Liderada por Gabriela Lobato Marins, empresa já era dona das demais ações da rede e consolidou o negócio com a compra das partes da Axxon e da Angramar
A Nova Marinas, empresa liderada por Gabriela Lobato Marins, acaba de consolidar sua posição como líder no setor náutico ao adquirir a totalidade da BR Marinas. Com a negociação, que envolveu a compra de ações da Axxon e da Angramar, a companhia se torna a única controladora da maior operadora de marinas da América Latina, que tem em seu portfólio, inclusive, a concessão da Marina da Glória, no Rio.
A empresa, que já possuía as demais ações da rede, concluiu seu controle total a partir da aquisição da participação de 57,83% que estava nas mãos da gestora de private equity Axxon (50%) e do grupo Angramar, controlado pela Icatu (7,83%).
Marina da Glória. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
A Axxon havia ingressado no capital da BR Marinas em 2012. Dois anos depois, adquiriu a MGX, então de Eike Batista, assumindo a concessão da icônica Marina da Glória. Agora, com a totalidade do controle, a Nova Marinas reforça sua posição e abre caminho para novas oportunidades nesse mercado.
Gabriela Lobato Marins, à frente do grupo Nova Marinas. Foto: Divulgação
Nosso objetivo é dobrar o número de marinas no Brasil nos próximos 10 anos– afirma Gabriela Lobato Marins, à frente do grupo Nova Marinas
A BR Marinas atualmente administra nove marinas no litoral fluminense, oferecendo serviços de atracação, docagem e manutenção para proprietários de embarcaçõesde lazer no Rio de Janeiro.
Além da Marina da Glória, a carteira inclui a Marina Verolme, em Angra dos Reis — considerada a maior no polo náutico da América Latina e uma das maiores do mundo — e outras unidades em Paraty, Búzios, Bracuhy, Piccola, Itacuruçá, Piratas e Ribeira.
Ponto chave da negociação, a Marina da Glória é o tradicional palco do Rio Boat Show, salão náutico que chega a sua 26ª edição em 2025, com um encontro marcado de 26 de abril a 4 de maio.
O grupo NÁUTICA parabeniza Gabriela Lobato Marins e o grupo Nova Marinas pela aquisição.
A regularização dos charters náuticos como atividade turística traz benefícios diretos para operadores, turistas e para o desenvolvimento da infraestrutura náutica no Brasil. Uma das principais vantagens é que as embarcações registradas na Marinha como transporte aquaviário não estarão sujeitas ao novo imposto “IPVA”, previsto na reforma tributária.
Esse enquadramento representa uma economia significativa para quem trabalha com passeios, transfer e fretamento de embarcações, além de proporcionar maior segurança jurídica para a operação.
A formalização também inclui a habilitação correta dos condutores, com o Curso Especial para Tripulação de Embarcações de Passageiros (ESEP), essencial para garantir padrões de qualidade e segurança no setor.
Foto: rawf8/ Envato
Outro ponto fundamental da regularização é a inclusão dos operadores no CADASTUR, o cadastro oficial do Ministério do Turismo, que oferece diversas vantagens:
Isenção do “IPVA”, assegurada pelo enquadramento na categoria de transporte aquaviário;
Acesso a programas de financiamento e incentivos públicos;
Maior credibilidade e visibilidade, facilitando parcerias e captação de clientes;
Possibilidade de participação em eventos e capacitações exclusivas para o setor.
Além dos benefícios individuais para os operadores, a regularização dos charters fortalece o desenvolvimento da infraestrutura náutica, pois o reconhecimento do turismo náutico como atividade econômica relevante atrai investimentos públicos e privados para marinas, píeres e terminais de embarque e desembarque.
Foto: Unai82/ Envato
Quanto mais formalizado o setor, maior será a capacidade de atrair recursos e estruturar destinos turísticos de forma sustentável.
Em alguns municípios, pescadores artesanais já estão aderindo a essa regulamentação, registrando suas embarcações como transporte aquaviário para atuar no turismo nos períodos de defeso. A medida amplia suas oportunidades de renda e diversifica a economia local.
Foto: wirestock/ Envato
Para viabilizar essa formalização, recomenda-se que operadores busquem capacitação no Curso MAC2, que já inclui o ESEP, podendo ser disponibilizado por prefeituras em parceria com o Instituto Federal e outras instituições.
Mestre em Comunicação e Gestão Pública, Bianca Colepicolo é especialista em turismo náutico e coordena o Fórum Náutico Paulista. Autora de “Turismo Pra Quê?”, Bianca também é consultora e palestrante.
Certo dia, Brendan Foley, arqueólogo marinho e pesquisador da Universidade de Lund, na Suécia, encontrou uma caneca presa sob um emaranhado de pedaços de madeira, a cerca de 9 metros da superfície fria e turva do Mar Báltico.
Enquanto o analisava, ele notou que o objeto liberava bolhas de gás, que poderiam ser resultado de algum processo químico — envolvendo resquícios de cerveja ou hidromel, por exemplo — iniciado há mais de 500 anos.
Foto: Brett Seymou/ Universidade de Lund/ Divulgação
Mas essa seria apenas a primeira pista de que Foley estava muito perto de um verdadeiro tesouro submerso. Aqueles pedaços de madeira eram, na verdade, destroços do Gribshunden, navio pessoal do Rei Hans, que governou a Dinamarca e a Noruega entre 1455 e 1513.
De acordo com registros da época, essa histórica embarcação, apelidada de “castelo flutuante”, afundou por volta de 1495, enquanto estava ancorada — o monarca não estava presente. Acredita-se, ainda, que a causa do naufrágio foi uma explosão de pólvora.
A caneca deve ter sido derrubada, por um dos tripulantes, no momento em que o navio explodiu. Poder tocar algo assim é como uma conexão direta com essas pessoas– Brendan Foley
Um naufrágio real
Mais de 500 anos atrás, uma caneca como aquela não era vista em qualquer lugar, muito menos com cerveja ou hidromel. Logo, o pesquisador desconfiou que aquele navio pertencia a uma família bem rica, que tinha acesso a produtos que, no século 15, muitos não tinham. Ele não poderia estar mais certo.
Foto: Brett Seymou/ Universidade de Lund/ Divulgação
Pouco antes da explosão, o Rei Hans embarcaria no Gribshunden e navegaria rumo a uma reunião política em Kalmar, na Suécia. A intenção era finalmente tirar do papel o plano de unificar os países sob sua coroa — o que nunca aconteceu.
Hans usou esse [navio] como uma fortaleza militar, mas também como centro administrativo, centro cultural e base para políticas econômicas– Brendan Foley
Semelhante aos barcos grandiosos e fortemente armados que Vasco da Gama usou para chegar à Índia e que Cristóvão Colombo usou para chegar às Américas, o Gribshunden representa a primeira geração de navios de artilharia naval. Essas “fortalezas” foram fundamentais para as longas viagens de exploração e colonização capitaneadas pelos europeus.
Naufrágios são como chamadas telefônicas, carregadas de informações– Foley
Um museu debaixo d’água
Um achado assim, é claro, não decepcionaria os especialistas no quesito artefatos históricos. Entre os principais até o momento, destacam-se itens que provavelmente eram usados pelos soldados a bordo, como bestas de madeira intactas e armas de fogo que, inclusive, marcam o início da transição para armamentos com funcionamento a base de pólvora.
Foto: Brett Seymou/ Universidade de Lund/ Divulgação
No “castelo flutuante”, também foram encontrados uma bolsa de moedas de prata, que reflete o enfraquecimento da troca de produtos e serviços (escambo), e temperos como cravo, pimenta-do-reino, pedaços de gengibre e pedaços de açafrão, que teriam sido importados da Indonésia especialmente para dar sabor aos banquetes da realeza.
Encontramos coisas nesse navio que não têm precedentes arqueológicos. Tudo sobre ele é fascinante– Foley
Ah, e a caneca mencionada lá no início mostrou-se ainda mais singular. Feita de madeira de amieiro, ela tem uma coroa esculpida perto da base e, segundo os envolvidos na pesquisa, seu design é diferente de qualquer outra feita na época.
Foto: Brett Seymou/ Universidade de Lund/ Divulgação
É importante pontuar que o Gribshunden já havia sido encontrado, no início dos anos 1970, por mergulhadores locais. No entanto, a embarcação não recebeu a devida atenção até 2018, com os trabalhos liderados por Foley.
Até o momento, aliás, no máximo 2% do navio foram explorados. Porém, de acordo com o arqueólogo, as descobertas já feitas são o suficiente para manter ele e o restante da equipe ocupados por anos.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
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A jornada solitária de Tamara Klink
Filha de um dos maiores nomes da navegação mundial, Amyr Klink, Tamarateve como inspiração uma viagem que o pai fez, em 1990, para velejar da França até a Groenlândia.
Foto: Revista NÁUTICA
Depois de oito meses de exploração, três meses sem ver a luz do sol e quatro meses sem contato humano, ela entrou para a história como a primeira mulher a passar todo o inverno isolada em um barcopreso ao gelo, no Ártico. Para nossa capa, ela conta o que viveu — inclusive uma experiência de quase morte!
Belize, um paraíso escondido no Caribe
Destino ainda pouco explorado pelos brasileiros, Belize é muito popular entre os americanos pelas paisagens paradisíacas e ruinas maias, por exemplo. A bordo de um yacht charter, conhecemos a região e demos nossas impressões.
Foto: Revista NÁUTICA
Cidade submersa em Dubai?
Com 14 milhões de litros de água, o suficiente para encher aproximadamente seis piscinas olímpicas, a piscina do Deep Dive Dubai é a mais profunda do mundo. Ao mergulhar nela, você ainda encontra um cenário com edifícios em ruínas e artefatos históricos. Impressionante!
Foto: Revista NÁUTICA
Rumo às Cagarras
O arquipélago que embeleza o horizonte carioca tornou-se um dos destinos preferidos para navegação. Para além disso, a região é um monumento natural repleto de biodiversidade. Caso não esteja convencido, damos mais motivos para cruzar a Baía de Guanabara e navegar 10 milhas náuticas para chegar lá.
Foto: Revista NÁUTICA
NX Boats em ritmo de festa
O estaleiroque tomou forma pelas mãos de Jonas Moura completou 10 anos com um legado que já entregou 2 mil sonhos em forma de barcos. Para a comemoração, na Praia dos Carneiros, em Pernambuco, rolou o NX Summer Day. O evento foi prestigiado por 850 clientes e amigos.
