Exportar lanchaspara diversos países não apagou a emoção da NX Boats ao desembarcar, pela primeira vez, com seu maior modelo nos Estados Unidos. Batizada de NX 50 Invictus, a lancha de 50 pés com hardtop foi a primeira da linha Yacht.
Nas redes sociais, a empresa celebrou a conquista e destacou que “cada detalhe foi pensado com paixão e precisão” para entregar o que há de melhor “em desempenho e luxo” no mercadonáutico.
Estamos emocionados em compartilhar esse momento histórico com vocês! Com muita dedicação, foco e superação, a magnífica NX 50 Invictus finalmente chega às águas americanas!– NX Boats
O design marcante da lancha se alia à boa oferta de espaço, garantida pela boca de 4,05 metros. O modelo comporta até três suítes e abusa do uso do vidro, de forma a garantir a entrada de luz natural e integrar o interior com o exterior do barco.
Na popa, o espaço gourmet com churrasqueira cria uma boa área de lazer, ao passo que a praça de popa recebe os convidados com mesa, sofá e pufes. Sem passagem lateral, o acesso à proa é feito por dentro da embarcação.
Uma vez na proa, os passageiros desfrutam de solário para três pessoas e área de convivência com segunda mesa. Para dias chuvosos ou frios, há possibilidade de cobrir o espaço com uma tenda.
Foto: Revista NáuticaFoto: Revista Náutica
A lancha tem boa altura tanto na cabine (2,90 metros), quanto no banheiro (2,20 metros). Há ainda a possibilidade de personalizá-la conforme o gosto do proprietário.
Um ano atrás, Luke Hartley vivia uma vida pacata em Seattle, nos Estados Unidos, em meio a alunos do ensino fundamental na escola onde atuava como professor de música. Hoje, porém, a vida dele é bem diferente. Em uma virada radical de carreira, Luke largou tudo e se lançou ao marpara encarar uma volta ao mundo de veleiro.
Atualmente na Polinésia Francesa, o professor compartilha sua aventura pelas redes sociais sob o nome Sailing Songbird — algo como ‘pássaro canoro navegando’, na tradução livre para o português.
Foto: Instagram @sailing_songbird/ Reprodução
No Instagram, acumula 897 mil seguidores, que acompanham o dia a dia dele na Vancouver 27, embarcação de 8 metros de comprimento que data de 1976. “Nunca pensei que viveria em tempo integral em um veleiro de 27 pés”, disse em uma publicação.
A vida no mar tem sido a experiência mais desafiadora e gratificante da minha vida. Os altos são enormes e os baixos parecem esmagadores às vezes– Luke Hartley
Foto: Instagram @sailing_songbird/ Reprodução
Volta ao mundo em veleiro
Luke decidiu tirar do papel, no ano passado, um sonho antigo que o acompanhava. Depois de pensar muito a respeito, pediu demissão e vendeu tudo o que tinha para comprar o barco.
Ao longo de sete meses, se dedicou a consertar o veleiro de 48 anos de idade e, em sete de outubro de 2023, deu adeus à terra firme ao embarcar na jornada pelo mar de Seattle.
Foto: Instagram @sailing_songbird/ Reprodução
Desde então, Luke enfrentou tempestades, conheceu novas culturas e até viveu um perrengue ao ficar incomunicável depois de ter perdido, submersa, a antena da Starlink que lhe provia internet.
“Fiquei apavorado com a solidão que viria. […] Olhando para trás, sei que essa foi a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo. Sou grato pela solidão que experimentei e estou para sempre mudado pelos insights que tive durante esta jornada”, comentou.
Foto: Instagram @sailing_songbird/ Reprodução
Dos Estados Unidos, o professor chegou ao Méxicoe encarou 49 dias no PacíficoSul, na primeira grande travessia da volta ao mundo de veleiro. Antes de ficar sem internet, fez uma espécie de diário de bordo, em que mostra as alegrias e perrengues de navegar em um pequeno barco.
Atualmente, ele está em terra firme, na ilha de Nuku Hiva, na Polinésia.
Atracar no Centro-Oeste, região conhecida como o “coração do Brasil”, promete ser uma experiência e tanto para a Mestra Boats. Presença constante nos eventos náuticos, o estaleiro escolheu três grandes sucessos para exibir ao público do Brasília Boat Show, de 14 a 18 de agosto.
Agora, a embarcação se prepara para navegar nas águas doces do Lago Paranoá e exibir todos seus recursos aos visitantes — que podem testar na prática o desempenho do modelo e visualizar destaques como teto solar em fibra com abertura elétrica, plataforma submergível capaz de aguentar 500 kg de carga e espaço para para cinco pessoas pernoitarem.
Foto: Revista Náutica
A Mestra também deixará à disposição a Mestra 322, que entrou com força na disputada faixa dos 30 pés e foi testada pela equipe de NÁUTICA. Com visual de barco importado, o modelo foi definido pelo presidente José Eduardo Cury — ou ‘Zé da Mestra’, como prefere ser chamado — como “sucesso absoluto”.
Lançamos no São Paulo Boat Show 2022 com 28 unidades vendidas. Foi uma coisa assustadora para nós– Zé da Mestra, durante o Boat Show de Itajaí 2024
Foto: Revista Náutica
Ao lado desses confirmados de peso, estará a Mestra 292, apresentada no Rio Boat Show do ano passado. Com 29,5 pés, a opção tem costado envidraçado — que garante entrada de luz natural e ventilação –, T-top e passagem lateral a bombordo — algo bem raro para uma lancha desse tamanho.
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
Não é novidade que o Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro, é popularmente conhecido como Aeroporto do Galeão. O que poucos sabem, contudo, é que o nome atribuído de forma popular remonta não só a um navio, mas ao maior do mundono século 17 — construído em solo brasileiro.
Segundo maior aeroporto do Brasilem movimento internacional, o Galeão, na Ilha do Governador, leva no linguajar popular o nome de uma classe de naviosde guerra muito usados no período entre os séculos 16 e 17.
Foto: Portal Brasil 2016 (Olimpíadas) / Governo Federal Brasileiro / Reprodução
Eram embarcaçõesque traziam em suas estruturas quatro mastros e uma popa arredondada que, juntos, conferiam a esses navios velocidadee agilidade nas manobras.
Por volta de 1600, com os portugueses já instalados em solo brasileiro, Portugal — ainda como império — sofria com a perda de suas colônias para a Espanha. Como forma de tentar reverter a situação, a coroa portuguesa resolveu fazer uma grande encomenda à sua principal colônia: o Brasil.
Vinha aí o Galeão, maior navio de guerra do mundo
O cenário onde hoje está o aeroporto internacional, na ilha que pertencia ao governador do Rio de Janeiro, foi o escolhido para a construção de um galeão, maior navio de guerra do mundo à época, que viria a auxiliar Portugal em seus objetivos militares.
A partir de mão de obra majoritariamente escravizada, o navio foi produzido durante quatro anos, sob o comando de técnicos náuticos de Lisboa. Batizada de “Padre Eterno”, a embarcação trazia uma estrutura de 56 metros com 180 escotilhas, 144 canhões e tripulação de 4 mil homens.
Lançado ao marem 1664, o Padre Eterno — depois conhecido apenas como “Galeão” (nome da categoria do barco) — participou ainda da descoberta de uma nova rota entre o Oriente a Europa, pelo mar do Ártico.
Sem data exata, sabe-se que o Galeão afundou anos depois, quando já havia sido deixado para trás pelos navios a vapor.
Figurinha carimbada em todos os eventos Boat Show, não seria na estreia do maior evento náutico do Centro-Oeste do Brasil que a Ventura ficaria de fora. Depois de levar suas embarcações e veículos off-road para Santa Catarina e Rio de Janeiro, a marca atracará também na primeira edição do Brasília Boat Show.
Com mais de 40 anos de mercado, a Ventura levará toda sua expertise à estreia do evento náutico em Brasília — que acontecerá de 14 a 18 de agosto, nas belíssimas águas do Lago Paranoá. Levando em conta suas últimas participações em Boat Shows, a expectativa é alta.
V550 Crossover. Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Tanto no Rio de Janeiro quanto em Santa Catarina, o estaleiro mineiro colocou nas águas seu maior barco: a nova V550, de 55 pés. A embarcação chamou a atenção dos visitantes catarinenses e cariocas por, entre outras coisas, o clássico design italiano e a cabine de proa aberta.
Temos tudo de um barco de 70 pés em um barco de 55 pés– André Motta, diretor da Ventura
Ventura 420 Adventure. Foto: Ventura/ Divulgação
Além disso, a Ventura possui no seu catálogo os ATVs e UTVs — veículos off-road voltados ao lazer e agronegócio — , bem como uma linha de acessórios.
Somos hoje não só um estaleiro, mas também uma loja powersport. Nós temos barcos, motos aquáticas, bicicletas e motos elétricas, e vem muita coisa por aí– Marco Garcia, gerente comercial da Ventura, durante o Boat Show de Itajaí
Ventura Orca Performance by Taiga. Foto: Taiga / Divulgação
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
O Brasília Boat Show está chegando e promete agitar a capital federal de 14 a 18 de agosto, no Lago Paranoá. Se você ainda não decidiu se vai visitar, NÁUTICA te dá seis motivos irresistíveis para conhecer esse evento imperdível.
Estreante, o salão náutico chega ao Centro-Oeste brasileiro como a terceira parada dos eventos Boat Show que, neste ano, ainda passará outros três destinos. Nas águas doces da orla da Concha Acústica de Brasília, um mundode novas possibilidades se abrirá para os amantes da navegação que vivem na região.
Confira 6 motivos para visitar o Brasília Boat Show
Deslumbrar-se com a paisagem do Lago Paranoá
Realizado às margens do Lago Paranoá, o Brasília Boat Show oferecerá um cenário espetacular que por si só já vale a visita. O lago, com suas águastranquilas e vistas panorâmicas da capital, proporciona um ambiente perfeito para um evento náutico. Os visitantes podem desfrutar de momentos relaxantes, aproveitar a brisa do lago e apreciar a beleza natural de Brasília durante o test-drive de uma embarcação.
Foto: Envato
Viver a experiência de um evento com estandes flutuantes
Inspirado nos maiores salões náuticos do mundo, o Brasília Boat Show terá estandes inteiros de flutuantes no Lago Paranoá. Essa configuração única proporciona aos visitantes uma experiência imersiva, onde é possível caminhar sobre passarelas flutuantes e explorar as embarcações enquanto elas estão na água.
Foto: Revista Náutica
Essa proximidade com o lago torna a visita ainda mais especial, permitindo que os participantes sintam a verdadeira essência do mundo náutico.
Conversar com donos dos estaleiros e outros donos de barcos
Para os profissionais do setor náutico e para aqueles que desejam investir em embarcações, o Brasília Boat Show é o lugar ideal para fazer networking e conversar com responsáveis pelos projetos e construções dos barcos. O evento reúne empresários, investidores, fabricantes e entusiastas do mundo náutico, proporcionando um ambiente propício para trocas de experiências, parcerias e fechamentos de negócios.
