Nos últimos anos, um verdadeiro colapso fez com que a população de caranguejo-das-neves, no Alasca, despencasse em mais de 90%. Porém, segundo os cientistas do NOAA (Agência de Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), o motivo para tamanha queda tem influência dos humanos, no que eles chamam de “borealização”.
A borealização é uma mudança ecológica das condições árticas para as subárticas no sudeste. Ou seja, acontece uma alteração de fundo climático na região do Ártico que, com o aumento das temperaturas, ganha características boreais — típicas do Hemisfério Norte.
Foto: NOAA Fisheries/ Divulgação
Segundo os cientistas, essa borealização impacta na vida de diversos seres vivos e, entre eles, o caranguejo-das-neves. Já que a espécie está acostumada ao frio, essa mudança de clima faz com que este “novo habitat” seja menos propício a vida — na contramão, beneficia os seres adaptados ao calor.
Além disso, outros fatores influenciaram na queda drástica dos caranguejos-das-neves, como a redução do gelo marinho, aumento de predadores e outras alterações ecológicas.
Por incrível que pareça, os cientistas descartaram a captura acidental de pesca de arrasto como um dos motivos do colapso. Segundo os pesquisadores, essa atividade ocorre em “ordens de magnitude muito pequena para justificar esse nível de mortalidade”.
Como a borealização afetou os caranguejos-das-neves?
De acordo com os pesquisadores — e de maneira surpreendente — , o estresse térmico causado pelas elevados temperaturas nos oceanos não foi o principal problema para a sobrevivência desta espécie. Afinal, caranguejos juvenis não foram afetados por temperaturas de até 8°C.
Foto: NOAA Fisheries/ Divulgação
No entanto, os cientistas suspeitam que as temperaturas mais altas da água teriam aumentado o metabolismo do animal. Logo, as presas disponíveis no habitat não seriam suficientes para atender às demandas calóricas — que ocasionaria maior densidade de caranguejos em busca de alimento.
Todos esses fatores são resultado da mudança climática causada pela atividade humana desde o início da revolução industrial no início dos anos 1900- Mike Litzow, diretor do Laboratório Kodiak do Alaska Fisheries Science Center
Além disso, os cientistas apontaram que a borealização espalhou a doença do caranguejo amargo — considerada fatal — , causou a abundância de bacalhau no Pacífico — um predador do caranguejo-das-neves — e, como mencionado, aumentou as temperaturas mínimas.
Foto: Coleção de Pesca Histórica da Biblioteca Central da NOAA/ Wikimedia Commons/ Domínio Público
Consequentemente, o colapso nesta espécie impactaria o ecossistema local e a pesca comercial — uma das mais valiosas do Ártico, estimada em US$ 227 milhões (aproximadamente R$1,2 bilhão, em conversão realizada em setembro de 2024) milhões por ano.
Tem esperança para o futuro?
A resposta é: sim, um pouco. Segundo os pesquisadores, o aquecimento esperado nos próximos 10 a 20 anos deve ser ainda maior. Logo, as características árticas necessárias para o estoque de caranguejo-das-neves podem se tornar escassas no sudeste do Mar de Bering.
Foto: NOAA Fisheries/ Divulgação
O grupo de cientistas da NOAA espera ver condições árticas na região em apenas 8% nos próximos. Essa porcentagem pode ficar ainda menor com as maiores taxas de aquecimento que são esperadas futuramente. Caso a expectativa se confirme, poderá haver um potencial deslocamento para o norte na pesca comercial.
Tudo isso são indicações de uma mudança de um regime ártico para um subártico– site oficial do NOAA
Porém, ainda há um pouco de esperança. Em 2022, houve uma singela recuperação na população destes caranguejos. Além disso, uma pesquisa anual do Alaska Fisheries Science Center observaram águas mais frias — que beneficiam diretamente os caranguejos-das-neves.
Houve também um aumento no número dos caranguejos-das-neves jovens, que anima e fornece esperança para uma recuperação de curto prazo — em torno de cinco anos. Porém, essa descoberta depende de projeções de mudanças climáticas futuras.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Um barco limpinho e revitalizado é primordial para uma boa navegação. Pensando nisso, a Ricci Boat atracará no São Paulo Boat Show 2024 e apresentará, no maior evento náutico da América Latina, cursos de higienização e outros serviços da marca — de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo.
No salão náutico paulista, a marca exibirá ao público o curso de higienização interna e detalhamento para barcos. O treinamento é presencial e ensina processos de cuidados de manutenção em embarcações. De acordo com a Ricci, as aulas buscam capacitar marinheiros e formar uma nova leva de profissionais.
Foto: Ricci Boat/ Divulgação
Para quem deseja aumentar a vida útil e melhorar a aparência do barco, a Ricci pode ajudar. Em seu estande no São Paulo Boat Show, a empresa mostrará serviços como: polimento, higienização, proteção, revitalização de teka, pintura de fundo, aplicação de propulsores, entre outros.
Foto: Ricci Boat/ Divulgação
Além disso, a Ricci também estará no maior evento náutico da América Latina fazendo a pré-venda da franquia Ricci Boat — que, segundo a marca, é a primeira do país a trabalhar no cuidado de embarcações.
São Paulo Boat Show 2024
A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.
Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.
Anote aí!
Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024 Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900) Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
O Congresso Internacional Náutica, realizado no Yacht Clube da Bahia, em Salvador, no início de setembro, reuniu cerca de 100 participantes, entre autoridades e especialistas, para debater o papel do turismo náutico no desenvolvimento socioeconômico da região.
Na ocasião, as palestras apresentadas destacaram a importância da Bahia, com a maior costa litorânea do Brasil, e a Baía de Todos os Santos, a segunda maior baía do mundo, como cenário propício para o crescimento do setor.
Foto: Danilo Lima / Revista Náutica
A abertura do congresso foi conduzida por Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica, que ressaltou o enorme potencial da Bahia para o desenvolvimento do turismo sobre as águas e a importância da união dos setores públicos e privados no olhar para a náutica, considerando sua vasta costa litorânea e a Baía de Todos os Santos.
Foto: Danilo Lima / Revista Náutica
“A Bahia tem uma das maiores riquezas naturais do país e o setor náutico é uma saída sustentável e que impulsiona a economia e gera milhares de empregos”, destacou.
É hora de incentivarmos a instalação de estaleiros e fortalecermos a indústria náutica para demonstrar que este mercado cria oportunidades– Ernani Paciornik
Eduardo Colunna, Mila Paes, Ernani Paciornik, Rafael Andreguetto e Chico Brandão. Foto: Danilo Lima / Revista Náutica
Já Mila Paes, secretária de Desenvolvimento Econômico de Salvador, falou durante sua apresentação sobre as perspectivas econômicas do setor náutico para a cidade e o estado da Bahia.
“Salvador tem potencial para se tornar um polo em diversos segmentos econômicos e a náutica é um deles. Nossa missão é olhar para a economia do mar de forma estruturada, promovendo projetos de fomento e diálogo com os setores econômicos”, afirmou.
Foto: Danilo Lima / Revista Náutica
Ela também reforçou que o Brasil movimenta cerca de R$ 2 trilhões anuais com a economia do mar, sendo a Bahia responsável por R$ 80 bilhões desse montante. Mila ainda apontou que o setor náutico global tem atraído cada vez mais investidores, com um crescimento projetado de 3,5% ao ano até 2030.
Para se ter uma ideia, segundo dados da Prefeitura de Salvador, a Baía de Todos os Santos conta com inúmeras praias, 56 ilhas, rios, manguezais, corredeiras e quedas d’água em uma área de 1.052 km². Tem um contorno de quase 200 km de extensão e 13 municípios.
Foto: Danilo Lima / Revista Náutica
Em sua apresentação no Congresso Náutica em Salvador, Eduardo Colunna, presidente da Acobar, abordou o impacto do fortalecimento da indústria de embarcações de lazer para o crescimento do turismo náutico no Brasil.
Ele ressaltou que, além da geração de empregos diretos e indiretos, que já ultrapassa mais de 120 mil postos de trabalho ao ano no país, o setor tem potencial para impulsionar o desenvolvimento social e econômico das regiões litorâneas.
Foto: Danilo Lima / Revista Náutica
“O atual cenário do mercado náutico brasileiro gerou uma série de desafios econômicos, políticos e regulatórios que exigem uma atuação coordenada na defesa dos interesses do desenvolvimento sustentável do setor. Não é questão de proteger e sim de defender a indústria náutica nacional pelos benefícios que gera para todos”, comentou Colunna.
Ele também ressaltou que, nos últimos 10 anos, foram investidos mais de R$ 200 milhões na implantação de estruturas, unidades e equipamentos da indústria náutica.
Capitão dos Portos da Bahia, Capitão de Mar e Guerra Wellington Lemos Gagno. Foto: Danilo Lima / Revista Náutica
Além das palestras citadas, o congresso contou com a participação de importantes nomes do setor, como o Capitão dos Portos da Bahia, Capitão de Mar e Guerra Wellington Lemos Gagno, Ricardo Dantas, Comodoro do Yacht Clube da Bahia, Fernando Paraiso, diretor de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Salvador, e Carlos Prates, gerente de comunicação e relações institucionais da Concessionária Ponte Salvador-Itaparica.
Foto: Danilo Lima / Revista Náutica
O congresso integra a programação de lançamento do Salvador Boat Show, evento que terá a sua primeira edição de 6 a 10 de novembro, na Bahia Marina, organizado pelo Grupo Náutica por meio da Boat Show Eventos, responsável pelos maiores eventos náuticos da América Latina — entre eles, o São Paulo Boat Show, que ocorre de 19 a 24 de setembro.
O Salvador Boat Show tem projeção de reunir grandes novidades para o lazer náutico, cerca de 50 embarcações e atrair aproximadamente 10 mil pessoas, consolidando a cidade como um novo destino no calendário de eventos náuticos nacional.
Confira mais fotos do evento
Foto: Danilo Lima / Revista NáuticaFoto: Danilo Lima / Revista NáuticaFoto: Danilo Lima / Revista NáuticaFoto: Danilo Lima / Revista Náutica
Quem visita o São Paulo Boat Show sabe: o salão é o local ideal para ficar por dentro dos melhores produtos náuticos. É por essa razão que a Arieltek é presença confirmada com seis soluções eletrônicas focadas em embarcações.
Um dos itens que estarão no estande da marca, de 19 a 24 de setembro, é o Painel de Controle do Aerador, com botões touch. O modelo gerencia a bomba de aeração, permitindo ligá-la e desligá-la, além de alternar entre os modos automático e manual, e ajustar o tempo de funcionamento.
Foto: Divulgação
Já o Painel de Comando PCE-06 Eletrônico conta com seis funções para programações personalizadas. Segundo a Arieltek, se destaca pela robustez e proteção avançada contra maresias e intempéries, tornando-o ideal para ambientes marítimos desafiadores.
Foto: Divulgação
Os visitantes do Boat Show também poderão conferir de perto o carregador UBS Fast Charge Tipo C + A, que funciona até mesmo para celulares e dispositivos que não possuem a função de carregamento rápido. O modelo tem saídas do tipo A e C e é projetado para o setor náutico, com proteção contra sobrecargas.
