Fazer flexões na barra já não é lá tarefa fácil, mas o egípcio Ramy Abdelhamid, de 36 anos, conseguiu levar esse desafio a outro patamar. A nove metros de profundidade, nas águas do Mar Vermelho, o mergulhador realizou nada menos que 33 repetições do exercício sem respirar — e entrou para o Guinness Book, o Livro dos Recordes.
Em um comunicado, Abdelhamid comentou que “muitas pessoas pensam que é fácil”, uma vez que “você está se puxando para cima debaixo d’água”, o que ele não nega ser verdade. Porém, como conta ele mesmo, “o desafio foi realmente me empurrar de volta para baixo”.
Foto: YouTube Guinness World Records / Reprodução
Porque estou resistindo à água e estou fazendo isso com uma única respiração a uma profundidade de nove metros– destacou
Ramy Abdelhamid é um mergulhador livre, ou seja, realiza a atividade sem o auxílio de equipamentosde respiração, como cilindro de ar comprimido, por exemplo. No máximo, atinge as profundezas do mar munido de máscara de mergulho, nadadeira e snorkel. Assista ao vídeo:
Para cravar seu nome no Livro dos Recordes, o mergulhador Abdelhamid foi até a cidade de Dahab, no Egito em agosto do ano passado — o vídeo, por sua vez, foi divulgado neste ano. Ramy nadou até a barra guiando-se por uma corda presa ao fundo do mar. Ele foi acompanhado por pessoas que o filmavam e vigiavam, já que havia chances de que passasse mal durante o exercício.
“É uma sensação indescritível. Sou uma das pessoas que estão nos [livros] de história agora, isso é grande demais para meu cérebro absorver”, afirmou.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Navegar pela Holanda é uma experiência única, repleta de paisagens e culturas encantadoras — como é possível conferir na série de NÁUTICA. Recentemente, porém, a paisagem local foi ofuscada: um megaiate nos canais holandeses praticamente “se espremeu” para não levar junto consigo tudo o que vinha pelo caminho.
O barco em questão, do estaleiro holandês Feadship, tem quase 80 metros (262 pés) e é o mais novo brinquedo de Lawrence Stroll, um dos proprietários da fabricante de carros esportivos de luxo Aston Martin e da equipe de Fórmula 1Aston Martin F1 Team.
Na ocasião, o megaiate fazia sua singela viagem de testes pelos canais holandeses, de Aalsmeer para Rotterdam. Confira:
Na filmagem, o barco de 13,57 metros de boca (largura) causa verdadeiros momentos de tensão ao passar por espaços minúsculos em relação ao seu tamanho. Quando próximo as casas que rodeiam o canal, a embarcação nem parece de verdade, dada sua imponência em comparação a elas.
Batizado de Project 714, esse megaiate, por incrível que pareça, representa um “downgrade” — ao menos em tamanho — para Stroll. Isso porque seu barco anterior, o Faith (agora rebatizado de Sophia) tinha impressionantes 317 pés, cerca de 96 metros de comprimento. A título de curiosidade, segundo a Forbes, o executivo tem um patrimônio estimado em US$ 3,8 bilhões — cerca de R$ 21,6 bilhões (conversão realizada em abril de 2025).
Foto: Feadship / Divulgação
O megaiate que passeou pelos canais holandeses tem casco de aço e superestrutura de alumínio e deve ser entregue ao bilionário no final do ano, já como Faith. Nesta quarta-feira (2), inclusive, a Feadship revelou que os testesda embarcação foram concluídos com sucesso no mar — depois do sufoco para passar pelos canais. Veja:
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O Rio Tietê atravessa praticamente todo o estado de São Pauloe seu curso d’água não se resume a poluição. Em vários pontos, fora da capital, suas águas límpidas são fonte de renda para pescadorese operadores de turismo náutico. Esse trabalho, contudo, tem sido ameaçado pelos aguapés, espécie de planta aquática que tem transformado trechos do rio em “campos de futebol”.
Especialmente na região de Barra Bonita, o tom azul da água, que costuma atrair cerca de 3 mil pessoas de diversas regiões por semana em barcosturísticos, tem dado lugar ao verde. Em alguns trechos, as plantas chegam a cobrir 6 km do rio.
Nos roteiros turísticos, o ponto alto é quando as embarcações passam pelas eclusas, verdadeiros “elevadores” gigantes de barcos. Porém, após as comportas se fecharem e a câmara se encher de água, para levar o barco a um nível mais alto do rio, a paisagem esperada tem dado lugar a um imenso “matagal”.
Imagem de arquivo mostra o rio Tietê coberto por plantas aquáticas na cidade de Barra Bonita / Foto: Prefeitura de Barra Bonita / Divulgação
O jornalista e empresário Carlos Nascimento, proprietário do Navio Homero Krähenbühl, que realiza cruzeiros e eventosno Rio Tietê, conta que atualmente só é possível definir se a viagem com eclusa será realizada no momento do passeio. “Os clientes não gostam disso, eles querem a certeza de que vão fazer a viagem completa”.
Isso causa prejuízo. Na última semana, por exemplo, um grupo de 45 pessoas cancelou a viagem nos últimos momentos porque não tinha a certeza se haveria a passagem pela eclusa ou não– conta Carlos Nascimento
Segundo ele, quando não dá para passar, o barco entra na eclusa, sobe, mas não sai do outro lado, uma vez que a porta fica fechada. Mas os problemas vão muito além disso.
Carlos Nascimento atualmente é proprietário da embarcação turística NM Homero Krähenbühl. Foto: Divulgação
Toda uma cadeia afetada pelos aguapés no Rio Tietê
O excesso de aguapés no rio Tietê tem afetado diretamente a locomoção dos barcos, principalmente os de menor porte. As plantas podem se enroscar no eixo, no hélice, ou ainda serem aspiradas pelo motor, comprometendo a navegação e com risco de danificar as embarcações.
Foto: Rosi Pereira / Arquivo Pessoal
A Capitania Fluvial do Tietê-Paraná, aliás, tem um dos maiores números de embarcações de esporte e recreio registrados entre todas as capitanias. Ou seja, a maior parte das embarcações desse tipo está no rio.
Já para as embarcações de turismo — atualmente cinco empresas trabalham na área, com 10 embarcações de grande porte em média — , além dos riscos mencionados, o aguapé entope a canalização de refrigeração do ar. “Os filtros ficam lotados de pedaços da planta”, explica Nascimento.
Circulando pelo Tietê há ainda comboios de cargaque, apesar da maior facilidade em enfrentar as plantas, também sofrem com os prejuízos da navegação. Hoje, essas embarcações transportam, principalmente, grãos.
Os aguapés que cobriram o rio Tietê também têm causado prejuízos a produtores de peixese a pescadores. No primeiro caso, na cidade de Arealva, também no interior de São Paulo, os ventos arrastaram as plantas aquáticas para dentro dos tanques de tilápias de uma fazenda de piscicultura, dificultando a alimentação dos animais, devido à falta de oxigênio.
Ao mesmo tempo, pescadores têm visto a renda cair devido às dificuldades de sair com o barco, além dos obstáculos encontrados no uso dos próprios equipamentosde trabalho, como o anzol, que acaba agarrando sujeira.
Foto: Rosi Pereira / Arquivo Pessoal
Como se não bastasse, o meio ambiente, claro, também sofre. Um grupo de pesquisadores liderado pelo biólogo Marcelo Oliveira, de Araçatuba, divulgou através do Instagram um “alerta ambiental no Rio Tietê”, chamando atenção para o risco das algas no rio, que têm causado a proliferação das cianobactérias.
Identificamos a presença massiva da cianobactéria Microcystis aeruginosa nas águas esverdeadas. Essa espécie é altamente tóxica e representa sério risco ambiental e à saúde humana– alerta o texto
Além disso, o Grupo de Trabalho “GT Macrófitas” concluiu um estudo, com professores da Universidade Estadual Paulista (UNESP), que aponta para o risco de que, a médio prazo, a hidrovia Tietê-Paraná pode perder suas características de via navegável e se tornar um pântano, com impactos severos para o meio ambiente e a população ribeirinha — são cerca de 60 municípios na região.
A proliferação dos aguapés no rio Tietê, agravada por esgotos e fertilizantes, já ocupa uma extensão de mais de 300 quilômetros do curso d’água, de Conchas a Araçatuba, atingindo também as eclusas de Bariri e Ibitinga.
Foto: Rosi Pereira / Arquivo Pessoal
Como os aguapés se formam
Os aguapés nada mais são do que plantas aquáticas flutuantes, que têm preferência por rios de fluxo lento ou lagoas de água doce. Elas se reproduzem rapidamente — especialmente no calor— , o que representa perigo, já que são consideradas uma das piores espécies invasoras.
Por se tratar de uma planta flutuante, os aguapés são levados pela correnteza. Assim, com o passar do tempo, vão se encontrando sobre as águas e formando espécies de ilhas, como tem acontecido em Barra Bonita.
Apesar de a espécie exercer também um bom papel ambiental, já que realiza a filtragem da água, em excesso, pode causar danos. Jozrael Rezende, professor de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, explicou ao G1 que os aguapés “ocupam um espaço impedindo, inclusive, a fotossíntese no meio aquático”.
Foto: Rosi Pereira / Arquivo Pessoal
Além disso, o problema vai para além de onde os olhos podem ver. Isso porque, em alguns casos, as raízes dessas plantas podem ter mais de um metro de comprimento. Debaixo d’água, elas se entrelaçam, formando uma espécie de parede, o que dificulta a navegação.
O que tem sido feito para resolver os aguapés no Rio Tietê?
Um plano de controle foi apresentado pelo governo de São Paulo durante o Fórum de Integração das Ações de Recuperação do Rio Tietê, no último dia 25. A ideia é que uma barreira com boiasseja instalada para conter os aguapés que ameaçam fechar o Rio Tietê na região de Barra Bonita.
A barreira flutuante, de 2 km, será ancoradaperto da barragem da Usina Hidrelétrica de Barra Bonita, com previsão de instalação em até 120 dias. Além disso, uma equipe embarcada deve ficar à disposição para realizar a remoção dos aguapés que eventualmente ultrapassarem a contenção.
Outras ações incluem um grupo de fiscalização para identificar fontes de poluição e a instalação de sondas para monitorar a qualidade da água. O governo avalia também a remoção mecânica das plantas. Operadores turísticos, porém, alertam para a necessidade de medidas mais imediatas.
Foto: Instagram @naviohomero / Reprodução
Para Carlos Nascimento, a medida é importante, apesar de ser “uma providência de emergência”. “O ideal é que a gente consiga conter os aguapés muito antes de chegarem à eclusa, e eles precisam ser retirados da água”, avalia.
O ideal seriam máquinas anfíbias que fizessem a retirada dos aguapés, os colocassem em uma balsa, que iria para a margem, como aponta o estudo da UNESP– explica
O jornalista ressalta ainda a necessidade de se melhorar a qualidade da água, “porque o aguapé que aparece na hidrovia Tietê-Paraná vem principalmente da Grande São Paulo. Ele se forma no trajeto inicial de 300 km até a Usina da Barra, que é a 1ª grande hidrelétrica no médio Tietê”.
Além do plano de controle, o governo de São Paulo instituiu, nesta terça-feira, 1º de abril, o Grupo de Fiscalização Integrada das Águas do Rio Tietê (GFI-Tietê), para monitorar e combater a poluição do rio. O grupo reúne órgãos ambientais estaduais, prefeituras e comitês de bacias hidrográficas, promovendo fiscalização integrada e compartilhamento de informações.
Coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (SEMIL), o GFI-Tietê atuará em unidades de gerenciamento de recursos hídricos do Alto ao Baixo Tietê. Suas ações incluem monitoramento via satélite, aplicação de sanções ambientais e parcerias com instituições acadêmicas e sociedade civil.
Para dar força a esse movimento, há ainda a campanha “Por um Tietê Limpo e sem Aguapés”, que tem Nascimento como um de seus principais percursores, e pretende mobilizar a sociedade e chamar atenção para as consequências dos aguapés. Veja:
O jornalista conta que a campanha teve adesão das companhias de navegação e das emissoras de televisão regionais. “Cada um foi dando um ‘pitaco’ e construímos o que hoje é a campanha Por um Tietê Limpo e sem Aguapés”. Segundo ele, a iniciativa ganhou ainda mais força com a presença das cianobactérias nas águas.
Esses dois motivos chamaram a atenção dos frequentadores do rio. A campanha pretende mobilizar a sociedade, porque quem usa o rio já sabe de todos esses problemas– conta
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Nem só de barcos vive o Rio Boat Show 2025. Palco das principais novidades do mercado náutico, o evento traz ainda aquele que é o coração das embarcações: os motores. No estande da Mercury Marine no Rio Boat Show, por exemplo, estarão expostos cinco modelos de motorização, que vão de 50 hp a 400 hp.
De 26 de abril a 4 de maio, o salão mais charmoso da América Latina terá sistemas de propulsão marítima para atender às necessidade de qualquer navegação. O destaque da Mercury para o Rio Boat Show 2025 é um motor já conhecido pelo público, mas com novo visual.
Foto: Mercury/ Divulgação
Já consagrado, o Mercury Fourstroke 150 hp estará no Rio Boat Show 2025 como lançamento na cor branca. Projetado para barcos de médio e grande porte, o motor de popa conta com rabeta Command Thrust e injeção eletrônica, além de pesar 206 kg e possuir o sistema Power Trim. O preço sugerido do produto fica em torno de R$ 108 mil.
Foto: Mercury/ Divulgação
Na linha Fourstroke, a empresa ainda levará o motor de popa 50 HP EFI Mid Tiller, definido pela marca como o melhor custo-benefício da categoria. O produto possui o manche Mid Tiller e Power Trim, além de contar com partida elétrica e controle de corrico.
Primeiro motor de popa V10 do mercado, o Verado 400 hp é outro produto que estará no estande da Mercury no Rio Boat Show 2025.
Foto: Instagram @mercurymarinebrasil/ Reprodução
Segundo a marca, o equipamento é “excepcionalmente suave, silencioso e refinado”, além de possuir a tecnologia SmartCraft e controles digitais avançados que ajudam na navegação. Mais potente entre os modelos da Mercury no Rio Boat Show, o V10 tem o valor sugerido de R$ 312,6 mil.
