Visita inesperada: Tamara Klink é surpreendida por urso-polar em seu barco no Ártico

Sozinha na embarcação, velejadora brasileira viveu momento de pânico e adrenalina antes de espantar o animal

Por: Nicole Leslie -
22/08/2025

A velejadora Tamara Klink passou por apuros nesta quinta-feira (21), ao perceber que um urso-polar subiu no barco onde ela estava sozinha. Apesar do perigo, o final foi feliz: nem ela nem o animal saíram com ferimentos, e ainda serviu como um grande aprendizado à jovem navegadora de 28 anos.

Conforme ela relatou em suas redes sociais nessa sexta-feira (22), o susto começou às 2h30 da madrugada desta quinta, quando foi acordada pelo veleiro Turnstone com um alerta: “Sardinha 2! Sardinha 2! Tem um urso se aproximando do seu barco”, anunciaram pelo rádio VHF.

Urso-polar subiu com ajuda de um degrau próximo à água que o barco Sardinha tem. Foto: Instagram @tamaraklink / Reprodução

Tamara acordou no susto e procurou o animal selvagem pela janela, mas não o viu. O urso-polar já estava no próprio barco, num degrau que dá acesso ao veleiro. Ela, que sempre achou a plataforma muito prática, se deparou com um novo problema: o carnívoro também achava o mesmo.

É perfeita para mim e para os ursos-polares: uma perfeita escada de piscina para eles subirem depois de uma bela natação– brincou Tamara

Em meio a adrenalina, a velejadora disse ter pensado em opções para sair viva da situação, mas não conseguiu confiar em nenhuma delas. O último caso era usar a arma que carrega a bordo — opção que menos queria. A alternativa, além de não a alegrar, deixaria um corpo enorme no barco, que seria outro problema para o pós.


Klink pensou em fazer barulhos por conta própria, mas logo imaginou que o urso não fosse nem ligar. Depois pensou em fotografá-lo, mas lembrou que o olfato desse animal é tão apurado, que ele poderia sentir o cheiro dela e querer se aproximar — o que, definitivamente, não seria uma boa opção.

 

Ela então conversou com a tripulação dos dois barcos próximos pelo rádio e encontrou o melhor caminho:  ligar o motor do barco, que não a colocaria em risco, tampouco o urso-polar. Felizmente, a solução deu certo.

Foto: Instagram @tamaraklink / Reprodução

No relato que compartilhou nas redes, Tamara disse que naquele momento o urso pareceu ter se assustado, deixado o barco dela e nadado em direção a outro vizinho. Aí sim ela conseguiu registrar o animal.

Deu tudo certo!– exclamou a velejadora, aliviada

O único prejuízo do urso-polar foram alguns arranhões que as garras afiadas deixaram em algumas boias de segurança, mas nada muito grave.

Estrutura de tecido que guardava boias foi rasgado pelo urso-polar. Foto: Instagram @tamaraklink / Reprodução

O ocorrido é um lembrete de que, mesmo os mais experientes em navegação, ainda estão sujeitos a surpresas — e muita adrenalina — a bordo. Águas agitadas, tempestades ou ataques de animais selvagens podem acontecer quando se decide navegar para destinos longínquos.

Espero que não aconteça de novo. Agora vou ficar um pouco mais atenta e pelo menos já sei que alguns ursos se assustam com o barulho do motor– confessou

Tremenda coincidência (ou premonição?)

Não bastasse o susto de receber um urso-polar no próprio barco, Tamara havia compartilhado no Instagram poucos antes dias o medo que tem do animal. A velejadora que partiu da Groenlândia em julho de 2023 rumo a Nunavut, no Canadá, procurou abrigo em terra firme no último dia 13, a fim de driblar ventos fortes. Mas antes fiscalizou a região por imagens de drone e foi surpreendida.

Urso-polar avistado por Tamara pelo drone. Foto: Instagram @tamaraklink / Reprodução

“Enquanto me aproximava do abrigo, vi um ponto branco correndo na montanha verde. A Sardinha avançava e o ponto também. Na teoria, eu queria muito ver um urso. Na prática, eu morro de medo”, contou.

Urso-polar avistado por Tamara pelo drone. Foto: Instagram @tamaraklink / Reprodução

Na ocasião, ela não só decidiu não se arriscar indo ao local, como dormiu no Sardinha cercada de utensílios de segurança, como panela, fogo de emergência e fuzil. Ao menos o susto que viria dias depois serviu de aprendizado.

A desbravadora do Ártico

Não é de hoje que Tamara Klink enfrenta adversidades a bordo do seu veleiro Sardinha. Aos 26 anos, a navegadora completou a travessia do Círculo Polar Ártico absolutamente sozinha, conquistando o título de a primeira brasileira — e a mais jovem navegadora do país — a concluir o feito. Ela ainda alcançou, na mesma viagem, mais um marco: o primeiro registro feminino de uma invernagem em solitário no local.

Foto: Tamara Klink / Divulgação

Sua mais recente façanha aconteceu no ano passado, quando desbravou, também sozinha, o inverno congelante do Ártico. Foram três meses sem ver o sol, quatro sem ver humanos e um semestre inteira presa no gelo, com temperaturas na casa dos -40°C. Tudo isso com um propósito: mudar o imaginário do que uma mulher é capaz — e realmente tem navegado muito para isso.

Discursos protetores muitas vezes dificultam, limitam, criam empecilhos para que as mulheres naveguem. Não há nada no corpo de uma mulher que a impeça de velejar, de navegar– contou à época em entrevista à NÁUTICA

 

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    “Cápsula de James Bond” real é anunciada por R$ 556,8 mil; veja detalhes

    Inspirada na ficção, embarcação de luxo e design futurista vira realidade para milionários fãs do agente 007

    Por: Nicole Leslie -

    Uma embarcação para quem é fanático por ficção, gosta de chamar a atenção e tem um bom dinheiro guardado acaba de ser anunciada. Inspirado na cápsula de James Bond, o pequeno barco suporta uma pessoa por vez e foi colocado à venda pela Bond Lifestyle por nada menos que R$ 556,8 mil.

    A embarcação de luxo foi inspirada na cena final de “007 – O Espião que me Amava”. No filme, James Bond e Anya Amasova escapam da base subaquática Atlantis em uma cápsula de fuga.

    Foto: Instagram / @jamesbondlifestyle / Reprodução

    O responsável pelo design semelhante ao veículo improvável do filme foi o artista holandês Stef van der Byl. Ele construiu a mini cápsula flutuante com as próprias mãos, garantindo um toque artesanal à peça de luxo.

     

    Apesar do tamanho reduzido, o barco tem detalhes que tornam os passeios solitários mais confortáveis. O centro de comando é feito por um joystick e o passageiro — que também é o piloto — tem auxílio de câmeras dianteiras e traseiras para a navegação, com imagens exibidas em pequenas telas no painel.

    Foto: Instagram / @jamesbondlifestyle / Reprodução

    Por dentro do veículo — que mais parece um disco voador, só que aquático — os estofados são de couro conhaque e os detalhes em alumínio polido.

     

    A cúpula que cobre a embarcação é transparente, feita em policarbonato, e atende a comandos por controle remoto. Com motor elétrico, a embarcação não precisa de combustível e os espaços internos foram bem aproveitados.

    Mini espaço de frigobar na “Cápsula de James Bond”. Foto: Instagram / @jamesbondlifestyle / Reprodução

    Há uma pequena área de frigobar, porta-sapatos, porta-copos e suporte para celular. A cápsula ainda conta com um compartimento de armazenamento para cordas, propulsor reserva, âncora e extintor de incêndio.

     

     

    Para completar a experiência, o pequeno espaço é climatizado com ar-condicionado e possui iluminação em LED que garante o toque final moderno.


    A embarcação improvável foi anunciada no dia 13 de agosto por 89 mil euros, valor que equivale a R$ 556,8 mil na conversão atual. Embora o preço possa comprar lanchas de luxo de tamanho comum, não se compara à experiência de pilotar a cápsula de James Bond. Os interessados devem entrar em contato com a Bond Lifestyle pelo Instagram oficial.

     

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      Novo navio da Marinha, Fragata Tamandaré faz primeiros testes no mar em Itajaí

      Embarcação da Marinha do Brasil teve sistemas verificados e deve ser entregue até dezembro

      Por: Nicole Leslie -

      Quase um ano depois de ser lançada pela Marinha do Brasil, a primeira fragata da Classe Tamandaré passou por seus primeiros testes no mar. O navio de guerra, que vai substituir embarcações com mais de 40 anos de operação, navegou em Itajaí, Santa Catarina (SC), com 130 pessoas a bordo, entre civis e militares.

      Os testes aconteceram do dia 12 a 19 de agosto, com a embarcação partindo do Estaleiro Brasil Sul, da empresa TKMS. O objetivo era conferir o funcionamento de sistemas internos, como propulsão, automação, geração de energia, segurança e quadros elétricos. Assista a trechos do teste:

       

       

      À Náutica, a Marinha do Brasil informou que todos os parâmetros avaliados foram atendidos ou superados e que o navio consegue atingir velocidades superiores a 25 nós. A próxima etapa envolve treinamento prático com a tripulação e novos testes de mar, que devem acontecer no 4º trimestre deste ano. A previsão é que a Fragata seja entregue em plenas condições de operação até dezembro de 2025.

      Foto: Agência Marinha / Reprodução

      O vice-almirante Marcelo da Silva Gomes destacou à Agência Marinha a importância dos testes para avaliar, na prática, todos os parâmetros do projeto. Isso permite que sistemas e equipamentos sejam otimizados para evitar falhas quando a embarcação entrar em operação.

      A conclusão será marcada pela emissão de certificados e documentos oficiais, que atestam a aptidão do navio para operar conforme as normas técnicas e legais– disse ao veículo


      Programa Fragatas Classe Tamandaré

      O Programa Fragatas Classe Tamandaré (PFCT) foi inserido no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (o Novo PAC), que integra o eixo de inovação para a indústria de Defesa. Ao todo, quatro fragatas “Tamandaré” substituirão navios de guerra brasileiros com mais de 40 anos de operação.

      Foto: Agência Marinha / Reprodução

      De acordo com a Marinha, a principal função dessas embarcações tecnológicas equipadas para combate será monitorar e proteger os 5,7 milhões de km² da Amazônia Azul.

      Foto: Agência Marinha / Reprodução

      Além da ajuda ao meio ambiente, a iniciativa movimenta a economia. Só na construção da primeira Fragata, 2 mil profissionais atuaram diretamente, 6 mil indiretamente e 15 mil novos postos de trabalho foram criados. O cenário foi adiantado pelo presidente Lula já na cerimônia de lançamento, em 2024, quando disse que o projeto geraria empregos e aumentaria a arrecadação fiscal, além de fortalecer o núcleo do poder naval.

       

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        Esperança: estudo revela que fungos são capazes de digerir plástico do oceano

        Pesquisa liderada pela Universidade do Havaí mostra alternativa promissora para o combate da poluição plástica

        Um estudo liderado pela Universidade do Havaí revelou que fungos marinhos podem digerir poliuretano, um dos plásticos mais comuns e resistentes da atualidade. A descoberta é vista como uma alternativa promissora e ecológica para o combate à poluição plástica nos oceanos.

        Já não é segredo que resíduos do material se acumulam, cada vez mais, no mar. Bom exemplo disso pode ser observado no Giro do Pacífico Norte, ao norte do Oceano Pacífico, onde instaurou-se um “novo continente” feito de uma imensa ilha de lixo.

         

        A partir de acúmulos como esse, os plásticos se fragmentam, eventualmente se transformando em microplásticos que, por sua vez, são incorporados às cadeias alimentares e aos ecossistemas. Nesse ciclo, o material acaba no organismo de animais marinhos — muitos deles, consumidos por humanos.

        Ilha de Lixo do Pacífico. Foto: The Ocean Cleanup/ Divulgação

        Enquanto a humanidade parece não dar a devida atenção ao problema, os fungos capazes de digerir poliuretano mostram que a natureza pode estar desenvolvendo sua própria solução.

        Resultados animadores

        É importante frisar que, sim, os fungos também estão nos oceanos — embora assim como fora dele, grande parte da vida fúngica dos mares seja desconhecida pela ciência. Para se ter uma ideia, estima-se que menos de 7% do total de fungos são conhecidos.

         

        Uma pequena virada de chave nesse sentido veio pelo estudo da “plastisfera”. Trata-se de uma comunidade microbiana composta por bactérias, algas e fungos, que formam biofilmes sobre o plástico flutuante das águas, em um movimento de adaptação para a sobrevivência no habitat sintético.

        Lixo plástico é um perigo para a vida dentro e fora da água
        Foto: melis82/Envato

        Partindo da ideia de adaptabilidade desses organismos, os pesquisadores coletaram amostras de ecossistemas costeiros ao redor da ilha de O’ahu e isolaram 68 cepas de fungos diversos.

         

        Alguns deles eram pertencentes a grupos que evoluíram para decompor materiais naturais resistentes, como a lignina, um composto de plantas que compartilha algumas propriedades químicas com plásticos. A ideia era testar a capacidade de cada cepa em digerir poliuretano em um ambiente controlado.


        Os resultados foram animadores: mais de 60% dos isolados apresentaram algum grau de degradação do poliuretano. Inclusive, ao todo, 42 cepas mostraram capacidade de usar o poliuretano como fonte de carbono.

         

        Vale destacar que esses fungos não foram geneticamente modificados — são nativos e já adaptados ao ambiente poluído. Sendo assim, o estudo representa a primeira demonstração em larga escala de que fungos marinhos podem decompor poliuretano.

         

        Não satisfeitos com o resultado, uma equipe de microbiologistas liderada pelo Dr. Anthony Amend decidiu testar se esses fungos seriam capazes de trabalhar em ritmo acelerado, em um processo conhecido como “condicionamento”. Nele, os objetos de estudo são expostos a concentrações maiores de um material específico — neste caso, o poliuretano — ao longo do tempo, visando estimular a sua adaptação natural.

        Fungos marinhos isolados ao redor de O’ahu “comendo” plástico de poliuretano. Os halos translúcidos ao redor dos tampões mostram as áreas de degradação do plástico. Foto: Ronja Steinbach / Reprodução

        Nove das cepas de melhor desempenho foram expostas gradualmente a maiores concentrações de poliuretano. Após três meses, três delas degradaram o plástico 15% mais rapidamente — em um processo natural, sem engenharia genética, comparável a um “treinamento biológico”.

