Agora submersa, área na costa da Austrália pode ter abrigado até 500 mil pessoas no passado

Paleocontinente de Sahul pode ter atingido os 390 mil km² e ter sido um local habitável antes de afundar

15/05/2024

Talvez você nunca tenha ouvido falar de Sahul, mas esse paleocontinente, que abrangia massas de terra da Austrália continental, Tasmânia, Nova Guiné e Aru Ilhas, pode ter abrigado até meio milhão de pessoas há cerca de 70 mil anos, antes de ficar submerso, conforme explica uma pesquisa publicada no Quaternary Science Reviews.

Também chamada de “Atlântida australiana”, pesquisadores consideram que a região, detentora de uma extensão de terra que pode ter atingido os 390 mil km², poderia ter sido um local habitável antes de afundar, sendo inclusive útil para as migrações que aconteceram da atual Indonésia para a Austrália.

Foto: Quaternary Science Reviews / Divulgação

Para chegar a essas informações, cientistas se debruçaram em uma investigação sobre os níveis do mar entre 9 e 70 mil anos atrás. Com o apoio dos dados de mapeamento da área, estudiosos conseguiram recriar as condições da região de Sahul ainda naquela época.

 

Hoje submerso, o local contou com períodos em que o nível do mar chegou a ficar 40 metros mais baixo, entre 59 e 71 mil anos atrás. Nesse intervalo de tempo, foi criado uma espécie de “colar curvo” de ilhas, na extremidade noroeste do continente australiano.


Já há 14 e 29 mil anos, durante um período glacial, o mar atingiu níveis ainda mais baixos, expondo uma área com 1,6 o tamanho do Reino Unido, com recursos convidativos para os humanos, como um mar adjacente, um lago de água doce e alguns rios. A partir dessas condições, pesquisadores acreditam que de 50 mil a meio milhão de pessoas viveram ali.

Foto: Quaternary Science Reviews / Divulgação

Contudo, quando o planeta começou a aquecer e o nível do mar subiu, a população que vivia no território de Sahul precisou deixar o local. Uma outra pesquisa, publicada na Nature, reforça essa ideia com base em uma análise genética feita em moradores das Ilhas Tiwi, no limite da região, pela qual se descobriu que, no mesmo período de aquecimento, houve um fluxo de novas populações no local.

Foto: Quaternary Science Reviews / Divulgação

Outra análise observa o aumento no depósito de ferramentas de pedra nas regiões periféricas da Austrália no mesmo espaço de tempo, além de artes rupestres com novos estilos, temas e mais figuras humanas, que podem estar associadas à chegada de mais pessoas nessas regiões.

Foto: Quaternary Science Reviews / Divulgação

 

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    Exclusivo e veloz: escuderia alemã entra no ramo náutico e lança barco elétrico que chega aos 85 km/h

    ABT Sportsline fechou parceria com a austríaca Marian para lançar 20 exemplares da lancha; valores chegam aos R$ 2,5 milhões

    Se você é louco por barco mas acompanha o automobilismo — mesmo que de longe –, certamente já ouviu falar da ABT Sportsline, afinal, essa é uma das escuderias mais famosas da Europa, com equipe na Formula E e parcerias com Audi e Volkswagen. A alemã, agora, resolveu se aventurar no mundo náutico, e chega em grande estilo: uma embarcação elétrica de luxo, em edição limitada, que alcança os 85 km/h.

    Para se aventurar em um novo território, a ABT precisava manter o alto índice de qualidade, que a fez fechar parcerias na eletrificação dos carros de duas das principais marcas de automóveis do mundo. Assim, a empresa alemã se uniu ao estaleiro austríaco Marian, reconhecido pelo luxo e tradição nas embarcações elétricas, com mais de 20 anos de mercado.

    Foto: Marian Electric Yachting / Divulgação

    O resultado foi o ABT-Marian M 800-R, uma lancha sofisticada, com ares de exclusividade e totalmente elétrica. Apesar de fugir dos motores convencionais, a embarcação entrega 603 cv de potência e é capaz de atingir incríveis 85 km/h, graças a uma bateria de íons de lítio de 121 kWh.

    Duas empresas tradicionais com ideias semelhantes se unem e representam a obra perfeita, com espírito inovador e progresso tecnológico– Hans-Jürgen Abt, sócio-gerente da ABT Sportsline

    O M 800-R percorre até 50 milhas (80 km) — ou aproximadamente 144 minutos — no modo cruzeiro, e vem equipado com carregador rápido CCS de 150 kW, que recarrega sua bateria em menos de uma hora.

    Foto: Marian Electric Yachting / Divulgação

    Apresentado pelas marcas ABT Sportsline e Marian durante uma corrida de Fórmula E no principado de Mônaco, em abril deste ano, o M 800-R tem 7,9 metros de comprimento, 2,5 metros de boca e foi finalizado com as cores vermelho brilhante e preto Alcântara.


    Na ABT Sportsline, temos um parceiro cuja expertise fez do M 800-R um barco esportivo excepcional. Como especialista em iates elétricos, a promoção de e-drives no setor marítimo é particularmente importante para nós– Ion Marian, CEO da Marian

    Entre os destaques do barco está um display multifuncional especial de 12 polegadas, sistema de som Bang & Olufsen e um volante com iluminação diferenciada. Com apenas 20 exemplares a serem lançados pelo estaleiro austríaco, a embarcação sai por 450 mil euros (quase R$ 2,5 milhões, com valores convertidos em maio de 2024).

    Foto: Marian Electric Yachting / Divulgação
    Foto: Marian Electric Yachting / Divulgação
    Foto: Marian Electric Yachting / Divulgação

     

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      Marina exclusiva para iates de luxo é nova aposta dos sauditas

      Batizada de Jaumur, projeto é pensado para a marina de Neom, cidade futurista da Arábia Saudita

      14/05/2024

      Não é novidade que a Arábia Saudita quer, cada vez mais, tornar-se um país atrativo para os turistas. Essa iniciativa, inclusive, tem passado fortemente pelo esporte, com clubes sauditas investindo valores astronômicos em atletas de ponta, como Cristiano Ronaldo e Neymar. Agora, a novidade vem com uma marina de luxo, exclusiva para iates, batizada de Jaumur, na cidade futurista de Neom.

      Para se ter uma ideia do tamanho de tudo isso, vale ressaltar que a cidade de Neom é um projeto de “cidade do futuro” da Arábia Saudita, que está em andamento desde 2021. Trata-se de uma proposta liderada por Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro e primeiro-ministro do país, junto com Roger Nickells, ex-CEO da BuroHappold.

      Foto: Neom / Divulgação

      A Neom será composta por quatro regiões: Sindalah, Trojena, Oxagon e Line, todas com projetos arquitetônicos assinados por Morphosis, Zaha Hadid, Mecanoo, Aedas e UNStudio, que incorporarão à Neom tecnologias de cidades inteligentes e conceitos futuristas de planejamento urbano.

      Foto: Neom / Divulgação

      Além das quatro regiões, há uma já estabelecida: o Golfo de Aqaba, na ponta norte do Mar Vermelho, a leste da Península do Sinai e com litoral dividido entre Egito, Israel, Jordânia e Arábia Saudita. Justamente neste último país nascerá a Jaumur, “uma comunidade cosmopolita de marinas”, como define a própria Neom.

      Jaumur será uma comunidade residencial exclusiva situada em torno de uma inspiradora marina de superiates. Sendo o maior bairro de luxo ao longo da costa do Golfo de Aqaba, oferecerá a mais de 6 mil residentes os mais elevados padrões de vida– ressalta a Neom

      Jaumur será um destino de luxo do mais alto padrão, com a promessa de combinar experiências em terra e no mar, complementando o desenvolvimento regional da Neom. Até 6 mil pessoas poderão residir na Jaumur, que contará com nada menos que 500 apartamentos na marina e cerca de 700 vilas de luxo, com acesso à beira-mar e ancoradouro privado. Dois hotéis ainda oferecerão 350 quartos e suítes luxuosas.

      Foto: Neom / Divulgação

      O projeto prevê a marina como o “coração” do empreendimento, e deixará isso muito claro em sua estrutura. Uma espécie de aerofólio de 1,5 km estará acima da marina, proporcionando proteção solar durante todo o ano para as grandiosas embarcações — que, inclusive, deverão ter até 150 metros.

       

      A estrutura terá forma semelhante a uma flecha, que ficará apontada para o deserto. Desafiando a gravidade, o aerofólio formará uma entrada de tirar o fôlego para a marina, como um portal para os maiores iates do mundo.

      Foto: Neom / Divulgação

      Outro espaço vai abrigar um centro de pesquisa em alto-mar, com expedições submersíveis para o estudo do litoral saudita. O “calçadão” da marina trará ainda experiências de entretenimento, lazer e cultura, com eventos artísticos e programas de performance durante todo o ano, complementados por lojas exclusivas e opções gastronômicas de classe mundial.

      Foto: Neom / Divulgação

       

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        Com 95 suítes, iate da Four Seasons confirma dez primeiros e luxuosos itinerários

        Preços para a suíte mais em conta na viagem inaugural ao Caribe começam em R$ 102 mil

        Por: Redação -

        O primeiro iate da rede hoteleira Four Seasons, o Four Seasons I, está a poucos meses de sua estreia nas águas e os ansiosos por desfrutar de luxuosos itinerários já podem começar a se programar. Afinal, foram definidos os dez primeiros destinos da embarcação, prevista para ganhar os mares no começo de 2026.

        As viagens, com duração de cinco a 12 noites, explorarão mais de 130 locais, distribuídos em 30 países. Os passageiros ainda terão a oportunidade de incluir, no dia a dia, experiências e passeios de seu agrado.

        Foto: Divulgação

        Os preços variam de acordo com o itinerário e o tipo de suíte. O mais em conta custa US$ 19,9 mil (R$ 102,5 mil, na conversão feita em maio) e é apresentado nas duas primeiras saídas do iate. Com vista para o mar, a suíte mais simples oferece 44 m² de espaço, com terraço de 6 m² a 13 m².

         

        Os valores para os quartos mais luxuosos não foram divulgados, mas imagina-se que o recorde será batido no último dos dez primeiros itinerários do Four Seasons I, já que, nessa viagem, a hospedagem mais simples sai por US$ 36,5 mil (R$ 188 mil).

