Leões-marinhos filmam áreas inexploradas do oceano com ajuda de câmeras

Por: Redação -
08/09/2024

O fundo do oceano guarda a sete chaves inúmeros segredos, mas uma ajuda nada convencional pode mudar esse cenário. Isso porque um grupo de oito leoas-marinhas-australianas, equipado com câmeras, filmou em detalhes as profundezas da região sul da Austrália — incluindo áreas ainda inexploradas.

A aventura faz parte de uma pesquisa conduzida por uma equipe de cientistas australianos e norte-americanos, que decidiu acoplar uma filmadora em cada um dos animais participantes do projeto.

Foto: Roger Kirkwood/ Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Austrália do Sul (SARDI)/ Reprodução

Como resultado, obtiveram 89 horas de filmagens que capturaram seis habitats marinhos ocupados pela espécie e flagraram momentos impressionantes, como um em que a mãe sai para caçar junto ao filhote dela e consegue predar uma sépia. Veja abaixo:

 

 

Além das câmeras, as leoas-marinhas-australianas também foram equipadas com rastreadores e sensores de movimento, presos com adesivos de neoprene — um tipo de borracha sintética. Os dispositivos foram projetados para não exceder 1% do peso corporal dos animais, de forma a não afetar a qualidade de vida ou comportamento deles.

Usar leões-marinhos para mapear o fundo do mar tem vantagens consideráveis. Os leões-marinhos podem cobrir grandes áreas em curtos períodos e podem acessar habitats que não podemos– explicou Nathan Angelakis, um dos pesquisadores do projeto

Foto: Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Austrália do Sul (SARDI)/ Reprodução

As imagens cobriram mais de 500 quilômetros e permitiram o mapeamento de 5 mil km² do leito oceânico. Os resultados foram publicados na revista Frontiers in Marine Science.

Experimento com leões-marinhos joga luz sobre questões importantes

Um dos motivos para explorar o fundo do mar é entender como proteger os habitats subaquáticos caso a atividade humana acabe os alterando. O foco desse estudo, no caso, foi conhecer melhor as ‘moradias’ da espécie.

Foto: Simon Goldsworthy/ Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Austrália do Sul (SARDI)/ Reprodução

Por meio das imagens, os cientistas conseguiram entender melhor o comportamento das leoas-marinhas-australianas e a biodiversidade dos ambientes em que vivem. Além disso, foi possível treinar uma inteligência artificial que prevê as características de áreas ainda desconhecidas com uma precisão de mais de 98%.


O estudo também ajuda a proteger a espécie que vive sob ameaça. Para se ter uma noção do risco que corre, suas populações no sul e oeste da Austrália diminuíram em mais de 60% nos últimos 40 anos.

 

“Nosso estudo ajudou a identificar habitats e áreas de importância para os leões-marinhos. Essas informações serão cruciais para conservar e gerenciar suas populações no futuro”, complementa Nathan. “Habitats e áreas que são valiosos para os leões-marinhos australianos também podem ser importantes para outras espécies marinhas importantes”.

 

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    Equipe percorre 6 mil km de jet e entra para a história dos rallys náuticos

    07/09/2024

    A história dos rallys náuticos ganhou, em 25 de agosto, um dos seus capítulos mais importantes. Isso porque o grupo Araguaia Jet, com sede em Barra do Garças (MT), fez história ao percorrer 6 mil quilômetros a bordo das motos aquáticas, em um trajeto que começou nas águas do rio Branco (RR) e se encerrou no rio Araguaia, na casa dos ‘jeteiros’.

    Daniel Vilella (27), Vinícius Castro (30), Fabrício Carvalho (38), Anderson Torres (38), Weverton Sousa (39), Roberto Sacchetti (45) e Moacir Couto Filho (48) partiram de Boa Vista, capital de Roraima, na fronteira com a Venezuela, rumo à Barra do Garças, no Mato Grosso, em 2 de agosto — uma viagem que durou nada menos do que 23 dias.

    Foto: Arquivo pessoal

    A jornada, contudo, foi muito além dos recordes na água e abriu novos horizontes não só a cada um dos quase 30 rios percorridos, mas, principalmente, na percepção de vida dos sete aventureiros. Afinal, ao longo do caminho, o grupo se deparou com muito mais do que belas águas e lindas paisagens.