        Um modelo natural, replicável e esperançoso

        Os fungos usam enzimas para quebrar materiais complexos da mesma forma que decompõem madeira, folhas e outras matérias orgânicas ao longo de milênios. Essas mesmas enzimas, especialmente as capazes de decompor a lignina, podem atingir polímeros sintéticos, como o poliuretano.

         

        É justamente essa conexão que faz dos fungos organismos preciosos na micorremediação, uma técnica que os utiliza para degradar ou transformar poluentes em substâncias menos nocivas, como dióxido de carbono e água. Trata-se de um processo de baixo custo, sustentável e escalável, ao contrário da reciclagem industrial tradicional. Há, porém, desafios e limitações.


        Escalar o uso desses fungos requer cautela ecológica, já que o crescimento descontrolado pode impactar outros organismos. Fatores como temperatura, salinidade e pH ainda podem afetar a eficácia desses organismos no processo de degradação do plástico. Além disso, até agora, os fungos foram estudados em atuações apenas sobre poliuretano — outros tipos de plástico seguem sendo um desafio.

         

        De qualquer forma, o estudo serve como modelo replicável: outras regiões costeiras podem mapear fungos locais e treiná-los para lidar com plásticos predominantes em seus mares, sem o uso de organismos geneticamente modificados e respeitando a lógica dos ecossistemas naturais.

         

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          Teste Ross SLR260 Fusion: lancha tem bom espaço no cockpit e potencial enorme

          Embarcação vem equipada com banheiro, mesmo tendo a proa aberta. Navegação se destaca por ser rápida, firme e segura

          Por: Redação -

          A Ross Mariner entrou no mercado em 2015 com o objetivo de produzir lanchas de entrada com motorização de popa. O sucesso dos modelos fez com que o estaleiro avançasse de faixa, investindo em barcos maiores. Assim nasceu a Ross SLR260 Fusion, de 26 pés, que integra a linha Sport Luxo Ross — daí as letras que a embarcação carrega em seu nome.

          Levamos a Ross SLR260 Fusion de proa aberta, que se tornou um dos sucessos da marca, para navegar em um dia de mar não muito calmo no Canal de São Sebastião, em Ilhabela.

           

           

          Já no embarque, chama atenção a generosidade da plataforma de popa, de 1,10 metro de comprimento, com muito espaço livre para movimentação, em consequência da motorização de centro-rabeta.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          Embora não tenha um móvel gourmet — como acontece nas lanchas de porte maior — , o modelo já vem com base de inox no piso para fixação do suporte de churrasqueira a carvão removível (item opcional) e com um chuveirinho bem à mão.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          A escada para quem volta da água, fixada a boreste, tem quatro degraus, como deve ser. E ainda há um sofá de três lugares na entrada do cockpit voltado para o mar, com encosto móvel, conversível em solário. A estrutura se soma à plataforma de popa, tornando o espaço ainda mais agradável.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          Em tempo, a flexibilidade na configuração tem tudo a ver com o jeito brasileiro de curtir a vida a bordo ao ar livre quando o barco está parado: tomando banho de sol e aproveitando a água.

           

          O projetista caprichou também na distribuição de espaço no cockpit. Os 2,60 metros de largura refletem na possibilidade de acomodar até 11 pessoas durante o dia, embora o ideal sejam 8. Ou seja, é possível levar a família inteira para passear.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          A área de convivência conta com um grande sofá em L, a bombordo, e outro menor a boreste – ambos com assentos profundos e encostos bem estofados. Sob os bancos, sobram paióis para guardar cabos, defensas e até uma caixa térmica (mas esta, em um lugar fixo).

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          No centro, a mesa de madeira com três porta-copos tem o tampo chanfrado e sem cantos vivos, evitando acidentes e facilitando a circulação. O piso de EVA — característico em lanchas de pequeno e médio porte — é nivelado de proa a popa, o que ajuda na sensação de conforto ao se acomodar no cockpit.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          O tanque de combustível tem capacidade para 230 litros e fica no centro, praticamente sob a mesa. Contudo, falta uma tampa de acesso ou um tipo de janelinha que permita visualizá-lo sem a remoção do piso.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          Na unidade testada por NÁUTICA, a lancha estava equipada com um capota de lona fixada na targa de fibra, que, por sua vez, tem várias caixas de som e luzes de LED, que produzem uma iluminação confortável.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          Outros itens de série são um pequeno móvel com pia, porta-copos, geleira, lixeira e móvel do tipo cristaleira, com espaço para muitas taças e meia dúzia de garrafas. Os pega-mão, curvados e em inox, têm fitas de LED ao redor. Embora em bom número, ainda caberiam mais dois na passagem entre o banheiro e a proa.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          A propósito, o acesso à parte da frente do barco feita por uma passagem lateral a bombordo e com luzes de cortesia, é outro ponto de destaque. Não há degraus nem portinholas para vencer, o que torna a circulação muito fácil. Basta apenas levantar parte do para-brisa para passar.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          Conforto em todos os detalhes

          Na proa, a amurada alta — ou altura dos bordos — garante uma navegação muito mais seca e segura, mesmo em mar aberto. E ainda há guardas-mancebos robustos em inox com dois porta-varas, para quem desejar alternar passeios com pescarias.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          A caixa de âncora está equipada com guincho elétrico (item opcional, mas não muito comum em lanchas desse porte), que facilita muito a vida na hora de fundear. Ao lado, ainda dentro dessa caixa, fica o bocal para entrada de água doce no tanque de 140 litros. Os cunhos de amarração são de aço inox.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          Os sofás têm um desenho inteligente, com ótimo apoio para as costas independente do lado que o passageiro estiver. Tudo isso cercado de itens de conforto, como porta-copos (distribuídos por toda parte, com iluminação em volta), luzes de cortesia e dois alto-falantes opcionais.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          O projeto é feliz também no posto de comando. O assento do banco de pilotagem vem com rebatimento, oferecendo uma visibilidade muito boa, tanto para os lados quanto para o painel de instrumentos e a bússola. O para-brisa, de vidro temperado escurecido e alumínio anodizado, protege o piloto e não atrapalha a visão. O volante é retrátil.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          Os interruptores estão à mão e as telas digitais tornam a navegação mais intuitiva. A chave-geral do barco fica a boreste, abaixo do manete do acelerador, quase na altura do pé do piloto. O que falta é uma tampa — talvez de acrílico — para protegê-la da água.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          Agora no que se trata de itens de conforto, há um aparelho de som potente, bons apoios para os pés, porta-trecos e saída USB para recarregar celulares.

           

          Ao lado do posto de comando, fica o banheiro embutido. Acima dele fica um aparador de fibra com porta-copos vazados. O banheiro tem pé-direito de 1,54 metro, vaso sanitário elétrico, guarda-objetos, espelho, lixeira, iluminação em LED, vigia com abertura para ventilação e, para finalizar, pia com torneira e ducha com água pressurizada.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          A porta de entrada do toalete é feita em acrílico, no estilo de correr, e tem puxador e fechadura. Quanto ao acabamento interno, em vez da fibra aparente o espaço vem com revestimento em tom de cimento queimado, com toques de linho italiano. Nem parece o banheiro de uma lancha de 26 pés de proa aberta.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          Na caixa de luz, que fica na parte interna, é nítido o bom nível das instalações elétricas, com fios codificados, o que é um ponto positivo, no entanto seria ainda melhor se os cabos elétricos fossem estanhados e certificados.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          Debaixo do sofá de popa fica o compartimento do motor. A tampa do espaço tem manta térmica e é bem macia no manuseio, graças a um conjunto de amortecedores. Há bastante espaço para a manutenção do motor de centro-rabeta Mercury, que pode ser V6 de 250 hp ou V8 de 300 hp.

          Design inteligente, navegação prazerosa

          No teste de mar, a Ross SLR260 Fusion estava equipada com um motor de centro-rabeta a gasolina Mercury 4.5 V6 de 250 hp, acoplado a rabeta de hélices contra-rotantes Bravo 3, com relação de transmissão de 2,2:1 e hélices passo 22,5”. A bordo estavam 4 pessoas, 230 litros de combustível e 140 de água. Ainda assim, a lancha impressionou positivamente.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          Motor engatado, com 2.500 rpm ela começa a planar. Com 3.000 rpm, chega a quase 19 nós. Um pouco mais de motor, aos 3.500 giros, navegamos a 25 nós. Aos 4.000 rpm, 29 nós, sem caturrar. Isso demonstra que o barco foi, de fato, bem construído.


          Vamos então ao extremo: 4.590 rpm. Nesse regime de rotação, alcançamos 34,6 nós de máxima, na média, uma boa marca para o conjunto casco-motor. Ficou a sensação de que a velocidade final poderia ser ainda um pouco maior, se não fossem as condições adversas do mar.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          Na aceleração, a Ross SLR260 Fusion foi da marcha lenta aos 20 nós (37 km/h) em 7,3 segundos, performance padrão para um barco desse porte com motorização de centro-rabeta. Não bastasse a rápida aceleração, fez curvas acima de 30 nós com boa agilidade e sem derrapar nadinha, perdendo apenas 1,5 nós.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          Além disso, o casco se mostrou estável com os 2,57 metros de boca, não tendo causado qualquer grande impacto, nem respingado. O cockpit se manteve sempre seco — qualidades que contam muitos pontos em uma lancha de passeio.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          O estaleiro oferece a opção de um motor V8, também a gasolina, de 300 hp. A potência maior, porém, só é recomendada para quem faz questão de muita velocidade.

          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          Saiba tudo sobre a Ross Marine 260 Fusion

          Características técnicas

          • Comprimento máximo: 8,08 metros (26,5 pés);
          • Boca: 2,57 metros;
          • Calado com propulsão: 0,95 metro;
          • Ângulo do V na popa: 21°;
          • Borda-livre na proa: 0,96 metro;
          • Borda-livre na popa: 0,96 metro;
          • Peso: 1.800 kg*;
          • Tanques de combustível: 240 litros;
          • Capacidade de água: 140 litros;
          • Pessoas/dia: 11;
          • Motorização: um motor de centro-rabeta a gasolina de 200 hp a 300 hp.

          *Peso aproximado da lancha com um motor a gasolina de centro-rabeta Mercury 4.5 V6 de 250 hp e equipamentos padrão, considerando tanques vazios e ninguém a bordo.

          Quanto custa

          • R$ 329 mil, com motor 4.5 V6 com rabeta Alpha I;
          • R$ 339 mil, com rabeta Bravo 3.

          Pontos altos

          • Casco corta bem as ondas;
          • Bom arranjo do cockpit;
          • Plataforma de popa grande.

          Pontos baixos

          • Chave-geral sem proteção;
          • Acesso ao tanque de combustível limitado;
          • Faltam pegadores no cockpit.
          Tabela de desempenho da Ross SLR260 Fusion testada por Náutica. Foto: Revista Náutica

           

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            Novidade da Rise eFoil promete mais agilidade e permite manobras mais ousadas. Evento acontece de 18 a 23 de setembro

            Por: Nicole Leslie -
            21/08/2025

            No maior salão náutico da América Latina, em meio a centenas de barcos, será lançado no mercado uma nova forma de “voar” sobre as águas. Quem traz a novidade é a Rise eFoil, que lançará no São Paulo Boat Show 2025 o Rise Speed, novo modelo que promete mais agilidade e permite manobras mais radicais.

            Os eFoils são pranchas de surf elétricas com hidrofólio e controle manual, que permitem que o piloto flutue acima da superfície da água, dando a sensação de estar voando. Atualmente a Rise oferece o modelo RiseONE, mas o portifólio será aumentado no evento com o lançamento do Rise Speed, marcando o segundo ano consecutivo da empresa no Boat Show paulista.

            Modelo RiseONE nas cores verde e azul. Foto: Rise eFoil / Reprodução

            Ambos os modelos são oferecidos a partir de R$ 89,9 mil. Enquanto o RiseONE atinge 35km/h, o Rise Speed chega a 40km/h, o que, segundo a marca, permite mais ousadia nas manobras. A novidade será disponível nas cores branco, verde, azul e prata, podendo ainda ser customizada.

             

             

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            Além do novo eFoil, a marca apresentará no evento a nova bateria Endurance, que aumenta em R$ 8 mil o valor da prancha e poderá ser instalada em ambos os modelos. Em comparação com a bateria comum da marca, que tem autonomia de 1h30 e leva 2h para recarregar, a nova funciona por mais de 2h, com 3h para recarga.


            Outro diferencial da bateria Endurance é o fato de ser removível e ficar em um compartimento seco da prancha. Por isso o modelo permite ser compartilhado entre diferentes eFoils no mesmo dia, aumentando o leque de diversão para mais pessoas.

            São Paulo Boat Show 2025

            A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

             

            Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

            Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

             

            A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

             

            Anote aí!

            SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

            Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
            Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
            Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
            Mais informações: no site do evento
            Ingressos: site oficial de vendas

             

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              Astro do cinema celebra 45 anos de casamento em megaiate que custa R$ 3,3 milhões por semana

              Samuel L. Jackson e LaTanya Richardson festejaram bodas de rubi a bordo do Titania, um verdadeiro parque aquático flutuante. Conheça!

              Se você completasse 45 anos de casamento, como gostaria de celebrar? O astro do cinema Samuel L. Jackson levou sua amada para curtir em grande estilo as bodas de rubi: em um megaiate na Riviera Francesa. Jackson e LaTanya Richardson subiram a bordo do Titania, um verdadeiro parque aquático flutuante, e navegaram por Cannes.

              Foi nesse mesmo destino que Jackson conquistou, em 1991, o primeiro prêmio de Melhor Atuação Coadjuvante já concedido pelo consagrado Festival de Cannes. Aproveitando o cenário romântico do lugar, o casal hollywoodiano publicou nas redes sociais, no último dia 18 de agosto, as imagens da comemoração da duradoura união.

               


              Ao que tudo indica, o casal estava a bordo do Titania, um megaiate de 73 metros construído pelo estaleiro alemão Lurssen, em 2006. O que sustenta essa tese foi uma pista deixada por LaTanya, que registrou, dois dias depois, um momento com seu “Clube do Livro Iate de LaTanya”, em que uma das fotos publicadas é, justamente, do Titania.

              Foto: Titania / Divulgação

              Celebrando 45 anos de amor em Cannes! Seguimos o caminho de Deus juntos e recebemos bênçãos transbordantes– escreveram em publicação conjunta

              45 anos de amor: tudo sobre o casamento de Samuel L Jackson

              Samuel L. Jackson e LaTanya Richardson se conheceram quando ainda estavam na faculdade, em Atlanta, na Geórgia (EUA). Eles começaram a namorar e chegaram a se apresentar juntos em um grupo de teatro da universidade antes de se casarem, em 1980. Inclusive, os dois entraram para trend do momento e compartilharam os anos juntos. Veja:

               


              Em 2023, o casal aproveitou as férias com nomes como Michael Jordan e Magic Johnson em um megaiate de R$ 600 milhões. Logo, a celebração das mais de quatro décadas de união merecia uma embarcação à altura — e o Titania parece ter cumprido bem o seu papel nesse romance. Afinal, como define a marca, o megaiate é um “conto de fadas moderno”.