Foto: Divulgação
No estande da Arieltek haverá outros produtos como a luminária de teto LCB-08 — em branco neutro, para se assemelhar à iluminação natural –, luminária 12 V para aplicação em tubos — ideal para capotas e toldos — e kit de instalação para luz de ancoragem articulada em tubos — focada em barcos com capota.
São Paulo Boat Show 2024
A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.
Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.
Anote aí!
Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024 Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900) Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
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As novidades da Flexboat estarão à disposição dos amantes de barcosno maior evento náutico da América Latina, que acontece de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo. Os modelos, apenas com projeções artísticas divulgadas, por enquanto, chegam para substituir dois outros barcos do estaleiro.
Conheça os barcos da Flexboat que estarão no São Paulo Boat Show
Flex-580
O novo Flex-580 chega para substituir o antigo SR-550. O modelo ganhou uma plataforma de popa maior que seu predecessor, com a possibilidade de ser equipada com uma churrasqueira para os momentos de lazer a bordo. No espaço, há ainda uma escada, que chega mais confortável.
Foto: Flexboat / Divulgação
Na proa, destaque para a nova carenagem — com lançador de âncora telescópico –, novas luzes de navegação e caixa de âncora maior.
Flex-670
Substituto do SR-620, o Flex-670 também ganhou em tamanho e resolveu alguns problemas observados na embarcação anterior. Um deles estava em uma almofada, à frente do console, que obrigava o passageiro a ter que retirá-la para poder acessar o cooler — resolvido no novo barco, com livre acesso ao compartimento.
Foto: Flexboat / Divulgação
O banco do piloto também foi melhorado. Antes duplo, o assento, que já possibilitava pilotagens sentadas ou de pé, fazia com que o acompanhante ao lado do piloto precisasse seguir sua escolha de navegação. Agora individuais, os assentos eliminaram o problema.
Foto: Flexboat / Divulgação
No novo barco, o painel do console ficou mais alto, com espaço para uma tela de 12 polegadas. Na popa, a escada de acesso passou a ficar embutida. Já a proa que, segundo o estaleiro, “está mais sofisticada e mais útil”, recebeu nova carenagem, lançador de âncora telescópico e novas luzes de navegação.
Foto: Flexboat / Divulgação
São Paulo Boat Show 2024
A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.
Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.
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Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024 Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900) Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
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A Ecoolmove, especialista em veículos elétricos, confirmou presença no São Paulo Boat Show 2024 e promete encantar o público com três opções de mobilidade que, segundo a marca, respeitam o meio ambiente e são econômicas.
De 19 a 24 de setembro, os visitantes do maior evento náutico da América Latina conferirão de perto dois carrinhos esportivos e uma moto elétrica. Assim como todo o portfólio da Ecoolmove, os produtos podem ser personalizados de acordo com os gostos do proprietário.
Foto: Facebook/ Ecoolmove/ Reprodução
Veículos da Ecoolmove no São Paulo Boat Show
As opções para a família abrangem o Bigcart 4P Sport, carrinho elétrico esportivo que acomoda até quatro pessoas, e o Bigcart 6P Sport, que leva até seis passageiros.
Ambos os veículos contam com pneus off-road, kit multimídia e bancos com encosto para a cabeça. Há também alarme de ré, buzina e carregador para a bateria de lítio de 150 ah — a maior da categoria, segundo a Ecoolmove.
Foto: Thiago Beça/ Ecoolmove/ Divulgação
A empresa também oferece condições de pagamento facilitado, com possibilidade de parcelar os modelos em até 12 vezes, sem juros.
Completando a lista de produtos da marca no salão, está a moto elétrica autopropelida ECX. A scooter possui motor de mil watts e um dos grandes diferenciais é que não demanda CNH para ser conduzida.
Foto: Instagram @ecoolmove/ Reprodução
São Paulo Boat Show 2024
A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.
Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.
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Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024 Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900) Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
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Para diferenciar uma casa de uma mansão, alguns atributos devem ser levados em conta: tamanho (mansões, geralmente, tem mais de 750 m²), arquitetura, localização e, claro, comodidades de luxo. Nesse sentido, a mansão à venda na orla de Fort Lauderdale, nos Estados Unidos, gabarita todos os requisitos. Não para menos, já que trata-se da segunda casa mais cara à venda no sul da Flórida.
O imóvel custa pouco menos de US$ 50 milhões (quase R$ 279 milhões na cotação de setembro de 2024), valor que reflete toda sua imponência, retratada não somente no seu tamanho mas, também, em suas comodidades.
Foto: Danny Petroni / Divulgação
Já que aqui elencamos algumas características que fazem uma residência pular do status de casa para o de mansão, confira, a seguir, as particularidades do imóvel em cada uma delas.
Atributos da mansão à venda na orla de Fort Lauderdale
Tamanho
Como já mencionado, uma mansão costuma ter, ao menos, 750 m². A residência de luxo no sul da Flóridapassa facilmente por esse requisito, afinal, por lá os novos moradores contarão com nada menos que 929 m² de área útil.
Foto: Danny Petroni / Divulgação
O imóvel foi construído em 2020, em uma propriedade com cerca de 4,7 mil m², que os agora vendedores compraram em 2014, por US$ 7,8 milhões (aproximadamente R$ 435 milhões). O lote original era ainda um pouco maior, mas os proprietários venderam uma parte por US$ 1,65 milhão (cerca de R$ 9,2 milhões.)
Arquitetura
Projetada por Max Strang, arquiteto americano conhecido por seu foco no modernismo regional, a mansão à venda parece estar “flutuando”. Isso porque Stang aplicou no imóvel o chamado “cantilever design” — em português, design em balanço.
Foto: Danny Petroni / Divulgação
Com a técnica, parte da estrutura da casa fica projetada para fora de um ponto de apoio, sem suporte direto nas extremidades — o que causa, justamente, o efeito de “balanço” ou “flutuação”.
Quase todo o espaço carrega janelas do chão ao teto que, além de proporcionarem uma excelente iluminação natural à mansão, dão espaço para uma vista privilegiada da orla. No total, a casa conta com seis quartos, sete banheiros e dois lavabos.
Foto: Danny Petroni / Divulgação
Outras características internas que chamam atenção incluem pisos de carvalho branco europeu, claraboias e um sistema de casa inteligente.
Comodidades de luxo
Se estamos falando de uma mansão, claro que as comodidades de luxo não poderiam ficar de fora. No caso dessa residência milionária, os futuros moradores poderão aproveitar uma espaçosa suíte principal, com direito a uma varanda, academia, sala de estar, escritório, um enorme closet e um banheiro do “tipo spa”.
Foto: Danny Petroni / Divulgação
Do lado de fora, uma piscina com banheira de hidromassagem ocupa apenas quase a metade do comprimento do imóvel — até porque, andar por uma casa de 929 m² exige um bom lugar para relaxar.
Foto: Danny Petroni / Divulgação
Há ainda um elevador de barcos, projetado para facilitar a manutenção e o armazenamento de embarcações. O equipamentopermite que os barcos sejam levantados diretamente da água e mantidos em segurança fora dela, ajudando a evitar corrosão e danos causados pela exposição. Os veículos, por sua vez, são acomodados em uma garagem com espaço para até oito carros.
Se a ideia for se manter em movimento, uma quadra de pickleball de tamanho normal promete dar conta do recado — já que um dos vendedores é cofundador de uma nova instalação do esporte em Fort Lauderdale, chamada The Fort.
Localização
No quesito localização, a mansão à venda também não decepciona. Esse, inclusive, é um dos principais atributos do imóvel, localizado de frente para as águas do New River.
Foto: Danny Petroni / Divulgação
Além de proporcionar uma vista privilegiada, a posição da casa garante que os novos proprietários tenham à disposição belas águas para navegar, seja para explorar a região ou para curtir esportes aquáticos.
Quem é fã de barcos com hard top irá se surpreender com o estande da Evolve Yachts no São Paulo Boat Show 2024. Confirmadíssimo para a 27ª edição, o estaleiro exibirá aos amantes da náutica dois modelos bem consolidados: a Evolve 400 HT e a Evolve 360 HT, ambos com motores de popa.
Os barcos já foram testados pela equipe de NÁUTICA, porém na versão de motorização de centro. Agora, o público poderá conhecer de perto os detalhes da versão de popa durante o maior evento náutico da América Latina, que acontece de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo.
Confira abaixo o teste da Evolve 400 HT e mais informações sobre a maior lancha que o estaleiro levará ao salão!
Por dentro da Evolve 400 HT
A Evolve 400 HT, de 40 pés, chama a atenção logo ao primeiro olhar, principalmente pelo acabamento cuidadoso e ótimo aproveitamento de espaço interno.
Foto: Revista Náutica
Esta, inclusive, não será a primeira vez que aparecerá no São Paulo Boat Show. A Evolve 400 HT já marcou presença na edição de 2022 e agora retornará equipada com uma trinca de motores de popa V10, de 400 hp.
Esse quesito, por sinal, promete atender a todos os gostos, já que a lancha também comporta motoresde centro-rabeta.
Foto: Revista Náutica
Versátil, a Evolve 400 HT conta com quatro opções de layout. Entre as alternativas, estão configurações com dois camarotes, um banheiro e sala de estar com sofá pequeno; duas suítes, sem sala e cozinha na cabine; dois camarotes, um banheiro e sala de estar com sofá em L, com cozinha no salão; e dois camarotes, um banheiro e cozinha, sem sala de estar e sofá.
Para manter a sensação de espaço, o projetista privilegiou a boca do barco, que mede 3,50 metros. Com isso, conseguiu manter um corredor lateral de acesso à proa com 30 cm de largura e muitos pega-mãos.
Na plataforma de popa, a impressão é que se está em uma verdadeira praia particular, com área submersível acionada por controle remoto sem fio ou por comando elétrico desde o posto de pilotagem.
A bordo da lancha há ainda uma área gourmet, com churrasqueira elétrica, pia e tábua de corte. O barco conta também com muitos porta-copos e porta-garrafas e geleira.
Foto: Revista Náutica
Homologada para levar até 15 pessoas a bordo, essa 40 pés com HT e teto solar é bastante volumosa, perfeita para passeios durante o dia e curtos pernoites, para até quatro passageiros.
Foto: Revista Náutica
São Paulo Boat Show 2024
A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.
Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.
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Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024 Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900) Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
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O uso de bike elétrica não é novidade para quem está por dentro das tendências de ciclismo. No entanto, a startup suíça Otter decidiu elevar o conceito a outro patamar ao adicionar a possibilidade do modelo de transporteganhar as águas.
Batizado de Otter OT4, o primeiro produto da empresa conta com motoreselétricos, acionados por meio da ação de pedalar. É basicamente o que acontece em terra com uma bicicletade pedal assistido, com a diferença do terreno a ser explorado.
Foto: Otter/ Divulgação
A bike elétrica conta com estrutura em alumínio, dois assentos ergonômicos e pedais ajustáveis — o que permite o uso por crianças e adultos de diferentes alturas. Graças à plataforma na parte de trás, acomoda até quatro pessoas a bordo.
Foto: Otter/ Divulgação
Embora seja projetada para passeios guiados por duplas, cada um dos pilotos conta com seu próprio gerador no pedal, podendo, assim, aproveitar o ciclismo independente. A alavanca de direção fica próxima aos assentos que, por sua vez, se situam em cima de um espaço de armazenamento à prova de respingos, com capacidade de 70 litros.