    Como o Araguaia Jet começou

    Barra do Garças abriga a Serra do Roncador, conhecida por ser um local místico, com portais que levam a outros mundos. Moacir Couto, um dos integrantes do Araguaia Jet, nunca atravessou um desses portais, mas ainda assim encontrou em Barra do Garças um outro universo, do qual não abre mão: o das águas.

    Eu sou a apaixonado por isso. As águas, o rio… eu tenho uma identificação muito grande– conta

    E a paixão vem de berço. Sua mãe, como ele mesmo diz, “é nascida na beira do rio Araguaia”, assim como ele. Morar em uma cidade banhada pelo rio, que dispõe de mais de 2000 km de curso, fez com que, desde a infância, os barcos e as canoas já se fizessem presentes — mas o sonho mesmo era o jet.

    A gente ainda andava de barco, canoa, mas sempre sonhávamos em ter um jet pela quantidade de água na seca. O rio baixa muito, e o jet precisa de pouca água para navegar– explica Moacir

    Em meados de 1998 veio o primeiro, “um RX prata com vermelho, de dois tempos, da Sea-Doo”, como relembra Moacir. O modelo já foi substituído. Hoje ele desbrava os rios do Mato Grosso com o que chama de “jet trator”: um Sea-Doo 170, responsável por andar os 6 mil km “sem dar nenhum problema”.

    Foto: Arquivo pessoal

    “Em 2021, eu tinha um sonho, ainda de criança, de sair aqui da minha cidade e ir até o mar. De Belém (PA) até a Ilha de Marajó (PA). Eu planejei isso por dois anos, consegui dois amigos para me acompanhar e conseguimos o feito”, conta, orgulhoso.

     

    A partir daí, nascia o Araguaia Jet, com a ambição de mostrar a riqueza e a biodiversidade da região do rio Araguaia ao país inteiro. Em 2023, o grupo estendeu uma expedição de Barra do Garças a Belém, até Miritituba (PA), cerca de 4 mil km a mais — o ponto de partida para algo ainda maior.

    Foto: Arquivo pessoal

    “Foi isso que despertou na gente a vontade de fazer esse rally, que com certeza é o maior de água doce já registrado. Começamos a projetar a viagem, fazer a poupança, para viabilizar que as embarcações estivessem em Roraima, lá na divisa com a Venezuela”, revela o jeteiro sobre a decisão.

    Cara, coragem e planejamento

    Moacir conta que “mesmo sem conhecer nada”, ele e a equipe do Araguaia Jet entraram em contato com outros amantes da navegação, buscando meios de concretizar a travessia. Assim, conseguiram programar uma logística para a expedição que envolvia, também, a ida dos jets para Rio Branco, em Roraima.

     

    As embarcações andaram durante uma semana de balsa, de Barra do Garças a Roraima, com uma parada em Santarém (PA). Os aventureiros, por sua vez, pegaram um voo em Brasília — cerca de 600 km de Barra do Garças –, rumo à Boa Vista, com duração aproximada de 3h30.

    Foto: Arquivo pessoal

    Para viabilizar essas e outras despesas, o grupo conta com uma poupança, em que cada integrante deposita um valor mensal, utilizado futuramente para a realização de viagens como essa — em que o saldo começou a ser contabilizado cerca de um ano e meio antes da expedição.

     

    Para se ter uma ideia, uma travessia como a de Boa Vista a Barra do Garças, com cerca de 6 mil quilômetros, gerou um gasto de aproximadamente R$ 17 mil só em combustível, com cerca de 2,5 mil litros usados. Desse total, a gasolina “mais cara foi $ 8 e a mais barata $ 5,80”, como revela Moacir.

     

    “Sabíamos que seria possível chegar na nossa cidade pelos rios que passaríamos, mas havia uma complicação muito grande por estarmos em um período de estiagem, agravadas pelo momento de queimadas que passa o Brasil, que fazem com que a água do rio diminua”, explica.

    Gente da água

    Já na primeira etapa do percurso, Moacir e o grupo se surpreenderam com o estado de Roraima. “A mídia mostra uma Roraima que parece ter uma dificuldade muito grande, mas é uma cidade planejada, organizada, que merecia todos os olhares — até náutico”, opina.

    Tenho certeza de que é uma cidade muito gostosa de se viver. Tem boas águas, um plano diretor. Me impressionou muito– destaca

    A equipe do Araguaia Jet tinha o conhecimento de que na região norte, ponto de partida, “tudo é feito pela água”, o que facilitaria o acesso a recursos. No trajeto, inclusive, passou pela cidade de Afuá, na Ilha de Marajó, onde tudo é feito de bicicleta, já que o município é construído em cima de palafitas, devido às cheias do rio Amazonas.