         

        Com 95 suítes, o iate promete ser um verdadeiro paraíso sobre as águas. Para se ter uma ideia, a Funnel Suite, a mais luxuosa da embarcação, terá quatro andares, 898 m², piscina infantil, spa privativo e vistas panorâmicas de 280º. No deque de popa, os passageiros terão à disposição uma piscina de água salgada, projetada para ser esvaziada rapidamente, de forma a permitir que o piso seja elevado e convertido em uma área para diferentes eventos.

        Foto: Divulgação

        Itinerários do Four Seasons I

        Conforme descrito no site da empresa, a viagem inaugural e as duas seguintes passarão por algumas das ilhas mais cobiçadas do Caribe, como Santa Lúcia, Barbados, Aruba e Curaçao. As atividades vão da vida noturna em locais como St Barths, à prática de mergulho e observação da barreira de corais de Granadina.


        A partir de março, é a vez do itinerário do Four Seasons I conquistar o Mediterrâneo. Os destinos incluem cenários belíssimos de Portugal, Croácia, Espanha, Turquia, Itália, Gibraltar e Montenegro.

        Foto: Divulgação

        Por fim, as ilhas gregas entram em foco e ganham um capítulo especial dentro da agenda do iate. Atenas, Santorini e Milos são alguns dos locais em que a embarcação atracará, oferecendo aos passageiros a oportunidade de imergir em cultura, história e belezas naturais.

         

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          Team Brazil se recupera da estreia e fica em segundo lugar em corrida de barcos elétricos

          Repleto de celebridades, segundo GP da E1 aconteceu na Itália; confira resultados

          Após uma estreia complicada, em que ficou em último lugar, o Team Brazil se recuperou na E1 Series — primeira competição de corrida de barcos elétricos — e terminou o Grande Prêmio (GP) de Veneza, na Itália, em segundo lugar — ficando atrás apenas do Team Brady.

          Este foi o segundo GP realizado pela E1, que aconteceu neste último domingo (12). E diferente do primeiro, que ocorreu em Jeddah, na Arábia Saudita, o Team Brazil teve mais tempo de se preparar, e o resultado foi visto nas águas: segunda colocação, a melhor da equipe até então.

           

           

          Com 21 pontos, o Team Brady garantiu mais uma vitória, visto que já tinha vencido o GP de Jeddah. O Brazil vem logo atrás com 16 pontos, seguidos do estreante Team Westbrook — novo time da liga e que tem Will Smith como dono — na terceira colocação, com 13 pontos.

           

          Assim, o time que homenageia o Brasil pulou da lanterna ao quarto lugar geral, numa tabela que conta com nove times. No momento, a equipe verde e amarela está atrás do Team Rafa (do tenista Rafael Nadal), do Team Miami (do cantor Marc Anthony) e do líder Team Brady (do ex-jogador de futebol americano Tom Brady).

          Foto: Instagram @e1teambrazil/ Reprodução

          Inclusive, o ex-marido de Gisele Bündchen esteve presente na corrida torcendo pela sua equipe, e se juntou a eles na comemoração. Do lado verde e amarelo, o sueco Timmy Hansen e a britânica Catie Munnings, pilotos do Team Brazil, também comemoram no pódio. Confira!

           

           

          O próximo Grande Prêmio da E1 Series está marcado para os dias 1 e 2 de junho, em Puerto Banús, no município de Marbella, na Espanha.

          Como funciona a E1 Series?

          A E1 Series é uma corrida de alta velocidade em barcos conhecidos como “Racebirds”, que podem chegar a quase 100 km/h, alimentados por baterias elétricas, e usam a tecnologia de hidrofólios para “planar sobre as águas” — assim como já acontece com os veleiros da célebre America’s Cup.

          Foto: Instagram @e1teambrazil/ Reprodução

          O GP da E1 funciona da seguinte forma: há uma corrida qualificatória com os nove barcos do torneio — o time que termina na primeira colocação ganha um ponto extra. Na fase seguinte, há três semifinais (com três equipes cada). Os melhores de cada chave e o vencedor do Play-Off (disputada pelos seis competidores que não se classificaram a final) avançam para a Super Final, disputada por quatro equipes.

          Foto: Instagram @e1series/ Reprodução

          O último colocado do Play-Off fica de fora do Place Race, corrida disputada por times que não avançaram para a SuperFinal, que serve para somar pontos na classificação geral. Entenda como ficam as pontuações de cada colocado ao final do Grande Prêmio.

          • 1º colocado (vencedor da Super Final): +20 pontos;
          • 2º colocado (vice da Super Final): +16 pontos;
          • 3º colocado (terceiro da Super Final): +13 pontos;
          • 4º colocado (último da Super Final): +10 pontos;
          • 5º colocado (primeiro do Place Race): +7 pontos;
          • 6º colocado (vice do Place Race): +5 pontos;
          • 7º colocado (terceiro do Place Race): +3 pontos;
          • 8º colocado (último do Place Race): +2 ponto.
          • 9º colocado (último do Place Race): +1 ponto

          Vale destacar que a equipe com a volta mais rápida também ganha um ponto extra. Além disso, todas as etapas — Place Race e Super Final — são disputadas duas vezes, visto que toda equipe da E1 Series tem dois pilotos — um homem e uma mulher — , e cada um pilota uma vez dentro dessas fases.

           

          Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

           

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            Edição 2024 do maior salão náutico do Sul do Brasil acontecerá durante quatro dias, de 4 a 7 de julho, na Marina Itajaí

            A segunda edição do maior salão náutico do Sul do Brasil já tem data para acontecer. De 4 a 7 de julho, a cidade de Itajaí, em Santa Catarina, será palco do Marina Itajaí Boat Show 2024. Esta é a próxima parada dos Boat Shows brasileiros — que, neste ano, já passou pelo Rio de Janeiro e ainda atracará em Brasília, São Paulo, Salvador e Foz do Iguaçu, respectivamente.

            Em 2023, a Boat Show Eventos — que há 25 anos realiza os maiores eventos do setor na América Latina, assumiu o antigo Salão Náutico Marina Itajaí e elevou o evento a nível nacional, encantando mais de 21 mil visitantes durante quatro dias, em uma mistura de negócios e celebração à beira d’água.

            Foto: Revista Náutica

            Na primeira edição do Marina Itajaí Boat Show, a cidade catarinense recebeu 60 embarcações, de 16 a 90 pés, a maioria exposta na água, em estandes flutuantes, permitindo ao visitante comparar preços e produtos e até realizar um test-drive.

            Foto: Revista Náutica
            Foto: Revista Náutica

            O Marina Itajaí Boat Show reuniu ainda lojas de produtos e serviços náuticos, além de um desfile de moda e apresentação de veículos off road e carros de luxo.

            Foto: Revista Náutica

            O resultado: muitos negócios gerados, que impulsionaram ainda mais um setor que emprega cerca de 100 mil pessoas, conforme dados da Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Implementos (Acobar).

            O sucesso do Marina Itajaí Boat Show é mais um exemplo da força náutica de Santa Catarina, região que concentra boa parte da produção de embarcações de lazer do país– avaliou, na ocasião, Ernani Paciornik, presidente de NÁUTICA

            A fala de Ernani reflete bem o fato de, na última década, o estado de Santa Catarina ter conquistado o status de principal polo náutico da América Latina, tanto em número de estaleiros quanto de barcos construídos.

            Foto: Revista Náutica

            Para se ter uma ideia, dos cerca de 150 estaleiros de barco de lazer em atividade no país, pelo menos 40 estão estabelecidos em Santa Catarina. Em 2021, o estado foi responsável por 90% das exportações de barcos brasileiros.

            Foto: Revista Náutica

            Itajaí, por sua vez, detém a principal estrutura náutica catarinense (e uma das principais do país). A cidade conta muitas empresas ligadas à produção náutica e é sede dos principais estaleiros especializados na construção de iates e lanchas de grande porte, segmento em que responde por mais de 50% da produção náutica nacional.

            Foto: Revista Náutica

            A criação do Salão Náutico Marina Itajaí, em 2016, representou um avanço na forma de se comunicar com os consumidores e gerar bons negócios. A transformação do evento com a chancela Boat Show, em 2023, representou um passo a mais no estímulo da economia por meio da compra e venda de embarcações.

            Foto: Revista Náutica
            Foto: Revista Náutica

            “Recebemos muita gente de fora de Santa Catarina. Visitantes de São Paulo, do Rio, do Paraná, do Rio Grande do Sul. Todos bem interessados nos nossos produtos. Certamente, a marca Boat Show despertou mais interesse do público”, avaliou José Eduardo Cury, presidente da Mestra Boats, no evento de 2023.


            Vale dizer que o Marina Itajaí Boat Show 2024 é também uma excelente opção de lazer, com boas opções gastronômicas e áreas de convivência com vista para o mar. Somando isso às atrações turísticas de Itajaí e região — como Parque Beto Carrero World e o Museu Histórico de Itajaí — o evento se torna imperdível.

            Foto: Revista Náutica

            Marina Itajaí Boat Show 2024

            O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família.

             

            Anote aí!

            Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
            Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
            Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
            Mais informações: site do evento
            Ingressos: site oficial de vendas

             

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              Realizados pelo Yacht Club Paulista, eventos reuniram cerca de 2 mil pessoas para apreciar embarcações cheias de história

              13/05/2024

              O início de maio foi movimentado nas águas da Represa de Guarapiranga, na zona sul de São Paulo. Em clima de festa e nostalgia, fãs de barcos puderam admirar de perto modelos com décadas de história durante dois eventos realizados pelo tradicional Yacht Club Paulista, o YCP.

              No feriado de 1º de maio, o clube sediou a 3ª edição do Classic Sailing Festival, que exibiu belos veleiros de madeira que, segundo o YCP, marcaram a origem e tradição da vela no nosso país. Uma linha do tempo exibiu a evolução da classe Snipe, com barcos desde 1959 até hoje.

              Foto: Carlos Gomes/Divulgação YCP

              Além disso, os veleiros clássicos ainda participaram de uma regata nas águas da represa de Guarapiranga, para a alegria dos cerca de 600 visitantes que acompanharam o evento no clube.

              Foto: Carlos Gomes/Divulgação YCP
              Foto: Carlos Gomes/Divulgação YCP

              Já nos dias 4 e 5 de maio foi a vez do ronco de motores invadir a represa, em um final de semana em que embarcações clássicas dos anos 1950, 1960 e 1970 foram as estrelas do local.

