A Ilha de Oahu, no Havaí, é o palco em que a Marinha dos Estados Unidos realiza diversos testes de seus equipamentos. Agora, por lá, a Ocean Energy — empresa especializada em hidrocinética marinha — implantou um dispositivo que se consolida como o primeiro gerador em escala de rede elétrica capaz de transformar a pressão das ondas do mar em energia.
O dispositivo, batizado de OE-35, levou mais de uma década para ser desenvolvido e tem 38 metros de comprimento, 18 metros de largura e 826 toneladas. O equipamento funciona como uma boia gigante, que converte a energia das ondas em energia elétrica.
Foto: Ocean Energy / Divulgação
O mundo precisa acelerar o ritmo da descarbonização com tecnologias novas e inovadoras– destacou Tony Lewis, diretor de tecnologia da Ocean Energy
Entenda como o OE-35 funciona
Tido como o primeiro dispositivo que transforma a pressão das ondas do mar em escala de rede elétrica do mundo, o OE-35 foi projetado para suportar mesmo as ondas muito fortes e o efeito corrosivo da água salgada.
O equipamento utiliza o volume de ar retido e uma abertura submersapara que a pressão das ondas faça a água oscilar, conduzindo o ar preso através de uma turbina que, então, gera eletricidade.
Através da turbina Wells, o OE-35 é capaz de gerar eletricidade tanto quando as ondas batem, quanto quando recuam, de forma a aproveitar a compressão do ar em três câmaras dentro da boia gigante.
O gerador ainda consegue ajustar sua resposta dinâmica em momentos de ondas muito grandes, reduzindo assim as forças de amarração e aumentando sua capacidade de sobrevivência.
“Após mais de uma década e meia de projeto, muitos testes e construção, estamos entusiasmados por finalmente podermos dar este grande passo em direção à comercialização de nosso dispositivo OE-35 de classe mundial”, disse Tony Lewis.
Em junho de 2023, a tragédia do submarino Titan, da OceanGate, fez cinco vítimas fatais após implodir durante expedição aos destroços do Titanic. Agora, um novo capítulo dessa história começa a se desenhar: a família do francês Paul-Henri Nargeolet, um dos tripulantes, pede uma indenização de US$ 50 milhões (R$ 280 milhões) à empresa responsável.
O processo, de homicídio culposo, foi aberto na última terça-feira (6) no Condado de King, em Washington, nos Estados Unidos.
A família de Nargeolet acusa o operador do submersível, Stockton Rush, de negligência grave, enquanto os advogados do espólio alegam que “muitos dos detalhes sobre as falhas e deficiências do navio não foram divulgados e foram propositalmente ocultados”.
Foto: OceanGate Expeditions / Divulgação
Vítima era considerada “Sr. Titanic”
A expedição catastrófica ao Titanic não foi a primeira que Nargeolt participou. O francês já havia visitado o local em outras 37 oportunidades, o que rendeu a ele o apelido de “Sr. Titanic”. A alcunha era adotada até mesmo pelo diretor de cinema James Cameron, que produziu, em 1997, o filme sobre o naufrágio.
Nargeolet era considerado uma das pessoas mais bem informadas do mundosobre o Titanic. Por essa razão, Matt Shaffer — um dos advogados que representa a família da vítima do submarino francês — chegou a dizer que “se Stockton Rush tivesse sido transparente sobre todos os problemas que teve com o Titan, bem como com os modelos semelhantes anteriores, alguém tão experiente e conhecedor quanto Nargeolet não teria participado”.
Essa tese foi também mencionada por Cameron em uma entrevista no início deste ano, e agora reforça a alegação no processo de homicídio culposo movido pela família de Paul Henri-Nargeolet.
O processo afirma que Stockton Rush simplesmente não foi direto com a tripulação e os passageiros sobre os perigos que ele e outros sabiam, mas os passageiros e a tripulação não– disse Matt Shaffer
Segundo o portal Autoevolution, uma “documentação vazada recentemente mostra que Rush foi muito cuidadoso em abafar todas as críticas à maneira como ele operava sua empresa e construía seu submarino”, além de protagonizar “medidas de corte de custos empregadas na construção do Titan”.
Ainda de acordo com o portal, os cortes de custos incluíam desde “usar fibra de carbono em vez do titânio” — esse último, mais caro — até a recusa em “realizar testes estruturais após cada mergulho“.
Relembre o caso das vítimas do submarino Titan
O submarino Titan, operado pela OceanGate Expeditions, era utilizado para expedições turísticas ao local do naufrágio do Titanic, localizado a cerca de 3.800 metros de profundidade, no Oceano Atlântico Norte.
No dia 18 de junho de 2023, contudo, durante uma dessas viagens, as vítimas do submarino Titan perderam contato com seu naviode apoio. Isso aproximadamente 1h45 minutos após o início da descida.
Foto: OceanGate Expeditions / Divulgação
Uma intensa operação de busca e resgate foi lançada, envolvendo autoridades dos Estados Unidos, Canadáe outros países. Ainda assim, após dias de buscas, os destroços do submersível foram encontrados no fundo do oceano, confirmando que submarino havia sofrido uma implosão, resultando na morte de todos os cinco ocupantes a bordo.
Foto: OceanGate Expeditions / Divulgação
O acidente levantou questões sobre a segurançadas operações da OceanGate, especialmente em relação ao design e às práticas de manutenção do Titan. A empresa foi criticada por supostamente ignorar preocupações de especialistas sobre a segurança do submersível, o que resultou em uma tragédia amplamente coberta pela mídia global.
Novas expedições ao naufrágio
Depois da tragédia com o Titan, não era de se imaginar que tão cedo alguém tentaria a façanha novamente. Mas Larry Connor, investidor imobiliário bilionário dos Estados Unidos, está decidido a mostrar que a viagem pode ser feita de forma segura e, para isso, está construindo o próprio submersível.
Foto: Triton Submarines / Divulgação
Quem o acompanha na empreitada da Triton Submarines é o co-fundador da empresa, Patrick Lahey. A dupla pretende mergulhar mais de 3.700 metros até o local do naufrágio em um submersível de capacidade, justamente, para duas pessoas — diferente do Titan, que levava até cinco.
“Quero mostrar às pessoas em todo o mundo que, embora o oceano seja extremamente poderoso, ele pode ser maravilhoso e agradável e realmente mudar a vida se você seguir o caminho certo”, disse Connor ao Wall Street Journal.
Um projeto ambicioso pode revolucionar os rumos da navegação no marno que diz respeito à sustentabilidade. Trata-se de um veleirotrimarã de carga, o primeiro do mundoa se mover quase que 100% a vento — tendo apenas um sistema de propulsão convencional para manobras em portos.
Ainda sem nome, a embarcaçãofoi idealizada pela startup francesa VELA Transport e terá 65 metros — número que a torna recordista também em tamanho, o maior dentro da categoria à qual pertence.
Foto: Divulgação
De acordo com a empresa, o trimarãmovido a vento terá um desempenho sem precedentes, capaz de superar a velocidade de navegação de um navio padrão de comprimento similar. Isso, é claro, com o adicional de usar apenas energia eólica e bater emissão praticamente zero.
A previsão é de que a embarcação fique pronta em 2025 e cruze o Atlânticoem um percurso que vai da Françaaos Estados Unidos, transportando carga de Nouvelle-Aquitaine à Nova York.
Espera-se que a viagem leve menos de duas semanas, incluindo o tempo de carregamento e descarga — algo bastante ousado para um transportequase que 100% a vela.
Trimarã de carga a vento é destaque por pioneirismo na navegação
Oficialmente apresentada em 2023, a embarcação poderá levar 350 toneladas a bordo — capacidade que, segundo a VELA Transport, supera em cinco vezes a de uma aeronave— e tripulação formada por oito pessoas.
O design chama a atenção pela funcionalidade, já que permite o transporte de mais carga e com maior velocidade do que monocascos da mesma categoria e tamanho. Além disso, suas características garantem o acesso a portos menores e locais de carga/descarga independentes.
Além da meta de iniciar as viagens em 2025, a VELA Transport espera ter partidas a cada nove dias até 2028. Vale destacar que a embarcação não é a primeira de cargaa usar o vento, mas sim a ter esse conceito totalmente voltado para emissões zero.
Outras empresas estão envolvidas no projeto. A Austal Australasia foi o estaleiro escolhido para dar vida ao trimarã à vela, ao passo que a VPLP projetou o conceito.
Quando habilidades artísticas e paixão pelo oceanose encontram, obras de arte podem surgir. Uma pintura, uma foto ou… um barco com aparência de tubarão, como fez o artista Fin Bowron, de Northumberland, no Reino Unido.
Já conhecido por produzir réplicas gigantes de elementos da vida marinha e garrafas de bebidas, Fin resolveu combinar sua arte com a paixão pelo mar que, na maioria dos dias, o leva pelas águasdo Mar do Norte.
Foto: Sharkfin Design / Divulgação
Em sua garagem e estampando restaurantes pelo Reino Unido estão lagostas, caranguejos, peixes, conchas e, claro, tubarões, todos produzidos pelas mãos de Fin.
Há 15 anos, contudo, surgiu a ideia de usar uma cabeça de tubarão, deixada sem propósito em sua garagem, para personalizar um barcoa jato da década de 1970 — processo que levou 15 anos.
Entre estágios de verão e outras atividades, o projeto acabava sempre parando no jardim do artista, se deteriorando e precisando de restauração. Foi somente agora, em 2024, que o barco com aparência de tubarão finalmente ganhou as águas, seu habitat “duplamente natural”.