    Foto: Arquivo pessoal

    A data escolhida para a travessia driblou o período de temporadas, assim, o grupo não encontrou dificuldades para se estabelecer em pousadas. Muitas pessoas, inclusive, ofereceram lugares para que os ‘jeteiros’ dormissem à beira do rio.

    A maioria dos restaurantes ficavam em flutuantes no rio. A logística deles está toda ligada a isso, então não tivemos dificuldades. Ainda assim, levávamos alimentos no jet e sacos de dormir. Estávamos preparados– garantiu 

    Moacir conta que “dos 26 dias, pode ter certeza de que em 24 comemos peixe”. Dentre tantos rios percorridos, a equipe pôde observar uma ampla diversidade desses animais, de espécies como pirarara e piraíba. Além deles, os búfalos se destacaram no horizonte. Até porque o norte do país concentra 62% do rebanho nacional da espécie.

    Foto: Arquivo pessoal

    No caminho, uma pausa para observar a cultura local, como as balsas carregadas de gado. Moacir explica que “os animais eram retirados da fazenda quando a água do rio subia, e retornavam depois, quando a maré baixava”.

     

    Os jeteiros também passaram perto do povo indígena Yanomami e sentiram medo do ataque de piratas e da linha de tráfico de drogas que circula pela região, muito próxima à fronteira com a Venezuela. Bem por isso, estavam respaldados pela Marinha do Brasil, que foi devidamente comunicada sobre a expedição.

    A natureza também reserva desafios

    Com uma travessia tão longa, não é difícil imaginar que o caminho reservou, também, seus desafios. Um deles parece “história de pescador”, como define o próprio Moacir — mas foi, de fato, vivido por ele.

     

    Em um trecho entre Xambioa (TO) e Pau D’arco (TO), o grupo precisou empurrar os jets, devido à falta de água no canal. Foi aí que um momento de tensão se instaurou no ar. Isso porque, como conta Moacir, as águas estavam repletas de raias: “não vimos menos de 50”.

    Subíamos no jet e ficávamos com medo de descer, porque não tínhamos médico para um caso de ferroada– relembra

    As raias de água doce possuem de um a quatro ferrões ósseos em formato de serra, com “dentes” voltados para trás. O ferrão contém toxinas e é utilizado como forma de defesa do animal ao se sentir ameaçado, o que acontece quando, por exemplo, alguém pisa nele, como demonstra o vídeo a seguir:

     

    Esse, contudo, não foi o único empecilho da viagem. Embarcações como os jets são capazes de navegar mesmo em pouca água, mas, por outro lado, “trazem a complexidade de entrar pedra na turbina”, como explica Moacir.

     

    No percurso de Manaus à Parintins, ambas cidades no Amazonas, o jet de um dos integrantes teve justamente um problema na turbina. A embarcação chegou a ser levada à Santarém (PA), mas 300 km depois, não resistiu. Vinicius precisou de uma balsa para voltar para casa junto com seu jet, um problema que atrasou o percurso do grupo.

    Foto: Arquivo pessoal

    A natureza também não poupou a equipe de sua imprevisibilidade. Moacir explica que “a maior dificuldade de rios como o Amazonas e o Tapajós é que, durante um certo horário do dia, o vento do mês de agosto cria ondas como do mar”.

     

    Muito por isso, houve dias em que os jeteiros fizeram até 300 km levando as famosas ‘pancadas’ do rio, saindo de uma e logo entrando em outra. “Olhava para trás e não via nenhum companheiro”.

     

    O Araguaia Jet contabilizou uma navegação de cruzeiro entre 60 e 65 km/h, mas as ‘pancadas’ dificultaram bastante a navegação. Para se ter uma ideia, em alguns trajetos o grupo levou quase 3h para percorrer 20 km, navegando entre 5 km/h e 10 km/h.


    Com tamanha instabilidade, com o tanque cheio, os jets chegaram a completar cerca de 170 km, número que caía para 100 km nos momentos de dificuldade na navegação — uma média de 2,5 km por litro, conforme avalia Moacir.

    Realizações que valem mais

    Em meio aos desafios, eles, que queriam divulgar o lugar em que moram, acabaram descobrindo um Brasil que também merece atenção.

