Volvo Penta levará simulador de atracação virtual e propulsor IPS ao Rio Boat Show 2025

10/03/2025

A Volvo Penta levará ainda mais tecnologia ao Rio Boat Show 2025. Durante o salão náutico mais charmoso da América Latina, a empresa sueca apresentará aos visitantes dois produtos que nunca saem de moda: o famoso sistema de propulsão IPS e o interativo simulador de atracação virtual.

A especialista em soluções para energia — como motores, propulsores e outros equipamentos tecnológicos para embarcações — ainda atracará no evento com a Volvo Penta Store, uma loja repleta de produtos exclusivos da marca. Tudo isso de 26 de abril a 4 de maio, na Marina da Glória.

Foto: Victor Santos/Revista Náutica

Lançado pela primeira vez no setor em 2005, o Inboard Performance System — também conhecido como IPS — é um conjunto de tecnologias que inclui motores, hélices e controles eletrônicos integrados para proporcionar uma experiência de navegação otimizada, principalmente no consumo do barco.

 

De acordo com a Volvo, o IPS que estará no Rio Boat Show 2025 oferece excelente manobrabilidade, eficiência e economia de 30% no consumo de combustível do barco. Segundo a marca, o produto também proporciona redução de ruído e vibração, além de facilitar a operação da embarcação.

Foto: IPS Volvo/ Divulgação

Hoje, no exterior, todo barco grande tem o IPS, e aqui no Brasil está pegando essa cultura-Alexandre de Oliveira, comercial da Prime, representante da Volvo em SC

Por sua vez, o avançado simulador de atracação virtual da Volvo também estará no estande do Rio Boat Show 2025. Quem visitar o evento náutico poderá experimentar as funcionalidades avançadas do modelo mais recente do joystick, segundo a empresa.

Simulador de atracação da Volvo no Salvador Boat Show. Foto: Gabriel Alencar/ Revista Náutica

O modelo de realidade virtual oferece aos usuários uma imersão realista e tecnológica. De acordo com a Volvo, o produto simula com precisão a experiência de atracação de um barco, de uma maneira simples, eficiente e, acima de tudo, prática.

Rio Boat Show 2025

Já tradicional, o charmoso salão náutico carioca abre o calendário de Boat Shows no Brasil em 2025. A 26ª edição do Rio Boat Show vai atracar na Marina da Glória entre os dias 26 de abril e 4 de maio, em um belo cenário, sob os olhares do Cristo Redentor, na Baía de Guanabara.

Registro do por do sol no Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

Com a chance de fazer test-drive de embarcações na água, o Rio Boat Show 2025 vai trazer ainda uma vasta gama de produtos exclusivos para quem vive o lifestyle náutico. A expectativa é que mais de 100 embarcações estejam expostas aos visitantes, incluindo fabricantes que estão entre os maiores do mundo, lançamentos em primeira mão e condições exclusivas de compra.

 

Para uma experiência ainda mais imersiva e completa, o evento contará com palestras exclusivas com especialistas do setor, no NÁUTICA Talks, bem como passeios de barco a vela, desfile dos principais barcos e atrações interativas.

Vista aérea da área externa do Rio Boat Show 2024. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

Em 2024, o Rio Boat Show registrou números expressivos, com a presença de 33 mil visitantes e mais de 90 barcos expostos. O evento gerou um forte impacto econômico no setor, consolidando sua posição como um dos principais impulsionadores de negócios náuticos no país.

 

Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2025

Quando: De 26 de abril a 4 de maio
Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro)
Horário: Das 15h às 22h nos dias 26, 28, 29 e 30/04; e 02/05. Das 13h às 22h nos dias 27/04, 01 e 03/05. Das 13h às 21h no dia 04/05.
Mais informações: site oficial do Rio Boat Show

Ingressos: site oficial de vendas

 

Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

 

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    Clássico e reformado, iate que pertenceu a lenda da NBA é vendido por “pechincha”

    09/03/2025

    Quando um iate que já pertenceu a uma estrela consagrada da National Basketball Association (NBA) é vendido, é de se esperar que o valor seja exorbitante. Não foi o que aconteceu com o Burger, barco de 85 pés projetado para Scottie Pippen, lenda do Chicago Bulls nos anos 1980 e 1990.

    Construído em 2001 sob medida para o bicampeão olímpico de basquete, o barco foi negociado por “apenas” US$ 2,25 milhões, cerca de R$ 13 milhões (conversão realizada em março de 2025). Uma pechincha, considerando que foi reformado ainda em 2023.

    Foto: YACTO/ Divulgação

    Relativamente discreta, sem ostentar os três dígitos em seu tamanho e de design clássico, a embarcação já vinha sofrendo quedas de preço há um bom tempo, estacionando no valor que foi comprado desde 2024 — o fato da embarcação não ter passado esse tempo todo nas mãos do ex-atleta também entra na conta.

    Não há informações de quando o ex-jogador da NBA vendeu o iate. Mas ele trocou de proprietários diversas vezes, sendo renomeado de Lady Larsa — nome em homenagem a Larsa Pippen, então esposa de Scottie à época — para Bella Una II, Lady Sarah, Annastar e Checkers pelos compradores subsequentes. Bom para o novo dono, que adquiriu uma joia escondida que envelheceu como um bom vinho.

    Feito para um campeão

    Na encomenda, o Hall da Fama da NBA pediu algo mais tradicional, não tão chamativo. Como já mencionado, o iate foi feito sob medida para o hexacampeão da NBA. Assim, a embarcação conta com um teto bem alto para acomodar Pippen e seus 2,03 m de altura.

    Scottie e Larsa Pippen próximos do Lady Larsa. Foto: Instagram @larsapippen/ Reprodução
    Foto: YACTO/ Divulgação

    Já batizada de Checkers, em 2023 a embarcação passou por uma reforma abrangente. O artesanato requintado e de alta qualidade, os trabalhos em madeira Makore, as bancadas de mármore e um salão com grandes janelas continuaram, mas agora o barco possui um novo casco azul e novidades no design interior.

    Foto: YACTO/ Divulgação
    Foto: YACTO/ Divulgação

    A reforma ainda atualizou a estética e adicionou comodidades a bordo. O barco, inclusive, carrega uma suíte master separada no meio do iate — quarto esse que poderia muito bem pertencer a uma 120 pés.

    Foto: YACTO/ Divulgação

    Não falta espaço no salão, que ainda conta uma cozinha de alto nível e um pé-direito dos sonhos — que atrai olhares de apaixonados até hoje. Mesmo construído há mais de duas décadas, o iate ainda carrega toques do arquiteto Don O’Keefe e interiores de Douglas Richey.

    Foto: YACTO/ Divulgação

    Dois motores Caterpillar C32, instalados em 2011 e atualizados recentemente, permitem um confortável e potente cruzeiro a 18 nós (33 km/h), sendo que o barco ainda conta com estabilizadores e um propulsor de proa. Nada mal para um iate luxuoso relativamente barato.

     

    Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

     

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      Achada no mar Mediterrâneo, “partícula fantasma” rara pode desvendar mistérios do espaço

      Por: Vand Vieira -
      08/03/2025

      Um pequeno fragmento de matéria, detectado recentemente nas profundezas do mar Mediterrâneo, foi uma grande surpresa para os 250 cientistas envolvidos no projeto KM3NeT. Trata-se do neutrino com a maior concentração de energia já registrada — o achado supera cerca de 30 vezes o mensurado nos demais.

      De 21 países e 68 instituições diferentes, os especialistas encolvidos divulgaram o feito em coletivas de imprensa e nas publicações mais respeitadas da área, como a Nature, que dedicou uma capa à notícia.

      Foto: Nature / Reprodução

      Há muitos motivos para toda essa repercussão. Embora estejam entre o que há de mais abundante no universo, os neutrinos (partículas subatômicas, elementares e sem carga elétrica) são bem difíceis de localizar. Não à toa, um tipo específico e superpotente de telescópio submarino foi utilizado pelo grupo nessa empreitada.

       

      Aliás, a formação e a composição dessa partícula ainda não foram completamente compreendidas pela comunidade científica. Um dos pontos mais intrigantes é que o neutrino faz um trajeto diferente (reto) pelo espaço e consegue passar através de tudo que encontra. Daí vem o apelido “fantasma”.


      Quais respostas o neutrino do Mediterrâneo pode trazer?

      Ao longo do caminho, é como se essas partículas coletassem informações importantes para o avanço dos estudos relacionados à astronomia. A expectativa, então, é que esse neutrino reforce teorias já elaboradas ou até traga mais luz sobre buracos negros, explosões estelares e demais fenômenos extremos.

      Foto: Paschal Coyle/CNRS / Divulgação

      Este pode ser, inclusive, o início de uma série de novas descobertas espaciais. Por mais que já tenha obtido um resultado tão impressionante como esse, a montagem do telescópio em questão ainda não foi concluída. Ou seja, podemos esperar outros anúncios como esse ou até mais surpreendentes para os próximos anos.

       

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        Pilotar jet em 1 dia? Como funciona o Motonauta Especial

        07/03/2025

        Motos aquáticas facilmente despertam a vontade de acelerar sobre as águas, seja pela adrenalina ou facilidade de transporte. Mas ainda é comum ver pessoas não-habilitadas pilotando jets — algo arriscado e ilegal. Para driblar isso, a Marinha do Brasil lançou a habilitação Motonauta Especial, simplificando a emissão do documento, e a reportagem de NÁUTICA foi testar essa modalidade.

        Parte de uma atualização de 2024 na Normam 212, a novidade é conhecida como “Passeio Guiado de Jet“. Isso porque o habilitado na chamada Carteira de Habilitação de Amador Motonauta Especial (CHA-MTA-E) precisa de apenas algumas horas para ficar apto a pilotar um jet alugado, por 30 dias, supervisionado por um profissional.

         

         

        Para entender melhor tudo isso, a equipe de NÁUTICA foi até a Represa Billings, na Grande São Paulo, no primeiro Estabelecimento de Aluguel de Moto Aquática (EAMA) credenciado no Brasil para exercer essa modalidade, a Argonauta Jet Experience. Aqui, você confere como tudo isso funciona e o que é necessário para embarcar nessa novidade.

        Foto: Revista Náutica

        Afinal, o que é a habilitação de Motonauta Especial?

        Inicialmente, é necessário entender o que é a CHA-MTA-E. Trata-se da Habilitação de Amador Motonauta Especial. Isso porque o documento, diferentemente da carteira de Habilitação para Motonauta (MTA) tradicional, é emitido em poucas horas.

        Bárbara Mattana, repórter de NÁUTICA, foi a primeira habilitada na categoria através de uma EAMA. Foto: Revista Náutica

        Embora fique pronta em instantes e seja emitida pela Marinha no mesmo dia, essa habilitação é válida por 30 dias e também limita os locais em que o condutor poderá pilotar.

         

        No caso, o habilitado como Motonauta Especial só poderá pilotar um jet nas dependências de uma EAMA credenciada, afinal, é lá que ele alugará a embarcação e terá o apoio de um profissional para participar de um Passeio Guiado de Jet.

        Marcello Souza, diretor da Argonauta. Foto: Revista Náutica

        Na experiência vivida por NÁUTICA, quem liderou esse processo foi Marcello Souza, diretor da Argonauta.

