Empresa portuguesa vence leilão para construção do túnel Santos-Guarujá, em SP

Mota-Engil venceu o leilão na sexta-feira (5). Obra tem investimento estimado em R$ 6,8 bilhões, com aporte público e privado

Por: Nicole Leslie -
08/09/2025

Mais um passo rumo à construção do tão esperado túnel Santos-Guarujá foi dado. Na última sexta-feira (5), a empresa portuguesa Mota-Engil venceu o leilão que disputou o direito de construir e operar o primeiro túnel imerso da América Latina por 30 anos. A obra tem investimento estimado em R$ 6,8 milhões, com aporte público e privado.

O leilão aconteceu na sede da B3, na capital paulista, onde duas empresas com propostas consideradas regulares participaram: a Acciona Concesiones, da Espanha, e a Mota-Engil, de Portugal. A empresa portuguesa foi a vencedora do leilão, com a melhor proposta sobre a contrapartida do poder público para o projeto.

Foto: Governo do Estado de São Paulo / Divulgação

A Mota-Engil Latam Portugal ficará responsável pela construção, operação e manutenção do túnel ao longo de 30 anos de concessão. Segundo Silvio Costa Filho, Ministro de Portos e Artoportos, o canteiro de obras deve ser iniciado já em dezembro.

 

Dos R$ 6,8 bilhões estimados para a obra, R$ 5,1 são esperados de recursos públicos e outros R$ 1,7 bilhão da concessionária. Segundo o edital, a construção do túnel Santos-Guarujá deve ser concluída até 2030, para então passar por obras de acesso e entrar em operação.

Silvio Costa Filho posa ao lado de maquete do túnel Santos-Guarujá. Foto: Eduardo Oliveira / Ministério dos Portos e Aeroportos / Divulgação

De acordo com o Ministério dos Portos e Aeroportos, a Mota-Engil tem participação de 32,4% da China Communications Construction Company (CCCC). A empresa chinesa tem expertise na construção de obras submersas, a exemplo do túnel Taihu, considerado o maior da China, que se estende por nada menos que 10,8 km.

Melhorias na mobilidade urbana

Imaginado há mais de 100 anos, o túnel que ligará as cidades de Santos e Guarujá, na Baixada Santista, é um desejo antigo dos caiçaras que prevê muitas melhorias na mobilidade urbana entre as cidades.

Balsa que realiza travessia de veículos entre Santos e Guarujá. Foto: Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística / Divulgação

Atualmente, o trajeto pode ser feito por estrada ou por balsa. Por terra, o veículo enfrenta mais de 40 km de estrada num percurso que leva pelo menos 50 minutos. Com a balsa, que atravessa o Canal do Porto de Santos, o tempo médio é de 18 minutos quando não há congestionamento. Com trânsito, o tempo de espera pode ultrapassar duas horas.

Ilustração projeta imagem do túnel Santos-Guarujá. Foto: Ministério de Portos e Aeroportos / YouTube / Reprodução

Com o túnel Santos-Guarujá, o esperado é que veículos cruzem de uma cidade a outra em simplesmente dois minutos.

Iniciativa resultará em ligação que promete ser rápida e eficaz entre as cidades de Santos e Guarujá, no litoral paulista. Foto: Ministério de Portos e Aeroportos / YouTube / Reprodução

O projeto conta com 1,5 km de extensão, dos quais 870 metros devem ser debaixo d’água. A planta considera ligar a Rua José do Patrocínio, no Macuco, em Santos, à Avenida Santos Dumont, em Vicente de Carvalho, em Guarujá.

Tecnologia inédita no Brasil

Apesar da ideia centenária, a construção não será nada arcaica. A obra contará com uma tecnologia ainda inédita no Brasil já presente em obras internacionais na Ásia e na Europa, que utiliza peças pré-moldadas em docas secas.

Ilustração representa processo dos moldes sendo colocados na posição final, no Canal do Porto de Santos. Foto: Ministério de Portos e Aeroportos / YouTube / Reprodução

Basicamente, o túnel será feito a partir de módulos de concreto construídos em terra que, após um protocolo de testes, serão rebocados pelo Canal do Porto de Santos e afundados diretamente no local onde deverão ficar.

Projeto do túnel Santos-Guarujá considera trecho por baixo do Canal do Porto de Santos, por onde os navios passam para acessar o Porto de Santos. Foto: Ministério de Portos e Aeroportos / YouTube / Reprodução

Com o uso de bombas que tiram a água dos módulos, as peças serão fixadas debaixo d’água. Acima delas, virá uma camada de pedras que evitará impactos da movimentação dos navios diretamente na estrutura.

Como será o túnel?

O túnel Santos-Guarujá contará com três faixas de tráfego sentido ida e outras três sentido volta, ciclovia, passagem de pedestres e um espaço reservado para o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) — um tipo de transporte público que promete ser implementado no futuro.


O espaço também será equipado com sistemas de monitoramento em tempo real, mecanismos de segurança e controle inteligente de tráfego. Além de otimizar a mobilidade urbana entre as cidades, a iniciativa também prevê ampliar a eficiência logística do Porto de Santos.

 

Agora mais distante do papel, o túnel Santos-Guarujá se torna cada vez mais real. Conforme pontuado pelo Ministro de Portos e Aeroportos, a última sexta-feira (5) marcou “o fim de uma espera de 100 anos”.

 

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    Lembra dele? Barco encontrado durante obras da COP30 foi restaurado e recebeu visitação guiada

    Ação promovida pelo Iphan foi conduzida por especialistas e apresentou importância do achado. Veja o antes e depois!

    O comércio fluvial teve papel fundamental na consolidação de Belém (PA). Parte dessa história pôde ser revisitada no final de agosto, quando o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) realizou uma visitação guiada ao barco do século 19 encontrado soterrado durante as obras da COP30 — Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas que será realizada na cidade em novembro.

    Descoberta em agosto de 2024, no Parque Linear da Nova Doca, a embarcação apresentava um avançado estado de corrosão, agora contornado por especialistas através de um restauro. A visitação integrou a programação do Mês do Patrimônio, que neste ano teve como tema “Participação Social, Territórios e Sustentabilidade”.

    Foto: Tainá Arruda / Divulgação

    Assim, a ação levou ao público a oportunidade de conhecer de perto um dos achados arqueológicos mais significativos da região, por meio de especialistas em arqueologia, profissionais em arquitetura, de restauro e técnicos do Iphan, que mediaram a visitação.

    Eles foram explicando para a população o processo de como foi achado, de retirada, de manutenção, de conservação do bem, até o momento que a gente está hoje– comentou Augusto Miranda, arqueólogo do Iphan no Pará

    Para a superintendente do Iphan no Pará, Cristina Vasconcelos, a embarcação é uma peça de extrema importância para a história da cidade. Segundo ela, o barco “possui um grande conteúdo arqueológico”, uma vez que Belém tem ligação direta através dos rios com os períodos de início da invasão e colonização.

    Do achado à visitação

    Até poder ser visto de perto pela população, o barco de quase 30 metros precisou passar por processos cuidadosos de restauro, que começaram em fevereiro deste ano. O metal que compõe a estrutura da embarcação apresentava altos níveis de corrosão, uma vez que ficou anos soterrado, exposto a todo tipo de produto químico.

    Após o resgate nas obras da COP30, embarcação apresentava sinais de deteorização. Foto: Leonardo Macêdo/Ascom Seop / Agência Pará / Divulgação

    Para ganhar vida novamente, especialistas atuaram na limpeza, estabilização e aplicação de produtos específicos para desacelerar o processo de deterioração e garantir a preservação futura. Veja o antes e depois compartilhado pelo Iphan:

     

     

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    Tainá Arruda, arquiteta e restauradora da empresa contratada para realizar o trabalho de restauro, explica que “foi feito inicialmente um tratamento de limpeza mecânica, com muito cuidado na remoção dos sedimentos, e depois uma limpeza com água de baixa pressão”.

     

    Segundo ela, todas as etapas foram parte de um cuidado progressivo, que também buscou compreender o estado da estrutura metálica do barco.

    Importância histórica

    Encontrado a partir de escavações arqueológicas nas obras da COP30, em contextos de licenciamento para obras públicas no Centro Histórico de Belém, o barco é considerado único, uma vez que ainda não se tinha notícias sobre achados do gênero na região.

    Foto: Leonardo Macêdo/Ascom Seop / Agência Pará / Divulgação

    As pesquisas sobre a embarcação seguem sendo atualizadas, mas pesquisadores já conseguem afirmar que se trata de um barco de pelo menos 100 anos. Sua estrutura é composta por ferro, embora existam suspeitas de que pedaços de madeira podem também ter feito parte do barco.


    O local em que a embarcação foi encontrada, conhecido como antigo córrego das Almas, funcionava como um entreposto econômico e portuário — que depois foi transformado em um bairro comercial de forma abrupta.

     

    O fato tem levado os estudiosos a acreditarem que o achado pode estar relacionado com o tráfego de mercadorias e pessoas. Pesquisas posteriores ainda devem indicar outras características, como se o barco funcionava a vapor ou se tinha operações mais modernas.

     

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      O Gigante Azul: por que o Oceano Pacífico é o maior e mais profundo do mundo?

      Com espaço para acomodar todos os continentes do planeta, a imensidão azul tem uma história intrigante

      Por: Nicole Leslie -

      Se fosse possível dividir o planeta em três partes, uma delas seria a área aproximada do Oceano Pacífico — claro que com ressalvas. Com cerca de 160 milhões de km², ele é o maior corpo d’água do mundo e ocupa mais de um terço da superfície terrestre.

      Segundo a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA), este macroecossistema guarda mais da metade da água livre do planeta e tem espaço suficiente para acomodar todos os continentes ao mesmo tempo.

       

      A história dessa imensidão azul vem desde o supercontinente Pangeia (quando todos eram um só), que era cercado pelo Panthalassa, o único oceano da Terra na época. O Pacífico é o que restou desse ancestral, de acordo com estudo publicado na revista ScienceAdvances.


      O documento pontua que por volta de 200 milhões de anos atrás, durante o período Jurássico Inferior, a Placa do Pacífico nasceu em um ponto de junção entre três placas pré-existentes: Izanagi, Farallon e Phoenix. Foi um evento tectônico enigmático, onde a placa surgiu “do nada”, em vez de resultar da fragmentação de outras.

      Foto: Fama Clamosa / Wikimedia Commons / CC BY-SA 4.0

      Dimensões absurdas guardam mistérios abissais

      As proporções do Oceano Pacífico são, por si só, gigantescas. Além de ser o maior, ele tem quase o dobro do volume do Oceano Atlântico, o segundo da lista.

      Oceano Pacífico fica entre a Ásia e a Austrália (a oeste) e o continente Americano (a leste). Foto: UserStrebe / Wikimedia Commons

      Ele também detém o título de mais profundo, com uma profundidade média de 4 mil metros. Inclusive, é por lá que se encontra o maior ponto abissal do planeta, o Challenger Deep, localizado na Fossa das Marianas, com impressionantes 11 mil metros abaixo do nível do mar.

       

      A gigante estrutura d’água ainda guarda um grande fenômeno: a Bacia do Pacífico (também chamada de “Anel de Fogo”). Conhecida por ser a região mais sismicamente ativa do mundo, esta é a maior depressão oceânica da Terra e contém a maior quantidade de água do planeta, além de abrigar atividades tectônicas, eventos climáticos e formações geográficas.

      Imagem ilustrativa. Foto: leungchopan/ Envato

      Esse fenômeno ocorre em zonas de subducção, onde uma placa tectônica mergulha sob a outra, derretendo no manto e realimentando a atividade vulcânica. É um ciclo constante de destruição e criação, que resulta em variações no volume do corpo d’água ao longo de milhares de anos.

       

      Apesar de toda atividade geológica, o nome do oceano sugere calma. Isso porque ele foi batizado pelo explorador português Fernão de Magalhães, em 1520, que encontrou águas tranquilas ao navegar. Ficou, então, Oceano Pacífico para a história, apesar de toda a movimentação que ele envolve.

       

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        Meio bilhão de reais: megaiate de 237 pés é vendido por valor astronômico

        Embarcação supostamente pertencia a oligarca russo, que costumava fretar o barco por R$ 4,3 milhões semanais

        Um oligarca colocou o seu “humilde” megaiate à venda, mas não etiquetou um preço muito convidativo: algo perto de US$ 100 milhões (cerca de R$ 540 milhões na cotação de setembro de 2025). Porém, um outro endinheirado tão rico quanto não se assustou com os valores e agora chama o “Amaryllis” de seu, num dos maiores negócios de megaiates usados realizados em 2025.

        O famosíssimo barco de 237 pés (78 metros de comprimento), construído em 2011 pelo estaleiro alemão Abeking & Rasmussen, mudou de mãos pela primeira vez. Segundo o Superyacht Fan, a embarcação pertenceu durante 14 anos ao oligarca russo Andrey Borodin, CEO do Banco de Moscou e que mora no Reino Unido.