Foto: Descio Oliveira/ Revista Náutica
Ainda na linha Verado, a fabricante atracará na Marina da Glória com o V8 de 300 hp, com Advanced MidSection (AMS) exclusivo da Mercury e gerenciamento de ruído; e o V6 SeaPro 200 hp, feito para aplicação comercial e “enfrentar os maiores trabalhos, mesmo nas condições mais difíceis”, segundo a empresa.
Rio Boat Show 2025
Já tradicional, o charmoso salão náutico carioca abre o calendário de Boat Shows no Brasil em 2025. A 26ª edição do Rio Boat Show vai atracar na Marina da Glória entre os dias 26 de abril e 4 de maio, em um belo cenário, sob os olhares do Cristo Redentor, na Baía de Guanabara.
Registro do por do sol no Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Com a chance de fazer test-drive de embarcações na água, o Rio Boat Show 2025 vai trazer ainda uma vasta gama de produtos exclusivos para quem vive o lifestyle náutico. A expectativa é que mais de 100 embarcações estejam expostas aos visitantes, incluindo fabricantes que estão entre os maiores do mundo, lançamentos em primeira mão e condições exclusivas de compra.
Para uma experiência ainda mais imersiva e completa, o evento contará com palestras exclusivas com especialistas do setor, no NÁUTICA Talks, bem como passeios de barco a vela, desfile dos principais barcos e atrações interativas.
Vista aérea da área externa do Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Em 2024, o Rio Boat Show registrou números expressivos, com a presença de 33 mil visitantes e mais de 90 barcos expostos. O evento gerou um forte impacto econômico no setor, consolidando sua posição como um dos principais impulsionadores de negócios náuticos no país.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2025
Quando: De 26 de abril a 4 de maio Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro) Horário: Das 15h às 22h nos dias 26, 28, 29 e 30/04; e 02/05. Das 13h às 22h nos dias 27/04, 01 e 03/05. Das 13h às 21h no dia 04/05.
Mais informações: site oficial do Rio Boat Show Ingressos: site oficial de vendas
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Com o auxílio de imagens de satélite e inteligência artificial (IA), pesquisadores descobriram que os oceanos da Terra estão repletos de “navios fantasmas”. Longe de serem lendas urbanas, esses barcosnão só são reais como representam um desafio tanto para a proteção, quanto para a gestão de recursos naturais.
O estudo, realizado pela Global Fishing Watch, juntamente com especialistas da Universidade de Wisconsin-Madison, da Universidade de Duke, da UC Santa Bárbara e da SkyTruth, revelou um número impressionante: 75% dos naviospesqueiros industriais do mundo estão ocultos a olho nu.
Foto: wirestock / Envato
Para chegar a esse dado, os estudiosos analisaram cerca de 2 milhões de gigabytes de imagens de satélite, capturadas entre 2017 e 2021. O resultado, segundo especialistas, é o primeiro mapa global do tráfego de grandes embarcações e infraestruturas em alto-mar.
As consequências dos “navios fantasma”
O objetivo principal do estudo era detectar embarcações e infraestruturas marítimas em águascosteiras de seis continentes, onde se concentram mais de três quartos da atividade industrial.
Foto: Global Fishing Watch / Divulgação
A análise mostrou que grande parte dos navios pesqueiros industriais opera sem registro público e atua principalmente na África e no sul da Ásia. Além disso, revelou que mais de 25% das embarcações de transporte e energianão são detectadas pelos sistemas públicos de rastreamento.
Vale ressaltar que nem todas as embarcações são obrigadas a transmitir sua localização. Inclusive, as que não aparecem nesses sistemas costumam ser chamadas de “frotas fantasmas” — e representam um desafio tanto para a proteção, quanto para a gestão de recursos naturais.
Isso porque, de acordo com os pesquisadores, existe um número alto de navios pesqueiros ocultos em muitas áreas marinhas que são protegidas, além de uma grande concentração de embarcações em águas de países onde, anteriormente, não havia registros de atividade nos sistemas públicos.
O problema fica ainda maior quando se leva em conta a discrepância gerada a partir disso em relação a dados oficiais. Os números apontam, por exemplo, que Ásia e Europa possuem volumes similares de pescaem suas fronteiras.
A pesquisa revelou, contudo, que a Ásia, na verdade, domina essa atividade: a cada 10 barcos pesqueiros em operação, sete estão na Ásia e apenas um na Europa. Para os especialistas, o dado evidencia como a pesca industrial global está realmente distribuída.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Seis barcos da Solara Yachts estarão no Rio Boat Show 2025! O estaleiro gaúcho atracará mais uma vez no evento náutico mais charmoso da América Latina com suas maiores lanchas, além de trazer novidades na disposição interna de duas embarcações.
De 26 de abril a 4 de maio, a marca estará no salão náutico carioca com dois grandes destaques: a Solara 500 Skydeck Fly e a Solara 410 HT. Ambas, em tamanho, são as duas maiores produções do estaleiro e chegarão ao Rio de Janeiro com mudanças na disposição interna dos barcos.
Celso Antunes, dealer exclusivo da Solara. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica
Solara 500 Skydeck Fly
Apresentada com exclusividade no São Paulo Boat Show 2024, a Solara 500 Skydeck Fly tem 50 pés de puro espaço otimizado, lazer e boa navegação, segundo a marca. O barco, por sua vez, é uma atualização do modelo 500 Fly, testado por NÁUTICA, que passou por alguns upgrades.
Solara 500 Skydeck Fly apresentada no São Paulo Boat Show 2024. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica
O espaço gourmet ganhou amplitude, muito pela plataforma lateral expansível, ao lado da praça de popa. De acordo com o estaleiro, a solução do deck beach lateral segue padrões internacionais de inovação e oferece bastante espaço a bordo.
Foto: Revista Náutica
Além disso, o estaleiro retirou parte da estrutura lateral da casaria e, consequentemente, a Solara 500 Skydeck — que estará no Rio Boat Show 2025 — ganhou mais abertura na área central da praça de popa. Por fim, o barco acomoda até 16 pessoas e pode ter seis passageiros no pernoite.
De acordo com a Solara, esse barco sairá por cerca de R$ 4,05 milhões no Rio Boat Show 2025.
Solara 410 HT
A Solara 410 HT é outra que dará as caras nas águas da Baía de Guanabara. A lancha de 41 pés é uma das mais vendidas do estaleiro, segundo Celso Antunes, dealer exclusivo da marca. O barco tem dois quartos fechados com banheiro — com direito a cama de casal — e grande espaço útil interno.
Solara 410 HT. Foto: Solara / Divulgação
Na versão HT — que estará presente no Rio Boat Show 2025 — , o barco da Solara vem com teto elétrico. A lancha também tem capacidade para 14 passageiros e seis no pernoite.
Quanto a motorização, a Solara 410 HT navega com dois motores de 300 hp a 350 hp a gasolina ou dois de 270 hp a 350 hp no diesel. A lancha custará cerca de R$ 1,7 milhão no salão náutico carioca.
A Solara 380 Bowrider também estará no Rio Boat Show 2025. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica
O estande da Solara no Rio Boat Show 2025 terá ainda outros barcos, como a Solara 380 Bowrider, também já testada por NÁUTICA (assista abaixo), e a Solara 350 GT, além do Pontoon 320 Double Deck e Pontoon 320T-TOP.
Rio Boat Show 2025
Já tradicional, o charmoso salão náutico carioca abre o calendário de Boat Shows no Brasil em 2025. A 26ª edição do Rio Boat Show vai atracar na Marina da Glória entre os dias 26 de abril e 4 de maio, em um belo cenário, sob os olhares do Cristo Redentor, na Baía de Guanabara.
Registro do por do sol no Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Com a chance de fazer test-drive de embarcações na água, o Rio Boat Show 2025 vai trazer ainda uma vasta gama de produtos exclusivos para quem vive o lifestyle náutico. A expectativa é que mais de 100 embarcações estejam expostas aos visitantes, incluindo fabricantes que estão entre os maiores do mundo, lançamentos em primeira mão e condições exclusivas de compra.
Para uma experiência ainda mais imersiva e completa, o evento contará com palestras exclusivas com especialistas do setor, no NÁUTICA Talks, bem como passeios de barco a vela, desfile dos principais barcos e atrações interativas.
Vista aérea da área externa do Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Em 2024, o Rio Boat Show registrou números expressivos, com a presença de 33 mil visitantes e mais de 90 barcos expostos. O evento gerou um forte impacto econômico no setor, consolidando sua posição como um dos principais impulsionadores de negócios náuticos no país.
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RIO BOAT SHOW 2025
Quando: De 26 de abril a 4 de maio Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro) Horário: Das 15h às 22h nos dias 26, 28, 29 e 30/04; e 02/05. Das 13h às 22h nos dias 27/04, 01 e 03/05. Das 13h às 21h no dia 04/05.
Mais informações: site oficial do Rio Boat Show Ingressos: site oficial de vendas
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Os barcos ganham outra cara com um bom estofamento. Por isso, a Agroquímica, especialista em revestimentos náuticos, é mais uma marca confirmada no Rio Boat Show 2025. Durante o salão, que acontece na Marina da Glória de 26 de abril a 4 de maio, a empresa apresentará seis soluções de laminados sintéticos de PVC da marca Kelson’s, todos com tecnologia antifungo, antimofo e resistência ao sol.
Entre os seis revestimentos náuticos que a Agroquímica levará ao Rio Boat Show 2025 está a famosa Athenas Linho Juta. O estofamento tem acabamento similar ao linho, e pode ser aplicado tanto nas paredes dos barcos quanto nas áreas externas da embarcação — sem que desbote ou embolore.
Foto: Gabriel Alencar/ Revista Náutica
Outro revestimento que dará as caras na Marina da Glória é o Athenas Náutico Cetim. De acordo com a marca, a gravação do tecido é moderna, sofisticada e com toque macio. O Brasil Náutico, que possui cores e acabamento similares aos de carros esportivos, também estará no estande.
A especialista em laminados sintéticos de PVC ainda promete outras três linhas da Kelson’s no evento: Tramato, Dermus e San Diego — esse último muito utilizado para móveis de área externa, como vime e corda náutica.
De acordo com a Agroquímica, os revestimentos que estarão no Rio Boat Show 2025 tem valores entre R$ 55,00 e R$ 75,00 o metro linear.
Rio Boat Show 2025
Já tradicional, o charmoso salão náutico carioca abre o calendário de Boat Shows no Brasil em 2025. A 26ª edição do Rio Boat Show vai atracar na Marina da Glória entre os dias 26 de abril e 4 de maio, em um belo cenário, sob os olhares do Cristo Redentor, na Baía de Guanabara.
Registro do por do sol no Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Com a chance de fazer test-drive de embarcações na água, o Rio Boat Show 2025 vai trazer ainda uma vasta gama de produtos exclusivos para quem vive o lifestyle náutico. A expectativa é que mais de 100 embarcações estejam expostas aos visitantes, incluindo fabricantes que estão entre os maiores do mundo, lançamentos em primeira mão e condições exclusivas de compra.
Para uma experiência ainda mais imersiva e completa, o evento contará com palestras exclusivas com especialistas do setor, no NÁUTICA Talks, bem como passeios de barco a vela, desfile dos principais barcos e atrações interativas.
Vista aérea da área externa do Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Em 2024, o Rio Boat Show registrou números expressivos, com a presença de 33 mil visitantes e mais de 90 barcos expostos. O evento gerou um forte impacto econômico no setor, consolidando sua posição como um dos principais impulsionadores de negócios náuticos no país.
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RIO BOAT SHOW 2025
Quando: De 26 de abril a 4 de maio Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro) Horário: Das 15h às 22h nos dias 26, 28, 29 e 30/04; e 02/05. Das 13h às 22h nos dias 27/04, 01 e 03/05. Das 13h às 21h no dia 04/05.
Mais informações: site oficial do Rio Boat Show Ingressos: site oficial de vendas
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Um polvo “preguiçoso” conseguiu uma caroninha marota para descansar seus muitos tentáculos a bordo do tubarão mais rápido do mundo. Não, o relato não pertence a uma fábula ou um episódio de desenho animado. Isso realmente aconteceu nas águas da Nova Zelândia e foi registrado em vídeo.
Na gravação, é possível ver os animais em perfeita e pacífica harmonia, com o polvo-maori (Macroctopus maorum) em cima do tubarão-mako (Isurus oxyrinchus). O polvo, inclusive, pode ter vivido uma grande aventura a bordo do tubarão, visto que a espécie atinge até 50km/h.
A filmagem aconteceu em dezembro de 2023, mas só veio a ser divulgada em março deste ano pela Universidade de Auckland. Assista ao vídeo:
O registro aconteceu ao redor do Golfo de Hauraki e encantou os pesquisadores, na mesma medida em que os deixou perplexos. Afinal, tal interação entre os animais é totalmente atípica: enquanto os polvos-maori costumam viver principalmente no fundo do mar, os tubarões-mako ficam mais próximos à superfície.
Não faz sentido que esses dois animais estejam no mesmo lugar e hora para se encontrarem– Rochelle Constantine, ecologista marinha da universidade ao New York Times
Para a pesquisadora, o encontro improvável entre o polvo e o tubarão é um “lembrete das maravilhas do oceano” — por mais aleatórias que sejam. Não à toa, a postagem da universidade no Instagram descreve a situação como “uma das coisas mais estranhas” que Constantine já viu, embora a pesquisadora destaque o quão “calma” foi a cena, com ambos os animais parecendo bem contentes com a situação.
Nasce uma amizade?
Os pesquisadores, que de cara não identificaram o que estavam em cima do tubarão, agora já deram até um apelido para essa nova “amizade” atípica: sharktopus (mistura das palavras “tubarão” e “polvo”, em inglês).
Câmera de drone que registra o momento entre o polvo e o tubarão. Foto: Youtube/ Universidade de Auckland/ Reprodução
Durante as filmagens, realizadas enquanto os cientistas estavam em expedição à procura de predadores marinhos, Constantine achou que a “mancha” em cima do tubarã-mako pudesse ser uma boia ou até mesmo um grande machucado perto da cabeça do animal.