Um dos destaques dessa e-bike aquática é a facilidade com que é transportada. Portátil e dobrável, pode ser desmontada em apenas três minutos, segundo a Otter. Um par de rodas garante o deslocamento pelo chão, rampas ou areia.
Foto: Otter/ Divulgação
A promessa da startup é de uma direção silenciosa e sustentável, capaz de realizar curvas fechadas e de ser manobrada sem dificuldade em locais estreitos. Em termos de dimensão, a bike elétrica tem 565 centímetros de comprimento quando montada e 140 quando dobrada.
Como é a ‘navegação’ da e-bike aquática
O modelo da Otter conta com sistema de transmissão híbrido e dois motores dobráveis, com bateriade lítio. Isso garante que as bicicletas elétricas cheguem a uma velocidade máxima de 12 km/h.
A autonomia do modelo é de 20 quilômetros de alcance ou cerca de três horas de pilotagem no modo padrão.
Foto: Otter/ Divulgação
Vale ainda destacar que a bateria recarrega completamente em seis horas e conta com um recurso inteligente que detecta quando está fraca. Além de reduzir o consumo de energia, a ferramenta também notifica o piloto.
Era para ser só mais um dia normal de pescana vida dos pescadores Jayden Grace e Joe Cook. O que eles não contavam é que um tubarão-branco também escolheria as águas de Mooloolaba, na costa da Austrália, para navegar.
Ao avistar o animal, Jayden começou a gravá-lo. Ao primeiro olhar, o tubarão não dava indícios de que atacaria os pescadores, e parecia apenas rodear o barcoacompanhado de algumas rêmoras (peixesque costumam se agarrar a tubarões em busca de seus restos de comida).
Depois de algumas voltas próximo à embarcação, o animal se aproxima com mais veemência. Jayden, inclusive, consegue captar o momento que antecedeu a mordida que o tubarão-branco direcionou ao barco, batizado de ‘Renegade’ (renegado, em português).
O pescador postou o registro em seu Facebook, onde descreveu o animal como “de longe o maior tubarão” que já viu na vida.
O tubarão branco de 5 metros teve um pequeno teste de sabor do Renegado– escreveu Jayden
Na gravação publicada pelo pescador, é possível ver que o tubarão deixou marcas na lateral do barco.
O maior evento náutico da América Latina terá uma verdadeira estrela entre os seus mais de 150 barcos expostos: a Pole Position, antiga lancha do ídolo das pistas Ayrton Senna. A 27ª edição do São Paulo Boat Showacontece de 19 a 24 de setembro, no pavilhão do São Paulo Expo, na zona sul da capital.
O modelo, um ‘canguru’ do estaleiro carioca Cobra — um dos mais ativos da década de 80 –, foi adquirido por Senna em 1986 e permaneceu com o piloto de Fórmula 1 até o fim de sua vida, em 1994.
A lancha que estará no São Paulo Boat Show é toda original da época do esportista, inclusive as marcas de arranhões e desgaste de uso. Nesses oito anos, Ayrton utilizou o barcopara estender a adrenalina das pistas às águas, por meio da prática de esportes aquáticos.
Senna no comando da Pole Position na baía de Angra dos Reis (RJ). Foto: Jacoto Júnior / Divulgação
Muito por isso, a Pole Position, de 19 pés, carrega consigo um motorde 225 cavalos, cerca de “três vezes mais potente do que ela necessitaria”, como explica Danilo Iakimoff, “restaurador de histórias e barcos” e atual dono da embarcação — que chegou a vender um barco que pertenceu a Pelé para adquiri-la.
Senna era o homem das aventuras e emoções– destaca Danilo sobre o motor potente
A alteração na motorização foi um pedido do próprio Senna ao estaleiro, em conjunto com modificações também no casco, uma vez que o piloto desejava uma lancha mais forte para curtir as águas.
Foto: Danilo Iakimoff / Arquivo pessoal
Sem luxo e com marcas deixadas por Senna
Apesar dos altos recursos financeiros de Senna à época, a Pole Position não era um barco de luxo. Por dentro, por exemplo, o destaque vai para os estofados brancos com detalhes em vermelho, originais desde os anos 1980.
Foto: Danilo Iakimoff / Arquivo pessoal
A embarcação, contudo, foi bastante utilizada pelo piloto. De acordo com Danilo, a “lancha fez parte integrante das vitórias do Ayrton nas pistas”, já que “era nela que recuperava suas energias esquiando, passeando e se divertindo.”
[A lancha] foi usada por ele até o final de sua vida. Tendo um dos maiores salários da época, ele podia escolher o barco que fosse, mas a Pole Position era sua paixão– conta Danilo
A bordo do barco, Senna navegou pelas águas de Angra dos Reis (RJ), Búzios (RJ), Ubatuba (SP), Ilhabela(SP), Guarujá (SP), Represa do Broa (SP) e Represa de Mairiporã (SP), por onde, além das milhas, o piloto deu ao barco, também, marcas que resistem ao tempo.
Foto: Danilo Iakimoff / Arquivo pessoal
Entre elas, Danilo mantém até hoje no barco de Senna marcas que poderiam ser de um acidente envolvendo um jet. “Isso tem que ser preservado, nunca vai ser repintado”, afirmou o proprietário em entrevista ao portal UOL.
Foto: Jacoto Júnior / Divulgação
O estofamento e o apito, que servia como buzina, estão do jeito que ele deixou. É emocionante imaginar cada detalhe que foi tocado, como o timão e o apito– destaca Danilo
Por outro lado, o bom estado de conservação da embarcação também se deve ao piloto, que se preocupava em inspecionar criteriosamente as manutençõesda embarcação, restritas a um mecânico de confiança do piloto ou até por ele mesmo.
Foto: Danilo Iakimoff / Arquivo pessoal
Nem a carreta da lancha escapava dos olhares atentos de Senna. Danilo conta que “após cada subida da água, ele pedia que fossem tiradas as rodas da carreta para serem totalmente limpas e engraxadas, para que o contato com a água não as deteriorassem” — cuidado que manteve a carreta em excelente estado até os dias atuais.
Na foto, Jacoto Júnior, amigo que cuidava de “questões burocráticas” para Senna e foi o responsável por buscar a lancha, como registrado na imagem. Foto: Jacoto Júnior / Divulgação
Atualmente, a embarcação traz ainda, em seu interior, uma foto do piloto com o tradicional boné do banco Nacional. O detalhe foi adicionado por Danilo, quando percorreu locais em que Senna costumava navegar em Angra dos Reis.
Foto: Danilo Iakimoff / Arquivo pessoal
“Coloquei como se fosse o companheiro de viagem. Fez tanto sucesso, todos tiram foto dela, que preferi deixar”, revelou o fã do piloto à reportagem de NÁUTICA.
São Paulo Boat Show 2024
A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.
Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.
Anote aí!
Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024 Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900) Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
Os barcos da Intermarine tradicionalmente atraem muitos olhares no São Paulo Boat Show. Neste ano, porém, os visitantes do maior salão náutico da América Latina terão um motivo a mais para ficarem de olho no estande da marca: o lançamento da nova Intermarine 60.
De 19 a 24 de setembro, os amantes de barcos que atracarem no São Paulo Expo poderão ver de perto o “renascer” de uma das embarcaçõesmais tradicionais do estaleiro, que chega completamente renovada, com uma combinação entre design orgânico, inovações tecnológicas e muita personalização.
Projeção artística da nova Intermarine 60. Foto: Intermarine / Divulgação
Além da novidade, a Intermarine 70 — lançada no São Paulo Boat Show 2023 — também estará no salão.
Intermarine 70. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Confira 5 novidades da nova Intermarine 60
Experiência visual
De acordo com o estaleiro, o novo modelo se destaca pelo design orgânico, que integra linhas suaves e contemporâneas, criando uma estética fluida, que reflete sofisticação e modernidade. Nesse sentido, um dos pontos altos do barco está nas janelas panorâmicas sem colunas verticais, que proporcionam uma visão ininterrupta do mar, para uma navegaçãoconectada com a natureza.
Projeção artística da nova Intermarine 60. Foto: Intermarine / Divulgação
Espaços ampliados
O interior da nova Intermarine 60 foi repensado para oferecer amplitude e conforto. O salão amplo agora conta com móveis flutuantes e uma iluminação em LEDs curvos, que conferem um ambiente moderno e acolhedor.
Além disso, a praça de popa está totalmente integrada ao salão, criando uma sensação de continuidade entre os espaços internos e externos, ideal para momentos de lazer e socialização.
Projeção artística da nova Intermarine 60. Foto: Intermarine / Divulgação
Hardtop com teto de vidro
Um dos diferenciais do novo design da embarcação é o hardtop com fechamento de vidro. O acabamento aprimora tanto a estética quanto a funcionalidade do barco.
Projeção artística da nova Intermarine 60. Foto: Intermarine / Divulgação
Além de trazer pontos pela beleza, o teto de vidro permite que a luz natural ilumine o fly e possibilita uma visão panorâmica do céu noturno.
Lounge de proa
Outro destaque é o novo lounge na proa, que foi completamente renovado. Equipado com sofás rebatíveis frente a frente e uma tenda integrada, o espaço oferece uma solução versátil para relaxar e socializar ao ar livre, com a flexibilidade de ajustar a disposição dos assentos conforme a ocasião.
Projeção artística da nova Intermarine 60. Foto: Intermarine / Divulgação
Design e inovação
De acordo com a Intermarine, a nova 60 “alia o que há de mais moderno em tecnologia náutica com um acabamento artesanal impecável”. O modelo terá “um nível de personalização único”, oferecendo aos proprietários a oportunidade de ajustar o barco ao seu estilo de vida e preferências pessoais, desde a escolha dos materiais até a modificação de layouts.
Projeção artística da nova Intermarine 60. Foto: Intermarine / Divulgação
Além disso, a embarcação terá um sistema de automação que permite controlar áudio, iluminação e outros dispositivos a partir de um aplicativo móvel, garantindo conforto e praticidade nos momentos a bordo.
São Paulo Boat Show 2024
A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.
Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.
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Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024 Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900) Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
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O estande da Master Marine no São Paulo Boat Show 2024 reserva boas surpresas para quem gosta de aproveitar as águas em um contexto mais emocionante. Por lá atracarão dois famosos barcospara a prática de wake: o Malibu Boats LSV23 e o Axis T250, ambos fabricados nos Estados Unidos e na versão 2024.
Os modelos poderão ser vistos de perto de 19 a 24 de setembro, no pavilhão do São Paulo Expo. Outros produtos devem ainda dividir os holofotes com as embarcações esportivas, sendo eles a lancha americana Boston Whaler 170 — ideal para pesca–, o Seabob F5 e também uma prancha de e-foil elétrica da brasileira Sharkx Eletrics.
Conheça mais dos produtos da Master Marine no São Paulo Boat Show a seguir.
Malibu Boats LSV23
Um dos grandes diferenciais do Malibu Boats LSV23 é o posicionamento ideal de seu lastro, que chega assim direto de fábrica, facilitando a criação de ondas para os praticantes de esportes aquáticos. Segundo a Master Marine, essa é uma das razões pelas quais o modelo foi eleito o barco de wakesurf e wakeboard do ano por quatro vezes consecutivas.
