, isso não é uma lancha totalmente alagada. Este barco da Yacht Tubs, que opera no rio Willamette, em Oregon (EUA), conseguiu unir duas propostas tentadoras: o relaxamento de uma piscina — recurso geralmente reservado a iates — e a leveza de navegar. Nasceu assim o que podemos chamar de “barco-banheira”, uma espécie de spa flutuante que faz sucesso no país norte-americano.

    Disponíveis para aluguel durante o ano inteiro, os barcos da companhia contam com uma banheira de hidromassagem embutida, que torna o passeio ainda mais especial — transformando a embarcação em uma extensão do mar. A empresa dispõe de algumas lanchas desse modelo, com 5,5 metros de comprimento, e realiza serviços regularmente, não operando com uma única embarcação.

    Foto: Instagram @yachttubs/ Reprodução

    Conforme explica a Yacht Tubs, o barco-banheira é preenchido com água doce, pré-aquecida conforme a temperatura ideal para o clima. Depois de cada aluguel, a água antiga é drenada e a limpa é adicionada. Confira o vídeo abaixo que mostra bem este processo.

     

     

    O modelo ainda inclui um toldo bimini retrátil para os dias de chuva ou sol intenso. Para que o passeio seja tranquilo e livre de barulhos, a embarcação é equipada por um motor elétrico quase silencioso, conforme detalha a Yacht Tubs. Cada barco-banheira suporta até seis pessoas, capacidade que promete ser o suficiente para que todos tenham espaço de sobra.

    Foto: Yacht Tubs/ Divulgação
    Foto: Instagram @yachttubs/ Reprodução

    Quem reserva a embarcação pode pilotá-la por meio de um controle joystick que a companhia descreve como “fácil de usar”. Segundo a organizadora, os hóspedes devem ter mais de 21 anos para alugar e operar o barco e são ensinados a usar o aparelho. De acordo com a companhia, não é necessário ter experiência prévia em navegação nem carteira de habilitação náutica.

    Foto: Instagram @yachttubs/ Reprodução

    Como funciona o passeio de barco-banheira?

    O serviço não envolve “apenas” o barco e sua banheira de hidromassagem flutuante. Os clientes podem, após o check-in, desfrutar do exclusivo Yacht Tub Club, que inclui vestiários, armários, sala de estar, banheiros e brindes especiais da empresa.

    Foto: Yacht Tubs/ Divulgação

    Para o passeio, os clientes partem da Marina Riverplace, na orla de Portalnd, à noroeste de Oregon. De lá, navegam pelo rio Willamette e descobrem o motivo do estado ser conhecido como a “Cidade das Pontes” nos EUA — afinal, são nada menos que 11 delas, boa parte neste rio. Como não podia deixar de ser, a paisagem ainda reserva vistas incríveis do horizonte.

    Foto: Yacht Tubs/ Divulgação

    Para um clima ainda mais descontraído, a embarcação conta com um sistema de som Bluetooth integrado, ideal para desfrutar das melhores músicas durante a sessão de relaxamento flutuante.

    O aluguel padrão de duas horas, para até seis pessoas, custa US$ 399 (aproximadamente R$ 2 mil na conversão de maio de 2026), sendo que os valores podem variar em eventos especiais. A idade mínima para navegar é de 3 anos, ao passo que crianças de até 13 anos devem, obrigatoriamente, usar colete salva-vidas durante o passeio. Mais informações podem ser conferidas no site oficial.

     

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      V370, nova lancha premium da Ventura, terá estreia no Sul do país durante o Boat Show de Itajaí

      Lançada no São Paulo Boat Show em setembro, embarcação brilhou no Rio Boat Show em abril e fará estreia ao público sulista em julho

      Por: Nicole Leslie -
      27/05/2026

      Marca já aguardada nos principais salões náuticos do Brasil, a Ventura Experience é mais uma confirmada para o Marina Itajaí Boat Show, que acontece de 2 a 5 de julho em Santa Catarina. No maior evento náutico do Sul do país, o estaleiro fará a estreia da nova Ventura V370 Crossover ao público sulista. A embarcação foi lançada em setembro durante o São Paulo Boat Show e atraiu novos olhares no Rio Boat Show, em abril.

      A V370 é definida pela Ventura como o destaque premium da linha Marine que promete “marcar época“. O principal diferencial é carregar duas cabines fechadas, algo raro de se encontrar na categoria, segundo a marca. Espaços otimizados e acabamentos sofisticados também são destaques do modelo, de acordo com a fabricante.

      V370 Crossover. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

      Além da V370 Crossover, a Ventura apresentará as lanchas V195 Comfort, V250 Comfort, V300 Daycruiser e V300 Crossover no maior salão náutico do Sul do país. A proposta é oferecer barcos de entrada desde os 19 até os 30 pés, provando também a diferença que modelos de mesmo porte podem ter, com duas V300.

      Em 2025, Ventura exibiu as V300 Crossover e Day Cruiser na água, além da V400 Crossover, no Marina Itajaí Boat Show. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

      A Ventura exibirá três dos cinco barcos na água — os outros dois estarão no estande seco na Marina Itajaí, onde off-roads da linha Ventura Adventure prometem atrair olhares. Por lá, os visitantes encontrarão os ATVs M250, 500 Pro Max, Landforce 550 e Landforce 650. Os barcos na água, por sua vez, poderão passar por test-drive mediante agendamento com o próprio estaleiro.


      Marina Itajaí Boat Show 2026

      De 2 a 5 de julho, as águas da Baía Afonso Wippel, em Santa Catarina, receberão a 4ª edição do Marina Itajaí Boat Show. O evento reúne embarcações, motores, acessórios e equipamentos náuticos, além de empreendimentos e outras marcas que conversam com quem vive o lifestyle náutico.

      Marina Itajaí Boat Show 2025. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

      Os ingressos para a 4ª edição do maior evento náutico do Sul do país estão à venda e disponíveis pelo Sympla e leitores NÁUTICA têm 30% off do ingresso único (entrada inteira): basta inserir o código promocional NAUTICA30 antes de finalizar a compra.

      Quer ser expositor?

      Para garantir sua participação como expositor nos eventos Boat Show, entre em contato com o Boat Show pelo telefone/WhatsApp (11) 2186-1068 ou pelo e-mail [email protected].

      Anote aí!

      Quando: de 2 a 5 de julho de 2026;

      Horário: quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h; no último dia (5) o evento se encerra às 20h;

      Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100 – Centro, Itajaí – SC, 88301-445);

      Mais informações: site do evento;

      Ingressos: site oficial de vendas.

       

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        Dono do Houston Rockets “aposenta” Feadship de R$ 868 milhões e estreia megaiate Lürssen

        Bilionário Tilman Fertitta trocou o antigo Boardwalk, de 76 metros, por embarcação de 117 metros equipada com spa, cinema, piscina e “galeria” de motores. Conheça!

        Se o que é ruim pode piorar, o que é bom também pode melhorar. Foi nessa linha que o norte-americano Tilman Fertitta — CEO da Landry’s, proprietário do time de basquete Houston Rockets e embaixador dos Estados Unidos na Itália — trocou de barco. Ele, que já era proprietário de um megaiate Feadship de 76 metros, acaba de receber seu novo Lürssen, que supera o modelo anterior em 41 metros e outras comodidades de luxo.

        Embora tenha trocado a marca holandesa pela alemã, seu novo megaiate de 384 pés (117 metros) foi batizado com o mesmo nome, “Boardwalk”, se tornando o sexto do empresário com o título (não à toa, o anterior, colocado à venda por Fertitta, agora é chamado de Boardwalk V).

        Foto: Instagram @luerssenyachts / @griffioenphotography / @drduu / Reprodução

        Com um patrimônio acumulado de 11,7 bilhões de dólares (cerca de R$ 56 bilhões em conversão de maio de 2026), Fertitta não foi modesto nos recursos da embarcação, da qual esteve “pessoalmente envolvido em todo o processo de design”, conforme destacou a Lürssen.


        São 11 cabines ao todo, sendo que a suíte principal, à proa, traz banheiro revestido em ônix e um lounge privativo com vista para a parte frontal do barco. As demais suítes também receberam a atenção do proprietário, e contam com acesso direto aos conveses laterais por meio de portas de vidro. Com o recurso, a sensação que se cria é que todas detém seu próprio terraço particular.

         

        Já na popa estão uma piscina embutida e uma jacuzzi. Por ali, o acesso ao salão principal é feito por portas de vidro retráteis, que ampliam a sensação de espaço a bordo. Ainda na popa está uma novidade do estaleiro alemão: uma seção retrátil. Instalada sobre a escada (com degraus que se desdobram automaticamente) que dá acesso ao beach club, a área, quando fechada, se mantém completamente selada e certificada.

        Foto: Instagram @luerssenyachts / @griffioenphotography / @drduu / Reprodução

        Outro grande destaque está na casa de máquinas e faz do espaço uma espécie de “galeria” para quem ama o coração dos barcos. Isso porque a área conta com paredes de vidro, que deixam os motores à vista, como se estivessem expostos.

         

        Por ali também está uma garagem grande o suficiente para abrigar três embarcações auxiliares Hodgdon de 12 metros de comprimento, um barco auxiliar anfíbio, veículos 4×4 e outras opções de mobilidade terrestre. Não bastasse tudo isso, o Boardwalk dispõe ainda de cinema, putting green (para golfe), um amplo spa e academia.

        Foto: Instagram @luerssenyachts / @griffioenphotography / @drduu / Reprodução

        Além da dedicação do proprietário para deixar o barco a seu gosto particular, o megaiate contou com o design de Frank Woll e interiores de uma colaboração entre Amy Halffman, Suzanne Glover e Teresa Francis. A equipe deu ao modelo cerca de 3 mil pontos de iluminação externa (um terço a mais do que o convencional para um barco desse tamanho) que, à noite, formam “uma constelação de luzes”, como destacou Woll.

        Tilman Fertitta é um amante do mundo náutico

        Embora Fertitta não tenha sido anunciado oficialmente como dono do Boardwalk, ele é amplamente considerado o proprietário pela mídia internacional. Isso porque, conforme dados disponíveis no SuperYacht iQ e repercutidos pela Forbes, o norte-americano já teve ao menos cinco iates com mais de 80 pés chamados Boardwalk.

        Tilman Fertitta. Foto: NBA / Houston Rockets / Divulgação

        De acordo com o veículo, as primeiras versões foram construídas nos EUA por estaleiros como Westport e Westship. Em 2021, ele passou para um iate de 250 pés (76,5 metros) construído pela Feadship. Atualmente, o modelo ocupa a 9ª posição entre os iates mais caros do mundo, avaliado em 149 milhões de euros, cerca de R$ 868 milhões.

         

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          Fasano Yachts: marca entra no universo náutico com frota de iates de luxo na Sardenha

          Em operação integrada, hóspedes poderão aproveitar embarcações usufruindo das comodidades do Fasano Al Mare Hotel & Beach Club em destino italiano paradisíaco

          26/05/2026

          O conjunto de alta gastronomia e hotelaria de luxo da Fasano, tida como uma das marcas mais prestigiadas do setor, se estenderá ao universo náutico. Isso porque a JHSF, controladora da operação, acaba de anunciar o lançamento do Fasano Yachts, uma iniciativa que mira integrar os já consolidados serviços da marca a uma frota de 12 iates no Fasano Al Mare Hotel & Beach Club, nas águas italianas da Sardenha.

          Na prática, os hóspedes poderão optar em se hospedar em iates privativos de luxo, ancorados em uma área exclusiva na Ilha de Tavolara e com as instalações do hotel — como spa, beach club e quadras esportivas — à disposição.

          O Fasano Al Mare Hotel & Beach Club, que receberá a operação Fasano Yachts. Foto: Fasano / Divulgação

          Segundo a JHSF, as primeiras embarcações foram desenvolvidas em uma parceria entre a marca e o estaleiro italiano Azimut. Inclusive, nas imagens de divulgação da novidade, o iate em evidência é um Seadeck 9, de 84 pés (25,60 metros).

          Azimut Seadeck 9. Foto: Azimut Yachts / Divulgação

          Uma nova forma de aproveitar o mar

          Se os barcos — especialmente os de maior porte — já são considerados uma extensão das casas de seus proprietários, a integração do Fasano Al Mare Hotel & Beach Club ao Fasano Yachts segue uma outra tendência: a de integrar as embarcações à hotelaria de luxo.

          Foto: Fasano / Divulgação

          Nessa linha, a experiência de hospedagem ganha o mar como protagonista mais perto do que nunca. Além de poderem contar com as comodidades de embarcações de luxo aliadas às instalações do Fasano, os hóspedes terão acesso a roteiros personalizados para explorar os destinos mais requisitados da Costa Esmeralda.


          A operação Fasano Yachts começa já neste verão europeu. Segundo a JHSF, as reservas tiveram início em 25 de maio, ao passo que a operação deve começar entre 1º de julho e 15 de setembro. A operação náutica e os serviços a bordo serão realizados pela BYS International, empresa da JHSF especializada em serviços marítimos.

           

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            Conheça o barco de combate autônomo que pode atingir até 83 km/h e levar mais de 4 toneladas

            Batizado de Comet, modelo não tripulado foi apresentado em Miami durante evento que reúne novidades voltadas às Forças de Operações Especiais

            Um barco de combate autônomo, rápido e com uma tecnologia extremamente avançada. Este é o USV Comet (o “Cometa”), veículo de superfície não tripulado que foi apresentado em Miami, nos Estados Unidos, durante a SOF Week 2026, uma das maiores feiras e conferências militares do mundo voltadas às Forças de Operações Especiais.

            O evento, conhecido por reunir militares, empresas de defesa, governos e desenvolvedores de tecnologia militar, aconteceu de 18 a 21 de maio, na cidade de Tampa. Ao longo dos quatro dias, a BlackSea Technologies, empresa por trás da embarcação, pôde mostrar ao mundo toda a tecnologia em volta do moderno barco, que promete responder às ameaças atuais e emergentes.

            Foto: BlackSea Technologies/ Divulgação

            De acordo com a companhia, o barco de 13,1 metros de comprimento (cerca de 42 pés) foi projetado para preencher a lacuna entre as pequenas embarcações táticas de superfície não tripuladas e veículos de combate não tripulados maiores — isso sem abrir mão da velocidade e da manobrabilidade, características imprescindíveis para esse tipo de barco.

            Foto: BlackSea Technologies/ Reprodução

            Este modelo, preparado para condições marítimas exigentes, pode ultrapassar os 45 nós (aproximadamente 83 km/h) e transportar uma carga útil de 4.536 kg, incluindo combustível. Confira no vídeo abaixo uma pequena demonstração do Comet durante a feira — repetimos, sem nenhum tripulante.

             

             

            Como era de esperar, ele também suporta cargas úteis avançadas para uma ampla gama de missões, incluindo contra-drones, contramedidas de minas, guerra de superfície, guerra antissubmarino, escolta de unidades de alto valor e muitas outras.

            Acima de tudo, autônomo

            Sim, o Comet não precisa ter ninguém a bordo para funcionar, pois é totalmente autônomo — embora a BlackSea não tenha dado mais detalhes sobre o nível de autonomia do barco no uso de armamentos ou como essa tecnologia decide o momento de atirar, por exemplo.

            Foto: BlackSea Technologies/ Divulgação

            Como um bom barco de combate, ele precisou da contribuição de diversas marcas do setor para integrar seu arsenal. Um exemplo é o sistema de mísseis BRAWLR, o sistema de canhão de 30 mm da EOS Defense Systems USA e o radar de matriz RPS 42 MHR. Fora do ambiente bélico, o Comet ainda possui propulsão da Volvo Penta.

            Segundo a empresa, a embarcação “incorpora sistemas de autonomia, controle de missão e percepção de ponta a ponta”, sendo projetada para operar remotamente e compartilhar dados com estruturas militares de comando e controle, permitindo atuação integrada com outras plataformas de defesa.

