Vento dá trégua e barco chega ao fim do mundo: veja 6° episódio de saga rumo à Antártica

Com motor Yanmar, série "Endurance 64: o veleiro polar" estreia novo capítulo! Confira destinos incríveis e expectativa para Passagem de Drake

29/05/2025

Atenção, tripulantes: “fim do mundo” à vista! No 6º episódio de “Endurance 64: o veleiro polar”, série especial de NÁUTICA em parceria com a Yanmar, a tripulação explora Ushuaia, na Argentina, e Puerto Williams, no Chile — destinos no pedacinho final das Américas e conhecidos como “fim do mundo”. A estreia do novo capítulo é nesta quinta-feira (29), às 20h, no Canal NÁUTICA do YouTube.

Embora o mar seja o habitat natural dos envolvidos nessa aventura, ventos com rajadas de até 50 nós colocaram a tripulação para praticar a resiliência em terra firme.

 

 

A espera por melhores condições de navegação passou longe de ser uma angústia, até porque, navegar também é sobre saber esperar — e os destinos no solo não decepcionaram.

Tripulação aproveitou destinos deslumbrantes em terra no 6º episódio da série “Endurance 64: o veleiro polar”. Foto: Revista Náutica

Em Ushuaia, trilhas, montanhas, cachoeiras, neve e uma natureza deslumbrante emolduravam o cenário longe do mar. A espera ainda permitiu que a tripulação aproveitasse para abastecer, fazer compras e analisar a melhor janela para partir para o Chile, em busca de uma autorização para poder usar ilhas como Horn e Herschel, ambas no arquipélago da Terra do Fogo e próximas ao Cabo Horn.

Foto: Revista Náutica

A temida Passagem de Drake se aproxima

Mesmo com o charme da neve sob o céu azul e o dourado do sol embelezando a vista, a passagem de Drake parecia pairar no horizonte. Afinal, ainda que fora de vista, a Antártica se aproxima — e esse trecho, em especial, promete fortes emoções para a tripulação do Endurance 64.

Foto: Revista Náutica

Ao cruzar mais uma fronteira, desta vez para o Chile, o também chamado estreito de Drake já exige que os membros dessa viagem voltem olhares para orientações técnicas, previsões do tempo e conselhos de quem já passou por lá.

Foto: Revista Náutica

As máquinas por trás da aventura à Antártica

Com 64 pés de comprimento e casco de alumínio, o veleiro Endurance 64 abrigou por três meses  os navegadores desta expedição à Antártica, exibida na série do Canal Náutica.

Veleiro Endurance 64 abrigou tripulação por três meses durante expedição
Veleiro Endurance 64 abrigou tripulação por três meses durante expedição. Foto: Guilherme Kodja / Arquivo pessoal

Projetado por Thierry Stump, um belga que adotou o Brasil como lar, e totalmente reformado no ano de 2021, o barco homenageia, com seu nome, a lendária embarcação Endurance, de Sir Ernest Shackleton — o mais famoso navegador apaixonado pela Antártica.

 

Para garantir o sucesso da expedição polar que deu origem à nova série de NÁUTICA, o Endurance 64 recebeu o motor 4LHA-STP da Yanmar.

Para série náutica de expedição à Antártica, o Veleiro Endurance 64 navega com o motor 4LHA-STP da Yanmar
Endurance 64 navega com o motor 4LHA-STP da Yanmar. Foto: Guilherme Kodja / Arquivo pessoal

Segundo a marca japonesa, o equipamento pode ser utilizado como reversor ou rabeta e ainda serve a alguns barcos de lazer — como lanchas de 36 pés com montagem de parelha.

 

A parceria da tecnologia da Yanmar somada às expertises dos tripulantes permitiram que a viagem ao continente mais gelado do planeta fosse um sucesso. Você confere a saga completa de “Endurance 64: o veleiro polar” no Canal Náutica do YouTube. Inscreva-se e ative o sininho para não perder nenhum capítulo dessa emocionante expedição.

 

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    Pesquisadores são surpreendidos por erupção vulcânica embaixo d’água; entenda o fenômeno

    Registro foi feito na área hidrotermal de Tica, a 2.500 m de profundidade, próximo da Costa Rica

    Por: Nicole Leslie -
    28/05/2025

    Pesquisadores da Universidade de Delaware foram surpreendidos por uma erupção vulcânica no fundo do mar. A equipe realizava uma expedição na área hidrotermal de Tica — localizada a cerca de 2.500 metros de profundidade e a centenas de quilômetros a oeste da Costa Rica — quando notou que, de um dia para o outro, a região havia sido tomada por lava.

    O grupo investigava como as fontes hidrotermais influenciam o movimento do carbono orgânico dissolvido nas profundezas oceânicas. Para isso, os cientistas embarcavam em grupos de três pessoas no Alvin — submersível operado pela Woods Hole Oceanographic Institution (WHOI), de propriedade da Marinha dos EUA — para coletar amostras e imagens do leito marinho.

     

    No último dia 28 de abril, os pesquisadores mergulharam na fonte hidrotermal de Tica e registraram um ecossistema que há anos se mantinha estável: vibrante, colorido e povoado por mexilhões, caranguejos, vermes tubulares, peixes e outros animais que vivem em torno das fontes hidrotermais.

    Área hidrotermal de Tica após erupção. Foto: Universidade de Delaware / Reprodução

    Essas fontes expeliam fluidos extremamente quentes — acima de 430 °C — ricos em compostos químicos e sulfeto de hidrogênio. Embora a atividade hidrotermal fosse conhecida, as erupções de lava na região aconteciam com intervalos de até 20 anos.

     

    Para surpresa da equipe, apenas um dia depois de visitarem o local, em 29 de abril, o cenário havia mudado completamente. Assista ao antes e depois da erupção no fundo do mar:

     

     

    Tica quase desapareceu completamente– afirmou Andrew Wozniak, professor e líder da pesquisa

    O ecossistema colorido foi coberto por lava, já endurecida pelas águas frias do fundo oceânico. A mudança abrupta abriu caminho para novas pesquisas sobre vulcanismo submarino, agora com a oportunidade inédita de estudar uma erupção em tempo real.

    Isso nos dará uma noção melhor de quais são os precursores de uma erupção– explicou o geólogo marinho Dan Fornari

    Embora a erupção no fundo do mar tenha surpreendido, ela não foi totalmente inesperada. Os cientistas já monitoravam sinais de atividade há mais de sete anos e haviam planejado a expedição justamente com a expectativa de registrar alguma novidade sobre o evento vulcânico.


    A bordo do Alvin, uma equipe coletou dados e amostras frescas antes de encerrar a missão — aproveitando a oportunidade única, mas também respeitando o limite de segurança, já que a região estava com temperaturas mais elevadas do que o habitual.

     

    O piloto de Alvin, Kaitlyn Beardshear, revelou na publicação da Universidade, que existem limites de temperatura para garantir a segurança do submarino e da tripulação.

    Quando vimos um brilho laranja cintilante em algumas das rachaduras, isso confirmou que a erupção vulcânica ainda estava em andamento– revelou o piloto

    Por fim, Beardshear decidiu voltar à superfície antes de atingirem o limite de temperatura. Mas, o tempo que ficaram próximos ao fenômeno foi suficiente para coletar dados importantes para a ciência. A pesquisa também contou com a participação de cientistas da Rensselaer Polytechnic Institute e da Middle East Technical University.

    À esq., um pedaço de lava ainda não congelada pela água. Foto: Universidade de Delaware / Reprodução

    Ecossistemas que renascem da destruição

    Embora os detalhes sobre o comportamento das erupções em Tica ainda sejam limitados, pesquisadores já sabem que esses fenômenos ocorrem em ciclos: a lava cobre tudo, destrói o ecossistema, e, com o tempo, a vida volta a emergir.

    Testemunhamos o fim da parte viva e vibrante desta comunidade. Foi destrutivo, mas, ao mesmo tempo, é uma oportunidade de renascimento– Sasha Wagner, professora assistente na pesquisa

    Tica já passou por três erupções desde 1991, com intervalos de 15 a 20 anos. Até agora, porém, os efeitos dessas explosões só haviam sido documentados meses ou anos após o ocorrido. Esta é a primeira vez que os cientistas poderão estudar um evento praticamente em tempo real.

     

    O que se sabe é que, após a destruição, a vida recomeça com tapetes de bactérias que transformam os compostos químicos das fontes hidrotermais em matéria orgânica. Essa matéria serve de alimento para animais maiores, e, aos poucos, novas colônias se instalam, dando origem a um novo ecossistema.

     

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      Fóssil de “monstro marinho” encontrado em 1988 no Canadá é identificado

      Espécie de elasmossauro viveu há cerca de 85 milhões de anos e teve características surpreendentes

      Após 85 milhões de anos no solo, um fóssil de elasmossauro foi encontrado no rio Puntledge, na Ilha de Vancouver, no Canadá, dando início a um mistério. Isso porque, apesar de estar notavelmente completo, o fóssil possuía uma considerável degradação em um de seus lados. Isso somado a sua aparência incomum lhe rendeu o apelido de “monstro marinho”.

      “De longe parecia bom”, disse à BBC Science Focus o professor F. Robin O’Keefe, paleontólogo da Marshall University e autor principal do estudo que identificou o animal décadas depois.

      Quanto mais você se aproximava, mais triste ficava, como sorvete derretido. Isso tornava quase impossível identificá-lo– explicou o professor

      Foto: Robert O. Clark / Divulgação

      Os pesquisadores ficaram quase 40 anos com “a faca e o queijo na mão” até finalmente conseguirem identificar a qual animal pertencia o fóssil. A solução veio do esqueleto de um filhote, desenterrado recentemente. “Ele estava muito bem preservado e isso nos permitiu confirmar algumas das características estranhas do fóssil adulto”, disse O’Keefe.

      Foi a adição desse segundo esqueleto que tornou possível atribuir esse bicho [o fóssil] a uma nova espécie– destacou

      Monstro marinho era um elasmossauro

      Com nada menos que 12 metros, o fóssil misterioso foi definido como da espécie Traskasaura sandrae, um elasmossauro de pescoço longo predador que viveu ao lado dos dinossauros. Sua anatomia peculiar e seu estilo raro de caça, contudo, continuaram impressionando os pesquisadores mesmo após a descoberta, já que muitas particularidades definem o “monstro marinho”.

      Foto: Robert O. Clark / Divulgação

      Entre elas está a estrutura dos ombros, que se abre para baixo — diferente de qualquer outro elasmossauro conhecido. O animal provavelmente tinha 36 vértebras cervicais, com pelo menos 50 ossos no pescoço. As nadadeiras, em formato de asas de avião invertidas, com a superfície mais curva na parte inferior em vez da superior, “ajudava a acentuar o movimento de subida quando ele mergulhava”, explicou O’Keefe.


      Isso sugere outra característica impressionante: a de que o Traskasaura caçava mergulhando sobre a presa de cima para baixo. “Se você pensar em répteis nadando na água, a luz sempre vem de cima, então os animais tendem a caçar para cima porque estão olhando para presas silhuetadas contra a luz da superfície. Esse animal não fazia isso”, ressalta O’Keefe.

       

      Suas presas, envoltas no estilo de caça envolvente, provavelmente incluíam amonites — parentes extintos das lulas e polvos atuais, com conchas em espiral — que ele esmagava com dentes pesados e afiados.

       

      Apesar de grande, esse monstro marinho não era o predador dominante, uma vez que podia ser vítima de mosassauros maiores. A espécie foi extinta junto a todos os outros dinossauros na grande extinção em massa há cerca de 66 milhões de anos, causada por um asteroide.

       

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        Campeonato tradicional em Hong Kong: conheça a corrida de barcos-dragão

        Neste ano, competição acontece nos dias 7 e 8 de junho

        Por: Nicole Leslie -

        Um dos eventos mais tradicionais de Hong Kong está prestes a agitar a cidade unindo esporte, cultura e diversão. A Corrida Internacional de Barcos-Dragão Sun Life — uma espécie de prima gringa da Festa Junina brasileira — está marcada para os dias 7 e 8 de junho.

        O campeonato transforma o Porto de Victoria ao longo de uma semana, desde o dia 31 de maio até o encerramento das provas, com uma série de atrações culturais.

        Corrida de barcos-dragão em Hong Kong

        A competição consiste em uma corrida de barcos a remo decorados sob a temática de dragões chineses, realizada em uma pista aquática de 500 metros no Porto de Victoria.

        Foto: Conselho de Turismo de Hong Kong / Reprodução

        A disputa oferece premiações em dinheiro aos nove primeiros colocados em diversas categorias, com valores que variam de US$ 600 a US$ 10 mil — de R$ 3,3 mil a R$ 56,4 mil aproximadamente, conforme conversão feita em maio de 2025.

