“Lago de prata” do Chade: entenda a ciência por trás de fenômeno raro

Caso foi registrado no Lago Iro, em foto tirada por astronauta a bordo de estação espacial da NASA

Por: Nicole Leslie -
09/08/2025

O lago Iro, em Chade, na África, se transformou em um deslumbrante “lago de prata” em um fenômeno raro, capturado em uma fotografia feita por um astronauta da NASA. Por mais surrealista que pareça, esse fenômeno é descrito como sunglint pela agência espacial e envolve um alinhamento específico que causa essa ilusão de óptica.

A imagem, registrada a bordo da Estação Espacial Internacional, mostra o lago Iro brilhando como um espelho prateado. O fenômeno, que a NASA define como sunglint, ocorre quando a superfície da água reflete a luz solar diretamente para o observador que está no mesmo ângulo que o sol.

O resultado é uma reflexão especular da luz solar na água, semelhante a um espelho– descreve o Observatório Terrestre da NASA

Sunglint cria manchas esbranquiçadas no mar entre Grécia, Creta e Turquia, em foto tirada em julho de 2014. Foto: Observatório Terrestre da NASA / Reprodução

Essas reflexões são comuns em imagens espaciais, mas geralmente aparecem como borrões devido ao movimento das águas. O que torna o registro do lago Iro tão incomum é a superfície da água, que estava quase perfeitamente plana, criando um reflexo pontual e intenso que resultou no apelido “lago de prata”.

Mistérios do lago Iro

Além do espetáculo óptico, a origem do Lago Iro intriga a comunidade científica. Com cerca de 100 km², o lago surge sazonalmente em uma cratera, e a hipótese mais aceita para sua formação é o impacto de um meteorito no planeta.

Lago Iro fica em bacia de drenagem endorréica, onde não há saída de água para o mar. Foto: Wikimedia Commons / Divisão de Observação da Terra e Geoinformática / INPE / Reprodução

Uma pesquisa feita pelas universidades de Aix-Marseille, na França, e N’Djamena, no Chade, estudou a relação entre a queda de meteoritos com estruturas de impacto no Chade. O documento foi publicado no Journal of African Earth Sciences, em 2024.


Nesse estudo, os cientistas afirmam que a geologia e geomorfologia do país africano não explicam a formação do lago Iro. Por isso eles defendem que o Iro só pode ser explicado pelo impacto causado por um meteorito. No entanto, essa ainda é apenas uma tese em investigação.

 

A sazonalidade do Lago Iro é outro ponto de mistério, já que sua profundidade varia ao longo do ano, chegando a ficar quase completamente seco em períodos de seca. Essa natureza cíclica torna a coincidência de um “sunglint perfeito” ainda mais especial.

 

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    De Graciliano Ramos a Madame Satã: barco que levou presos icônicos amarga abandono no Rio

    Embarcação Tenente Loretti foi essencial para a construção do "Caldeirão do Inferno". Reforma é aguardada desde 2014

    08/08/2025

    Um pedaço da história do Brasil está abandonado em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Trata-se da embarcação Tenente Loretti, que, entre tantos feitos, transportou presos políticos influentes ao “Caldeirão do Inferno” (antigo presídio de Ilha Grande), como o romancista Graciliano Ramos e o assaltante Madame Satã.

    O abandono do barco é fruto de promessas que nunca saíram do papel. Não faltam notícias anunciando que a embarcação, finalmente, seria restaurada para se tornar um museu — o que nunca aconteceu. Sua história, porém, é daquelas que a fazem viva mesmo no abandono.

    A brava Tenente Loretti

    Construído em 1910 e com 19 metros de comprimento, esse barco cargueiro de madeira era à época pertencente à Marinha do Brasil, para quem prestava suporte aos faróis e faroleiros da costa e ilhas do estado do Rio.

    Tenente Loretti após ser retirada do fundo do mar, em 2014. Foto: TurisAngra / Reprodução

    Em 1937, a Tenente Loretti foi doada ao Governo do Estado do Rio de Janeiro e transferida para Ilha Grande, onde atuou no transporte de materiais e mantimentos para a construção da então Colônia Penal de Dois Rios.

     

    Mais tarde batizado de Instituto Penal Cândido Mendes, o local ficou popularmente conhecido como “Caldeirão do Inferno” devido às cenas de violência, onde presos comuns e políticos conviviam e se organizavam — foi lá, inclusive, que nasceu a famosa facção “Comando Vermelho”. O “Caldeirão” foi desativado e implodido em 1994, com ruínas presentes até hoje em Ilha Grande.

    O Instituto Penal Cândido Mendes atualmente. O local briga o Museu do Cárcere, que expõe objetos e histórias relacionadas ao sistema prisional de Ilha Grande. Foto: TurisAngra / Reprodução

    Na década de 70, o Loretti foi transferido da Administração Penitenciária para o Corpo Marítimo de Salvamento (corporação marítima do Corpo de Bombeiros), recebendo a sigla L-37.

    Tenente Loretti transportou presos políticos e nomes icônicos do crime

    Embora de nome novo, a embarcação seguiu baseada na Vila do Abraão, bairro mais importante de Ilha Grande, servindo ao presídio com viagens quase diárias entre Ilha Grande e Mangaratiba.

     

    Além de levar turistas e moradores, o barco constituiu parte relevante da história do país, transportando soldados, mantimentos, combustíveis, máquinas, equipamentos e, principalmente, presidiários.

    Em 2013, Fernando Gabeira gravou um programa para a TV a bordo da Tenente Loretti. Foto: Arquivo PMAR / Reprodução

    Entre os presos famosos transportados pelo Tenente Loretti ao Caldeirão do Inferno estão o romancista e jornalista Graciliano Ramos; e o jornalista e ex-deputado Fernando Gabeira, ambos presos políticos.

     

    Passaram ainda pelo barco o assaltante João Francisco dos Santos, transformista brasileiro conhecido como Madame Satã; o contraventor Castor de Andrade, tido como o maior bicheiro brasileiro; José Carlos dos Reis Encina, o Escadinha, famoso por fugir do presídio de helicóptero; e Lúcio Flávio, criminoso que teve sua história como tema de livros e filmes, incluindo “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia”, de José Louzeiro.


    Anos de abandono

    Nos seus últimos anos de operação, o Loretti seguiu servindo ao Corpo de Bombeiros em missões de salvamento e resgate nas costas de Ilha Grande. Em 2006 o barco foi aposentado, sendo transferido, em 2011, para a Prefeitura de Angra dos Reis. À época, a embarcação ainda flutuava, mas já estampava sinais da falta de manutenção atracada no cais Santa Luzia, no centro de Angra dos Reis.

    Foto: Arquivo PMAR / Reprodução

    A embarcação chegou a naufragar em março de 2014. No entanto, com o apoio do empresário Bráulio Gaspar de Oliveira, da MMA Transportes e Serviços Marítimos, foi retirada do fundo do mar com a ajuda do Corpo de Bombeiros e de funcionários da Fundação de Turismo de Angra dos Reis (TurisAngra).

     

    A promessa, já naquela época, era de que a embarcação iria para um estaleiro, onde seria restaurada para ser transformada em museu — o que nunca aconteceu.

     

    De lá para cá, ano após ano, uma nova “reforma” é anunciada, inclusive pela Prefeitura de Angra dos Reis, mas nunca chega a sair do papel. Não à toa, atualmente o barco segue abandonado no antigo estaleiro Verolme, também em Angra. Lá repousa um pedaço da história do Brasil, respirando por aparelhos, mas ainda na esperança de receber seu lugar ao sol.

     

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      Barco Brasil conquista pódio na centenária Fastnet Race

      Regata é tida como uma das mais famosas e desafiadoras do mundo, com quase 700 milhas náuticas

      Depois de 20 anos o Brasil marcou presença na Fastnet Race, uma das regatas mais famosas e desafiadoras do mundo, que acontece desde 1925. A equipe Barco Brasil levou as cores do país ao pódio com o segundo lugar entre os Class40 Sharp — e à 21ª colocação geral da classe. A competição reuniu mais de 460 veleiros e marcou os 100 anos do evento.

      José Guilherme Caldas, Luiz Bolina, Jean Pierre Coutayar e Marcelo Malagutti terminaram o percurso de aproximadamente 695 milhas náuticas em 3 dias, 23 horas e 8 minutos, cruzando a linha de chegada em 30 de julho.

       

      Eles partiram de Cowes, na Ilha de Wight (Reino Unido), seguiram pelo Canal da Mancha, contornaram o icônico Farol de Fastnet Rock, na costa sudoeste da Irlanda, e terminaram em Cherbourg, na França. O percurso é famoso por condições meteorológicas imprevisíveis, mar agitado e necessidade de navegação precisa, o que o torna um verdadeiro teste de habilidade e resistência.

      Foto: Instagram @barcobrasil / Reprodução

      O vencedor da Classe 40 foi o francês Faites Un Don Sur SNSM, de Douguet Corentin, com 3 dias, 10 horas e 2 minutos. O segundo lugar geral ficou com a VSF Sports, do espanhol Pep Costa, com um único minuto de diferença.

       

      O comandante José Guilherme Caldas comentou o resultado: “Fizemos a primeira parte da regata em contravento e conseguimos acompanhar o grupo da frente. Depois cometemos um erro na aproximação do Fastnet Rock e perdemos rendimento. No final, mesmo com o balão rasgado e vento fraco perto da chegada, conseguimos manter uma boa colocação”.

      Uma disputa histórica, que vai ficar pra sempre nas nossas memórias– escreveu a equipe no Instagram

      Próximo destino: Globe 40

      Em 14 de setembro, José Guilherme Caldas e Luiz Bolina representarão o país na Globe 40, regata de volta ao mundo considerada o mais forte desafio em duplas da modalidade.

       

      Eles partirão de Cádiz, na Espanha, para uma jornada longa, que deve durar ao menos sete meses. Além da cidade espanhola, o percurso passará por Mindelo, em Cabo Verde; Ilha de Reunião (departamento francês); Sydney, na Austrália; Valparaíso, no Chile; Recife, no Brasil; e finalmente Lorient, na França.



      A primeira edição da Globe 40 durou nove meses e percorreu todos os mares do mundo, em um percurso de 54 mil milhas. Os velejadores partiram de Ushuaia, na Argentina, e passaram por oito locais, incluindo Recife.

       

      Esta será a segunda vez em que o Brasil participará de uma campanha oficial de volta ao mundo de veleiro. A primeira aconteceu há 19 anos, quando o campeão olímpico Torben Grael liderou o Barco Brasil 1 na Volvo Ocean Race.

       

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        Estudo de mercado estima crescimento explosivo do setor náutico com metanol

        Levantamento prevê que valor do mercado salte de US$ 4,2 bilhões em 2025 para US$ 30,9 bilhões até 2035

        Por: Nicole Leslie -

        O cheiro de diesel nos mares pode estar com os dias contados. Isso porque a indústria naval está passando por uma revolução silenciosa, mas poderosa, com o objetivo de trocar os combustíveis tradicionais pelo metanol — alternativa considerada mais limpa. Um estudo de mercado recente estima um crescimento explosivo desse segmento nos próximos dez anos, transformando a forma como o setor náutico constrói e opera.

        O estudo foi feito pela MarketsandMarkets Research, especialista em relatórios de pesquisa que entrou para a lista da Forbes de melhores empresas de consultoria de gestão dos Estados Unidos em 2025. O levantamento prevê que o mercado de navios movidos a metanol, que hoje vale cerca de US$ 4,2 bilhões, pode saltar para impressionantes US$ 30,9 bilhões até 2035.

        Estudo de mercado feito pela MarketsandMarkets Research estima crescimento da indústria do metanol para setor náutico. Imagem Ilustrativa. Foto: Envato / aowsakornprapat / Reprodução

        Isso significa que, em uma década, o uso e o investimento nessa tecnologia devem aumentar em até sete vezes. Os dados, por mais otimistas que sejam, mostram que a mudança para alternativas mais limpas na indústria naval não é uma simples tendência, mas uma estratégia firme e crescente.

         

        Esse cenário se baseia, logicamente, nos atuais maiores armadores e construtores navais do mundo, que estão na linha de frente dessa transformação. Segundo a MarketsandMarkets, os principais players do setor estão na Ásia e na Europa.

         

        Na Ásia, os destaques foram para a sul-coreana HD Hyundai Heavy Industries e a Samsung Heavy Industries, que têm trabalhado em projetos para a construção dessa nova geração de navios mais sustentáveis. Além delas, a chinesa COSCO Shipping Industries também se destaca pelo trabalho contínuo em busca de navios com alta capacidade de carga que usem essa tecnologia.

        Imagem ilustrativa de navio da Cosco Shipping. Foto: Christian Ferrer / Licença Creative Commons / Reprodução

        Já na Europa, os estaleiros Damen Shipyards Group (Holanda), VARD (Noruega) e Sanlorenzo Yachts (Inglaterra) ficam no pódio, por investirem não apenas em navios comerciais, mas em embarcações de luxo que utilizam esse combustível mais sustentável.

         

        De acordo com a MarketsandMarkets, esses principais players estão atuando junto a empresas que fabricam combustíveis e motores, para garantir um ecossistema completo onde o metanol seja uma opção viável.

        Por que o metanol?

        O estudo de mercado aponta para três fatores principais que justificam a escolha do metanol como opção sustentável de combustível: pressão ambiental, sustentabilidade corporativa e vantagem prática.


        O primeiro deles é a pressão ambiental que a Organização Marítima Internacional (IMO) tem imposto, com metas cada vez mais rígidas para a redução da emissão de gases de efeito estufa — em que o metanol atende às exigências.

         

        A IMO é a agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU) responsável pela regulamentação do transporte marítimo internacional.

         

        Outro fator que contribui para a Corrida do Metanol é a imagem que as empresas buscam passar em relação às práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança), cada vez mais presentes no mercado. Em outras palavras, investir em tecnologia limpa é uma forma de mostrar compromisso com o futuro do planeta — e isso pega bem.