            Foto: BlackSea Technologies/ LinkedIn/ Reprodução

            Além disso, sua arquitetura aberta e modular permite a rápida integração de cargas úteis e alterações de configuração conforme os requisitos da missão evoluem. Outros destaques deste barco de combate incluem:

            • Velocidade elevada e constante com estabilização Seakeeper, permitindo o máximo desempenho de sensores e atuadores;
            • Autonomia de longo alcance para operações distribuídas;
            • Casco de alumínio robusto, reparável e com desempenho comprovado em operação, de acordo com a empresa.

            Para Bob Pudney, presidente da BlackSea, o lançamento chega em “um momento em que as forças marítimas precisam ser mais rápidas, mais distribuídas e mais adaptáveis”. Por isso, mais do que um conceito futurista, o Comet mostra como embarcações autônomas já começam a ocupar espaço real nas estratégias navais modernas.

             

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              Hélio Castroneves navega em lancha de 21 pés de estaleiro do interior de SP; conheça

              Tetracampeão das 500 Milhas de Indianápolis optou por modelo da Mestra Boats, de Pederneiras, para navegar no Brasil

              25/05/2026

              Tetracampeão das 500 Milhas de Indianápolis e um dos grandes nomes do automobilismo mundial, o ribeirão-pretano Hélio Castroneves também gosta de acelerar — ou melhor, desacelerar — sobre as águas, a bordo de uma Mestra 212. Lançada em 2018, a lancha da Mestra Boats, estaleiro de Pederneiras, no interior de São Paulo, foi a escolhida pelo piloto para navegar em águas brasileiras, com recursos que vão do lazer em família aos esportes aquáticos.

              Seu tamanho compacto, de 21 pés (pouco mais de seis metros de comprimento), aliado a um layout funcional com recursos como targa, vaso sanitário, banco reclinável, pia com torneira, ducha de popa e capacidade para até nove pessoas, fazem do modelo um verdadeiro sucesso de vendas do estaleiro.

              Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

              Não à toa, durante o Rio Boat Show 2024, a Mestra 212 ganhou uma nova versão. E após o São Paulo Boat Show — o maior salão náutico da América Latina — do mesmo ano, Hélio Castroneves garantiu a sua. Confira mais de perto:

               


              Acostumado às altas velocidades do asfalto, nas águas, o piloto aproveita uma lancha pensada para navegações diurnas em águas calmas. Apesar disso, o modelo conta com bom desempenho, proveniente de uma motorização que vai dos 100 aos 220 hp, conforme a configuração escolhida.

              Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

              E se a ideia for relembrar a emoção das pistas com um pouco mais de adrenalina, a lancha também está preparada. Isso porque entre os opcionais do modelo estão torre inox para ski e boia, assim como uma estrutura voltada aos esportes aquáticos.


              Ideal para quem está começando a contar as primeiras milhas no mar, a Mestra 212 é comercializada na faixa dos R$ 200 mil. Em seu perfil no Instagram, Hélio Castroneves, que também navega sobre as águas de Miami, na Flórida (EUA), compartilhou um pouco de como aproveita os momentos a bordo. Confira:

               

               

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                Segundo pesquisadores, cerca de 15 peixes adultos de grande porte foram encontrados no litoral do estado

                Um raro registro feito em abril deste ano flagrou, pela primeira vez, um cardume de peixes mero em Alagoas, no Nordeste do país. A espécie, considerada criticamente ameaçada de extinção, foi flagrada em um grupo com cerca de 15 peixes adultos durante um mergulho científico.

                Pesquisadores do Projeto Meros do Brasil (PMB) e da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) registraram o momento. Segundo eles, foram identificados aproximadamente 15 meros adultos de grande porte em uma área a 35 m de profundidade. Os animais mediam entre 1,6 m e 2,3 m de comprimento.

                Foto: UFAL/ Divulgação

                O grupo estudava a ocorrência da espécie há seis anos no estado. O achado ganha ainda mais importância porque existem pouquíssimos registros desse peixe no Nordeste do Brasil. Marcio Lima, supervisor de pesquisa do PMB, disse ao g1 que os encontros de cardumes dessa espécie são mais comuns em Santa Catarina e no Paraná.

                Geralmente observamos só um indivíduo nos recifes. Eles costumam se agregar para reprodução– explicou Lima

                Foto: UFAL/ Divulgação

                Segundo os cientistas, a alimentação e reprodução dos peixes mero são momentos sensíveis no ciclo de vida da espécie. Isso porque são quando eles ficam mais vulneráveis à pesca ilegal e a outros impactos humanos. Tanto é que, além dos meros, foram registradas redes fantasmas e outros materiais de pesca no local onde o cardume foi visto.

                 

                De acordo com os pesquisadores, a área onde o cardume foi encontrado em Alagoas não está protegida por nenhuma unidade de conservação — o que preocupa os cientistas.

                Conheça o peixe mero

                O peixe mero (Epinephelus Itajara) foi descrito pela primeira vez em 1822 a partir de um exemplar coletado no Brasil, segundo o PMB. A espécie também é conhecida como bodete, canapú, badejão, merote ou “senhor das pedras” na tradução tupi-guarani — haja apelido!

                Peixe mero encontrado pelos pesquisadores. Foto: UFAL/ Divulgação

                O animal pode alcançar 2,5 m de comprimento e pesar mais de 400 kg, mas apesar do grande porte, os meros são considerados dóceis, mansos e curiosos por se aproximarem de mergulhadores com frequência. É justamente essa postura calma e receptiva que o torna um alvo fácil para pescadores e caçadores.

                 

                Inclusive, fica uma curiosidade: segundo o Meros do Brasil, este peixe nasce fêmea e, após a primeira reprodução, por volta dos 6 a 8 anos, algumas se transformam em machos para garantir a continuidade da espécie.


                O animal atualmente está classificado como “Vulnerável” na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN, a União Internacional para a Conservação da Natureza.

                 

                Para ajudar na conservação, a recomendação é não pescá-lo, comprá-lo e nem consumi-lo — aliás, a pesca e o transporte de peixes mero são proibidos por lei. Além disso, a orientação é que qualquer pessoa que encontre o animal, vivo ou morto, registre em imagem e informe ao Projeto Meros do Brasil ou à UFAL Penedo por meio das redes sociais.

                 

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                  Estaleiro italiano promete iate de 24 metros capaz de ultrapassar 60 nós de velocidade

                  Segundo a marca, embarcação terá baixo consumo de combustível e 30% menos peso que a média da categoria

                  Por: Nicole Leslie -
                  24/05/2026

                  Diretamente da Itália, um estaleiro de luxo lançou o projeto de um iate de 24 metros leve, sustentável e rápida que promete superar 60 nós de velocidade, ou seja, navegar a mais de 111 km/h. Batizado de Aria (“ar” em italiano), o modelo carrega uma série de atributos que o diferencia no mercado.

                  A embarcação de 78 pés foi desenvolvida para ter pouco impacto ambiental, consumo de combustível estratégico e peso entre os mais leves da categoria. A Centouno Navi, responsável pelo projeto, detalha que a Aria terá peso 30% mais leve que a média dos barcos desse tamanho. O compromisso ambiental, por sua vez, vem desde o formato do casco — que promete ser eficiente — até a escolha dos materiais.

                  Foto: Centouno Navi / Divulgação

                  Aria: iate de luxo e de velocidade

                  Com design inspirado no automobilismo, esse iate de luxo tem o flybridge esportivo, com espaço aberto, linhas aerodinâmicas e assentos do centro de comando em formatos que lembram os de carros. Os demais estofados, por exemplo, têm recortes geométricos irregulares, que aumentam a sensação de movimento e velocidade.

                  Flybridge do Aria. Foto: Centouno Navi / Divulgação

                  Descendo um pavimento, o convés principal faz bom uso da boca de 6 metros (19 pés), que prioriza tanto ambientes internos quanto externos — com isso, somente os corredores de acesso à proa e ao flybridge foram um pouco comprometidos, com alguns trechos estreitos.

                  Proa do Aria é destinada a banhos de sol. Foto: YouTube / Centouno Navi Shipyard / Reprodução

                  Ainda no convés principal, a proa é destinada a banhos de sol: solários em formato de espreguiçadeira e de sofá, com mesa de apoio, tomam conta do espaço. Ao centro ficam o outro posto de comando, cozinha com bancadas, vários sofás em “L” e a possibilidade de mesa para até 8 pessoas. Os interiores, contudo, podem ser totalmente personalizados, segundo o estaleiro.

                  Área central e coberta do convés principal. Foto: YouTube / Centouno Navi Shipyard / Reprodução

                  Caminhando rumo à popa, há mais uma ampla área de convivência que pode vir equipada também com mesa para 8 e solários que acomodam pessoas deitadas. Além de uma plataforma mais próxima da linha d’água — que inclusive guarda a entrada de uma garagem para barcos de apoio de até 3 metros — há duas plataformas laterais retráteis que, quando abertas, ampliam ainda mais o espaço a bordo.

                  Plataformas laterais retráteis à popa. Foto: YouTube / Centouno Navi Shipyard / Reprodução
                  Plataforma na popa se abre em garagem para barcos de até 3 metros de comprimento. Foto: YouTube / Centouno Navi Shipyard / Reprodução

                  No convés inferior ficam as cabines e a casa de máquinas. A suíte máster ocupa a boca máxima do iate e tem banheiro, closet, sofás, penteadeira e mesa de escritório. Saindo dela, a bombordo fica uma suíte individual, a boreste uma suíte dupla e, mais à proa, uma outra suíte de casal. O banheiro da suíte dupla também é acessível pelo corredor, servindo como lavabo. Na extrema proa deste pavimento ainda fica a cabine do marinheiro, com cama de solteiro e banheiro completo.

                  Suíte máster. Foto: YouTube / Centouno Navi Shipyard / Reprodução

                  Os equipamentos responsáveis por permitir que tudo isso atinja — e supere — 60 nós de velocidade são sistemas de propulsão separados. O modelo foi desenhado para carregar, simultaneamente, 2 ou 3 motores MAN de 2200 hp e outros 2 ou 3 jatos d’água Marine Jet Power (MJP), sistema de propulsão de alta performance conhecido pela eficiência. O resultado são cruzeiros em 42 ou 56 nós, com máximas de 46 ou 62 nós (a depender de os motores estarem em parelha ou trinca).

                  Foto: Centouno Navi / Divulgação

                  Foto: Centouno Navi / Divulgação
                  Foto: Centouno Navi / Divulgação

                   

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                    Marina Itajaí Boat Show 2026 terá estreia da Ross SLR 340 Legend na água

                    Novidade do estaleiro será exibida na água ao lado de outras três lanchas da Ross Mariner no salão náutico catarinense, que acontece de 2 a 5 de julho

                    Por: Nicole Leslie -
                    23/05/2026

                    A 4ª edição do Marina Itajaí Boat Show, considerado o maior salão náutico do Sul do país, se aproxima com promessas de novidades ao público. Uma delas será a apresentação na água da Ross SLR 340 Legend, lançada pela Ross Mariner durante o Rio Boat Show 2026, onde esteve no pavilhão seco. O evento acontecerá de 2 a 5 de julho, na tradicional Marina Itajaí (SC).

                    Agora, o barco fará sua primeira exibição na água em Santa Catarina. Ao lado da SLR 340 Legend, o estaleiro exibirá as lanchas Ross SR 220 Icon, SLR 260 Fusion e SR 240 Aventus — esta última também apresentada no Rio de Janeiro e exibida pela primeira vez na água no evento catarinense.

                    Ross SR 240 Aventus. Foto: Ross Mariner / Divulgação

                    Durante o salão, as embarcações poderão ser testadas pelos visitantes mediante agendamento prévio com o estaleiro. A possibilidade de experimentar os barcos na água é um dos diferenciais do evento, que reúne as lanchas em seu habitat natural para navegação.

                    SLR 340 Legend no Rio Boat Show 2026. Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                    A SLR 340 Legend é a maior lancha já produzida pela Ross Mariner. O modelo marca a entrada do estaleiro na categoria de 34 pés, após uma trajetória iniciada com embarcações de 19 pés voltadas ao segmento de entrada. Desde então, a marca tem ampliado gradualmente sua linha para barcos de maior porte.

                    Solário de proa da SLR 340 Legend. Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
                    Cabine da SLR 340 Legend. Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                    A chegada à faixa acima dos 30 pés também representa uma mudança na proposta da fabricante, com foco maior em permanência a bordo. Tanto é que, em cerca de 10 metros de comprimento, a SLR 340 Legend conta com dormitório fechado, sala e banheiro com box separado, vaso sanitário e pia — detalhes que poderão ser vistos de perto pelos visitantes do Marina Itajaí Boat Show 2026.

                    Essa lancha tem tudo o que você precisa para pernoitar em um barco de 34 pés– afirmou Márcio Ishikawa, fundador da Ross

                    Márcio Ishikawa, fundador da Ross Mariner. Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                    Mesmo ao lado de outras três lanchas — sendo uma delas um recém-lançamento — , a apresentação da nova 34 pés na água deve concentrar a maioria das atenções no estande do estaleiro durante o salão náutico catarinense.


                    Marina Itajaí Boat Show 2026

                    De 2 a 5 de julho, as águas da Baía Afonso Wippel, em Santa Catarina, receberão a 4ª edição do Marina Itajaí Boat Show. O evento reúne embarcações, motores, acessórios e equipamentos náuticos, além de empreendimentos e outras marcas que conversam com quem vive o lifestyle náutico.

                    Marina Itajaí Boat Show 2025. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                    Os ingressos para a 4ª edição do maior evento náutico do sul do país estão à venda e disponíveis pelo Sympla e leitores NÁUTICA têm 30% off do ingresso único (entrada inteira): basta inserir o código promocional NAUTICA30 antes de finalizar a compra.

                    Quer ser expositor?

                    Para garantir sua participação como expositor nos eventos Boat Show, entre em contato com o Boat Show pelo telefone/WhatsApp (11) 2186-1068 ou pelo e-mail [email protected].

                    Anote aí!

                    Quando: de 2 a 5 de julho de 2026;

                    Horário: quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h; no último dia (5) o evento se encerra às 20h;

                    Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100 – Centro, Itajaí – SC, 88301-445);

                    Mais informações: site do evento;

                    Ingressos: site oficial de vendas.

                     

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                      22/05/2026

                      A WS Náutica, concessionária com 12 anos de atuação no mercado náutico, acaba de inaugurar uma nova loja em Balneário Camboriú, Santa Catarina. A estrutura, marcada pelo alto padrão, passa a atuar, também, como loja de fábrica da paranaense Victory Yachts. Mais do que apresentar os barcos da marca, a WS se consolida como a única loja de fábrica autorizada a realizar diretamente o trabalho com o Sistema Modular de Customização (CMS) da Victory Yachts.

                      Tido como um dos diferenciais do estaleiro, o CMS permite que um mesmo barco possa receber diferentes configurações de popa e mobiliário. Na prática, o sistema possibilita que o cliente configure a embarcação conforme seu perfil de uso, como nas versões Ride, voltada ao passeio e ao lazer em família; Sport, que combina pesca e convivência a bordo; e OpenSea, com foco na pesca oceânica e esportiva.

                      Sergio Quezada, gerente comercial da Victory Yachts, durante a inauguração da WS Náutica em Balneário Camboriú. Foto: Victory Yachts / WS Náutica / Divulgação
                      Sergio Quezada e a esposa, Lorena Macías. Foto: Victory Yachts / WS Náutica / Divulgação

                      Na nova loja da WS Náutica, essa customização passa a ser apresentada de forma mais prática e visual: o cliente pode conhecer os módulos, entender os espaços, visualizar diferentes configurações e definir a montagem de acordo com seu estilo de navegação. Segundo a concessionária, a equipe da WS passou por treinamento de fábrica e já contava com estrutura técnica capacitada para executar esse trabalho diretamente na unidade de Balneário Camboriú.