        Nada melhor do que a locação em um estabelecimento credenciado. É ter a certeza de que as motos aquáticas tem manutenção e que o instrutor é capacitado– ressaltou o diretor à NÁUTICA

        O processo para a emissão da Motonauta Especial

        Para a emissão da Motonauta Especial, o interessado deve comparecer a uma EAMA e passará por treinamentos tanto teórico, quanto prático.

         

        Isso inclui a apresentação de um vídeo elaborado pela Marinha, com informações importantes de segurança e de como uma moto aquática atua na prática, com exemplos de situações que acontecem com frequência com quem pilota um jet.

        Foto: Revista Náutica

        Em uma segunda etapa, o aluno passa por uma série de explicações ainda no computador, em que são apresentadas uma série de prerrogativas de segurança complementares, bem como termos técnicos para ficar de olho.

         

        Já junto ao jet, mas ainda fora d’água, é hora de aprender como funcionam pontos importantes da embarcação, como aceleração, freio e o sistema de hidrojato. Com tudo isso em mente, é hora de tomar conhecimento da embarcação na água.

        Foto: Revista Náutica

        Um profissional fica encarregado de orientar o aluno, já na água, sobre como a moto aquática funciona na prática. Nesse momento, o instrutor fica na garupa, e mostra as complexidades da embarcação — que, diferentemente do que pode parecer, não é tão simples assim de pilotar.

        Foto: Revista Náutica

        Pontos como tempo de retorno e resposta são apresentados, bem como meios de manter a embarcação sempre na rota correta. Ali, o aluno também aprende como colocar o jet no neutro, acelerar e atracar, por exemplo.

        Como funciona o Passeio Guiado de Jet

        Com a Motonauta Especial em mãos, é hora de curtir os Passeios Guiados de Jet. Essa atividade acontece em uma EAMA, onde você pode alugar uma moto aquática para participar do passeio, pilotando seu jet sozinha em um percurso pré-definido e acompanhada de um guia profissional.

        Foto: Revista Náutica

        Na experiência vivida pela reportagem de NÁUTICA, Marcello Souza foi o responsável por conduzir o passeio. A atividade pode envolver até seis pessoas, tanto habilitadas na CHA-MTA-E, quando na CHA-MTA,

        Foto: Revista Náutica

        O número de profissionais no comando do passeio vai variar de acordo com o tamanho da turma. Para grupos com até 3 motos aquáticas é preciso um guia. Se houver de 4 a 6 jets, serão dois guias: um como líder e outro na retaguarda do grupo.

        Foto: Revista Náutica

        Durante o passeio guiado, o aluno tem autonomia para exercer o que aprendeu, com a garantia de que um profissional está à disposição para ajudá-lo, caso seja necessário. Nesse processo, o guia também tem autonomia para fazer alertas de segurança, que são parte do aprendizado.

        Foto: Revista Náutica

        Um exemplo prático, que aconteceu durante o passeio da equipe de NÁUTICA, foi quando a repórter que vos fala acabou se aproximando mais do que deveria da margem da Represa Billings. Nesse momento, Marcello, que orientava o trajeto, alertou dos perigos dessa ação.

         

        Isso porque as margens, principalmente de represas, além de serem mais rasas, costumam conter dejetos dos mais variados tipos. E mesmo o menor deles é capaz de interferir no funcionamento da embarcação, o que pode facilmente resultar em um acidente.


        O que é preciso para tirar a Motonauta Especial

        Gostou da ideia e quer experimentar um Passeio Guiado de Jet? Primeiramente, é necessário ter mais de 18 anos e ter em mãos um documento de identificação (RG ou CNH).

        Foto: Revista Náutica

        Depois, basta dirigir-se até uma EAMA. Atualmente, a única em atividade no Brasil é a Argonauta Jet Experience, localizada na Av. Amazonas, 254, em Rio Grande, São Bernardo do Campo (SP).

         

        Equipamentos obrigatórios, como colete salva-vidas, são cedidos pela EAMA. A sugestão, porém, é que o interessado leve protetor solar, óculos de sol, sapatilhas, boné e luvas.

         

        Vale ressaltar que os passeios guiados na Argonauta atualmente operam com capacidade reduzida, devido ao período de adaptação da modalidade. Para mais informações, entre em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (11) 94574-8231.

         

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          Confira os motores que a Yanmar vai apresentar no Rio Boat Show 2025

          Está chegando a hora de mergulhar no universo náutico a bordo do Rio Boat Show 2025! O salão, que neste ano chega a sua 26ª edição, reunirá as principais marcas do setor na Marina da Glória. Entre elas estará a Yanmar, consolidada em mais de 20 países.

          De 26 de abril a 4 de maio, o visitante que passar pelo estande da marca no evento encontrará três grandes opções de motores para barcos. Confira, a seguir, mais detalhes sobre cada um deles.

          Motores Yanmar no Rio Boat Show 2025

          Yanmar 6LY2A-STP 440 hp

          Os motores da série 6LY se destacam entre as linhas da marca, principalmente, pela ampla disponibilidade de torque, tanto em baixas quanto em altas rotações. Além disso, a tecnologia proporciona uma aceleração mais rápida e um desempenho responsivo mais efetivo.

          Foto: Yanmar / Divulgação

          O modelo, de 440 hp com reversor, é ainda incorporado ao avançado sistema de injeção de combustível Denso Common Rail, oferecendo economia e baixo nível de ruído.

          Yanmar 8LV370Z 370 HP

          Com rabeta, esse modelo de 370 hp faz parte da linha 8LV, onde os equipamentos são movidos a diesel. Entre seus diferenciais estão o baixo consumo de combustível e de nível de ruído, além do conforto e fácil manutenção aos navegadores.

          Foto: Yanmar / Divulgação

          Yanmar 2YM15

          O último dos três motores que a Yanmar apresentará no Rio Boat Show 2025 vem da série YM, de motores mecânicos. A linha foi pensada para veleiros menores e embarcações de recreio. Assim, os modelos fornecem potência confiável e desempenho suave para grandes experiências na água.

          Foto: Yanmar / Divulgação

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            Golfinho de 400 kg salta em barco e surpreende pescadores; assista

            Por: Vand Vieira -

            Um golfinho de 400 kg não era exatamente o “peixão” que três jovens esperavam fisgar quando decidiram ir até a Baía das Ilhas, na Nova Zelândia, para pescar. No entanto, por acidente, um nariz-de-garrafa caiu diretamente no barco deles ao saltar da água.

            O encontro inesperado — e um tanto quanto aterrorizante — ocorreu por volta do meio-dia, próximo ao Cabo Brett. Um dos rapazes, que na verdade moram em Northumberland, na Inglaterra, perdeu o equilíbrio e ficou com alguns hematomas no braço devido à queda.

             


            Mas, sem dúvida, o momento de maior tensão veio depois: o que fazer com uma criatura desse porte quando algo assim acontece? De ponta à ponta, o animal era praticamente do tamanho da embarcação em questão.

             

            Segundo informações publicadas pelo site RNZ, o trio tomou a melhor decisão e ainda foi parabenizado por Bronwyn Bauer-Hunt, gerente do Departamento de Conservação da Baía das Ilhas (DOC).


            Socorrendo o golfinho de 400 kg

            A primeira atitude tomada pelos ingleses foi pedir informações por meio de um serviço de rádio. Um operador, então, os colocou em contato com um dos guardas-florestais do DOC, que orientou os turistas a protegerem o golfinho da luz e do calor do sol até que pudesse ser examinado.

            Golfinho do tipo nariz-de-garrafa
            Golfinho do tipo nariz-de-garrafa. Foto: Envato/Image-Source

            No trajeto de volta ao cais, os amigos usaram um guarda-sol e uma mangueira para mantê-lo fresco, sempre tomando cuidado com o orifício respiratório do animal. Ao final do check-up, foi constatado que o golfinho era um jovem macho e que, apesar de alguns arranhões, passava bem. “Foi um ótimo desfecho”, avaliou Bauer-Hunt.

             

            Em seguida, o bicho, que foi batizado como Tohu (Sinal), foi içado para uma plataforma e levado de volta ao mar por um barco do DOC. Solto, ele foi monitorado até que os especialistas tivessem certeza de que estava nadando e se comportando normalmente.

             

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              Comprado com criptomoedas: conheça o superiate inspirado em navio militar

              06/03/2025

              Dinheiro, cartão, chip, pix… são muitos os meios de realizar o pagamento de uma compra atualmente. Entre eles estão também as criptomoedas, que aos poucos estão ganhando o seu espaço. Em Mônaco, por exemplo, nada menos que um superiate inspirado em um navio militar foi comprado por essa forma de pagamento.

              Quem viabilizou a possibilidade foi a corretora Denison Yachting, uma das primeiras a fornecer a opção. De acordo com a empresa, as criptomoedas oferecem menos taxas ao comprador e possibilitam que compras sejam realizadas de qualquer lugar do mundo.

              Foto: Aegean Yacht / Divulgação

              Nessas horas, a pergunta que não quer calar é uma só: qual o valor do superiate comprado com criptomoedas? Bem, isso a corretora não revelou. Mas o superiate em questão, o Obsidian Blade, é inspirado em um outro, o Projeto Tempest. Para fins de comparação, a inspiração, prevista para ser entregue em junho de 2025, tem valor inicial de 14,8 milhões de euros, cerca de R$ 92,5 milhões (valores convertidos em março de 2025).

              Como é o superiate comprado com criptomoedas

              Com 134,5 pés (41 metros) de comprimento e 24,2 pés (7,4 metros) de largura, o Obsidian Blade será construído em aço e alumínio e terá entre suas características principais um exterior “furtivo”, que chama atenção pela falta das grandes janelas envidraçadas, tão comuns em embarcações luxuosas.

              Foto: Aegean Yacht / Divulgação

              A justificativa, claro, está na inspiração em barcos militares, que não costumam dispor do elemento. Por outro lado, o interior será descontraído, no estilo “Beach House”, graças ao design exclusivo de Riza Tansu.


              Um área aberta na popa promete espaço suficiente para dois grandes barcos, e se transforma em uma grande área de lazer para banhos de sol e momentos entre família e amigos.

              Foto: Aegean Yacht / Divulgação

              Aliás, até 12 pessoas — mais seis da equipe de tripulação — poderão se hospedar na embarcação, sendo que o proprietário terá à disposição uma suíte no convés principal, ocupando toda a largura do barco, com direito a banheiro privativo e closet.

              Foto: Aegean Yacht / Divulgação

              De acordo com a Aegean Yacht, a entrega do Projeto Obsidian Blade será “a tempo para a temporada do Mediterrâneo de 2027”.

               

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                Barco hotel é ponto chave para estudos nas águas da Bacia do Rio Araguaia

                Morar em um barco nem sempre é sinônimo de luxo ou de uma mudança de estilo de vida. Para alguns pesquisadores, a ação é sinônimo de trabalho. Nas águas do Rio Araguaia, em Tocantins, esses profissionais usam um “barco hotel” de três andares para mapear e preservar a bacia hidrográfica deste importante corredor ecológico.

                Anualmente, o barco hotel percorre cerca de 3,5 mil km com os especialistas a bordo. Alguns deles, geralmente os que desenvolvem estudos mais complexos, chegam a permanecer na embarcação por 30 dias.