Foto: Sharkfin Design / Divulgação
Tanto a cabeça quanto a cauda e as barbatanas realistas do tubarão foram feitas em fibra de vidro, de forma a se encaixarem perfeitamente no barco de 54 anos. Equipado com um motorYamaha de 25 hp, a embarcação navega enquanto tira risadas — e sustos — de banhistas curiosos.
Apesar da experiência em construir e restaurar barcos, essa foi a primeira vez que Fin modificou uma embarcação — e ficou feliz por descobrir que ela não apenas flutua, mas também navegabem.
“Eu não sabia como ele iria se sair na água. Quando você coloca motores, não sabe como o equilíbrio vai ficar. Felizmente, ele funciona perfeitamente bem. Provavelmente é pura sorte que ele salte e combine bem com aquele motor.”
Ultraluxuoso, totalmente personalizado e hiper tecnológico. Essas são algumas palavras que descrevem o Luminosity, megaiate do tradicional estaleiro italiano Benetti. Aparentemente, não havia motivos para a embarcação de luxo ficar ‘abandonada’ — mas mesmo no mundo dos bilionários, nem tudo são flores.
O megaiate Luminosity pertence ao russo Andre Guryev. Os mais antenados no mundo das embarcações de luxo vão achar o nome familiar. Não à toa: Guryev ficou mais popularmente conhecido quando um de seus outros megaiates, o Alfa Nero, foi abandonado no Caribe até ser vendido em um leilão, por US$ 67,6 milhões.
Alfa Nero. Foto: Oceanco / Divulgação
O ‘abandono’ se deu quando o nome do bilionário entrou na lista de sanções internacionais, após a invasão russa na Ucrânia. Contexto esse que se assemelha à história, agora, do Luminosity.
A história por trás da venda do megaiate
O Luminosity foi lançado em fevereiro de 2019, com previsão de entrega em 2020 ao seu proprietário original, Kutayba Yusuf Ahmed Alghanim, um bilionário kuwaitiano que escolheu cada detalhe da embarcaçãoa dedo, buscando o mais requintado luxodo universo dos iates.
Foto: Benetti Yachts / Divulgação
Alghanim, contudo, recusou a entrega do megaiate apenas algumas semanas antes do prazo final. Assim, o Luminosity foi colocado à venda por 225 milhões de euros — atualmente, a moeda bate R$ 5,98, para se ter uma ideia.
Foi assim que a história de Guryev com o megaiate começou, uma vez que ele foi o responsável pela compra da embarcação — poucos dias antes de ser incluído na listas de sanções.
Foto: Benetti Yachts / Divulgação
Quando o nome de Guryev apareceu na lista, o Luminosity ficou preso em Montenegro, enfrentando problemas com a tripulação — essencial em um iate como esse, mesmo que sem uso — e, aparentemente, abandonado. Guryev negou ser o dono do megaiate, assim como fez com o Alfa Nero.
Foto: Benetti Yachts / Divulgação
Desde então, o Luminosity segue em Montenegro, sem nunca ter sido usado (apenas para testes). A embarcação acumula custos ao estado, que foi forçado a cobrir todas as despesas do iate — incluindo taxas portuárias, combustível, inspeções e trabalhos de manutenção.
É ainda neste cenário que o megaiate, agora, está à venda com ‘50% off’.
Conheça o megaiate Luminosity
Como já mencionado, Kutayba Yusuf Ahmed Alghanim, proprietário original do Luminosity, não economizou seus desejos mais luxuosos na hora de personalizar o megaiate da Benetti de 107 metros de comprimento.
Foto: Benetti Yachts / Divulgação
Foi dele, inclusive, a ideia de levar à embarcação uma espécie de ‘floresta de vidro’. Trata-se de um espaço ao centro do megaiate que traz uma passarela emoldurada por telas do material por todos os lados, com direito a uma escada de vidro flutuante.
As telas em questão vão ganhando vida a cada passo, através de flores eletrônicas projetadas no material transparente. Quem resolver investir no Luminosity poderá ainda definir o cenário com outras projeções.
Foto: Benetti Yachts / Divulgação
Ao todo, 27 pessoas — e 37 tripulantes — podem aproveitar todas as comodidades do megaiate de seis decks, que inclui piscinas, jacuzzis, helipontos (um dos quais é um heliponto certificado com uma estação de reabastecimento), cinema, área de spa, academia, sauna e lounges impressionantes.
Esse verdadeiro palácio flutuante com banheiras feitas de vidro e mármore de Carrara ainda impressiona pelo foco na sustentabilidade. Isso porque a embarcação é capaz de executar funções de um ‘hotel ancorado’ por 24 horas, com zero ruído e emissões, apenas com baterias.
Na navegação, o megaiate Luminosity conta com um par de Azipods ABB de 2.200 kW movidos por seis geradores a diesel Caterpillar para um alcance de 8 mil milhas náuticas (9.206 milhas/14.816 km) em velocidadede cruzeiro. A velocidade máxima é de 16,5 nós (19 mph/30,5 km/h).
Foto: Benetti Yachts / Divulgação
O iate tem arquitetura naval da italiana Benetti, design exterior da também italiana Cassetta Yacht Designers e da inglesa Reymond Langton Design. Os interiores igualmente vêm de mãos inglesas, com a Zaniz Interiors.
Foto: Benetti Yachts / Divulgação
Originalmente avaliado em US$ 292 milhões (R$ 1,6 bilhão, em valores convertidos em agosto de 2024), o megaiate Luminosity agora está à venda por US$ 146 milhões (R$ 800 milhões).
Pela última vez em 37 anos, os canais de Amsterdã, na Holanda, ganharam novas cores com o desfile de veículos anfíbios(que andam em terra e sobre as águas). Tradição desde 1987, o evento agora teve fim, visando um futuro também colorido — com um toque mais verde.
Isso porque, a partir de 2025, as tradicionais vias navegáveis da cidade ficarão restritas a embarcaçõese veículos livres de emissões, visando um futuro mais sustentável.
Para fechar com chave de ouro, o desfile que costuma contar com até 80 veículos por edição contabilizou nada menos que 100 deles, de 11 países europeus diferentes. Diversidade encontrada também nos anfíbios que, de acordo com Roy Bolks, responsável por organizar uma visita guiada no local, “existem em todas as formas e tamanhos”
Temos uma frota inteira de veículos do exército e de todos os tipos de carros construídos em casa. A maioria são curiosidades– destacou Bolks
Um dos veículos que navegou nos canais de Amsterdã pela última vez chegou a servir na Segunda Guerra Mundial, “carregado com munições”, conforme explicou o proprietário.
A nova legislação que pôs fim ao evento não se aplica a Holanda como um todo e, assim o desfile ainda pode ser realizado em outro local. A ideia inicial é que, em 2025, o evento com veículos anfíbios ocorra na Bélgica, perto de Ghent.
Ao longo de cinco dias, a capital do Brasil se transformará em epicentro do mercado náutico com o Brasília Boat Show. É claro que NÁUTICA não te deixaria por fora de tudo o que vai acontecer por lá entre 14 e 18 de agosto! Por isso, nossa equipe acaba de lançar um guia completo, com as principais informações sobre o salão — além de alguns extras bem legais.
Totalmente gratuito, o Especial Digital Brasília Boat Show está disponível no app de NÁUTICA — que pode ser baixado via Google Play Store (para dispositivos Android) ou App Store (para iPhones).
O material reúne todas as informações importantes sobre o evento, como horários, hospedagem e estacionamento.
No Especial, também há uma lista com detalhes sobre os principais barcos que atracarão nas águas do belíssimo Lago Paranoá e quais marcas de motores e acessórios estarão à disposição do público na parte seca do Boat Show.
Por meio do conteúdo, é possível ficar por dentro de cada uma das atrações que embalarão os próximos dias em Brasília — de esportes aquáticos a palestras; de barcos clássicos a rally náutico — e conferir dicas de passeios para quem quiser desfrutar de todo o potencial da cidade.
Foto: Instagram @canomama_time / Reprodução
Como acessar o guia digital
Garantir o Especial Digital na palma da sua mão é bem simples. Primeiramente, certifique-se de que você tem instalado o app da NÁUTICA em seu celular. Caso não, é só baixá-lo gratuitamente na loja de aplicativos do seu dispositivo.
Ao abrir o app, você encontrará o Especial Digital Brasília Boat Show em destaque, no topo da tela inicial. Clicando em “Exibir” ou “Mais detalhes” é possível visualizar o guia online ou fazer o download do material para seu celular.
Brasília Boat Show
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
Aberta a jets, lanchasde cruzeiro e lanchas rápidas, a competição exige precisão e habilidade nas águas. Afinal, os donos das embarcações devem navegar por um percurso com paradas obrigatórias, sendo necessário chegar até elas no horário exato, previamente estabelecido.
Foto: Anacleto Fotografia/ Divulgação
Para participar, os interessados devem se inscrever até sexta-feira, 16 de agosto, por meio deste linkou via WhatsApp, pelo número de telefone (95) 99138-7878 (Rodrigo). É necessária a presença de ao menos duas pessoas por embarcação.
A inscrição é confirmada mediante o pagamento de uma taxa no valor de R$ 100 para jets ou R$ 150 para lanchas. O valor também garante participação no happy hour após o rally náutico e camisa do evento.
Vale destacar que lanchas e jets devem estar devidamente registrados na capitania dos portos, com documentação em dia. Os comandantes também precisam portar habilitaçõescompatíveis e dentro da validade.
Ao final do evento, haverá uma premiação para os três primeiros colocados de cada categoria (jet, lancha rápida e lancha de cruzeiro).
Como será o rally náutico
Às 14h, haverá uma concentração no Quiosque da Náutica do CAER para que os comandantes recebam todas as informações necessárias para a prova — como quadro de horários, percurso e regras de segurança.
