Marine Express oferece treinamentos gratuitos de eletrônicos Raymarine; saiba como participar

29/07/2024

As tecnologias de navegação disponíveis no mercado estão cada vez mais amplas. Colocá-las em prática de forma a aproveitar 100% de seus recursos, contudo, pode não ser tarefa fácil. Por isso, a Marine Express oferece treinamentos gratuitos — com direito a certificado — para o bom uso dos eletrônicos Raymarine, marca mundialmente conhecida no setor.

Em seus mais de 30 anos de mercado, a Marine Express foi uma das primeiras marcas especializadas em equipamentos náuticos a viabilizar aos estaleiros do Brasil o acesso a equipamentos de marcas de expressão mundial, como a Raymarine. Mas de nada adianta um equipamento de última geração se o navegador não souber como usá-lo — o que pode, inclusive, colocar em risco a vida dos tripulantes.

Foto: Marine Express / Divulgação

Pensando nisso, a Marine Express oferece os chamados “Treinamentos de Operação dos Eletrônicos de Navegação Raymarine”, que acontecem nas unidades de vendas e serviços da marca, espalhadas pelo país.

 

Gratuita, a ação leva capacitação a navegadores amadores e profissionais para que, no mar, possam usar de forma eficiente e segura os equipamentos Raymarine.

O foco é garantir que os usuários maximizem o desempenho e a funcionalidade dos dispositivos, aumentando a segurança, conforto e a satisfação durante a navegação com os equipamentos– explica a marca

Além do público dos barcos de lazer, a Marine Express também realiza cursos para equipes de serviço, como a Marinha do Brasil, Bombeiros e a Polícia Federal, por exemplo.

Foto: Marine Express / Divulgação

Mais de 2 mil alunos capacitados e certificados

Nos últimos dois anos, a Marine Express já capacitou — e certificou — mais de 2 mil alunos, que encontram nos treinamentos uma ampla gama de tópicos abordados, como os a seguir:

  • Introdução do Sistema Operacional LightHouse da Raymarine;
  • Configuração e calibração dos dispositivos;
  • Utilização do GPS, Auto Rota, planejamento de rotas, sonares, radares e sistemas de navegação;
  • Integração com outros sistemas a bordo, incluindo o piloto automático;
  • Resolução de problemas comuns;
  • Atualizações de software e manutenção preventiva;
  • Dicas e recursos para otimizar a navegação;

Nos últimos anos, intensificamos e aprimoramos continuamente os conteúdos e métodos didáticos para aplicar no dia a dia as principais funções e recursos disponíveis nos equipamentos Raymarine– destaca a Marine Express

Foto: Marine Express / Divulgação

“Estamos comprometidos em fornecer o conhecimento necessário para que todos naveguem com segurança e confiança. A Marine Express tem sido um parceiro valioso, sempre à frente, oferecendo conhecimento e suporte aos navegadores”, ressaltou à NÁUTICA Christiano Sestini, diretor da Marine Express.

Saiba como participar dos treinamentos Marine Express

Os interessados devem se inscrever através de formulário, sempre disponível na bio do Instagram da marca. É possível também garantir um lugar entrando em contato diretamente com a equipe de suporte Marine Express.

Foto: Marine Express / Divulgação

Os treinamentos são realizados nas Unidades de Vendas e Serviços da Marine Express na Marina Itajaí, Iate Clube de Santos (Guarujá e litoral norte), Ilhabela (Ubatuba), Angra dos Reis (Paraty e Rio de Janeiro) e Salvador, com datas específicas anunciadas pelo time comercial e técnico da empresa.


A ação é gratuita e gera um certificado de participação aos navegadores. Vale ressaltar que as vagas são limitadas e preenchidas por ordem de inscrição.

 

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    51ª Semana de Vela chega ao fim: confira a lista dos campeões

    As águas cristalinas de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, se despediram neste domingo (28) do maior evento de vela oceânica da América Latina: a 51ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela (SIVI). Mais de 100 barcos e 900 velejadores participaram das mais de 40 regatas da competição, divididas em cinco classes:  C-30, ORC, BRA-RGS, Clássicos e RGS Cruiser.

    Durante a 51ª SIVI, as raias do Canal de São Sebastião receberam as embarcações com momentos de falta de vento — o que nem de longe tirou o brilho das regatas, que contaram, inclusive, com atletas olímpicos, como Robert Scheidt, Lars Grael e Samuel Albrecht.

    Foto: Neto Ilhabela / FOTOP / Divulgação

    Ao lado de navegadores amadores, profissionais e de países vizinhos, como Argentina e Uruguai, os velejadores mais experientes compuseram o grande DNA da SIVI como o maior encontro da modalidade na América do Sul.

    Marco Lagoa e velejadores do YCSA. Foto: Caio Souza / On Board Sports / Divulgação

    A competição, tradicionalmente realizada no mês de julho — de forma a impactar positivamente o turismo de Ilhabela –, também olha para o futuro da modalidade, com a promoção da Vela do Amanhã que, nesta edição, reuniu mais de 170 crianças de 15 projetos sociais da modalidade em mais de 45 barcos.

    É uma ótima oportunidade das crianças conhecerem a vela oceânica e logo, logo poderão participar de uma tripulação! O trabalho em equipe é um dos maiores ensinamentos que conseguimos transmitir para as crianças– Marco Lago, velejador do YCSA e do barco Boto

    “Foi uma Semana de Vela incrível, com muitas disputas na raia, alto nível técnico, atividades dentro do clube e no Village. Subimos a régua e a expectativa é entregar em 2025 uma SIVI ainda melhor. Tivemos a Vela do Amanhã e a Vivência para crianças no Optimist no Yacht Club de Ilhabela para garantir a nova geração nas raias”, ressaltou Damian Pons, diretor de vela do YCI e velejador do Tonka, campeão na C-30.

    51ª Semana de Vela: confira a lista dos campeões

    No último dia de regatas, o céu estava tão aberto quanto os resultados. Em baixa, apenas o vento — sem novidades para essa 51ª edição. Bom para os barcos menores, como previsto por Alfredo Rovere, no comando da proa do +Bravíssimo, do Espírito Santo. Confira, a seguir, os resultados finais de cada classe.

    C-30

    Na C-30, o primeiro lugar ficou com o Tonka, de Demian Pons, que teve na tripulação ninguém menos que Robert Scheidt. Logo atrás veio o Relaxa, de Thomas Mangabeira, e o Loyalt 06, de Alex Leal.

    Foto: Neto Ilhabela / FOTOP / Divulgação

    ORC Geral

    Na ORC Geral, o +Bravíssimo, de Luciano Secchin, conquistou a 51ª SIVI com duas vitórias nas provas decisivas, superando os favoritos do Crioula 52, de Eduardo Plass e o Phoenix 44, de Mauro Dottori.

    Como disse na abertura, a competição tinha tudo para ser de barcos menores e foi isso o que rolou. Soubemos velejar com as condições de ventos um pouco mais fracas e extrair o máximo do time– Alfredo Rovere, do +Bravíssimo

    BRA-RGS

    Após bater na trave duas vezes, a 51ª SIVI veio para consolidar os esforços do Pangea, de Jorge Carneiro, diretamente de Florianópolis (SC).

     

    “Ganhamos! Muito feliz! A gente velejou tranquilo, procuramos errar o mínimo. Velejamos há muito tempo juntos, conhecemos muito bem o barco, que é muito bem medido”, comemorou Jorge.


    Na BRA-RGS C, quem ocupou a primeira colocação foi o barco Rainha, de Leonardo Pacheco. Na B, o Kaluanã, de Leonardo Soldon e, na A e no geral, o Pangea, que leva o título para o Sul do país.

    RGS Cruiser Geral

    Na RGS Cruiser Geral, o Nautico II, de San Izidro, terminou em primeiro, seguido pelo BL3 Urca, de Clauberto Andrade e do Pegasus, de Lucas Azambuja. Na RGS-Cruiser B o Pegasus liderou a classe e, na RGS-Cruiser A, o barco argentino Náutico II, de San Izidro, foi o campeão. A RGS–Cruiser C teve BL3 em primeiro.

    Clássicos

    Nos Clássicos, para veleiros da década de 1970, o geral ficou com o Kameha Meha, de Alberto Kunath. A Clássicos C teve como campeão Angatu, de André Torrent. Na B, o Vendetta, de André Gick, se consagrou com a primeira colocação.

    Foto: Neto Ilhabela / FOTOP / Divulgação

    Classificações gerais

    C-30 | 12 regatas

    1º Lugar: Tonka | Demian Pons – 67,50 pontos;

    2º Lugar: Relaxa | Thomas Mangabeira – 66 pontos;

    3º Lugar: Loyalt 06 | Alex Leal – 63,50 pontos;

    RGS Cruiser Geral

    1º Lugar: Nautico II (ARG) | Club Nautico San Izidro – 166 pontos;

    2º Lugar: Bl3 Urca | Clauberto Andrade – 155 pontos;

    3º Lugar: Pegasus | Lucas Silva Azambuja – 153 pontos;

    RGS Cruiser A | 9 regatas

    1º Lugar: Nautico II (ARG) | Club Nautico San Izidro – 41 pontos;

    2º Lugar: Nautilus | Aziz Constantino – 33 pontos;

    3º Lugar: Inaê 50 | Bayard Freitas Filho – 27 pontos;

    RGS Cruiser  B | 9 regatas

    1º Lugar: Pegasus | Lucas Silva Azambuja – 42 pontos;

    2º Lugar: Bl3 Mangalô | Pedro Luiz Rodrigues – 35 pontos;

    3º Lugar: Bossa Nova | Valéria Ravani – 31 pontos;

    RGS Cruiser C | 9 regatas

    1º Lugar: Bl3 Urca | Clauberto Andrade  – 83 pontos;

    2º Lugar: Cambada 1 | Luis Fernando Giovanini – 70 pontos;

    3º Lugar: Helios | Marcos Gama Lobo – 68 pontos;

    RGS Clássicos Geral | 8 regatas

    1º Lugar: Kameha Meha | Alberto Henrique Kunath – 107 pontos;

    2º Lugar: Vendetta | André Gick – 104,50 pontos;

    3º Lugar: Pepa Xix | Manfred Kaufmann – 98 pontos;

    RGS Clássicos A | 8 regatas

    1º Lugar: Kameha Meha | Alberto Henrique Kunath – 37,50 pontos;

    2º Lugar: Morgazek | Michele D’Ippolito – 30 pontos;

    3º Lugar: Aquarius | Jean Roger Peter – 23,50 pontos;

    RGS Clássicos B | 8 regatas

    1º Lugar: Vendetta | André Gick – 33,50 pontos;

    2º Lugar: Pepa XIX | Manfred Kaufmann – 32 pontos;

    3º Lugar: Asteriscus | Luiz Rosenfeld – 26 pontos;

    RGS Clássicos C | 8 regatas

    1º Lugar: Angatu | André Torrent – 36,50 pontos;

    2º Lugar: Brazuca | José Rubens Rancho – 32 pontos;

    3º Lugar: Jão Sereno | Fabiana De Souza – 20,50 pontos;

    BRA RGS Geral | 9 regatas

    1º Lugar: Pangea | Jorge Caneiro – 209 pontos;

    2º Lugar: Orion | Victor Fonseca – 191 pontos;

    3º Lugar: Kaluanã | Leonardo Soldon – 188 pontos;

    BRA-RGS A | 9 regatas

    1º Lugar: Pangea | Jorge Caneiro – 41 pontos;

    2º Lugar: Zeus | Paulo Fernando Moura – 36,50 pontos;

    3º Lugar: Sossegado | Marco Hidalgo – 23 pontos;

    BRA-RGS B | 9 regatas

    1º Lugar: Kaluanã | Leonardo Soldon – 108 pontos;

    2º Lugar: Orion | Victor Fonseca – 106 pontos;

    3º Lugar: Tanuki | Rafael Terentin – 90 pontos;

    BRA-RGS C | 9 regatas

    1º Lugar: Rainha | Leonardo Pacheco – 89,50 pontos;

    2º Lugar: Kraken | Rogerio Arccioli – 81 pontos;

    3º Lugar: Comanda | Sebastian Menendez – 70 pontos;

    ORC Geral | 9 regatas

    1º Lugar: +Bravissimo | Luciano Secchin – 134,50 pontos;

    2º Lugar: Crioula 52 | Eduardo Plass – 127,50 pontos;

    3º Lugar: Phoenix 44 | Mauro Dottori / Fabio Cotrim – 117 pontos;

    ORC Cruiser | 9 regatas

    1º Lugar: +Bravissimo | Luciano Secchin – 75 pontos;

    2º Lugar: Mago (ARG) | José Nicolas Bartolucci – 64 pontos;

    3º Lugar: Xamã Andbank | Sergio Klepacz – 56 pontos;

    4º Lugar: America Del Sur (ARG) | Pablo Maffei – 51 pontos;

    5º Lugar: Albariño (URU) | Marcelo Cipolina – 50,50 pontos;

    ORC Racer | 9 regatas

    1º Lugar: Crioula 52 | Eduardo Plass – 66 pontos;

    2º Lugar: Phoenix 44 | Mauro Dottori / Fabio Cotrim – 61 pontos;

    3º Lugar: Sandokan (ARG) | Carlos Belchior Costa – 60,50 pontos;

    Super 40 | 7 regatas

    1º Lugar: Phytoervas | Marcelo Bellotti – 12 pontos;

    2º Lugar: Argos | André Sobral – 17 pontos;

    3º Lugar: King BMW Autostar | Fábio Faccio – 20 pontos;

    4ª Lugar: Inaê Transbrasa | Bayard Neto- 22 pontos;

    5ª Lugar: Vesper IV | João Marcos Mendes – 35 pontos;

    Regata por Equipes

    1º Lugar: Internacional: Mago (ARG), Nautico II (ARG), Kamehameha – 43 pontos;

    2º Lugar: Conexão: Sandokan (ARG), Pangea, Armonia (ARG) – 56 pontos;

    3º Lugar: MykingMorgazek: King BMW Autostar, Morgazek, My Boy – 59 pontos.