Foto: Revista NáuticaFoto: Revista Náutica
O modelo, que suporta até 16 pessoas, chama atenção dos praticantes também pelo tamanho de 23 pés. O barco conta com opções de personalização e consegue aliar estilo, luxo, tecnologia e desempenho.
Axis T250
Maior modelo construído pela Axis, o T250 também é ideal para a prática de wake. A lancha tem 7,62 metros de comprimento, o que confere a ela espaço suficiente para até 18 pessoas munidas de seus equipamentospara navegar com adrenalina.
Foto: Axis / DivulgaçãoFoto: Axis / Divulgação
Boston Whaler 170
Modelo de console central ideal para a prática da pesca, a Boston Whaler 170 traz caixa de pesca dianteira, integrada com dreno ao mar. São 5,28 metros de comprimento, que conferem à lancha espaço para até sete pessoas aproveitarem a embarcação, que navega com motorizaçãode 115 cv.
Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica
Um estande que vai além dos barcos
Além das embarcações, o visitante que passar no estande da Master Marine poderá conferir o submersível Seabob F5, um modelo para mergulho autônomo que pesa menos de 29 kg, garantindo bom manuseio e manobrabilidade.
Foto: Master Marine / Divulgação
Destaque também para os e-foil e jetboard da brasileira Sharkx Eletrics. Segundo a marca, sua prancha elétrica é a mais leve do mundo, com 22,9 kg no jetboat e 20,9 kg no e-foil. Os produtos são feitos em fibra de carbono, e carregam o sistema patenteado SharkX Quick Plug & Surf, que permite a troca de baterias em três segundos, conforme explica a empresa.
São Paulo Boat Show 2024
A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.
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Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.
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No final de abril, durante o Rio Boat Show 2024, a Real Powerboats instaurou um clima de expectativa e ansiedade no meio náutico ao anunciar dois lançamentos previstos para setembro deste ano — mais especificamente, para o São Paulo Boat Show 2024.
A boa notícia é de que o calendário se confirmou. Do dia 19 ao 24 deste mês, o maior evento náutico da América Latina será palco para a apresentação das aguardadas Real 34 Cabriolet e Real 35 Cabriolet, cujas vendas já começaram no salão do Rio de Janeiro.
Real 35. Foto: Divulgação
Antes de desembarcarem em São Paulo, as novidades serão lançadas em um evento privado na cidade carioca, em 13 de setembro. Já no Boat Show, estarão à disposição de quem quiser conferi-las de perto.
Por dentro dos lançamentos da Real Powerboats
Quando o estaleiro anunciou a notícia no Rio Boat Show, as lanchas estavam em fase final de laminação, sem fotos oficiais. Agora, apesar de prontas, seguem apresentadas em projeções 3D, para garantir a permanência do mistério.
Real 34. Foto: Divulgação
Segundo Paulo Thadeu, CEO da Real Powerboats, os barcos foram pensados para substituir, respectivamente, os modelos Real 33 Special e Real 35 SD. Eles receberam o conceito de um grande sucesso da marca: a Real 40 Cabriolet, já testada por NÁUTICA e presença confirmada no São Paulo Boat Show.
A aposta é vista nas avantajadas áreas do cockpit e no fácil acesso à proa por meio de passagem lateral.
Real 35. Foto: Divulgação
Além disso, a Real 35 ganhou 30 centímetros a mais de casco, medida acrescentada também na largura da cama à meia-nau. Para maior conforto dos passageiros, o pé-direito da cabine saltou para 1,90 metro.
Ambas as lanchas contam com design esportivo que permite o ao condutor navegar sentado, com uma visão ampla do exterior.
Real 34. Foto: Divulgação
Além dos lançamentos, outros sete barcos da Real Powerboats estarão no São Paulo Boat Show: Real 275, Real 365, Real 280, Real 285, Real 40 Cabriolet, Real 40 Fly e Real 40 HT.
São Paulo Boat Show 2024
A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.
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Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.
Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.
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Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024 Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900) Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
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Atualmente, não é difícil encontrar notícias que apontam para o risco de cidades litorâneas ao redor do mundo ficarem submersas no futuro. Essas projeções se dão devido às mudanças climáticas, que têm causado o derretimento acelerado do gelo, principalmente na Antártida. E é justamente por lá que a NASA aposta no uso de robôs munidos de inteligência artificial (IA) para monitorar o aumento do nível do mar.
O projeto, desenvolvido pelo JPL (Jet Propulsion Laboratory) da NASA e batizado de IceNode, tem um objetivo claro: calcular com precisão como o derretimento das geleiras pode afetar os níveis dos oceanos. A alternativa empolga por ser considerada por cientistascomo barata e de logística simples — o que facilitará as medições mesmo em locais inacessíveis aos humanos.
Foto: NASA / JPL-Caltech / Divulgação
O trabalho, inclusive, já começou. Em março deste ano, uma equipe da NASA enviou um protótipo dos robôs para um teste no Mar de Beaufort, no norte do Alasca. Uma verdadeira tropa dos equipamentos ainda deve ser utilizada para monitorar os efeitos do aumento das temperaturas nas plataformas de gelo.
A expectativa é de que cada um deles colete informações por até um ano, de forma contínua.
Como funcionam os robôs com IA
Capazes de coletar dados a mais de 30 metros de profundidade, os robôs com IA têm formato cilíndrico, com cerca de 2,4 metros de comprimento e 25 centímetros de diâmetro.
O equipamento é projetado para se posicionar no gelo de forma autônoma, com a ajuda de um software. Os robôs são liberados a partir de um buraco de perfuração ou de um naviono oceano aberto. A partir daí, utilizam as correntes oceânicas para navegar até seu destino sob as plataformas de gelo.
Nesse processo, a inteligência artificial é extremamente importante, já que ajuda a determinar o melhor posicionamento de fixação, por exemplo.
Para que se fixem ao gelo, os robôs contam com “pés de pouso”, que se expandem. Depois de posicionados, os sensores do robô medem a velocidadena qual a água salgada quente está derretendo a plataforma.
Após um ano de coleta de dados, os robôs se desengancham e retornam ao oceano aberto para transmitir os dados via satélite.
Próximos passos
Apesar de promissor, o projeto ainda necessita de mais testes e desenvolvimentos, para garantir que os robôs possam operar de forma eficiente e segura nas condições extremas da Antártida.
Paul Glick, engenheiro de robótica do JPL e investigador principal do IceNode, afirmou que o objetivo é continuar aprimorando os protótipos e realizar mais testes no futuro.
O fundo do oceano guarda a sete chaves inúmeros segredos, mas uma ajuda nada convencional pode mudar esse cenário. Isso porque um grupo de oito leoas-marinhas-australianas, equipado com câmeras, filmou em detalhes as profundezas da região sul da Austrália— incluindo áreas ainda inexploradas.
A aventura faz parte de uma pesquisa conduzida por uma equipe de cientistas australianos e norte-americanos, que decidiu acoplar uma filmadora em cada um dos animaisparticipantes do projeto.
Foto: Roger Kirkwood/ Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Austrália do Sul (SARDI)/ Reprodução
Como resultado, obtiveram 89 horas de filmagens que capturaram seis habitatsmarinhos ocupados pela espécie e flagraram momentos impressionantes, como um em que a mãe sai para caçar junto ao filhote dela e consegue predar uma sépia. Veja abaixo:
Além das câmeras, as leoas-marinhas-australianas também foram equipadas com rastreadores e sensores de movimento, presos com adesivos de neoprene — um tipo de borracha sintética. Os dispositivos foram projetados para não exceder 1% do peso corporal dos animais, de forma a não afetar a qualidade de vidaou comportamento deles.
Usar leões-marinhos para mapear o fundo do mar tem vantagens consideráveis. Os leões-marinhos podem cobrir grandes áreas em curtos períodos e podem acessar habitats que não podemos– explicou Nathan Angelakis, um dos pesquisadores do projeto
Foto: Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Austrália do Sul (SARDI)/ Reprodução
As imagens cobriram mais de 500 quilômetros e permitiram o mapeamento de 5 mil km² do leito oceânico. Os resultados foram publicados na revista Frontiers in Marine Science.
Experimento com leões-marinhos joga luz sobre questões importantes
Um dos motivos para explorar o fundo do mar é entender como proteger os habitats subaquáticos caso a atividade humanaacabe os alterando. O foco desse estudo, no caso, foi conhecer melhor as ‘moradias’ da espécie.
Foto: Simon Goldsworthy/ Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Austrália do Sul (SARDI)/ Reprodução
Por meio das imagens, os cientistas conseguiram entender melhor o comportamento das leoas-marinhas-australianas e a biodiversidade dos ambientesem que vivem. Além disso, foi possível treinar uma inteligência artificial que prevê as características de áreas ainda desconhecidas com uma precisão de mais de 98%.
O estudo também ajuda a proteger a espécie que vive sob ameaça. Para se ter uma noção do risco que corre, suas populações no sul e oeste da Austrália diminuíram em mais de 60% nos últimos 40 anos.
“Nosso estudo ajudou a identificar habitats e áreas de importância para os leões-marinhos. Essas informações serão cruciais para conservar e gerenciar suas populações no futuro”, complementa Nathan. “Habitats e áreas que são valiosos para os leões-marinhos australianos também podem ser importantes para outras espécies marinhas importantes”.
A história dos rallys náuticos ganhou, em 25 de agosto, um dos seus capítulos mais importantes. Isso porque o grupo Araguaia Jet, com sede em Barra do Garças (MT), fez história ao percorrer 6 mil quilômetros a bordo das motos aquáticas, em um trajeto que começou nas águas do rio Branco (RR) e se encerrou no rio Araguaia, na casa dos ‘jeteiros’.
Daniel Vilella (27), Vinícius Castro (30), Fabrício Carvalho (38), Anderson Torres (38), Weverton Sousa (39), Roberto Sacchetti (45) e Moacir Couto Filho (48) partiram de Boa Vista, capital de Roraima, na fronteira com a Venezuela, rumo à Barra do Garças, no Mato Grosso, em 2 de agosto — uma viagem que durou nada menos do que 23 dias.
Foto: Arquivo pessoal
A jornada, contudo, foi muito além dos recordes na água e abriu novos horizontes não só a cada um dos quase 30 rios percorridos, mas, principalmente, na percepção de vida dos sete aventureiros. Afinal, ao longo do caminho, o grupo se deparou com muito mais do que belas águas e lindas paisagens.
Como o Araguaia Jet começou
Barra do Garças abriga a Serra do Roncador, conhecida por ser um local místico, com portais que levam a outros mundos. Moacir Couto, um dos integrantes do Araguaia Jet, nunca atravessou um desses portais, mas ainda assim encontrou em Barra do Garças um outro universo, do qual não abre mão: o das águas.
Eu sou a apaixonado por isso. As águas, o rio… eu tenho uma identificação muito grande– conta
E a paixão vem de berço. Sua mãe, como ele mesmo diz, “é nascida na beira do rio Araguaia”, assim como ele. Morar em uma cidade banhada pelo rio, que dispõe de mais de 2000 km de curso, fez com que, desde a infância, os barcos e as canoas já se fizessem presentes — mas o sonho mesmo era o jet.
A gente ainda andava de barco, canoa, mas sempre sonhávamos em ter um jet pela quantidade de água na seca. O rio baixa muito, e o jet precisa de pouca água para navegar– explica Moacir
Em meados de 1998 veio o primeiro, “um RX prata com vermelho, de dois tempos, da Sea-Doo”, como relembra Moacir. O modelo já foi substituído. Hoje ele desbrava os rios do Mato Grosso com o que chama de “jet trator”: um Sea-Doo 170, responsável por andar os 6 mil km “sem dar nenhum problema”.