              Foto: Titania / Divulgação

              O título se deve ao projeto da embarcação, que volta olhares a um estilo de vida tranquilo, sustentado por amplos espaços de entretenimento, acomodações que abraçam e comodidades de última geração.

               

              No exterior, os deques proporcionam vistas panorâmicas, assentos elevados para banhos de sol, uma academia completa e o conforto necessário para curtir dias ensolarados das mais variadas formas.

              Foto: Titania / Divulgação
              Foto: Titania / Divulgação

              Um desses espaços, aliás, é um verdadeiro oásis. O “pool deck” dispõe de spa com direito a terapeutas qualificados, que oferecem de massagens a tratamentos capilares. Há ainda piscina, bar molhado, amplo espaço para o preparo de refeições e mesa para até 14 convidados.

              Foto: Titania / Divulgação
              Foto: Titania / Divulgação
              Foto: Titania / Divulgação

              Na popa, o beach club traz sauna, bar e área de estar relaxante. À noite, o mesmo espaço se transforma em uma espécie de boate, com luzes e sistema de som de última geração. A diversão também está mais do que garantida com os brinquedos aquáticos disponíveis a bordo, que transformam o barco em um verdadeiro parque aquático.

              Foto: Titania / Divulgação

              Se prepare para a lista: são dois veleiros, três jets, dois caiaques, dois submersíveis SeaBob, equipamento de mergulho, pranchas de stand up paddle, wakeboards, esquis aquáticos, reboques infláveis, flyboard, wingfoil, wakesurf, duas bicicletas de surf e até um drone para registrar a diversão — mas ainda não acabou.

              Foto: Titania / Divulgação

              O Titania dispõe de um toboágua inflável de 12,7 m e um amplo parque aquático completo, com direito a cama elástica e estrutura de escalada.

              Foto: Titania / Divulgação

              Depois de aproveitar um dia de diversão nas áreas externas do megaiate, os hóspedes podem relaxar no interior do barco, que não deixa a desejar. São inúmeras as áreas de estar, todas com estofados confortáveis dispostos em ambientes com detalhes pensados milimetricamente.

              Foto: Titania / Divulgação
              Foto: Titania / Divulgação

              Ao todo, são sete cabines, que acomodam até 12 hóspedes (a tripulação total é de 21 pessoas). Nesse total estão duas suítes master: uma no convés principal, na proa, com 130 m² e banheira de hidromassagem; e outra no convés superior, também à proa, com vista privilegiada para o horizonte.

              Foto: Titania / Divulgação

              Uma cabine vip fica no convés principal do barco, enquanto outras quatro cabines duplas estão no convés inferior, com camas king size.

              Foto: Titania / Divulgação

              Toda essa estrutura é movida por dois motores Caterpillar 3512B Dita, de 1850 hp cada. Juntos, eles proporcionam uma velocidade de cruzeiro de 12 nós (22 km/h), além de 16 nós (29 km/h) de máxima e alcance de 5 mil milhas náuticas.

               

              O mesmo Titania alugado por Samuel L. Jackson está disponível para charter pela operadora Breeze Yachts. De acordo com a empresa, o custo semanal do barco é de 525 mil euros semanais, o equivalente a mais de R$ 3,3 milhões na conversão de agosto de 2025.

               

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                São Paulo Boat Show: Armatti Yachts aposta em 5 lanchas da linha premium para o evento

                Novas Armatti 400 Sport Coupé e 310 Spyder estão entre os modelos escolhidos para o salão, que acontece de 18 a 23 de setembro

                Por: Nicole Leslie -

                A Armatti Yachts entende que os consumidores do segmento náutico no Sudeste do Brasil prezam pela qualidade de vida e pelo tempo de qualidade. Por isso, o estaleiro decidiu levar cinco lanchas de sua linha premium ao São Paulo Boat Show 2025, com modelos que vão dos 31 aos 42 pés.

                Lançamentos recentes da marca que marcaram presença no Marina Itajaí Boat Show em julho serão expostos no salão náutico paulista. Os modelos variam entre R$ 900 mil e R$ 3 milhões e prometem luxo, performance e conforto.

                Lanchas Armatti no São Paulo Boat Show

                Armatti 420 Sport Coupé

                O maior barco que o estaleiro apresentará nesta edição do São Paulo Boat Show é a Armatti 420 Sport Coupé. O modelo tem cockpit fechado por porta de vidro, o que cria um ambiente interno climatizado e integrado à área gourmet externa.

                Armatti 420 Sport Coupé. Foto: Armatti Yachts / Reprodução

                A suíte principal fica na meia-nau. O espaço traz cama central e janelas panorâmicas, seguindo uma tendência de mercado na Europa e nos Estados Unidos. A capacidade do barco é de 16 pessoas durante o dia — seis no pernoite. O modelo parte de R$ 3 milhões.

                Armatti 400 Sport Coupé

                A recém-lançada Armatti 400 Sport Coupé também estará no evento e exibirá um dos maiores cockpits da categoria, segundo a marca. A lancha integra ambientes internos e externos, tem duas cabines fechadas com pé-direito de 2 metros e suíte principal na meia-nau.

                Armatti 400 Sport Coupé. Foto: Armatti Yachts / Reprodução

                Para complementar, o modelo dispõe de hard top elétrico e sala de estar com banheiro. Produzida em Santa Catarina, a Armatti 400 Sport Coupé custa a partir de R$ 2,5 milhões.

                Armatti 370 Solarium

                Com 37 pés de comprimento e reconhecida entre os clientes do estaleiro pelo interior espaçoso com soluções voltadas ao lazer sofisticado, a Armatti 370 Solarium carrega suíte principal espaçosa que pode receber uma cama king size.

                Armatti 370 Solarium. Foto: Armatti Yachts / Reprodução

                Na proa, um solário com três espreguiçadeiras é integrado ao cockpit com teto solar elétrico. Do outro lado, a popa vem com espaço gourmet com grill, pia e opções de plataforma submergível. A capacidade é de 14 pessoas durante o dia e até quatro no pernoite. O modelo parte de R$ 1,8 milhão.

                Armatti 340 Solarium

                A Armatti 340 Solarium privilegia o conforto interno e a integração com as áreas externas. O cockpit comporta até 14 pessoas e integra o posto de comando ao espaço gourmet na popa, que vem equipado com pia, churrasqueira e geleira. A lancha é oferecida a partir de R$ 1,2 milhão.

                Armatti 340 Solarium. Foto: Armatti Yachts / Reprodução

                Armatti 310 Spyder

                Para arrematar o portifólio da Armatti no São Paulo Boat Show, a Armatti 310 Spyder, evolução da consagrada linha Spyder, combina a esportividade de um conversível com o conforto de um mini iate. O modelo oferece dois ambientes de pernoite com pé-direito generosos, espaço gourmet na popa e cockpit ideal para convivência. O modelo custa a partir de R$ 900 mil.

                Armatti 310 Spyder. Foto: Armatti Yachts / Reprodução

                São Paulo Boat Show 2025

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                  Mal-humorado: aparência de peixe flagrado em expedição faz sucesso nas redes sociais

                  Animal com visual inusitado foi avistado na Carolina do Sul e logo caiu nas graças de cientistas e internautas

                  Por: Nicole Leslie -
                  20/08/2025

                  Mal-humorado, narigudo e com lábios volumosos, um peixe de aparência no mínimo curiosa foi flagrado durante uma exploração oceânica na Carolina do Sul, nos Estados Unidos, e não demorou para viralizar. A expedição foi transmitida ao vivo pela equipe do navio de exploração Nautilus e o animal caricato logo caiu no gosto dos cientistas e do público, acumulando mais de 780 mil visualizações nas redes sociais oficiais.

                  Identificado como o peixe-ganso-de-dois-espinhos-do-atlântico (Sladenia shaefersi), que pertence a família do peixe-pescador (ou anglerfish, em inglês), o animal tem uma aparência, digamos, marcante.

                   

                  Comparado aos humanos, esse peixe tem uma “boca” curvada para baixo, “narinas” quase bufantes e olhos arregalados. Para completar a rispidez, espinhos pontudos, que mais parecem fios de cabelo arrepiados, cobrem o corpo do animal.

                  Navio de exploração Nautilus. Foto: Ocean Exploration Trust / Reprodução

                  O peixe-ganso-de-dois-espinhos-do-atlântico estava repousando a 1.002 metros de profundidade, quando foi avistado pelo grupo de pesquisadores. No vídeo que ganhou a internet, a equipe não esconde a felicidade ao encontrá-lo em meio a um cenário quase desértico: “É um peixinho precioso”, diz um deles.


                  Alguns comentários sobre a aparência caricata foram feitos pela equipe, mas quem brilhou na criatividade foram os internautas que, além de ressaltar características do peixe, foram contagiados pela alegria dos cientistas. Assista ao momento!

                   

                   

                  Conheça o “peixe mal-humorado”

                  Os peixes Sladenia shaefersi são comumente encontrados em fundos rochosos profundos, entre 700 e 1.200 metros, justamente onde o animalzinho que ganhou fama foi avistado. Lá, a espécie usa sua aparência e coloração para se camuflar no ambiente. Embora a criatura flagrada na expedição não seja grande, a espécie pode ultrapassar 1 metro de comprimento.

                  Sladenia shaefersi fotografado durante expedição à encosta profunda, em 2007. Foto: Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos / Domínio público / Wikimedia Commons / Reprodução

                  As curiosidades desse animal vão além da aparência: as barbatanas peitorais dele foram modificadas ao longo da evolução e ficam na parte inferior do corpo, permitindo que ele se mova como se estivesse “andando” no fundo do mar.

                   

                  Segundo o perfil da Ocean Exploration Trust, a aparência cômica do peixe esconde, na verdade, um predador eficiente das águas profundas. Sua dieta é composta de peixes menores e crustáceos, como camarões, que são capturados com precisão.

                   

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                    Por dentro do Titanic? Exposição inédita no Brasil chega a São Paulo em outubro

                    "Titanic: Uma Viagem Imersiva" terá mais de 300 artefatos do icônico navio, incluindo itens originais. Saiba como garantir seu ingresso

                    Engana-se quem pensa que a história do Titanic acabou após o naufrágio, em 1912. Não à toa, uma exposição imersiva no legado do barco mais famoso do mundo chegará a São Paulo após atracar em diversas cidades ao redor do globo. “Titanic: Uma Viagem Imersiva” promete aproximar os fãs da história de artefatos originais e recriações épicas.

                    Disputados, os ingressos começam a ser vendidos em 26 de agosto, às 9h. Fãs mais assíduos já podem entrar na lista de espera para garantir com antecedência a entrada. A estreia do evento será em outubro, no Shopping Eldorado, região oeste da capital paulista.

                    Um mergulho na história do Titanic

                    A exposição imersiva leva à metrópole paulista mais de 300 artefatos do navio, que vão desde itens da tripulação e objetos da época até bilhetes autênticos da White Star Line (companhia dona da embarcação).

                    Foto: Divulgação

                    Os itens ganham ainda mais vida ao lado de recriações de ambientes icônicos do barco, como a famosa escadaria central, um dos grandes símbolos do Titanic. Para isso, a mostra aposta em paisagens 3D, animações em vídeo e um tour guiado por áudio — tudo feito com tecnologia de ponta para você se sentir dentro do navio.

                    Foto: Divulgação

                    “Titanic: uma viagem imersiva” promete mostrar a história completa do navio, desde sua construção até a colisão com o iceberg, passando por detalhes dos passageiros, tripulantes e personagens que se destacaram em meio ao trágico acidente, a exemplo do navio Carpathia, que resgatou mais de 700 sobreviventes; e o Californian, que não respondeu aos pedidos de socorro.

                    Foto: Divulgação
                    Foto: Divulgação

                    É a chance também de conhecer mais dos “navios-irmãos” do Titanic: o RMS Olympic e o HMHS Britannic — esse último, com outro destino trágico — e garantir uma lembrança da experiência na loja de produtos inspirados no Titanic.

                     

                    Para quem quiser aproveitar a oportunidade ao máximo, uma atividade envolvendo realidade virtual levará os visitantes para explorar os naufrágios do navio de forma detalhada. Essa atração, porém, é cobrada à parte.


                    O naufrágio do Titanic

                    Considerado o mais moderno e luxuoso navio de sua época, o Titanic foi construído pela companhia White Star Line, e partiu em sua viagem inaugural no dia 10 de abril de 1912, saindo de Southampton (Inglaterra) rumo a Nova York (Estados Unidos).

                    Atualmente, o Titanic se encontra a 3,8 mil metros de profundidade no oceano Atlântico. Foto: Atlantic Productions / Magellan / Reprodução

                    Na noite de 14 de abril, o navio colidiu com um iceberg no meio do oceano Atlântico. Os danos à embarcação fizeram com que ela começasse a afundar. Estima-se que às 2h20 da madrugada do dia 15 de abril o barco naufragou completamente.

                     

                    Havia cerca de 2,2 mil pessoas a bordo, entre passageiros e tripulantes. Aproximadamente 1,5 mil pessoas morreram, principalmente por hipotermia, nas águas geladas do oceano.

                    Exposição Titanic: uma viagem imersiva

                    Quando: a partir de outubro de 2025
                    Onde:
                    Shopping Eldorado. Avenida Rebouças, 3970 – Pinheiros, São Paulo-SP
                    Duração: De 60 a 90 minutos
                    Idade: livre
                    Preço: a partir de R$ 45
                    Ingressos / lista de espera: site oficial de vendas.

                     

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                      Como criaturas das profundezas do oceano sobrevivem sem sol?

                      Novo estudo descobriu comunidades prósperas a 9.500 metros de profundidade, onde não chega luz solar

                      No fundo do mar não chega luz solar e um mistério que já intrigou muitos cientistas é: de onde criaturas das profundezas do oceano conseguem tirar energia? A resposta veio recentemente: pesquisadores descobriram ecossistemas completos que, em vez de fotossíntese, fazem quimiossíntese, alimentando-se de energia química.

                      A descoberta, realizada por pesquisadores do Instituto de Ciência e Engenharia do Mar Profundo da Academia Chinesa de Ciências por meio do submersível Fendouzhe — capaz de explorar profundidades maiores de 10 km por várias horas seguidas — , foi publicada na revista científica Nature, em 30 de julho.