    51ª edição da Semana de Vela de Ilhabela

    A Semana Internacional de Vela de Ilhabela é tida como a maior da modalidade na América do Sul. O evento reúne os principais nomes do esporte no país, divididos em barcos de diferentes tamanhos e classes.

    Foto: Vinicius Branca / Divulgação

    Neste ano, as regatas contaram com mais de 100 veleiros de diversos estados do país, como Espírito Santo, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, além de estrangeiros da Argentina e Uruguai.

     

    Foram mais de 40 regatas em raias tradicionais como o Canal de São Sebastião, Ponta das Canas, Alcatrazes, Farol dos Moleques e Ponta das Selas.

     

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      Luxuoso superiate ‘Reposado’ tem locação de R$ 800 mil por semana e jacuzzi secreta

      O mercado de luxo náutico está em alta na Europa, especialmente com a chegada do verão. Entre as opções de destaque, o superiate “Reposado” chama atenção por suas amenidades exclusivas e a oferta de uma “jacuzzi secreta”.

      Entregue pelo estaleiro Tramontana e com design interior da NO.mad Design, o Reposado tem 52 metros de comprimento e atualmente está ancorado em um estaleiro na Croácia. Projetado para proporcionar uma experiência inesquecível para até 12 hóspedes, o superiate reflete o alto padrão do lazer de luxo dos mais afortunados.

      Foto: IYC / Divulgação

      Conheça o superiate Reposado

      Construído com um casco de aço e superestrutura de alumínio, o Reposado é equipado com seis suítes, que garantem conforto e flexibilidade de sobra para os hóspedes. Não é para menos, afinal, para viajar a bordo do superiate é necessário desembolsar 135 mil euros por semana, aproximadamente R$ 823 mil na cotação atual.

      Foto: IYC / Divulgação

      No centro do convés, uma jacuzzi escondida com capacidade para oito pessoas se destaca como uma das principais atrações — mas não para por aí.

      Foto: IYC / Divulgação

      Na popa, um amplo beach club oferece acesso direto ao mar, ideal para quem deseja mergulhar ou aproveitar os brinquedos aquáticos disponíveis — que não são poucos. Jets, esquis aquáticos, seabobs, wakeboards, equipamentos de pesca, pranchas de remo e equipamentos de mergulho com snorkel garantem a diversão de todos a bordo.

      Foto: IYC / Divulgação

      Um terraço dispõe de um bar molhado, uma mesa de jantar ao ar livre e um amplo salão de dança.

       

      Os pets não ficam de fora da diversão, já que animais de estimação, de pequeno e médio porte, podem ser levados para dentro do Reposado. Uma tripulação de 10 funcionários assegura que todas as necessidades sejam atendidas.

      Foto: IYC / Divulgação

      Espaçosos, os ambientes internos são bem iluminados e decorados com um toque contemporâneo. O salão principal conta com móveis sob medida inspirados na natureza, incluindo um confortável sofá em forma de L, uma mesa de centro e um bar. Adjacente ao salão, uma área de jantar formal acomoda até 12 pessoas.

      Foto: IYC / Divulgação
      Foto: IYC / Divulgação

      Quando a ideia for voltar para terra firme para um passeio, por exemplo, um tender de oito metros ainda garante que o retorno seja feito com conforto e tranquilidade.


      Alimentado por dois motores Caterpillar, o Reposado navega confortavelmente a 11 nós, atingindo uma velocidade máxima de 14 nós. Confira mais fotos:

      Foto: IYC / Divulgação
      Foto: IYC / Divulgação
      Foto: IYC / Divulgação
      Foto: IYC / Divulgação
      Foto: IYC / Divulgação

       

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        Energia solar viajará de um país a outro por meio de cabo submarino gigante

        Por: Redação -
        28/07/2024

        Um projeto ambicioso pode se tornar o maior do mundo em energia renovável se sair do papel nos próximos anos. Trata-se do “Australia-Asia Power Link”, que pretende transferir energia solar da Austrália até Cingapura por meio de um longo cabo submarino.

        Liderada pela SunCable, a iniciativa fará com que a energia captada pela luz do sol viaje, por baixo do mar, cerca de 4.300 quilômetros até o destino. Nos dois primeiros estágios de desenvolvimento, os clientes asiáticos devem receber 1,75 GW (gigawatts).

        Foto: SunCable/ Divulgação

        Para se ter uma noção do quanto isso significa, imagine que uma geladeira gasta, em média, 25 kW (kilowatts) por mês — o que equivale a 0,000025 GW.

         

        De acordo com a empresa, o objetivo do Australia-Asia Power Link é “capturar energia solar onde é abundante e transmiti-la para onde é necessário”, de forma a abastecer os clientes “24 horas por dia, 7 dias por semana”.

        Foto Ilustrativa.

        A expectativa, inclusive, é de que 15% das necessidades elétricas de Cingapura sejam supridas de forma sustentável, por meio da energia solar.

         

        Uma outra vertente da iniciativa também almeja abastecer a cidade australiana de Darwin, só que com transmissão via aérea ao longo de 800 quilômetros.

        Projeto de energia solar já recebeu aval ambiental

        Na semana passada, a SunCable comunicou que obteve sua principal aprovação ambiental, que estava em tramitação no governo da Austrália.

         

        Graças ao aval positivo, a empresa pode dar continuidade às atividades “comerciais, de desenvolvimento e de engenharia” para levar o projeto à Decisão Final de Investimento, marcada para 2027. Isso inclui instalar o cabo submarino, que partirá de uma estação em Darwin até a fronteira com a Indonésia.


        Se tudo sair conforme o planejado pela empresa, a expectativa é de que o Australia-Asia Power Link comece a operar no começo da década de 2030. No processo de construção, estima-se que 1,7 mil empregos diretos serão gerados, além de outros 12 mil indiretos.

         

        Como próximos passos, a SunCable deve focar em superar alguns obstáculos, como negociar terras com proprietários, obter apoio para financiar a iniciativa e fechar acordos com outros órgãos.

         

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          Mitológica, histórica e geográfica: conheça a origem dos nomes dos oceanos

          27/07/2024

          A grandiosidade dos oceanos se reflete também na origem de seus nomes, que remontam a períodos mitológicos, históricos e geográficos, atribuindo a essas vastas imensidões azuis um repertório ainda mais fascinante.

          Mesmo com profundezas ainda misteriosas, os oceanos revelam quase que diariamente surpresas que instigam ainda mais a curiosidade sobre o que mais pode existir debaixo de suas águas. Enquanto a ciência cuida dessa parte, por aqui vamos entender um pouco mais sobre a origem dos nomes dos oceanos.

          Oceano Atlântico

          O Oceano Atlântico carrega consigo um batismo mitológico, baseado na mitologia grega. Tudo começou quando o titã Atlas se envolveu em uma luta contra os deuses do Olimpo (Zeus, Hera, Poseidon, Atena, Ares, Deméter, Apolo, Ártemis, Hefesto, Afrodite, Hermes e Dioniso).

          Como punição, o titã foi condenado por Zeus a carregar o céu nas costas, até que Hércules, filho do próprio Zeus, deu novos rumos a esse cenário. A versão de Atlas conta que Hércules construiu a ele dois pilares para sustentar os céus, tirando o titã de sua punição.

           

          Livre, Atlas começou a reinar do lado oeste do Mediterrâneo, um lugar banhado pelo oceano que ficou conhecido, então, como Oceano Atlântico.

          Oceano Pacífico

          Já com toques da história da humanidade, o Oceano Pacífico foi batizado pelo explorador português Fernão de Magalhães (responsável por liderar a primeira viagem de circum-navegação ao globo, de 1519 até 1522, ao serviço da Coroa de Castela, na Expedição de Magalhães) ainda no início do século 16.

          Em busca de uma rota para a chamada “ilha das especiarias” a serviço da Coroa Espanhola, Fernão passou por momentos desafiadores — e aterrorizantes — ao navegar pelo Estreito de Magalhães. A passagem navegável de 600 km de extensão é tida como a mais importante entre os oceanos Pacífico e Atlântico e reserva duras condições de mar aos navegadores.

           

          Depois de superar o estreito, a expedição de Fernão chegou a um novo e enorme oceano com águas muito calmas. Inspirado por tamanha calmaria, o oceano foi, então, batizado por ele de “Mar Pacífico”. Com o tempo, perceberam que, apesar de mais calmo que o Estreito de Magalhães, o Pacífico não era tão calmo assim — mas o nome segue até os dias atuais.


          Oceano Índico, Ártico e Antártico

          Os nomes Índico, Ártico e Antártico, por sua vez, reservam origens geográficas. Índico, por exemplo, vem do subcontinente indiano, ao qual está adjacente. As rotas comerciais e a importância histórica da Índia contribuíram para essa denominação.

          Já o Ártico vem a palavra grega “Arktikos”, que significa “perto do urso” ou “do urso” — uma referência à constelação da Ursa Maior, visível no hemisfério norte, onde o oceano está localizado.

           

          Por fim, o Oceano Antártico traz uma origem que deriva da palavra “Antártica”, que significa “oposto ao Ártico” (do grego “anti”, que significa “oposto”, e “arktikos”, que se refere à região do Ártico).

           

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            Barco da Uber: saiba como é navegar de forma gratuita no Rio Pinheiros

            Por: Redação -
            26/07/2024

            Uma década atrás, pensar em navegar pelo Rio Pinheiros, na capital de São Paulo, era algo inimaginável. Mas esse sonho não só se tornou possível, como saiu do papel por meio de uma ação da Uber, que leva a população para andar de barco — e de forma totalmente gratuita.

            Inaugurada nesta sexta-feira (26), a iniciativa faz parte do conjunto de ações que celebra os 10 anos da empresa em São Paulo e no Rio de Janeiro — as primeiras cidades a receberem os serviços de mobilidade via aplicativo. Outra atração é um tobogã nas entradas do Metrô São Bento (SP) e Estação Carioca (RJ).

            Foto: Divulgação

            Segundo Crislaine Costa, gerente de Comunicação Corporativa da Uber Brasil, a ideia da comemoração é mostrar aos usuários do aplicativo uma solução diferenciada, em um meio nunca antes explorado pela empresa no país.

            Trazer a Uber Barco é uma forma de relembrar o quanto a Uber transformou a mobilidade e tem trazido, ao longo dos anos, novas soluções de acordo com a necessidade do usuário– Crislaine Costa, à NÁUTICA

            A novidade atraca na capital paulista até 4 de agosto, das 9h às 17h. A equipe de NÁUTICA embarcou na ação e te conta como foi essa experiência e tudo o que você precisa saber para participar. Confira abaixo!

            Como é navegar com o barco da Uber no Rio Pinheiros

            O ponto de partida escolhido foi o píer do Parque Bruno Covas, na zona oeste de São Paulo. Por volta das 14h30, o time já estava na lancha de alumínio que faz a travessia até o píer da Ciclovia do Rio Pinheiros — próximo à estação Vila Olímpia da CPTM.