Foto: Anacleto Fotografia/ Divulgação
A largada oficial está marcada para 15h, em frente ao Clube da Aeronáutica de Brasília, e haverá uma diferença de dois minutos entre cada competidor. Isso quer dizer que, se a primeira embarcação partir às 15h, a segunda sai às 15h02, e assim por diante.
De acordo com os organizadores do rally náutico, o percurso é adequado tanto a iniciantes, quanto a experts em navegação. O caminho levará em torno de 20 a 30 minutos para ser completado e estará disponível pelo aplicativo de celular Kraken, cujo uso será obrigatório.
No rally náutico, o objetivo é que os competidores passem pelos pontos de controle exatamente no tempo estipulado. Por isso, cada 0,1 segundo de atraso ou adiantamento penalizará o participante em 1 ponto. Ou seja: quanto mais o navegador errar, mais pontos ele recebe. Ao final, vencem aqueles que fizerem as menores pontuações.
Foto: Anacleto Fotografia/ Divulgação
A chegada será em frente ao Boat Show. Às 16h30, haverá a premiação com coquetel e, às 18h, encerramento do rally náutico.
É importante lembrar que, em caso de mau tempo, a prova poderá ser cancelada. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato, via WhatsApp, com Rodrigo, no mesmo número de telefone disponibilizado para as inscrições.
Brasília Boat Show
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
Ricardo Salinas Pliego, mexicano bilionário dono da TV Azteca e de outras empresas, compartilhou em seu Instagram um vídeo que mostra o exato momento em que o megaiate da viúva de Steve Jobs, Laurene Powell Jobs, colide com o seu no mar de Nápoles, na Itália.
O megaiate de Pliego, batizado de Lady Moura, tem nada menos que 104 metros, enquanto o Venus, da viúva de Jobs, tem 78 metros.
Gostaria de saber o que o capitão e a tripulação estavam fazendo quando não viram um iate do tamanho do meu na frente deles– Ricardo Salinas Pliego, dono do iate atingido
Segundo o empresário, no vídeo que já soma 2,2 milhões de visualizações, a embarcação de Laurene parecia “à deriva” e o conserto “vai custar muito caro”.
Maior que o número de views no reels de Pliego é o tamanho de sua fortuna: US$ 10 bilhões, que atualmente o colocam como o 221º mais rico do mundo. Apesar disso, ele garante que, mesmo com a batida aparentemente leve em sua embarcação, “é um arranhão grande que vai custar muito caro para consertar”.
A fatura alta, certamente, não será um problema para Laurene. Viúva do cofundador da Apple, Steve Jobs, ela é classificada como a 126ª pessoa mais rica do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 14,4 bilhões.
Comprem produtos da Apple para ajudar a pagar o conserto– brincou Pliego
Conheça os megaiates
Venus
Totalmente personalizado, o megaiate Venus foi encomendado por Jobs e começou a ser construído em 2009, sendo finalizado em 2012, um ano após sua morte. Laurene cuida da embarcação desde a partida de seu marido.
Foto: Feadship / Divulgação
Produzido pelo estaleiro holandes Feadship, o megaiate de Jobs foi projetado pelo designer Philippe Starck. Com o intuito de deixar o modelo exclusivo, tanto o designer quanto a fabricante criaram especialidades únicas para o Venus.
O megaiate tem capacidade para até 23 passageiros e mais 12 tripulantes. Ao longo dos seus 78,2 metros, o Venus exibe um desenho exterior com ângulos agudos e formato mais quadrado, além de amplas janelas de vidro — um dos grandes destaques da embarcação.
Internamente, os camarotes foram projetados com um sistema à prova de som e os passageiros tem à disposição um sistema de comunicação interna.
Lady Moura
Lançado em 1990, o Lady Moura é um dos iates mais luxuososdo mundo. Seus 105 metros de comprimento comportam até 27 hóspedes em 13 cabines, além de 72 tripulantes. Todas as cabines para convidados possuem sistemas de entretenimento de ponta e banheiros privativos, tudo pensado por Luigi Sturchio, responsável pelo interior da embarcação.
Foto: Divulgação
O megaiate conta com um heliporto, cinema, discoteca com sala de DJ, academia, consultório e suítes médicas para o proprietário, convidados e a equipe. Há também duas cozinhas a bordo, uma para o proprietário e outra para a tripulação, ambas equipadas com os melhores aparelhos de nível comercial. Hóspedes e equipe ainda contam com padaria e lavanderia separadas.
Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação
O Lady Moura tem velocidademáxima de 22 nós, potência proveniente de dois motoresdiesel Deutz-MWM TBD510BV12 de 6.868 hp.
Foto: Divulgação
Vale ressaltar que tanto Pliego quanto Laurene não estavam na embarcação no momento da colisão.
A Sessa Marine está confirmada na 27ª edição do maior salão náutico da América Latina. No São Paulo Boat Show 2024, o destaque da marca será a linha Key Largo, que voltou a ser produzida no Brasil. Estarão expostos os modelos KL 40 e KL 27.
De 19 a 24 de setembro, o renomado estaleiro com origem na Itália levará sete barcos aos visitantes do Boat Show de São Paulo, no São Paulo Expo.
Foto: Sessa/ Divulgação
Após a aquisição da Sessa Internacional pela Intech, a marca reavaliou sua estratégia e decidiu retomar a produção das Key Largo em solo nacional. Essa linha já esteve no portfólio da fábrica brasileira nos idos de 2011, mas tinha parado de ser produzida aqui devido à maior demanda do mercado para as linhas Cruise e Fly.
Além da linha Key Largo, o público do evento poderá ver de perto outros barcos do portfólio da empresa, como Sessa F48, Sessa F42, Sessa C44, Sessa C36 e Sessa C40 (confira, abaixo, o vídeo do teste dela).
De volta às produções no Brasil — e destaque no São Paulo Boat Show — , a KL 40 é um modelo esportivo com um casco completamente redesenhado e que, segundo a marca, promove o aumento do desempenho e a maximização do consumo.
Além disso, o espaço do barco também é destaque. Para aproveitar melhor o mar, o layout da KL 40 foi estruturado com uma área de cockpit modular, contendo sofás conversíveis e dois terraços laterais, com abertura eletro-hidráulica, que oferecem uma área de convivência ainda mais ampla.
São Paulo Boat Show 2024
A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.
Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.
Anote aí!
Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024 Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900) Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Não é só de Gisele Bündchen que o astro do futebol-americano, Tom Brady, se separou. Após pouco mais de um ano juntos, o atleta e a lancha Wajer 77 chegaram ao fim da relação e agora o modelo de 77 pés (23,5 metros) está em busca de um novo dono para chamar de seu.
Batizada de Tw12ve Angels por Brady quando ele já estava solteiro — ou Doze Anjos, em português, número da camisa que ele usava na maior liga de futebol americano no mundo, a NFL — a lanchatem verdadeiro status de iate. Não só pelo comprimento passar raspando no mínimo que lhe garantiria essa definição, como também pelos recursos luxuosos oferecidos.
Foto: YachtWay/ Divulgação
Para se ter uma ideia, ocupando esses 23,5 metros há três cabines, uma cozinha bem equipada, amplo convés com dois espaços para refeições, duas áreas de lazer, garagem para botes e recursos tecnológicos, que garantem ainda mais espaço e conforto.
Por lá, cabem dez hóspedes, mais tripulação. O modelo ainda vem acompanhado por um barco de apoio da marca Williams e espaço para brinquedos aquáticos.
Claro que arrematar um barcodesses não sai barato. O Tw12ve Angels foi posto à venda no site da YachtWay por US$ 7 milhões — equivalentes a R$ 39 milhões, na conversão feita em agosto de 2024.
O preço requisitado é cerca de US$ 1 milhão (R$ 5,6 mi) mais caro do que o avaliado para a lancha, devido à associação com Tom Brady — que, inclusive, chegou a colaborar diretamente na idealização do barco.
Conforme anunciado pela plataforma de venda, o futuro dono terá “um pedaço da história […] apreciado por um dos maiores atletasde todos os tempos” — o que acrescenta “valor e exclusividade inigualáveis”.
Recursos atrativos da lancha de Tom Brady
Embora não seja comparável aos superiatesque embalam os momentos de lazer de milionários e bilionários, o barco do ex-jogador de futebolamericano encanta pelo luxodiscreto e tecnologias embarcadas.
Foto: YachtWay/ Divulgação
Um bom exemplo disso é o fato de ser considerado um dos mais silenciosos de sua classe. Mesmo quando viaja a toda velocidade, não apresenta vibrações ou ruídos, mérito da empresa de engenharia Van Cappellen, especialista no assunto.
Outro ponto de destaque é o piso de teca, com resfriamento integrado. Na sala, o grande sofá e mesa de jantar mudam de posição sem que seja necessário qualquer esforço físico, bastando um botão para a mágica acontecer.
Se a ideia é ampliar a área de armazenamento, depósitos secretos, escondidos sob o piso, resolvem o problema.
No quarto, os colchões escolhidos a dedo por Brady dão um show a parte. Prova disso é que eles foram posicionados antes da conclusão da lancha, para que o restante da estrutura da cama fosse montada em torno das peças.
Foto: YachtWay/ Divulgação
Nos detalhes, mais elegância: maçanetas e travas da porta são envoltas em couro costurado à mão, ao passo que os móveis externos são de fibra de carbono. Os banheiros contam com revestimento semelhante ao mármore e, na cozinha, há camurça e linho no teto.
Esta foi a segunda lancha de Tom Brady. Em 2020, ele adquiriu o Viva a Vida, cujo nome homenageava o projeto social de Gisele. Um ano mais tarde, comprou o Wajer 77, que só foi entregue em 2023.