        Composto químico em laboratório. Imagem ilustrativa. Foto: Envato / Image-Source / Reprodução

        Além disso tudo, o metanol ainda promete ser mais fácil de armazenar e manusear do que outros combustíveis alternativos. Isso reflete uma vantagem prática ao investir nele, que ainda tem alta densidade energética para suprir rotas de longas distâncias.

         

        Apesar do desafio que a construção e expansão da produção de metanol verde implica hoje, o crescimento previsto no estudo da MarketsandMarkets indica que a indústria naval está determinada a seguir essa nova rota, navegando em direção a um futuro mais verde e sustentável.

         

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          Sessa no São Paulo Boat Show: nova F48 e experiência imersiva na F60 são destaques

          Visitantes poderão conferir 7 modelos das linhas Key Largo, Cruiser e Flybridge. Salão acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo

          Por: Nicole Leslie -

          A Sessa Marine confirmou presença no São Paulo Boat Show 2025 com sete modelos. Fisicamente o estaleiro levará seis lanchas, com o adicional de uma experiência imersiva no último lançamento da marca, a Sessa F60. As embarcações integram três linhas principais da Sessa: Key Largo, Cruiser e Flybridge, todas com propostas distintas, mas com luxo, sofisticação e performance como denominadores comuns.

          O salão náutico, tido como o maior da América Latina, acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo. Por lá, os visitantes poderão ver de perto os modelos Sessa KL27, Sessa KL40, Sessa C40, Sessa C44, Sessa F42 e Sessa F48, que variam entre R$ 1 milhão e R$ 14,9 milhões.

           

          Além deles, a Sessa F60 estará virtualmente no estande do estaleiro, através de uma experiência virtual e imersiva. Estreante nas Américas em abril, durante o Rio Boat Show, o modelo também marcou presença no salão náutico de Itajaí, em junho.

          Sessa F60. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica

          Embora virtualmente no salão náutico paulista, a Sessa F60 é um dos destaques, sendo uma das embarcações mais sofisticadas já produzidas pelo estaleiro. Lançada no Cannes Yachting Festival, ela é também a mais valiosa do catálogo da Sessa no São Paulo Boat Show: custa R$ 14,9 milhões.


          Outro lançamento de peso será a nova F48, revelada recentemente em um evento exclusivo no Lago di Iseo, na Itália. Será a primeira vez do modelo repaginado exibido no Brasil.

           

          Confira, a seguir, os principais destaques da Sessa Marine no São Paulo Boat Show 2025.

          Linha Flybridge

          Sessa F60

          Pensada para cruzeiros de médio e longo alcance, a Sessa F60 alia alta tecnologia e conforto premium. Os interiores integrados banhados por luz natural se unem a áreas externas espaçosas e funcionais. Equipada com dois motores Volvo Penta IPS 950 de 725 hp, a lancha entrega desempenho, manobrabilidade e eficiência energética de alto nível.

          Detalhes da Sessa F60. Foto: Erik Barros Pinto / Revista Náutica

          Sessa F48

          Com interior totalmente repaginado, a nova versão da Sessa F48, recentemente testada por NÁUTICA, promete agradar quem busca desempenho sem abrir mão do conforto.

           

           

          A embarcação se destaca pelo generoso espaço externo: plataforma submergível, área gourmet, amplo flybridge e cockpit convidativo. Vem equipada com dois motores Volvo Penta IPS 700, com opção de upgrade para IPS 800, e parte de R$ 7,4 milhões.

          Sessa F48. Foto: Sessa Marine / Reprodução

          Sessa F42

          O modelo integra cockpit, salão e popa em um ambiente fluido e acolhedor. Na área externa, o solário, a plataforma submergível e a área gourmet com churrasqueira são diferenciais. A Sessa F42 parte de R$ 5 milhões, variando conforme o tipo de motorização (popa ou rabeta).

          Sessa F42. Foto: Sessa Marine / Reprodução

          Linha Cruiser

          Sessa C44

          Projetada para equilibrar a vida ao ar livre com a segurança e o conforto do hardtop, a Sessa C44 impressiona pela versatilidade. Ideal para momentos de lazer e convivência a bordo, conta com plataforma hidráulica e móveis gourmet. O preço inicial é de aproximadamente R$ 4,9 milhões, a depender da motorização (popa ou rabeta).

          Sessa C44. Foto: Sessa Marine / Reprodução

          Sessa C40

          Modelo de maior sucesso da Sessa no Brasil, a Sessa C40 se destaca pelo design esportivo e pelos espaços otimizados. Possui grandes janelas laterais, hardtop de vidro, cozinha central funcional, banheiro com box separado e hidrodinâmica refinada. Parte de R$ 3,1 milhões.

          Sessa C40. Foto: Sessa Marine / Reprodução

          Linha Open, com modelos Key Largo

          KL40

          O robusto casco da Key Largo 40 promete entregar velocidade e conforto. O interior revela atenção aos detalhes, enquanto a parte externa permite alto nível de personalização. O preço varia entre R$ 3,9 milhões e R$ 4,3 milhões, conforme a motorização escolhida.

          Sessa KL40. Foto: Sessa Marine / Reprodução

          KL27

          Com linhas esportivas e volume expressivo, a KL27 guarda a maior altura interna da categoria. A cabine oferece cama ampla, banheiro privativo e bar com geladeira de 40L. O casco em “V” e motor de popa prometem estabilidade e performance. O preço inicial parte de pouco mais de R$ 1 milhão, a depender do conjunto de motores.

          Sessa KL27. Foto: Sessa Marine / Reprodução

          São Paulo Boat Show 2025

          A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

           

          Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

          Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

          Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

           

          A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

           

          Anote aí!

          SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

          Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
          Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
          Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
          Mais informações: no site do evento
          Ingressos: site oficial de vendas

           

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            Rali parte da Alemanha e cruza cinco países até a Suécia, oferecendo experiência única. Conheça o itinerário

            Por: Nicole Leslie -

            O ARC Baltic, novo rali de cruzeiros da World Cruising Club, é uma aposta para quem busca uma experiência diferente em alto-mar. Em vez da velocidade de uma competição, a proposta é uma viagem de um mês, com mil milhas náuticas percorridas, que combina navegação com exploração cultural e turística em terra.

            Com início programado para 3 de julho de 2026 em Kiel, na Alemanha, o percurso se estende até 31 de julho, com a chegada em Bullandö, na Suécia. Ao longo da jornada, a frota visitará cinco países, parando em destinos notáveis e reconhecidos pela UNESCO, prometendo uma imersão completa nas belezas do Mar Báltico.

            Desfile de velas em Helsinque durante o ARC Baltic 2015. Foto: World Cruising Club / Reprodução

            Uma jornada para todos

            O ARC Baltic foi pensado para atender a diversos públicos, desde famílias com crianças até viajantes mais experientes. As travessias mais longas do itinerário são de 200 milhas náuticas, o que torna a navegação menos exaustiva como um todo.

            Visita a canhão histórico em Gotska Sandon, na Suécia, durante rali náutico. Foto: World Cruising Club / Reprodução

            A participação no rali é limitada a 25 barcos, com comprimentos entre 27 e 50 pés, embora iates maiores ou multicascos possam ser aceitos caso haja disponibilidade e espaço.

            Iates no porto de Helsinque, ARC Baltic 2015. Foto: World Cruising Club / Reprodução

            A organização garante o apoio de uma equipe local experiente que fornecerá assistência tanto nos portos quanto nas atividades em terra. As inscrições podem ser feitas diretamente no site da World Cruising Club.


            Roteiro de 1000 milhas náuticas

            A jornada começa em Kiel e segue para Stralsund, uma cidade alemã com centro histórico tombado pela UNESCO. De lá, o destino é a ilha dinamarquesa de Bornholm, onde os participantes poderão visitar castelos e igrejas medievais, além de provar o famoso arenque defumado local.

            Visby em Gotland, na Suécia. Foto: World Cruising Club / Reprodução

            Em seguida, a frota segue para a Suécia, primeiro para Visby, na Ilha de Gotland (outro patrimônio da UNESCO), e depois para Gotska Sandön, onde as praias são um convite para um ancoradouro independente.

            Visita ao castelo de Hammerhus, em Bornholm durante rali ARC Baltic. Foto: World Cruising Club / Reprodução

            A próxima parada é Tallinn, a capital da Estônia. Com ruas de paralelepípedos e torres góticas, a cidade é considerada um dos centros medievais mais bem preservados da Europa. A viagem continua até a capital da Finlândia, Helsinque, onde as influências suecas e russas se misturam.

            Grupo explorando o centro da cidade de Helsinque em passeio durante rali náutico. Foto: World Cruising Club / Reprodução

            De Helsinque, o percurso segue para as ilhas de Åland, que possuem autonomia especial na Finlândia. Em sua capital, Mariehamn, o grupo pode visitar o navio Pommern, um dos últimos cargueiros a vela do mundo, exposto em museu.

            Amarração em estilo nórdico em uma rocha no arquipélago sueco durante o ARC Baltic 2014. Foto: World Cruising Club / Reprodução

            O rali se aproxima do final em Estocolmo, a capital sueca, onde a frota desfruta de um ancoradouro em meio à natureza do arquipélago. A celebração final acontece na Marina Bullandö, na Ilha de Varmdö, nos arredores da cidade.

            Desfile de velas ao redor do porto de Helsinque durante o ARC Baltic 2015. Foto: World Cruising Club / Reprodução

            Itinerário e distâncias de navegação

            • 3 de julho: Início do rali em Kiel, Alemanha;
            • 5 de julho: De Kiel a Stralsund, Alemanha (120 milhas náuticas);
            • 8 de julho: De Stralsund a Bornholm, Dinamarca (95 milhas náuticas);
            • 11 de julho: De Bornholm a Visby, Suécia (200 milhas náuticas);
            • 16 de julho: De Visby a Gotska Sandön, Suécia (55 milhas náuticas);
            • 17 de julho: De Gotska Sandön a Tallinn, Estônia (190 milhas náuticas);
            • 21 de julho: De Tallinn a Helsinque, Finlândia (45 milhas náuticas);
            • 24 de julho: De Helsinque às Ilhas Åland, Finlândia, com período de cruzeiro independente (200 milhas náuticas);
            • 29 de julho: De Mariehamn (Åland) à Suécia (65 milhas náuticas);
            • 31 de julho: Encontro final na Marina Bullandö, Suécia.

             

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              “DNA Yanmar”: marca levará três motores ao São Paulo Boat Show 2025

              Fabricante estará com equipamentos para diferentes finalidades. Evento acontece de 18 a 23 de setembro

              07/08/2025

              Depois de participar do salão náutico carioca e catarinense, chegou a vez da Yanmar marcar presença no maior deles: o São Paulo Boat Show 2025. De 18 a 23 de setembro, a marca estará no São Paulo Expo com três motores que, segundo a empresa, representam o “DNA Yanmar”.

              No maior salão náutico da América Latina, a marca leva, além dos equipamentos, três pilares: inovação, durabilidade e eficiência. Os produtos que estarão presentes no estande da empresa são: 8LV370Z, 6LPA-STP e 3YM20.

              8LV370Z

              Com rabeta ZT370, o motor é ideal para embarcações de lazer que exigem performance, sem abrir mão do conforto. De acordo com a Yanmar, ele entrega alta potência com baixo nível de ruído e consumo reduzido, além de oferecer facilidade de manutenção.

              Motor Yanmar 8LV370Z. Foto: Yanmar/ Divulgação

              6LPA-STP

              Conhecido pela robustez e confiabilidade em diferentes tipos de embarcações, o motor possui seis cilindros e ampla disponibilidade de torque mesmo em baixas rotações. Equipado com sistema de bombas injetora Denso, o produto oferece versatilidade de aplicação, já que pode ser acoplado à rabeta ZT370 ou à caixa reversora.

              Motor Yanmar 6LPA-STP. Foto: Yanmar/ Divulgação

              3YM20

              Os amantes de veleiros não ficarão de fora do leque da Yanmar no São Paulo Boat Show 2025. Voltado para barcos a vela, este motor de 21 hp e três cilindros entrega uma combinação de potência e baixo nível de ruído, prometendo uma navegação silenciosa e eficiente.

              Motor Yanmar 3YM20. Foto: Yanmar/ Divulgação

              Segundo a marca, o 3YM20 pode ser utilizado com a rabeta SD25 — também desenvolvida pela Yanmar — que oferece integração total com o sistema de propulsão.


              São Paulo Boat Show 2025

              A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

               

              Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

              Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

              Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

               

              A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

               

              Anote aí!

              SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

              Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
              Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
              Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
              Mais informações: no site do evento
              Ingressos: site oficial de vendas

               

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                A magia colorida de Xochimilco: conheça a “Veneza mexicana”

                Bairro de Xochimilco preserva a história asteca e mantém tradição de passeios em barcos coloridos

                Por: Nicole Leslie -

                Esqueça por um momento a popular Veneza italiana. Na Cidade do México, distante do burburinho, existe um “primo distante” cheio de cor, que mantém tradições em canais navegáveis: Xochimilco. Conhecido como a “Veneza mexicana”, o bairro é um destino turístico único, onde a cultura e a história milenar do país se encontram com a natureza de forma vibrante.

                Em Xochimilco, a grande atração são as trajineras, barcos coloridos e ricos em decorações que parecem flutuar em um cenário de conto de fadas. Diferente dos passeios urbanos da cidade italiana, na Veneza mexicana a experiência é imersa em natureza. Por lá, centenas dessas embarcações deslizam pelas águas, criando um espetáculo visual inconfundível.

                Foto: Wikimedia Commons / Luisalvaz

                Experiência completa nas águas

                Os passeios de trajineras são a principal atividade em Xochimilco e funcionam de forma independente. Segundo o Trip Advisor, as atividades ocorrem das 8h às 21h.

                Foto: Wikimedia Commons / JorgeBRAZIL

                Os próprios barqueiros vendem os pacotes por tempo, com preços que partem de aproximadamente R$ 160 (550 pesos mexicanos) por hora e por barco. Apesar de todas serem coloridas, as trajineras se diferenciam pelos adicionais, como música ao vivo e comidas típicas.