Foto: Revista NÁUTICA
Os sete da Copa Mitsubishi
Apaixonados por mar e pela vela, José Guilherme Caldas, Edmar Alves, John Júlio Jansen, Ricardo Zamboni, Marco Hidalgo, Marcos Gama e Mauricio Pavão revelam como a competição, que está entre as melhores da vela mundial, representa um capítulo essencial em suas vidas — dentro e fora d’água.
Foto: Revista NÁUTICA
Azov Z260 Open, uma lancha pronta para conquistar
A edição 393 também traz dois Testes Náutica. Para começar, colocamos à prova a Azov Z260 Open. Equipada com um motorde popa, essa lancha de proa aberta tem linhas elegantes, bom espaço no cockpit, banheiro completo e mais.
Foto: Revista NÁUTICA
Triton 410 HT, uma lancha boa, bonita e desejada
Para o segundo Teste Náutica, estivemos a bordo da Triton 410 HT, uma lancha cabinada com teto solar e dois camarotes. Spoiler: com dois motores a gasolina de 380 hp cada, a lancha chega a 38,5 nós de velocidade.
Foto: Revista NÁUTICA
1ª edição do Salvador Boat Show
O Salvador Boat Show, que já é considerado o maior do mundo náutico no Nordeste, fechou a primeira edição com garantia de que acontecerá novamente este ano. Uma das reportagens relembra o que aconteceu em 2024 e adianta o que podemos esperar em 2025.
Foto: Revista NÁUTICA
2ª edição do Congresso Internacional Náutica — Especial Lago de Itaipu
Dessa vez, prefeitos, secretários de turismo e representantes de cidades lindeiras foram reunidos para debater o potencial do Lago de Itaipu, no Oeste do Paraná, em relação ao turismo náutico e ao desenvolvimento sustentável. Uma das reportagens deste mês traz os principais insights desse proveitoso encontro.
Foto: Revista NÁUTICA
Ainda sobre o Congresso Náutica, quando foi realizado em Salvador, autoridades participaram de palestras, mesas redondas e apresentações de cases para discutir o papel do turismo náutico no desenvolvimento socioeconômico da Bahia. Um mar de oportunidades foi identificado e mergulhamos fundo nele.
Foto: Revista NÁUTICA
Unidos pelo Lago de Itaipu
O Lago de Itaipu também foi pauta da 2ª edição doFoz Internacional Boat Show, que marca o início de uma parceria importante entre o Brasil e o Paraguai, para torná-lo um ponto forte do turismo náutico.
Foto: Revista NÁUTICA
De Rosana a Foz do Iguaçu de Jet
Em uma ousada e divertida caravana náutica, para prestigiar o Foz Internacional Boat Show, mais de 150 jets navegaram ida e volta de Rosana, no interior de São Paulo, a Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. Tudo que aconteceu nesse percurso, de quase 1000 km, você lê na revista.
Projetado pelo estúdio turco Red Yacht Design, o superiate Queen Yaz vem na onda das embarcaçõesem que as áreas externas são tão valorizadas quanto as internas. Faz sentido, afinal, as pessoas buscam desfrutar de momentos agradáveis ao ar livre quando decidem fazer um passeio de barco.
No entanto, não é exagero dizer que o Queen Yaz leva essa tendência de mercadoa outro nível. Basta olhar a popa, com varandas laterais e um grande sofá em forma de U, e a área de estar na proa, que possui móveis modulados e poltronas confortáveis.
Foto: Dearsan Shipyard / Divulgação
Localizados no convés principal, ambos os espaços são um convite a momentos de relaxamento e socialização e foram pensados sob medida para receber a família e os amigos de quem o comprou, em 2023.
Foto: Dearsan Shipyard / Divulgação
Bar, jacuzzi, espreguiçadeiras, lounge e um generoso espaço para refeiçõesfazem do solário um dos pontos altos dessa embarcação, que deve ser entregue em meados 2026 — o casco, feito de aço, e a superestrutura, construída com alumínio, já estão prontos. Agora, o foco está em concluir a parte interna.
Queen Yaz, um superiate de família
Embora o Queen Yaz tenha esse apelo externo, as acomodações internas não ficaram para trás. Com conceito descrito como moderno e acolhedor, o interior desse superiate segue uma paleta de cores claras e prioriza a utilização de materiais naturais.
Foto: Dearsan Shipyard / Divulgação
“Projetar o Queen Yaz foi uma jornada incrível. Nosso objetivo era criar um iate que incorporasse sofisticação, ao mesmo tempo em que oferecesse o máximo de conforto para seus convidados”, explicou Fatih Sürekli, diretor executivo da Red Yacht Design, em um comunicado.
Ao todo, a embarcação tem 164 pés (o equivalente a 50 metros) de comprimento e está sendo construída pelo estaleiro russo Dearsan Shipyard. A arquitetura naval e a engenharia, vale ressaltar, ficaram a cargo da empresa Milimetriq.
Já ficou com medo de ser atacado por um tubarão? Pesquisadores da University College Dublin parecem ter encontrado um “repelente” contra eles: uma substância chamada melanina, principal componente da tinta do molusco da espécie choco (Sepiida) — também conhecido como sépia.
De acordo com os cientistas, a tinta, que é liberada como mecanismo de defesa, pode servir como o “calcanhar de Aquiles” dos tubarões, devido a alta sensibilidade deles a odores. A descoberta pode ser um novo passo para reduzir o conflito entre estes animais e os humanos.
Processo ilustrativo da melanina, presente na tinta de molusco, entrando em contato com o sentido olfativo do tubarão. Foto: G3: Genes, Genomes, Genetics/ Divulgação
Segundo a revista Newsweek, os pesquisadores usaram dados genéticos de várias espécies de tubarões para modelar as estruturas tridimensionais do olfato destes animais. Assim, descobriu-se que, além de servir como uma cortina de fumaça, essa tinta expelida é um verdadeiro coquetel químico para os predadores.
O experimento mostrou que a melanina da tinta do molusco tem uma estrutura molecular que pode se prender aos receptores olfativos dos tubarões e, assim, ativar seus sentidos vitais. De certa forma, é como se este “repelente” confundisse o senso de rastrear do predador.
A taurina — aminoácido que desempenha diversas funções nos organismos vivos — é outra substância presente na tinta do molusco que atacam os “sensores de cheiro” dos tubarões. Logo, eles poderiam evitar qualquer água na qual o produto químico tenha sido disperso.
Foto: AlexVog/ Envato
Conforme o estudo, publicado na G3: Genes, Genomes, Genetics, o “spray anti-tubarão” tem o potencial de funcionar na maioria das espécies.
Melhor para ambos
Essa descoberta pode transformar a maneira como os tubarões são dissuadidos a caçar perto de nadadores. Atualmente, as ferramentas para afastar os animais dos humanos são consideradas invasivas, como redes de emalhar e drumlines — que os capturam através de anzóis iscados pendurados em barris flutuantes.
Molusco da espécie choco. Foto: wirestock/ Envato
Tais maneiras de afastar a espécie, frequentemente, prejudicam e causam danos não só aos tubarões inofensivos, mas também perturbam arraias, tartarugas, golfinhos e até baleias. Por sua vez, o uso da melanina presente na tinta do molusco oferece uma maneira menos agressiva e prejudicial para afastá-los.
Pode ser possível implantar repelentes seguros e direcionados perto de praias e locais de pesca, para minimizar os encontros entre tubarões e humanos– Collen Lawless, bioinformata da University College Dublin, em comunicado
O cientista também defende a ideia de que a tinta da sépia seja utilizada para proteger os tubarões em áreas sensíveis — que, por sua vez, ajudaria na conservação das espécies ameaçadas de extinção.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Um momento assustador e ao mesmo tempo maravilhoso foi registrado por dois turistas que passeavam de barco em Corumbá, município do Mato Grasso do Sul. Enquanto apreciavam a paisagem deslumbrante do Pantanal, eles viram duas onças-pintadas cruzando o rio.
Nas imagens, compartilhadas pela página Visit Corumbá, o homem e a mulher em questão parecem igualmente fascinados pelas habilidades aquáticas dos grandes felinos. “Capricha no vídeo, Meire”, diz ele. “Gente, é a coisa mais linda do mundo”, comenta ela.
A legenda da postagem exalta a região e garante que, embora esses “encontros” sejam rotineiros por lá, sempre emocionam: “O Pantanal é um dos mais importantes biomas do planeta, e um dos destinosmais procurados pelos amantes da natureza.
O Pantanal lhe reserva encontros inesquecíveis e experiências para serem guardadas eternamente em sua memória– destaca o post
É importante mencionar que em nenhum momento os animaisameaçaram os turistas. Pelo contrário: eles praticamente ignoraram a presença da embarcação enquanto tentavam — sem dificuldade — chegar à outra margem.
Onça-pintada Foto: Envato/vilucm
Dentro e fora do Pantanal, onças-pintadas são exímias nadadoras
Geralmente encontrados nas proximidades de rios, lagos e córregos, esses felinos são um dos campeões de natação entre as criaturas terrestres. Disso, aliás, também depende a sobrevivência da espécie, que se alimenta de peixes, jacarés, capivaras e outras presas que adoram esse tipo de ambiente.
Não à toa, em zoológicos, santuários de preservação e afins, grandes tanques de água são usados como forma de enriquecimento ambiental para as onças-pintadas.
Se você não está familiarizado com o termo, a gente explica: trata-se de um conjunto de estratégias pensadas para que animais domésticos ou criados em cativeiro possam desenvolver e exercitar habilidades e instintos importantes em termos de saúde(física e mental), caça e evolução.
Era ainda 2021 quando uma equipe de cientistasda República Tcheca encontrou o que seria o maior lago termal subterrâneo do mundo, em um abismo de 100 metros dentro de uma caverna no sul da Albânia. Em 2024, porém, os estudiosos voltaram ao local munidos de equipamentosmais tecnológicos para ter certeza do feito — e eles estavam certos.
Batizado de “Lago Neuron”, em homenagem à instituição que financiou a pesquisa, o espaço soma números que impressionam: são 8.335 metros cúbicos de água — o equivalente a cerca de 3,5 piscinas olímpicas — , 138 metros de comprimento e 42 m de largura, tudo isso a 127 metros no subsolo.
Foto: Instagram @nadaceneuron / Reprodução
Em comunicado, Marek Audy, explorador de cavernas que liderou ambas as expedições, destacou que “para que a ciência checa apresentasse esta descoberta fenomenal, foi necessário realizar pesquisas científicas e medições precisas”.
Lago Neuron: a prova real
Como mencionado, a equipe de Audy descobriu a existência do lago em 2021. O fato se deu quando o grupo explorava uma região de fronteira entre e Albânia e a Grécia, conhecida por enfrentar tensões políticas há décadas — o que limita os campos de pesquisa no local.