        Foto: Moravia Yachting/ Reprodução

        O megaiate de Borodin era relativamente “acessível” — com muitas aspas. Até o momento da venda, o modelo estava disponível para fretamento semanal a partir de US$ 800 mil (aproximadamente R$ 4,3 milhões), na contramão de proprietários que preferem deixar suas embarcações totalmente privadas.

        Mas tudo chega ao fim. Depois de uma década, o multibilionário estava decidido a vender o Amaryllis de vez. Para a sorte dele, um outro super-rico — cuja identidade não foi revelada — embarcou nessa aventura e adquiriu este pedaço de luxo flutuante, apesar do preço proibitivo de pouco menos de US$ 100 milhões.

        Foto: Moravia Yachting/ Divulgação

        Além do valor de compra, esta obra-prima dos mares exige mais de US$ 10 milhões (cerca de R$ 54 milhões) só para manutenções anuais. Também por isso, o barco carrega um forte apelo entre o mundo exclusivo dos bilionários.

        Atemporal

        Nem mesmo os mais de 14 anos de uso deixaram esse megaiate menos encantador. Com forte toque artístico, o Amaryllis tem tudo para atrair ricaços: fama, tamanho, exuberância e um design de tirar o fôlego.

        Foto: Moravia Yachting/ Divulgação

        O estúdio alemão Abeking & Rasmussen, um dos construtores de megaiates mais antigos e prestigiados do mundo, teve como inspiração estética a Belle Époque, período da história francesa e europeia que enfatiza a liberdade criativa e desenvolve uma aparência altamente decorativa.

         

        Quem também trabalhou na construção foi o estúdio britânico Reymond Langton, que colaborou com o construtor naval alemão em vários outros projetos — sendo este um dos maiores.

        Foto: Moravia Yachting/ Divulgação

        Distribuídas por cinco deques, o barco de luxo oferece diversas áreas de estar e jantar ao ar livre, além de um espaçoso beach-club com uma generosa plataforma de natação e uma variedade de brinquedos que se conectam diretamente à popa.

         

        Ainda no deque de popa, destaque para uma piscina de cinco metros com iluminação subaquática, espreguiçadeiras e um bar. Por dentro, um elevador luminoso de vidro e uma escada em espiral permitem fácil acesso entre os deques e uma integração perfeita entre o interior e o exterior.

        Foto: Moravia Yachting/ Divulgação

        A suíte máster, localizada no terraço privativo, entrega ao proprietário vistas panorâmicas de brilhar os olhos. Por lá, ele tem à sua disposição um spa asiático que inclui piscina de imersão, sauna, sala de massagem a vapor e academia, além de uma jacuzzi espaçosa.

        Foto: Moravia Yachting/ Divulgação

        Há, ainda, detalhes típicos dos mais afortunados, como um piano de cauda Schimmel Pegasus de edição limitada; peças de mobiliário personalizadas da premiada marca de design Silverlining; ou o bote de madeira personalizado Graf Ipanema, de quase 10 metros.

        Foto: Moravia Yachting/ Divulgação

        O megaiate Amaryllis foi projetado para acomodar até 12 hóspedes em seis cabines deslumbrantes, enquanto suporta uma tripulação grandiosa de 23 pessoas.

         

        Composto por um casco de aço e uma superestrutura de alumínio, o barco utiliza dois motores Caterpillar e alcança uma velocidade de cruzeiro de até 14 nós (quase 26km/h), com velocidade máxima de 17 nós (31 km/h).

         

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          Nova Mestra 272 vai estrear no São Paulo Boat Show ao lado de outras 8 lanchas

          Barcos da marca vão dos 19 aos 35 pés. Evento acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo

          Nada menos que nove embarcações vão compor o estande da Mestra Boats durante o São Paulo Boat Show 2025. Como de costume, a marca ainda vai aproveitar o maior salão náutico da América Latina para lançar um novo modelo. Desta vez, estamos falando da nova Mestra 272, lancha de proa aberta que chega ao portfólio de maneira estratégica.

          De 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo, a novidade vai estrear ao lado de modelos que atendem aos mais diversos gostos. São eles: Mestra 190, Mestra 200, Mestra 212, Mestra 240 MO, Mestra 240 MC, Mestra 292, Mestra 322 e Mestra 352 HT.

           

          A nova embarcação, de 27 pés, chega para preencher uma lacuna estratégica na linha da marca — entre a Mestra 240 (24 pés) e a Mestra 292 (29 pés) —, como revelou o presidente do estaleiro, José Eduardo Cury (ou apenas Zé da Mestra), em entrevista ao Estúdio Náutica. Ele também deu um spoiler do barco. Veja:

           

           

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          Segundo Zé, a lancha terá proa com design “lançado”, seguindo o estilo dos barcos maiores do estaleiro. Como diferenciais, o modelo apresenta cabine e banheiro fechados, além de passagem lateral. Na popa, Zé promete “muita inovação”, mas faz suspense quanto aos detalhes, que serão revelados no lançamento.

           

          Por outro lado, Zé revelou que o costado lateral envidraçado promete garantir mais visibilidade e elegância na navegação.

          Mais novidades da Mestra atracarão em São Paulo

          Embora o grande destaque da Mestra no São Paulo Boat Show desta vez seja a nova Mestra 272, os demais modelos chegam cheios de recursos para atender aos gostos mais variados.

           

          Bom exemplo disso é o novo teto solar rígido que não transfere calor, apresentado no Rio Boat Show deste ano, na Mestra 322. Envidraçado e equipado com placas de energia solar, o modelo utiliza vidros refletivos que bloqueiam o calor, mas captam a luz do sol para gerar energia.

          Mestra 322 com novo teto rígido que não transfere calor. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica

          Já para quem está começando a contar as primeiras milhas no mar, a Mestra 190, menor barco da marca no salão, promete ser uma ótima pedida. O barco, lançado no mesmo evento em 2024, traz um costado lateral oriundo de modelos maiores da marca — como as 29, 32 e 35 pés — que evita os famosos respingos a bordo.

          Mestra 190. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

          Outro recurso que dá um toque especial à lancha é o tamanho da boca (largura), que chega com 2,35 metros, “extremamente larga para uma 19 pés”, como ressalta o presidente. No comprimento, são 5,80 metros, tamanho que confere espaço para até nove pessoas a bordo.

          Mestra 352 HT. Foto: Rivo Biehl / Revista Náutica

          Em contraste ao modelo de 19 pés, o estaleiro apresenta também a Mestra 352 HT. Maior embarcação já construída pela empresa e a primeira a contar com hardtop, a lancha de 35 pés traz teto solar em fibra com abertura elétrica, plataforma submergível capaz de aguentar 500 kg de carga e espaço para cinco pessoas pernoitarem.

          São Paulo Boat Show 2025

          A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

           

          Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

          Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

          Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

           

          A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

           

          Anote aí!

          SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

          Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
          Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
          Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
          Mais informações: no site do evento
          Ingressos: site oficial de vendas

           

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            Considerados um "tesouro genético", animais sobreviveram sem água doce no arquipélago e agora são estudados por pesquisadores brasileiros

            Por: Nicole Leslie -
            07/09/2025

            O arquipélago de Abrolhos, apesar de lindo, não têm fonte de água doce. Ainda assim, cabras deixadas lá há mais de 200 anos se moldaram para sobreviver no ambiente atípico e escasso, contrariando todas as expectativas. Agora, pesquisadores da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) investigam se esse isolamento pode ter dado origem a uma nova espécie.

            Em uma operação da Marinha do Brasil com o ICMBio, 21 cabras foram retiradas da ilha no início do ano e levadas para o campus Itapetinga (BA) da Uesb. Depois de tantos anos isoladas, as cabrinhas foram mantidas em quarentena e sem contato com outros animais, para que sejam observadas de perto e a pesquisa siga sem interferências.

            Operação comandada pela Marinha levou cabras de Abrolhos para a Bahia. Foto: Jessyca Teixeira / ICMBio Abrolhos / Divulgação

            Segundo o professor Ronaldo Vasconcelos, da Uesb, a confirmação de uma nova espécie exige tempo e análises detalhadas, que vão da aparência física ao DNA. Mas alguns sinais das cabras de Abrolhos já chamam atenção: porte reduzido, variações anatômicas e uma impressionante capacidade reprodutiva.

            Foto: YouTube / UescOficial / Reprodução

            O que já se sabe

            Os pesquisadores identificaram cinco tipos de pelagem, duas variações de chifre, três de úbere (a mama da fêmea) e duas de perfil cranial. O tamanho reduzido pode ser reflexo da vida em um território limitado e da disputa constante por alimento.

            Foto: YouTube / UescOficial / Reprodução

            A resistência reprodutiva surpreende ainda mais. Algumas fêmeas estavam prenhes quando chegaram à Bahia e mantiveram a gestação saudável apesar de todas as mudanças. Para Vasconcelos, trata-se de uma “habilidade materna espetacular”, rara entre as espécies já conhecidas.


            Um legado de 200 anos

            Segundo a Universidade, as 21 cabras descendem diretamente dos animais deixados no Arquipélago de Abrolhos durante o período colonial, há mais de dois séculos. O fato de terem sobrevivido de geração em geração em um ambiente árido e cercado pelo mar faz delas um verdadeiro “tesouro genético”.

            Foto: Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia / Divulgação

            Se for confirmada uma nova espécie, a descoberta pode ter impacto além da biologia. O material genético desses animais resistentes pode contribuir para a zootecnia nacional, ajudando na criação de cabras em regiões semiáridas e inspirando novas estratégias para a pecuária.

            Registro da operação que buscou as 21 cabras do Arquipélago de Abrolhos. Foto: Jessyca Teixeira / ICMBio Abrolhos / Divulgação

            Mais do que um estudo, essas cabrinhas são um lembrete vivo de como a natureza encontra caminhos para persistir, mesmo nos cenários mais improváveis.

             

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              Corrosão ou oxidação? Confira as principais dúvidas sobre ferrugem nos barcos

              Nem tudo está perdido quando as primeiras manchas começam a aparecer na embarcação. Veja o que fazer!

              Por: Redação -
              06/09/2025

              Todo mundo sabe que barco foi feito para a água, portanto nada mais natural que sofra as consequências do meio em que ele vive. Nesse cenário, um dos maiores pesadelos é a ferrugem. E como todas as embarcações contêm metais — mesmo as com casco em fibra de vidro —, nenhuma está inume aos riscos.

              Quando se trata da água do mar, a situação é mais grave. O sal potencializa o processo de corrosão, que se manifesta até nos ambientes onde o barco não tem contato direto com a água — bastam os efeitos da maresia ou da falta de neutralização da corrosão nas partes submersas do casco.

              Foto: linux87/ Envato

              Logo, nem sempre é desleixo do dono da embarcação. A oxidação em ferragens de aço inox pode aparecer até mesmo em barcos extremamente bem cuidados. Quando a ferrugem se manifesta por fora é porque já está bem mais adiantada por dentro dos componentes.

               

              Na maioria das ferragens de convés, a corrosão é apenas um inconveniente estético. Mas, quando em motores ou propulsores, a ferrugem pode provocar estragos maiores e mais sérios.

              Corrosão e ferrugem são a mesma coisa?

              Para essa pergunta, a resposta é: não! Corrosão é um processo que provoca desgaste de uma liga metálica. Já ferrugem nada mais é do que um caso particular de corrosão no ferro. A rigor, portanto, barcos nem deveriam usar a expressão “ferrugem”, mas sim “oxidação”, porque ferro mesmo é o que eles menos têm.

              Foto: wirestock/ Envato

              Mesmo assim, seja ferrugem ou oxidação, o fato é que ambos são um problemão. Mas há como se prevenir do problema se alastrar. Num barco, vale tudo para tentar ganhar esta guerra contra um inimigo que corrói tudo — inclusive a paciência dos donos.

               

              Sendo assim, a Revista Náutica reuniu as principais dúvidas sobre a ferrugem no barco — e, claro, suas devidas respostas. Confira abaixo!

              Dúvidas mais comuns sobre ferrugem no barco

              Corrosão e oxidação são a mesma coisa?

              Não. Oxidação é uma reação química, na qual um material ou elemento se une ao oxigênio, formando um novo composto: um óxido. Nem toda oxidação de metal gera corrosão, pois ela só ocorre quando esta reação química provoca a perda de material de uma das partes envolvidas.

              A ferrugem ataca mais no mar?

              A reposta é sim. Além do sal, o mar também tem cloro natural que acelera a corrosão, porque transforma a água em um eletrólito mais eficiente, aumentando sua condutividade elétrica — e eletricidade acentua a corrosão. Isso faz com que a ferrugem apareça no barco e avance bem mais depressa do que na água doce.


              Onde a corrosão costuma atacar mais?

              Nas ferragens do convés, especialmente nos guarda-mancebo, âncora e escadinha de popa. Mas partes metálicas submersas (como eixos, rabetas, hélices e lemes) também estão sujeitas à corrosão, embora com menos intensidade, já que anodos de sacrifício protegem bem estas peças.

              Aço inoxidável também enferruja?

              Sim, dependendo da qualidade do aço e dos cuidados do dono do barco. Alguns fabricantes usam ligas mais baratas que resistem menos à corrosão. Há, também, o cloro (presente na água salgada), e que é até capaz de perfurar a camada protetora do aço convencional.