Foto: Revista Náutica
Conhecer as novidades do mercado náutico
O Brasília Boat Show é o local perfeito para conhecer os mais recentes lançamentos e inovações do mercado náutico. Grandes marcas apresentarão seus mais novos modelos de barcos. É uma oportunidade única para ver de perto as novidades e até mesmo fechar negócios diretamente com os fabricantes.
Foto: Revista Náutica
Navegar na embarcação que pretende comprar
Assim como na hora de escolher um carropara comprar, o Brasília Boat Show permitirá aos reais interessados em um ou mais modelos de barcos agendar uma avaliação nas águas do Lago Paranoá. Ter uma experiência única nessa hora faz toda a diferença. Afinal, poder comparar as opções na prática é um grande negócio, antes mesmo de você fechar o seu.
Foto: Revista Náutica
Você encontrará um ambiente confortável para a família inteira
Os salões náuticos são grandes feiras de negócios. Mas, se você procura um barco para poder passearcom a família, nada mais coerente do que levá-la junto para escolher o modelo. Afinal, comprar um barco deve ser uma atividade conjunta.
Foto: Revista Náutica
Por isso, o Brasília Boat Show, além de muito confortável e agradável, graças ao ambiente do Lago Paranoá, é o primeiro passo para fazer quem você mais gosta também gostar da ideia de ter um barco. Ou seja, será um gostoso passeio, que poderá virar também um ótimo negócio.
Não perca a chance de participar desse evento incrível que celebra o melhor do universo náutico em um dos cenários mais bonitos do Brasil. Prepare-se para se encantar e viver experiências inesquecíveis no Brasília Boat Show!
Brasília Boat Show
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
Encontrar um objeto perdido é certamente uma das melhores sensações que um ser humano pode vivenciar — principalmente na vida adulta. Quando se trata de um item caro e tecnológico, então, melhor ainda. Pensando nisso, dá para se dizer que Jared Brick viveu momentos de êxtase ao reencontrar o Apple Watch que ele perdeu no mar do Caribe há mais de um ano.
Era junho de 2022 quando Jared resolveu adquirir dois modelos do relógio, um para ele e outro para o filho, para que ambos pudessem se comunicar sem a necessidade dos celulares durante uma viagemao Caribe — em comemoração ao aniversário do filho de Jared.
Foto: YouTube Brick House Media Co / Reprodução
Como os modelos carregam tecnologia à prova d’água, os dois nem ao menos hesitaram ao mergulharnas águas cristalinas com os relógios no pulso. Acontece que, ao retornar de um dos mergulhos, Jared notou que o acessórionão estava mais com ele.
Estava o usando e, puf, desapareceu, deslizou do meu pulso e caiu na água. Eu não percebi na hora, estava tão distraído com a verdadeira beleza daquele lugar– conta Jared
O reencontro com o Apple Watch perdido
Para se ter uma ideia, os modelos atualizados de relógios como o perdido por Jared custam mais de R$ 2 mil reais no Brasil.
Foto: YouTube Brick House Media Co / Reprodução
Entre os recursos tecnológicos do aparelho, contudo, está a ferramenta “Buscar” — responsável pelo reencontro entre Jared e seu Apple Watch perdido. Isso porque o recurso é um sistema de localização, que permite rastrear dispositivos da marca.
Ao ativar a busca, Jared automaticamente enviou ao relógio uma chamada que mantém a tela do dispositivo informando que aquele aparelho está perdido, com informações de contato do dono do acessório, para que quem o encontrasse conseguisse fazer a devolução — e foi o que aconteceu, mesmo que mais de um ano depois.
Foto: YouTube Brick House Media Co / Reprodução
Em dezembro de 2023, ele recebeu uma mensagem de voz de alguém do Caribe, que dizia ter encontrado seu Apple Watch perdido. O mais impressionante disso tudo é que, mesmo após mais de um ano desaparecido em águascaribenhas, o relógio ainda estava funcionando.
Foto: YouTube Brick House Media Co / Reprodução
Jared recebeu o dispositivo na Califórniae, além da satisfação de tê-lo em mãos novamente, Brick sanou outra vontade: a de testar o recurso Buscar na prática, com alguém devolvendo a ele o objeto perdido por meio da ferramenta — que, até então, ele acreditava não funcionar.
O Boat Show está prestes a atracar em Brasília pela primeira vez e, para celebrar a estreia do evento náutico na região Centro-Oeste, a Fibrafort garantiu presença com três barcos, sendo o maior deles a Focker 388 Gran Turismo.
Com 11,57 metros, a lancha tem espaço suficiente para 15 passageiros durante o dia e quatro no pernoite. Dois quartos garantem o conforto de quem passará a noite a bordo — sendo uma cabine de proa e outra de popa.
Foto: Revista Náutica
A embarcação também conta com um banheiro com box fechado, hard top elétrico, espaço gourmet com churrasqueira e plataforma submergível. A boca de 3,52 metros garante espaço e aconchego aos convidados, ao passo que o amplo uso de vidro permite a entrada de luz natural.
Em novembro, a Fibrafort desembarcou no primeiro Foz Internacional Boat Show 2023, que aconteceu em águas doces, assim como o evento náutico em Brasília — cujo palco será o famoso Lago Paranoá.
Foto: Revista Náutica
Por lá, Thiago Luís Fagundes, coordenador de negócios do estaleiro, desmistificou a ideia de que um barco de 42 pés só navega no mar. “Esse paradigma já vem sendo quebrado há muito tempo, em várias regiões do Brasil”, disse.
Grande parte do volume de produção da Fibrafort é destinado às pessoas que navegam em águas doces– Thiago Luís Fagundes, coordenador de negócios da Fibrafort
Além da Focker 388 Gran Turismo, o estaleiro levará a Focker 255 GTO e a Focker 300 GTS ao Brasília Boat Show.
Focker 255 GTO. Foto: Fibrafort/ Divulgação
Brasília Boat Show
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
Na vida, às vezes encontramos um grande amor justamente quando paramos de procurá-lo. Por mais que este começo possa parecer um início de história romântica, descreve bem a relação entre Bruno Lobo — médico e atleta olímpico brasileiro que estará em Paris — e o kitesurf, novidade nas Olimpíadas de 2024.
Desde criança, o coração de Bruno tem espaço para duas paixões: o esporte e a medicina. Contudo, em vez de escolher entre um e outro, o garoto de São Luís, no Maranhão, foi mais ousado e resolveu abraçar os dois, se dedicando não 50%, mas 100% a ambos — mesmo que lhe custasse um preço alto.
Foto: Instagram @brunolobo31/ Reprodução
E, ao que tudo indica, os frutos estão sendo colhidos. O atleta Bruno é o kitesurfista número 1 das Américas e um dos melhores do mundo. Enquanto isso, Dr. Lobo é formado pela Universidade Ceuma na área de ortopedia e traumatologia, além de ser especialista em cirurgia de joelho.
Foto: Instagram @brunolobo31/ Reprodução
Porém, como é de se imaginar, conciliar as duas rotinas não foi — e continua não sendo — uma tarefa simples. Em entrevista à NÁUTICA, o atleta olímpico e médico contou sobre essa intensa rotina e como os ventos sopraram sua vida para sua primeira Olimpíada.
Foto: Fabrício Souza/ Divulgação
Ponto e vírgula
Como o sonho de ser atleta começa muitas vezes na infância, com ele não foi diferente. Desde bebê, Bruno estava imerso no esporte, uma vez que tinha irmãs nadadoras — e o garoto seguiu o mesmo caminho.
Inclusive, foi nas piscinas que o menino chegou a disputar suas primeiras competições internacionais, ainda na adolescência. “Foi uma semente plantada na natação”, destaca o atleta.
Foi na natação que começou a questão do esporte de alto-rendimento e surgiu o sonho de ser atleta, representar meu país e assistir as Olimpíadas– explica Bruno Lobo
Entretanto, várias lesões em sequência levaram o garoto a colocar um ponto final nessa meta e se entregar à medicina, seu “segundo sonho”. De acordo com Bruno, a falta de um tratamento preventivo durante sua fase de crescimento acarretou nas contusões — que iam de tendinite no joelho a estiramento muscular no abdômen.
Foto: Instagram @brunolobo31/ Reprodução
Embora seu corpo pedisse o fim do sonho de atleta, seu coração ainda batia rumo às águas. Por ironia do destino, foi nesse meio tempo entre desistir das competições e decidir cursar medicina que o kitesurf apareceu na vida de Bruno Lobo — e para nunca mais sair.
“Comecei a fazer o kite por brincadeira, realmente por lazer, junto com meu pai. Ele começou primeiro e me convidou, e para mim era uma diversão. Eu praticava nos meus horários livres — durante o fim de semana ou quando saía da faculdade — e fui vendo que levava jeito”, contou à NÁUTICA.
Foto: Fabrício Souza/ Divulgação
Logo, o que parecia um ponto final se tornou um ponto e vírgula; a história continuaria. E foi nos torneios maranhenses que a estrela de Bruno Lobo começou a brilhar — mesmo que sem muita pretensão, segundo ele. Pouco depois, em 2015, já viria seu primeiro vice-campeonato de kite e, em 2016, o título nacional.
Um sonho olímpico
Como disse Bruno Lobo, o sonho de ser atleta voltou graças ao kite, mas ainda faltava algo: as Olimpíadas. Até então, o kitesurf não estava entre os esportes que eram disputados nos Jogos Olímpicos. Mas, em 2018, o Comite Olímpico anunciou que o Fórmula Kite faria parte da vela em Paris-2024.
Quando surgiu a possibilidade do kite entrar nas Olimpíadas, agarrei com todas as forças. [Falei] ‘esse é meu sonho e vamos com tudo’– relembra Bruno
Foto: Instagram @brunolobo31/ Reprodução
Embora esse sonho tenha falado mais alto, a medicina também acompanhava o, agora, kitesurfista. Vale ressaltar que Bruno Lobo treinava sozinho, sem qualquer apoio técnico e ainda conciliava os estudos de medicina com os treinos e competições. Apesar disso, com três meses, ele já estava entre os melhores de São Luís.
Como eu estava só, o começo foi muito difícil. Eu não tinha nenhuma referência, entrava no mar tarde e saia a noite, porque era o horário que eu tinha. Mas fui na cara e na coragem– recorda Bruno Lobo
Uma corrida contra o tempo
Foi em 2011 que a carreira de mão dupla de Bruno Lobo começou, ano em que deu início ao curso de medicina na Universidade Ceuma — e que só terminaria em 2017. Na época, ele morava perto da praia e contava com uma estrutura familiar que o ajudou muito.