Foto: Neuron / Divulgação
Mais precisamente na região em torno da cidade de Leskovik, do lado albanês, os estudiosos avistaram uma grande saída de vapor, vinda de uma cordilheira. Uma inspeção mais detalhada revelou que a “nuvem” subia de um abismo com mais de 100 metros de profundidade.
As surpresas, contudo, estavam só no começo. Ao adentrar o “poço”, o grupo deu de cara com um imenso sistema de cavernas, que apresentavam, ainda, algumas fontes termais e um grande lago.
“Durante a nossa exploração inicial, criamos um mapa básico utilizando o nosso equipamento e imediatamente percebemos que havíamos descoberto algo extraordinário”, disse o fotógrafo e membro da expedição, Richard Bouda, à Euronews.
Foi em 2024, a partir de um financiamento da Neuron Foundation (organização que promove a pesquisa por cientistas checos e dá o nome do lago), que os pesquisadores puderam voltar ao local para tirar a “prova real” da descoberta.
Foto: Neuron / Divulgação
Para isso, estavam, desta vez, munidos de um Scanner Lidar, instrumento de sensoriamento remoto que usa um laser para medir distâncias e criar modelos 3D, para mapear a área com detalhes. Foi este o equipamento responsável por mensurar os números impressionantes da descoberta.
Ao que depender dos pesquisadores, porém, as revelações não pararão por aí. Ao National Geographic CZ, Audy revelou que a equipe pretende retornar ao Lago Neuron no futuro para aprofundar os estudos.
É algo que pode ter um enorme impacto na compreensão dos ecossistemas subterrâneos e dos processos geológicos– enfatizou o pesquisador
“Queremos observar outras partes da caverna, aprender mais sobre a geologia e a biologia desta área”, concluiu.
O litoral brasileiro fez bonito no Traveller’s Choice 2025, ranking anual do TripAdvisor, uma das plataformas de viagem e turismo mais utilizadas do mundo. Na lista de melhores praias do mundo, destaque para o Rio de Janeiro, com Ipanema, na capital fluminense, e Pernambuco, com a praia de Muro Alto, em Ipojuca.
Na lista global, as praias brasileiras conquistaram o 13º lugar, no caso do point carioca, e a 25ª posição, no destino pernambucano.
Vale destacar, aliás, que ambas também apareceram na lista de melhores praias do TripAdvisor em 2024 — com Muro Alto na mesma posição e Ipanema na 17ª.
Muro Alto também conquistou seu espaço no ranking do TripAdvisor para 2025. Foto: Divulgação/Águila Comunicação
O ranking geral das melhores praias do mundo aponta 25 destinos imperdíveis para quem ama o litoral. A primeira posição foi conquistada pela praia de Elafonissi, em Creta, na Grécia. O local entrega um mar de azul turquesa, que encanta os turistas.
O top 5 de destinos praianos destaca ainda points na Tailândia, Aruba, Estados Unidos e Portugal. Abaixo, confira a lista completa com as 25 melhores praias do Traveller’s Choice 2025.
A praia de Elafonissi, na Grécia, é o 1º lugar no ranking do TripAdvisor em 2025. Foto: Visit Greece / Divulgação
Melhores praias do mundo do Traveller’s Choice 2025
Praia de Elafonissi (Creta, Grécia)
Banana Beach (Phuket, Tailândia)
Eagle Beach (Oranjestad, Aruba)
Siesta Beach (Siesta Key, Flórida, EUA)
Praia da Falésia (Algarve, Portugal)
Playa Varadero (Varadero, Cuba)
Bavaro Beach (Punta Cana, República Dominicana)
Playa de Muro Beach (Maiorca, Espanha)
Kelingking Beach (Nusa Penida, Indonésia)
Myrtos Beach (Ilha de Kefalonia, Grécia)
Isola dei Conigli (Lampedusa, Itália)
Playa de Maspalomas (Gran Canária, Espanha)
Praia de Ipanema (Rio de Janeiro, Brasil)
Poipu Beach Park (Poipu, Koloa, Kauai, Havaí)
Manly Beach (Sydney, Austrália)
Playa Delfines (Cancún, México)
Plage de Palombaggia (Córsega, França)
Anse Lazio (Ilha de Praslin, Ilhas Seychelles)
Playa Norte (Isla Mujeres, México)
Praia de Tropea (Tropea, Itália)
Balandra Beach (La Paz, México)
Ka’anapali Beach (Lahaina, Maui, Havaí)
Reynisfjara Beach (Vik, Islândia)
Bondi Beach (Sydney, Austrália)
Praia de Muro Alto (Ipojuca, Pernambuco)
Melhores praias da América do Sul
Dando ainda mais orgulho aos brasileiros, Ipanema e Muro Alto lideram outra categoria da premiação Traveller’s Choice 2025, focada no continente sul-americano. Destaque também para Baía do Sancho, em Fernando de Noronha (PE), Praia do Espelho, em Trancoso (BA) e Praia do Forno, em Arraial do Cabo (RJ).
Top 10 praias da América do Sul
Praia de Ipanema (Rio de Janeiro, RJ)
Praia de Muro Alto (Ipojuca, Pernambuco)
Baía do Sancho (Fernando de Noronha, Pernambuco)
Tortuga Bay Beach (Santa Cruz, Equador)
Praia do Espelho (Trancoso, Bahia)
Praia do Forno (Arraial do Cabo, Rio de Janeiro)
Playa El Doradillo (Puerto Madryn, Argentina)
Anakena Beach (Ilha de Páscoa, Chile)
Playa de Spratt Bight (Ilha de San Andrés, Colômbia)
Playa Quila Quina (San Martin de los Andes, Argentina)
No dia 30 de abril, na Marina da Glória, um verdadeiro carnaval de embarcações deixará a Cidade Maravilhosa ainda mais bonita! Isso porque as belas águas da Baía de Guanabara servirão de passarela para o Desfile de Barcos do Rio Boat Show 2025.
O espetáculo acontecerá na noite de quarta-feira, com direito a show de luzes, momentos animados, muita música e narração ao vivo. Sob os braços do Cristo Redentor, navegarão os principais destaques dos estaleiros presentes no evento náutico mais charmoso da América Latina.
Foto: Victor Santos/ Revista Náutica
Para quem não estiver presente na Marina da Glória no dia, ainda há outro caminho para acompanhar este grande momento do Rio Boat Show 2025: a transmissão ao vivo e in-loco do Desfile de Barcos no Canal NÁUTICA, no YouTube.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
As embarcações que desfilarem nas águas da Baía de Guanabara também estarão disponíveis ao público durante o evento, ao lado de uma ampla variedade de outros barcos. O salão começa no dia 26 de abril e segue até 4 de maio.
Rio Boat Show 2025
Já tradicional, o charmoso salão náutico carioca abre o calendário de Boat Shows no Brasil em 2025. A 26ª edição do Rio Boat Show vai atracar na Marina da Glória entre os dias 26 de abril e 4 de maio, em um belo cenário, sob os olhares do Cristo Redentor, na Baía de Guanabara.
Registro do por do sol no Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Com a chance de fazer test-drive de embarcações na água, o Rio Boat Show 2025 vai trazer ainda uma vasta gama de produtos exclusivos para quem vive o lifestyle náutico. A expectativa é que mais de 100 embarcações estejam expostas aos visitantes, incluindo fabricantes que estão entre os maiores do mundo, lançamentos em primeira mão e condições exclusivas de compra.
Para uma experiência ainda mais imersiva e completa, o evento contará com palestras exclusivas com especialistas do setor, no NÁUTICA Talks, bem como passeios de barco a vela, desfile dos principais barcos e atrações interativas.
Vista aérea da área externa do Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Em 2024, o Rio Boat Show registrou números expressivos, com a presença de 33 mil visitantes e mais de 90 barcos expostos. O evento gerou um forte impacto econômico no setor, consolidando sua posição como um dos principais impulsionadores de negócios náuticos no país.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2025
Quando: De 26 de abril a 4 de maio Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro) Horário: Das 15h às 22h nos dias 26, 28, 29 e 30/04; e 02/05. Das 13h às 22h nos dias 27/04, 01 e 03/05. Das 13h às 21h no dia 04/05.
Mais informações: site oficial do Rio Boat Show Ingressos: site oficial de vendas
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
O que era para ser um sonho, tornou-se um pesadelo para Mike Cameron, estadunidense que ganhou uma viagem em um navio de cruzeiro. A odisseia começou quando ele ficou doente a bordo. A consequência? Recebeu um boleto de US$ 47 mil (cerca de R$ 268 mil, em conversão realizada em fevereiro de 2025).
Antes de todo o transtorno, porém, Mike e sua namorada, Tamra Masterman, comemoravam uma boa notícia: o casal recebeu uma viagem gratuita para o cruzeiro dos sonhos, a bordo do navio norueguês Encore, da Norwegian Cruise Line.
O itinerário partia de Miami, em 5 de janeiro, e prometia uma viagem luxuosa pelo Caribe.
Encore. Foto: Norwegian Cruise Line/ Divulgação
Entretanto, a dor de cabeça estava prestes a começar. A bordo do Encore, Mike adoeceu e precisou, na embarcação, buscar tratamento no centro médico para influenza. Ele passou três dias internado, se recuperou e recebeu alta. Até aí, tudo parecia bem.
Mas a viagem dos sonhos acabou quando chegou a conta pelos serviços médicos prestados: US$ 47 mil (cerca de R$ 268 mil). A empresa de cruzeiros estourou o limite de dois cartões de crédito que Cameron tinha cadastrado, e ainda cobrou mais US$ 21 mil (cerca de R$121 mil).
Do céu ao inferno
Apesar de terem contratado um seguro de viagem da Norwegian, por US$ 20 mil (cerca de R$ 115 mil), o valor da conta médica em questão havia ultrapassado em muito a cobertura.
Para a Norwegian, o preço cobrado é “bastante comparável ao de outras empresas de cruzeiros”. Além disso, a companhia diz acreditar “que a conta seja justa e razoável”.
Foto: Fox 9 Minneapolis-St. Paul/ Reprodução
Para Mike, receber a conta médica foi um choque, afinal, o cruzeiro dos sonhos era o “tempo de curtir a vida”. O homem ainda tentou apelar para o seu seguro-saúde, mas o pagamento foi negado, já que a despesa foi feita fora do território dos Estados Unidos.