A percepção de que se tratava de um polvo veio apenas quando sua colega, Wednesday Davis, lançou um drone para ter uma visão melhor. Só assim, as duas conseguiram ver os tentáculos se movendo.
Ao apoiar iniciativas de conservação, podemos ajudar a garantir que esses momentos extraordinários continuem acontecendo– Rochelle Constantine
Entretanto, a vida real pode não ser como nos desenhos animados. De acordo com Constantine, existe a possibilidade de que o polvo tenha caído e sido devorado pelo tubarão após o encontro. Por outro lado, um outro cenário estima que o polvo tenha caído no fundo do mar em segurança, devido às águas rasas — para a ecologista marinha, as duas hipóteses são igualmente prováveis.
Câmera subaquática que registra o momento entre o polvo e o tubarão. Foto: Youtube/ Universidade de Auckland/ Reprodução
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Quando se pensa em um unicórnio, o que vem à mente é um tipo de cavalo branquinho, com o tradicional chifre na testa. Contudo, a espécie que mais se aproxima deste ideal vive nas águas, mais precisamente, nas geladas do Ártico. Estamos falando das baleias narvais (Monodon monoceros), que há mais de 1 milhão de anos habitam a Terra e intrigam pesquisadores.
Imagens registradas via droneflagraram esses “unicórnios do mar” brincando com o que mais chama atenção em sua aparência: o chifre. Na verdade, trata-se de um dente, com mais de 10 milhões de terminações nervosas e que chega a medir 3 metros de comprimento.
A presa, quase do tamanho do próprio animal — que chega a até 5 metros — , pode ser uma grande aliada dessas baleias não só para a caça, mas também para investigar, manipular e até seduzir os animais ao seu redor, conforme revelou um estudo publicado na Frontiers in Marine Science.
A caça das baleias narvais
Diferentemente do que se espera de um unicórnio, as baleias narvais não são nada dóceis. Quando a espécie resolve usar sua força física, a “chifrada” pode até matar. Esse recurso, contudo, não é o único usado pela baleia para exibir o potencial de seu dente gigante.
“Os narvais já eram conhecidos por seu comportamentode ‘presa’, em que dois ou mais deles simultaneamente levantam suas presas quase verticalmente para fora da água, cruzando-as”, explica Greg O’Corry-Crowe, autor da pesquisa.
Esse pode ser um comportamento ritualístico para avaliar as qualidades de um oponente em potencial ou para exibir essas qualidades para os pretendentes– explicou o autor
A ponta do “chifre” ainda é usada para interrogar e manipular as vítimas, como em um caso registrado pelos pesquisadores. Na ocasião, as baleias narvais cercaram um salmão ártico (Salvelinus alpinus) e atordoaram o peixecom as presas.
“Algumas das interações que vimos pareciam competitivas por natureza, com uma baleia bloqueando ou tentando bloquear o acesso de outra baleia ao mesmo peixe-alvo, enquanto outras podem ter sido mais sutis, possivelmente comunicativas e até mesmo afiliativas. Nenhuma parecia abertamente agressiva”, destaca O’Corry-Crowe.
Além disso, o estudo apontou que as presas dos narvais também são usadas para forrageamento (ação de procurar e explorar recursos alimentares), exploração e brincadeira.
Novas descobertas sobre as baleias narvais
Além de revelar novas funções para as presas desses mamíferos, a pesquisa evidenciou os primeiros relatos de interações entre narvais, peixes e pássaros. Com as gaivotas, por exemplo, há tentativas de cleptoparasitismo — quando um animal tenta roubara comida do outro.
Para entender ainda mais o modo de viver dessas baleias, estudos de campo têm empregado ferramentas não invasivas para pesquisa, como drones.
“Os drones fornecem uma visão única e em tempo real de seu comportamento, ajudando cientistasa reunir dados cruciais sobre como os narvais estão respondendo a mudanças nos padrões de gelo, disponibilidade de presas e outras mudanças ambientais”, conclui O’Corry-Crowe.
A título de curiosidade, vale destacar que pesquisadores da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, sequenciaram o genoma de narvais que vivem no oeste da Groenlândia. Eles descobriram que há pouca diversidade genética entre esses animais.
“Isso é surpreendente porque uma alta variabilidade genética está associada a maiores chances de sobrevivência da espécie”, comentou Eline Lorenzen, principal autora do estudo. Com pouca variação no DNA, faria mais sentido que os narvais tivessem sido extintos, e não que habitassem o planeta há 1 milhão de anos.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Um iate — ou melhor, superiate — projetado para viver e compartilhar momentos a bordo: assim pode ser descrito o novo conceito da gigantesca construtora naval italiana Benetti. A marca revelou ao mundo o Project Life, um barco com mais de 85 metros de comprimento (279 pés) que possui diversos espaços de convívio e contato com o mar.
Para viver, é necessário conviver. Logo, o layout do superiate traz espaços de reunião versáteis, aliados a amplas janelas e experiências únicas de convés em convés. O resultado disso tudo é muita socialização e um envolvimento constante com o mar.
Foto: Benetti/ Divulgação
Um dos grandes destaques do superiate é a Beach Area. A atração conta com 270 m² e se abre em três lados, com dois baluartes (proteção que impede que alguém caia no mar) dobráveis, de 14 metros.
Projetado para ser um espaço multiuso, a área ainda carrega consigo uma plataforma de natação que conecta o beach-club diretamente as águas — um refúgio de relaxamento à beira-mar. Afinal, a ideia do estaleiro é essa: promover a interação.
Foto: Benetti/ Divulgação
A construtora naval Espen Øino International, que projetou o exterior e o layout da embarcação, destacou em comunicado que “o conceito principal por trás do Project LIFE era apresentar a vida em si e a vida perto da água”.
É um barco que foi projetado para a vida — uma vida ativa, uma vida legal, uma vida relaxada– disse o Espen Øino, em comunicado
Viva la vida
Um projeto desse tamanho — seja em pés ou ambição — não seria elaborado sozinho. Tanto que grandes empresas do mercado náutico mundial, além da Espen Øino International, deram as mãos para fazer o Project Life acontecer.
Foto: Benetti/ Divulgação
Os interiores refinados foram assinados pela François Zuretti, da Zuretti Design, que deu ao barco o equilíbrio entre as cores e a decoração, realçado pela luz — uma característica muito presente no superiate. Como já mencionado, não faltam janelas na embarcação.
Do chão ao teto, as estruturas de vidro amplificam as visões do oceano e, junto ao sofisticado sistema de iluminação, criam uma atmosfera cativante nas áreas de lazer. Inclusive, outro traço típico do estúdio é a harmonia entre a área interna e externa.
Foto: Benetti/ Divulgação
Para promover um estilo de vida imersivo no mar, o barco foi projetado com um convés principal que funciona como um “centro social”. A área apresenta uma enorme piscina com fundo de vidro, que reflete os raios de sol que lá batem no beach-club abaixo.
O espaço é rodeado por espreguiçadeiras e protetores solares, além de possuir um bar próximo. De fato, trata-se de um lugar perfeito para colocar aquele papo em dia enquanto a calmaria das águas se faz presente.
A ideia de “oferecer experiências únicas de convés em convés” é refletida, por exemplo, no deque superior, onde é possível descansar tanto na proa quanto na popa. Por lá há uma área de estar luxuosa, jacuzzi, heliporto e vistas de tirar o fôlego.
Foto: Benetti/ Divulgação
O flybridge do Project Life também tem espaços para socialização, como uma área de jantar ao ar livre com uma cozinha preparada para os hóspedes.
Por dentro do superiate
Todo superiate merece um salão principal de respeito. Por isso, essa área da embarcação da Benetti integra um lounge giratório que muda seu ponto focal durante o dia. Não faltam elementos da cor azul, detalhes de madeira e, claro, janelas do chão ao teto. Tudo isso para que o hóspede se conecte com a natureza ao seu redor.
Tentamos suavizar os limites entre o interior e o exterior, ou fazê-los desaparecer completamente– Sebastien Gey, CEO da Zuretti Design
O superiate ostenta seis camarotes, todos na proa do convés principal. E, como já é de se esperar de embarcações de luxo como essa, o proprietário pode desfrutar de uma área privativa, só para ele.
Foto: Benetti/ Divulgação
Com uma suíte de 98 m², a “casinha” do proprietário vem com skylounge particular e um quarto flexível, que pode ser usado também como um escritório ou “sala de hobby”.
Foto: Benetti/ Divulgação
Como se não bastasse todo o luxo e estilo, o barco ostenta um casco otimizado e um sistema de propulsão diesel-elétrico. Logo, o Project Life opera tanto com diesel quanto com combustíveis alternativos, como HVO (sigla em inglês para “Hydrotreated Vegetable Oil”, em português, óleo vegetal hidrotratado). O superiate ainda tem painéis solares para alimentar a carga do hotel e recarregar os tender elétricos e brinquedos aquáticos.
A construção do Project Life deve começar em setembro de 2025, com entrega programada para 2030.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Primeiro, uma notícia muito boa: parte do sistema global de correntes oceânicas, a Célula de Revolvimento Meridional do Atlântico (AMOC, na sigla em inglês), provavelmente não entrará em colapsoneste século.
Mas por que isso é tão positivo? Porque o padrão de circulação de águas quentes (superfície) e de águas frias (profundezas) cumpre um papel essencial na manutenção da vida marinha e na regulação da temperatura do planeta — a AMOC, basicamente, transporta calor e nutrientes para várias partes do mundo.
Águas do oceano Atlântico. Foto: Envato/lucigerma
Publicado recentemente na revista Nature, o estudo que levou a essa projeção foi feito por cientistas do Met Office (serviço nacional de meteorologia do Reino Unido) em parceria com pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra.
O artigo, inclusive, vai de encontro à previsão de um grupo de especialistas da Dinamarca, que em meados de 2023 saiu no mesmo veículo de comunicação. Na época, eles praticamente cravaram que a AMOC colapsaria até 2095.
A má notícia sobre a circulação do Atlântico
Infelizmente, britânicos e dinamarqueses concordam que o aquecimento global já está interferindo negativamente na AMOC. Isso ocorre, por exemplo, devido à grande quantidade de água doce que tem chegado ao Atlântico com o derretimentodas calotas polares.
De maneira resumida, essa água doce altera a temperatura e a salinidade da água do Atlântico, fazendo-a perder densidade. Com isso, a circulação termohalina é prejudicada — nesse processo, a água do Atlântico afunda e impulsiona a corrente.
A intensificação dos ventos sobre o oceano Antártico também tende a impactar essa dinâmica, principalmente porque afeta a troca de calor e o movimento nas águas superficiais.
“Embora nosso estudo indique que um colapso nos próximos 75 anos seja improvável, a AMOC deve enfraquecer, o que trará desafios climáticos para a Europa e outras regiões”, alerta Jonathan Baker, cientista do Met Office e principal autor do estudo.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Desde 2023, quando fez sua estreia em um São Paulo Boat Show, a Ross Mariner vem atraindo olhares no meio náutico. Isso porque o estaleiro de Arujá, em São Paulo, é um dos grandes fabricantes das chamadas lanchas de entrada — ideais para quem está começando a navegar. No Rio Boat Show 2025, a marca vai apresentar um desses modelos, além de estrear um barco novo.
Os navegadores que buscam por uma embarcação na faixa dos 30 pés poderão conferir todos os recursos da recém-lançada SLR 260 Fusion cabinada — há a versão open, já testada por NÁUTICA — de 26 de abril a 4 de maio, na Marina da Glória. Além, claro, do modelo que será lançado com exclusividade no salão: a nova SR 220 Icon, de 22 pés.
As lanchas da Ross Mariner no Rio Boat Show 2025
O novo barco do estaleiro ainda não teve demais informações divulgadas. Por outro lado, a SLR260 Fusion cabinada chega com motorizaçãocentro-rabeta, 26 pés (8,08 metros de compromento e 2,60 metros de largura) e capacidade para até nove pessoas — duas delas no pernoite, com direito a janelas laterais que permitem uma agradável vista da água.
SLR260 Fusion Open. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
A lancha conta com banheiro privativo fechado, vaso sanitário elétrico, pia com ducha e espelho, além de papel de parede em linho e cimento queimado — tudo incluso nos itens de série. De acordo com o estaleiro, as versões cabinada e open do barco se diferenciam apenas pela motorização. Sendo assim, confira o teste da SLR 260 versão open:
No cockpit, uma praça de convivência comporta até oito pessoas, que podem aproveitar uma praça de popa com encosto rebatível e aérea gourmet equipada com pia e geleira de 30 litros. Um diferencial desse barco da Ross que estará no Rio Boat Show 2025 é ainda sua entrada lateral para a proa.
Rio Boat Show 2025
Já tradicional, o charmoso salão náutico carioca abre o calendário de Boat Shows no Brasil em 2025. A 26ª edição do Rio Boat Show vai atracar na Marina da Glória entre os dias 26 de abril e 4 de maio, em um belo cenário, sob os olhares do Cristo Redentor, na Baía de Guanabara.
Registro do por do sol no Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Com a chance de fazer test-drive de embarcações na água, o Rio Boat Show 2025 vai trazer ainda uma vasta gama de produtos exclusivos para quem vive o lifestyle náutico. A expectativa é que mais de 100 embarcações estejam expostas aos visitantes, incluindo fabricantes que estão entre os maiores do mundo, lançamentos em primeira mão e condições exclusivas de compra.
Para uma experiência ainda mais imersiva e completa, o evento contará com palestras exclusivas com especialistas do setor, no NÁUTICA Talks, bem como passeios de barco a vela, desfile dos principais barcos e atrações interativas.
Vista aérea da área externa do Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Em 2024, o Rio Boat Show registrou números expressivos, com a presença de 33 mil visitantes e mais de 90 barcos expostos. O evento gerou um forte impacto econômico no setor, consolidando sua posição como um dos principais impulsionadores de negócios náuticos no país.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2025
Quando: De 26 de abril a 4 de maio Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro) Horário: Das 15h às 22h nos dias 26, 28, 29 e 30/04; e 02/05. Das 13h às 22h nos dias 27/04, 01 e 03/05. Das 13h às 21h no dia 04/05.