              Foto: Carlos Gomes/Divulgação YCP
              Foto: Carlos Gomes/Divulgação YCP
              Foto: Carlos Gomes/Divulgação YCP

              Segundo Sérgio Canineo, comodoro do Yacht Club Paulista, o VIII Classic Boat Festival reuniu nada menos que 60 embarcações e cerca de 1.300 pessoas para admirar verdadeiras relíquias — muitas delas equipadas com motores de automóveis.

              Foto: Carlos Gomes/Divulgação YCP
              Foto: Carlos Gomes/Divulgação YCP
              Foto: Carlos Gomes/Divulgação YCP

              Nos dois dias de Classic Boat, o público acompanhou exibições de modelos cracker box e Fórmula Indy — principais categorias de motonáutica, esporte praticado com embarcações de alta velocidade.

              Foto: Carlos Gomes/Divulgação YCP
              Foto: Carlos Gomes/Divulgação YCP
              Foto: Carlos Gomes/Divulgação YCP

              Para completar a festa, o YCP organizou apresentações de ski aquático e wakeboard, bem como o tradicional passeio com barcos clássicos, que navegaram juntos pela Guarapiranga.

              Foto: Carlos Gomes/Divulgação YCP
              Foto: Carlos Gomes/Divulgação YCP
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                Comprador misterioso adquire iate histórico dos Estados Unidos por valor de “pechincha”

                Considerado raro, barco fabricado nos anos 60 foi arrebatado por menos de US$ 1 milhão; confira

                Se um dia você achou que teve uma enorme barganha, é porque não conhece a história do comprador do Wishing Star. Um dos iates clássicos mais charmosos já feitos nos Estados Unidos, agora tem um proprietário desconhecido, mas que adquiriu um belo barco pagando relativamente pouco.

                Estamos falando de uma das embarcações que fazem parte da história da construção naval americana. Os primeiros modelos deste barco foram produzidos em 1920, e o último em 1972. Inclusive, o Wishing Star foi construído pela Trumpy, mesmo estaleiro que fez os iates presidenciais dos EUA de 1930 a 1977.

                Foto: Worth Avenue Yachts/ Divulgação

                O novo proprietário misterioso do iate clássico certamente sabia dessas informações, e por isso adquiriu o barco. No momento da venda, o Wishing Star tinha o último preço pedido conhecido de aproximadamente US$ 800 mil (cerca de R$ 4 milhões em conversão realizada em maio de 2024).

                 

                Um dos motivos que surpreende ainda mais uma aquisição tão barata — no ponto de vista dos milionários — é que o barco foi totalmente remodelado há apenas um ano. Ou seja, a embarcação não precisa de maiores investimentos para navegar em novas aventuras.

                Foto: Worth Avenue Yachts/ Divulgação

                Agora, junte isso ao fato do iate ter mais de meio século de existência — visto que este modelo foi fabricado em 1963 — , e o proprietário conseguiu uma barganha daquelas! Além de ter parte da história estadunidense em seus domínios, o novo dono da Wishing pagou bem menos do que o estimado.

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                Não bastasse ter um iate clássico por uma pechincha, este modelo do Wishing Star ainda pode ser considerado raro. Afinal, se trata do único barco de 84 pés da Trumpy que mantém a popular configuração cruiser, além de muita sofisticação e glamour — como já era esperado.

                Foto: Worth Avenue Yachts/ Divulgação

                Com aproximadamente 25 metros de comprimento, o barco não chega a ser um superiate, mas seu tamanho atende bem as expectativas da época. Nos anos 1960, ainda não tinha chegado a febre dos enormes cascos — que tomaria conta apenas duas décadas depois, em 1980.

                Apesar da estrutura modesta — que não significa ultrapassada — , o iate clássico da Wishing Star ainda é um Trumpy, que lhe garante um design único no casco branco, e a temática de madeira escura e polida. Além disso, o barco possui três cabines — uma máster e duas duplas — , que acomodam até seis pessoas.

                Foto: Worth Avenue Yachts/ Divulgação
                Foto: Worth Avenue Yachts/ Divulgação

                Frutos da recente reforma, a cabine de popa em teca foi totalmente reconstruída em 2023, junto com a subestrutura do iate. O Wishing Star tem capacidade para até oito pessoas, possui uma área para relaxar ao sol e uma plataforma de popa para acessar a água.

                 

                A aparência clássica do iate se mantém na parte interna, onde as mesas laterais com tampo de mármore e uma escrivaninha transformam o interior do barco numa espécie de viagem no tempo, principalmente no que diz respeito à construção náutica.

                Por fim, dois motores da General Motors — Twin Detroit 12V — e os geradores Northern Lights garantem um cruzeiro suave a 13 nós (24 km/h) e uma velocidade máxima de 16 nós (aproximadamente 30 km/h).

                 

                Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                 

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                  Navio ‘amaldiçoado’ que naufragou 115 anos atrás é encontrado nos EUA

                  Adella Shores saiu ao mar com uma carga de sal e 14 tripulantes em 1909, mas nunca mais foi visto

                  Por: Redação -

                  Um navio com fama de ‘amaldiçoado’ foi encontrado no fundo do Lago Superior, nos Estados Unidos, após permanecer desaparecido ao longo de 115 anos. Embarcação a vapor, o Adella Shores levava uma carga de sal e 14 tripulantes a bordo quando naufragou em 1º de maio de 1909, em Whitefish Point, Michigan.

                  A descoberta foi divulgada neste ano, no mesmo dia e mês da tragédia, pela Sociedade Histórica de Naufrágios dos Grandes Lagos (GLSHS), que aponta que o navio ‘amaldiçoado’ estava a cerca de 200 metros de profundidade e a 64 km de distância de onde afundou.

                  Foto: Sociedade Histórica do Naufrágio dos Grandes Lagos/ Divulgação

                  Apesar de revelado só agora, o mistério do paradeiro da embarcação foi desvendado em 2021, pelos irmãos Dan e Darryl Ertel — que é diretor de Operações Marítimas da GLSHS. Eles encontraram os destroços por meio do sonar, instrumento que detecta e localiza objetos submersos.

                  Por dentro do navio ‘amaldiçoado’

                  Construído em 1894, o Adella Shores recebeu esse nome em homenagem à filha do proprietário da Shores Lumber Company, responsável pela embarcação de 195 pés.

                  Foto: Sociedade Histórica do Naufrágio dos Grandes Lagos/ Divulgação

                  No momento do tradicional batismo do navio, em que a madrinha ou padrinho quebra uma garrafa de champanhe no casco para “afugentar” os perigos do mar, a família optou por trocar a bebida por água, já que era rigorosa quanto ao consumo de álcool. Daí a fama de ser amaldiçoado.


                  Quando em operação, a embarcação chegou a afundar duas vezes em águas rasas, mas após ambos os incidentes foi colocada de volta à ativa. Na época do naufrágio, o Adella Shores seguia o Daniel J. Morrell — maior navio a vapor de aço daquele tempo — por um espesso fluxo de gelo.

                   

                  O problema é que, ao contornarem o Whitefish Point, os barcos foram atingidos por um forte vendaval, o que fez com que o Adella Shores ficasse para trás e fora da vista do Morrell. Alguns destroços chegaram a ser encontrados, mas nenhum dos 14 corpos dos tripulantes apareceu.

                  Foto: Sociedade Histórica do Naufrágio dos Grandes Lagos/ Divulgação

                   

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                    Robô submarino descobre cinco fontes hidrotermais nas profundezas do Pacífico

                    Jatos de água chegam aos mais de 300°C e estão a cerca de 2,5 mil metros de profundidade

                    Graças a um robô subaquático, pesquisadores da Universidade de Lehigh, nos Estados Unidos, encontraram cinco novas fontes hidrotermais na Dorsal do Pacífico Leste, no Oceano Pacífico. Os jatos de água estão a cerca de 2,5 mil metros de profundidade, e podem alcançar temperaturas acima dos 300°C.

                    As fontes hidrotermais são o resultado de infiltrações da água do mar através de fissuras na crosta oceânica, próximas de centros de expansão ou zonas de subducção. A água de temperaturas altíssimas que sai das fontes é oriunda do magma, proveniente do interior da Terra.

                    Foto: Wikimedia Commons / Reprodução

                    As novas fontes hidrotermais estão na Dorsal do Pacífico Leste, localização que compõe uma parte da cordilheira meso-oceânica, onde, atualmente, duas placas tectônicas estão se afastando. Os fortes jatos que saem das fontes são ricos em minerais e sulfuretos metálicos, e abrigam uma diversidade de espécies marinhas, como peixes e caranguejos.

                    O robô subaquático Sentry foi o responsável pela descoberta das fontes hidrotermais. Foto: Mae Lubetkin / Reprodução

                    A visualização das fontes só foi possível graças ao trabalho do robô submarino autônomo Sentry, operado pelo programa National Deep Submergence Facility (NDSF), do Instituto Oceanográfico de Woods Hole (WHOI) — um centro de pesquisa sem fins lucrativos nos EUA, que auxiliou os pesquisadores no mapeamento do fundo do mar.


                    A ideia, agora, é que uma embarcação tripulada, chamada Alvin, faça um mergulho até o local, uma vez que o Sentry conseguiu criar mapas de alta resolução, que vão permir aos pesquisadores detectarem “prováveis ​​novos campos hidrotermais”, como afirma McDermott, cientista-chefe da expedição.

                    Isso nos dá ótimos alvos para o Alvin e a oportunidade de fazer múltiplas descobertas em um único mergulho– ressalta McDermott

                    Essa não será a primeira vez que o submarino Alvin estará presente em uma missão que envolva fontes hidrotermais. A embarcação descobriu suas primeiras fontes ainda em 1977, em uma cordilheira oceânica ao norte das Ilhas Galápagos, também no Oceano Pacífico.

                     

                    As descobertas são essenciais para o estudo da vida na Terra, uma vez que estudiosos acreditam que a vida teve início há aproximadamente 2,8 bilhões de anos, justamente a partir de fontes hidrotermais no oceano.

                     

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                      Graham de Zille, ex-piloto de corrida da Ferrari, encontrou nas águas uma paixão. Ainda nos anos 2000, o britânico comprou o que seria seu primeiro superiate de uma coleção que ainda receberia outros três, todos do estaleiro italiano Benetti — um dos mais tradicionais do setor, fundado em 1873. De lá pra cá, as embarcações passaram por negociações e, a mais recente, rendeu nada menos que US$ 30 milhões.