O seguro de viagem não quer pagar até que passemos pelo nosso seguro de saúde. O seguro de saúde não quer pagar porque é no exterior– contou Tamra Masterman à Fox9
Tamra Masterman, namorada de Mike. Foto: Fox 9 Minneapolis-St. Paul/ Reprodução
Ainda no navio, Mike conta que membros da tripulação disseram para ele não se preocupar enquanto recebia o tratamento. Imagine a surpresa, portanto, quando o homem recebeu o boleto de valores exorbitantes.
Não sei como vou pagar a eles. Vou ter que fazer isso, mas não sei como– Mike Cameron
Mike Cameron, no navio de cruzeiro Encore. Foto: Fox 9 Minneapolis-St. Paul/ Reprodução
Mike confessa que chegou a pensar que perderia a casa e seus carros para pagar a dívida. Enquanto isso, uma porta-voz da Norwegian disse que a companhia está investigando se as cobranças são típicas de tratamento de gripe.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
No início do segundo semestre deste ano, 80 barcos e navios abandonados em Niterói e em determinados pontos dos municípios de Rio de Janeiro e São Gonçalo começam a ser removidos. É o que anunciou a secretaria estadual de Ambiente e Sustentabilidade do Rio de Janeiro.
Foi aprovada uma verba de R$ 25 milhões para a operação, prevista para durar 36 meses (a partir de julho), de acordo com o planejamento feito pelos envolvidos na empreitada. A quantia em questão sairá do Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano (Fecam).
Embarcações abandonadas na Baía de Guanabara. Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil
Por que remover esses barcos e navios?
Com a iniciativa da retirada das embarcações abandonadas, parte do Canal de São Lourenço e dos arredores da Ilha da Conceição serão liberados, o que tende a movimentar de maneira muito positiva a economia da região.
A Baía de Guanabara tem todas as qualidades para se tornar o maior atrativo empresarial nos próximos anos– Bernardo Rossi, secretário estadual do Ambiente e Sustentabilidade
Espera-se, ainda, que os trabalhos favoreçam a biodiversidade e melhorem a qualidade da água devido à redução da poluição no Canal de Lourenço — atividades relacionadas à pesca, realizadas por cerca de 5 mil pessoas, são influenciadas de alguma maneira por esse trecho da baía.
Os primeiros passos do projeto envolvem diagnósticos e mapeamentos feitos pela Comissão Técnica de Acompanhamento e Avaliação (CTAA) em conjunto com equipes técnicas de órgãos estaduais, a Capitania dos Portos, o Ibama, a secretaria de Economia do Mar e as prefeituras de cidades próximas.
Já a retirada das embarcações em si será executada por técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), tendo como base um mapeamento feito pela Capitania dos Portos do Rio.
Ágil, belo e sustentável. Três adjetivos que descrevem perfeitamente uma novidade, apresentada na Suécia, que vai movimentar o mundo náutico. Trata-se do primeiro catamarã de grande porte movido a hidrogênio, que será produzido pela Gotslandbolaget, empresa sueca de transporte marítimo.
Batizada de Gotland Horizon X, a embarcação foi projetada para levar tanto pessoas quanto cargas. Além disso, contará com um sistema de propulsão multicombustível e casco construído com material mais ecológico.
Foto: Gotlandsbolaget/ Divulgação
Esse catamarã é o segundo modelo da série Horizon e diferencia-se pelas turbinas a gás alimentadas por hidrogênio. Assim, o Gotland Horizon X já é um grande passo em uma missão de anos da Gotlandsbolaget: reduzir o impacto climático e modernizar a frota.
Foto: Gotlandsbolaget/ Reprodução
Mas ser mais amigável ao meio ambiente não é o único destaque desse barco. Com velocidade máxima de 35 nós (64km/h), ele promete transportar os passageiros da Gotlândia (ilha) ao leste da Suécia (e vice-versa) em menos tempo. Atualmente, essa travessia dura cerca de 2h50.
Um catamarã de respeito
O Gotland Horizon X, com 426 pés (130 metros de comprimento), tem capacidade para receber até 1.650 pessoas ao mesmo tempo e, de novo, deve encurtar trajetos pelo sistema de propulsão.
Foto: Gotlandsbolaget/ Reprodução
O “segredo” está no motor de ciclo combinado, fabricado a fim de “reaproveitar o que sai do escapamento para a propulsão e, assim, diminuir a emissão de poluentes. De acordo com a Gotlandsbolaget, é a primeira vez que esse tipo de turbina integra uma embarcação de alta velocidade.
No Gotland Horizon X, até mesmo o casco “para frente” foi pensado nos mínimos detalhes, para melhorar o desempenho e ainda economizar combustível.
Foto: Gotlandsbolaget/ Reprodução
Essa parte da embarcação, inclusive, será construída com o chamado “alumínio verde”, produzido de forma mais sustentável, com processos de eficiência energética que utilizam menos carbono.
Agora, é só esperar
Em comparação ao primeiro lançamento da mesma série, um ROPAX que saiu em 2021, esse modelo levará um tempo maior para chegar ao mercado. A previsão é que a embarcação estará entre nós em meados de 2028.
Foto: Gotlandsbolaget/ Reprodução
No início do ano passado, para o Gotland Horizon X, a Gotlandsbolaget assinou uma carta de intenção com a construtora naval Austal. A versão final do documento, digamos assim, ficou pronta no início deste mês.
Estima-se que o contrato em questão valha cerca de US$ 172 milhões (quase R$ 980 milhões, em valores convertidos em fevereiro de 2025), o que faz desse catamarã o maior barco feito pela Austal até o momento.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Em alto mar e em grande estilo. Definido pela marca de moda italiana Moorwins como “a expressão máxima do hedonismo”, o iateMoorwins Hyper-cat realmente tem tudo para oferecer uma experiência diferenciada até aos que já estão habituados a aproveitar o melhor da vida.
Para isso, o estúdio italiano Camber Yatch Design buscou inspiração na identidade visual e no conceito da etiqueta e projetou a embarcação, de 88 metros de comprimento, com formas geométricas, tons neutros e ambientes que referenciam o universo fashionista e o mercado de luxo em geral.
Mas vamos do começo: o Moorwins é um catamarã. Ou seja, possui dois cascos paralelos, proporcionando mais estabilidade — e conforto — a bordo mesmo em altas velocidades. Aliás, essas embarcações já viraram tendência no segmento náutico voltado ao público AAA e estima-se que sejam até 20% mais velozes em comparação às monocasco.
Iate da Moorwins Foto: reprodução/Instagram/@moorwins
Ainda sobre design, o amplo mirante no topo do mastro central é literalmente um dos pontos altos desse iate. Para chegar até lá, a cerca de 70 metros de altura (230 pés), há um elevador panorâmico que parte do salão principal.
Iate da Moorwins Foto: reprodução/Instagram/@moorwins
Perfeita como solário, essa área do Moorwins foi pensada para ser um lugar de relaxamento e apreciação da paisagem sob uma perspectiva única.
Não que seja difícil deixar as preocupações de lado nas piscinas da embarcação, por exemplo. A maior das três, inclusive, é de águasalgada e transborda direto para o mar, formando uma bela cascata.
Foto: Camber Yatch Design / DivulgaçãoIate da Moorwins Foto: reprodução/Instagram/@moorwins
A embarcação ainda possui uma garagem externa hexagonal com heliporto suspenso, uma espécie de loja para conhecer as coleções mais recentes da marca e oito suítes que, ao todo, acomodam 16 pessoas — aqui, a suíte master é destaque não somente pelo espaço, mas pela vista privilegiada.
Foto: Camber Yatch Design / Divulgação
Mais detalhes, como previsão de início para a construção e o prazo de entrega, estão sendo revelados na apresentação oficial do Moorwins, no Dubai International Boat Show, que começou nesta quarta-feira (19) e termina no domingo (23).
O tubarão branco (Carcharodon carcharias) é comumente colocado no papel de um grande vilão — seus dentes enormes e a aparência de predador nato contribuem para isso. Seu papel na natureza, contudo, é essencial para o equilíbrio dos ecossistemasmarinhos. Por isso, as mortes desses animais por uma “doença misteriosa” têm preocupado pesquisadores.
Para se ter uma ideia, quatro animaisda espécie foram encontrados já sem vida em praias do Canadáno período de um ano. O número pode até parecer baixo, mas fica alarmante quando se leva em conta que, em 30 anos de monitoramento pelas agências de vida selvagem no país, nunca um tubarão branco havia sido encontrado morto.
Foto: Wirestock / Envato
Tubarões que morrem da doença misteriosa não têm um arranhão
É natural pensar que os tubarões brancos, talvez, tenham encontrado um oponente a altura — mas esse não é o caso. Os animais foram encontrados sem nenhum ferimento, tampouco sinais de fome. A causa, na verdade, é bem mais delicada.
A partir de testes microscópicos, pesquisadoresidentificaram uma inflamação no tecido cerebral do animal, chamada de meningoencefalite. Nos humanos, ela causa sintomas como febre, dor de cabeça, náuseas e até dificuldade para falar. Já nos tubarões, a inflamação traz incapacidade de se alimentar e nadar adequadamente, o que resulta, por exemplo, em encalhes na areia.
Foto: ImageSourceCur / Envato
Segundo Harley Newton, cientista-chefe e veterinária da Ocearch(organização global sem fins lucrativos que conduz pesquisas sobre animais marinhos), a meningoencefalite é um sintoma, mas não a causa da doença — ainda não identificada — que tem matado os tubarões brancos.
A inflamação acende um grande alerta em meio à comunidade científica, já que, além de a espécie estar classificada como ameaçada de extinção pela Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), trata-se de um predador de topo da cadeia alimentar.
A posição dos tubarões brancos os coloca em um papel importante no equilíbrio dos ecossistemas marinhos, já que, entre outras coisas, a espécie mantém as populações de presas sob controle, ajuda a manter o equilíbrio populacional de mamíferos marinhos, contribui para a saúde dos oceanos e ainda ajuda a controlar a proliferação de espécies invasoras.
Para descobrir a causa da doença, Newton enviou tecido cerebral de um tubarão encontrado na Carolina do Sul (Estados Unidos), nas mesmas condições que os do Canadá, ao Laboratório de Diagnósticos de Doenças Animais de Washington para sequenciamento genético.
A cientista ressaltou ao IFL Science que não espera “saber a causa em breve”, mas que “amostras adicionais de tubarões encalhados frescos sempre são úteis”. Para ela, o melhor cenário “é deixar as pessoas saberem que os tubarões encalhados podem estar morrendo de doenças”.
“Esperamos que isso incentive as pessoas a gastar algum tempo e recursos para avaliar e amostrar esses animais, para que possamos nos tornar mais bem informados sobre doenças naturais em tubarões e qual impacto elas podem ter nas populações”, destacou.