                      O cliente ganha, a loja ganha, a fábrica ganha. Pra gente foi muito fácil porque já tínhamos equipe técnica e pessoal capacitado. A gente enfrentou [esse desafio] com muita tranquilidade. Capacidade já tínhamos, só aprendemos a parte da Victory– destacou Wyllian em entrevista a Guilherme Kodja, embaixador Victory

                      Guilherme Kodja, embaixador da Victory, e Wyllian Sabino, fundador da WS Náutica. Foto: Instagram @victoryyachts / Reprodução

                      Dessa forma, a ideia é reduzir prazos e tornar o processo de compra mais dinâmico. Ainda de acordo com a WS Náutica, em determinados casos a configuração pode ser realizada em cerca de 15 dias, dependendo da disponibilidade e da composição escolhida.


                      Para a Victory, mais do que um novo ponto comercial, a nova WS Náutica em Balneário Camboriú nasce como uma experiência de compra e relacionamento que permite ao cliente compreender melhor as possibilidades de cada embarcação, especialmente dentro do conceito de barcos versáteis e oceânicos proposto pelo estaleiro.

                       

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                        Barco inspirado em modelo da Revolução Farroupilha faz passeios gratuitos no Rio Taquari (RS)

                        Experiência no Lanchão Seival une história, turismo e educação ambiental. Próximos passeios acontecem em 23, 24, 30 e 31 de maio, em celebração aos 150 anos de Estrela

                        História, turismo e educação ambiental. Um pouco de tudo isso está a bordo do Lanchão Seival, veleiro ligado diretamente à história da Revolução Farroupilha e que, nesta semana, volta a navegar no gaúcho Rio Taquari. A ideia é que o barco protagonize passeios gratuitos aliados à atividades educativas no Parque da Lagoa, como parte das celebrações pelos 150 anos do município de Estrela.

                        Quem embarcar nessa jornada participará de uma verdadeira imersão cultural. A embarcação, que já ao primeiro olhar chama atenção pela estrutura diferenciada, foi inspirada nos modelos utilizados pelo italiano Giuseppe Garibaldi durante a Guerra dos Farrapos (1835-1845), revolta liderada por estancieiros do Rio Grande do Sul contra o governo imperial, motivada principalmente por altos impostos e disputas econômicas.

                        Foto: Daniély Schwambach / Divulgação

                        Memória gaúcha sobre as águas

                        Antes de atracar sobre as águas do Taquari, o Seival passou por um processo de reconstrução iniciado em 2019, no município de Camaquã, em uma iniciativa coordenada pela Associação Socioambiental Amigos do Seival (ASAS) e liderada por Antônio Carlos Rodrigues, responsável pelo projeto — e que agora conduz os passeios.

                        Antônio Carlos Rodrigues, responsável pelo projeto, agora comanda os passeios pelo Taquari. Foto: Daniély Schwambach / Divulgação

                        Ao jornal A Hora, Rodrigues detalhou que, para chegar ao resultado atual, a entidade se baseou em registros históricos e imagens feitas ainda em 1908, na cidade de Laguna, em Santa Catarina.

                        Fotografia feita em Laguna (SC) em 1908 foi uma das referências para reconstrução do Lanchão Seival. Foto: Arquivo

                        Essa é a melhor foto do Seival ainda flutuando. A partir dela, dos relatos históricos e de peças originais que ainda existem em Laguna, nós reproduzimos essa embarcação o mais próximo possível do original– relatou ao veículo

                        Segundo Rodrigues, o Seival foi construído entre 1838 e 1839, sob comando de Giuseppe Garibaldi, para atuar em águas rasas da Lagoa dos Patos durante a Revolução Farroupilha.

                        Foto: Daniély Schwambach / Divulgação

                        O barco teve ainda papel importante na República Juliana, movimento separatista e republicano proclamado em Santa Catarina, em julho de 1839. “A República Juliana durou cerca de 100 dias. Depois, o império retomou a região e o barco permaneceu em Laguna por mais de 60 anos, sendo utilizado para navegação local e transporte de cargas”, explicou Rodrigues.

                        Foto: Daniély Schwambach / Divulgação

                        Após décadas de uso e abandono, o Seival começou a ser reconstruído com base em peças originais preservadas em museus catarinenses, como um dos mastros, presente no Museu Anita Garibaldi.


                        Saiba como participar do passeio no Lanchão Seival

                        Os passeios gratuitos estão marcados para os dias 23, 24, 30 e 31 de maio, com saídas às 9h, 11h, 14h e 16h, no Parque da Lagoa. A embarcação possui capacidade para até 26 passageiros, sendo necessária a presença mínima de 10 pessoas por viagem. Para segurança, o barco conta com coletes salva-vidas, sinalizadores, extintores e balsa salva-vidas.

                         

                        Além do passeio, os visitantes são convidados a acompanhar uma exposição de ferramentas históricas, objetos antigos e materiais ligados ao período farroupilha.

                         

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                          Brasil fecha Mundial de Fórmula Kite com dois nomes entre os seis melhores do mundo

                          Lucas Fonseca e Bruno Lobo, ambos do Maranhão, ficaram na quarta e sexta colocação respectivamente

                          21/05/2026

                          O Brasil fez bonito ao colocar dois atletas entre os seis melhores do Mundial de Fórmula Kite, realizado de 11 a 16 de maio, em Portugal. Os brasileiros Lucas Fonseca e Bruno Lobo, ambos nascidos no Maranhão, confirmaram a força da classe na vela nacional e terminaram a disputa na quarta e sexta colocação, respectivamente.

                          O Mundial de Fórmula Kite reuniu 90 dos melhores atletas do mundo na modalidade, incluindo campeões olímpicos e mundiais. Além de valer um troféu internacional, o torneio também é uma parte crucial do processo de qualificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.

                          Foto: IKA Media/Robert Hajduk / Divulgação

                          A disputa aconteceu na cidade Viana do Castelo, na costa norte de Portugal. De acordo com a International Kiteboarding Association (IKA), organização máxima do esporte na vela, o destino conquistou uma reputação feroz entre os melhores atletas do mundo como um dos locais de competição mais exigentes e emocionantes do circuito.

                          O desempenho dos brasileiros

                          Nas semifinais, Lucas Fonseca e Bruno Lobo se encontraram na disputa — mas apenas um seguiu nela. Fonseca ficou entre os destaques da fase e fechou a etapa na segunda posição, o que lhe garantiu uma das duas vagas disponíveis da grande decisão do campeonato.

                          Bruno Lobo terminou na sexta posição do Mundial. Foto: IKA Media/Robert Hajduk / Divulgação

                          Como apenas os dois melhores de cada etapa avançavam, Lobo ficou de fora da bateria final e encerrou sua participação no Mundial de Kite na sexta posição geral. Ele havia finalizado em quarto lugar na fase classificatória, avançando direto às semifinais — Lucas, em nono, teve que partir das quartas.

                          Vamos tirar lições para os próximos mundiais, incluindo o do próximo ano– comentou Bruno sobre a competição

                          Na regata de definição do pódio, Fonseca esteve ao lado do austríaco Valentin Bontus, do suíço Gian Stragiotti e do favorito Maximilian Maeder, de Singapura. O maranhense chegou a cruzar a linha de chegada na terceira posição, mas sofreu uma penalização que lhe tirou a medalha de bronze, finalizando o Mundial em quarto lugar.

                          Estou extremamente feliz com o resultado, mesmo ficando com aquele gostinho de quero mais. Mas o principal objetivo é o Mundial do ano que vem– disse Fonseca sobre seu desempenho

                          Lucas Fonseca em disputa contra o singapurense Maximilian Maeder. Foto: IKA Media/Robert Hajduk / Divulgação

                          Sendo assim, o pódio final da competição terminou com Maximilian Maeder em primeiro, Gian Stragiotti em segundo e Valentin Botus em terceiro. O singapurense, inclusive, reconheceu a dificuldade que seus adversários, incluindo Fonseca, impuseram na grande decisão do campeonato.

                          Meus parabéns aos meus concorrentes por me pressionarem tanto– revelou Maeder

                          Kitesurf brasileiro no caminho certo

                          A participação da equipe brasileira no Mundial foi viabilizada pela Lei de Incentivo ao Esporte, com apoio da Energisa e Icatu Vanguarda, em conjunto com a Confederação Brasileira de Vela (CBVela).

                          Foto: IKA Media/Robert Hajduk

                          Para Daniel Azevedo, presidente da CBVela, os dois brasileiros no top-6 do Mundial de Fórmula Kite “comprovam um trabalho sólido e de longo prazo” que está sendo realizado dentro da confederação. Ele também destacou a força nordestina nessa modalidade.

                          Ver dois velejadores do Maranhão entre os seis melhores do mundo é algo espetacular– disse Azevedo

                          Lucas Fonseca com a bandeira do Brasil. Foto: IKA Media/Robert Hajduk / Divulgação

                          Aos 32 anos, Bruno Lobo entrou no Mundial como um atleta mais veterano, dono de dois ouros nos Jogos Pan-Americanos e que representou o Brasil na estreia do kitesurf nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024.

                           

                          Já Fonseca, com 20 anos recém-completados, é uma jovem revelação do esporte maranhense que acumula conquistas expressivas, como o Campeonato Mundial Juvenil em 2024 e medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos Sub-23 em 2025. Agora, os dois atletas seguem na preparação para o ciclo das Olímpiadas de Los Angeles 2028.

                          Confira mais fotos do Mundial de Fórmula Kite

                          Bruno Lobo em ação no Mundial de Fórmula Kite. Foto: IKA Media/Robert Hajduk / Divulgação
                          Bruno Lobo em ação no Mundial de Fórmula Kite. Foto: IKA Media/Robert Hajduk / Divulgação
                          Bruno Lobo em ação no Mundial de Fórmula Kite. Foto: IKA Media/Robert Hajduk / Divulgação
                          Lucas Fonseca em ação no Mundial de Fórmula Kite. Foto: IKA Media/Robert Hajduk / Divulgação
                          Lucas Fonseca em ação no Mundial de Fórmula Kite. Foto: IKA Media/Robert Hajduk / Divulgação
                          Foto: IKA Media/Robert Hajduk / Divulgação
                          Foto: IKA Media/Robert Hajduk / Divulgação

                           

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                            “Total diferença”: entenda o que tem chamado atenção nas lanchas Triton Flyer

                            Plataformas laterais retráteis ampliam área útil na popa em até 40% e acompanham tendência de embarcações voltadas à convivência a bordo

                            Por: Nicole Leslie -

                            A busca por embarcações com maior integração entre áreas externas e internas tem influenciado projetos do mercado náutico, especialmente nos últimos anos. Assim, alguns estaleiros têm apostado em soluções que ampliam áreas de lazer sem aumentar o tamanho dos barcos, com foco em convivência a bordo e melhor aproveitamento de espaços.

                            Foi nesse cenário que a Triton Yachts posicionou a linha Flyer, desenvolvida para modelos acima de 32 pés que carregam a premissa de servirem como “casas flutuantes”. Um dos recursos que mais têm chamado atenção nessas embarcações são as plataformas laterais retráteis instaladas na popa. Quando abertas, as estruturas ampliam em até 40% a área útil da região traseira das lanchas, adicionando cerca de 2 m² de espaço a bordo (em cada lado).

                            Triton Flyer 44. Foto: Triton Yachts / Divulgação

                            A experiência de quem buscava mais espaço

                            Apaixonado pelo universo náutico, o navegador Rodrigo Cerqueira precisou de 30 anos no mar para encontrar uma embarcação que reunisse as características que procurava. Foi em uma Triton Flyer 34 T-top que ele encontrou a combinação desejada entre motorização, área de lazer e aproveitamento interno.

                            A plataforma lateral faz total diferença. Eu buscava uma lancha com motorização de popa, mas tinha receio de perder área de lazer na popa. A plataforma lateral generosa da linha Flyer resolveu isso perfeitamente-afirmou Rodrigo

                            Triton Flyer 34 de Rodrigo. Foto: Rodrigo Cerqueira / Arquivo pessoal

                            Segundo ele, a decisão pela embarcação veio após comparar modelos da mesma categoria em diferentes estaleiros. Além da área externa, o navegador destaca o aproveitamento dos ambientes internos como um dos fatores que influenciaram na escolha.

                            Também pesaram muito [na decisão] as dimensões internas, a versatilidade, a navegação e a confiabilidade do casco-complementou

                            Plataforma lateral da Triton Flyer 34 foi um dos diferenciais decisivos para a escolha. Foto: Rodrigo Cerqueira / Arquivo pessoal

                            Aposta em convivência externa e layouts integrados

                            De acordo com o diretor de marketing da Triton, Allan Cechelero, as plataformas laterais retráteis e automáticas estão entre os principais destaques da linha. Elas são instaladas em um ou ambos os lados da plataforma de popa a depender do tamanho da lancha. A estrutura cria uma espécie de varanda, que forma uma área adicional de convivência próxima ao mar.

                             

                            Nos modelos maiores, o recurso é combinado a uma plataforma submergível, utilizada tanto para facilitar o acesso à água quanto para aproximar e amarrar jets e botes infláveis.

                            Foto: Triton Yachts / Divulgação

                            Outro ponto explorado pela fabricante nas Flyer é a habitabilidade das embarcações. A proposta da linha é oferecer ambientes internos mais amplos mesmo em modelos a partir de 32 pés, com layouts integrados entre salão principal e espaço gourmet voltados ao day use.

                             

                            Entre as características destacadas pela Triton também estão o pé-direito superior a 1,85 m nas cabines, banheiros com box separado e a possibilidade de escolher entre motorização centro-rabeta ou de popa, a depender apenas da preferência do proprietário.

                            Plataforma lateral retrátil é um dos diferenciais da linha Flyer da Triton. Foto: Triton Yachts / Divulgação

                            Linha já chegou ao mercado internacional

                            Atualmente, o portfólio da linha Flyer reúne modelos de 32, 34, 37, 38 e 44 pés. A menor delas, a Triton Flyer 32, foi apresentada durante o São Paulo Boat Show 2025 e inaugurada em águas cariocas durante o Rio Boat Show 2026.


                            A proposta das “casas flutuantes” também já chegou ao mercado internacional. O modelo Flyer 38 HT integra a carteira de exportações da Triton Yachts para os Estados Unidos, onde as embarcações são comercializadas sob o nome Hanover. A expectativa da fabricante é ampliar a linha nos próximos meses, com novas atualizações e novidades voltadas ao segmento.

                             

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                              Única etapa sul-americana da disputa ocorrerá nos dias 9 e 10 de outubro, durante a reta final da temporada

                              20/05/2026

                              Depois de uma estreia histórica no Brasil em abril deste ano, o SailGP voltará às águas do Rio de Janeiro para a temporada 2027. Desta vez, a única etapa sul-americana da competição será a 11ª, ou seja, a antepenúltima — e decisiva — da disputa, marcada para os dias 9 e 10 de outubro.

                              Segundo a organização do evento, a realização do SailGP no Rio de Janeiro representa mais um passo da estratégia internacional de crescimento da liga, que vem ampliando sua presença em mercados considerados estratégicos ao redor do mundo com uma proposta que une esporte, tecnologia e entretenimento.

                              Foto: Instagram @mubadalabrasailgp e @sailgp / Reprodução

                              Para Alan Adler, CEO da IMM Esporte e Entretenimento, o sucesso da edição de estreia “demonstrou não apenas a força do Rio como palco global para grandes eventos esportivos, mas também o enorme potencial de conexão entre o público brasileiro e uma plataforma inovadora, sustentável e que representa o futuro do esporte“.

                              Foto: Instagram @mubadalabrasailgp e @sailgp / Reprodução

                              A etapa na Baia de Guanabara marcou ainda o primeiro contato do Mubadala Brazil SailGP Team, time brasileiro na disputa, com a torcida brasileira. Na ocasião, grandes nomes da vela mundial estiveram reunidos junto a uma forte — e energética — presença do público.