     

    Moacir não deixa de ressaltar que a convivência com pessoas, principalmente no Amazonas, foi uma das coisas que mais o marcou durante a travessia. Observar o modo de vida de seres humanos que, como ele conta, “vivem em uma situação tão limitada, tão adversa, em casas de palafita” o fez refletir.

    A gente ficava olhando e pensando ‘eu tenho coisa demais’, ‘reclamo por tão pouco’– relembra

    Para desviar das pancadas, o grupo recorria aos chamados ‘furos’ dos rios. Neles, se instalavam espécies de cidades, em percursos que lembravam uma rua. Em um desses furos, o grupo ouviu uma música rolando, parou para abastecer e recebeu o convite: um almoço.

    Foto: Arquivo pessoal

    Quando passávamos, eles gritavam para que parássemos. Encantava ver a felicidade deles, a humildade, a hospitalidade que nos ofereciam– destaca o jeteiro

    A travessia, como um todo, foi para Moacir como a “realização de um sonho”. Ao avistar Barra do Garças se aproximando, ele não esconde que ficou emocionado. Durante o trajeto, o aventureiro precisou trabalhar aspectos como ansiedade, saudade e, principalmente, o medo “a todo instante”.

    Foto: Arquivo pessoal

    A saudade dos dois filhos, de 10 e 9 anos, muitas vezes abasteceu seu coração quando as pancadas dos rios impunham dificuldades, assim como receber a ligação dos dois durante todos os 23 dias de viagem.

    Eu não troco uma viagem como essa por qualquer uma no mundo que me oferecerem– revela

    “Eu nunca pensei que eu, um morador de uma cidade do interior, poderia realizar um sonho desse, de navegar pelos rios do Brasil, cortar o país ao meio em uma época de estiagem. É uma experiência única”, comemora Moacir.

    Foto: Arquivo pessoal

     

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      De bicho espaguete a lula raríssima: expedição descobriu 20 novas espécies marinhas em potencial

      06/09/2024

      Durante uma expedição de 28 dias aos montes submarinos da Cordilheira de Nazca, na costa do Chile, a equipe de oceanógrafos do Schmidt Ocean Institute descobriu e documentou 20 potenciais novas espécies. Os resultados foram publicados no site oficial do instituto.

      Com ajuda de um veículo subaquático operado remotamente (ROV), foram avistadas criaturas raríssimas na região — algumas que sequer tinham registros documentados. Este é o caso da Promachoteuthis, uma lula viva que, pela primeira vez, foi documentada em um vídeo:

       

       

      Existem apenas três espécies deste gênero de lula formalmente descritas, sendo que a maioria data do século 19. Logo, também é a primeira vez que ela foi filmada em seu habitat natural, na zona batial — entre 1 mil a 4 mil metros abaixo da superfície do oceano.

      Até agora, o gênero de lula só foi caracterizado a partir de amostras mortas encontradas em redes– afirmou um porta-voz da operação

      Por falar em novas espécies, pela primeira vez o polvo Casper, também chamado de Gasparzinho — apelido dado por conta de sua aparência fantasmagórica –, foi visto no Pacífico Sul. Segundo o Schmidt Ocean Institute, o animal se encontrava a 4,3 mil km de profundidade e carece de mais estudos.

      Polvo Casper. Foto: Schmidt Ocean Institute/ Divulgação

      Dois raros sifonóforos Bathphysa, mais conhecidos como “monstros de espaguete voadores” — ou também “bicho espaguete” — foram encontrados. Sua aparência se assemelha a um amontoado de fios — ou espaguetes brancos. O comportamento é pouco conhecido.

      Bicho espaguete. Foto: Schmidt Ocean Institute/ Divulgação

      Conhecimento profundo

      A expedição da Schimidt Ocean não parou por aí. Além de potenciais novas espécies, os pesquisadores encontraram uma estrela-do-mar de águas profundas, imagens do caranguejo-rei, registros do ouriço-do-mar do gênero Argopatagus e outros animais, no mínimo, inusitados.

      Foto: Schmidt Ocean Institute/ Divulgação

      Até o momento, essa é a terceira expedição na região em 2024, sendo que as anteriores já haviam identificado mais de 150 espécies potencialmente novas — e desconhecidas no momento. Com as descobertas das novas espécies em potencial, o número total de seres conhecidos passou de 1.019 para mais de 1.300.