                Foto: Wikimedia Commons / Nan Palmero

                Cada trajinera tem capacidade para cerca de oito pessoas, sendo ideais para famílias e grupos de amigos que buscam uma experiência autêntica e divertida.

                Bairro transpira história e tradição

                O grande segredo de Xochimilco não está apenas no turismo, mas em sua herança histórica. Afastado da metrópole, o bairro guarda uma cultura antiga que se estende desde tempos astecas. Por lá, ainda são praticadas as chinampas, um engenhoso sistema de “jardins flutuantes” criado pelos antigos habitantes para aproveitar a água no cultivo agrícola.

                Canal na veneza mexicana com chinampas nas margens. Foto: Wikimedia Commons / LBM1948

                Além das paisagens terrestres e aquáticas, o povo de Xochimilco mantém artesanato e vestimentas típicos há gerações. Em diferentes épocas do ano, ainda é possível participar de festivais de dança e música, por exemplo.

                 

                Outras atrações da Veneza mexicana incluem o Mercado de las Flores de Nativitas, museus e feiras livres, que garantem um dia recheado de passeios.


                Como chegar em Xochimilco?

                Por ser bem distante do Centro da Cidade do México, chegar a Xochimilco exige um planejamento. A opção mais econômica é o transporte público, que custa em torno de R$ 5 e envolve metrô e trem. Para quem busca rapidez e conforto, uma corrida de aplicativo como o Uber costuma sair entre R$ 40 e R$ 50.

                Centenas de barcos decoram as águas de Xochimilco. Foto: Envato / macbeth_gp

                Embora seja um destino menos popular que outras atrações do país, a “Veneza mexicana” é um tesouro cultural, ideal para quem busca uma viagem no tempo em meio a paisagens que transbordam cores e histórias.

                Xoshimilco: veja fotos!

                Foto: Wikimedia Commons / Axel Millán
                Foto: Wikimedia Commons / Luisalvaz
                Foto: Wikimedia Commons / Luisalvaz
                Foto: Wikimedia Commons / Emma.zeuq
                Foto: Wikimedia Commons / Mickaël en résidence
                Foto: DEZALB / Pixabay / Licença Creative Commons
                Foto: Wikimedia Commons / ProtoplasmaKid / CC-BY-SA 4.0

                 

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                  Barco compartilhado: confira 8 motivos para investir na modalidade

                  No modelo Flip Boat Club, você paga apenas uma parte do valor da embarcação, mas tem o privilégio de usá-la com exclusividade

                  Já pensou deixar as dores de cabeça de lado e aproveitar somente o que de melhor uma embarcação tem a oferecer — e ainda economizar? Isso é possível em um conceito já consolidado no mundo todo: a multipropriedade de embarcações (ou barco compartilhado). No Brasil, a Flip Boat Club é uma das pioneiras na modalidade, e aqui você confere o motivo — ou melhor, 8 deles.

                  Na multipropriedade, um bem — no caso, o barco — é dividido entre várias pessoas, que podem usá-lo de forma compartilhada — mas calma, você não vai precisar dividir um dia de lazer a bordo com alguém que não conhece. Até porque, na Flip Boat Club a propriedade é compartilhada, mas o uso é exclusivo.

                   

                  Ou seja, dentro do seu período de uso, você pode utilizar a embarcação de forma particular. Nesse tempo, o barco é 100% seu — seja ele uma lancha ou um veleiro, ambos disoníveis no catálogo da Flip.

                  8 motivos para ter um barco compartilhado

                  Cotas

                  Os barcos da Flip Boat Club são divididos em 4 ou 6 cotas em lanchas e 8 cotas em veleiros. O uso entre os proprietários, por sua vez, fica dividido entre 45, 60 ou 90 dias por ano.

                   


                  São até 90 dias por ano para usar a embarcação, número mais do que suficiente — especialmente quando se leva em conta que usuários de barcos de lazer costumam pagar por 365 dias de posse, mas usufruem, de fato, cerca de 20 deles, conforme estimam especialistas e players do setor.

                   

                  Além disso, cada proprietário pode ter até duas cotas no mesmo barco ou ainda cotas diversas em várias embarcações, de variadas localidades. Assim, de acordo com a empresa, o cotista pode navegar em diferentes regiões dentro da base dos barcos em que possui cotas.

                  Economia na aquisição e na manutenção do barco

                  Outro bom motivo para ter um barco compartilhado é que todos os custos — como seguro, manutenção, marina e o valor do próprio barco — são pagos de forma proporcional à quantidade de uso de cada cotista.

                   

                  Em aquisições tradicionais, onde o proprietário adquire um barco sozinho, estima-se que os custos de manutenção anual girem em torno de 10% do valor de mercado do barco — e para iates ou embarcações maiores, esse número pode chegar a 15% ou mais.

                  Propriedade compartilhada, uso exclusivo

                  Apesar de a propriedade ser compartilhada, durante o período vigente do multiproprietário o uso é 100% exclusivo daquele cotista — o que dá toda a tranquilidade necessária para convidar familiares e amigos para dias de lazer sobre as águas.

                  Barco pronto para sair

                  Na data escolhida para usar a embarcação, o multiproprietário tem o conforto de encontrar o barco limpo, de enxoval montado e revisado por uma equipe de especialistas experientes para a viagem — é entrar e navegar, nada de precisar programar a famosa “geral” no barco antes do passeio. Quer melhor motivo para aderir ao barco compartilhado?

                  Reservas facilitadas por app

                  A Flip Boat Club possui um aplicativo com acesso exclusivo aos cotistas. Através dele, é possível consultar datas disponíveis para reservas e realizá-las online, na hora, de forma ágil, intuitiva e prática.


                  Possibilidade de venda da cota

                  Assim como qualquer patrimônio, na Flip Boat Club o multiproprietário pode, a qualquer momento, vender sua cota. E o melhor: esse processo, que muitas vezes é visto como burocrático, torna-se simples e seguro com o suporte completo da Flip.

                   

                  A empresa oferece um pacote de serviços que inclui a divulgação e promoção da oferta, atendimento e qualificação dos interessados e mediação das negociações, além da formalização da transação com apoio jurídico e administrativo.

                   

                  Ou seja, se em algum momento a multipropriedade deixar de fazer sentido para você, há uma saída prática e facilitada — especialmente porque o modelo de compartilhamento de barcos já é reconhecido mundialmente, com benefícios cada vez mais valorizados.

                  Renovação da embarcação

                  Na modalidade de lanchas — a mais recente da Flip Boat Club — os cotistas adquirem embarcações novas, com garantia direto dos estaleiros. Quando essa garantia estiver próxima do fim, o grupo tem a opção de renovar o barco, trocando por um novo modelo e pagando apenas a diferença de valor, conforme a tabela da fabricante

                   

                  Essa troca parte de tempos mínimos de uso da embarcação atual: 3 anos em lanchas da Mestra e 500 horas em embarcações da Sessa. Depois desse período, é possível trocar de barco por um preço especial — nada de ficar para trás!

                  Mais que um serviço, uma comunidade

                  Uma das premissas da Flip Boat Club é inserir seus clientes em uma comunidade — que, inclusive, é carinhosamente chamada de “Flippers”.

                  Foto: Instagram @flipboatclub.oficial / Reprodução

                  Nela, os multiproprietários participam de viagens para o avistamento de baleias, expedições internacionais, marcam presença em regatas importantes — como a Semana de Vela de Ilhabela e a Refeno — e têm acesso a clínicas de navegação. Afinal, navegar é também sobre somar milhas ao lado de quem também tem o mar como paixão!

                   

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                    Tecnologia permite realizar missões de pesquisa oceânica por meses sem tripulação

                    Por: Nicole Leslie -
                    06/08/2025

                    Em águas norte-americanas, embarcações que à primeira vista podem parecer abandonadas, na verdade representam o trabalho de cientistas. A Universidade do Sul do Mississippi (USM), em parceria com a empresa de tecnologia sustentável SeaTrac, expandiu os horizontes da ciência oceânica com o uso de barcos elétricos não tripulados.

                    Essa colaboração permite que a equipe universitária conduza diferentes missões na água sem sair da terra firme. O especialista em instrumentação hidrográfica, James Thompson, disse à WLOX que esses barcos exigem poucas pessoas para operá-los.

                     

                    Isso amplia o número de estudos simultâneos, já que os pesquisadores podem se dividir em diferentes missões, sem serem submetidos aos riscos de estar diretamente na água.

                    Barco elétrico não tripulado permite que pesquisa oceânica aconteça mesmo em condições adversas. Foto: SeaTrac / Reprodução

                    Embora tenham um alcance limitado, as embarcações não tripuladas da SeaTrac permitem acompanhar e mapear a saúde da água de forma otimizada e segura, além de conseguirem atuar em condições adversas onde humanos não trabalhariam. Isso reflete em conhecimento prático para os alunos da universidade e em importantes atualizações para a comunidade científica.


                    O barco SP-48

                    A embarcação em questão é o SP-48. O modelo capta e armazena energia solar em baterias potentes, o que o mantém operando mesmo em condições climáticas variáveis. Autônomo, o barco realiza missões programadas que podem durar de várias horas a vários meses, atendendo a comandos remotos.

                    Barco autônomo da SeaTrac atende a comandos remotos. Foto: YouTube / WLOX News / Reprodução

                    Mesmo compacto, o SP-48 carrega uma ampla variedade de sensores. Sem tripulação, ele consome de 25 a 85 watts para operações de 24 horas por dia, durante uma semana (dependendo da velocidade e da energia solar disponível).

                     

                    O modelo pode receber uma série de equipamentos para otimizar o trabalho científico, como sensores de qualidade da água oceanográficos e meteorológicos, amostradores ambientais, sonar de imagem, de varredura lateral, multifeixe ou de abertura sintética, ecosondadores e muitos outros.

                    Ilustração mostra alcances e conexões do barco SP-48. Foto: SeaTrac / Reprodução

                    Não à toa, a tecnologia foi descrita como “o futuro da ciência oceânica” por Thompson, indicando que a iniciativa da USM pode representar um novo capítulo na pesquisa dos oceanos.

                     

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                      Solara lançará nova Boat House no São Paulo Boat Show 2025

                      Estaleiro também levará versão reestilizada da Solara 500 HT ao maior salão náutico da América Latina

                      Preparada para atracar no maior salão náutico da América Latina, a Solara levará um lançamento especial ao São Paulo Boat Show 2025: uma nova Boat House. Sem revelar maiores detalhes do barco, a marca promete surpresas para os visitantes do evento, que acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo.

                      Com a famosa Solara Boat House no catálogo, a casa-barco que estará no salão náutico paulista não será uma atualização da anterior, mas sim um outro projeto — definitivamente, uma nova embarcação.

                       

                      No entanto, as novidades do estaleiro não param por aí: no evento também será apresentada uma versão reestilizada da Solara 500 HT, que passará por novos ajustes e poderá ser vista de pertinho pelo público do São Paulo Expo.

                      Solara 500 HT. Foto: Solara/ Divulgação

                      Além das novidades, a marca levará outros quatro modelos ao São Paulo Boat Show 2025: a Solara 410, a Solara 380 Bowrider (testada por NÁUTICA), a Solara 350 GT (também testada por NÁUTICA) e o Pontoon 320 T-Top.

                      Solara 410

                      Modelo consolidado com título de embarcação mais procurada pelo público, segundo o estaleiro, a Solara 410 se destaca pelo custo-benefício, tanto na versão HT quanto na Fly. Além disso, carrega design original com soluções inteligentes.

                      Solara 410 HT. Foto: Solara/ Divulgação

                      Alguns pontos fortes deste barco são dois quartos fechados, banheiros com boxes grandes e cozinha em cima — para o cheiro não ir para cabine. A lancha também vem com plataforma hidráulica, porta de vidro, pisos de madeira teca, aparelhos de ar-condicionado, gerador e TVs.

                      Solara 380 Bowrider

                      Feito para quem gosta, sobretudo, de aproveitar banhos de sol, a lancha de 38 pés leva um nome em referência à proa rebaixada em relação à amurada. Dessa forma, apenas a caixa de âncora e o solário ficam um degrau acima.

                       

                       

                      Outro destaque é o espaço no cockpit, com capacidade para até 14 pessoas durante o dia — e opção de pernoite para quatro. Ampla, a lancha ainda conta com aberturas laterais na popa, solário triplo e uma navegabilidade aprovada pela equipe NÁUTICA.

                      Solara 350 GT

                      A Solara 350 GT ganhou fama já no primeiro modelo, que trazia espaço útil de barcos maiores. O modelo não economiza em tecnologia: tem painel de controle intuitivo e sistema de navegação e comunicação de última geração, para uma viagem segura e tranquila.

                       

                       

                      Especialmente desenvolvido para o público brasileiro, a popa da lancha tem área gourmet bem aproveitada que leva até uma churrasqueira completa. Também há uma segunda área gourmet, que vem equipada com um cooler.

                      Pontoon 320 T-Top

                      Com uma ampla área útil e capacidade para 23 passageiros, o Pontoon 320 T-Top oferece uma boa acomodação nos sofás distribuídos pelo convés. Outro ponto forte é a versatilidade, já que o modelo permite ser equipado com motores de popa ou centro-rabeta.

                      Pontoon 320 T-Top. Foto: Solara/ Divulgação

                      O barco ainda vem com um amplo teto rígido com iluminação em LED que pode receber placa solar para o carregamento das baterias. Além disso, o pontoon tem um banheiro que fica “escondido” embaixo do solário de proa, projetado para proporcionar mais privacidade a quem está a bordo.


                      São Paulo Boat Show 2025

                      A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                       

                      Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                      Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                      Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                       

                      A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                       

                      Anote aí!

