Atração leva público para velejar no Marina Itajaí Boat Show 2024

Parceria da Associação Náutica de Itajaí com a Marina Itajaí, atração acontece nos dias 6 e 7 de julho; saiba mais

Por: Redação -
28/06/2024

Para completar a imersão no mundo náutico que o Marina Itajaí Boat Show 2024 traz ao público, além dos grandes destaques do mercado, o evento contará com uma atração que levará os visitantes para velejar pelas águas catarinenses.

Parceria entre a Associação Náutica de Itajaí (ANI) e a Marina Itajaí, a ação acontece entre 6 e 7 de julho, das 13h30 às 17h30, para coroar o final de semana no salão náutico — que começa na quinta-feira (4).

 

As embarcações usadas neste passeio são veleiros artesanais de madeira, do modelo Ibis rubra 3.5. A expectativa é que cada grupo, composto por até três pessoas, desfrute de uma experiência de cerca de 15 minutos sobre as águas.

Foto: Associação Náutica de Itajaí/ Divulgação

Para velejar no Marina Itajaí Boat Show, basta fazer a inscrição prévia no local e as saídas vão acontecer a cada 30 minutos. Crianças a partir de três anos, acompanhadas de um responsável, podem participar. Coletes infantis e para adultos serão disponibilizados a todos.

 

Fundada em 2002, a Associação Náutica de Itajaí nasceu de uma idealização do casal de velejadores Vilmar e Higina Bráz.

 

A bordo do veleiro Jornal, de 29 pés, os dois passaram 55 meses em uma viagem de volta ao mundo que passou por 45 países. Dentre eles, estava a Itália, onde conheceram um projeto que oportunizava a prática da vela para a comunidade.

 

Inspirados pela iniciativa, o casal passou a alimentar o sonho de fazer o mesmo pela população de Itajaí. No ano em que voltou à terra firme, a dupla conseguiu colocar a ideia em prática e hoje fomenta diversos projetos no meio náutico, como escola de vela para crianças, paracanoagem, remo recreativo, realização de regatas, entre outros.

Marina Itajaí Boat Show 2024

O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.


A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

 

A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

 

Anote aí!

Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas

 

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    Conheça o megaiate que Bill Gates colocou à venda antes mesmo de ficar pronto

    Veja detalhes do modelo da Feadship movido a hidrogênio, que bilionário encomendou em 2019

    Desfrutando de um luxo que nem todos podem ter, Bill Gates não só encomendou um megaiate da Feadship, como o colocou à venda antes mesmo que a embarcação pudesse passar por suas mãos. A decisão, contudo, fez com que o estaleiro revelasse detalhes anteriormente mantidos em segredo sobre o barco.

    Até maio deste ano, o então Projeto 821 era tido como o maior e mais secreto projeto do estaleiro holandês. Foi apresentado, inclusive, como o primeiro megaiate com célula de combustível de hidrogênio do mundo — um grande passo para a Feadship, que busca se tornar neutra para o clima até 2030.

    Foto: Feadship / Divulgação

    A construção do barco de 119 metros movido a hidrogênio se deu devido a um pedido do próprio Bill Gates, ex-diretor executivo da Microsoft, em 2019. Agora, em 2024, pouco antes do megaiate ser finalmente entregue, o 9º homem mais rico do mundo decidiu colocar a embarcação à venda.

    Foto: Feadship / Divulgação

    A decisão pode parecer trágica, mas, para os amantes de embarcações de luxo, foi até boa. Isso porque, assim, a Feadship decidiu revelar detalhes do até então megaiate de Bill Gates, que eram mantidos em segredo. O primeiro passo, inclusive, foi rebatizar o megaiate que, de Projeto 821, virou o Breakthrough.

    Conheça o Breakthrough, ex megaiate de Bill Gates

    Como já mencionado, o megaiate Breakthrough possui nada menos que 119 metros de comprimento. Todo esse espaço, claro, é preenchido com todas as comodidades de luxo que uma embarcação desse tipo costuma ter. Mas, nesse caso, algumas fogem “do costume”.

    Foto: Feadship / Divulgação

    Por exemplo, o megaiate possui em suas dependências um hospital, um “lounge Nemo” (área projetada para relaxamento e socialização dos passageiros) e passarelas privativas, que buscam conferir ao proprietário um momento de privacidade, uma vez que a embarcação comporta 74 pessoas — 30 convidados e 44 tripulantes.

    Foto: Feadship / Divulgação

    Outra grande revelação da Feadship foi quanto à velocidade do (ex) megaiate de Bill Gates, que pode atingir até 17 nós (31,5 km/h), com um alcance de 6.500 milhas náuticas (12.038 km) em velocidade de cruzeiro. Apesar de ser movido a hidrogênio, essas distâncias não serão percorridas apenas com o elemento, já que não há espaço suficiente a bordo para armazená-lo.


    Contudo, o Breakthrough foi projetado para ser capaz de operar funções semelhantes a de um “hotel fundeado” com hidrogênio por uma semana inteira — ou navegar a 10 nós (11,5 mph/18,5 km/h) com ele.

    Foto: Feadship / Divulgação

    A propulsão do megaiate é simplesmente composta por propulsores azimutais ABB duplos, de 3.200 kW, emparelhados com dois geradores MTU de 900 kW, três geradores MTU de 2.500 kW e dezesseis geradores PowerCell H2 de 185 kW.

     

    Quando os MTUs entram em ação, funcionam com óleo vegetal hidrotratado (HVO), com base em um sistema que a Feadship desenvolveu e aperfeiçoou para o superiate Obsidian, entregue em 2023.

     

    O Breakthrough foi listado por nada menos que 600 milhões de euros (cerca de R$ 3,6 bilhões, em conversão realizada em junho de 2024).

    Wayfinder. Foto: Edmiston Yachts / Divulgação

    A título de curiosidade, Bill Gates também está vendendo o Wayfinder, um catamarã de 68,2 metros do estaleiro espanhol Astilleros Armon, por módicos 55 milhões de euros (aproximadamente R$ 327,5 milhões).

     

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      Em expedição no Chile, pesquisadores encontram raro porco-do-mar a 2.836 metros de profundidade

      Estudiosos estavam em busca das chamadas infiltrações frias; equipe coletou mais de setenta espécimes e muitos podem ser novos para a ciência

      Enquanto as fontes hidrotermais liberam jatos d’água que chegam aos mais de 300°C, as infiltrações frias servem de energia química para animais que vivem sem luz solar, como é o caso do raro porco-do-mar (Scotoplanes), espécie encontrada a 2.836 metros de profundidade no Chile durante uma expedição.

      Em março deste ano, um grupo de pesquisadores da Nova Zelândia relatou ter descoberto cerca de 100 novas espécies marinhas também durante uma expedição, a bordo do navio de pesquisa Tangaroa, do Instituto Nacional de Pesquisa da Água e Atmosfera (NIWA). Entre elas estava o porco-do-mar, que se destacou pela aparência semelhante a de um porquinho.

      Foto: Schmidt Ocean Institute / Divulgação

      Apesar da similaridade, na ocasião, os cientistas afirmaram se tratar de um pepino-do-mar com algumas deformidades e apêndices, que lembram pernas e orelhas. Fato é que o porco-do-mar foi novamente avistado, também em expedição, mas desta vez, no Chile, a 2.836 metros de profundidade.

      Expedição que encontrou porco-do-mar buscava infiltrações frias

      Durante a expedição do Schmidt Ocean Institute ao Chile, pesquisadores a bordo do R/V Falkor encontraram infiltrações frias depois de uma busca de mais de 12 horas. Essas áreas, nas profundezas do oceano, estão se mostrando o lar ideal para os porcos-do-mar, já que fornecem hidrocarbonetos como metano e sulfeto de hidrogênio, que vazam lentamente para fora dos sedimentos — ideais para a espécie que vive sem luz solar.

      O metano no fundo do mar fornece energia para bactérias, uma fonte de alimento para animais como mariscos, lagostas e vermes tubulares– diz o comunicado do instituto


      Segundo o instituto, as infiltrações encontradas na Fossa do Atacama são de uma formação de 8 mil metros de profundidade, que se estende pelo Peru e Chile, e possuem um grande interesse científico. Isso porque essas infiltrações podem fornecer informações sobre o desenvolvimento da vida na Terra e estratégias de sobrevivência em condições extremas, inclusive relevantes para a busca de vida em outros planetas.

      Os micróbios que vivem nessas infiltrações têm estratégias incríveis para produzir alimentos sem luz solar. Aqui na Terra, a vida no escuro é estranha por si só e fornece informações críticas para a compreensão de como os organismos persistem nas condições mais extremas– Lauren Seyler, da Universidade de Stockton

      “Ainda estamos tentando descobrir como a vida começou na Terra e ambientes que fornecem energia química para a vida, como este, podem oferecer pistas sobre a faísca que acendeu toda a biodiversidade no nosso belo planeta“, completa Lauren.

      Foto: Schmidt Ocean Institute / Divulgação

      Além das infiltrações frias, a equipe coletou mais de setenta espécimes, incluindo animais raros e possivelmente novos, como caracóis marinhos e anfípodes, encontrados entre 3 mil e 4,5 mil metros de profundidade. As amostras serão mantidas na Universidade Arturo Prat Museo del Mar em Iquique e no Museu de História Nacional em Santiago, Chile.