               

              Por isso, os mais recomendados são os aços com especificação ABNT 316, que têm alto teor de cromo e suportam bem o cloro do mar. Mas — atenção! — estes não resistem aos cloros químicos nem à água sanitária. Portanto, nada disso na limpeza do barco!

              Foto: MatthewWilliams-Ellis/ Envato

              Se o inox for riscado ou lixado ele pode enferrujar?

              Não. A camada de óxidos de cromo que revestem os aços inox volta a se formar automaticamente — e muito rapidamente — quando em contato com o ar. Mas é preciso cuidado com os serviços de soldagem em peças de inox: eles podem alterar a quantidade de cromo no local onde houve a fusão do material e provocar corrosão.

              Por que aço inox em contato com alumínio gera corrosão?

              A resposta está na corrosão galvânica. Ela ocorre sempre que dois metais diferentes entram em contato em qualquer meio que possa transmitir eletricidade. Como o alumínio é menos nobre que o inox, ele será corroído.

               

              Isso vale também para os parafusos no aço inox — o que é bem comum nos guarda-mancebos, onde a peça é de aço e as abraçadeiras de alumínio. Evite, portanto, colocar dois metais diferentes em contato direto. Se tiver que fazê-lo, coloque um isolante no meio.

              Além da água, o que mais pode causar corrosão acentuada num barco?

              A fuga de corrente elétrica para uma parte metálica submersa ou desprotegida de anodo de sacrifício. A energia pode dissolver qualquer metal em questão de dias!

              Foto: flotsom/ Envato

              Existe receita caseira para prevenir a corrosão?

              Sim. Lavar bem as ferragens com água doce e sabão depois dos passeios — tanto no mar quanto em água doce. O polimento com cera náutica também blinda bem contra a corrosão.

              Em qual estágio a ferrugem ainda tem cura?

              Sem dúvidas, bem antes de perfurar as partes do barco. Em cascos de aço, se for descoberta ainda cedo, o jateamento seguido de pintura resolve o problema. Mas se a ferrugem atacar eixos e propulsores, é bem provável que o funcionamento destes componentes já esteja comprometido — portanto, tarde demais.

               

              Na grande maioria das peças de aço inox, basta um simples polimento para resolver o problema. Por outro lado, parafusos enferrujados precisam ser trocados por novos, porque não vale a pena tentar salvá-los.

              Mais dúvidas? Extras para evitar a ferrugem no barco:

              • Lavou o barco? Seque cada cantinho. Especialmente os parafusos, que corroem facilmente;
              • Não use vinagre para limpar o aço inox. Ele deixa a superfície mais aderente ao sal do mar.

               

              Depois disso, não restam mais dúvidas: basta seguir as dicas de NÁUTICA e ser o inimigo número 1 da ferrugem no barco. Assim, seu pesadelo estará com os dias contados.

               

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                Peixe que vive nas profundezas tem cabeça transparente e olhos giratórios

                Conhecido como peixe-olhos-de-barril, a criatura possui mecanismo peculiar que permite enxergar na escuridão

                05/09/2025

                Por mais que possa parecer, este animal não saiu de um filme de ficção. O peixe de cabeça transparente e olhos giratórios existe e vive a cerca de 600 metros de profundidade no oceano. Em tempo, ele é resultado de uma das adaptações mais incríveis da escuridão inóspita deste ecossistema.

                Conhecido como peixe-olhos-de-barril (Macropinna micróstoma), essa pequena criatura de 15 centímetros adotou uma solução prática para sobreviver onde há pouquíssima luz: uma cabeça translúcida e olhos tubulares que se viram para cima — como se enxergassem através de um teto solar.

                Peixe-olho-de-barril. Foto: MBARI/ Divulgação

                Os olhos deste peixe não são esferas, mas tubos grossos. Eles conectam uma lente grande a uma área da retina, o que proporciona a sensibilidade de um olho grande sem o custo metabólico e a necessidade de espaço. Ou seja, os “buraquinhos” que aparecem onde seria o “rosto” do peixe são, na verdade, as narinas dele.

                Peixe-olho-de-barril. Foto: MBARI/ Divulgação

                Os verdadeiros olhos, por sua vez, são envoltos por cristais verdes e quase sempre mirados para cima, num escudo transparente cheio de líquido que cobre o topo da cabeça e protege a vista de qualquer criatura que o possa confundir com uma presa.

                 

                Além disso, os pigmentos verdes dos olhos bloqueiam qualquer mínima luz que consiga chegar da superfície, numa espécie de filtro. Isso também torna mais detectável o brilho bioluminescente de águas-vivas e outros pequenos animais que flutuam acima dele.


                Essa habilidade ajuda a espécie a caçar em águas extremamente escuras, já que a 600 metros de profundidade, o cenário é quase um completo breu. Conforme estudo publicado na Current Biology, a 850 metros a visibilidade se assemelha ao que veríamos numa noite nublada sem lua, o que é considerado o limite da visão humana.

                Olhos que podem girar

                O peixe-olho-de-barril foi descrito pela primeira vez em 1939 por Wilbert Chapman, um oceanógrafo que trabalhou para a instituição que mais tarde se tornou o Serviço de Pesca dos EUA. Os próximos avanços só surgiram em 2009, quando pesquisadores do Instituto de Pesquisa do Aquário da Baía de Monterey (MBARI) capturaram um exemplar vivo.

                Peixe-olho-de-barril. Foto: MBARI/ Divulgação

                O peixe que sobreviveu algumas horas em um aquário permitiu que os pesquisadores descobrissem que os olhos do animal também giram para a frente, derrubando a tese de que ele observava apenas o que estava acima dele.

                 

                Os estudos anteriores falharam em registrá-lo em vida porque o animal colapsava ao ser “puxado” para a superfície. Por isso, o que se fazia na época era uma “biologia forense”, na qual os cientistas tentavam compreender a vida do peixe mesmo sem nunca ter o observado em vida.

                Peixe-olho-de-barril. Foto: MBARI/ Divulgação

                O estudo e as imagens capturadas da cabeça transparente deste peixe foram feitos com ajuda de um Veículo Operado Remotamente (ROV), entre os anos de 2008 e 2021, em profundidades que variavam de 600 a 800 metros.

                 

                Inclusive, a pesquisa feita há quatro anos foi a mais completa sobre o animal. Desta vez, foram realizadas mais de 5 mil operações com o ROV e quase 30 mil horas de vídeo — só faltou combinar com os peixes, que apareceram apenas nove vezes.

                Peixe-olho-de-barril. Foto: MBARI/ Divulgação

                Esse animal se alimenta de minúsculos crustáceos e outras criaturas que ficam presas nos tentáculos das águas-vivas. Ainda pouco se sabe sobre a sua distribuição, mas a maioria dos casos documentados vieram do Pacífico Norte, em trechos do Mar de Bering até o Japão e Baixa Califórnia.

                 

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                  Divisor de águas: Evolve Yachts aposta em sucesso de novo modelo no São Paulo Boat Show

                  Lançada em 2025, Evolve Titanium Flybridge promete ser o grande destaque do estaleiro. Evento acontece de 18 a 23 de setembro

                  Por: Nicole Leslie -

                  A Evolve Yachts levará sua joia mais recente ao maior salão náutico da América Latina: a Evolve Titanium Flybridge, uma lancha de 15,25 metros (50 pés). O modelo que estreou nas águas do Marina Itajaí Boat Show, em julho, já havia conquistado compradores mesmo antes de ser revelada oficialmente, com o projeto apenas no papel.

                  A expectativa é que seja um divisor de águas para a empresa– Ricardo Wilges, representante da Evolve Yachts

                  Desenvolvida ao longo de dois anos e meio, a embarcação combina imponência e sofisticação. Durante o dia, recebe até 16 pessoas, das quais oito podem passar a noite. Mesmo em sua capacidade máxima, a lancha chega a 30 nós de velocidade graças aos dois motores Volvo D6 IPS 650, de 480 hp cada.

                  Evolve Titanium Flybridge. Foto: Evolve Yachts / Divulgação

                  Entre os destaques estão o flybridge de mais de 12 m², o open deck no cockpit em ambos os bordos e nada menos que três camarotes fechados, incluindo uma suíte máster à meia-nau. Também há outro banheiro no convés inferior para uso compartilhado — fora da suíte.

                  Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica

                  Mesmo com 50 pés de comprimento, os detalhes não passaram batidos na configuração do barco. O acabamento é refinado, com móveis laqueados sem fibra aparente e interiores que misturam texturas de madeira, tecidos e metais.

                  Evolve Titanium Flybridge. Foto: Evolve Yachts / Divulgação

                  No São Paulo Boat Show 2025, a Titanium Flybridge dividirá espaço com outro modelo do estaleiro: a Evolve 360 HT. Menor, com 11 metros de comprimento (36 pés), recebe até 13 pessoas durante o dia e seis no pernoite, mostrando a versatilidade do catálogo da marca.

                  Evolve 360 HT. Foto: Evolve Yachts / Divulgação
                  Evolve 360 HT. Foto: Evolve Yachts / Divulgação

                  São Paulo Boat Show 2025

                  A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                   

                  Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                  Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                  Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                   

                  A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                   

                  Anote aí!

                  SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                  Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                  Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                  Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                  Mais informações: no site do evento
                  Ingressos: site oficial de vendas

                   

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                    Superiate premiado da Feadship está à venda por quase R$ 397 milhões

                    Somnium, de 55,2 metros, foi entregue em 2021 e carrega exterior totalmente em alumínio. Conheça o barco!

                    O que faz uma embarcação custar quase R$ 397 milhões? O tamanho certamente agrega valor e, no caso do Somnium, superiate da Feadship que acaba de entrar no mercado de corretagem, são nada menos que 55,2 metros — mas não só isso. O barco carrega consigo um troféu Neptune, entregue aos vencedores do World Superyacht Awards, um dos prêmios mais prestigiados do setor. O que mais teria rendido a coroação?

                    Esse é um barco relativamente novo, que conheceu as águas pela primeira vez em 2021. Não demorou para que o superiate passasse a atrair os olhares mais apurados — tanto é que o Neptune veio logo em seguida, em 2022. Isso porque a embarcação mostra a que veio logo de cara.

                    Foto: Feadship / Divulgação

                    Seu exterior refinado foi feito totalmente em alumínio pelo Studio De Voogt, parceiro das construções da holandesa Feadship que, por sua vez, comandou a arquitetura naval do Somnium.

                     

                    Já o design interior ficou por conta do estúdio de design italiano FM – Architettura, que idealizou detalhes inspirados na natureza selvagem das Ilhas Galápagos, um arquipélago vulcânico no Oceano Pacífico.

                    Foto: Feadship / Divulgação

                    Embora a fonte de inspiração tenha vindo de um dos principais berços da vida selvagem no mundo, as instalações desse superiate são tidas como “tranquilas”, com ambientes aconchegantes ​​e acomodações espaçosas.

                    Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                    Aqui, vale destacar a suíte principal, que ocupa toda a largura da boca do barco (9,8 metros). No cômodo, o futuro proprietário encontrará um espaço que vai muito além da hora de dormir. O ambiente dispõe de área de estar, varanda privativa e um escritório com vista panorâmica para o oceano.

                    Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                    As cabines de hóspedes, por outro lado, não ficam para trás. Uma delas, aliás, faz jus a um barco pensado para a família e chega equipada com beliches. A decoração, por sua vez, é mais sóbria para que ainda faça sentido quando as crianças crescerem.

                     

                    Ao todo, cinco cabines garantem noites confortáveis para até 11 convidados. Existem, ainda, acomodações adicionais para uma tripulação de 13 pessoas.


                    Ainda no interior, toques modernos e vintages se mesclam a tons quentes para criar um ambiente que busca personificar o relaxamento. O toque da Ilha de Galápagos fica evidente em móveis e obras de arte têxteis que remetem aos padrões da natureza.

                    Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                    Já nos espaços de convivência o grande destaque é uma piscina de 9 mil litros com vista para a popa do convés. Além de garantir um momento relaxante com seus jatos contracorrentes, ela pode ser elevada até o nível do convés, ampliando o espaço e transformando-o em uma espécie de lounge.

                    Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                    A piscina, com fundo de vidro, ainda ilumina a academia presente no deque abaixo, onde também fica uma garagem para botes. O espaço conta com plataforma dobrável que se estende da academia para criar um terraço ao nível do mar.

                    Foto: Feadship / Divulgação

                    O Somnium está sendo anunciado por 62,5 milhões de euros pela Camper & Nicholsons, o equivalente a quase R$ 397 milhões na cotação de setembro de 2025. Veja mais fotos!

                    Foto: Feadship / Divulgação
                    Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                    Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                    Foto: Feadship / Divulgação
                    Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                    Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                    Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                     

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                      Projeções do futuro feitas décadas atrás podem ser uma das maneiras mais eficientes de prever o que ainda está por vir. Embora a mistura de períodos pareça confusa, ela faz sentido. Um estudo publicado no último mês de agosto revelou que modelos climáticos da década de 1990 foram certeiros na previsão da elevação do nível do mar entre 1993 e 2023.