                      SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                      Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                      Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                      Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                      Mais informações: no site do evento
                      Ingressos: site oficial de vendas

                       

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                        Sob nova direção: Gabe Newell, fundador da Valve, compra o estaleiro Oceanco

                        Bilionário ex-Microsoft deve levar cultura da empresa de games para a marca, tida como uma das maiores do mundo no setor

                        “Deixar a equipe em paz”. É o que promete Gabe Newell, novo nome à frente do renomado estaleiro de luxo holandês Oceanco. O bilionário, fundador da Valve, comprou a empresa de Mohammed Al Barwani e sua família, antigos proprietários desde 2010. O anúncio foi feito pela Oceanco em 1º de agosto.

                        A Valve Corporation é uma desenvolvedora e publicadora de jogos eletrônicos dos Estados Unidos, fundada em 1996 por Gabe Newell e Mike Harrington, ex-funcionários da Microsoft.

                         

                        A empresa é reconhecida mundialmente por franquias de sucesso como Counter-Strike e Dota e também pela inovação no mercado de games dando muita liberdade aos funcionários — a qualificação, agora, deve ser incorporada ao mercado de barcos de luxo.

                        O que acontece quando você deixa construtores de iates conversarem com construtores de mundos? Você obtém inovação que não só parece boa. Ela é agradável– destacou a Oceanco, em comunicado

                        Tradição desde 1987

                        A Oceanco constrói seu legado sobre as águas desde 1987, sendo, atualmente, um dos maiores estaleiros do mundo. Ainda era 2002 quando a marca voltou olhares para a construção de iates acima de 80 pés, a partir de uma estratégia de Theodore Angelopoulos, nome que comandava a empresa à época.

                        Amevi, de 80 metros. Foto: Oceanco / Divulgação

                        Desse movimento nasceu a famosa “Geração Y” de iates Oceanco, que inclui embarcações icônicas e quase impensáveis naquele tempo, como o Amevi (Y701), de 80 m (260 pés), e o Alfa Nero (Y702), de 82 m (269 pés).


                        Outras produções de sucesso também ganharam as águas. Em 2008, foi a vez do Anastasia, de 75,50 m (247,7 pés). Já em 2009, quem encantou o mercado foi o Vibrant Curiosity, de 85,47 m (280,4 pés), com uma piscina de 7 m.

                        Alfa Nero. Foto: Oceanco / Divulgação

                        Com o passar dos anos, inúmeros iates da Oceanco atracaram no universo náutico, sempre apresentando inovação, sofisticação e tecnologia de ponta. Atualmente, os holofotes estão em modelos como o Projeto Y722, o megaiate Koru, de Jeff Bezos, o icônico Black Pearl e o Kaos.

                        Black Pearl. Foto: Oceanco/ Divulgação

                        Ao que depender de Newell, a Oceanco deve seguir nessa crescente, já que, como afirmou a própria empresa, “ele quer que a Oceanco se esforce mais naquilo que já faz de melhor: colocar as pessoas em primeiro lugar”.

                         

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                          Estudo revela que baleias-jubarte em migração perdem, em média, 11 toneladas de gordura

                          Pesquisa usou drones para quantificar o gasto energético do animal em sua jornada épica

                          Por: Nicole Leslie -

                          Um novo estudo, publicado em julho na revista Marine Mammal Science, detalhou o esforço que as baleias-jubarte do hemisfério sul enfrentam em suas longas jornadas migratórias. A pesquisa revelou que essas gigantes dos oceanos chegam a perder impressionantes 11 toneladas de gordura a cada ciclo, um feito que redefine nossa compreensão sobre a fisiologia e as demandas energéticas desses cetáceos.

                          A metodologia empregada pelos pesquisadores utilizou a fotogrametria (técnica baseada em drones) para obter imagens de alta definição. Dessa forma, os cientistas conseguiram monitorar o volume corporal das baleias-jubarte (Megaptera novaeangliae) sem interferir em seu comportamento natural, garantindo dados precisos e não invasivos sobre os animais.

                           

                          O período de observação, que se estendeu de 2017 a 2019, focou em áreas cruciais para a sobrevivência das baleias: as águas gélidas de alimentação na Península Antártica Ocidental e a costa de reprodução na Colômbia. A coleta de dados nesses locais foi essencial para compreender o impacto da migração no metabolismo e nas reservas energéticas dos animais.

                          Foto: Instituto Baleia Jubarte / Reprodução

                          Compreendendo as condições das baleias

                          Com um total de 282 baleias medidas, o estudo concentrou análises em 103 indivíduos adultos. A partir das imagens, foram feitas medições detalhadas de comprimento e largura, que permitiram estimar o volume corporal de cada baleia.

                           

                          A “condição corporal” de cada animal foi calculada comparando seu volume real com o volume esperado para seu tamanho. O resultado forneceu retratos fiéis das reservas de gordura.

                           

                          Essas medições permitiram aos cientistas quantificar a importância das reservas de gordura para a sobrevivência das jubartes, especialmente durante os períodos de migração e reprodução, quando o jejum se torna uma parte inevitável na rotina. Nesse momento, é a energia estocada que as mantém vivas.

                          Reserva energética das baleias se baseia no consumo de krills, pequenos invertebrados. A imagem mostra grupo de krills no mar, como comumente são encontrados. Foto: American Oceans / Reprodução

                          Os resultados do estudo revelaram padrões sazonais na condição corporal das baleias. O pico de acúmulo de gordura acontece entre o início de março e o final de maio, marcando o clímax da temporada de alimentação antártica, quando as baleias se preparam para a exaustiva viagem rumo às águas quentes para reprodução.

                           

                          Por outro lado, o ponto mais baixo na condição corporal das jubartes foi observado entre o final de agosto e o início de dezembro. Essa fase coincide com o término do jejum reprodutivo e a espera pelo retorno à Antártica, evidenciando o quão esgotadas estão as reservas energéticas antes do próximo ciclo de alimentação.

                          O custo da migração em números

                          O estudo revelou que uma baleia-jubarte adulta perde, em média, cerca de 36% de sua condição corporal durante a migração. Essa redução colossal demonstra o esforço biológico extremo que a espécie enfrenta para garantir a continuidade de sua linhagem e a perpetuação do ciclo da vida.


                          Traduzindo essa perda em números práticos, cada jubarte perde aproximadamente 12 m³ de volume, o que equivale a impressionantes 11 toneladas de gordura. Essa massa, que funciona como a principal reserva de energia, é consumida ao longo da jornada.

                           

                          A pesquisa especificou ainda que essa perda equivale a 5 toneladas de lipídios puros. Em outras palavras, isso corresponde a um déficit energético de 196 milhões quilojoules, o equivalente à energia contida em 57 toneladas de krill antártico, o minúsculo crustáceo que é a base da dieta das baleias.

                          Krill antártico. Foto: Wikimedia Commons / Øystein Paulsen

                          Esses dados reforçam a importância crucial do krill para a sobrevivência das baleias-jubarte. A dependência energética desses pequenos organismos torna as jubartes vulneráveis a flutuações nas populações de krill, que já enfrentam ameaças como o aquecimento global e a pesca predatória em algumas regiões.

                          Uma ferramenta para a conservação

                          Esses pequenos crustáceos formam imensos cardumes que flutuam sobre as gélidas águas antárticas, sendo um banquete fácil para as baleias, mas também alvo de atividades humanas. A saúde das jubartes está, portanto, intrinsecamente ligada à saúde do ecossistema onde se alimentam.

                          Foto: Instituto Baleia Jubarte / Reprodução

                          O estudo representa uma nova ferramenta para a ciência, que permite identificar os padrões de comportamento das baleias-jubarte. A partir deles, é possível prever possíveis períodos de vulnerabilidade da espécie.

                           

                          Desvendar os custos energéticos da migração desses cetáceos, portanto, não apenas enriquece o conhecimento científico, mas também reforça a urgência de esforços globais que protejam os oceanos e as majestosas criaturas que dependem deles.

                           

                          Náutica Responde

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                            Saiu! Edição 395 da Revista Náutica chega às bancas e ao app; confira os destaques

                            Três testes, super cobertura do Rio Boat Show 2025 e histórias imperdíveis de gente do mar recheiam a nova publicação

                            É hora de mergulhar nas melhores histórias do universo náutico! A edição 395 da Revista Náutica chega recheada, com direito a três testes, personagens interessantíssimos, uma super cobertura do Rio Boat Show 2025 e muito mais! O material já está disponível nas bancas e no aplicativo exclusivo de NÁUTICA.

                            Para baixar gratuitamente o app, basta acessar a loja de aplicativos do seu celular — App Store (iOS) ou o Google Play (Android). Lembrando: por lá, assinantes têm acesso antecipado às matérias e as edições podem ser adquiridas de forma avulsa.

                            Veja os destaques da edição 395 de NÁUTICA

                            35 anos de Fibrafort

                            Mais forte do que nunca, o estaleiro catarinense Fibrafort — um dos maiores em volume de produção, com quase 19 mil lanchas entregues — celebra 35 anos de história com uma nova planta industrial em Itajaí.

                            Foto: Revista Náutica

                            O barco dos sonhos

                            Em busca de democratizar o acesso ao mundo das embarcações, a Flip Boat Club aposta na multipropriedade de barcos para facilitar que o cliente tenha o seu barco dos sonhos. Tudo isso com duas parcerias de peso: Mestra Boats e Regatta Yachts.

                            Foto: Revista Náutica

                            Uma vida de Hoffmann

                            Com nada menos que 88 anos na indústria náutica, a Hélices Hoffmann, considerada uma das organizações mais respeitadas do setor náutico brasileiro, segue impulsionando os melhores caminhos no mar. São hélices que combinam resistência, desempenho e inovação por gerações.

                            Foto: Revista Náutica

                            A cientista dos golfinhos

                            De repente, dentro de uma geladeira comum na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), encontrava-se a maior coleção de cérebros de golfinhos da América Latina. A quem pertencia? A resposta é: Kamila Souza, bióloga e neuroanatomista.

                            Foto: Revista Náutica

                            O mar é minha tela

                            Há seis anos, o paulistano Marcus Bove criou o Billy Wonka Studios, um estúdio de arte onde barcos, mares e praias não são apenas temas recorrentes — são uma verdadeira paixão!

                            Foto: Revista Náutica

                            Globe 40: o Brasil a bordo

                            Falta pouco para o Brasil estar a bordo da segunda edição da regata Volta ao Mundo. Em setembro, o time verde e amarelo será representado na Globe 40 por uma dupla veterana em travessias oceânicas — com direito a uma etapa da competição em águas brasileiras.

                            Foto: Revista Náutica

                            Rio Boat Show 2025

                            Com 30 mil visitantes — todos de olho nas melhores oportunidades — , o Rio Boat Show 2025 conquistou um número expressivo de negócios. Durante os nove dias, foram vendidos mais de 300 barcos, num palco que recebeu diversos lançamentos e palestras ilustres.

                            Foto: Revista Náutica

                            O mestre dos barcos personalizados

                            Esqueça o convencional: Wamilton Teixeira, pintor, mecânico, professor e inventor é um verdadeiro artista dos barcos. Por suas mãos, lanchas e jets comuns se transformam em embarcações únicas.

                            Foto: Revista Náutica

                            Testes Náutica da edição 395

                            Solara 320 Double Deck

                            Preparado para a sequência de testes da edição 395? A lista começa pelo Solara 320 Double Deck, um pontoon de dois andares com capacidade para 16 pessoas, descrito por NÁUTICA como “um verdadeiro milagre flutuante”.

                            Foto: Revista Náutica

                            Ross SLR 260 Fusion

                            Cockpit espaçoso, cabine com banheiro fechado e boa navegabilidade são apenas algumas características da Ross SLR 260 Fusion que chamaram atenção durante o Teste Náutica. O modelo chega como boa opção para o concorrido mercado das 26 pés.

                            Foto: Revista Náutica

                            Motor Yanmar 8LV370

                            Testamos o motor Yanmar 8LV, de 370 hp, um centro-rabeta a diesel que estreia em águas brasileiras. O teste foi feito a bordo da Coral 36 HT — e já adiantamos: a combinação deu muito certo!

                            Foto: Revista Náutica

                             

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                              Lançamento e outras 4 lanchas: veja o que a FS Yachts levará ao São Paulo Boat Show

                              Estaleiro terá quatro modelos consagrados e estreia exclusiva no maior salão náutico da América Latina, de 18 a 23 de setembro

                              Por: Nicole Leslie -
                              05/08/2025

                              Mais do que marcar presença no São Paulo Boat Show 2025, a FS Yachts desembarcará no evento com cinco embarcações. Quatro delas são consagradas no portfólio da marca, enquanto uma fará sua grande estreia no salão.

                              O estande da FS estará recheado com os modelos FS 265 Solaris, FS 290 Concept, FS 290 Wide, FS 365 e a nova FS 375 HT, que será revelada ao público durante o evento.

                              FS 265 Solaris, FS 290 Concept, FS 290 Wide e FS 365. Foto: FS Yachts / Reprodução

                              A variedade de lanchas reflete o catálogo versátil da FS Yachts, composto por 12 modelos que vão de 6,5 metros até mais de 10,8 metros de comprimento. Os valores acompanham o leque de opções, variando entre R$ 500 mil e R$ 2 milhões por embarcação.

                               

                              Apesar de já ter confirmado o lançamento da nova FS 375 HT, o estaleiro mantém sigilo sobre os detalhes do modelo, que só serão conhecidos a partir do dia 18 de setembro, quando começa o São Paulo Boat Show no São Paulo Expo.

                              Modelos da FS Yachts no São Paulo Boat Show 2025

                              Com proa aberta, targa arrojada e desempenho acima da média, a FS 265 Solaris é voltada para dias de sol e lazer a bordo. Traz banheiro completo e espaço gourmet na popa com churrasqueira, combinando conforto e praticidade.

                              FS 265 Solaris. Foto: FS Yachts / Reprodução

                              A FS 290 Concept se destaca pelo aproveitamento inteligente dos espaços. O layout permite solário, cabine e banheiro confortáveis, sem abrir mão da elegância e da funcionalidade — atributos que, segundo o estaleiro, a tornam competitiva em todos os segmentos.

                              FS 290 Concept. Foto: FS Yachts / Reprodução

                              Já a FS 290 Wide foi criada, nas palavras da marca, “para quem anseia liberdade”. Com design atemporal, reúne proa aberta, banheiro, camarote privativo e áreas generosas de convivência.