Muito do que um dia já foi o mundo, mesmo que milhares de anos atrás, segue na Terraaté os dias atuais — basta um olhar mais calibrado para encontrar tais vestígios. Às vezes, contudo, é necessário, literalmente, mergulhar no assunto, como fizeram os arqueólogos franco-egípcios que encontraram, submersas no Nilo, gravuras de faraós que ultrapassam os 1,3 mil anos antes de Cristo.
Esses verdadeiros tesouros arqueológicos foram encontrados acompanhados de inscrições hieroglíficas que, segundo o Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito, estão bem preservadas — embora detalhes específicos das inscrições ainda não tenham sido revelados.
Foto: Ministry of Tourism and Antiquities / Divulgação
Amenhotep III (1390-1352 a.C.), Tutmés IV (1400-1390 a.C.), Psamtik II (595-589 a.C.) e Apries (589-570 a.C.), governantes das dinastias dos séculos 18 e 26, estão representados sob uma área ao sul de Aswan, inundada para a construção de uma represa entre 1960 e 1970.
Antes da inundação, a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) se esforçou para registrar e mover o máximo possível dos restos arqueológicosda região. Contudo, muitos artefatos não puderam ser realocados a tempo e foram submersospela construção.
Foto: Ministry of Tourism and Antiquities / Divulgação
Agora, a ideia é registrar os achados de forma detalhada, a partir de técnicas de foto, vídeo e fotogrametria — inclusive para a criação de modelos em 3D — em um projeto que conta com o apoio da universidade francesa Paul-Valéry-Montpellier.
As águas da Malásia estão prestes a ganhar um novo resort de luxoque surpreende não só pelas comodidades oferecidas, mas pela arquitetura diferenciada. Afinal, suas vilas flutuantesse interligam para formar o desenho de uma flor de hibisco — nativa do país.
A novidade foi batizada de Lexis Hibiscus 2, já que é a segunda unidade do empreendimento de sucesso homônimo. A primeira versão do hotel, inclusive, entrou para o Guiness World Records como o resort com maior número de vilas sobre as águas — 522, no total.
Foto: Divulgação
Esse título, porém, está com os dias contados. O Lexis Hibiscus 2 pretende ir além e superá-lo com um total de 582 vilas aquáticas, mais 178 vilas com vistas panorâmicas.
A boa notícia é que quem desejar conhecer ambas as unidades não precisa de grandes locomoções. A novidade ficará ao lado da predecessora, em Port Dickson, criando a visão aérea de, praticamente, um jardim.
Foto: Divulgação
Por dentro do resort com vilas nas águas
Com 32 hectares, o hotel cinco estrelas contará com 760 quartos, cada um com sua piscinaprivativa.
Foto: Divulgação
Os hóspedes terão acesso a diversos ambientes de lazer, que incluem aquário submerso com restaurante embutido, salão de baile, academia, centro infantil e locais para eventos. Sauna, academia, sky decks e inúmeras piscinas completam a gama de opções.
O campo gastronômico está bem abastecido com diversos restaurantes, sky bars e lounges, que garantem opções para todos os gostos. Os hóspedes ainda podem desfrutar de um píer com passarela sobre as águas, esportes aquáticos e heliponto.
Foto: Divulgação
O empreendimento está sendo construído pelo KL Metro Group e está previsto para ficar pronto no final de 2028.
A Marinha do Brasil realizou, nesta sexta-feira (9), a cerimônia de lançamento da primeira das quatro fragatas — um tipo de navio de guerra — previstas no Programa Fragatas Classe Tamandaré em Itajaí, Santa Catarina.
O evento, feito em parceria com a Sociedade de Propósito Específico (SPE) Águas Azuis, aconteceu na Thyssenkrupp Estaleiro Brasil Sul e contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, do comandante da Marinha, almirante Marcos Sampaio Olsen, e de outros convidados especiais.
Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação
Inteiramente fabricada no Brasil, a fragata Tamandaré F200 tem 107 metros de comprimento e autonomia de 5,5 mil milhas náuticas. De acordo com a Marinha, possui alto poder combatente e é capaz de proteger a extensa área marítimabrasileira, além de realizar operações de salvamento, combater ações de pirataria e poluição ambiental, dentre outras ameaças.
A construção do navio de guerra começou em 2022, com transferência de tecnologia entre Brasil e Alemanha, e a expectativa é de que seja incorporado à Marinha em 2025.
“O lançamento da Tamandaré concorre para o processo de incremento da capacidade operacional da esquadra, dotada de avançado poder combatente e tecnologia embarcada atual”, afirmou o almirante Olsen, comandante da Marinha.
Investimento em defesa
Segundo o ministro da Defesa, a entrega das fragatas substituirá os navios com mais de 40 anos de operação, “materializando a inadiável renovação da nossa esquadra”. A F200, inclusive, foi batizada por sua esposa, Vera Brennand — tradição em que uma garrafa de champanheé quebrada no casco, como um rito de proteção contra todos os perigosdo mar.
Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação
Durante a cerimônia, o presidente Lula chamou a atenção para a “geração de empregos, aumento da arrecadação fiscal e fortalecimento do núcleo do poder naval” que o Programa de Fragatas da Classe Tamandaré gerou e destacou que este é um projeto que beneficia áreas como “defesa, economia, tecnologia e cooperação internacional”.
O lançamento dessa fragata é mais um passo do nosso Brasil rumo à modernização tecnológica de nossas Forças Armadas e fortalecimento de sua base industrial de defesa– Luiz Inácio Lula da Silva
Até 2029, quatro fragatas serão entregues à Marinha. De acordo com a Força Armada, todas serão equipadas com o que há de mais moderno em radares, sensores e armamentos.
Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação
Em março, a Marinha também lançou o submarino Tonelero, a terceira da Classe Riachuelo (também chamada de S 42). A embarcação é fruto do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), um projeto ambicioso que nasceu de um acordo selado entre Brasil e França em 2008.
Mais um capítulo histórico acaba de ser escrito nas Olimpíadas de Paris. Isaquias Queiroz, canoísta brasileiro, garantiu medalha de prata no C1 1000m da canoagem de velocidade. O feito rendeu a ele sua 5ª medalha olímpica, o que o coloca ao lado dos velejadoresTorben Grael e Robert Scheidtna lista de maiores medalhistas olímpicos do Brasil.
À frente tanto de Isaquias quanto de Grael e Scheidt está Rebeca Andrade, maior medalhista olímpica brasileira, com seis medalhas — quatro delas conquistadas nesta edição dos Jogos. O canoísta poderia se igualar à ginasta caso tivesse pegado pódio na C2 500m, com sua dupla Jacky Godmann — o que não aconteceu.
Foto: Alexandre Loureiro/COB/ Reprodução
Com 30 anos, Isaquias Queiroz conquistou duas pratas e um bronze na Rio 2016 e um ouro em Tóquio 2020. A prata em Paris completou seu gigante feito no esporte. Rebeca, por sua vez, conquistou um ouro e uma prata em Tóquio, além de um bronze, duas pratas e um ouro em Paris.
Já Robert Scheidt somou ao longo da carreira duas medalhas de ouro (Atlanta 1996 e Atenas 2004), duas de prata (Sidney 2000 e Pequim 2008) e uma de bronze (Londres 2012). Torben Grael vem logo atrás com dois ouros (Atlanta 1996 e Atenas 2004), uma prata (Los Angeles 1984) e dois bronzes (Seul 1988 e Sydney 2000).
Robert Scheidt. Foto: Divulgação
Como foi a prova de Isaquias
O percurso na C1 1000m que rendeu a medalha de prata a Isaquias foi concluído em 3min44s33. O brasileiro ficou atrás do tcheco Martin Fuksamais, que fez a prova em 3min44s68 — melhor marca olímpica de todos os tempos.
Foto: Alexandre Loureiro/COB / Divulgação
No início da corrida, Isaquias disputava a quarta posição, a cerca de 1 segundo do tcheco. No meio da prova, com 500 metros já percorridos, o brasileiro ocupava o quinto lugar — e foi a partir daí que as coisas começaram a mudar.
No último quarto da prova, Isaquias começou a diminuir a distância para os oponentes, voltando para quarto e chegando cada vez mais perto dos líderes. Nos últimos 250 metros, o canoísta conseguiu tirar mais de 2 segundos de diferença, para fechar a prova na segunda colocação.
Uma infância de superações
O baiano Isaquias Queiroz se tornou, em 2016, o primeiro atleta brasileiro a conquistar três medalhas em uma única edição dos Jogos Olímpicos. O feito foi registrado nos Jogos do Rio, quando o canoísta conquistou duas pratas e um bronze. Para chegar até a marca histórica, contudo, muita água precisou rolar — e para muito além do esporte.
Ainda na infância, Isaquias superou adversários que em nada tinham a ver com a canoagem, quando ele sequer imaginava que se tornaria uma referência mundial na modalidade. O primeiro deles veio logo aos 3 anos de idade, quando Isaquias sofreu um grave acidente com água fervente.
Foto: Renato do Val/COB / Divulgação
Enquanto sua mãe, Dilma — mãe de Isaquias e de outros nove filhos, quatro deles adotados — , trabalhava como servente na rodoviária, uma jovem ficava encarregada de cuidar de Isaquias. Por um descuido, contudo, ela deixou uma panela com água fervendo no fogão, que virou e atingiu o pequeno. Isaquias chegou a passar um mês internado, desacreditado pelos médicos — mas conseguiu se recuperar.