                      Há cerca de 25 anos, De Zille recebia seu primeiro superiate, um Benetti de 164 pés (50 metros). O segundo, um pouco maior, veio apenas três anos depois. O terceiro, de 196 pés (60 metros), foi lançado em 2008. O quarto, um megaiate de 213 pés (65 metros), foi encomendado antes mesmo de o terceiro sequer ficar pronto. Todos compartilhavam o nome Amnesia, e eram divididos com clientes charter de luxo.

                      Foto: 37South / Divulgação

                      Apesar de participar ativamente do processo de criação de cada uma das embarcações, Graham de Zille não ficou com os barcos por muito tempo. Inclusive, o assunto, agora, é o terceiro Benetti do ex-piloto, que recentemente foi arrematado por US$ 30 milhões (cerca de R$ 155 milhões com valores convertidos em maio de 2024).

                      Foto: 37South / Divulgação

                      Nascido como Amnesia, o barco mais tarde ficou conhecido como Andreas L, e mudou de mãos novamente em 2021. Agora MiMi, o modelo foi comercializado por US$ 6 milhões (cerca de R$ 31 milhões) a mais do que três anos atrás, uma vez que manteve o alto padrão em luxo e desempenho, e foi valorizado.

                      Foto: 37South / Divulgação

                      O MiMi traz em suas dimensões o DNA ultraluxuoso da Benetti. Projetado por Stefano Natucci, o superiate foi um dos principais modelos da linha de 60 metros do estaleiro italiano. Seu interior traz nada menos que seis cabines luxuosas, que acomodam até 12 convidados. A tripulação, por sua vez, conta com acomodações espaçosas, para 13 pessoas.

                      Foto: 37South / Divulgação

                      De estilo contemporâneo, o megaiate teve interiores pensados pelo estúdio britânico RWD, considerado por De Zille um dos melhores do mundo. Em 2019, o mesmo estúdio assinou uma reforma da embarcação, que contou com nova área lounge no beach club, novos equipamentos audiovisuais e móveis.


                      Atualmente, o Benetti de 2008 é equipado com academia, jacuzzi, spa, estabilizadores, wi-fi, tv por satélite e motores revisados. A diversão, por sua vez, fica mais do que garantida com opções como esqui aquático, jets, pranchas a remo, veleiros laser, trampolim inflável, caiaques oceânicos, pranchas de wake, equipamentos de mergulho e pesca e até um toboágua.

                      Foto: 37South / Divulgação

                      Apesar dos mais de 16 anos de existência, o superiate se mantém moderno e valorizado, atraindo os olhares mais refinados dos amantes do setor.

                      Foto: 37South / Divulgação

                       

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                        Arte e sustentabilidade: Museu de Vidro Flutuante deve ganhar as águas ainda esse ano

                        Projeto une arte em vidro para levar conscientização sobre mudanças climáticas às principais cidades do mundo

                        12/05/2024

                        O Museu de Vidro Flutuante é a nova forma de chamar atenção da sociedade para as questões climáticas, que a cada dia mostram suas consequências no planeta. Projetado pelo escritório de arquitetura Luca Curci Architects, o museu traz em seu interior uma curadoria de obras voltadas à reflexão sobre o tema.

                        Temperaturas mais altas, aumento no nível do mar, queimadas, poluição e chuvas em excesso são apenas alguns dos resultados do aquecimento global. Apesar de catástrofes evidentes, chamar a atenção para o assunto ainda se faz necessário, e as formas para isso são cada vez mais inusitadas — e necessárias.

                        Foto: Luca Curci Architects / Divulgação

                        O Museu de Vidro Flutuante chega como um projeto da italiana Luca Curci Architects, e tem como base o uso do vidro veneziano para atrair olhares acerca do assunto, através de um interior de mais de 1150 m², recheado de exposições, pinturas e instalações de arte em vidro, oferecendo um ambiente tranquilo — e diferente — para reflexão.

                        Através de uma pesquisa meticulosa de materiais e atenção ao entorno, o museu será um santuário onde a história do vidro encontra a experimentação contemporânea– destaca a Luca Curci Architects

                        A ideia é que o projeto, previsto ainda para 2024, leve consciência ambiental através da arte contemporânea sobre as águas para as principais cidades do mundo, como Singapura, Dubai, Hong Kong, Nova York e Busan, na Coreia do Sul.

                        Foto: Luca Curci Architects / Divulgação

                        “[O Museu] Representa uma iniciativa global, um símbolo de consciência ambiental, um espaço único onde convergem arte, natureza e tradição. É a fusão equilibrada entre arte contemporânea e design sustentável, que convidará à contemplação, à reflexão e à descoberta”, ressalta a Luca Curci Architects.


                        Essa não é a primeira vez que a empresa participa de projetos voltados à sustentabilidade. Em 2019, a Luca apresentou o “Cidade Vertical – Construção de Cidade com Energia Zero”, na Cúpula do Conhecimento, em Dubai. Em 2020, lançaram o “The Link City-Forest”, um conceito de cidade inteligente concebido para acomodar 200 mil pessoas, também de forma sustentável.

                        Foto: Luca Curci Architects / Divulgação
                        Foto: Luca Curci Architects / Divulgação
                        Foto: Luca Curci Architects / Divulgação
                        Foto: Luca Curci Architects / Divulgação
                        Foto: Luca Curci Architects / Divulgação
                        Foto: Luca Curci Architects / Divulgação

                         

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                          11/05/2024

                          A cidade de Nagoia, capital de Aichi, no Japão, será a sede dos Jogos Asiáticos de 2026. Por lá, visando reduzir custos, o comitê organizador da competição pretende trocar os complexos, geralmente construídos para acomodação dos atletas — como a Vila Olímpica –, por um navio de cruzeiro, que atuaria como um “hotel flutuante”.

                          O governador de Aichi — e presidente do comitê organizador –, Hideaki Omura, anunciou que planeja acomodar cerca de 3 mil pessoas na embarcação durante o evento, marcado de 18 de setembro a 3 de outubro de 2026.

                          Hideaki Omura. Foto: Lombroso / Wikimedia Commons / Reprodução

                          A ideia vem como complemento aos cerca de 50 hotéis que também devem ser utilizados como alojamento para os atletas, sendo que, destes, 10 ficarão na capital da província de Nagoia, 30 em outros lugares de Aichi e 10 fora da província — levando em conta a distância dos locais de competição e o acesso ao transporte.

                           

                          Para Omura, o navio de cruzeiro “significa que serão necessários menos hotéis” e, dessa forma, o comitê espera reduzir os custos com segurança e transporte. O governador leva em conta, contudo, que “as taxas de fretamento [de um navio] são mais altas do que o aluguel de hotéis” e, por isso, “o plano ainda está em consideração”.


                          Ainda assim, negociações com operadoras para alugar um navio de cruzeiro e ancorá-lo no cais Kinjo, no porto de Nagoia, por cerca de 20 dias, já estão em andamento.

                           

                          Toda essa movimentação acontece porque, em março de 2023, o comitê organizador decidiu não construir um conjunto habitacional devido ao aumento dos custos para tal, optando, em vez disso, por concentrar os cerca de 15 mil atletas esperados para os Jogos Asiáticos de 2026 em hotéis.

                           

                          O governador deve entregar um relatório sobre o assunto neste sábado (11), durante a assembleia geral da Olympic Council of Asia (OCA).

                           

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                            Criado pela empresa francesa Seabike, o dispositivo promete uma velocidade "sobre-humana"; confira

                            10/05/2024

                            Tem algumas invenções que você olha e pensa: “como isso não foi feito antes?” É este o caso da empresa francesa Seabike, que desenvolveu um monociclo subaquático, em que você pedala dentro d’água, nada numa velocidade razoável e com o mínimo de esforço.

                            Com este aparelho — também chamado de Seabike — , é possível usar a força das próprias pernas para acelerar. Basta prender o dispositivo na cintura, que a haste se adapta ao comprimento do seu corpo e você ganha um “pedalinho” em baixo d’água. Veja com seus próprios olhos!

                             

                             

                            Este empurrador, que é impulsionado por uma manivela, aciona uma espécie de hélice de 15 polegadas (38 centímetros) na extremidade do monociclo subaquático. Assim, uma vez na água, seus pés só precisam encontrar os pedais e está feito: você está nadando e pedalando ao mesmo tempo.

                            Foto: Seabike/ Divulgação

                            Os hélices também funcionam nos dois sentidos, caso alguém queira comandar o Seabike de ponta-cabeça — isso é, dirigir o dispositivo com os braços — , que, convenhamos, não tem a mesma graça. Além disso, ele também pode ser usado em mergulhos autônomos — do tipo em que se usa cilindros de ar comprimido.

                            Se a moda pega…

                            Não se preocupe com a velocidade do hélice. Segundo a marca, ela gira devagar o suficiente para pedalar num ritmo tranquilo e velocidade agradável. O monociclo subaquático também é flutuante — que facilita recuperá-lo caso ele se solte no mar — e fácil de transportar.

                            Foto: Instagram @seabike.club/ Divulgação

                            E por incrível que pareça, este monociclo subaquático não é totalmente uma novidade, visto que está no mercado há mais de um ano. Com duas variações — básica e Pro — , o Seabike custa a partir de 290 euros ( R$ 1,6 mil em conversão realizada em maio de 2025).

                             

                            O modelo mais básico vem com bolsa e cinto ergonômico, que prende o aparelho na cintura. Já a versão Pro custa 370 euros (aproximadamente R$ 2 mil), e possuiu um hélice de liberação rápida, que pode ser facilmente removida e desmontada.

                             

                            Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                             

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                              Após sucesso do Rio Boat Show, Brasil amplia calendário náutico para Brasília e Salvador

                              Maior edição após a pandemia, salão carioca entrou para a história pela diversidade de produtos, serviços e atrações, e marcou a expansão do evento para outras regiões

                              Por: Redação -

                              A 25ª edição do Rio Boat Show, maior evento náutico ao ar livre da América Latina, marcou a expansão do calendário náutico no Brasil. Durante o evento, a Boat Show, maior organizadora de encontros do setor, anunciou a realização do Brasília Boat Show, de 14 a 18 de agosto, e do Salvador Boat Show, de 6 a 10 de novembro.

                              Somados aos Boat Shows do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Itajaí (SC) e de Foz do Iguaçu (PR), o Brasil terá seis grandes eventos em destinos de destaque do mundo das águas e que, nesses estados, concentram mais de 420 mil embarcações de esporte e lazer registradas.