                Foto: Ana Paula Rehbein / Reprodução

                Neste ano, 35 profissionais de diversas universidades do Brasil estão “hospedados” na embarcação. O barco é parte essencial de um trabalho que visa analisar plantas que estão na superfície da água, a qualidade de lagos e a recuperação do rio após o período de estiagem.


                Ao G1, Ludgero Cardoso, coordenador do projeto, destacou que “nos últimos anos, a ocupação humana na região do Araguaia tem aumentado”, o que, segundo ele, “também traz impactos”.

                É importante que prefeituras, estados e agências de financiamento de pesquisa se unam para tentar conservar ao mesmo tempo que a gente cresce economicamente– explicou

                As pesquisas anuais permitem aos pesquisadores analisar as mudanças na região. Em 2023, por exemplo, o especialista em gestão ambiental, Lucas Tabeira Monteiro, realizou estudos sobre a concentração preocupante de mercúrio nos peixes do rio Araguaia. Agora, ele analisa os sedimentos no fundo do rio e dos lagos.

                Na Amazônia, a proporção de metilmercúrio é em torno de 1 a 2%. Aqui na Araguaia, nós encontramos a proporção de até 22%– contou

                Para a botânica Lorena Lana Camelo, as pesquisas são um meio de saber mais da região, que ainda carece de informações sobre sua vegetação.

                 

                “O nosso objetivo é catalogar as espécies e diminuir a lacuna de conhecimento em relação à vegetação da Bacia do Rio Araguaia, que ainda foi muito pouco estudada e existe uma lacuna de conhecimento muito grande em relação a vegetação daqui”, destaca.

                Foto: Ana Paula Rehbein / Reprodução

                Neste ano, as atividades começaram no início de fevereiro. A iniciativa faz parte do grupo Aliança Tropical de Pesquisa da Água, que une mais de 200 pesquisadores do Brasil e da Austrália.

                 

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                  Símbolo da Marinha, Navio-Veleiro Cisne Branco completa 25 anos de história

                  05/03/2025

                  Neste ano, o Navio-Veleiro “Cisne Branco” completa 25 anos. Símbolo da Marinha do Brasil (MB), a embarcação começou sua trajetória em 2000, recriando a Rota do Descobrimento pelos portugueses, liderados por Pedro Álvares Cabral. Não à toa, hoje ela é responsável por representar o Brasil pelo mundo.

                  A viagem inaugural do navio, incorporado à Armada em 9 de março de 2000, ocorreu durante as comemorações dos 500 anos do Descobrimento. Nesses 25 anos de história, o barco já navegou por mais de 30 nações, levando as cores do Brasil a regatas, festivais e eventos que celebram a cultura náutica.

                  Cisne Branco: as características de um ícone

                  Com toda sua elegância, distribuída em 76 metros de comprimento, 10,5 metros de largura e um calado de 4,8 metros, o Cisne Branco chama atenção por onde passa — seja de navegadores ou da população.

                  Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                  Seu ponto alto são as imponentes 25 velas brancas, que o destacam de longe no horizonte. Entre seus três mastros, estão nada menos que 18 km de cabos (cordas). Quando em plena navegação, o navio pode atingir até 32 km/h, movido, além das velas, por motor diesel de 1001 HP.

                  Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                  Por dentro, o navio carrega itens históricos. Entre eles, candelabros do século 19, lustres que eram preenchidos com óleo de baleia para iluminar o espaço e um vitral central que retrata a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. O vitral não fazia parte do projeto original do barco, construído pelo estaleiro Damen Oranjewerf, em Amsterdã, na Holanda, mas foi um presente à Marinha brasileira.

                   

                  Entre as diversas curiosidades que cercam o Cisne Branco nestes 25 anos, uma das mais intrigantes é a tradição do “lobby da moeda”. Isso porque, durante sua construção, uma moeda foi colocada na base do mastro principal, que possui 46 metros de altura — o equivalente a um prédio de 15 andares.

                  Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                  A ação remonta a Caronte, barqueiro do Submundo e figura da mitologia grega, conhecido por remar as almas dos falecidos através dos rios Estige e Aqueronte até a morada dos mortos, com o preço de uma moeda. Simbolicamente, a moeda assentada no mastro, em 1936, traz proteção aos marinheiros.


                  Trabalho e aprendizado sempre a bordo

                  Nem só de aparências vive o Navio-Veleiro Cisne Branco. Sua tripulação fixa é composta por 52 militares que, junto ao navio, promovem a mentalidade marítima e contribuem para a formação dos militares da Força, como aspirantes, alunos do Colégio Naval e aprendizes-marinheiros.

                  Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                  A bordo, os alunos da Marinha recebem um treinamento que trabalha pontos como a disciplina, o trabalho em equipe e o respeito às tradições. Durante as missões, eles participam ativamente das manobras de vela e demais operações do navio, consolidando o aprendizado prático essencial à carreira naval.

                   

                  O Mestre do navio, Primeiro-Sargento Renato Alves Reis Junior, ressalta que a vida no Cisne Branco ensina muito sobre o trabalho em equipe. “A bordo, cada membro da tripulação tem seu papel fundamental, e isso é imprescindível”, disse.

                   

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                    Cocô de baleia pode ajudar vida marinha e combater aquecimento global

                    Um grupo de pesquisadores de diversas universidades americanas realizou uma descoberta, no mínimo, curiosa, do ponto de vista científico. Segundo o estudo, o cocô das baleias de barbatana tem um papel vital nos oceanos e colabora na conservação do ecossistema.

                    Os dejetos produzidos pelas baleias em questão ajudam na reciclagem de nutrientes nos oceanos, um serviço ecossistêmico crucial que foi drasticamente afetado pela atividade humana. Eles funcionam como um verdadeiro “adubo” para o mar, visto que fornece nutrientes essenciais para o fitoplâncton, a base da cadeia alimentar.

                    Foto: wirestock/ Envato

                    De acordo com a pesquisa, nas fezes destes animais pode ser encontrado ferro, elemento fundamental — e escasso — no mar. Ao expelir seus dejetos na superfície do oceano, esses nutrientes atingem as áreas de concentração de fitoplâncton, fertilizando as águas e estimulando seu crescimento.

                     

                    A pesquisa também confirma a concentração de cobres dissolvidos, elemento vital para a vida marinha, mas que pode se tornar prejudicial em excesso. Porém, os cientistas identificaram ligantes orgânicos que se ligam a esses metais e o tornam mais “acessíveis” para o fitoplâncton.

                    Os resultados detectaram ferro presente em todas as amostras de cocô das baleias jubarte e azul. Por conta disso, Patrick Monreal, estudante de doutorado em oceanografia e autor principal da pesquisa — publicada na Communications Earth & Environment — exaltou o papel dos animais na conservação dos mares.

                    Acho que os animais desempenham um papel maior nos ciclos químicos do que muitos especialistas lhes dão crédito, especialmente quando pensamos na escala do ecossistema– Patrick Monreal

                    Na pesquisa, foram analisadas cinco amostras de fezes, com duas sendo de baleias jubarte no Oceano Antártico e três baleias-azuis, na costa central da Califórnia.

                    O paradoxo do krill

                    Essa descoberta casa com uma contradição do mundo marinho — mas que agora faz mais sentido. O krill, pequeno animal parecido com um camarão, é uma das presas favoritas das baleias, devido ao seu tamanho pequeno, abundância, disponibilidade e valor nutricional.

                    Foto: Image-Source/ Envato

                    Porém, após a intensa caça de baleias no século 20, a população das baleias caiu drasticamente. Logo, isso significa que, com menos baleias, existiriam mais krills — visto que eles vivem para ser devorados por elas — , certo? No entanto, o que se descobriu foi o contrário.

                     

                    A biomassa de krill diminuiu drasticamente, especialmente no Oceano Antártico, onde a caça de baleias foi mais intensa. Ou seja, se o predador sumia, a presa também. E o estudo realizado recentemente, por consequência, dá força à teoria mais aceitada para este paradoxo.

                    Uma representação das interações (A) pré-caça às baleias e (B) pós-caça às baleias fitoplâncton-krill-baleia no Oceano Antártico. Foto: Communications Earth & Environment/ Divulgação

                    Com a redução drástica dessas espécies, a quantidade de nutrientes reciclados no mares diminui — já que temos menos cocô de baleias nas superfície do oceano — , que afeta produtividade do fitoplâncton e, consequentemente, a disponibilidade de alimento para o krill.

                    A hipótese é que as baleias estavam, na verdade, adicionando nutrientes ao ecossistema que esse fitoplâncton conseguia usar, então eles floresceriam mais e o krill poderia comê-los– Randie Bundy, professor assistente de oceanografia e autor sênior do estudo

                    Obrigado, baleias

                    Por sua vez, o fitoplâncton desempenha um papel importante na regulação do clima — tanto marinho quanto global. Ele absorve dióxido de carbono (CO2) da atmosfera durante a fotossíntese.

                    Foto: imagesourcecurated/ Envato

                    Ao promover o crescimento deste organismo, o cocô das baleias também contribui para a remoção de CO2 na atmosfera e combate os efeitos do aquecimento global.

                     

                    O estudo ainda destaca como a caça de baleias reduziu em mais de 90% a capacidade desses animais de fertilizar os oceanos, que causou impacto negativo nos processos de sequestro de carbono e na produtividade primária.

                     

                    Por fim, a pesquisa diz que a caça excessiva da megafauna marinha desencadeou grandes mudanças nos oceanos, e as consequências delas são de longo alcance para nós e para os animais.

                     

                    Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                     

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                      Navio que participou da Segunda Guerra Mundial ainda pode ser visto no RS

                      Por: Vand Vieira -

                      Destroços parcialmente submersos entre Quintão e Mostardas, no Rio Grande do Sul, têm (muita) história. São os resquícios do Mount Athos, navio que participou da Segunda Guerra Mundial — mais precisamente da invasão à Normandia, na França — e encalhou na costa gaúcha, em março de 1967. As ruínas do barco — um dia imponente — hoje atraem turistas que passam pela região.

                      Na ocasião do incidente, a embarcação a vapor ia rumo a Porto Alegre e levava um carregamento de adubos enviado da Flórida, nos Estados Unidos. No trajeto, foram feitas paradas em Vitória, no Espírito Santo, e na capital do Rio de Janeiro.

                      Mount Athos
                      Família posa em frente ao navio Mount Athos, em foto de 1967. Foto: Conjuminando.com.br/Reprodução

                      Com base em registros e relatos da época, acredita-se que o Mount Athos perdeu a direção em meio à neblina daquela madrugada e ficou preso a um banco de areia, a menos de 100 metros da faixa da praia.

                       

                      Após um pedido de socorro feito pelo capitão, uma intensa operação de resgate foi iniciada para impedir um desfecho ainda mais desastroso — o mar revolto poderia partir o casco e uma explosão era esperada caso a água invadisse as caldeiras, por exemplo.

                       

                      Embora tenham conseguido evitar o pior e garantir que todos a bordo estivessem a salvo, os esforços para tirar o navio do lugar foram em vão. Ao longo dos dias, o barco foi alvo de roubos e acabou desmontado e encaminhado (em partes) para a Siderúrgica Riograndense.