             

            Logo na entrada do barco, um membro da tripulação fica encarregado de distribuir coletes salva-vidas, item obrigatório a todos os passageiros. Só são permitidas pessoas com mais de 25 quilos e crianças acima dos cinco anos, acompanhadas pelo responsável.

            Foto: Revista Náutica

            O barco acomoda 18 pessoas sentadas — com espaço para cadeira de rodas — e tem o interior todo fechado, mas com janelas que garantem a visão do exterior. A parte de cima, a céu aberto, é exclusiva para acomodação de bicicletas.

             

            Assim que a tripulação deu o comando, o barco da Uber ganhou velocidade, com música embalando o trajeto de cerca de cinco quilômetros.

             

            Diferentemente do que se observava alguns anos atrás, o Rio Pinheiros não possuía nenhum odor desagradável e as águas aparentavam estar limpas. Foi possível até mesmo registrar um pato nadando perto do píer.

             

            Quem tem medo de navegar, pode ficar sossegado: a viagem até o outro píer dura, em média, 20 minutos, e é bastante tranquila e estável. A bordo, há uma tripulação formada por comandante, marinheiro, guarda-vidas e coordenador de produção — responsável por toda a organização da viagem.

             

            Ainda no quesito segurança, um kit de primeiros socorros e uma prancha ficam de prontidão. Cada píer também é bem equipado e conta com uma ambulância, motorista socorrista, enfermeira, dois bombeiros, guarda-vida e seguranças.


            Inicialmente, as saídas dos píeres acontecerão de uma em uma hora — já que apenas um barco da Uber trafega pelo rio. A expectativa é de que cerca de duas mil pessoas façam o passeio.

             

            Em 2019, o grupo NÁUTICA também levou a população para uma experiência de navegação no Rio Pinheiros. Batizada de ‘Por uma Cidade Navegável’, a iniciativa, em sua quarta edição, tinha o objetivo de conscientizar as pessoas sobre os benefícios de recuperar rios urbanos.

            Como fazer o passeio no barco da Uber

            A ação está disponível para usuários em São Paulo e na Grande São Paulo. Embora dê para garantir um lugar no barco ao chegar ao píer, é recomendável reservar com antecedência pelo aplicativo.

             

            Para isso, basta inserir como destino um dos píeres (do Parque Bruno Covas ou da Ciclovia do Rio Pinheiros), escolher a opção ‘Uber Barco’ e escolher o dia e horário desejados. É possível agendar com até dois dias de antecedência.

            Serviço:

            Quando: de 26 de julho a 04 de agosto

            Horário: das 9h às 17

            Onde: píeres do Parque Bruno Covas ou da Ciclovia do Rio Pinheiros

            Como: reservar pelo aplicativo da Uber

             

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              Olimpíadas de Paris 2024 começam com Cerimônia de Abertura histórica em barcos no Rio Sena

              Por: Redação -

              A Cerimônia de Abertura das Olimpíadas de Paris 2024 entrou para a história como a primeira a acontecer fora de um estádio. As tradicionais arquibancadas deram lugar ao cais, e o gramado, ao icônico Rio Sena. Mais de 90 barcos ficaram encarregados de conduzir cerca de 10,5 mil atletas pela passarela aquática que se estendeu por nada menos que 6 km.

              Nem mesmo o mau tempo tirou o brilho da celebração, que contou com a presença de um público de mais de 300 mil pessoas, além dos 1,5 bilhões de espectadores ao redor do mundo. Celebridades como Céline Dion e Lady Gaga ainda elevaram o nível do espetáculo.

               

              Confira, a seguir, um compilado de fotos da abertura das Olimpíadas 2024.

              Veja as fotos da abertura das Olimpíadas 2024

              Foto: Paris 2024/ Twitter/ Reprodução
              Foto: Paris 2024/ X/ Reprodução
              Foto: Paris 2024/ X/ Reprodução
              Foto: Paris 2024/ X/ Reprodução
              Foto: Paris 2024/ Twitter/ Reprodução
              Foto: Paris 2024/ X/ Reprodução
              Foto: Cazé TV/ YouTube/ Reprodução
              Foto: Cazé TV/ YouTube/ Reprodução
              Foto: Cazé TV/ YouTube/ Reprodução
              Foto: Instagram @paris2024 / Reprodução
              Foto: Instagram @paris2024 / Reprodução
              Foto: Instagram @timebrasil / Reprodução

               

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                Por: Redação -

                Visitar a Ilha de Socotra, no oceano Índico, é como se deparar com uma paisagem extraterrestre. Assim definem os turistas que passearam por seus 3.625 km², morada de inúmeras espécies só vistas por lá e árvores que parecem ter saído de um filme de ficção.

                Não à toa recebeu o apelido de ‘Galápagos do Oceano Índico’. Parte de um arquipélago homônimo composto por quatro ilhas e duas ilhotas rochosas, Socotra fica a cerca de 380 km do Iêmen, país ao qual pertence, e é uma das ilhas continentais mais remotas do mundo.

                Foto: Rod Waddington/ Wikimedia Commons/ Reprodução

                Uma das árvores nativas que mais chama a atenção por lá é a Sangue de Dragão (Dracaena cinnabari), cujo formato remete a um guarda-chuva. O nome provém da seiva vermelha e espessa que libera quando o caule é cortado.

                Foto: Boris Khvostichenko/ Wikimedia Commons/ Reprodução

                Outra espécie comum por lá — e só por lá — é a árvore garrafa, que se assemelha a uma pata de elefante e, em certas épocas, é decorada por flores cor-de-rosa nas pontas. Para sobreviver à aridez, armazena grandes quantidades de água.

                Foto: Rod Waddington/ Wikimedia Commons/ Reprodução

                Estima-se que cerca de 60 mil pessoas vivam em Socotra. Devido ao clima árido, de muito calor, e à terra infértil e rochosa, os habitantes criam gado para sobreviver. A vida, por lá, é precária e muitos habitantes não contam sequer com água corrente e eletricidade em suas casas.

                 

                De junho a setembro, a ilha é alvo de ventos fortes que já provocaram diversos naufrágios. As informações são da Casa e Jardim.

                Arquipélago de Socotra

                O conjunto de ilhas é, como um todo, cercado de singularidades. Cerca de 37% das 825 espécies de plantas de lá não são encontradas em nenhum outro lugar do planeta. A porcentagem é ainda maior quando falamos em répteis (90%) e caracóis terrestres (95%).

                Foto: Joël Lodé/ Wikimedia Commons/ Reprodução

                Além das espécies nativas, os locais contam com uma grande biodiversidade de aves, incluindo algumas ameaçadas de extinção, e vida marinha diversificada, com mais de 730 tipos de peixes.


                Ao que tudo indica, Socotra foi separada da África há milhões de anos, durante a era pré-histórica. Ela foi colônia portuguesa, protetorado britânico e ganhou soberania em 1967 junto ao Iêmen.

                 

                Em 2008, o arquipélago foi nomeado Patrimônio da Humanidade pela Unesco e todas as ilhas têm proteção legal.

                Foto: 2socotra/ Wikimedia Commons/ Reprodução

                 

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                  Tubarão mais velho do mundo pode ajudar a aumentar a longevidade humana

                  Nas águas do Oceano Ártico e Atlântico Norte, existe um animal capaz de atingir até quatro séculos de vida. Ao estudarem os segredos de tamanha longevidade, pesquisadores esperam obter evidências que ajudem os humanos a também viverem algumas primaveras a mais. Estamos falando do tubarão-da-Groenlândia (Somniosus microcephalus), o mais velho do planeta!

                  Para se ter noção, é possível que um tubarão-da-Groenlândia contemporâneo de Tiradentes (1746-1792) esteja vivo e nadando até hoje. Ele teria passado pela Independência do Brasil, duas guerras mundiais, revolução industrial e outros acontecimentos históricos.

                  Foto: NOAA/ Divulgação

                  Porém, o motivo do tubarão mais velho do mundo ter tamanha longevidade ainda é um mistério. Algumas teorias — que ainda estão em andamento — sugerem que a lenta taxa de crescimento do animal, junto de sua baixa taxa metabólica, interfiram neste envelhecimento que acontece extremamente devagar.

                   

                  Descobrir o motivo desse fenômeno não seria meramente curiosidade. Afinal, os cientistas esperam que, ao desvendar o mistério do tubarão-da-Groenlândia, a resposta para aumentar a longevidade da vida humana esteja mais perto — embora bem longe dos 400 anos.

                  Devagar e sempre

                  Para tentar compreender como funciona as fases da vida deste tubarão, é necessário evitar os comparativos com os ciclos humanos — já que são muito diferentes. Por exemplo: os animais da espécie atingem a maturidade sexual aos 150 anos de vida, quando atingem os quatro metros de comprimento.

                  Foto: Ewan Clampisson/ Universidade de Manchester/ Divulgação

                  Considerados nadadores calmos e tranquilos, os tubarões-da-Groenlândia podem atingir entre 2,5 e 7 metros de comprimento e pesar quase duas toneladas, de acordo com o National Geographic. A espécie ainda pode passar longos períodos entre suas refeições, que vão desde salmões e enguias à focas e baleias-beluga.

                   

                  Segundo nova pesquisa do cientista Ewan Camplisson, apresentada na Conferência Anual de Sociedade de Biologia Experimental (SEB), a taxa metabólica do tubarão mais velho do mundo pode não diminuir enquanto ele envelhece — o que influencia tanto sua lentidão ao nadar, quanto sua longevidade.

                  Inclusive, velocidade não é o ponto forte desse animal. Considerado um dos tubarões mais lentos do mundo, a espécie alcança “incríveis” 0,3 metro por segundo — ou 1,08 km/h, segundo o Observatório de Tubarões de St. Lawrence (ORS). No entanto, essa letargia não o coloca como o mais lento do planeta, de acordo com o grupo.

                   

                  Como não dá para ter tudo na vida, segundo Camplisson, a lentidão e a velhice podem prejudicar a adaptação do animal frente às mudanças climáticas e outros fatores estressantes. Inclusive, essa espécie pode estar se recuperando até hoje do período de pesca excessiva após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

                   

                  Tanto é que a espécie é considerada como “decrescente”, de acordo com a lista vermelha de espécies ameaçadas da International Union for Conservation of Nature — IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza, em português).

                  Na contramão da maioria

                  O fato de a taxa metabólica do tubarão mais velho do mundo não diminuir é anormal para a maioria dos animais — inclusive os humanos. Nosso metabolismo tende a ficar mais lento ao passar do tempo e alguns órgãos cruciais podem funcionar pior, acarretando nas chamadas doenças crônicas (pressão alta, bronquite, asma e etc).

                  Mapa dos habitats do tubarão-da-Groenlândia, no oceanos Ártico e Atlântico Norte. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                  No estudo, o cientista analisou a atividade de cinco enzimas metabólicas no tecido muscular preservado deste tubarão. Clampisson disse que, na maioria das espécies, se espera que as atividades dessas enzimas variassem conforme o animal envelhecesse — mas não foi o caso.

                   

                  Nos tubarões observados — estimados entre 60 e 200 anos de idade –, não foram encontradas variações significativas na atividade das enzimas. Porém, um tubarão-da-Groenlândia pode estar na meia-idade com dois séculos de vida, e o cenário pode mudar caso investiguem um tubarão ainda mais velho.

                  Podemos chegar nessa longevidade?

                  A resposta é não. Como dito anteriormente, nem nosso corpo, tampouco o metabolismo pode ser comparado com o deste animal. Mas compreender melhor a anatomia deste tubarão pode “nos permitir melhorar a saúde humana”, conforme avalia Camplisson.

                  Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                  Descobrir como funciona o metabolismo do tubarão mais velho do mundo pode tanto transformar nossa compreensão do envelhecimento, quanto abrir novos caminhos para terapias regenerativas e estimular novas tecnologias médicas. Além disso, poderia trazer uma melhoria na qualidade de vida humana.

                  Sem contar que a habilidade dos tubarões-da-Groenlândia de evitar doenças relacionadas ao envelhecimento também pode agregar caso isso seja levado para a saúde humana. Porém, vale salientar que tudo está em estágio inicial, restando muitas etapas até chegar na realidade hoje utópica.

                  O envelhecimento é um sistema incrivelmente complexo, e ainda não temos uma resposta definitiva sobre como ele funciona exatamente– Ewan Camplisson

                  Embora o cientista sugira que os tubarões têm mais a nos ensinar no envelhecimento, a longevidade humana não depende apenas do metabolismo. Situações como instabilidade de proteínas, erros genéticos e outros processos — como a classe social que o indivíduo pertence — também influenciam.