                              Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                              “Temos o orgulho de anunciar que, com a chancela da Boat Show Eventos, com mais de 26 anos de história, responsável pela geração de mais de 70% de negócios náuticos e por ser vitrine para mais de dois milhões de pessoas em sua história, avançamos em um setor de imenso potencial ao trazer a grandes cidades como Brasília — com o maior lago urbano do país — e Salvador — com a maior baía — oportunidades para que as pessoas olhem cada vez mais para as águas por meio de espetáculos que trarão grandes novidades da náutica”, declarouErnani Paciornik, presidente do Grupo Náutica.

                               

                              Além do importante anúncio, a edição do Rio Boat Show deste ano, que reuniu mais de 33 mil pessoas, foi sucesso absoluto e também se destacou pela ampla gama de produtos apresentados e pela geração de negócios. Com 90 barcos em exposição e mais de 200 marcas, a edição 2024 foi a maior após a pandemia de Covid-19 e reuniu jets elétricos, scooters aquáticas, motores de última geração, decoração, equipamentos e acessórios ligados ao mundo das águas.

                              Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                              Pelo primeiro ano no Rio Boat Show foi realizado com grande sucesso o preview do evento, na noite que antecedeu a abertura oficial. Convidados das empresas expositoras, especialistas náuticos, autoridades e entusiastas do setor puderam conferir, em primeira-mão, as atrações do Boat Show, além de coquetel e experiências interativas.

                               

                              Outro destaque foi o Náutica Talks, com várias palestras abertas ao público e organizadas pela Revista Náutica . Os bate-papos ocorreram ao longo de todo o evento, com presença de mais de 40 profissionais experientes e apaixonados por náutica.

                               

                              A Marina da Glória e a bela Baía de Guanabara foram cenários para o tradicional Desfile de Barcos, que reuniu mais de 15 embarcações e encantou o público presente com show de cores e elegância no mar.


                              Surpreendeu ainda a temática do Rio Boat Show, dedicada ao cartunista Ziraldo, autor da campanha “Só Jogue na Água o que o Peixe Pode Comer”, realizada em parceria com o Grupo Náutica. Todo o evento foi decorado com imagens da cartilha da campanha, divertida e educativa, assinada pelo criador do “Menino Maluquinho”, incluindo exposição de painéis e distribuição de brindes.

                              Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                              “O Rio Boat Show deste ano foi surpreendente, com uma grande geração de negócios e uma audiência muito qualificada. O preview que realizamos foi uma grata surpresa, pois conseguiu atrair um público muito seleto. Neste ano, o grande diferencial foi que trouxemos um número maior de compradores, gerando grandes negócios, e tivemos uma ampla variedade de produtos em exposição, o que agradou aos diversos perfis de visitante”, ressalta Thalita Vicentini, diretora-geral da Boat Show Eventos.

                              Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                              O salão carioca entrou para a história de forma muito positiva, conforme complementa Thalita: “encerramos esta edição com a certeza de que atingimos nosso objetivo de trazer uma visitação qualificada e gerar vendas para nossos expositores neste evento, que marcou a abertura do calendário náutico de 2024 e no qual anunciamos a expansão para mais duas regiões do país”.

                              Confira depoimentos de expositores do Rio Boat Show

                              “O Rio Boat Show 2024 foi um sucesso. Nós temos a missão de democratizar o mercado de aluguel de barcos e viemos para apresentar nossos produtos. É sempre muito interessante essa troca com proprietários e com clientes. Também criamos diversas parcerias com os expositores que estão no evento” – Rafael Tebet, sócio-executivo da Bombordo.

                               

                              “Tivemos uma grande procura pelos modelos novos de jet e bastantes fechamentos de negócios, além de outros que devem ser concluídos essa semana, porque acabaram nossos jets no estoque”- Leonardo Lattanzi, diretor da QuadriCenter.

                               

                              “Esse ano percebemos que o Rio Boat Show está ainda maior e que há uma diversidade de pessoas buscando por alternativas, não só na parte de embarcações, mas também de crédito. A Ademicon traz essa solução. Por isso, cada vez mais somos parceiros do evento e, no ano que vem, estaremos juntos também” – Thiago Costa, gerente regional Ademicon.

                              Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                              “O Boat Show do Rio de Janeiro foi surpreendente para nós. O público está muito selecionado e é um público que veio realmente para comprar” – Carlos Avelar, fundador da Azov.

                               

                              “O evento foi maravilhoso, uma experiência muito boa para a Mercury. Além da presença muito forte de público, foi também bem qualificado, algo que nos surpreendeu” – Eduardo Coelho, diretor comercial da Mercury.

                               

                              “Essa foi nossa primeira participação no Rio Boat Show e foi incrível. As expectativas e metas eram altas e não apenas as alcançamos, mas as superamos” – Hélio Campos, CEO da Zath Mariner.

                               

                              “O evento teve um público extremamente seleto e o fechamento de negócios foi excepcional. Acho que foi a feira com o maior resultado da nossa história de Boat Shows e nosso recorde de vendas” – Pedro Phelippe, diretor executivo da Schaefer Yachts.

                               

                              “Foi um evento espetacular esse ano. Teve um público selecionado e diferenciado. Para nós foi um ótimo evento e um dos melhores que tivemos nos últimos tempos” – Paulo Junior, Kapazi Náutica.

                               

                              “O Rio Boat Show 2024 superou e muito a nossa expectativa. O mercado vinha em um momento um pouco lento, mas nós sentimos já uma mudança durante o mês de abril e o Boat Show veio para confirmar toda essa evolução do mercado. Esse foi o melhor Rio Boat Show da história. Esse ano foi impressionante” – José Eduardo, diretor da Mestra Boats.

                              Veja as datas dos próximos Boat Shows

                              Marina Itajaí Boat Show, de 04 a 07/07 em Itajaí/SC

                              Brasília Boat Show, de 14 a 18/08 em Brasília/DF

                              São Paulo Boat Show, de 19 a 24/09 em São Paulo/SP

                              Salvador Boat Show, de 06 a 10/11 em Salvador/BA

                              Foz Internacional Boat Show, de 28/11 a 01/12, em Foz do Iguaçu/PR

                               

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                                Na Holanda, sistema que combina tecnologias desligará geradores em caso de aproximações de aves

                                Por: Redação -

                                Um novo parque eólico em construção sobre as águas na Holanda promete adotar uma solução inovadora para impedir que pássaros e morcegos morram ou se machuquem ao colidir com as pás das turbinas: um radar flutuante.

                                A novidade, que será instalada a 53 km da costa dos Países Baixos, combina um sistema de alerta com câmeras, sensores e softwares de Inteligência Artificial (IA). Tudo isso para garantir que as turbinas eólicas sejam desligadas ou desaceleradas automaticamente caso haja aproximação das aves, especialmente em picos de migração.

                                Fruto de uma parceria entre empresas, o radar flutuante usa o sistema MAX, da Robin Radar System — especialista em rastreamento — e a solução MUSE, que une câmeras a reconhecimento de espécies por IA, desenvolvido pela dinamarquesa DHI. Já a plataforma que ficará sobre as águas é da espanhola MIDO.

                                Essas ferramentas permitem que os operadores encontrem o equilíbrio certo entre maximizar a produção de energia do parque eólico e, ao mesmo tempo, minimizar o risco de colisão com pássaros ou morcegos– Sibylle Giraud, da Robin Radar Systems, à revista Renewable Energy

                                Esta é a primeira vez que a Robin Radar insere seu sistema de radar em uma plataforma flutuante. A empreitada contribui com o grande foco em sustentabilidade do parque eólico Ecowende — que deve ser entregue em 2026, fruto de uma parceria entre as empresas Shell, Eneco e Chubu.


                                Benefícios do radar flutuante

                                Não há uma exatidão numérica quando se fala em quantos pássaros morrem devido a colisões com turbinas, por conta da dificuldade em monitorar tais ambientes. No entanto, teorias apontam que entre 140 mil e 679 mil aves sejam vítimas, por ano, de tais acidentes.

                                 

                                A solução do problema, por sua vez, se mostrou bastante eficaz. Em Portugal, estudos mostraram que quase nenhum animal morreu ao longo de cinco outonos consecutivos graças à implementação de sistemas de radar.

                                 

                                Quanto às atividades do parque, a opção não se provou um empecilho, já que os desligamentos das turbinas representaram apenas algo entre 0,2% e 1,2% da atividade anual do local.

                                 

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                                  Por: Redação -

                                  A agitada cidade de Blackpool, na Inglaterra, está prestes a receber mais um ponto de diversão para moradores e turistas fãs de aventuras na água. Com inauguração marcada para 29 de maio, o parque aquático Wild Shore Blackpool promete ao menos quatro atrações, incluindo uma espécie de playground flutuante.

                                  A estrutura inflável é inspirada no programa de televisão Ninja Warrior (Guerreiro Ninja, em português), no qual competidores precisam superar provas de agilidade, coordenação e velocidade dispostas em um circuito para ganhar um prêmio.

                                  Foto: Divulgação

                                  No playground flutuante, os visitantes terão um gostinho semelhante, já que o espaço inclui provas tiradas do programa, como corrida por cima de obstáculos que lembram pneus. Adultos e crianças a partir dos seis anos são aceitos na atração, contanto que tenham altura mínima de 1,1 metro.


                                  Diante da proximidade da inauguração, o parque aquático já está aceitando reservas para indivíduos, grupos e festas de aniversário.

                                  Além do playground flutuante

                                  Interessados em se aventurar de outras formas também poderão aproveitar os demais recursos do Wild Shore Blackpool. Um deles é voltado para wakeboard, capaz de proporcionar a iniciantes e experts uma sensação semelhante ao surf ou snowboard.

                                  Foto: Divulgação

                                  O site do parque apresenta a modalidade como uma “das mais inclusivas” e garante que, se o visitante não conseguir se manter de pé na primeira sessão, receberá o dinheiro de volta.

                                   

                                  Por lá, há também a possibilidade de fazer Stand Up Paddle — conhecido simplesmente como SUP — e conhecer os arredores do lago. Quem desejar algo menos radical e mais clássico, pode aproveitar o lago para praticar natação. Além de pontos de descanso, o espaço reservado ao esporte é supervisionado por instrutores e está livre de correntes e marés, sendo apontado como ideal para iniciantes ou atletas, incluindo adeptos do triatlo.

                                  Foto: Divulgação

                                   

                                  Náutica Responde

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                                    Por: Redação -
                                    09/05/2024

                                    A Terceiro-Sargento Laura Amaro, da Marinha do Brasil, se tornou a primeira atleta do Programa Forças no Esporte (PROFESP) a garantir uma vaga olímpica. A jovem, de 23 anos, representará o Brasil em levantamento de peso nas Olimpíadas de Paris, que acontecem de 26 de julho a 11 de agosto.