                      Como era o navio Mount Athos

                      Construído em 1943 pelo estaleiro norte-americano New England Shipbuilding, o navio da Segunda Guerra Mundial que acabou na praia gaúcha teve cinco diferentes nomes ao longo de sua história.

                       

                      Este barco — com 134,5 metros de comprimento e pesando mais de 7 mil toneladas — foi lançado sob o nome de Tobias Lear.  No mesmo ano de seu lançamento, porém, a embarcação foi repassada pela Administração de Navegação de Guerra dos Estados Unidos para o governo holandês, e ganhou o nome Fort Orange. No ano seguinte, em junho de 1944, o navio transportou parte do material militar usado na invasão à Normandia.


                      Em meados de 1947, a embarcação novamente mudou de proprietário e de nome, dessa vez para Blijdendyk. Dez anos depois, ao ser comprada por uma empresa italiana, tornou-se Transilvânia.

                       

                      Por fim, em 1965, companhia de navegação Mount Athos adquiriu o navio e deu a ele o nome pelo qual é conhecido até os dias atuais.

                       

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                        Foto tirada do espaço mostra águas do Mediterrâneo prateadas

                        Calma, esta não é uma foto de uma água tão poluída que ficou cinza. Na verdade, trata-se de um fenômeno raro chamado “sunglint”, que transformou o Mar Mediterrâneo num espetáculo prateado.

                        O registro foi feito por um astronauta, diretamente da Estação Espacial Internacional (ISS), e apresenta os arredores das ilhas gregas vulcânicas de Milos (centralizada) e Antimilos (esquerda), no Mar de Egeu. A foto foi tirada em junho de 2022, publicada na época pela NASA e divulgada recentemente pela Live Science.

                        Foto: Earth Observatory, da NASA

                        O fato é que as águas não estão prateadas de verdade, já que este fenômeno não passa de um evento óptico. O efeito acontece quando a luz do sol reflete em um corpo plano de água no mesmo ângulo em que o sensor a vê, formando assim uma espécie de “espelho astronômico”.

                        Tal efeito é parecido com quando a luz reflete no mar durante o nascer ou pôr do sol, só que em proporção bem menor. Logo, no lugar de uma faixa laranja brilhante que se reflete nas ondas, o fenômeno traz uma mancha prateada, capaz de cobrir centenas de quilômetros e se mover pelo oceano conforme a Terra gira.

                         

                        O curioso é que esse fenômeno só pode ser notado por observadores que orbitam a Terra, como satélites e astronautas.

                        Mais do que podemos ver

                        O fenômeno sunglint revela algumas informações que, costumeiramente, não ficam tão escancaradas. Na imagem da NASA, por exemplo, é possível observar correntes superficiais impulsionadas pelo vento, correntes oceânicas e redemoinhos que ficariam “escondidos” sem o reflexo do sol.

                        Sunglint registrado nas Ilhas Canárias, em 15 de junho de 2013. Foto: Earth Observatory/ NASA/ Divulgação

                        Destaca-se na imagem um redemoinho gigante a leste (direita) de Milos. Além disso, há uma longa linha reta no canto inferior esquerdo da imagem que, segundo o Earth Observatory (Observatório da Terra) da NASA, provavelmente trata-se de um rastro de navio.

                         

                        No entanto, o fenômeno mais raro na imagem é um conjunto de linhas paralelas, localizadas na costa noroeste (canto superior esquerdo) de Antimilos. Parcialmente escondidas por nuvens, esses traços na verdade são “ondas internas” — ondulações verticais massivas que passam pela água abaixo da superfície.

                        Sunglint no Mar Mediterrâneo, destacando as ilhas de Córsega e Sardenha, em fevereiro de 2020. Foto: Earth Observatory NASA/ Divulgação

                        Vale destacar que enquanto as ondas de superfície são impulsionadas por correntes oceânicas ou ventos fortes, as chamadas “ondas internas” resultam de ondulações gravitacionais, passando pela interface de dois meios fluidos quando a gravidade interrompe o equilíbrio entre eles.

                         

                        De acordo com um artigo do The Conversation de 2021, essas ondas estão ondulando — por mais redundante que pareça — ao longo da fronteira submersa entre duas camadas de água, que foram estratificadas pela temperatura e salinidade e interrompidas pelas marés mutáveis da Terra.

                        Os efeitos das águas prateadas

                        Bonito? Sim. Problemático? Também. O fenômeno das águas prateadas às vezes é responsável por dificultar o trabalho dos cientistas, já que ele também obscurece características que costumam ser visíveis, conforme explica a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA).

                        Fenômeno do sunglint pode ser comparado, em proporções menores, ao sol refletindo na água durante o nascer ou pôr do sol. Foto: ravelarium/ Envato

                        Por conta disso, os pesquisadores tiveram que desenvolver filtros para as imagens “contaminadas” pelo sunglint — o que tem surtido efeitos positivos.

                         

                        Os cientistas podem também utilizar este fenômeno a seu favor, para medir com mais precisão os derramamentos de óleo na superfície do oceano. O petróleo bruto, por exemplo, absorve uma quantidade significativa de luz solar, enquanto o sunglint reflete-a de volta para o espaço.

                         

                        Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                         

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                          Lançamento do 1º ferry 100% elétrico do mundo completa 10 anos

                          Por: Vand Vieira -
                          04/03/2025

                          Há dez anos, na Noruega, a MF Ampere fazia a rota Lavik-Oppedal pela primeira vez. Responsável pelo transporte de aproximadamente 1 milhão de carros por ano, o primeiro ferry 100% elétrico do mundo testou as águas e abriu o mar para que outras embarcações do tipo fossem fabricadas.

                          Embora buscar alternativas mais sustentáveis já não fosse uma necessidade nova na época, pode-se dizer que a MF Ampere estava à frente do tempo. Alimentada pelas baterias mais modernas, obteve resultados tão bons que superou as expectativas e consolidou-se como um marco na indústria náutica.

                          Primeira balsa 100% elétrica do mundo
                          Primeira balsa 100% elétrica do mundo. Foto: Nordregio/Divulgação

                          A história do 1º ferry 100% elétrico do mundo

                          Até hoje entre os líderes globais quando o assunto é navegação verde, a Noruega eletrificou toda a frota de balsas ao longo da última década.

                           

                          Esse movimento começou com a produção da MF Ampere, após a Administração Pública de Estradas da Noruega solicitar uma balsa com menor impacto ambiental para transportar pessoas e automóveis pelo Sognefjord, o maior fiorde (grande entrada de mar entre altas montanhas rochosas) do país.

                           

                           

                          Com um conceito ambicioso, a empresa de navegação Norled venceu a licitação em questão. Já a Corvus Energy forneceu as baterias. A Siemens, por sua vez, atuou na integração. A construção, iniciada em 2014, ficou a cargo do estaleiro Fjellstrand.

                           

                          Em termos de características físicas, a MF Ampere tem 80 metros de comprimento (262 pés), 21 metros de largura (69 pés) e foi projetada para transportar 120 carros e 350 passageiros. A embarcação entrou oficialmente em operação em 16 de fevereiro do ano seguinte.


                          De lá para cá, essa balsa pioneira fez mais de 100 mil viagens — o equivalente a 17 voltas ao redor do Equador —, economizou 1 milhão de litros de combustível (diesel) e evitou, todo ano, a emissão de 570 toneladas de CO2.

                           

                          Custos operacionais foram reduzidos em quase 90%, resultando em uma economia de US$ 15 milhões (R$ 86 milhões em conversão feita em fevereiro de 2025) para a Norled.

                           

                          Recentemente, a MF Ampere ganhou baterias novas para navegar por mais tempo. Mesmo assim, a má notícia — na verdade, boa notícia —  é que a embarcação deve entrar em desuso em breve, para que outras, mais modernas e ainda mais amigáveis ao meio ambiente, deem continuidade ao seu trabalho.

                           

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                            Momento mãe e filho de jubartes vence concurso de fotos subaquáticas

                            A 60ª edição da Underwater Photographer of The Year (UPY), maior concurso de fotos subaquáticas, tem um vencedor para chamar de seu em 2025: o fotógrafo Alvaro Herrero. O espanhol registrou em suas lentes um momento fofo entre uma mãe baleia jubarte e o seu filhote recém-nascido, juntinhos.

                            Para conquistar o prêmio, Herrero teve que desbancar mais de 6,7 mil inscrições de outros fotógrafos, profissionais e amadores, de diversas idades. Mas o clique entre mãe e filho nas águas da Polinésia Francesa sensibilizou os juízes — não só pela qualidade da foto, mas pelo momento.

                            “Aurora subaquática”, fotografia vencedora da categoria “fotógrafo subaquático promissor do ano de 2025”. Foto: Ruruka/ UPY 2025/ Divulgação

                            No registro que levou o prêmio de fotos subaquáticas de 2025 (em destaque na matéria), a baleia jubarte mãe acompanha seu pequeno filhote até a superfície para a sua primeira respiração, no início da manhã. O bebê solta até algumas bolhas, pois, provavelmente, estava aprendendo a controlar a sua respiração.

                            Esta foto mostra o amor de uma mãe por seu filhote, comunicando tanto a fragilidade quanto a beleza de nossos oceanos e revelando uma das espécies incríveis com quem compartilhamos nosso lar– Alvaro Herrero, fotógrafo vencedor do concurso

                            Os jurados da competição rasgaram elogios ao clique. Para Tobias Friedrich, um deles, além do enquadramento, composição e iluminação, o movimento perfeito de mãe e filho chamou a atenção e fez desta a vencedora geral “verdadeiramente merecida para o concurso”.

                            Geralmente vemos muitas imagens de baleias jubarte durante o julgamento das competições UPY, mas esta foto nos fez parar imediatamente– Tobias Friedrich

                            Confira mais fotos subaquáticas do UPY 2025

                            Embora não tenha premiação em dinheiro, o concurso atraiu fotógrafos profissionais e amadores do mundo inteiro, tendo recorde de inscrições em 2025. Sendo assim, não faltaram outras lindas fotografias nas diversas categorias do festival. No concurso, 12 tópicos premiaram as mais diferentes fotos subaquáticas, com direito a dois machos bodiões brigando e golfinhos “dançarinos”.