Mais informações: site oficial do Rio Boat Show Ingressos: site oficial de vendas
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Uma “Operação Anfíbia” movimentou o Porto do Mucuripe, em Fortaleza, na última terça-feira (25). A atividade, realizada pelas Marinhas do Brasil (MB), da França e pela Brigada Anfíbia da França, reuniu cerca de 1.200 militares, além de navios e carros anfíbios, que chamaram atenção do público que acompanhava de perto.
A ação foi realizada na modalidade Projeção Anfíbia com foco em Operação de Evacuação de Não-Combatentes. O intuito é prover a saída, em segurança, de brasileiros — ou de nacionais de interesse do governo brasileiro — em territórios onde desastres naturais ou instabilidades políticas e sociais possam colocar suas vidas em risco.
De acordo com a Marinha brasileira, o exercício, batizado de “Jeanne d’Arc”, tem como objetivo “fortalecer parcerias e intensificar a cooperação no campo da diplomacia naval”.
Foto: Marinha do Brasil / Divulgação
Para a operação, foram destacadas embarcaçõesde grande porte e alto poder estratégico, como o Navio Doca Multipropósito Bahia (NDM Bahia), o Porta-Helicópteros Anfíbio Mistral (L9013) e a Fragata Surcouf (F711).
Foto: Marinha do Brasil / Divulgação
Também participaram helicópteros UH-15 Super Cougar, veículos blindados como o Carro Lagarta Anfíbio (CLAnf) e sistemas de artilharia, como a Bateria de Lançadores Múltiplos de Foguetes (LMF) ASTROS, adaptada com o Míssil Antinavio Nacional de Superfície (MANSU).
Durante a operação, equipes de Operações Especiais da Marinha garantiram a segurança do terreno antes da chegada dos veículos anfíbios (CLAnf) lançados pelo NDM. Embarcações pneumáticas avaliaram os riscos na praia, enquanto uma cortina de fumaça ocultava o avanço dos blindados.
Foto: Marinha do Brasil / Divulgação
Após o desembarque, militares brasileiros e franceses estabeleceram um Centro de Controle de Evacuados, assegurando triagem e apoio logístico. No ar, o UH-15 “Super Cougar” forneceu suporte, podendo ser usado para evacuações rápidas. No fim do exercício, catamarãsfranceses transportaram mais tropas para a praia.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Mais global do que nunca, a SailGP anunciou uma parceria de peso para a competição: o francês Kylian Mbappé! Não, ele não largará o futebol para velejar pelo mundo. O astro do Real Madrid anunciou que investirá na equipe francesa da competição de vela por meio da sua empresa, Coalition Capital.
Além disso, a France SailGP Team — também conhecida como “Les Bleus” — acertou a colaboração com a Inspired by KM (IBKM), associação educativa/esportiva de Mbappé, que atuará como parceiro filantrópico da equipe francesa. Para o camisa 9 madrilenho, a união entre as marcas é inspiradora.
Foto: Instagram @sailgpfra/ Reprodução
Juntos, estamos construindo um futuro onde cada jovem pode escrever sua própria história e alcançar a excelência– Kylian Mbappé
Assim, a Coalition Capital se junta a um consórcio de investidores que agora opera o France SailGP, como uma equipe totalmente privada. Por sua vez, o CEO da competição, Sir Russel Coutts se disse empolgado com a chegada de Mbappé à “família de parceiros e investidores”.
Ele é, sem dúvida, um dos atletas mais influentes de nossa época e uma inspiração para fãs de esporte ao redor do mundo– Sir Russel Coutts
Allez Les Bleus!
Mesmo no futebol espanhol, Mbappé vem concentrando boa parte de seus investimentos esportivos na França. Anteriormente, o atacante do Real Madrid se tornou sócio majoritário do SM Caen, time centenário e que atualmente disputa a segunda divisão francesa.
Foto: Instagram @sailgpfra/ Reprodução
Na SailGP, a equipe francesa desde 2021 é liderada pelo timoneiro Quentin Delapierre, velejador olímpico francês que já competiu na célebre America’s Cup. Na atual temporada, os Les Bleus ocupa a sexta colocação geral entre os 12 times do torneio, depois de cinco etapas realizadas.
Inclusive, a France SailGP Team terminou o último Grand Prix, de San Francisco, Estados Unidos, na terceira colocação. Esse foi o segundo GP realizado desde que Mbappé investiu na equipe e a melhor posição deles desde o começo da temporada 2025.
Foto: Instagram @sailgpfra/ Reprodução
Sobre as águas, a equipe francesa carrega a fama de ser “veloz” — assim como nas arrancadas de Mbappé — e desempenhar bem em condições extremas e ventosas. É da France SailGP Team o recorde de velocidade da competição, alcançando 99,94 km/h em Saint-Tropez, na França, em 2022.
Fora dos mares, a equipe é operada pela K-Challenge, o primeiro hub de tecnologia esportiva que reúne especialistas franceses em vela internacional, sob a liderança de seus co-CEOs Bruno Du e Stephan Kandler.
Próxima parada: Brasil!
Com o fim da 5ª etapa, realizada em San Francisco, todas as atenções do SailGP se voltam para a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Nos dias 3 e 4 de maio, a equipe francesa vai atracar no Brasil, no primeiro GP da competição realizado na América do Sul.
Foto: Instagram @sailgpfra/ Reprodução
Assim, o Mubadala Brazil SailGP Team terá a chance de correr diante de sua torcida, tendo como pano de fundo pontos turísticos icônicos, como o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor. A corrida irá passar nos canais SporTV 3 e Band e já conta com ingressos entre R$ 313 e R$ 940.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O Rio Boat Show 2025 tem mais um veleiroconfirmado para atracar nas águas da Baía de Guanabara: o premiado Lagoon 42. O barco, do grupo francês Beneteau, estará na Marina da Glória através do Grupo Sailing, que desde 1990 é a distribuidora exclusiva dos catamarãs Lagoon no Brasil.
De 26 de abril a 4 de maio, os amantes da náutica poderão ver de perto todos os detalhes do barcoque carrega no currículo nada menos que quatro grandes prêmios: Boat of the Year 2017 (Mundo dos Cruzeiros); Best Boats 2017 (Multicascos); Sailing Today Awards 2016 (Multicascos); e Asia Boating Award 2016 (Melhor iate a vela multicasco).
Conheça o Lagoon 42 que estará no Rio Boat Show 2025
Com 13,22 metros de comprimento e 7,68 metros de largura, o Lagoon 42 reserva espaço de sobra para até 12 pessoas, em até quatro cabines (a depender do layout escolhido).
Foto: Lagoon / Divulgação
A marca promete que “o catamarã é generoso”, a bordo do qual cada um dos hóspedes “se sentirá bem, tanto em navegação, como quando com o barco fundeado”. Para cumprir com a promessa, somente dois degraus separam a plataforma de popa do salão, o que garante espaço e fluidez a bordo.
Foto: Lagoon / Divulgação
O barco foi assinado pela VLPL design e por Patrick le Quément, e conta com um layout imaginado pela italiana Nauta Design. O resultado é uma embarcação que “une a elegância e a doçura da carpintaria moderna”, com “luz, conforto e intimidade”, conforme destaca a Lagoon.
Tais características são bem representadas no cockpit, que não economizou na quantidade de janelas e dá ao barco uma ampla entrada de luz natural que, somada aos tons neutros do barco, são um convite para apreciar ao máximo essa parte do catamarã.
Foto: Lagoon / Divulgação
As cabines, por sua vez, são espaçosas, com camas de casal e bem iluminadas. Ao longo de todo o espaço de descanso, o tripulante encontra bons compartimentos de armazenamento — ideais para curtir vários dias a bordo.
Foto: Lagoon / Divulgação
Dos quatro banheiros disponíveis nas cabines, dois contam com ducha e box fechado (na popa) para maior conforto. O posto de comando, por sua vez, fica um piso acima do salão, a bombordo, por onde é possível também chegar à proado barco.
Rio Boat Show 2025
Já tradicional, o charmoso salão náutico carioca abre o calendário de Boat Shows no Brasil em 2025. A 26ª edição do Rio Boat Show vai atracar na Marina da Glória entre os dias 26 de abril e 4 de maio, em um belo cenário, sob os olhares do Cristo Redentor, na Baía de Guanabara.
Registro do por do sol no Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Com a chance de fazer test-drive de embarcações na água, o Rio Boat Show 2025 vai trazer ainda uma vasta gama de produtos exclusivos para quem vive o lifestyle náutico. A expectativa é que mais de 100 embarcações estejam expostas aos visitantes, incluindo fabricantes que estão entre os maiores do mundo, lançamentos em primeira mão e condições exclusivas de compra.
Para uma experiência ainda mais imersiva e completa, o evento contará com palestras exclusivas com especialistas do setor, no NÁUTICA Talks, bem como passeios de barco a vela, desfile dos principais barcos e atrações interativas.
Vista aérea da área externa do Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Em 2024, o Rio Boat Show registrou números expressivos, com a presença de 33 mil visitantes e mais de 90 barcos expostos. O evento gerou um forte impacto econômico no setor, consolidando sua posição como um dos principais impulsionadores de negócios náuticos no país.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2025
Quando: De 26 de abril a 4 de maio Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro) Horário: Das 15h às 22h nos dias 26, 28, 29 e 30/04; e 02/05. Das 13h às 22h nos dias 27/04, 01 e 03/05. Das 13h às 21h no dia 04/05.
Mais informações: site oficial do Rio Boat Show Ingressos: site oficial de vendas
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Alugar um barconão precisa ser burocrático, chato e problemático — e a Bombordo promete provar isso. A empresa, tida como um “Airbnb dos barcos”, conta com serviço completo de locação de embarcações, que inclui site e aplicativo. Toda essa facilidade será apresentada pela marca na Marina da Glória, durante o Rio Boat Show 2025, que acontece de 26 de abril a 4 de maio.
Visando “democratizar o acesso aos barcos”, a Bombordo faz o famoso “meio-campo” entre donos de embarcações e pessoas que buscam alugar um barco. Atualmente, a plataforma (site ou aplicativo) conta com mais de 500 embarcações disponíveis para fretamento, com modelos de vários tipos, valores e tamanhos — espalhados por três continentes do planeta.
Foto: Bombordo / Divulgação
O aplicativo da Bombordo, meio mais fácil de fazer o aluguel do barco, será apresentado no Rio Boat Show 2025. Disponível para os sistemas iOS e Android, o app permite ao usuário encontrar todos os tipos de embarcações para locação, desde lanchas, veleiros e iates até casas flutuante, escunas e catamarãs.
Foto: Instagram @bombordo.br/ Reprodução
Além disso, a empresa oferece seguro de responsabilidade civil e uma experiência completa com serviços adicionais. De acordo com a Bombordo, os valores de locação variam de R$ 1,2 mil a R$ 80 mil, sendo que as reservas sempre passam necessariamente pela aprovação dos proprietários — que também colaboram na definição dos preço dos aluguéis.
Equipe Bombordo no Rio Boat Show 2024. Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Rio Boat Show 2025
Já tradicional, o charmoso salão náutico carioca abre o calendário de Boat Shows no Brasil em 2025. A 26ª edição do Rio Boat Show vai atracar na Marina da Glória entre os dias 26 de abril e 4 de maio, em um belo cenário, sob os olhares do Cristo Redentor, na Baía de Guanabara.
Registro do por do sol no Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Com a chance de fazer test-drive de embarcações na água, o Rio Boat Show 2025 vai trazer ainda uma vasta gama de produtos exclusivos para quem vive o lifestyle náutico. A expectativa é que mais de 100 embarcações estejam expostas aos visitantes, incluindo fabricantes que estão entre os maiores do mundo, lançamentos em primeira mão e condições exclusivas de compra.
Para uma experiência ainda mais imersiva e completa, o evento contará com palestras exclusivas com especialistas do setor, no NÁUTICA Talks, bem como passeios de barco a vela, desfile dos principais barcos e atrações interativas.
Vista aérea da área externa do Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Em 2024, o Rio Boat Show registrou números expressivos, com a presença de 33 mil visitantes e mais de 90 barcos expostos. O evento gerou um forte impacto econômico no setor, consolidando sua posição como um dos principais impulsionadores de negócios náuticos no país.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2025
Quando: De 26 de abril a 4 de maio Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro) Horário: Das 15h às 22h nos dias 26, 28, 29 e 30/04; e 02/05. Das 13h às 22h nos dias 27/04, 01 e 03/05. Das 13h às 21h no dia 04/05.
Mais informações: site oficial do Rio Boat Show Ingressos: site oficial de vendas
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Muito se fala sobre os 8 mil quilômetros de costa brasileira como um imenso potencial para o desenvolvimento do turismo náutico. Mas, na prática, como é navegar no Brasil por essas águas?
Meu marido, Capitão Johan Negrão, teve recentemente a oportunidade de conduzir uma lancha de Barreirinhas, no Maranhão, até o Rio de Janeiro, passando por algumas das paisagens mais incríveis do litoral brasileiro.
Barra de São Miguel, em Maceió, Alagoas. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução
Contudo, além dos desafios naturais que são superáveis com experiência e técnica — como a navegação em Barra de São Miguel (Maceió), Guamaré (Rio Grande do Norte) e Camocim (Ceará) –, a jornada revelou grandes lacunas estruturais, principalmente no abastecimento.
A dura realidade do abastecimento marítimo
Ao longo de todo o percurso, foram pouquíssimos os pontos de abastecimento diretamente acessíveis do mar. Na maioria das paradas, a solução foi recorrer a postos de gasolina em terra firme, carregando galões de combustível manualmente até a embarcação.
Foto: TDyuvbanova/ Envato
Atualmente, do Maranhão para o Sul, há abastecimento marítimo apenas em Fortaleza, Barra de São Miguel, Salvador (com a melhor estrutura), Vitória, Cabo Frio e Rio de Janeiro. Aracaju tem um posto próximo à margem do rio, que atende de forma razoável.