                                    A participação foi garantida após a Copa do Mundo da Tailândia, quando somou 253 kg de arranco e arremesso, na categoria feminina de até 81 kg. A performance também rendeu à Laura a classificação entre as dez primeiras no ranking mundial.

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                                    Nascida no Rio de Janeiro, a Sargento ingressou aos 13 anos de idade no PROFESP, programa que insere crianças e adolescentes no esporte e que está presente em 108 municípios de todo o Brasil. Ela também integrou o Programa de Base da Marinha e o Programa Olímpico da Marinha (PROLIM).

                                     

                                    Em comunicado divulgado pela Força, Laura afirma que a classificação é resultado de “um trabalho que começou há 10 anos, no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN). Falar de sua história é, consequentemente, “falar da Marinha”, motivo de grande orgulho para ela.

                                    É um sonho, então é um momento de êxtase para todo mundo que está envolvido nesse trabalho. Desde então, estamos desenvolvendo um esforço muito bonito, com uma preparação árdua de altos e baixos, mas sempre tive o apoio da minha família e todo o suporte da Força- Laura Amaro, em comunicado divulgado pela Marinha

                                    Embora esteja a caminho de sua primeira Olimpíada, a Sargento acumula outras conquistas, como medalha de prata no Mundial de 2021, no Uzbequistão, e medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos 2023, no Chile.


                                    Oriundo de uma parceria entre os Ministérios do Esporte e da Defesa, o PROFESP incentiva o esporte entre crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. As ações são realizadas pelas Forças Armadas, que fornecem infraestrutura, equipamentos e logística para o projeto.

                                     

                                    Além de Laura, outros 32 atletas da Marinha, que não são do PROFESP, já estão classificados. O número ainda pode aumentar até o início dos jogos.

                                     

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                                      Segundo relatório da OMM, 2023 ficou marcado pelo recorde de temperatura e pela maior elevação dos mares já registrada

                                      Por: Redação -

                                      O calor recorde registrado em 2023 provou um aumento no nível do oceano na costa brasileira acima da média mundial. É o que aponta o relatório “O Estado do Clima na América Latina e no Caribe em 2023”, da Organização Mundial de Meteorologia (OMM), divulgado nesta quarta-feira (8).

                                      Segundo o estudo, o mundo inteiro sofreu com a elevação do nível do mar por conta da expansão térmica, já que a água quente se dilata. Isso acontece desde 1993, mas no ano passado foi registado um recorde, com média global de 3,42 mm/ano. Na costa atlântica da América do Sul, o número chegou a 3,96 mm.

                                      Foto: Raw Pixel

                                      Ao longo dos anos, o relatório mostrou que o aumento do nível dos oceanos mais do que dobrou desde a década de 1990. De acordo com os cientistas, 2023 foi não só marcado por calor excepcional, como também por anomalias que não podem ser explicadas por fenômenos esperados, como o El Niño.

                                      Como o aumento no nível do oceano afeta a vida das pessoas

                                      Quando analisados de forma avulsa, os números podem parecer pequenos e sem importância, mas a realidade é bem diferente.

                                       

                                      Conforme listado pelo O Globo, a elevação do mar erode o litoral, contamina o lençol freático com água salgada, agrava inundações provocadas por tempestades, mina as fundações de construções, gera afundamento de terrenos e faz as ressacas se tornarem maiores, o que gera um avanço da água por mais terrenos.


                                      É possível ver efeitos por todo o Brasil. No Amapá, por exemplo, palmeiras e outras plantas próximas à foz do Rio Amazonas morreram devido à contaminação da água doce pelo sal. No Rio de Janeiro e em Santos (SP), as ressacas gigantes refletiram em problemas para as cidades.

                                      Eventos climáticos extremos

                                      O relatório destaca que o Brasil sofreu 12 eventos climáticos extremos em 2023. Enquanto algumas regiões enfrentaram chuvas torrenciais — como o litoral de São Paulo, que recebeu 683 mm de água em apenas 15 horas, em fevereiro –, outras ficaram marcadas por forte calor acompanhado de seca.

                                       

                                      Um exemplo é a Amazônia. A onda de calor sem precedentes, com uma das piores secas registradas, fez o nível do Rio Negro cair para 12,70 metros em outubro, o mais baixo já registrado desde 1902.

                                       

                                      No Lago Tefé, mais de 150 botos cor-de-rosa foram encontrados mortos no final de setembro, em virtude dos impressionantes 39,1 °C de temperatura da água.

                                       

                                      Soma-se a lista de problemas uma série de graves incêndios florestais — que, além de tudo, impactam a população pela fumaça intensa –, ciclone extratropical no Rio Grande do Sul e fortes chuvas no Acre, que fizeram o Rio Acre transbordar e afetar diversas áreas da capital.

                                       

                                      A catástrofe que arrasou diversas cidades do Rio Grande do Sul desde o final de abril deste ano também é um evento climático extremo, resultado do El Niño e das mudanças climáticas. Segundo a OMM, é imperial que ações coordenadas trabalhem para evitar tais tragédias.

                                       

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                                        Já pensou como seria um veleiro quatro vezes maior que o Cristo Redentor? Pois é isso que o estaleiro holandês Royal Huisman está construindo. Com o mais novo Project 411, o objetivo da empresa é colocar nas águas o barco a vela mais alto do mundo, que chegaria a medir aproximadamente 171 metros de altura (561 pés).

                                        Também conhecido como Noir, o Projetct 411 deve medir aproximadamente 80 metros (305 pés) de altura, e será equipado com uma plataforma de eslupe — mastro único com uma vela triangular principal, o mais comum entre os veleiros — que terá 92 metros (264 pés). Assim, superará o Korus — atualmente o maior veleiro do mundo, com 127 m — e se tornará o barco a vela mais alto nas águas.

                                        Foto: Royal Huisman/ Divulgação

                                        Mas se engana quem acha que altura será o único ponto forte do Noir. Até porque, velocidade, potência e boa dirigibilidade fazem parte das instruções dos exigentes proprietários. O barco será feito inteiramente em alumínio, para reduzir o peso e ter maior agilidade.

                                         

                                        O futuro veleiro mais alto do mundo ainda será equipado com acionamentos elétricos, visando fornecer potência adicional, conforme necessário. Todos os equipamentos do deque serão da cor preta — por isso o apelido Noir (preto, em francês).

                                        O eslupe que equipará o veleiro será grande o suficiente para acomodar um bote de 45 pés. Afinal, o Project 411 foi projetado para transportar uma embarcação deste tamanho e, assim, permitir a exploração costeira, além de levar hóspedes sem necessidade de reposicionar a embarcação mais perto de um porto.

                                        Muito a se descobrir

                                        Com o intuito de ser um barco grande — como deu para perceber –, o Project 411 deve proporcionar o prazer de navegar com a família e amigos sem se preocupar com a capacidade — que ainda não foi divulgada.

                                        Foto: Royal Huisman/ Divulgação

                                        Os detalhes sobre o interior do veleiro mais alto do mundo também ainda estão em sigilo, mas se sabe que o projeto está sendo desenvolvido pela GCA Architects, de Barcelona, empresa conhecida por possuir uma abordagem contemporânea em edifícios residenciais e comerciais.

                                         

                                        Quanto a parte externa, o Project 411 contará com extensões de vidro e plataformas dobráveis para conectar os hóspedes com o mar, além de um flybridge para entretenimento ao ar livre. Mais informações envolvendo o desenvolvimento do barco serão divulgadas à medida em que o projeto for avançando.

                                        Navegando rumo ao recorde

                                        Por mais que o projeto traga muita expectativa, é bom os interessados conseguirem esperar um pouco. Afinal, a Royal Huisman não divulgou uma data de entrega para o Noir, mas se imagina que levará algumas primaveras. O Koru, maior barco a vela atualmente, levou dois anos para ser construído, por exemplo.

                                        Foto: Royal Huisman/ Divulgação

                                        Das centenas de navios que nosso estaleiro entregou em sua história, o Project 411 será nosso quarto iate no ranking dos 10 maiores iates à vela do mundo– Jean Timmerman, CEO do estaleiro

                                        Timmerman ainda comemorou o fato de a empresa estar no 140º ano de operação e anunciar um “projeto tão significativo”. Assim, a Royal Huisman vai em busca de mais um recorde, após lançar o maior veleiro de alumínio do mundo em 2020 e trabalhar, atualmente, no maior veleiro de pesca esportiva do mundo, segundo a marca.

                                         

                                        Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                         

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                                          Um submarino com ares de drone subaquático e formato de arraia de metal gigante é a nova aposta dos Estados Unidos para missões militares aquáticas. A chamada Manta Ray (nome em inglês para “raia manta”), desenvolvida pela Northrop Grumman, completou seu primeiro teste no mar na costa sul da Califórnia entre fevereiro e março deste ano, e demonstrou várias capacidades importantes.

                                          Apesar de o teste da Manta Ray ter acontecido há mais de um mês, as informações foram divulgadas apenas no último domingo (5), pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (Darpa). O novo equipamento faz parte de um programa em desenvolvimento há 5 anos, que leva o nome do submarino, e busca ampliar as capacidades operacionais subaquáticas dos EUA.

                                          Foto: Northrop Grumman / Divulgação

                                          Durante os testes, várias capacidades do Manta Ray foram avaliadas, como a de sua propulsão, direção, flutuabilidade, hélices e superfícies de controle. Para Kyle Woerner, gerente do programa Manta Ray na Darpa, os “testes bem-sucedidos em escala real validam a prontidão do veículo para avançar em direção a operações reais”.

                                          Como o Manta Ray funciona

                                          O Manta Ray é um protótipo não tripulado, e faz parte de um projeto da Darpa para criar uma nova classe de Veículo Subaquático Não Tripulado (UUV, na sigla em inglês) de longa duração. Os EUA, inclusive, usam vários tipos de veículos não tripulados em suas operações.

                                          Foto: Northrop Grumman / Divulgação

                                          Uma das principais vantagens do Manta Ray é que o equipamento pode ser enviado e montado com facilidade, o que permite uma implantação rápida em qualquer lugar. Dessa forma, o submarino economiza a energia que seria gasta com seu deslocamento.