                            “Confronto”, fotografia vencedora da categoria “Comportamento”. Foto: Shunsuke Nakano/ UPY 2025/ Divulgação
                            “A foca curiosa”, fotografia vencedora da categoria “Fotógrafo subaquático britânico do ano de 2025”. Foto: David Alpert/ UPY 2025/ Divulgação
                            “Perseguindo golfinhos”, fotografia vencedora na categoria “Preto e Branco”. Foto: Enric Gener/ UPY 2025/ Divulgação
                            “Hidratação”, fotografia vencedora da categoria “Retrato”. Foto: Abdulaziz Al Saleh/ UPY 2025/ Divulgação
                            “1 / 200.000.000”, que registra um tubarão-tigre abatido, foi a fotografia vencedora da categoria “Fotógrafo de Conservação Marinha do Ano 2025 da ‘Save Our Seas Foundation'”. Foto: Robert Marc Lehmann/ UPY 2025/ Divulgação
                            “Entrelaçado no azul”, fotografia altamente elogiada na categoria “Comportamento”. Foto: Yazid Shaari/ UPY 2025/ Divulgação
                            “Voo na Floresta Dourada”, fotografia altamente elogiada na categoria “Wide Angle”. Foto: Kate Vylet/ UPY 2025/ Divulgação
                            “Paraíso de Corais e Manguezais”, fotografia altamente elogiada na categoria “Recifes de Corais”. Foto: Renee Capozzola/ UPY 2025/ Divulgação
                            “Golfinhos-rotadores do recife de Sataya”, fotografia altamente elogiada na categoria “Wide Angle”. Foto: Mehmet A. Gungen/ UPY 2025/ Divulgação
                            “Balé dos tubarões”, fotografia elogiada na categoria “Wide Angle”. Foto: Fabrice Dudenhofer/ UPY 2025/ Divulgação
                            “Peixe-anjo-imperador juvenil”, fotografia altamente elogiada na categoria “Macro”. Foto: Adam Martin/ UPY 2025/ Divulgação
                            “Naufrágio de Sunburst”, elogiada na categoria “Naufrágios”. Foto: Renee Capozzola/ UPY 2025/ Divulgação

                            Para conferir mais fotos destaques do Underwater Photographer of The Year 2025, basta entrar no site oficial do concurso.

                             

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                              03/03/2025

                              O Lago de Furnas, frequentemente chamado de “Mar de Minas”, destaca-se como um dos principais polos de desenvolvimento náutico em Minas Gerais. Com uma orla de aproximadamente 3.500 km, superior à extensão litorânea brasileira, o lago oferece um vasto potencial para atividades náuticas e turísticas.

                              Além disso, abriga a maior marina de água doce da América Latina, localizada em Capitólio, e o único farol em águas interiores do Brasil, situado em Formiga.

                               

                              O turismo náutico na região tem sido impulsionado por iniciativas que buscam estruturar e fortalecer a cadeia econômica local. Em março de 2021, a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) promoveu uma reunião do Grupo de Trabalho em Prol dos Lagos de Furnas e Peixoto.

                              Barragem de Furnas. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                              Nesse encontro, o consultor Antônio Carlos Mendonça Nunes apresentou a importância do turismo náutico para o desenvolvimento socioeconômico regional, destacando a necessidade de integração entre restaurantes, clubes, postos de combustível, empresas de turismo e associações civis.

                              Já em 2022, a Empresa de Desenvolvimento Regional do Sul de Minas (EDERSUL) realizou um evento que abordou o tema desenvolvimento náutico, reforçando a importância de investimentos e políticas públicas voltadas para o setor. A iniciativa trouxe discussões fundamentais sobre infraestrutura, sustentabilidade e oportunidades de negócios no Lago de Furnas.

                              Canyon Cascata Eco Parque, em Capitólio. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                              Para consolidar e ampliar essas discussões, está previsto para outubro de 2025 o IX Congresso de Integração para o Desenvolvimento Sustentável no Sul de Minas Gerais (CONGRESUL). Organizado pela EDERSUL, o evento terá como foco principal o turismo náutico no Lago de Furnas.

                              Canyons de Furnas. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                              O congresso reunirá autoridades, especialistas, empresários e membros da comunidade local para debater estratégias de desenvolvimento sustentável, políticas públicas e investimentos necessários para potencializar o setor náutico na região.

                              Canyons de Furnas. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                              Ter a oportunidade de unir gestores públicos, empresários e investidores para fazer um planejamento de um atrativo tão importante para o Brasil, pensando no turismo e na cadeia produtiva do setor náutico, será um marco histórico. Esse movimento nos mostra que o país despertou para o setor e reconhece o enorme potencial do turismo náutico como vetor de desenvolvimento econômico e social.

                               

                              Além disso, a recente nomeação do atual prefeito de Capitólio como presidente da associação reforça o compromisso da região com o desenvolvimento do turismo náutico e a implementação de políticas estratégicas para fortalecer o setor.

                              Queda d’água Fecho da Serra, em Capitólio, Minas Gerais. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                              A expectativa é que, por meio do planejamento conjunto e da implementação das ações discutidas no congresso, a região alcance um novo patamar de desenvolvimento econômico e social, beneficiando comunidades locais e atraindo visitantes de diversas partes do mundo.

                               

                              Mestre em Comunicação e Gestão Pública, Bianca Colepicolo é especialista em turismo náutico e coordena o Fórum Náutico Paulista. Autora de “Turismo Pra Quê?”, Bianca também é consultora e palestrante.

                               

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                                Mais um naufrágio — quase — centenário foi encontrado, desta vez, na costa da Ilha Rottnest, na Austrália. Trata-se do Hr. Ms. K XI, um submarino da Marinha Real Holandesa que estava desaparecido desde 1946.

                                Mergulhadores encontraram o barco em 1º de janeiro, a cerca de 40 metros de profundidade, a alguns quilômetros de um cemitério de navios bem conhecido, o Rottnest Deepwater Graveyard.

                                Foto: USN / Wikimedia Commons / Divulgação

                                Após a descoberta, o Western Australian Museum trabalhou na identificação da embarcação. Para isso, comparou dados de arquivo com um modelo 3D, desenvolvido pelos próprios mergulhadores com o apoio de uma organização que trabalha para a proteção e conservação de patrimônios nacionais, a Dutch Cultural Heritage Agency (RCE), que financiou a documentação e a fotogrametria do naufrágio.

                                 

                                Com 66,7 metros de comprimento e 3,78 metros de largura, o Hr. Ms. K XI foi o primeiro de três submarinos da classe K XI, da Marinha Real Holandesa, construído para patrulhar as colônias locais.


                                O barco chegou a patrulhar as águas da Indonésia e das Índias Orientais Holandesas. Em 1942, resgatou 13 sobreviventes de um navio australiano que havia sido afundado por navios de guerra japoneses. Em 1946, foi afundado no Rottnest Deepwater Graveyard — e não se sabe como de lá saiu.

                                Foto: W.P. Eiselin / Wikimedia Commons / Reprodução

                                “Este é o melhor resultado que poderíamos ter sonhado. Ele não só nos mostra os laços entre a Holanda e a Austrália na Segunda Guerra Mundial, mas também o quão próximos eles ainda são quando se trata da proteção e gestão de nossa herança cultural subaquática”, disse Martijn Manders, do RCE, em uma declaração.

                                 

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                                  Por: Vand Vieira -
                                  02/03/2025

                                  Ainda faltam cerca de quatro meses para o Dia dos Namorados, mas o Airbnb já divulgou uma pesquisa que fará os apaixonados de plantão começarem a programar a viagem deste ano.

                                  Com base em avaliações feitas nos últimos 10 anos, a plataforma de locações por temporada ranqueou as cidades mais mencionadas como “romântica” pelos usuários.

                                  Praia do Pacuíba. Foto: Paulo Stefani | Sectur Ilhabela

                                  E tem destino brasileiro na lista, viu? Ilhabela, que fica a aproximadamente 210 quilômetros da capital paulista, conseguiu uma posição nesse top 10 do amor. Veja:

                                  • Ilhabela (Brasil)
                                  • The Cotswolds (Reino Unido)
                                  • Riomaggiore (Itália)
                                  • Sedona (Estados Unidos)
                                  • Highland (Reino Unido)
                                  • Puerto Vallarta (México)
                                  • Gatlinburg (Estados Unidos)
                                  • Shoalhaven (Austrália)
                                  • Austin (Estados Unidos)
                                  • Ensenada (México)

                                  Os encantos de Ilhabela

                                  Embora a lista não siga uma ordem específica, se depender do coração dos brasileiros, Ilhabela ocupa o primeiro lugar. Com mais de 40 praias, a região tem opções tanto para pessoas que curtem cachoeiras e trilhas, por exemplo, quanto para quem procura uma experiência mais premium, com ótimos hotéis, restaurantes e serviços de mergulho ou passeios de barco.

                                  Cachoeira dos Três Tombos. Foto: Lailson Santos | Sectur Ilhabela

                                  Aliás, você sabia que Ilhabela é conhecida nacional e internacionalmente como a Capital da Vela? De acordo com informações da Prefeitura Municipal, uma lei que confere o título à cidade foi sancionada em 26 de julho de 2011, pela ex-presidenta Dilma Rousseff.

                                  Foto: Edu Grigaitis | Balaio de Ideias / Reprodução

                                  E tem mais: de modo geral, não é preciso investir muito dinheiro para aproveitar o que a região tem de melhor a oferecer. Especialmente entre o final de maio e o começo do novembro, turistas passam horas observando as  baleias que chegam em busca de águas mais quentes, para que possam acasalar.

                                   

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                                    01/03/2025

                                    Que as praias do Rio de Janeiro são um espetáculo à parte, não dá para negar — mas dá para melhorar. Isso porque a temporada de águas claras, que começou em fevereiro e vai até abril, permite explorar algumas das trilhas submarinas da cidade.

                                    Do Flamengo ao Leblon, é possível observar a vida marinha em seu esplendor sem nem precisar mergulhar, com direito a peixes, tartarugas e até raias.

                                     

                                    Ricardo Gomes, biólogo, documentarista e presidente do Instituto Mar Urbano (IMU), responsável por mapear esses caminhos, contou ao O Globo que “bastam óculos de natação e afundar a cabeça na água para conhecer um mundo diferente”.

                                     

                                    Essas “trilhas”, que o biólogo não escode o desejo de sinalizar, são caminhos sob a água, que seguem junto a pedras submersas e costões. Elas começam na beira-mar e continuam por cerca de 900 metros, com profundidades que chegam aos seis metros nos pontos mais distantes.

                                    Onde fazer trilhas submarinas no Rio de Janeiro

                                    Leme

                                    Na praia do leme é possível avistar de cardumes de peixes até tartarugas-verdes. Os peixes ficam junto ao costão, principalmente nos dias de mar mais calmo. Já na outra ponta da praia, o Posto 6 reserva as famosas tartarugas — além de espécies como tainhas e marimbas.

                                    Foto: Ricardo Gomes / Instituto Mar Urbano / Divulgação

                                    Praia Vermelha

                                    Na praia Vermelha, além dos peixes e tartarugas, é possível ver de perto os corais da Baía de Guanabara. Para isso, porém, o ideal é estar em um stand-up paddle, remo ou nadar muito bem, já que para vê-los é preciso chegar à Pedra do Anel. O local está a cerca de 800 metros da costa, com profundidade que pode chegar a cerca de dez metros.

                                    Foto: Ricardo Gomes / Instituto Mar Urbano / Divulgação

                                    Arpoador

                                    Peixes especiais aguardam a visita agradável dos banhistas no Arpoador. Os animais costumam ficar na área do remanso, junto às pedras. Por lá nadam espécies como o paru, peixe-trombeta, marimbás, marias-da-toca, moreias, tainhas e baiacus — além do curioso peixe-morcego. A iluminação noturna do local ainda permite visualizá-los mesmo à noite.

                                    Peixe-morcego. Foto: Damian Blanch / Wikimedia Commons / Reprodução

                                    Ipanema

                                    Em Ipanema — point do Rio de Janeiro que entrou na lista de melhores praias do mundo — uma espécie de recife repleto de moluscos e crustáceos atrai peixes em busca de alimento. E é aí que fica a oportunidade de avistá-los. O local exato fica no emissário submarino, logo depois da areia, entre as ruas Teixeira de Melo e Farme de Amoedo.