      Foto: Schmidt Ocean Institute / Divulgação

       

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        Tesouro chinês de 500 anos atrás é retirado de naufrágios nas profundezas do oceano

        Descobertos a uma profundidade de 1500 metros, itens como porcelanas e cerâmicas revelam detalhes sobre a era da poderosa Dinastia Ming

        Por: Redação -

        O fundo do mar esconde tesouros que há muito fascinam o homem, mas recentemente, parte deles foi retirada das profundezas e trazida à tona por pesquisadores chineses. Trata-se de mais de 900 relíquias da época da Dinastia Ming, encontradas em dois navios naufragados.

        As peças centenárias estavam a 1500 metros de profundidade no mar do sul da China e incluem porcelanas, joias e até bebidas alcóolicas. As embarcações, encontradas em outubro de 2022, estavam cerca de 22 quilômetros uma da outra.

        Foto: NCHA/ Divulgação

        Conforme comunicado da Administração Nacional do Patrimônio Cultural da China (NCHA), as escavações começaram em maio de 2023 e terminaram neste mês. No ano passado, Yan Yalin, diretor do departamento de arqueologia da instituição, fez elogios ao patrimônio encontrado.

        Os destroços estão relativamente bem preservados e revelaram um grande número de relíquias– Yan Yalin, em coletiva de imprensa

        Poderosa, a Dinastia Ming durou mais de 270 anos, de 1368 a 1644. Ela governou a China depois da queda da Dinastia Mongol dos Iuã, que acabou com o período caótico iniciado por Sima Yan, em 263.

        Por dentro do tesouro chinês

        Investigar a região onde foram achados os navios demandou, segundo a NCHA, o uso inédito de tecnologias e equipamentos especiais. Entre eles, estão câmeras subaquáticas de alta definição e scanner a laser 3D, que permitiram que os pesquisadores visualizassem os artefatos em detalhes.

         

        Ao que tudo indica, o primeiro naufrágio aconteceu por volta de 1506 e vitimou um barco de 37 metros de comprimento. Ele carregava peças pintadas de porcelana e cerâmica, além de moedas de cobre.

        Foto: NCHA/ Divulgação

        Alguns dos itens que compõem o tesouro chinês, inclusive, apresentam elementos culturais islâmicos, o que revela “o comércio de mercadorias e trocas culturais entre a China e o Sudeste Asiático, o Oceano Índico e até mesmo países do Oriente Médio em meados da Dinastia Ming”, aponta a NCHA.

         

        Embora os pesquisadores não tenham detalhado a idade do segundo navio naufragado, estimam que não seja muito diferente da época do primeiro. Em seus 21 metros de comprimento, foram encontradas grandes quantidades de toras de madeira, bem como itens em porcelana, cerâmica e conchas.

        Foto: NCHA/ Divulgação

        Além de fornecer detalhes sobre as rotas de comércio chinês, os tesouros conferem importantes informações sobre a civilização e cultura da época — motivos pelos quais os arqueólogos continuarão a apostar em tecnologias para estudar o acervo.

         

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          Fenômeno raro: ondas do mar congelam na Terra do Fogo por conta das baixas temperaturas; assista

          O frio extremo que atinge a Patagônia, na Argentina, fez com que a água do mar virasse uma pedra de gelo

          Por mais contraditória que pareça a frase a seguir, ela é verdadeira e fruto de um fenômeno raro: as ondas do mar congelaram na Terra do Fogo.

          Banhada pelos oceanos Pacífico, Atlântico sul e Antártico, a Terra do Fogo é um arquipélago formado por uma ilha principal e um grupo de ilhas menores, localizado no extremo sul da América Latina, dividido entre o Chile e a Argentina — onde as ondas do mar congelaram na última terça-feira (25).


          Em um vídeo publicado no X (antigo Twitter), é possível observar as ondas de uma praia na região de San Sebastián congeladas, próximas à costa, como se tivessem parado no tempo antes de quebrarem, como de costume, na areia da praia.


          Meteorologistas dizem que a principal causa desse fenômeno se deve a uma combinação de temperaturas extremamente baixas e condições climáticas específicas, que favorecem a formação de gelo no mar.

           

          A previsão do tempo na região para os próximos dias é de temperaturas entre -6ºC e 3ºC, com bastante neve. Segundo o jornal argentino La Nación, diante das previsões meteorológicas, as estradas nacionais estão bloqueadas totalmente para circulação de todos os tipos de veículos na Rota Nacional 40.

           

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            Ilha particular à venda por quase R$ 200 milhões tem mansão de 120 anos e docas para barcos

            Propriedade no meio do oceano oferece três praias privadas e chalé à beira-mar para hóspedes

            Por: Redação -

            Ter a seu dispor uma ilha particular, cercada por águas cristalinas e com uma mansão histórica de 120 anos é certamente uma experiência para poucos, mas o futuro proprietário da Rogers Island poderá contar em detalhes como é ter essa vivência.

            Localizada na costa de Connecticut, nos Estados Unidos, a ilha tem 7,65 acres (ou 31 mil m²) e está à venda por US$ 35 milhões, equivalentes a pouco mais de R$ 192 milhões, na conversão atual (junho de 2024).

            Foto: Divulgação

            Quem investir nesse paraíso terá muitas opções de lazer a dispor, incluindo três praias privadas e duas docas, que garantem passeios de barco pelos arredores e prática de esportes aquáticos. Os que preferirem relaxar diante de uma bela visão do mar, podem desfrutar de um gazebo estrategicamente posicionado.

             

            Garantindo a diversão dos proprietários e hóspedes, a ilha particular ainda conta com piscina de resort, lago de carpas, campo de golfe, quadra de tênis, cestas de basquete, estufas e formosos jardins.

            Foto: Divulgação

            Mansão histórica na ilha particular

            A construção erguida em 1902 certamente estará na lista de maiores atrativos dos interessados em adquirir o território. O responsável por ela é John Jay Phelps, que substituiu a antiga pedreira do século 19 por uma mansão no estilo Tudor.

            Foto: Divulgação

            Com 812 m² e três andares, a casa acomoda seis quartos e diversas áreas internas e externas que mesclam arquitetura histórica com atmosfera descontraída, graças aos tons coloridos das paredes e decorações.

            Foto: Divulgação

            As grandes janelas dos espaços permitem boa entrada de luz natural, ao passo que a lareira e os equipamentos modernos garantem o conforto dos proprietários.

             

            Além da mansão principal, a ilha particular conta com um chalé ‘pé na areia’, exclusivo para os hóspedes. A casa à beira-mar possui quatro quartos e uma ampla varanda com mesa para refeições.

            Foto: Divulgação

            No total, a ilha particular conta com 10 quartos, seis banheiros e dois lavabos. O atual proprietário é o executivo Greg Jensen, que adquiriu o local em 2018.

             

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              Segredo revelado: drone subaquático militar dos EUA é flagrado pelo Google Maps

              Exército americano evitou dar detalhes das dimensões do equipamento, mas registro o mostra ao lado de outros barcos

              27/06/2024

              Em maio deste ano, o Manta Ray, drone subaquático dos Estados Unidos para operações militares, realizou testes no mar e teve imagens divulgadas. O equipamento, em si, não é segredo, mas o exército americano evitou dar detalhes de suas dimensões. O que não se esperava é que Google faria uma imagem aérea da base naval onde o drone está ancorado.

              O registro feito por imagens de satélite mostra o Manta Ray ancorado na base naval de Port Hueneme, na Califórnia, ao lado de outras duas embarcações — o que dá uma clara ideia de suas dimensões, anteriormente mantidas em sigilo.

              Foto: Google Maps / Reprodução

              Essa, inclusive, foi a primeira vez que o drone subaquático dos EUA foi visto fora de demonstrações oficiais. Ou seja, um registro raro — e muito revelador.


              O que é o Manta Ray, drone subaquático dos EUA

              Desenvolvido pela Northrop Grumman, o Manta Ray é um protótipo não-tripulado, e faz parte de um projeto da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (Darpa) para criar uma nova classe de Veículo Subaquático Não Tripulado (UUV, na sigla em inglês) de longa duração. Os EUA, inclusive, usam vários tipos de veículos não tripulados em suas operações.

              Foto: Northrop Grumman / Divulgação

              Uma das principais vantagens do drone subaquático é que o equipamento pode ser enviado e montado com facilidade, o que permite uma implantação rápida em qualquer lugar. Dessa forma, o submarino economiza a energia que seria gasta com seu deslocamento.

               

              O veículo subaquático se movimenta através de uma técnica impulsionada pela flutuabilidade, também conhecida como planagem. Suas várias baias de carga são capazes de suportar diferentes tamanhos — e tipos — de conjuntos de missões navais, permitindo, assim, uma ampla variedade de operações.

               

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                Alerta para o final de semana: litoral norte de SP pode ter ondas de até 3 metros e ventos de até 75 km/h

                Travessia da balsa São Sebastião-Ilhabela corre o risco de ser afetada devido ao mau tempo; aviso da Marinha vale de sexta-feira (28) até domingo (30)

                A chegada de uma frente fria levará ao litoral norte de São Paulo uma ressaca marítima com ventos fortes, de até 75 km/h, e ondas altas, que poderão chegar aos 3 metros de altura. O alerta foi emitido em nota pela Marinha do Brasil.

                O aviso da entidade reforça que as condições adversas poderão se estender também para a faixa litorânea do Rio de Janeiro — tudo isso por conta da passagem de uma frente fria, que deve derrubar as temperaturas nos próximos dias.

                Imagem ilustrativa / Envato

                Se está nos seus planos ir de São Sebastião à Ilhabela, melhor se atentar. Isso porque a travessia da balsa é suspensa quando a velocidade dos ventos ultrapassa 46 km/h, devido a um protocolo de segurança.