                      A análise, feita por pesquisadores da Universidade de Tulane, em Nova Orleans, e disponível na Earth’s Future, faz uma comparação entre os dados obtidos pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) no relatório de 1995/1996 (IPCC-SAR), com as medições reais, obtidas por satélite no período de 1993 a 2023.

                      Foto: Lightitup_now / Envato

                      Os modelos climáticos de quase 30 anos atrás previram uma elevação global média entre 6 e 7 centímetros para o intervalo de tempo. O resultado real, por sua vez, passou muito perto ao contabilizar 8 centímetros. A pequena diferença, segundo o estudo, pode ser explicada pelo derretimento do gelo na Groenlândia e na Antártica.

                       

                      Atualmente, sabe-se que as regiões contribuíram com cerca de 25% da elevação do nível do mar, mas esse era um assunto subestimado na época. Ainda assim, a previsão foi bastante precisa e revela que dados futuros provavelmente também estarão, especialmente levando em conta a tecnologia envolvida nos processos de pesquisa, que a cada dia evolui um pouco mais.

                       

                      Torbjörn E. Törnqvist, um dos pesquisadores envolvidos, destacou que o resultado surpreendeu a equipe pela qualidade das projeções iniciais. Para ele, “isso é uma das melhores provas de que entendemos, há décadas, o que está acontecendo e de que podemos fazer projeções confiáveis.”


                      Enquanto isso, projeções ao redor do mundo mostram que cada vez mais cidades — e até países — entram para a lista das que serão afetadas pelo aumento do nível do mar. Recentemente, um estudo conduzido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) alertou para um futuro nada animador: algumas praias da cidade podem perder até 100 metros de areia até o fim do século.

                       

                      Em maio de 2025, o Governo do Estado de São Paulo divulgou uma atualização do mapa de risco à erosão costeira nas praias do estado. O levantamento avaliou 109 praias, das quais 61 foram classificadas com risco alto ou muito alto de erosão — o que representa mais da metade das áreas analisadas.

                      Tuvalu deve se tornar inabitável em até 80 anos. Foto: UNDP/ ONU/ Reprodução

                      Já em Tuvalu, na Oceania, os moradores estão recorrendo a “vistos climáticos” cedidos pela Austrália para deixarem o país, que deve se tornar o primeiro do mundo a ficar inabitável por conta das mudanças climáticas.

                       

                      Não à toa, os pesquisadores da Tulane reforçam que o aumento do nível do mar não é linear, embora siga uma tendência de aceleração que coloca em risco eminente as cidades costeiras. Estas, inclusive, devem registrar inundações cada vez mais frequentes.

                       

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                        Motor de cara nova e WaveRunners 2025: confira os destaques da Yamaha no Boat Show de SP

                        Design atualizado do F60 e quatro modelos de jets estarão de 18 a 23 de setembro no São Paulo Boat Show 2025

                        04/09/2025

                        O salão náutico do São Paulo Boat Show sempre é palco das principais novidades e tendências do universo náutico. Presente em mais uma edição, a japonesa Yamaha exibirá o que há de melhor no seu catálogo: motores atualizados e as motos aquáticas WaveRunner da linha 2025.

                        O maior salão náutico da América Latina — que chega à 28ª edição em 2025 — acontecerá de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo. Por lá, os visitantes poderão conferir, por exemplo, o motor de popa Yamaha F60 com um design atualizado, que será apresentado pela primeira vez ao público.

                        Motores apresentados pela Yamaha no São Paulo Boat Show 2024. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                        Vale destacar que os motores de popa são a especialidade da marca, portanto, outros modelos da Yamaha são esperados no salão paulista, embora a empresa ainda não tenha revelado mais detalhes.

                        Motores apresentados pela Yamaha no São Paulo Boat Show 2024. Foto: Revista Náutica

                        Outros destaques da Yamaha no São Paulo Boat Show serão os jets. A marca atracará no seu estande quatro modelos de WaveRunners, todos da linha 2025: o VX Cruiser HO, o FX Cruiser SVHO, o GP SVHO e o SuperJet.

                        VX Cruiser HO. Foto: Yamaha / Divulgação

                        De acordo com a marca, os produtos da Yamaha que estarão no São Paulo Boat Show 2025 têm preços que variam de R$ 30 mil a R$ 300 mil. Além disso, o estande da empresa terá ativações para os visitantes, como a distribuição de brindes e sorteios.


                        São Paulo Boat Show 2025

                        A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                         

                        Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                        Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                        Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                         

                        A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                         

                        Anote aí!

                        SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                        Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                        Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                        Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                        Mais informações: no site do evento
                        Ingressos: site oficial de vendas

                         

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                          Madeira rara e mármores premium: veja atributos de iate à venda por R$ 88,2 milhões

                          Berco Voyager foi entregue pela britânica Sunseeker a proprietário exigente em 2018 e segue amplamente conservado

                          São muitas as possibilidades quando R$ 88,2 milhões estão à disposição — uma delas, inclusive, é comprar um superiate. Embora uma regalia para poucos, o mercado transborda opções. Uma delas está sendo anunciada pela Maël Fiolet, da Camper & Nicholsons: trata-se do Berco Voyager, uma embarcação luxuosa e cheia de atributos entregue pela britânica Sunseeker, em 2018.

                          Parte da série Sunseeker 131, o Berco chegou às mãos de um proprietário exigente e, não à toa, esbanja sofisticação em seus três andares luxuosos. Não bastassem os acabamentos primorosos do estaleiro de 1969, o afortunado fez questão de manter o requinte da embarcação ao longo dos anos e ainda atualizá-la.

                          Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                          Assim, passeando pelos seus 40,05 metros de comprimento (131,3 pés), os olhos mais apurados logo encontram detalhes em Wengué (rara madeira nobre africana) e mármores premium, como Mystery White (elegante pedra natural) e Carrara Gioia (mármore italiano). Combinados, os materiais dão ao interior do barco a classe que um superiate de 13,9 milhões de euros merece.

                          Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                          Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                          O conjunto ganha ares ainda mais sofisticados quando a beleza do que está do lado de fora vai ao seu encontro. Isso porque a embarcação foi pensada para receber luz natural em abundância, especialmente no salão principal. Por lá, grandes janelas do chão ao teto garantem que o Berco Voyager se funda à imensidão do mar.

                          Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                          A sensação não vem apenas pelo que se vê ao olhar para fora, mas também pela forma como a luz se comporta a bordo: reflete na marcenaria refinada, no mármore escolhido a dedo e nos estofados que ganham ainda mais conforto quando encontram com o dourado do sol.

                          Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                          Até 12 hóspedes podem aproveitar os recursos do superiate em cinco luxuosas cabines, entre elas, uma suíte máster com largura total da boca no convés principal (cerca de 8,9 metros). O espaço está equipado com TV 55 polegadas, closet, frigobar, penteadeira e banheiro revestido com o mármore italiano Statuario.

                          Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                          As demais ficam no convés inferior e abrigam duas cabines de casal e duas camas de solteiro conversíveis. Há ainda alojamentos para uma tripulação de até oito pessoas.

                          Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                          Se por dentro o Berco Voyager impressiona, por fora, claro, não é diferente. Um dos grandes destaques fica por conta da jacuzzi no convés superior, bem no ponto mais alto do barco. Além da vista privilegiada, o espaço ainda leva um bar totalmente equipado, toldo retrátil, espreguiçadeiras e uma mesa de jantar circular.

                          Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                          Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                          Mais abaixo, o deque superior na popa se beneficia de uma grande mesa de jantar feita em madeira do tipo teca, que comporta até 10 pessoas confortavelmente. Há ainda inúmeros espaços feitos para servir de áreas de estar, por isso não faltam espreguiçadeiras, poltronas, mesas ou luz solar.

                          Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
                          Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação

                          Para que os passeios fiquem ainda mais interessantes, um sistema de áudio por zonas em todos os deques garante que não falte a música para criar o cenário cinematográfico ideal.


                          O Berco Voyager está equipado com dois motores MTU de 181 cavalos de potência. O barco navega a 18 nós em cruzeiro e atinge uma velocidade máxima de 24 nós. Para navegar no modelo é necessário desembolsar 13,9 milhões de euros, o equivalente a cerca de R$ 88,2 milhões na cotação de setembro de 2025. Veja mais fotos:

                          Foto: Camper & Nicholsons / Divulgação
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                            Como é o Doulos Phos, hotel de luxo que funciona em um navio na Indonésia

                            Conheça a história e a transformação do MV Doulos, navio de passageiros que agora recebe turistas em terra firme

                            Por: Nicole Leslie -

                            Após mais de um século navegando pelos mares, o navio de passageiros MV Doulos foi aposentado de forma criativa: em vez de ir para o desmanche, sua estrutura se tornou um hotel de luxo à beira-mar, o Doulos Phos The Ship Hotel, que fica na Indonésia.

                            A embarcação iniciou sua jornada em 1914, no Reino Unido, como SS Medina, transportando produtos. Anos depois, já como SS Roma e, em seguida, MS Franca C, ele se transformou em um navio de passageiros e cruzeiros. Sua fase final — e talvez a mais notável — foi a de navio missionário e biblioteca flutuante, quando passou a se chamar MV Doulos e percorreu mais de 100 países.

                            Foto: Instagram / @doulosphostheshiphotel / Reprodução

                            Depois de tanta história, o gigante dos mares foi aposentado. O projeto de transformá-lo em um hotel, no entanto, não foi simples e nem barato. Segundo a CNN, a iniciativa custou cerca de US$ 18 milhões (quase R$ 100 milhões na cotação de agosto de 2025) e levou anos para ser concluída.

                            Foto: Instagram / @doulosphostheshiphotel / Reprodução

                            O nome à frente da ideia improvável é Eric Saw, um empresário de Singapura que assumiu o navio em 2010. Naquela época, a embarcação já não era considerada segura para navegar e os custos para mantê-la nos mares seriam ainda maiores.

                            Foto: Bintan Resorts / Divulgação

                            Foi a partir dali que surgiu a ideia de utilizar a estrutura para um hotel em terra firme. As obras começaram em 2014, com equipamentos sendo desligados e removidos.


                            Em 2015, o navio foi finalmente aposentado e posicionado em uma enorme plataforma de concreto, projetada para suportar seu peso. Para isso, a CNN conta que ele foi empurrado por bolsas de ar e guinchos em um processo frustrante e mais demorado que o previsto, que se estendeu por sete semanas.

                            Foto: Bintan Resorts / Divulgação

                            Já em terra firme, era hora de transformar aquilo tudo em um hotel. Saw revelou ao veículo que, inicialmente, as cabines eram muito pequenas, o que exigiu um reajuste de diferentes estruturas internas para que os quartos pudessem ser ampliados e tivessem as dimensões de um hotel de luxo.

                            Foto: Bintan Resorts / Divulgação

                            Após a reforma, o Doulos Phos The Ship Hotel oferece quartos de 20m² a 31m², além da suíte máster — ou Cabine do Capitão — com mais de 100m². As diárias variam entre R$ 572 e R$ 1.278.

                            Foto: Instagram / @doulosphostheshiphotel / Reprodução

                            Além do serviço de hotelaria, a construção oferece pacotes de experiências para quem quer aproveitar o espaço sem necessariamente pernoitar.

                             

                            É possível, por exemplo, fazer um tour pelo navio, com acesso à casa de máquinas e pontos “instagramáveis”, com uma bebida cortesia por R$ 33 por pessoa. Há também um pacote que permite o uso diário da piscina, com toalha e uma refeição simples, por um valor entre R$ 49 e R$ 58 por pessoa (a depender do dia da semana).

                            Foto: Bintan Resorts / Divulgação

                            Para quem busca experiências gastronômicas, o hotel oferece diversas opções. O Stardust Dinner é um jantar ao pôr do sol com sopa, entrada, prato principal e sobremesa, a partir de R$ 107 por pessoa. Também há o fondue oriental, servido em um caldo, por R$ 143 por casal, e as experiências Rijsttafel ou Nasi Liwet, que exploram a gastronomia típica da Indonésia, custando cerca de R$ 139 e R$ 111 por pessoa, respectivamente.

                            Foto: Bintan Resorts / Divulgação

                            Apesar de toda a mudança, algumas características foram propositalmente preservadas para manter o ambiente nostálgico. Rebites originais foram incorporados aos acabamentos, a casa de máquinas seguiu intacta e o eixo do hélice foi mantido, assim como os botes salva-vidas.

                            Foto: Instagram / @doulosphostheshiphotel / Reprodução

                            À CNN, Saw contou que, apesar do grande investimento, o projeto não é movido pelo lucro. Como prova disso, o empresário afirma receber um salário simbólico que não chega a R$ 6 por ano, já que o valor arrecadado pelo hotel é destinado a causas cristãs.

                             

                            Náutica Responde

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                              Estilista também levou seu design elegante e luxuoso para projetos de iates exclusivos. Relembre os barcos criados por Giorgio Armani

                              Por: Redação -

                              O mundo da moda e do design perde hoje, 4 de setembro, um de seus maiores nomes: Giorgio Armani. O estilista italiano morreu aos 91 anos, deixando um legado inestimável de elegância e sofisticação. Reconhecido como um mestre do universo fashion, Armani também levou seu estilo inconfundível para o mar, ao assinar o design de barcos de luxo.