Foto: Arquivo pessoal
“Em 2021, eu tinha um sonho, ainda de criança, de sair aqui da minha cidade e ir até o mar. De Belém (PA) até a Ilha de Marajó (PA). Eu planejei isso por dois anos, consegui dois amigos para me acompanhar e conseguimos o feito”, conta, orgulhoso.
A partir daí, nascia o Araguaia Jet, com a ambição de mostrar a riqueza e a biodiversidade da região do rio Araguaia ao país inteiro. Em 2023, o grupo estendeu uma expedição de Barra do Garças a Belém, até Miritituba (PA), cerca de 4 mil km a mais — o ponto de partida para algo ainda maior.
Foto: Arquivo pessoal
“Foi isso que despertou na gente a vontade de fazer esse rally, que com certeza é o maior de água doce já registrado. Começamos a projetar a viagem, fazer a poupança, para viabilizar que as embarcações estivessem em Roraima, lá na divisa com a Venezuela”, revela o jeteiro sobre a decisão.
Cara, coragem e planejamento
Moacir conta que “mesmo sem conhecer nada”, ele e a equipe do Araguaia Jet entraram em contato com outros amantes da navegação, buscando meios de concretizar a travessia. Assim, conseguiram programar uma logística para a expedição que envolvia, também, a ida dos jets para Rio Branco, em Roraima.
As embarcaçõesandaram durante uma semana de balsa, de Barra do Garças a Roraima, com uma parada em Santarém (PA). Os aventureiros, por sua vez, pegaram um voo em Brasília — cerca de 600 km de Barra do Garças –, rumo à Boa Vista, com duração aproximada de 3h30.
Foto: Arquivo pessoal
Para viabilizar essas e outras despesas, o grupo conta com uma poupança, em que cada integrante deposita um valor mensal, utilizado futuramente para a realização de viagens como essa — em que o saldo começou a ser contabilizado cerca de um ano e meio antes da expedição.
Para se ter uma ideia, uma travessia como a de Boa Vista a Barra do Garças, com cerca de 6 mil quilômetros, gerou um gasto de aproximadamente R$ 17 mil só em combustível, com cerca de 2,5 mil litros usados. Desse total, a gasolina “mais cara foi $ 8 e a mais barata $ 5,80”, como revela Moacir.
“Sabíamos que seria possível chegar na nossa cidade pelos rios que passaríamos, mas havia uma complicação muito grande por estarmos em um período de estiagem, agravadas pelo momento de queimadas que passa o Brasil, que fazem com que a água do rio diminua”, explica.
Gente da água
Já na primeira etapa do percurso, Moacir e o grupo se surpreenderam com o estado de Roraima. “A mídia mostra uma Roraima que parece ter uma dificuldade muito grande, mas é uma cidade planejada, organizada, que merecia todos os olhares — até náutico”, opina.
Tenho certeza de que é uma cidade muito gostosa de se viver. Tem boas águas, um plano diretor. Me impressionou muito– destaca
A equipe do Araguaia Jet tinha o conhecimento de que na região norte, ponto de partida, “tudo é feito pela água”, o que facilitaria o acesso a recursos. No trajeto, inclusive, passou pela cidade de Afuá, na Ilha de Marajó, onde tudo é feito de bicicleta, já que o município é construído em cima de palafitas, devido às cheias do rio Amazonas.
Foto: Arquivo pessoal
A data escolhida para a travessia driblou o período de temporadas, assim, o grupo não encontrou dificuldades para se estabelecer em pousadas. Muitas pessoas, inclusive, ofereceram lugares para que os ‘jeteiros’ dormissem à beira do rio.
A maioria dos restaurantes ficavam em flutuantes no rio. A logística deles está toda ligada a isso, então não tivemos dificuldades. Ainda assim, levávamos alimentos no jet e sacos de dormir. Estávamos preparados– garantiu
Moacir conta que “dos 26 dias, pode ter certeza de que em 24 comemos peixe”. Dentre tantos rios percorridos, a equipe pôde observar uma ampla diversidade desses animais, de espécies como pirarara e piraíba. Além deles, os búfalos se destacaram no horizonte. Até porque o norte do país concentra 62% do rebanho nacional da espécie.
Foto: Arquivo pessoal
No caminho, uma pausa para observar a cultura local, como as balsas carregadas de gado. Moacir explica que “os animais eram retirados da fazenda quando a água do rio subia, e retornavam depois, quando a maré baixava”.
Os jeteiros também passaram perto do povo indígena Yanomami e sentiram medo do ataque de piratas e da linha de tráfico de drogas que circula pela região, muito próxima à fronteira com a Venezuela. Bem por isso, estavam respaldados pela Marinha do Brasil, que foi devidamente comunicada sobre a expedição.
A natureza também reserva desafios
Com uma travessia tão longa, não é difícil imaginar que o caminho reservou, também, seus desafios. Um deles parece “história de pescador”, como define o próprio Moacir — mas foi, de fato, vivido por ele.
Em um trecho entre Xambioa (TO) e Pau D’arco (TO), o grupo precisou empurrar os jets, devido à falta de água no canal. Foi aí que um momento de tensão se instaurou no ar. Isso porque, como conta Moacir, as águas estavam repletas de raias: “não vimos menos de 50”.
Subíamos no jet e ficávamos com medo de descer, porque não tínhamos médico para um caso de ferroada– relembra
As raias de água doce possuem de um a quatro ferrões ósseos em formato de serra, com “dentes” voltados para trás. O ferrão contém toxinas e é utilizado como forma de defesa do animal ao se sentir ameaçado, o que acontece quando, por exemplo, alguém pisa nele, como demonstra o vídeo a seguir:
Esse, contudo, não foi o único empecilho da viagem. Embarcações como os jets são capazes de navegar mesmo em pouca água, mas, por outro lado, “trazem a complexidade de entrar pedra na turbina”, como explica Moacir.
No percurso de Manaus à Parintins, ambas cidades no Amazonas, o jet de um dos integrantes teve justamente um problema na turbina. A embarcação chegou a ser levada à Santarém (PA), mas 300 km depois, não resistiu. Vinicius precisou de uma balsa para voltar para casa junto com seu jet, um problema que atrasou o percurso do grupo.
Foto: Arquivo pessoal
A natureza também não poupou a equipe de sua imprevisibilidade. Moacir explica que “a maior dificuldade de rios como o Amazonas e o Tapajós é que, durante um certo horário do dia, o vento do mês de agosto cria ondas como do mar”.
Muito por isso, houve dias em que os jeteiros fizeram até 300 km levando as famosas ‘pancadas’ do rio, saindo de uma e logo entrando em outra. “Olhava para trás e não via nenhum companheiro”.
O Araguaia Jet contabilizou uma navegação de cruzeiro entre 60 e 65 km/h, mas as ‘pancadas’ dificultaram bastante a navegação. Para se ter uma ideia, em alguns trajetos o grupo levou quase 3h para percorrer 20 km, navegando entre 5 km/h e 10 km/h.
Com tamanha instabilidade, com o tanque cheio, os jets chegaram a completar cerca de 170 km, número que caía para 100 km nos momentos de dificuldade na navegação — uma média de 2,5 km por litro, conforme avalia Moacir.
Realizações que valem mais
Em meio aos desafios, eles, que queriam divulgar o lugar em que moram, acabaram descobrindo um Brasil que também merece atenção.
Moacir não deixa de ressaltar que a convivência com pessoas, principalmente no Amazonas, foi uma das coisas que mais o marcou durante a travessia. Observar o modo de vida de seres humanos que, como ele conta, “vivem em uma situação tão limitada, tão adversa, em casas de palafita” o fez refletir.
A gente ficava olhando e pensando ‘eu tenho coisa demais’, ‘reclamo por tão pouco’– relembra
Para desviar das pancadas, o grupo recorria aos chamados ‘furos’ dos rios. Neles, se instalavam espécies de cidades, em percursos que lembravam uma rua. Em um desses furos, o grupo ouviu uma música rolando, parou para abastecer e recebeu o convite: um almoço.
Foto: Arquivo pessoal
Quando passávamos, eles gritavam para que parássemos. Encantava ver a felicidade deles, a humildade, a hospitalidade que nos ofereciam– destaca o jeteiro
A travessia, como um todo, foi para Moacir como a “realização de um sonho”. Ao avistar Barra do Garças se aproximando, ele não esconde que ficou emocionado. Durante o trajeto, o aventureiro precisou trabalhar aspectos como ansiedade, saudade e, principalmente, o medo “a todo instante”.
Foto: Arquivo pessoal
A saudade dos dois filhos, de 10 e 9 anos, muitas vezes abasteceu seu coração quando as pancadas dos rios impunham dificuldades, assim como receber a ligação dos dois durante todos os 23 dias de viagem.
Eu não troco uma viagem como essa por qualquer uma no mundo que me oferecerem– revela
“Eu nunca pensei que eu, um morador de uma cidade do interior, poderia realizar um sonho desse, de navegar pelos rios do Brasil, cortar o país ao meio em uma época de estiagem. É uma experiência única”, comemora Moacir.
Durante uma expedição de 28 dias aos montes submarinos da Cordilheira de Nazca, na costa do Chile, a equipe de oceanógrafos do Schmidt Ocean Institute descobriu e documentou 20 potenciais novas espécies. Os resultados foram publicados no site oficial do instituto.
Com ajuda de um veículo subaquático operado remotamente (ROV), foram avistadas criaturas raríssimas na região — algumas que sequer tinham registros documentados. Este é o caso da Promachoteuthis, uma lula viva que, pela primeira vez, foi documentada em um vídeo:
Existem apenas três espécies deste gênero de lula formalmente descritas, sendo que a maioria data do século 19. Logo, também é a primeira vez que ela foi filmada em seu habitat natural, na zona batial — entre 1 mil a 4 mil metros abaixo da superfície do oceano.
Até agora, o gênero de lula só foi caracterizado a partir de amostras mortas encontradas em redes– afirmou um porta-voz da operação
Por falar em novas espécies, pela primeira vez o polvo Casper, também chamado de Gasparzinho — apelido dado por conta de sua aparência fantasmagórica –, foi visto no Pacífico Sul. Segundo o Schmidt Ocean Institute, o animal se encontrava a 4,3 mil km de profundidade e carece de mais estudos.
Dois raros sifonóforos Bathphysa, mais conhecidos como “monstros de espaguete voadores” — ou também “bicho espaguete” — foram encontrados. Sua aparência se assemelha a um amontoado de fios — ou espaguetes brancos. O comportamento é pouco conhecido.
A expedição da Schimidt Ocean não parou por aí. Além de potenciais novas espécies, os pesquisadores encontraram uma estrela-do-mar de águas profundas, imagens do caranguejo-rei, registros do ouriço-do-mar do gênero Argopatagus e outros animais, no mínimo, inusitados.
Foto: Schmidt Ocean Institute/ Divulgação
Até o momento, essa é a terceira expedição na região em 2024, sendo que as anteriores já haviam identificado mais de 150 espécies potencialmente novas — e desconhecidas no momento. Com as descobertas das novas espécies em potencial, o número total de seres conhecidos passou de 1.019 para mais de 1.300.