      A operação não descobriu apenas novas espécies ou criaturas “bizarras” — sem querer ofendê-las. Segundo o Schmidt Ocean Institute, foram explorados 10 montes submarinos, sendo que a base do maior estava a uma profundidade de 4 km da superfície.

      Grande coral de bambu encontrado na expedição. Foto: ROV/ Schmidt Ocean Institute/ Divulgação

      De acordo com o instituto, essa expedição — a terceira no ano às Cordilheiras de Nazca e Salas y Gómez — busca contribuir com a compreensão e gestão internacional da região, além de colaborar com o Projeto Seabed 2030 da Fundação Nippon-GEBCO, que procura mapear todo o fundo do mar até 2030.

       

      Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

       

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        “Festa do pijama”: pesquisadores encontram milhares de tubarões-fêmeas cochilando no fundo do mar

        Um verdadeiro “encontro de comadres” foi protagonizado no fundo do mar — para o qual os machos não foram chamados. Esse “evento” foi flagrado durante uma missão do Institute for Marine and Antartic Studies (IMAS), realizada na Austrália. De acordo com os pesquisadores, eram milhares de tubarões-de-Port-Jackson (Heterodontus portusjacksoni) fêmeas “sonolentas” — tal qual uma “festa do pijama”.

        O encontro curioso foi filmado por um robô subaquático, a partir do navio de pesquisa MRV Ngerin. A expedição foi comandada pela equipe da University of Tasmania, que teve como alvo a área protegida do Beagle Marine Park. Os dados colhidos foram publicados no site do instituto.

        Foto: NESP-IMAS/ Divulgação

        De acordo com a equipe do estudo, os tubarões já tinham sido vistos no mesmo local há seis anos, na primeira pesquisa — essa é a terceira, na mesma região. O líder da viagem, Dr. Jacquomo Monk, do IMAS, esperava encontrá-los novamente, mas ainda assim ficou animado.

        Encontrá-los duas vezes em um parque de 3 mil quilômetros quadrados é como encontrar uma agulha em um palheiro– Dr. Jacquomo Monk

        Soneca de dia, banquete à noite

        Os tubarões-de-Port-Jackson realmente tem seus costumes típicos de um domingo sabático. Segundo os cientistas, eles costumam descansar durante o dia e se alimentam de lulas, polvos e crustáceos ao anoitecer — assim como as milhares de dorminhocas sugeriam.

        Foto: NESP-IMAS/ Divulgação

        Foi muito emocionante quando conseguimos atravessar uma elevação no recife para ter um vislumbre dos tubarões cochilando 65 metros abaixo do navio, quase no mesmo local em que estavam seis anos atrás– Dr. Jacquomo Monk

        Geralmente encontradas no sul da Austrália, essa espécie costuma crescer até 1,65 metros de comprimento. De acordo com o pesquisador, os animais estavam “compactados como um tapete espalhados pelo fundo do mar” — só que, desta vez, apenas fêmeas fizeram parte.

        Foto: NESP-IMAS/ Divulgação

        Isso nos traz mais perguntas do que respostas, mas sabemos que os machos e as fêmeas dessa espécie geralmente vivem separados, exceto durante o acasalamento– disse Jacquomo Monk

        Os “tubarões sonolentos” podem ser vistos em águas rasas ao longo da costa de Nova Gales do Sul e Victoria, na Austrália. Por lá eles acasalam no final do inverno e depois depositam suas cascas de ovos em espiral nos recifes para proteção, segundo o IMAS.

        Foto: NESP-IMAS/ Divulgação

        Não sabemos exatamente por que as fêmeas estão aqui. Talvez elas estejam se banqueteando com a iguaria local [vieiras doughboy] antes da longa viagem ao norte para botar seus ovos– Jacquomo Monk

        A pesquisa no Beagle Marine Park durou duas semanas e revisitou os mesmos lugares para ver como as condições do parque podem ter mudado. O estudo ainda contou com um veículo subaquático operado remotamente (ROV) com sete câmeras, e teve apoio do Programa Nacional de Ciências Ambientais do Governo Australiano.

         

        Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

         

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          Conheça os atributos do megaiate que abriga uma suíte de 96m²

          05/09/2024

          Que tal explorar os mares ao redor do mundo em uma embarcação que carrega a maior proporção de espaço por hóspede? Se a proposta parece atrativa, a boa notícia é que esse título pertence ao megaiate Ilma, barco da Ritz-Carlton Yacht Collection, que estreou neste mês nas águas do Mediterrâneo.