Para treinar, eu ficava com meu equipamento dentro de uma carretinha, saía da faculdade, passava em casa para trocar de roupa, já pegava a carretinha e ia para a praia– explicou Bruno
Foto: Instagram @brunolobo31/ Reprodução
Os treinamentos costumavam ser no fim da tarde ou durante o horário de almoço — seu período livre — , sempre sozinho, até terminar a faculdade, em 2017. Mas quando Bruno foi fazer sua especialização em ortopedia, a rotina mudou.
Nesse período, eu já deixava o meu equipamento na praia, para facilitar. Lá a gente tinha a guardería numa escolinha de kite e meus equipamentos ficaram um pouco mais distantes– conta Bruno
Nessa rotina maluca, Bruno chegou a conquistar a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019.
Como um lobo solitário
No último ano da especialização em cirurgia de joelho, Bruno Lobo teve que deixar sua terra natal e partir para São Paulo, tendo o Hospital Albert Einsten como sua residência. E, nessa altura do campeonato, já deu para entender que nem assim ele abdicou do kitesurf.
Foto: Sander van der Borch / World Sailing/ Divulgação
Muito longe de casa e treinando na Represa do Guarapiranga, a única companhia do atleta era sua moto. Com tempo muito reduzido, só restou a Bruno treinar na água aos sábados e domingos e, eventualmente, uma ou duas vezes na semana. No restante dos dias, ele praticava musculação e outros treinos paralelos.
Embora tenha enfrentado o rígido inverno daquele ano na capital paulista, Bruno disse que todo esse sacrifício valeu a pena. Afinal, o atleta nunca se enxergou em desvantagem pela correria de treinos, mas sim pela falta de suporte.
Foto: Fabrício Souza/ Divulgação
“A grande dificuldade foi estar sozinho. Ao fazer medicina, me propor fazer tudo isso, eu não tinha a possibilidade de viajar tanto. Então eu escolhi uma ou duas competições internacionais para competir e eu acho que isso teve um grande impacto”, contou à NÁUTICA.
Foi o que me fez realizar o esforço dobrado para poder chegar no nível que eu cheguei hoje. Todo mundo lá fora se surpreendeu, eles dizem ‘não sei como é que tu sozinho chegou nesse nível’
Mas hoje, o cenário é melhor. Se antes ele era o único do top 10 mundial de kite que não tinha suporte, neste ano Bruno conta com o apoio técnico do treinador português Gil Conde em sua preparação olímpica — embora o ideal seria que essa ajuda viesse antes, segundo o atleta.
Não deixei de conciliar com a minha formação, mas agora estou mais atleta do que médico
Tudo tem seu preço
Apesar de precisar correr — ou velejar — mais do que os outros para alcançar o mesmo lugar, Bruno Lobo disse não se arrepender dessa “jornada dupla” e que não “voltaria atrás” em sua decisão. Ele ressalta que a medicina não atrapalhou sua carreira como atleta.
Bruno Lobo no pódio, com a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2023, Santiago. Foto: Miriam Jeske/COB/Divulgação
“Foi por isso que eu não abri mão, tentei buscar a excelência nas duas coisas que eu estava me propondo e uma coisa foi puxando a outra. Eu tinha menos tempo para estudar do que os meus colegas, mas tentava otimizar e dar o meu máximo”, relembrou Lobo.
Passei em primeiro lugar geral na minha residência médica, com mais de 300 médicos, na Universidade Federal do Maranhão. Uma coisa que eu me orgulho é que eu não deixei a minha formação aquém
Há de se imaginar que em algum momento Bruno terá que abdicar totalmente de uma das suas paixões, certo? Na verdade, isso não é algo que preocupa o atleta e médico neste momento, que procura não pensar muito nessa decisão e estar em paz — embora deseje mais um ciclo olímpico.
“Não decidi ainda o que vai ser dos próximos passos. Eu acho que estou muito bem fisicamente e acho que tenho muito ainda para evoluir e entregar muito mais. [Olimpíadas de] 2028 é algo que penso e estou focado em 2024. Vamos viver um dia após o outro”, respondeu o atleta.
Com 30 anos de idade, ele se vê preparado para um ciclo de quatro anos, mas um terceiro amor — em ordem de chegada, não de prioridade — ocupa mais um espacinho no coração do atleta: seu filho, Isaac Lura, de 2 anos. Estar longe dele e de sua esposa, Rhanna Carvalho, é um “sacrifício” para Bruno, que busca fazer tudo valer a pena.
São Luís é muito longe da Europa. Uma ida é mais de 24 horas de viagem, é muito desgastante e a gente passa muitos dias fora de casa. Colocamos isso na balança– ponderou
Foto: Instagram @brunolobo31/ Reprodução
“Mas é uma paixão, um amor que a gente tem e enquanto eu achar que vou brigar por uma medalha vou continuar. A partir do momento que eu achar que não é isso que quero, vou ponderar tudo. Tenho minha carreira que amo muito, que é a medicina”, conclui.
Foto: Instagram @brunolobo31/ Reprodução
Embora renuncie a muita coisa, Bruno diz amar diariamente o kitesurf, estar em contato com a natureza e conhecer outros lugares. E, assim como todo atleta, sua marca maior pode não se resumir apenas a títulos, mas também ao seu legado para as futuras gerações.
Nem tudo são flores. Espero influenciar também outras pessoas, inspirar o kite no Brasil — que a gente tem um grande potencial. Quero plantar várias sementes, para que o esporte cresça no país
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Não importa quanto tempo passe, o Titanicsegue despertando curiosidade por seus segredos ainda não revelados. A boa notícia é que os fascinados por um dos naufrágiosmais famosos do mundo poderão, em breve, vê-lo como nunca, graças às fotos inéditas que uma nova expediçãopromete fazer.
Comandada pela empresa norte-americana RMS Titanic Inc, a viagem aos destroços começou na sexta-feira passada (12), pouco mais de um ano da tragédia que vitimou os cinco passageiros do submarino da OceanGate.
Titanic em 1912. Foto: Wikimedia Commons/ Reprodução
A missão da RMS Titanic Inc, no entanto, não levou as equipes envolvidas até o fundo do oceano. Apenas dois robôsdescerão a 3,8 mil metros de profundidade para capturar centenas de imagensem alta resolução e fazer modelos 3D do que sobrou.
Queremos ver os destroços com uma clareza e precisão nunca antes alcançadas– David Gallo, líder da expedição, à BBC
Produção das novas fotos do Titanic
Uma grande equipe está envolvida na expedição da empresa — que há 14 anos não realiza nada do tipo. Na lista, há especialistas em filmagem, oceanógrafos, historiadores, arquitetos navais e outros profissionais de renome mundial.
A ideia é que eles passem cerca de 20 dias em alto mar, a bordo do navio Dino Chouest — a base das operações no AtlânticoNorte, parado logo acima dos destroçosdo Titanic. Junto com o time, estão dois veículos operados remotamente (ROVs), de seis toneladas cada.
Equipes testando o navio antes da expedição. Foto: Instagram @rmstitanicinc/ Reprodução
Conforme divulgado pela BBC, um dos robôs está equipado com uma série de câmerasópticas de alta definição e um sistema de iluminação especial. Já o outro tem um pacote de sensores que inclui um scanner LiDAR, que realiza mapeamento 3D com precisão.
Juntos, percorrerão uma seção de 1,3 km por 0,97 km do fundo do mar para realizar as fotos do Titanic. Veja abaixo um vídeo deles em operação:
Embora a parte da proa e popa do Titanic tenham sido bem estudadas, outras áreas da carcaça só receberam uma atenção superficial — o que aumenta as expectativas acerca do que os veículos serão capazes de mostrar, ainda mais por conta da tecnologianunca antes empregada com essa finalidade.
Em busca de ‘tesouros’ perdidos
Com sede em Atlanta, na Geórgia, a RMS Titanic Inc detém os direitos exclusivos sobre os destroços do naufrágio e já retirou mais de 5,5 mil objetos dos destroços. Com a nova viagem, espera analisar outros tantos que chamam a atenção.
Um dos ROVs usados na expedição. Foto: Instagram @rmstitanicinc/ Reprodução
Um exemplo é o candelabro elétrico que, na época, era algo bastante disruptivo. As caldeiras que se espalharam quando o naviose partiu ao meio e os restos de um segundo piano de cauda Steinway também estão na lista de desejos.
A empresa ainda espera recuperar pertences dos passageiros da embarcação, em especial as malas, conforme explicou à BBC Tomasina Ray, curadora da coleção de artefatos do Titanic.
“São os seus pertences — se conseguirmos recuperar mais no futuro — que ajudam a dar corpo às suas histórias. Para muitos passageiros, são apenas nomes numa lista e é uma forma de mantê-los significativos”, concluiu.
“Barco não voa, mas vocês estão voando” foi a frase utilizada por Márcio Dottori, especialista em barcos, para definir o momento do estaleiro pernambucano NX Boats — que atracará no Lago Paranoá de 14 a 18 de agosto, para a estreia do Brasília Boat Show.
O elogio não foi à toa: mesmo com apenas 10 anos — celebrados neste ano –, a NX Boats já conta com quase 2 mil barcos na água, de modelos que vão dos 26 aos 50 pés e nascem todos do zero. Um deles, contudo, marca o grande momento do estaleiro: a NX 44 by Pininfarina, que estará no primeiro Boat Show do Centro-Oeste do país.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
É um grande orgulho para nós da NX ter o único barco brasileiro 100% concebido, projetado e assinado por um dos maiores estúdios de design do mundo– Jonas Moura, CEO da NX, durante o Boat Show de Itajaí
Nas águas do icônico Lago Paranoá, os visitantes do novo salão náutico poderão conferir de perto os detalhes da embarcação considerada por Jonas como uma “nova categoria” do mercado, tida por ele como “Super Sport Cruiser”.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Segundo Jonas, o título se dá uma vez que a embarcação oferece “muito conforto, esportividade e design” em um único produto.
Com o aproveitamento da área útil do barco, você usa de popa a proa sem perder o conforto da cabine– explica Jonas
Com 13,77 metros de comprimento e 3,86 m de boca, a NX 44 by Pininfarina que estará no Boat Show de Brasília acomoda até 20 passageiros, com pernoite para cinco. Pensada para unir design e funcionalidade, a lanchaconta com área gourmet completa — com churrasqueira e pia — e solários na proa.
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Abaixo do convés, o modelo oferece uma área de estar e duas grandes cabines, cada uma equipada com seu próprio banheiro. Já na potência, a lancha pode navegarcom dois motoresde 380 hp ou dois de 440 hp.
Além da NX 44 Pininfarina, outros três modelos do estaleiro estarão no Boat Show de Brasília: NX 340 Sport Coupé, NX 400 Horizon e NX 290 Exclusive Edition.
Brasília Boat Show
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
A Patrulha Costeira da Polícia Militar do Paraná (PMPR) agora conta com a lanchaAruanã 29-CM-P para apoiar o combate à criminalidade e garantir a segurança de 39 comunidades — onde moram mais de 10 mil pessoas. De última geração, a embarcaçãotem casco blindado, é resistente a tiros de fuzil e carrega um sistema de visão termal.