                               Calendário 2027 do SailGP

                              A confirmação da etapa brasileira faz parte do anúncio oficial do calendário completo da temporada 2027 do Rolex SailGP Championship, divulgado nesta quarta-feira (20) pela organização global da liga. A próxima temporada será a maior da história do SailGP até aqui, com 13 etapas realizadas entre Ásia, Oceania, Europa, América do Norte, América do Sul e Oriente Médio.

                              Foto: Instagram @mubadalabrasailgp e @sailgp / Reprodução

                              As disputas terão início nos dias 16 e 17 de janeiro, em Hong Kong, uma das novas sedes da competição. Na sequência, a liga passa por Perth, San Francisco, Bermudas, Halifax, Nova York, Portsmouth, Sassnitz, Valência e Roma, antes de chegar ao Rio de Janeiro e seguir para Dubai. A sede da grande final da temporada ainda será anunciada. Confira datas:

                              • 16 e 17 de janeiro – Hong Kong Sail Grand Prix;
                              • 13 e 14 de fevereiro – Australia Sail Grand Prix | Perth;
                              • 3 e 4 de abril – San Francisco Sail Grand Prix;
                              • 1 e 2 de maio – Apex Group Bermuda Sail Grand Prix;
                              • 15 e 16 de maio – Canada Sail Grand Prix | Halifax;
                              • 5 e 6 de junho – New York Sail Grand Prix;
                              • 24 e 25 de julho – Emirates Great Britain Sail Grand Prix;
                              • 14 e 15 de agosto – Germany Sail Grand Prix | Sassnitz;
                              • 4 e 5 de setembro – Spain Sail Grand Prix | Valencia;
                              • 11 e 12 de setembro – Italy Sail Grand Prix;
                              • 9 e 10 de outubro – Enel Rio Sail Grand Prix;
                              • 20 e 21 de novembro – Emirates Dubai Sail Grand Prix, apresentado por DP World;
                              • Novembro / Dezembro (a confirmar) – Grande Final da Temporada 2027 do Rolex SailGP Championship.

                              Os ingressos para o Enel Rio Sail Grand Prix 2027 devem começar a ser vendidos ainda este ano. Mais informações sobre a etapa brasileira e acesso prioritário à pré-venda estarão disponíveis no site oficial.

                               

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                                Espanhol de 23 anos anunciou entrada no mundo náutico com um catamarã de 26,8 metros. Conheça a embarcação!

                                Parece que Rafael Nadal não é o único tenista espanhol que entrou de cabeça no mundo dos iates. Atual número dois do ranking mundial simples masculino e sete vezes campeão de Grand Slams, Carlos Alcaraz encomendou um novo barco de 88 pés (26,8 metros) para chamar de seu: o catamarã Sunreef Ultima 88, da polonesa Sunreef Yachts, que será totalmente personalizado a gosto do atleta.

                                Para debutar no universo náutico, Alcaraz optou por uma opção que lhe traria uma fuga perfeita da intensidade do tênis. O modelo — uma das mais recentes adições ao portfólio do estaleiro, que possui na linha Ultima barcos de 44 a 111 pés — , chega carregado de espaços amplos, quartos para convidados, jacuzzi e garagem para jets.

                                Foto: Sunreef Yachts/ Divulgação

                                Eu simplesmente amo barcos. E amo o mar desde que eu era pequeno– revelou Alcaraz à revista Forbes

                                “De tempos em tempos preciso escapar de tudo. Para mim, estar em uma embarcação e ir em direção ao mar com amigos e familiares é perfeito”, concluiu o espanhol.

                                Carlos Alcaraz a bordo da Sunreef 80 Power. Foto: Sunreef Yachts/ Divulgação

                                Por dentro do novo iate de Carlos Alcaraz

                                Depois de muito pesquisar, Alcaraz optou por um trimarã de 88 pés que lhe permitirá desfrutar do lazer com familiares e amigos em meio a uma arquitetura para lá de elegante, projetada para um estilo de vida conectado ao mar. Não à toa, o iate apresenta um “Ocean Lounge” na popa, com varandas laterais retráteis que empliam o espaço de convivência mais requisitado da embarcação.

                                Foto: Sunreef Yachts/ Divulgação

                                Por ali também ficam uma plataforma hidráulica e uma ampla garagem, que viabilizam acesso direto a um jet e equipamentos para esportes aquáticos — ou seja, uma extensa zona de lazer com atividades a beira mar, conforme o tenista queria.

                                Foto: Sunreef Yachts/ Divulgação

                                O layout do projeto, totalmente personalizado para o espanhol, inclui acomodações para hóspedes em quatro cabines, além de uma espaçosa suíte master na proa do convés principal. Essa área, alías, ocupa toda a largura do catamarã e promete a entrada de luz natural abundante, além de um amplo banheiro com banheira.

                                Foto: Sunreef Yachts/ Divulgação
                                Foto: Sunreef Yachts/ Divulgação

                                Lá no topo, o flybridge dispõe de áreas generosas para relaxar, socializar e aproveitar refeições ao ar livre, com direto a uma jacuzzi com a vista mais privilegiada da embarcação.

                                Foto: Sunreef Yachts/ Divulgação

                                De acordo com o estaleiro, as linhas aerodinâmicas e a geometria de casco otimizada do iate aprimoram o desempenho e garantem “manobrabilidade suave e acesso fácil a marinas e ancoradouros isolados”. O Sunreef Ultima 88 de Alcaraz ainda possui painéis solares ultraleves, finos e flexíveis.

                                Foto: Sunreef Yachts/ Divulgação

                                Movido tanto por um motor a combustão quanto por um elétrico, o Ultima 88 reúne características raras entre catamarãs desse porte: arquitetura charmosa, design moderno e desempenho tido como excepcional. A embarcação atinge velocidade máxima de 26 nós (cerca de 48 km/h), sem abrir mão do conforto e da estabilidade típicos de uma plataforma multicasco.

                                Carlos Alcaraz visita fábrica onde seu iate está sendo construído. Foto: Sunreef Yachts/ Divulgação

                                O barco, que marca a entrada do jovem multicampeão no mundo náutico, ainda está em construção numa marina de Gdansk, na Polônia. Por se tratar de um modelo personalizado, a embarcação foge do valor de tabela. A título de comparação, outros modelos da linha são encontrados por valores entre US$ 9 e US$ 10 milhões (cerca de R$ 45 a R$ 50 milhões conforme valores convertidos em maio de 2025) em plataformas de revenda.

                                 

                                Se faltava um refúgio calmo para contrastar com a frenesi do tênis profissional, pode-se dizer que ele encontrou o seu cantinho longe de toda aquela agitação. Só faltou uma quadra de tênis para Alcaraz se sentir mais à vontade ainda.

                                 

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                                  Semana de Vela de Ilhabela bate 100 inscritos dois meses antes da disputa; veja como participar

                                  2º lote de inscrições abriu nesta segunda-feira (18). Competição, considerada o maior evento de vela da América Latina, acontece de 24 de julho a 1º de agosto e tem vagas limitadas

                                  19/05/2026

                                  Com o mês de julho se aproximando, os ventos já sopram para Ilhabela, no Litoral Norte de São Paulo. O arquipélago, também conhecido como a Capital da Vela, recebe, de 24 de julho a 1º de agosto, a 53ª edição da Semana Internacional de Vela de Ilhabela (SIVI), evento considerado o maior do tipo na América Latina. Não à toa, a dois meses da disputa, mais de 100 entusiastas já garantiram seu lugar no encontro.

                                  Organizado pelo Yacht Club de Ilhabela (YCI), o evento reúne os maiores nomes do esporte no Brasil e no mundo, que competem nas classes ORC, BRA-RGS, C30, Clássicos, RGS Cruiser e HPE 25, sendo que esta última retornará para as raias em 2026 após dois anos.

                                   

                                   

                                  Em 2025, mais de 120 veleiros enfrentaram regatas intensas e disputas acirradas ao longo de 7 dias — cenário que promete ser ainda maior em 2026.

                                  53ª edição da Semana de Vela de Ilhabela: saiba como se inscrever

                                  As inscrições para a 53ª Semana de Vela de Ilhabela já estão no segundo lote, que seguirá disponível até o dia 28 de junho. O terceiro lote começa no dia 29 do mesmo mês e está previsto para continuar até 17 de julho ou até que as vagas, que são limitadas, se encerrem.

                                   

                                  A venda é feita através do site oficial da competição e tem valores a partir de R$ 300 por tripulante. Vale destacar que, a partir do terceiro lote, esse custo sobe para R$ 500.


                                  O aviso de regata, que traz informações essenciais para quem deseja participar do evento, também já foi divulgado e pode ser conferido na página de avisos da SIVI.

                                  Muito mais que uma disputa

                                  Como já é tradição, a SIVI terá mais uma edição do projeto Velas do Amanhã, iniciativa que aproxima jovens de escolas públicas e iniciativas sociais dos barcos de oceano — além, é claro, do esporte.

                                  Foto: Matias Capizzano / SIVI / Divulgação

                                  Por meio dessa experiência, os participantes têm a oportunidade única de velejar em embarcações modernas e competitivas, ao passo que constroem uma bagagem sobre educação ambiental.

                                   

                                  A ação busca democratizar o acesso ao esporte, permitindo que novos talentos surjam de contextos socioeconômicos diversos. Muitos dos competidores de elite atuais, aliás, iniciaram suas trajetórias nesses mesmos projetos sociais, o que evidencia o impacto positivo da iniciativa.

                                   

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                                    Evento que ocorreu nos dias 16 e 17 de maio reuniu barcos históricos, motores potentes e outras preciosidades

                                    Por: Redação -

                                    A Represa de Guarapiranga, no coração da cidade de São Paulo, foi palco de um verdadeiro encontro de apaixonados pela náutica clássica no último fim de semana. Nos dias 16 e 17, o tradicional Yacht Club Paulista recebeu a 10ª edição do Classic Boat Festival, reunindo embarcações históricas com seus motores potentes, autoridades e famílias inteiras em um cenário perfeito de céu azul e muito sol.

                                    Sob o comando do comodoro Sergio Canineo, o elegante evento reforçou sua posição como um dos encontros mais charmosos da motonáutica brasileira. “O Classic Boat Festival chega à sua 10ª edição consolidado como um encontro de preservação da memória náutica, de celebração da nossa história e, acima de tudo, de convivência entre pessoas apaixonadas pelo universo das embarcações clássicas”, destacou Canineo.

                                    Sergio Canineo, comodoro do Yacht Club Paulista. Foto: Carlos Gomes

                                    Grandes clássicos que marcaram época navegaram pelas águas da Guarapiranga e desfilaram diante do público, arrancando olhares, memórias e emoção dos apaixonados por barcos. O ronco dos motores ecoando pela represa deu o tom do encontro. Entre as preciosidades náuticas, embarcações históricas e máquinas supermotorizadas mostraram por que seguem despertando admiração décadas depois de seu lançamento.

                                    Foto: Carlos Gomes
                                    Foto: Carlos Gomes

                                    Nem tudo ficou na água. Muitas embarcações fizeram sucesso também na área seca do clube, permitindo ao público observar de perto detalhes de acabamento, design e mecânica dessas verdadeiras obras-primas da náutica. O festival contou ainda com a presença da banda da Marinha do Brasil, que trouxe um clima especial ao encontro, além de autoridades civis e militares.

                                    Foto: Carlos Gomes
                                    Banda da Marinha do Brasil na 10ª edição do Classic Boats. Foto: Carlos Gomes

                                    Entre os presentes esteve o comandante do 8º Distrito Naval, vice-almirante Marco Antônio Linhares Soares, reforçando a relevância institucional do evento. “Eventos como o Classic Boat Festival valorizam a cultura marítima, preservam a memória da navegação e aproximam a Marinha da sociedade, especialmente em encontros que celebram a paixão pelo mar e pelas embarcações que marcaram época”, destacou Linhares.

                                    Vice-almirante Marco Antônio Linhares Soares, comandante do 8º Distrito Naval. Foto: Carlos Gomes

                                    O clima também ajudou. O fim de semana ensolarado transformou o passeio em um programa perfeito para toda a família, com o público circulando entre barcos clássicos, atrações e momentos de confraternização. Além da náutica, o evento também abriu espaço para uma exposição de carros clássicos, ampliando ainda mais a experiência para os visitantes apaixonados por máquinas históricas.

                                    Foto: Carlos Gomes
                                    Foto: Carlos Gomes

                                    Ao completar sua 10ª edição, o Classic Boat Festival mostra que a paixão pelos barcos clássicos segue mais viva do que nunca, preservando histórias, reunindo gerações e celebrando um estilo de navegar que jamais sai de moda.

                                    Confira mais fotos da 10ª edição do Classic Boats

                                    Autoridades presentes no Yacht Club Paulista. Foto: Carlos Gomes
                                    Foto: Carlos Gomes
                                    Foto: Carlos Gomes
                                    Foto: Carlos Gomes
                                    Foto: Carlos Gomes
                                    Foto: Carlos Gomes
                                    Foto: Carlos Gomes
                                    Foto: Carlos Gomes
                                    Foto: Carlos Gomes

                                     

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                                      Estaleiro pernambucano divulgou nas redes sociais o método que permitiu a maior embarcação da história da empresa ganhar forma

                                      18/05/2026

                                      O maior barco já produzido pela NX Boats está começando a ganhar forma diante dos nossos olhos. Na última semana, o estaleiro pernambucano divulgou em suas redes sociais o processo de infusão do casco da nova NX62 Design by Pininfarina, modelo que promete recursos inéditos para uma 60 pés.

                                      Descrito pela empresa como um “marco histórico”, o importante momento significa que, pela primeira vez, o casco da nova lancha começa efetivamente a ganhar forma estrutural. O método de infusão é amplamente utilizado em catamarãs, veleiros de alta performance, grandes iates e embarcações premium — como é o caso da NX62 Design by Pininfarina.

                                      O processo de infusão foi iniciado e, junto a ele, nasce uma nova referência de sofisticação, inovação e engenharia náutica– escreveu o estaleiro na postagem

                                      A empresa ainda complementou que “o que antes era apenas um sonho, agora começa a tomar forma para transformar o mercado e elevar a experiência de navegar a um novo patamar”. Confira a infusão do casco da NX62 Design by Pininfarina:

                                       

                                       

                                      Ver essa foto no Instagram

                                       

                                      Um post compartilhado por NX BOATS (@nxboats)

                                       

                                      Neste processo, a fibra seca é posicionada no molde do casco (ou de outras partes do barco) para receber a resina por meio de sucção a vácuo. Assim, em vez da tradicional aplicação manual, a resina “viaja” pelo material puxada pela pressão negativa, espalhando-se por toda a estrutura de maneira mais uniforme — como é possível observar no vídeo.

                                      Confira fotos exclusivas da NX62 após a infusão

                                      Foto: NX Boats/ Divulgação
                                      Foto: NX Boats/ Divulgação

                                      Vem aí: NX62 Design by Pininfarina

                                      A sofisticação é italiana, mas a inovação é brasileira. Assim pode ser descrita a disruptiva NX62, desenvolvida pelo estaleiro pernambucano em parceria com o renomado estúdio de design italiano Pininfarina. A lancha tem uma proposta ousada: o espaço e a performance de um barco de 60 pés com a experiência de um iate de 80.

                                      Jonas Moura durante apresentação da NX62 Design by Pininfarina. Foto: RP/ Revista Náutica
                                      Maquete da NX62 Design By Pininfarina no São Paulo Boat Show 2025. Foto: RP/ Revista Náutica

                                      O pré-lançamento da lancha ocorreu no São Paulo Boat Show 2025 por Jonas Moura, CEO da NX Boats. À época, ele contou que fez questão de não entrar em nenhuma lancha de 60 pés, mas, sim, em embarcações de 70 a 120 pés. A ideia foi trazer elementos só vistos em barcos de maior porte.