         

        As inscrições aceitam equipes masculinas, femininas e mistas, tanto locais quanto internacionais, além de grupos convidados e categorias especiais. Algumas delas exigem taxa de participação. O processo é feito pelo site oficial do evento, onde também estão disponíveis os editais com todas as regras de participação.

        Foto: Conselho de Turismo de Hong Kong / Reprodução

        Esporte, cultura e diversão

        Enquanto os barcos — com estruturas semelhantes às canoas havaianas conhecidas no Brasil — cortam as águas, o público acompanha tudo da margem, em meio a uma atmosfera vibrante.

        Foto: Hong Kong China Dragon Boat Association (HKCDBA) / Reprodução

        A área seca do Porto de Victoria se transforma em um grande festival, com estandes de comidas e bebidas típicas, experiências imersivas, exposições temáticas e apresentações culturais.

         

        Neste ano, o evento acontece diariamente das 13h às 22h, com entrada gratuita para o público. E para quem não puder assistir de perto, haverá transmissão da corrida no canal 32 da televisão de Hong Kong, uma iniciativa do Conselho de Turismo de Hong Kong.

         

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          Estaleiro anuncia megaiate explorador capaz de navegar no Ártico

          Feito sob encomenda, barco foi construído para realizar sonho do proprietário e "ser visto do espaço sideral"

          Chegou a hora da gigante holandesa Feadship entrar na “brincadeira” dos iates exploradores! O estaleiro já chega com os dois pés na porta, anunciando o lançamento do Valor, um megaiate de 262 pés (80 metros de comprimento) que promete emissão zero nas primeiras 48 horas de navegação.

          Por incrível que pareça, esse barco foi construído para um cliente fiel da Feadship, que terá um modelo exclusivo para chamar de seu. Nada modesto, ele tinha uma pequena exigência: que sua encomenda fosse algo que pudesse ser reconhecível do espaço sideral.

          Megaiate Valor. Foto: Feadship/ Divulgação

          Na verdade, ele também tinha outra condição: que a embarcação fosse capaz de transitar pela Passagem Noroeste, via marítima acima do Círculo Polar Ártico. Dito e feito! O barco está equipado com uma faixa de gelo de dois metros acima e abaixo da linha d’água, o suficiente para garantir que o sonho do proprietário possa ser realizado.

           

          Além disso, o megaiate explorador tem geradores de calor que podem reciclar e capturar energia latente (que é a energia térmica envolvida durante uma mudança de estado físico onde não há alteração na temperatura). Essa tecnologia permite que o Valor gerencie as condições extremas do Ártico.

          Segundo a marca, o super barco ainda tem um dos sistemas de propulsão para iates “mais ecológicos e eficientes disponíveis atualmente”. O Feadship 715 — como também é chamado — carrega um sistema de propulsão diesel-elétrico alimentado à bateria.

           

          Como complemento, ainda tem um painel solar de alta eficiência montado em seu longo mastro, que extrai energia adicional sem gerar carbono. Além disso, o megaiate explorador é capaz de operar por até dois dias apenas com bateria, que permite uma navegação silenciosa e livre de emissões.

          Megaiate Valor. Foto: Feadship/ Divulgação

          Por falar em energia, o Valor a extrai de quatro geradores ultra eficientes de velocidade variável, conectados a uma rede elétrica CC e a um banco de baterias de íons de lítio refrigerado a água.

           

          Toda essa operação resulta em cinco vezes menos fornecimento de energia elétrica do que o Savannah, primeiro superiate híbrido do mundo, lançado em 2015. Segundo a marca, o barco terá testes utilizando biocombustível de óleo vegetal hidrotratado (HVO), que promete reduzir as emissões de carbono em até 90%.

          Tem o seu Valor

          As inspirações do proprietário — que é americano, mas não teve a identidade revelada — deste megaiate explorador não poderiam ser mais bélicas: uma mistura de “proa de navio de guerra” e uma versão modernizada de uma fragata de mísseis.

           

           

          Logo, o Feadship 715 ganhou deques amplos e acessíveis, com baluartes alargados tanto no “andar” do proprietário quanto no dos hóspedes. O dono também ganhou alguns mimos, como um espaço extra para lounge ao ar livre, uma área de descanso com direito a gramado e um chuveiro para os três cachorros Golden retrievers dele.

           

          Inclusive, por falar em proprietário, ele tem um deque inteirinho para chamar de seu, com uma cabine voltada para a proa e vista para o heliponto, uma jacuzzi privativa, amplo closet privativo e um escritório. Não poderia faltar um skylounge para o dono e seus convidados, com paredes de vidro que unem ambientes interno e externo.

          Megaiate Valor. Foto: Feadship/ Divulgação

          Os convidados certamente terão muito conforto a bordo deste megaiate explorador, que acomoda até 14 hóspedes em seis cabines no convés principal. Não foram revelados detalhes do interior do barco, mas o estaleiro afirma que elas seguem as “linhas limpas e planas” do design exterior.

           

          A estética vintage domina todo o Valor, em um ambiente que remete a meados do século passado. Quem ficou responsável pelo design foi o estúdio britânico Bannenberg & Rowell, que ainda trouxe uma escadaria principal composta por exatas 48.001 peças, que incluem bronze maciço e pedras.

          Completo e imponente

          Não bastasse o tamanho, design e a emissão zero, esse megaiate explorador entrega ainda mais comodidades do lado de fora. Tem uma piscina de lazer infinita contracorrente, uma segunda jacuzzi para os hóspedes na proa, espaço para refeições ao ar livre na popa e sala de massagem e beleza, além de outros atrativos.

          Megaiate Valor. Foto: Feadship/ Divulgação

          Para quem deseja guardar seu tender (ou barco de apoio), a Feadship construiu um lugar à boreste que estão entre as maiores já feitas pelo estaleiro para um iate desse tamanho. Ainda há brinquedos aquáticos, equipamentos de exercício e de mergulho disponíveis para uso dos hóspedes.

           

          O beach-club conta com portas enormes que se abrem para ampliar o espaço e aumentar a integração entre a parte interna e externa, além de proporcionar “vistas e brisas incríveis”, segundo o estaleiro.

           

          No quesito velocidade, o Valor consegue atingir mais de 15 nós (cerca de 28 kh/h) e 11 nós (20 km/h) em cruzeiro, devido aos dois propulsores. Essa belezinha está programada para ser entregue até agosto e estreará no Monaco Yacht Show deste ano.

           

          Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

           

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            Após 53 anos no espaço, nave da antiga União Soviética cai no Oceano Índico

            Objeto espacial foi lançado em 1972, em missão fracassada que exploraria o planeta Vênus

            27/05/2025

            A nave russa Kosmos 482 finalmente caiu no planeta Terra, 53 anos após seu lançamento. O projeto da antiga União Soviética planejava explorar o planeta Vênus, porém, nunca deixou a órbita da Terra. Vale destacar que, ao ser lançada, em 1972, a Guerra Fria estava em andamento, a moeda corrente no Brasil era o cruzeiro e o rei Pelé ainda jogava no Santos.

            Segundo a Roscosmos, agência espacial russa, a Kosmos 482 reentrou na atmosfera da Terra e caiu no leste do Oceano Índico — embora não informe o local exato da queda. A estatal também não divulgou informações sobre resgate dos detritos da nave após o impacto na água.

            Selo da época, em 1972, sobre o teste com a Kosmos 482. Foto: Domínio Público

            O fim da história da Kosmos 482 foi confirmado quando a nave desapareceu do radar alemão utilizado pelo escritório de detritos espaciais da Agência Espacial Europeia. Ainda não se sabe o quanto as partes da espaçonave resistiram à descida de fogo da órbita.

             

            Com uma carcaça de titânio, a nave russa pesava cerca de meia tonelada, tinha 1 metro de diâmetro e poderia atingir o solo quase intacta. A queda da última parte restante em órbita aconteceu sem registros de impactos a pessoas ou estruturas.

            De acordo com um tratado das Nações Unidas, os destroços do objeto, caso sejam encontrados, pertencerão legalmente à Rússia, país responsável pelo lançamento original, em 1972.

            Reflexo de uma falha

            A nave Kosmos 482 foi projetada pela extinta União Soviética para uma missão que planejava explorar o planeta Vênus. No entanto, o objeto falhou em escapar da órbita baixa da Terra, transformando-se numa espécie de “satélite” em órbita terrestre.

            Imagem ilustrativa. Foto: mstandret/ Envato

            Lançada em 31 de março de 1972, a nave russa teria se partido em quatro partes, segundo a NASA. Mais de meio século depois, havia o temor de que os detritos caíssem em lugares habitados ou até mesmo o Brasil — preocupação essa que não se materializou.

             

            Os cientistas envolvidos no acompanhamento da Kosmos 482 já apontavam que, na queda, as chances de alguém ser atingido eram extremamente baixas.

             

            Incapaz de resistir à força da gravidade à medida que sua órbita diminuía, o módulo esférico foi a última parte da nave a atingir o Índico. Construída para resistir a um pouso em Vênus — o planeta mais quente do sistema solar –, especialistas previam que a espaçonave pudesse cair completa na Terra.

             

            Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

             

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              Tubarões no Rio de Janeiro: diferentes espécies do animal foram vistas neste mês

              Litoral fluminense teve três aparições de tubarão no mês de maio e governo faz recomendações a banhistas

              Uma série de aparições de tubarões no litoral fluminense, nas últimas semanas, fez o governo do Rio de Janeiro alertar os banhistas. O recado deixa claro que o mar é o habitat desses animais e dá dicas do que fazer caso você se depare com o peixe.

              Isso porque, apenas neste mês de maio, três ocorrências de aparição de diferentes espécies de tubarão foram registradas.

               

              A primeira ocorreu em Angra dos Reis, no dia 15, com dezenas de tubarões galha-preta dando as caras na Baía da Ilha Grande. De acordo com pesquisadores, a espécie pode passar de dois metros e meio de comprimento e pesar até 70 kg.

              Tubarão-mako. Foto: imagesourcecurated/ Envato

              Já no dia 18, alunos de uma escola de surfe avistaram na Barra da Tijuca, na altura do Posto 5, o que era possivelmente um tubarão-martelo. Segundo o biólogo Marcelo Szpilman afirmou, em entrevista ao portal G1, essa espécie é comum no litoral do Rio de Janeiro — que não deixou de assustar quem estava na água.

              À primeira vista, eu não entendi muito, só vi meus alunos saindo bem rápido. Assim que um deles chegou a mim, ele falou: ‘tubarão! Tubarão!’– Juan Duarte, professor de surfe

               

               

              No último dia 20 foi a vez de um tubarão-mako — conhecido como o mais rápido do mundo — ser flagrado nadando pertinho de um moto aquática no Posto 1. O homem que estava no jet filmou tudo — inclusive, o comportamento passivo do animal.

              Eu piloto local aqui na Barra há mais de 4 anos e nunca tinha visto, primeira vez. Todo mundo abismado aqui– disse Breno Affonso, autor do vídeo

              De acordo com especialistas, o crescimento de flagras de tubarões no Rio de Janeiro não é preocupante. Até o momento, nenhum desses ataques resultou em feridos e, segundo Szpilman, que também é presidente do AquaRio, esses animais são “um bom sinal”.

              Tubarão-martelo. Foto: Image-Source/ Envato

              De acordo com o especialista, os tubarões são residentes da região e não representam riscos para os banhistas. Ele aponta que a coloração mais clara da água — ou seja, de melhor visibilidade — , típica dessa época do ano, facilita a observação desses animais.

              Eles sempre estiveram por ali. A diferença é que hoje há mais registros e vídeos circulando– biólogo Marcelo Szpilman, ao G1

              O biólogo ainda destaca que a aparição na Barra, provavelmente, se deu pela presença dos cardumes de outros peixes que são presa dos tubarões. Já no caso das gralhas-pretas, a busca por águas mais quentes durante os meses de outono e inverno é uma das possíveis explicações, segundo o Instituto Mar Urbano.

              A presença desses tubarões mostra que o ecossistema da região está saudável– tranquiliza o presidente da AquaRio

              Tubarão-martelo. Foto: Image-Source/ Envato

              Por conta da sequência de aparições de tubarões, o Governo do Rio de Janeiro divulgou instruções de segurança aos banhistas que frequentam o litoral fluminense.

               

              Um dos pontos reforçados pelas autoridades é o significado das bandeiras nas praias: fique de olho para a bandeira de cor roxa, que alerta a possível presença de tubarões ou outros animais marinhos.