O argumento ambiental para a falta de postos náuticos perde força quando se considera os riscos de derramamento durante o transporte manual de combustível.
Segurança: outro desafio para o navegador
Outro ponto crítico é a segurança. Em alguns estados, como no Ceará, a presença de facções criminosas nos píeres é um fator que assusta visitantes e limita o desenvolvimento da navegação. Navegar no Brasil sem apoio e sem segurança não é sustentável, nem do ponto de vista turístico nem econômico.
Foto: Sandsun/ Envato
O papel das Secretarias de Turismo
No Brasil ideal para navegar, teríamos postos de abastecimento a cada 100 km (hoje nesse trecho temos a média de um posto a cada 375km) e apoio institucional para quem se aventura pelo mar. Mas este artigo não trata apenas de infraestrutura — ele é uma provocação às Secretarias de Turismo dos municípios náuticos.
Foto: marccalleja/ Envato
Como gestora pública da área, orientei meu marido: “Em caso de dúvidas, procure a SETUR.” Acreditava que as secretarias teriam as informações básicas ou, no mínimo, a intenção de auxiliar. Nenhuma atendeu. Quem prestou apoio foram lojas comerciais de produtos náuticos e operadores de turismo náutico, sempre solícitos e bem informados.
Por isso, fica a reflexão: você, gestor de turismo de um município náutico, sabe onde um barco viajante pode aportar e abastecer? E, se sabe, sua cidade oferece um canal de comunicação 24 horas para orientar sobre isso?
Com tanta tecnologia disponível, incluindo inteligência artificial e atendimento automatizado, seria um esforço pequeno e um impacto grande para melhorar o ato de navegar no Brasil. Afinal, não basta ter um litoral extenso e belo — é preciso estar preparado para receber os navegadores que querem explorá-lo.
Mestre em Comunicação e Gestão Pública, Bianca Colepicolo é especialista em turismo náutico e coordena o Fórum Náutico Paulista. Autora de “Turismo Pra Quê?”, Bianca também é consultora e palestrante.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O artista mauriciano Benoît Girodeau — ou Natty Gong, como costuma ser chamado –, viveu um momento espetacular enquanto mergulhavana costa das Ilhas Maurício, na África Oriental. Intimidado por um ameaçador tubarão galha, o mergulhador foi “salvo pelo gongo” — nesse caso, uma dupla de baleias cachalotes.
Os tubarões-galha-branca-oceânicos (Carcharhinus longimanus) são conhecidos por serem perigosos e oportunistas. Assim, quando um deles se aproximou de Girodeau, ele sabia que estava em perigo. O que ele não esperava era ser “salvo” por duas baleias cachalotes (Physeter macrocephalus), com cerca de 45 toneladas cada.
Foto: Instagram @nattygongofficial / Reprodução
O momento foi registrado em vídeo pelo próprio artista e publicado em seu Instagram. Por lá, ele escreveu que se sentiu protegido pela dupla de baleias. Confira o vídeo:
É possível notar que as baleias bloqueiam o caminho do tubarão. Uma delas chega a se colocar entre o animal e o mergulhador, enquanto a outra começa a perseguir o predador.
O tubarão, pouco acostumado a ser intimidado, tenta reagir — mas as baleias não dão trégua. Uma delas, inclusive, chega a morder a cauda do animal, o forçando a se afastar. As investidas das baleias tem resultado, e o tubarão, por fim, se afasta.
Foto: Instagram @nattygongofficial / Reprodução
A publicação de Natty Gong já ultrapassou 2,2 milhões de visualizações na rede social. Nos comentários, pessoas de diversas partes do mundoexpressam a surpresa com o ocorrido. Uma delas, inclusive, chega a relatar que é fascinada pelos animais marinhos, mas confessa: “é assustador”.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Preparado para uma imersão náutica? Durante nove dias, o Rio Boat Show 2025 vai proporcionar um verdadeiro mergulho no universo dos barcos, com direito a lançamentos e as principais marcas do mercado náutico. A venda de ingressos para o evento já começou e os leitores de NÁUTICA têm desconto especial.
O Rio Boat Show 2025 acontece de 26 de abril a 4 de maio, na Marina da Glória. Reunindo dezenas de barcos sobre as águas da Baía de Guanabara e sob os braços do Cristo Redentor, o título de “salão náutico mais charmoso da América Latina” não é à toa!
Primeiramente, esse é um dos maiores eventos do segmento deste lado do globo e reúne os principais nomes do mercado. Além disso, acontece em um belo cenário na Cidade Maravilhosa, com direito ao Pão de Açúcar como pano de fundo.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Para a 26ª edição do salão, ao menos 100 barcos são esperados, entre jets, lanchas, catamarãs, veleirose até iates, grande parte deles ancorado na água e disponível para test-drive. O público encontrará ainda no Rio Boat Show motores, equipamentos, acessórios e serviços náuticos.
A lista de atrações do evento inclui um desfile de barcos e palestras com grandes nomes do setor, no NÁUTICA Talks. Para este ano, o evento também promete uma gama de experiências imersivas gratuitas ao público.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Ingressos Rio Boat Show 2025: como comprar
Os ingressos para o Rio Boat Show 2025 já estão disponíveis na plataform Sympla. Para garantir o seu, basta acessar o site oficial de vendas e selecionar a quantidade e tipo de entradas desejadas. As formas de pagamento aceitas são pix, cartão de crédito (em até 12x) e boleto bancário.
Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica
O preço do ingresso para o Rio Boat Show é R$ 100 (mais taxas de serviço) para a entrada comum. Idosos e pessoas com deficiência (PcD) têm direito a meia-entrada, por R$ 50 (mais taxas). Cada tíquete vale para qualquer um dos nove dias do salão e crianças de até 1 metro não pagam.
Você que é leitor de NÁUTICA tem ainda uma vantagem: desconto de 30% no ingresso comum do Rio Boat Show 2025. Para isso, basta inserir o código promocional NAUTICA30 na hora de selecionar os ingressos e, assim, garantir a entrada inteira por R$ 70 (mais taxas).
Rio Boat Show 2025
Já tradicional, o charmoso salão náutico carioca abre o calendário de Boat Shows no Brasil em 2025. A 26ª edição do Rio Boat Show vai atracar na Marina da Glória entre os dias 26 de abril e 4 de maio, em um belo cenário, sob os olhares do Cristo Redentor, na Baía de Guanabara.
Registro do por do sol no Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Com a chance de fazer test-drive de embarcações na água, o Rio Boat Show 2025 vai trazer ainda uma vasta gama de produtos exclusivos para quem vive o lifestyle náutico. A expectativa é que mais de 100 embarcações estejam expostas aos visitantes, incluindo fabricantes que estão entre os maiores do mundo, lançamentos em primeira mão e condições exclusivas de compra.
Para uma experiência ainda mais imersiva e completa, o evento contará com palestras exclusivas com especialistas do setor, no NÁUTICA Talks, bem como passeios de barco a vela, desfile dos principais barcos e atrações interativas.
Vista aérea da área externa do Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Em 2024, o Rio Boat Show registrou números expressivos, com a presença de 33 mil visitantes e mais de 90 barcos expostos. O evento gerou um forte impacto econômico no setor, consolidando sua posição como um dos principais impulsionadores de negócios náuticos no país.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2025
Quando: De 26 de abril a 4 de maio Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro) Horário: Das 15h às 22h nos dias 26, 28, 29 e 30/04; e 02/05. Das 13h às 22h nos dias 27/04, 01 e 03/05. Das 13h às 21h no dia 04/05.
Mais informações: site oficial do Rio Boat Show Ingressos: site oficial de vendas
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Enquanto alguns olham para o espaço, a Chinabusca entender melhor o fundo do mar. Para isso, o país está construindo uma estação submarina, que vai funcionar a 2 mil metros de profundidade no Mar da China. As informações foram divulgadas através de um comunicadodo Instituto de Oceanologia da Academia Chinesa de Ciências.
Chamado de Instalação de Pesquisa do Ecossistema de Emanação Fria, o laboratório será tripulado, podendo abrigar até seis pesquisadorespor vez em períodos de um mês. A expectativa é de fique pronto dentro de apenas cinco anos, em 2030.
A estrutura está sendo feita a partir de Guangzhou, uma cidade portuária a noroeste de Hong Kong, no rio Pérola, que deságua no sul do Mar da China.
Foto: Instituto de Oceanologia do Mar da China / Divulgação
Segundo a Academia Chinesa de Ciências, o projeto do laboratório submarino incorpora tecnologias desenvolvidas em missões espaciais tripuladas e submersíveis de mar profundo, assim como sistemas de suporte à vida feitos para operações de mineração.
Para ampliar as condições de pesquisa, serão construídas cabines de experimentação científica, de navegaçãoe operação e de detecção multifuncional, além de alojamentos e geradores auxiliares.
O grande foco do laboratório submarino
Apesar do interesse em explorar o fundo do mar, esse laboratório submarino tem um foco principal: estudar emanações frias. Esses locais do leito marinho têm fluidos ricos em hidrocarbonetos, liberados a partir de rachaduras no solo oceânico devido a atividades geológicas e mudanças de pressão.
Esses espaços guardam ecossistemasúnicos, carregados de microorganismos que se desenvolvem a partir de um processo chamado quimiossíntese — que produz compostos orgânicos a partir de reações químicas inorgânicas, principalmente em bactérias, como as nitrobactérias e ferrobactérias.
As emanações frias fazem parte dos ciclos profundos do carbono e podem gerar recursos biológicos inexplorados. O metano, inclusive, um potente gás do efeito estufa, escapa nesses locais, interagindo com a atmosfera e o oceano.
O projeto do laboratório submarino busca impulsionar pesquisas e desenvolver tecnologias para a indústria, uma vez que estudos no fundo do mar podem revelar mais sobre a vida em ambientes extremose sobre a extração segura de hidratos de metano, o que ainda beneficiaria a China em sua meta de neutralidade de carbono até 2060.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Real Powerboats promete atender a todos os gostos dos navegadores que atracarem no Rio Boat Show 2025. Isso porque o estaleiro fluminense separou nada menos que um repertório de 9 lanchaspara o salão, com direito a um lançamento, que fará sua estreia no Rio: a Real 42 HT, com motor de popa.
Todos os modelos poderão ser vistos de perto de 26 de abril a 4 de maio, sobre as águas da Baía de Guanabara, na icônica Marina da Glória.
Real 42 HT com motor de popa: o lançamento da Real Powerboats
De acordo com o estaleiro, “a Real 42 com motor de popa chega para elevar o padrão de conforto, inovação e design náutico”. Com um conceito totalmente renovado, a embarcação se destaca pelo espaço ampliado na popa e um exclusivo solário acima dos motores, que prometem proporcionar bons momentos de lazer e relaxamento.
Projeção artística da nova Real 42 HT. Foto: Real Powerboats / Divulgação
A lancha traz no design um misto de luxo e esportividade, conceito ressaltado pela iluminação indireta e pelos acabamentos refinados. “É como se você estivesse dirigindo um carro, sentado por cima do para-brisa”, explica o CEO Paulo Thadeu.
Projeção artística da nova Real 42 HT. Foto: Real Powerboats / Divulgação
No cockpit, a configuração foi pensada para oferecer mais praticidade e interação entre os passageiros. A área conta com um espaço amplo para convivência, incluindo bancadas para drinks, porta-garrafas e gavetas inclinadas, garantindo segurança e funcionalidade durante a navegação.
Projeção artística da nova Real 42 HT. Foto: Real Powerboats / Divulgação
A cabine da Real 42 que será lançada no Rio Boat Show 2025 traz cama à meia-nau e cama de proa, além de uma gaiuta que proporciona ventilação e luminosidade. O banheiro fechado oferece chuveiro, sanitário e um pé-direito confortável.
As recém-lançadas Real 34 Cabriolet e Real 35 Cabriolet
Real 34 Cabriolet
Segundo a marca, a Real 34 Cabriolet foi projetada para oferecer uma navegação confortável e esportiva, com inovações inspiradas na Real 40 Cabriolet. Um dos diferenciais está no conforto dos assentos, que possuem espuma com espessura entre 7 cm e 9 cm, garantindo melhor apoio lombar.
Além disso, a largura dos bancos foi aumentada entre 10 cm e 15 cm, proporcionando mais ergonomia aos passageiros.
Real 34 Cabriolet. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
No cockpit, a Real 34C conta com um sofá em “L” acompanhado de um complemento adicional, oferecendo um ambiente aconchegante para socialização. A estrutura inclui ainda uma pia de mármore com geleira, bancada para drinks, porta-garrafas e gavetas inclinadas, para evitar aberturas indesejadas durante a navegação.
Real 34C. Foto: Revista Náutica
A cabine é composta por uma cama à meia-nau e outra na proa, com uma gaiuta que proporciona ventilação e entrada de luz natural. O banheiro é fechado por porta com maçaneta e conta com chuveiro, sanitário e pé-direito de 1,95 metro. Destaque também para a passagem lateral com acesso à proa, onde um solário convida ao relaxamento.
Real 34C. Foto: Revista Náutica
A lancha traz motorização centro-rabeta e um solário de popa integrado a uma plataforma ampla, embutida no deck beach, garantindo mais conforto e funcionalidade nos momentos de lazer.
Real 35 Cabriolet
A Real 35 Cabriolet segue a mesma linha da 34 C, se diferenciando pela motorização de popa, o que permite um layout otimizado e um melhor aproveitamento do espaço a bordo.
Real 35 Cabriolet. Foto: Gabriel Alencar / Revista Náutica
No cockpit, enquanto a 34 C recebe um sofá em “L”, a 35 C traz três assentos separados, deixando o centro livre para acomodar uma mesa. A partir dessa área, os demais elementos seguem o mesmo padrão da “irmã”, incluindo a pia de mármore com geleira, bancada para drinks, porta-garrafas e gavetas inclinadas.
Real 35 Cabriolet. Foto: Gabriel Alencar / Revista Náutica
Na popa, a grande diferença da 35 C está no móvel gourmet, que é integrado ao espaço da motorização de popa.