                                      [O barco] tem o melhor projeto de uma embarcação de 60 pés do mundo– afirmou Jonas Moura


                                      Como é de costume do estaleiro, a nova lancha também contará com aproveitamento total dos espaços — logo, não terá passagem lateral. “Somos muito criticados por isso, mas é uma tendência mundial”, disse Moura durante o salão náutico paulista.

                                      NX62 Design by Pininfarina. Foto: NX Boats/ Divulgação

                                      Com quatro camarotes, a NX62 ainda possui outra boa sacada: um banheiro no cockpit. O interior, por sua vez, conta com amplas janelas panorâmicas, móveis refinados de design contemporâneo, acesso a proa por porta elétrica e pisos que seguem o mesmo nível — um detalhe de ouro.

                                      Foto: NX Boats/ Divulgação

                                      A suíte principal aproveita a popa de forma integral, inclusive no banheiro. A área de serviço, por sua vez, contempla cabine para dois marinheiros e um banheiro, que também pode ser utilizado por quem aproveita a área de popa.

                                      Foto: NX Boats/ Divulgação

                                      A embarcação será capaz de transportar até 28 passageiros, sendo que oito poderão pernoitar a bordo. Para empurrar tudo isso, uma dupla de IPS 950 (D11 725 HP) prometem dar conta do recado.

                                      Foto: RP/ Revista Náutica

                                      Quando ela será lançada?

                                      Para quem não consegue mais esperar, uma boa notícia: a estreia da NX62 Design by Pininfarina está próxima. De acordo com a empresa, o lançamento da maior embarcação da história do estaleiro acontecerá no maior evento náutico da América Latina, o São Paulo Boat Show 2026.

                                      Estande da NX Boats no São Paulo Boat Show 2025. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica

                                      O evento está marcado para 24 a 29 de setembro deste ano, no São Paulo Expo. Segundo o estaleiro pernambucano, a novidade representará a consolidação da “posição da NXBoats na vanguarda da náutica de luxo nacional e internacional”.

                                       

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                                        Dois anos e meio após bar flutuante, Heineken colhe resultados ambientais no Rio Pinheiros

                                        Heineken Floating Bar, que contou com píeres Metalu, teve seus lucros destinados a iniciativas que entregaram melhorias concretas na região

                                        Depois de dois anos, o edital da Heineken em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, legado do Heineken Floating Bar (bar flutuante que contou com píeres Metalu), começa a colher seus frutos na recuperação do Rio Pinheiros, em São Paulo. A iniciativa apoiou seis projetos que entregaram melhorias concretas na qualidade da água, resiliência urbana e engajamento das comunidades locais, segundo a empresa.

                                        Por meio da Green Your City, plataforma de cultura e sustentabilidade da Heineken, os projetos têm promovido melhorias diretas na qualidade da água, no controle de enchentes, na recuperação de áreas degradadas e no engajamento comunitário em territórios estratégicos da bacia do rio.

                                        Foto: Helena Yoshioka

                                        Os resultados expressivos desses projetos materializam o legado sustentável que queremos construir para as próximas gerações e reafirma o impacto positivo da plataforma Green Your City– afirma Ligia Camargo, Diretora de Sustentabilidade do Grupo HEINEKEN

                                        Lançada em dezembro de 2023 como alavanca da Green Your City, a iniciativa destinou aportes de até R$ 100 mil para cada um dos seis projetos, com recursos viabilizados a partir do lucro gerado pelo Heineken Floating Bar. A seguir, confira quais foram as iniciativas contempladas para a recuperação do Rio Pinheiros.

                                        Ilhas Filtrantes

                                        O projeto Ilhas Filtrantes, responsável pela instalação de quatro ilhas flutuantes vegetadas na Raia Olímpica da USP, já demonstra um impacto ambiental expressivo, segundo a Heineken.

                                         

                                         

                                        A iniciativa, que beneficia um público diário de 550 visitantes, possibilitou a remoção e o descarte adequado de 5 toneladas de resíduos de ambiente aquático. Além disso, o projeto gerou empregos locais, com 75% dos contratados fechados com moradores da própria região.

                                         

                                        Segundo Leonardo Tannous, engenheiro ambiental da iniciativa, “as ilhas flutuantes são um sistema de purificação e vivificação de rios e corpos d’água que ajudam a imitar o que a natureza já faz”. Assim, servem como um filtro para o tratamento da água.

                                        Escadaria Verde do Beco

                                        Com foco em infraestrutura verde no bairro da Vila Madalena, o projeto promoveu a revitalização da Praça José Antônio de Oliveira com a implantação de terraços de chuva e o plantio de 2.235 mudas de espécies nativas, incluindo 720 em seis novos jardins.

                                         

                                         

                                        A ação, por sua vez, aumenta a capacidade de infiltração da água no solo e reduz o escoamento superficial, mitigando inundações na região e envolvendo diretamente 110 participantes em atividades educativas.

                                        Travessia das Águas

                                        Com uma forte frente de educação e mobilização, o projeto alcançou um público amplo em duas áreas distintas. Nos córregos Corujas e Zavuvus, envolveu centenas de pessoas, incluindo:

                                        • 290 estudantes e 11 professores da Escola Municipal Olavo Pezzotti em atividades de monitoramento da água;
                                        • 700 residentes do entorno da escola que receberam informações sobre a proteção dos córregos;
                                        • 530 pessoas na comunidade do Córrego Zavuvus, entre atendimentos de saúde comunitária e oficinas socioambientais, totalizando 145 alcançados diretamente e 385 indiretamente.

                                         

                                        Parque da Fonte do Peabiru

                                        O projeto implementou uma solução de saneamento ecológico que já trata o esgoto de cinco residências, o equivalente aos dejetos de 30 pessoas. Isso melhora a qualidade do riacho que passa no Parque da Fonte, no Butantã.

                                         

                                         

                                        A iniciativa beneficiou diretamente 200 pessoas e alcançou outras 400 indiretamente por meio de ações culturais e educativas que fortaleceram o vínculo da comunidade com o parque, segundo a empresa.

                                        A Gente da Água

                                        Focado no protagonismo jovem, este projeto de educação ambiental mobilizou 90 estudantes do Centro Educacional Unificado Butantã em oficinas e visitas de campo. Sua campanha de comunicação colaborativa alcançou cerca de 30 mil pessoas nas redes sociais, enquanto o festival comunitário promovido no Parque da Joia reuniu mais de 250 pessoas.

                                         

                                        Jardins de Chuva

                                        Alinhado ao projeto “A Gente da Água”, foram implementados seis jardins de chuva no Parque da Joia, somando 60 m². O projeto contribui para a retenção da água da chuva, com potencial para reduzir inundações, favorecer a recarga do lençol freático e ampliar a biodiversidade local por meio do plantio de espécies nativas.

                                        Foto: Prefeitura de São Paulo/ Divulgação

                                        Por um futuro mais verde

                                        Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica, ressalta que a organização e o Grupo HEINEKEN já mantêm uma parceria de longa data. Segundo ele, a criação do edital nasceu desse histórico e da vontade de ampliar o alcance da atuação ambiental, que abre espaço para que vários setores da sociedade gerassem um impacto real.

                                        No The Town, a Heineken abasteceu o evento com mais de 13/505 kwh de energia verde, que equivale a 27.481 kc02 evitados. Foto: Heineken/ Divulgação

                                        Para o grupo, o anúncio dos resultados dos projetos selecionados conclui o ciclo iniciado com o edital de 2023. O acompanhamento das iniciativas e das próximas ações da plataforma Green Your City pode ser feito pelos canais oficiais do Grupo HEINEKEN.

                                        Relembre o bar flutuante da Heineken

                                        Se hoje esse avanço em prol do Rio Pinheiros foi possível, é porque lá atrás, em 2023, o bar flutuante da Heineken abriu caminho — e fundos — para que isso acontecesse. A iniciativa da Green Your City destinou seus lucros obtidos com o Heineken Floating Bar ao apoio de projetos de revitalização da região.

                                        Foto: Helena Yoshioka

                                        O badalado primeiro bar flutuante do mundo, instalado temporariamente no Rio Pinheiros, contou com a parceria da Metalu — divisão de infraestrutura do Grupo Náutica — que implementou seus píeres ao projeto. O Heineken Floating Bar abriu em 30 de setembro e funcionou até 29 de outubro de 2023.

                                        O espaço tinha bar, drinks e petiscos, além de apresentações de DJs e um show de luzes à noite de brilhar os olhos. A ideia era chamar a atenção da população para as condições do rio à época, um dos mais importantes da capital paulista e poluído há décadas. O acesso à infraestrutura era gratuito e controlado por agendamento.

                                        Confira mais fotos do bar flutuante da Heineken

                                        Foto: Helena Yoshioka
                                        Foto: Heineken/ Divulgação
                                        Foto: Heineken/ Divulgação
                                        Foto: Heineken/ Divulgação
                                        Foto: Heineken/ Divulgação

                                         

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                                          Embarcamos em duas Intermarine 70 e navegamos para mostrar como a customização pode transformar uma mesma lancha em barcos distintos — sem abrir mão do conforto, do acabamento impecável e da experiência única a bordo

                                          17/05/2026

                                          Uma Intermarine não precisa ser novidade para chamar atenção. Mas, se for, melhor ainda. No caso da Intermarine 70 (IM 70), lancha de acabamento impecável lançada no São Paulo Boat Show 2023, o grande diferencial está nas múltiplas possibilidades de personalização. O que sempre fez parte do DNA do estaleiro — e já era uma de suas marcas registradas — agora virou o foco principal, reafirmando sua posição de vanguarda na construção de embarcações de luxo no Brasil.

                                          Em atividade desde 1973 e já com mais de 5000 barcos de grande porte na água, a empresa estruturou processos, ampliou opções e colocou a customização no centro de sua estratégia. E a IM70 é um dos exemplos mais claros dessa nova fase. “Era natural avançarmos para um patamar ainda maior de personalização, para que cada barco fosse realmente o reflexo da vida de quem o comanda”, explica Roberta Ramalho, CEO da Intermarine e filha do fundador, Gilberto Ramalho.

                                          Duas Intermarine 70. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                          Essa filosofia se materializa especialmente nos modelos acima de 60 pés, que oferecem maior liberdade de configuração. Mas toda a linha — da IM 45 à 24M, incluindo as versões 48 Offshore e 58 Offshore — pode ser customizada. Resultado: nenhum barco sai da fábrica igual ao outro.

                                           

                                          Para ver na prática como essa filosofia se traduz na água, escolhemos duas versões da IM 70, um dos modelos mais emblemáticos da marca, e comparamos as personalizações adotadas em cada uma delas. Se testar uma Intermarine é sempre especial, ter duas IM 70 disponíveis ao mesmo tempo é uma experiência única. Ancoradas, lado a lado, nas águas de Balneário Camboriú, elas são de virar todas as cabeças.

                                           

                                          Assista ao teste completo!

                                           

                                           

                                          Com 21,55 metros de comprimento máximo (70,7 pés), essa lancha, apesar de ser produzida em série, oferece inúmeras opções de layout. No salão, por exemplo, a cozinha pode ser posicionada à meia-nau ou a ré, ampliando a integração com a praça de popa. Nesse mesmo nível, é possível incluir um lavabo — solução prática que dispensa a ida ao pavimento inferior sempre que alguém precisar usar o banheiro.

                                          Cozinha em uma Intermarine 70. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                          Ainda na cabine, com acomodações para oito pessoas em pernoite, a suíte máster (que fica na meia-nau) pode ser encomendada em duas versões: com uma dinete (pequeno escritório) em frente à cama ou com um sofá (ou duas poltronas) em vez do móvel com cadeiras. Há também a possibilidade de configurar o ambiente com dois banheiros independentes ou, alternativamente, com um único banheiro e um grande closet.

                                          Interior da Intermarine 70. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                          Já na proa, o solário pode ser convertido em um segundo sofá e dar vida a um gostoso lounge. Por sua vez, o flybridge pode ser personalizado com móveis soltos ou ocupado por um bar e um segundo espaço gourmet.

                                          Intermarine 70. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                          Junto com as inúmeras possibilidades de personalização, chama a atenção a preocupação do estaleiro com detalhes, visível nas duas versões da lancha. Não há uma madeira de tom destoante nem encaixe que não seja perfeito. Motivo: todos os componentes do barco são fabricados no próprio estaleiro, sob rígido controle de qualidade.

                                           

                                          Em resumo, a Intermarine combina processos industriais de ponta, como usinagem CNC e laminação por infusão, a um acabamento artesanal, feito peça a peça, como se vê nesta 70 pés.

                                          Intermarine 70. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                          Como ela é

                                          Projetada para oferecer uma atmosfera de convívio casual e elegante, a IM 70 combina farta utilização de madeira na decoração interna, sofás confortáveis e janelões panorâmicos. Tudo na medida certa: sofisticado, mas sem exageros.

                                          Interior de uma Intermarine 70. Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica

                                          O salão, todo envidraçado e com piso único — sem degraus — revestido de teca, integra-se totalmente à praça de popa, ampliando a sensação de espaço a bordo. Situado a boreste, um sofá de quatro lugares com mesa central divide o ambiente com uma TV embutida no outro bordo.

                                           

                                          A cozinha vem de série com fogão de indução de quatro bocas, geladeira e freezer de gaveta, armários para mantimentos, micro-ondas, exaustor, gavetas para utensílios, pia e duas lixeiras. Entre ela e o cockpit há uma janela, seguida de uma bancada e de uma porta de vidro. Quando abertos, os ambientes se integram.

                                          Interior de outra Intermarine 70. Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica

                                          O posto de comando, a bombordo, tem poltrona individual e boa visibilidade, inclusive para a popa. No painel, as duas telas originais de 9 polegadas podem ser substituídas por versões de 12. Espaço não falta. O joystick interliga os propulsores de manobra de proa e de popa. Todos os comandos ficam bem posicionados, à mão do piloto. A poltrona do condutor não tem regulagem de distância, mas a altura pode ser ajustada.

                                          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                          Pernoite para 8 pessoas

                                          No convés inferior, os quatro camarotes também esbanjam categoria, com camas de casal enormes nas suítes de meia-nau e de proa e dois beliches (conversíveis em camas de casal) nos quartos de bombordo e boreste. As janelas são grandes, com vista privilegiada para o mar, e proporcionam iluminação e ventilação naturais.

                                          Interior da Intermarine 70. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                          A altura média interna ultrapassa dois metros (apenas na suíte máster o pé-direito cai para 1,92 metro), chegando a 2,40 metros na suíte de proa — algo inédito nesse tipo de embarcação.

                                           

                                          A tripulação tem seu próprio e bom camarote duplo (com banheiro fechado, TV, máquina de lavar, geladeira), acessível pela plataforma de popa.

                                          Interior da Intermarine 70. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                          A praça de popa, com 13,5 metros quadrados e 2,10 metros de pé-direito, é considerada uma das maiores da categoria. Acomoda até oito pessoas à mesa e pode receber um toldo do tipo stobag. Conta ainda com ice maker, sapateira, paiol para defensas e a exclusiva Day Bed da Intermarine, sofá conversível em solário ou cama diurna.

                                          Área externa

                                          O acesso ao flybridge se dá por uma escada de teca com fechamento de segurança em acrílico. Esse convés, verdadeiro terraço ao ar livre, comporta, com folga, 12 pessoas e pode receber diferentes configurações: chuveiro, bar e churrasqueira elétrica, ou solário com espreguiçadeiras. A meia-nau concentra um espaço gourmet integrado a sofá em “L” ou em “U”, com mesa de centro e bancada.

                                           

                                          Na proa, o solário com cabeceira rebatível se transforma em um lounge para seis pessoas, com mesa central dobrável. Um toldo, cuja armação em fibra de carbono e aço inox já vem de fábrica, aumenta o conforto.