                      Cotton Field, a uma profundidade de 9.332 metros, com muitos poliquetas brancos (M. grandicirra) que vivem entre os grupos de vermes tubulares (siboglinídeos frenulados). Foto: Xiaotong Peng, Mengran Du et al./ Nature/ Reprodução

                      No fundo das fossas oceânicas Curilas Kamchatka e Aleutas, no noroeste do Oceano Pacífico, foram localizadas comunidades prósperas repletas de vermes tubulares, moluscos e criaturas brancas espinhosas. Isso tudo a 9.500 metros de profundidade — o local mais fundo onde já foi encontrada formas de vida que se utilizam da quimiossíntese.

                      Em Blue Marsh e Icy River, foram encontrados vermes tubulares finos e grossos misturados. Foto: Xiaotong Peng, Mengran Du et al./ Nature/ Reprodução

                      A equipe de pesquisa explorou e descobriu que essas criaturas estão espalhadas nas profundezas do oceano numa área de 2.500 km de comprimento.

                       

                      Segundo o estudo, a chave para a sobrevivência desses seres são os vazamentos frios — que funcionam como nascentes do fundo do mar responsáveis por liberarem fluidos ricos em metano e sulfeto de hidrogênio.

                      Em Clam Bed, a 5.743 metros de profundidade, há muitos moluscos bivalves grandes (até 23 cm) que servem de abrigo para anêmonas-do-mar. Foto: Xiaotong Peng, Mengran Du et al./ Nature/ Reprodução

                      As análises mostraram que o metano é produzido por micróbios em camadas de sedimentos profundas. Esses micróbios, por sua vez, se alimentam da matéria orgânica que desceu da superfície.

                       

                      Logo, os cientistas envolvidos na pesquisa sugerem que essa forma de vida pode ser mais disseminada em outras fossas oceânicas do que se pensava anteriormente, de acordo com uma declaração divulgada pela editora da revista Springer Nature.

                      É emocionante — especialmente para um cientista de águas profundas — ir a um lugar que os seres humanos ainda não exploraram– disse Xiaotong Peng , um dos principais autores do estudo, à BBC

                      Não há dúvidas

                      Há muito tempo os pesquisadores propõem que as criaturas das profundezas do oceano se alimentam de reações químicas dependentes de sulfeto de hidrogênio e metano, produzidas no fundo do mar. Assim, o estudo quebra um paradigma: elas não dependem apenas da comida que cai da superfície.

                      Uma grande quantidade de moluscos bivalves chamados I. fossajaponicum (com até 3 cm) foram encontrados junto com vermes tubulares (Anobothrus sp.) em uma área de sedimentos pretos a 6.928 metros de profundidade. Foto: Xiaotong Peng, Mengran Du et al./ Nature/ Reprodução

                      Até então, essas espécies raramente eram documentadas, de acordo com o estudo. Em pesquisas futuras, eles esperam descobrir como os corpos dessas criaturas quimiossintéticas convertem esses produtos químicos em energia.


                      Além disso, o metano encontrado nessas profundezas pode ser uma forma importante de armazenar carbono. O que também chama atenção da comunidade científica é como essas criaturas sobrevivem em condições extremas, suportando enormes quantidades de pressão na escuridão total.

                       

                      De acordo com o estudo, as fossas oceânicas não são um deserto de vida. Pelo contrário: é uma região muito ativa geologicamente, responsável por abrigar vários sítios com atividade vulcânica e sísmica. Por mais hostil que seja o ambiente, as criaturas estão prosperando em grandes profundidades.

                       

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                        Yamaha anuncia o novo jet CrossWave 2026; confira os detalhes

                        Significativamente maior do que um WaveRunner tradicional, o jet leva até 4 pessoas e apresenta o 1º convés walk around do setor

                        Em 2026, a Yamaha celebra os 40 anos da linha WaveRunner. E para comemorar o feito em grande estilo, a marca anunciou o lançamento mundial de uma moto aquática que promete inaugurar uma nova categoria nos jets: a novíssima CrossWave.

                        De acordo com a empresa, o novo modelo tem “a plataforma mais adaptável que a Yamaha já lançou”. Isso porque o novo jet oferece amplo espaço de armazenamento, acesso fácil ao convés e a maior capacidade de combustível da categoria. Tudo isso para abraçar dos pescadores e aventureiros aos pilotos mais discretos.

                        Foto: Yamaha WaveRunners/ Divulgação

                        São quase 4 metros de comprimento e 1,65 metro de largura, tamanho que torna o CrossWave significativamente maior do que um WaveRunner tradicional — quase 60 centímetros mais longo e 45 centímetros mais largo do que a série FX. A novidade estará disponível nas concessionárias Yamaha no primeiro semestre de 2026, com os preços a serem anunciados.

                        Mais detalhes sobre o CrossWave da Yamaha

                        O novo CrossWave apresenta o primeiro convés completo walk around da indústria, segundo a empresa. A área oferece quase 4 metros de espaço plano, com acabamento em tapete marítimo da proa à popa. O design ainda permite uma mobilidade de 360 graus e drenagem para os pés.

                        WaveRunner CrossWave 2026. Foto: Yamaha WaveRunners/ Divulgação

                        Construído sobre a plataforma mais longa e larga da Yamaha e com deque antiderrapante, o lançamento da fabricante japonesa é equipado com um motor de quatro tempos 1899 cc, considerado pela empresa como o equipamento de maior cilindrada do setor de motos aquáticas. O tanque de combustível, por sua vez, tem capacidade para 100 litros.

                        Essa nova geração de potência equilibra alto desempenho, economia, consciência ambiental e a confiabilidade pela qual a Yamaha é famosa– diz a marca

                        Preparada para a família, a embarcação foi projetada desde o começo para transportar até quatro pessoas. Apesar disso, tanto o terceiro quanto o quarto assentos são removíveis, ajuste que transforma a popa em um amplo espaço no convés, ideal para guardar coolers, equipamentos de pesca e, claro, relaxar.

                        WaveRunner CrossWave 2026. Foto: Yamaha WaveRunners/ Divulgação

                        No quesito armazenamento, o CrossWave ostenta impressionantes 311 litros de capacidade, com um compartimento dedicado para âncoras na proa e dois adicionais na popa. Dispensando preocupações em longas viagens, o jet vem de fábrica com um cooler de 52 litros, que pode ser montado na proa ou no terceiro e quarto assentos, casos sejam removidos.

                        WaveRunner CrossWave 2026. Foto: Yamaha WaveRunners/ Divulgação

                        Graças à porta de limpeza patenteada pela empresa — e encontrada somente no CrossWave — , o passageiro pode limpar os detritos da turbina sem precisar entrar na água. No leme, as telas duplas Connext e Simrad de 7 polegadas colocam a navegação, a monitorização do sistema e os controles de entretenimento na ponta dos dedos do condutor — tudo touchscreen.

                        WaveRunner CrossWave 2026. Foto: Yamaha WaveRunners/ Divulgação

                        Os condutores podem personalizar ainda mais o convés utilizando o sistema de montagem integrado T-track da Yamaha, que suporta acessórios modulares para pesca, arrumação, descanso e muito mais.

                        WaveRunner CrossWave 2026. Foto: Yamaha WaveRunners/ Divulgação

                        Produzido com tecnologia de última geração, o CrossWave vem preparado, por baixo do convés, para receber uma bateria náutica de ciclo profundo do Grupo 24. Segundo a Yamaha, o recurso faz do jet o primeiro capaz de suportar motores de arrasto, sistemas de iluminação e outros componentes eletrônicos de alto consumo.

                         

                        Por fim, um reboque Yamaha personalizado e uma geleira premium são fornecidos em série. Não à toa, Bryan Seti, diretor geral da Yamaha WaterCraft, define o novo CrossWave como o “início de uma categoria inteiramente nova de WaveRunner”.

                        Ela incorpora o nosso compromisso com a inovação, a usabilidade e a diversão, ao mesmo tempo que honra o legado que começou em 1986 com a primeira WaveRunner– conclui Seti

                         

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                          Lancha Fibrafort com motor Yamaha será sorteada no São Paulo Boat Show 2025

                          Visitantes do salão náutico podem concorrer a uma Focker 188 Joy com motor de popa. Saiba como participar!

                          Que tal visitar o maior salão náutico da América Latina e ainda concorrer a uma lancha Fibrafort motorizada pela Yamaha? Pode parecer bom demais para ser verdade, mas esse é o cenário do São Paulo Boat Show 2025, que acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo.

                          Ao garantir a presença no salão náutico — o maior do tipo realizado na América Latina — , o visitante automaticamente tem a chance de participar do sorteio de uma Focker 188 Joy novinha, equipada com um motor de popa de 4 tempos, o Yamaha F90.

                          Como participar do sorteio no São Paulo Boat Show 2025

                          Concorrer a uma lancha no sorteio do São Paulo Boat Show 2025 é simples. Basta preencher o cupom que será entregue logo na chegada ao salão, com dados pessoais mais a resposta para a pergunta: qual o nome do evento que realiza o sorteio da lancha Focker 188 Joy com motor de popa F90 Yamaha?

                          Focker 188 já com motor Yamaha F90. Foto: Revista Náutica

                          Depois, é só depositar o cupom na urna localizada na entrada do evento. Mas atenção ao prazo: você precisa inserir seu bilhete das 15h do dia 18/09 às 20h do dia 23/09. A partir daí, é só cruzar os dedos!

                           

                          O sorteio será realizado no próprio salão náutico, no dia 23 (último dia de evento), às 20h30, com livre acesso ao público e transmissão ao vivo pelo YouTube e Instagram da NÁUTICA. Na data, 1 cupom da urna será sorteado entre todos, de forma manual e aleatória.

                           

                          O selecionado será considerado ganhador apenas se o papel estiver devidamente preenchido, atendendo aos requisitos da promoção. O prêmio ficará disponível até 24 horas depois do sorteio, no mesmo local de realização, para a retirada do ganhador.

                          Conheça a Focker 188 Joy

                          Lançada em 2020, a Focker 188 Joy é o modelo de entrada da Fibrafort, tida pela marca como uma lancha ideal tanto para iniciantes na náutica quanto para quem pesca e pratica esportes aquáticos.

                          Foto: Fibrafort / Divulgação

                          O barco foi planejado para oferecer espaço e funcionalidade, facilitando a circulação e a integração dos até sete passageiros que comporta em seus 5,50 m de comprimento e 2,10 m de boca.

                           

                          Segundo a marca, a embarcação que leva motorização de popa (1x 75 hp a 140 hp) pode ser transportada facilmente por um veículo SUV.

                          Saiba mais do motor Yamaha F90C

                          O motor de popa F90C da Yamaha faz parte da nova geração dos equipamentos de 4 tempos da marca e apresenta diversos pontos de evolução em comparação a seu antecessor, o Yamaha F90B.

                          Motor Yamaha F90 vai equipar a lancha sorteada no salão náutico. Foto: Yamaha / Divulgação

                          São 16 válvulas de 1.832 cilindradas e eixo de comando único, sendo 4 válvulas por cilindro. Além do bloco do motor ser completamente novo, utiliza a rabeta do F115, o que proporciona muito mais resistência, força e economia.

                          Foto: Yamaha / Divulgação

                          No visual, destaque para o sistema no capô, que facilita a drenagem de água enquanto o motor estiver em operação. Já na usabilidade, vale destacar a tranquilidade na manutenção.

                           

                          O sorteio que acontecerá no São Paulo Boat Show 2025 é fruto de uma parceria entre Fibrafort, a Yamaha e a Boat Show Eventos.

                           

                          CERTIFICADO DE AUTORIZAÇÃO SPA/ME Nº 06.043758/2025


                          São Paulo Boat Show 2025

                          A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                           

                          Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                          Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                          Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                           

                          A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                           

                          Anote aí!

                          SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                          Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                          Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                          Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                          Mais informações: no site do evento
                          Ingressos: site oficial de vendas

                           

                          Náutica Responde

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                            Motorizado por Yanmar, barco a vela construído do zero por Angelo Guedes ganha novos traços e avança na produção do casco

                            19/08/2025

                            No 3º episódio da série “Construção do Veleiro Bravura“, o barco começa a ganhar uma nova cara — mesmo que nem tudo tenha saído como o planejado. Angelo Guedes recalcula a rota de seu cronograma, testa novos estilos de solda e instala as longarinas da embarcação, que será motorizada por Yanmar. Tudo isso você confere nesta terça-feira (19), às 20h, no Canal Náutica do YouTube.

                            Nem mesmo o melhor dos planejamentos está imune a adversidades. No caso de Angelo, seu cronograma de etapas foi afetado por algo totalmente fora de seu controle: a alta do dólar, em 2020.

                             

                            Ele viu o preço do alumínio, material essencial do veleiro, aumentar. Logo, o processo de chapear o casco, virar o barco e soldar a parte interna, inicialmente estruturados para aquele ano, precisou esperar mais um pouco para sair do papel.

                             

                             

                            Por outro lado, sua solução foi simples: antecipar as produções de 2021. Sem perder tempo, ele busca por peças de alumínio em uma cidade distante de sua “fábrica”, prepara os cunhos (utilizados para prender cabos com segurança) e avança na construção do casco.

                            Decidi construir o barco porque não tinha dinheiro para comprar um. Espero que no máximo em 4 anos fique pronto– planejou Angelo Guedes em vídeo gravado em 2020

                            Com o sistema de quilha e leme bem adiantados, é hora de instalar as longarinas, processo que vem acompanhado de um fiel escudeiro: o guincho talha. Inclusive, o suporte para essa máquina que auxilia Angelo no encaixe das peças foi construído por ele mesmo no 3º episódio do Veleiro Bravura.

                            Angelo utilizando o sistema de tralha para encaixar as longarinas do barco. Foto: Revista Náutica

                            O novo capítulo revela como Guedes consegue desenvergar chapas — processo difícil quando feito apenas com a força humana — , e o objeto utilizado surpreende por ser um tanto quanto… inusitado.

                            Casco do Bravura começa a ganhar forma. Foto: Revista Náutica

                            O construtor ainda testa outro estilo de soldagem, desta vez, com auxílio de cerâmica, sem chanfro — ou seja, sem cortes em ângulo. Um problema com o “spray revelador” deixa a experiência pouco agradável, embora seu teste tenha dado vida a uma nova peça — afinal, na construção do Bravura o desperdício não tem vez.