A operação não descobriu apenas novas espécies ou criaturas “bizarras” — sem querer ofendê-las. Segundo o Schmidt Ocean Institute, foram explorados 10 montes submarinos, sendo que a base do maior estava a uma profundidade de 4 km da superfície.
Grande coral de bambu encontrado na expedição. Foto: ROV/ Schmidt Ocean Institute/ Divulgação
De acordo com o instituto, essa expedição — a terceira no ano às Cordilheiras de Nazca e Salas y Gómez — busca contribuir com a compreensão e gestão internacional da região, além de colaborar com o Projeto Seabed 2030 da Fundação Nippon-GEBCO, que procura mapear todo o fundo do mar até 2030.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Um verdadeiro “encontro de comadres” foi protagonizado no fundo do mar — para o qual os machos não foram chamados. Esse “evento” foi flagrado durante uma missão do Institute for Marine and Antartic Studies (IMAS), realizada na Austrália. De acordo com os pesquisadores, eram milhares de tubarões-de-Port-Jackson (Heterodontus portusjacksoni) fêmeas “sonolentas” — tal qual uma “festa do pijama”.
O encontro curioso foi filmado por um robô subaquático, a partir do navio de pesquisa MRV Ngerin. A expedição foi comandada pela equipe da University of Tasmania, que teve como alvo a área protegida do Beagle Marine Park. Os dados colhidos foram publicados no site do instituto.
Foto: NESP-IMAS/ Divulgação
De acordo com a equipe do estudo, os tubarões já tinham sido vistos no mesmo local há seis anos, na primeira pesquisa — essa é a terceira, na mesma região. O líder da viagem, Dr. Jacquomo Monk, do IMAS, esperava encontrá-los novamente, mas ainda assim ficou animado.
Encontrá-los duas vezes em um parque de 3 mil quilômetros quadrados é como encontrar uma agulha em um palheiro– Dr. Jacquomo Monk
Soneca de dia, banquete à noite
Os tubarões-de-Port-Jackson realmente tem seus costumes típicos de um domingo sabático. Segundo os cientistas, eles costumam descansar durante o dia e se alimentam de lulas, polvos e crustáceos ao anoitecer — assim como as milhares de dorminhocas sugeriam.
Foto: NESP-IMAS/ Divulgação
Foi muito emocionante quando conseguimos atravessar uma elevação no recife para ter um vislumbre dos tubarões cochilando 65 metros abaixo do navio, quase no mesmo local em que estavam seis anos atrás– Dr. Jacquomo Monk
Geralmente encontradas no sul da Austrália, essa espécie costuma crescer até 1,65 metros de comprimento. De acordo com o pesquisador, os animais estavam “compactados como um tapete espalhados pelo fundo do mar” — só que, desta vez, apenas fêmeas fizeram parte.
Foto: NESP-IMAS/ Divulgação
Isso nos traz mais perguntas do que respostas, mas sabemos que os machos e as fêmeas dessa espécie geralmente vivem separados, exceto durante o acasalamento– disse Jacquomo Monk
Os “tubarões sonolentos” podem ser vistos em águas rasas ao longo da costa de Nova Gales do Sul e Victoria, na Austrália. Por lá eles acasalam no final do inverno e depois depositam suas cascas de ovos em espiral nos recifes para proteção, segundo o IMAS.
Foto: NESP-IMAS/ Divulgação
Não sabemos exatamente por que as fêmeas estão aqui. Talvez elas estejam se banqueteando com a iguaria local [vieiras doughboy] antes da longa viagem ao norte para botar seus ovos– Jacquomo Monk
A pesquisa no Beagle Marine Park durou duas semanas e revisitou os mesmos lugares para ver como as condições do parque podem ter mudado. O estudo ainda contou com um veículo subaquático operado remotamente (ROV) com sete câmeras, e teve apoio do Programa Nacional de Ciências Ambientais do Governo Australiano.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Que tal explorar os mares ao redor do mundoem uma embarcação que carrega a maior proporção de espaço por hóspede? Se a proposta parece atrativa, a boa notícia é que esse título pertence ao megaiate Ilma, barcoda Ritz-Carlton Yacht Collection, que estreou neste mês nas águas do Mediterrâneo.
Um dos muitos destaques da embarcação de 790 pés (cerca de 240 metros) fica por conta da suíte do proprietário, uma acomodação de 96m² que dispõe de terraço privativo, banheira de hidromassagem, área de estar com bar, sala de jantar e uma iluminação natural proveniente de janelas que vão do chão ao teto.
Foto: Ritz-Carlton Yacht Collection / Divulgação
O dormitório ainda dispõe de uma cama king-size, amplo guarda-roupa e um banheiro de mármore, com pia dupla e acesso convenientemente pelo hall de entrada.
Essa é a suítemais cara disponível no megaiate Ilma, que sai por nada menos que US$ 82,9 mil (cerca de R$ 467,2 mil na cotação de setemro 2024). Além dela, outros oito modelos de acomodações estão disponíveis, com valores que partem dos US$ 14,1 mil (aproximadamente R$ 78,8 mil).
Foto: Ritz-Carlton Yacht Collection / Divulgação
Os itinerários para viajar na embarcação por 12 dias, por sua vez, custam a partir de US$ 14,9 mil (R$ 83 mil), mas os atributos do megaiate prometem fazer valer cada centavo investido.
Por dentro do megaiate Ilma
Nomeado em homenagem à palavra maltesa para “água”, o Ilma dispõe de 224 suítes espaçosas, que podem acomodar até 448 passageiros. Todas trazem terraços privativos e com vista para o mar.
Durante os itinerários, que passam por países como Itália, Grécia, Espanhae Portugal, os hóspedes contam com um serviço personalizado semelhante ao de um hotel cinco estrelas, já que a proporção de tripulação para hóspede é quase de um para um.
Para curtir o tempo em alto mar, os visitantes contam com lounges luxuosos, espaço de entretenimento ao ar livre, piscina, um spa com 11 salas de tratamento, três espaços para atividades físicas distintas e até um cinema em espaço aberto.
Foto: Ritz-Carlton Yacht Collection / Divulgação
São, ao todo, cinco restaurantes distintos, sete bares e uma adega. Chefs estrelados como o italiano Fabio Trabocchi — detentor de uma estrela Michelin — e o americano Fabio Trabocchi estão a bordo.
O início da história do megaiate Ilma nos mares começou com uma viagem de sete noites de Monte Carlo (Mônaco) a Roma (Itália), em 2 de setembro. Logo após, o barco fará viagens para o Mediterrâneo e para o Caribe, antes de navegar pelos mares do Norte, Báltico e da Europa.
Evrima , primeiro iate da frota Ritz. Foto: Ritz-Carlton Yacht Collection / Divulgação
O megaiate Ilma é o 2º iate da frota Ritz. O primeiro, batizado de Evrima, foi lançado em 2022, com uma estética “projetada para imitar a vida de um bilionário”, com quatro piscinas, centro estético e até sala de charutos. O terceiro, por sua vez, está previsto para 2025.
Toda a tradição da Suzuki Marine — que há quase 50 anos comercializa motores de popa no Brasil — está de volta ao São Paulo Boat Show. De 19 a 24 de setembro, no pavilhão do São Paulo Expo, a marca japonesa exibirá nada menos que 12 opções de motorização, com direito a dois lançamentos.
Com opções de sobra para todos os gostos, os modelos escolhidos pela Suzuki para o maior salão náutico da América Latina vão dos 9 aos 325 hp, em versões de 2 e 4 tempos. Entre tantos motores, destaque para os dois lançamentos que marcarão presença no salão: o DF30 AS e o DT30 RS 2T.
Foto: Suzuki / Divulgação
O DF30 AS é um modelo de 4 tempos, com 30 hp de potência e três cilindros. Do tipo OHC (eixo de comando de válvulas localizado na parte superior do cabeçote), o motor traz injeção eletrônica de combustível sequencial multi-ponto, sem bateria, e partida manual.
Foto: Suzuki / Divulgação
O DT30 RS 2T, por sua vez, é um motor de 2 tempos com 30 hp, que garante comando à distância e partida elétrica original de fábrica.
Outros dez modelos da Suzuki estarão no salão: DT9.9 AS 2T, DT15 AS 2T, DF20 AS, DF60 A, DF100 B, DF140 B, DF200 A, DF250 V6, DF300 AP, DF325 A.
São Paulo Boat Show 2024
A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.
Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.
Anote aí!
Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024 Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900) Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
Uma equipe de oceanógrafos descobriu um monte submarino de 3.109 metros de altura, tamanho superior a dez torres Eiffel empilhadas. A descoberta fica localizada a 1.448 quilômetros da costa do Chile, na Cordilheira de Nazca, uma cadeia de montanhas subaquáticas.
Depois de mapearem o monte, os pesquisadores conduziram uma exploração por uma de suas cristas com o auxílio de um robô subaquático. O resultado foi o encontro com uma rica biodiversidade, recheada de jardins de esponjas e coraisantigos.
Foto: Schmidt Ocean Institute/ Divulgação
A descoberta aconteceu no âmbito da expedição de 28 dias liderada pela Schmidt Ocean Institute, finalizada em agosto. Cerca de 25 montes submarinos foram alvos de atenção nesta que se tornou a terceira viagemà região.
Em uma das montanhas observadas, a equipe encontrou um jardim de corais intocado, com uma área de cerca de 800 m² — praticamente o tamanho de três quadras de tênis. Nele, corais de água profunda fornecem abrigo para uma ampla variedade de organismos, como peixes-rocha, estrelas-de-crista e caranguejos-rei.
Foto: Schmidt Ocean Institute/ Divulgação
A expedição também permitiu o encontro com espécies diversas, como polvo Casper e uma lulaPromachoteuthis, filmada pela primeira vez em vida.
“Nossas descobertas destacam a notável diversidade desses ecossistemas, ao mesmo tempo em que revelam as lacunas em nossa compreensão de como os ecossistemas dos montes submarinos estão interconectados”, pontuou Tomer Ketter, técnico marinho do Schmidt Ocean Institute.
A expectativa é de que os dados coletados na expedição ajudem os cientistasa proteger esses ambientes marinhos e a garantir que permaneçam intocados. Um dos objetivos, inclusive, é tornar a Cordilheira de Nazca, bem como a Cordilheira Salas y Gómez, uma área marinha protegida de alto-mar.
Foto: Schmidt Ocean Institute/ Divulgação
Antes das três expedições do instituto à região, sabia-se que 1.019 espécies habitavam essa porção do Pacífico, próxima aos montes submarinos. O número agora ultrapassa 1.300 e segue crescendo.
Na natureza, há um animal popularmente chamado de baleia-bicuda-de-arnoux (Beradius arnuxii), que não havia sido avistada nenhuma vez durante as últimas 11 expedições de pesquisa realizadas de 1988 à 2018. Porém, numa única jornada feita em 2022, a rara espécie foi vista três vezes.
O que pode ter parecido sorte, na verdade, envolveu muito estudo dos cientistas da Universidade de Wageningen, na Holanda. Na expedição, o grupo de pesquisadores viu a baleia três vezes durante voos de helicóptero — e documentaram o avistamento em um estudo publicado na revista científica Marine Mammal Science.