Utilizado por mais de 2 bilhões de pessoas desde que foi lançado, o Google Maps celebra 20 anos no ar com um levantamento dos locais mais populares e bem-avaliados na plataforma. Entre os pontos turísticos mais fotografados do Brasil, por exemplo, o Farol da Barra garantiu uma posição de destaque.
Em conjunto com o Museu Náutico da Bahia, o famoso cartão postal de Salvador ficou atrás apenas do Cristo Redentor, localizado no Rio de Janeiro. A Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais e a Praia dos Carneiros, em Pernambuco, também aparecem no top 10, em terceiro e décimo lugar, respectivamente.
Praia dos Carneiros, em Pernambuco. Foto: Antonino Visalli Neto / Wikimedia Commons / Reprodução
Para o estudo em questão, o Google Maps analisou os lugares que geraram mais engajamento no país ao longo dos últimos 15 anos, considerando dados registrados até janeiro de 2025.
“O reconhecimento do Farol da Barra como uma das principais atrações do Brasil reforça sua importância cultural e turística, atraindo visitantes de todo o mundo que desejam registrar momentos inesquecíveis”, diz parte de um texto publicado pela Marinha a respeito da conquista.
Praias e atrações turísticas mais fotografadas do Brasil, de acordo com o Google Maps
Muitos lançamentos do mercado náutico vão atracar na Marina da Glória durante o Rio Boat Show 2025. Entre eles está uma novidade da Triton Yachts, que ainda levará outro de seus grandes sucessos para o salão náutico mais charmoso da América Latina.
De 26 de abril a 4 de maio, duas lanchasdo estaleiro atracarão nas águas da Baía de Guanabara. Enquanto o lançamento em questão ainda é mantido em segredo pela marca, a segunda embarcaçãojá é bastante conhecida pelos amantes do setor: a Triton Flyer 38 HT.
Foto: Triton Yachts / Divulgação
O modelo, que recentemente marcou presença no Miami Boat Show, tem 11,60 m de comprimento e 3,35 m de boca. A Triton Flyer 38 HT traz amplos ambientes de convivência, começando pela popa, onde uma plataforma submergível facilita os banhos de mar.
Foto: Triton Yachts / Divulgação
O espaço gourmet, equipado com churrasqueirae sofá com encosto rebatível, é um convite para momentos de lazer. Esse ambiente pode ser ampliado por uma plataforma lateral, formando um verdadeiro beach club sobre as águas.
Foto: Triton Yachts / Divulgação
A embarcação que estará no estande da Triton no Rio Boat Show 2025 tem capacidade para 14 pessoas durante o dia, e cinco no pernoite. No cockpit, os hóspedes podem aproveitar amplos sofás com mesa para refeições, ao passo que o solário triplo na proa oferece encostos reclináveis e porta-copos integrados.
Foto: Triton Yachts / Divulgação
A cabine, por sua vez, com 1,90 metro de altura, tem dois quartos abertos: o primeiro na proae o segundo à meia-nau, com uma cama de casal e sofá. A cozinha conta com espaço para frigobar e micro-ondas. Há ainda um banheiro com chuveiro.
Para navegar, a Triton Flyer 38 HT usa dois motoresde 300 hp a 380 hp a gasolina ou dois motores de 270 hp a 320 hp no diesel.
Rio Boat Show 2025
Já tradicional, o charmoso salão náutico carioca abre o calendário de Boat Shows no Brasil em 2025. A 26ª edição do Rio Boat Show vai atracar na Marina da Glória entre os dias 26 de abril e 4 de maio, em um belo cenário, sob os olhares do Cristo Redentor, na Baía de Guanabara.
Registro do por do sol no Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Com a chance de fazer test-drive de embarcações na água, o Rio Boat Show 2025 vai trazer ainda uma vasta gama de produtos exclusivos para quem vive o lifestyle náutico. A expectativa é que mais de 100 embarcações estejam expostas aos visitantes, incluindo fabricantes que estão entre os maiores do mundo, lançamentos em primeira mão e condições exclusivas de compra.
Para uma experiência ainda mais imersiva e completa, o evento contará com palestras exclusivas com especialistas do setor, no NÁUTICA Talks, bem como passeios de barco a vela, desfile dos principais barcos e atrações interativas.
Vista aérea da área externa do Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Em 2024, o Rio Boat Show registrou números expressivos, com a presença de 33 mil visitantes e mais de 90 barcos expostos. O evento gerou um forte impacto econômico no setor, consolidando sua posição como um dos principais impulsionadores de negócios náuticos no país.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2025
Quando: De 26 de abril a 4 de maio Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro) Horário: Das 15h às 22h nos dias 26, 28, 29 e 30/04; e 02/05. Das 13h às 22h nos dias 27/04, 01 e 03/05. Das 13h às 21h no dia 04/05.
Mais informações: site oficial do Rio Boat Show Ingressos: site oficial de vendas
Noticiado pela imprensa local em janeiro de 1927, o túnel subaquático Santos-Guarujá, inicialmente projeto do engenheiro Enéas Marini, nunca esteve tão perto de sair do papel. É que, na tarde desta terça-feira (18), Tarcísio de Freitas garantiu que o leilão das obras acontecerá em 1º de agosto.
O anúncio veio após uma reunião fora de agenda entre o governador de São Paulo e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Uma concessão, prevista para o dia 27 deste mês, adiantou o edital, que poderia ser publicado em meados do segundo semestre deste ano.
Túnel subaquático Santos-Guarujá será o primeiro do tipo na América Latina Foto: Secretaria de Logística e Transportes de SP / Divulgação
Nesse encontro, que aconteceu na manhã da última quarta-feira (12), no Palácio do Planalto, foi definido que o Governo de SP será o poder concedente da obra, estimada em R$ 6 bilhões. O aporte público, aliás, será igualmente dividido com o Governo Federal.
Por que a construção do túnel subaquático Santos-Guarujá é histórica
Para além da espera, já que o projeto passou por inúmeras reformulações até ser inserido no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), essa ligação entre as duas cidades vai favorecer muito quem mora ou passa frequentemente pela região.
Com uma extensão de 1,5 quilômetro e parte submersa (870 metros), o túnel terá ciclovia, passagem para pedestres e Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e promete reduzir o tempo de trajeto (quase 1 hora) para cerca de dois minutos para os que usam carro.
A expectativa também é desafogar a Rodovia Cônego Domênico Rangoni (SP-055) e liberar o canal do Porto de Santos para uso prioritário de navios de carga e de passageiros.
Fila para travessia de balsas entre Santos e Guarujá. Foto: Dersa / Divulgação
Atualmente, balsas que vão de Santos para o Guarujá e vice-versa custam R$ 13,80 (para veículos de passeio em dias úteis) e não há cobrança para pedestres. Ao final da empreitada, um pedágio deve ser colocado, mas acredita-se pedestres e ciclistas serão isentos.
Conhecida como a maior festa popular do mundo, o Carnaval leva milhões de foliões para as ruas de todo Brasil. Contudo, há quem prefira aproveitar os dias livres que chegam com o feriado para descansar. Para inspirar você que quer viajar e ficar em contato com o mar, NÁUTICA selecionou algumas ilhas brasileiras disponíveis para curtir o Carnaval ainda em 2025.
Todas as opções estão anunciadas na plataforma de aluguel de hospedagens Airbnb, e vão desde destinos cheios de luxoaté refúgios mais econômicos, para quem prefere uma pegada mais rústica e aventureira. Confira a seguir!
*Todos os preços mencionados abaixo foram consultados em fevereiro/2025, considerando o período de 28/02 a 05/03 no valor total, e estão sujeitos a alteração
Ilhas brasileiras para passar o Carnaval 2025
Ilha em Paraty, Rio de Janeiro
Uma das grandes opções dessa lista fica em Paraty, na famosa Costa Verde do Rio de Janeiro. A região é famosa por suas belas praias, ilhas, enseadas e, principalmente, uma natureza exuberante.
Foto: AirConcierge / Airbnb / Divulgação
Ao alugar esta ilha para o Carnaval 2025, o hóspede encontra uma acomodação que dispõe de piscina com água do mar, sempre aquecida pelo efeito do sol sobre as pedras. Para os mais aventureiros, uma trilha permite percorrer todo o espaço, cercado pela Mata Atlântica.
A casa, ampla, arejada e bem iluminada, é contemplada por cinco dormitórios — sendo três suítes — que acomodam até 12 pessoas. Um gerador 24 horas garante energia durante todos os dias. Para chegar, é necessário ir de helicóptero ou barco.
Foto: AirConcierge / Airbnb / Divulgação
Ficar hospedado nesse paraíso requer um investimento de R$ 22 mil por noite, segundo o anúncio. Levando em conta o período do Carnaval (28/02 a 05/03), o valor total é de R$ 110,3 mil (com taxas). Assim, num grupo de 12 pessoas, as diárias saem a R$ 9.161 por pessoa.
Ilha de Boipeba, Bahia
Ir para a Bahia no Carnaval e não pisar em um bloco de rua é quase impensável. Mas essa ilha em Boipeba, na região de Moreré, promete justificar bem a escolha. Trata-se de um refúgio com um ar “rústico de luxo”, completamente cercado pela natureza.
Por lá, os hóspedes se deparam com uma areia branquinha, uma imensidão azul, piscinas naturais, a boca de um rio e uma imensidão de coqueirais enfeitando a paisagem. A diversão fica garantida com stand-up paddle, fat bike e passeios de lancha.
A casa conta com seis quartos que, juntos, acomodam até 12 pessoas. O espaço, por si só, é um charme à parte, com móveis em madeira, amplas janelas e agradáveis espaços de convivência. Aproveitar todo esse luxo não sai por menos que R$ 21 mil por noite, de acordo com o anúncio.
Levando em conta o período do Carnaval, o valor total é de R$ 120.610 (com taxas). Ou seja, as diárias saem a pouco mais de R$ 10 mil por pessoa no período, com um grupo de 12 turistas.
Ilha das Couves, São Paulo
Se os valores até aqui te assustaram, calma. Dá para curtir uma ilha sem gastar tudo isso. Em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, está a famosa Ilha das Couves. Passar uma noite por lá custa a partir de R$ 80, em uma pegada mais rústica.
Foto: Maria / Airbnb / Divulgação
Ideal para os mais aventureiros, a estadia fica em um camping com vistas para o mar e o continente — e promete um indescritível pôr do sol. Nessa opção, os hóspedes fazem uma verdadeira imersão na natureza, com direito a dormir com o som das ondase acordar com o canto dos pássaros.