                              Apaixonado pelo universo náutico, o criador da grife que leva seu nome desenvolveu projetos náuticos que uniam luxo, inovação e a estética minimalista que sempre marcou sua obra. Seus iates e interiores refletiam a mesma busca por linhas puras e atemporais que conquistaram o mundo da moda.

                              Foto: Giorgio Armani/Divulgação

                              Entre os destaques, estão projetos de interiores náuticos desenvolvidos em parceria com estaleiros renomados, que levaram a assinatura Armani para dentro de algumas das embarcações mais sofisticadas já lançadas. Para homenagear seu legado, a Revista Náutica relembra projetos grandiosos que Giorgio Armani produziu como designer de iates.

                              Conheça os barcos feitos por Giorgio Armani

                              Main

                              A embarcação de 65 metros foi inteiramente projetada pelo estilista — do casco ao interior. Construído pelo estaleiro italiano Codecasa, o megaiate tem como destaque a cor verde-escura, escolhida para camuflá-lo nas águas.

                              Foto: Codecasa/ Divulgação

                              O desenho deste barco, segundo o próprio Giorgio Armani, teve como objetivo garantir a aparência forte e compacta da embarcação, mas também permitir que o proprietário tivesse a impressão de que o Main não possui paredes. Para isso, janelas correm em linha contígua ao longo de toda a estrutura.


                              Armani escolheu para o convés um piso que permite conectar o salão inferior ao superior, criando um efeito de ampla sala de estar, além de decorações com madeira, mármore e vidro acetinado. O megaiate conta com cinema, piscina aquecida e seis suítes.

                              Foto: Codecasa/ Divulgação

                              S-Force Silver Star

                              O estaleiro Admiral Yachts recebeu todo o cuidado de Armani nos interiores deste iate de 55 metros, incluindo móveis feitos sob medida.

                              Foto: Admiral Yachts/ Divulgação

                              A escolha para a decoração abrange materiais nobres, como mármore bluette, jacarandá, ônix marfim, madeira tamo e tecidos feitos em Veneza, na Itália. Há também detalhes de metal em tom champanhe, que contrastam com os tons escuros em espaços monocromáticos.

                               

                              Capaz de acomodar 12 hóspedes, esse barco feito por Giorgio Armani oferece jacuzzi, bar, beach club e heliponto.

                              Foto: Admiral Yachts/ Divulgação

                              GA 72M

                              A mais recente parceria com a Admiral Yachts resultou em dois megaiate de 72 metros. O primeiro deles foi lançado em maio de 2025. Ambos os barcos foram desenhados por Armani e contam com casco com linhas geométricas e formas curvilíneas.

                              Foto: Admiral Yachts/ Divulgação

                              Nos interiores, o piso de mármore reflete detalhes em ouro, ao passo que os tons neutros da decoração conferem um ar minimalista e sofisticado aos ambientes.

                               

                              Com casco ‘classe de gelo’, a embarcação foi projetada para enfrentar condições extremas de mares gelados, enquanto oferece o melhor do luxo aos hóspedes. Além de uma ampla plataforma de popa com piscina, os convidados podem aproveitar outras regalias, como spa privativo e heliponto.

                              Foto: Admiral Yachts/ Divulgação

                               

                              Náutica Responde

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                                São Paulo Boat Show 2025: Sol é a cerveja oficial do evento

                                Bebida acompanhará o público do maior salão náutico da América Latina de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo

                                Barcos, motores, acessórios, palestras e… bebida geladinha! Para refrescar a 28ª edição do São Paulo Boat Show, a Sol marca presença como cerveja oficial do evento!

                                O salão náutico, tido como o maior do setor na América Latina, acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo. Por lá, a cerveja entra como forte aliada para deixar ainda mais deliciosa a experiência de ver de perto as principais embarcações do setor.

                                Foto: Revista Náutica

                                Já são mais de 120 anos de mercado coroando momentos especiais. Não à toa, a cerveja de origem mexicana também refrescou o público náutico no São Paulo Boat Show 2024 e no Rio Boat Show desse ano.

                                 

                                Desde 2020, a bebida dourada — que faz parte do portfólio do Grupo Heineken — é feita de forma sustentável, por meio de fontes de energia solar nas fábricas da Sol. Segundo a empresa, os ingredientes são água, malte, milho e lúpulo — além de conter glúten.

                                A nossa conexão com o Sol vai muito além do nome– destaca o Grupo Heineken

                                São Paulo Boat Show 2025

                                A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                 

                                Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                 

                                A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                 

                                Anote aí!

                                SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                Mais informações: no site do evento
                                Ingressos: site oficial de vendas

                                 

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                                  Cada vez menos apavorantes: estudo sugere que águas ácidas do futuro afetem dentes de tubarões

                                  Pesquisa simulou como os dentes de uma espécie reagiriam no mar esperado em 2300 — e resultados preocupam

                                  Por: Nicole Leslie -
                                  03/09/2025

                                  As mordidas cheias de dentes afiados dos tubarões podem não ser eternas. Um novo estudo indica que, no futuro, esses predadores podem perder parte do seu temido poder de ataque graças à acidificação das águas, que tornaria as arcadas dentárias desses animais cada vez mais frágeis.

                                  Publicado em 26 de agosto de 2025 na revista científica Frontiers in Marine Science, o trabalho foi conduzido por pesquisadores da Universidade Heinrich Heine de Düsseldorf, na Alemanha, em parceria com institutos locais. O foco foi avaliar os efeitos da acidificação das águas sobre os dentes de tubarões-réquiem.

                                  Dentes de tubarão; imagem ilustrativa. Foto: Envato / alessandrozocc

                                  Para isso, a pesquisa coletou dentes caídos naturalmente que pertenciam ao tubarão-de-pontas-pretas-do-recife (Carcharhinus melanopterus). Durante o teste, foi realizada uma simulação de como essas estruturas reagiriam em um oceano mais ácido, como o previsto para o ano 2300 — e o que os cientistas encontraram é motivo de alerta.

                                   

                                  A fim de testar esse cenário, os pesquisadores montaram tanques em laboratório com essa acidez prevista e compararam os dentes mergulhados ali com outros mantidos em água de pH normal. O resultado veio rápido: em apenas oito semanas, as estruturas expostas à água mais ácida apresentavam sinais de desgaste. As raízes, as serrilhas e até a coroa mostraram corrosão significativa.

                                  Dentes de tubarão; imagem ilustrativa. Foto: Envato / AFGreen

                                  As análises em microscópio revelaram rachaduras no esmalte e pequenos orifícios na dentina, o que deixa a estrutura mais frágil e vulnerável a quebras. Até mesmo os detalhes finos das serrilhas — fundamentais para cortar e segurar as presas — desapareceram parcialmente.

                                  Outro efeito notado foi o aumento da circunferência dos dentes incubados no pH mais ácido. Segundo os autores, no entanto, esse “crescimento” não significa que o dente ficou maior ou mais robusto. Na prática, foi resultado de irregularidades e deformações nas bordas, fruto da corrosão.

                                  Oceanos cada vez mais ácidos

                                  O estudo lembra que a acidificação dos oceanos é também consequência das atividades humanas que aumentam a emissão de gás carbônico (CO₂). Dissolvido na água, esse excesso de carbono reduz o pH do mar. Hoje, ele gira em torno de 8,1, mas projeções indicam que pode chegar a 7,3 até 2300 — quase 10 vezes mais ácidos do que atualmente.

                                  Tubarão com dentes à mostra; imagem ilustrativa. Foto: Envato / byrdyak

                                  Vale destacar que os tubarões conseguem regenerar os dentes continuamente. Porém, mesmo com essa habilidade a seu favor, o aumento da acidificação pode exigir substituições mais frequentes, o que dificultaria a mineralização e faria com que o animal gastasse mais energia.

                                   

                                  A conclusão dos pesquisadores é que, diante de um oceano mais ácido, até estruturas altamente resistentes como os dentes de tubarão podem se degradar. Essa fragilidade pode comprometer a eficiência predatória, o equilíbrio energético e, a longo prazo, a sobrevivência de espécies que hoje estão no topo da cadeia alimentar marinha.

                                   

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                                    Zath Mariner terá lançamentos de 29 e 34 pés no São Paulo Boat Show 2025

                                    Estaleiro carioca estreará maior barco da marca no evento que acontece de 18 a 23 de setembro

                                    Como tudo que é bom pede bis, a Zath Mariner está confirmada para o São Paulo Boat Show 2025 pela segunda vez na história do jovem estaleiro. Mais do que marcar presença, a empresa chegará com dois lançamentos ao salão náutico: a Zath 348 Outboard e a Zath 298 Aurion.

                                    A 348 Outboard, maior das novidades, será revelada logo no primeiro dia de evento — que acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo. De acordo com o estaleiro carioca, o modelo de 34 pés terá motorização de popa da Mercury com potência de 225 hp.

                                    Zath 328 HT. Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                    Outra novidade no estande da marca será a pré-venda da Zath 298 Aurion, que terá o projeto lançado no evento (ou seja, não estará fisicamente no salão). Segundo a empresa, a embarcação de 29 pés será motorizada com o Mercruiser de 300 hp.

                                     

                                    Além dos lançamentos, a Zath 328 HT também estará no estande da marca. O modelo, equipado com o motor Mercruiser de 350 hp e recheado de acessórios, brilhou no salão náutico paulista em 2024 e, segundo o estaleiro, chamou atenção do público.


                                    São Paulo Boat Show 2025

                                    A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                     

                                    Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                    Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                    Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                     

                                    A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                     

                                    Anote aí!

                                    SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                    Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                    Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                    Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                    Mais informações: no site do evento
                                    Ingressos: site oficial de vendas

                                     

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                                      Equipe Lagoa Santa (MG) levou a melhor na Canoagem Velocidade, enquanto IBRES (DF) venceu a Paracanoagem

                                      Por: Nicole Leslie -

                                      A Lagoa Santa (MG) foi palco de finais eletrizantes neste domingo (31), encerrando em grande estilo os Campeonatos Brasileiros de Canoagem Velocidade e Paracanoagem. Durante seis dias de disputas, entre 26 e 31 de agosto, 518 atletas de 40 clubes e 10 estados movimentaram as águas e escreveram novos capítulos para o esporte nacional.

                                      Além de definir os campeões de cada categoria, o evento teve peso estratégico no calendário da Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa). Os resultados contam pontos para o Ranking Nacional, junto às etapas da Copa Brasil, e também servirão como critério de controle para a formação das equipes brasileiras.

                                      Time Lagoa Santa (MG) comemora pódio em 1º lugar no Campeonato Brasileiro de Canoagem Velocidade 2025. Foto: Instagram / @canoagembrasileira / Reprodução

                                      Canoagem Velocidade 2025

                                      A equipe da casa, Lagoa Santa (MG), confirmou o favoritismo e conquistou o título geral da competição com 538 pontos. A força baiana também brilhou com a ACC, de Ubaitaba, garantindo o segundo lugar com 480 pontos, seguida pela ACI, de Itacaré, que completou o pódio ao somar 448 pontos.

                                      Gabriel Assunção e Isaquias Queirós em etapa do Campeonato Brasileiro de Canoagem Velocidade 2025. Foto: Instagram / @canoagembrasileira / Reprodução

                                      Entre os destaques individuais, Gabriel Assunção roubou a cena ao superar ninguém menos que o campeão olímpico Isaquias Queiroz nos 1000 metros da categoria Sênior. Mesmo após seis conquistas consecutivas, Isaquias deixou o evento satisfeito.

                                      Ver o Gabriel ganhando de mim, indo para o Mundial e fazendo uma boa prova inspira a garotada e reforça o crescimento do esporte– disse à CBCa

                                       

                                       

                                      Outro nome que brilhou foi o de Guilherme Neri, revelação do clube anfitrião, que conquistou o ouro no C2 Júnior 500 metros ao lado de Lucas Espírito Santo, da seleção de base. Já Nicolas Emanuel Oliveira da Luz, do APRC (BA), chamou atenção ao subir ao pódio cinco vezes em seu segundo Campeonato Brasileiro — o que fica ainda mais impressionante ao considerar que ele tem apenas 14 anos de idade.


                                      Paracanoagem 2025

                                      Na Paracanoagem, o protagonismo foi do Instituto Bombeiros de Responsabilidade Social (IBRES), de Brasília (DF), que somou 52 pontos em um marco histórico na modalidade. O pódio foi completado pelas equipes ICL, de Londrina (PR), e ANC Canoagem, de Curitiba (PR), ambas com 20 pontos.

                                      Canoísta da IBRES-DF. Foto: Instagram / @canoagembrasileira / Reprodução

                                      Entre os paratletas, nomes que haviam disputado o Mundial da Itália voltaram a se destacar em solo nacional. Leonice Friedrich celebrou o título no KL2, enquanto Gabriel Porto confirmou o favoritismo no KL3. Já Flávio Reitz teve sua consagração no KL2, conquistando a primeira medalha de ouro depois de anos batendo na trave.