                 

                Em momentos como esse, podem ocorrer inundações e destruição de estruturas, portanto é importante evitar a prática de esportes aquáticos no mar. Passeios na orla — a pé ou de bicicleta — também não são recomendados.


                Segundo o Climatempo (empresa brasileira de serviços de Meteorologia), a previsão para o sábado em São Sebastião é de “sol com muitas nuvens e pancadas de chuva à tarde e à noite”, com máxima de 22°C e mínima de 18°C. Já no domingo, faz mais frio, com máxima de 18°C e mínima de 16°C, sendo que deve chover o dia todo.

                 

                A Marinha do Brasil mantém todos os alertas de mau tempo em vigor por meio de seu site oficial.

                Confira recomendações de segurança em caso de ressaca marítima

                • Evitar o banho de mar em áreas que estejam em condições de ressaca;
                • Evitar a prática de esportes no mar;
                • Não permanecer em mirantes na orla ou em locais próximos ao mar durante o período de ressaca;
                • Os frequentadores de praias devem seguir as orientações das equipes do Corpo de Bombeiros;
                • Os pescadores devem evitar navegar durante o período de ressaca;
                • Evitar trafegar de bicicleta na orla caso as ondas estejam atingindo a ciclovia;
                • Não entrar no mar para resgatar vítimas de acidente. Neste caso, acione imediatamente as equipes do Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.
                • Em caso de emergências, acione a Defesa Civil pelo telefone 199.

                As dicas de segurança são do Centro de Operações Rio

                 

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                  Por: Redação -

                  Uma baleia jubarte arrastou um barco em Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro, após colidir com o cabo da âncora e ficar enroscar nele. O caso aconteceu na última segunda-feira (24), em uma zona de pesca da Praia Grande — que também é rota de migração da espécie.

                  Assim que registraram a presença do animal, os pescadores cortaram o cabo. Ninguém ficou ferido, incluindo a baleia, mas ela passou a ser monitorada pela Fundação de Meio Ambiente, Pesquisa Ciência e Tecnologia de Arraial do Cabo (FUNTEC), já que ainda estava com o cabo preso na nadadeira.

                  Foto: Funtec Ambiental/ Reprodução

                  Por meio de um drone, os especialistas acompanharam o animal e, ao localizarem-no, acionaram lanchas do ICMbio e do laboratório Ecomar da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) para prestar assistência a ele. Uma embarcação de pesca tradicional também se juntou às equipes.

                   

                  Quando os especialistas se prepararam para mergulhar, a jubarte conseguiu se soltar do cabo e retornou ao mar aberto em segurança. Veja abaixo o momento em que a baleia arrasta o barco:

                   

                  Temporada de baleias

                  Após o ocorrido, a prefeitura de Arraial do Cabo reforçou as regras a serem seguidas em caso de aproximação de cetáceos.

                   

                  Dentre as normas, está a necessidade de manter o motor do barco ligado em neutro, caso os tripulantes avistem uma baleia, bem como determinações sobre limites de distância, barulho e perseguição aos animais.


                  As informações constam em um guia preparado pela prefeitura, que também traz informações sobre locais onde é possível avistar baleias, dicas para encontrá-las e telefones úteis caso alguém encontre um animal precisando de ajuda.

                   

                  No Brasil, a temporada de baleias acontece de junho a novembro, meses em que os cetáceos deixam as águas geladas da Antártida para se reproduzirem e parirem em território tropical mais quente.

                   

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                    Pesquisadores encontram rio capaz de documentar a vida na Terra ao longo de 120 milhões de anos

                    Achado no Canadá fornece informações inclusive do período Paleozoico, até então com poucas evidências registradas

                    A história da vida na Terra se divide por inúmeros períodos, que ganham contexto e o entendimento humano a partir de pesquisas e incontáveis estudos. Alguns deles, porém, permanecem com lacunas escondidas pelo tempo. A descoberta de um rio no Canadá, contudo, promete mudar a percepção de momentos cruciais do planeta, já que abriga registros da vida na Terra ao longo de 120 milhões de anos.

                    Pelo menos é isso o que afirma a equipe de pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, responsável pela descoberta do rio Peel, próximo ao Delta do Mackenzie no Mar Ártico. Os estudiosos entendem que as rochas na margem do local, inclusive, são capazes de documentar a vida marinha de 490 a 370 milhões de anos atrás.

                    Foto: Erik Sperling / Divulgação

                    Isso significa que o período Paleozoico, até então com poucas evidências preservadas, ganhará um novo capítulo de descobertas. Para os estudiosos, os depósitos no rio ainda incluem registros dos períodos Alto Cambriano, Ordoviciano, Siluriano e Devoniano Médio.

                    Não há nenhum outro lugar no mundo onde você possa estudar um registro tão longo da história da Terra, sem mudanças significativas em aspectos como profundidade da água ou tipo de bacia– Erik Sperling, autor principal do estudo, em comunicado

                    Rio no Canadá traz registros sobre os níveis de oxigênio na Terra

                    O ponto central do estudo de Sperling e sua equipe está na evolução dos níveis de oxigênio no planeta. Na Terra primitiva, os níveis do elemento eram muito baixos, tanto na atmosfera quanto nos oceanos. Há cerca de 2,5 bilhões de anos, contudo, esse cenário mudou, graças ao Grande Evento de Oxidação. Ainda com os níveis elevados, naquela época, seria impossível sustentar a vida como ela é hoje.

                     

                    A segunda grande mudança nos níveis de oxigênio — que os aproximou dos níveis atuais — ainda é incerta, podendo ter ocorrido há 800 milhões de anos ou mais recentemente. Mas, segundo Sperling, os níveis chegaram perto dos atuais mais tarde do que se pensava. “Os primeiros animais ainda viviam em um mundo de baixo oxigênio”, comenta ele.


                    Apesar de esse ser o foco da pesquisa de Sperling, a descoberta do lago é um verdadeiro tesouro recheado de outras grandes possibilidades. O registro é capaz de trazer novas descobertas sobre as espécies marinhas e funcionar como uma “ferramenta de calibração” para outros depósitos fósseis, colaborando com uma datação mais precisa de novos achados.

                     

                    “Para fazer comparações ao longo de enormes períodos de nossa história e entender as tendências de longo prazo, você precisa de um registro contínuo [como é o do rio]”, explicou Sperling.

                     

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                      Lançamento da Seacar será um dos destaques do Boat Show de Itajaí

                      Nova lancha Maestry 2025, com aparência de carro esportivo, estará no salão que acontece de 4 a 7 de julho

                      Duas lanchas que mais parecem carros esportivos serão grandes atrações da aguardada segunda edição do Marina Itajaí Boat Show. Os modelos Maestry e Vehigh, da Seacar, estarão no evento que acontece de 4 a 7 de julho, e poderão ser vistos de pertinho pelos visitantes.

                      Destaque para o Seacar Maestry 2025, atualização da marca — que chega com novidades. A nova lancha traz como principal diferencial o interior, com painel multimídia digital, todo em led. Faróis e lanternas traseiras chegam com design exclusivo, sendo esse o único modelo da marca que já vem de série com capota.

                      Seacar Vehight no Boat Show de Itajaí em 2023. Foto: Revista Náutica / Divulgação

                      Para completar o pacote de novidades, a lancha traz internet Starlink e duas saídas de ar na proa, para conferir mais esportividade à embarcação.

                      Seacar Vehight no Boat Show de Itajaí em 2023. Foto: Revista Náutica / Divulgação

                      O novo modelo da Seacar que vai atracar no Boat Show é um trimarã, equipado com motor hidrojado de 355 hp e alcance 60 mph de velocidade máxima, capaz de de navegar tanto em águas doces, quanto no mar agitado.

                       

                      O outro barco exposto pela Seacar no evento é o Seacar Vehight, que também participou do Boat Show de Itajaí em 2023.


                      Marina Itajaí Boat Show 2024

                      O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

                       

                      A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                       

                      A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                       

                      Anote aí!

                      Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                      Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                      Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                      Mais informações: site do evento
                      Ingressos: site oficial de vendas

                       

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                        Descoberta histórica: pesquisadores encontram navio de 1.400 anos antes de Cristo no Mar Mediterrâneo

                        Naufrágio foi encontrado em águas profundas com centenas de artefatos da Idade do Bronze, a cerca de 90 km da costa norte de Israel

                        26/06/2024

                        Quanto da história cabe no fundo do mar? A cada novo resto de naufrágio encontrado, essa resposta fica ainda mais incerta — e o mais recente deles chega para firmar essa teoria. Isso porque trata-se de um navio mercante datado de 1.400 a.C, tido como o mais antigo já descoberto na história. Como se não bastasse, a embarcação foi encontrada com artefatos intactos da Idade do Bronze.

                        A descoberta foi anunciada na última quinta-feira (20), pela Autoridade de Antiguidades de Israel. A instituição conseguiu dar a idade estimada do naufrágio a partir de uma análise preliminar de dois potes de barro encontrados na embarcação, conhecidos como ânforas cananéias.

                        Foto: Energean / Divulgação

                        O navio, com tamanho estimado entre 39 e 46 pés, foi encontrado no Mar Mediterrâneo, a cerca de 90 quilômetros da costa do norte de Israel e a uma profundidade aproximada de um quilômetro e meio. Ao que tudo indica, o barco afundou carregado com centenas de potes de armazenamento, que permaneceram praticamente intactos no porão.