Foto: Maria / Airbnb / Divulgação
A Ilha das Couves é uma propriedade privada que faz parte da Mata Atlântica. Assim, esbanja uma diversificada fauna e flora. O anúncio dessa hospedagem explica que o visitante precisa levar sua própria barraca, e pagar R$ 80 por noite acampado — no pacote de Carnaval, o total é de R$ 458, já com taxas, para uma pessoa.
Foto: Maria / Airbnb / Divulgação
As áreas da Ilha são compartilhadas, com direito a acesso à trilha para caminhada, mergulho com snorkel, aluguel de caiaque, pescaria, espaço para yoga e meditação — ainda é possível realizar visitas às outras ilhas do arquipélago.
Ilhabela, São Paulo
Se o assunto é ilha, a Capital da Vela não poderia ficar de fora. Ilhabelareserva uma “casa na floresta” não somente de frente para o mar, mas ainda 30 metros acima dele.
Foto: Henri Paul / Airbnb / Divulgação
O espaço garante cenários incríveis por todos os lados, com o mar sempre à vista. O grande protagonista da estadia ainda contam com uma praia particular.
Foto: Henri Paul / Airbnb / DivulgaçãoFoto: Henri Paul / Airbnb / Divulgação
A casa, equipada, mobiliada e decorada, chama atenção pelo design rústico e aconchegante, em uma mescla do luxo da paisagem com a simplicidade do lugar.
Foto: Henri Paul / Airbnb / DivulgaçãoFoto: Henri Paul / Airbnb / Divulgação
Recebendo quatro pessoas, a casa, segundo o anúncio, custa R$ 1.100 por noite — R$ 275 por hóspede. O valor total para o período do Carnaval é de R$ 6.391 mil (com taxas).
Ilha na Lagoa Mundaú, Alagoas
Para fechar essa lista, saímos das águas salgadas para as doces. Em Alagoas, a Lagoa Mundaú traz uma casa em uma ilha com área de 1.700m², com piscina, ducha externa, quiosque e dois lavabos. Uma embarcação média garante o traslado dos hóspedes, que podem aproveitar uma acomodação inteiramente cercada pela natureza.
Amplos espaços de convivência garantem o refúgio ideal para reunir familiares e amigos. A casa, aliás, parece feita para os momentos de reunião, já que conta com amplas mesas, bancos, redes e sofás por todos os lados.
Ao todo, até oito hóspedes são comportados, com diárias custando R$ 2,5 mil, segundo o anúncio. Para o período do Carnaval, o valor total é de R$ 14.317, já com taxas — , pouco menos de R$ 1.800 por pessoa, num grupo de oito pessoas.
Mesmo em meio à folia do Carnaval, o corpo pede uma pausa para relaxar. A boa notícia é que, quem estiver em Angra dos Reis (RJ) em meio à maior festa popular do mundo, pode fazer essa parada no restaurante Gruta das Estrelas — sem deixar de lado a exuberância do lugar.
Localizado no coração do Saco do Céu, na Ilha Grande, o restaurante atrai visitantes tanto pelo paladar, quanto pelas experiências. A especialidade da casasão os frutos do mar, que ganham um carinho especial de Ilsa Santos da Costa na preparação. Ela, que fundou o estabelecimento familiar, hoje segue à frente da cozinha ao lado dos filhos.
Foto: Gruta das Estrelas / Divulgação
Assim, quem passa por lá tem a chance de experimentar uma famosa moqueca de frutos do mar, preparada em uma tradicional panela de barro. Mas não para por aí. Do café da manhã ao jantar, o visitante encontra diversas opções de lazer.
A famosa moqueca do restaurante promete fazer ainda mais sucesso neste Carnaval em Angra. Foto: Gruta das Estrelas / Divulgação
Uma delas é a piscina natural de águadoce — com direito até a cascata. O Gruta das Estrelas tem ainda um deque para mergulhos, para os que preferem se refrescar em águas salgadas. Seja qual for a escolha, uma ducha no chuveiro do restaurante garante a comodidade de aproveitar sem preocupações.
Falando em facilidades, já pensou em acordar com o café da manhã no barco? No Gruta das Estrelas, é possível. Isso porque as águas do Saco do Céu são tranquilas durante a noite e o local é bem abrigado, fazendo da área do restaurante uma ótima opção para pernoitar.
Foto: Gruta das Estrelas / Divulgação
Ao todo, 12 poitas para embarcações de grande porte garantem a estadia, com direito a cais para desembarque, uma poita que faz abastecimento de apoio de água doce para as lanchase o melhor: comida do restaurante no barco. Nessa modalidade, um bote de apoio ajuda a levar a refeição a bordo.
Foto: Gruta das Estrelas / Divulgação
Tudo isso pode ser apreciado em meio ao cenário paradisíaco de Angra dos Reis, que garantem, além da conexão com a natureza, os registros mais belos para as conexões nas redes.
Manchas vistas no sistema de monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em meados de janeiro, não deixam dúvida: um fenômeno conhecido como “maré vermelha” está acontecendo no litoral norte de São Paulo, mais precisamente em Ilhabela e São Sebastião.
Isso porque, ao longo das estações mais quentes do ano, águas bem frias trazidas das profundezas por ventos e correntes estimulam o crescimento de determinadas microalgas — plantas que aumentam a concentração de Mesodinium rubrum e alteram a coloração do mar em alguns pontos.
“Maré vermelha” registrada pelo Inpe (Foto: reprodução)
Os riscos da “maré vermelha”
Por mais que esse protozoário não seja tóxico aos seres humanos, serve de alimento para outros micro-organismos que são, os dinoflagelados do gênero Dinophysis. Uma possível consequência disso é a suspensão do consumo de frutos do mar da região. Outro ponto crítico dessa dinâmica é que ela atrai camarões e outros animais que, por sua vez, atraem cetáceos e tubarões.
O Inpe ainda ressalta que, por fazer fotossíntese, o Mesodinium rubrum contribui para a redução de oxigênio na água, o que ameaça a vida marinha e todos os grupos que dependem direta ou indiretamente desse ecossistema.
A boa notícia é que, de janeiro para cá, a “maré vermelha” diminuiu significativamente. Ou seja, acredita-se que até o final deste verão não teremos consequências mais sérias relacionadas a esse evento natural.
Mesmo assim, tanto Ilhabela quanto São Sebastião continuarão a ser acompanhadas de perto por especialistas. De acordo com o Inpe, esse monitoramento está sendo realizado pelo Laboratório de Instrumentação de Sistemas Aquáticos (LabISA) da Divisão de Observação da Terra e Geoinformática (DIOTG).
Como parceiros, o instituto tem o Centro de Biologia Marinha da USP (CEBIMar) e o Geospatial Computing for Environmental Research Lab (GCER), da Mississippi State University, além da colaboração de instituições como o ICMBio e o Parque Estadual da Ilhabela.
Um peixe que está preparado para a guerra! Mentira, ele não está, mas sua “pintura facial” fez com que os pesquisadores chineses batizassem esta nova espécie, encontrada no Mar da China Meridional, em homenagem a protagonista da clássica animação japonesa Princesa Mononoke, do consagrado Studio Ghibli.
Na ocasião, a homenageada é San, conhecida como “Princesa dos Lobos” e personagem principal do filme. O peixe encontrado carrega uma pintura na bochecha parecida com a da protagonista do desenho e, por isso, o animal foi batizado pelos cientistas de Branchiostegus sanae.
San, de Princesa Mononoke. Foto: Instagram @ghibliusa/ Reprodução.
E as referências não param por aí: a alcunha “popular” do animal, também escolhido pelos pesquisadores, ficou peixe-azulejo Mononoke — palavra presente no nome do filme. Em japonês, o termo mononoke significa “espírito vingativo” ou “raivoso”, que se refere a aparição de seres sobrenaturais.
No filme, San se vê como parte da floresta e luta para protegê-la. A história traz uma mensagem sobre o equilíbrio entre humanos e natureza, algo que queremos destacar ao nomear este peixe– Haochen Huang, autor principal do estudo
Pelos pescadores locais, a nova espécie é chamada por algo como “peixe-cabeça-de-cavalo-fantasma”, que também tem relação com o espírito do folclore japonês.
Branchiostegus sanae, encontrado pelos pesquisadores chineses. Foto: Huang et al/ Divulgação.
A pesquisa, que contou com profissionais do Instituto de Oceanologia do Mar do Sul, Academia Chinesa de Ciências, da Universidade de Zhejiang e da Universidade Oceânica da China, foi publicada no periódico científico de zoologia ZooKeys.
“Algo raro e especial”
De acordo com os cientistas, essa nova espécie de peixe foi descoberta quando eles encontraram exemplares com padrões incomuns na cabeça em mercados de frutos do mar online. Logo, realizaram análises genéticas para ter certeza se era realmente era algo novo — e era.
Branchiostegus sanae, encontrado pelos pesquisadores chineses. Foto: Huang et al/ Divulgação.
Pertencente a uma família de pequenos peixes marinhos, esta nova espécie é diferente de outros peixes-azulejo, principalmente pela marca na bochecha e por ser o único do Mar da China Meridional com listras verticais em seu corpo. Ele também tem uma coloração cinza e um corpo alongado.
Os peixes-azulejos, família do Branchiostegus sanae, vivem em águas profundas e são difíceis de encontrar. Os animais desta linhagem vivem em áreas de clima tropical e subtropical, em profundidades entre 20 a 200 metros e preferem fundos arenosos e lamacentos.
Encontrar uma nova espécie desse grupo é algo raro e especial, ainda mais uma tão única como o Branchiostegus sanae– Haochen Huang
Espécies do gênero Branchiostegus em águas chinesas. Foto: Huang et al/ Divulgação.
Estes peixes são importantes para a pesca comercial e são frequentemente encontrados em mercados do leste e sudeste asiático. Porém, eles são poucos diversificados, tendo apenas 31 espécies do gênero Branchiostegidae e 19 da família Branchiostegus — apenas três delas sendo descritas desde 1990.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
O lançamento de uma lancha e um vasto catálogo para todos os gostos é o que promete a NX Boats para o Rio Boat Show 2025. Na 26ª edição do salão náutico mais charmoso da América Latina, o estaleiro atracará nas águas da Baía de Guanabara com oito barcos no total.
Quem visitar o estande da NX Boats no Rio Boat Show 2025 encontrará embarcações de perfis variados, com tamanhos de 29 a 50 pés.
O lançamento do estaleiro pernambucano ainda é mantido em segredo. Ele será revelado na Marina da Glória, palco do evento, que acontecerá de 26 de abril a 4 de maio, na Cidade Maravilhosa.