                                          O veículo subaquático se movimenta através de uma técnica impulsionada pela flutuabilidade, também conhecida como planagem. Suas várias baias de carga são capazes de suportar diferentes tamanhos — e tipos — de conjuntos de missões navais, permitindo, assim, uma ampla variedade de operações.

                                           

                                          Apesar de o tamanho exato do Manta Ray não ter sido divulgado, vale ressaltar que a raia manta — que inspirou o nome do equipamento — é a maior espécie de raia do mundo, podendo alcançar oito metros de envergadura e pesar mais de duas toneladas.

                                          Confira um vídeo demonstrativo sobre o Manta Ray

                                           

                                          Náutica Responde

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                                            Por: Redação -
                                            08/05/2024

                                            Cercado por montanhas de calcário e uma verdejante floresta tropical, o Phutawan Raft House é um santuário perfeito para quem deseja relaxar longe da correria da cidade. Localizado na Tailândia, o resort flutuante só pode ser acessado de barco e oferece uma série de atrações para seus visitantes.

                                            O espaço é composto por 32 cabanas — firmadas sobre as águas do Lago Cheow Lan, dentro do Parque Nacional Khao Sok — alcançadas após um trajeto de 30 minutos, com saída no Cais Municipal de Cheow Lan. A paisagem natural encanta não só pelo entorno, como pela cor do lago, de um verde-esmeralda sedutor.

                                            Foto: Divulgação

                                            O detalhe que deve ser estudado com mais atenção por quem não abre mão da privacidade é o esquema de funcionamento dos banheiros, todos comunitários. Como as cabanas não são suítes, não há toaletes privativos.


                                            Encantos do resort flutuante na Tailândia

                                            Os hóspedes do Phutawan Raft House têm à disposição uma série de passeios de barco, que acontecem ao longo de todo o ano. No roteiro da trilha na floresta, há a visitação à Caverna Pakarang, feita em uma jangada de bambu.

                                            Foto: Divulgação

                                            Quem preferir dar um tempo da parte aquática, pode seguir para um safári nas proximidades, com avistamento de animais selvagens como leopardos, elefantes, tigres e ursos malaios.

                                             

                                            No resort flutuante é possível aproveitar o terraço, pescar, praticar canoagem ou simplesmente nadar pelas belas águas. As refeições também ganham um charme a mais, já que são feitas a bordo de uma jangada e oferecem peixes de água doce, pescados no lago. A especialidade da casa é o peixe gourami gigante frito, mas há pratos como frango frito com castanha-de-caju, sopa de bagre quente e azeda, e sopa tailandesa de vegetais picantes com camarão.

                                             

                                            As estadias nas cabanas começam em 2.500 baht (cerca de R$ 344, na conversão atual) e incluem três refeições e alguns passeios, como trekking, rafting e visita à caverna.

                                            Foto: Divulgação
                                            Foto: Divulgação

                                             

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                                              Marca é especialista no desenvolvimento, fabricação e instalação de soluções em alumínio para píeres e passarelas há mais de 45 anos

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                                              Píeres, passarelas, uma ponte móvel e, claro, os estandes nas águas são obras da marca que, há mais de 45 anos, é especialista no desenvolvimento, fabricação e instalação das soluções em alumínio que dão um motivo a mais para o Rio Boat Show ser considerado o salão náutico mais charmoso da América Latina.

                                              Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                                              Essa história com o salão carioca começou ainda em 2016, quando a marca construiu 1.500 m² de píeres em São Paulo, posteriormente transportados de caminhão até o Rio. Já na Cidade Maravilhosa, um trabalho em conjunto de guindastes e engenheiros uniu as plataformas flutuantes como se fossem uma só, para que os grandiosos estandes pudessem ser elaborados nas águas da baía, como acontece até os dias atuais.

                                              Estruturas flutuantes Metalu no Rio Boat Show 2016. Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              O trabalho ficou tão bom que, até hoje, muitos nem sequer percebem que estão, literalmente, sobre as águas ao adentrar em um dos estandes dos estaleiros que expõem no evento. Isso porque as estruturas são pensadas com ênfase na segurança e integração estética ao ambiente, e suportam mais de 1.000 kg por m².

                                              Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                                              Já quem não passa batido é a famosa passarela móvel do Rio Boat Show — também sobre as águas. Movida com a ajuda de um motor, a estrutura libera, quando aberta, a passagem dos barcos que saem para navegar nos test-drives. E, quando fechada, permite aos visitantes percorrer o trajeto completo do evento.

                                              Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                                              Enquanto as estruturas faziam sucesso nas águas da Baía de Guanabara durante o Rio Boat Show 2024, um estande da Metalu recebeu os visitantes do salão no pavilhão da Marina da Glória. Quem passou por lá pôde conferir os produtos da marca com amostras dos perfis utilizados nas construções.

                                              Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                                              Além do Boat Show, outros grandes projetos Metalu em território nacional incluem os píeres nas Olimpíadas de 2016, as balsas de apoio em Ilhabela e o Mirante Flutuante do Parque Bruno Covas, além de participações na estrutura dos eventos São Paulo, Marina Itajaí e Foz Internacional Boat Show. Ainda em 2024, inclusive, a marca estreará suas estruturas nos novos Brasília Boat Show e Salvador Boat Show.


                                              Rio Boat Show 2024

                                              O evento náutico mais charmoso do Brasil atracou nas águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. No Rio Boat Show 2024, o público conferiu os principais lançamentos e destaques do mercado, com barcos na água e test-drive de embarcações.

                                              geral-aerea-rbs24-bx.jpg
                                              Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                              O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.

                                               

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                                                Apesar de fugir do concreto e dos vidros espelhados, o Dubai Mangroves faz jus a cidade e carrega um título ambicioso: o maior projeto de regeneração costeira do mundo. Isso porquê a empreitada envolve o plantio de mais de 100 milhões de árvores encontradas em regiões de mangue, para proteger a cidade de erosão e do aumento do nível do mar.

                                                Foto: Urb / Divulgação

                                                No centro desta iniciativa estão os manguezais, conhecidos por sua capacidade única de sequestrar carbono, proteger as zonas costeiras da erosão e apoiar a vida marinha e a segurança alimentar– declarou a Urb sobre o Dubai Mangroves

                                                “Com a capacidade de absorver aproximadamente 12,3 kg de dióxido de carbono (CO₂) anualmente por árvore, todo o projeto pode sequestrar 1,23 milhões de toneladas de CO₂ a cada ano, o equivalente à remoção do CO₂ emitido por mais de 260 mil veículos de passageiros motorizados movidos a gasolina das estradas todos os anos”, completou a Urb sobre a ideia.

                                                Foto: Urb / Divulgação

                                                A ideia é que as 100 milhões de árvores do Dubai Mangroves ocupem 72 km de costa, e, além de captarem CO₂, ajudem nas defesas naturais do mar, bem como sirvam de viveiro para a vida marinha, aumentando o número de peixes na região e criando uma filtragem de água, graças as suas raízes.


                                                Toda essa empreitada levaria muitos anos, mas a Urb pensa em acelerar as coisas através do uso de drones alimentados por inteligência artificial (IA) e imagens de satélite, que facilitariam o cuidado com a plantação e, consequentemente, agilizariam o processo.

                                                Foto: Urb / Divulgação

                                                De quebra, o Dubai Mangroves movimentaria a economia local, com a criação de pequenas praias, centro de visitantes educacional, um museu botânico e um centro natural para realização de pesquisas, educação e promoção de gestão ambiental.

                                                Foto: Urb / Divulgação

                                                No momento, o Dubai Mangroves está no papel, mas a Urb já conta com seis projetos-piloto que indicam a capacidade de realização do projeto.

                                                 

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                                                  As ilhas naturalmente reservam cenários que parecem ter sido esculpidos à mão, atraindo pessoas do mundo todo para viverem momentos de sossego em meio à natureza. Mas a Ilha de Sanda, entre a Escócia e a Irlanda do Norte, traz em seu território características a mais, que agora podem ser compradas, por nada menos que US$ 3,1 milhões (cerca de R$ 15 milhões em conversão realizada em maio de 2024).

                                                  A beleza da Ilha de Sanda não se resume apenas ao cenário em que se encontra, em meio a uma imensidão azul e a visita constante de papagaios-do-mar e rebanhos de ovelhas. Por lá, os holofotes são divididos com sete casas já construídas, que misturam características arquitetôtonicas escocesas e irlandesas.

                                                  Foto: Knight Frank / Divulgação

                                                  Quatro das construções ficam no extremo norte e três no sul da ilha, ao lado de um farol, construído sobre uma estrutura rochosa e que parece ter saído direto de uma cena de filme. A ilha ganha ares ainda mais cinematográficos por só poder ser acessada de barco ou helicóptero, sendo Campbelltown, na Escócia, o principal acesso via embarcação.

                                                  Foto: Knight Frank / Divulgação
                                                  Foto: Knight Frank / Divulgação
                                                  Foto: Knight Frank / Divulgação

                                                  Se a segunda opção for a escolhida para chegar à Ilha de Sanda, o piloto pode ir tranquilo sabendo que pousará com tranquilidade, uma vez que o local dispõe de um heliporto. A ilha ainda dispõe de um pub, chamado de Byron Darnton Tavern — nome em homenagem a um navio que naufragou em Sanda em 1946.

                                                  Foto: Knight Frank / Divulgação

                                                  Fundado em 2003, o estabelecimento chegou a atender clientes que chegavam à Ilha de Sanda por água, mas foi fechado em 2010. O novo dono da ilha, contudo, tem permissão para reabrir o pub, optar por mantê-lo como um refúgio privado ou até alugá-lo por estadias curtas.

                                                   

                                                  Seja lá qual for a escolha, certamente clientes não faltarão, já que as casas construídas no local foram recentemente remodeladas e podem acomodar até 26 pessoas.


                                                  Além dos atributos diferentões, a Ilha de Sanda ainda conta com um histórico de luxo: foi visitada pelo rei escocês Robert the Bruce e pelo rei Hacon da Noruega, e sua capela tem associações com São Columba e São Ninian. Um de seus proprietários já foi Jack Bruce, baixista que integrou a banda de rock Cream, ao lado do baterista Ginger Baker e do guitarrista Eric Clapton.

                                                   

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                                                    Por: Redação -

                                                    Atravessar o mar a bordo do superiate La La Land é como entrar em um “estado de sonho” e se “desligar das realidades mais duras da vida”. Ao menos é isso que afirma, à Robb Report, o Sanlorenzo, estaleiro italiano dono da embarcação de 44 metros de comprimento (145 pés).