               

               

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                Navio-veleiro Cisne Branco confirma presença na Refeno 2025; faça sua inscrição

                Maior regata da América Latina parte de Recife e vai até Fernando de Noronha

                Por: Nicole Leslie -

                Cruzar 300 milhas náuticas na maior regata da América Latina já é uma experiência memorável. Fazer isso ao lado do Cisne Branco, o emblemático navio-veleiro da Marinha do Brasil, torna tudo ainda mais especial. Em 2025, essa jornada será possível.

                A 36ª edição da Regata Internacional Recife-Fernando de Noronha (Refeno) acontece em 27 de setembro e promete, mais uma vez, um percurso repleto de paisagens deslumbrantes. Com limite de 100 embarcações participantes, o Cisne Branco já confirmou presença entre os inscritos.

                Foto: Refeno / Reprodução

                As inscrições para a edição de 2025 estão abertas no site oficial da Refeno, organizada pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco. O Aviso de Regata (AR), que reúne todas as informações e regras do evento, já foi publicado.

                Mais categorias em 2025

                Neste ano, a Refeno ampliou o número de categorias participantes, passando de 10 para 12. Poderão competir as classes ORC, IRC, VPRS, RGS, Mocra, Catamarã, Trimarã, Aço, Alumínio, Bico-de-Proa, Aberta e Turismo. Os critérios de participação estão detalhados no AR.

                Recordes em alto-mar

                Na edição de 2024, o título ficou com o Adrenalina Pura, comandado pelos pernambucanos Avelar Loureiro, Humberto Carrilho e Cecília Peixoto. Eles completaram a travessia em 18 horas, 49 minutos e 25 segundos — o quinto melhor tempo da história da Refeno.


                O recorde absoluto segue com a edição de 2007, quando o Adrenalina Pura, sob comando de Georg Ehrensperger, completou o percurso de 300 milhas náuticas em impressionantes 14 horas, 34 minutos e 54 segundos.

                Sobre o navio-veleiro Cisne Branco

                Símbolo da Marinha do Brasil, o Cisne Branco é um imponente veleiro de 76 metros de comprimento, inspirado nos elegantes clippers do século 19. Construído na Holanda pelo estaleiro Damen Oranjewerf, foi presenteado à Marinha do Brasil e incorporado à Armada em março de 2000.

                Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                Desde então, a embarcação atua como uma verdadeira embaixada flutuante, representando o Brasil em eventos náuticos pelo mundo e promovendo a cultura marítima.

                 

                Com três mastros e 25 velas brancas, o Cisne Branco impressiona por sua imponência e beleza exterior. Por dentro, ainda guarda peças históricas, como candelabros do século 19 e um vitral que retrata a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro.

                 

                Além da missão diplomática, o navio também marca presença na formação de militares, sendo utilizado no treinamento de aspirantes da Escola Naval e alunos do Colégio Naval.

                 

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                  Aleixo Belov atraca nos Açores 45 dias após partir do Brasil rumo à Rússia

                  Com cinco voltas ao mundo no currículo, navegador de 82 anos revela próximos destinos da expedição

                  Por: Nicole Leslie -

                  A bordo do veleiro Fraternidade, Aleixo Belov chegou ao arquipélago dos Açores, território autônomo de Portugal, nesta terça-feira (27), 45 dias após partir do Brasil em mais uma de suas expedições. Com destino final na Rússia, o navegador de 82 anos compartilhou os próximos pontos da jornada.

                  A viagem começou em Salvador, no dia 12 de abril, e até agora teve duas paradas: uma em Natal (RN) e outra nos Açores. Segundo Belov, o trecho entre Natal e o Porto da Horta, onde atracaram, levou 26 dias de navegação.

                  Lugar muito bonito, cheio de veleiros, casas lindas e montanhas– relatou o experiente velejador

                  A parada estratégica serve para descanso da tripulação e revisão geral do barco, que enfrentará novos desafios em alto-mar nos próximos dias.

                   

                  O próximo destino é a Sibéria, região que se estende pela Rússia e pelo norte do Cazaquistão. O trajeto, de acordo com Belov, será desafiador. Assista ao depoimento:

                   

                   

                  Ao zarpar dos Açores, o Fraternidade seguirá rumo ao norte, passando próximo à Inglaterra, às Ilhas Faroé e à Noruega, até chegar a Murmansk — cidade russa que integra a região da Sibéria.

                   

                  O objetivo é atracar no Porto de Murmansk, localizado na Península de Kola, concluindo assim o objetivo inicial da expedição: navegar do Brasil até a Rússia.

                  Espero que a gente consiga chegar lá, estamos nos esforçando– concluiu Belov

                  Foto: Fundação Aleixo Belov / Reprodução

                  Conhecida como “Rota do Mar do Norte”, a rota traçada percorre aproximadamente 4.810 milhas náuticas de Salvador à cidade portuária russa.

                  Expedição com propósito especial

                  A expedição foi pensada para celebrar os 20 anos do BRICS — bloco de países emergentes criado por Brasil, Rússia, Índia e China, e que mais tarde passou a incluir também a África do Sul. Atualmente, o grupo se expandiu ainda mais, com a entrada de Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Irã.

                  Veleiro Fraternidade já esteve em diversas viagens. Foto: Instagram @museudomar.aleixobelov / Reprodução

                  Além disso, a viagem também busca fortalecer as relações diplomáticas entre Brasil e Rússia, que em 2028 completam 200 anos. Com início neste sábado (12), a previsão é que o Fraternidade chegue ao destino no final do próximo mês de julho.

                   

                  A escolha da época do ano também não foi aleatória. Devido às baixíssimas temperaturas, parte do mar da rota fica congelado durante boa parte do ano. No entanto, existem três semanas estratégicas em que o gelo se dissolve — ao menos em partes –, o que possibilita a navegação.

                  Quem é Aleixo Belov?

                  Nascido em 1943 na Ucrânia, se mudou para o Brasil em 1949, durante uma guerra, e se naturalizou brasileiro em 1965. Além de navegador, Aleixo é empresário, engenheiro, escritor e pai de cinco filhas.

                  Aleixo Belov no Fraternidade
                  Aleixo Belov a bordo do Fraternidade. Foto: YouTube Leonardo Papin / Reprodução

                  Ele se consolidou em Salvador, na Bahia, onde décadas depois foi sediado o museu que leva seu nome. O Museu do Mar Aleixo Belov surgiu como um presente de Belov para a sociedade, onde estão expostos patrimônios materiais e imateriais.

                   

                  Inaugurado em dezembro de 2021, sua principal missão é promover e valorizar a cultura marítima e oceânica. Por isso, a instituição fomenta projetos de pesquisa relacionados à cultura e economia do mar.

                   

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                    Barco autônomo com IA vai monitorar qualidade da água no Xingu

                    Embarcação transmitirá dados em tempo real via satélite na área da Usina Belo Monte, considerada de difícil acesso

                    Entre as várias nuances da inteligência artificial (IA), é fato que a tecnologia pode ajudar a desenvolver soluções eficientes para o meio ambiente. Uma delas já está em fase de testes, e é definida como um barco autônomo, capaz de monitorar a qualidade da água no Rio Xingu, na área de influência da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Pará.

                    O protótipo é fruto de um projeto de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PDI) da Norte Energia, concessionária da usina, desenvolvido em parceria com a Fundação CERTI, USSV Tecnologia Autônoma e o Instituto CERTI Amazônia (ICA), além de ser regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

                     

                    Ousada, a iniciativa quer nada menos que revolucionar a forma como são realizadas as coletas e análises de dados ambientais em locais de difícil acesso, como é o caso do afluente do rio Amazonas, que percorre o Brasil.

                    Foto: Norte Energia / Divulgação

                    Para atingir esse objetivo, o barco autônomo navegará por trajetos pré-definidos pelos operadores, equipado com uma sonda multiparamétrica — equipamento que permite a leitura simultânea de diversos parâmetros químicos e físicos presentes na água.

                     

                    Em tempo real, os dados coletados pela embarcação serão transmitidos via satélite para um software com IA, o grande responsável por fazer a predição da qualidade da água.

                    A visualização dos dados em tempo real possibilitará o melhor acompanhamento da boa saúde dos reservatórios– destaca Roberto Silva, gerente de Meios Físico e Biótico da Norte Energia

                    Lorenzo Cardoso de Souza, CEO da USSV Tecnologia Autônoma, empresa responsável pelo desenvolvimento do barco, ressalta que a iniciativa “permite que áreas de difícil acesso possam ser monitoradas com frequência, independentemente da condição climática, preservando os técnicos de exposição a riscos e reduzindo custos operacionais”.

                    Tecnologia do futuro

                    O barco autônomo dispensa o uso de combustíveis fósseis, uma vez que é equipado com três baterias de litium, carregadas por 12 placas solares, de 100W cada. Essa energia garante, segundo a Norte Energia, uma autonomia de 20 horas de navegação, podendo alcançar uma área de monitoramento de 500 km².

                     

                    Módulos em nuvem serão utilizados para o armazenamento e o processamento dos dados coletados pelo barco, onde, através do uso de IA, a qualidade da água poderá ser prevista, sem a necessidade de análises laboratoriais adicionais.


                    “O sistema monitora variáveis importantes como temperatura, turbidez, pH e oxigênio dissolvido, proporcionando informações mais precisas, seguras e em tempo real sobre a qualidade da água” explica Marcelo Pedroso Curtarelli, coordenador de projetos do Centro de Economia Verde da CERTI, desenvolvedor do sistema de processamento dos dados.

                     

                    A Norte Energia investiu quase R$ 4 milhões na inovação. A expectativa é que o barco autônomo entre em operação assistida no reservatório intermediário de Belo Monte no segundo semestre deste ano.

                     

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                      Embarcação da CRN Yachts, parte do Ferretti Group, alia luxo à eficiência energética e sustentabilidade

                      Por: Nicole Leslie -

                      O berço da náutica mundial recebeu um novo e imponente lançamento: o megaiate “Amor à Vida”, da CRN Yachts, entregue no Mar Mediterrâneo. Com 67,6 metros de comprimento, a embarcação combina eficiência energética, soluções sustentáveis e, claro, o luxo esperado para um gigante personalizado ao gosto do proprietário. Conheça alguns detalhes!

                      Embora o estaleiro seja italiano, o barco foi inicialmente identificado como Projeto Maranello e rebatizado em português, com um nome que faz referência, inclusive, a uma novela brasileira. Mas isso pode ser coincidência ou não, já que o dono do Amor à Vida não foi revelado — e nem sua nacionalidade.

                       

                      Com 66,7 metros de comprimento e 11,8 metros de boca, o megaiate tem volume interno de 1.450 GT, distribuídos por seis conveses que não poupam sofisticação.

                      Foto: CRN / Divulgação

                      Entre os destaques do layout, assinado pelo estúdio Nuvolari Lenard, estão a suíte do proprietário, localizada no convés superior com vista panorâmica; uma cabine VIP de largura total no convés principal; e outras cinco cabines no convés inferior. A embarcação acomoda 12 hóspedes confortavelmente, além de 17 tripulantes.

                      Foto: CRN / Divulgação

                      A engenharia naval foi desenvolvida pela divisão de megaiates do Ferretti Group, que priorizou inovação e atenção aos mínimos detalhes. O resultado é um iate que alia performance, sustentabilidade e bem-estar a bordo.


                      Seu sistema híbrido de propulsão garante consumo de combustível mais eficiente e reduz ruído durante a navegação. O Amor à Vida é equipado com dois motores MTU 12V4000 M63, com potência de 1.500 kW a 1.800 rpm, e já atende aos padrões de emissão IMO Tier III — norma internacional que regula a emissão de óxidos de nitrogênio (NOx).

                      Foto: CRN / Divulgação

                      Outro destaque é o sistema de recuperação de calor, que reutiliza a energia térmica excedente gerada a bordo para aquecer as águas das piscinas e da rede hidráulica, reduzindo o consumo energético — uma solução avançada e alinhada às melhores práticas do setor, que têm sido tendência no mercado.

                       

                      Com tecnologia de ponta, engenharia sofisticada e design de excelência, o Amor à Vida promete roubar a cena por onde passar, como um verdadeiro símbolo do que há de mais moderno na construção de megaiates personalizados.

                       

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                        Navio perde o controle e invade quintal de casa na Noruega; veja

                        Caso aconteceu na última quinta-feira (22) e é investigado pela polícia. Ninguém ficou ferido

                        Por: Nicole Leslie -

                        Um navio de carga de 135 metros perdeu o controle e invadiu o quintal de uma casa em Trondheim, na Noruega, na madrugada da última quinta-feira (22). A embarcação parou a poucos metros da residência e ninguém ficou ferido. O caso é investigado pelas autoridades norueguesas.