                            Um alumínio a menos que eu preciso comprar– brincou


                            Impulsionado pela Yanmar

                            Não que Angelo Guedes precisasse de um incentivo ainda maior para realizar o seu sonho. Mas, com o apoio da fabricante de motores Yanmar, tudo ficou mais fácil — pelo menos no quesito motorização.

                            3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação

                            O equipamento que será o “coração” do Veleiro Bravura é o Yanmar 3JH40, tido como o menor motor marítimo diesel common rail interno do mundo em termos de deslocamento, dimensões e peso.

                             

                            Com 3 cilindros, o motor oferece uma potência de 40mhp, que, segundo a marca, permitirá que novos proprietários de barcos de lazer menores se beneficiem, pela primeira vez, das vantagens de eficiência e desempenho, por conta da tecnologia de injeção de combustível CR gerenciada eletronicamente.

                            3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação

                            De acordo com a Yanmar, a tecnologia common rail do 3JH40 oferece consumo mínimo de combustível e níveis de ruído e emissão excepcionalmente baixos, que resultam numa operação praticamente sem fumaça e odor.

                             

                            O 3JH40 de quatro tempos refrigerado a água é a solução ideal para novas construções e aplicações de repotenciação, especialmente para pequenos barcos a motor, saveiros, embarcações comerciais leves e veleiros monocasco — como é o caso do Bravura.

                            Acompanhe tudo no Canal Náutica do YouTube!

                            Para não perder nenhum episódio dessa épica jornada, inscreva-se no Canal da Náutica no YouTube e ative o sininho. Assim, você sempre será notificado quando um vídeo estrear — não só da “Construção do Veleiro Bravura”, mas de outras produções NÁUTICA.

                             

                            A série terá episódios novos toda terça-feira, às 20h (horário de Brasília). Embarque nessa aventura com a gente!

                             

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                              Um verão macabro: Paris tem praia gótica com tema de Wandinha, sucesso da Netflix

                              Ambiente gratuito foi criado para promover a 2ª temporada da série e ficará disponível até o fim de agosto

                              No coração de Paris, uma praia deliciosamente macabra que troca o verde e amarelo pelo roxo cadavérico está dando o que falar. Essa é a Wednesday Beach, um espaço gratuito dedicado aos fãs do universo gótico de Wandinha, protagonista da série homônima que estreou recentemente a sua 2ª temporada na Netflix.

                              Estrelada por Jenna Ortega, a série explora o universo sádico de Wandinha (ou Mercredi, na versão francesa), filha mais velha da estranha Família Addams. Com fascínio pelo mórbido, a praia se baseia na mesma estética da personagem: sombria e fúnebre — mesmo que o sol do verão deixe tudo mais alegre.

                              Wednesday Beach, no Paris Plages. Foto: Instagram @netflixfr/ Reprodução

                              Organizada pela Prefeitura de Paris em parceria com a Netflix, a área oferece tudo que uma praia normal poderia ter: banhos de sol em espreguiçadeiras, vôlei, pingue-pongue e, claro, areia. Mas essa definitivamente não é uma praia comum, logo, os destaques ficam por conta da dominância dos tons de roxo, das cabines fotográficas sombrias e dos caixões abertos instagramáveis.

                              Foto: Instagram @netflixfr/ Reprodução
                              Foto: Instagram @netflixfr/ Reprodução

                              A imersiva Wedsneyday Beach ocupa mil metros quadrados da Promenade Édouard Glissant, ao pé do Museu d’Orsay. Por lá, inclusive, os visitantes terão um lugar na primeira fila para admirar a pira olímpica subindo mais uma vez no céu de Paris — sede dos Jogos Olímpicos de 2024.

                              Um verão sombrio

                              Inaugurada em 31 de julho, a praia gótica continuará disponível para todos os públicos até o dia 31 de agosto. Como era de se imaginar, o ambiente lúdico foi concebido para, além de chamar atenção pela estética, promover a 2ª temporada de Wandinha, um sucesso de audiência e de público da Netflix.

                              Foto: Instagram @netflixfr/ Reprodução

                              Há quem diga que a noite mais mórbida do verão parisiense foi durante o lançamento da Wednesday Beach, local que também foi palco para as estrelas da produção da Netflix. Na praia apareceram o diretor da série, Tim Burton, e a cereja do bolo (ou melhor, o último prego do caixão) Jenna Ortega, protagonista que interpreta Wandinha.

                              No dia 6 de agosto, o retiro gótico deu espaço para a estreia do primeiro episódio da nova temporada, que foi exibido num telão às 20h do horário local de Paris — com pé na areia e uma mãozinha na pipoca.

                               

                               

                              Num cenário que carrega traços do colégio de Nunca Mais, escola onde estuda a protagonista, o ambiente já recebeu shows de violoncelo — à lá Wandinha — , meditação guiada e sessão de acupressão, tanto de dia quanto de noite.

                              Foto: Instagram @netflixfr/ Reprodução

                              Um verão cheio de emoções e totalmente macabro aguarda os fãs da Família Addams — ou qualquer curioso que passar pelo local. Enfim, um bom lugar para descansar em paz.

                              Confira a programação da praia de Wandinha Addams

                              20 de agosto de 2025

                              • 16h/ 17h/ 18h/ 20h: concerto de violoncelo (com duração de 20 minutos).

                              27 de agosto de 2025

                              • 15h – 16h: Bingo Drag Wednesday;
                              • 18h: concurso de cosplay organizado por uma drag queen e animação fotográfica.

                               

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                                Sea-Doo 2026: tela de sucesso do GTX Limited 325 chega a mais jets e Switch alcança 300 hp

                                BRP anunciou novidades da nova linha durante evento global em Boston, no último domingo (17). Veja detalhes

                                As novidades da aguardada linha 2026 da Sea-Doo foram finalmente reveladas pela fabricante BRP (Bombardier Recreational Products) no último domingo (17), durante um evento global em Boston, nos Estados Unidos. Os destaques ficaram por conta da tela de sucesso do GTX Limited 325, que agora chega a mais modelos, e dos novos e mais potentes pontoons Switch — embora estes ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

                                O portador das boas notícias foi James Hines, diretor de Estratégias de Produto da marca canadense. Segundo ele, “a linha de 2026 deve dar continuidade a uma história épica, que já dura mais de meio século e fez da Sea-Doo a marca número 1 em motos aquáticas no mundo”.

                                Tela intuitiva do GTX Limited 325 estará em mais modelos

                                De acordo com Hines, pesquisas da Sea-Doo mostraram que até 65% das viagens de clientes da marca envolvem o uso de um smartphone. Por outro lado, o levantamento apontou que os usuários gostariam de não precisar pegar o celular durante o trajeto para escolher músicas, consultar mapas ou localizar amigos.

                                 

                                Por isso, uma das grandes inovações da marca para a linha de 2026 é a expansão da tela intuitiva — que fez sucesso no GTX Limited 325 — como padrão para os modelos RXT-X, FishPro Trophy, Wake Pro e Explorer Pro. A tecnologia ainda poderá entrar como opcional no modelo RXP-X.

                                Tela de sucesso do GTX Limited 325 agora chega a mais modelos. Foto: BRP / Reprodução

                                Sensível ao toque, o dispositivo de 10,25 polegadas traz funções de conectividade inteligentes, projetadas especificamente para os pilotos da Sea-Doo, com funções como estatísticas de direção, música, mapas e muito mais.

                                 

                                Há também recursos exclusivos para modelos específicos. No FishPro Trophy, por exemplo, os pescadores podem seguir um mapa de navegação marítima detalhado na tela principal, usando o aplicativo móvel BRP GO! e, em seguida, usar o GPS Garmin exclusivamente no modo localizador de peixes, para aumentar as chances de captura.

                                GTX Limited 325 com a tela intuitiva foi apresentado em primeira mão no São Paulo Boat Show 2024. Foto: Revista Náutica

                                A linha 2026 de jets Sea-Doo ainda aterá mais modelos ostentando recursos populares, como o amortecedor de direção hidráulica, que agora será oferecido no FishPro Trophy; e o sistema inteligente sem detritos, que será padrão no GTI SE.

                                 

                                Como de praxe, as motos aquáticas ganharão um novo leque de cores. Durante o evento, um RXP-X 2026 foi apresentado na nova cor azul Gulfstream. Veja:

                                 

                                 

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                                Novos e mais potentes pontoons Switch

                                Em 2022, a Sea-Doo entrou no mercado de pontoons com o Switch, que visa ser moderno, adaptável, acessível e divertido para toda a família. Mas, mais do que isso: a marca acredita que “o Switch pode e deve ser o pontoon número 1 do mercado”, como afirmou Hines.

                                 

                                Para chegar a esse objetivo, alguns pedidos dos fiéis clientes da marca foram atendidos para a linha 2026. O principal deles gira em torno da potência dessas embarcações, que contarão com um motor Rotax Ace 1630 com 300 hp de potência. Os barcos mais potentes também oferecerão 60% mais capacidade de combustível, com 176 litros.

                                Novos modelos Switch Cruise Limited 300 hp e Switch Fish Compact 170 hp são novidades para a linha 2026. Foto: BRP / Reprodução

                                Há boas notícias também para o sistema de som, especialmente em alguns modelos Cruise e Sport, que virão equipados com um novo pacote de tecnologia padrão de fábrica. Trata-se de um sistema de áudio premium BRP, com duas mesas de canto, cada uma delas com dois alto-falantes — um deles com amplificador e subwoofer.

                                 

                                Esses modelos ainda virão pré-cabeados para duas mesas de canto adicionais, possibilitando até oito alto-falantes a bordo. O pacote de tecnologia também inclui tela intuitiva de fábrica, abrangendo os mesmos recursos do display presente na linha 2026 de motos aquáticas.


                                Outra função muito aguardada que também chega na linha 2026 da Sea-Doo é o detector de profundidade.

                                 

                                O público ainda pode esperar, segundo a marca, portas de canto traseiras no pacote Cruise, um guidão ajustável em todos os modelos de 230 e 300 hp, um novo bímini duplo e um inovador sistema de amortecedor a gás, que torna a abertura e o armazenamento da capota mais fáceis e rápidos.

                                Novas portas traseiras na linha Cruise. Foto: BRP / Reprodução

                                Ainda nos pontoons, dois novos modelos chegam para agregar ao portfólio da marca: o Switch Cruise Limited, de 18 pés e 300 hp de potência; e o Switch Fish Compact, de 13 pés e 170 hp de potência. Os modelos poderão ser personalizados com uma linha de acessórios projetada para atender às mais diversas necessidades. Entre eles, destaca-se a opção de mesa de churrasco.

                                 

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                                  Por: Nicole Leslie -

                                  A Hidea Motores escolheu o São Paulo Boat Show 2025 como palco para o início de uma nova fase, marcada por um portfólio mais amplo e diverso. No evento, a empresa lançará três motores de popa que prometem, acima de tudo, potência nas águas: os modelos têm 150 hp, 175 hp e 200 hp.

                                  As três novidades serão apresentadas ao mercado no salão náutico paulista, mas só estarão disponíveis para venda a partir de 2026, por isso a marca ainda não divulgou os valores. No entanto, agora os modelos poderão vir na cor branca, atendendo a um pedido frequente dos consumidores da marca no Brasil.

                                  Três novidades da Hidea Motores que serão lançadas no Boat Show em SP têm 150 hp, 175 hp e 200 hp. Foto: Hidea Motores / Reprodução

                                  Além do trio de lançamentos, a Hidea levará máquinas lançadas recentemente ao estande, como o motor de popa de 6 hp 4 tempos com partida elétrica, revelado no Rio Boat Show, em abril, e os modelos de 15 hp e 20 hp, também de popa e disponíveis com partida elétrica, que estiveram no Marina Itajaí Boat Show em julho.

                                  Novo motor Hidea 200 hp. Foto: Hidea Motores / Reprodução

                                  Para fechar o leque da marca no evento, serão expostos motores de popa de 2 e 4 tempos, além do motor Turbo Jet, que vem sem hélice para ter um bom desempenho em águas rasas.


                                  São Paulo Boat Show 2025

                                  A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                   

                                  Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                  Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                  Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                   

                                  A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                   

                                  Anote aí!

                                  SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                  Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                  Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                  Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                  Mais informações: no site do evento
                                  Ingressos: site oficial de vendas

                                   

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                                    Temporada de baleias: Litoral Norte de SP bate recorde com quase 700 animais avistados

                                    Período de reprodução em águas brasileiras tem sido marcado por série de avistamentos — mas nem sempre foi assim

                                    18/08/2025

                                    No início de maio deste ano, pescadores flagraram o que seria a primeira aparição de uma baleia-jubarte em Ilhabela, no Litoral Norte de São Paulo. Mal sabiam eles que, neste ano, a região bateria um recorde de avistamentos do animal: ao menos 695 foram vistas desde então.

                                    A temporada de baleias no Brasil costuma abranger o período de junho a novembro, quando esses cetáceos deixam as águas geladas da Antártica para se reproduzirem nas águas quentinhas do país. Confira um dos muitos registros desses animais, feito pelo fotógrafo Rafael Mesquita:

                                     

                                     

                                    O Litoral Norte de São Paulo tem sido uma parada obrigatória dessas gigantes, especialmente de jubartes (Megaptera novaeangliae). Mas nem sempre foi assim — mesmo a nível nacional.

                                    Da quase extinção ao recorde de avistamentos

                                    Há pouco mais de 20 anos, um dos primeiros censos para monitorar a presença de baleias-jubarte em águas brasileiras registrou o número alarmante de 3360 animais. Para se ter uma ideia, especialistas da época diziam que entre 27 e 30 mil desses mamíferos costumavam ser vistos nas águas do país durante a temporada de reprodução da espécie.

                                    Foto: wirestock / Envato

                                    A devastação dessas baleias era fruto da caça indiscriminada em busca de seu óleo — usado para iluminação, lubrificação e fabricação de diversos produtos. No Brasil, ganhou força nos idos de 1602, especialmente na região do Recôncavo Baiano, com a chegada dos baleeiros bascos e depois das armações baleeiras, estabelecidas entre os estados de Bahia e Santa Catarina.

                                     

                                    Incontáveis jubartes foram sistematicamente atacadas, principalmente entre Bahia e São Paulo. A caça de baleias só foi legalmente proibida no Brasil em 1987, com a Lei nº 7.643, que proíbe a pesca de cetáceos nas águas jurisdicionais brasileiras e estabelece punições para quem desrespeitar a proibição, incluindo prisão e multas.


                                    De lá para cá, a população de jubartes no país segue em constante evolução. Sérgio Cipolotti, coordenador nacional do Projeto Baleia Jubarte, que atua no litoral paulista, revelou ao g1 que o número que não passava dos 4 mil, hoje já mais do que triplicou.