Real 40 Cabriolet: um grande sucesso do estaleiro
Com um dos maiores espaços internos da categoria, segundo o estaleiro, a Real 40 Cabriolet tem como um dos diferenciais o acesso à proa pela parte interna, com degraus amplos que garantem o conforto e segurançados passageiros a bordo.
Real 40 Cabriolet. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
O design esportivo chama a atenção e permite que o condutor navegue em pé, ao passo que a capota de lona aberta nas laterais e recolhível na frente resulta em uma generosa circulação de ar pelo cockpit.
Além disso, tem boca larga (3,70 metros), cinco opções de motorização e cabine com pernoite para até seis pessoas — uma das mais altas da categoria, com pé-direito de 2,20 metros.
Foto: Real Powerboats / Divulgação
Real 60 Luxury: o maior barco da Real Powerboats no Rio Boat Show 2025
Caracterizada pela sofisticação e pela elegância, a Real 60 Luxury é uma lancha projetada para oferecer excelente espaço interno, combinado com um desempenho acima da média.
Ideal para longos passeios em família, com pernoite a bordo, esta 58,4 pés (ou 17,8 metros de comprimento) acomoda com folga até 16 pessoas, com pernoite para seis, em duas suítes e uma cabine de hóspedes.
Real 60 Luxury. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
O flybridge tem terraço, capota do tipo targa esportiva e suportes tubulares de inox com teto solar, de tecido que se abre ao toque de um botão. Há ainda móvel gourmet com pia, geleira, mesa de madeira, lixeira e espaço para uma churrasqueira ou um fogão de indução. O sofá, o solário e o banco do piloto são revestidos com tecido impermeável.
No convés principal, o salão divide-se em duas partes. Mais à proa há uma sala de estar, com sofás em U, mesa de vidro rebaixável e o móvel da TV. A cozinha e o bar estão na parte de trás do salão, voltados para a praça de popa, o que facilita a convivência a bordo. A cozinha (a bombordo) tem pia, geladeira grande, cooktop e micro-ondas; o bar fica a boreste, um diferencial do barco.
Entre o cockpit e o salão há uma porta de três folhas de inox e vidro escurecido, que quando aberta integra os dois ambientes.
Rio Boat Show 2025
Já tradicional, o charmoso salão náutico carioca abre o calendário de Boat Shows no Brasil em 2025. A 26ª edição do Rio Boat Show vai atracar na Marina da Glória entre os dias 26 de abril e 4 de maio, em um belo cenário, sob os olhares do Cristo Redentor, na Baía de Guanabara.
Registro do por do sol no Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Com a chance de fazer test-drive de embarcações na água, o Rio Boat Show 2025 vai trazer ainda uma vasta gama de produtos exclusivos para quem vive o lifestyle náutico. A expectativa é que mais de 100 embarcações estejam expostas aos visitantes, incluindo fabricantes que estão entre os maiores do mundo, lançamentos em primeira mão e condições exclusivas de compra.
Para uma experiência ainda mais imersiva e completa, o evento contará com palestras exclusivas com especialistas do setor, no NÁUTICA Talks, bem como passeios de barco a vela, desfile dos principais barcos e atrações interativas.
Vista aérea da área externa do Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Em 2024, o Rio Boat Show registrou números expressivos, com a presença de 33 mil visitantes e mais de 90 barcos expostos. O evento gerou um forte impacto econômico no setor, consolidando sua posição como um dos principais impulsionadores de negócios náuticos no país.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2025
Quando: De 26 de abril a 4 de maio Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro) Horário: Das 15h às 22h nos dias 26, 28, 29 e 30/04; e 02/05. Das 13h às 22h nos dias 27/04, 01 e 03/05. Das 13h às 21h no dia 04/05.
Mais informações: site oficial do Rio Boat Show Ingressos: site oficial de vendas
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
De 28 passageiros, sobrou só um para contar a história! Assim pode ser resumida a trajetória do navio Western Reserve, que afundou em 1892, enquanto navegava sentido ao Lago Superior, nos Estados Unidos. Somente após 132 anos do naufrágio, os destroços da embarcação foram finalmente encontrados.
O mistério acabou graças aos pesquisadores da Great Lakes Shipwreck Historical Society (GLSHS, na sigla em inglês). Eles encontraram os destroços do naufrágio de 132 anos no Lago Superior, a 96 km da costa, no estado de Michigan.
Western Reserve. Foto: GLSHS/ Divulgação
O navio foi encontrado depois de operações de busca que se estenderam por mais de dois anos. De acordo com os responsáveis pela descoberta, algumas partes do barco estão em bom estado, como o sino (praticamente intacto) e a pintura original.
Além disso, uma luz de navegação encontrada no naufrágio de 132 anos serviu como indicação de que o navio realmente se tratava do Western Reserve — afinal, o único item recuperado deste desastre até então tinha sido justamente este. Os objetos estão em exibição no Museu Nacional dos Grandes Lagos, em Ohio.
Luz de navegação, no National Museum of Great Lakes, em Toledo, Estados Unidos. Foto: Instagram @nmgltoledo/ Reprodução
Para localizar os restos do barco, a equipe de pesquisa usou um sonar de varredura lateral, capaz de detectar e obter imagens de objetos no fundo do mar. Um veículo operado remotamente (ROV) também foi usado na operação e foi crucial para revelar a existência de um navio partindo em dois.
Cada metade calculada com a varredura lateral tinha 45 metros de comprimento. Então medimos a largura e estava certo. Havíamos encontrado o Western Reserve– Darryl Ertel, diretor de Operações Marítimas e presente na missão
O naufrágio de 132 anos
Não se tratava de qualquer navio, principalmente para a época. Ele foi um dos primeiros barcos feitos totalmente de aço a navegar nos Grandes Lagos e foi construído para quebrar recordes de transporte de carga.
Assim como o Titanic, o Western Reserve foi considerado um dos navios mais seguros daquele tempo.
Destroços do naufrágio. Foto: GLSHS/ Divulgação
O navio tinha quase 100 metros de comprimento e pertencia ao milionário Capitão Peter G. Minch, um magnata da navegação altamente respeitado.
Sob o comando do Capitão Albert Myer, o navio levava a bordo boa parte da jovem família de Minch. A programação era fazer um cruzeiro pelo Lago Huron, a caminho de Two Harbors, em Minnesota.
Quando estavam na Baía Whitefish, o mau tempo levou a tripulação a lançar âncora, para aguardar o tempo melhorar. Porém, quando zarparam para o Lago Superior, um vendaval atingiu o navio. Por volta das 21h, em 30 de agosto de 1892, o barco partiu ao meio e começou a afundar.
Os dois botes salva-vidas do navio foram lançados, mas um virou quase que imediatamente e os tripulantes desapareceram. Os ocupantes que sobraram conseguiram recuperar apenas duas pessoas, que ficaram no mesmo bote com a família Minch.
As horas seguintes foram de sofrimento, com vendaval e escuridão de 10 horas. Um navio a vapor chegou a passar por eles durante a noite e, apesar de gritarem por meia hora, não conseguiram socorro. Na manhã seguinte, a uma milha de distância da costa, a oeste da Estação de Salvamento de Deer Parl, o bote virou.
Destroços do naufrágio. Foto: GLSHS/ Divulgação
O único que sobreviveu a todos os percalços foi o timoneiro Wheelsman Harry W. Stewart. No momento do naufrágio, Stewart havia pulado uma rachadura de 90 cm no cargueiro para chegar à popa, onde os botes salva-vidas estavam.
Ele foi um dos dois tripulantes que subiram no bote da família Minch, após o primeiro bote virar. Família e tripulantes passaram a tentar esvaziar, com seus chapéus, a estrutura que aos poucos se enchia de água.
Cemitério de embarcações
Na época, os jornais condenaram o navio por sua construção de aço tão quebradiça e julgavam que o barco, considerado de última geração à época, deveria ter sido capaz de suportar o clima e as ondas. Inclusive, seu “irmão”, o barco WH Glicher, também afundou dois meses depois.
Sino praticamente intacto ao naufrágio. Foto: GLSHS/ Divulgação
De acordo com a GLSHS, o Lago Superior já era conhecido pelo perigo iminente, com pelo menos 200 navios afundados na Baía de Whitefish. Ele é o maior dos Grandes Lagos — o grupo de cinco lagos localizados entre Estados Unidos e Canadá.
Isso só reforça o quão perigosos os Grandes Lagos podem ser… em qualquer época do ano– Bruce Lynn, diretor-executivo da GLSHS
Segundo o Great Lakes Comission, o Lago Superior tem a maior área de superfície entre os lagos de água doce do mundo, além de ser o mais frio e profundo dentre os Grandes Lagos. A bacia do lago abrange os estados de Michigan, Minnesota, Wisconsin e Ontário.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Chegou a hora de uma lancha que tem feito sucesso no exterior conhecer as águas cariocas! No Rio Boat Show 2025, a Triton Yachts atracará, além da Flyer 38 HT, a nova queridinha do estaleiro paranaense: a Triton Flyer 44, que fará sua estreia na Cidade Maravilhosa.
De 26 de abril e 4 de maio, o público da 26ª edição do evento náutico mais charmoso da América Latina poderá ver de pertinho a novidade e testá-la nas belas águas da Baía de Guanabara. Inclusive, será a primeira vez que o barco estará disponível para test-drive em águas brasileiras.
Não à toa, Allan Cechelero, diretor de marketing da Triton, acredita que o salão náutico carioca será fundamental para consolidar a presença da marca no Rio de Janeiro. Durante o evento, o estaleiro ainda promete anunciar “um modelo inédito no mercado”.
Triton Flyer 44 no Rio Boat Show 2025
Já com dois modelos de 34 e 38 pés, a linha Flyer da Triton pedia por um modelo maior. Assim nasceu a nova Triton Flyer 44, trazendo consigo recursos geralmente vistos em embarcações ainda maiores.
Triton Flyer 44. Foto: Triton Yachts/ Divulgação
O design arrojado do estaleiro trouxe o requinte de um “beach club” privativo à funcionalidade de um ambiente gourmet. A lancha possui duas aberturas laterais na praça de popa que, quando abertas, atingem quase sete metros de largura — logo, o espaço ganha mais amplitude.
Triton Flyer 44. Foto: Triton Yachts/ Divulgação
Além disso, a proa do barco serve tanto como espaço para relaxar e tomar banhos de sol quanto como um lounge para happy hours e refeições, já que conta com mesas e sofás. Tais recursos, junto com a temática walkaround, costumam ser encontrados em embarcações de grande porte.
Triton Flyer 44. Foto: Triton Yachts/ Divulgação
De acordo com a Triton, a Flyer 44 entrega conforto e comodidade a bordo para o proprietário e outras 16 pessoas durante o dia — cinco no pernoite. Os convidados serão muito bem abrigados em três quartos, e terão à disposição as comodidades de uma cozinha no pavimento inferior integrada ao salão principal, além de dois banheiros.
Triton Flyer 44. Foto: Triton Yachts/ Divulgação
Por fim, no posto de comando, a marca promete entregar modernos sistemas de navegação e uma ampla gama de opcionais que “reforçam o apelo tecnológico e o alto padrão da Triton Flyer 44”.
Rio Boat Show 2025
Já tradicional, o charmoso salão náutico carioca abre o calendário de Boat Shows no Brasil em 2025. A 26ª edição do Rio Boat Show vai atracar na Marina da Glória entre os dias 26 de abril e 4 de maio, em um belo cenário, sob os olhares do Cristo Redentor, na Baía de Guanabara.
Registro do por do sol no Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Com a chance de fazer test-drive de embarcações na água, o Rio Boat Show 2025 vai trazer ainda uma vasta gama de produtos exclusivos para quem vive o lifestyle náutico. A expectativa é que mais de 100 embarcações estejam expostas aos visitantes, incluindo fabricantes que estão entre os maiores do mundo, lançamentos em primeira mão e condições exclusivas de compra.
Para uma experiência ainda mais imersiva e completa, o evento contará com palestras exclusivas com especialistas do setor, no NÁUTICA Talks, bem como passeios de barco a vela, desfile dos principais barcos e atrações interativas.
Vista aérea da área externa do Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Em 2024, o Rio Boat Show registrou números expressivos, com a presença de 33 mil visitantes e mais de 90 barcos expostos. O evento gerou um forte impacto econômico no setor, consolidando sua posição como um dos principais impulsionadores de negócios náuticos no país.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2025
Quando: De 26 de abril a 4 de maio Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro) Horário: Das 15h às 22h nos dias 26, 28, 29 e 30/04; e 02/05. Das 13h às 22h nos dias 27/04, 01 e 03/05. Das 13h às 21h no dia 04/05.
Mais informações: site oficial do Rio Boat Show Ingressos: site oficial de vendas
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Que o mundo é gigantesco e ainda há muito o que se descobrir todos já sabemos. Porém, novidades como essas ainda assustam: cientistas descobriram 866 novas espécies marinhas após 16 meses de intensas pesquisas em diferentes pontos do globo.
Liderado pela iniciativa global “Censo Oceânico”, a pesquisa foi realizada ao longo de dez expedições, em profundidades de 1 a quase 5 mil metros. De acordo com o comunicado da organização, foram encontradas 866 espécies inéditas — algumas delas com nomes exóticos, como coral-leque e tubarão-guitarra.
O trabalho contou com mais de 800 pesquisadores, mergulhadores, submersíveis e veículos operados remotamente (ROVs), além do apoio de 400 instituições — como museus, universidades e organizações filantrópicas.
Novas espécies marinhas
De acordo com o comunicado, entre as quase 900 novas espécies marinhas registradas, três se destacam. A primeira delas é o tubarão-guitarra (imagem destaque), que tem o formato do corpo bastante parecido com o instrumento musical.
Localizado a uma profundidade de 200 metros, na Costa de Moçambique e da Tanzânia, trata-se apenas do 38º animal da espécie conhecido até agora no mundo — o invertebrado tem dois terços de seus espécimes ameaçados de extinção.
A segunda é um gastrópode marinho, descrita pelos cientistas que a encontraram, entre 200 e 500 metros de profundidade, como uma “turridrupa magnífica”. Semelhante a um caracol, o animal encontrado na Nova Caledônia (território francês que abrange dezenas de ilhas no sul do Pacífico) e em Vanuatu caça usando “arpões” venenosos, que carregam peptídeos.