                         

                        “Seu corpo e conteúdo não foram modificados por mãos humanas, nem afetados por ondas e correntes que impactam naufrágios em águas mais rasas” afirmou Jacob Sharvit, diretor de arqueologia marítima da Autoridade de Antiguidades de Israel e líder da expedição de reconhecimento.

                        Foto: Autoridade de Antiguidades de Israel / Divulgação

                        A descoberta do naufrágio do navio mercante traz elementos raros da Idade do Bronze, uma vez que, até então, somente dois outros foram descobertos no Mediterrâneo, ambos perto da costa turca — sendo o mais recente de 1982.

                        Como a embarcação foi encontrada

                        Apesar da descoberta ter sido anunciada apenas na última semana, o naufrágio do navio mercante já era conhecido desde 2023, resultado de uma pesquisa conduzida pela Energean, uma empresa sediada em Londres que procura desenvolver campos de gás natural.

                         

                        A embarcação foi avistada graças ao trabalho de um veículo subaquático operado remotamente (ROV) que, amarrado a uma embarcação de superfície por um cabo de aço, conseguiu registrar o que parecia ser uma pilha de jarros no fundo do mar.

                        Foto: Energean / Divulgação

                        A Energean, então, encaminhou as imagens para a Autoridade de Antiguidades de Israel, que identificou os jarros como potes de armazenamento do final da Idade do Bronze. Naquela época, esses recipientes guardavam itens como mel, azeite e resina da árvore Pistacia atlantica — usada como conservante de vinho e, no Egito, como incenso e como verniz em equipamentos funerários da era do Novo Império.

                         

                        Com o interesse da Autoridade pelo achado, a Energean construiu dois apêndices mecânicos para o ROV, capazes de extrair artefatos da pilha com risco mínimo de danos a todo o conjunto — e assim foi feito.

                        O navio está preservado a uma profundidade tão grande que o tempo congelou desde o momento do desastre– disse Jacob Sharvit


                        Revelações sobre a navegação antes de Cristo

                        O naufrágio do navio mercante e seus destroços sugerem que os comerciantes da Idade do Bronze viajavam para muito mais longe dos portos do que revelaram dois naufrágios escavados no sul da Turquia, encontrados em águas mais rasas.

                         

                        “A descoberta deste barco muda agora toda a nossa compreensão das antigas habilidades de navegação dos marinheiros”, disse Sharvit.

                        É o primeiro a ser encontrado a uma distância tão grande, sem linha de visão para qualquer massa de terra. Deste ponto geográfico, apenas o horizonte é visível ao redor– destaca o diretor

                        Sharvit ainda sugere que, na falta de bússolas, astrolábios ou sextantes, os marinheiros do século 14 a.C. provavelmente dependiam da navegação celestial, observando ângulos do sol e posições das estrelas.

                         

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                          Moradores e autoridades locais atuaram na solução que devolveu a vida a um dos principais pontos turísticos da Tanzânia

                          A ilha de Mnemba, no arquipélago de Zanzibar, na Tanzânia, atrai turistas do mundo todo para verem de perto a beleza incontestável de seu recife de corais. Submersos a 10 metros de profundidade, os corais são cobertos por uma água tão transparente que os deixa como a um passo de distância.

                          Essa maravilha da natureza segue por sete quilômetros além da ilha e foi designada pelo governo de Zanzibar como uma área de conservação marinha. Além da beleza, o famoso recife de corais também contribui com a renda da população local, por meio do turismo e da pesca.

                          Beleza ameaçada

                          Os corais da ilha de Mnemba não conseguiram fugir das consequências das mudanças climáticas. Com a água do mar acima da sua temperatura natural, os corais passam por uma situação de “estresse”, fazendo com que ele expulse as algas de cores brilhantes que vivem em seu interior.

                           

                          Sem as algas, os corais perdem sua principal fonte de nutrientes. Dessa forma, suas cores, aos poucos, vão embora, causando o famoso branqueamento — situação que segue até o coral morrer.

                          Como se não bastasse, a pesca invasiva também colocou em xeque a vida marinha dos peixes na região — uma das principais fontes de renda das pessoas que vivem na ilha de Mnemba. Para se ter uma ideia, pescadores chegaram a usar dinamites para captar peixes. Mergulhadores e barcos turísticos não autorizados também contribuíram para os danos ao coral.


                          Um criativo projeto de restauração

                          Com a percepção dos danos sofridos pelos corais, a população da ilha de Mnemba se deu conta de que precisava agir para continuar tendo o local como lar e meio de sobrevivência.

                           

                          Assim, em setembro de 2021, comunidades locais passaram a atuar em conjunto com as organizações de turismo responsável &Beyond e African Foundation para proteger a área e apoiar a prática da pesca de forma sustentável.

                          Foto: Oceans Without Borders / Divulgação

                          A principal ação para a recuperação dos corais ficou por conta de uma ideia criativa. Estruturas de aço, em forma de tartarugas e estrelas-do-mar, foram construídas com o objetivo de refletir a vida silvestre no recife.

                          Foto: Oceans Without Borders / Divulgação

                          Posteriormente, os objetos foram fixados ao recife existente. Aliado à solução, corais recém-cultivados também foram plantados no viveiro submarino. A ideia deu tão certo que, três anos depois, 80% da cobertura de coral foi restaurada.

                          Foto: Oceans Without Borders / Divulgação

                          Para preservar a área recuperada, mudanças no turismo e na pesca foram adotadas. O local, que recebia cerca de 400 pessoas, limitou a entrada na ilha para um número muito menor: 80.

                           

                          O preço para visitar a ilha de Mnemba também aumentou de US$ 3 (cerca de R$ 16 com valores convertidos em junho de 2024) para US$ 25 (por volta de R$ 135). “Esta medida melhorou a preservação do meio ambiente e também aumentou a receita”, afirma Bakari Jaha, coordenador da Fundação África Zanzibar. A pesca, por sua vez, foi suspensa nas regiões de restauração do recife.

                           

                          Conheça mais sobre o projeto no vídeo a seguir:

                           

                           

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                            Estudo explica como as baleias podem cantar debaixo d’água sem se afogar

                            Segundo a pesquisa, o animal possui um mecanismo específico na laringe para emitir som sem respirar; entenda

                            Por acaso você já tentou fechar a boca, prender a respiração e cantar? Caso tenha feito esse teste, com certeza falhou — além de ter gerado uma cena cômica. Mas é exatamente isso que as baleias fazem debaixo d’água, quando emitem sons mesmo sem respirar.

                            Para explicar essa curiosa “habilidade”, pesquisadores investigaram como funciona a anatomia das baleias de barbatanas — grupo composto por espécies como as baleias jubarte, franca e cinzenta, por exemplo.

                             

                            Afinal, ao contrário das baleias dentadas — que usam um órgão nasal para “cantar” — , acredita-se que as de barbatana usam a laringe. As conclusões foram publicadas na revista científica Nature.

                            Como era de se imaginar, elas têm um sistema exclusivo que possibilita essa peripécia, pois quando a laringe dessas baleias produz som, suas vias aéreas se fecham. Segundo as pesquisas, essas espécies têm estruturas únicas que permitem a produção de ruídos de baixa frequência.

                             

                            Inclusive, esse mesmo mecanismo de som é semelhante ao de outros mamíferos terrestres, aves e odontocetos. No entanto, que a laringe das baleias era especial os cientistas já sabiam, mas faltava ainda descobrir como é que elas faziam para cantar sem se afogarem.

                            Não se pode simplesmente colocar um endoscópio em uma baleia e ver o que ela faz quando está cantando– Joy Reidenberg, professora da Icahn School of Medicine of Mount Sinai

                            A anatomia de uma baleia

                            Por mais que seja difícil fazer esse teste numa baleia morta, não é impossível. Pensando nisso, o autor principal do estudo, Ceon Elemans, coletou tratos vocais frescos de três espécimes encalhadas que estavam mortas a pouco tempo, perto de seu laboratório.

                            No teste, o pesquisador usou uma baleia-jubarte, uma baleia-minke e uma baleia-sei — três espécies do grupo de baleias de barbatana. Além de realizar tomografias computadorizadas e simulações em 3D, os cientistas usaram amostras para fornecer ar com a intenção de imitar o funcionamento dos pulmões.

                            Acabamos usando balões de festa para alimentar a instalação– Ceon Elemans

                            Dessa maneira, os cientistas colocaram as três laringes em um espaço aéreo de laboratório, e sopraram lentamente o ar. Este experimento permitiu que eles percebessem que — ao contrário dos humanos — as cordas vocais da baleia se esfregam contra uma almofada de gordura, na parte superior da garganta.

                            De certa forma, isso também explica o motivo das baleias produzirem sons tão diferentes: enquanto as jubartes costumam cantar músicas mais complexas, as minke grasnam como patos e as baleias sardinheiras criam sons de baixa frequência.

                             

                            Apesar dessa descoberta, os pesquisadores ressaltaram que ainda são necessárias mais pesquisas, com uma amostra de estudo maior e outras espécimes de baleias, para entender — sem generalizar — como funciona o mecanismo de comunicação do animal.

                            Um prejuízo sonoro

                            Segundo Elemans, que observou a adaptação das baleias, esse “dom” de cantar sem se afogar surgiu quando seus ancestrais terrestres retornaram ao oceano, há cerca de 50 milhões de anos. Diante da necessidade de se comunicar enquanto usavam a laringe na alimentação, elas desenvolveram esse sistema.

                            Por meio dos experimentos, os cientistas descobriram que as baleias de barbatana não são capazes de produzir frequência acima de 300 hertz ou abaixo de 100 metros. Logo, Elemans explicou que essa “profundidade e faixa de frequência se sobrepõem quase perfeitamente ao que os humanos produzem”.