Aos cinco anos, Isaquias passou por outro fato marcante de sua vida, ao ser raptado. Considerado uma criança forte, Dilma muito ouvia pela vizinhança de Ubaitaba, uma cidade de 20 mil habitantes, que Isaquias seria sequestrado. As ameaças se tornaram realidade, mas a criança foi encontrada, sozinha e chorando, em uma roça de cacau.
Foto: Instagram @isaquias_lx / Reprodução
Aos 10 anos, outro susto. Ao subir em uma árvore para ver uma cobra morta de perto, Isaquias caiu em cima de uma pedra, sofreu uma hemorragia interna e precisou fazer a retirada de um dos rins. Além de ter ganhado o apelido de “Sem-Rim”, a partir daí o canoísta precisou passar a beber quantidades muito mais significativas de água.
Jornada de herói na canoagem
Em 2011, com apenas 17 anos, Isaquias registrou um feito histórico na canoagem brasileira, quando foi campeão na C1 200m e vice no C1 500m, no campeonato mundial júnior, realizado, naquele ano, na Alemanha.
O feito dava indícios de que uma nova joia surgia na modalidade. Apesar de ser verdade, a jornada não foi linear. Nesse mesmo ano, Isaquias havia deixado Ubaitaba para viver no Rio de Janeiro, e enfrentou problemas clássicos de atletas de baixa renda: adaptação à nova rotina de treinamentos, poucos amigos e dinheiro escasso.
Foto: Instagram @isaquias_lx / Reprodução
Quando não foi incluído na equipe que disputaria o Pan-Americano de Guadalajara (México) em outubro daquele ano, Isaquias não resistiu e voltou à Ubaitaba mesmo sem ter autorização, o que resultou em uma suspensão da seleção. De volta aos treinamentos apenas em 2012, o canoísta ainda ficou fora dos Jogos Olímpicos de Londres.
Em 2013, Isaquias faturou um ouro e um bronze (C1 1000m) no Mundial de Canoagem em Duisburg, na Alemanha. Sem reconhecimento, o atleta chegou a desabafar em seu Facebook. Intitulado “Desabafo de um campeão triste”, o texto criticava a falta de apoio financeiro após suas primeiras vitórias em mundiais.
Estou pensando seriamente em abandonar a canoagem. Já não aguento mais apresentar bons resultados e não ter mudanças significativas em minha vida– escreveu Isaquias
No ano seguinte, já no Mundial de 2014, em Moscou, as coisas pareciam começar a fluir novamente para Isaquias na modalidade, quando ele liderou quase toda a prova individual dos 1000 m. Mas o que parecia sonho, virou pesadelo.
O atleta acabou perdendo o titulo por ter mergulhado na água para comemorar antes da linha de chegada. O ouro, então, ficou com o alemão Sebastian Brendel. Isaquias ficou com a prata, mas não por muito tempo. Uma atualização no sistema da prova concluiu que o canoísta sequer concluiu a corrida e, Isaquias, saiu de Moscou sem nada no peito.
Foto: Instagram @isaquias_lx / Reprodução
Toda a dura caminhada, contudo, agora rende bons — e históricos frutos. Na Rio 2016, Isaquias conquistou duas pratas e um bronze — resultado que só não foi melhor porque o mesmo Sebastian Brendel garantiu o ouro em duas oportunidades.
Foto: Alexandre Loureiro/COB / Divulgação
Apesar de rival no esporte, Sebastian é um grande ídolo de Isaquias. Por conta disso, em 2017, o baiano batizou seu primeiro filho de Sebastian, em homenagem ao alemão.
Com as Olimpíadas 2024, o surfe está em alta — principalmente porque o Brasilé uma potência no esporte. A modalidade, contudo, pode ficar ainda mais competitiva, graças a uma prancha que reproduz a pele dos tubarões, recurso que promete aprimorar o desempenho tanto de atletas, quanto de surfistas comuns.
A novidade, batizada de Shark Coat, partiu da BASF, a maior produtora de produtos químicos do mundo, fundada ainda em 1865. A partir de uma nova tecnologiacapaz de reproduzir a pele de tubarão, a promessa é de que a prancha revestida com o material reduza a resistência entre a prancha de surfe e a água, gerando um ganho de até 30% de velocidade.
Leandro Dolfini, Sergio Ficarelli, Valter Pieracciani e Eduardo Takeuchi, da Shark Coat. Foto: Instagram @shark_coat / Reprodução
Como consequência, a expectativa é de que atletas e praticantes amadores da modalidade ganhem mais precisão em manobras com menos esforço físico — principalmente nas remadas –, gerando sessões de surfe mais produtivas.
Acreditamos que a Shark Coat pode ser um marco na evolução das pranchas de surfe e da modalidade– Valter Pieracciani, fundador e CEO da Shark Coat.
A Shark Coat é uma pele sintética adesiva, que deve ser aplicada ao fundo da prancha, de forma a criar uma fina camada que revista sua base.
Por que a pele de tubarão?
Para criar a nova tecnologia, a BASF buscou entender como os tubarões navegam tão rápido, com um grande poder de propulsão. A empresa descobriu que a estrutura da pele dos tubarões é composta por “placoides”.
Imagem aproximada da pele de um tubarão (sem cor) / Envato
Os placoides são parte de um conjunto que forma pequenas ondulações em todo o corpo dos tubarões, facilitando a locomoção e poupando energia, uma vez que reduzem o “arrasto”, tornando a hidrodinâmica mais eficiente.
Posteriormente reproduzida em laboratório, a tecnologia pôde até mesmo ser aplicada em aviões, reduzindo, inclusive, o uso de combustívele a emissão de CO₂.
A Shark Coat já está disponível no Brasil em lojas de surfe em São Paulo, além de locais nos Estados Unidos e na Austrália.
Você esperaria três anos para finalmente conhecer pessoalmente o amor da sua vida? Pois o novo dono misterioso do luxuoso superiate explorador Flexporer 165 nem pensou duas vezes, e adquiriu a novidade do estaleiro italiano Cantiere delle Marche (CdM), que ele só poderá tocar em 2027.
No que depender das qualidades da nova embarcação, tamanha demora será recompensada. Segundo o estaleiro, este superiate foi projetado e construído meticulosamente para atender as preferências e aspirações do proprietário, sendo perfeitamente adaptável.
Foto: Cantiere delle Marche/ Divulgação
Além disso, o Flexporer — como o próprio nome sugere — é um iate explorador e, até o momento, o maior da CdM. Projetados pela Hydro Tec, os superiates da linha — que variam de 132 a 146 pés — ostentam uma arquitetura naval simplificada que otimiza a eficiência do combustível.
Foto: Cantiere delle Marche/ Divulgação
De acordo com a marca, a arquitetura naval também ajuda a “incorporar motores com uma saída de potência conservadora e oferecer um alcance extraordinariamente longo”. No entanto, muito mais do que um explorador, o Flexporer também não poupa comodidades e lazer.
Esporte, lazer e relaxamento
Ao se deparar com as opções que este “brinquedo” oferece, fica fácil entender o motivo do proprietário misterioso ter garantido o seu superiate explorador com tamanha antecedência. Como os futuros donos — leia-se milionários — pretendem imprimir seu estilo de vida nas comodidades, a construtora alterou seu layout a fim de buscar mais adaptabilidade.
Foto: Cantiere delle Marche/ Divulgação
A CdM implantou uma quadra de pickeball — esporte parecido com tênis — cercada por uma estrutura de proteção com rede. Os hóspedes poderão assistir aos jogos da “plateia”, situada no convés, ou no deque superior para uma perspectiva de cima para baixo.
Foto: Cantiere delle Marche/ Divulgação
O estaleiro também não economizou nas instalações para o bem-estar. No convés superior, uma academia e área de massagem esperam os hóspedes e seus convidados, enquanto no deque principal, há uma piscina aquecida. Há também um espaço de “terapia termal” e piscina de gelo, que opera entre 8°C e 12°C.
Foto: Cantiere delle Marche/ Divulgação
Neste superiate explorador, o design foi modificado especificamente para acomodar os “brinquedos” aquáticos, como jets, botes, equipamentos de mergulho e esportivos. Inclusive, este espaço é versátil e se transforma numa área de entretenimento ao ar livre.
Vale a pena esperar
Ao mesmo tempo que não falta lazer na área externa, o Flexporer oferece interiores espaçosos e convidativos para as longas viagens que o aguardam. Assim, o proprietário terá muito conforto, seja em navegações no Mediterrâneo ou arquipélagos tropicais.
Foto: Cantiere delle Marche/ DivulgaçãoFoto: Cantiere delle Marche/ Divulgação
Como todo superiate, não poderia faltar um heliporto compatível com um helicóptero EC130. Por fim, o novo carro-chefe da CdM promete alcançar quase 5 mil milhas (cerca de 8 mil km) a 10 nós e uma velocidade máxima de 15 nós (27km/h).
Foto: Cantiere delle Marche/ Divulgação
Pensando bem, talvez valha a pena esperar tanto tempo assim para ter uma embarcação como essa.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
O São Paulo Boat Show, maior evento náutico da América Latina, está prestes a atracar em sua 27ª edição, e claro que a Schaefer Yachts não ficaria de fora da seleta lista de estaleiros que comandam grandes destaques do mercado no evento.
De 19 a 24 de setembro, os visitantes do salão conferem, de pertinho, seis barcosdo estaleiro catarinense no São Paulo Expo. Dentre eles, está a V44, já testada por NÁUTICA e sucesso entre brasileiros e norte-americanos.
Apresentada em Miami em 2023, a lancha de 33,9 pés estreou sobre as águas do último Rio Boat Show. Por lá, deu indícios de estar mudando a mentalidade nacionalquanto à motorização, ao fazer com que os brasileiros — lembrados por preferirem motor centro-rabeta — optassem pelo de popa.