“É uma embarcação muito diferente em relação às outras que nós já temos pela estrutura dela. É um barco maior, mais potente, com o casco todo blindado, com vários sistemas diferentes de imagem e localização que ajudam no trabalho policial”, ressalta o comandante da Patrulha Costeira do 9º Batalhão da PMPR, tenente Vinícius Szlanda.
Foto: Governo do Paraná / Divulgação
Conheça a Aruanã 29-CM-P
Com 29 pés (quase 9 metros), movida por dois motoresde popa de 300 hp e com espaço para até oito pessoas, a Aruanã 29-CM-P é uma embarcação super tecnológica, projetada especificamente para o combate à criminalidade.
Foto: Geraldo Bubniak/AEN / Governo do Paraná / Divulgação
Por isso, entre suas características principais estão um casco blindado, resistente até mesmo a tiros de munição supersônica, como os de fuzil.
Seu sistema de visão termal usa o calor ambiente para identificar pessoas e outros barcos. Assim, os agentes conseguem visualizar no painel de controle da lancha imagens que mostram objetos a partir da diferença de calor entre eles e o ambiente, facilitando a visualização mesmo em condições de baixa visibilidade — como durante a noite, em meio à fumaça ou névoa.
Foto: Geraldo Bubniak/AEN / Governo do Paraná / Divulgação
Um sistema de navegaçãocom GPS, sonar e radargarante o deslocamento da Aruanã 29-CM-P por instrumentos e um transponder, o que, de acordo com Szlanda, “permite que a gente consiga identificar com facilidade as embarcações que estão no nosso entorno”.
Dois propulsores garantem ainda aos agentes mais segurançanas operações, os permitindo ir mais longe da costa em resgates ou perseguições.
De acordo com o Governo do Paraná, a região tem mais de 100 quilômetros de extensão de orla marítima entre as divisas com São Paulo e Santa Catarina. São, ao todo, 125 praiase balneários, além de 57 ilhas. A Patrulha Costeira da Polícia Militar do Paraná foi criada em 2019 para atender esta região e o pelotão tem um treinamento especial para ações em água e em áreas fechadas de mata.
Cercada por históriae natureza, a Ilha de Piel parece ter saído diretamente de um filme medieval. Mas um fato curioso torna esse pequeno pedaço de terra pertencente à Inglaterraainda mais atrativo: a existência de um ‘rei’ próprio, que comanda um pub centenário e mora próximo a um castelo.
O atual ‘monarca’ é Aaron Sanderson, que assumiu o trono em 2022. O título, no entanto, é meramente ilustrativo, já que ele não possui nenhum poder político na ilha. Pelo contrário: Sanderson é, em verdade, o dono do pub.
Foto: Ship Inn/ Divulgação
Conforme manda a tradição do local, toda vez que o estabelecimento — chamado Ship Inn — ganha um novo proprietário, ele é coroado rei da ilha. Ao que tudo indica, a brincadeira remonta ao século 19, com os primeiros registros em 1856.
Há toda uma cerimônia que marca a nova direção do pub. Nela, o recém-chegado se senta em uma cadeira antiga, coloca sobre a cabeça um capacete medieval e segura uma espada, enquanto o antigo dono derrama bebida alcóolica sobre ele.
Pub da ilha. Foto: Ship Inn/ Divulgação
Por dentro da ilha com rei
Localizado em Cumbria, o minúsculo pedaço de terratem apenas 200 mil m² e, para acessá-lo, é preciso pegar uma balsa. Entretanto, os turistassó podem conhecer a ilha durante os meses de verão.
Embora poucas pessoas morem atualmente em Piel, há indícios de que a ilha é habitada há mais de três mil anos. Ela já foi ocupada por celtas, romanose, em 1127, foi entregue a monges.
Foto: Geni/ Wikimedia Commons
As ruínas do Castelo de Piel, construído no início do século 14, estão disponíveis para visitação na temporada de verão e de forma gratuita. Acredita-se que ele tenha sido erguido para manter mercadorias e cargas longe das mãos de piratase invasores.
No século 19, Piel seguiu importante para o transporte marítimo e quase foi vendida pelo duque que a mantinha, mas o prefeito de Barrow interveio e, em 1920, o local foi entregue à cidade de Barrow in Furness, que a transformou em um memorial às pessoas que morreram durante a Primeira Guerra Mundial.
Atualmente, os turistas que visitam a ilha com rei podem desfrutar do pub e até mesmo acampar por lá, mediante o pagamento de 5 libras por barraca. Não é necessário realizar reserva prévia, mas é fundamental que cada um leve sua comida — afinal, não há lojas em Piel.
Quando se fala em “Olimpíadas de Paris”, se imagina que todos os esportes do evento serão disputados no país sede, certo? Não exatamente. Com seis brasileiros, o surfe dos Jogos Olímpicos de 2024 carrega uma curiosidade inédita: será disputado nas águas da paradisíaca Teahupo’o, no Taiti!
Quem pensa que o local escolhido fica próximo a Paris, se engana. Afinal, mais de 15 mil km separam a capital francesa de Teahupo’o. Tamanha distância marca um recorde na história das Olimpíadas: é o local de disputa mais longe da sede — quase tão longe quanto São Paulo até Sidney, na Austrália.
Mesmo que a ilha faça parte da Polinésia Francesa — conjunto de cem ilhas na Oceania, pertencentes à França –, a decisão do Comitê Olímpico não foi simples e enfrentou problemas, como a instalação de uma torre para os juízes no meio do mar, alvo de manifestações contrárias.
Teahupo’o, Taiti. Foto: Google Maps/ Reprodução
Até mesmo atletas brasileiros de surfe, como Filipe Toledo e João Vitor “Chumbinho”, foram contra à obra, que colocaria em perigo mais de mil corais e 20 espécies que vivem onde a torre seria erguida. Mesmo assim, após acordos com a população e cerca R$ 27 milhões gastos, a construção foi concluída.
Um paraíso aos brasileiros do surfe
Escolhido em 2020 pelo Comitê para sediar o esporte nas Olimpíadas 2024, Teahupo’o é um dos maiores templos do surfe — ainda mais para os brasileiros. Lá, é disputada uma das etapas da Liga Mundial de Surfe (WSL, na sigla em inglês) anualmente, além de ter uma das ondas preferidas dos atletas — apesar de ser perigosa e bem desafiadora.
Filipe Toledo, atual campeão da WSL. Foto: ISA/Sean Evans/Divulgação
Como onda calma não faz bom surfista, os atletas brasileiros costumam se dar bem nas traiçoeiras águas do Taiti. Gabriel Medina, uma das maiores esperanças de medalha do Brasil nas Olimpíadas, participou de sete etapas em Teahupo’o e pegou pódio em todas — vencendo duas vezes.
Por falar em brasileiros nas Olimpíadas, a seleção verde e amarela é o país com mais representantes no surfe: Gabriel Medina, Filipe Toledo “Filipinho” e João Chianca “Chumbinho” no masculino; e Tainá Hinckel, Luana Silva e Tatiana Weston-Webb no feminino.
Gabriel Medina. Foto: Miriam Jeske/COB/DivulgaçãoFilipe Toledo. Foto: ISA/Pablo Franco/Divulgação
Apesar de grandes nomes, o Brasil tem uma ausência de peso em Paris — ou, no caso, no Taiti! Campeão olímpico em Tóquio 2020, Ítalo Ferreira não se classificou para as Olimpíadas de 2024. Mas o medalhista de ouro tem boas recordações de Teahupo’o, de onde saiu campeão de uma etapa da WSL em maio.
Ítalo Ferreira. Foto: Jonne Roriz/COB
Porém, o time masculino e feminino estão fortes na briga por medalha para o Brasil. Entre os homens, Gabriel Medina é tricampeão mundial, Filipe Toledo é o atual vencedor da liga mundial e “Chumbinho” uma grande promessa, com apenas 22 anos e circuito vencido contra o número 1 do ranking, o australiano Jack Robinson.
Foto: Miriam Jeske/COB/Divulgação
Por outro lado, as mulheres também vêm fortes na luta pelo pódio. Na última etapa da WSL disputada em Teahupo’o, Tatiana — embora não tenha chegado à decisão — foi a única surfista a atingir a perfeita nota 10 e, junto com Luana Silva, está entre as dez melhores do mundo no ranking mundial.
Tatiana Weston-Webb. Fotos: William Lucas/COB/DivulgaçãoLuana Silva. Foto: ISA/ Pablo Franco/ Divulgação
O amor está no mar
Já pensou em poder disputar uma Olimpíada junto com o seu amor? Esse sonho, para alguns, será realidade daqui uns dias para os pombinhos Luana Silva e João Chianca, casal de surfistas que brigarão, em suas respectivas categorias, pela sonhada medalha de ouro.
Vai ser um ano bom pra gente. A gente se ama e se suporta de qualquer jeito. Ele me ajuda muito em tudo, me puxa bastante, eu admiro muito ele– Luana Silva ao GE, em janeiro de 2024
Ambos já surfaram juntos na WSL, mas realizarão o sonho de muitos casais ao viajarem para a ilha do Taiti — só que a trabalho. Inclusive, Luana foi a última atleta brasileira a conseguir a classificação para os Jogos, já que conquistou a vaga com uma combinação de resultados que envolvia Tainá e Tati.
Como funciona o regulamento do surfe nas Olimpíadas?
Com quatro vagas a mais do que na última Olimpíada — que marcou a estreia do esporte –, as ondas perigosas do Taiti receberão 48 atletas. Diferentemente de canoagem e natação, o surfe não tem modalidades, sendo dividido apenas em masculino e feminino.
Filipe Toledo. Foto: ISA / Jersson Barboza/Divulgação
Forte chance de medalhas para os brasileiros, o esporte permite que cada atleta surfe duas vezes. A competição é segmentada em baterias com três surfistas, em que os competidores buscam somar as duas melhores notas entre suas ondas surfadas.
Os vencedores do Round 1 avançam para o Round 3 e os surfistas que ficaram nas 2ª e 3ª colocações vão para o Round 2, de eliminação. Daí em diante, as baterias são eliminatórias e apenas os vencedores seguem até a grande final.
Baterias do surfe definidas
Em maio, a Internacional Surfing Association (ISA) divulgou as baterias da segunda edição do surfe nos Jogos Olímpicos. Enquanto Medina é favorito em seu confronto, Filipinho vai encarar o algoz do próprio Medina, Kanoa Igarashi — que eliminou o tricampeão mundial em Tóquio.
Gabriel Medina. Foto: Jonne Roriz/COB/Divulgação
As mulheres também serão desafiadas em seus embates. Weston-Webb vai enfrentar as duas melhores do mundo no ranking da WSL, enquanto Luana Silva e Tainá Hinckel caíram na mesma bateria, sendo que uma delas terá que enfrentar a perigosa rodada 2. Confira como ficou!