NX44 Design by Pininfarina. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Enquanto a marca não revela spoilers da novidade, a seleção de barcos atracados no Rio Boat Show tem outros belos destaques. A começar pela NX44 Design by Pininfarina, também conhecida como a “menina dos olhos” da NX até então, e que conheceu as águas pela primeira vez na última edição do Rio Boat Show, em 2024.
Fruto de uma parceria da NX Boats com a Pininfarina América — estúdio americano da lendária casa de design italiana — , o modelo de 13,77 metros atrai pelo design e funcionalidade, e conta com área gourmet completa e solário de proa. Ela acomoda até 20 passageiros, com pernoite para quatro.
Os visitantes do Rio Boat Show 2025 ainda poderão ver de pertinho a recém-lançada NX41 Horizon, que traz passagem interna para a proa e espaços ampliados. As duas maiores lanchas da empresa, NX50 Invictus HT e NX50 Invictus Fly, também estão confirmadas pelo estaleiro no salão carioca.
Por fim, para completar o time de oito barcos — contando com o lançamento — , nas águas da Baía de Guanabara estarão as NX290 Exclusive Edition, NX340 Sport Coupé e a NX370 HT.
Rio Boat Show 2025
Já tradicional, o charmoso salão náutico carioca abre o calendário de Boat Shows no Brasil em 2025. A 26ª edição do Rio Boat Show vai atracar na Marina da Glória entre os dias 26 de abril e 4 de maio, em um belo cenário, sob os olhares do Cristo Redentor, na Baía de Guanabara.
Registro do por do sol no Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Com a chance de fazer test-drive de embarcações na água, o Rio Boat Show 2025 vai trazer ainda uma vasta gama de produtos exclusivos para quem vive o lifestyle náutico. A expectativa é que mais de 100 embarcações estejam expostas aos visitantes, incluindo fabricantes que estão entre os maiores do mundo, lançamentos em primeira mão e condições exclusivas de compra.
Para uma experiência ainda mais imersiva e completa, o evento contará com palestras exclusivas com especialistas do setor, no NÁUTICA Talks, bem como passeios de barco a vela, desfile dos principais barcos e atrações interativas.
Vista aérea da área externa do Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Em 2024, o Rio Boat Show registrou números expressivos, com a presença de 33 mil visitantes e mais de 90 barcos expostos. O evento gerou um forte impacto econômico no setor, consolidando sua posição como um dos principais impulsionadores de negócios náuticos no país.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2025
Quando: De 26 de abril a 4 de maio Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro) Horário: Das 15h às 22h nos dias 26, 28, 29 e 30/04; e 02/05. Das 13h às 22h nos dias 27/04, 01 e 03/05. Das 13h às 21h no dia 04/05.
Mais informações: site oficial do Rio Boat Show Ingressos: site oficial de vendas
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Bebê a bordo! Kelly Piquet fez, na tarde do último domingo (16), um chá de bebê para celebrar a chegada do primeiro filho com o tetracampeão de Fórmula 1, Max Verstappen. O local? Uma luxuosa lancha, que atracou em um porto de Miami, nos Estados Unidos, para receber a modelo e as amigas.
Aos 35 anos, a filha de Nelson Piquet é mãe da pequena Penélope, de 5, fruto de um relacionamento anterior, com o piloto russo Daniil Kvyat. Embora a gestação tenha sido anunciada no final do ano passado, o sexo do segundo bebê de Kelly (e o primeiro de Verstappen) ainda não foi confirmado.
Kelly Piquet atualmente espera um filho do tetra campeão de F1. Foto: Instagram @maxverstappen1 / Reprodução
“Mini Verstappen-Piquet a caminho! Não podíamos estar mais felizes com o nosso pequeno milagre”, escreveu o casal, na primeira semana de dezembro, em uma postagem feita em conjunto no Instagram.
Chá de bebê de Kelly Piquet. Foto: Instagram @kellypiquet / Reprodução
Aliás, foi pela rede social que a modelo e influenciadora compartilhou detalhes e alguns dos melhores momentos da festa. O enxoval e a decoração, especialmente uma boiabranca e rosa, dão a entender que uma menina vem aí.
Nas imagens publicadas e repostadas por Kelly, é possível ver a estrutura grandiosa da embarcação, que conta com bar, poltronas, um amplo sofá e uma mesa para cerca de doze pessoas. Na área externa, chama atenção uma espaçosa piscina, na qual as criançasque estavam presentes puderam se divertir.
Chá de bebê de Kelly Piquet. Foto: Instagram @kellypiquet / ReproduçãoLancha do chá de bebê de Kelly Piquet. Foto: Instagram @kellypiquet / ReproduçãoLancha do chá de bebê de Kelly Piquet. Foto: Instagram @kellypiquet / ReproduçãoChá de bebê de Kelly Piquet. Foto: Instagram @kellypiquet / Reprodução
Entre as convidadas, estavam nomes de peso, como a influenciadora e empresária brasileira Camila Coelho, a modelo e criadora de conteúdo russa Valeria Lipovetsky e uma das hairstylists mais requisitadas de Hollywood, a também brasileira Dafne Evangelista, que já trabalhou para Selena Gomez e Jessica Alba.
Kelly Piquet e amigas em chá de bebê Foto: Instagram @kellypiquet / Reprodução
Quem vive em São Paulo sabe que mesmo os trajetos mais curtos podem levar horas para serem concluídos. Visando ajudar a melhorar esse cenário, foi inaugurado em maio de 2024 o primeiro transporte hidroviário da cidade, o Aquático-SP. Segundo a prefeitura, o sistema, que reduziu um trajeto de 1h20 para 17 minutos, chegou à marca de 350 mil pessoas transportadas.
A viagem em questão é feita através da Represa Billings, partindo do Cantinho do Céu até o Parque Mar Paulista, ambos na Zona Sul da capital. Para chegar ao número expressivo, o sistema dispõe de cinco embarcações, que operam das 5h às 21h.
Aquático SP. Foto: Edson Lopes Jr / SECOM / Divulgação
Além do percurso mais rápido e facilitado, ao chegarem no Terminal Hidroviário Mar Paulista, os passageiros do Aquático-SP embarcam em ônibus elétricos a bateria, que levam para o Terminal Santo Amaro, atendido por 62 linhas de ônibus e com conexão ao sistema sobre trilhos. Outra linha dos ônibus elétricos também circula no Cantinho do Céu.
PlanHidro SP
Em 30 anos, transportes aquáticos não devem ser novidade em São Paulo. Isso porque o Plano Municipal Hidroviário (PlanHidro SP), uma iniciativa de R$ 8,5 bilhões, prevê que nas próximas três décadas 180 km de hidrovias urbanas, incluindo rios e reservatórios como Billings, Guarapiranga, Pinheiros e Tietê, sejam contempladas com iniciativas semelhantes.
Aquático SP. Foto: Edson Lopes Jr / SECOM / Divulgação
Previsto no Plano Diretor de 2023, o projeto visa integrar transporte aquático, lazer, ecoturismo e educação ambiental para promover o desenvolvimento sustentável. Na prática, o plano prevê a instalação de 40 ecoportos pelos cursos d’água da capital paulista.
Aquático SP. Foto: Edson Lopes Jr / SECOM / Divulgação
A expectativa é de que 71 barcos de passageiros circulem pelas hidrovias, promovendo embarque e desembarque, principalmente nas proximidades de grandes estações de trem e metrô.
Aos poucos, a Praia de Jurujuba, em Niterói(RJ), tem se tornado um cemitério de embarcações. Submersos ou encalhados na faixa de areia, destroços do que já foi um bote e barcos de pequeno porte preocupam moradores há anos, especialmente os que têm filhos.
De acordo com informações publicadas pelo O Globo, em meados de 2024, uma menina de 8 anos pisou em um prego que estava nos destroços e teve que ficar de licença médica durante seis dias, além de ter corrido o risco de contrair tétano.
Ao jornal, a mãe contou que precisou faltar ao trabalho para cuidar da pequena e acabou recebendo um desconto salarial de aproximadamente R$ 800.
“Jurujuba não é considerado um bairro nobre como São Francisco ou Icaraí. Jamais, em tempo algum, seria permitido depositarem essas embarcações nesses bairros. Porém, aqui é um jogo de empurra entre prefeitura e União”, disse ela, que preferiu não se identificar.
Segundo a moradora, as embarcações já estavam lá quando ela se mudou para o local, há quase 9 anos. Nesse e em outros pontos da orla, é comum encontrar criançasbrincando com pedaços de madeira e em cascos emborcados que, vale ressaltar, muitas vezes servem como abrigo de ratos.
Se necessário, poder público de Niterói deve cuidar do caso
Também para a publicação, Manoel Luiz Fernandez, responsável pelo Jurujuba Iate Clube, demonstrou interesse para que a situação seja resolvida. Segundo ele, o perigo está também debaixo d’água, onde há destroçosde pelo menos três embarcações. “Trazem muito risco às pessoas que vão nadar ali. Deveriam não só remover as que estão na areia, mas as que estão afundadas”, alertou.
Nunca foi agradável ter aquele pedaço de embarcação ali. Tentamos de todas as formas retirá-lo, mas parece que precisa vir do poder público– declarou
Já o secretário de Administração Regional de Jurujuba, Augusto Torres, afirmou que encaminhou um ofício solicitando a retirada de uma das embarcações pelo proprietário. Caso não haja resposta, órgãos que possam fazer a remoção serão acionados.
A plataforma Google Maps, que facilita a localização de mais de dois bilhões de viajantes pelo mundo, completou 20 anos no começo de fevereiro. Em homenagem, o Google divulgou uma lista das praias que geraram grande engajamento no Brasil de 2010 a 2025, com predominância de Santa Catarina.
A gigante da tecnologia fez dois rankings com 10 praias cada: as mais avaliadas e as mais fotografadas no país. Em ambos, a primeira colocada é a mesma: Praia das Laranjeiras, na região agreste de Balneário Camboriú. Ao todo, são mais de 56 mil fotos e nota média de 4,7 estrelas — o máximo é cinco.
Praia de Laranjeiras, Santa Catarina. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução
Outras três praias catarinenses aparecem nas listas. Nas mais avaliadas estão as praias Guardo do Embaú, em Palhoça e Praia Barra da Lagoa, em Florianópolis. Já a praia de Ponta das Canas, também em “Floripa”, entra na lista das mais fotografadas.
O estado do Rio de Janeiro é outro que está bem representado, com três praias nas listas: Praia do Forte, em Cabo Frio; Praia do Leme, na cidade do Rio de Janeiro — apenas na lista de mais bem avaliadas — ; e a Orla Brigitte Bardot, em Armação de Búzios.