                                      Olhar para o futuro

                                      Com o encerramento em Lagoa Santa, a CBCa reforça que o Brasil vive um momento de renovação e consolidação na Canoagem Velocidade e na Paracanoagem. Um impulso que promete fortalecer ainda mais a base e preparar o país para desafios internacionais.

                                      Campeonato brasileiro reuniu desde canoístas jovens aos mais experientes. Foto: Instagram / @canoagembrasileira / Reprodução

                                       

                                      Náutica Responde

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                                        Por: Nicole Leslie -
                                        02/09/2025

                                        O mar pede novos olhares — e desta vez, a fotografia é o caminho. O concurso “Olhares da Vida para o Oceano” está com inscrições abertas até 30 de setembro para reunir imagens que revelem diferentes formas de enxergar o oceano. As três fotos finalistas vão estampar um livro digital sobre a Década do Oceano da ONU, que será distribuído gratuitamente em escolas de ensino básico em todo o Brasil.

                                        Reconhecida oficialmente pela Unesco, a iniciativa é da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), em parceria com a Faculdade de Oceanografia (FAOC). A ideia é transformar registros fotográficos em instrumentos de reflexão sobre a importância do oceano, explorando não só a beleza natural, mas seus aspectos sociais, culturais e ambientais.

                                        Foto: Unesco / C. Beltrame / Divulgação

                                        Categorias do concurso de fotografia

                                        As imagens inscritas devem dialogar com ao menos um dos dez desafios da Década do Oceano, definidos pela ONU. O participante pode enviar até dez fotos da mesma categoria, ou uma imagem referente a cada grupo. Os temas são:

                                        • Poluição marinha;
                                        • Ecossistemas e biodiversidade;
                                        • Oceano como fonte de alimento;
                                        • Economia azul (sustentável, resiliente e equitativa);
                                        • Soluções para as mudanças climáticas;
                                        • Resiliência de comunidades costeiras;
                                        • Sistemas de observação dos oceanos;
                                        • Oceano digital;
                                        • Conhecimento e participação para todos;
                                        • Sociedade e oceano.

                                        Quem pode participar?

                                        O concurso é aberto a qualquer pessoa que more no Brasil e tenha pelo menos 12 anos de idade. Ele contempla duas faixas etárias: de 12 a 17 anos e acima de 17 anos.

                                        Foto: Instagram / @unescobrasil / Reprodução

                                        Como se inscrever?

                                        As inscrições são gratuitas e feitas por e-mail para [email protected]. É necessário anexar as fotos (com título, local e um breve texto explicativo ou poético, em Word), o formulário de inscrição e os termos exigidos pelo edital (leia para mais informações).

                                        Foto: Instagram / @unescobrasil/ Reprodução

                                        As fotografias precisam ser feitas em ambientes marinhos ou costeiros do Brasil e ter resolução mínima de 1920 x 1080 pixels, com 300 DPI (pontos por polegada). São aceitos apenas ajustes básicos, como brilho, contraste e enquadramento. Fotos com filtros, montagens, uso de inteligência artificial, marcas d’água ou logotipos serão desclassificadas.

                                        Premiação

                                        As fotografias serão analisadas pela Comissão Julgadora formada por 15 especialistas ligados à Faculdade de Oceanografia da UERJ. As três melhores fotos vão ilustrar um livro digital sobre a Década do Oceano, que servirá de apoio ao chamado Currículo Azul, iniciativa que leva a cultura oceânica para as salas de aula.

                                        Foto: Instagram / @unescobrasil/ Reprodução

                                        Já os primeiros colocados de cada categoria (nas duas faixas etárias) terão suas imagens expostas na 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia da UERJ, de 20 a 26 de outubro, somando 60 fotos em exibição.


                                        Os resultados do concurso serão divulgados no dia 15 de outubro e todos que enviaram fotos receberão certificado de participação.

                                         

                                        O Olhares da Vida para o Oceano não é apenas sobre fotos bonitas, mas sobre novos pontos de vista. Se o mar inspira, desafia ou emociona, é o momento de registrá-lo. As inscrições seguem abertas até 30 de setembro.

                                         

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                                          Navegador de 82 anos partiu de Salvador rumo à Rússia, em abril, para uma das travessias mais difíceis do mundo

                                          Aos 82 anos, o navegador Aleixo Belov acaba de alcançar mais um marco histórico em sua carreira. A bordo do veleiro-escola Fraternidade e acompanhado por uma tripulação internacional, ele concluiu a travessia da Passagem Nordeste, rota que liga o Atlântico ao Pacífico através do Ártico Siberiano. A navegação rumo à Rússia é considerada uma das mais difíceis do planeta — mesmo para ele, que realizou mais de 5 voltas ao mundo.

                                          A notícia, aguardada desde que o barco partiu de Salvador, em 12 de abril, foi anunciada neste 1º de setembro, 142 dias depois. As boas novas vieram assim que o Fraternidade completou o cruzamento do estreito de Bering, chegando ao Oceano Pacífico.

                                          Veleiro-escola Fraternidade agora é o 1º das Américas a ter realizado o percurso. Foto: Adamo Mello / Reprodução

                                          Belov, aliás, não foi o único a fazer história. Com o feito, o Fraternidade, que atua na educação marítima, nos ensinamentos da navegação e na preservação do meio ambiente — ao passo que desbrava mares do mundo todo —, se tornou o primeiro veleiro das Américas a completar o percurso.

                                          Esse foi o maior desafio da minha vida. Tivemos que vencer o gelo, as intempéries e lidar com a burocracia da região. Mas conseguimos– declarou Belov

                                          Para completar mais essa jornada, Belov contou com o apoio do capitão russo Sergei Shcherbakov e outros dez tripulantes. Juntos, eles enfrentaram condições extremas, como temperaturas negativas e curtas janelas de degelo, além das complicações de zonas militarmente controladas da Rússia.

                                          Quem é Aleixo Belov

                                          Nascido na Ucrânia, Belov foi radicado na Bahia, onde estudou e formou-se em engenharia civil. Lá, ele também ficou conhecido por dar aulas de matemática — inclusive para os filhos de pessoas influentes na região — e realizar diversas viagens de volta ao mundo.

                                          Foto: Adamo Mello / Reprodução

                                          A paixão pelo mar começou no final da década de 1950, quando aprendeu a mergulhar. Como velejador, ele recebeu da Marinha do Brasil o título de “primeiro brasileiro a fazer sozinho uma viagem de circunavegação da Terra”.

                                           

                                          Aos 79 anos, Belov percorreu mais de 20 mil milhas náuticas, cruzando a Passagem Noroeste, junto de uma equipe de mais cinco pessoas. Essa foi a primeira tripulação com bandeira do Brasil a fazer a travessia completa pela região, serpenteando por estreitos acima do Círculo Polar Ártico e navegando por lugares considerados extremamente difíceis, como o estreito de Bering.


                                          Em 2021, foi inaugurado em Salvador o Museu do Mar Aleixo Belov, um espaço cultural dedicado à navegação e à vida marítima, fundado pelo próprio navegador. O espaço é também um testemunho das aventuras de Belov, com patrimônios materiais e imateriais de sua trajetória. Um exemplos é o veleiro Três Marias, utilizado pelo navegador em viagens ao redor do mundo.

                                          Foto: Instagram @guiademuseusbaianos e @museudomar.aleixobelov / Reprodução

                                          O visitante do museu encontra em exposição uma miniatura do veleiro-escola Fraternidade, que representa a paixão de Aleixo por navegação e sua missão de ensinar e inspirar as próximas gerações.

                                           

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                                            Ewan, Jamie e Lachlan Maclean remaram quase 15 mil km e superaram marca anterior por 20 dias de diferença

                                            No último sábado (30), três irmãos escoceses fizeram história ao completar a travessia mais rápida, sem apoio e sem escalas, do Oceano Pacífico — o maior oceano do mundo — em um barco a remo. O recorde anterior, de 159 dias, foi “varrido” pelo trio, que finalizou a viagem em apenas 139 dias.

                                            Ewan, Jamie e Lachlan Maclean remaram 14.500 km do Peru até a Austrália, tornando-se também a primeira equipe registrada a remar com sucesso partindo da América do Sul.

                                            Foto: Instagram themacleanbrothers/ Reprodução

                                            O retorno à terra firme, em Cairns, foi triunfante. Os irmãos chegaram tocando gaitas de fole e tremulando as bandeiras da Escócia, Austrália e Reino Unido. Em seguida, foram recebidos por familiares emocionados, incluindo a mãe, Sheila.

                                            Ainda estamos nos acostumando com o mar, então, para ser sincero, estamos cambaleando por todo lado, mas muito felizes por estarmos em terra– disse Ewan à ABC

                                            Depois de quatro meses e meio apenas remando, os irmãos só pensavam em uma coisa ao finalizar a travessia: comer e beber. “Você tem pizza e cerveja? Repito, você tem pizza e cerveja? Câmbio”, perguntou Ewan à marina de Cains, momentos antes de completar a viagem.

                                            Foto: Instagram themacleanbrothers/ Reprodução

                                            O feito histórico foi realizado a bordo do Rose Emily, nome dado em homenagem à irmã do trio, que morreu durante a gravidez. O barco, feito em fibra de carbono, foi construído por eles mesmos em parceira com o velejador Mark Slats. Inspirado na Fórmula 1, o modelo é tido como a embarcação a remo oceânica mais rápida e leve já produzida.

                                            Escassez e quase morte

                                            Não foram poucos os desafios enfrentados pelos três. Para bater duas marcas de uma só vez, tiveram que sobreviver a base de peixe fresco e refeições liofilizadas (alimentos que foram desidratados a frio, por isso, quase sem água), além de superar enjoo, escassez de comida e tempestades tropicais.

                                            Foto: Instagram themacleanbrothers/ Reprodução

                                            A jornada começou em Lima, capital peruana, em meados de abril, com o objetivo de chegar à Sydney em 2 de agosto. O mau tempo, porém, redirecionou o trio para Cairns. “Nossas expectativas foram frustradas quando pensamos que iríamos chegar e, de repente, fomos atingidos por tempestade após tempestade, sendo simplesmente jogados para trás, para o norte” contou Jamie à ABC.

                                             

                                            Inclusive, o momento mais tenso de toda a travessia foi quando um dos irmãos, Lachlan, foi arrastado para o mar por uma onda enorme durante a noite. Ele foi resgatado por Ewan.

                                            Foto: Instagram themacleanbrothers/ Reprodução

                                            Para Jamie, o irmão do meio, os últimos dias foram os mais desafiadores. Ele revela a apreensão de ficar sem comida e conta que, mesmo exaustos, tiveram que acelerar o ritmo para os suprimentos não acabarem antes da hora.

                                            Foto: Instagram themacleanbrothers/ Reprodução

                                            Entretanto, apesar das dificuldades, o vínculo familiar foi o principal pilar para completarem a missão. Os irmãos conseguiram se manter positivos e encontrar momentos de alegria mesmo nos dias mais duros da travessia.

                                            Conseguimos falar muito diretamente um com o outro. Uma boa comunicação tem sido fundamental nesta jornada– relatou Jamie à CNN

                                            Assim, o antigo recorde foi superado. A marca pertencia ao russo Fedor Konyukhov, que remou sozinho do Chile até a Austrália em 2014, em 159 dias, 16 horas e 58 minutos. Os três irmãos quebraram o recorde com 20 dias de diferença.

                                            Água limpa para todos

                                            Além do recorde mundial, o trio navegou de ponta a ponta com um outro objetivo nobre: arrecadar 1 milhão de libras (cerca de R$ 7,3 milhões, conforme conversão feita em setembro de 2025) para financiar projetos de água limpa em Madagascar.

                                            Poços artesianos construídos em Madagascar através da arrecadação. Foto: Instagram themacleanbrothers/ Reprodução

                                            A travessia do Pacífico visa conscientizar e arrecadar fundos para a construção de poços artesianos em todo o município de Ambohimanarina, em Madagascar, onde atualmente apenas 14% da população tem acesso a água potável segura e limpa. O objetivo dos irmãos é ajudar mais de 40 mil pessoas.

                                             

                                            Até o momento, foram arrecadadas mais de 800 mil libras (aproximadamente R$ 5,9 milhões). Em 2020, para apoiar instituições de caridade que lutam por água potável, eles tornaram-se o primeiro trio de irmãos a remar qualquer oceano juntos e o trio mais jovem e rápido a cruzar das Ilhas Canárias até Antígua.

                                             

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                                              Verdadeiros quebra-cabeças são montados no 5º episódio da série, que mostra produção do barco motorizado pela Yanmar

                                              Vai ao ar nesta terça-feira (2), às 20h, o 5º episódio da saga de Angelo Guedes na Construção do Veleiro Bravura. No quintal de casa, ele abriga uma verdadeira fábrica, de onde nascerá uma embarcação motorizada pela Yanmar. O capítulo inédito traz novos quebra-cabeças driblados pelo construtor nessa jornada, que você acompanha no Canal Náutica no YouTube.