Masculino
Bateria 3: Alonso Correa (PER), Filipe Toledo (BRA) e Kanoa Igarashi (JAP);
Bateria 4: Gabriel Medina (BRA), Connor O’Leary (JAP) e Bryan Perez (ELS);
Bateria 5: Ramzi Boukhiam (MAR), Billy Stairmand (NZL) e João Chianca (BRA).
Um adolescente de 17 anos impressionou pela coragem ao parar uma lancha desgovernada que rodopiava pelas águasdo Lago Winnipesaukee, nos Estados Unidos. Nas imagens, é possível ver Brady Procon saltando de um jet na direção do barcoe tomando controle dele logo em seguida.
O caso aconteceu no começo do mês, no estado de New Hampshire. Segundo Rich Bono, responsável pela filmagem, o condutor da lancha desgovernada foi lançado à água após um veleiroatingir, acidentalmente, a alavanca que a acelera.
Foto: Rich Bono/ Facebook/ Reprodução
O homem é um dos instrutores de vela para criançasque atua no lago. No momento do incidente, ele distribuía bolas de tênis para os alunos.
A lancha permaneceu rodopiando por um tempo, até que Brady se aproximou na garupa do jetque seu pai conduzia. O responsável alinhou a moto aquática com o barco e o adolescente pulou para dentro. Veja abaixo as imagens:
Jovem conseguiu controlar lancha desgovernada
Natural de Ludlow, Brady passava a semana do 4 de julho — dia da independência dos Estados Unidos — com a família no Lago Winnipesaukee quando testemunhou o incidente com o barco.
Em entrevista ao Western Mass News, o adolescente contou que agiu rapidamente com o pai para evitar um acidente. “Se [o barco] tivesse atingido o cais, teria ricocheteado e provavelmente atingido a casa de alguém, o cais ou as pessoas”, disse.
Embora tenha sido tratado como herói, Brady discorda do termo. Ele afirma que “qualquer um” teria a mesma atitude “se tivesse a oportunidade” e que ele sequer pensou no que estava fazendo — apenas percebeu que era algo necessário e urgente.
Brady ainda afirma que espera ingressar na Marinhano outono, que começa em setembro nos Estados Unidos.
Falta menos de um mês para o Boat Showdesembarcar, pela primeira vez, nas águas doces de Brasíliae os visitantes do evento náutico já podem garantir a hospedagem com condições especiais.
Parceiro oficial do Brasília Boat Show, o Plaza Brasília Hotéis oferece desconto de 20% na tarifa flutuante do dia para visitantes e expositores, no período de 12 a 20 de agosto. O salão está marcado para acontecer entre 14 e 18 de agosto, na Concha Acústica.
Foto: Agência Brasília/ Reprodução
Para obter o desconto exclusivo, basta utilizar o código promocional BSBBOATSHOW no momento da reserva. O cupom vale para os seguintes hotéis do Plaza Brasília: Brasília Palace, Kubitschek Plaza, Manhattan Plaza e St. Paul Plaza.
Conheça os hotéis oficiais do Brasília Boat Show
Brasília Palace
Localizado às margens do Lago Paranoá, que recebe o Brasília Boat Show, o hotel respira arte e história. Projetado por Oscar Niemeyer, conta com duas grandes obras do artista Athos Bulcão, incluindo um painel de azulejos azuis e brancos.
Foto: Divulgação
Eleito um dos favoritos da arquitetura mundial pelo The Guardian, o espaço conta com restaurante premiado, estacionamento gratuito, piscina aquecida, serviço de piscina e café da manhã farto. O hotel também recebe eventos corporativos e casamentos.
Kubitschek Plaza
Inspirado no fundador de Brasília, o hotel conta com acervo de fotos de Juscelino Kubitschek e oferece os pratos preferidos do ex-presidente — incluindo um pudim cuja receita é tradicional de família.
Foto: Divulgação
O Kubitschek Plaza conta com 155 apartamentos e três suítes, equipados com TV a cabo, ar-condicionado, cofres, fechaduras eletrônicas e Wi-Fi. O café da manhã é servido ao melhor estilo mineiro.
Manhattan Plaza
O excelente custo-benefício é apontado pelo hotel como um grande diferencial. Por lá, os hóspedes desfrutam de infraestrutura completa com piscina externa, academia, sauna a vapor, serviço de coquetel e valet.
Foto: Divulgação
O Manhattan Plaza ainda oferece salas de eventos na cobertura e café da manhã com ambiente inspirado nas cafeterias de Nova Iorque — com a possibilidade de receber o pedido no quarto.
St. Paul Plaza
O mais econômico do Plaza Brasília, o hotel oferece café da manhã completo, sauna e piscina e academia na cobertura.
Foto: Divulgação
Os hóspedes podem escolher entre quartos com cama de casal, duas camas de solteiro ou três camas de solteiro. Na parte de conveniência, há serviços de lavanderia, passadoria cortesia e snack shop 24 horas, com bebidas e lanches rápidos para qualquer hora do dia e da noite.
Brasília Boat Show
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
Não é um ambicioso projeto futuro, tampouco um delírio dos amantes do mar. Um navio capaz de ficar na vertical existe e atua nos oceanos desde 1962. Sua estrutura surpreende por si só, mas ganha ares ainda mais impressionantes por ter sido pensada — e colocada em prática — há 62 anos.
Pertencente ao Escritório de Pesquisa Naval dos Estados Unidos (ONR) e operado pelo Laboratório de Física Marinha da Instituição Scripps de Oceanografia, o RP Flip, ou “The Research Platform Floating Instrument Platform” (Plataforma de Instrumentos Flutuantes) é uma plataforma de pesquisaoceanográfica única.
O Flip foi feito para apoiar um estudosobre como as ondas sonoras debaixo d’água mudam por conta das diferenças de temperatura e do formato do fundo do mar. A pesquisa fazia parte de um programa da Marinha americana chamado subrock, sobre mísseis lançados por submarinos— assunto de grande interesse dos EUAà época –, o que moveu a tecnologia da década.
Foto: U.S. Navy/Military Sealift Command / Wikimedia Commons / Reprodução
Naquele momento, pesquisadores entendiam que um navioseria mais estável do que um submarino para os estudos e assim o RP FLIP foi produzido, em Portland, no Oregon, EUA. A estrutura de 108 metros de comprimento foi lançada ao mar em 22 de junho de 1962.
Como a embarcação fica na vertical
Para o propósito que foi criado, o RP Flip precisava ser uma embarcaçãoestável e esse recurso foi adquirido tanto na vertical, quanto na horizontal. Para que sua estrutura fique na vertical, contudo, a embarcação foi projetada para ser parcialmente inundada, o que resulta em um giro de 90° graus.
Foto: U.S. Navy/John F. Williams / Wikimedia Commons / Reprodução
Funciona assim: no início do processo, a plataforma começa na posição horizontal. Sua transição para a vertical se dá a partir do momento em que os tanques na popa da embarcação são enchidos com águado mar. Conforme o líquido preenche os tanques, a popa começa a afundar, inclinando a embarcação, em um processo que dura cerca de 28 minutos.
Foto: U.S. Navy/John F. Williams / Wikimedia Commons / Reprodução
Quanto totalmente a 90º graus, a posição do RP Flip com o lastro de água nos 91 metros submersos faz com que ele não oscile com a ação das ondas do mar, proporcionando uma plataforma estável mesmo em meio a elas, algo ideal para medições científicas precisas e para a coleta de dados sem interferência do movimento da água.
Esse é o momento em que alguns móveis, anteriormente fixos na “parede”, encontram seu lugar no novo “chão” da embarcação.
Foto: Divulgação
Para retornar à posição inicial, o processo é invertido. A água é bombeada para fora dos tanques, permitindo que a popa suba novamente e a plataforma gradualmente volte à horizontal.
O fim de uma era
Apesar de toda sua tecnologia, o RP Flip é como um vovô dos mares. Depois de contribuir para a ciência por mais de meio século, em agosto de 2023 a plataforma foi descomissionada, devido a considerações de idade e manutenção.
Vale ressaltar que, além de ondas sonoras subaquáticas, o Flip atuou nos estudos de dados meteorológicos, temperatura e densidade da água, deixando seu nome mais do que marcado no universo científico.
Escolher qual jetcomprar pode ser uma tarefa bem desafiadora — a sorte é que a Sea-Doo conta uma linha completa que atende desde aquele que está se aventurando pela primeira vez no universo náutico, até o pilotomais experiente à procura de recursos específicos.
Para te ajudar a entender qual modelo de 2024 corresponde melhor à sua necessidade, NÁUTICA preparou uma lista com opções para iniciantes, pescadores, praticantes de wake, apaixonados por velocidade e muito mais.
Confira abaixo!
Jet para iniciantes náuticos
Difícil esquecer o primeiro jet — e o modelo Spark Trixx da Sea-Doo promete deixar essa tarefa ainda mais desafiadora para quem estreia no universo náutico.
Foto: Divulgação
Divertido, o modelo oferece cores vibrantes e recursos que facilitam a realização de manobras e truques. Além disso, conta com suporte para câmera— ideal para quem deseja registrar momentos — e cunhas para os pés, que fornecem estabilidade na pilotagem em pé.
Quem curte a companhia constante de músicapode aproveitar o sistema de áudio portátil que vem no jet, ao passo que o display de 4,5 polegadas facilita a navegação. Há opção para uma ou três pessoas.
Jet para quem busca versatilidade
Se é a ideia é investir em um modelo que gabarite no essencial e ainda ofereça recursos interessantes, o Sea-Doo GTI SE é uma ótima pedida. Pensado para unir aventurae comodidade, o modelo e suas variações comportam até três pessoas — o que os tornam ideais para o uso em família.
Foto: Divulgação
A ampla plataforma de popa não deixa mentir, já que garante a satisfação tanto de quem procura relaxar, quanto de quem pratica esportes aquáticos. A opção — somada a uma escada — também facilita o reembarque dos que aproveitam para curtir a água.
O jet conta com bom espaço de armazenamento, incluindo compartimento para celular, e é feito com Polytec, material que promete reduzir o peso da embarcaçãoe ser mais resistente a arranhões do que a fibra de vidro.
Jet da Sea-Doo campeão no desempenho
Aclamado como o jet mais potentedo mundo, o RXP-X 325 é a sensação dos apaixonados por velocidade. O motor supercharged de 325 hp é o mais forte da Sea-Doo, que planejou o modelo para ter ergonomia focada em competições.
Foto: Divulgação
Duas pessoas podem ir a bordo e desfrutar do pacote tech, com sistema de áudio, display colorido, bluetooth, UBS e integração de aplicativos para celular que fornecem de música a previsão do tempo.
O RXP-X 325 também possui amortecedor de direção hidráulica, recurso que impede o retorno do guidão em condições desafiadoras. O modelo foi testado pela equipe de NÁUTICA e o resultado você confere abaixo:
Jet para wakeboard
O Sea-Doo Wake Pro reúne os recursos que os praticantes de esportes de reboque procuram: torre de esqui retrátil, Modo Ski para aceleração em cada reboque, suporte de prancharemovível e gráficos exclusivos.