                                          Intermarine 70. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                          A plataforma de popa, submersível, mede 2,23 metros (1,20 metros na parte móvel) e suporta até 600 quilos. Somada às abas laterais rebatíveis, que aumentam a boca de 5,25 para 6,5 metros na popa, funciona como beach club e pode levar até o jet mais pesado do mercado. Vem equipada com chuveirinho, escada basculante, sapateira, suporte para bote de até três metros e passarela hidráulica embutida.

                                          Como ela navega

                                          Saímos para navegar com a Intermarine 70 em Balneário Camboriú, com mar calmo e tanques cheios. Para avaliar o casco, buscamos marolas de barcos grandes que cruzavam a região e as enfrentamos em várias direções. Em todas as situações, a IM70 se comportou bem, com estabilidade consistente.

                                          Intermarine 70. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                          Equipada com dois motores MAN V8 a diesel de 1300 hp, a lancha atingiu 30 nós de velocidade máxima, a 2400 giros. Sem pintura de fundo, a lancha deve chegar nos 31,5 nós. No teste de aceleração, foi da marcha lenta aos 20 nós em apenas 11,7 segundos — feito e tanto para uma embarcação de 70 pés com flybridge que desloca 40 toneladas carregada.

                                           

                                          Ainda mais interessante foi a velocidade de cruzeiro: 24 nós, a 2000 rpm. Trata-se de um cruzeiro alto, mantido de forma bastante conservadora, sem exigir demais dos motores. Nessa faixa, a embarcação alia desempenho e eficiência, garantindo uma autonomia de cerca de 230 milhas náuticas — considerando 90% da capacidade dos tanques, que somam 3.740 litros. Se não houver pressa, navegando a 11,3 nós a autonomia salta para 377 milhas. Aí, a Intermarine 70 vai longe, mas devagar, como todo barco.


                                          Em relação à manobrabilidade, a lancha agradou: a 24 nós, executou curvas fechadas com raio entre apenas um e 1,5 vez o próprio comprimento — agilidade útil para desviar de obstáculos ou embarcações. Em resumo: se ancorada a Intermarine 70 já é de virar todas as cabeças, acelerando rouba a cena e entrega um desempenho digno do padrão de exclusividade que representa.

                                          Intermarine 70. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                          Detalhes da navegação

                                          Em velocidade de cruzeiro a 24 nós, a 2000 rpm, a Intermarine 70 demonstra um equilíbrio entre desempenho e eficiência. Trata-se de um cruzeiro alto, mantido de forma conservadora, que não exige demais dos motores, proporcionando navegação confortável e segura. Nessa faixa, a lancha consegue percorrer cerca de 230 milhas náuticas.

                                          Pontos altos

                                          • A qualidade da construção;
                                          • Alto grau de personalização;
                                          • A aceleração vigorosa.

                                          Pontos baixos

                                          • Poltrona do piloto só tem regulagem de altura;
                                          • Componente de PVC na rede hidráulica;
                                          • Faltam fixadores de panelas no fogão.

                                          Ficha técnica Intermarine 70

                                          • Comprimento total com púlpito: 21,55 metros;
                                          • Comprimento do casco com plataforma de popa: 20,90 m;
                                          • Boca: 5,25 m;
                                          • Boca máxima com abas laterais (beachs clubs) abertas: 6.50 m;
                                          • Calado: 1,60 metro;
                                          • Ângulo do V na popa: 15,5°;
                                          • Combustível: 3740 litros;
                                          • Água: 1000 litros;
                                          • Pessoas: 23+2;
                                          • Peso vazio/carregado: 34 t/40 t;
                                          • Motorização: 2 x MAN, diesel, V8, de 1200 ou 1300 hp cada.
                                          Teste Náutica: desempenho da Intermarine 70. Foto: Revista Náutica

                                          Mais imagens do interior da Intermarine 70

                                          Convés superior de Intermarine 70. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
                                          Interior da Intermarine 70. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
                                          Interior da Intermarine 70. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
                                          Interior da Intermarine 70. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                           

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                                            Tradição da ThirtyC desde 2015, design foi projetado apenas para celebrar o Dia do Star Wars. O projeto, contudo, não sairá do papel

                                            16/05/2026

                                            Fãs de Star Wars, se acalmem. Esse megaiate não passa de uma brincadeira — mas quem dera fosse verdade. Dando continuidade a uma tradição iniciada há mais de 10 anos, o estúdio britânico ThirtyC revelou, no dia 4 de maio, um novo conceito com visível inspiração nas naves da clássica franquia.

                                            Esse design, que parece vir de uma galáxia muito muito distante, foi projetado apenas como uma forma de celebrar o Dia do Star Wars (todo 4 de maio). Desde 2015, quando fundou o estaleiro, o também diretor criativo do estúdio, Rob Armstrong, publica um conceito absurdo para comemorar a data especial para todo o fã da aventura espacial.

                                            Foto: Instagram @thirtyc/ Reprodução

                                            “A maioria de nós conhecia Star Wars desde criança, então pareceu uma boa maneira de adicionar um pouco de humor leve ao que às vezes podem se tornar projetos de superiates muito sérios”, disse ele à Robb Report.

                                            Foto: Instagram @thirtyc/ Reprodução

                                            O conceito deste ano é inspirado nos icônicos Destruidores Estelares Imperiais, que apresenta a mesma silhueta em forma de cunha da nave espacial, com linhas precisas que vão de proa à popa.

                                            Foto: Instagram @thirtyc/ Reprodução

                                            Em formato de flecha, esse design permitiria, se ele existisse, “cortar a água como um sabre de luz corta uma porta blindada”, segundo a ThirtyC. A sensação futurista deste megaiate é reforçada pelo vidro que reveste grande parte do exterior.


                                            O estúdio define a parte interior como um “Senado Imperial”, com acomodações para uma “legião inteira” de convidados e tripulantes. Os aposentos do capitão estão localizados no alto da supreestrutura — o iate ainda possui um hangar oculto para tenders e jets, caso fosse necessária uma fuga rápida.

                                            Visão do “aposento do capitão”. Foto: Instagram @thirtyc/ Reprodução

                                            Criatividade de outra galáxia

                                            Nesses 11 anos em que homenageia Star Wars com os designs mais improváveis possíveis, a ThirtyC já fez de tudo. Em 2022, por exemplo, eles publicaram uma arte do Navier 27 — este barco realmente lançado pelo estúdio — navegando enquanto naves espaciais semelhantes às X-Wings voam na mesma direção.

                                            Foto: ThirtyC/ Divulgação

                                            Já em 2021 a empresa foi além e lançou releituras fictícias de personagens da série interagindo com outros projetos que não fossem da ThirtyC. Este foi o caso do Projeto Cosmos, do estaleiro holandês Heesen, retratado voando pela galáxia com um par de X-Wings.

                                            Foto: ThirtyC/ Divulgação

                                            Que tal uma lancha que tem a bordo simplesmente o Darth Vader e seu Stormtroopers? Pois foi essa arte que eles aprontaram em 2023 — até mesmo a Princesa Leia Organa apareceu em uma voltinha. Nas imagens, os personagens foram inseridos em embarcações auxiliares, como a Cockwells Titian Tender, a 48 Wallytender e as lanchas de apoio Vandal 14m Open.

                                            Darth Vader e Stormtroopers a bordo da lancha. Foto: ThirtyC/ Divulgação
                                            Princesa Leia e Chewbacca em embarcação da Cockwells. Foto: ThirtyC/ Divulgação

                                            Nem mesmo a badalada Lürssen escapou da ThirtyC, com direito a uma nave Razor Crest de The Mandalorian na popa do Nord, um megaiate de 141 metros (462 pés).

                                            Razor Crest na popa do Nord. Foto: ThirtyC/ Divulgação

                                            Conforme Armstrong disse à Robb Report, cada ano está mais difícil superar o projeto anterior. Portanto, que aguardemos mais uma época para ver o que o estúdio britânico nos reserva para o próximo 4 de maio.

                                            TIE Fighter em heliponto de superiate. Foto: ThirtyC/ Divulgação

                                            Dia do Star Wars?

                                            Sim, existe o Dia do Star Wars. Trata-se de um feriado não oficial, instituído há muito tempo em uma galáxia não tão distante — a nossa, na década de 1970. A data especial escolhida (4 de maio) faz referência a uma fala do clássico de 1977, “Star Wars – Uma Nova Esperança”, e que se repetiu nos demais filmes da saga: “que a força esteja com você”.

                                            Foto: ThirtyC/ Divulgação

                                            Em inglês, a frase fica “May the Force be with you”, e vem daí o trocadilho que deu origem a data do Star Wars, que terminou em “May the Fourth be with you” (“que 4 de maio esteja com você”, em português). A data, por sua vez, não marca a estreia de nenhum dos 11 longas da franquia.

                                             

                                            Náutica Responde

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                                              15/05/2026

                                              Para aproximar as pessoas com deficiência visual da maresia, o Sailing Sense, projeto que promove a inclusão por meio da vela, abriu nesta semana as inscrições para alunos e voluntários participarem do Curso de Vela para Cegos, que acontecerá no Yacht Club Paulista, em São Paulo.

                                              Criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, especializado em educação de pessoas com deficiência, a iniciativa já teve mais de mil alunos atendidos. Ele conta que o curso de vela atende indivíduos com quaisquer deficiências visuais, desde pessoas com baixa visão até pessoas cegas.

                                              Foto: Sailing Sense/ Divulgação

                                              Cada turma terá uma aula semanal no período da tarde durante seis semanas. Segundo a organização, cada grupo conta com, no máximo, dois alunos, tendo como proposta oferecer um professor e um assistente por equipe. As aulas, portanto, são divididas em seis encontros de duas horas — ou seja, ao todo o curso oferece 12 horas de treinamento.

                                              O objetivo ao longo dos sete meses é atender até 16 alunos– projeta Miguel

                                              De acordo com a iniciativa, os temas abordados envolvem teoria e prática em manobras, controle de velas, nomenclaturas, montagem do barco, atracagem, subida/descida para a água e regras de passagem. Todos os equipamentos necessários são fornecidos pelo Sailing Sense, desde o material didático e de salvatagem até o veleiro quilhado (que não vira).

                                              O objetivo, de acordo com o Sailing Sense, é que ao final do curso os alunos sintam-se seguros com as manobras, que saibam interpretar os ventos e também como arrumar as velas para melhor aproveitar os sopros.

                                              Foto: Sailing Sense/ Divulgação

                                              Para quem se interessar pela inscrição ou quiser mais informações, basta acessar o site oficial. A previsão é que a primeira turma comece dia 29 de maio, mas as inscrições continuarão abertas após este período para formação de novos grupos, ainda que sem datas confirmadas.

                                              Um projeto para todos

                                              Com a ideia de promover a inclusão por meio do iatismo, o Sailing Sense já realizou etapas na Represa de Guarapiranga, em São Paulo, no Guarujá, no Rio de Janeiro, em Itajaí e até mesmo na Europa, na cidade de Aalborg, na Dinamarca. Todas as atividades tiveram participações ativas de pessoas com deficiência visual a bordo de embarcações.

                                              Foto: Sailing Sense/ Divulgação

                                              A última atividade do projeto, realizada no final de 2025, foi uma regata para jovens e adultos com deficiência visual, que contou com a participação de mais de 40 pessoas entre voluntários, skippers, proeiros, mediadores e apoiadores — entre eles a colaboração da Fundação Dorina Nowill para Cegos.

                                               

                                              O evento ainda teve a presença ilustre de Beto Pandiani, um dos mais notáveis velejadores brasileiros que, entre seus feitos, já velejou da Antártica à Groenlândia e cruzou os oceanos Pacífico, Atlântico e Ártico em barcos sem cabine ou motor.

                                              Foto: Sailing Sense/ Divulgação

                                              O projeto possui parceria com ONGs, instituições de ensino, clubes náuticos, a Confederação Brasileira de Vela (CBVela), a World Sailing e a Marinha do Brasil. Inclusive, o Sailing Sense está em busca de voluntários. Interessados podem entrar em contato pelo número 11 99393-8585 ou pelo e-mail [email protected].

                                              Curso de Vela para Cegos em São Paulo: anote o endereço

                                              YCP – Yatch Club Paulista

                                              Rua Itupú, 1077 – Chácara Vista Alegre, São Paulo

                                               

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                                                Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                                Por: Nicole Leslie -

                                                Tão imponente quanto sua estrutura, a cor de destaque do primeiro barco da Ferrari, o Hypersail, passa longe do despercebido. Após anunciar sua entrada no mundo da vela em 2024 e, em 2025, revelar detalhes da embarcação — que, por sinal, será o maior monocasco totalmente equipado com foil já construído —, a gigante das pistas anunciou, neste ano, a cor que tomará conta desse veleiro de alta performance.

                                                A pintura tem nome e sobrenome: Giallo Fly, um tom de amarelo inconfundível já estampado na história da marca. Essa cor apareceu pela primeira vez no clássico 275 GTB, carro pioneiro dos anos 1960 e hoje considerado uma das maiores Ferraris de todos os tempos. O tom, inclusive, foi definido pela marca como sua “segunda alma”, atrás do também inconfundível vermelho Rosso Corsa.

                                                Amarelo Giallo Fly é a cor de destaque do primeiro barco da Ferrari. Foto: Ferrari / Divulgação

                                                O amarelo foi batizado de Giallo em homenagem ao piloto Luigi Musso, conhecido pelo capacete dessa cor. No contexto do Hypersail, o sobrenome Fly chegou para arrematar o nome da coloração e ainda fazer uma ligação com a natureza foil do barco. O foil é uma estrutura que eleva o casco de uma embarcação para fora d’água, dando a sensação de estar voando. Voar, em inglês, se diz “fly” — daí o trocadilho bem pensado.

                                                Foto: Ferrari / Divulgação

                                                No barco da Ferrari, o Giallo Fly será aplicado à cabine, às quilhas e às linhas do casco. O amarelo vai contrastar com o Grigio Hypersail, tom de cinza escuro que aparecerá em boa parte do monocasco, cujo principal material é a fibra de carbono. De acordo com a marca, as cores criam a estética coesa e funcional ideal para um projeto tão inovador, que não poderia dar sequer um passo mal calculado.


                                                Hypersail: o primeiro barco da Ferrari

                                                Uma gigante das pistas não se permitiria migrar de solo com menos notoriedade, por isso que o Hypersail chegará para instaurar novos patamares na vela de alta velocidade. O “monocasco voador oceânico”, como define a marca, tem 30 metros de comprimento e muita inovação, aerodinâmica e pesquisa de design a bordo.

                                                O objetivo é transferir para o mundo náutico o mesmo espírito de design e estética que torna os carros Ferrari únicos– escreveu a marca em comunicado

                                                Foto: Ferrari / Divulgação

                                                Não à toa, nenhuma escolha no Hypersail foi feita ao acaso: cada decisão passou pelos times de tecnologia, design e arquitetura naval. Além das cores oficiais, outro exemplo de decisão conjunta foram os painéis solares, integrados ao convés e às laterais do casco, que tiveram o posicionamento definido após uma série de estudos sobre a exposição solar do barco.

                                                Painéis solares do Hypersail são transitáveis, ou seja, é possível caminhar por cima deles. Foto: Ferrari / Divulgação

                                                No veleiro da Ferrari, os painéis solares são transitáveis e integrados a sistemas de fixação técnica. Assim, garantem a máxima liberdade de movimento para a tripulação, segundo a marca.

                                                Foto: Ferrari / Divulgação

                                                A tecnologia foiling do Hypersail também merece destaque. O barco futurista de dois volantes e espaço para mais de oito passageiros tem a capacidade de “voar” sobre as águas graças à três pontos de apoio — algo inédito no mercado até então.