                                    O projeto tem um censo aéreo desde 2001 […] e hoje a gente passa dos 25 mil na costa brasileira– contou Cipolotti ao veículo

                                    Regras na hora de avistar baleias no Brasil

                                    Embora as baleias estejam cada vez mais à vontade em águas brasileiras, existem regras para avistá-las de maneira saudável.

                                     

                                    A atividade de Turismo de Observação de Baleias no país é normatizada pela Lei Federal 7.643 de 1988, que proíbe o molestamento intencional de qualquer espécie de cetáceo, e pela Portaria IBAMA 117 de 1996, que define normas específicas para a atividade.

                                     

                                    Portanto, as embarcações são proibidas de:

                                    • Aproximar-se de qualquer espécie de baleia com o motor ligado a menos de 100 metros de distância do animal mais próximo;
                                    • Religar o motor antes de avistar claramente as baleias na superfície ou a uma distância de no mínimo 50 metros da embarcação;
                                    • Perseguir, com motor ligado, qualquer baleia por mais de 30 metros, ainda que respeitadas as distâncias estipuladas acima;
                                    • Interromper o curso de deslocamento de cetáceo de qualquer espécie ou penetrar intencionalmente em algum grupo, os dividindo ou dispersando;
                                    • Produzir ruídos excessivos, como música, percussão de qualquer tipo ou aqueles gerados pela operação normal da embarcação, a menos de 500 metros de qualquer cetáceo;
                                    • Despejar qualquer tipo de detrito, substância ou material a menos de 500 m de qualquer cetáceo;
                                    • É proibida a prática de mergulho ou natação, com ou sem o auxílio de equipamentos, a uma distância inferior a 50 metros de baleia de qualquer espécie.

                                    Vale destacar que as baleias chegam ao Brasil em ciclo de reprodução — um período sensível, que faz das regras ainda mais essenciais para um avistamento saudável. Procure projetos voltados a esses mamíferos, que levam turistas para vê-los de pertinho por meio de operadoras de turismo confiáveis, que seguem as Normas de Avistagem no Brasil.

                                     

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                                      Nova Riva 54METRI foi projetada para acomodar passageiros com o máximo de conforto e luxo

                                      Por: Nicole Leslie -

                                      Um novo gigante dos mares foi lançado em águas italianas no início do mês. O superiate de 54,84 metros de comprimento (179,9 pés), o maior já desenvolvido pelo estaleiro Riva, foi batizado de Riva 54METRI. Com casco inteiramente em alumínio, a embarcação foi projetada para acomodar 10 passageiros com o maior conforto possível.

                                      O modelo do Grupo Ferretti recebeu atenção em cada detalhe graças ao trabalho conjunto da Officina Italiana Design (parceira exclusiva da Riva há 30 anos), do Comitê Estratégico de Produtos e do Departamento de Engenharia do Grupo Ferretti.

                                      Novo Riva 54METRI foi lançado em águas italianas em 7 de agosto, em Ancona, na região de Marche. Foto: Riva / Reprodução

                                      Segundo a YachtBuyer, a estimativa do preço de venda do Riva 54METRI parte de 32,5 milhões de libras esterlinas. Na conversão para o real em agosto de 2025, o valor equivale a cerca de R$ 237,5 milhões.

                                       

                                      Com 9 metros de boca máxima, o Riva 54METRI, apesar do tamanho colossal, exibe linhas elegantes e esportivas. A embarcação tem quatro conveses: o principal, o superior e dois inferiores — todos conectados por um elevador central localizado a meia-nau.


                                      Embora a arqueação bruta do barco esteja próxima de 500 toneladas, o superiate foi desenvolvido para atender 10 passageiros com o máximo de luxo e conforto. São quatro cabines de hóspedes e uma suíte máster na proa do convés principal, que garantem espaço de sobra para os convidados.

                                       

                                      A tripulação, composta por até 11 membros, é acomodada em cinco cabines duplas, além de uma cabine exclusiva para o capitão, todas localizadas próximas à casa do leme — projetado com uma abordagem inovadora.

                                      Foto: Riva / Reprodução

                                      A casa de controle do Riva 54METRI chega equipada com dois radares de banda X, sinal 5G, antena Starlink, um sistema de navegação eletrônico completo (ECDIS) e um trio de telas touch de 27 polegadas cada, com a opção de uma tela extra de 44 polegadas.

                                       

                                      Para garantir a privacidade dos hóspedes, as rotas da tripulação foram desenhadas para serem discretas. O barco também recebeu soluções acústicas para reduzir ao máximo o ruído, especialmente perto da estação do leme.

                                      Por dentro do Riva 54METRI

                                      Conexão com o mar, diversão e relaxamento são os três principais pilares do superiate. Na popa, há um beach club com uma piscina de 5 metros de comprimento ao centro, cercada por espreguiçadeiras. As laterais dessa área se desdobram para formar terraços à beira-mar.

                                      Laterais da área de beach club da Riva 54METRI se desdobram para formar terraços à beira-mar. Foto: Riva / Reprodução

                                      Cinco degraus acima, a área de boas-vindas no convés principal é um espaço refinado, com um grande sofá, poltronas e um bar ao ar livre, que dá acesso ao lounge principal.

                                       

                                      Na proa, o destaque é um par de sofás que estende a área do lounge. Eles escondem parte do espaço técnico, projetado com um mecanismo de dobradiça que facilita o lançamento e o içamento de botes, jets e outros brinquedos aquáticos.

                                      Na proa, dupla de sofás esconde sistema de içamento de brinquedos aquáticos. Foto: Riva / Reprodução

                                      Nos acabamentos, o Riva 54METRI utiliza mármores finos como Sahara Noir e Bianco Rhino, além de painéis de madeira teca e couro. A motorização é uma dupla de motores MTU 12V 2000 M86 de 1.700 hp cada, que proporcionam uma velocidade de cruzeiro de cerca de 14 nós.

                                       

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                                        Avator 7.5e será um dos destaques da marca no evento que acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo

                                        Variedade de produtos sempre foi um ponte forte da Mercury Marine — e no São Paulo Boat Show 2025 não será diferente. Com direito a motor elétrico e uma seleção de peso dos mais potentes equipamentos da empresa, a fabricante atracará no evento com o que há de melhor em seu repertório.

                                        Tido como o maior salão náutico da América Latina, o São Paulo Boat Show acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo. Por lá, a Mercury apresentará pela primeira vez no Brasil o motor elétrico Avator 7.5e em funcionamento. Logo, o público poderá conhecer de pertinho a potência e os detalhes da tecnologia do produto.

                                        V10 Verado 400 HP, que também estará no São Paulo Boat Show 2025. Foto: Mercury/ Divulgação

                                        Segundo a marca, o modelo proporciona desempenho de velocidade e aceleração semelhantes ao de um motor de popa a combustão interna com 3.5 hp, ideal para barcos pequenos, de apoio e como potência secundária em veleiros.

                                         

                                        Outro destaque da Mercury no São Paulo Boat Show 2025 será o poderoso V10 Verado 400 hp, que entrega velocidade, conforto, eficiência e confiabilidade. A marca aponta o modelo como construído para resistência extrema e projetado para dominar.

                                        FourStroke 150 HP. Foto: Mercury/ Divulgação

                                        Outros modelos de média potência estarão no salão, como o FourStroke 150 hp nas versões branca e preta, sendo este último cortado ao meio, visando possibilitar ao público a oportunidade de conferir como funciona a parte interna do equipamento e toda a engenharia da Mercury.

                                         

                                        Ideal para quem busca uma navegação suave e intuitiva, o motor 50ELHPT MID TILLER também será exposto no São Paulo Expo, com destaque para o manche MidTiller que proporciona um controle total “na palma da sua mão”.


                                        São Paulo Boat Show 2025

                                        A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                         

                                        Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                        Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                        Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                         

                                        A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                         

                                        Anote aí!

                                        SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                        Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                        Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                        Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                        Mais informações: no site do evento
                                        Ingressos: site oficial de vendas

                                         

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                                          Expedição a um dos locais mais letais da 2ª Guerra encontrou 13 naufrágios das batalhas

                                          Missão de 22 dias no Estreito de Iron Bottom, no Oceano Pacífico, utilizou robôs subaquáticos para localizar as embarcações

                                          17/08/2025

                                          A Segunda Guerra Mundial não fez vítimas somente em terra. No mar, as batalhas também custaram vidas, muitas delas a bordo de embarcações — especialmente no Estreito de Iron Bottom, no Pacífico. Foi justamente por lá que uma expedição encontrou, a partir do uso de robôs subaquáticos, 13 naufrágios do período.

                                          A missão de 22 dias foi liderada pela organização americana Ocean Exploration Trust (OET) a bordo do navio de pesquisa E/V Nautilus, próximo a Guadalcanal, nas Ilhas Salomão. Usando tecnologia de ponta, pesquisadores conseguiram filmar e mapear destroços de naufrágios de embarcações americanas, australianas e japonesas que participaram da Segunda Guerra.

                                          Essas descobertas mostram quantas histórias ainda estão escondidas nas profundezas do mar, esperando para serem contadas– ressaltou o Dr. Daniel Wagner, cientista-chefe do OET

                                          Além da descoberta notável, o trabalho é tido como a primeira documentação visual de quatro desses naufrágios. Um deles ficou marcado por ser a proa do cruzador americano USS New Orleans, mas a lista ainda inclui o contratorpedeiro japonês Teruzuki, o USS Vincennes, USS Astoria, USS Quincy, USS Northampton, USS Laffey, USS DeHaven, USS Preston, HMAS Canberra, USS Walke, Yudachi e uma barcaça de desembarque.

                                          Tecnologia e história caminham juntas

                                          Estima-se que as batalhas navais no Estreito de Iron Bottom tenham custado ao menos 20 mil vidas, entre o naufrágio de 111 embarcações e a queda de 1.450 aeronaves. Logo, a expedição vai muito além da curiosidade e amplia o conhecimento do que aconteceu por ali à época, de modo a relembrar o sacrifício de quem lutou em guerras.

                                          IJN Teruzuki, um dos 13 navios encontrados pela equipe de pesquisadores. Foto: Ocean Exploration Trust / Divulgação

                                          Para isso, duas tecnologias de ponta foram essenciais: os Veículos Operados Remotamente (ROVs) e um Veículo de Superfície não Tripulado (USV) DriX, controlado remotamente a partir de Honiara, capital das Ilhas Salomão.

                                          HMAS Canberra. Foto: Ocean Exploration Trust / Divulgação

                                          Juntos, eles mapearam mais de 1.000 km² do fundo do mar, o que resultou nos mapas mais detalhados já feitos da região. Além disso, o trabalho tecnológico viabilizou mais de 138 horas de inspeções subaquáticas, em profundidades de até mil metros.


                                          Os resultados foram compartilhados em uma transmissão ao vivo diretamente no site Nautilus Live. Além dos milhões de curiosos, a live teve a participação remota de arqueólogos e especialistas de mais de 130 instituições, em países como Japão, Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos.

                                           

                                          Juntos, eles contextualizaram o público sobre os naufrágios da Segunda Guerra Mundial que foram encontrados, ajudando o público a entender a importância do feito.

                                          Conseguimos filmar os locais com qualidade sem precedentes e compartilhar tudo ao vivo com o mundo– destacou Robert Ballard, oceanógrafo e presidente do OET

                                          Com o apoio da NOAA Ocean Exploration e do Ocean Exploration Cooperative Institute, a missão representa um considerável avanço na ciência, mas, mais do que isso, é uma importante ferramenta para imergir a população na história marítima.

                                           

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                                            Jetpack submersível em forma de mochila promete propulsão de 3 metros por segundo

                                            Brinquedo de luxo da CudaJet promete sensação próxima ao que seria um voo humano. Assista em ação!

                                            16/08/2025

                                            Três metros por segundo debaixo d’água. Essa é a velocidade que a britânica CudaJet promete a quem colocar nas costas o seu jetpack, uma espécie de mochila de propulsão a jato controlada apenas por movimentos corporais. O equipamento é tido como um “brinquedo de luxo” — e o preço faz jus ao apelido.

                                            Comercializado por 22,5 mil libras (quase R$ 165 mil na conversão de agosto de 2025), o dispositivo de 14 kg pode atuar por até 90 minutos e leva 45 minutos para atingir a carga total. Segundo a marca, quem se aventura com a “mochila subaquática” ainda pode explorar o mar a até 40 metros de profundidade.

                                            Foto: Instagram @cudajet / Reprodução

                                            O jetpack se diferencia de outros equipamentos submergíveis por ser compacto, preso a um colete e um controle de mão. Assim, a ideia da CudaJet é que o dispositivo aproxime o usuário da natureza, uma vez que o movimento de nado junto ao dispositivo “parece natural”. Veja:

                                             

                                             

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                                            Embora carregue recursos atrativos, vale destacar que a mochila não está conectada a cilindros de oxigênio ou embarcações. Logo, só é possível mergulhar com ele dentro da capacidade do próprio fôlego. A “brincadeira” também exige atenção à equalização dos ouvidos e à duração da bateria.

                                            Foto: Instagram @cudajet / Reprodução

                                            Ainda assim, Archie O’Brien, empreendedor britânico de 28 anos que projetou o dispositivo, afirmou à CNN que o jetpack já tem quase 100 unidades vendidas desde que começou a ser comercializado, no início de 2023.


                                            O retorno tem sido incrível. O jetpack subaquático oferece uma das sensações mais próximas do voo humano. A experiência de estar sem peso parece sobre-humana– destacou O’Brien

                                            Além de preparar os bolsos, quem quiser navegar embalado pelo jetpack precisa aguardar a produção dele, que leva cerca de três meses.

                                             

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                                              15/08/2025

                                              Depois de 15 anos confundindo pesquisadores, uma nova espécie de raia-manta foi finalmente confirmada. Trata-se da Mobula yarae, a terceira do grupo, ao lado das Mobula alfrediMobula birostris. O animal, encontrado no México, nos Estados Unidos e no Brasil, recebeu o nome em homenagem à Iara, personagem da cosmologia indígena conhecida por ser meio mulher e meio peixe.

                                              A espécie vive exclusivamente no Oceano Atlântico. Em águas brasileiras, o animal foi encontrado em Ilha Comprida (SP), Natal (RN) e Fernando de Noronha (PE), conforme informações da Universidade de São Paulo (USP).