                        O morador Johan Helberg dormia a cerca de 7 metros do ponto onde a proa encalhou. Seu vizinho, Jostein Jørgensen, percebeu a aproximação do navio e tentou alertar a tripulação e Helberg, mas não teve sucesso.

                         

                        Segundo o jornal norueguês VG, 16 tripulantes estavam a bordo, entre noruegueses, lituanos, ucranianos e russos. As autoridades informaram que não houve derramamento de óleo e nenhum sinal de embriaguez entre a tripulação. A polícia abriu investigação para apurar as causas do acidente.

                        Proa do navio ficou a poucos metros de distância da casa onde Johan Helberg estava. Foto: Ole Martin Wold / VG

                        Conforme publicado pela VG, a polícia informou que o vigia que estava de plantão no navio no momento do incidente pode ter adormecido no posto de comando. Ele passou a ser considerado suspeito do caso, que ainda é investigado.

                         

                         

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                        Navio já havia encalhado antes

                        A embarcação envolvida é o NCL Salten, que opera sob bandeira do Chipre e pertence à empresa North Sea Container Line, que também apura o incidente.

                        Protocolo das autoridades foi esvaziar o navio para facilitar o reboque. Foto: Ole Martin Wold / VG / Reprodução

                        De acordo com o VG, o mesmo navio já havia encalhado em outubro de 2023, na cidade de Hadsel, também na Noruega. Na ocasião, conseguiu seguir viagem sem necessidade de resgate.


                        Após o novo acidente, o protocolo das autoridades foi esvaziar o navio para facilitar o reboque. Nesta segunda-feira (26), a última atualização era que o navio pudesse ser finalmente rebocado até quarta-feira (28). O impacto provocou deslizamentos de terra que atingiram imóveis vizinhos, forçando a evacuação de moradores.

                         

                        Técnicos também detectaram a presença de argila movediça a cerca de 7 a 8 metros de profundidade do solo, o que também é analisado na investigação.

                         

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                          “Longe de ser rara”: cientistas encontram crustáceo gigante que pode habitar 59% dos oceanos

                          Novo estudo revela quase 200 espécimes de animal que tinha sido avistado pouquíssimas vezes

                          26/05/2025

                          O que antes era considerado extremamente incomum, na verdade, pode ser algo mais frequente do que parecia. Uma nova pesquisa encontrou nada mais e nada menos do que 195 espécimes de um crustáceo gigante — com tamanho que pode chegar a 30 centímetros. Até então, ele era considerado extremamente raro pela ciência.

                          O animal em questão é o Alicella gigantea — um crustáceo primo distante do tatuzinho-de-jardim — , que havia sido avistado pela primeira vez no Pacífico Norte, em 1970. Desde então, a espécie passou quase 20 anos sem qualquer registro e movimentou apenas sete pesquisas.

                          Alicella gigantea. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                          Realizada por cientistas da Universidade da Austrália Ocidental e publicada na revista científica Royal Society Open Science, a pesquisa, de longe, é a mais completa sobre o anfípode de águas profundas. Ao todo, eles analisaram quase 200 crustáceos gigantes, assim como seu DNA mitocondrial.

                           

                          Além de obter vários registros deles e estudá-los, os pesquisadores coletaram dados dessa espécie de 75 locais diferentes, nas profundezas dos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico. Sendo assim, os cientistas estimam que a espécie pode habitar 59% dos oceanos do mundo.

                          Há um crescente conjunto de evidências mostrando que A. gigantea deve ser considerada longe de ser rara– aponta a pesquisa

                          Segundo o estudo, o animal se trata de um anfípode de águas profundas amplamente difundida, com “uma distribuição global excepcional”, já que ele provavelmente consegue ocupar mais da metade dos oceanos, a expectativa é que tenham muitos mais deles espalhados pelo planeta.



                          Além disso, eles conseguem habitar uma grande área geográfica, mesmo que sua densidade populacional seja baixa quando comparado a outros tipos anfípodes.

                          Um pequeno gigante

                          O Alicella gigantea Chevreux — seu nome científico completo — pertence a ordem dos anfípodes, assim como os camarões e as lagostas, por exemplo. Entretanto, o crustáceo gigante, como o apelido sugere, é maior que todos eles: seu tamanho varia entre 24 e 30 centímetros.

                          Alicella gigantea registrado em novo estudo. Foto: Maroni et al/ Royal Society Open Science/ Divulgação

                          Enquanto muitos anfípodes são de coloração vermelha ou laranja — que os ajudam a “passar despercebidos” pelos predadores — os crustáceos dessa espécie são uniformemente brancos, o que indica sua falta de algozes.

                           

                          Como muitos da ordem, os adultos de Alicella gigantea são principalmente necrófagos — ou seja, alimentam-se de restos e carniça. Devido a essa dependência, a espécie é suscetível a armadilhas com isca e pode sofrer com as mudanças na superfície do oceano.

                          Projeção mundial dos Alicella gigantea, mostrando os locais de amostragem de todos os espécimes sequenciados usados ​​no estudo. Foto: Maroni et al/ Royal Society Open Science/ Divulgação

                          Segundo a nova pesquisa, a espécie habita profundidades entre 3.890 e 8.931 metros, que casa com os primeiros registros do animal, em 1970, a 5 mil metros no fundo do mar. O Oceano Pacífico é apontado como o maior habitat potencial, seguido do Atlântico e Índico.

                           

                          Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                           

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                            Pilotos de Fórmula 1 movimentaram as águas do GP de Mônaco com iates

                            Circuitos de corrida costumam atrair embarcações luxuosas para perto das pistas

                            Por: Nicole Leslie -

                            Se engana quem pensa que a Fórmula 1 movimenta apenas máquinas potentes em terra firme. As corridas também agitam as águas com embarcações — principalmente iates — de empresários, fãs e até mesmo dos próprios pilotos. No Grande Prêmio de Mônaco de 2025, disputado neste domingo (25), não foi diferente.

                            Oficialmente denominado Formula 1 TAG HEUER Grand Prix de Monaco 2025, a oitava etapa do Campeonato Mundial de Fórmula 1 deste ano ocorreu no Circuito de Monte Carlo, onde alguns pilotos também marcaram presença fora das pistas.

                             

                            Com 3.131 segundos de diferença, Charles Leclerc terminou em 2º lugar na disputa vencida por Lando Norris. Mas nas águas, o monegasco manteve sua lancha na pole position. Leclerc teve sua Riva 66 Ribelle, da Riva Yacht, como companhia marinha.

                            Foto: Instagram @charles_leclerc / Reprodução

                            A lancha, batizada de Sedici (16, em italiano), homenageia o número do carro do piloto na F1. Atracada em Monte Carlo durante o fim de semana da corrida — o que não surpreende, já que Leclerc reside na cidade –, a embarcação chamou atenção pela imponência.

                            Foto: Instagram @charles_leclerc / Reprodução

                            Com 20 metros de comprimento, o modelo é dividido em três andares, com quartos e banheiros que acomodam até 12 hóspedes com conforto.


                            Já Max Verstappen, que terminou a prova em 4º lugar, 20,572 segundos atrás de Norris, levou seu iate para o GP de Mônaco: um Mangusta GranSport 33.

                            Foto: Mangusta / Reprodução

                            Personalizado pela Overmarine, o iate foi batizado de Unleash The Lion e é avaliado em 12 milhões de euros (cerca de R$ 75 milhões na cotação de maio de 2025). A embarcação também acomoda até 12 hóspedes, distribuídos em cinco cabines.

                             

                            Lewis Hamilton, que finalizou a corrida na 5ª colocação, 51,387 segundos após Norris, optou por não levar seu iate ao GP de Mônaco. O britânico é conhecido por seu apreço pelo universo náutico e tem um Sunseeker 90 Ocean para chamar de seu.

                            Foto: Sunseeker / Reprodução

                            O modelo oferece alto padrão de conforto com piscina, cozinha completa, bares e um beach club com churrasqueira. Além do iate, o heptacampeão também possui motos aquáticas da Sea-Doo.

                            Foto: @lewishamilton / Reprodução

                             

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                              Especialista em produtos para segurança no mar, Lalizas anuncia compra da Ativa Náutica

                              Anúncio foi divulgado na última sexta-feira (23). De origem grega, empresa já está presente em mais de 130 países

                              Por: Nicole Leslie -

                              Especializada na produção e distribuição de equipamentos de segurança marítima, o grupo Lalizas anunciou, na última sexta-feira (23), a compra da Ativa Náutica — fabricante reconhecida por seus coletes e boias homologados pela Marinha do Brasil. O marco representa mais uma etapa da expansão da Lalizas, de origem grega, pelas Américas.

                              Com um legado de mais de 25 anos no mercado, a Ativa Náutica agora integra o portfólio da Lalizas. Em comunicado, a empresa compradora destacou que valoriza negócios que começaram pequenos e se consolidaram como cases de sucesso — trajetória semelhante à da própria Lalizas.

                              Ativa Náutica é reconhecida por seus coletes e boias homologados pela Marinha do Brasil. Foto: Lilazas / Reprodução

                              Fundada em 1982, a Lalizas fornece produtos voltados à segurança no mar. Atualmente em processo de expansão global, está presente em mais de 130 países e já adquiriu pelo menos outras seis empresas.

                               

                              Já a Ativa Náutica foi fundada em 1998, inicialmente como uma empresa familiar. É considerada líder na produção de coletes salva-vidas no Brasil, com produtos testados e certificados pela Marinha e com certificação ISO 9001 desde 2007.


                              Segundo a Ativa Náutica, a administração brasileira seguirá exatamente como está hoje.

                               

                              “Traremos para o Brasil para fornecer diretamente para a nossa rede de lojas — como fabricantes internacionais —  produtos como os guinchos e acessórios da marca Lofran’s, propulsores de barco da Max Power, tanques e bombas da Nuova Rade, defensas da Ocean e, para o futuro, trabalharemos com as outras marcas do grupo: Alexander Ryan, Arimar e Antipiros”, contou Julia Ramalho, diretora da Ativa Náutica, em comunicado.

                              É um marco histórico para nós, como fabricantes de boias e coletes salva-vidas Ativa Náutica. Só podemos dar este grande passo porque temos o melhor time de vendas do Brasil– Julia Ramalho, diretora da Ativa Náutica

                              Única empresa no Brasil a fabricar coletes com certificação SOLAS, a Ativa se dedica ao desenvolvimento de equipamentos de segurança aquática de alta qualidade, com o compromisso de oferecer proteção em qualquer situação.

                               

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                                Missão quase impossível: Tom Cruise relata perrengue com cena de mergulho

                                Conhecido por não usar dublê, ator norte-americano revela dificuldades em filmagens com traje de mergulho às cegas

                                Não existe missão impossível para Tom Cruise — nem que ela seja ficar num traje de mergulho pesadíssimo enquanto não consegue enxergar nada. Foi esse o perrengue que o consagrado ator de filmes de ação teve que enfrentar nas gravações do seu último trabalho, o “Missão Impossível: O Acerto Final”.

                                Conhecido por não usar dublês em suas cenas, o astro norte-americano revelou o esforço físico e a dificuldade que foi ter que gravar uma cena na qual Ethan Hunt — personagem interpretado por Tom Cruise — precisa se infiltrar em um submarino.

                                 

                                 

                                Em entrevista ao The Tonight Show, Tom Cruise detalhou as dificuldades da cena, em que não conseguia enxergar devido às luzes subaquáticas. O americano simplesmente interpretou tudo às cegas, ainda vestido com um traje de mergulho molhado que pesava “uns 57 quilos”.

                                Eu entrava meio às cegas, passava muito tempo no set imaginando [os movimentos] enquanto imaginávamos as cenas– revelou Tom Cruise

                                Na lista de perrengues aquáticos da estrela, essa história não está sozinha. Durante a entrevista, ele contou que já precisou respirar seu próprio dióxido de carbono durante as filmagens numa cena subaquática, por conta das limitações do seu equipamento de mergulho.

                                Ele se acumula no corpo e afeta os músculos. Você precisa superar tudo isso enquanto se faz presente– contou o ator

                                Fúria sobre as águas: parte um

                                Não é de hoje que Tom Cruise e o universo náutico navegam lado a lado. Em 2020, o ator foi flagrado nos famosos canais de Veneza, na Itália, pulando de barco em barco para as gravações do filme “Missão Impossível: Acerto de Contas Parte Um”, que viria a ser lançado apenas em 2023.

                                Foto: Instagram @tomcruise/ Reprodução

                                No vídeo, é possível ver a estrela de Hollywood — na época, com 58 anos — de máscara, por conta da pandemia do coronavírus. O avanço do número de casos chegou, inclusive, a interromper as gravações do filme, até que o ator teve uma ideia para continuar a cinegrafia: alugar um navio!