                                                    A explicação faz jus a tudo o que o superiate oferece. Primeiro da série 44X-Space, o modelo surpreende por apresentar recursos que costumam estar presentes apenas em barcos maiores — como, por exemplo, um deck exclusivo para o proprietário.

                                                    Foto: Instagram @sanlorenzoyacht/ Reprodução

                                                    Além disso, seguiu à risca a clássica ideia das apostas de jogos de azar: “o dobro ou nada”. Afinal, nos interiores do superiate La La Land, é possível encontrar dois cinemas, dois bares, duas adegas e duas piscinas, que garantem o entretenimento e lazer dos passageiros.

                                                     

                                                    A embarcação conta com cinco decks e interiores decorados pela italiana Studio Lissoni. Outro ponto forte é a possibilidade de personalização e inclusão de recursos adicionais.

                                                    Foto: Instagram @sanlorenzoyacht/ Reprodução

                                                    Por dentro do superiate La La Land

                                                    A grande plataforma de popa do modelo é, sem dúvida, um grande atrativo para quem valoriza esse espaço. Há um amplo leque de opções para aproveitar os 120 m² ao ar livre, como beach club, piscina com borda infinita e plataforma submergível.

                                                     

                                                    Na praça de popa, os passageiros encontram uma grande sala de estar, que ganha mais 18 m² graças às plataformas laterais dobráveis. Um spa com equipamentos de academia, sala para tratamentos e sauna a vapor fica no ambiente logo ao lado.

                                                    Foto: Instagram @sanlorenzoyacht/ Reprodução

                                                    Os cômodos do proprietário merecem destaque especial, principalmente por ocuparem um deck inteiro. A suíte incorpora um sky lounge com portas de correr, lounge ao ar livre com lareira, despensa privativa, escritório, closet e banheiro com piso aquecido. Por lá, também se encontra o acesso a uma piscina exclusiva.


                                                    O superiate La La Land foi projetado para acomodar oito membros da tripulação e 10 passageiros, que podem desfrutar do deck superior com vistas incríveis de 360º. Espaço para tomar sol, sofás e telescópio completam o terraço.

                                                     

                                                    Para atividades no mar, há espaço de sobra para guardar jets, wakeboards, caiaques, equipamentos de pesca e barcos de apoio.

                                                    Foto: Instagram @sanlorenzoyacht/ Reprodução
                                                    Foto: Instagram @sanlorenzoyacht/ Reprodução

                                                     

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                                                      Leandro Magalhães, coordenador comercial da BR Marinas. Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

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                                                      Administradora da Marina da Glória, que recebeu a 25ª edição do Rio Boat Show de 28 de abril a 5 de maio, a BR Marinas conta com outras sete instalações náuticas distribuídas pela orla do Rio de Janeiro, sendo que a primeira foi construída ainda em 1998. “A Marina do Glória é a única do grupo com a possibilidade de eventos”, ressaltou Leandro.


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                                                      Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                                      O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.

                                                       

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                                                        Por: Redação -
                                                        07/05/2024

                                                        A Marinha do Brasil informou, nesta terça-feira (7), que enviará ao Rio Grande do Sul (RS) o maior navio de guerra da América Latina: o Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) “Atlântico”. O objetivo é prestar ajuda às vítimas das grandes enchentes que assolam o estado.

                                                        A embarcação de 208 metros de comprimento deixará o Rio de Janeiro nesta quarta-feira (8) e seguirá para a região Sul com um carregamento focado em auxiliar a população em diferentes frentes.

                                                        Foto: Instagram @marinhaoficial/ Reprodução

                                                        Navio da Marinha no RS

                                                        Em comunicado oficial, a Força Armada afirmou que o NAM “Atlântico” levará “oito embarcações de médio e pequeno porte”, que se juntarão às oito lanchas disponibilizadas desde o dia 30 de abril. Além de resgatarem as vítimas ilhadas, os barcos auxiliam no “transporte de suprimentos pelas vias alagadas”.

                                                         

                                                        O navio ainda carregará duas estações móveis para o tratamento de água, equipes de apoio à saúde — com médicos e enfermeiros –, 40 viaturas e 200 militares, que ajudarão na “desobstrução das vias de acesso”.


                                                        A Fragata “Defensora” também será mobilizada, no mesmo dia do “Atlântico”, para encaminhar doações e suprimentos à população. Hoje, a Força deslocou ao Sul três aeronaves e dois navios.

                                                         

                                                        Em razão das fortes tempestades que começaram no fim de abril, o Rio Grande do Sul vive a maior tragédia climática da história do estado. O volume de água atingiu 385 cidades, afetando mais de um milhão de pessoas, segundo o último balanço da Defesa Civil, divulgado na tarde de segunda-feira (6).

                                                         

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                                                          Marca apresentou equipamentos que foram dos 50 aos 600 hp, além de três opções elétricas

                                                          Presente em mais uma edição do Rio Boat Show, a Mercury Marine atracou no salão carioca com um repertório recheado. Foram, ao todo, nove motores, dos 50 aos 600 hp, além de três opções do equipamento em versões elétricas, seguindo uma tendência mundial na qual a marca já está inserida há cerca de três anos.

                                                          Em entrevista à NÁUTICA, Felipe Maraschin, gerente sênior de pós venda da Mercury no Brasil, ressaltou que “participar do Boat Show, tanto no Rio quanto em São Paulo, é uma experiência muito especial”, uma vez que a marca tem “a oportunidade de expor produtos, ter contato com clientes e tirar dúvidas”. Segundo ele, existe uma “mística muito grande das pessoas que não estão na náutica” quanto ao setor.

                                                          Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                                                          É uma oportunidade única de desmistificar e mostrar que a náutica não é nenhum bicho de sete cabeças, e que está aberta a todos que tenham a curiosidade de entrar nesse mercado– destacou Felipe Maraschin

                                                          Falando em “mística”, os motores elétricos atualmente são os que mais trazem dúvidas ao público náutico. Nesse sentido, a Mercury lançou seu primeiro modelo do equipamento elétrico há cerca de três anos, e é uma das pioneiras do setor. Felipe conta que “sempre há muitos questionamentos, já que é uma novidade no mundo todo. As pessoas querem saber qual autonomia, capacidade de carga, qual a melhor aplicação”.

                                                          Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                                                          No mercado europeu essa é uma demanda que já existe a mais tempo, nos outros mercados ainda vai depender de algumas características locais. Porém, a demanda existe, e as pessoas estão interessadas– apontou Felipe

                                                          Além dos equipamentos elétricos, a empresa apresentou no salão náutico outros seis modelos de motorização: o V12 600 hp Verado — maior motor de popa do mundo –, o V10 400 hp Verado — primeiro motor de popa V10 do mercado –, o V8 300 hp, V6 200 hp SeaPro, uma opção de centro-rabeta e um lançamento de 50 hp de 4 tempos, pela primeira vez pela Mercury no mercado nacional.

                                                          Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                                                          De acordo com Felipe, aproximadamente 80% dos barcos do salão estavam equipados com motores Mercury, o que para ele valoriza o trabalho feito pela empresa e é “muito gratificante”.

                                                          Pretendemos estar nos Boat Shows sempre que pudermos, é um evento único, que representa o que há de melhor na náutica nacional– finalizou Felipe


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                                                          Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                                          O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.

                                                           

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                                                            Separamos 11 fotos premiadas que arrancaram gargalhadas do público do Comedy Wildlife Photography Awards

                                                            Ouça a gravação mais antiga já feita do canto de uma baleia

                                                            Registro de 1949, gravado em um disco de plástico, revela em quase 1 minuto e meio o som emitido por uma baleia-jubarte

                                                            Condomínio de luxo na Bahia com marina própria foi atração do Kiaroa no Rio Boat Show 2024

                                                            Localizado na belíssima Península de Maraú, o empreendimento atraiu interessados em morar e investir no local

                                                            Quem visitou os estandes do Rio Boat Show 2024, na Marina da Glória, encontrou desde embarcações, veículos e motores até acessórios náuticos, estabelecimentos e oportunidades de empreendimentos — como é o caso do condomínio de luxo Kiaroa Residence & Marina.

                                                            Descrito pela empresa como único empreendimento baiano com marina própria, o condomínio fica localizado na Península de Maraú, no sul da Bahia. Novamente presente no salão náutico carioca, a Kiaroa veio ao Rio para atrair interessados em morar ou investir neste local — e conseguiu.

                                                            Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                                                            Em entrevista à NÁUTICA durante o Rio Boat Show 2024, Fernando Brulotti, corretor de imóveis, ressaltou as vantagens do Kiaroa Residence & Marina. Além de ficar num lugar conhecido pela beleza natural exuberante, ele falou sobre outras qualidades do empreendimento.

                                                            É um local extremamente privilegiado, água quente o ano inteiro, um excelente investimento ou moradia também– Fernando Brulotti

                                                            Já ao público náutico, o destaque do Kiaroa fica por conta do clube de marina do condomínio, que inclui píer privativo com 40 vagas para barcos. Situado entre o Oceano Atlântico e a Baía de Camamu — a terceira maior do Brasil –, o local ainda conta com uma piscina de 700m² e linda vista para o mar.

                                                            Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                                                            Aos amantes da natureza, um enorme ponto positivo para a Península de Maraú é o fato dela ser cercada pela Mata Atlântica — são mais de 60 mil m² de área preservada, entre os 180 mil m² de área total que possui. Além disso, a região conta com rios, manguezais, cachoeiras e lagoas.

                                                            Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                                                            Vale ressaltar, porém, que o empreendimento ainda é um loteamento, mas “vai ser entregue com toda infraestrutura”, segundo Fernando Brulotti. O Kiaroa contará com heliponto, quadras de beach vôlei e beach tênis, academia, restaurante, rooftop e muitas maravilhas naturais.

                                                             

                                                            Por falar na Bahia, o Rio Boat Show também teve participação da Secretaria de Turismo do Estado da Bahia (SETUR), que convidou o público para conhecer os destinos náuticos da região por meio de Realidade Virtual, além de exibir um estande cheio de cor e alegria.

                                                            Rio Boat Show 2024

                                                            O evento náutico mais charmoso do Brasil atracou nas águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. No Rio Boat Show 2024, o público conferiu os principais lançamentos e destaques do mercado, com barcos na água e test-drive de embarcações.

                                                            geral-aerea-rbs24-bx.jpg
                                                            Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                                            O repertório foi grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estiveram reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibiu destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.

                                                             

                                                            Náutica Responde

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