                                              São muitas as etapas para que, de dentro de um barracão, saia um veleiro imponente. Enquanto algumas delas foram antecipadas por Angelo, outras ficaram pelo caminho — e esse é o caso da caixa de quilha do barco.

                                              Foto: Revista Náutica

                                              Embora já com os mancais montados, essa parte da embarcação ainda apresentava desafios para Angelo, que não se sentia preparado o suficiente para trabalhar em sua soldagem. Contudo, no 5º episódio da Construção do Veleiro Bravura, o construtor mostra que essa é uma roupa que não lhe cabe mais.

                                               

                                               

                                              Mais confiante e preparado, ele dá continuidade à montagem, não sem reconhecer que trata-se de um “tremendo quebra-cabeças, como ele mesmo define.

                                              Foto: Revista Náutica

                                              Quem também começou a ganhar forma no novo capítulo foram os tanques de combustível — dois deles. O olhar calibrado de Angelo logo desvendou as minúcias do equipamento, que passou pelo teste de vedação do construtor.

                                              Angelo trabalha na construção dos tanques de combustível. Foto: Revista Náutica

                                              Já a montagem do skeg do hélice do barco, que protege o hélice da embarcação, teve direito à bucha Duramax Marine, material importado dos Estados Unidos. A escolha da peça, que não é de metal, visa evitar corrosão galvânica e seguir o projeto original do Bravura, processo essencial para Angelo.

                                              Foto: Revista Náutica
                                              Bucha Duramax Marine. Foto: Revista Náutica

                                              Como nem tudo são flores, durante a instalação dos pinos da trava da quilha, um deslize de percurso faz com que a broca da furadeira quebre! Mas o trabalho não para: Angelo usa a criatividade para contornar o problema e dar continuidade à construção do veleiro Bravura no 5º episódio.

                                              Momentos antes da broca da furadeira quebrar. Foto: Revista Náutica

                                              Impulsionado pela Yanmar

                                              Não que Angelo Guedes precisasse de um incentivo ainda maior para realizar o seu sonho. Mas, com o apoio da fabricante de motores Yanmar, tudo ficou mais fácil — pelo menos no quesito motorização.

                                              3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação

                                              O equipamento que será o “coração” do Veleiro Bravura é o Yanmar 3JH40, tido como o menor motor marítimo diesel common rail interno do mundo em termos de deslocamento, dimensões e peso.

                                               

                                              Com 3 cilindros, o motor oferece uma potência de 40mhp, que, segundo a marca, permitirá que novos proprietários de barcos de lazer menores se beneficiem, pela primeira vez, das vantagens de eficiência e desempenho, por conta da tecnologia de injeção de combustível CR gerenciada eletronicamente.

                                              3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação

                                              De acordo com a Yanmar, a tecnologia common rail do 3JH40 oferece consumo mínimo de combustível e níveis de ruído e emissão excepcionalmente baixos, que resultam numa operação praticamente sem fumaça e odor.

                                               

                                              O 3JH40 de quatro tempos refrigerado a água é a solução ideal para novas construções e aplicações de repotenciação, especialmente para pequenos barcos a motor, saveiros, embarcações comerciais leves e veleiros monocasco — como é o caso do Bravura.

                                              Acompanhe tudo no Canal Náutica do YouTube!

                                              Para não perder nenhum episódio dessa épica jornada, inscreva-se no Canal da Náutica no YouTube e ative o sininho. Assim, você sempre será notificado quando um vídeo estrear — não só da “Construção do Veleiro Bravura”, mas também de outras produções NÁUTICA.

                                               

                                              A série terá episódios novos toda terça-feira, às 20h (horário de Brasília). Embarque nessa aventura com a gente!

                                               

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                                                No último dia 29 de agosto, as águas próximas a Cabo Frio, no litoral do Rio de Janeiro (RJ), foram palco de exercícios navais operativos entre a Marinha do Brasil (MB) e a Força Marítima de Autodefesa do Japão. A escala dos japoneses no país faz parte de um cruzeiro de treinamento, que visa qualificar os futuros oficiais e fortalecer as relações diplomáticas.

                                                Para a missão, a MB convocou as Fragatas “Defensora” e “União”, além das aeronaves AH-11B “SuperLynx” (embarcada na Defensora) e AF-1 “Skyhawk”, do 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque, que decolou da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, no RJ.

                                                Fragata “União” (F45) e JS “Shimakaze” durante o exercício de manobras táticas. Foto: Terceiro-Sargento (Eletrônico) Fontenelle / Marinha do Brasil / Divulgação

                                                Já a Esquadra de Treinamento japonesa, sob o comando do Contra-Almirante Hiroshi Watanabe, foi formada pelo navio-escola JS “Kashima” e pelo destroyer JS “Shimakaze”, da Classe “Hatakaze”, adaptado para treinamento.

                                                 

                                                Nas águas, os navios protagonizaram uma série de exercícios operativos, especialmente através de manobras táticas. Uma delas incluiu a AF-1 “Skyhawk”, que simulou uma ameaça inimiga.

                                                Aeronave AH-11B “SuperLynx” pousando no JS “Kashima”. Foto: Terceiro-Sargento (Eletrônico) Fontenelle / Marinha do Brasil / Divulgação

                                                Por outro lado, a aeronave AH-11B “SuperLynx” ficou encarregada de conduzir um exercício ao estilo Helo Cross Deck. Nele, um helicóptero pousa no convés de voo de uma embarcação — no caso, a JS “Kashima” — pertencente a outro país ou a uma parte diferente de uma marinha, normalmente para operações conjuntas.

                                                 

                                                Segundo a MB, as atividades contribuíram para o adestramento das tripulações e o aprimoramento das operações aéreas embarcadas.

                                                Para além dos exercícios navais

                                                Os exercícios operativos entre as instituições vai muito além da “ação”. Neles, as entidades realizam um intercâmbio entre militares, que os permitem trocar experiências profissionais e culturais.

                                                Oficiais japoneses a bordo da Fragata “União”. Foto: Marinheiro Macedo / Marinha do Brasil / Divulgação

                                                O Comandante do 1° Esquadrão de Escolta e do Grupo-Tarefa brasileiro, Capitão de Mar e Guerra Caetano Quinaia Silveira, destacou que “a Marinha do Brasil tem vasto histórico de operações desse tipo”. Segundo ele, isso qualifica a instituição para integrar e comandar Forças-Tarefa marítimas internacionais.


                                                Ao todo, aproximadamente 580 tripulantes participaram da ação no RJ, entre eles cerca de 190 Guardas-Marinha recém-formados como Aspirantes a Oficial, na academia militar. A visita ao Brasil, além de proporcionar treinamento aos jovens oficiais japoneses, marca os 130 anos do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre os dois países.

                                                 

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                                                  Lançamento: nova Victory 348 OpenSea fará estreia no São Paulo Boat Show

                                                  Estaleiro apresentará o modelo com exclusividade no evento, ao lado de outras duas lanchas. Salão acontece de 18 a 23 de setembro

                                                  Os amantes da pesca esportiva terão uma parada obrigatória durante o São Paulo Boat Show 2025: o estande da Victory Yachts. O estaleiro, famoso pelas lanchas de pesca que não afundam, lançará exclusivamente no evento a nova Victory 348 OpenSea.

                                                  De 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo, será possível conhecer de perto a nova estrela da marca paranaense, que chega como o 5º modelo da linha OpenSea, voltada para a pesca oceânica. Além dela, estarão as Victory 300 Sport e Victory 398 OpenSea, já testada por NÁUTICA.

                                                  Conheça a nova Victory 348 OpenSea

                                                  Embora o estaleiro ainda não tenha divulgado imagens do novo modelo, a ficha técnica — essa já disponível — dá alguns spoilers do que vem por aí, a começar pelo tamanho: 10,82 metros de comprimento e 3,31 metros de boca.

                                                  Projeção artística da nova Victory 348 OpenSea. Foto: Victory Yachts / Divulgação

                                                  A motorização máxima pode atingir até 800 hp, sendo que a mínima parte dos 400 hp. Ao todo, até 14 pessoas navegam confortavelmente na lancha, que dispõe de cabine e banheiro com boa altura: 1,87 metro cada.

                                                   

                                                  Na cabine, aliás, há um sofá em U reversível para cama de casal, espaço para micro-ondas, compartimentos inteligentes para armazenamento e iluminação embutida. O toalete é completo, com pia, chuveiro, torneira e ducha higiênica.

                                                  Projeção artística da nova Victory 348 OpenSea. Foto: Victory Yachts / Divulgação

                                                  O convés, por sua vez, dispõe de paiol de âncora completo, sofás em U na proa para até seis pessoas, banco tipo espreguiçadeira com apoio de braço e vários compartimentos térmicos, totalizando mais de 1,3 mil litros para armazenar peixes, gelo e bebidas.

                                                   

                                                  Seguindo um grande padrão de qualidade da marca, casco, convés, longarinas e tampas são laminados pelo sistema de infusão a vácuo — o que garante maior resistência e leveza. O convés é auto esgotante, facilitando a drenagem da água.


                                                  Segundo a empresa, a nova Victory 348 OpenSea partirá dos R$ 1,4 milhões no evento, equipada com parelha de 300 hp Verado com kit JPO. Veja o anúncio do barco:

                                                   

                                                   

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                                                  Victory 300 Sport e Victory 398 OpenSea

                                                  Além do lançamento, outros dois modelos prometem atrair olhares no estande da Victory: a Victory 300 Sport e Victory 398 OpenSea.

                                                   

                                                  O modelo Sport carrega os atributos de uma linha voltada à pesca e à família. O barco tem 9,15 metros de comprimento, 2,96 metros de boca e comporta até 12 pessoas. A motorização pode ser de 300 a 600 hp.

                                                  Victory 300 Sport. Foto: Victory Yachts / Divulgação

                                                  Para maior conforto, há um sofá em U na proa, duas geleiras térmicas e móvel de pesca disponível em duas versões, para que o cliente escolha a que melhor atenda sua necessidade. Durante o salão náutico, o modelo será comercializado a partir de R$ 701.620,00, equipado com uma parelha de 150 hp da Mercury.

                                                   

                                                  Já a Victory 398 apresenta 12,10 metros de comprimento, 3,82 metros de boca e motorização mais potente, que vai dos 600 aos 1200 hp. O barco também comporta mais pessoas: até 18 aproveitam durante o dia e duas delas podem pernoitar. Para isso, há uma cabine de 1,97 metro de altura — no banheiro, são 1,85 metro. Confira o teste NÁUTICA do modelo:

                                                   

                                                   

                                                  A lancha terá valores a partir de R$ 2,4 milhões durante o evento, com trinca de 300 hp Verado e kit JPO.

                                                  Victory Lab

                                                  Não bastassem as embarcações de peso selecionadas para o maior salão náutico da América Latina, a Victory ainda terá um espaço interativo durante o evento. Por lá, a marca promete um ambiente didático, onde os visitantes poderão conferir como é construída uma embarcação Victory com o processo de 100% infusão a vácuo.

                                                   

                                                  Para uma experiência completa, a marca apresentará diferentes peças dos barcos para que o público possa tocar e interagir diretamente.

                                                  São Paulo Boat Show 2025

                                                  A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                                   

                                                  Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                                  Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                                  Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                                   

                                                  A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                                   

                                                  Anote aí!

                                                  SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                                  Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                                  Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                                  Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                                  Mais informações: no site do evento
                                                  Ingressos: site oficial de vendas

                                                   

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                                                    Por: Nicole Leslie -

                                                    O destino acaba de provar, novamente, sua imprevisibilidade — desta vez, com a descoberta de um naufrágio centenário que vinha sendo um mistério para a comunidade histórica e científica dos Estados Unidos (EUA). O navio Frank D. Barker, que desapareceu em 1887, foi localizado por acaso por um velejador que passava pelo Lago Michigan. A novidade foi divulgada pelas autoridades locais no último mês de agosto.

                                                    O responsável por localizar o naufrágio foi o velejador Matt Olson, que trabalha com passeios turísticos no Condado de Door, em Wisconsin. Durante uma navegação em busca de locais para levar seus clientes, Matt avistou uma estrutura misteriosa, que logo observou se tratar dos destroços de uma embarcação.

                                                    Foto: Matt Olson / Wisconsin Shipwrecks / Divulgação

                                                    O barqueiro, então, relatou a descoberta ao Escritório de Preservação Histórica do Estado, que encaminhou arqueólogos marítimos da Sociedade Histórica de Wisconsin para atuar no local. Não demorou muito para cravarem que se tratava do navio Frank D. Barker, que afundou em 1887 após colidir com um afloramento de calcário em meio à neblina intensa.

                                                    Arte retrata Frank D. Barker enfrentando mau tempo no Lago Michigan. Foto: Wisconsin Shipwrecks / Divulgação

                                                    O Frank D. Barker era uma embarcação robusta: com 42 metros de comprimento, 8 metros de largura e dois mastros, a escuna a vela foi construída em madeira em 1867, em Nova York. Sua característica mais notável era o casco, projetado para maximizar o volume de carga, o que a tornava ideal para o transporte de grãos.