                                 

                                 

                                Segundo o The Sun, Tom Cruise pagou R$ 3,6 milhões do próprio bolso, na época, para retornar as gravações do filme com toda a equipe. O barco escolhido foi o Hurtigruten, que ficou atracado na costa da Noruega.

                                Foto: Hurtigruten/ Divulgação

                                De acordo com o que a fonte disse ao tabloide, o ator estava determinado a não ter mais demora, enquanto toda equipe tinha “medo de mais atrasos”. Mesmo a bordo e com protocolos rígidos, o vírus da pandemia causou um surto na equipe e o filme só veio a ser lançado oficialmente em junho de 2023.

                                 

                                Inclusive, enquanto os casos de coronavírus se espalhavam pela equipe de gravação, Tom Cruise teve que tirar férias forçadas. E adivinha onde ele curtiu o seu isolamento? Exatamente, a bordo de um superiate de 223 pés luxuoso, com direito a jacuzzi, academia, piscina com toboágua, cinco camarotes, suíte máster e tudo mais.

                                Triple Seven, barco usado nas férias de Tom Cruise em 2021. Foto: Yacht Charter Fleet/ Divulgação

                                O astro foi flagrado aproveitando toda a comodidade do Triple Seven — que tinha capacidade para até 12 hóspedes e 17 tripulantes — no mar da Inglaterra, enquanto viajava por Cornualha, um condado britânico. Afinal, todo espião precisa de um bom retiro de férias.

                                 

                                Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                 

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                                  Com 190 pés, veleiro sustentável e confortável é aposta da Dixon Yacht Design

                                  Embarcação de 190 pés é construída parcialmente com liga de alumínio reciclado

                                  Por: Nicole Leslie -
                                  25/05/2025

                                  Com tantas inovações no setor náutico, os detalhes fazem cada vez mais diferença. Além de performance nas águas, muitas embarcações ganham destaque pelo quesito sustentabilidade. Essa é a promessa do novo lançamento da Dixon Yacht Design: um veleiro sustentável, confortável e com bom desempenho.

                                  Intitulado Pegasus, o barco de 190 pés (58 metros) é construído parcialmente com liga de alumínio reciclado, o que resulta em um deslocamento bruto de 500 toneladas. A proposta do estúdio é unir bom desempenho em navegação a uma estética luxuosa e confortável.

                                   

                                  O design sustentável incorpora, além de painéis solares, um sistema de recuperação de energia do hélice náutico. Essa tecnologia aproveita a energia cinética gerada pelo movimento do hélice para recarregar baterias ou alimentar outros sistemas a bordo.

                                  Popa do veleiro sustentável é aberta e preza pelo conforto a bordo. Foto: Dixon Yacht Design / Reprodução

                                  Embora prometa boa performance nas águas, a Dixon Yacht Design não revelou a velocidade máxima que o Pegasus pode atingir. Informou, porém, que as velas de proa são configuradas com uma grande genoa sobreposta, uma vela de 105% e uma vela Code Zero contra o vento, instalada em uma unidade de enrolamento no convés inferior.


                                  Um dos destaques do veleiro é o convés aberto na popa, com estruturas dobráveis que permitem uma conexão direta com a água. A área conta com mesas, sofás e espreguiçadeiras para garantir conforto sob o sol.

                                  Estrutura dobrável na popa do veleiro sustentável se abre para conexão próxima ao mar. Foto: Dixon Yacht Design / Reprodução

                                  Na configuração interna, o deck principal oferece vista panorâmica da paisagem, e o acesso ao flybridge pode ser feito por escadas internas ou externas. O fly, por sua vez, segue o conceito de lounge, com foco na vista externa.

                                   

                                  O Pegasus inclui uma suíte principal com acesso direto à popa, além de outras quatro cabines para hóspedes. O veleiro também dispõe de espaço para guardar brinquedos aquáticos e botes, ampliando a versatilidade a bordo.

                                   

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                                    Projeto ambicioso quer construir comunidade de luxo no Mar Vermelho

                                    Ilha de Laheq deve integrar residenciais, hotéis e lojas em cenário paradisíaco até 2028

                                    Por: Nicole Leslie -
                                    24/05/2025

                                    Para integrar o objetivo de transformar a Arábia Saudita em um destino visado pelo turismo mundial, foi revelado neste mês mais um projeto ambicioso — e bastante luxuoso — no Mar Vermelho. Projetado pela Red Sea Global (RSG), a Ilha de Laheq promete unir residências, hotéis e lojas de alto padrão no mesmo local, até 2028.

                                    Laheq é uma das 92 ilhas de um arquipélago na costa oeste da Arábia Saudita. Segundo a RSG, a região abriga o quarto maior recife de corais do mundo e mais de 2.000 espécies de peixes, muitos deles exclusivos da área.

                                     

                                    A ilha escolhida para o empreendimento possui 400 hectares de praias com águas cristalinas. A proposta do projeto é criar uma comunidade que não conflite com a natureza, mas que eleve o nível de luxo por metro quadrado.

                                    Projeto inspirado no “Jardim Eterno”

                                    Foto: Red Sea Global / Reprodução

                                    O design e a arquitetura ficaram sob responsabilidade da Foster + Partners. O conceito foi batizado de “Jardim Eterno” — uma referência ambiciosa, mas certamente planejada — para remeter ao Jardim do Éden, tido como o ideal de paraíso para cristãos.

                                    A peça central do projeto é uma estrutura circular com 800 metros de diâmetro que abrange apartamentos de luxo, hotéis e lojas– descreve a Foster + Partners

                                    Segundo o grupo, o conceito nasceu da abundância de vegetação prevista na ilha, aliada ao uso de materiais que dialogam com os elementos naturais. A proposta é criar uma arquitetura que se integre à paisagem, tornando a Ilha de Laheq uma vitrine de design sustentável e deslumbrante.

                                    Luxo, natureza e infraestrutura integrada

                                    Foto: Red Sea Global / Reprodução

                                    Nas imagens do projeto, é possível observar requintes de luxo em um cenário que mescla construções elegantes com a natureza ao redor. As edificações contemplam tanto os espaços destinados a hóspedes e moradores quanto os meios de transporte para chegada à ilha: estão previstas 115 vagas na marina local.

                                    Beleza consciente e turismo regenerativo no Mar Vermelho

                                    Apesar da grandiosidade e sofisticação prometidas, a construtora afirma que a obra será guiada pela preservação da natureza local. A RSG enfatiza que o projeto só foi aprovado por seguir princípios de turismo regenerativo — abordagem na qual as construções não apenas minimizam o impacto ambiental, mas também buscam regenerar os ecossistemas afetados.

                                    Foto: Red Sea Global / Reprodução

                                    A RSG comprometeu-se a plantar e melhorar condições e habitats de 50 milhões de manguezais, além de proteger e regenerar os corais no Mar Vermelho e em outras áreas– afirma a empresa

                                    Por essa razão, a RSG garante que, quando o projeto da Ilha de Laheq for concluído, o Mar Vermelho será o maior destino turístico do mundo a operar integralmente com energia renovável.


                                    Visão 2030: Arábia Saudita aposta no turismo de alto padrão

                                    Embora a Arábia Saudita seja rica em petróleo e em recursos financeiros, ainda não é vista como um destino turístico a nível global. Por isso, em 2017, o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman lançou o plano “Visão 2030”, que incentiva construções atrativas para o turismo de alto padrão.

                                     

                                    O objetivo é reposicionar o reino como referência em turismo internacional, promovendo experiências exclusivas e sofisticadas, sempre que possível aliadas à preservação ambiental.

                                     

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                                      Exclusivo: Irmãos Katoosh contam maior aprendizado da volta ao mundo

                                      Neto e Lucas ainda deram spoiler da próxima empreitada que a dupla vai enfrentar nos mares. Confira!

                                      Por: Nicole Leslie -
                                      23/05/2025

                                      Uma multidão se reuniu para receber de braços abertos os irmãos Celso Pereira Neto e Lucas Faraco Pereira — os tripulantes do veleiro Katoosh — que atracaram em Ubatuba (SP) no último sábado (17), após uma saga de sete anos dando a volta ao mundo.

                                      Em entrevista exclusiva à NÁUTICA, os irmãos Katoosh contaram que a maior lição aprendida na viagem, que passou por 52 países, foi como simplicidade e felicidade podem andar juntas.

                                      A gente conheceu ilhas, povoados, pessoas dos mais felizes que você poderia conhecer e os caras (estavam) fazendo fogo roçando pauzinho– contou Lucas

                                      Analisando a trajetória da dupla, desde o sonho de infância até o êxito da volta ao mundo, Lucas imaginou o que diria para sua versão criança: “Vai, molecão! Vai dar tudo certo, o Katoosheira vai voltar e seus pais vão ter orgulho de vocês”.

                                       

                                      Confira abaixo a entrevista dos irmãos Katoosh à Revista Náutica.

                                       


                                      Neto e Lucas também revelaram que, durante toda a jornada, a principal dificuldade foi financeira. Eles zarparam de Ubatuba com recursos suficientes apenas para os primeiros três meses. No entanto, por sorte — e um certo acaso do destino –, a rota financeira mudou quando o conteúdo compartilhado nas redes sociais começou a gerar retorno.

                                      Foto: Irmãos Katoosh / @veleiro.katoosh / Reprodução

                                      O futuro dos irmãos Katoosh

                                      A dupla promete um novo — e ambicioso — projeto para os próximos anos, embora os detalhes ainda sejam mantidos em sigilo. Segundo Neto, o próximo desafio deve acontecer em 2026.

                                       

                                      O único spoiler revelado pelos irmãos é que a jornada exigirá bastante preparo técnico. Por isso, devem permanecer no Brasil por cerca de um ano, até que tudo esteja pronto para zarparem novamente


                                      “Não é só para ricos”

                                      De volta à terra firme, Neto foi direto ao ponto: o mundo náutico pode — e deve — ser mais acessível. Ele conta que, depois de viajar o mundo, pôde observar que, no Brasil, o ambiente da navegação ainda é muito glamurizado, especialmente em redes sociais, onde se vê embarcações milionárias e luxuosas, o que contribui para a ideia de que velejar é um privilégio exclusivo.

                                      Criou-se uma imagem de que a náutica é só para ricos, mas não é– cravou Neto

                                      O navegador ressalta que, embora o setor exija investimento, ele não é tão inacessível quanto se pensa.

                                      Irmãos retornam ao Brasil após volta ao mundo no veleiro Katoosh. Foto: Irmãos Katoosh / @veleiro.katoosh / Reprodução

                                      “Se você tem um carro popular, você já pode estar no mundo náutico vivendo experiências maravilhosas”, afirma. Ele apontou alternativas como as cotas náuticas, que permitem a compra compartilhada de barcos, barateando o valor final do investimento.

                                      A gente sabe do budget que a gente tinha no começo. Se a gente fez com aquela grana, é porque é possível– ressaltou Lucas

                                       

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                                        Relatório indica que 61 praias têm risco alto ou muito alto, com destaque para Ubatuba, Iguape e São Sebastião

                                        Por: Nicole Leslie -

                                        O Governo do Estado de São Paulo divulgou neste mês uma atualização do mapa de risco à erosão costeira nas praias de São Paulo. O levantamento avaliou 109 praias, das quais 61 foram classificadas com risco alto ou muito alto de erosão — o que representa mais da metade das áreas analisadas.

                                        Embora o litoral seja sinônimo de lazer e turismo, um problema silencioso avança sobre essas paisagens: a erosão costeira. Segundo o estudo, esse processo ocorre de três formas principais — todas com potencial de comprometer a integridade do litoral.

                                         

                                        As cidades do litoral paulista com maior número de praias em risco muito alto foram Ubatuba, com 7 praias (20,5% do total analisado no município); Iguape, com 3 praias (50%); e São Sebastião, com 2 praias (8,3%).

                                        Praia de Mococa, em Caraguatatuba. Foto: Governo de SP / Reprodução

                                        Na outra extremidade, o município de Praia Grande não apresentou praia com risco alto ou muito alto. Além disso, Ubatuba também lidera em número absoluto de praias avaliadas: foram 34 no total, seguida por São Sebastião, com 24.