                                    Parte da tubulação do emissário submarino reapareceu em Ipanema em novembro de 2023. Foto: Ricardo Gomes / Instituto Mar Urbano / Divulgação

                                    Leblon

                                    Já no Leblon, a trilha submarina começa nas pedras do canto direito e segue até a entrada do canal. Por lá, a interrupção do lançamento de esgoto transformou — para melhor — o lugar, que agora conta com uma fauna marinha cheia de vida, como as raias-bico-de-remo.

                                    Foto: Junius / Wikimedia Commons / Reprodução

                                     

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                                      Quem pretende curtir a folia no litoral paulista deve ficar atento. Isso porque 45 praias estão impróprias para banho em São Paulo neste Carnaval. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (28) em um relatório da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

                                      A lista engloba praias tanto do Litoral Norte, quanto do Litoral Sul do Estado, nas cidades de Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião, Ilhabela, Bertioga, Guarujá, Santos, São Vicente, Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe.

                                       

                                      Das 45 praias impróprias para o Carnaval em São Paulo, 36 estão situadas na Baixada Santista.

                                      Praia Grande. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução

                                      Atualizada semanalmente pela Cetesb, o número atual traz duas praias impróprias a mais do que o relatório anterior. Você pode conferir o mapa completo aqui.

                                      O principal objetivo desse programa é avaliar a condição das praias paulistas para que a população possa escolher a praia que irá frequentar com segurança– Claudia Lamparelli, gerente da divisão de águas Litorâneas da Cetesb

                                      As praias impróprias neste Carnaval em SP

                                      Estava nos seus planos curtir o Carnaval em Itanhaém? Pois saiba que, segundo o relatório, este é justamente o município com mais praias impróprias, com 11 regiões inadequadas para banho. A Cetesb afirma também que Santos, São Vicente e Praia Grande estão em condições mais críticas. Confira a lista completa:

                                      Ubatuba

                                      • Rio Itamambuca
                                      • Itaguá
                                      • Perequê-Mirim

                                      Caraguatatuba

                                      • Prainha

                                      São Sebastião

                                      • Arrastão
                                      • Pontal da Cruz
                                      • Una

                                      Ilhabela

                                      • Itaquanduba

                                      Bertioga

                                      • São Lourenço – Próx. morro
                                      • Enseada – Indaiá
                                      • Enseada – Vista Linda
                                      • Enseada – Col. SESC
                                      • Enseada – R. R. Costabile

                                      Guarujá

                                      • Perequê
                                      • Enseada – R. Chile

                                      Santos

                                      • Boqueirão
                                      • José Menino – R. Olavo Bilac

                                      São Vicente

                                      • Milionários
                                      • Gonzaguinha

                                      Praia Grande

                                      • Aviação
                                      • Vila Tupi
                                      • Vila Mirim
                                      • Maracanã
                                      • Vila Caiçara

                                      Mongaguá

                                      • Vila São Paulo
                                      • Central
                                      • Vera Cruz
                                      • Itaóca
                                      • Agenor de Campos
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                                      Itanhaém

                                      • Campos Elíseos
                                      • Suarão
                                      • Suarão – AFPESP
                                      • Parque Balneário
                                      • Centro
                                      • Praia dos Pescadores
                                      • Sonho
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                                      • Jardim São Fernando
                                      • Baln. Jd. Regina
                                      • Balneário Gaivota

                                      Peruíbe

                                      • Peruíbe – Icaraíba
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                                      • Peruíbe – Av. São João

                                       

                                      Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                       

                                      Náutica Responde

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                                        Peixes são capazes de te reconhecer e saber se você costuma alimentá-los

                                        Por: Vand Vieira -

                                        Na contramão do que muita gente — ainda — pensa, um estudo alemão aponta que peixes são criaturas tão inteligentes que conseguem diferenciar um mergulhador do outro e até memorizar de quais deles recebem comida.

                                        Para chegar a essa e outras conclusões, um grupo de cientistas do Instituto Max Planck de Comportamento Animal (MPI-AB) acompanhou por anos o trabalho de mergulhadores no Mediterrâneo.

                                        Peixes no oceano
                                        Foto: Envato/kryzhov

                                        Esse é, inclusive, o principal diferencial da pesquisa: não ter sido realizada em um laboratório, e sim em mar aberto, a mais de oito metros de profundidade. Ou seja, os bichos podiam agir livremente — o fato de eles já estarem acostumados à presença de humanos facilitou o experimento.

                                         

                                        A prova dos nove (ou doze?) veio quando Katinka Soller, principal coautora do estudo, começou a vestir o mesmo colete vermelho e fazer um percurso fixo de 50 metros enquanto alimentava os peixes que apareciam.

                                        Peixes sargo
                                        Peixes sargo no oceano. Foto: Envato/Iakobchuk

                                        Doze dias depois, mesmo quando passou a não usar o colete e deixou os petiscos de lado, Soller notou que os animais em questão continuavam a segui-la, especialmente os de duas espécies de sargo. A intimidade chegou ao ponto de dois dos vinte peixes que iam atrás dela com frequência ganharem apelidos (Bernie e Alfie).

                                        Pare de subestimar os peixes

                                        Na segunda fase da pesquisa, outro especialista, Maëlan Tomasek, começou a acompanhar Soller, mas usando trajes e equipamentos de cores diferentes e sem alimentar os bichos. Resultado? Embora confusos e divididos a princípio, nos dias seguintes, a maioria dos bichos observados “escolheu” a mulher.

                                        Foto: tatiana_bralnina / Envato

                                        “Isso é interessante porque mostra que eles não estavam simplesmente seguindo Katinka por hábito ou instinto, nem porque outros peixes estavam por perto”, explicou Tomasek. “Eles testaram cada um de nós e entenderam que apenas Katinka os recompensaria”, completou.

                                         

                                        A teoria é que esses animais foram capazes de gravar e associar cores e padrões específicos dos trajes de neoprene e dos equipamentos usados pela dupla de cientistas para identificá-los. Até porque eles não repetiram a façanha quando os experts usaram trajes e equipamentos novos e idênticos entre si.


                                        “É como acontece com os seres humanos. Os rostos ficam distorcidos pelas máscaras de mergulho, então, geralmente, nos baseamos nas diferenças entre trajes, nadadeiras ou outros equipamentos para nos reconhecermos”, observou Soller.

                                         

                                        Outro ponto interessante é que os pesquisadores acreditam que os peixes também podem ter memorizado características físicas e movimentos corporais. “Em alguns momentos, eles se aproximavam e examinavam nossos corpos. Era como se estivessem nos estudando, e não o contrário”, acrescentou Soller.

                                         

                                        O resultado do trabalho ainda levanta a hipótese de que outras espécies de peixes, inclusive as que costumam ser criadas em aquários, tenham a mesma capacidade e reconheçam os donos, por exemplo.

                                         

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                                          Casa flutuante sobre o Lago Union, nos EUA, está à venda por quantia milionária

                                          As casas flutuantes têm atraído cada vez mais a atenção de quem procura por um novo estilo de vida. Nos Estados Unidos, uma delas acaba de ser disponibilizada pra venda sobre o Lago Union, em Seattle, no estado de Washington. O imóvel milionário de dois andares conta com uma vista de tirar o fôlego e cômodos que chamam atenção pela sofisticação.

                                          Por mais moderna que seja, essa casa flutuante já carrega mais de 40 anos de história. Ela foi construída em 1982 e ocupa a primeira fileira do complexo de casas flutuantes de Roanoke Reef, onde os novos moradores poderão desfrutar das belezas de se morar “à beira mar”.

                                          Foto: Northwest Multiple Listing Service/ Divulgação

                                          À disposição dos novos proprietários estarão dois quartos, um banheiro, uma carpintaria personalizada e um ancoradouro para barcos de até 46 pés. Um amplo deque, situado na cobertura do imóvel, ainda oferece uma visão privilegiada do pôr de sol sobre o Lago Union, além de ser o espaço ideal para relaxar ou receber convidados, com áreas para estar e jantar ao ar livre.

                                          Foto: Northwest Multiple Listing Service/ Divulgação
                                          Foto: Northwest Multiple Listing Service/ Divulgação

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                                          Foto: Northwest Multiple Listing Service/ Divulgação
                                          Foto: Northwest Multiple Listing Service/ Divulgação

                                          As janelas, emolduradas em madeira, oferecem vistas encantadoras do Gas Works Park, famoso parque público da cidade de Seattle. De dentro de casa, o futuro morador poderá aproveitar o entretenimento marítimo diário. Em datas comemorativas, como no Natal, será possível acompanhar os tradicionais desfiles de barcos direto da banheira de hidromassagem.

                                          Foto: Northwest Multiple Listing Service/ Divulgação
                                          Foto: Northwest Multiple Listing Service/ Divulgação

                                          Na sala principal, situada no andar superior, uma lareira a lenha só aumenta o ambiente rústico. A casa flutuante no Lago Union também carrega consigo uma cozinha gourmet, equipada com fogão Wolf, geladeira e armários personalizados.

                                          Foto: Northwest Multiple Listing Service/ Divulgação

                                          A suíte principal não fica para trás. Localizada no andar inferior, o espaço possui closet e banheiro com detalhes em ardósia — além de um corredor com prateleiras para itens decorativos. O outro quarto conta com duas áreas de trabalho e leva ao mesmo deque da banheira de hidromassagem, lavandeira e lavabo.

                                          Foto: Northwest Multiple Listing Service/ Divulgação

                                          Essa humilde residência está à venda pela bagatela de US$ 4,65 milhões (R$ 26,7 milhões em conversão realizada em fevereiro de 2025). A listagem está a cargo de Melissa Ahlers, da Compass.

                                           

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                                            Embarcações inspiradas em carros de luxo não são uma novidade, mas sempre atraem os olhares atentos do setor, como é o caso do megaiate Stratos, pensado pelo estúdio neozelandês Isaac Burrough Design. Entre os destaques do barco de ares futuristas está, principalmente, um beach club de 150 m².

                                            Suas renderizações recentemente reveladas mostram um megaiate imponente, de 262 pés de comprimento (80 metros). Toda sua robustez ganha ares ainda mais atraentes graças a uma mescla de linhas, que ganham traços arredondados no deque e retos na proa.

                                            Foto: Isaac Burrough Design / Divulgação

                                            As curvas suaves encontram chanfros rígidos, criando uma interação de luz e sombra que muda a cada movimento– descreve a Isaac Burrough Design

                                            Os traços modernos, em conjunto aos vidros alongados e as barras de luz na popa, dão o toque de carro de luxo à embarcação. A diferença, além das pistas em que cada um coloca seu brilho em ação, é que o Stratos ainda promete a quem adentrar suas dependências uma verdadeira conexão com a natureza.


                                            Para isso, o estúdio de design responsável pelo barco apostou alto no tamanho das janelas e investiu em grandes superfícies de vidro, que prometem encher o interior com luz natural, ao passo que fornece aos hóspedes vistas ininterruptas da paisagem do lado de fora.