                                                    Conforme a Sociedade Histórica de Wisconsin, a última viagem do Frank D. Barker ocorreu em 1º de outubro de 1887. O navio encontrou um afloramento de calcário perto da Baía de Rowley, na Península do Condado de Door, e não pôde desviar a tempo devido à forte neblina.

                                                    Foto: Matt Olson / Wisconsin Shipwrecks / Divulgação

                                                    Documentos da época revelam que, no dia seguinte, um rebocador foi enviado para o local, mas já era tarde. Não foi encontrado nenhum vestígio do Frank D. Barker, que permaneceu um mistério por mais 137 anos — até agora.

                                                     

                                                    Hoje, as autoridades de Wisconsin afirmam que o naufrágio centenário pode ser visto a partir de 7,3 metros de profundidade. Agora, a equipe de arqueologia marítima local busca fundos seguir com o projeto de pesquisa arqueológica em 2026, a fim de registrar e documentar o naufrágio cientificamente.

                                                    Foto: Sociedade Histórica de Wisconsin / Cortesia / Reprodução

                                                    Quando assim acontecer, as informações serão adicionadas ao Wisconsin Shipwrecks, site oficial que documenta os naufrágios locais. Até lá, as autoridades afirmam que o local onde o Frank D. Barker foi encontrado está protegido por Lei, proibindo que quaisquer artefatos de lá sejam removidos, deslocados ou destruídos.

                                                     

                                                    Náutica Responde

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                                                      Por: Nicole Leslie -
                                                      01/09/2025

                                                      Nada menos que 160 metros de comprimento — ou impressionantes 525 pés. Esses são os atributos do megaiate Blue, propriedade do bilionário Sheik Mansour bin Zayed Al Nahyan, vice-presidente dos Emirados Árabes Unidos e dono do Manchester City. Esse gigante dos mares chama atenção por sua grandiosidade e foi visto, recentemente, navegando pelo Mar Mediterrâneo.

                                                      A embarcação, construída pelo estaleiro alemão Lürssen Yachts e entregue em 2022, é avaliada em US$ 600 milhões, o que corresponde a R$ 3,2 bilhões (na conversão de setembro de 2025).

                                                       

                                                      De acordo com o sistema de rastreamento VesselFinder, o Blue está em cruzeiro desde 11 de julho, quando partiu do Porto di Golfo Aranci, na Itália. No dia 18 de agosto ele foi registrado navegando pela costa de Kalamata, na Grécia. Os últimos registros disponíveis de ancoragem do megaiate Blue são de 28 de agosto, no mesmo destino grego.

                                                      Foto: Lürssen Yachts / Reprodução

                                                      A embarcação está entre os maiores megaiates particulares do mundo, tendo apenas 20 metros a menos do que o Azzam, considerado o maior de todos, também construído pela Lürssen.

                                                      Luxo e tecnologia a bordo do Blue

                                                      O Blue foi projetado para oferecer uma experiência de altíssimo padrão. Com volume de 14.785 toneladas, a embarcação pode acomodar até 48 hóspedes, com uma equipe de 80 tripulantes. A construção iniciou em 2019. Assista o processo!

                                                       

                                                       

                                                      Os designs interior e exterior, assinados pela Terence Disdale Design, combinam luxo e soluções ecológicas, como um moderno sistema de propulsão híbrido diesel-elétrico e uma estação de tratamento de águas residuais que descarta a água tratada de forma segura.

                                                      Foto: Lürssen Yachts / Reprodução

                                                      A bordo, o megaiate carrega uma série de comodidades, como suítes, jacuzzis, academia e não apenas um, mas dois helipontos. Os milhões que têm no valor se estendem aos custos de manutenção que, em um ano, giram em torno de US$ 50 milhões (cerca de R$ 271 milhões).


                                                      O dono: Sheik Mansour e o Manchester City

                                                      A fortuna do dono do megaiate Blue é estimada em US$ 30 bilhões (cerca de R$ 146 bilhões). Mansour bin Zayed Al Nahyan é o nome à frente do grupo de investimentos Abu Dhabi United Group, que em 2008 comprou o Manchester City.

                                                      Foto: Lürssen Yachts / Reprodução

                                                      Sob sua liderança, o clube inglês se transformou em uma das maiores potências do futebol, conquistando múltiplos títulos e valorizando seu elenco em mais de 1,3 bilhão de euros. Mansour é filho do Sheik Zayed bin Sultan Al Nahyan, que foi o primeiro presidente e fundador dos Emirados Árabes Unidos.

                                                       

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                                                        Por: Nicole Leslie -

                                                        A Jetco marca presença no São Paulo Boat Show com dois de seus principais quadriciclos, que prometem unir a adrenalina da água à aventura em terra firme. Conhecido por reunir os maiores players do mercado náutico da América Latina, o evento ganha um toque de velocidade off-road com os modelos da Segway Powersports, que chegam com a promessa de facilidade de pagamento.

                                                        O destaque da Jetco no evento é o Snarler AT10 W Premium, veículo recém-lançado no mercado e que promete redefinir a experiência off-road. Ele acelera de 0 a 100 km/h em 8 segundos, alcança 125 km/h e é capaz de enfrentar subidas com inclinação de até 38°.

                                                        Snarler AT10 W Premium. Foto: Jetco / Segway Powersports / Divulgação

                                                        O modelo é equipado com um motor potente de 999 cilindradas, do tipo quatro tempos e com um sistema avançado de comando de válvulas no cabeçote, que otimiza seu desempenho.

                                                         

                                                        O quadriciclo conta ainda com uma tela de comando inteligente que dá acesso à Segway Powersports Cloud Platform, uma plataforma que integra gerenciamento de dados, comunicação na nuvem e sistemas de operação.

                                                         

                                                        O Snarler AT10 W Premium está disponível a partir de R$ 113 mil, com condições especiais de pagamento durante o evento.

                                                        Snarler AT5 Standard. Foto: Jetco / Segway Powersports / Divulgação

                                                        Considerado um dos principais veículos da categoria segundo a marca, o Snarler AT5 Standard leva um motor de 499 cilindradas, 39 hp e quatro tempos, que permite acelerar de 0 a 60 km/h em 4,6 segundos e alcançar até 100 km/h. Sua tração nas quatro rodas é projetada para enfrentar inclinações de até 39°.

                                                         

                                                        Versátil, o AT5 também é ideal para o transporte de cargas, podendo levar até 100 kg em seu rack e rebocar até 600 kg. O modelo tem preço inicial de R$ 56,9 mil e também poderá ser adquirido com facilidades de pagamento no São Paulo Boat Show 2025.


                                                        São Paulo Boat Show 2025

                                                        A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                                         

                                                        Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                                        Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                                        Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                                         

                                                        A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                                         

                                                        Anote aí!

                                                        SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                                        Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                                        Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                                        Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                                        Mais informações: no site do evento
                                                        Ingressos: site oficial de vendas

                                                         

                                                        Náutica Responde

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                                                          Facheris é um embarcação de luxo de 36 m que combina tecnologia americana e elegância italiana para levar até 12 hóspedes

                                                          Por: Nicole Leslie -

                                                          Uma fusão de estilos. O estaleiro americano Hargrave Custom Yachts, conhecido por projetos sob medida, revelou um iate que se diferencia pelo design totalmente assinado pelo italiano Patrizio Facheris. Uma colaboração que foge da tradição, já que a Hargrave costuma criar seus próprios designs.

                                                          Batizado com o nome do designer, o Facheris, de 120 pés, é uma verdadeira obra de arte flutuante. A embarcação foi projetada para acomodar 12 hóspedes com o máximo de conforto e luxo, além de uma tripulação de até sete pessoas.

                                                          Foto: Hargrave Custom Yacht / Divulgação

                                                          O grande destaque do iate é a casa do piloto elevada, uma característica atípica para os modelos do estaleiro, que confere linhas alongadas e elegantes ao conjunto.

                                                           

                                                          Cada detalhe a bordo foi pensado para o lazer. A embarcação conta com um espaço de convivência sofisticado, equipado com sistemas de entretenimento da Concorde Marine, climatização da Cruise Air e iluminação automatizada da Lutron. A cozinha, por sua vez, é equipada com geladeiras e freezers Sub-Zero, de alta performance.

                                                          Foto: Hargrave Custom Yacht / Divulgação

                                                          Para curtir ao ar livre, o modelo oferece uma piscina no deque com espreguiçadeiras, ideal para aproveitar o sol. As passarelas e deques externos são finalizados com teca de Mianmar — uma das madeiras mais valorizadas para uso em iates. O material, ressalta a marca, é aplicado à mão,  para garantir beleza e durabilidade. O iate ainda conta com um guindaste para estacionar jets.


                                                          Em termos de engenharia, o Facheris atende aos rigorosos padrões de segurança RINA Pleasure. Construído com casco e superestrutura em epóxi de vidro tipo E reforçado com carbono, o modelo leva acabamentos que prometem qualidade e durabilidade, a exemplo da tinta AWLGRIP.

                                                          Foto: Hargrave Custom Yacht / Divulgação

                                                          Para uma navegação suave e estável, o iate é equipado com estabilizadores NAIAD At Rest. O alcance de cruzeiro é de 945 milhas náuticas, impulsionado por dois motores Caterpillar C32 de 1.900 hp cada, que possibilitam uma velocidade máxima de 21,5 nós.

                                                           

                                                          Para a segurança dos passageiros e tripulação, o Facheris carrega dois botes salva-vidas Viking, com capacidade para 16 pessoas cada. A embarcação é a prova de que a visão italiana e a engenharia americana podem criar algo verdadeiramente espetacular.

                                                           

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                                                            Um novo estudo avaliou os riscos do avanço do mar na Ilha de Páscoa e trouxe um dado alarmante: a inundação das estátuas de moai pode acontecer décadas antes do que se previa. Liderada pela Universidade do Havaí, a pesquisa estima que as estátuas e o Complexo Tongariki — patrimônios da humanidade pela Unesco — podem ser atingidos pelas ondas já em 2080.

                                                            A pesquisa se concentrou especificamente no Complexo Tongariki, que inclui centenas de bens culturais na Ilha de Páscoa. O aumento do nível do mar já não é surpresa para a ciência, que considera o fator como uma ameaça concreta para todas as regiões costeiras do mundo.

                                                             

                                                            O estudo, porém, mostrou que o risco é mais imediato do que se pensava no local que, além de patrimônio cultural, é o principal motor da economia da Ilha de Páscoa.

                                                            A questão não era se o local seria impactado, mas sim em quanto tempo e com que gravidade-disse Noah Paoa, principal autor do estudo

                                                            Por que 2080?

                                                            O prazo de 2080 não é uma suposição, foi o resultado de uma simulação baseada em um cenário específico de elevação do nível do mar e na frequência das ondas. A pesquisa considerou um aumento de 1,2 metro na média global do nível do mar. Já nessa condição, o icônico Ahu Tongariki seria atingido por ondas sazonais, que ocorrem aproximadamente a cada ano.

                                                            Foto: Kallerna / Wikimedia Commons / Reprodução

                                                            O estudo demonstra que, mesmo em um cenário mais brando, o número de bens culturais que podem ser impactados pela inundação pode triplicar com uma elevação de apenas 1,2 metro no nível do mar. Ou seja, o risco já existe e será intensificado significativamente nas próximas décadas.

                                                            Prevendo o futuro

                                                            Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores combinaram tecnologia com análises de campo. Inicialmente, criaram um mapa 3D detalhado do Complexo Tongariki usando imagens de drones que capturaram a topografia da terra. Em seguida, sensores de pressão foram instalados no fundo do mar, na baía em frente ao complexo, para registrar o comportamento das ondas.

                                                            Foto: Yasna sunflower / Wikimedia Commons / Reprodução

                                                            A partir daí foi possível calibrar o modelo de simulação e garantir que as projeções fossem precisas. Com as ferramentas posicionadas, os cientistas utilizaram o modelo XBeach para simular o avanço das ondas em diferentes cenários futuros, como se estivessem testando a resistência do local em um ambiente virtual controlado.


                                                            O modelo permitiu aos pesquisadores visualizarem, com precisão, a área que seria inundada na Ilha de Páscoa, inclusive identificando quais estruturas estariam sob maior peirgo.

                                                            Mudanças são necessárias

                                                            Além de soar o alarme, o estudo aponta para a urgência de ação e sugere que avaliações semelhantes sejam feitas em outros sítios culturais próximos à costa da Ilha de Páscoa. “Nossa pesquisa serve como um modelo. Ao desenvolver e aplicar esses métodos, esperamos poder ajudar a proteger o que é precioso para o povo do Havaí“, complementa Paoa.

                                                            Foto: Mike W. / Wikimedia Commons / Reprodução

                                                            No fim das contas, o principal o objetivo do estudo foi fornecer dados científicos concretos para que as autoridades possam se preparar para o inevitável avanço do mar, protegendo seu patrimônio para as futuras gerações. Os detalhes foram publicados na revista científica Journal of Cultural Heritage no mês de agosto.

                                                             

                                                            Náutica Responde

                                                            Faça uma pergunta para a Náutica

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