                                        Riscos de erosão nas praias de São Paulo:

                                        Bertioga

                                        • Risco médio: São Lourenço e Enseada-Bertioga
                                        • Risco alto: Guaratuba, Itaguaré e Boracéia

                                        Cananéia

                                        • Risco médio: Camboriu
                                        • Risco alto: Ararapira

                                        Caraguatatuba

                                        • Risco alto: Tabatinga, Mocoóca, Massaguaçu e Caraguatatuba
                                        • Risco muito alto: Martins de Sá

                                        Guarujá

                                        • Risco baixo: Guaiúba e Conchas
                                        • Risco médio: São Pedro, Astúrias e Góes
                                        • Risco alto: Iporanga, Perequê, Pernambuco/Mar Casado, Enseada, Pitangueiras, Tombo e Prainha Branca

                                        Iguape

                                        • Risco médio: Rio Verde
                                        • Risco alto: Una e Una Norte
                                        • Risco muito alto: Itacolomi, Juréia e Leste

                                        Ilha Comprida

                                        • Risco muito alto: Ilha Comprida

                                        Ilhabela

                                        • Risco baixo: Praia Grande e Siriúba
                                        • Risco médio: Curral, Barreiros e Saco da Capela
                                        • Risco alto: Perequê, Armação, Itaguaçu e Castelhanos
                                        • Risco muito alto: Itaquanduba

                                        Itanhaém

                                        • Risco muito alto: Itanhaém

                                        Peruíbe

                                        • Risco médio: Caramboré
                                        • Risco alto: Guaraú, Una e Una Norte
                                        • Risco muito alto: Peruíbe

                                        Praia Grande

                                        • Risco médio: Praia Grande

                                        Santos

                                        • Risco alto: Santos

                                        São Sebastião

                                        • Risco muito baixo: Toque-Toque Pequeno e Paúba
                                        • Risco baixo: Cigarras, Conchas, Santiago, Camburizinho, Cambury, Toque-Toque Grande e Engenho
                                        • Risco médio: Balneário, Guaecá, Boiçucanga, Baleia, Sahy e Juquehy
                                        • Risco alto: Pontal da Cruz, Cidade, Baraqueçaba, Maresias, Una, Juréia, Deserta e Boracéia
                                        • Risco muito alto: Enseada e São Francisco

                                        São Vicente

                                        • Risco muito baixo: Itaquitanduva
                                        • Risco baixo: Itararé
                                        • Risco muito alto: Gonzaguinha/Milionários e Paranapuã

                                        Ubatuba

                                        • Risco muito baixo: Brava do Camburi
                                        • Risco baixo: Brava Almada, Prumirim, Caçandoca, Costa, Sununga e Couves
                                        • Risco médio: Félix, Perequê-Açu, Iperoig, Vermelha do Centro, Tenório, Praia Grande, Domingas Dias e Perequê-Mirim
                                        • Risco alto: Fazenda-Bicas, Almada, Puruba, Itamambuca, Vermelha do Norte, Toninhas, Lázaro, Vermelha de Fortaleza ou do Sul, Fortaleza, Sapé, Justa e Camburi-Ubat
                                        • Risco muito alto: Ubatumirim/Estaleiro, Barra Seca, Itaguá, Enseada, Dura, Lagoinha e Maranduba

                                        O que significa estar em risco de erosão?

                                        Praias classificadas como de alto ou muito alto risco estão mais expostas à erosão costeira aguda e à inundação marinha durante eventos extremos, como tempestades severas e marés elevadas. O novo mapeamento serve, inclusive, como ferramenta de apoio à gestão de risco e ordenamento costeiro, ajudando a planejar ações de contenção e adaptação.

                                        Praia de Araçá, em Ilha Comprida. Foto: Governo de SP / Reprodução

                                        Como é feito mapeamento de erosão das praias?

                                        O estudo é conduzido pelo governo estadual desde 1992 e atualizado a cada 5 anos. Apenas praias com no mínimo 500 metros de extensão são incluídas no monitoramento.

                                         

                                        A classificação de risco é baseada na presença de 11 indicadores ambientais, entre eles:

                                        • Avanço ou recuo da linha da costa
                                        • Perda da vegetação nativa
                                        • Exposição de antigas plataformas marinhas
                                        • Concentração de minerais pesados

                                         

                                        Cada indicador recebe um peso específico, e a nota final da praia resulta de uma média ponderada, que define o nível de risco:

                                        • Muito baixo: até 1,0
                                        • Baixo: de 1,1 a 3,0
                                        • Médio: de 3,1 a 6,0
                                        • Alto: de 6,1 a 12,0
                                        • Muito alto: de 12,1 a 15,0

                                         

                                        O avanço do mar é um processo gradual, porém constante. Em um contexto de mudanças climáticas e elevação do nível dos oceanos, o monitoramento contínuo da erosão costeira torna-se uma ferramenta fundamental para garantir a presença das comunidades litorâneas e a preservação dos ecossistemas.

                                         

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                                          Associação elegeu nova diretoria em assembleia realizada na sede da entidade, no Rio de Janeiro, em 12 de abril

                                          Prepare-se! Marina Itajaí Boat Show 2025 já tem ingressos à venda

                                          Terceira edição do maior evento náutico do Sul do Brasil será de 3 a 6 de julho, em Santa Catarina

                                          22/05/2025

                                          Atenção, amantes do universo náutico: o maior evento náutico do Sul do Brasil já tem ingressos à venda. O Marina Itajaí Boat Show 2025 vai atracar de 3 a 6 de julho em Santa Catarina e você já pode garantir a visita ao salão náutico no site oficial da Sympla. O melhor: leitores da NÁUTICA têm desconto ao usar o código NÁUTICA30.

                                          Com marcas renomadas de barcos, motores e equipamentos náuticos, o evento será realizado em ambiente totalmente integrado às águas, na Baía Afonso Wippel. Tudo isso em Itajaí, um dos maiores polos náuticos do Brasil e reconhecido por lei federal como a Capital da Construção Naval e do Turismo Náutico.

                                          Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica

                                          Em sua terceira edição sob chancela Boat Show, o Marina Itajaí Boat Show será a chance ideal de comprar seu barco. Entre lanchas de entrada, de médio porte, iate e motos aquáticas, são esperadas cerca de 70 embarcações no salão náutico.

                                           

                                          Durante quatro dias, o evento oferece a oportunidade de condições diferenciadas e negociação diretamente com os principais players do mercado náutico. Assim, quem chegar ao Boat Show de Itajaí encontrará alternativas para tanto para adquirir seu barco, quanto para comprar equipamentos e acessórios para sua embarcação, no shopping náutico flutuante — único do tipo no Brasil — ou no shopping náutico em terra.

                                          Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica

                                          No salão náutico catarinense, os visitantes poderão conferir de perto diferentes modelos de embarcações e ainda testá-las nas águas. Além disso, o Marina Itajaí Boat Show 2025 contará com atrações exclusivas para os visitantes — como um Desfile de Moda, criando uma passarela para looks cheios de estilo.

                                           

                                          Um sofisticado espaço gastronômico completa a experiência do visitante do maior evento náutico do Sul do país.


                                          Como comprar ingressos para o Marina Itajaí Boat Show 2025

                                          Para garantir seus ingressos para o Marina Itajaí Boat Show 2025, acesse o site oficial de vendas. Por lá, não tem segredo: basta escolher o(s) dia(s) para visitar o evento e selecionar a quantidade e tipo de entradas desejadas.

                                          Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica

                                          O preço do ingresso do Marina Itajaí Boat Show 2025 é de R$ 50 (mais taxas de serviço) para a entrada comum, enquanto pessoas com mais de 60 anos ou PcD pagam R$ 25 (mais taxas) com a meia-entrada. Leitores da NÁUTICA têm a vantagem de um preço especial na compra do ingresso comum. Assim, o preço da entrada inteira fica R$ 35 (mais taxas) usando o cupom promocional NÁUTICA30 no site de venda de ingressos do Boat Show de Itajaí.

                                           

                                          A plataforma de compra de ingressos do Marina Itajaí Boat Show 2025 permite pagamentos via pix ou cartão de crédito e parcelamento em até 12 vezes.

                                          Marina Itajaí Boat Show 2025

                                          O maior evento náutico do Sul do Brasil está mais do que preparado para a sua terceira edição! Em Santa Catarina, o Marina Itajaí Boat Show 2025 promete reunir grandes marcas, as principais novidades em barcos, motores e equipamentos, além de muitas opções de entretenimento aos visitantes.

                                          Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                          Na edição de 2024, o Boat Show de Itajaí reuniu 70 marcas e contou com mais de 70 barcos em exposição — 50 deles atracados nas águas. De embarcações de entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos e foi sucesso entre os visitantes, recebendo cerca de 20 mil pessoas.

                                           

                                          Anote aí!

                                          Quando: De 3 a 6 de julho de 2025
                                          Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 21h; sábado, das 11h às 21h; domingo, das 11h às 20h.
                                          Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                          Mais informações: site do evento
                                          Ingressos: site oficial de vendas

                                           

                                          Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                           

                                          Náutica Responde

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                                            Iates têm 100 e 90 pés, com diferenciais como layout exclusivo, beach club integrado e espaços sociais versáteis

                                            Por: Nicole Leslie -

                                            O estaleiro italiano Filippetti Yachts revelou recentemente dois novos modelos desenvolvidos em colaboração com o Fulvio de Simoni Yacht Design. Os iates, que não deixam nada a desejar em luxo, têm 100 e 90 pés. Confira as novidades!

                                            S100: o maior da série Sport

                                            Com 30,5 m de comprimento (100 pés), o S100 atinge até 40 nós de velocidade, graças ao casco planante e aerodinâmico. Para isso, o iate utiliza três motores MAN de 2.000 hp cada, com propulsão a jato d’água.

                                            Novo modelo S100 do estaleiro. Foto: Filippetti Yachts / Divulgação

                                            Definido pelo estaleiro como um modelo “verdadeiramente impressionante“, o iate será construído de acordo com os padrões da classe RINA (Registro Italiano Navale). A primeira unidade está prevista para julho de 2026.

                                             

                                            A Filippetti destaca o layout exclusivo do modelo: a cabine do proprietário ocupa toda a boca do barco no convés principal, sem comprometer o espaço social.

                                            Novo modelo S100 do estaleiro. Foto: Filippetti Yachts / Divulgação

                                            Isso é possível porque o convés inferior abriga quatro cabines — todas com banheiro privativo — enquanto o convés superior conta com um salão principal amplo que se abre para um generoso beach club na popa. Há ainda um flybridge com solário e bar totalmente equipado.


                                            F90: redefinindo o conceito de iate moderno

                                            No iate de 90 pés, também assinada por Fulvio de Simoni, a proposta é repensar o conceito de iate moderno, com ambientes definidos como “fluidos”.

                                            Novo modelo F90 do estaleiro. Foto: Filippetti Yachts / Divulgação

                                            O convés de popa, por exemplo, conecta-se ao espaço de beach club por uma escada, com mesas voltadas para a paisagem. Os ambientes são amplos e versáteis, permitindo ao proprietário adaptar os usos de cada espaço.

                                             

                                            O modelo oferece duas opções de motorização. A versão com dois motores MAN de 1.800 hp chega a 30 nós de velocidade máxima. Já a versão com motores MAN de 1.550 hp atinge até 28 nós.

                                            Novo modelo F90 do estaleiro. Foto: Filippetti Yachts / Divulgação

                                             

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                                              Tripulação cruza fronteira do Brasil no 5° episódio de “Endurance 64: o veleiro polar”

                                              Além da navegação, viagem teve caminhadas, revisões e mudanças de rota. Aventura é impulsionada por motor Yanmar. Assista!

                                              Por: Nicole Leslie -
                                              21/05/2025

                                              O 5° episódio da série especial do Canal NÁUTICA “Endurance 64: o veleiro polar” começa com a tripulação cruzando a fronteira entre Brasil e Uruguai — e isso não é um spoiler. O novo episódio, que estreia nesta quinta-feira (22), às 20h, reserva muitas emoções, estratégias e experiências de navegação.

                                              Na nova etapa da série produzida pelo Canal NÁUTICA no YouTube, em parceria com os motores Yanmar, a primeira parada da embarcação é em Mar del Plata, na Argentina. Com imprevistos ao longo do percurso, o veleiro precisou passar por trocas e reparos em equipamentos.

                                              Tripulação estudou correntes marítimas e meteorológicas para reajustar rotas. Foto: Revista Náutica

                                              Mas não era só o Endurance 64 que exigia atenção. Diante de condições climáticas adversas, a tripulação optou por alterar a rota para evitar ciclones e tempo instável — e, ao mesmo tempo, tirar proveito das correntes de ar e mar favoráveis. Por isso algumas programações foram alteradas.

                                               

                                               

                                              Durante a travessia, o grupo recebeu a bordo amigos — deles e do próprio veleiro –, fez paradas em locais históricos e aproveitou para realizar caminhadas em áreas de alta altitude, com paisagens “que não cabem nos olhos”, como definiu o alpinista Nelson Baretta, um dos tripulantes do Endurance 64 nesta saga.