                                            Foto: Isaac Burrough Design / Divulgação

                                            Essa sensação de estar próximo à natureza ganha ares ainda mais impressionantes no beach club, que ostenta nada menos que 150 m² de espaço. Ali, a promessa é que os visitantes encontrem um verdadeiro retiro em meio a uma boca de 13,5 metros.

                                            Foto: Isaac Burrough Design / Divulgação

                                            Além do amplo espaço de convivência pertinho do mar, os hóspedes do megaiate Stratos poderão curtir uma piscina transversal com fundo de vidro acima da plataforma, que levará a luz do sol para o beach club, de forma a iluminar o espaço com e reflexos hipnotizantes.

                                            Foto: Isaac Burrough Design / Divulgação

                                            Até 12 pessoas poderão desfrutar de todo esse luxo, sendo que o proprietário se beneficiará de uma suíte master voltada para a frente, atrás do convés de proa, com acesso privativo ao convés e vistas panorâmicas.

                                             

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                                              Por: Vand Vieira -

                                              Em apenas um dia, cerca de seis toneladas de lixo foram retiradas do manguezal do Rio do Peixe, em Guarujá, município localizado no litoral sul de São Paulo.

                                              Realizado por 41 pescadores da região, o mutirão de limpeza faz parte do programa Mar sem Lixo, promovido pela Fundação Florestal, vinculada à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil).

                                              Mutirão de limpeza do Mar sem Lixo
                                              Mutirão de limpeza do Mar sem Lixo. Foto: Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo / Divulgação

                                              Para a logística, os materiais necessários na remoção e a destinação adequada dos resíduos que estavam no manguezal, a iniciativa contou com o apoio da Prefeitura de Guarujá, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Seman),

                                              Números do Mar sem Lixo realmente impressionam

                                              Criado em Cananéia, Itanhaém e Ubatuba, no final do primeiro semestre de 2022, o programa foi expandido para Bertioga, Guarujá e São Sebastião em novembro de 2023.

                                               

                                              Desde então, graças ao trabalho dos pescadores cadastrados (atualmente, são 255 apenas no litoral paulista), mais de 32 toneladas de lixo foram retiradas do oceano, de ilhas e manguezais — itens de plástico, vale pontuar, representam 94% desse total.


                                              Como incentivo, um cartão alimentação com valores mensais de até R$ 653 é fornecido aos envolvidos na limpeza. Essa é, inclusive, uma importante fonte de renda no período de defeso, quando acontece uma paralisação temporária da pesca para a preservação das espécies (de 28 de janeiro a 30 de abril).

                                               

                                              “Em fevereiro [deste ano], os pescadores de Guarujá receberam R$ 26.773,00, o que torna os mutirões de limpeza em ilhas e manguezais uma alternativa de trabalho em um período crítico”, diz Rodrigo Levkovicz, diretor da Fundação Florestal.

                                               

                                              Além dos mutirões, o Mar sem Lixo já realizou 625 ações educativas, com a participação de mais de 5.300 pessoas. Ao todo, até aqui, o Governo estadual já investiu R$ 1,6 milhão no projeto.

                                               

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                                                Mar ficou vermelho na Argentina; entenda o motivo

                                                27/02/2025

                                                As águas do mar variam de cor, mas não costumam fugir muito dos tons de azul, verde e até cinza. Na Argentina, porém, o mar ficou vermelho. Apesar do susto que levaram moradores e turistas, trata-se de um fenômeno natural, causado pelo acúmulo de algas.

                                                A coloração diferenciada tomou conta das águas de praias turísticas da costa atlântica da província de Buenos Aires, na última sexta-feira (21). Ao O Globo, o biólogo marinho do Instituto Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Pesqueiro (Inidep), Ricardo Silva, explicou que o tom vem de algas que “vivem presas em material rochoso” debaixo d’água, e se desprendem devido a fortes ondas.

                                                 

                                                @el_bacchio #mardelplata #mar #paratiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii ♬ sonido original – bacchi


                                                Ainda segundo Silva, um aumento de “ventos atípicos” do Nordeste produziu as correntes que soltaram as algas e deram o tom de sangue às águas. Esse tipo de acontecimento tem nome: “arribazón”. Trata-se de um fenômeno natural que ocorre, justamente, quando grandes quantidades de algas são desprendidas do fundo do mar e levadas até a superfície por fortes correntes marítimas.

                                                 

                                                Portanto, para o biólogo, não há como afirmar que o mar vermelho da Argentina tenha algum tipo de relação com as mudanças climáticas.


                                                Recentemente, um rio também ficou vermelho no país

                                                Enquanto as águas do mar avermelhadas são frutos de um fenômeno natural, o mesmo não se pode dizer do riacho Sarandí, que recentemente também ficou vermelho na Argentina.

                                                 

                                                 

                                                Ver esta publicação no Instagram

                                                 

                                                Uma publicação partilhada por Gabriel Ferrigno (@ferrygno)


                                                O caso foi registrado no início de fevereiro, no distrito de Avellaneda. Por lá, as autoridades coletaram amostras da água e conseguiram confirmar a presença de anilina. Segundo moradores, as destilarias e outras indústrias que operam nas proximidades realizam despejos ilegais nas águas do rio.

                                                 

                                                O município de Sarandí notificou o Ministério do Meio Ambiente da província para intervir. Fontes locais afirmaram que seriam necessárias “avaliações periciais” para decidir sobre as medidas cabíveis.

                                                 

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                                                  Tubarão engole câmera de brasileira e imagens impressionam; assista

                                                  Já pensou como seria estar dentro da boca de um tubarão? Pois se prepare para sair do mundo da imaginação e conhecer como realmente é lá dentro, graças ao vídeo de um tubarão que engole a câmera de uma brasileira. Ela, por sua vez, postou o momento nas redes sociais e viralizou.

                                                  O registro aconteceu nas Bahamas, enquanto um grupo de mergulhadores atuava na costa de Freeport. Mesmo com os profissionais alimentando o tubarão-tigre (Galeocerdo cuvier) com iscas de peixe, o animal se enganou e abocanhou o equipamento fotográfico da brasileira Andrea Ramos Nascimento. Assista!

                                                   

                                                   

                                                  Fazendo justiça ao animal, a confusão faz sentido, visto que o equipamento fotográfico estava acoplado na caixa onde estavam os peixes. Logo, quando o tubarão tentou morder as iscas, na verdade, engoliu a câmera e depois de alguns segundos a cuspiu — para sorte de Andrea.

                                                  Experiência imersiva

                                                  Para o bem de todos os curiosos, o tubarão engole a câmera e tudo segue sendo gravado, mostrando o que se passa dentro da boca do animal. Numa espécie de “visão em primeira pessoa”, o vídeo proporciona uma perspectiva de como é seu interior, com destaque para as paredes internas da cavidade bucal.

                                                  Foto: Instagram @andrea_ramos_nascimento/ Reprodução

                                                  Por um momento, é possível até visualizar de maneira frontal o que está do lado de fora — neste caso, os mergulhadores — a partir da mandíbula do tubarão-tigre.

                                                  A brasileira é uma das sócias da escola de mergulho japonesa Aloha Divers Okinawa, dirigida pelo compatriota Pedro Yan. O grupo mergulhou junto com um guia em Tiger Beach pela primeira vez, numa área frequentada por tubarões-tigres, com o intuito de vê-los mais de perto.

                                                   

                                                  Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                   

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                                                    Exposição gratuita em SP é um mergulho na história e no futuro da Marinha do Brasil

                                                    Por: Vand Vieira -

                                                    Até sexta-feira (28), a Praça das Artes, no Centro Histórico de São Paulo, abriga a exposição gratuita “Um Mar Chamado Tempo: 200 anos de avanços tecnológicos da Marinha do Brasil”.

                                                    Promovida pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, com apoio da Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, a mostra destaca fatos, equipamentos e personalidades que marcaram a Força Naval Brasileira ao longo dos dois últimos séculos.

                                                    Exposição sobre a Marinha do Brasil está em São Paulo
                                                    Exposição sobre a Marinha do Brasil está em São Paulo. Foto: Primeiro-Sargento AM Walney / Divulgação

                                                    Por meio de totens, é possível ver textos e imagens que sintetizam essa trajetória e exaltam, por exemplo, o Submarino Nuclear Convencionalmente Armado (SNCA), representado também em uma maquete.


                                                    A importância da exposição

                                                    Para o Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, o Almirante de Esquadra Alexandre Rabello de Faria, a exposição “é um convite para conhecer o passado, compreender o presente e vislumbrar o futuro do desenvolvimento tecnológico da Marinha do Brasil.”

                                                     

                                                    Comandante do 8º Distrito Naval, o Vice-Almirante Marco Antonio Ismael Trovão de Oliveira vai além e define a mostra como “essencial para fortalecer a mentalidade marítima no povo paulista e evidenciar o papel da Marinha na ciência, na tecnologia e na inovação.”

                                                    Essa parceria com o Governo Municipal e demais instituições não apenas reforça nossa presença no principal polo tecnológico da América Latina, como apresenta nosso trabalho, contribuindo para atrair novos talentos para a carreira militar-diz

                                                    A exposição, que é resultado de uma extensa pesquisa no arquivo da Marinha e no acervo da Fundação Biblioteca Nacional, também conta com apoio da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM).

                                                    Serviço

                                                    Mostra “Um Mar Chamado Tempo”
                                                    De 22 a 28 de fevereiro
                                                    Praça das Artes/Fundação Theatro Municipal
                                                    Av. São João, 281 – Centro – São Paulo
                                                    Visitação gratuita, das 9h às 18h.

                                                     

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                                                      26/02/2025

                                                      Nesta quarta-feira (26), lideranças da iniciativa JAQ Hidrogênio Verde e Itaipu Parquetec realizaram reuniões estratégicas com a Petrobras e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Sustentável (BNDES), para discutir temas como a transição energética nas embarcações e projetos inovadores de transporte náutico e marítimo.

                                                      O encontro aconteceu na Petrobras, no estado do Rio de Janeiro. Por lá, Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica, junto de Alexandre Leite e Eduardo Miranda, diretores do Itaipu Parquetec, apresentaram os detalhes técnicos dos barcos Explorer H1 e Explorer H2 — movidos a hidrogênio verde produzido a bordo — para Maurício Tolmasquim, diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, e sua equipe.

                                                      Registro do encontro entre Petrobras, JAQ Hidrogênio Verde e Itaipu Parquetec nesta quarta-feira (26). Foto: Revista Náutica

                                                      A ambiciosa iniciativa do JAQ Hidrogênio Verde, divisão do Grupo Náutica, visa impulsionar a transição energética e posiciona o Brasil como líder em soluções sustentáveis.

                                                       

                                                      Além disso, o projeto representa, na utilização do hidrogênio verde a partir de fontes renováveis, um grande avanço na navegação ecológica para o transporte marítimo.

                                                       

                                                      Na reunião realizada com os líderes do BNDES, Cila Schulman, CEO do JAQ Hidrogênio Verde, destacou que o primeiro barco do projeto, o Explorer H1, estará presente em novembro na histórica COP30, que será realizada no Brasil, em Belém (PA).

                                                      A presença da embarcação na COP30 — primeira edição da conferência que acontecerá em terras brasileiras — servirá como um símbolo do compromisso do Brasil com a transição energética, além de reforçar o papel do país como protagonista nas discussões globais sobre mudanças climáticas.