                              FS 290 Wide. Foto: FS Yachts / Reprodução

                              A FS 365 se diferencia pelo visual marcante e sofisticação. Inspirado em automóveis de luxo, o posto de comando tem design refinado, que se soma ao cockpit espaçoso, ideal para passeios com até 13 pessoas, sem contar o comandante.

                              FS 365. Foto: FS Yachts / Reprodução

                              Por fim, o grande mistério da linha: a FS 375 HT, que virá equipada com hard top (teto rígido) e a reconhecida qualidade do estaleiro que preza por detalhes — apesar de ainda não terem sido revelados. A expectativa é de mais um acerto da marca no segmento premium.


                              São Paulo Boat Show 2025

                              A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                               

                              Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                              Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                              Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                               

                              A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                               

                              Anote aí!

                              SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                              Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                              Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                              Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                              Mais informações: no site do evento
                              Ingressos: site oficial de vendas

                               

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                                É hoje! Confira a estreia da nova série NÁUTICA “Construção do Veleiro Bravura”

                                Jornada de Angelo Guedes, homem que construiu um barco do zero, começa nesta terça-feira (5), às 20h. Embarcação será motorizada pela Yanmar

                                Nesta terça-feira (5), às 20h, estreia no Canal Náutica do YouTube o 1º episódio da série “Construção do Veleiro Bravura”. A nova produção mostrará a jornada de Angelo Guedes, que produziu um barco a vela do mais absoluto zero.

                                Angelo, que trabalha como corretor de seguros, nunca tinha feito qualquer coisa parecida a construir um veleiro em sua vida. Logo, o episódio de estreia da série mostra seus primeiros passos na fabricação do barco.

                                 

                                 

                                O processo passa por etapas que vão desde a escolha do galpão onde a “mágica” vai acontecer até o preparo do “berço” do veleiro (suporte para a base do barco, também conhecido como “suporte de caverna”).

                                Foto: Revista Náutica

                                A saga já começa com pontos, no mínimo, curiosos sobre a fabricação de uma embarcação do zero. Um deles é o fato de que os barcos, inicialmente, são construídos de cabeça para baixo. Já outro, mostra que o YouTube pode ser um grande aliado — até mesmo em situações como essa.

                                Foto: Revista Náutica

                                Angelo revela que foi a partir de ideias tiradas da plataforma de vídeos que ele formou a mesa para a serra esquadrejadeira: “um pouco de um e um pouco de outro, cheguei nessa máquina”, conta.

                                Mesa esquadrejadeira construída por Angelo Guedes. Foto: Revista Náutica

                                Equipamentos adaptados também se mostram bem-vindos, como a base de direção do sistema de elevação da estrutura, que veio de um Monza.

                                Corte manual de uma das seções do veleiro. Foto: Revista Náutica. Foto: Revista Náutica

                                Entre cortes mecânicos, soldagem do skeg (suporte e proteção do leme) e muita mão na massa na montagem do sistema de quilha retrátil — que vai permitir ao veleiro navegar em águas mais planas — , Angelo mostra, de cara, que empenho não vai faltar para que o Bravura ganhe as águas.

                                 

                                 

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                                Impulsionado pela Yanmar

                                Não que Angelo Guedes precisasse de um incentivo ainda maior para realizar o seu sonho. Mas, com o apoio da fabricante de motores Yanmar, tudo ficou mais fácil — pelo menos no quesito motorização.

                                3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação

                                O equipamento que será o “coração” do Bravura é o Yanmar 3JH40, tido como o menor motor marítimo diesel common rail interno do mundo em termos de deslocamento, dimensões e peso.

                                 

                                Com 3 cilindros, o motor oferece uma potência de 40mhp, que, segundo a marca, permitirá que novos proprietários de barcos de lazer menores se beneficiem, pela primeira vez, das vantagens de eficiência e desempenho, por conta da tecnologia de injeção de combustível CR gerenciada eletronicamente.

                                3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação

                                De acordo com a Yanmar, a tecnologia common rail do 3JH40 oferece consumo mínimo de combustível e níveis de ruído e emissão excepcionalmente baixos, que resultam numa operação praticamente sem fumaça e odor.


                                O 3JH40 de quatro tempos refrigerado a água é a solução ideal para novas construções e aplicações de repotenciação, especialmente para pequenos barcos a motor, saveiros, embarcações comerciais leves e veleiros monocasco — como é o caso do Bravura.

                                Acompanhe tudo no Canal Náutica do YouTube!

                                Para não perder nenhum episódio dessa épica jornada, inscreva-se no Canal da Náutica no YouTube e ative o sininho. Assim, você sempre será notificado quando um vídeo estrear — não só da “Construção do Veleiro Bravura”, mas de outras produções NÁUTICA.

                                 

                                A série terá episódios novos toda terça-feira, às 20h (horário de Brasília). Embarque nessa aventura com a gente!

                                 

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                                  Está cada vez mais moderno ser retrô. Novo conceito compartilhado pelo estúdio português Christian Oliver Design, o Project Connoisseur reflete o melhor dos dois mundos: um iate que mistura a beleza do passado com a navegabilidade do futuro.

                                  Mesmo com aparência moderna, o iate de 120 pés (36,7 metros de comprimento) carrega elementos inspirados nos clássicos barcos runabouts italianos da década de 1950. Logo, o formato arredondado e inclinado da popa, típico das embarcações de lazer antigas, não é por acaso.

                                  Project Connoisseur. Foto: Christian Oliver Design/ Divulgação

                                  Inclusive, a charmosa popa foi projetada para estar sempre acessível, tanto com a porta levantada quanto abaixada. A área leva uma plataforma de mergulho sempre acessível por meio de degraus molhados suavemente integrados, além de um espaço para banho de sol.

                                  Project Connoisseur. Foto: Christian Oliver Design/ Divulgação

                                  E as características que remetem ao passado não param por aí! O iate retrô ostenta uma silhueta elegante com linhas amplas da proa à popa e muitos elementos de design clássicos, como vigias circulares, madeira envernizada e longos balanços.

                                  Sou apaixonado por design clássico de iates interpretado sob uma perspectiva moderna– declarou Christian Oliver

                                  Project Connoisseur. Foto: Christian Oliver Design/ Divulgação

                                  “Embora eu acolha a inovação, acredito na longevidade em vez de tendências. Muitos designs recentes são ousados apenas por serem diferentes, mas eu me esforço para criar um trabalho elegante, atemporal e duradouro”, completou o designer.

                                  Um iate retrô e atemporal

                                  O conceito do Project Connoisseur revela uma sala de comando elevada pensada para velejadores que apreciam barcos clássicos, porém modernos. De estilo retrô-contemporâneo, o barco acomoda cinco cabines de hóspedes num “tamanho razoável, sem sacrificar o estilo”, segundo a construtora.

                                  Project Connoisseur. Foto: Christian Oliver Design/ Divulgação

                                  Apesar do seu tamanho, o iate retrô foi projetado para parecer proporcional. Logo, o barco demonstra um foco maior em aberturas, para que entre luz natural e deixe o ambiente ainda mais arejado. Além disso, o Connoisseur foi feito para o proprietário que deseja explorar portos e baías menores.

                                  Para mim, o design de iates tem a ver com conexão: entre espaços internos e externos, entre tradição e inovação, e entre pessoas– acrescentou Oliver


                                  Assim como muitos iates de luxo, este também apresenta uma cabine do proprietário voltada para a proa, no convés principal. A área é equipada com portas de bombordo e estibordo, que criam uma passagem de ar que deixa o ambiente no quarto ainda mais fresco.

                                  Project Connoisseur. Foto: Christian Oliver Design/ Divulgação

                                  O projeto também conta com quatro cabines de hóspedes no convés inferior. Por lá, as amplas janelas do casco — no estilo retrô de vigias circulantes — permitem muita luz natural e vistas amplas para o horizonte. Ainda há espaço para três cômodos para a tripulação. Ao todo, o Connoisseur acomoda até 10 pessoas no pernoite.

                                  Viva o barco

                                  Mais do que navegar, os visitantes a bordo do iate retrô são convidados a viver cada detalhe do barco. Não à toa, ele oferece amplos espaços externos para descanso, convívio ao ar livre e entretenimento. Cada áreas está equipada com espreguiçadeiras, protetores de sol ou algum outro tipo de assento.

                                  Project Connoisseur. Foto: Christian Oliver Design/ Divulgação

                                  Inclusive, há um deque projetado só para relaxamento, com espaço para um vasto banho de sol — tudo isso sobre um cockpit inspirado num “runabout esportivo”. A área foi projetada para acomodar diferentes configurações de jantar e possui teto retrátil.

                                  Project Connoisseur. Foto: Christian Oliver Design/ Divulgação

                                  A proa adiciona outro espaço para descanso — com espreguiçadeiras e tudo o que há direto. O convés principal carrega consigo áreas de convivência e interação social, como um salão elegante e uma área de jantar que pode ser aberta para a cozinha ou fechada com uma porta veneziana — para refeições mais privativas.

                                  Project Connoisseur. Foto: Christian Oliver Design/ Divulgação

                                  Mais detalhes do projeto estarão disponíveis aos visitantes do Mônaco Yacht Show. O evento apresentará o iate retrô com variações de cores e pinturas.

                                   

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                                    Animal foi visto em expedição nos Oásis Subaquáticos do Cânion Mar del Plata, na Argentina, por meio de Veículo Operado Remotamente

                                    Por: Nicole Leslie -

                                    Uma estrela-do-mar com “bumbum” conquistou as redes sociais na última semana, tanto pelo aspecto curioso quanto pela semelhança com o personagem Patrick Estrela, do desenho animado Bob Esponja. O animal foi flagrado durante uma expedição científica que explora os Oásis Subaquáticos do Cânion Mar del Plata, na Argentina, com o uso de um Veículo Operado Remotamente (ROV).

                                    A cena foi transmitida ao vivo no YouTube pelo Instituto Oceânico Schmidt em 26 de julho. O grupo realiza lives diárias mostrando imagens em tempo real das expedições em uma região profunda e ainda pouco estudada. O resultado são flagrantes de animais exóticos — muitos deles ainda desconhecidos pela ciência.

                                    Foto: YouTube / Schmidt Ocean / Reprodução

                                    O caso do “Patrick Estrela” não representa uma descoberta inédita para os cientistas, mas as protuberâncias simétricas entre dois dos seus pés logo chamaram a atenção do público por se parecerem com um bumbum humano. Isso bastou para que o animal fosse apelidado nas redes como o companheiro rosa do Bob Esponja.

                                    Protuberâncias arredondadas na estrela-do-mar criaram aparência semelhante a de bumbum humano. Foto: YouTube / Schmidt Ocean / Reprodução

                                    A estrela-do-mar alaranjada foi vista por volta das 18h30 no horário UTC (baseado no Meridiano de Greenwich), a 1.195 metros de profundidade, em águas geladas que marcavam 2,6 °C. Assim que os cientistas notaram o volume na parte inferior do animal, a comparação veio à tona:

                                    Encontramos o Patrick!– disse um dos pesquisadores, arrancando risadas dos colegas


                                    As imagens captadas pelo ROV SuBastian, em altíssima qualidade, mostraram detalhes da criatura, que foi mantida em seu habitat natural. Assista à transmissão! A estrela-do-mar com bumbum começa a ser vista a partir de 04:01:30.

                                     

                                     

                                    A expedição ao Cânion Mar del Plata começou no último dia 22 e vai até o próximo dia 10. A equipe, apoiada pelo Instituto Oceânico Schmidt, dos Estados Unidos, busca explorar áreas pouco conhecidas do oceano.

                                    ROV SuBastian tem braços robóticos e espaços para armazenar amostras das expedições subaquáticas. Foto: YouTube / Schmidt Ocean / Reprodução

                                    Além das imagens em alta resolução registradas pelo SuBastian, o veículo também coleta amostras de fauna e flora locais com seus braços robóticos. Próximo à estrela-do-mar, uma vegetação peculiar de coloração roxa foi recolhida para estudo; já o “Patrick” permaneceu intocado no ambiente onde foi encontrado.

                                    Animal ficou conhecido na web como “Patrick Estrela”. Foto: YouTube / Schmidt Ocean / Reprodução

                                    Transmissões de sucesso na internet

                                    Embora o flagrante do “Patrick” tenha viralizado nos últimos dias, a iniciativa do Instituto Schmidt de transmitir as expedições ao vivo já vem conquistando audiência há mais tempo.

                                    Vegetação de coloração roxa foi coletada pelo ROV SuBastian. Foto: YouTube / Schmidt Ocean / Reprodução

                                    No canal do YouTube, as lives diárias somam milhões de visualizações, com participação constante de público ao vivo. A transmissão da estrela-do-mar com bumbum, por exemplo, ultrapassou 88 mil visualizações — mas outros vídeos da mesma expedição já somam mais de 1,6 milhão de views (dados coletados em 4 de agosto de 2025).

                                    Animal exótico foi recolhido pelo ROV SuBastian durante expedição nesta segunda-feira (4). Foto: YouTube / Schmidt Ocean / Reprodução

                                    Somando apenas as últimas 18 transmissões da missão nos Oásis Subaquáticos de Mar del Plata, já são mais de 8,5 milhões de visualizações. Os comentários revelam um público internacional, apaixonado pela vida marinha, que interage fazendo perguntas sobre os achados.

                                    Corpo encontrado em expedição no dia 26 de julho de 2025 foi recolhido para análises laboratoriais. Foto: YouTube / Schmidt Ocean / Reprodução

                                    Além do Patrick, outros animais já ganharam apelidos criativos dos internautas, como a aranha “Drag Queen”, a lagosta “Merenguito” e a “Batata Dançarina”. Entre piadas e apelidos, sobram elogios aos cientistas e às organizações que tornam essas transmissões possíveis.

                                     

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                                      No ambiente aquático, o novo produto, batizado de "E30", pode ter durabilidade reduzida e causar problemas ao motor. Entenda!