                                                Foils tomam conta da estrutura do Hypersail, primeiro barco da Ferrari, e sistema promete muita velocidade nas águas. Foto: Ferrari / Divulgação

                                                Um foil fica na quilha basculante, outro no leme e, alternadamente, outros dois foils laterais garantem uma super estabilidade, ainda que em velocidades dignas de uma Ferrari. A previsão é que o lançamento e o início dos testes no mar aconteçam ainda em 2026. As cores oficiais da embarcação foram reveladas ao final de abril.

                                                Foto: Ferrari / Divulgação

                                                 

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                                                  De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                  14/05/2026

                                                  Não é todo dia que se descobre um dos mais impressionantes tesouros da história da Noruega. No último mês, arqueólogos encontraram em um campo no sudeste do país nórdico mais de 3 mil moedas de prata da Era Viking — e outras ainda podem ser encontradas.

                                                  Os itens são datados de 980 a 1040 d.C., exatamente no auge da Era Viking, o que torna a descoberta ainda mais espetacular. Eles foram encontrados em uma área próxima à Rena, na região de Østerdalen, e tiveram sua importância reconhecida pelo Ministro do Clima e Meio Ambiente da Noruega, Andreas Bjelland Eriksen, que classificou o achado como “histórico”.

                                                  Uma moeda com vestígios de uma argola de suspensão, indicando que era usada como joia. A moeda faz parte do tesouro de Mørstad, perto de Rena. Foto: May-Tove Smiseth/ Condado de Innlandet/ Divulgação

                                                  Para se ter ideia da dimensão, a última descoberta significativa de moedas vikings no país ocorreu, segundo o Museu de História Cultural da Noruega, em 1950, quando foram encontradas 900 peças — menos de um terço do volume encontrado agora.

                                                  Esta é uma descoberta única na vida. Estar presente quando algo assim vem à tona é uma experiência incrível, tanto profissional quanto pessoalmente– declarou a arqueóloga May-Tove Smiseth ao portal Euronews

                                                  No entanto, não é apenas a quantidade que impressiona, mas também as origens das moedas vikings. Muitas delas são originárias do exterior, principalmente da Inglaterra e da Alemanha, sem contar os itens que vieram da Dinamarca e da própria Noruega.

                                                  Uma cruz no reverso de uma das moedas do tesouro de Mørstad, no município de Åmot. Foto: May-Tove Smiseth/ Innlandet County Council/ Divulgação

                                                  Novas escavações estão previstas para determinar se existem mais moedas vikings no local e se há alguma pista que explique o motivo de enterrarem algo tão valioso. No momento, a área está fechada ao público enquanto as investigações continuam.

                                                  Como tudo começou

                                                  A princípio, não parecia que os arqueólogos achariam grande coisa. Segundo o Euronews, tudo começou quando dois arqueólogos experientes encontraram as primeiras 19 moedas no sudeste norueguês com o uso de detectores de metal.

                                                  Rune Sætre, um dos dois detectoristas que descobriram as moedas vikings, verifica um sinal de metal no local da descoberta. Foto: Anne Engesveen/ Condado de Innlandet/ Divulgação

                                                  Aos poucos eles perceberam que se tratava de uma grande descoberta e interromperam a busca para comunicar as autoridades arqueológicas do Condado de Innlandet. Assim, foi possível a preservação adequada do local e a realização de escavação profissional.

                                                   

                                                  Depois da escavação, a origem das peças começou a ficar mais evidente. Algumas moedas vikings foram cunhadas (nome que se dá ao processo de fabricação de moedas) durante os reinados de Canuto o Poderoso, de Etelredo II, de Oto III e de Haroldo III da Noruega.

                                                  Duas das moedas de prata do tesouro mostram o perfil da efígie de um rei. Os achados estão notavelmente bem preservados, apesar de terem permanecido em um campo arado. Foto: Anne Engesveen/ Condado de Innlandet/ Divulgação

                                                  De acordo com os especialistas, moedas estrangeiras eram a principal moeda corrente na Noruega, já que não havia um sistema monetário nacional na época. Isso só viria a mudar sob o reinado de Haroldo III, que comandou o país de 1.046 a 1.066. Por conta disso, os arqueólogos acreditam que o tesouro foi enterrado por volta dessa época.

                                                  Fragmento de um broche de prata, conhecido como “prata fragmentada”, do tesouro de Mørstad. Na Era Viking, o peso da prata era o que importava, por isso pedaços cortados de prata também podiam ser usados ​​como pagamento. Foto: Vegard Sørlie/ Divulgação

                                                  Os especialistas envolvidos no caso também acreditam que as peças foram originalmente armazenadas em uma bolsa de couro ou outro recipiente orgânico que se decompôs com o tempo. Como resultado, os itens foram espalhados pelo campo ao longo dos séculos, possivelmente em razão da aração da terra.


                                                  Para os pesquisadores, a riqueza pode estar associada à prosperidade de Østerdalen, que entre os séculos 10 e 13 foi um importante polo de produção de ferro. Antigamente, o minério extraído dos pântanos locais era processado e exportado por toda a Europa, o que pode explicar tamanho acúmulo de moedas vikings de diversos países. Portanto, o tesouro pode ter sido originado desse comércio.

                                                  Quem foram os vikings?

                                                  Nem tudo é como aprendemos nos filmes — e isso vale muito sobre o povo viking. Na realidade, os vikings eram povos marítimos originários da Escandinávia — onde ficam hoje a Noruega, Dinamarca e Suécia — que estiveram ativos do século 8 até o início do século 11.

                                                  Representação feita durante a Era Viking da Pedra de Tjängvide, em Gotlândia. Foto: Berig/ Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                                                  Embora sejam frequentemente associados a saques e guerras, eles também se envolviam na pesca, agricultura, comércio e artesanato. Porém, também é verdade que os vikings eram exploradores e colonizadores, que estabeleciam redes comerciais desde o Atlântico Norte até o Império Bizantino.

                                                   

                                                  No mundo náutico, o formato de seus longos navios sempre chamou atenção. Contudo, além do apelo estético, este modelo permitia viajar e saquear a grandes distâncias, chegando às Ilhas Britânicas, Islândia, Groenlândia e até mesmo à América do Norte.

                                                  Barco de arquitetura viking sob a bandeira dinamarquesa. Foto tirada entre 1906 e 1929. Foto: Domínio Público

                                                  Durante a maior parte do período histórico das suas expedições, eles seguiram a religião nórdica antiga. Com o passar do tempo, entretanto, adotaram o cristianismo e formaram os primeiros reinos medievais que dariam origem aos atuais estados escandinavos.

                                                   

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                                                    Por: Nicole Leslie -

                                                    Uma cidade no interior da Alemanha guarda uma tradição que se estende há 129 anos: o correio por barco. Atualmente, a responsável por manter esse legado vivo é Andrea Bunar, de 55 anos, que passa cerca de duas horas por dia a bordo de uma embarcação a remo. Nesse período, ela percorre 8 km pelos rios e canais ao redor de Lehde, um vilarejo na cidade de Spreewald, para distribuir correspondências.

                                                    O noticiário local detalhou que o hábito acontece especialmente durante a primavera e o verão, pois no outono e no inverno o transporte por água fica inviável devido ao congelamento — ainda que a embarcação utilizada seja pequena e do estilo caiaque. Nesse período, as entregas acontecem por estrada.

                                                    Foto: YouTube / Euronews em Português

                                                    Entretanto, a carteira faz questão de reviver a tradição sempre que possível. O vilarejo de Lehde fica a cerca de 100 km de Berlim e é o único destino da Alemanha onde o correio por barco ainda acontece. Bunar, responsável pelo serviço há 14 anos, distribui cerca de 600 cartas e 80 encomendas por semana.


                                                    Foto: YouTube / Euronews em Português

                                                    A remo e na calmaria que somente um vilarejo de interior poderia oferecer, a entregadora se orgulha em manter a tradição viva. Ao noticiário Gulf News, ela confessou que não teria outra profissão melhor para exercer senão essa.

                                                    Este é e sempre foi o trabalho dos meus sonhos. Estar na água desacelera a vida– disse Bunar

                                                    Foto: YouTube / Euronews em Português

                                                    O cenário escolhido para manter essa tradição secular também merece atenção. A Floresta de Spreewald, onde Bunar realiza as entregas, é considerada uma reserva da biosfera pela UNESCO, principalmente por seus pântanos e canais que somam cerca de 300 km de cursos d’água.

                                                    Foto: YouTube / Euronews em Português

                                                     

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                                                      De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                                      13/05/2026

                                                      O futuro está cada vez mais elétrico — e essa tendência vem se aproximando do universo náutico. Recentemente, grandes fabricantes de motores elétricos do mercado marítimo deram um upgrade em suas linhas e trouxeram novidades que prometem agitar o setor nos próximos anos.

                                                      Além disso, o mercado náutico ainda possui excelentes opções que, apesar de não serem lançamentos, continuam mais atuais do que nunca. Pensando nisso, nós separamos alguns modelos de motores elétricos que têm dado o que falar — sejam eles novidades ou figurinhas carimbadas no setor.

                                                      Torqeedo Cruise

                                                      Quando se fala em motores de popa elétricos, não tem como deixar de fora a Torqeedo. A fabricante alemã, fundada em 2005, é conhecida mundialmente por empregar a tecnologia em embarcações de recreio — e não poderia ficar fora dessa lista.

                                                      Torqeedo Cruise 6.0. Foto: Torqeedo/ Divulgação

                                                      No final de 2025, a marca, que possui a Yamaha Motors como acionista majoritária desde 2024, apresentou uma família inteira eletrificada: as versões atualizadas dos modelos Cruise 3.0 (48 V) e 6.0 (48 V) e o novo Travel XS.

                                                       

                                                      Sobre as novas versões, ambas (3.0 e 6.0) são compatíveis com baterias maiores, como a Power 48 de 5 kWh (da própria Torqeedo). Um novo leme dobrável com tela de alta resolução garante maior conforto na água — e ainda tem integração com Wi-Fi e Bluetooth, que conectam o aparelho ao TorqView, fornecendo dados de desempenho em tempo real.

                                                      Torqeedo Travel XS. Foto: Torqeedo/ Divulgação

                                                      Além disso, até 95% dos componentes da cabeça do eixo são feitos de plástico reciclado retirado do oceano, segundo a empresa. Já o novo Travel XS introduz o modelo de entrada da família Travel, que chega a 700 W de potência, ideal para botes menores. Esse pacote estará disponível ainda em 2026.

                                                      Avator 7.5e, 75e e 110e

                                                      Outra figurinha carimbada em motores de popa elétricos é a linha Avator, da americana Mercury Marine. A começar pelo menor, o 7.5e, lançado em 2023 mas que nunca saiu de moda. Segundo a marca, o modelo proporciona desempenho semelhantes ao de um motor de popa a combustão interna com 3.5 hp, ideal para barcos pequenos ou de apoio e como potência secundária em veleiros.

                                                      Avator 7.5e. Foto: Mercury/ Divulgação

                                                      Entretanto, a Mercury fez questão de, em 2024, aumentar a linha Avator, que já tinha os modelos 20e e 35e. Assim lançou os potentes 75e e 110e, que continuam sendo os mais avançados da empresa ainda hoje.

                                                      Mercury 35e. Foto: Mercury Marine

                                                      Equipado com a tecnologia pioneira de motor de fluxo transversal da Avator, que oferece torque instantâneo e potência confiável e eficiente, o novo 75e gera 7.500 watts no eixo da hélice, o que equivale a 10 cavalos de potência.

                                                      Mercury 110e. Foto: Mercury Marine/ Divulgação

                                                      Mais potente da linha, o 110e gera, como o nome sugere, 11.000 watts no eixo da hélice, o que equivale a 15 cavalos de potência. Ambos os modelos estão disponíveis com controles remotos digitais para barcos com direção no console. O modelo 75e também é oferecido com um manete multifuncional.

                                                      Volvo Penta IPS450E

                                                      A Volvo Penta, tradicional fabricante sueca de motores, não costuma ficar para trás quando o assunto é soluções elétricas. Inclusive, a marca está com um modelo recente no mercado náutico: o sistema de propulsão elétrico Volvo Penta IPS450E.

                                                      IPS Volvo Penta. Foto: Volvo Penta / Divulgação

                                                      Esse sistema, que equipará a 1ª balsa elétrica de passageiros da Austrália, permitirá a entrega de 250 kW por linha de transmissão. O sistema Volvo Penta Electric IPS integra propulsão e controle em uma plataforma unificada que promete otimizar a manobrabilidade, a eficiência energética e a facilidade em operações.

                                                       

                                                      Construído com base em mais de 20 anos de experiência com o IPS, ele aproveita a propulsão frontal e o Controle Eletrônico da Embarcação (EVC) avançado para otimizar o uso de energia e ampliar a autonomia, apoiando a transição para operações marítimas descarbonizadas.

                                                      Série SDe da Yanmar

                                                      Com a série SDe, a Yanmar também não fica para trás na corrida pela propulsão elétrica. Essa linha inboard é exclusiva para veleiros de passeio e cruzeiros de até 40 pés (dependendo do deslocamento), segundo a marca. Ela foi feita para encaixar perfeitamente onde há rabetas (saildrive) SD de potência equivalente a diesel, que facilita a sua troca pela solução elétrica.

                                                      Foto: Yanmar/ Divulgação

                                                      O sistema, alimentado por bateria de íon-lítio, oferece uma propulsão elétrica silenciosa e de baixa manutenção, com refrigeração integrada e um sistema de controle avançado, que se destaca também pela fácil instalação (plug-and-play).

                                                      SDe15 da Yanmar. Foto: Yanmar/ Divulgação

                                                      A rabeta totalmente elétrica opera com arquitetura de 48 VCC e tem modelos disponíveis em três potências: de 7 kW, 10 kW e 15 kW, estabelecendo um novo padrão para propulsão eficiente e ecológica em veleiros modernos. A linha foi lançada em Cannes, em 2024, e vem ganhando espaço no mercado europeu desde então.

                                                      Linha X da ePropulsion

                                                      A chinesa ePropulsion resolveu entrar com os dois pés na porta no segmento de motores de popa elétricos de maior potência. Prova disso é a linha X da fabricante, lançada em 2023, que combina alta densidade de potência com sistemas de controle inteligentes e um design de vanguarda, segundo a marca.

                                                      Linha X da ePropulsion: X12, X20 e X40. Foto: ePropulsion/ Divulgação

                                                      A linha chega com três modelos: o X12, X20 e X40. Com zero emissões e um design totalmente integrado, o maior modelo (X40) inclui um sistema de direção elétrica e recursos avançados de assistência à condução e serviços de conectividade.

                                                       

                                                      O X40 ainda possui direção elétrica integrada, simplificando o trabalho do estaleiro que constrói o barco ou do instalador, pois conta com um sistema que reduz significativamente o número de cabos necessários para a instalação. O sistema de controle de trim, o controlador do motor e a unidade de controle eletrônico (ECU) também estão alojados dentro do bloco do motor.

                                                      Por fim, merece destaque o propulsor (hélice), que conta com cinco pás — algo raríssimo nos motores elétricos. Este recurso pede mais torque do motor, porém gera uma propulsão mais forte e suave, tendo o hélice trabalhando em conjunto com um motor elétrico de alto torque em baixa rotação. Nesse contexto, o uso de mais pás ajuda a aumentar o empuxo e permite manter o barco planando mesmo em rotações menores.

                                                      BlueSpin 15 kW

                                                      Não é todo dia que vemos um motor como esse. A BlueSpin, da BlueNav (França), carrega uma das propostas mais diferentes e comentadas no segmento elétrico/híbrido recente. Conforme explica a marca, seu principal destaque é combinar o desempenho de combustão (velocidade e autonomia) com as vantagens da propulsão elétrica (silêncio e respeito ao meio ambiente).

                                                      BlueSpin 15 kW. Foto: BlueNav/ Divulgação

                                                      O modelo mais conhecido dessa marca é o de 15 kW, que conta com uma instalação simplificada — afinal, fixados no espelho de popa, permanecem discretos fora d’água. No modo térmico, as turbinas se retraem para preservar a estética e a aerodinâmica da embarcação. Já no modo elétrico, elas abaixam para uma navegação suave e silenciosa.