Foto: Divulgação
No modelo, a ampla plataforma de popa ajuda no embarque e garante espaço para movimentação dos passageiros — que podem ficar tranquilos se a entrada entupir, graças ao sistema iDF que se livra de detritos ao toque de um botão.
Sistema de freio na água e pacote tech — que inclui display colorido, bluetooth, USB e integração com aplicativos de celular — completam os atrativos do Wake Pro.
Jet para pesca esportiva
Pense em um modelo que reúne o que o mais fanático pescadorprecisa. Batizado de Sea-Doo FishPro Trophy, esse jet oferece assento giratório com pedestal, cooler de pesca de 51 litros, cinco suportes para varas e localizador de peixesque funciona como uma janela debaixo d’água.
Foto: Divulgação
Um recurso que chama a atenção é a possibilidade de transformar o cooler em um viveiro, já que uma bomba integrada alimenta a água no reservatório e garante que as capturas ou iscas permaneçam vivas o dia todo.
Conforto também é outro ponto de destaque do jet. Afinal, o pescador dispõe de apoios para os pés na amurada, extensão que acrescenta 29 centímetros na plataforma de popa, e armazenamento frontal de 96 litros, acessível mesmo para quem está sentado.
Na parte de navegação, o FishPro Trophy oferece motor potente, sistema iDF e sistema de ancoragem. Quem passa o dia inteiro a bordo ainda pode usar o kit de baterias para carregar dispositivos eletrônicos.
Jet para longas distâncias
Viagens prolongadas podem ser cansativas, mas o Sea-Doo Explorer Pro sabe bem como contornar os obstáculos. Para começar, garante o conforto dos até três passageiros por meio de assento com acolchoamento extra e almofadas para os joelhos.
Foto: Divulgação
Não para por aí: se o problema é definir o que levar na bagagem, o modelo resolve a dúvida ao oferecer 198,9 litros de capacidade de armazenamento — sendo que 100 litros ficam protegidos na Bolsa Explorer à prova d’água.
A opção ainda combina estabilidade com economia de combustível— cuja capacidade é de 70 litros — e oferece recursos como pacote tech, extensão da plataforma de popa, localizador de peixes, carpete no convés e escada de reembarque.
No início de 2024, a Boat Show eventos anunciou uma expansão em seu mais que tradicional leque de salões náuticos, dando um salto de quatro para seis eventos em um único ano e atingindo regiões de todo Brasil. Entre elas está o Centro-Oeste brasileiro, que passará a contar com o Brasília Boat Show em um palco mais que especial: as águas do Lago Paranoá.
De 14 a 18 de agosto, os amantes da náutica que já aproveitam as águasrepresadas do Lago Paranoá para práticas como a vela, canoagem, pesca, passeios de lancha, aventuras a bordo de jetse muito mais, poderão conferir de perto a vastidão de possibilidades que esse universo ainda tem a oferecer.
Foto: Agência Brasília/ Reprodução
Com um formato boutique, o Boat Show de Brasília terá dez estaleiros expondo barcos em terra e nas águas de um dos principais cartões postais da capital do Brasil, na orla da Concha Acústica de Brasília. Os ingressos já estão disponíveis pelo site da Ticket 360.
Foto: Andre Borges / Agência Brasília / Divulgação
Assim como o Foz Internacional Boat Show — salão que estreou em novembro de 2023 –, o Boat Show de Brasília será realizado sobre águas doces com embarcações de diferentes tamanhos, indo dos jets às lanchas, pontoonse modelos de maior porte.
Os famosos test-drives, ideais para quem quer navegar com o barco antes de adquiri-lo, estarão à disposição dos visitantes, assim como uma ampla gama de produtos entre equipamentoscomo motorese acessórios, necessários e desejados pelos amantes das águas.
Foto: Agência Brasília/ Reprodução
O salão ainda promoverá experiências náuticas e contará com playground, tenda musical, vila gastronômica e a campanha educativa “só jogue no mar o que o peixe pode comer”, assinada pelo cartunista Ziraldo em parceria com a NÁUTICA.
Brasília Boat Show
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
Uma antiga praia romana voltou a fazer parte da rotina dos italianosao reabrir, no mês passado, após quase dois mil anos. O local, em Herculano, foi afetado em 79 d.C pela erupçãodo Vesúvio, que soterrou toda a cidade, bem como a vizinha Pompeia.
Alvo de escavações e pesquisas, a praia romana passou anos em restauração. O objetivo do Parque Arqueológico de Herculano, responsável pela obra, era garantir que os visitantes pudessem fazer uma viagem no tempo ao conhecer o ambiente, enxergando-o da mesma forma que os romanos do passado.
O único detalhe é que, por enquanto, a orla marítimaserá refeita apenas na imaginação do público, já que o mar de Herculano foi soterrado pela erupção do vulcão e segue sem existir na atualidade.
A antiga areiavulcânica preta também foi substituída, uma vez que poderia desencadear problemas de acessibilidade. O material escolhido, no entanto, é da mesma cor e procura manter as características originais do espaço.
Se voltarmos a cabeça para onde outrora esteve o mar, tornamo-nos exploradores modernos do imenso manto de fluxos vulcânicos que cobriu a cidade em poucas horas– Francesco Sirano, diretor do Parque Arqueológico de Herculano
Descoberta em 1709, Herculano é famosa, assim como Pompeia, por ser uma das poucas cidades antigas praticamente intactas, com grandes áreas preservadas pelas cinzasdo vulcão. Na época da erupção, enquanto Pompeia era área comercial, Herculano concentrava moradias de romanos ricos.
Durante a cerimônia de reabertura da praia romana, Gennaro Sangiuliano, ministro da Cultura, afirmou que o site “está se tornando uma joia” — uma lei orçamental atribuiu novos recursos para as escavações — e destacou o potencial do espaço.
Estamos em uma das áreas arqueológicas mais importantes do mundo– disse, em comunicado
Quem passar pelo local poderá ver a ossadade pessoas encontradas ali. Estima-se que 330 moradores tentavam fugir da erupção do Vesúvio com animais como cavalos e mulas quando foram pegas de surpresa, no meio da noite, pela chegada da primeira nuvemde fogo.
De acordo com comunicado emitido pelo Ministério da Cultura da Itália, a temperatura superior a 400º causou a morte instantânea, por choque térmico, de todos os habitantes de Herculano. As ondas de lama vulcânica cobriram o resto de seus corpos, selando-os na posição em que se encontravam.
Os fugitivos, inclusive, carregavam consigo objetos preciosos, como moedase joias. Acredita-se que eles aguardavam um resgate pelo mar da praia romana.
O Guinness Book, conhecido também como Livro dos Recordes, ganhou mais duas atualizações para a extensa lista de feitos curiosos. Desta vez, o experiente nadador suíço Peter Colat literalmente entrou numa fria e nadou sem respirar por mais de 100 metros em um lago congelado!
O feito aconteceu na Áustria, no geladíssimo lago de Vilsalpsee. Aliás, ele não só fez essa peripécia uma, como duas vezes — só que com detalhes diferentes. Primeiro, Colat nadou usando apenas um short de banho. Ou seja, sem qualquer equipamento de mergulho ou aparelho de respiração.
Foto: Instagram @petercolat/ Reprodução
Já na segunda vez, ele utilizou nadadeiras. Dessa forma, quebrou dois recordes dentro a natação mais longa sob o gelo prendendo a respiração: uma com shorts de natação e outra usando nadadeiras.
Nadou de braçada
Se você está pensando que o nadador apenas deu um breve mergulho, está muito enganado. Com seus shorts de natação como seus únicos amigos, ele nadou 106,25 metros e, com nadadeiras, 114,2 metros — quase 4 metros a mais do que a antiga marca da categoria.
Foto: Fritz Liechti/ Guinness World Records/ Divulgação
Para se ter noção do tamanho do feito — por mais aleatório que seja –, o antigo recorde na “modalidade” sem equipamento de mergulho era de 25 metros — marca essa que foi varrida por Peter Colat. Segundo o recordista, este feito duplo lhe exigiu muito treino.
O nadador contou que se preparou com afinco para nadar em um lago congelado, prendendo a respiração em água gelada todos os dias durante meses para se adaptar ao frio extremo que enfrentaria. De acordo com ele, apenas treinando duro e seriamente é possível atingir recordes como esses.
Você também precisa de uma ótima equipe e uma família que te apoie. Sem essa base, não é possível quebrar recordes– Peter Colat
Entrando numa fria?
Apesar de ser algo muito arriscado, o suíço estava preparadíssimo. No congelado lago austríaco, dois buracos foram cortados no gelo para Peter entrar e sair da água e foram adicionados mais furos a cada 25 metros em caso de emergência.
Foto: Fritz Liechti/ Guinness World Records/ Divulgação
Além disso, uma equipe de mergulhadores de segurança também estava à disposição para fornecer assistência. Entretanto, outro fator podia dificultar os recordes do nadador — além das águas estarem próximas de 0ºC, considerado frio extremo.
Na água fria, a imersão acaba por reduzir muito o tempo que uma pessoa consegue prender a respiração. Sem contar que, diferente de outras marcas já registradas, Colat não teve permissão para nenhuma ingestão prévia de oxigênio.
Recordista em recordes
Lembra quando falamos que ele é um nadador experiente? Não foi em vão. Aos 52 anos, Peter é um dos nadadores livres mais conhecidos da Europa, com 16 campeonatos suíços e cinco competições internacionais no currículo.
Foto: Instagram @petercolat/ Reprodução
Além disso, o nadador é um velho conhecido do Livro dos Recordes. Em 2008, 2009 e 2010, Peter quebrou consecutivamente sua própria marca de maior tempo de respiração presa debaixo d’água, atingindo 21 minutos e 33 segundos — hoje, a marca foi superada: 24 minutos e 37 segundos.
Para o nadador, essa quebra dupla de recordes serviu como uma coroação para sua carreira.
Como não estou ficando mais jovem, queria ter um bom final para minha longa carreira, o que consegui fazer bem
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Enquanto alguns resorts buscam atrair clientes com fartos cafésda manhã, piscinasa perder de vista e ambientes isolados, outros concentram seus esforços em oferecer atividades inusitadas — e até extravagantes, em alguns casos.
A experiência, nesses locais, fica ainda mais singular pelo recorte de localização: praticamente no meio do nada, cercados por belas águas dos oceanos. Confira abaixo algumas dessas acomodações!
Cinco resorts isolados com passeios extravagantes
Soneva Jani, Maldivas
Com uma vasta gama de passeios que envolvem terra, água e astronomia, este resort permite que seus hóspedes vivam experiências únicas no ambiente isolado em que se localiza. Uma delas é plantar recifes de coraiscom o auxílio de um biólogo.
Foto: Divulgação
Após a experiência, o visitante recebe fotos a cada seis meses para acompanhar o progresso da colônia. É possível também ajudar a recolher lixodas praias.