                                      04/08/2025

                                      Desde a última sexta-feira, 1º de agosto, o teor de etanol na gasolina comum produzida no Brasil subiu de 27,5% para 30%, conforme determinação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Muito se fala em como a mudança vai atingir, principalmente, quem possui veículos automotivos. Mas como isso pode afetar os usuários de barcos?

                                      Antes de ir ao ponto, vale entender melhor como se deu a mudança, afinal, a gasolina com maior teor de etanol, batizada de “E30”, não surgiu à toa. A aprovação do produto pelo governo federal levou em conta dois pilares importantes.

                                      Foto: Grey_Coast_Media / Envato

                                      O primeiro visa deixar o Brasil menos vulnerável à flutuação internacional do preço do petróleo, já que, embora o país seja autossuficiente em cana-de-açúcar, ainda importa gasolina. O governo estima que a transição vai evitar a importação de 760 milhões de litros de gasolina por ano, ao passo que o país ampliará a produção nacional de etanol em 1,5 bilhão de litros, investindo R$ 9 bilhões no setor.

                                       

                                      Já o segundo aposta em deixar os carros menos poluentes, como comprovaram testes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural (ANP).

                                       

                                      Décio Maia, consultor de emissões e eficiência energética veicular e ex-gerente do CENPES (Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação Leopoldo Américo Miguez de Mello), explica que “o uso do etanol anidro em mistura na gasolina gera uma emissão menor de dióxido de carbono, devido ao ciclo de vida do produto, quando a fotossíntese o absorve parcialmente”.

                                      Por dentro da gasolina E30

                                      Os estudos para a aprovação da E30 foram conduzidos ao longo dos últimos meses por instituições como a ANP, o Ministério de Minas e Energia (MME) e empresas de pesquisa e tecnologia.

                                       

                                      Os testes foram liderados pelo Instituto Mauá, com acompanhamento da Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas (Abraciclo) — nada de barcos.

                                      Foto: Mumemories / Envato

                                      Para que o teor de etanol atribuído à gasolina comum saltasse de 27,5% para 30%, foi preciso, também, elevar os índices de octanagem (número que mede a resistência à detonação da gasolina). Assim, o RON (número de octano de pesquisa) saltou de 93 para 94 — sendo que, quanto maior o resultado, mais resistente à detonação é o combustível.

                                       

                                      Já nas chamadas gasolinas premium, como Podium e V-Power Racing, por exemplo, esse número não mudou, seguindo com 95 RON com 25% de etanol anidro.

                                      Como a mudança pode afetar o seu barco

                                      Até agora, as consequências da gasolina E30 são fundamentadas, principalmente, levando em conta o uso em veículos automotivos. O principal deles se refere ao aumento do consumo, especialmente em carros flex. Isso porque o poder calorífico (quantidade de energia que um combustível fornece quando queimado completamente) do etanol é menor: equivale a 70% do valor da gasolina a cada litro consumido.

                                       

                                      Já para os barcos, além do consumo elevado, as embarcações devem sofrer pela inadequação do combustível com altos teores de etanol aos motores, em sua maioria importados e preparados para uma gasolina com até 10% do produto.

                                      Foto: Astrakanimages / Envato

                                      Espera-se que a durabilidade do combustível será comprometida, uma vez que as embarcações têm um tempo de uso muito inferior ao dos carros. Enquanto os veículos são utilizados quase que diariamente pela população, os barcos — especialmente os de lazer — podem passar meses sem uso, logo, sujeitos a grandes variações de temperatura.

                                       

                                      Uma das consequências disso, segundo Maia, é a absorção da umidade do ar pelo combustível, via respiro, o que ocasiona em uma separação de fases entre gasolina e etanol+água. “Por ser mais densa, a parte etanol+água se deposita no fundo do tanque e é sugada pelo pescador da bomba de combustível”, explica o consultor.

                                      O motor, produzido para funcionar com gasolina com até 10% de etanol, não dá a partida, ocasionando grandes dificuldades para o usuário– alerta Maia


                                      Marcio Dottori, especialista em barcos, explica que as gasolina comum e aditivada costumam durar no tanque de uma embarcação por até dois meses, enquanto as premium tem prazo aproximado de 6 meses “considerando a gasolina assim que ela sai da refinaria”. Logo, na gasolina E30, é possível que esse prazo se encurte ainda mais.

                                      Quando você mistura biocombustível com um combustível fóssil, ele perde a estabilidade, a durabilidade. Ele apodrece– explica Dottori

                                      Nas palavras de Maia, “a gasolina com teor elevado de etanol oxida o combustível — pelo oxigênio contido no etanol — , fazendo com que a mistura ‘envelheça’ rapidamente e forme uma espécie de borra que entope pequenos orifícios, como carburadores e bicos injetores, além de outras partes do sistema de combustível”.

                                       

                                      A mistura também pode afetar materiais que não foram produzidos com a proteção adequada para um teor elevado de etanol na gasolina, podendo corroer ligas metálicas despreparadas.

                                      O que fazer?

                                      Para Dottori, a melhor saída — embora mais cara — é apostar nas gasolinas premium, que vão manter os 25% de etanol. “São mais caras e não se encontram em qualquer lugar. Ficou mais caro ter um combustível um pouco melhor”, afirma. Além disso, o especialista listou alguns cuidados básicos que podem ajudar:

                                      • Deixar o tanque sempre cheio;
                                      • Colocar o barco para funcionar toda semana (em seco) e uma vez por mês para navegar por pelo menos por uma hora;
                                      • Jamais descuidar da manutenção.

                                      Torna-se urgente a especificação e comercialização de uma gasolina náutica com até, no máximo, 10 % de etanol anidro, para que o combustível oferecido se adeque à fabricação dos motores náuticos– completa Maia

                                       

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                                        Seguindo sua tradição, Magic Johnson aproveita o verão europeu da melhor forma: sobre as águas. Desta vez, o multicampeão da NBA pelo Los Angeles Lakers está a bordo do Whisper, um megaiate luxuoso de 122 metros que ele alugou por uma quantia milionária. O barco ostenta nada menos que uma quadra de basquete na proa — onde o astro protagonizou um vídeo viral enquanto treinava.

                                        Aos 65 anos, o atual comentarista esportivo mostrou não ter perdido a habilidade adquirida nos tempos de ouro das quadras. Atracado em Barcelona, na Espanha, onde foi campeão olímpico com o Dream Team nas Olimpíadas, Johnson não poupou nas cestas e fez questão de exibir suas habilidades no último dia 29. Veja:

                                         

                                        Estou de volta fazendo uns arremessos, não numa arena desta vez, mas num iate– escreveu o astro no post

                                        Por dentro do megaiate alugado por Magic Johnson

                                        O Whisper, construído pelo estaleiro alemão Lurssen, não poupa nas comodidades — a exemplo da quadra de basquete. Quem embarca nessa mansão flutuante encontra uma luxuosa piscina, academia, cinema, sauna, câmara de crioterapia, estúdio de ioga e até uma área de estar subaquática.

                                         

                                        Não precisa de muita motivação para treinar com este lindo pano de fundo– escreveu a lenda do basquete em um post


                                        São sete cabines e capacidade para até 12 hóspedes, além de uma tripulação de 29 pessoas. A cereja do bolo, porém, fica por conta da cabine principal.

                                        Foto: Lurssen / Divulgação
                                        A cabine principal do Whisper. Foto: Lurssen / Divulgação

                                        O espaço, tido como uma espécie de apartamento de dois andares, conta com escada privativa, vista panorâmica para o oceano e um terraço privativo com jacuzzi. Veja mais fotos de áreas nobres do barco:

                                        Área de estar subaquática. Foto: Lurssen / Divulgação
                                        Foto: Lurssen / Divulgação
                                        Foto: Lurssen / Divulgação

                                        Tudo isso, claro, não custa pouco. O valor estimado para fretar o mesmo megaiate que Magic Johnson é de US$ 1,4 milhão por semana, o equivalente a quase R$ 7,7 milhões na cotação de agosto de 2025.

                                         

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                                          Estaleiro italiano aposta em modelos fly e esportivo para o maior salão náutico da América Latina

                                          O São Paulo Boat Show 2025 já tem data para acontecer: de 18 a 23 de setembro, no pavilhão do São Paulo Expo. Por lá estarão grandes nomes do mercado náutico nacional e internacional, a exemplo da italiana Azimut Yachts, que reservou dois grandes sucessos do portfólio para o salão.

                                          Os visitantes do maior evento do ramo na América Latina poderão conferir de perto todos os detalhes das lanchas Azimut Fly 58 e Atlantis 51. Até lá, confira por aqui um pouco mais sobre as embarcações.

                                          Lanchas da Azimut no São Paulo Boat Show 2025

                                          Azimut Fly 58

                                          A Azimut Fly 58 dispõe de 17,75 metros de comprimento, com boca máxima de 4,95 metros. De popa a proa, quem embarca na lancha encontra acabamentos refinados, com materiais nobres e modernos, como carvalho claro escovado, tecidos naturais e detalhes em bronze fosco.

                                          Azimut Fly 58 será um dos modelos do estaleiro italiano no São Paulo Boat Show 2025. Foto: Azimut Yachts / Divulgação

                                          Seu layout interno visa priorizar a integração dos ambientes, a exemplo do deque principal. Praticamente plano e contínuo, o espaço leva janelas horizontais que garantem à embarcação uma ampla entrada de luz natural, além de boa ventilação.

                                          Foto: Azimut Yachts / Divulgação

                                          A cozinha, por sua vez, está posicionada à popa, facilitando o convívio entre o interior do barco e à área externa do cockpit. A lancha, que comporta até 12 pessoas, oferece três cabines para hóspedes e uma cabine dedicada à tripulação.

                                          Foto: Azimut Yachts / Divulgação

                                          Destaque ainda para o flybridge, que leva vidro curvo e cumpre estilo minimalista. Na navegação, o barco é empurrado por dois Volvo D11, IPS 950, de 725 hp cada.

                                          Atlantis 51

                                          Um pouco menor que o modelo anterior, a Atlantis 51 chega com 16,18 metros de comprimento total e 4,55 metros de boca. Ainda assim, a lancha dispõe de três cabines para hóspedes e dois banheiros, com capacidade máxima para até 12 pessoas.

                                          Atlantis 51. Foto: Azimut Yachts / Divulgação

                                          O barco carrega um perfil esportivo, sem dispensar espaços pensados para proporcionar conforto e elegância a bordo. O solário de proa, por exemplo, além de espaçoso, apresenta encostos ajustáveis para maior conforto dos hóspedes. Já na popa, uma ampla área de estar acomoda sofá e mesa de refeições, promovendo o convívio social ao ar livre.

                                          Foto: Azimut Yachts / Divulgação

                                          Nas áreas internas, a sala é ampla e iluminada graças a grandes janelas. A cozinha, no centro do salão inferior, é funcional e bem equipada, visando proporcionar longos períodos a bordo.

                                          Foto: Azimut Yachts / Divulgação

                                          Em termos de motorização, a Atlantis 51 leva dois Volvo D8, IPS 800, de 600 hp cada.


                                          São Paulo Boat Show 2025

                                          A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                           

                                          Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                          Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                          Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                           

                                          A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                           

                                          Anote aí!

                                          SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                          Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                          Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                          Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                          Mais informações: no site do evento
                                          Ingressos: site oficial de vendas

                                           

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                                            Sistema de baterias inovador do Yujian 77 permite reduzir emissões de carbono em mais de 400 toneladas por ano

                                            Por: Nicole Leslie -

                                            A China segue avançando na corrida tecnológica dos mares. Poucos dias após entregar seu primeiro navio de pesquisa inteligente, o país colocou em operação seu primeiro navio de passageiros totalmente elétrico. A embarcação, batizada de Yujian 77, iniciou suas atividades em Xiamen no último dia 25.

                                            Com 49 metros de comprimento, 14,5 metros de largura e capacidade para 358 hóspedes, o Yujian 77 foi certificado pela Sociedade de Classificação da China (CCS) como um navio totalmente elétrico, marcando um novo capítulo na navegação sustentável do país.

                                            Foto: Contemporary Amperex Technology / Reprodução

                                            A inovação por trás da embarcação está no seu sistema de baterias marítimas, desenvolvido pela Contemporary Amperex Technology (CATL).

                                             

                                            O sistema integra a tecnologia Cell-to-Pack (CTP) a um carregamento de alta voltagem, alcançando uma densidade energética de mais de 140 Wh/kg. Essa combinação de tecnologias fornece 3.918 kWh de energia, o que garante uma autonomia de até 100 km — o suficiente para quatro cruzeiros noturnos consecutivos na Baía de Xiamen.


                                            A bordo, o Yujian 77 oferece uma experiência imersiva em três andares, que combina conforto e tranquilidade aos passeios. O itinerário inicial do navio conecta pontos turísticos de Xiamen, como a Ilha Gulangyu e a Torre do Estreito de Shimao.

                                            Sustentabilidade a todo vapor

                                            A operação do Yujian 77 promete um impacto ambiental significativo. A expectativa é de uma redução de quase 250 toneladas no consumo de combustível e mais de 400 toneladas nas emissões de dióxido de carbono por ano. O número equivale à capacidade de sequestro de carbono de mais de 20 mil árvores.

                                            Foto: The People’s Government of Fujian Province / Reprodução

                                            Além de ser uma opção mais ecológica, o navio eleva a experiência de turismo a outro nível. A embarcação promete zero emissões e baixo ruído, garantindo uma viagem mais silenciosa e confortável.

                                             

                                            O sucesso do projeto também foi impulsionado pela Zona Franca de Xiamen, que ofereceu suporte financeiro por meio de serviços de leasing. A iniciativa não apenas facilitou a implantação do Yujian 77, como já abrange mais de 50 embarcações de diversos tipos.

                                            Foto: The People’s Government of Fujian Province / Reprodução

                                            O sistema de baterias utilizado no navio recebeu certificação das principais sociedades de classificação globais, incluindo a Bureau Veritas (BV), a American Bureau of Shipping (ABS) e a Det Norske Veritas (DNV), além da CCS.