                   

                  Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                   

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                    Surfistas terão Vila Olímpica flutuante com direito a refeitório 24h durante Paris 2024

                    Diferentemente das outras modalidades das Olimpíadas de Paris 2024, o surfe não será celebrado na França, mas sim na paradisíaca Teahupoo, no Taiti, a 15 mil km de distância da capital francesa. Enquanto os atletas baseados em Paris desfrutarão de uma residência com viés sustentável — inclusive com camas de papelão –, em Teahupoo os surfistas viverão o período dos Jogos em uma Vila Olímpica flutuante.

                    O navio escolhido para dar conta dessa missão foi o Aranui 5, costumeiramente utilizado em cruzeiros. A embarcação de 126 metros de comprimento pode acomodar aproximadamente 230 passageiros em 103 cabines, com oito decks para hóspedes, um spa e uma academia. Mas não para por aí.

                    Foto: Aranui Cruises / Divulgação

                    Um dos principais destaques da Vila Olímpica flutuante é o refeitório 24 horas que, aliado a um centro de atividades com pebolim e pingue-pongue, um toboágua, uma loja de presentes olímpicos e até um estúdio de tatuagem, promete ser um lar à altura dos atletas que conquistaram uma vaga para o maior evento esportivo do mundo.


                    Diferentes das camas de papelão nos quartos dos atletas que ficarão na Vila Olímpica na França — que fazem parte da iniciativa de uma Olimpíada mais sustentável –, os móveis da estrutura flutuante são comuns. Os surfistas contarão com uma cabine espaçosa e completa, com direito a cama queen-size com edredom olímpico e um deck sobre a água, com uma vista de tirar o fôlego.

                     

                    O medalhista de prata do surfe em Tóquio 2020, Kanoa Igarashi, compartilhou suas primeiras impressões ao embarcar no Aranui 5. Confira a seguir:

                    @kanoaigarashi i think our athlete village in tahiti is better than the actual one in paris #olympics #athletevillage #surf ♬ original sound – Kanoa Igarashi


                    As disputas do surfe acontecerão entre os dias 27 de julho e 5 de agosto. Essa será a segunda vez da modalidade nos Jogos Olímpicos. Na estreia, em Tóquio, o brasileiro Ítalo Ferreira foi o campeão no masculino, enquanto Carissa Moore, dos Estados Unidos, levou a medalha de ouro no feminino.

                    Ítalo Ferreira. Foto: Miriam Jeske/COB/Divulgação

                    Em Paris 2024, seis atletas representarão o Brasil na modalidade: Tainá Hinckel, Luana Silva, Tatiana Weston-Webb, Gabriel Medina, Filipe Toledo e João Chianca, o “Chumbinho”. Contudo, os surfistas brasileiros não ficarão hospedados no navio — a base da equipe fica em uma pousada a poucos metros da praia em Teahupoo.

                     

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                      25/07/2024

                      A história do início da vida na Terra como se conhece até hoje pode estar prestes a ganhar um novo — e histórico — capítulo, graças a pesquisadores que encontraram oxigênio no fundo do mar, a 4 mil metros de profundidade. Para entender melhor o que isso significa, contudo, é necessário voltar ao passado, mais precisamente, para as aulas de Ciências e Biologia.

                      Foram nessas matérias que a população mundial aprendeu que era preciso luz solar para que os organismos fotossintéticos, como plantas e algas, produzissem o oxigênio que respiramos. Essa é a ideia que, simplesmente, norteia os estudos sobre o início da vida no planeta Terra, que aconteceu há nada menos que cerca de 3,5 bilhões de anos.

                      Mas agora, em 2024, toda essa teoria deve ser revisitada e repensada, uma vez que uma equipe liderada pelo professor Andrew Sweetman, da Associação Escocesa de Ciências Marinhas (SAMS), descobriu que, há 4 mil metros de profundidade, bem longe da incidência de luz solar, existe produção de oxigênio.

                      A descoberta que pode mudar tudo

                      A descoberta, publicada na revista científica Nature Geoscience, aconteceu durante um trabalho de campo em um navio no Oceano Pacífico, mais precisamente, no leito marinho da Zona Clarion-Clipperton, onde Sweetman e sua equipe avaliavam os possíveis impactos da mineração em alto mar.

                       

                      O processo de mineração extrai nódulos polimetálicos que contêm metais, como manganês, níquel e cobalto, necessários para produzir baterias de íons de lítio para veículos elétricos e celulares.


                      Esses nódulos carregam consigo uma carga elétrica muito alta, capaz de levar à divisão da água do mar em hidrogênio e oxigênio, em um processo conhecido como eletrólise da água do mar. Nesse processo, a decomposição química da água em oxigênio e hidrogênio acontece por efeito da passagem de uma corrente elétrica pela água.

                       

                      Para que a eletrólise ocorra, uma voltagem de 1,5 volts é necessária — a mesma de uma bateria AA típica, para se ter uma ideia. O que a equipe não esperava era registrar, após análises dos nódulos, leituras de até 0,95 volts nas superfícies de alguns.

                       

                      Ou seja, quando agrupados, esses nódulos podem ter voltagens significativas — mais do que o necessário para o processo de eletrólise.

                      “Quando obtivemos esses dados pela primeira vez, achamos que os sensores estavam com defeito, porque todos os estudos já feitos no fundo do mar só viram oxigênio sendo consumido, em vez de produzido. Nós voltávamos para casa e recalibrávamos os sensores, mas ao longo de 10 anos essas leituras estranhas de oxigênio continuaram aparecendo”, revelou Sweetman em comunicado de imprensa.

                      Agora sabemos que há oxigênio produzido no fundo do mar, onde não há luz. Acho que, portanto, precisamos revisitar questões como: onde a vida aeróbica [que utiliza oxigênio como aceptor final] poderia ter começado?– destacou Sweetman

                      A vida de uma nova perspectiva

                      Ao suspeitar que os sensores estavam com defeito, a equipe de Sweetman decidiu, como prova real, usar um método de backup que funcionasse de forma diferente dos sensores — e ele confirmou o resultado. Foi aí que os pesquisadores entenderam que estavam diante de “algo inovador e inimaginável”.

                       

                      Para Nicholas Owens, diretor do SAMS, a descoberta do agora chamado “oxigênio escuro” é uma das mais emocionantes na ciência oceânica dos últimos tempos.

                       

                      “A visão convencional é que o oxigênio foi produzido pela primeira vez há cerca de três bilhões de anos, por micróbios antigos, chamados cianobactérias. Houve um desenvolvimento gradual de vida complexa depois disso”, disse Owens.

                      O potencial de que havia uma fonte alternativa exige que repensemos radicalmente– frisou Nicholas Owens, diretor do SAMS

                       

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                        Por: Redação -

                        A Tocha Olímpica está prestes a concluir sua jornada pela França, iniciada em maio após deixar a Grécia. Mas no último domingo (21), a 63ª etapa do revezamento chamou a atenção ao transportar o grande símbolo dos Jogos no maior barco a remo do mundo.

                        Batizada de Stampfli Express, a embarcação tem 42 metros de comprimento e comporta 24 pessoas, mais o timoneiro. Geralmente, barcos a remo só têm espaço suficiente para até oito remadores.

                        Foto: Instagram @ffaviron/ Reprodução

                        Na ocasião, duas dúzias de atletas ficaram encarregados de transportar a Tocha pelas águas de Val-de-Marne — que receberá as provas de canoagem e remo das Olimpíadas. O emblemático objeto foi passado de mão em mão antes do percurso, conforme mostra o vídeo abaixo:

                         


                        Construído em 2001 pela fabricante suíça Stampfli Racing Boats, o maior barco a remo do mundo não fará parte da competição oficial, que só permite disputas com remadores solitários ou em equipes de duas, quatro ou oito pessoas.

                         

                        A Stampfli Express, inclusive, só é usada em grandes ocasiões, como eventos comemorativos ou simbólicos. Ainda assim, a presença dela em um momento tão marcante como o revezamento da Tocha Olímpica emocionou a empresa suíça, que celebrou a conquista pelas redes sociais.


                        Há 24 anos, quando construímos o maior barco a remo, não sabíamos que honra teríamos este ano de fazer parte desse incrível revezamento da tocha com Stampfli Express– Stampfli Racing Boats, no Instagram

                        Marcada para a próxima sexta-feira (26), a abertura das Olimpíadas de Paris promete entrar para a história ao substituir as arquibancadas pelo cais. Afinal, a celebração acontecerá a bordo de 94 barcos, dispostos ao longo do famoso rio Sena.

                         

                        A cerimônia está marcada para acontecer a partir das 14h30 (horário de Brasília), com cerca de 10,5 mil atletas.

                         

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                          Semana de Vela: vento volta a soprar em Ilhabela e aperta disputa pelo título da competição

                          As regatas de abertura da 51ª Semana de Vela de Ilhabela (SIVI) ficaram marcadas pela falta de vento na ilha do litoral norte de São Paulo. Mas o terceiro dia de provas, celebrado nesta quarta-feira (24), mostrou que ainda há muito o que acontecer na maior disputa da modalidade na América do Sul.

                          A virada de chave nos rumos da competição se deu, principalmente, quando a organização do evento decidiu levar a raia para a região da Ponta das Canas, um dos cartões-postais de Ilhabela. Por lá, os ventos de até 8 nós na direção leste viabilizaram a disputa de 11 regatas: três para os monotipos C-30 e duas para as demais classes, que usam o rating (ORC, BRA-RGS, Clássicos e RGS Cruiser).

                          Cuca Sodré, organizador técnico da SIVI. Foto: Vandrei Stephani | FOTOP / Divulgação

                          Com mais disputas, a busca pelo título ficou mais acirrada. Confira a seguir os resultados de cada classe.

                          Resultados do terceiro dia da 51ª SIVI

                          ORC

                          Após duas vitórias nas regatas de abertura (Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil e Regata Mitsubishi Eduardo Souza Ramos), o +Bravíssimo, de Luciano Secchin, viu sua vantagem diminuir.

                          Foto: Vandrei Stephani | FOTOP / Divulgação

                          Quem deu as caras na busca pelo primeiro lugar no pódio foi um dos grandes nomes da competição, o Phoenix, de Mario Dottori e Fábio Cotrim. Junto, veio o atual bicampeão da SIVI, o Crioula, de Eduardo Plass.

                          As regatas com menos vento favoreceram os barcos pequenos e agora os maiores e mais rápidos como o Phoenix subiram na classificação– Luciano Secchin, comandante do +Bravíssimo

                          Na ORC, a classificação ficou assim: +Bravíssimo em primeiro, seguido por três argentinos e um uruguaio: Mago, de José Bartolucci; Sandokan, de Carlos Costa; America del Sur, de Pablo Maffei, e Albariño, de Marcelo Cipolina. São 18 barcos inscritos na categoria, que também vale pontos para o Brasileiro de Oceano da ABVO.

                          BRA-RGS

                          Para os resultados da BRA-RGS, é importante saber que a categoria reúne 27 barcos, de diferentes tamanhos e área vélica. Somadas as três divisões, quem toma a ponta geral da categoria é o catarinense Pangea, de Jorge Carneiro.

                          Foto: Vandrei Stephani | FOTOP / Divulgação

                          Aqui vale um outro contexto, que traz boas expectativas para o desenrolar da SIVI: a equipe do Pangea vem de dois vice-campeonatos, em 2022 e 2023. Depois de bater na trave duas vezes, os velejadores estão determinados a levar o troféu da modalidade para o Iate Clube de Santa Catarina.


                          Quem certamente não vai facilitar esse desfecho são os adversários que chegam logo na cola do Pangea: Tanuki, de Rafael Torentin e Orion, de Victor Fonseca, que estão acelerando para tomar a liderança.

                          Ganhamos no detalhe as duas no corrigido, sempre no planejamento. Vamos sempre com humildade para quebrar esse tabu de ter batido na trave duas vezes– contou Luciano Blauth

                          Clássicos

                          Nos Clássicos, o Vendetta, de André Gick, confirmou a liderança com 62,50 pontos. Logo atrás vem o Kamehameha, de Alberto Kunath, com 61, e o homenageado da 51ª SIVI, Morgazek, de Michele D’Ippolito, com 51,50.

                          Foi muito bom ter feito duas regatas no dia. Parabéns ao Cuca Sodré e à comissão, pois nós viemos para velejar em Ilhabela– destacou André Gick, do Vendetta

                          RGS Cruiser

                          O Pegasus, de Lucas Azambuja, está na ponta da RGS Cruiser, após quatro regatas no evento. A diferença, contudo, é quase mínima para o veleiro da ilha BL3 Urca, de Clauberto Andrade e o argentino Nautico II.