A Shaefer V44 também está brilhando em território internacional. Em julho, a lancha desembarcou em Fort Lauderdale, nos Estados Unidos, com um currículo de mais de 60 unidades vendidas.
Foto: Ito Cornelsen/Divulgação
O modelo walk around estará no São Paulo Boat Show ao lado de outros cinco barcos do estaleiro: Schaefer 660, Schaefer 510 GT, Schaefer 450, Schaefer 375 e Schaefer V33.
São Paulo Boat Show 2024
A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.
Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.
Anote aí!
Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024 Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900) Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
Foi a bordo do Spirit of Brasil, um supercatamarã de 46 pés que, em 2006, o empresário Eike Batista estabeleceu um novo recorde para as 194 milhas da travessia mais famosa do Brasil, a Santos-Rio. Em apenas 3h1min47s, ele e os colegas Gilberto Sayão (ao volante) e Paulo Melo (na navegação) concluíram o trajeto, desbancando o então recordista Paulo Renha (3h29min50s).
Agora, Eike busca um navegador tão fanático quanto ele para bater a marca, conforme expressou através de um vídeo em seu Instagram, posteriormente republicado por NÁUTICA. “Tô desafiando quem queira passar esse recorde”, mencionou ele.
A tarefa, contudo, não deve ser nada fácil. O empresário chegou ao número expressivo em sua segunda tentativa de realizar a travessia, visto que na primeira “o marnão estava para recordes”, conforme contou a edição 209 da Revista Náutica.
Foto: Arquivo Revista Náutica
No mar é assim mesmo. É preciso paciência e respeitar a lei do mais forte– expressou Eike à época
Nos testes da Spirit of Brasil: Luciano Huck, Ernani Paciornik (presidente do Grupo Náutica) e Eike Batista. Foto: Arquivo Revista Náutica
Na ocasião, as ondaschegavam a quase dois metros de altura na saída da barra, e o comandante Eike Batista abortou a missão. Na segunda tentativa, contudo, o sucesso foi absoluto — mesmo com percalços.
Foto: Arquivo Revista Náutica
A bordo da Spirit of Brazil, uma superlancha catamarã de 46 pés e 1,5 milhão de dólares, construída nos Estados Unidos e equipada com dois motoresde 1.800 cv cada, Eike, Gilberto e Paulo reduziram em expressivos 28 minutos o recorde de Paulo Renha, presidente da Real Powerboats na época.
Paulo Renha detém o 2º melhor tempo da travessia, com um barco construído por ele mesmo, o Go Pulga. Foto: Arquivo Revista Náutica
Não à toa. A superlancha era também superveloz. Para se ter uma ideia, durante um bom tempo, a velocidade média da travessia foi de 70 nós (com um pico de 114 nós, ou 211 km/h), chegando a ser mais rápida que o helicóptero que acompanhava o percurso.
Foto: Arquivo Revista Náutica
O tempo do trajeto só não foi ainda mais rápido porque, no lugar das ondas que atrapalharam a primeira tentativa da travessia, o obstáculo, naquele momento, foi outro — ou melhor, outros, já que foram dois.
No primeiro imprevisto, na chegada à Ilhabela, Eike, acidentalmente, desligou o cabo de força do barcocom os joelhos, por duas vezes. “Foi um susto danado. De repente, o barco simplesmente parou de funcionar. E para descobrir que tinha sido só um cabo solto?”, relatou Eike na ocasião.
O incidente roubou precisos cinco minutos do trio, entre a perda de aceleração e a identificação da falha. Já o outro problema foi bem mais sério: na saída da Baía de Ilha Grande, um dos motores passou a funcionar a, no máximo, 3.000 rpm, quando o normal seria o dobro disso. O problema estava na alimentação de combustível.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Resultado: a potência do conjunto, equivalente a cinco motores de Fórmula 1 juntos, despencou, e a velocidade média, que até então vinha na casa dos 70 nós, baixou para menos de 50 nós. Na chegada à
Barra da Tijuca, na Zona Sul carioca, a Spirit of Brazil chegou a arrastar-se a míseros 35 nós, quando, naquele instante, as condições de mar permitiriam acima de 100.
Para equilibrar o barco, eu tinha que ficar compensando a rotação no outro motor, sem poder dar tudo o que eles tinham– explicou Eike à NÁUTICA naquele ano
Não fosse isso, o novo recorde poderia facilmente ter chegado a impressionante marca de 2h40m, conforme as previsões da época.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Confira os melhores tempos da Santos-Rio
1974
Com uma Carbrasmar 32, a Pangaré Trio, Wallace Franz e mais dois tripulantes vão de Santos ao Rio sem parar, e estipulam o primeiro recorde: 5h38min23s.
2002
Com a Go Pulga, uma lancha Real de 26 pés equipada com dois motores Mercury Promax, de 376 hp cada, Paulo Renha baixa esta marca em quase uma hora: 4h40min11s.
2005
Sabendo que poderia ser bem mais rápido, Paulo Renha volta a disputa e com a mesma Go Pulga e baixa em mais de uma hora o recorde anterior, que era seu mesmo: 3h29min50s.
2006
Disposto a conquistar mais um título na motonáutica, Eike Batista manda construir a Spirit of Brazil, nos Estados Unidos, equipa-a com dois super-motores e crava 3h01min47s.
Os bons ventos não trouxeram para o Brasil a tão esperada medalha na vela nas Olimpíadas de Paris. Após os resultados de Bruno Lobono kite masculino, o país ficou sem pódio olímpico na vela pela primeira vez desde 1992, ano das Olimpíadas de Barcelona.
Ao longo de 32 anos, por oito edições olímpicas seguidas, os brasileiros celebraram a condecoração dos atletascom um total de 12 medalhas, sendo metade de ouro. Duas delas foram conquistadas em 2016 e 2021 pela dupla Martine Grael e Kahena Kunze — que disputaram em Paris, mas não chegaram à final.
Martine e Kahena, bicampeãs olímpicas. Foto: COB/ Reprodução
Inclusive, até este ano, os velejadores Robert Scheidt e Torben Grael ostentavam o título de brasileiros com mais medalhas olímpicas — cinco, ao todo, para cada –, recorde recém quebrado pela ginasta Rebeca Andrade.
Por que Brasil ficou sem medalha olímpica na vela?
A última disputa olímpica na vela para o Brasil aconteceu nesta quinta-feira (8), com Bruno Lobo — o médico e velejador entrevistado pela equipe de NÁUTICA. Além de ser o kitesurfista número 1 das Américas e um dos melhores do mundo, o atleta é formado na área de ortopedia e traumatologia e especialista em cirurgia de joelho.
Bruno participou da Semifinal A do kite masculino e protagonizou momentos acirrados com o italiano Riccardo Pianosi. Entretanto, ele precisava vencer três regataspara ir à final e venceu apenas uma. Na segunda disputa, o brasileiro chegou a cair da vela.
Bruno Lobo. Foto: World Sailing/Lloyd Images
Com isso, o atleta terminou a semifinal em terceiro lugar — só os dois primeiros colocados carimbariam o passaporte para a grande final. Na classificação geral, Bruno ficou em sétimo.
Além dele, as duplas Martine Grael/ Kahena, Henrique Haddad/Isabel Swan e João Siemsen/Marina Arndt também não conquistaram medalha na vela nesta edição das Olimpíadas.
Dubai, conhecida por seus arranha-céus icônicos e projetos arquitetônicos ambiciosos, tem mais uma joia em seu portfólio de atrações: a Deep Dive Dubai. Conhecida como a piscina mais funda do mundo, com 60 metros de profundidade, essa maravilha das mãos humanas é também um convite para explorar um mundo submerso repleto de mistérios.
Por lá, participam da experiência tanto mergulhadoresexperientes quanto iniciantes, e até quem não nada tem espaço para aproveitar a atração, uma vez que a Deep Dive Dubai oferece um café com grandes janelas de visualização subaquática.
A piscina, com um volume de 14 milhões de litros d’água aquecida a 30ºC, abriga em sua profundidade um ambiente subaquático detalhado, em um cenário que inclui uma cidade submersa.
Foto: Deep Dive Dubai / Divulgação
Apartamentos, garagens e até uma sala de jogos são alguns dos ambientes projetados para proporcionar aos mergulhadores a sensação de estar explorando um mundo novo debaixo d’água.
Para garantir que a exploração subaquática seja feita com segurança, equipamentosde ponta protegem os mergulhadores, com sistemas de filtragem de água e um ambiente monitorado 24 horas por dia.
Foto: Deep Dive Dubai / Divulgação
A piscina mais funda do mundo também é democrática: por lá, há espaço tanto para criançase quem quer aprender a mergulhar, quanto para mergulhadores profissionais, com certificação para adentrarem os 60 metros de profundidade da atração.
Foto: Deep Dive Dubai / Divulgação
Além dos amantes da água, a piscina também atrai aqueles que procuram por um cenário diferenciado para produções fotográficas, filmagens subaquáticas e criação de conteúdos visuais que impressionem.
Jarrod Jablonski, diretor da instalação e mergulhador de renome mundial, afirmou que a piscina foi projetada para inspirar uma nova geração de entusiastas do mergulho, além de servir como um ponto de encontro para a comunidade internacional de mergulhadores.
Foto: Deep Dive Dubai / Divulgação
Os valores para mergulhar na Deep Dive Dubai variam dependendo do tipo de experiência — que leva em conta a profundidade a ser explorada — mas partem de 400 dirrãs (cerca de R$ 520 na cotação de julho de 2024).
Há um motivo bem claro para a atração Tesouros Náuticos, que desembarcará na estreia do Brasília Boat Show, ser batizada com esse nome. Afinal, a experiência exibirá ao público três verdadeiras joias, talhadas na figura de barcos clássicos que misturam o melhor do vintagecom o moderno.