Para chegar ao Soneva Jani, é necessário fazer parte do percurso de lancha ou hidroavião. Todas as vilas aquáticas estão a poucos metros da praia e possuem piscinas privativas, além de toboáguapara uma imensa lagoa.
The Manta Resort, Tanzânia
Entrar em um quarto desse resort equivale a fazer um mergulho no oceano — com a diferença de que nenhuma roupa fica molhada no processo. Alocados em quartos subaquáticos, os hóspedes podem observar cardumesde peixes e outros animais passarem à distância de apenas algumas camadas de vidro.
Foto: Divulgação
Quem escolhe ficar no espaço submersoainda tem à disposição outros dois andares — sendo o terraço focado para observação às estrelas. O estabelecimento também oferece aposentos à beira-mar e em meio a jardins.
Nihi Sumba Island, Indonésia
Entrar no marcom cavalos de raça é uma das experiências mais excêntricas desse resort, localizado na praia de Nihiwatu. Um dos pontos altos, segundo o estabelecimento, é flutuarnas costas dos animais quando os cascos deles deixam a areia firme.
Foto: Divulgação
Quem quiser algo mais comum, pode optar por esportes aquáticos, cruzeiros e receber aula de apneia. Outras inúmeras atividades aquáticas e terrestres — com recortes culturais, gastronômicos e para crianças — compõem a lista de adicionais do Nihi Sumba.
Fogo Island Inn, Canadá
Construído como palafita sobre uma enorme rocha, este local é digno de filmes com os cenários mais selvagens. Por lá, as opções de lazer são divididas conforme a estação: inverno com neve, verão quente, temporada de gelo, época de frutas e outras mais amenas.
Foto: Divulgação
Localizado no meio do nada, o resort isolado permite uma imersão por parte de seus visitantes, que podem se dedicar a construir barcos, explorar o “selvagem oceano Atlântico Norte”, pescar bacalhau, produzir cerâmicas ou participar de uma roda de histórias ao redor da fogueira.
O Fogo Island Inn conta com 29 quartos, todos com vista do chão ao teto para o mar.
Laucala Island, Fiji
Um dos resorts isolados mais caros do mundo, o endereço desse ultraluxuoso espaço é Laucala — uma das maiores ilhas privadas ao redor do globo. Cada uma das 25 instalações conta com piscina de borda infinita, belos jardins, banheiracom vista para o mar e acesso direto à praia pelo quintal.
Foto: Divulgação
Dentre as experiências ofertadas, está passeio a cavalo pela orla, pescaem alto mar, esportes aquáticos, mergulho pelos recifes de corais e tour pelos jardins orgânicos e plantações que abastecem as cozinhas do local.
Às vésperas dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, a cidade de Búzios, no Rio de Janeiro, recebeu uma notícia digna de celebração. O Iate Clube Armação de Búzios (ICAB) anunciou uma parceria histórica com a Confederação Brasileira de Vela (CBVela), que prevê a criação de um Centro de Desenvolvimento da Vela no município.
Atualmente, os maiores medalhistas do Brasil na história das Olimpíadas são Torben Grael e Robert Scheidt, ambos na vela, com cinco medalhas cada. A nova parceria entre o ICAB e a CBVela, nesse sentido, promete fomentar ainda mais a modalidade que tantas medalhas rende ao país.
Foto: Instagram @icab.buzios / Reprodução
Isso porque o Centro de Desenvolvimento deve contar com campos de treinamento com equipes de alto rendimento, treinos das equipes jovem e principal, clínicas, uma escola de vela e, principalmente, um projeto social, que visa beneficiar a comunidade de Búzios através do incentivo à prática do esportee a descoberta de novos talentos.
“Esta parceria representa um passo significativo para o desenvolvimento da vela no Brasil, consolidando Búzios como um centro de referência para a formação e treinamento de atletas de alto desempenho e também a integração da modalidade com a comunidade local”, destacou o ICAB via Instagram.
Mais um registro emocionante para quem gosta da vida marinha — ainda mais em águas brasileiras. Na última semana, foi flagrado pelo fotógrafo Rafael Mesquita, no litoral norte de São Paulo, um tubarão-mako de barbatana curta (Isurus oxyrunchus), considerado o mais rápido do oceano.
Também conhecido como anequim, o tubarão-mako é capaz de nadar a uma impressionante velocidade de até 70km/h, segundo especialistas. A espécie se encontra ameaçada de extinção, mas não é a primeira vez que aparece em São Paulo — e poucas vezes foi filmada com tantos detalhes. Confira, abaixo, as imagens de Rafael:
De acordo com o fotógrafo da fauna marinha, esse tubarão é considerado pelágico — ou seja, vive em região de águas abertas, longe da costa e do fundo do mar –, mas pode se aproximar da costa, como é possível ver nos registros. Até o momento, o vídeo alcançou mais de 129 mil visualizações.
Muito bom ver esse animal adulto e saudável nas águas de Ilhabela– Rafael Mesquita
Uma esperança ao declínio
O título de tubarão mais rápido dos oceanos não é em vão. Afinal, o animal é capaz de atingir até 70 km/h embaixo d’água — mais do que um leopardo em sua velocidade máxima. Tal agilidade ajuda nas migrações dessas espécies, vistos que elas podem percorrer mais de 15 mil quilômetros em um ano.
O tubarão-mako pode atingir até quatro metros de comprimento e é conhecido por se tornar agressivo perto de peixes fisgados, segundo estudos. Embora haja registros, os ataques não provocados a mergulhadores costumam ser raros, já que esse animal geralmente é encontrado bem longe da costa.
De acordo com a lista vermelha de espécies ameaçadas da International Union for Conservation of Nature — IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza), o tubarão mais rápido dos oceanos se encontra ameaçado de extinção e sua população está decrescente.
Como Rafael Mesquita descreveu em seu post, a pesca predatória e a degradação do ambiente marinho são algumas das principais causas para o declínio da população dessa espécie. Além do animal ser vítima de pescas acidentais, sua carne, barbatana e pele são muito valorizadas e comercializadas internacionalmente.
Porque este tubarão é tão rápido?
O fato do tubarão-mako ser tão rápido tanto em pequenas arrancadas, quanto em grandes distâncias se dá por quatro pontos preponderantes: padrão de nado, recuperação muscular, retenção de calor e a anatomia do animal.
Fugindo da maioria dos tubarões, o mako não utiliza o padrão de nado convencional, já que seus potentes golpes com a cauda o empurram para frente com mais eficiência. A recuperação muscular desta espécie é especializada para obter oxigênio rapidamente — duas vezes mais rápido do que um tubarão azul!
Por estar sempre quente, os órgãos do tubarão entregam uma melhor performance e a forma cônica do focinho permite que ele “perfure” a água. Além disso, a cauda em forma de lua enfrenta menos resistência nos mares.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Um vídeo publicado no Instagram chamou a atenção dos internautas por mostrar um pinguimnadando nas águasda região de Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Filmado por um banhista, o animal parece tranquilo, mergulhando e voltando à superfície das águas transparentes. Mas, afinal, ter pinguins no Brasil é normal?
Os pinguins são aves oceânicas da ordem Sphenisciformes, adaptadas à vida aquática graças a sua capacidade de usar as asas para propulsão — o que resulta em uma velocidadede até dez metros por segundo embaixo d’água.
Quando se pensa em um pinguim, contudo, a imagem que vem à mente é a de um animal vivendo no gelo, bem longe de um país tropical como o Brasil. Muito por isso, o registro do animal em águas brasileiras levantou questionamentos quanto à naturalidade de sua presença por aqui.
Pinguins no Brasil: é normal?
Apesar de as consequências do aquecimento global ocasionarem cenas incomuns no reino animal, a presença de pinguins no Brasil é considerada normal — ao menos nessa época do ano. Isso porque todos os anos, durante o outono-inverno, os pinguins migram das águas da Patagônia, na Argentina, em busca de alimentos e águas mais quentes.
Portanto, de março a setembro, sobretudo os pinguins-de-magalhães (Spheniscus magellanicus) passam pelas águas do sul e sudeste brasileiro. Sua presença nas praias, como no vídeo, se dá principalmente por pinguins mais jovens, que acabam se perdendo da corrente marítima.
Pinguim-de-magalhães
Segundo informações do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) e do Instituto Argonauta para Conservação Costeira e Marinha, desde maio de 2024, já foram encontrados cerca de 43 pinguins-de-magalhães nas praias de São Paulo — 24 resgatados vivos, 19 sem vida e 11 seguem em reabilitação na Unidade de Estabilização de São Sebastião e no Centro de Reabilitação e Despetrolização de Ubatuba.
Em entrevista à CNN, o oceanólogo Hugo Gallo Neto explicou que “os pinguins que chegam aqui, em sua grande maioria, são animais jovens e por serem a primeira migração, eles se perdem do grupo. Muitos chegam debilitados, exaustos, desnutridos e com algumas doenças adquiridas no percurso”.
Viu um pinguim? Saiba o que fazer!
O Instituto Argonauta orienta que, ao encontrar um pinguim, vivo ou morto, não se deve tocar no animal — para que ele não sofra ferimentos extras ou fique estressado. Além disso, aqueles que visualizarem as aves não devem manusear as carcaças do animal.
Caso o animal seja encontrado no litoral paulista (principalmente em Ubatuba), o PMP-BS/Instituto Argonauta deve ser contatado por meio do telefone 0800 642 3341. Se possível, elabore uma sombra e afaste o pinguim de animais domésticos para que ele fique protegido dos demais perigos até que a equipe chegue.
Dos carrosmais comuns aos mais sofisticados, a empresa de tranportes Uber expandiu para o uso das motos e, em meados de 2015, inaugurou também seu serviço de barcos, a Uber Boat — que agora ganha sua categoria mais “black” possível. Isso porque, na Europa, usuários do aplicativo já conseguem alugar desde iatesparticulares a limusines aquáticas.
Como um serviço premium, era de se esperar que essas viagens sobre as águasnão parassem apenas no ato de ir de um ponto ao outro.
Neste verão, estamos adicionando uma série de experiências náuticas dignas de lista de desejos ao aplicativo Uber em alguns dos destinos mais badalados da Europa– destaca Anabel Diaz, vice-presidente e chefe de mobilidade EMEA da Uber
Entre essas “experiências náuticas dignas de lista de desejos” está um passeio em Ibiza, na Espanha, onde os usuários podem alugar um iate Sunseeker particular, com espaço para até oito pessoas. A viagem, que dura oito horas, custa 1,6 mil euros (cerca de R$ 9,4 mil reais, na cotação atual) e inclui mordomias como um capitão, garrafa de champanhe e lanches locais — além de transferências Uber até a embarcação.
Foto: Uber / Divulgação
As limusines aquáticas — ou “limo boats” — por ora estarão ancoradas em Veneza, na Itália. Por lá, os passeios custam a partir de 120 euros (R$ 708) por viagem, comportam até seis pessoas e estão disponíveis das 8h às 20h, todos os dias.