                                                      Sistema da BlueSpin oferece ainda recursos de Navegação Inteligente. Foto: BlueNav/ Divulgação

                                                      O equipamento chamou atenção por seu sistema retrátil híbrido, que permite integração com embarcações a combustão sem grandes modificações estruturais, além de propulsão elétrica silenciosa com 360° de manobrabilidade e controle inteligente de energia (IHM).

                                                      TEMO-1000

                                                      Mais uma novidade que veio da França. Fabricado pela i-Sea, o TEMO-1000, lançado em 2025, é um motor de popa elétrico para vela e embarcações de até 8 metros (26 pés) de comprimento. Com uma bateria intercambiável, a fabricante a descreve como um equipamento “portátil, silencioso e potente”.

                                                      TEMO-1000. Foto: TEMO France/ Divulgação
                                                      TEMO-1000. Foto: TEMO France/ Divulgação

                                                      Por conta do suporte giratório discreto de 360°, o TEMO-1000 é instalado sem esforço no barco em questão de segundos, garante a empresa. Não há necessidade de escolher entre eixo longo e curto, pois ele cobre ambos os comprimentos. A alça retrátil ainda pode ser utilizada como simples meio de propulsão para uma embarcação que já possui leme.

                                                      Evoy Storm 300+

                                                      Aqui está um motor elétrico que está dando o que falar pela potência. O Evoy Storm 300+, lançado em 2023 e voltado para lanchas rápidas, chegou a ultrapassar os 50 nós (cerca de 92 km/h) em testes e demonstrações para a imprensa, segundo o portal Marine Power.

                                                      Evoy Storm 300+. Foto: Evoy/ Divulgação

                                                      Além da ausência de emissões, ruído ou necessidade de manutenção, a marca garante que o motor entrega uma aceleração potente aliada a um design elegante e atemporal. “Ele se adapta tanto às condições adversas da extensa costa norueguesa quanto à graciosa Côte d’Azur ou aos grandes lagos da América do Norte”, afirma a Evoy.

                                                      ACEL IE 250

                                                      Com a promessa de entregar uma “potência sem precedentes desde a partida até a velocidade máxima”, o IE 250, fabricado pela empresa canadense ACEL Power e lançado em 2024, possui 250 hp e pico de até 350 hp, segundo a marca. O modelo combina um design compacto com entrada de 800 Vcc e velocidade nominal de 400 rpm.

                                                      IE 250. Foto: ACEL Power/ Reprodução

                                                      Com resistência à água IP67 e refrigeração interna eficiente, ele garante desempenho máximo em todas as condições marítimas, garante a ACEL. Entre os destaques do produto estão os seus recursos de segurança, o carregamento rápido e câmeras inteligentes para visualização ao vivo e auxílio na manobra.

                                                       

                                                       

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                                                      ExploMar WAVE

                                                      Outra chinesa que vem ganhando espaço no mercado é a ExploMar e sua linha de motores elétricos. Mais do que destacar um modelo, vale ressaltar a linha completa, que oferece potências de 70 hp a 1200 hp — este último equipando barcos de 32 a 82 pés de comprimento.

                                                      ExploMar WAVE 300. Foto: ExploMar/ Divulgação

                                                      A ExploMar, contudo, não vende apenas o motor isoladamente. Ela trabalha com o sistema completo: motor, bateria, controle e carregamento. O objetivo da marca é simplificar a transição da navegação elétrica com maior eficiência na transmissão de energia.

                                                      Remigo One

                                                      Aqui, a beleza está no simples. Projetado nos moldes de um leme de bote, o Remigo One, fabricado na Eslovênia, é bastante intuitivo. Sem cabos externos ou qualquer elemento que possa enroscar, ele se encaixa em um suporte pré-montado no bote ou em alguma embarcação auxiliar.

                                                      Remigo One. Foto: Remigo/ Divulgação
                                                      Remigo One. Foto: Remigo/ Divulgação

                                                      Logo, basta abaixar a alça, conectar o cordão de segurança magnético e pronto: ele está preparado para navegar. É fácil levantar, remover e guardar. O One ainda possui uma construção rígida e resistente à corrosão, projetada para todos os tipos de uso marítimo. Mesmo sendo fabricado em 2021, seu layout permanece atual — e, acima de tudo, prático. Sua potência é de 1000 W (3 hp).

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                                                        Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                                        Por: Nicole Leslie -

                                                        A Marinha do Brasil incrementou a frota de Lanchas de Busca e Salvamento (LSAR) das Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro (RJ) e do Espírito Santo (ES) com barcos importados. As embarcações podem resgatar até 20 pessoas de uma só vez e prometem tecnologias integradas, resistência e durabilidade para atuar em situações de risco. Produzidas na Turquia, no estaleiro da Damen Shipyards Group, as lanchas começaram a ser incorporadas à Força ao final de abril.

                                                        O LSAR Rio de Janeiro foi oficialmente entregue à Capitania dos Portos do RJ no dia 27 de abril. Já o LSAR Espírito Santo será incorporado à Força em 18 de maio, na próxima segunda-feira. Os barcos foram fabricados pelo Grupo Damen, que reúne estaleiros especializados na construção de embarcações que vão desde barcos de apoio até navios de guerra.

                                                        Cerimônia de batismo do LSAR Rio de Janeiro, no último dia 27. Foto: Marinha do Brasil / Flickr / Divulgação
                                                        LSAR Espírito Santo. Foto: Marinha do Brasil

                                                        Novas lanchas da Marinha do Brasil

                                                        O modelo escolhido pela Marinha do Brasil para ampliar a segurança nas águas fluminenses e capixabas é o Busca e Salvamento 1605 FRP, fabricado no estaleiro Damen de Antalya, no sul da Turquia. Além de tecnologias integradas, o barco promete resistência e durabilidade.

                                                        Foto: Marinha do Brasil / Flickr / Divulgação

                                                        A Marinha detalhou à NÁUTICA que o casco dessas novas embarcações é feito de polímero reforçado com fibra, um “composto de alta tecnologia que oferece reforço estrutural, resistência à corrosão e durabilidade”, além de ser mais leve do que materiais mais tradicionais.

                                                        Foto: Marinha do Brasil / Flickr / Divulgação

                                                        Cada LSAR ainda tem capacidade de se autoendireitar em caso de tombamento e conta com câmera de visão térmica, sistemas de comunicação e radar integrados às tecnologias de fábrica. Os barcos chegam a 30 nós (cerca de 54 km/h) de velocidade, impulsionados por dois motores de popa de 700 hp cada. Segundo a Força, a autonomia dessas novas embarcações supera 200 milhas náuticas, o equivalente a mais de 370 km.


                                                        Com 15,75 metros (52,6 pés) de comprimento e 4,85 metros (15,9 pés) de boca, o projeto da lancha permite o resgate de até 20 pessoas de uma única vez. A Marinha vai operar as embarcações com quatro militares na tripulação, para garantir que a equipe a bordo não comprometa situações em que muitas pessoas precisem ser resgatadas.

                                                        Oficiais da Marinha durante cerimônia de batismo da LSAR Rio de Janeiro. Foto: Marinha do Brasil / Flickr / Divulgação

                                                        Nova Lancha de Busca e Salvamento Rio de Janeiro

                                                         

                                                         

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                                                          12/05/2026

                                                          Há certas coincidências na natureza que são difíceis de acreditar, mas elas existem. No México, um país que possui uma cultura que celebra o Dia dos Mortos com muita festa, uma praia praticamente intocada a nordeste de La Paz, Baja California Sur, carrega um “segredo” que só pode ser visto de cima: a silhueta macabra de uma caveira, em plenas águas cristalinas.

                                                          Esse desenho não é observado pelos visitantes que apreciam as águas ao nível do mar. Tanto por isso, ela atrai turistas também pelas suas paisagens de dunas, vegetação desértica e água turquesa que muda de tonalidade conforme a luz do dia. Porém, basta subir a câmera que a ilha ganha um novo significado — e o seu nome, “Los Muertitos”, começa a fazer sentido.

                                                          Foto: Instagram @rafa.mesquita, @itza.trips e @orcadivebaja/ Reprodução

                                                          Os registros acima foram realizados na última sexta-feira (8) pelo fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita, conhecido por capturar momentos incríveis da natureza. “Exatamente em um país que celebra o Dia dos Mortos com festa e alegria, não poderia ser mais sensacional essa sincronia”, escreveu no post.

                                                           

                                                           

                                                          Esse fenômeno visual acontece por conta da formação subaquática local, onde a diferença de profundidade junto às áreas rochosas e areia mais claras formam o desenho de uma caveira. Não à toa, esse destino costuma ser amplamente fotografado e repercutido na internet.

                                                          Foto: Instagram @rafa.mesquita, @itza.trips e @orcadivebaja/ Reprodução
                                                          Foto: Instagram @rafa.mesquita, @itza.trips e @orcadivebaja/ Reprodução

                                                          Entretanto, o efeito visual fantástico não fica apenas por conta da caveira. Se reparar bem, perto da costa, se encontra um barco afundado — ou o que sobrou dele. Parcialmente coberto por areias e pedras, a estrutura fica visível ao nível do mar durante a maré baixa. Na maré alta, é possível mergulhar com snorkel ao redor. Claro, não é recomendado que seja explorado tão de perto.

                                                          Foto: Turismo em La Paz/ Divulgação
                                                          Foto: Turismo em La Paz/ Divulgação

                                                          Conheça a “praia da caveira”

                                                          Apesar da curiosidade cadavérica e do nome que carrega a palavra “mortinhos” em espanhol, a praia de Los Muertitos é um destino ideal para quem busca paz, conforto e sossego, sem nenhuma pressa. A aproximadamente 40 minutos de Malecón, em La Paz, a maioria das experiências turísticas da região envolvem a contemplação.

                                                          Foto: Turismo em La Paz/ Divulgação

                                                          Por lá, os visitantes costumam caminhar pela costa e nadar nas águas cristalinas, de ondas suaves e agradáveis. Para entrar mais em contato com a vida marinha, atividades como o mergulho com snorkel, stand-up paddle ou passeio de caiaque são boas pedidas.

                                                          Embarcação afundada podendo ser observada durante a maré baixa. Foto: Turismo em La Paz/ Divulgação

                                                          Não há transporte público direto para o local nem serviços turísticos. Logo, se for visitá-lo, traga tudo o que for possível para aproveitar à vontade — inclusive o saco para transportar seu lixo e manter a praia limpa. É possível acampar, mas recomenda-se verificar as normas vigentes.

                                                          Portanto, caso queira visitar a “praia da caveira”, saiba que encontrará um ambiente tranquilo, onde o tempo parece passar devagar. Por ironia do acaso, Los Muertitos, apesar do nome, é um excelente refúgio para aproveitar a vida.

                                                           

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                                                            Piloto de Fórmula 1 comprou um Riva 102' Corsaro Super, marca do Grupo Ferretti. Embarcação foi entregue em 7 de maio e consolidou a 20ª do modelo nas águas

                                                            Por: Nicole Leslie -

                                                            O jovem piloto de Fórmula 1 nascido em Mônaco não esconde o estilo de vida luxuoso. Roupas de grife, joias, carros e barcos de luxo são itens que fazem parte do dia a dia de Charles Leclerc — e a coleção aumentou na última quinta-feira (7), quando o atleta recebeu seu mais novo iate: um Riva 102′ Corsaro Super, entregue em cerimônia exclusiva no estaleiro em La Spezia, na Itália, onde foi construído.

                                                            Trata-se da segunda embarcação Riva, marca do Grupo Ferretti, que Leclerc chama de sua. A primeira, ainda em sua posse segundo o estaleiro, foi uma 82′ Diva. Esta agora ganhou uma nova colega, maior e ainda mais luxuosa. O modelo é uma evolução da Riva 100′ Corsaro, que promete espaços ainda mais amplos e performance que enche os olhos até mesmo de quem domina máquinas em altíssima velocidade.

                                                            Riva 102′ Corsaro Super. Foto: Riva Yachts / Divulgação

                                                            Alexandra Leclerc, esposa do piloto, foi quem batizou o novo barco da família com a tradicional quebra de champanhe no casco. Ela acompanhou o marido na primeira vez em que viram a nova Riva 102′ Corsaro Super, que de acordo com o estaleiro leva uma série de toques personalizados por Charles.

                                                            Charles e Alexandra Leclerc no evento que entregou o iate ao proprietário. Foto: Riva Yachts / Divulgação

                                                            Entre os diferenciais escolhidos pelo famoso piloto da Ferrari estão o mobiliário, os tecidos usados na decoração, os mármores dos banheiros, as maçanetas de todos os cômodos e o flybridge, que a pedido de Leclerc foi equipado com bar e churrasqueira grandes e totalmente paramentados.

                                                            Foto: Riva Yachts / Divulgação

                                                            Embora não chegue nem perto dos mais de 340 km/h já atingidos pelo atleta nas pistas, o novo iate promete desempenho acima da média para a categoria. Segundo o estaleiro, esta Riva 102′ Corsaro Super chega a 28 nós (cerca de 52 km/h), com cruzeiro em 24 nós (44 km/h). Isso graças à dois motores MTU de 2638 hp cada, que fornecem potência suficiente para mover a embarcação que, abastecida, pesa mais que 110 toneladas.


                                                            Novo iate de Charles Leclerc: conheça o modelo

                                                            São 30,24 metros de comprimento por 6,7 metros de boca total, ou seja, praticamente 100 x 22 pés de luxo sobre as águas. Apesar de tanto espaço, o iate foi desenhado para acomodar 20 pessoas a bordo, já considerando proprietários, convidados e tripulação.

                                                            Suíte máster ocupa a boca máxima do iate e conta com diferentes ambientes. Foto: Riva Yachts / Divulgação

                                                            Além da suíte máster, que ocupa a boca máxima da embarcação e tem diferentes ambientes dentro do mesmo cômodo, o modelo carrega outras quatro cabines para convidados e três para a tripulação. Ainda há cinco banheiros para convidados e outros dois para tripulantes.

                                                            Posto de comando no flybridge. Foto: Riva Yachts / Divulgação

                                                            A Riva 102′ Corsaro Super não deixa de entregar nenhum requinte de luxo que poderia lhe caber. No flybridge há um posto de comando, mesas com estofados, espreguiçadeiras à popa e solários de proa em diferentes níveis — tudo com bastante espaço para o máximo conforto a bordo.

                                                            Solários de proa em diferentes níveis, no flybridge. Foto: Riva Yachts / Divulgação
                                                            Flybridge de Rica 102′ Corsaro Super (não a que pertence a Charles Leclerc). Foto: Riva Yachts / Divulgação

                                                            No convés principal fica a suíte máster à proa; cozinha, sala de estar e sala de jantar ao centro; e espaços de convivência com solários à popa — onde, inclusive, é possível personalizar e incluir uma escada retrátil que permite entrar e sair do iate com facilidade.

                                                            Área de popa do iate é um dos ambientes que pode ser personalizado aos gostos do proprietário, inclusive com diferentes mobílias. Foto: Riva Yachts / Divulgação

                                                            Por fim, no convés inferior ficam os cômodos para convidados e tripulantes (acessados por corredores separados), a casa de máquinas e uma garagem para um bote de salvamento e um jet — estes usados por segurança, lazer ou para acessar áreas de água rasa, onde o iate não poderia alcançar com o calado de 2,3 metros.

                                                            Foto: Riva Yachts / Divulgação

                                                            Esta luxuosa embarcação é resultado da parceria da Officina Italiana Design com o Comitê Estratégico de Produto e o Departamento de Engenharia do Grupo Ferretti. Não à toa, carrega um design elegante e atemporal por fora e permite ser personalizado mantendo o mesmo nível de requinte por dentro.

                                                             

                                                            Náutica Responde

                                                            Faça uma pergunta para a Náutica

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