                            Levando em conta que o ruído gerado pelos navios fica entre 30 a 300 hertz, esse barulho já é suficiente para complicar a forma como as baleias se comunicam. Ou seja: a poluição sonora produzida pelos seres humanos a tornam mais vulneráveis — e nem mesmo cantar soluciona o problema.

                             

                            Segundo a professora de biologia marinha, Heidi Pearson — que não participou da pesquisa –, o estudo destaca a necessidade urgente da diminuição da poluição sonora, implementando zonas lentas que protegem áreas com muitas baleias “cantoras” e tornam os navios mais silenciosos, logo, menos prejudiciais à vida marinha.

                             

                            Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                             

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                              Paradeiro do avião Jet Commander, que transportava cinco pessoas, era desconhecido desde 1971

                              Um mistério que perdura há mais de 50 anos está perto do seu desfecho. Especialistas acreditam ter encontrado os destroços do Jet Commander, avião particular que transportava cinco pessoas quando desapareceu, em janeiro de 1971, no Lago Champlain, Estados Unidos.

                              Na época, as buscas iniciais não encontraram nenhum vestígio da aeronave. O lago, que tem seus 120 metros de profundidade, congelou quatro dias depois do desaparecimento do jato. Porém, quando chegou a primavera de 1971, o gelo derreteu e alguns fragmentos do avião começaram a aparecer.

                               

                               

                              Desde então, pelo menos 17 expedições que buscavam encontrar mais destroços aconteceram, mas o maior avanço só veio agora, em 2024. No último mês de maio, a equipe liderada pelo pesquisador Garry Kozak, com ajuda de um veículo operado remotamente (ROV), encontrou o que pode ser partes do avião desaparecido.

                               

                              Os pedaços submersos têm o mesmo tipo de pintura personalizada do jato desaparecido, e foram descobertos perto de onde a torre de controle havia rastreado o avião pela última vez. Ainda por cima, os destroços foram avistados a 60 metros da Ilha Juniper — quase 5 km a sudoeste de Burlington, onde ficava o aeroporto de partida.

                              Com todas essas evidências, temos 99% de certeza absoluta– Garry Kozak

                              A partir do uso de um sonar — aparelho inicialmente criado para detectar submarinos — , as buscas apontaram que o Jet Commander caiu no Lago Champlain, — entre Nova York e Vermont. Conforme Kozak disse à WCAX-TV, a busca pode ter demorado pois os jatos se quebram em muitos pedaços, o que dificulta a procura.

                              Agora que sabem onde o avião está localizado, os familiares pretendem realizar um memorial em homenagem às vítimas. Enquanto isso, o Conselho Nacional de Segurança em Transportes está investigando para verificar se o avião submerso, de fato, se trata do desaparecido.

                              Dos céus às águas

                              O jato corporativo Jet Commander tinha a bordo dois tripulantes e três funcionários da empresa de desenvolvimento Cousin’s Properties, de Atlanta, no estado da Geórgia. Eles trabalhavam num projeto de desenvolvimento em Burlington — onde ficava o último aeroporto que o avião conheceu.

                              Foto: Lake Champlain Region/ Divulgação

                              Logo depois de partir sob uma forte neve do aeroporto de Burlington com destino a Providence, Rhode Island, o piloto que mantinha comunicação com a torre de comando via rádio, abruptamente, perdeu o contato enquanto voava sobre o Lago Champlain.

                               

                              Sendo assim, todos a bordo ficaram desaparecidos, e o fim do avião era um mistério até os dias de hoje. Porém, se o 1% de dúvida de Kozak se tornar certeza, o caso está resolvido.

                               

                              Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                               

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                                Master Marine apresentará modelo da americana Boston Whaler no Boat Show de Itajaí

                                Embarcação ideal para pesca estará ao lado de submersíveis Seabob no salão que acontece de 4 a 7 de julho

                                Fazendo jus ao título de maior evento náutico do Sul do país, de 4 a 7 de julho, o Marina Itajaí Boat Show receberá também embarcações de nomes internacionais da indústria náutica. Entre elas está a Boston Whaler 170, modelo americano que será apresentado pela Master Marine ao lado de submersíveis Seabob.

                                Modelo de console central ideal para a prática da pesca, a Boston Whaler 170 traz caixa de pesca dianteira, integrada com dreno ao mar. São 5,28 metros de comprimento, que conferem à lancha espaço suficiente para até sete pessoas aproveitarem a embarcação, que navega com motorização de 115 cv.

                                Foto: Boston Whaler / Divulgação
                                Foto: Boston Whaler / Divulgação

                                Além do barco, o estande da Master Marine no Boat Show de Itajaí apresentará uma linha das scooters submersíveis Seabob — com três modelos a pronta-entrega.

                                Foto: Seabob / Divulgação

                                No maior evento náutico do Sul do país, o time comercial da Master Marine ainda estará à disposição para apresentar aos visitantes toda a linha de produtos da empresa, que trabalha com diversas marcas do setor.


                                Marina Itajaí Boat Show 2024

                                O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

                                 

                                A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                                 

                                A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                                 

                                Anote aí!

                                Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                                Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                Mais informações: site do evento
                                Ingressos: site oficial de vendas

                                 

                                Náutica Responde

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                                  Armatti Yachts vai exibir três lanchas no Marina Itajaí Boat Show 2024

                                  Modelos de 30, 37 e 42 pés marcarão presença no evento, que acontece de 4 a 7 de julho

                                  25/06/2024

                                  Dentro de poucos dias, o Marina Itajaí Boat Show 2024 abrirá suas portas para as mais recentes novidades do setor entre embarcações, motores, equipamentos e acessórios náuticos. Dentre os barcos, a Armatti Yachts já confirmou que três de seus modelos estarão no evento, de 4 a 7 de julho.

                                  O estande da Armatti no Marina Itajaí Boat Show 2024 terá os modelos Armatti 420 Sport Coupé, Armatti 370 Solarium e Armatti 300 Spyder.

                                   

                                  Maior lancha do estaleiro no Boat Show de Itajaí, a Armatti 420 se destaca por privilegiar a parte externa do barco com amplas áreas de convivência na proa e na popa — com opção de plataforma submergível.

                                  Armatti 420 Sport Coupé. Foto: Armatti / Divulgação

                                  O modelo hard top tem 12,80 m de comprimento, 3,80 m de boca e pé-direito de 2,5 m no cockpit. Até 16 pessoas navegam na lancha, enquanto seis aproveitam o pernoite. Na motorização, são dois motores de 300 a 350 hp (cada).

                                  Armatti 420 Sport Coupé. Foto: Divulgação

                                  Com fábrica em São José (SC), a Armatti Yachts surgiu em 2016 com foco em inovação. Suas lanchas variam entre 30 e 52 pés, e buscam atender aos mais diversos perfis de navegadores. O estaleiro participou do São Paulo Boat Show 2023, lançando a Armatti 370.


                                  Marina Itajaí Boat Show 2024

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                                  Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                  Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                  Mais informações: site do evento
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                                    Por que a tocha olímpica não apaga debaixo d’água? Entenda

                                    Tradicional revezamento que antecede os Jogos contou com trecho submerso na França, a 20m de profundidade no Mediterrâneo

                                    Por: Redação -

                                    O tradicional revezamento da tocha olímpica, costumeiramente iniciado cem dias antes dos Jogos, ganhou um destaque a mais em Paris 2024, ao envolver um trecho debaixo d’água. Na terça-feira passada (18), a mergulhadora francesa Alice Modolo desceu vinte metros abaixo da superfície do Mar Mediterrâneo para resgatar a chama e iniciar a 34ª etapa do revezamento.

                                    O momento foi filmado e publicado nas redes sociais oficiais das Olimpíadas de Paris.

                                    Foto: Jogos Olímpicos/ Twitter/ Reprodução

                                    ‘Mas como isso é possível?’’, você pode estar se perguntando. Ao portal de notícias Metrópoles, o professor de física Diego Borges explicou que a resposta está no método usado para acendê-la.

                                    Como ela é acesa por combustão [a gás], não é problema estar debaixo d’água. Alguns combustíveis têm energia de ativação muito baixa e nem a água consegue impedir quando alcançada– Diego Borges, professor de física, ao Metrópoles

                                    Além disso, a tocha olímpica é projetada para permanecer acesa ao longo de todo o revezamento, independentemente das condições climáticas. Como o cartucho com gás inserido na parte inferior da tocha só tem combustível suficiente para 20 minutos, tochas cheias de gás substituem as que já estão com pouco.

                                     

                                     

                                    Para reacendê-las  quando necessário, são transportados também quatro lampiões, sendo que cada um tem combustível para 15 horas.


                                    Símbolo de unidade e paz, a tocha olímpica faz parte da tradição que começou nos Jogos de 1936. Neste ano, após ser acesa em Olímpia, na Grécia, seguiu para a França e passará por 65 territórios do país.

                                     

                                    A ArcelorMittal foi a empresa responsável pela produção das duas mil tochas olímpicas em aço reciclado. Cada uma conta com 70 centímetros de comprimento e peso de 1,5 quilo.

                                     

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                                      Por: Redação -

                                      Um enorme submarino de guerra da Marinha do Brasil chamou a atenção ao atracar no porto de Santos, litoral de São Paulo, no último sábado (22). A embarcação, chamada Tikuna – S34, tem 62 metros de comprimento e 12,5 metros de altura.