Foto: Uber / Divulgação
Já na Grécia — onde a Uber Boat foi lançada pela primeira vez de forma oficial, em Mykonos, em 2023 –, a empresa está ampliando seu leque de cidades atendidas, chegando a Atenas, Corfu e Santorini.
Para quem vai para as Olimpíadas de Paris, uma boa notícia: barcos totalmente elétricos da Uber levarão passageiros para um passeio de uma hora pelo Sena — local que receberá a abertura dos Jogos.
Foto: Uber / Divulgação
Diferente das outras, essa viagem será gratuita e passará por pontos turísticos como Notre Dame, Museu do Louvre e Torre Eiffel — tudo com uma taça de champanhe à disposição.
Em 1934, nascia na Itália aquele que se tornaria um dos maiores ícones da moda. Conhecido mundialmente, Giorgio Armani completa nesta quinta-feira (11) 90 anos de uma trajetória recheada de trabalhos icônicos — e também de muita paixãopelo universo náutico.
Amante dos mares, o estilista já se aventurou algumas vezes como designer de iatese coleciona projetos grandiosos, que une o luxodo meio náutico com o nome de sua grife. Confira abaixo!
Conheça os iates feitos por Giorgio Armani
Main
A embarcação de 65 metros foi inteiramente projetada pelo estilista — do casco ao interior. Construído pelo estaleiro italiano Codecasa, o megaiate tem como destaque a cor verde-escura, escolhida para camuflá-lo nas águas.
Foto: Codecasa/ Divulgação
Segundo o estilista, o objetivo era garantir a aparência forte e compacta do barco, mas também permitir que o proprietário tivesse a impressão de que o Main não possui paredes. Para isso, janelascorrem em linha contígua ao longo de toda a estrutura.
Armani escolheu para o convés um piso que permite conectar o salão inferior ao superior, criando um efeito de ampla sala de estar, além de decorações com madeira, mármore e vidro acetinado. O megaiate conta com cinema, piscina aquecida e seis suítes.
Foto: Codecasa/ Divulgação
S-Force Silver Star
O estaleiro Admiral Yachts recebeu todo o cuidado de Armani nos interiores deste iate de 55 metros, incluindo móveis feitos sob medida.
Foto: Admiral Yachts/ Divulgação
A escolha para a decoração abrange materiais nobres, como mármore bluette, jacarandá, ônix marfim, madeira tamo e tecidos feitos em Veneza, na Itália. Há também detalhes de metal em tom champanhe, que contrastam com os tons escuros em espaços monocromáticos.
Capaz de acomodar 12 hóspedes, a embarcação oferece jacuzzi, bar, beach club e heliponto.
Foto: Admiral Yachts/ Divulgação
GA 72M
Esta nova parceria com a Admiral Yachts resultará em dois megaiate de 72 metros, que ficarão prontos apenas em 2025. Ambos foram desenhados por Armani e contam com casco com linhas geométricas e formas curvilíneas.
Foto: Admiral Yachts/ Divulgação
Nos interiores, o piso de mármore reflete detalhes em ouro, ao passo que os tons pastéis da decoração conferem um ar minimalista e sofisticado aos ambientes.
Com casco ‘classe de gelo’, a embarcação foi projetada para enfrentar condições extremas de mares gelados, enquanto oferece o melhor do luxo aos hóspedes. Além de uma ampla plataforma de popa com piscina, os convidados podem aproveitar outras regalias, como spa privativo e heliponto.
A Noruegacarrega um positivo histórico de implementação de soluções sustentáveis para o transporte, especialmente no setor marítimo. Uma delas se deu com a primeira balsa totalmente elétrica do mundo, batizada de Medstraum.
Desenvolvida pela Maritime CleanTech, que atua em conjunto com a indústria, o governo e instituições de pesquisa, o Medstraum é uma balsaque combina alta velocidadee emissões zero.
Foto: Projeto TrAm / Divulgação
O objetivo do projeto era desenvolver um navio de passageiros rápido de emissão zero por meio de produção modular avançada– explica a Maritime CleanTech
Atualmente em operação diária para a Kolumbus (empresa de transporte público) em Stavanger, na Noruega, a Medstraum é capaz de ultrapassar os 23 nós (42,5 km/h), graças a dois motoreselétricos e dois sistemas de bateriaPower Lithium. A ideia é que a balsa navegue nesse ritmo por uma hora, com uma única carga.
“O projeto foi revolucionário tanto em termos de tecnologiade emissão zero, quanto de métodos de fabricação e contribuirá para tornar os navios de alta velocidade movidos a eletricidadecompetitivos em termos de custo e meio ambiente no futuro”, ressalta a empresa.
A “revolução” mencionada pela CleanTech se dá não só pelo resultado final do Medstraum, mas também por sua abertura de novos métodos de fabricação no setor que, segundo a empresa, podem contribuir para custos de produção e engenharia menores, com reduções que chegam aos 25% e 70%, respectivamente.
O projeto também conduziu dois estudos para o mesmo tipo de embarcação no Rio Tâmisa, em Londres, e nos canais da Bélgica para explorar oportunidades para embarcações semelhantes de emissão zero– afirma a Maritime CleanTech
Não à toa, a Medstraum foi finalista no European Sustainable Energy Awards (prêmio que reconhece indivíduos e projetos de destaque para impulsionar a descarbonização da Europa) de 2023, destacando seu impacto e inovação na área de transportesustentável.
Foto: Projeto TrAm / Divulgação
Vale ressaltar que a Maritime CleanTech também fez parte de projetos relacionados a soluções eólicas, de carregamento offshore e produção de hidrogênio. Um dos mais recentes deste ano está relacionado ao design de uma embarcação movida a amônia.
Nem mesmo o frio conseguiu afastar o público do charmoso Marina Itajaí Boat Show, maior evento náutico do Sul do país, realizado na cidade considerada um polo náutico brasileiro. Durante os quatro dias de evento, que começou na quinta-feira (4) e terminou no domingo (7), cerca de 20 mil pessoas conferiram de perto as principais novidades do setor.
De embarcaçõesde entrada a iates de luxo, o evento ofereceu ampla diversidade de produtos. Ao todo, foram mais de 70 marcas expositoras e 70 barcos em exposição, sendo 50 deles sobre as águas. Entre as novidades deste ano, destacou-se um shopping náutico flutuante e uma ponte suspensa, que criou um circuito de 360 graus com mais de 700 metros lineares, possibilitando a ampliação da estrutura do evento em 40%.
Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica
Durante os dias de realização, recebemos feedbacks muito positivos, destacando um público qualificado que não se limitou à região, mas veio de todo o Brasil– destacou a diretora geral da Boat Show Eventos, Thalita Vicentini
“Isso é extremamente relevante para nós, pois demonstra o alcance e a eficácia do alcance do evento. As boas gerações de negócios reforçam que o salão, além de maior, resultou em excelentes oportunidades para nossos clientes”, completou a diretora.
Thalita Vicentini, diretora geral da Boat Show Eventos. Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica
O Marina Itajaí Boat Show é organizado pela Boat Show Eventos, maior organizadora de salões náuticos da América Latina, responsável por seis edições ao longo do ano. O próximo evento será realizado pela primeira vez em Brasília (DF), de 14 a 18 de agosto, no Lago Paranoá.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Também estão programados ainda para este ano o maior evento náutico da América Latina — o São Paulo Boat Show, em setembro–, além de edições em Salvador (BA) e Foz do Iguaçu (PR), no mês de novembro. Para a edição de 2025 do Marina Itajaí Boat Show, Thalita Vicentini promete ainda mais inovações.
“Depois de apresentar um projeto 40% maior do que o ano anterior, nosso objetivo é continuar expandindo e aprimorar ainda mais o shopping náutico, que foi um grande destaque e atraiu um público interessado, reforçando a diversidade do mercado náutico conectado ao luxo nesta edição”, ressaltou a diretora.
Para o próximo ano, queremos atrair mais estaleiros e novos expositores para ampliar continuamente essa cadeia náutica, tanto em termos de barcos de diferentes tamanhos quanto em produtos variados– concluiu Thalita
Há mais de 20 anos, uma parceria entre NÁUTICA e Ziraldo fez nascer a campanha “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, que segue educando gerações. Em homenagem ao cartunista, o Boat Show de Itajaí ficou ainda mais charmoso com as obras do artista, que foram o pontapé para um tour sobre sustentabilidade com crianças entre 7 e 8 anos do colégio Salesiano, na última sexta-feira (5).
Logo no começo do evento, os pequenos foram apresentados a um enorme painel feito pelo cartunista, que retrata o tempo de decomposição de produtos comumente descartados de forma incorreta. Por lá, as crianças puderam aprender sobre os malefícios desse tipo de atitude e também tirar dúvidas.
Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica
Em seguida, percorrendo os corredores do salão, as crianças, acompanhadas de professoras e da equipe de marketing da Marina Itajaí, foram levadas ao estande do Centro Público de Economia Solidária de Itajaí (Cepesi), onde puderam conferir de perto o trabalho de cinco personalidades da região que desenvolvem trabalhos artísticos a partir de resíduos descartados de maneira incorreta.
Paramos com eles na Cepesi para que eles peguem na obra-prima. Tem um painel para que explorem a criatividade desenhando o que mais gostaram no evento. Já tem barquinho, capivara e o peixinho da campanha do Ziraldo– ressalta Gabriela Tavares, do marketing da Marina Itajaí
Raquele, professora do colégio Salesiano que acompanhou a visita das crianças, ressalta que “é importante [para as crianças] ter esse contato sobre a preservação da natureza, do reaproveitamento do lixo”.
Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica
Apesar de inserir os pequenos no universo da sustentável de forma prática e divertida, a ação reforça algo que já é muito claro para as crianças que vivem em Itajaí. Isso porque a cidade tem um reconhecido compromisso com a sustentabilidade, que se reflete, justamente, em atividades como essa.
Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica
“Hoje elas já têm consciência, mas temos que estar sempre plantando a sementinha, assim nós conseguimos fazer essa continuidade”, comenta Raquele.
Eles adoraram, é só ver a carinha de cada um. Muita coisa que vemos em sala de aula, nos livros, eles estão vendo na prática– ressalta Raquele
Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica
Carlos Gayoso, diretor da Marina Itajaí, acompanhou de perto toda a visita das crianças e explica que “a ideia é que eles tenham também um primeiro contato com a náutica. Mostramos um pouco sobre os barcos, sobre a sustentabilidade que um evento como esse proporciona.”
Estamos promovendo a sustentabilidade para as crianças– destacou Carlos Gayoso
Marina Itajaí Boat Show 2024
Reunindo lazer e negócios à beira-mar, o Marina Itajaí Boat Show 2024 trouxe as principais novidades do mercado náutico em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão, 30% maior do que a edição anterior, exibiu novo layout.
Durante os quatro dias de Boat Show, o evento recebeu 20 mil pessoas na Marina Itajaí. A edição deste ano ainda teve um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.
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