A espécie é fundamental para os cientistas, principalmente por seus peptídeos. A substância tem potencial no alívio da dor e no tratamento do câncer. Inclusive, um medicamento utilizado para tratar dor crônica foi originalmente desenvolvido a partir de uma família de caracóis relacionada.
Novo octocoral. Foto: Nippon Foundation-Nekton Ocean Census/ Divulgação
A terceira espécie destacada pelos pesquisadores foi encontrada nas Maldivas: um novo octocoral. Existem apenas cinco destes conhecidos, e trata-se do primeiro do gênero registrado na região — número esse que representa a diversidade a ser descoberta. Esse ser é fundamental para a vida marinha, para a estabilidade dos recifes e no ciclo de nutrientes.
Além dos animais destacados, os pesquisadores encontraram novos exemplares de borboleta-marinha, lagosta agachada, camarão-de-capuz, urso d’água, estrelas-do-mar quebradiças e outros animaisantes não identificados.
Número de espécies descobertas pode ser ainda mais alto
O processo entre a identificação na natureza e o registro de uma nova espécie pode durar até 13 anos. Há casos em que o animal pode ter sumido do mapa antes de ser reconhecido oficialmente, por estar ameaçado de extinção. Quando se trata da vida marinha, então, a pesquisa é ainda mais difícil.
Dado o tamanho dos ambientes aquáticos e a dificuldade técnica e econômica de realizar maiores expedições, o processo de descoberta de novas espécies marinhas se torna ainda mais demorado.
Isso significa que aproximadamente de 1 a 2 milhões de espécies existentes ainda não foram documentadas- explica Mitsuyuki Unno, porta-voz do projeto
Para mitigar esse problema, as ONGs Nippon Foundation, do Japão, e Nekton, do Reino Unido, lançaram este projeto, que nasceu em abril de 2023. O enorme esforço colaborativo reúne especialistas do mundo inteiro e planeja fazer sete workshops e realizar mais dez novas expedições nos oceanos Pacífico, Índico e Antártico.
Diversos grupos permanecem no limbo por anos porque o processo de descrevê-los formalmente em artigos científicos é muito lento- conta Lucy Woodall, chefe do Censo Oceânico
Segundo Oliver Steeds, diretor do Censo Oceânico, estimativas que sugerem que para descobrir 100 mil novas espécies marinhas (objetivo do estudo) será necessário pelo menos US$ 1 bilhão, aproximadamente R$ 5,6 bilhões (conversão realizada em março de 2025).
Estamos preparando o terreno para tornar a descoberta de espécies em larga escala uma realidade– conclui Oliver Steeds
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A 5ª parada do Rolex SailGP Championship 2025 aconteceu nos dias 22 e 23 de março, em San Francisco, nos Estados Unidos. Por lá, a equipe brasileira Mubadala Brazil SailGP Team garantiu um 9º lugar no ranking final. Agora, os olhares se voltam ao Rio de Janeiro, palco da próxima etapa e primeiro destino na América do Sul a sediar a competição.
A última etapa antes do Enel Rio Sail Grand Prix foi recheada de adrenalina e momentos emocionantes para todas as equipes envolvidas. Confira, a seguir, um panorama geral do desempenho brasileiro em águas estadunidenses.
Desempenho brasileiro na 5ª etapa do SailGP
O principal campeonato de velocidade de barcos a vela do mundo reservou dois dias intensos de corridas na Baía de San Francisco. A equipe brasileira, sob o comando de Martine Grael — primeira mulher a assumir esse posto na história da competição — , ficou em 10º, 7º e 11º lugares, respectivamente, nas três primeiras regatas do SailGp de San Fransciso, no sábado (22).
Foto: AT Films / Divulgação
Contudo, o destaque ficou para a corrida de número 4, quando o Mubadala Brazil SailGP Team teve seu melhor desempenho e conquistou a 6ª posição, ficando atrás apenas de Canadá, França, Nova Zelândia, Austráliae Espanha, nessa ordem. Ao fim do dia, o Brasil conquistou o 10º lugar na classificação geral.
Embora não tenhamos tido um dia tão incrível, é muito bom velejar quando o vento está mudando de direção e há muitos desafios– comentou Martine as águas da Baía de San Francisco
Já no domingo (23), o time brasileiro conquistou o 6º lugar na primeira corrida da SailGP de San Fransciso. Na sequência, mais boas surpresas: uma 9ª posição na segunda regata e uma 4ª colocação na terceira e última corrida do dia, atrás apenas da Nova Zelândia, Espanha e França, respectivamente, sendo essa sua melhor posição da etapa.
O desempenho garantiu ao Mubadala Brazil SailGP Team o 9º lugar no ranking final, à frente de equipes tradicionais como Alemanha, Estados Unidos e Dinamarca — repetindo a colocação de Auckland (onde obteve 20 pontos) e a melhor até então, mas dessa vez com maior pontuação na tabela final, totalizando 24 pontos.
As primeiras posições em São Francisco, por sua vez, foram ocupadas por Espanha, Canadá e Austrália no top 3, respectivamente.
Foi uma etapa de muito aprendizado e crescimento para nós. Conseguimos melhorar nossa colocação e pontuação, e agora estamos muito animados para competir em casa– destacou Martine Grael
Estreia da SailGP na América do Sul será no Rio
Com a conclusão da etapa da SailGP em San Francisco, todas as atenções se voltam para o aguardado Enel Rio Sail Grand Prix, que acontecerá nos dias 3 e 4 de maio, na Baía de Guanabara. Essa será a estreia do campeonato na América do Sul, em águas brasileiras.
Foto: AT Films / Divulgação
Assim, o Mubadala Brazil SailGP Team terá a chance de correr diante de sua torcida, tendo como pano de fundo pontos turísticos icônicos, como o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor.
Marco Grael, irmão de Martine e igualmente experiente em velejar nas águas da Baía de Guanabara, ressalta a importância de trazer um campeonato como o SailGP para o Rio. “Hospedar uma competiçãode vela como essa, com a estrutura de megaevento que o SailGP proporciona, é um marco para qualquer cidade — incluindo a nossa, que já recebeu os Jogos Olímpicos e Pan-Americanos, por exemplo”.
O Brasil é um país que tem tradição neste esporte e espero que a etapa no Rio faça com que a vela alcance ainda mais pessoas, que inspire novos atletas e que faça o público carioca e brasileiro se apaixonar– ressalta Marco
Os fãs brasileiros poderão acompanhar as próximas regatas do campeonato pelo SporTV 3 e Band, além de garantir presença ao vivo no Rio de Janeiro. Os ingressos para assistir às disputas de locais privilegiados e próximos à raia já estão disponíveis na plataforma Eventim, com preços entre R$ 313 e R$ 940. Mais informações estão disponíveis no site oficial do evento.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O Rio Boat Show reserva aos amantes da náutica barcosque vão desde modelos de entrada até iates que parecem mansões sobre as águas. Nesta segunda categoria, um dos estaleiros que faz sucesso durante o evento é a italiana Azimut Yachts.
Não à toa: neste ano, a marca terá no salão cinco barcos. Entre eles, destaque para um modelo recém-lançado: a Azimut Fly 56. A primeira aparição deste lançamento foi em 2024, durante o São Paulo Boat Show, e agora ele fará a estreia nas águas da Baía de Guanabara.
Além delas, as lanchas Atlantis 51 e outros dois modelos da linha Fly, a Azimut 62e a Azimut 74, estão confirmadas no evento, que acontece de 26 de abril a 4 de maio, na Marina da Glória.
Destaques da Azimut no Rio Boat Show 2025
Azimut Fly 56
Pela primeira vez no Rio, a Azimut Fly 56 tem 17 metros de comprimento. A lancha é como uma moradia de luxosobre as águas, e carrega consigo detalhes em pedras, madeiras e outros revestimentos nobres, além de móveis, eletrodomésticos e equipamentosde ponta.
Azimut 27 Metri. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
São três camarotes, em que o pé-direito chega aos 2 metros mesmo na suíte de meia-nau — que normalmente desafia os projetistas a entregarem altura.
O barco conta ainda com área de refeição interna integrada com o ambiente externo, espaços de estar e lazernos interiores e “outdoor”, lounges para descanso e muita iluminação natural, uma vez que é cercado por vidros.
Foto: Revista Náutica
A alta tecnologia empregada permite otimização de combustívele navegação eficiente, além de um sistema de controle que funciona de forma intuitiva e permite manobras precisas e até o comando remoto via tablet.
Foto: Revista Náutica
Outro destaque da Azimut Fly 56 é o flybridge, um ambiente exclusivo para relaxamento e entretenimento ao ar livre. Dividido em três áreas, o pavimento acima do convés principal inclui um segundo posto de comando, lounges com chaises e sofás confortáveis, além de um espaço projetado para refeições.
Foto: Revista Náutica
Já na proa, um lounge com espreguiçadeiras reclináveis oferece um refúgio ideal para contemplação da paisagem e banhos de sol. Para navegar, a lancha é equipada com dois motoresVolvo IPS 950 D11, e atinge uma velocidade máxima de até 31 nós — 26 nós em cruzeiro.
Azimut 27 Metri
Fabricada em Santa Catarina — único parque fabril da Azimut fora da Itália –, a Azimut 27 Metri, conhecida por ser o iate de Cristiano Ronaldo, tem 88 pés de comprimento e faz parte da linha Grande Collection da empresa.
Azimut 27 Metri. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Na versão para 10 passageiros, o iate tem como um de seus atrativos uma suíte máster na proa do convés principal. A embarcação ainda dispõe de amplas áreas exteriores, que incluem lounge na proa, jacuzzi e bar ao ar livre no flybridge, além de um beach club e espaço gourmet na popa.
A popa, aliás, guarda uma garagem para um bote de apoio do tipo hidrojato, com 4,80 m. O beach club, de 7,5 m², é ideal para aproveitar o passeio pertinho do mar e acessar os brinquedos náuticos.
Azimut 27 Metri. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
A Azimut Grande 27 Metri detém uma superestrutura de fibra de carbono, que contempla todo o casario acima do convés principal. O uso desse material nobre na construção resultou em uma série de confortos a bordo, como a instalação de grandes janelas de vidro, que não aumentam o peso e ainda melhoram a estabilidade da embarcação.
Rio Boat Show 2025
Já tradicional, o charmoso salão náutico carioca abre o calendário de Boat Shows no Brasil em 2025. A 26ª edição do Rio Boat Show vai atracar na Marina da Glória entre os dias 26 de abril e 4 de maio, em um belo cenário, sob os olhares do Cristo Redentor, na Baía de Guanabara.
Registro do por do sol no Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Com a chance de fazer test-drive de embarcações na água, o Rio Boat Show 2025 vai trazer ainda uma vasta gama de produtos exclusivos para quem vive o lifestyle náutico. A expectativa é que mais de 100 embarcações estejam expostas aos visitantes, incluindo fabricantes que estão entre os maiores do mundo, lançamentos em primeira mão e condições exclusivas de compra.
Para uma experiência ainda mais imersiva e completa, o evento contará com palestras exclusivas com especialistas do setor, no NÁUTICA Talks, bem como passeios de barco a vela, desfile dos principais barcos e atrações interativas.
Vista aérea da área externa do Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Em 2024, o Rio Boat Show registrou números expressivos, com a presença de 33 mil visitantes e mais de 90 barcos expostos. O evento gerou um forte impacto econômico no setor, consolidando sua posição como um dos principais impulsionadores de negócios náuticos no país.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2025
Quando: De 26 de abril a 4 de maio Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro) Horário: Das 15h às 22h nos dias 26, 28, 29 e 30/04; e 02/05. Das 13h às 22h nos dias 27/04, 01 e 03/05. Das 13h às 21h no dia 04/05.
Mais informações: site oficial do Rio Boat Show Ingressos: site oficial de vendas
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O ex-tenista Rafael Nadal venceu o ator Will Smith, enquanto Tom Brady foi derrotado por Didier Drogba. Ainda teve LeBron James “roubando” o Team Brazil. O relato pode até parecer um sonho maluco, mas na verdade é o alucinante começo da E1 Series 2025: o campeonato de barcos elétricos que está em sua 2ª temporada.
Com mais celebridades do que nunca, a World Eletric Boat Races — mais conhecida como E1 — é a primeira competição de barcos elétricos do planeta, no estilo Fórmula 1, só que nas águas. O espetáculo reúne “racebirds”: barcos que podem chegar a quase 100 km/h e usam a tecnologia de hidrofólios, como na célebre America’s Cup.
Racebird do Aoki Racing Team. Foto: Instagram @e1series/ Reprodução
Por sua vez, os times da liga são fundados por celebridades e multimilionários do esporte, como Will Smith, Rafael Nadal e Tom Brady. Inclusive, a equipe da lenda do futebol americano foi campeã da edição 2023-2024 — temporada que terminou antes do previsto e que sofreu com falta de competidores.
Racebird do Team Brady. Foto: Instagram @e1series/ Reprodução
Aperte os cintos e confira como está o começo da temporada 2025 da E1 Series!
Bem-vindo, LeBron James!
Um astro do futebol americano, do futebol “normal”, do tênis… estava faltando uma estrela do basquete para integrar a lista da E1 Series. Não falta mais. Para 2025, a liga recebeu um nome de peso: LeBron James, jogador do Los Angeles Lakers e maior pontuador da história da National Basketball Association (NBA).
Percebeu a diferença? Diferente dos outros nomes já citados, LeBron é o único entre eles que ainda está em atividade, aos 40 anos de idade. O ala atracou na E1 com a equipe AlUla, que já disputou os dois GPs deste ano: Jedah, na Arábia Saudita, e em Doha, no Qatar — terminando em 8º e 7º, respectivamente.
Conhecido pelos seus investimentos no esporte, o astro do Los Angeles Lakers possui 2% das ações do Liverpool, time de futebol da Inglaterra, e 10% do Boston Red Sox, time de beisebol da Major League Baseball (MLB).
Na E1, as equipes que vão disputar as corridas de barcos elétricos são compostas sempre por uma dupla, com um homem e uma mulher como pilotos. O time de LeBron James escolheu, para sua estreia na competição, o canadense Rusty Wyatt e a britânica Cattie Munings.