                                      Antes de chegar à cidade, o submarino de guerra participou de exercícios militares no mar próximo ao Rio de Janeiro. Ele permanecerá em Santos até quarta-feira (26), dia em que retornará ao Rio, e não ficará aberto a visitação.

                                      Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

                                      Em setembro do ano passado, o Tikuna – S34 fez sucesso com moradores e turistas ao atracar na cidade pela primeira vez em seis anos. Assim como da última vez, os tripulantes chegaram ao local sobre o casco.

                                      Por dentro do submarino de guerra Tikuna – S34

                                      A embarcação é a primeira a receber esse nome na Marinha, que faz homenagem ao povo indígena Tikuna. A estreia dela no mar aconteceu em março de 2005.


                                      De acordo com a Marinha, os submarinos são navios de guerra capazes de alterar o grau de flutuabilidade para efetuar patrulhas e ataques submersos na água. No caso do Tikuna, é possível ficar debaixo d’água ao longo de 24 horas, em uma profundidade de até 300 metros.

                                      Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

                                      Os torpedos emitidos pelo navio têm alcance de 40 quilômetros, o suficiente para destruir um navio de guerra em apenas um disparo. As instalações contam com quatro quartos e dois banheiros, destinados ao uso da tripulação, que pode chegar a 44 pessoas.

                                       

                                      O submarino de guerra é dividido em cinco compartimentos: torpedos, baterias, comando — que conta com radares, sonares, mapas e outras telas –, manobra e máquinas. A parte de baterias, responsável por fornecer energia ao navio, fica abaixo do piso.

                                      Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

                                       

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                                        Quase 1.500 anos: cientistas identificam a planta marinha mais antiga do mundo

                                        Espécie de alga surgiu no Mar Báltico no período das Invasões Bárbaras, de 375 d.C. a 700 d.C

                                        Um estudo recente revelou que a planta marinha mais antiga do mundo tem nada menos que 1.400 anos de idade. De acordo com cientistas, essa velha senhora surgiu no Mar Báltico no período das Invasões Bárbaras, que duraram de 375 d.C. a 700 d.C.

                                        Trata-se de uma planta marinha tida como uma espécie “clone”. Isso significa que ela é capaz de produzir uma prole geneticamente similar ao se ramificar, chegando a alcançar o tamanho equivalente a um campo de futebol.

                                        Foto: Uli Kunz / Reprodução

                                        A descoberta se deu a partir de um estudo liderado por Thorsten Reusch, professor do Centro Helmholtz de Pesquisa Oceânica, na Alemanha. Ele e uma equipe composta por especialistas internacionais encontraram a planta a partir do uso de um relógio genético, em um estudo publicado na Nature Ecology & Evolution.

                                         

                                        Nesse processo, a acumulação de mutações da planta desenvolve um relógio molecular, capaz de determinar a idade de qualquer clone com precisão. A técnica foi aplicada em uma base de dados de algas das espécie Zostera marina, do Pacífico ao Atlântico e Mediterrâneo.

                                        A reprodução vegetativa como um modo alternativo de reprodução é difundida nos reinos animal, fungi e plantae– explica Reusch

                                        Mais do que a planta marinha mais antiga

                                        A idade e longevidade de espécies clone, como a da planta marinha mais antiga do mundo, são importantes para o conhecimento sobre habitats marinhos, uma vez que muitas espécies como essa podem se reproduzir vegetativamente e tornar seus clones ainda maiores.

                                         

                                        Um ponto importante é que a produção contínua de fragmentos do “clone original” — que são iguais geneticamente, mas separados fisicamente — pode indicar que idade e tamanho são dissociados nessas espécies.

                                         

                                        No norte da Europa, por exemplo, foram encontrados clones de capim-enguia com centenas de anos, sendo que o mais velho tinha 1.402 anos de idade e também pertencia ao Mar Báltico.


                                        Esse capim-enguia mostrou ser resiliente mesmo em um ambiente rigoroso. De acordo com Reusch, “esses dados são um pré-requisito para resolver um dos maiores quebra-cabeças de longo prazo na conservação genética, isto é, por que grandes clones podem persistir apesar de ambientes variáveis e dinâmicos”.

                                         

                                        Com o genoma da alga disponível, cientistas começaram análises, incluindo um clone mantido por 17 anos como referência. Iliana Baums, professora doutora de ecologia molecular no Instituto Helmholtz para Biodiversidade Marinha Funcional na Universidade de Oldenburg, na Alemanha, destaca que essas ferramentas podem ser usadas, por exemplo, para conservar corais ameaçados pelas ondas de calor.

                                         

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                                          Participantes disputaram regatas no sábado, mas premiação aconteceu no dia seguinte sem novas competições

                                          Por: Redação -

                                          Os participantes da 2ª etapa da Copa Mitsubishi – Circuito Ilhabela de Vela que esperavam por um final de semana cheio de regatas, tiveram que se contentar apenas com o belo dia de sol do último sábado (22).

                                          Isso porque o domingo (23), que marcaria o fim das competições da fase, não permitiu que os veleiros dessem a largada devido à absoluta falta de vento.

                                          Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                          Mas isso não tirou o brilho da premiação, que aconteceu com base nos três dias que marcaram a fase da Copa Mitsubishi. Nos dias 15, 16 e 22 de junho, nada menos do que 40 barcos disputaram nas classes HPE25, C30, ORC, BRA-RGS e RGS Cruiser.

                                           

                                          Agora, os competidores aguardam a terceira etapa da Copa Mitsubishi, marcada para acontecer em setembro, que dará passe livre aos vencedores para a grande final em dezembro.

                                          Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                          Resultados da 2ª etapa da Copa Mitsubishi de Vela

                                          Após oito regatas, os dois primeiros colocados da classe HPE25 terminaram a etapa empatados com 14 pontos. No critério de desempate, o pódio ficou assim: Crazy Phoenix, de Mario Lindenhayn, em primeiro; Ginga, de Breno Chvaicer, em segundo; Brasil Mussulo, de José Guilherme Pereira Caldas, em terceiro.

                                           

                                          A RGS teve como campeão o Zeus, de Paulo F. Moura, com o My Boy, de Lars Müller, na cola. Logo em seguida, ficou o Beleza Pura 2, de Felipe Degan.

                                          Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                          Na divisão A da RGS, os primeiros colocados foram Zeus, Beleza Pura e Sossegado, de Marco Higaldo. Na divisão B, os destaques foram para o My Boy, Tanuki, de Rafael Terentin, e o Blu1, de Marcelo Ragazzo.

                                           

                                          Já na divisão C da BRA-RGS, vitória do Comanda, de Sebastian Menendez. Em segundo, veio o Brazuca, de Rubens Bueno, e em terceiro o Triton/Daikin, de Ricardo Zamboni.

                                          Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                          A classe ORC teve como campeão o Phoenix 44, de Mauro Dottori e Fabio Cotrim. O segundo lugar ficou com o 4z Phytoervas, de Marcelo Bellotti, e o terceiro com o King, de Marcello Sestini.

                                           

                                          Na ORC Cruiser, o Lucky/ Alforria, de Luiz Villares, garantiu a liderança, ao passo que o Xamã, de Sérgio Klepacz e o Orson, de Carlos Eduardo Souza e Silva ocuparam os segundo e terceiro lugares.

                                          Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                          Confirmando o favoritismo, o Tonka, de Demian Pons, levou a melhor na classe C30. Na sequência, aparecem os veleiros Relaxa/ Building, de Tomás Mangabeira, e o Bravo, de Jorge Berdasco.

                                           

                                          A classe RGS Cruiser correu apenas no primeiro final da semana da etapa.

                                           

                                          Náutica Responde

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                                            SAAR Global estará no Boat Show de Itajaí com produtos de qualidade alemã

                                            Empresa que trabalha com itens para motores, resinas e navegação estará no salão de 4 a 7 de julho

                                            De 4 a 7 de julho, o Marina Itajaí Boat Show 2024 reunirá, em um único lugar, tudo o que de mais essencial um barco precisa para navegar com excelência. Por isso, a SAAR Global é mais uma das marcas confirmadas no shopping do salão — e promete levar aos visitantes três produtos de qualidade internacional.

                                            Entre eles estão parafusos e fixadores de aço inox A4 que, segundo a SAAR, acompanham certificados internacionais. Destaque também para dois itens de qualidade alemã que atracarão no estande da marca: o gealcoat Bufa e as tintas Nextel, de diversas cores.

                                            Foto: SAAR Global / Divulgação

                                            Segundo a SAAR Global, a marca conta com ampla experiência no negócio de iates, no setor MRO (manutenção, reparação e operações), no segmento de petróleo e gás, na construção naval e na indústria da construção.

                                            Marina Itajaí Boat Show 2024

                                            O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.



                                            A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                                             

                                            A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                                             

                                            Anote aí!

                                            Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                                            Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                            Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                            Mais informações: site do evento
                                            Ingressos: site oficial de vendas

                                             

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                                              Por: Redação -

                                              A reação de quem escuta Juliana Gomes, 32, dizer que é marinheira é quase sempre a mesma: espanto e curiosidade. Não é difícil adivinhar o porquê: dominada por homens desde que os primeiros barcos da história ganharam as águas, a profissão incute no imaginário popular a figura masculina, retratada até mesmo em personagens como o famoso marinheiro Popeye.

                                              Assim como em terra, no mar as mulheres também foram abrindo caminhos e conquistando espaços no que diz respeito ao comando e cuidado com as embarcações. Em homenagem à profissão, celebra-se todo 25 de junho o Dia Internacional do Marinheiro.