Praia do Forte, Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Foto: Frenz / Wikimedia Commons / Reprodução
Bahia, São Paulo, Rio Grande do Norte, Alagoas e Pará são outros estados mencionadas na lista feita pelo Google. A classificação foi elaborada com base nas avaliações e média de notas — de 1 a 5 estrelas — , enquanto o ranking de fotos levou em conta o número de fotografias atribuídas a um mesmo local.
Confira as listas completas
Praias mais bem avaliadas do Brasil (segundo o Google)
Praias mais fotografadas do Brasil (segundo o Google)
Praia das Laranjeiras, Balneário Camboriú (SC)
Praia Guarda do Embaú, Palhoça (SC)
Praia Martim de Sá, Caraguatatuba (SP)
Praia do Forte, Cabo Frio (RJ)
Orla Brigitte Bardot, Armação de Búzios (RJ)
Praia Ponta das Canas, Florianópolis (SC)
Praia de Coroa Vermelha, Santa Cruz Cabrália (BA)
Praia Barra da Lagoa, Santa Catarina (SC)
Pontal do Maragogi, Maragogi (AL)
Praia do Atalaia, Salinópolis (PA)
Segue a líder!
Primeira colocada nos dois tópicos, a Praia das Laranjeiras é a mais agitada das praias do agreste de Balneário Camboriú. Ela é uma das paradas do passeio de teleférico do parque Unipraias, além de ser uma das mais procuradas do litoral de Santa Catarina.
Teleférico do Parque Unipraias. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução
Sua curta extensão, de apenas 750 metros, é rodeada pela Mata Atlântica e o Oceano Atlântico. Seu tamanho não impede que ela seja a segunda principal praia do município — atrás apenas da Praia Central.
Praia de Laranjeiras, Santa Catarina. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução
Laranjeiras ainda conta com um forte comércio local, que no auge da temporada, se transforma quase em um shopping center a céu aberto. A região também atrai muitas famílias pelo seu mar calmo e boa infraestrutura para alimentação. Por fim, não há nenhum ponto impróprio para banho desde março de 2021, segundo o Instituto de Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA).
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Esse é do tipo de história que só dá para acreditar porque alguém filmou! Um homem foi engolido por uma baleia jubarte(Megaptera novaeangliae) e cuspido de volta, enquanto navegava de caiaque.
O caso impressionante aconteceu com Adrián Simancas, de 23 anos, que, ao lado do pai, tentava realizar uma travessia perto de Punta Arenas, no extremo sul do Chile, a bordo de um barcoinflável.
Os dois saíram da baía de El Aguila, 70 km ao sul de Punta Arenas, e planejavam ir até a ilhade Nassau. “Tivemos que cancelar a viagem por causa do encontro com a baleia, já que perdi meu remo”, contou Adrián ao jornal La Prensa Austral.
Em menos de um segundo, senti aquele impacto tão forte que soube que não poderia ser uma onda, porque seria um tsunami ou algo estranho– relembrou ao veículo
No vídeo, registrado pelo pai, é possível observar Adrián a bordo do caiaque em meio a um marrelativamente agitado, já que chovia. Pouco depois, a baleia emerge da águajá com a boca aberta, como costuma fazer para se alimentar dos cardumes de peixes.
Quem vai para dentro, contudo, é Adrián.
Senti como se algo estivesse roçando meu rosto. É como uma cor entre azul e branco, que estava vindo de cima, de ambos os lados e me afundando– contou
Poucos segundos depois de ser engolido pela baleia, o homem é cuspido de volta pela jubarte. No vídeo, é possível ouvir seu pai o orientando a ter calma e se agarrar ao caiaque.
Foto: Image-Source / Envato
Adrián relatou ao jornal chileno que subiu na embarcação do pai e amarrou um caiaque ao outro, para ser rebocado até a costa. Segundo ele, o maior medo era que o animal acabasse derrubando também seu pai, impossibilitando a volta à terra firme.
O que as baleias-jubartes comem?
Apesar do susto vivido por Adrián, vale ressaltar que as baleias jubarte não se alimentam de humanos. Sua dieta é constituída, principalmente, por krill (um pequeno crustáceo semelhante ao camarão) e pequenos peixes, como sardinhas e anchovas.
Foto: drewsulock / Envato
Para se alimentar, as baleias emergem da água já com a boca aberta, assim, conseguem pegar, de uma única vez, uma boa quantidade de peixes.
Junto com os animais, claro, essas gigantes acabam engolindo, também, muita água. Por isso, elas abrem a boca novamente para a água sair, de forma que os peixes ficam presos em suas barbatanas dentro da boca.
Uma atualização surpreendente sobre a implosão do submarino Titan foi revelada pela Guarda Costeira dos Estados Unidos. Trata-se do possível áudio do momento em que a embarcação da Ocean Gate colapsou devido à pressão do fundo do mar, enquanto tentava chegar aos destroços do Titanic, submersos a quase 4 mil metros de profundidade.
A captação foi feita por uma base localizada a mais de 1.400 km do ponto em que a tragédia aconteceu. Tudo que é possível ouvir no registro é o som das águase um forte estrondo, semelhante a um trovão.
Na última quarta-feira (12), a Guarda Costeira norte-americana ainda informou que mais informações serão divulgadas em breve. Um relatório completo deve ser publicado após a finalização das investigações.
NOAA has released audio of the deadly Titan submersible implosion by a recorder stationed 900 miles away. All five people on board the submersible were killed. pic.twitter.com/uE7TKI4hq6
Realizada em junho de 2023, a expedição tinha o objetivo de chegar ao icônico Titanic. Os destroços do navio, que afundou em 1912, estão no Oceano Atlântico, a aproximadamente 4 mil metros de profundidade.
Destroços do Titanic. Foto: NOAA/Institute for Exploration/University of Rhode Island/ Wikimedia Commons/ Reprodução
A bordo, estavam Stockton Rush (diretor-executivo da empresa e piloto do submersível), Shahzada Dawood (empresário paquistanês), Suleman Dawood (filho de Shahzada), Hamish Harding (bilionário e explorador britânico) e Paul-Henry Nargeolet (pesquisador francês). Nenhum deles sobreviveu.
A reviravolta
Um depoimento de Don Kramer, do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB, em inglês), trouxe à tona que o Titan já dava sinais de alerta um ano antes da implosão. Às autoridades, ele contou, por exemplo, que a fibra do casco de pressão da embarcação possuía rugas e porosidade.
Outra evidência de que houve negligência são as declarações dadas por David Lochridge, ex-diretor de operações da OceanGate. Ele afirma que os responsáveis pela empresa sabiam, desde 2018, que a fibra de carbono, material do casco do submersível, “sofre deformações” em grandes profundidades.
Diante disso, a família de Nargeolet recorreu à justiça e pediu uma indenização de US$ 50 milhões, o equivalente a R$ 286,1 milhões (conversão realizada em fevereiro de 2025). A ação foi iniciada com uma acusação de homicídio culposo (quando, apesar não ter intenção de matar, o indivíduo assume esse risco).
Uma das mais importantes competições de vela do país, a Copa Mitsubishi está prestes a comemorar 25 anos! Desde 2001, o tradicional torneio reúne dezenas de barcose centenas de velejadoresna paradisíaca Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, para quatro etapas que se estendem ao longo do ano todo, passando por todas as estações.
A história de mais de duas décadas nasceu de uma necessidade: uma competição de vela em São Paulocom calendário fixo, para as pessoas se programarem para velejar o ano todo. Quem colocou o plano em prática foi um ícone da modalidade, o atleta olímpico — e um dos maiores incentivadores da vela no Brasil — Eduardo Souza Ramos.
Foto: Aline Bassi/ Balaio / Divulgação
O velejador se encantou com a beleza e o charme de Ilhabeladesde a primeira vez que velejou no canal de São Sebastião, em 1973. “Corri alguns campeonatos lá e, depois da Semana de Vela de Ilhabela, tive a ideia de fazer um torneio anual, de modo a criar um calendáriopara animar os velejadores”, contou à NÁUTICA. “Assim nasceu o acordo com o Yacht Club de Ilhabela para fazer as quatro etapas”, complementou.
Desde então, seja no outono, inverno, primavera ou verão, velejadores de todo o país — e até de países vizinhos — se apresentam nas cristalinas águas da Capital da Vela para quatro etapas, cada uma realizada em dois finais de semana.
Foto: Aline Bassi/ Balaio / Divulgação
O torneio, que começou somente com a classe ORC, agregou outras e excluiu algumas ao longo de sua trajetória, evoluindo junto com o esporte. Atualmente, participam embarcações das classes ORC, C30, HPE25, BRA-RGS, BRA-RGS Clássicos e RGS Cruiser (antiga Bico de Proa).
Competição, tradição e diversão
Velejadores olímpicos e campeões, como Torben e Lars Grael, Bochecha, Maurício Santa Cruz, Samuel Albrecht, Martine Grael, Bruno Prada, Robert Scheidt, entre tantos outros — bem como velejadores novatos — já marcaram presença na Copa Mitsubishi de Vela.
Foto: Aline Bassi/ Balaio / Divulgação
Não à toa: o torneio é consolidado como uma das competições mais importantes da modalidade no país, responsável, inclusive, por treinar e formar velejadores. Tudo isso em meio a um clima amistoso, que promove agradáveis eventos sociais e serve como treino para outra grande competição: a Semana de Vela de Ilhabela.
“O objetivo do evento foi atingido, porque a ideia era preencher a vela paulista com um evento organizado, com data fixa”, explicou à NÁUTICA Cuca Sodré, juiz de regata e organizador do evento.
Além disso, mantém a vela ativa e o mercado náutico aquecido– completou
Muita coisa evoluiu ao longo dos anos, mas a essência da competição permanece a mesma. O evento segue atraindo um público fiel, com participantes assíduos desde a primeira edição — em 2020, as regatas foram interrompidas pela pandemia de Covid-19.
Inscrições par a 1ª etapa já estão abertas
As inscrições para a regata de 25 anos da Copa Mitsubishi de Vela já estão abertas! Equipes e velejadores podem acessar o aviso de regata e o formulário de inscrição no site oficial do evento. Neste ano, a classe RGS Cruiser terá divisões A e B, e participará de regatas nos dois finais de semana. “Vocês pediram e nós atendemos”, disse a organização da competição.
Calendário da Copa Mitsubishi 25 anos
As datas das próximas quatro etapas da Copa Mitsubishi de Vela foram divulgadas no final de 2024. Confira:
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