Cattie Munnings, ex-pilota do Team Brazil, em 2025 com as cores da equipe de LeBron James. Foto: Instagram @teamalulae1
Como LeBron “roubou” o Team Brazil? Acontece que Cattie Munnings era do nosso time! Ela ajudou a levar a equipe, aos trancos e barrancos, a um digno 5º lugar na classificação geral na temporada passada — à frente dos times do ex-piloto de F1 Sérgio Perez e do DJ Steve Aoki. Atualmente, o Team Brazil amarga a última posição do campeonato.
Team Brazil em ação. Foto: Instagram @e1teambrazil/ Reprodução
Para o seu lugar, o Team Brazil trouxe neste ano a norueguesa Marit Stromoy. O piloto sueco, Timmy Hansen, continua na equipe verde e amarela — que tem como dono o boliviano Marcelo Claure, que entre outros investimentos, ajudou a fundar o Inter Miami, time de futebol onde joga Lionel Messi.
Nadal vence Smith, que cutuca Brady
O último Grand Prix disputado em Doha, no Qatar, teve o Team Rafa, do ex-tenista Rafael Nadal, como vencedor, numa batalha épica contra o Aoki Racing Team. Na quarta posição ficou o Westbrook Racing, que pertence a Will Smith, estrela de Hollywood.
Tom Brady prestigiando sua equipe na E1 (à esquerda) e Will Smith assistindo a Westbrook Racing (à direita). Fotos: Instagram @e1teambrady/ Reprodução e Instagram @westbrookracinge1/ Reprodução
Mesmo sem ter ganhado a disputa, Will Smith fez o clássico morde e assopra: parabenizou Nadal pela vitória e brincou com a derrota de Tom Brady — que terminou o GP em quinto, fora da corrida final. Na ocasião, o ator celebrou o fato de ter ficado na frente do ex-marido da Gisele Bündchen.
Eu não teria conseguido lidar com isso se Brady tivesse vencido– brincou Will Smith
A “rixa”, que na verdade não passa de uma rivalidade saudável, vem desde os tempos em que Tom Brady jogava no New England Patriots e Tampa Bay Buccaners, da National Football League (NFL). O quarterback venceu sete dos nove jogos na carreira contra o Philadelphia Eagles, time do coração de Will Smith.
Minha infância inteira foi passada com ele derrotando meu time, e eu pensei: isso não vai acontecer aqui hoje– disse e cumpriu, Will Smith
Muita água no caminho
Com dois GPs concluídos, quem lidera a tabela geral é o Team Rafa, seguido de pertinho pelo Aoki Racing Team — vencedor de Jeddah — , e Will Smith e companhia em terceiro. A próximo corrida será em Mônaco, em 19 de julho, seguida da Itália, em 23 de agosto, e Estados Unidos, em novembro. Ainda há dois compromissos a serem marcados, mas sem data e sede definida no momento.
Pilota Cris Lazarraga, o ex-tenista Rafael Nadal e o piloto Tom Chiappe, na comemoração do GP de Doha. Foto: Instagram @e1series/ Reprodução
Confira a classificação na E1 até o momento
Team Rafa – 72 pontos
Aoki Racing Team – 69 pontos
Westbrook Racing – 38 pontos
Team Blue Rising – 37 pontos
Team Brady – 33 pontos
Team Drogba – 29 pontos
Team Miami – 20 pontos
Team AlUla – 18 pontos
Team Brazil – 16 pontos
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
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Na falta de uma, o superiateMajesty 145 possui duas piscinas de imersão. A comodidade é apenas uma das reveladas pela Majesty Yachts durante o Dubai International Boat Show, salão náutico que aconteceu em fevereiro.
A Majesty Yachts é uma subsidiária da Gulf Craft, fabricante global de iates de luxoque atua nos Emirados Árabes Unidos desde 2004. Durante o salão, a marca anunciou sua primeira unidade vendida deste superiate. O presidente da Gulf, Mohammed Hussein Alshaali, destacou que o modelo “tem a abordagem semi-custom estendida aos exteriores”.
Foto: Majesty Yachts / Gulf Craft / Divulgação
Na prática, isso significa que o proprietário pode adaptar o barcoao seu próprio gosto para além do design interior, como é mais comum, tendo a possibilidade de modificar áreas como a popa, flybridge e proa.
Este princípio reflete perfeitamente a filosofia de design do estaleiro e minha própria abordagem de trabalho– ressaltou Alshaali
Mais do Majesty 145
A Majesty Yachts oferece embarcações de lazer que vão dos 48 aos 155 pés de comprimento. Assim, o Majesty 145 — que, como o nome sugere, tem 145 pés (44,2 metros) — entra como um superiate de médio porte dentro da linha.
Foto: Majesty Yachts / Gulf Craft / Divulgação
O modelo foi criado em colaboração com o renomado estúdio italiano Cristiano Gatto Design, e traz consigo uma estética que “tenta imitar a elegância da natureza”. Assim, o superiate apresenta uma silhueta elegante, de linhas fluidas, bordas arredondadas e, claro, vidros expansivos que levam a paisagem de fora para o interior do barco.
Os decks de popa são os principais responsáveis por criar espaços abertos generosos para banhos de sol, descanso ou refeições. Os decks superiores, por sua vez, buscam encantar pela vista da paisagem, com baluartes de vidro que permitem apreciar o mar sem interrupção. Cada um deles possui portas de correr, também de vidro, que ajudam a criar ambientes conectados e fluidos.
Foto: Majesty Yachts / Gulf Craft / Divulgação
As duas piscinas de imersão, uma no convés principal na popa e a outra no deck, são o grande destaque dessa embarcação. Seguindo os padrões de design do barco, ambas têm laterais de vidro, para que os hóspedes se sintam em conexão com o oceano.
Foto: Majesty Yachts / Gulf Craft / Divulgação
No convés superior, dedicado a refeições ao ar livre e descanso, uma mesa de jantar redonda para doze pessoas garante que todos passam se alimentar com vista panorâmica para o mar.
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Principalmente no inverno, a Ilha dos Lobos, ao norte do Rio Grande do Sul, se torna o lar de lobos-marinhos e leões-marinhos, que migram até o local em busca de águas quentes, alimento e descanso. Ver esses animais de perto foi proibido por 7 anos, até que, agora, o ICMBio, responsável pela área, aprovou que o turismo ecológico com barcos volte a acontecer na ilha.
Passeios desse tipo estavam proibidos pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) desde 2018, para preservar a fauna. A ideia era manter o veto até até que o instituto elaborasse planos de manejo e de uso público para avaliar os impactos do turismonos animais.
Foto: Andrea Hilgert / Wikimedia Commons / Reprodução
A previsão é que os passeios de barco em torno da ilha sejam regulados e autorizados ainda no primeiro semestre. Os turistas, porém, só poderão observar os animais de longe, sem desembarque nem interação.
A relação da Ilha dos Lobos com o turismo
A Ilha dos Lobos fica a 1,8 km de Torres, cidade mais próxima. O local, caracterizado por uma área de rochas basálticas, anualmente recebe em suas dependências lobos-marinhos-sul-americanos (Arctocephalus australis) e leões-marinhos-do-sul (Otaria flavescens), além de diferentes espécies de aves.
Esses animais, que vivem em colônias de reprodução na Argentinae no Uruguai, partem para o destino, principalmente, no começo do inverno no Hemisfério Sul.
Assim, a ilha é protegida como reserva ecológica desde 1983. Em 2005, foi transformada em Refúgio de Vida Silvestre (Revis), e teve seus limites de proteção ampliados para a água, em um raio de 500 metros. Em 2007, a área passou a ser gerida pelo ICMBio, autarquia vinculada ao Ministério do Meio Ambiente.
Até 2018, embarcações eram autorizadas a se aproximar da ilha para que turistas observassem as espécies. Naquele ano, contudo, o ICMBio vetou passeios como esse para avaliar os impactos do turismo nos animais.
O “prazo” da proibição se baseava no tempo que o instituto levaria para elaborar planos de manejo e de uso público na região. Por fim, o plano de manejo foi aprovado em 2023, enquanto o de uso público foi finalizado em dezembro de 2024.
Para Juliano Rodrigues Oliveira, atual chefe do Revis da Ilha dos Lobos, “atividades públicas trazem mais apoio à conservação da ilha”. Ele explica que “as pessoas vão defender mais a unidade de conservação quando puderem conhecê-la. Além do mais, essas atividades vão gerar renda, desenvolvendo o ecoturismo”.
As pessoas têm direito ao meio ambiente, isso está na Constituição. O ICMBio tem clareza de que, havendo preservação, temos o dever de dar esse retorno para a sociedade– destaca
A aprovação levou em conta pesquisas do projeto Torres para o Mar, que não apontaram impactos aos lobos e leões-marinhos com a aproximação dos barcos.
Quem poderá se aproximar da Ilha dos Lobos
De acordo com Juliano, serão permitidos dois tipos de passeios embarcados: o comercial, com embarcações credenciadas, responsáveis por vender passeios, e o particular, para proprietários de lanchas e botes, com experiências que deverão ser agendadas — sem custo. O chefe do Revis destaca que “as autorizações podem ser cassadas a qualquer momento se o autorizado não cumprir as regras”.
O ICMBio também deve regular e autorizar atividades como caiaque e destand up paddle. O mergulho e o surfe de tow-in, este último uma demanda antiga de surfistas da região, ainda estão em análise. A nova distância a ser respeitada e o número de passeios diários é uma decisão que ainda cabe ao instituto.
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Essencial para nosso próprio corpo e responsável pela imensidão azul que cobre nosso planeta, a água tem um dia só para ressaltar a sua importância. Desde 1993, 22 de março passou a ser o Dia Mundial da Água, por iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU).
Todos os anos, a ONU propõe um tema especial para ser discutido nessa data. O de 2025 é “Preservação das Geleiras”. Vale lembrar que um estudo recente mostrou que o volume de água derretida das geleiras encheria 300 mil piscinas olímpicas por dia.
Parque Nacional dos Lençois Maranhenses. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução
Além de conscientizar, o Dia Mundial da Água também serve para exaltar esse bem tão precioso. Por isso, NÁUTICA listou destinos maravilhosos para se aventurar por água doce dentro e fora do país.
Maravilhas de água doce no Brasil
Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses
Vamos para o Maranhão? Pois um dos destinos mais encantadores do Brasil fica lá: o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. A cerca de 250 km da capital São Luís, ele ocupa os municípios de Barreirinhas, Santo Amaro e Primeira Cruz. As paisagens com grandes dunas de areia e as lagoas de águas doces são os grandes chamativos da região.
Além do ecossistema ser conhecido pelas suas riquezas naturais, o local apresenta lagoas sazonais de água da chuva — um grande atrativo para o lazer. A região também é uma ótima pedida para passeios de barco nos rios Preguiças e Mandacaru, com suas paisagens exuberantes.
Praia de Rosana
Entre os rios Paraná e Paranapanema, está um destino que oferece águas doces, infraestrutura náutica e belas paisagens: a praia de Rosana, no extremo oeste do estado de São Paulo.
Foto: Prefeitura do Município de Rosana/ Divulgação
O Balneário Principal, com áreas para banho e até esportes de areia, recebe barcos e jets para navegar por suas águas. A região ainda conta com 16 ilhas fluviais.
Lago Paranoá
Formado pelas águas represadas do Rio Paranoá, o Lago Paranoá proporciona lazer para moradores e turistas, sendo uma ótima opção para um passeio de moto aquática. A área conta com 48 quilômetros quadrados e 38 metros de profundidade.
Além de passear de jet, é possível alugar uma embarcação com marinheiro para conhecer melhor cada ponto do grande lago e aproveitar os restaurantes próximos das regiões.
Maravilhas de água doce pelo mundo
Geleira Hintertux
Já ouviu falar desse recanto gelado? Localizada na Áustria, a Geleira Hintertux é uma das únicas que operam o ano todo, com direito a passeio de barco num lago glacial “escondido”. Por lá, visitantes podem conhecer a câmara de gelo e passear dentro de uma embarcação, a zero graus Celsius!
Foto: Geleira Hintertux/ Divulgação
O local tem ainda um “palácio de gelo”, pistas de esqui, teleféricos e um terraço congelante — onde é comum saírem pedidos de casamentos.
Rio Caño Cristales
Coce bem os seus olhos, pois esta não é uma visão do paraíso. No Dia Mundial da Água, seria um pecado não citar o show cromático do Rio Caño Cristales, da Colômbia. Sim, as águas doces deste destino não têm uma, mas sim cinco cores: vermelho, amarelo, verde, preto e azul.
Resultado da presença de algas que florescem em determinadas épocas do ano, o “rio das cinco cores” permite natação em áreas designadas e uma vista de arrepiar. Por lá, não se pode usar nenhum produto na pele — vale para repelente, protetor solar e hidratantes, inclusive — para não atrapalhar a fauna e flora locais.
Lago Baikal
O mais antigo e mais profundo dos lagos! Os títulos pertencem ao Lago Baikal, que fica na Rússia e é considerado Patrimônio Mundial pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura). Segundo a entidade, o local abriga nada menos do que 20% da reserva total de água doce descongelada do mundo.
Criado há 25 milhões de anos, a profundidade do lago Baikal chega a 1.700 metros. Há algumas ilhas ao seu redor — a de Olkhon é a maior delas e oferece vistas tantos de praias quanto de florestas.
O destino gelado ainda é uma boa pedida para patinação, esqui, passeios de barco — que tem aos montes — , mergulho nas cristalinas águas doces e até pesca.
Yellowstone
Para uma data histórica, um lugar histórico. O Parque Nacional de Yellowstone, em Wyoming, nos Estados Unidos, detém o título de primeiro parque nacional do mundo. Ele foi fundado em 1872 e também é considerado Patrimônio Mundial da UNESCO.
Além das paisagens deslumbrantes, o destino também ganhou fama pela sua atividade geotérmica, com milhares de gêiseres, fontes termais e vapores vulcânicos. E claro, não faltam águas doces para pesca esportiva e navegação (com restrições).
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
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