                          C-30

                          Já na classe C-30 — a única one design do calendário da 51ª SIVI –, a comissão fez três provas. O barco Relaxa, de Tomas Mangabeira, está na ponta, seguido pelo Loyalt, de Alex Leal e o Tonka, de Demian Pons, que conta com Robert Scheidt na equipe.

                          Foto: Vandrei Stephani | FOTOP / Divulgação

                          51ª edição da Semana de Vela de Ilhabela

                          A Semana Internacional de Vela de Ilhabela é tida como a maior da modalidade na América do Sul. O evento reúne os principais nomes do esporte no país, divididos em barcos de diferentes tamanhos e classes.

                          Foto: Vinicius Branca / Divulgação

                          Neste ano, as regatas contarão com 100 veleiros de diversos estados do país, como Espírito Santo, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, além de estrangeiros da Argentina e Uruguai.


                          Serão mais de 20 regatas programadas em raias tradicionais como o Canal de São Sebastião, Ponta das Canas, Alcatrazes, Farol dos Moleques e Ponta das Selas.

                           

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                            Condomínio de luxo Kiaroa mostrará, no Brasília Boat Show, vantagens de viver em meio à natureza

                            Por: Redação -

                            Cercado por Mata Atlântica, o condomínio de luxo Kiaroa Residence & Marina é a pedida certa para quem busca se conectar com a natureza, sem abrir mão de conveniências e conforto. Saber todos os detalhes desse empreendimento está apenas a alguns dias de distância, já que, de 14 a 18 de agosto, a empresa desembarcará no Brasília Boat Show.

                            Localizado na Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa abrange uma área de 180 mil m² — sendo que 60 mil m² são de área preservada. Por lá, é possível encontrar praias paradisíacas, longas faixas de areia desertas, piscinas naturais e um pôr do sol de tirar o fôlego.

                            Foto: Instagram kiaroaresidence/ Reprodução

                            A previsão é de que o condomínio fique pronto em janeiro de 2025 e ofereça o melhor do lazer. Dentre as opções, estão piscina de 700 m² com área molhada, quatro quadras para esportes, academia, restaurante e clube social com vista para o mar.

                             

                            Os amantes náuticos também podem celebrar, uma vez que o empreendimento baiano conta com marina própria, capaz de abrigar 40 barcos. Quem prefere voar pelos ares, pode desfrutar do heliponto homologado pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).

                            Foto: Instagram kiaroaresidence/ Reprodução

                            O condomínio de luxo foi dividido em 156 lotes, sendo que o tamanho parte de 400 m².


                            Brasília Boat Show

                            A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.

                            Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.

                             

                            A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.

                             

                            Anote aí!

                            Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
                            Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
                            Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
                            Mais informações: site do evento
                            GARANTA SUA ENTRADA

                             

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                              Especialista em pisos e tapetes náuticos, Kapazi estará na estreia do Brasília Boat Show

                              24/07/2024

                              Ter um bom piso para a sua embarcação vai além da estética. Feito para garantir mais beleza e maior segurança dentro dos barcos, as soluções em EVA e PVC da Kapazi vão atracar na estreia do Brasília Boat Show — que acontecerá de 14 a 18 de agosto, nas belíssimas águas do Lago Paranoá.

                              Participar de um Boat Show não é novidade para a marca. Presença assídua dos maiores eventos náuticos do Brasil, a empresa embarcou no mercado nacional de tapetes e capachos personalizados há 40 anos, e segue desde 2006 com o segmento Kapazi Náutica.

                              Foto: Arquivo Kapazi Náutica
                              Foto: Divulgação

                              Com especialidade em pisos, tapetes e acessórios náuticos, a Kapazi esteve no Boat Show de Itajaí 2024 trazendo soluções em EVA e PVC, que podem ser facilmente instalados em qualquer modelo de barco. No Rio, a marca levou o tapete com impressão 4K, sua linha Thermo Deck e bolsas térmicas.

                              Atendemos a todos os tamanhos de barcos e trabalhamos sob medida. O técnico visita a embarcação, modela tudo e, quando o piso chega para a Kapazi, ele volta para realizar a instalação– explicou Carol Rocha, da área comercial, durante o Rio Boat Show 2024

                              Foto: Descio Oliveira e Douglas Guimarães/Revista Náutica

                              Em seu vasto catálogo, a Kapazi oferece revestimentos para cada tipo de piso e modelo de barco e jet, além de possuir uma variada linha de acessórios náuticos, como tapetes flutuantes, chinelos summer, coolers e copos térmicos — para que o público de Brasília saia com tudo o que precisa para navegar com estilo.

                              Foto: Descio Oliveira e Douglas Guimarães/Revista Náutica

                              Brasília Boat Show

                              A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.

                              Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.

                               

                              A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.

                               

                              Anote aí!

                              Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
                              Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
                              Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
                              Mais informações: site do evento
                              GARANTA SUA ENTRADA

                               

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                                Semana de Vela: vento fraco desafiou equipes na Regata Mitsubishi Eduardo Souza Ramos

                                As regatas da 51ª Semana de Vela de Ilhabela (SIVI) começaram no último domingo (21), com disputas definidas no photo finish e após 12 horas no mar. Depois de um descanso na segunda-feira (22), nesta terça-feira (23) os barcos voltaram para as águas cristalinas da Capital da Vela, desta vez, para a Regata Mitsubishi Eduardo Souza Ramos.

                                Marcada pela instabilidade do vento e da correnteza, a regata que leva o nome do atleta olímpico e um dos maiores incentivadores da modalidade no Brasil exigiu paciência e testou o preparo dos 100 barcos inscritos na 51ª SIVI.

                                Foto: Flávio Perez | On Board Sports / Divulgação

                                Foi um dia difícil de vento. Muita correnteza de norte para o sul, que atrapalhava a largada. Eram as condições que a gente tinha– destacou Cuca Sodré, organizador técnico da SIVI

                                A comissão montou as boias no Canal de São Sebastião, bem na frente do Yacht Club de Ilhabela (YCI) e os resultados você confere a seguir.

                                Resultados da Regata Mitsubishi Eduardo Souza Ramos

                                ORC Geral

                                Com 100% de aproveitamento, o +Bravíssimo, de Luciano Secchin — que venceu a Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil — se deu melhor na ORC geral, seguido pelo Mago, de José Bartolucci e o Lucky Alforria, de Reginaldo Costa.

                                Foto: Flávio Perez | On Board Sports / Divulgação

                                Atualmente, a equipe capixaba lidera o campeonato, seguida pelos argentinos do Mago e pelos uruguaios do Albariño, de Marcelo Cipolina.

                                BRA-RGS

                                Na BRA-RGS, o Pangea, de Jorge Carneiro, cruzou a linha de chegada em primeiro lugar com tempo corrigido. Na sequência veio o Tanuki, de Rafael Terentin e o Zeus, de Paulo Moura.

                                Clássicos

                                Nos Clássicos, o barco de 40 pés Pepa XIX, de Manfred Kaufmann Jr, foi o vencedor. Logo atrás veio o Vendetta, de André Gick, e o Kamehameha, de Alberto Kunath.

                                Foto: Luhan Grolla | FOTOP / Divulgação

                                RGS Cruiser

                                A RGS Cruiser teve vitória gringa, com o barco argentino Náutico II, de Frederico Grunewald. O BL3 Urca, de Clauberto Andrade, ficou em segundo e o Pegasus, de Lucas Azambuja, em terceiro.

                                C-30

                                Na C-30, a comissão fez duas provas na mesma raia. O barco Relaxa, de Tomas Mangabeira, foi o primeiro a chegar, seguido pelo Tonka, de Demian Pons, e pelo Bravo, de Jorge Martinez.

                                Foto: Vinicius Branca | FOTOP / Divulgação

                                A liderança foi para as mãos do Tonka, que conta com Robert Scheidt na equipe.

                                 

                                A 51ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela continua nesta quarta-feira (24) com mais regatas em Ilhabela. No final do dia, às 17h, haverá a premiação dos vencedores das regatas Alcatrazes por Boreste – Marinha do Brasil e Toque-Toque.


                                51ª edição da Semana de Vela de Ilhabela

                                A Semana Internacional de Vela de Ilhabela é tida como a maior da modalidade na América do Sul. O evento reúne os principais nomes do esporte no país, divididos em barcos de diferentes tamanhos e classes.

                                Foto: Vinicius Branca / Divulgação

                                Neste ano, as regatas contarão com 100 veleiros de diversos estados do país, como Espírito Santo, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, além de estrangeiros da Argentina e Uruguai.


                                Serão mais de 20 regatas programadas em raias tradicionais como o Canal de São Sebastião, Ponta das Canas, Alcatrazes, Farol dos Moleques e Ponta das Selas.

                                 

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                                  Referência em revestimentos náuticos, Agroquímica levará oito opções ao Brasília Boat Show

                                  Por: Redação -

                                  Investir em um bom acabamento para barcos é fundamental para quem deseja unir conforto com segurança e durabilidade. É por isso que a Agroquímica São Gabriel desembarcará no Brasília Boat Show com oito opções de revestimentos náuticos da marca Kelson’s.

                                  De 14 a 18 de agosto, os visitantes do evento poderão conferir a diversidade de cores, texturas e aplicações dos produtos da empresa — no mercado desde 1995. Todas as opções possuem tratamento antifungo, capaz de evitar o aparecimento de mofo e impedir que o revestimento desbote.

                                  Foto: Revista Náutica

                                  Um dos modelos que mais chama a atenção é o Athenas Linho Juta, laminado sintético com acabamento similar ao tecido de linho que pode ser usado tanto nas paredes, quanto nos estofados dos barcos.

                                   

                                  Outros destaques são os revestimentos San Diego, ideal para móveis, Brasil Náutico, com cores similares a de carros esportivos, e Athenas Adamantium Neon, especialmente pensado para jets.

                                   

                                  Além deles, estarão expostos os modelos Athenas Náutico Cetim, Athenas Tifanny, Athenas Linho e San Diego para áreas internas e externas.


                                  Brasília Boat Show

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                                    Ímãs de curiosos e da vida marinha propriamente dita — que encontra nos destroços uma nova possibilidade de lar –, as antigas embarcações naufragadas encontradas no fundo do mar já se revelaram mesmo depois de 3 mil anos, aumentando as expectativas do que ainda pode ser encontrado oceano a dentro.

                                    Enquanto novos achados não surgem, confira a seguir os mais antigos naufrágios já registrados na história.

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                                    Encontrado em 2021, um naufrágio romano datado de 1,7 mil anos atrás surpreendeu pesquisadores ao ser achado na cidade de Cesareia, em Israel, carregado de artefatos antigos. Segundo o Instituto Armstrong de Arqueologia Bíblica, entre os objetos estavam centenas de moedas romanas de prata e bronze, além de estátuas e estatuetas.

                                    Foto: Israel Antiquities Authority / Divulgação

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                                    Preservado por uma camada de argila, os restos de uma embarcação de 2 mil anos atrás foram encontrados em 1986, na costa noroeste do Mar da Galileia, também em Israel. De acordo com o museu Yigal Allon Centre, após datação por radiocarbono, foi constatado que a embarcação datava entre 100 a.C. e 100 d.C.

                                    Foto: Yigal Allon Centre / Divulgação

                                    Dinamarca, 2,3 mil anos atrás

                                    Com quase 20 metros, 530 quilos e capacidade para 24 pessoas com armas e equipamentos, o barco Hjortspring foi encontrado no pântano de Hjortspring Mose, na Dinamarca, entre 1921 e 1922, após escavações. Projetado como uma grande canoa da Idade do Ferro pré-romana escandinava, indícios mostraram que a embarcação teria sido construída por volta de 300 a 400 aC.

                                    Foto: Knud Winckelmann / Wikimedia Commons / Reprodução

                                    Estados Unidos, 3 mil anos atrás

                                    Em 2022, uma canoa datada de 3 mil anos atrás foi encontrada o Lago Mendota, em Madison, Wisconsin, EUA. Com aproximadamente 4,4 metros, o antigo naufrágio foi esculpido a partir de um único pedaço de carvalho-branco, conforme informou a Sociedade Histórica de Wisconsin em comunicado.

                                    Foto: Wisconsin Historical Society / Divulgação

                                    Próximo ao local da descoberta, especialistas acreditam existir uma aldeia indígena submersa.