Às margens do Lago Paranoá, de 14 a 18 de agosto, as embarcações estarão disponíveis ao público que quiser conferir de perto seus detalhes — e, de quebra, vivenciar uma volta ao tempo por meio dos modelos.
Quais barcos clássicos serão exibidos?
Celina Delise
Com 5,80 metros de comprimento, o exemplar é um dos poucos desse estilo em Brasília. Em 2021, a embarcaçãopassou por uma reforma, que trouxe de volta todo o glamour e charme dos anos 1960.
Foto: Divulgação
O nome, dado em homenagem aos avós dos proprietários, combina com a elegância externa e interna dos espaços, ainda mais confortáveis hoje em dia graças às funcionalidades modernas incorporadas pelos donos.
Foto: Divulgação
007
Clássico como James Bond, o barco teve projeto concebido por Nelson Piquet, ícone da Fórmula 1, para uso próprio. Construído em 2005, foi totalmente reformado em 2022, quando ganhou recursos mais tecnológicos.
Foto: Divulgação
A embarcação, com estrutura em fibra, conta com deck de madeira e ferragens importadas de época. O motor é um Ford V8 292, personalizado assim como a tapeçaria e carpetes dos interiores.
Foto: Divulgação
Mini
Construída toda em madeira, a Mini é definida pelo proprietário como um “exemplo autêntico de design clássico”. O interior mantém os estofados originais da década de 1970 e o exterior segue o mesmo padrão de quando ela surgiu, com o adicional da beleza garantida pela reforma.
Foto: Divulgação
A embarcação conta com motor GM de 270 hp, no estilo skiboat, e o casco apresenta inscrições dos anos 1960 — o que adiciona um toque de mistériosobre quando ela realmente veio ao mundo.
Foto: Divulgação
Brasília Boat Show
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
A primeira edição do Brasília Boat Show promete apresentar aos visitantes muito mais do que grandes destaques do universo náutico. Prova disso é a exibição de um helicóptero por parte da Audi Helicópteros, há mais de 50 anos no mercado de aviação.
O Robinson R66 Turbine, fabricado nos Estados Unidos, estará no estande da Audi Helicópteros no evento, que acontece de 14 a 18 de agosto.
O modelo é apontado pela distribuidora oficial da Robinson Helicopter Company como ideal para quem busca alto desempenho, já que tem performance de 3 horas de autonomia — sem tanque auxiliar — e alcance de 648 quilômetros.
Foto: Robinson Helicopter Company/ Divulgação
A opção também conta com uma espaçosa cabine, capaz de comportar o piloto mais quatro pessoas, e tem capacidade para levar 420 quilos de carga útil. Esses e outros recursos garantem a realização de viagens pra diferentes fins, indo do transporte executivo até operações comerciais e aventuras no ar.
O público do Brasília Boat Show poderá ver de perto o R66 Turbine na belíssima paisagem da Concha Acústica, às margens do Lago Paranoá, em um ambiente que oferece diversas atrações e destaques do mercado náutico.
Foto: Robinson Helicopter Company/ Divulgação
Brasília Boat Show
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
A oportunidade de ver de perto os principais lançamentos de mais de 70 marcas do mercado náutico está agora a um clique de distância. Isso porque a venda de ingressos para a 27ª edição do São Paulo Boat Show já começou!
De 19 a 24 de setembro, o maior evento náutico da América Latina vai tomar o pavilhão do São Paulo Expo, na zona sul da capital paulista. Por lá, os principais estaleiros do setor, de nomes nacionais e internacionais, vão expor seus mais recentes lançamentos.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Isso sem falar nas marcas renomadas de motores, equipamentos, acessóriose serviços, que atracam no salão com uma infinidade de produtos voltados para o universo das embarcações.
Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica
O São Paulo Boat Show traz opções para todos os gostos — e bolsos. Botes, jets, lanchas, veleiros, pontoonse iatessão apenas algumas das embarcações que ficam, de forma imponente, expostas no enorme pavilhão, a um passo de distância.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Lancha com aparência de carro esportivo, casa flutuante, bicicleta aquática, pranchas de e-foil, veículos off-road, carros esportivos propriamente ditos, desfile de moda e até um helicóptero são algumas das atrações que já passaram pelo evento.
Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica
O São Paulo Boat Show é a oportunidade ideal de mergulhar no universo náutico e conhecer as muitas possibilidades desse mercado.
Como adquirir os ingressos para o São Paulo Boat Show 2024
No site oficial de ingressos, basta selecionar a quantidade e tipo de entradas desejadas. As formas de pagamento aceitas são cartão de crédito (em até 12 vezes) e pix. Crianças de até 1 metro de altura não pagam.
Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica
O preço do ingresso para o São Paulo Boat Show 2024 é de R$ 100, mais taxas de serviço. Idosos e pessoas com deficiência (PcDs) têm direito a meia-entrada, por R$ 50 (mais taxas).
Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024 Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP) Horário: Dia 19, das 15h às 22h; de 20 a 24, das 13h às 22h (no último dia, o evento encerrará às 21h) Mais informações: no site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
Recentemente, um acidente nas águas da Grécia, envolvendo o superiateEthos, mostrou como um descuido básico na navegaçãopode facilmente levar uma embarcação para o fundo do mar — junto com os milhões investidos para o passeio.
Não foi uma falta de atenção aos motorese tampouco a falta de manutenção de equipamentosde segurança que quase levaram o superiate Ethos para o fundo do mar da Grécia. A grande causadora deste caos foi uma simples escotilha aberta, que passou despercebida pelos tripulantes que aproveitavam a embarcação de luxo.
A shocking video shows the moment a 150ft luxury superyacht is sinking after a crew member allegedly left a door open.
The yacht called Ethos began to take on water around 12pm local time off the coast of Greek island Kefalonia on Wednesday (31-07-2024). #Greecepic.twitter.com/aw0OA7VHVg
De acordo com a mídia local, um dos membros da tripulação do iate deixou uma ‘porta lateral’ aberta, permitindo que uma grande quantidade de água invadisse o iate, sem que ninguém notasse.
Por sorte, cinco dos tripulantes, junto com outros cinco convidados, conseguiram desembarcar em segurançaantes que o Ethos afundasse completamente. O comandante, por sua vez, conseguiu levar o superiate até a costa da Baía de Evreti, onde a embarcação recebeu os devidos cuidados.
Conheça o superiate Ethos
O superiate Ethos foi entregue em 2014 pela Admiral Yachts, ainda como Entourage. O nome Ethos veio somente em 2023, quando a embarcação mudou de mãos. Em setembro daquele ano, o novo proprietário realizou uma reforma completa no iate, concluída em janeiro de 2024 — ou seja, a embarcação que quase afundou estava novinha.
Foto: Admiral Yachts / Divulgação
São nada menos que 47 metros (154 pés) de comprimento, distribuídos em três andares. A embarcação acomoda até 12 pessoas em suítes luxuosas, enquanto uma tripulação de até 10 profissionais também recebe o conforto de quartos separados.
Foto: Admiral Yachts / Divulgação
O proprietário, por sua vez, dispõe de uma suíte com spa e academia privativos, com direito a banheiro revestido em mármore e um escritório.
Foto: Admiral Yachts / Divulgação
A bordo do superiate, os visitantes podem aproveitar um grande spa com jacuzzi e belos espaços ao ar livre, além de um centro de bem-estar, um grande beach club e garagens com brinquedos aquáticos.
Foto: Admiral Yachts / Divulgação
O design exterior foi assinado pela italiana Luca Dini Design & Architecture, enquanto os interiores são originais da inglesa Bergman Design House.
Foto: Admiral Yachts / Divulgação
O Ethos está disponível para fretamento a partir de US$ 243 mil (cerca de R$ 1,3 milhão, em conversão realizada em agosto) por semana, sem despesas inclusas.
O Brasília Boat Show contará com estaleiros de peso logo em sua primeira edição. Um deles é a catarinense FS Yachts, que atracará no salão com seu mais recente lançamento: a FS 355. O modelo estará nas águas do Lago Paranoá de 14 a 18 de agosto, ao lado da FS 290 Concept — carro-chefe da marca.
Focada tanto no mercado náutico nacional, quanto no dos Estados Unidos, a FS 355 — lancha já testada por NÁUTICA — conta com opções de motorizaçãocentro-rabeta e de popa, sendo possível escolher entre uma parelha de 300 hp ou dois motores de 400 hp.
A embarcação traz solário na proa e abertura de deque lateral na popa — recurso que amplia o espaço de lazer. No deque inferior ficam as demais instalações, como cabine, cozinha e banheiro. Ao todo 15 passageiros podem navegar na lancha durante o dia, enquanto quatro aproveitam o pernoite
Foto: FS Yachts / Divulgação
A FS 290 Concept, por sua vez, é outra lancha da marca que deve atrair olhares no salão. O modelo de 29 pés é versátil em sua configuração: pode ter proa aberta ou cabinada, motor de popa ou de centro-rabeta, vir com T-top ou targa, tudo de acordo com o desejo do cliente.
Brasília Boat Show
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
Desde 2017, o número de tubarões-brancos tem caído drasticamente na África do Sul, construindo um roteiro misterioso ao redor do desaparecimento do animal. Isso porque, até agora, nenhuma das teorias apresentadas sobre a diminuição da espéciena região convenceu a comunidade científica.
A primeira delas, dada a partir de um estudo, sugeriu que os tubarões-brancos estavam fugindo da África do Sul por conta de ataques severos de baleias orcas. A teoriaganhou força quando carcaças dos animais começaram a aparecer nas praias sul-africanas no mesmo momento em que o número de tubarões diminuía na região.