Foto: B. Feij/ Reprodução
Com os dados colhidos nessa expedição e em todos os outros avistamentos entre 1980 e 1990, os cientistas perceberam um padrão no comportamento das baleia-bicuda-de-arnoux: a maioria delas foi observada em águas relativamente rasas, próximas à costa e ao gelo da Antártida.
Até então, entendia-se que a baleia rara vivia, principalmente, em partes profundas dos oceanos do Hemisfério Sul. Os resultados da última expedição também sugerem uma associação ao gelo marinho, possivelmente relacionada à comida ou proteção.
A pesquisa ainda sugere que as baleias-bicudas-de-arnoux não migram em massa para as águas do norte sem gelo durante o inverno — o que reforça a teoria de que elas procuram a região para maior proteção e alimentos. Porém, ainda faltam mais estudos para confirmar essa ideia.
Um exame de paciência
Como a espécie costuma realizar mergulhos prolongados nas profundezas das águas, avistar essa baleia rara na superfície e fotografá-la foi um verdadeiro teste de paciência e perseverança.
Foto: Peter Reijnders and Wilhelm Hagen/ Reprodução
Nesse estudo, cada imagem passou por uma pesquisa detalhada sobre a espécie. Além disso, os vídeos e slides produzidos em 1980 e 1990 foram inseridos nos bancos de dados internacionais voltados para o estudo do animal. No geral, foram documentados 108 avistamentos e 1.125 baleias.
A equipe da Universidade de Wageningen fez diversas expedições à Antártida para aprofundar o conhecimento sobre a cadeia alimentar dessa região. Os avistamentos ocorriam em dois postos de observação de madeira no topo do navio alemão Polarstern — que já havia sido utilizado em missões no Ártico.
Foto: A. Meijboom/ Reprodução
Além disso, aves e mamíferos marinhos avistados durante a expedição foram registrados, para estimar quantos animais haviam na região. Quando o navio estava parado, as contagens adicionais eram realizadas com o uso de helicóptero — o que proporcionou o avistamento das baleias-bicudas-de-arnoux.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Há mais de 40 anos no mercado, a Wellcraft atracará com toda sua tradição em barcos de pesca esportiva e passeio no São Paulo Boat Show 2024, com direito a um lançamento: a nova Welcraft 322 Sport Cabin. O modelo estará ao lado de outros dois barcos já consagrados do estaleiro, a Wellcraft 320 e a Wellcraft 220.
De 19 a 24 de setembro, os visitantes do maior salão náutico da América Latina poderão ver a novidade de perto, no pavilhão do São Paulo Expo. Segundo Fábio Bisolatto, um dos diretores do estaleiro, a nova lancha vai “atender a diversos gostos”.
Projeção artística da nova Welcraft 322 Sport Cabin. Foto: Wellcraft / Divulgação
De acordo com a marca, o novo modelo chega com o maior espaço livre na popa de sua categoria, “ideal para quem busca o equilíbrio perfeito entre lazere performance”. A cabine, espaçosa e climatizada, acomoda duas camas de casal, além de um banheiro privativo equipado com chuveiro.
Foto: Wellcraft / Divulgação
O conforto da cabine aliado ao amplo espaço na praça de popa é o que garante aos passageiros momentos agradáveis de lazer, mergulho e pesca. O piloto, inclusive, tem posição privilegiada para tudo isso, com visão 360º — o que assegura, ainda, total controle e segurança durante a navegação.
Foto: Wellcraft / Divulgação
A nova Wellcraft 322 Sport Cabin foi fabricada em um processo de laminação por infusão a vácuo, etapa que assegura uma estrutura mais leve, resistente e durável. A motorizaçãorecomendada para a lancha parte de dois motores de 300 hp a 400 hp, ou uma trinca de 300 hp.
A Wellcraft hoje simboliza o companheirismo na náutica. A galera se sente parte de alguma coisa navegando com nossos barcos. Criamos um ‘clube Wellcraft’– destacou Fábio durante o coquetel de lançamento do salão náutico
Fábio Bisolatto e Marcio Rodrigues, sócios da Wellcraft. Foto: Revista Náutica
Outras lanchas Wellcraft no São Paulo Boat Show 2024
Wellcraft 320
Projetada tanto para pescaria quanto para lazer, a Wellcraft 320 é produzida por infusão — processo que deixa o barco mais leve e resistente. A lancha conta com amplo espaço de circulação e capacidade para oito pessoas (pernoite para duas). Vem equipada com porta-varas, gavetas para guardar iscas e estojo de pesca.
Foto: Divulgação
A embarcação pode ser equipada com dois motores de popa de 300 hp cada.
Wellcraft 220
Projetada especificamente para os entusiastas da pesca, a Wellcraft 220 tem comprimento total de 7,10 metros e 2,37 metros de boca (largura). A embarcação comporta até nove passageiros, e navega movida a um motor de 155 hp a 200 hp.
Foto: Instagram @wellcraft_boats / Reprodução
De acordo com a Wellcraft, o modelo é a “escolha perfeita para os pescadores que buscam desempenho excepcional e funcionalidade sem comprometer o orçamento”.
São Paulo Boat Show 2024
A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem concorrer a uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.
Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.
Anote aí!
Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024 Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900) Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
Durante seis dias, os principais lançamentos do mercado náutico estarão atracados no São Paulo Boat Show 2024. Um deles estará a cargo da Azimut Yachts, que escolheu o salão para apresentar sua nova “joia altamente complexa”, como define Francesco Caputo, CEO do estaleiro no Brasil. Estamos falando da Azimut Fly 56, mais recente novidade da marca italiana.
As primeiras imagens do novo modelo da Coleção Flybridge foram reveladas em um evento preview privado em Santa Catarina, onde está baseada a sede da fábrica italiana no Brasil.
No São Paulo Boat Show, que acontece de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo, os visitantes poderão conferir cada detalhe do novo barco fabricado em solo brasileiro, que promete a “mesma qualidade dos iates fabricados na Itália”.
Em conjunto com a Itália, a indústria brasileira se superou mais uma vez ao trazer aos nossos clientes mais um exemplo de exclusividade, conforto e sofisticação– garantiu Francesco Caputo, CEO da Azimut Yachts no Brasil
Azimut Fly 56: elegante, prática e tecnológica
De acordo com o CEO do estaleiro, a produção da nova Azimut Fly 56 envolveu o trabalho de mais de 100 colaboradores, resultando em uma embarcação que “não é apenas um iate”, mas representa “o que há de mais avançado em termos de tecnologia e design na indústria náutica’”.
Foto: Alessandro Guerrieri / Paolo Petrignani / Divulgação
O DNA do estaleiro de luxo é refletido em um barco de linhas fluidas e cores suaves, que carrega acabamentos primorosos. De acordo com a marca, a nova Azimut Fly 56 é uma embarcação pensada para promover máxima integração e conforto do proprietário com os convidados em momentos de confraternização, além de privacidadequando a ideia for descansar.
A lancha traz um conceito open, capaz de conectar uma grandiosa praça de popa com as áreas de refeições, de estar e de banhos de mar. Amplas janelas cumprem o papel de realçar o contato com a natureza, além de promoverem boa entrada de luz no barco.
Foto: Alessandro Guerrieri / Paolo Petrignani / Divulgação
Entre os destaques, claro, está o flybridge, além de cabines para pernoite e “avançados sistemas de controle” que, de acordo com o estaleiro, facilitam o gerenciamento do barco.
Foto: Alessandro Guerrieri / Paolo Petrignani / Divulgação
Além disso, o lançamento traz avanços significativos em termos de sustentabilidadee segurança, como o uso de motoresD11 IPS 950, da Volvo Penta que, conforme explicou Felipe Augusto Monteiro, diretor de Operações da Azimut Yachts, “apresentam uma eficiência superior ao sistema de propulsão tradicional”, já que “reduzem o consumo de combustível e as emissões de carbono”.
Utilizamos fibra de carbono em várias peças, o que contribui para a leveza e eficiência do barco– explica Felipe
O diretor de operações ainda destaca a implementação de sensores de carbono em todos os cômodos do barco, que visam garantir a segurançados ocupantes. “Isso, aliado aos testes preventivos rigorosos, faz da Azimut Fly 56 um produto excepcional, que reflete o compromisso da Azimut Yachts com a inovação e a qualidade”, ressalta Felipe.
No São Paulo Boat Show, a novidade estará acompanhada de outros dois modelos já consagrados do estaleiro: a Atlantis 51 e a Azimut 62.
São Paulo Boat Show 2024
A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.
Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.
Anote aí!
Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024 Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900) Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
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O estado do Rio de Janeiro ganhou um novo problema para se preocupar: a elevação do nível do mar. Segundo comunicado emitido por António Guterres, secretário-geral das Organização das Nações Unidas (ONU), duas cidades fluminenses podem ser impactadas pelo aumento das águas: Rio de Janeiro e Atafona.
Segundo a organização, o relatório focou nas principais cidades costeiras dos países do G20 e nos pequenos Estados insulares — territórios formados por uma ou mais ilhas — em desenvolvimento do Pacífico. Porém, a previsão para o Rio de Janeiro e outros locais do planeta não é animadora.
Inicialmente, os números já são preocupantes: nas duas cidades do Rio de Janeiro, a elevação do nível do mar atingiu 13 centímetros entre 1990 e 2020. Entretanto, até 2050, o aumento esperado é de até 21 centímetros — em um cenário de aquecimento global de 3°C até o fim do século.
Como é de se imaginar, essa elevação no nível do mar está afetando a economia e, consequentemente, a vidas e os meios de subsistência de comunidades costeiras e países insulares. Por isso, o secretário-geral da ONU levantou sua preocupação sobre o fenômeno.
É urgente que os líderes mundiais ajam para reduzir drasticamente as emissões globais, promover uma transição justa para o fim dos combustíveis fósseis e aumentar os investimentos em adaptação climática– António Guterres
Cidades costeiras em perigo
Pequenos aumentos no nível relativo do mar já são suficientes para que a frequência de inundações costeiras aumente. Não à toa, a ocorrência de eventos extremos está projetada para crescer substancialmente nas próximas décadas.
Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Climate Impact Lab (CIL), a extensão das inundações costeiras aumentou nos últimos 20 anos. Isso significa que 14 milhões de pessoas a mais em todo o mundo agora vivem em costas com chance de sofrer uma inundação a cada 20 anos.
De acordo com o relatório da ONU, a elevação em cidades como o Rio de Janeiro e Atafona pode acontecer uma vez a cada 30 anos até 2050 e, a partir daí, uma vez a cada cinco anos até o final do século. Inclusive, em um cenário de aquecimento de 4,4°C, este aumento pode ocorrer anualmente até lá.
A organização ainda cita o perigo de aumentar os afundamentos de terra em regiões exploradas pela ação humana — como em construções de barragens ou com extração de água subterrânea e de combustíveis fósseis. Além disso, a intensificação das marés de tempestades também aumentaria.
Por fim, o deslocamento e migração involuntários podem levar a movimentos populacionais para áreas interiores. Dessa maneira, haverá perda de atividades econômicas como pesca e agricultura, além dos danos a portos que podem comprometer gravemente os sistemas alimentares globais, diz a ONU.
Existe alguma saída?
As pesquisas indicam que o aumento das temperaturas é o principal responsável pela elevação do nível do mar. Com o clima mais quente, as calotas polares derretem, o aquecimento piora e o mar sobe. Mas, de acordo com Guterres, ainda há uma esperança.