                                              Mobula yarae. Foto: Stefani Zanella/ All Angle/ Acervo Projeto Mantas do Brasil

                                              Sua descoberta passa diretamente pelo trabalho de Andrea Marshall, cofundadora da instituição americana Marine Megafauna Foundation (MMF) e principal pesquisadora envolvida na busca. Foi ela que, em 2009, comprovou a existência da Mobula birostris, segunda espécie de raia-manta — já suspeitando da existência de uma terceira.

                                              15 anos de buscas

                                              Os sinais da nova espécie de raia-manta começaram a aparecer no mar do México, cerca de um ano após a primeira descoberta. “Levei seis anos para diferenciar as duas primeiras espécies e, àquela altura, eu as conhecia de cor e salteado”, destacou a pesquisadora em comunicado.

                                               

                                              Já no Brasil, entre 2009 e 2010, ao analisar fotos de mantas feitas pela pesquisadora Ana Paula Balboni Coelho, Andrea novamente se deparou com a possível nova espécie — embora a imagem não fosse suficiente para sustentar sua tese.


                                              A pesquisa começou a evoluir somente anos depois, em 2017, a partir da análise de uma raia-manta que foi encontrada morta na Flórida, nos EUA. Na ocasião, os cientistas puderam analisar mais de perto a Mobula yarae, que revelou uma série de características diferentes das outras raias, visíveis, especialmente, no desenho na parte superior do corpo, na cor do rosto, nas guelras e até no tamanho. Veja:

                                              Arraias-manta: Mobula alfredi (a, d), Mobula birostris (b, e) e Mobula yarae (d, f). Foto: Leo Francini (a); Guy Stevens | Manta Trust (b, e); Rawany Porfilho (c); Mauricio Andrade (d); e Nayara Bucair (f) / MMF/ Reprodução

                                              Ainda assim, o anúncio oficial da descoberta aconteceu somente em julho deste ano, com um artigo publicado na revista Environmental Biology of Fishes.

                                              Espécie ameaçada

                                              Em 2024, Andrea sofreu um grave acidente vascular cerebral e se afastou de suas atividades científicas. O bastão foi passado para Nayara Bucair, doutora pelo Instituto Oceanográfico (IO) da USP e primeira autora do artigo.

                                              Mobula yarae. Foto: Stefani Zanella/ All Angle/ Acervo Projeto Mantas do Brasil

                                              Ela, por sua vez, destaca a ameaça que as raia-mantas sofrem atualmente: “Desenvolvimento costeiro, poluição por produtos químicos/orgânicos, detritos marinhos, plástico e microplástico, emaranhamento, atropelamento por embarcações e o impacto das alterações climáticas nos ecossistemas marinhos e costeiros representam outras ameaças iminentes para as móbulas”.

                                               

                                              De acordo com a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), todas as móbulas estão atualmente listadas nas categorias de ameaçadas de extinção.

                                               

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                                                Está na hora de trocar o inquietante barulho de motor pelo lazer nas águas! De férias da temporada da Fórmula 1, diversos pilotos resolveram curtir o verão europeu não sobre quatro rodas, mas a bordo de barcos e iates luxuosos que servem como um oásis — em contraste com a velocidade do automobilismo.

                                                Vale destacar que a temporada não chegou ao fim. Acontece que os pilotos e principais funcionários das equipes da F1 têm direito por lei a um recesso de, no mínimo, 14 dias seguidos no meio do torneio.

                                                Confira pilotos de Fórmula 1 sobre as águas nas férias

                                                George Russell

                                                O primeiro a trocar os autódromos pelos mares foi o britânico George Russell, piloto da Mercedes. Nas redes sociais, o corredor compartilhou seus momentos de descontração com sua namorada Carmen Mundt a bordo da lancha Pershing 6X, um barco esportivo ideal para viver momentos longe das pistas de corrida.

                                                George Russell e Carmen Montero Mundt, sua namorada. Foto: Instagram @georgerussell63/ Reprodução

                                                O novo “brinquedo” do inglês custou 2,2 milhões de libras (cerca de R$ 16 milhões, na conversão de agosto de 2025). Com 18,6 metros de comprimento, a lancha acomoda até 14 pessoas a bordo, enquanto atinge uma velocidade de 48 nós (cerca de 89 km/h). A embarcação ainda conta com uma garagem para jet na popa.

                                                 

                                                 

                                                Para ostentar a sua aquisição, o destino escolhido foi a paradisíaca ilha italiana da Sardenha — um dos lugares preferidos pelas celebridades quando o assunto é férias. Nos cliques, o inglês demonstra habilidades em pranchas com foil, põe o corpo em forma e mergulha na água com direito a acrobacias.

                                                Esteban Ocon

                                                Quem também aproveitou as férias para desfilar nas águas foi o francês Esteban Ocon. Embaixador da Meros Yatch Sharing, serviço de compartilhamento de embarcações, o piloto da Hass publicou, ao lado da sua namorada Flavy Barla, várias fotos em barcos de diferentes portes.

                                                Foto: Instagram @estebanocon/ Reprodução

                                                O casal aproveitou o momento de recesso da Fórmula 1 para relaxar na deslumbrante ilha de Cefalônia, na Grécia. Conhecido pelas águas cristalinas azul turquesa e passeios pela costa grega, o local possui praias situadas nos sopés de penhascos e enseadas que encantam milhares de turistas todos os verões.

                                                 

                                                 

                                                Mesmo sendo compatriota de Alain Prost — maior rival de Ayrton Senna — o francês costuma colecionar bons resultados no Autódromo de Interlagos, se arrisca no português com os fãs, veste-se de verde e amarelo e convocou os brasileiros a desenhar o seu capacete para o GP de São Paulo, que acontecerá de 6 a 9 de novembro.

                                                Alex Albon

                                                Nascido em Londres, mas correndo sob a bandeira da Tailândia, Alex Albon foi outro que buscou refúgio nas águas — mas não sozinho. Acompanhado da sua namorada, a golfista chinesa Lily Muni, o casal desfrutou das férias a bordo de um iate na ilha francesa de Córsega.

                                                Alex Albon e Lily Muni, sua namorada. Foto: @alex_albon/ Reprodução

                                                As fotos capturaram o piloto da Williams bem à vontade em momentos de refeições, se divertindo na popa e até mesmo tirando um cochilo. Confira!

                                                 

                                                 

                                                Antenado nas tendências do TikTok, Albon foi mais um dos famosos que entrou na viral dança “aura farming”, feita na proa de uma comprida embarcação por um menino de 11 anos durante a Pacu Jalur, tradicional corrida de barcos da Indonésia.

                                                Nico Hülkenberg

                                                Diferente dos demais pilotos de Fórmula 1 que levaram “apenas” suas namoradas para curtir as férias, Nico Hülkenberg aproveitou o momento com a sua esposa Eglė Ruškytė e Noemi, sua filha, para passearem de barco na Itália.

                                                Nico Hülkenberg com sua filha, Noemi, e sua esposa, Eglė Ruškytė. Foto: Instagram @hulkhulkenberg/ Reprodução

                                                Noemi agora sabe nadar e dirigir carros e barcos– brincou o atleta na legenda da publicação

                                                No post, é possível ver Hülkenberg — companheiro de equipe do brasileiro Gabriel Bortoleto, ambos da Sauber — curtindo momentos com a família em Santa Margherita, uma comuna italiana da região da Ligúria.

                                                 

                                                 

                                                 

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                                                  Na tarde desta sexta-feira (15), o Mubadala Brazil Team, time brasileiro no SailGP, se envolveu em um impactante acidente. Imagens divulgadas pela organização da disputa mostram o exato momento em que o catamarã F50 sofre danos em boa parte da estrutura após um mergulho de proa de alto impacto.

                                                  No momento do acidente, a equipe se preparava para o Germany Sail Grand Prix, GP da Alemanha que acontece neste final de semana (dias 16 e 17), nas águas da cidade de Sassnitz. Com os danos, o time brasileiro vai ficar de fora da disputa — a 8ª do campeonato. Assista ao momento do choque:

                                                   

                                                   

                                                  Após o susto, Paul Goodison, strategist da equipe, informou através de um vídeo no Instagram que o desastre aconteceu depois de uma falha de engrenagem. “O barco quebrou na viga dianteira, causando um grande acidente”, detalhou. Ele ainda disse que “todos estão bem, apenas com alguns cortes e hematomas”.

                                                  Estamos chateados por não podermos correr neste final de semana. Tivemos dias fantásticos aqui com os treinamentos extras, melhorando nos pontos em que estamos trabalhando– lamentou Goodison

                                                  Foto: Instagram @sailgp e @mubadalabrasailgp / Reprodução
                                                  Foto: Instagram @sailgp e @mubadalabrasailgp / Reprodução

                                                  Martine Grael, líder da equipe, destacou estar aliviada por todos estarem bem. Segundo ela, “o barco não está em boas condições após o acidente”, e na noite desta sexta-feira será levantado da água para que o grupo possa “entender o tamanho do dano”.

                                                  Como líder, minha principal preocupação agora é quanto à continuidade da equipe nas próximas etapas– revelou Grael

                                                  Foto: Instagram @sailgp e @mubadalabrasailgp / Reprodução

                                                  A driver do Mubadala Brazil SailGP Team também não escondeu a chateação quanto à quebra de expectativas do time brasileiro. “É realmente uma pena que isso tenha acontecido, pela incrível evolução do time nos últimos meses e especialmente nos últimos dias aqui em Sassnitz, na prévia da etapa da Alemanha”, disse.

                                                   

                                                  Em comunicado, Horácio Carabelli, diretor esportivo do Mubadala, detalhou que o time preparou a manobra para o gybe e a viga frontal do barco quebrou. “A equipe técnica do SailGP já está investigando a causa da quebra e divulgará mais informações em breve”, afirmou.

                                                  Equipe vinha em crescente no campeonato

                                                  Até o momento do incidente, a equipe brasileira tinha boas expectativas para a 8ª etapa da competição. Isso porque o time vinha em uma crescente no campeonato, tido como a Fórmula 1 dos barcos.

                                                   

                                                  Comandada pela bicampeã olímpica Martine Grael — primeira mulher a assumir esse posto na história da competição — , a equipe verde e amarela estreou em 10° lugar na primeira etapa, que aconteceu em Dubai, em novembro de 2024.

                                                  Membros do time Mubadala Brazil, da esquerda para a direita: Marco Grael, Andy Maloney, Breno Kneipp, Paul Goodison, Martine Grael, Leigh McMillan e Mateus Isaac. Foto: AT Filmes / Mubadala Brazil SailGP Team / Divulgação

                                                  A fase seguinte foi em Auckland, na Nova Zelândia, onde o resultado saltou para a 9ª colocação geral. Na 3ª etapa, o Brasil garantiu a melhor posição em uma regata até então, mas finalizou a disputa geral em Sydney, no mesmo país, ainda na 10ª posição. Já em Los Angeles, durante a 4ª quarta etapa, a equipe cravou um grande e significativo 2° lugar em uma das regatas, superando o próprio recorde, e fechou o pódio geral na 11ª colocação.


                                                  Outro 9º lugar veio na 5ª etapa do SailGP 2025. Mal sabiam eles que, na próxima competição, em Nova York, conquistariam a 4ª colocação geral com direito a um 1º lugar inédito em uma regata — marco histórico para o time. Na 7ª etapa, ocorrida na Grã-Bretanha, o Brasil finalizou o ranking-geral novamente na 9ª posição após voltas emocionantes e desfalques de última hora.

                                                   

                                                  Agora, nos preparos para disputar a 8ª etapa do campeonato, o time buscava manter o avanço técnico e o espírito de equipe para resultados ainda melhores.

                                                  Depois de Portsmouth vai ser muito frustrante não poder estar lá fora correndo. Mas estamos tentando nos preparar para a próxima. Estaremos de volta mais fortes e melhores como equipe– concluiu Paul Goodison

                                                  O que é o SailGP

                                                  Criado em 2018, o SailGP é uma liga global de vela de alta performance tida como a “Fórmula 1 dos barcos”. As equipes competem em catamarãs F50, idênticos entre si e capazes de ultrapassar 50 nós (93 km/h) de velocidade. As regatas são curtas, dinâmicas e acontecem perto da costa, para aproximar o público da emoção nas águas.

                                                  Foto: Samo Vidic / SailGP / Reprodução

                                                  O campeonato soma pontos ao longo do ano e define seu campeão na grande final — mantendo a adrenalina no topo até a última regata. Neste ano, além do Brasil, também participam equipes da Nova Zelândia, Austrália, Estados Unidos, Reino Unido, França, Dinamarca, Alemanha, Canadá, Espanha e Suíça.

                                                   

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                                                    Além das embarcações, estande da marca estará recheado de produtos das linhas Adventure e Eletric. Confira os valores!

                                                    Por: Nicole Leslie -

                                                    Após ser anunciada em primeira mão no Estúdio Náutica, a nova lancha de 37 pés da Ventura Marine ganha nome e data de estreia. A V370 Cross será lançada no São Paulo Boat Show 2025, ao lado de nada menos que outras 11 embarcações do estaleiro mineiro. A marca promete um estande cheio de novidades, entra elas, lanchas remodeladas, novos modelos de quadriciclo, jet e até motos elétricas.

                                                    O salão náutico, tido como o maior da América Latina, acontece no São Paulo Expo, de 18 a 23 de setembro. Por lá, embora a grande atração da Ventura seja a nova V370 Cross, o visitante encontrará outros modelos de sucesso para ficar de olho.

                                                     

                                                     

                                                    Bom exemplo disso é a recém-lançada V550 Fly, mais nova versão do maior barco da história do estaleiro. A aclamada V400 Crossover também terá espaço garantido, além da famosa V300 Crossover, do jet elétrico Orca e outros modelos imperdíveis de entrada, como a V195 — todos já testados por NÁUTICA. Os produtos poderão ser vistos em detalhes no evento, mas, até lá, confira aqui a lista completa.

                                                    Ventura no São Paulo Boat Show: confira produtos e valores

                                                    Embarcações

                                                    Ventura V550 Fly. Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                                    A Ventura Marine exibirá grande parte de seu portfólio no Boat Show. Os barcos em exposição variam de R$ 154,9 mil a mais de R$ 6,5 milhões — e também de 19 a 55 pés. Veja a seguir os modelos e os valores mínimos prometidos para o evento:

                                                    • V550 FLY: a partir de R$ 6,5 milhões;
                                                    • V400 Cross: a partir de R$ 1,7 milhão;
                                                    • V370 Cross (lançamento): a partir de R$ 1,7 milhão;
                                                    • V300 Day Cruiser: a partir de R$ 446,9 mil;
                                                    • V300 Crossover: a partir de R$ 635,9 mil;
                                                    • V265: a partir de R$ 446,9 mil;
                                                    • V250: a partir de R$ 379,9 mil;
                                                    • V220 (em cor inédita): a partir de R$ 539,9 mil;
                                                    • V205: a partir de R$ 217,5 mil;
                                                    • V195: a partir de R$ 154,9 mil;
                                                    • Jet elétrico Orca Performance: R$ 129,9 mil
                                                    • Pontoon (modelo não revelado).