          Um dos muitos destaques da embarcação de 790 pés (cerca de 240 metros) fica por conta da suíte do proprietário, uma acomodação de 96m² que dispõe de terraço privativo, banheira de hidromassagem, área de estar com bar, sala de jantar e uma iluminação natural proveniente de janelas que vão do chão ao teto.

          Foto: Ritz-Carlton Yacht Collection / Divulgação

          O dormitório ainda dispõe de uma cama king-size, amplo guarda-roupa e um banheiro de mármore, com pia dupla e acesso convenientemente pelo hall de entrada.

          Foto: Ritz-Carlton Yacht Collection / Divulgação
          Foto: Ritz-Carlton Yacht Collection / Divulgação

          Essa é a suíte mais cara disponível no megaiate Ilma, que sai por nada menos que US$ 82,9 mil (cerca de R$ 467,2 mil na cotação de setemro 2024). Além dela, outros oito modelos de acomodações estão disponíveis, com valores que partem dos US$ 14,1 mil (aproximadamente R$ 78,8 mil).

          Foto: Ritz-Carlton Yacht Collection / Divulgação

          Os itinerários para viajar na embarcação por 12 dias, por sua vez, custam a partir de US$ 14,9 mil (R$ 83 mil), mas os atributos do megaiate prometem fazer valer cada centavo investido.

          Por dentro do megaiate Ilma

          Nomeado em homenagem à palavra maltesa para “água”, o Ilma dispõe de 224 suítes espaçosas, que podem acomodar até 448 passageiros. Todas trazem terraços privativos e com vista para o mar.

          Foto: Instagram @ritzcarltonyachtcollection / Reprodução

          Durante os itinerários, que passam por países como Itália, Grécia, Espanha e Portugal, os hóspedes contam com um serviço personalizado semelhante ao de um hotel cinco estrelas, já que a proporção de tripulação para hóspede é quase de um para um.

          Foto: Ritz-Carlton Yacht Collection / Divulgação
          Foto: Ritz-Carlton Yacht Collection / Divulgação

          Para curtir o tempo em alto mar, os visitantes contam com lounges luxuosos, espaço de entretenimento ao ar livre, piscina, um spa com 11 salas de tratamento, três espaços para atividades físicas distintas e até um cinema em espaço aberto.

          Foto: Ritz-Carlton Yacht Collection / Divulgação

          São, ao todo, cinco restaurantes distintos, sete bares e uma adega. Chefs estrelados como o italiano Fabio Trabocchi — detentor de uma estrela Michelin — e o americano Fabio Trabocchi estão a bordo.


          O início da história do megaiate Ilma nos mares começou com uma viagem de sete noites de Monte Carlo (Mônaco) a Roma (Itália), em 2 de setembro. Logo após, o barco fará viagens para o Mediterrâneo e para o Caribe, antes de navegar pelos mares do Norte, Báltico e da Europa.

          Evrima , primeiro iate da frota Ritz. Foto: Ritz-Carlton Yacht Collection / Divulgação

          O megaiate Ilma é o 2º iate da frota Ritz. O primeiro, batizado de Evrima, foi lançado em 2022, com uma estética “projetada para imitar a vida de um bilionário”, com quatro piscinas, centro estético e até sala de charutos. O terceiro, por sua vez, está previsto para 2025.

           

          Para mais informações, acesse o site oficial da Ritz-Carlton Yacht Collection.

           

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            Suzuki Marine retorna ao São Paulo Boat Show com 12 opções de motores de popa

            Toda a tradição da Suzuki Marine — que há quase 50 anos comercializa motores de popa no Brasil — está de volta ao São Paulo Boat Show. De 19 a 24 de setembro, no pavilhão do São Paulo Expo, a marca japonesa exibirá nada menos que 12 opções de motorização, com direito a dois lançamentos.

            Com opções de sobra para todos os gostos, os modelos escolhidos pela Suzuki para o maior salão náutico da América Latina vão dos 9 aos 325 hp, em versões de 2 e 4 tempos. Entre tantos motores, destaque para os dois lançamentos que marcarão presença no salão: o DF30 AS e o DT30 RS 2T.

            Foto: Suzuki / Divulgação

            O DF30 AS é um modelo de 4 tempos, com 30 hp de potência e três cilindros. Do tipo OHC (eixo de comando de válvulas localizado na parte superior do cabeçote), o motor traz injeção eletrônica de combustível sequencial multi-ponto, sem bateria, e partida manual.