                                    Inglaterra, 3,5 mil anos atrás

                                    Tido como o “barco marítimo mais antigo conhecido do mundo” pelo Museu de Dover, um naufrágio de 3,5 mil anos atrás foi encontrado por trabalhadores que realizavam obras de uma ligação rodoviária em Dover, na Inglaterra, em 1992.

                                    Foto: Museu de Dover / Divulgação

                                    Conheça também as histórias de naufrágios já contadas pela equipe de NÁUTICA.

                                     

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                                      Por: Redação -

                                      O que um dia foi lixo e sucata poderá, em breve, se transformar em um veleiro potente, capaz de atravessar oceanos e enfrentar tempestades. Essa é a meta do ator alemão Daniel Roesner, que contratou um estúdio de design para tirar do papel seu ousado projeto de embarcação sustentável.

                                      Quem comprou a ideia foi a iYacht, que projetou o catamarã com materiais recicláveis e reciclados. Batizado de Hu’chu 55, o veleiro de 17 metros terá 90% do casco feito de sucata de alumínio.

                                      Nome do veleiro une o ‘Hu’, abreviação de Hunsrueck, onde Daniel cresceu, com ‘Chu’, referência ao local onde ele descobriu sua paixão pelo mar e surfe. Foto: iYacht/ Divulgação

                                      O metal será proveniente de uma série de itens, como placas de veículos, placas de trânsito, restos automotivos e de construção, latas de cosméticos e resíduos triturados em usinas de reciclagem. O Hu’chu 55 ainda incorporará madeira recuperada, cortiça reciclada e fibras naturais.

                                       

                                      Segundo Daniel, o veleiro feito de sucata será usado para explorar o mundo, produzir filmes e conduzir pesquisas oceânicas, focadas em proteção ambiental. O ator também carrega o desejo de atuar em parceria com universidades

                                      O barco será uma plataforma para pesquisa sustentável, aventura, filme e vida circular. Há muitos projetos inspiradores que me ajudaram a reunir ideias; espero que o Hu’chu 55 seja uma inspiração também– Daniel Roesner, à iYacht

                                      Sustentável por dentro e por fora

                                      Não é só a sucata usada na construção do casco que concederá a fama de amigo do meio ambiente ao veleiro. O catamarã também contará com um sistema de propulsão livre de emissões, composto por dois motores elétricos.

                                      Foto: iYacht/ Divulgação

                                      O conjunto de baterias será recarregado por painéis solares integrados ao barco e a energia limpa será usada para tudo — desde a alimentação dos equipamentos a bordo, como do estúdio de cinema que fará parte do veleiro, até o cultivo de vegetais em um amplo jardim.

                                       

                                      Essa horta, inclusive, será responsável por fornecer alimentos aos passageiros do Hu’chu 55. Outro detalhe que vale menção é a ausência de ar-condicionado — escolha de Daniel para evitar o alto consumo de energia. No lugar, vidro isolante e sistemas de ventilação garantirão o conforto térmico de quem estiver a bordo.

                                       

                                      Quanto à aparência, o exterior de metal deixará o veleiro com uma estética robusta, adequada ao propósito explorador que o conduzirá ao redor do mundo. Já o interior será decorado por tons de marrom e preto.


                                      Segundo a iYacht, a embarcação corresponde a um dos desafios mais sustentáveis e atraentes realizados pela empresa, que entregou cerca de 200 projetos nas últimas duas décadas. Uma equipe multidisciplinar foi escalada para cumprir com todos os requisitos de Daniel.

                                       

                                      Agora, o ator segue em busca de novos parceiros, patrocinadores e investidores que compartilhem do desejo de criar um veleiro feito de sucata. O próximo passo é encontrar estaleiros com experiência em alumínio, capazes de transformar a ideia em realidade.

                                       

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                                        Semana de Vela de Ilhabela: na BRA-RGS, vencedor cruzou linha de chegada após 12h de regata

                                        23/07/2024

                                        As regatas Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil e Toque-Toque por Boreste, de 55 e 23 milhas náuticas, abriram a 51ª Semana de Vela de Ilhabela (SIVI). No percurso mais curto — mas não menos desafiador –, o resultado saiu na base do photo finish. Já no Alcatrazes, os velejadores cortaram a madrugada no mar, com resultado definido na manhã desta segunda-feira (22).

                                        Os barcos das classes ORC e BRA-RGS partiram 12h10 do domingo (21) para enfrentar as 55 milhas náuticas da regata Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil — e alguns só voltaram com o raiar do dia em Ilhabela. Bem por isso, os velejadores foram recebidos durante toda a madrugada com sopa.

                                        Foto: Vinicius Branca | FOTOP / Divulgação

                                        Resultados Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil

                                        ORC

                                        Na ORC, o primeiro Fita-Azul do percurso foi o Crioula — que busca o tricampeonato da SIVI — mas, no tempo corrigido, melhores ventos para o +Bravíssimo, do Espírito Santo, seguido pelo argentino Mago e pelo uruguaio Albariño.

                                        É como se fosse um jogo, os grandes e mais rápidos vão explodindo minas ao longo do caminho e a gente conseguiu aproveitar essa informação e conseguir linhas melhores de vento– Alfredo Rovere, proeiro do +Bravíssimo

                                        BRA-RGS

                                        Na BRA-RGS, o Zeus, de Paulo Moura, foi o vencedor no tempo corrigido, após longas 12 horas de regata. Logo atrás dele veio o Pangea, de Jorge Carneiro, e o Barco Brasil, de José Guilherme Caldas. Na versão B, o melhor da Toque-Toque foi o Tanuki, de Rafael Torrentin.

                                        Após contornamos, tomamos a decisão de voltar mais próximo ao continente apostando na entrada do nordeste, e fomos muito felizes com essa tática. Conseguimos chegar muito bem e fazendo Fita-Azul– Gereba Carvalho, do Zeus

                                        Resultados Toque-Toque por Boreste

                                        C-30

                                        Marcada pela variação de vento em quase todo o percurso, a prova teve resultado apertado, após quatro horas de disputa. Melhor para o Loyalty 06, de Alex Leal (atual campeão da classe C-30), que superou o Relaxa, de Tomás Mangabeira, por apenas 10 segundos de vantagem nos metros finais — resultado definido no photo finish.

                                        Equipe do Loyalty 06. Foto: Neto Ilhabela | Fotop / Divulgação

                                        Completando o pódio da classe C-30 chegou o Tonka, liderado pelo medalhista olímpico Robert Scheidt.

                                        Foto: Vinicius Branca | FOTOP / Divulgação

                                        Clássicos

                                        Na Clássicos, o Vendetta, de André Gick, ganhou no tempo corrigido com seu Tratan 41 — após 7 horas e 34 minutos. Na sequência, vieram KamehaMeha, de Alberto Kunath e o Morgazek, de Michele D’Ippolito, que foi o Fita-Azul e é o homenageado da 51ª edição da SIV.

                                        Foram muitas horas, muitos desafios. A gente fez boas escolhas. Muita sorte e uma equipe sensacional que desempenhou um sincronismo, uma harmonia que gerou bons resultados– Michele D’Ippolito


                                        RGS Cruiser

                                        Na RGS Cruiser (antiga Bico de Proa), o Pegasus, de Lucas de Azambuja, foi o vencedor, seguido pelo João das Botas, de Nicacio Filho e o Náutico II, de Frederico Grunewald. São, ao todo, 25 veleiros nesta categoria.

                                        RGS-C

                                        Na RGS-C, o ganhador da Toque-Toque foi o Rainha , de Leonardo Pacheco, fechando as primeiras regatas da 51ª SIVI.

                                        Foto: Vinicius Branca | FOTOP / Divulgação

                                        51ª edição da Semana de Vela de Ilhabela

                                        A Semana Internacional de Vela de Ilhabela é tida como a maior da modalidade na América do Sul. O evento reúne os principais nomes do esporte no país, divididos em barcos de diferentes tamanhos e classes.

                                        Foto: Vinicius Branca / Divulgação

                                        Neste ano, as regatas contarão com 100 veleiros de diversos estados do país, como Espírito Santo, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, além de estrangeiros da Argentina e Uruguai.

                                         

                                        Serão mais de 20 regatas programadas em raias tradicionais como o Canal de São Sebastião, Ponta das Canas, Alcatrazes, Farol dos Moleques e Ponta das Selas.

                                         

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                                          Por: Redação -

                                          Mais de mil quilômetros separam Brasília da praia mais próxima, mas isso não impede que os moradores aproveitem belas águas para navegar, praticar esportes e relaxar. Isso, claro, só é possível graças ao Lago Paranoá, cartão postal da cidade e respiro em meio à vida urbana.

                                          Quem passa por lá se surpreende com as opções de diversão disponíveis, em atmosfera que contrasta com ternos, gravatas e com a correria do dia a dia na capital do Brasil. Bares, restaurantes e passeios compõem a orla do Lago Paranoá, que se estende por 80 km e ocupa uma área de 48 km².

                                          Por ironia do destino — ou não — o nome Paranoá, fruto da língua tupi, significa “enseada do mar”. Mas essa está longe de ser a única curiosidade a respeito desse ponto turístico, rico em história e cultura.

                                           

                                          Confira abaixo alguns ‘segredos’ do Lago Paranoá, que receberá o Brasília Boat Show de 14 a 18 de agosto.

                                          Lago Paranoá nem sempre existiu

                                          A ideia de criar um lago artificial surgiu no final do século 19, quando o engenheiro francês Auguste François Marie Glaziou percebeu o potencial da região. Cerca de 60 anos depois, o projeto foi adotado durante a construção de Brasília.

                                          Foto: Arquivo Público-DF/Divulgação

                                          Inicialmente, a obra estava nas mãos de uma construtora norte-americana — a Raymond Concrete Pile of the Americas –, mas por conta dos constantes atrasos que impediam a promessa de campanha de Juscelino Kubitschek, o contrato foi rescindido e passado para as empresas Novacap, Camargo Corrêa, Rabello e Engenharia Civil e Portuária.

                                           

                                          “Como inaugurar Brasília sem o lago tão amplamente anunciado e que, além do mais, seria a moldura líquida da cidade?”, disse o presidente, na época, segundo o Arquivo Público do Distrito Federal.

                                          Foto: Arquivo Público-DF/Divulgação

                                          Em 12 de setembro de 1959, no dia do aniversário do governante, a barragem foi inaugurada.

                                          Frota marítima extensa

                                          Segundo a Secretaria de Turismo do Distrito Federal, Brasília possui a 4ª maior frota náutica do país, com mais de 50 mil embarcações, ficando atrás apenas de São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro.

                                          Foto: Agência Brasília/ Reprodução

                                          Tanto que, no Lago Paranoá, é comum observar famílias em lanchas, jets e outras embarcações — usadas tanto para momentos de lazer quanto para a prática de esportes aquáticos.

                                          Vila submersa

                                          No local em que hoje está o Lago Paranoá, existia, na década de 1950, vilas que abrigavam, de forma temporária, operários envolvidos na construção de Brasília. Uma delas era a Vila Amaury, que possuía cerca de 16 mil trabalhadores e espaços como bares, restaurantes e até um pequeno parque de diversões.

                                          Vila Amaury. Foto: Arquivo Público-DF/Divulgação

                                          Porém, era sabido que, quando as obras da barragem do Lago Paranoá terminassem, todos deveriam deixar a vila — já que ela seria inundada. Na época, houve resistência por parte dos moradores, que só foram transferidos para outras regiões quando a água já avançava pela terra.

                                          Brinquedo submerso. Foto: Arquivo Público-DF/Divulgação

                                          Como as comportas da barragem fecharam no período de fortes chuvas, o lago rapidamente encheu e não houve tempo para remover o que sobrou da vila. Em 2017, mergulhadores fizeram registros que mostram as ruínas do local e até um ônibus submerso.

                                           

                                           

                                          Uma das pontes mais bonitas do mundo

                                          O Lago Paranoá abriga a ilustre Ponte Juscelino Kubitschek — também conhecida como Terceira Ponte ou simplesmente Ponte JK, inaugurada em 2002.

                                          Foto: Mariordo/ Wikimedia Commons/ Reprodução

                                          Sua estrutura com arcos assimétricos, que remetem ao movimento de uma pedra quicando no espelho d’água, lhe rendeu o título de uma das 27 pontes mais bonitas do mundo pela Condé Nast Traveler.

                                           

                                          A obra arquitetônica aparece ao lado de pontes famosas, como a Manhattan Bridge (EUA) e a Tower Bridge (Inglaterra).