                                             

                                            A CATL, responsável pela tecnologia, afirma que continua buscando inovações nos mares, com o objetivo de desenvolver sistemas de baterias marítimas cada vez mais seguros para o mercado, com maior vida útil e maior densidade energética.

                                             

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                                              Resultados mostram que polvos detém nível de autoconsciência de seus próprios corpos e capacidade de cognição

                                              03/08/2025

                                              Um truque simples, a partir da estimulação de um braço de borracha ao lado de um verdadeiro, revela que os sentidos humanos trabalham para criar a sensação de que o nosso corpo está sentindo o braço falso ser tocado. Mas e se o mesmo teste fosse feito em… um polvo?

                                              Foi essa a proposta de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Ryukyus, no Japão — e a escolha do polvo (Callistoctopus aspilosomatis) não foi à toa. Esses moluscos, dotados de habilidades cognitivas semelhantes à de muitos vertebrados, são conhecidos pela inteligência.

                                              Foto: YouTube / Cell Press / Reprodução

                                              Não demorou para que os estudiosos notassem que as reações do animal ao truque sensorial fosse, de fato, parecida com a de humanos.

                                              Entenda o teste feito com o polvo

                                              O teste foi aplicado ao polvo da mesma maneira como é feito em humanos. Em nosso caso, um dos braços de uma pessoa é coberto, enquanto o outro, de borracha, é colocado ao lado.

                                              Foto: YouTube / Cell Press / Reprodução

                                              Ao receber estímulos tanto no braço real quanto no falso por um tempo, o indivíduo passa a não conseguir diferenciar, sensorialmente falando, qual braço está recebendo o estímulo. Ele sentirá o toque no próprio membro, mesmo que esse esteja ocorrendo apenas no braço falso.

                                               

                                              Isso acontece porque os sentidos humanos trabalham juntos para criar a sensação de que nosso corpo nos pertence — até quando nossas percepções estão erradas. E o estudo, publicado na revista científica Current Biology, prova que os polvos reagem da mesma maneira. Veja:

                                               

                                               

                                              Resultados inéditos

                                              Essa foi a primeira vez que o truque foi documentado em um grupo fora dos mamíferos. Para obter os resultados, os pesquisadores utilizaram um tentáculo falso, seguindo as mesmas premissas do teste feito em humanos.

                                              Foto: YouTube / Cell Press / Reprodução

                                              Ao ter o tentáculo falso estimulado com uma pinça — após receber toques no tentáculo real — , o animal esboçou reações como mudar de cor, retrair o membro ou fugir. Já quando apenas o braço falso foi acariciado, o polvo não reagiu de forma significante.


                                              Esses resultados sugerem que os polvos detém certo nível de autoconsciência de seus próprios corpos, além de reforçarem a tese sobre sua complexa capacidade de cognição, fruto de um sistema nervoso diferenciado.

                                               

                                              Um movimento semelhante também pôde ser observado em um estudo compartilhado na revista Animals. Nele, os pesquisadores observaram como um polvo que teve um de seus tentáculos regenerados reagia ao novo membro. Leia!

                                               

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                                                Local que ocupa três estados dos EUA abriga águas coloridas, super vulcão adormecido, centenas de gêiseres e mais

                                                02/08/2025

                                                O Parque Nacional de Yellowstone pode ser descrito como um verdadeiro presente da Mãe Natureza. Fundado em 1872, é considerado Patrimônio Mundial da UNESCO e guarda paisagens fascinantes aos olhos. O local abriga um super vulcão imprevisível, centenas de gêiseres, fontes termais, vapores vulcânicos, águas coloridas e diferentes espécies animais.

                                                O local detém o título de primeiro parque nacional do mundo e fica situado predominantemente no estado de Wyoming, nos Estados Unidos — embora também ocupe partes de Montana e Idaho. São mais de 9 mil km² de águas cristalinas e coloridas, que tornam Yellowstone maior que o País de Gales, por exemplo.

                                                Foto: Galyna_Andrushko/ Envato

                                                A área fica no topo de um ponto quente (hotspost) vulcânico, que apresenta forças geotérmicas que dão origem a impressionantes desfiladeiros, cataratas, rios alpinos, cânions, águas termais e gêiseres jorrantes — incluindo o Old Faithful, o mais famoso deles — , todos cercados de animais que vão de pequenos pássaros ao maior dos mamíferos.

                                                Foto: Galyna_Andrushko/ Envato

                                                Fonte termal colorida

                                                Não é uma missão difícil encontrar maravilhas em Yellowstone. Mas que tal uma fonte termal absolutamente colorida? Chamada de Grand Prismatic Spring (Grande Fonte Prismática, em português), a formação irradia água extremamente quente, mas que perde nos holofotes para a coloração prismática.

                                                Foto: National Park Service/ Curtis Akin/ Divulgação
                                                Foto: jkraft5/ Envato

                                                Por mais que pareça uma imagem criada em um sonho psicodélico, a água colorida como um arco-íris é resultado dos micróbios termofílicos (bactérias, arqueias e algas) que prosperam em diferentes temperaturas nas fontes termais — e que prevalecem no calor.

                                                Foto: Domínio Público

                                                A fonte foi oficialmente descrita e nomeada pela primeira vez na Expedição Hayden, em 1871. Seu líder, Ferdinand Hayden, relatou que “nada jamais concebido pela arte humana poderia igualar a peculiar vivacidade e a delicadeza das cores dessas extraordinárias fontes prismáticas”.

                                                A vida se torna um privilégio e uma bênção depois de se ter visto e sentido profundamente esses exemplos incomparáveis da astúcia da natureza– concluiu Hayden

                                                Gêiseres “de outro planeta”

                                                Com a maior concentração de gêiseres do planeta — quase 500 — , Yellowstone ostenta um que atrai olhares do mundo inteiro: o Old Faithful. Assisti-lo entrar em erupção é uma tradição do parque, mesmo que seja raro prever os espetáculos.

                                                Fonte termal Morning Glory, no Parque Nacional de Yellowstone. Foto: jkraft5/ Envato

                                                Inclusive, de acordo com o site oficial do parque, foram as características termais únicas da região, como o Old Faithful, que inspiraram a criação de Yellowstone como o primeiro parque nacional do mundo, em 1872.

                                                Old Faithful. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                                                Para entrar em erupção, os gêiseres precisam da água gerada pela chuva e pelo derretimento da neve, que se infiltram nas fendas dessas formações. Vale lembrar que Yellowstone fica em cima de um super vulcão adormecido, logo, a água se acumula num “encanamento” natural e é aquecida pelo magma.

                                                Old Faithful. Foto: wirestock/ Envato

                                                Quando superaquecida, a água começa a subir pelos canais, a pressão diminuiu e rapidamente se transforma em vapor. Como ele ocupa um volume muito maior que o líquido, essa expansão súbita empurra a coluna de água para fora do gêiser. O resultado é uma erupção espetacular! Assista:

                                                 

                                                 

                                                Cuidado redobrado

                                                Cercado por natureza, não é tão incomum que os animais que vivem no Parque Nacional de Yellowstone caiam nas suas fontes termais. Isso pode acontecer devido à instabilidade do terreno — o que, por um lado, reforça a importância das regras de visitação do local.

                                                Foto: Instagram @yellowstonenps/ Reprodução

                                                Os animais até podem sentir o calor de áreas termais nos pés ou cascos. Entretanto, isso não quer dizer que eles nunca cometam erros perto de características hidrotermais. A tese é de que a maioria das fatalidades selvagens tenha ocorrido por conta do rompimento das finas crostas nas bordas das fontes.

                                                Foto: Instagram @yellowstonenps/ Reprodução

                                                Ao contrário do que muitos pensam sobre Yellowstone, os animais que caem nas fontes termais não são mortos pela acidez, mas sim pelas altíssimas temperaturas, que chegam na casa dos 89°C. Ou seja, o que cai por ali é praticamente fervido vivo.


                                                Quase todas as formações de fontes termais de Yellowstone são neutras (pH em torno de 7) ou alcalinas (pH maior que 7). Para ser considerado ácido, o pH teria que ser inferior a 7. Vale lembrar que, quanto menor o número, maior a acidez. Exemplos de compostos ácidos são o vinagre e suco de limão, por exemplo.

                                                Um recanto náutico

                                                Não poderiam faltar atividades náuticas no roteiro. No parque, há diversas regiões de água doce para pesca esportiva, caiaque, canoagem e navegação (com restrições). É possível alugar barcos motorizados na Bridge Bay Marina e, caso o visitante tenha sua própria embarcação, ele pode navegar por ali, mas apenas em dois lagos: Lewis Lake e Yellowstone Lake.

                                                Foto: Instagram @yellowstonenps/ Reprodução

                                                Inclusive, o Yellowstone Lake é o maior lago de alta elevação em toda América do Norte, com aproximadamente 32,2 km de comprimento e 22,5 km de largura. Este corpo d’água congela todo inverno, no final de dezembro ou início de janeiro, formando gelo com espessuras que podem chegar a 60 cm.

                                                 

                                                A água permanece fria o ano todo, mesmo quando descongela — no final de maio ou início de junho. O lago fica com uma temperatura média de 5°C, logo, não é recomendado para nadar.

                                                 

                                                Náutica Responde

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                                                  Depois de quase cinco anos, Angelo Guedes lançará barco a vela de 36 pés, que será equipado com motor Yanmar

                                                  01/08/2025

                                                  Construir um veleiro do zero não é uma missão fácil — mas, com muita força de vontade, é possível. Angelo Guedes, corretor de seguros que vive no interior do Paraná, realizou essa façanha com as próprias mãos, numa jornada que poderia virar uma série — e virou! A partir da próxima terça-feira (5), às 20h, estreia no Canal Náutica do YouTube a nova produção exclusiva “Construção do Veleiro Bravura“.

                                                  Equipado com motor Yanmar 3JH40, o veleiro de alumínio batizado de Bravura tem 36 pés de comprimento e está prestes a conhecer as águas depois de quase cinco anos de construção. Tudo isso, vale ressaltar, do mais absoluto zero. O paranaense aprendeu técnicas com cursos e especialistas da engenharia naval.

                                                  Angelo Guedes na proa do Bravura. Foto: Angelo Guedes/ Arquivo Pessoal

                                                  A produção NÁUTICA mostrará todos os detalhes que envolveu a construção do Bravura: desde os motivos que levaram Angelo a produzir o barco até nuances mais técnicos, como as partes de soldagens e o planejamento de cortes de cada seção.

                                                   

                                                  Ao longo deste longo período, Angelo deixou cada etapa da construção documentada, além de relatar os momentos de maior dificuldade e convidar os amantes do universo náutico a ficarem por dentro de cada palmo da embarcação. Ative o sininho e não perca nada da incrível saga do veleiro Bravura!

                                                   

                                                   

                                                  Começo de um sonho…

                                                  Não é de hoje que o paranaense, que vive na cidade de Porto Rico, ao lado do rio Paraná, é apaixonado pelo universo náutico. Seus hobbies sempre têm espaço para pesca esportiva, mergulho e tudo que envolva a água e natureza.

                                                  Bravura construído por Angelo Guedes. Foto: Angelo Guedes/ Arquivo Pessoal

                                                  Entretanto, a virada de chave para embarcar nessa aventura veio ao assistir uma palestra de Amyr Klink, navegador que, entre várias façanhas, realizou uma histórica travessia ao Atlântico Sul, solitário a bordo do barco I.A.T — construído por ele mesmo.

                                                   

                                                  Serviu como um sinal: a partir daquele momento, seu propósito de vida era ter o seu próprio veleiro para dar uma volta ao mundo. Mesmo sem afinidade com barco a vela, ele começou a pesquisar mais sobre a possibilidade de adquirir um, mas logo percebeu que seria financeiramente inviável.

                                                  Eu poderia ter comprado um barquinho menor, mas já que eu vou ter [um barco], terei um que faça tudo o que eu queira– afirmou o corretor

                                                  Angelo Guedes trabalhando na construção do veleiro Bravura. Foto: Revista Náutica

                                                  O cenário não desanimou o corretor, que investiu em cursos de como soldar e em pesquisas na internet e em livros sobre cada etapa da construção do que viria a se chamar Bravura. Após muito aprendizado, ele colocou a mão na massa e começou a produzir o barco de alumínio.

                                                  Me falaram ‘olha, se você for um cara muito astuto, você consegue, sim, construir’– contou Angelo à NÁUTICA

                                                  Impulsionado pela Yanmar

                                                  Não que Angelo Guedes precisasse de um incentivo ainda maior para realizar o seu sonho. Mas, com o apoio da fabricante de motores Yanmar, tudo ficou mais fácil — pelo menos no quesito motorização.

                                                  3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação

                                                  O equipamento que será o “coração” do Bravura é o Yanmar 3JH40, tido como o menor motor marítimo diesel common rail interno do mundo em termos de deslocamento, dimensões e peso.

                                                   

                                                  Com 3 cilindros, o motor oferece uma potência de 40mhp, que, segundo a marca, permitirá que novos proprietários de barcos de lazer menores se beneficiem, pela primeira vez, das vantagens de eficiência e desempenho, por conta da tecnologia de injeção de combustível CR gerenciada eletronicamente.

                                                  3JH40. Foto: Yanmar/ Divulgação

                                                  De acordo com a Yanmar, a tecnologia common rail do 3JH40 oferece consumo mínimo de combustível e níveis de ruído e emissão excepcionalmente baixos, que resulta numa operação praticamente sem fumaça e odor.


                                                  O 3JH40 de quatro tempos refrigerado a água é uma solução ideal para novas construções e aplicações de repotenciação, especialmente para pequenos barcos a motor, saveiros, embarcações comerciais leves e veleiros monocasco — como é o caso do Bravura.

                                                  Sobre o Bravura 36

                                                  O modelo escolhido para iniciar uma construção do zero foi o Kiribati 36, da B&G Yacht Design. Feito todo em alumínio naval, o veleiro de 36 pés possui uma quilha retrátil (que pode ser recolhida em regiões mais rasas) e pode navegar em águas mais planas — de no mínimo 90 centímetros.