Precisa reduzir as emissões globais em 43% em comparação aos níveis de 2019 até 2030, e 60% até 2035– António Guterres
Além disso, António pediu que os governos apresentem novos planos nacionais de ação climática até 2025 — como foi prometido na conferência climática da ONU COP28, em Dubai, no ano passado.
Pensando nisso, justamente após o estudo sobre a elevação dos mares, a Prefeitura do Rio de Janeiro criou o Comitê Rio de Estudos Científicos de Elevação dos Mares. O grupo visa promover políticas públicas, estudar os fenômenos e consultar órgãos científicos para implementação de ações.
O Comitê será presidido pela Secretaria Municipal de Coordenação Governamental (SMCG) e composto pela Secretaria de Meio Ambiente e Clima da cidade e outros cinco órgãos.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Nas grandes cidades, não é difícil encontrar anúncios de casase apartamentos que oferecem de dois a três quartos aos futuros proprietários. Mas um novo veleiro à venda ultrapassa muitos lares ao incluir nada menos do que quatro aposentos confortáveis, preparados para receber os hóspedes em alto mar.
Construído em 1998 pela Trehard, o Asahi tem 31,8 metros de comprimento e boca de 7,40 metros. O projeto, com casco em alumínio, foi desde o início pensado para garantir alto desempenho — tanto na água, quanto no mercadode charter.
Foto: Bernard Gallay/ Divulgação
De acordo com a Bernard Gallay, empresa de corretagem responsável pela venda do veleiro, “acredita-se que o Asahi seja o único iateà vela com quatro camarotes”, cujas camas podem ser configuradas como oito de solteiro, ou quatro de casal — king size, com 2,1 metros.
Outra opção é converter dois camarotes da proa em uma grande suítemaster, deixando, assim, o layout com um total de três camarotes. Nessa opção, a cama king ficaria ao centro e, nas laterais do quarto, dois banheiros — um masculino e outro feminino.
Foto: Bernard Gallay/ Divulgação
“Isso proporciona versatilidade para uso familiar ou grupos de fretamento”, destaca o anúncio do veleiro à venda.
No que diz respeito aos aposentos da tripulação, o Asahi também não falha. Há uma espaçosa cabine para o capitão, com cama queen-size, acompanhada por uma cabine de solteiro e uma de casal.
Foto: Bernard Gallay/ Divulgação
Quem gosta de aproveitar a área externa das embarcaçõesse satisfaz no modelo de 26 anos. Afinal, o convés é livre de cabos e a área da popa conta com degraus que garantem fácil acesso aos botes e à água.
Apesar de ter pouco mais de duas décadas e meia de idade, o Asahi passou por uma reforma desde 2010, concluída 10 anos depois. Com a vela, já alcançou 23 nós, mas também oferece a opção de navegação silenciosa com diesel.
Foto: Bernard Gallay/ Divulgação
O interessado que quiser garantir essa relíquia sob seu comando precisa desembolsar 2,7 milhões de euros, valor equivalente a R$ 16,8 milhões, na conversão de setembro de 2024.
Restos de um naufrágio de veleiro, ocorrido 130 anos atrás, entraram para a história dos Estados Unidos após serem encontrados por uma equipe de três pesquisadores marítimos em Algoma, Wisconsin.
O barcoem questão é um veleiro de três mastros e 40 metros, batizado de Margaret A. Muir. Ele estava desaparecido desde que afundou, em 30 de setembro de 1893. Sem saber, centenas de embarcaçõesde pesca passaram por cima do naufrágio ao longo dos anos.
Foto: Tamara Thomsen/ State Historical Society of Wisconsin/ Reprodução
Os responsáveis pela descoberta, em maio deste ano, pertencem à Associação de Arqueologia Subaquática de Wisconsin, organização que visa preservar a históriasubaquática da região.
A utilização de um sonar de alta resolução, em combinação com registros históricos, foi o que permitiu que o naufrágio do veleiro fosse encontrado, a cerca de quinze metros de profundidadee próximo à entrada do porto de Algoma.
A novidade ganhou milhares de imagensem alta resolução, que permitiram a criação de um modelo de fotogrametria 3D, conforme o vídeo abaixo:
Veleiro sofreu naufrágio dramático
A embarcação foi construída em 1872, em Wisconsin, pelo estaleiro Hanson & Scove, e tinha como principal atribuição o transportede grãos e outras cargas pela região dos Grandes Lagos — que compreende a porção de água a nordeste dos EUA e a sudeste do Canadá.
Foto tirada em 7 de maio de 1892 e restaurada por Bruce Andrews, da Yesterday’s Trails
Na manhã do naufrágio — que aconteceu por volta das 8h, segundo a Associação — o veleiro viajava de Michigan para Illinois com uma carga de sal, quando foi pego de surpresa por um vendaval.
Ao longo de duas horas e meia, o barco enfrentou bem a situação, mas o jogo virou no momento em que as ondas aumentaram drasticamente. Faltava pouco para atracar em Algoma quando o capitão, David Clow, encontrou uma grande quantidade de água no porão.
Ele, então, ordenou que a tripulação abandonasse imediatamente o navio, que logo balançou com violência e afundou — levando consigo o estimado cachorrodo capitão Clow.
Equipe posa com o sonar DeepVision usado para inspecionar o naufrágio. Foto: Wisconsin Underwater Archeological Association/ Reprodução
Os homens enfrentaram ondas de quase cinco metros no bote salva-vidas, mas conseguiram chegar à costa, onde receberam auxílio dos moradores da cidade. Devastado pela perda do amigo canino, o capitão de 71 anos anunciou o fim da carreira por sentir que “a água não tem mais nenhuma simpatia” por ele. “Prefiro perder qualquer quantia de dinheiro do que ter o [cão] perecendo como ele pereceu”.
O veleiro naufragado não está mais inteiro, já que perdeu suas laterais. Ainda assim, todo o equipamento de convés permaneceu no fundo do lago, incluindo duas âncorasgigantes, bombas manuais, molinete de proa e cabrestante.
Visto do alto, o Rio São Francisco encanta pelo serpenteado que percorre todo o caminho de Minas Gerais até a divisa entre Sergipe e Alagoas. Mas essa belezaé capaz de ganhar um capítulo totalmente novo e encantador quando observada do espaço, a 420 quilômetros de altitude.
Quem trouxe esse conhecimento à Terrafoi um dos astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). Em órbita sobre o sudeste do Brasil, o tripulante tirou uma foto, em 27 de dezembro do ano passado, que captura um colorido impressionante do carinhosamente apelidado de “Velho Chico”.
Quadrado posicionado sobre o mapa do Brasil mostra localização do registro feito pelo astronauta. Foto: Earth Observatory/ Reprodução
Recentemente publicada no portal Earth Observatory, da NASA, a imagem mostra a região correspondente ao Reservatório de Três Marias, um corpo artificial em Minas Gerais alimentado pelo São Francisco.
Na foto, é possível observar uma mistura de coresque abrange o azul, verde, laranja, vermelho e amarelo, em diferentes tonalidades — cada um com um significado.
Embora a NASA não tenha divulgado o nome do astronauta responsável pelo clique, sabe-se que a autoria é de um dos presentes na Expedição 70 à ISS, que ocorreu entre setembro de 2023 e abril de 2024. Ele usou uma câmera digital Nikon D5, com distância focal de 420 milímetros.
O que representa cada cor na foto do Rio São Francisco?
Em vermelho e amarelo brilhantes, está grande parte da terra que não possui vegetação — como campos não plantados e estradas não pavimentadas. A coloração se dá pela argila e pelo solo típico do cerrado mineiro, rico em minerais como ferro e alumínio.
Tons mais sóbrios de vermelho e verde indicam áreas agrícolas, irrigadas pelas águas doces do rio. Já o contorno laranja-amarronzado assinala a linha costeira do reservatório, antes coberta pela água quando os níveis estavam mais altos. Agora exposta, adquiriu esse tom.
O azul, claro, aponta a presença de água. Mas como se pode notar, aparece mais claro em alguns pontos. Isso deve-se a um efeito óptico chamado sunglint, que ocorre quando a luz do sol reflete na água no mesmo ângulo em que o sensor a visualiza.
Quarto maior rio do Brasil, o “Velho Chico” é também considerado um dos mais belos, com quedas d’água e cânions pela sua extensão. Com 2.863 quilômetros de extensão, passa por 521 municípios em cinco estados.
Os momentos de lazerda cantora Simone Mendes com a família acabaram de ganhar um palco especial. Totalmente personalizada, a lancha Z260, da Azov Yachts, foi entregue recentemente à sertaneja, na companhia do marido e empresário Kaká Diniz.
Quem fez as honras foi Paulo Rabelo, diretor comercial do estaleiro. Ao casal, Paulo relembrou o carinho com que cada um dos detalhes do barco foi pensado. Segundo Simone, os pedidos saíram perfeitamente de acordo com o que ela esperava. “Quero agradecer muito toda a família Azov pelo cuidado que vocês tiveram com tudo. A gente está muito feliz”, comentou.
É um presente para a nossa família ter algo tão especial para desfrutar em nossos momentos de lazer– Simone Mendes
Foto: Divulgação
Kaká, que já havia experimentado a qualidade Azov Yachts por meio de lanchas de amigos, também celebrou a conquista. “A gente sempre teve o desejo muito grande de ter uma Azov”, revelou, complementando em outro vídeo: “De todas as embarcações em que eu andei, nenhuma tem a navegação dessa aqui”.
Quem quiser conhecer de perto o modelo escolhido pela cantora Simone Mendes poderá encontrar a Z260 no estande da Azov no São Paulo Boat Show 2024, o maior evento náutico da América Latina.
O salão acontece de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo, e também recebe outros modelos da Azov Yachts, como a Z380 Open, a Z480 HT e o lançamento, em primeira mão, da Z380 C.
Por dentro da lancha de Simone Mendes
O barco escolhido pela cantora Simone Mendes é um 26 pés (8,40 metros de comprimento), com boca (largura) de 2,80 metros. Segundo a Azov, este é o único com teto em fibra da categoria e acomoda confortavelmente 13 passageiros, mais o piloto, na navegação.
Foto: Divulgação
Nas redes sociais, Simone Mendes compartilhou um tour por sua lancha novinha. Na praça de popa, há um espaço gourmet com churrasqueira e barra para wakeboard — especialmente adicionada a pedido do casal, devido à paixão que o filho Henry, de 10 anos, tem pelo esporte.
Na proa, um solário personalizado, que pode ser transformado em área com sofás, mesa e até guarda-sol, garante o aproveitamento completo do passeio em dias quentes. O modelo também conta com banheiro, paiol embaixo dos assentos e sistema de som.
Foto: Divulgação
Toda a decoração da lancha — como cores do piso e bancos — foram escolhidas por Simone Mendes e Kaká. A dupla batizou a aquisição de Henza — uma junção dos nomes dos filhos Henry e Zaya.
Foto: Divulgação
Nascida em 2019, em Pernambuco, o estaleiro Azov Yachts tem como proposta unir conforto e desempenho navegando desde as águas mais rasas aos mares. Atualmente, a marca conta com três modelos de lancha, sendo que o quarto será apresentado em breve, no Boat Show de São Paulo.
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