                                          Ilhas no Lago Paranoá

                                          Outra curiosidade sobre o ponto turístico de Brasília é a presença de três pequenas ilhas.

                                           

                                          A maior é chamada Ilha do Paranoá e conta com cerca de 1,54 hectare e 110 metros de largura. A segunda é a Ilha Retiro, localizada a 85 metros da margem do lago, com cerca de 1 hectare.

                                          Ilha dos Clubes. Foto: EliasTheHorse/ Wikimedia Commons/ Reprodução

                                          Já a terceira e menor é a Ilha dos Clubes, com apenas 6 m². Ela fica próxima à ponte JK. As ilhas Paranoá e Retiro são declaradas como reserva ecológica por uma lei distrital de 1997.

                                          Capivaras à vista

                                          Esses bichinhos, alvos de tantos memes na internet, são comumente vistos às margens do Paranoá — e isso não é de agora. Segundo o Arquivo Público do DF, as capivaras fazem parte do cenário do lago desde a década de 1970.

                                          Foto: Envato

                                          Por serem animais generalistas e não correrem risco de extinção, as capivaras competem tranquilamente por espaço no lago e aproveitam as águas para dar um mergulho.


                                          Brasília Boat Show

                                          A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.

                                          Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.

                                           

                                          A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.

                                           

                                          Anote aí!

                                          Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
                                          Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
                                          Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
                                          Mais informações: site do evento
                                          GARANTA SUA ENTRADA

                                           

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                                            Há mais de 20 anos no mercado, a marca conta com mais de 4 mil itens cadastrados em seu catálogo, com produtos que atendem desde a montagem da embarcação, até os acessórios para personalizá-la.

                                            Foto: Acioni Cassaniga e Marcello Sokal / Revista Náutica

                                            Sediada no Espírito Santo, a Marine Center atende cerca de 90 estaleiros, além de lojistas, montadoras, construtoras e órgãos públicos em todo o Brasil. Conheça mais sobre a marca:

                                             


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                                              Por: Redação -

                                              Detalhes sobre a vida íntima de baleias-azuis, um dos maiores animais do mundo, vieram à tona por meio de imagens inéditas, flagradas no âmbito de uma pesquisa na Austrália. Entre as cenas, está a de uma baleia amamentando seu filhote.

                                              Na filmagem, é possível ver o pequeno animal se aproximar da mãe e permanecer junto a ela por alguns segundos enquanto se alimenta. Estima-se que um bebê-baleia chegue a consumir, por dia, cerca de 200 litros de leite.

                                              Baleia amamentando. Foto: Angel Lai / Expedição ‘Insider Divers’ 2022/ Reprodução

                                              O vídeo foi gravado no Timor-Leste, país do sudeste asiático, como parte do programa de pesquisa liderado, há dez anos, pela Universidade Nacional Australiana (ANU, na sigla em inglês).

                                               

                                              Segundo a professora Karen Edyvane, ecologista marinha e líder do projeto, as imagens da baleia amamentando — bem como as que as mostram namorando, defecando e em outras situações — são fundamentais para desvendar o mistério que, até então, encobriu a forma com que esses animais se reproduzem.

                                              Nosso projeto de uma década documentou alguns dos comportamentos reprodutivos íntimos menos conhecidos das baleias azuis, alguns pela primeira vez. É muito emocionante– Karen Edyvane, à ANU

                                              Confira abaixo o vídeo da baleia amamentando!

                                               

                                               

                                              Projeto descortina vida íntima das baleias-azuis

                                              Feitas com o auxílio de mergulhadores e drones, as imagens das baleias-azuis surpreendem não só a comunidade científica.

                                               

                                              Afinal, em outro vídeo, é possível ver com clareza um cetáceo defecando — ao passo que uma terceira gravação mostra dois animais em um “namoro íntimo”, como descrito na legenda. É ainda possível acompanhar as baleias brincando, repousando e nadando pelo mar.

                                              Baleia defecando. Foto: Zacarias da Cunha / ‘Baleia no Golfinhu iha Timor-Leste’/ Reprodução

                                              Embora feitas em 2022, as cenas só foram reveladas neste mês e estão disponíveis no site do projeto, batizado de Whales and Dolphins of Timor-Leste — ou Baleia no Golfinhu iha Timor-Leste, como é conhecido localmente. A exceção é o vídeo da baleia amamentando, publicado no ano passado pela Insider Divers, responsável pela gravação.


                                              De um modo ou de outro, somente agora os cientistas deram detalhes sobre as descobertas, cerca de três meses depois de apresentarem um estudo ao Comitê Científico da Comissão Baleeira Internacional (IWC).

                                               

                                              Desde 2014, o projeto da ANU avistou mais de 2.700 baleias-azuis, números que, em nível global, “são realmente extraordinários”, como destaca Edyvane.

                                               

                                              Náutica Responde

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                                                Navegar com estilo também tem sua importância, e a Growdeck estará na estreia do Brasília Boat Show para comprovar isso. Com soluções em pisos para diferentes tipos de embarcações, a marca fará parte da primeira edição do maior evento náutico do Centro-Oeste — que acontecerá de 14 a 18 de agosto, no Lago Paranoá.

                                                Uma das principais empresas em pisos náuticos no Brasil, a marca tem como ponto forte a personalização dos seus produtos, e já esteve presente em outros eventos Boat Show, como em São PauloRio de Janeiro e Itajaí (SC).

                                                Foto: Growdeck / Divulgação

                                                No Rio Boat Show 2024, a marca apresentou a novidade da placa frizada 2×1 (2 metros por 1) que, segundo Carlos Sousa, gerente comercial da Growdeck, só eles fabricam no Brasil. De acordo com o profissional, este material também é aplicado em jets, barcos de alumínio e iates — tanto em áreas internas quanto externas.

                                                Nosso diferencial no mercado de pisos é que nós somos fabricantes de EVA, e fazemos o EVA náutico, justamente para os pisos das embarcações. Só nós fabricamos o nosso próprio material– Carlos Sousa, gerente comercial da Growdeck

                                                Logo, é possível colocar o nome do barco, da marina, do modelo da embarcação e da cor que o cliente quiser, combinando “espessuras, texturas e combinações”, segundo a empresa.

                                                Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                                                No seu variado catálogo de soluções, a Growdeck tem diversas opções de deques, tapetes flutuantes, porta-celular/tablet em EVA e defensas do mesmo material, além de outros acessórios.

                                                Tapete flutuante da marca. Foto: Growdeck/ Divulgação

                                                Brasília Boat Show

                                                A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.

                                                Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.

                                                A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.

                                                 

                                                Anote aí!

                                                Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
                                                Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
                                                Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
                                                Mais informações: site do evento
                                                GARANTA SUA ENTRADA

                                                 

                                                Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                 

                                                Náutica Responde

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                                                  Sempre emocionante, recheada de surpresas e muita sincronia, a Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos é um dos momentos mais aguardados da maior evento esportivo do planeta. Neste ano, porém, as arquibancadas darão lugar ao cais, e o gramado, ao rio Sena. Isso porque, pela primeira vez na história, a celebração acontecerá fora de um estádio — e a bordo de 94 barcos.

                                                  No dia 26 de julho, a partir das 14h30 (horário de Brasília), cerca de 10,5 mil atletas cruzarão o centro de Paris por 6 km, passando por monumentos como a catedral de Notre-Dame, o Hotel de Ville, a sede da prefeitura e o Grand Palais, diante de um público estimado em 326 mil pessoas, além de 1,5 bilhões de espectadores ao redor do mundo.

                                                  Olimpíadas 2024 / Divulgação

                                                  Para que quem estiver fora da França possa ter o gostinho desse momento histórico, os 94 barcos que levarão as delegações estarão devidamente equipados com câmeras.

                                                   

                                                  Já para os milhares de visitantes esperados para a cerimônia, oitenta telões e alto-falantes ficarão estrategicamente posicionados, para transmitir cada detalhe.

                                                  Olimpíadas 2024 / Divulgação

                                                  Aliás, a celebração contará com entrada gratuita para grande parte do público que atracar em Paris, já que um lugar no cais superior dispensará a necessidade de ingressos.

                                                   

                                                  Por outro lado, os que desejarem acessar o cais inferior, da ponte Austerlitz à ponte Iéna, precisarão pagar pelas entradas — que atualmente custam a partir de 7,5 mil euros (cerca de R$ 44,5 mil reais em conversão realizada em junho de 2024).

                                                  Planejamento e “plano B” para a abertura das Olimpíadas

                                                  Apesar de um evento em um estádio não ficar imune a adversidades, uma Cerimônia de Abertura Olímpica no rio Sena, a bordo de embarcações, carrega muito mais possíveis complicações que o normal.

                                                   

                                                  Para se ter uma ideia, cada embarcação levará 45 minutos para percorrer o trajeto previsto — se tudo der certo –, cruzando a cidade de leste a oeste, sob a escolta de botes da guarda costeira e de 45 mil policiais civis e militares.

                                                  Olimpíadas 2024 / Divulgação

                                                  O clima, porém, é quem detém o maior poder de mudar toda essa estrutura. Nas últimas semanas, o mau tempo fez com que o nível do Sena subisse, o que impediu a realização de alguns testes. Mas Amélie Oudéa-Castera, ministra do Esporte da França, confia que a chegada do verão mudará esse cenário.

                                                  A condição meteorológica vai melhorar, menos chuva, mais calor, isso vai nos ajudar para o sucesso deste plano de ação– afirmou a ministra

                                                  De qualquer forma, a França já se organizou para mudar a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos caso imprevistos aconteçam. Entre as alternativas está a diminuição do número de espectadores ou, em último caso, se a parada fluvial não for possível, pode haver um desfile de atletas sobre a ponte de Iéna, entre a torre Eiffel e o Trocadéro.

                                                   

                                                  Mas, ao que depender de Amélie, “é o plano ‘A’ que irá acontecer, o que não nos impede de antecipar outros cenários. Um plano ‘B’ ou ‘C’ são possíveis, mas até este momento, eles não têm razão de ser acionados”.

                                                  A poluição do Sena: maior desafio de Paris 2024

                                                  A organização das Olímpiadas de Paris 2024 tirou de letra o prazo de entrega das arenas temporárias, conseguindo respeitar o cronograma previsto. Mas uma peça específica de toda a enorme estrutura que envolve a maior competição do planeta — quase — ficou fora do lugar e causou preocupações: a limpeza do rio Sena.

                                                  Além de palco de abertura dos Jogos, o rio sediará as provas de maratona aquática e natação do triatlo. A ideia da organização era deixar as águas ideais para uso dos atletas até a data de início das competições, cronograma que ficou por um fio quando autoridades foram surpreendidas pelas mudanças climáticas, que levaram a Paris o início de ano mais chuvoso dos últimos 30 anos.

                                                   

                                                  Entre janeiro e março de 2024, a capital francesa teve uma média 220 mm de precipitação, valor próximo de 1995, quando choveu quase 250 mm, de acordo com a base de dados do site meteorológico Infoclimat — um recorde para o período do ano.


                                                  Com isso, não só a qualidade da água mas o nível do rio deu à organização do evento o seu maior desafio. A ministra Amélie, contudo, confiou no plano de ação pensado há anos para a realização das Olimpíadas que, segundo ela, teve “meios importantes mobilizados e orquestrados pela prefeitura da região.”

                                                  Nós estamos confiantes da nossa capacidade de manter o calendário das provas como ele foi colocado na cena– disse ela durante um evento-teste com parte dos barcos

                                                  Cumprindo com o previsto, em 13 de julho — 13 dias antes da abertura –, a ministra pulou nas águas do Sena acompanhada de Alexis Hanquinquant, triatleta profissional que não disputará os Jogos, visando provar que a qualidade da água está em condições de receber os atletas.

                                                  Foto: X / Amélie Oudéa Castéra / Reprodução

                                                  O êxito na limpeza do Sena de deve muito ao projeto Bassin D’Austerlitz, um grande tanque construído para conter as águas da chuva e evitar que ela se misture com os esgotos despejados no rio. Com investimento de cerca de 1,4 mil milhões de euros, a iniciativa prevê criar condições para que o grande público possa mergulhar no Sena a partir de 2025.

                                                   

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                                                    22/07/2024

                                                    Os amantes de aventuras nas águas acabam de ganhar mais um motivo para conhecer o primeiro Brasília Boat Show, marcado para acontecer de 14 a 18 de agosto. Confirmadíssima para o evento, a BRP desembarcará com a linha completa da Sea-Doo, com jets e pontoons para todos os gostos.