                                                  Kiribati 36. Foto: B&G Yacht Design/ Divulgação

                                                  Confira abaixo os dados técnicos deste projeto:

                                                  • Comprimento total: 11 m (36 pés);
                                                  • Comprimento do casco da linha d’água: 9,78 m;
                                                  • Boca (largura máxima do casco): 3,85 m;
                                                  • Calado propulsão/casco: 2,30 m / 0,90 m;
                                                  • Lastro: 2,580 kg;
                                                  • Deslocamento: 8 kg;
                                                  • Tanques de água: 476 litros;
                                                  • Tanques de diesel: 410 litros;
                                                  • Pé-direito da cabine de popa: 1,97 m;
                                                  • Pé-direito da cabine de proa: 1,67 m;
                                                  • Pé-direito da cozinha: 1,92 m;
                                                  • Pé-direito do chuveiro: 1,97 m;
                                                  • Mastreação: Cutter;
                                                  • Vela grande: 26,3m2;
                                                  • Genoa: 38,4m2;
                                                  • Propulsão auxiliar: Yanmar 3JH40 (40 hp);
                                                  • Método construtivo: alumínio.

                                                   

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                                                    Por: Nicole Leslie -

                                                    Talvez você já tenha visto cães surfando — ao menos deveria, porque é irresistivelmente fofo. E, se o assunto já lhe é familiar, falar da labradora surfista Cacau soa natural. A cadela brasileira conquistou o título mundial do Surf Dog em 2024 e, neste sábado (2), retorna à Califórnia para defender seu troféu.

                                                    Cacau compete novamente na Praia de Pacifica como atual campeã. Em 2024, a labradora surfista brilhou ao vencer quatro das cinco categorias do World Dog Surfing Championships: trouxe para o Brasil quatro medalhas de ouro e uma de bronze. Além de garantir presença em todos os pódios, ela também recebeu os prêmios de Melhor Onda e Melhor Performance.

                                                    Foto: Família Surf Dog / Arquivo Pessoal

                                                    Embora há quem fale em “vocação”, os resultados refletem treinos intensos — e divertidos — realizados com seus tutores, Ivan e Camila Quintães. Moradores de Búzios, no Rio de Janeiro, a família se dedica à preparação da cadela desde 2020.

                                                    Foto: Marcelo Leal / Reprodução

                                                    Ivan, preparador físico, conduz os treinos com a labradora surfista. Eles envolvem equilíbrio, controle nas ondas e conexão entre cão e tutor — o que é essencial, já que algumas das categorias disputadas no Surf Dog envolvem tutor e cão sobre a mesma prancha.

                                                     

                                                    Em outras palavras, mais do que domínio e equilíbrio, é necessária uma conexão forte entre a dupla para um bom resultado na competição.

                                                    Foto: sea2skypetphotography / Reprodução

                                                    Entre marés altas e baixas, o surfe sempre esteve no DNA de Cacau. Isso porque seu pai, Bono, foi cinco vezes campeão mundial no Surf Dog antes de se aposentar. Nesta sexta-feira (1º), o cão veterano completou 15 anos. O labrador passou o bastão para a filha, que vem honrando o legado.

                                                    Foto: Marcelo Leal / Reprodução

                                                    A rotina da família ganhou as redes sociais. Com mais de 350 mil seguidores, a Família Surf Dog compartilha treinos, brincadeiras e momentos de afeto em Búzios e pelo mundo. Além do casal, de Cacau e Bono, a família se completa com Moana, filha de Camila e Ivan, Keka (outra labradora) e um gato.


                                                    Agora em solo norte-americano, a expectativa é que Cacau mantenha o alto desempenho e continue fazendo história no Surf Dog. Ao que tudo indica, talento e carisma para isso não faltam. Veja fotos de Cacau, a labradora surfista, na água!

                                                    Foto: sea2skypetphotography / Reprodução
                                                    Foto: Marcelo Leal / Reprodução
                                                    Foto: Marcelo Leal / Reprodução

                                                     

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                                                      Por: Nicole Leslie -

                                                      A imagem é impressionante: centenas de jacarés aglomerados em uma área pantanosa. A cena — descrita como rara por pesquisadores — aconteceu no Parque Estadual Stephen C. Foster, nos Estados Unidos, no final de julho, e chocou até mesmo os cientistas acostumados a monitorar a vida selvagem.

                                                      A aglomeração foi registrada entre os dias 26 e 27 de julho, quando cerca de 300 jacarés se reuniram na parte oeste do pântano. De acordo com o Laboratório de Ecologia Costeira da Universidade da Geórgia, que atua no local, a ocorrência se dá apenas uma ou duas vezes por ano, mas esta foi a primeira vez que a equipe presenciou o fenômeno.

                                                      Foto: Facebook / Stephen C. Foster State Park / Reprodução
                                                      Foto: Facebook / Stephen C. Foster State Park / Reprodução

                                                      Os cientistas afirmaram não saber a causa exata do comportamento, mas levantaram a hipótese de uma combinação de fatores, como disponibilidade de alimento, nível da água e temperatura. Segundo os pesquisadores, os jacarés permaneceram submersos nos momentos mais quentes do dia e vieram à superfície aos montes quando a temperatura baixou.


                                                      Registros do evento foram publicados nas redes sociais pelo laboratório e pelo próprio parque, gerando espanto e curiosidade. As imagens da aglomeração alcançaram mais de 600 mil visualizações até o dia 1º de agosto, somando registros das duas páginas. Assista:

                                                       

                                                       

                                                       

                                                      O Laboratório de Ecologia Costeira da Universidade da Geórgia declarou que irá monitorar o ocorrido para entender melhor as razões por trás dessa reunião, descartando a hipótese de ser um evento de acasalamento.

                                                       

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                                                        Descoberta foi feita acidentalmente enquanto cientistas exploravam derretimento na Ilha Wilczkeg, no Ártico euroasiático

                                                        Mais do que o derretimento do gelo, o que tem chamado a atenção da comunidade científica é o que esse degelo revela. Enquanto investigavam a rápida liquefação da Ilha Wilczek, na Rússia ártica, pesquisadores encontraram, por acaso, um grande cemitério de baleias que estava escondido sob uma antiga geleira.

                                                        A descoberta foi anunciada na última semana por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Ártica e Antártica da Rússia (AARI), que estavam na região para estudar o permafrost (camada do subsolo da crosta terrestre que está permanentemente congelada) e a dinâmica da criosfera (parte da superfície da Terra coberta por gelo) em regiões de latitude.

                                                         

                                                        De acordo com os cientistas, os esqueletos mais próximos da geleira estavam em melhor estado de conservação, visto que foram mais recentemente expostos ao ar livre.

                                                        Foto: AARI/ Divulgação

                                                        No entanto, o mesmo não pode ser dito dos restos que estavam mais perto da costa. Segundo a pesquisa, os vestígios nessa região sofreram maiores efeitos de erosão e do derretimento ao longo do tempo. Embora ainda não tenha sido revelado quantos esqueletos de baleia os estudiosos encontraram, as imagens sugerem que foram várias.

                                                        Foto: AARI/ Divulgação

                                                        A presença de tantos restos de baleias em uma mesma área indica que o local pode ter sido uma zona de encalhe ou habitat marinho antes de ficar coberto por gelo. Em comunicado, Nikita Demidov, engenheiro chefe do AARI, explicou que o processo ocorreu de maneira extremamente rápida.

                                                        Em menos de 20 anos, a calota de gelo da ilha parece ter se dividido em duas partes, expondo uma vasta área de vários quilômetros quadrados que antes estava coberta por gelo– afirmou o cientista

                                                        Com uma mudança tão repentina no nível do mar, estima-se que o derretimento tenha afetado profundamente a configuração do Ártico euroasiático — que engloba, em sua maioria, a Rússia.

                                                        E agora?

                                                        A expedição científica na ilha Wilczek, batizada de APU-2025, continua até agosto. A bordo do navio de pesquisa “Professor Molchanov”, os pesquisadores esperam investigar mais sobre o cemitério de baleias e entender melhor a história geológica da região.

                                                        Foto: AARI/ Divulgação

                                                        Resultados preliminares indicam que os métodos empregados podem fornecer novas informações valiosas sobre as consequências a longo prazo do derretimento no Ártico. Além disso, a missão colabora para o quebra-cabeça climático global, já que ajuda a consolidar os processos que regem o planeta.

                                                         

                                                        Afinal, as geleiras cobrem 10% da superfície terrestre e, juntamente com as calotas de gelo, somam quase 70% da água doce da Terra. Entretanto, esse número está cada vez menor: estima-se que o planeta perdeu, pelo menos, 273 bilhões de toneladas de gelo por ano desde 2000.

                                                         

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                                                          Um mar de novidades promete atracar no São Paulo Boat Show 2025, que acontece de 18 a 23 de setembro, no São Paulo Expo. Uma delas está a cargo da Triton Yachts, que escolheu o maior salão náutico da América Latina para estrear um lançamento.

                                                          Embora o estaleiro paranaense não tenha revelado detalhes da novidade, já se sabe que o estande da marca estará recheado com outras quatro lanchas que o público poderá ver de perto. São elas: a nova Triton Flyer 44, a Triton 410 HT, a Triton Flyer 38 HT e a Triton Flyer 34 T-Top.

                                                          Triton 44 Flyer. Foto: Triton/ Divulgação

                                                          Entre os modelos, destaque para a Triton Flyer 44, lançada na última edição do São Paulo Boat Show. Com 13,50 metros de comprimento e quatro metros de boca, o modelo de 44 pés carrega recursos típicos de barcos maiores, a exemplo do cockpit. O amplo espaço interage com um grande solário de popa — que ganha um aspecto ainda maior graças a duas plataformas laterais.

                                                          Triton 44 Flyer no São Paulo Boat Show 2025. Foto: Revista Náutica

                                                          No pernoite, até cinco dos 16 passageiros que a lancha comporta conseguem descansar com tranquilidade em três cabines. As acomodações, aliás, têm dois metros de pé-direito e são equipadas com dois banheiros de 1,95 metro de altura — ambos com box.

                                                          Triton 44 Flyer. Foto: Revista Náutica

                                                          A embarcação pode ser equipada com motorização tanto de centro, quanto de popa. Na primeira opção, são dois motores de 380 hp a gasolina ou dois de 400 ou 440 hp no diesel. Já se a ideia for navegar com motores de popa, é possível equipar a lancha com uma trinca de 300 hp a 400 hp.

                                                          Triton 44 Flyer no São Paulo Boat Show 2025. Foto: Revista Náutica

                                                          De acordo com a Triton, os valores das embarcações no evento vão variar de R$ 950 mil a R$ 4,5 milhões.


                                                          São Paulo Boat Show 2025

                                                          A edição de 2025 do São Paulo Boat Show promete ser histórica, quebrando todos os recordes e reforçando a posição de principal vitrine de negócios da indústria náutica no Brasil. Os maiores estaleiros e fabricantes do país estão entre as mais de 80 marcas confirmadas no salão náutico.

                                                           

                                                          Em uma experiência completa de negócios, lazer, lifestyle e inovação, o São Paulo Boat Show exibirá barcos de pequeno, médio e grande porte; motos aquáticas; uma variada seleção de motores; equipamentos e acessórios náuticos.

                                                          Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

                                                          Além disso, o conceito do São Paulo Boat Show 2025 propõe uma imersão estética que conecta a náutica, a cidade e a inovação. Com o mote “A arte rompe o concreto e navega por Sampa desenhando o futuro”, o evento adota a arte como linguagem central de sua narrativa visual e institucional.

                                                           

                                                          A expectativa da Boat Show Eventos, que organiza o evento, é superar os números da edição de 2024 — quando o salão exibiu mais de 170 embarcações, comercializou mais de 700 barcos e recebeu 40 mil pessoas.

                                                           

                                                          Anote aí!

                                                          SÃO PAULO BOAT SHOW 2025

                                                          Quando: De 18 a 23 de setembro de 2025
                                                          Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                                                          Horário: Dia 18, das 15h às 22h; de 19 a 22, das 13h às 22h; e no dia 23, das 13h às 21h.
                                                          Mais informações: no site do evento
                                                          Ingressos: site oficial de vendas

                                                           

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                            Grupo realizou circuito pelos canais da região de São Vicente, passando pelas cidades de Santos e Guarujá

                                                            Celebrar laços e compartilhar aventuras: essas são algumas das premissas do Yamaha Day, evento global que celebra o aniversário da marca, comemorado em 1º de julho. Em águas brasileiras, 120 clientes da Jetco, concessionária oficial da Yamaha, participaram da ação e arrecadaram cerca de 100 cobertores para doação.

                                                            Esse foi o quarto ano seguido em que os “jeteiros” parceiros da empresa — líder em vendas de moto aquáticas Yamaha há 30 anos seguidos — , liderada por Valdir Brito, se reuniram para celebrar o Yamaha Day — em 70 jets da marca japonesa.

                                                            Foto: Instagram @jetcobrasil / Reprodução

                                                            Juntos, em 5 de julho, eles partiram em um dia ensolarado do Iate Clube de São Vicente (SP) para um circuito pelos canais da região, passando pelas cidades de Santos e Guarujá.

                                                            São águas abrigadas, tranquilas e limpas, com vida selvagem próximo a São Paulo– destacou Valdir

                                                             

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                                                            Além de celebrar, o Yamaha Day volta olhares a quem mais precisa, promovendo a arrecadação de alimentos que, posteriormente, devem ser doados a instituições de caridade.


                                                            No encontro realizado pela Jetco, as doações foram de cobertores — e cerca de 100 já foram encaminhados para um projeto social de São Vicente.

                                                            Esse ano arrecadamos cobertores pela questão climática– explicou Valdir

                                                            Para fechar o encontro anual com chave de ouro, os participantes se reuniram para uma confraternização que contou com amigos, música ao vivo e uma bela paella.

                                                            Foto: Instagram @jetcobrasil / Reprodução

                                                             

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