                                               

                                              Em celebração à data, nossa reportagem foi procurar justamente mulheres que ocupam este posto. “As pessoas ainda se surpreendem muito ao ver uma mulher trabalhando como marinheira”, relata Juliana.

                                              Juliana em curso de marinheiro socorrista. Foto: Arquivo Pessoal

                                              Se por um lado o protagonismo feminino é motivo de orgulho, por outro deixa exposta a necessidade de cada vez mais mulheres abraçarem a carreira. “Não é fácil aceitar uma mulher a bordo. Falo por mim, tem muito preconceito. Já tive problemas em uma embarcação”, conta Juliana.

                                              Desafios a bordo

                                              Juliana iniciou a carreira de marinheira no final de 2020 e, pouco depois, mudou de Bertioga, no litoral paulista, para Balneário Camboriú, em Santa Catarina, onde permaneceu por um ano e meio. Em uma das saídas ao mar, o proprietário do barco passou a insistir para que ela “se divertisse”, insinuando que ela começasse a dançar.

                                              Falei que não, meu papel é de auxiliar de marinheiro e não passa disso. Não danço nem por livre e espontânea vontade, quem dirá para bajular alguém– relembra Juliana

                                              “Tive problemas na empresa depois disso. Ficou um clima chato. Acabei saindo de lá por conta disso. Se eu quisesse ganhar a vida de outro modo, ganharia”, conta.

                                               

                                              Dona de personalidade forte, Juliana afirma que só permanece em locais onde é respeitada. Isso implica em, muitas vezes, precisar estabelecer limites bem claros a bordo. “Tem muita falação, muita conversinha. Você tem que se impor, não pode dar brecha”.


                                              É por isso que, durante o horário de trabalho, conversa com ela é só sobre barcos. Dar abertura a outros assuntos ou aproximações? Nem pensar. “Falam que eu sou muito fechada, mas é uma maneira de proteção que eu tenho”, explica.

                                              Saudade e inspiração para a família

                                              A marinheira Beatriz Ballardin, 61, diz que foi chamada incontáveis vezes de “corajosa” por sair da zona de conforto e, literalmente, embarcar na profissão quinze anos atrás, aos 46 anos de idade. A resposta para isso sempre foi: “você sabe o significado do meu nome?”

                                              Beatriz entrou na área depois dos 40 anos de idade. Foto: Arquivo Pessoal

                                              Além de “a que faz alguém feliz”, Beatriz significa “viajante” ou “peregrina”, substantivos essenciais para quem, por amor à profissão, enfrenta outro grande desafio: a distância dos familiares em terra firme.

                                               

                                              Ela conta que, para viver a profissão de marinheiro, é preciso saber administrar a ausência da família e a possibilidade de perder datas comemorativas, como aniversários, nascimentos e festas de fim de ano.

                                               

                                              A boa notícia é que os entes queridos sempre a apoiaram, incluindo o filho de 35 anos. “Ele fala ‘a mãe é uma cigana aventureira’”, relembra Beatriz.

                                               

                                              Para Juliana, que tem duas filhas — de 9 e 15 anos — o dia a dia acaba sendo mais complexo, ainda mais porque raramente consegue passar o fim de semana com elas. O que a comove é ver suas meninas orgulhosas de sua profissão.

                                              Elas acham o máximo ter uma mãe marinheira e é isso que me motiva. Querer ser a mãe mais incrível tanto dentro de casa, quanto fora– Juliana Gomes

                                              Um dos momentos que mais marcou Juliana foi quando a professora da filha mais velha lhe confidenciou, durante uma reunião escolar, que a jovem sempre falava com muito orgulho da mãe, por conta da profissão. “Até fiquei emocionada, é raro ver adolescente elogiando”, revela.

                                              Profissão marinheiro

                                              A paixão de Beatriz Ballardin pelo mar começou cedo, antes mesmo de vê-lo pela primeira vez — por volta dos 17 anos de idade. Natural de Caxias do Sul (RS), a gaúcha sequer consegue explicar como esse sentimento nasceu, mas garante que não tem mais fim.

                                              Não tem mais viver longe da água. Vou para casa por vinte dias e a pele começa a secar. Sinto falta do balanço do barco, das viagens, das pessoas. A gente começa a sentir mais falta do dia a dia do que da própria família– brinca Beatriz

                                              Há nove anos Beatriz trabalha em uma Azimut 83 e, por lá, é praticamente uma ‘faz tudo’. Além de lavar e polir a parte externa do barco, cuida da casa de máquinas, deixa os interiores impecáveis e ainda oferece seus dotes culinários, adquiridos na formação em gastronomia. “Satisfação em bem servir, essa é a frase. Quando o patrão vem, eu faço tudo, não reclamo. Acho o máximo ser útil”, aponta.

                                              Juliana e Beatriz (ao centro). Foto: Arquivo Pessoal

                                              Beatriz só não trabalha mais com pilotagem — área que deixou para trás quando começou na carreira — mas acumula conhecimentos sobre ventos, clima, astronomia e outras áreas fundamentais ao bom marinheiro.

                                               

                                              A gaúcha, inclusive, é exemplo para Juliana, que sonha em se tornar capitã. Assim como a colega, já fez de tudo um pouco, desde atracação e pilotagem, até o cabelo do patrão.

                                               

                                              Por esses e outros motivos, as duas defendem a regulamentação da profissão de marinheiro de esporte e lazer. Como a área não é reconhecida, quem atua nela costuma ser registrado como empregado doméstico.

                                              Se colocar na ponta do lápis, você é responsável pelo barco, por quem está a bordo, é piloto, mecânico, eletricista, cozinheiro… exerce muitas funções e não tem a devida valorização– comenta Juliana

                                              Apesar dos obstáculos, nada tira do coração de ambas as marinheiras que a vida no mar vale a pena. “Quando era mais nova, praticava surf e sentia uma paz enorme. Agora descobri essa mesma paz navegando”, destaca Juliana.

                                               

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                                                24/06/2024

                                                O Marina Itajaí Boat Show 2024 está prestes a atracar em um dos principais polos náuticos do Brasil. De 4 a 7 de julho, além de uma grande variedade em embarcações, o salão levará aos visitantes uma imensa variedade de equipamentos e acessórios náuticos. Nessa lista entra a Thermomatic, que exibirá no Boat Show de Itajaí produtos para controle de umidade, que ajudam a conservar o ambiente interno dos barcos.

                                                Estreando no evento em Itajaí, a Thermomatic vai ao salão com desumidificadores de sua marca Desitrat — já há 40 anos no mercado — para pequenos e grandes barcos. No meio náutico, a alta umidade contribui consideravelmente na deterioração das embarcações, prejudicando tanto móveis e acabamento interno quanto sistemas elétricos e equipamentos eletrônicos.

                                                Foto: Thermomatic / Divulgação

                                                “Estar presente em um evento de grande porte como o Marina Itajaí Boat Show é uma oportunidade única para a Thermomatic. Além de reforçar nosso compromisso com o setor náutico, podemos demonstrar nossas soluções de controle de umidade para preservação e manutenção das embarcações e agregando valor aos estaleiros”, destaca Sven von Borries, CEO da Thermomatic.

                                                 

                                                Entre os produtos da Thermomatic no Boat Show de Itajaí estará o Desidrat New Mini, um desumidificador para pequenos espaços, como armários, gaveteiros, guarda-roupas e demais ambientes que necessitam de controle de umidade para evitar a proliferação de mofo e bolor. O equipamento é portátil, e custa a partir de R$ 498.

                                                Foto: Thermomatic / Divulgação

                                                A marca apresentará ainda os modelos Desidrat New Plus 150 e Desidrat Max 500 Wi-Fi, além de soluções em controle de umidade e temperatura para estaleiros, o que, segundo a marca, auxilia os processos de construção e manutenção das embarcações, como na colagem da resina ou na laminação.


                                                Marina Itajaí Boat Show 2024

                                                O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

                                                 

                                                A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                                                 

                                                A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                                                 

                                                Anote aí!

                                                Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                                                Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                                Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                                Mais informações: site do evento
                                                Ingressos: site oficial de vendas

                                                 

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                                                  Embarcação de 34 metros foi projetada pela Tureddi, que há décadas constrói modelos para marcas como Sanlorenzo e Benetti

                                                  Por: Redação -

                                                  O universo sobre as águas está prestes a ficar mais moderno e arrojado graças ao Bluephire, iate de 34 metros (ou 112 pés) com enorme salão de vidro e teto panorâmico.

                                                  Com conclusão prevista para 2026, a embarcação é a primeira da Tureddi Yacht a levar o nome da marca, que há 45 anos constrói iates de luxo para estaleiros renomados como Sanlorenzo, Codecasa e Benetti. A ideia é que a frota da empresa abranja modelos de 30 a 60 metros.

                                                  Foto: Ocean Independence/ Divulgação

                                                  Embora ainda não esteja pronto, o Bluephire já está à venda no site da Ocean Independence pelo valor inicial de 11,5 milhões de euros — correspondentes a cerca de R$ 67 milhões, na conversão feita em junho de 2024.


                                                  Muito além do salão de vidro

                                                  O iate da Tureddi apresenta uma estética elegante, moderna e esportiva tanto nos exteriores, quanto nos interiores. A boa oferta de espaço é outro destaque, especialmente para quem não abre mão de conforto a bordo — recurso corroborado pela boca máxima de 6,9 metros do modelo.

                                                  Foto: Ocean Independence/ Divulgação

                                                  Passageiros que curtem passar tempo ao ar livre terão à disposição um bom solário com espreguiçadeiras e assentos, mas em dias frios ou de chuva, o lazer dentro do iate não deixa a desejar.