                                                    Quadriciclos

                                                    Linha de ATVs no estande da Ventura no Marina Itajaí Boat Show 2024. Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica

                                                    A marca apresentará cinco modelos de quadriciclo para os que gostam de estender a adrenalina da água para a terra firme. Os produtos são da linha Adventure e têm preços que variam de R$ 29,9 mil a R$ 84,9 mil, sem considerar os lançamentos, cujos valores não foram divulgados. Saiba quais veículos poderão ser vistos em detalhes no evento:

                                                    • ATV M250: R$ 29,9 mil;
                                                    • ATV 500 PROMAX: R$ 42,9 mil;
                                                    • ATV 550 NEW (lançamento): valor ainda não revelado;
                                                    • ATV 650 NEW (lançamento): valor ainda não revelado;
                                                    • UTV T- BOSS: R$ 84,9 mil.

                                                    Motos 100% elétricas

                                                    Moto elétrica Brat. Foto: Ventura / Reprodução

                                                    Para fechar o leque de novidades, a Ventura Marine levará motos totalmente elétricas, com valores que variam entre R$ 14,9 mil e R$ 129,9 mil. Os modelos prometem velocidade e adrenalina sem comprometer o meio ambiente.

                                                    • Brat: R$ 14,9 mil;
                                                    • Grunt Evo: R$ 39,9 mil.

                                                    São Paulo Boat Show 2025

                                                    A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                                     

                                                    Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                                    Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                                    Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                                     

                                                    A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                                     

                                                    Anote aí!

                                                    SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                                    Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                                    Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                                    Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                                    Mais informações: no site do evento
                                                    Ingressos: site oficial de vendas

                                                     

                                                    Náutica Responde

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                                                      Ao todo, 26 desenhos foram encontrados, que vão dos 15 centímetros aos 2 metros de comprimento. Tudo isso cravado em arenito litificado pelos nativos há mais de 500 anos.

                                                       

                                                      De acordo com os pesquisadores, 18 dos desenhos assemelham-se a figuras humanas em poses dinâmicas, possivelmente ligadas a rituais e cerimônias. Além disso, oito esculturas aparentam representar genitais masculinas, enquanto outras são formas abstratas e enigmas ainda não identificados.

                                                      Foto: Exército dos EUA/ Nathan Wilkes/ Divulgação

                                                      Os cientistas acreditam que o painel pode representar uma história tradicional havaiana relacionada à agricultura e aos ciclos do sol. Um desenho que corrobora com essa teoria é o de uma figura maior, com um dos braços estendidos para o céu enquanto o outro aponta para o solo.

                                                      Vale ressaltar que a arte rupestre — isso é, pinturas e gravuras realizadas em pedras e superfícies de cavernas — é considerada uma das formas mais antigas de expressão artística da humanidade, datada da Pré-História (há cerca de 3,3 milhões de anos).

                                                      Arte para ser vista

                                                      A equipe que encontrou a arte rupestre na praia estima que as obras podem ter até 600 anos. Para chegar ao número, os registros em rocha foram datados com base nos sítios arqueológicos próximos. Vale ressaltar, porém, que essa é uma tarefa árdua e que pede mais estudos.

                                                      Foto: Exército dos EUA/ Nathan Wilkes/ Divulgação

                                                      Em comunicado, Dave Crowley, gerente do programa de recursos culturais, explicou que as mudanças sazonais na maré e na energia das ondas deslocaram a areia ao longo da praia, deixando as antigas gravuras na rocha completamente expostas.

                                                      Esta é a primeira vez desde 2016 que todo o painel fica visível– ressalta Crowley

                                                      O local onde foi encontrada a arte rupestre trata-se de uma praia pública, que faz divisa com o Centro Recreativo do Exército de Pililaau. Ela é preservada pelo Exército dos Estados Unidos em conjunto com comunidades nativas. Juntos, eles atuam na conservação de mais de 1.900 sítios arqueológicos e locais sagrados em Oahu e na Ilha do Havaí.

                                                      Oahu, Havaí. Foto: Galyna_Andrushko/ Envato

                                                      Inclusive, há um contato constante com os povos originários para que as visitas turísticas sejam feitas com respeito às obras e à cultura. O Exército promove visitas guiadas para grupos culturais havaianos e utiliza fotogrametria 3D para permitir que o público conheça os desenhos virtualmente em alta precisão.

                                                      Administrar essas terras é vital para a nossa missão. Ao proteger sítios culturais como essas artes rupestres, honramos a herança do Havaí e construímos laços comunitários mais fortes– destaca Crowley

                                                      Os desenhos foram documentados por arqueólogos pela primeira vez em um projeto que durou de 2016 a 2017. Atualmente, o Programa de Gestão de Recursos Culturais da Guarnição do Exército dos EUA preserva a região, para que o passado possa ficar escondido pela natureza, mas nunca destruído pelo homem.

                                                       

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                                                        Até então, acreditava-se que os peixes mesopelágicos (de águas profundas) tinham pouca ou nenhuma contribuição no ciclo do carbono. Entretanto, um novo estudo lançou luz sobre essa teoria e provou que, na verdade, esses animais não só colaboram, como são cruciais para esse processo.

                                                        Os cientistas sabiam, até então, que os peixes de águas rasas excretam minerais carbonáticos — cristais de carbonato de cálcio. Esse processo, chamado de ictiocarbonato, ajuda os animais a equilibrar água e sal em seus corpos e, ao mesmo tempo, contribui para o ciclo do carbono no oceano.

                                                        Foto: kryzhov/ Envato

                                                        Entretanto, nada se sabia sobre a contrinuição dos peixes de água profunda nesse processo — até agora. De acordo com o estudo, realizado por cientistas da Universidade de Miami e publicado no Journal of Experimental Biology, essas criaturas também expelem carbonato em quantidades semelhantes aos de águas rasas.

                                                         

                                                        Para chegar a esse resultado, os cientistas focaram num tipo específico de peixe de águas profundas: o peixe-rosa de barriga preta (Helicolenus dactylopterus), que vive entre 350 e 430 metros de profundidade.

                                                         

                                                        A espécie foi a escolhida pela sua capacidade de se adaptar ao clima de laboratório e por não possui bexiga natatória, fator que contribui para sua sobrevivência mesmo com a mudança brusca de pressão até a superfície.

                                                        Peixe-rosa de barriga preta. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                                                        Durante o experimento, os pesquisadores mantiveram os espécimes em um ambiente que replicava seu habitat natural. Logo, eles observaram que cada quilo de peixe liberava aproximadamente 5 miligramas de carbonato por hora — quantia muito semelhante à registrada nos animais de águas rasas.

                                                         

                                                        Para Amanda Oehlert, coautora e professora assistente do Departamento de Geociências Marinhas, a pesquisa preenche uma lacuna fundamental na compreensão da química oceânica e do ciclo do carbono.

                                                        Com os peixes mesopelágicos desempenhando um papel tão significativo, sua contribuição para o fluxo de carbonato — e como ele pode mudar com o aquecimento dos oceanos — merece maior atenção– destacou Oehlert

                                                        Ecos do experimento

                                                        O teste concluiu que nem a profundidade nem a pressão inibem a formação de ictiocarbonato. Além disso, os resultados reforçam as estimativas globais da produção de carbonato derivada de peixes, com os mesopelágicos sendo parte fundamental dessa cadeia.

                                                        Martin Grosell, pesquisador envolvido no novo estudo, observa o peixe-rosa de barriga preta. Foto: Diana Udel/ University of Miami/ Divulgação

                                                        Os cientistas também concluíram que a composição do ictiocarbonato expelido é semelhante, independentemente da profundidade em que se forma — o que influencia como e onde ele é armazenado ou dissolvido no oceano.

                                                         

                                                        Os peixes que vivem na “zona crepuscular” do oceano — como o “cobaia” do estudo — (entre 200 e 1000 metros de profundidade) representam até 94% da biomassa global desses animais. Logo, se todos os peixes contribuem com a produção de carbonato, o impacto deles na química do oceano é gigantesco.

                                                        Peixes mesopelágicos não são apenas presas; são engenheiros químicos do oceano– apontou Martin Grosell, principal autor do estudo

                                                        Além disso, os peixes profundos contribuem de forma tão significativa com o ciclo do carbono que ajudam os cientistas a aprimorar os modelos do sistema terrestre (uma espécie de programa de computador que simula interações complexas para prever o clima e entender como ele muda).

                                                        O que é o ciclo do carbono?

                                                        Por ironia do destino, os animais que eram negligenciados, na realidade, trabalham em prol do ciclo do carbono. Este processo, por sua vez, ocorre de maneira natural e descreve como o carbono — elemento essencial para a vida — se move entre a atmosfera, os oceanos, a terra e os seres vivos.

                                                        Peixe-rosa de barriga preta. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                                                        Trata-se de um ciclo biogeoquímico. Ou seja: um processo que garante a reciclagem do carbono, possibilitando que esse elemento interaja com o meio e com os seres vivos. Logo, o processo possibilita verificar como o carbono se movimenta pela atmosfera, litosfera, hidrosfera e biosfera.

                                                        No oceano, parte desse carbono é convertido em carbonatos, que são importantes para a formação de conchas e esqueletos de muitos animais marinhos.

                                                         

                                                        Isso significa que a contribuição desses peixes para o estoque de carbono nos oceanos é muito maior do que se imaginava, e essa informação é vital para entender como nossos oceanos e o clima do planeta funcionam.

                                                         

                                                        Náutica Responde

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                                                          Criada em 2020 por engenheiros do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), a AeroRiver busca voltar olhares para alternativas inovadoras que atendam às necessidades do mercado, a exemplo do Volitan, que promete revolucionar o dificultoso transporte de cargas e pessoas na Amazônia.

                                                          Expectativa da AeroRiver é que o modelo comece a operar em 2026. Foto: AeroRiver / Divulgação

                                                          Inspirado nos ecranoplanos russos, o barco voador opera de 5 a 10 metros acima da água, se beneficiando do chamado “efeito solo”, que consiste no resultado do aumento da sustentação e da redução do arrasto quando uma aeronave voa muito próxima ao chão — ou da água, nesse caso. Um protótipo já foi testado. Veja o resultado:

                                                           

                                                           

                                                          Esse deve ser o primeiro ecranoplano do mundo destinado a operações fluviais, e vai atuar, inicialmente, nos rios amazônicos. Isso porque a região soma cerca de 6,74 milhões de km² e faz conexões entre suas 62 cidades, principalmente, pelos rios — tarefa que acumula problemas logísticos.

                                                           

                                                          Para se ter uma ideia, o trajeto entre Manaus e Parintins (437 km) deve levar três horas no barco voador, com emissão média de 36 kg de CO₂ por passageiro. De lancha, seriam 10 horas e 42 kg de CO₂ por pessoa; já de avião, apenas 1h10 de viagem, mas quase 60 kg de CO₂ por passageiro.

                                                          Barco voador promete solucionar de forma inovadora os problemas logísticos da região da Amazônia. Foto: AeroRiver / Divulgação

                                                          Com 18 metros de comprimento, o veículo movido por um motor a diesel terá autonomia para percorrer uma distância de até 450 quilômetros sem reabastecer, com velocidade de até 81 nós (150 km/h). O barco será capaz de transportar dez passageiros, ou, ainda, uma tonelada de carga, emitindo, de acordo com a empresa, menos CO₂ do que embarcações e aeronaves tradicionais.

                                                           

                                                          Não à toa, o projeto Volitan teve um aporte de R$ 10 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), e já atraiu o interesse de empresas locais. Segundo o Metrópoles, a Bemol, maior rede varejista de Manaus, é uma delas, já com a assinatura de uma carta de intenção para utilizar o veículo em suas operações logísticas.


                                                          São Paulo Boat Show 2025

                                                          A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                                           

                                                          Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                                          Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                                          Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                                           

                                                          A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                                           

                                                          Anote aí!

                                                          SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                                          Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                                          Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                                          Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                                          Mais informações: no site do evento
                                                          Ingressos: site oficial de vendas

                                                           

                                                          Náutica Responde

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                                                            14/08/2025

                                                            A Lanchas Rossini preparou um lançamento especial para o São Paulo Boat Show 2025: a R31k, uma nova lancha cabinada que fará sua estreia no evento. Além dela, o estaleiro também apresentará a R170, outro modelo recém-lançado no mercado.

                                                            A nova R31k, lançamento da Lanchas Rossini, estará disponível a partir de R$ 450 mil, enquanto a R170 partirá dos R$ 119 mil no evento. Considerado o maior salão náutico da América Latina, o São Paulo Boat Show acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo.

                                                            Última presença da marca no salão náutico foi em 2021, como mostra a imagem do estande naquele ano. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                            Rossini R31k: a nova cabinada

                                                            A R31k surge como uma variação da R31x, mas com uma proa cabinada em vez de aberta. Com 31 pés (9,45 metros) de comprimento e casco esportivo, o modelo acomoda 10 pessoas durante o dia e até três no pernoite.

                                                             

                                                            A lancha possui cabine e banheiro, e pode ser equipada com motorização de popa ou centro-rabeta, com potência mínima de 220 hp e máxima de 850 hp (em parelha). Totalmente inédita e sem imagens divulgadas, a R31k será apresentada oficialmente ao mercado náutico durante o Boat Show paulista.


                                                            Rossini R170: a lancha de entrada

                                                            Com 17 pés de comprimento (5,2 metros), a R170 é a lancha ideal para quem busca praticidade. Seu tamanho compacto permite que seja facilmente rebocada por carros pequenos e até mesmo guardada em vagas de garagem comuns, facilitando o cuidado e a manutenção da embarcação por conta própria.

                                                            Foto: Lanchas Rossini / Divulgação

                                                            Apesar de ser enxuta, a lancha promete ser espaçosa, acomodando até cinco passageiros, além do comandante. A R170 possui um tanque de 60 litros de combustível para a propulsão de popa e, segundo a Rossini, garante uma navegação estável e segura.

                                                            Foto: Lanchas Rossini / Divulgação
                                                            Foto: Lanchas Rossini / Divulgação

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                                                            Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                                            Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                                            Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                                             

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                                                            Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                                            Mais informações: no site do evento
                                                            Ingressos: site oficial de vendas

                                                             

                                                            Náutica Responde

                                                            Faça uma pergunta para a Náutica

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