A percepção dos pesquisadores é de que os tubarões-brancos estavam fugindo das orcas em direção ao leste. Mas essa teoria não convenceu a comunidade científica como um todo. Assim, em março de 2024, um novo estudo questionou os métodos e a conclusão do trabalho anterior.
Estudiosos alegaram que “se toda a população de tubarões-brancos fosse, de fato, regionalmente estável e os tubarões observados anteriormente no Ocidente tivessem se redistribuído em direção ao Cabo Oriental, seria de se esperar que o número de tubarões-brancos na Baía de Algoa fosse cerca de dez vezes maior do que o registrado hoje”.
Outro contra-argumento do estudo mais recente toma como base o fato de que a queda no número dos animais começou muito antes dos primeiros ataques de orcas registrados e defende que, na verdade, a diminuição dos tubarões-brancos na África do Sul está ligada a questões ambientais.
Mudanças climáticas, pesca excessiva e baixa diversidade genética são alguns dos argumentos apresentados, mas que ainda não determinam, de fato, o que está acontecendo.
Tubarões-brancos são atração na África do Sul
A África do Sul é um dos lugares mais famosos do mundo para observar tubarões-brancos, especialmente na área conhecida como Shark Alley, uma estreita faixa de água entre Dyer Island e Geyser Rock, famosa pela alta concentração de tubarões-brancos, uma vez que a presença de colônias de focas nas ilhas atrai muitos deles para a área.
É justamente por lá que turistas do mundo inteiro se aventuram no famoso mergulho em gaiola, que permite aos mais corajosos a experiência de ver um tubarão-branco de pertinho, separados apenas pelas grades.
Além dos mergulhos, outras atrações envolvendo o animal são populares na região. Entre elas, estão passeios para observação, museus e até um oceanário.
O primeiro Brasília Boat Show contará com uma embarcação digna do universo das celebridades. Três pontoons da marca VCAT atracarão no salão e um dos modelos é o mesmo do cantor Leonardo. O astro recentemente ganhou o barco de presente da influenciadora Virginia Fonseca, sua nora.
Trata-se do Aurora 900 Up, um pontoon com duplo deck que comporta até 24 pessoas. O barco, levado ao Brasília Boat Show pela representante Villa Náutica, estará exposto nas águas do Lago Paranoá de 14 a 18 de agosto, data em que o Centro-Oeste brasileiro receberá o maior evento náutico da região.
Foto: VCAT / Divulgação
Vale ressaltar que os pontoons — barcos de convés plano, sustentados por flutuadores cilíndricos de alumínio — são ideais para navegar em águas abrigadas, como as do Lago Paranoá.
A embarcaçãoigual a do cantor Leonardo tem espaço gourmet, sofá retrátil e banheiro, além de um cockpit com sistema de comando integrado. O Aurora 900 Up possui 3 metros de boca (largura), 9 metros de comprimento e navega com motoresde 150 hp a 300 hp.
No caso de Leonardo, o barco foi personalizado para incluir detalhes que remetem aos netos do cantor, filhos de Zé Felipe com a influenciadora, conforme Virgínia mostra no vídeo abaixo:
Este, no entanto, não será o único barco da VCAT a chamar atenção no Brasília Boat Show. Isso porque o estande também apresentará o pontoon Alvorada 1100, tido pela marca como o maior pontoon fabricado em série do mundo.
Foto: VCAT / Divulgação
O pontoon Alvorada 1100, também de dois andares, comporta até 24 pessoas, que podem curtir um beach club integrado, lounge com lareira, plataforma extensível com sofás de regulagem elétrica, banheiro com ducha, fly com móveis em corda náutica e um cockpit para duas pessoas, que traz sistema touch screen de comando integral da embarcação. Tudo isso navegando com uma parelha de motores até 350 hp cada.
Foto: VCAT / Divulgação
Um VCAT Aurora 900 ainda completa o time de peso que a Villa Náutica levará ao Brasília Boat Show.
Brasília Boat Show
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
Atracar na primeira edição do Brasília Boat Show é sinônimo de encontro com grandes marcas do universo náutico. Nessa seleta gama, não poderia faltar a Hidea, há mais de 30 anos no segmento de motores.
De 14 a 18 de agosto, a empresa exibirá, às margens do Lago Paranoá, nove opções de motores — de dois e quatro tempos. Com o intuito de suprir as mais diferentes necessidades dos proprietários de barcos, os modelos tem potências bem variadas, que vão de 3 hp até 130 hp.
Foto: Instagram @hideamotores/ Reprodução
Um dos destaques é o motor HDD15F PRO, o mais recente da Hidea, que marcou presença no Marina Itajaí Boat Show deste ano.
Além dele, estarão presentes os motores de 3 hp, 4 hp, 5 hp, 9.8 hp, 30 hp Jet, 60 hp 2T, 60 hp 4T e 130 hp.
Brasília Boat Show
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
Que tal conhecer o mundo a bordo de um megaiate de 644 pés (196 metros) e, mais do que passar uma temporada, transformá-lo em sua nova moradia de luxo? Com o navio The World — o maior iate residencial privado do mundo — , esse sonho pode virar realidade. Claro, se você tiver muito dinheiro.
Afinal, a bordo desta gigantesca embarcação, você teria um apartamento em alto-mar, vistas paradisíacas de diferentes lugares do planeta e, obviamente, muito luxo. Pelo menos, é isso que garantiu o gerente-geral do The World, Thomas Legner, ao portal Bussiness Insider.
Foto: Instagram @theworldresidences/ Reprodução
Segundo o executivo, quem garantir seu luxuoso quarto no The World terá não um cruzeiro, mas sim “uma casa exclusiva no mar”. De acordo com ele, o megaiate dispõe seis restaurantes, galeria de arte, piscina, academia, simulador de golfe, spa e outras comodidades.
Como não é um navio de cruzeiro, não temos mesa do capitão ou drinks de boas-vindas. The World é a casa de alguém– Thomas Legner
Foto: The World/ Divulgação
De acordo com Legner, a maioria das pessoas vivem no megaiate residencial de cinco a sete anos. Porém, há também os moradores de longa data, que estão vivendo a bordo do The World há 22 anos, quando a embarcação foi lançada.
Nossos moradores podem morar no navio o ano todo, se quiserem. Mas como geralmente têm outras casas, eles dividem seu tempo entre as residências– Thomas Legner
Foto: Instagram @theworldresidences/ Reprodução
No tratamento com os moradores, há o cuidado para que a presença dos tripulantes não incomode a vivência dos convidados. Segundo ele, nenhum dos membros, exceto o capitão, pode se dirigir a um residente ou hóspede pelo primeiro nome — assim como nos hotéis de luxo.
A equipe entende que está trabalhando na casa de alguém. Somos respeitosos e educados.
Vida de luxo em alto-mar
Os números que o gerente-geral traz são animadores para um possível hóspede. Segundo Thomas, o The World tem 165 apartamentos, com uma média de 200 habitantes a bordo. De acordo com ele, o residente mais novo tem apenas cinco anos, e o mais velho, 80.
Foto: The World/ Divulgação
Cerca de 80 bolas de golfe estão à disposição dos moradores, que podem levar móveis e obras de arte para sua casa a bordo. Além disso, Thomas faz questão de atender alguns pedidos, digamos, um pouco extravagantes dos habitantes do megaiate.
Eles podem querer uma mesa em um restaurante com estrela Michelin com lista de espera, o que conseguimos, ou podem precisar de um jato particular de última hora.
Foto: Instagram @theworldresidences/ Reprodução
Caso você não lembre de nenhum famoso postando fotos nas redes sociais a bordo deste megaiate residencial, tem um motivo. Thomas Legner disse que nunca revelará a localização do navio, e a tripulação — que envolve desde estrelas da TV à figuras políticas — também é instruída a fazer o mesmo nas redes sociais.
Foto: Instagram @theworldresidences/ Reprodução
Uma turnê mundial
Como se não bastasse todo o luxo que o maior iate residencial do mundo reserva, quem está a bordo deste paraíso conhece os mais diversos — e encantadores — destinos do planeta. Segundo o gerente-geral, o megaiate já visitou desde a gelada Antártica à tropical Papua Nova Guiné.
Foto: Instagram @theworldresidences/ Reprodução
Aliás, se engana quem acha que a jornada se resume apenas a conhecer esses roteiros de dentro do The World. De acordo com a organização, os moradores da embarcação têm em média três dias para explorar sem pressa cada desembarque, totalmente livres e sem amarras.
Em uma ocasião, quando era um dia perfeito no mar, paramos o navio na linha do equador. Colocamos um barco inflável ao norte e outro ao sul. Os convidados podiam nadar no meio do Atlântico– relembrou Legner
Como informa o site oficial do The World, “a cada destino, especialistas dedicados planejam e selecionam atividades culinárias, culturais e de lazer emocionantes, projetadas para satisfazer os interesses e sonhos pessoais dos aventureiros que vivem a bordo”.
Legner ainda disse ao Business Insider que os itinerários de navegação são planejados com dois anos de antecedência, uma vez que os residentes votam em quais destinos querem conhecer.
Como fazer parte do The World?
Para embarcar neste megaiate residencial há quatro caminhos: comprar um apartamento no The World; ser convidado como hóspede; ser um potencial comprador e desfrutar de uma estadia de teste e fazer parte do clube exclusivo de resorts — que possui quatro propriedades na embarcação.
A NÁUTICA usa cookies para proporcionar a melhor experiência possível em nosso portal. Ao utilizar o nautica.com.br você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para mais informações sobre como isso funciona, clique em "Política de privacidade".OkPolítica de Privacidade