                                                   

                                                  Um dos motivos é a presença de um amplo salão de vidro e de teto panorâmico, que dão a sensação de amplitude ao ambiente, permitem a entrada de muita luz natural e criam uma boa transição entre o interior e exterior do barco.

                                                  Foto: Ocean Independence/ Divulgação

                                                  Esse salão, inclusive, conta com espaços para refeição e bar, sendo que ambas as laterais são construídas por janelas de vidro. No pernoite, três cabines ficam responsáveis por acomodar até seis passageiros.

                                                  Foto: Ocean Independence/ Divulgação

                                                  Pensado para agradar diversos públicos, o iate da Tureddi também oferece opções de personalização, com diferentes esquemas de cores e detalhes definidos conforme o gosto do proprietário.

                                                  Foto: Ocean Independence/ Divulgação

                                                   

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                                                    Por: Redação -

                                                    Especialista em soluções de energia, a Global Power Systems garantiu presença no Marina Itajaí Boat Show 2024, marcado para acontecer de 4 a 7 de julho. Em seu estande, apresentará quatro produtos, dentre eles, o carregador de baterias IP43.

                                                    Da marca Victron, o aparelho é compacto e leve e tem como um de seus destaques a comunicação via bluetooth. No setor de geradores náuticos, a empresa exibirá o modelo Fischer Panda P 5.000i NEO, de 5 kva e com velocidade variável.

                                                    Foto: Instagram @fischerpanda/ Reprodução

                                                    A Global Power Systems também levará ao Boat Show de Itajaí a churrasqueira elétrica digital Grill Kenyon, que promete não soltar fumaça, e os painéis de controle Blue Sea, para diferentes usos e necessidades.

                                                    Marina Itajaí Boat Show 2024

                                                    O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.


                                                    A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                                                     

                                                    A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                                                     

                                                    Anote aí!

                                                    Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                                                    Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                                    Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                                    Mais informações: site do evento
                                                    Ingressos: site oficial de vendas

                                                     

                                                    Náutica Responde

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                                                      Vokan apresenta serviço de seguros náuticos no Marina Itajaí Boat Show 2024

                                                      Marca especialista em apólices náuticas, a empresa estará presente no evento, que acontece entre 4 e 7 de julho

                                                      23/06/2024

                                                      Navegar com segurança é fundamental e no Marina Itajaí Boat Show 2024 o estande da Vokan Seguros vai exibir sua expertise no setor, apresentando opções de seguros náuticos para embarcações. O maior evento náutico do sul do Brasil acontecerá entre 4 e 7 de julho.

                                                      Durante o Boat Show de Itajaí, os visitantes do salão náutico vão conhecer os planos oferecidos pela corretora, que oferece diversas modalidades de apólices, inclusive náuticas. A empresa têm seguros que envolvem, entre outros, operador portuário, embarcações comerciais e de recreio.

                                                       

                                                      Presente na 2ª edição do evento náutico em Santa Catarina, a cobertura náutica da Vokan inclui assistência em caso de perda ou dano às embarcações, roubo ou furto total qualificado e participação em regatas ou pesca. Oferece ainda a remoção de destroços, desde que dentro do litoral brasileiro.

                                                      Marina Itajaí Boat Show 2024

                                                      O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

                                                       

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                                                      A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                                                       

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                                                      Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                                      Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                                      Mais informações: site do evento
                                                      Ingressos: site oficial de vendas

                                                       

                                                      Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                       

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                                                        Estande terá opções da marca Kelson's para todos os gostos no salão que acontece de 4 a 7 de julho

                                                        22/06/2024

                                                        Além de uma ampla variedade de embarcações, o Marina Itajaí Boat Show estará recheado das principais marcas de equipamentos e acessórios do setor. Entre elas está a Agro Química São Gabriel, que terá em seu estande no salão, de 4 a 7 de julho, oito opções de estofados náuticos da marca Kelson’s, para agradar a todo e qualquer gosto.

                                                        Com uma trajetória de mais de 70 anos de mercado, a empresa especialista em estofados feitos de laminado de PVC sintético estará no salão com opções que vão do tradicional linho juta e do cetim às cores vibrantes do acabamento neon. Todas elas com tratamento antifungo, antimofo e anti-UV.

                                                        Foto: Revista Náutica

                                                        Recentemente, a marca esteve presente no Rio Boat Show 2024. Por lá, Henrique Alves, gerente comercial da Agro Química São Gabriel, ressaltou que os produtos carregam “um material específico para esse segmento, para não se preocupar.”

                                                        Marina Itajaí Boat Show 2024

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                                                          Por: Redação -
                                                          21/06/2024

                                                          A Yachtmax, representante das marcas Okean e Ferretti Yachts no Brasil, confirmou presença no Marina Itajaí Boat Show 2024 com dois barcos nas águas durante o evento — que acontece de 4 a 7 de julho.

                                                          Um dos modelos exibidos pela Yachtmax no Marina Itajaí Boat Show é a Ferretti 720, lancha de 73 pés cujo design exterior é assinado pelo arquiteto italiano Filippo Salvetti.

                                                          Foto: Divulgação

                                                          O modelo, com flybridge e solário de proa, acomoda confortavelmente até 18 passageiros nos passeios. Além disso, possui quatro cabines confortáveis para oito pessoas no pernoite.

                                                           

                                                          No ano passado, a Yachtmax também atracou no Marina Itajaí Boat Show com dois modelos e celebrou as oportunidades criadas no salão náutico.

                                                          É uma ótima oportunidade, considerando o potencial de negócios da feira e do próprio estado– Roberto Paião, CEO da Okean Yachts, em 2023

                                                          Marina Itajaí Boat Show 2024

                                                          O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.


                                                          A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                                                           

                                                          A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                                                           

                                                          Anote aí!

                                                          Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                                                          Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                                          Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                                          Mais informações: site do evento
                                                          Ingressos: site oficial de vendas

                                                           

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                                                            Imagine a cena: uma arraia fêmea, que vive em um aquário apenas com tubarões, apareceu grávida, sem nunca ter tido contato com outro animal de sua espécie. A primeira coisa que vem à mente, claro, é que o animal teria engravidado sozinho — mas não foi bem isso que aconteceu com a arraia Charlotte.

                                                            Esse cenário foi construído no Aquarium and Shark Lab, localizado na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. A história de sua gravidez foi um grande mistério, e ganhou ares ainda mais impressionantes quando o próprio chefe do aquário sugeriu que a arraia poderia ter sido fecundada por um tubarão.

                                                            Foto: Facebook Aquarium & Shark Lab by Team ECCO / Reprodução

                                                            A sugestão não foi à toa, afinal, todos os sinais apontavam para essa conclusão. Em fevereiro, uma postagem no Facebook do aquário anunciou a gravidez da arraia, inclusive com exames de ultrassom. “Nossa arraia, Charlotte, está esperando!”, escreveu a equipe.

                                                            A coisa realmente incrível é que não temos um macho de arraia no aquário!– dizia a publicação

                                                            Brenda Ramer, fundadora e diretora executiva da Team ECCO (responsável pelo aquário), chegou a ressaltar que “algumas espécies de arraias podem armazenar espermatozoides para uso posterior, mas nenhuma arraia macho estava no tanque com Charlotte”, dando mais um indício de que a gravidez era fruto de uma relação do animal com um tubarão.


                                                            Ramer ainda informou que a equipe do aquário começou a “notar marcas de mordidas em Charlotte”. Durante o acasalamento, tubarões machos mordem as fêmeas para se posicionarem, o que fez a equipe acreditar que isso poderia ser uma explicação.

                                                             

                                                            Porém, um híbrido entre as espécies seria praticamente impossível. Assim, foi descoberto que a realidade por trás da gravidez da arraia Charlotte trazia uma história dramática, bem longe da esperada para essa trama.

                                                            Tubarões e arraias são tão distantes quanto humanos e cobras. Então uma cobra engravidar um humano é tão provável quanto um tubarão engravidar uma arraia– Noah Bressman, professor de fisiologia da Universidade de Salisbury

                                                            Animais híbridos (descendentes cujos pais pertencem a espécies diferentes) não são impossíveis — alguns são bem comuns. Um bom exemplo é a mula, resultado do cruzamento entre o cavalo e o jumento. Para que um animal híbrido ganhe vida, contudo, as espécies precisam ser geneticamente semelhantes, e sem muito tempo de divergência — o que não é o caso da arraia com o tubarão.

                                                             

                                                            Sendo assim, como a arraia Charlotte engravidou? A resposta é: Charlotte tem uma doença.

                                                            Foto: Facebook Aquarium & Shark Lab by Team ECCO / Reprodução

                                                            Percebendo que uma gravidez era praticamente impossível, a equipe do aquário realizou na raia uma série de testes. “Os relatórios mostram que Charlotte desenvolveu uma doença reprodutiva rara, que impactou negativamente seu sistema reprodutivo”, disse a equipe.

                                                            Nossa prioridade é focar na saúde e bem-estar de Charlotte. Trabalharemos e seremos guiados por veterinários e especialistas para entender melhor essa doença e as opções de tratamento– completou a equipe

                                                            Na última postagem do aquário no Facebook, a equipe informou que “especialistas médicos confirmaram que Charlotte não está mais grávida devido a sua doença reprodutiva” e que o animal continua em sua rotina normal. “Especialistas estão revisando ultrassons e testes adicionais que foram coletados e enviados para recomendações de tratamento.”

                                                             

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