                                              Foto: Revista Náutica

                                              Com Ushuaia como penúltimo destino antes do continente gelado, a equipe debateu estratégias para garantir a melhor convivência a bordo e a segurança da navegação. Os tripulantes também revisaram cada equipamento — dos maiores aos menores — para assegurar que o barco esteja em pleno funcionamento para a zarpada final.

                                              Tripulação revisitou casas de máquinas e conferiu todos os equipamentos do veleiro Endurance 64. Foto: Revista Náutica

                                              Na série “Endurance 64: o veleiro polar”, você pode acompanhar toda a rotina da tripulação a bordo, evidenciando como os membros da equipe se adaptam à vida no mar e colaboram entre si para enfrentar a temida Passagem de Drake, conhecida por suas condições marítimas extremas — que, inclusive, tem potencial para ser um dos maiores desafios da expedição.


                                              As máquinas por trás da aventura à Antártica

                                              Com 64 pés de comprimento e casco de alumínio, o veleiro Endurance 64 abrigou por três meses  os navegadores desta expedição à Antártica, exibida na série do Canal Náutica.

                                              Veleiro Endurance 64 abrigou tripulação por três meses durante expedição
                                              Veleiro Endurance 64 abrigou tripulação por três meses durante expedição. Foto: Guilherme Kodja / Arquivo pessoal

                                              Projetado por Thierry Stump, um belga que adotou o Brasil como lar, e totalmente reformado no ano de 2021, o barco homenageia, com seu nome, a lendária embarcação Endurance, de Sir Ernest Shackleton — o mais famoso navegador apaixonado pela Antártica.

                                               

                                              Para garantir o sucesso da expedição polar que deu origem à nova série de NÁUTICA, o Endurance 64 recebeu o motor 4LHA-STP da Yanmar.

                                              Para série náutica de expedição à Antártica, o Veleiro Endurance 64 navega com o motor 4LHA-STP da Yanmar
                                              Endurance 64 navega com o motor 4LHA-STP da Yanmar. Foto: Guilherme Kodja / Arquivo pessoal

                                              Segundo a marca japonesa, o equipamento pode ser utilizado como reversor ou rabeta e ainda serve a alguns barcos de lazer — como lanchas de 36 pés com montagem de parelha.

                                               

                                              A parceria da tecnologia da Yanmar somada às expertises dos tripulantes permitiram que a viagem ao continente mais gelado do planeta fosse um sucesso. Você confere a saga completa de “Endurance 64: o veleiro polar” no Canal Náutica do YouTube.

                                               

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                                                Reimar e Bethina Hoffmann revelaram à NÁUTICA os segredos e o futuro dos hélices em entrevista a Marcio Dottori. Assista

                                                Com a experiência de quase 100 anos de atividades, a Hélices Hoffman é uma das maiores fabricantes brasileiras de hélices náuticas. À frente da empresa há mais de 70 anos, Reimar Hoffmann esteve no Estúdio NÁUTICA, junto com Bethina Hoffmann, para contar detalhes da história da marca e revelar por que a empresa é referência no Brasil.

                                                A Hoffmann foi fundada em 1937 pelo alemão Emílio Hoffmann, pai de Reimar. Após o falecimento do patriarca, em 1954, Reimar assumiu a direção dos negócios — e segue na diretoria até hoje.

                                                Eu sou um pesquisador, estou sempre pesquisando materiais, buscando o melhor– Reimar Hoffmann

                                                Sua trajetória ganhou um reforço importante: Bethina Hoffmann, sua neta e engenheira naval, que trabalha ainda ao lado de Sávio Satler, técnólogo mecânico, conforme contaram na entrevista a Márcio Dottori, durante o Rio Boat Show 2025.

                                                 

                                                 

                                                A tradição dos Hoffmann no segmento consolidou a empresa de Itajaí, em Santa Catarina, tanto no ramo nacional quanto internacional. Não à toa, hoje a Hélices Hoffmann é referência e trabalha com marcas de renome, como Schaefer, Ferretti Yachts, Azimut, Okean, Intermarine e Carbrasmar.

                                                Foto: Hélices Hoffmann / Divulgação

                                                Tamanho sucesso se deve a fatores como estudos de engenharia e ênfase no processo de fabricação, com alto padrão de qualidade. Foi essa combinação, inclusive, que rendeu à Hoffmann um grande feito no segmento.


                                                Reimar conta que recebeu um catamarã de 58 pés, com eixo pé de galinha, equipado com dois motores MAN de 1.360 hp cada, e conseguiu projetar um hélice que o fez atingir 42 nós durante os testes de mar. Vale ressaltar que, no Brasil, uma lancha com motor de popa ou centro-rabeta é considerada esportiva quando atinge 40 nós.

                                                Até hoje ela funciona e dá essa velocidade. Isso já tem 10 anos– Reimar Hoffmann

                                                Hotspot, catamarã de 58 pés. Foto: Arquivo pessoal

                                                Bethina Hoffmann destaca que cada fabricante tem um perfil. “A gente tem que ver a aplicação, para que o barco vai servir. Se ele quer velocidade, reduzir consumo, força. Não tem um hélice mágico. Temos que estudar e desenvolver esses perfis”, explica.

                                                 

                                                Confira mais detalhes da entrevista dos Hoffmann a Marcio Dottori no vídeo do Canal NÁUTICA.

                                                 

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                                                  Muito além do azul: entenda as diferentes cores de água pelo mundo

                                                  Coloração dos mares, rios e lagos dependem de uma série de combinações geológicas, biológicas e químicas

                                                  Quando se fala em “água”, qual cor vem à sua mente? Normalmente, é comum pensarmos primeiro no azul, embora, de fato, o líquido mais importante do planeta seja transparente. Entretanto, existem corpos d’água de tonalidades diversas pelo mundo, que vão do verde-escuro ao laranja-bronze.

                                                  Nem sempre uma cor diferente do típico azul, necessariamente, significa uma água suja. Existem complexas interações entre fatores naturais — que envolvem conceitos físicos, biológicos e químicos — e atividades humanas que interferem na tonalidade final do elemento.

                                                  Foto: AFGreen/ Envato

                                                  A verdade é que os oceanos, rios e lagos estão cheios de partículas flutuantes, como pequenos fragmentos de terra, matérias vegetais ou outras substâncias. Esses sedimentos — que geralmente são movimentados durante tempestades — somados a outros fatores que alteram a cor da água.

                                                   

                                                  Mas ainda há outros agentes que influenciam nas cores, por vezes, incomuns que encontramos. Você sabe o que a coloração da água diz sobre ela e a razão disso ser fundamental para avaliar a saúde dos ecossistemas aquáticos e os impactos ambientais?

                                                   

                                                  Confira os principais motivos que mudam a tonalidade dos mares, rios e lagos.

                                                  Águas azuis

                                                  A começar pela mais conhecida: a azul. Em águas puras e profundas, a absorção seletiva da luz solar resulta numa tonalidade azulada, que não apenas passa a impressão de estar mais limpa, como realmente está.

                                                  Foto: Envato / Image-Source

                                                  O que causa a coloração azulada — não só essa cor, mas também de outras — são as interações das partículas com a radiação solar que incide sobre a superfície. Elas podem absorver esta radiação ou refleti-la em outra direção, em um processo conhecido por dispersão. O tom mais disperso é o que definirá a coloração da água.

                                                  Lago Crater, nos Estados Unidos. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                                                  Um bom exemplo é o lago Crater, localizado em Oregon, nos Estados Unidos. O corpo d’água fica localizado em uma cratera vulcânica e é alimentado apenas pela chuva e pela neve. Logo, ela praticamente não recebe água carregada de sedimentos — e o resultado é esse azul extremamente vivo! (imagem acima)

                                                   

                                                  As águas profundas, por sua vez, costumam ter um tom azul-escuro, enquanto as rasas são mais claras — como as das ilhas do Caribe, por exemplo, que aparecem com um tom de azul-turquesa, porque a luz se reflete no fundo branco e arenoso.

                                                  Águas esverdeadas

                                                  Pode ser que você já tenha visto uma água que parecesse mais verde do que azul — e isso é mais comum do que parece. Esse efeito acontece quando há muita matéria vegetal no ambiente, pois a clorofila (um pigmento que as plantas produzem em suas folhas) absorve luz azul e verde.

                                                  Foto: DavePrimov/ Envato

                                                  O tom esverdeado também pode ser conferido em regiões que recebem escoamentos de áreas muito urbanizadas. Esse processo traz às águas fertilizantes de fazendas e jardins, compostos por nutrientes que impulsionam os crescimentos das plantas na água.

                                                   

                                                  A proliferação de fitoplâncton, por exemplo, pode resultar num tom mais esverdeado da água, já que a planta é rica em clorofila. No entanto, toda floração de algas pode reduzir os níveis de oxigênio na água a ponto de mudar a coloração e afetar a fauna aquática local.

                                                   

                                                  Vale ressaltar que cada ambiente é único, e nem todo corpo d’água verde está assim pelo mesmo motivo.

                                                  Águas avermelhadas e alaranjadas

                                                  Quando há a presença de sedimentos ricos em ferro, a água ganha uma aparência que transita entre o marrom, o amarelo e o vermelho — às vezes, a aparência é até laranja.

                                                  Foto: pawopa3336/ Envato

                                                  O efeito ocorre por conta do contato entre o ferro (Fe) e o oxigênio (O2), que resulta em partículas sólidas de hidróxido de ferro de cor marrom-avermelhada, como a ferrugem.

                                                   

                                                  Uma concentração elevada de manganês também pode entregar uma coloração que varia entre tons de amarelo, marrom e preto. Plantas e outros materiais orgânicos em decomposição, sedimentos como argila e bactérias como ferrobactérias também podem causar o mesmo efeito na água.

                                                  Águas escuras

                                                  Há águas que apresentam uma grande quantidade de matéria orgânica dissolvida, proveniente de organismos e plantas em decomposição — que incluem também dejetos humanos e animais. Por isso essa coloração é considerada uma das mais preocupantes.

                                                  Foto: FiledIMAGE/ Envato

                                                  Esse cenário pode acontecer em áreas de floresta com muita vida selvagem, áreas densamente povoadas — onde o esgoto é despejado em córregos e rios –, zonas úmidas como pântanos e manguezais, rios com grande carga orgânica de suas bacias e qualquer ambiente com muita atividade humana.

                                                   

                                                  Nas águas, o material orgânico absorve a maior parte da radiação e reflete pouquíssima luz, o que passa a sensação da água parecer escura.

                                                  Tudo em excesso faz mal

                                                  Embora sedimentos, clorofila e matéria orgânica sejam naturais e importante para a vida aquática, o excesso pode ser problemático. Um exemplo é o crescimento exagerado de algas nocivas, causados por muitos nutrientes e calor, e que pode ser tóxico para pessoas e animais.

                                                  Foto: safakc1/ Envato

                                                  Os altos níveis de clorofila levaram ao crescimento mais comum de algas. Logo, o tema gera preocupação em moradores e visitantes que podem sentir os impactos das mudanças, a ponto de se tornarem prejudiciais.

                                                  A maior preocupação seria a formação de colunas de algas tóxicas, que podem causar doenças em pessoas que nadam na água ou consomem os peixes extraídos de lá.

                                                   

                                                  Nos Estados Unidos, as autoridades utilizam mapas da qualidade da água para monitorar os níveis de clorofila em cada estado e observar suas variações ao passar do tempo. Courtney Di Vittorio, professora assistente de Engenharia na Universidade de Wake Forest, destaca a importância desse controle.

                                                  Essas informações podem ajudar a alertar a população sobre o crescimento excessivo de algas e criar novas regras para torná-la mais limpa– descreveu em artigo da BBC

                                                   

                                                  Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                   

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                                                    Por: Nicole Leslie -
                                                    20/05/2025

                                                    Um jeito incomum de provar um ponto, mas que deu certo. O alemão Rudiger Köch entrou para o Guinness Book — o livro dos recordes mundiais — após viver debaixo d’água por 4 meses. A decisão veio para mostrar que a cápsula sustentável onde ficou pode ser, sim, uma alternativa de moradia para humanos.

                                                    Rudiger é engenheiro aeroespacial aposentado e cofundador da Ocean Builders, empresa que desenvolveu o SeaPod: uma cápsula projetada para ser um habitat alternativo sobre a água, com cômodos tanto acima quanto abaixo do nível do mar. O alemão, no entanto, quebrou o recorde ao viver exclusivamente na parte submersa da cápsula durante 120 dias.

                                                    Rudiger Köch passou 120 dias a 11 metros do nível do mar para provar que cápsula sustentável pode ser uma opção de moradia. Foto: Guinness Book / Reprodução

                                                    Köch iniciou a jornada em 26 de setembro de 2024 e voltou à superfície em 24 de janeiro de 2025. Até então, o recorde de maior permanência humana em habitat subaquático fixo era do pesquisador americano Joseph Dituri, que passou 100 dias submerso.