                                                    Quem fará a ponte com os visitantes é a Villa Náutica, concessionária com loja em Brasília. No estande da empresa, haverá opções de motos aquáticas para diferentes necessidades, com opções focadas em desempenho, esportes e muito mais.

                                                    Foto: Divulgação

                                                    Quanto aos pontoons, ambos os modelos da Sea-Doo atracarão no Brasília Boat Show, o primeiro do Centro-Oeste: o Switch Cruise, testado pela equipe de NÁUTICA e focado em conforto para toda a família, e o Switch Sport, equipado com recursos para esportes aquáticos.

                                                     

                                                     

                                                    A Villa Náutica também pretende exibir no Brasília Boat Show os famosos UTVs e ATVs da Can-Am, marca pertencente à BRP.


                                                    Brasília Boat Show

                                                    A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.

                                                    Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.

                                                     

                                                    A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.

                                                     

                                                    Anote aí!

                                                    Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
                                                    Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
                                                    Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
                                                    Mais informações: site do evento
                                                    GARANTA SUA ENTRADA

                                                     

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                                                      De 14 a 18 de agosto, um mundo de novas possibilidades na água se abrirá para o público do Centro-Oeste brasileiro. Isso porque, durante esses cinco dias, a capital do Brasil receberá sua primeira edição do Brasília Boat Show, salão náutico que levará grandes novidades desse mercado às águas do Lago Paranoá. Entre as marcas participantes está a Yamaha, que atracará no evento com motores e WaveRunners.

                                                      Com fábrica no Brasil, a Yamaha comercializa motores de popa que incorporam alta tecnologia para atender às mais variadas aplicações, uma vez que seus equipamentos vão dos 4 hp aos 425 hp — padrão que se repete nos famosos WaveRunners, com uma extensa linha que atende dos navegadores iniciantes aos profissionais.

                                                      Foto: Acioni Cassaniga e Marcello Sokal / Revista Náutica

                                                      Recentemente, a marca esteve presente no Marina Itajaí Boat Show 2024. Por lá, a Yamaha escolheu apresentar ao público do Sul toda sua linha de motores grandes, com equipamentos que foram dos 200 hp aos 400 hp.

                                                      Foto: Descio Oliveira e Douglas Guimarães/Revista Náutica

                                                      A linha completa de WaveRunners da marca também atracou por lá — incluindo o SuperJet, modelo de pilotagem em pé já testado por NÁUTICA.


                                                      Tendo o lago Paranoá como um verdadeiro point dos usuários de jet, as expectativas quanto ao que a Yamaha levará ao Brasília Boat Show são altas — e certamente serão atendidas, afinal, já são quase 70 anos de história sobre as águas.

                                                      Brasília Boat Show

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                                                      Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
                                                      Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
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                                                        Todos os ventos sopram para a 51ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela (SIVI), que teve início na última sexta-feira (17) e vai até o próximo sábado (27). Neste domingo (21), a regata de abertura Toque-Toque por Boreste, da classe C-30, entusiasmou os amantes da modalidade, com resultado definido no photo finish.

                                                        Marcada pela variação de vento em quase todo o percurso, a prova de estreia — com 23 milhas náuticas — teve resultado apertado, após quatro horas de disputa. Melhor para o Loyalty 06, de Alex Leal (atual campeão da classe C-30), que superou o Relaxa, de Tomás Mangabeira, por apenas 10 segundos de vantagem nos metros finais.

                                                        Foto: Luhan Grolla | Fotop / Divulgação

                                                        Foi uma disputa intensa até o final da regata. Qualquer metrinho, qualquer soprinho de rajada fazia diferença, porque o vento foi diminuindo– contou Mário Tinoco, atleta da seleção brasileira de vela SSL

                                                        Completando o pódio da classe C-30 chegou o Tonka, liderado pelo medalhista olímpico Robert Scheidt.

                                                        Scheidt e equipe. Foto: Neto Ilhabela | Fotop / Divulgação

                                                        Os veleiros das classes ORC e BRA-RGS, por sua vez, realizaram a regata Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil, completando um total de 55 milhas náuticas, e aguardam o cálculo que definirá o vencedor, conhecido como rating.


                                                        O rating é um número que baliza o tempo ideal em que um veleiro com as características medidas deve velejar em um determinado tempo de regata. Ao final da prova, o tempo real de chegada é multiplicado por esse rating, determinando o tempo corrigido daquele veleiro.

                                                        Foto: Vinicius Branca / Divulgação

                                                        As regatas da SIVI voltam nesta na terça-feira (23) para o segundo dia valendo pontos, que entrarão no sistema high point: o barco que terminar em primeiro lugar receberá pontos equivalentes à quantidade de inscritos na sua classe. O segundo lugar receberá o número total de inscritos menos um ponto e assim sucessivamente.

                                                        Resultados da classe C-30

                                                        1 – Loyalty 06, de Alex Leal, com 10,50;

                                                        2 – Relaxa, de Tomas Mangabeira, com 9,00;

                                                        3 – Tonka, de Demian Pons, com 7,50;

                                                        4 – Caiçara, de Marcos de Oliveira Cesar, com 6,00;

                                                        5 – Kaikias EMS, de Daniel Hilsdorf, com 4,50;

                                                        6 – Bravo C30, de Jorge Martinez, com 3,00;

                                                        7 – Kairos, de Sophia Setti, com 1,50.

                                                        51ª edição da Semana de Vela de Ilhabela

                                                        A Semana Internacional de Vela de Ilhabela é tida como a maior da modalidade na América do Sul. O evento reúne os principais nomes do esporte no país, divididos em barcos de diferentes tamanhos e classes.

                                                        Foto: Vinicius Branca / Divulgação

                                                        Neste ano, as regatas contarão com 100 veleiros de diversos estados do país, como Espírito Santo, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, além de estrangeiros da Argentina e Uruguai.

                                                         

                                                        Serão mais de 20 regatas programadas em raias tradicionais como o Canal de São Sebastião, Ponta das Canas, Alcatrazes, Farol dos Moleques e Ponta das Selas.

                                                         

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                                                          Uma equipe composta por arqueólogos, antropólogos e engenheiros resolveu usar escritos sumérios encontrados em antiga tábua de argila para replicar um barco da Idade do Bronze — cerca de 2100 anos a.C. A ideia não só deu certo, como conseguiu levar a embarcação para a água.

                                                          O material que norteou os especialistas é originário da cidade suméria de Girsu, construída pelos antigos sumérios, responsáveis pela invenção da escrita, dos primeiros códigos legais e detentora de muitos avanços tecnológicos, como a medição de tempo.

                                                          Foto: Departamento de Cultura e Turismo de Abu Dhabi / Divulgação

                                                          Através da espécie de “lista” dos materiais necessários para a construção da embarcação, com base em ilustrações do período e com a ajuda de construtores navais, a equipe saiu em busca de itens autênticos para a construção do barco milenar.

                                                          Foto: Emily Harris / Museu Nacional Zayed / Divulgação

                                                          Esse, inclusive, foi um dos passos mais desafiadores enfrentados pelos especialistas, uma vez que a lista incluía materiais como fibra de palmeira, pelo de cabra, juncos, quatro tipos de madeira, couro, esteiras de folhas de palmeira e decks de nervuras de palmeira, óleo de linhaça, óleo de gergelim e betume.


                                                          O processo de construção

                                                          Para construir a embarcação de mais de 4 mil anos foram usadas ferramentas manuais, deixando de lado as técnicas modernas. O casco externo da embarcação levou nada menos que 15 toneladas de juncos encharcados e despojados de suas folhas, antes de serem esmagados e amarrados em longos feixes com corda feita de fibra de palmeira.

                                                          Nós projetamos o navio usando uma combinação de evidências textuais, iconográficas e arqueológicas da região– Peter Magee, diretor do Museu Nacional Zayed, em entrevista à Newsweek

                                                          O pelo de cabra, presente na “receita” para a construção da embarcação, foi usado para a fabricação da vela do barco, que alcançou 127 kg e exigiu uma força-tarefa de mais de 20 pessoas para içá-la. Outro número que chamou atenção no processo de construção foi o de tentativas para chegar ao betume perfeito para impermeabilização: mais de 100.

                                                          Foto: Emily Harris / Museu Nacional Zayed / Divulgação

                                                          No final, tudo deu certo e, em uma viagem de cinco dias e 92 km pela costa de Abu Dhabi, o “Magan”, de 18 metros de comprimento, foi testado e aprovado pela equipe. “Quando rebocamos o barco do píer pela primeira vez, fomos muito cuidadosos. Não há pregos, parafusos, nem metal algum. Então, eu estava com medo de danificá-lo”, lembra Marwan Abdullah Al-Marzouqi, um dos capitães do navio.

                                                          Quando começamos a navegar, logo percebi que era uma estrutura muito forte. Fiquei surpreso com a forma como algo tão pesado conseguia se mover tão suavemente no mar– destacou Marwan 

                                                          Agora armazenado em um hangar, o Magan aguarda a conclusão das obras do Museu Nacional Zayed, na Ilha Saadiyat, em Abu Dhabi, para em breve integrar o acervo da instituição. O intuito é levar aos visitantes a história marítima do Golfo Pérsico e as conexões culturais possibilitadas graças à navegação.

                                                           

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                            21/07/2024

                                                            Mesmo longe do mar (a praia mais próxima fica a mais de 1 000 quilômetros de distância), Brasília já é dona da quinta maior frota de barcos de lazer do país: são 53.316 lanchas, jets, veleiros e pequenos barcos a motor registrados na Capitania Fluvial de Brasília, que compreende o Distrito Federal e algumas localidades de Goiás. Motivo de sobra para a capital do país sediar, de 14 a 18 de agosto, o primeiro Brasília Boat Show.

                                                            Com formato “boutique” — um tipo de exposição mais íntima e de alto padrão — a edição de estreia do Boat Show em Brasília promete ser um sucesso. Marcas como NX Boats, Fibrafort, Ventura, Mestra Boats, Yamaha e BRP já confirmaram presença no salão, e anunciaram que exibirão seus barcos em seco e na água, a maioria disponível para test-drive.

                                                            Marina Itajaí Boat Show, em Santa Catarina, também acontece no formato boutique. Foto: Revista Náutica

                                                            Falando em testes na água, o lugar para abrigar o primeiro Brasília Boat Show não poderia ser mais perfeito: o Paranoá, lago que abraça a cidade de norte a sul e se destaca como um epicentro de lazer e esportes. Como quase nunca chove entre abril e setembro e o clima é ameno no resto do ano, é uma diversão garantida.

                                                            Foto: Envato

                                                            Criado artificialmente durante a construção de Brasília — sem ele, o clima seco da cidade tornaria o ar irrespirável — e inaugurado em setembro de 1959 durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek, com volume de água equivalente a 30% da Baía de Guanabara, o Paranoá é ponto de encontro de lanchas, jets e de praticantes de remo, vela e kitesurf. É clima de praia em pleno cerrado.

                                                            Foto: Mariordo/ Wikimedia Commons/ Reprodução

                                                            “O Lago Paranoá é um cartão-postal brasileiro e excelente para navegação o ano todo, sem falar dos rios e outras vias navegáveis que embelezam o Centro-Oeste”, conta o presidente do Grupo Náutica, Ernani Paciornik, responsável pela chegada do Boat Show a Brasília, com o objetivo de expandir ainda mais as atividades náuticas no país.


                                                             

                                                            O crescente do número de barcos no Paranoá provocou até o surgimento de pontos de encontro semelhantes às baladas diurnas de verão que ocorrem na Praia do Dentista, em Angra, e na enseada do Caixa d’Aço, em Porto Belo, Santa Catarina.

                                                             

                                                            Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nas últimas décadas a região Centro-Oeste passou a ocupar o topo da lista da renda nacional, à frente das regiões Sul e Sudeste. Com isso, o desejo de muitos moradores da Capital Federal pelo mundo náutico cresceu e a navegação passou a ser um dos estilos de vida favoritos.

                                                            Parque da Cidade, em Brasília. Foto: Instagram @parquedacidadebsb / Reprodução

                                                            Outro dado importante: segundo a PNAD-C (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), no ano de 2023, a unidade federativa com a maior renda média do Brasil foi o Distrito Federal, à frente de São Paulo.

                                                             

                                                            Alguma dúvida de que o primeiro Brasília Boat Show vai ser um sucesso?


                                                            Brasília Boat Show

                                                            A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.

                                                             

                                                            Anote aí!

                                                            Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
                                                            Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
                                                            Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
                                                            Mais informações: site do evento
                                                            GARANTA SUA ENTRADA

                                                             

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