                                                       

                                                      As reuniões contaram com a participação de outros importantes nomes do setor, como o assessor de novos negócios do Parquetec, Jonhey Nazario, o presidente da Acobar, Eduardo Colunna, o consultor da João Emílio Gonçalves, Rodrigo Leão e Luísa Ribeiro, coordenadora na Petrobras.

                                                      Foto: Capa do jornal Valor Econômico do dia 3 de fevereiro de 2025/ Reprodução

                                                      Conheça o Projeto JAQ Hidrogênio Verde

                                                      O projeto JAQ Hidrogênio Verde é uma parceria entre a divisão do Grupo Náutica e a Itaipu Parquetec, referência na produção de combustível sustentável no Brasil, e coordenado pelo diretor-superintendente Irineu Mário Colombo, mais conhecido como Professor Colombo.

                                                       

                                                      Com as embarcações Explorer H1 e Explorer H2, a iniciativa também conta com o apoio da GWM, empresa chinesa que está fornecendo toda a sua tecnologia para o desenvolvimento do hidrogênio verde.

                                                      Foto: Divulgação

                                                      A embarcação Explorer H1, com 36 metros de comprimento, está equipada com sistema de hidrojatos (adequado também para navegação em águas rasas) e será apresentada na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), em novembro, em Belém (PA). Atualmente, encontra-se no estaleiro Inace, em Fortaleza (CE).

                                                       

                                                      Já a Explorer H2, com 50 metros de comprimento, está em desenvolvimento no Estaleiro Arpoador, no Guarujá (SP), e será destinada ao apoio de operações de mergulho e coleta de dados hidrográficos e oceanográficos.

                                                      Documento que firmou a parceria entre o JAQ e o Itaipu Parquetec, na abertura do Boat Show de Foz, em 2024. Foto: Descio Oliveira/ Revista Náutica

                                                      Esta embarcação vai usar um motor fabricado pela marca MAN, importado da Alemanha, que funciona tanto com diesel quanto hidrogênio. Ao utilizar apenas 20% de hidrogênio, o barco já conseguirá reduzir suas emissões em 80%.

                                                      Essa vai ser uma solução para o nosso país, que já fez os carros movidos a álcool há 30 anos. O etanol é mais limpo que a própria bateria e é coisa do Brasil– Ernani Paciornik, em entrevista ao jornal Valor Econômico

                                                      Após a apresentação da Explorer H1, a segunda fase do projeto focará na finalização e entrega da Explorer H2.

                                                       

                                                      Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                       

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                                                        Apesar de nada substituir as sessões de terapia com um terapeuta profissional, algumas atividades são capazes de ajudar a melhorar problemas de saúde mental, como praticar um esporte ou exercer um hobby, por exemplo. Na Inglaterra, contudo, ex-militares têm encontrado conforto na construção de um barco viking.

                                                        “Fabricamos barcos, mas na realidade reconstruímos pessoas”, resumiu à agência de notícias AFP o responsável pelo projeto The Viking Boat Co., Bob Marshall.

                                                         

                                                        Ele, um ex-soldado que serviu durante a Guerra das Malvinas e na Irlanda do Norte, foi quem deu continuidade — com os próprios recursos — à iniciativa da Help for Heroes, que começou ainda em 2018 mas foi suspensa pouco depois do início da pandemia de Covid-19.

                                                        Foto: Bob Marshall / Facebook / Reprodução

                                                        A oficina fica em Darlington, no nordeste da Inglaterra. Por lá, mais de 60 ex-militares trabalharam durante anos tanto na construção do barco viking, quanto nos modos de lidar com problemas psicológicos oriundos das guerras, como o transtorno de estresse pós-traumático.

                                                        Quando venho aqui, faço este trabalho e esqueço– relatou Angie Reid, uma ex-médica militar de 58 anos


                                                        A embarcação, batizada de “Stormbird”, tem 9 metros e é uma réplica fiel dos barcos da época viking, com direito a cabeça de dragão na proa e escudos vikings ao longo do casco.

                                                         

                                                        O barco construído pelos ex-militares, inclusive,  já é capaz de navegar — apesar de ainda não ter ido para a água. Seu destino mais recente, na verdade, foi um festival viking em York, também na Inglaterra.

                                                        Foto: Bob Marshall / Facebook / Reprodução
                                                        Foto: Bob Marshall / Facebook / Reprodução

                                                        Para Bob Marshall, “mega-projetos” como esse ajudam a afastar os pensamentos destrutivos que afetam as pessoas que sofrem de transtorno de estresse pós-traumático. A iniciativa, ainda segundo ele, também ajuda os participantes a redescobrirem o espírito de companheirismo, tão comum nos tempos de exército.

                                                        Foto: Bob Marshall / Facebook / Reprodução

                                                        Assim, depois do festival de York, o barco viking construído pelos ex-soldados será utilizado para arrecadar fundos para financiar a construção de outra embarcação.

                                                        Foto: Bob Marshall / Facebook / Reprodução

                                                         

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                                                          Por: Vand Vieira -

                                                          Dois dos maiores tenistas da atualidade, Frances Tiafoe e Holger Rune estão mais do que acostumados às quadras. Porém, no último fim de semana, o estadunidense e o dinamarquês tiveram uma experiência nova ao participar de uma partida de exibição no Aberto do México.

                                                          É que, para o amistoso, os atletas foram levados a uma quadra flutuante na Baía de Santa Lúcia. A ideia era chamar ainda mais atenção para o início do ATP 500 de Acapulco, que começou em 24 de fevereiro e segue até 1º de março.

                                                          Frances Tiafoe e Holger Rune no México
                                                          Holger Rune e Frances Tiafoe no México. Foto: ATP / Divulgação

                                                          “Foi incrível! Nunca tinha feito isso antes”, comentou Tiafoe. “Sempre que estou por aqui, não costumo sair muito do hotel. Então, poder ver as paisagens de Acapulco, com os penhascos e tudo mais, foi maravilhoso. Espero que Rune também tenha gostado”, completou ele.


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                                                          Embora essa tenha sido a estreia do estadunidense na quadra flutuante do torneio, grandes nomes do esporte já passaram por lá. Em 2014, na última vez em que a usaram, Eugenie Bouchard e Grigor Dimitrov foram os astros da mesma ação.

                                                          Holger Rune e Frances Tiafoe no México. Foto: Instagram @atptour / Reprodução

                                                          “Foi uma experiência maravilhosa! Voamos de helicóptero pela baía e pegamos um iate para chegar até a quadra. Nunca havia jogado tênis na água, então finalmente posso dizer que fiz isso. […] Nós nos divertimos muito”, disse a tenista canadense na ocasião.

                                                           

                                                          Algo parecido também já foi feito no Qatar, com as presenças ilustres de Rafael Nadal e Roger Federer, como forma de promoção do ATP 250 de Doha. A diferença é que os dois, que haviam acabado de participar de uma competição amigável em Abu Dhabi, literalmente jogaram na água.

                                                           

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                                                            25/02/2025

                                                            Projeto que visa incentivar a participação feminina na vela, o Elas na Vela oferece cursos da modalidade para mulheres e ganhará, em breve, sua primeira competição. Tudo isso no Iate Clube Guaíba, em Porto Alegre (RS).

                                                            A 1ª edição da regata Elas na Vela já tem data marcada: acontecerá de 14 a 16 de março, próximo ao Dia Internacional das Mulheres. Ao longo dos três dias, as participantes poderão desfrutar de um ambiente acolhedor, com direito a, além das disputas, curso de resgate, palestras inspiradoras e música ao vivo.

                                                             

                                                            Muito além disso, porém, será a integração das mulheres à modalidade — o grande desejo das idealizadoras da iniciativa, Viviane Pestano e Marlene Guevara.

                                                             

                                                             

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                                                            Viviane começou a velejar em 2012, por intermédio do marido, e já soma travessias e regatas no currículo. Marlene, por sua vez, hoje comandante, é neta e filha de velejadores — portanto, nasceu em meio a este universo, com direito a barcos na família. “Meu pai começou a me levar para vejejar com 30 dias de idade”, conta ela.

                                                            Viviane Pestano e Marlene Guevara durante o 1º curso de vela, em fevereiro de 2022. Foto: Arquivo Pessoal

                                                            Após perceberem a baixa participação feminina nas atividades náuticas, a dupla se debruçou no tema, em 2021. Hoje, elas oferecem cursos — ministrados por Marlene e auxiliados por Viviane –, organizam competições e criaram uma comunidade ativa para conectar e fortalecer a presença das mulheres na vela.

                                                            Foto: Instagram @elas_na_vela / Reprodução

                                                            Viviane, inclusive, sabe bem como é estar do outro lado, já que sentiu na pele a transição para dentro deste universo. Ela, que navegava com o marido e expressava o desejo de “ser apenas tripulante”, teve a certeza de que precisava saber ao menos o básico da navegação quando tomou conhecimento de um acontecimento marcante, que acabou tirando a vida de um comandante.

                                                             

                                                            Acredita-se que o rapaz, durante uma manutenção no motor de popa no mar, acabou tendo um mal súbito. “A esposa não sabia o que fazer, não pôde manobrar o barco para tentar encontrá-lo, jogar uma boia de salvamento”, conta Viviane.


                                                            A velejadora explica que, conversando com outras mulheres, identificou um problema que ela mesma também teve no começo: a comunicação com os homens.

                                                            “Eles querem fazer tudo, mas na hora que aperta, que precisam de auxílio, não sabem pedir ajuda e a mulher também não sabe ajudar, já que isso nunca é solicitado”.

                                                            Comecei a me interessar mais pela segurança e acabei me apaixonando– Viviane Pestano, do Elas na Vela

                                                            Foi a partir disso que, junto de Marlene, a dupla começou a “incomodar” as mulheres para que aprendessem a velejar. Nascia, assim, o curso Elas na Vela.

                                                             

                                                            Atualmente, as aulas são realizadas em dois dias. No primeiro, é feita uma aula teórica no período da manhã e a prática, à tarde. No segundo dia, o tempo é reservado para a aula prática.

                                                             

                                                             

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                                                            As alunas recebem da experiente Marlene as apostilas, e aproveitam os aprendizados práticos na embarcação da comandante, o Veleiro Urso, um Nestor Volker de 23 pés. É justamente nesta embarcação que a velejadora participa de regatas com o marido e os filhos, “sempre no comando”, como ela destaca.

                                                            Foto: Arquivo Pessoal

                                                            O curso Elas na Vela, em 2022, me fez ficar mais confiante ao comandar uma embarcação– relata Jaqueline Dilly, que apoia ativamente a iniciativa

                                                            Foto: Arquivo Pessoal

                                                            Além de Viviane e Marlene, Jaqueline Dilly, Lusiane Borba, Maria Eduarda Guimarães Lopes, Georgia Lopes Osório, Vera Lopes, Luciana Scarrone, Tatiana Dalri e Elisabete Hartmann colaboram direta ou indiretamente com a iniciativa.

                                                             

                                                            Para saber mais sobre os cursos do Elas na Vela ou para se inscrever na regata, entre em contato através do e-mail [email protected].

                                                             

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