                                                    Rudiger Köch com representante do livro mundial dos recordes. Foto: Guinness Book / Reprodução

                                                    De acordo com o Guinness, o novo recordista viveu uma rotina comum a 36 pés (cerca de 11 metros) abaixo do nível do mar. Ele usou a internet, se exercitou em uma bicicleta ergométrica, leu e se alimentou normalmente — com o diferencial de uma vista única pelas janelas, que revelavam a vida marinha ao redor.


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                                                    A cápsula tem 30 m² submersos, distribuídos em um ambiente com cama, banheiro, espaço para exercícios e acesso à internet. Do lado de fora, a estrutura funciona como um recife artificial, equipada com tecnologia especial que evita ferrugem e libera nutrientes para a vida marinha.

                                                    Cápsula SeaPod tem ambientes abaixo (à esq.) e acima (à dir.) do nível do mar. Foto: Guinness Book / Reprodução

                                                    O andar superior fica acima da linha d’água, por onde se entra e sai da cápsula, e é conectado por uma escada vertical ao piso inferior. Foi ali também que permaneceu a equipe de apoio de Köch durante os quatro meses do experimento, responsável por enviar alimentos ao engenheiro sem que ele precisasse retornar à superfície.

                                                     

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                                                      Por conta das várias construções que envolvem o megaprojeto Neom, da Arábia Saudita, a cidade futurista The Line — que, literalmente, é uma enorme linha — pode desencadear alterações nos padrões meteorológicos da região, além de causar mudança na trajetória de ventos e tempestades de areia.

                                                      Quem alerta sobre esse problema é Donald Wuebbles, especialista em física e química atmosférica, que atua como consultor remunerado da Neom. Ao jornal Financial Times, ele disse ter levantado diversas vezes a questão de como a cidade linear, campos de esqui e ilhas poderiam causar e sofrer mudanças meteorológicas e ambientais.

                                                      Projeção do The Line. Foto: Neom/ Divulgação

                                                      De acordo com Wuebbles, o comitê executivo de sustentabilidade foi informado em uma reunião recente que o tópico havia sido elevado a uma “prioridade mais alta”. O status de preocupação aumentou após a saída abrupta de Nadhmi al-Nasr, ex-CEO da Neom.

                                                       

                                                      Para o profissional, os efeitos prejudiciais poderiam incluir mudanças nos padrões de chuva, amplificação de ventos e de tempestades na área desértica. O especialista ainda destaca que os impactos negativos do projeto Neom “não foram estudados o suficiente”.

                                                      Toda a operação foi desacelerada em 6 a 12 meses– contou Wuebbles

                                                      Segundo o especialista, diversos acadêmicos foram contratados pelo megaprojeto para estudar os potenciais riscos, mas os resultados nunca foram compartilhados. Inclusive, um membro do comitê consultivo da Neom — que pediu para não ser identificado — confirmou algumas das preocupações de Wuebbles.

                                                      De olhos abertos

                                                      O megaprojeto Neom, encabeçado pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, carrega consigo um leque de problemas — com os ambientais sendo apenas uma fração deles. Com recursos limitados devido à baixa do petróleo, espera-se que a ambiciosa The Line seja adiada ou reduzida.

                                                      Projeção do The Line. Foto: Neom/ Divulgação

                                                      No melhor dos mundos, é previsto que o empreendimento da Neom seja 33 vezes maior que Nova York, tenha prédios flutuantes na água, estação de esquis e novas ilhas. Entretanto, toda essa dinâmica pode causar consequências ambientais problemáticas à região saudita.

                                                       

                                                      De arranha-céus com edifícios estreitos de até 500 metros de altura, revestidos por uma fachada de vidro espelhado de 170 km, o projeto apresenta riscos para a biodiversidade regional. Ao colocar pistas de esquis, por exemplo, ameaçaria à vida marinha no Mar Vermelho.

                                                      Projeção do The Line. Foto: Neom/ Divulgação

                                                      Um estudo preliminar usou modelos de simulação para rastrear a dispersão de detritos provenientes dos locais de construção costeira. A pesquisa indica que sedimentos finos podem permanecer suspensos na água por até um mês e se depositar a até 200 km de distância de sua origem.

                                                       

                                                      Além disso, a forma das cidades e suas temperaturas tipicamente elevadas podem alterar as correntes de ar e a formação de nuvens, como mostram outras pesquisas. Segundo acadêmicos de instituições como Princeton, as tempestades de verão geralmente se intensificam sobre áreas urbanas, o que também representaria outra alteração climática na região.

                                                      A “cidade do futuro” tem futuro?

                                                      O atual CEO interino, que recentemente assumiu o projeto de US$ 500 bilhões (cerca de R$ 2,8 trilhões na conversão de maio de 2025), lida com uma Arábia Saudita com preços mais baixos do petróleo, menor investimento estrangeiro e enorme área de desenvolvimento.

                                                      Projeção do The Line. Foto: Neom/ Divulgação

                                                      Quanto às polêmicas ambientais, a Neom se defende dizendo ser uma empresa de desenvolvimento responsável e que a sustentabilidade continua sendo o foco da empreitada.

                                                       

                                                      Segundo a empresa, o objetivo é reduzir os impactos ambientais de seus projetos “em comparação com projetos de construção tradicionais”. A mudança se daria, por exemplo, nos materiais de construção utilizados.

                                                      A Neom destacou o uso de aglutinante em concreto, com menor carbono incorporado do que o cimento tradicional, a construção com materiais locais e uma equipe própria dedicada à descarbonização, que opera também com os fornecedores do projeto.

                                                       

                                                      Além das questões ambientais, o The Line ainda rende pano para a manga em outras problemáticas, como questões ligadas aos direitos humanos, abuso de trabalho de imigrantes, expulsões de moradores e morte de ativista que protestava contra a expulsão da sua tribo local para a construção do projeto.

                                                       

                                                      Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                       

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                                                        Foto: IEAA/ Divulgação

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                                                        O projeto utiliza bolas de concreto de 9 metros que somam 400 toneladas. Elas ficam enfileiradas e conectadas eletricamente em um sistema projetado para funcionar de maneira semelhante ao de armazenamento de bombeamento, que utiliza a força da água para gerar eletricidade, mas no ambiente marinho.

                                                        A lógica do sistema se baseia no uso de esferas conectadas à rede elétrica por meio de um cabo submarino. A eletricidade enviada serve para bombear a água para fora do interior das esferas, tornando-as ocas — já que a pressão da água ao redor mantém sua estrutura comprimida. As esferas permanecem assim, vazias, até que seja necessário ativá-las.

                                                         

                                                        Quando há aumento na demanda por eletricidade — especialmente à noite ou em situações de apagão — a água volta a preencher essas esferas. Nesse processo, as válvulas e turbinas passam a operar como geradores de energia elétrica.

                                                        Foto: IEAA/ Divulgação

                                                        Esse processo aproveita a pressão natural do oceano para mover a água através de um duto para o interior das esferas. Dessa maneira, o sistema libera energia renovável de forma eficiente, sem gerar resíduos tóxicos ou emissões poluentes.

                                                         

                                                        Além disso, ele pode abastecer milhares de lares graças à sua capacidade de armazenamento, estimada em cerca de 820.000 gigawatts-hora.

                                                        Olhar no futuro

                                                        Além de permitir o armazenamento de energia limpa e eficiente que contribui para a redução das emissões de carbono, as esferas de concreto têm uma vida útil estimada em 60 anos. Ou seja, é uma opção econômica e duradoura.

                                                        Foto: IEAA/ Divulgação

                                                        Vale ressaltar que o modelo também pode ser replicado em lagos profundos — sejam naturais ou artificiais. Esse cenário amplia as possibilidades de aplicação pelo mundo, como em costas da Noruega, Japão, Portugal, Brasil e Estados Unidos.

                                                         

                                                        O projeto StEnSea já está em fase de implantação em diversos locais. Antes de 2026 está previsto que as esferas sejam submersas nos Estados Unidos, nas águas de Long Beach, perto de Los Angeles.

                                                        Foto: IEAA/ Divulgação

                                                        À medida que o projeto avança e ganha forma, é esperado que ele inspire outras iniciativas semelhantes ao redor do mundo.

                                                         

                                                        Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                         

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                                                          Por: Nicole Leslie -
                                                          19/05/2025

                                                          Um estudo publicado na revista Current Biology apontou que a população da toninha-sem-barbatana do Yangtze — espécie de golfinho de água doce — sofreu uma redução de 65% nos últimos 1.400 anos. A conclusão surpreendente chama ainda mais atenção por ter vindo da análise de 724 poemas chineses históricos, datados desde o ano 618 d.C.

                                                          Os pesquisadores mapearam a distribuição histórica da espécie com base na data e no local em que os poemas foram escritos. As obras analisadas fazem referência direta à toninha-sem-barbatana do Yangtze (Neophocaena asiaeorientalis), um animal que costuma emergir com frequência para respirar — e que, por isso, chama a atenção e foi retratado com frequência na literatura chinesa clássica.

                                                          Toninha-sem-barbatana do Yangtze. Foto: Creative Commons

                                                          Segundo o artigo, poetas da época costumavam registrar com riqueza de detalhes os cenários naturais ao redor, incluindo a fauna. A partir disso, os cientistas conseguiram traçar onde e quando a espécie vinha sendo avistada.

                                                          Com base nas vidas dos poetas e no conteúdo dos poemas, estabelecemos a presença de toninhas-sem-barbatana durante dinastias específicas e em determinadas regiões geográfica– diz o estudo

                                                          A pesquisa identificou poemas desde a Dinastia Tang (618–907), sendo o maior número de registros na Dinastia Qing (1636–1912). Um mapa produzido pelos autores mostra a incidência da espécie ao longo de períodos dinásticos. O período em vermelho da imagem (veja abaixo), se refere à presença do animal atualmente.

                                                          Pesquisadores produziram infográficos com incidência da toninha-sem-barbatana do Yangtze durante seis dinastias chinesas. Foto: Current Biology / Reprodução

                                                          Em metade dos poemas, os pesquisadores encontraram informações claras sobre a localização dos animais. Desses, 78% estavam no curso principal do Rio Yangtze, 14% em afluentes e 8% em lagos.


                                                          O estudo lembra que a toninha-sem-barbatana está hoje criticamente ameaçada de extinção. Os dados revelaram ainda outros sinais de deterioração ambiental na região, como a retração da área de água doce e o desaparecimento de duas espécies endêmicas do Yangtze: o golfinho baiji (Lipotes vexillifer) e o peixe-espátula chinês (Psephurus gladius), ambos oficialmente extintos.

                                                           

                                                          Para os autores, a principal causa da redução drástica nas populações da toninha foi a ação humana. Um dos fatores determinantes foi a construção de barragens a partir da década de 1950, que passaram a bloquear a movimentação dos animais entre os afluentes, lagos e o leito principal do rio.

                                                           

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                                                            Neste episódio do "Criadores de Sonhos", Marcio Dottori desvenda as modernas instalações do estaleiro catarinense

                                                            Por: Nicole Leslie -

                                                            Com 18 mil barcos já entregues, o estaleiro Fibrafort movimenta as águas nacionais e internacionais há 35 anos. A equipe da Revista Náutica visitou a nova fábrica do estaleiro que produz as lanchas Focker e o resultado você já pode conferir no Canal Náutica do YouTube.

                                                            A Revista Náutica fez um tour completo pelas modernas instalações da nova fábrica da Fibrafort, para “mostrar o carinho em cada embarcação que nasce”, como conta Danilo Fontana, diretor de operações da Fibrafort.

                                                             

                                                             

                                                            O apresentador Marcio Dottori acompanhou como funcionam os bastidores da produção do estaleiro, localizado em Itajaí (SC). A infraestrutura da fábrica da Focker impressiona: são 11 mil m² de área construída em sua nova planta  e mais de 400 colaboradores — cuidando desde o design inicial das lanchas até o acabamento final.

                                                             

                                                            Este episódio do “Criadores de Sonhos”, do Canal Náutica, é ideal para quem é apaixonado por barcos ou busca entender melhor os bastidores de uma indústria náutica brasileira. Assista!


                                                            Na visita à fábrica da Fibrafort, Dottori também mostra como as tecnologias são empregadas na laminação das lanchas Focker, além de outras etapas da produção, como montagem, testes de estanqueidade, acabamento e controle de qualidade. Um verdadeiro mergulho na produção da Fibrafort, que ajuda a explicar o sucesso da marca.

                                                             

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