            Foto: Suzuki / Divulgação

            O DT30 RS 2T, por sua vez, é um motor de 2 tempos com 30 hp, que garante comando à distância e partida elétrica original de fábrica.

             

            Outros dez modelos da Suzuki estarão no salão: DT9.9 AS 2T, DT15 AS 2T, DF20 AS, DF60 A, DF100 B, DF140 B, DF200 A, DF250 V6, DF300 AP, DF325 A.

            São Paulo Boat Show 2024

            A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.

            Foto: Victor Santos / Revista Náutica

            Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.

             

            Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.

             

            Anote aí!

            Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024
            Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900)
            Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
            Mais informações: site do evento
            Ingressos: site oficial de vendas

             

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              Oceanógrafos descobrem monte submarino maior que 10 torres Eiffel empilhadas

              Por: Redação -

              Uma equipe de oceanógrafos descobriu um monte submarino de 3.109 metros de altura, tamanho superior a dez torres Eiffel empilhadas. A descoberta fica localizada a 1.448 quilômetros da costa do Chile, na Cordilheira de Nazca, uma cadeia de montanhas subaquáticas.

              Depois de mapearem o monte, os pesquisadores conduziram uma exploração por uma de suas cristas com o auxílio de um robô subaquático. O resultado foi o encontro com uma rica biodiversidade, recheada de jardins de esponjas e corais antigos.

              Foto: Schmidt Ocean Institute/ Divulgação

              A descoberta aconteceu no âmbito da expedição de 28 dias liderada pela Schmidt Ocean Institute, finalizada em agosto. Cerca de 25 montes submarinos foram alvos de atenção nesta que se tornou a terceira viagem à região.

               

              Em uma das montanhas observadas, a equipe encontrou um jardim de corais intocado, com uma área de cerca de 800 m² — praticamente o tamanho de três quadras de tênis. Nele, corais de água profunda fornecem abrigo para uma ampla variedade de organismos, como peixes-rocha, estrelas-de-crista e caranguejos-rei.

              Foto: Schmidt Ocean Institute/ Divulgação

              A expedição também permitiu o encontro com espécies diversas, como polvo Casper e uma lula Promachoteuthis, filmada pela primeira vez em vida.

               

              “Nossas descobertas destacam a notável diversidade desses ecossistemas, ao mesmo tempo em que revelam as lacunas em nossa compreensão de como os ecossistemas dos montes submarinos estão interconectados”, pontuou Tomer Ketter, técnico marinho do Schmidt Ocean Institute.

               

              A expectativa é de que os dados coletados na expedição ajudem os cientistas a proteger esses ambientes marinhos e a garantir que permaneçam intocados. Um dos objetivos, inclusive, é tornar a Cordilheira de Nazca, bem como a Cordilheira Salas y Gómez, uma área marinha protegida de alto-mar.

              Foto: Schmidt Ocean Institute/ Divulgação

              Antes das três expedições do instituto à região, sabia-se que 1.019 espécies habitavam essa porção do Pacífico, próxima aos montes submarinos. O número agora ultrapassa 1.300 e segue crescendo.

               

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                Baleia que não era avistada há mais de 30 anos foi encontrada três vezes em expedição

                Na natureza, há um animal popularmente chamado de baleia-bicuda-de-arnoux (Beradius arnuxii), que não havia sido avistada nenhuma vez durante as últimas 11 expedições de pesquisa realizadas de 1988 à 2018. Porém, numa única jornada feita em 2022, a rara espécie foi vista três vezes.

                O que pode ter parecido sorte, na verdade, envolveu muito estudo dos cientistas da Universidade de Wageningen, na Holanda. Na expedição, o grupo de pesquisadores viu a baleia três vezes durante voos de helicóptero — e documentaram o avistamento em um estudo publicado na revista científica Marine Mammal Science.

                Foto: B. Feij/ Reprodução

                Com os dados colhidos nessa expedição e em todos os outros avistamentos entre 1980 e 1990, os cientistas perceberam um padrão no comportamento das baleia-bicuda-de-arnoux: a maioria delas foi observada em águas relativamente rasas, próximas à costa e ao gelo da Antártida.

                 

                Até então, entendia-se que a baleia rara vivia, principalmente, em partes profundas dos oceanos do Hemisfério Sul. Os resultados da última expedição também sugerem uma associação ao gelo marinho, possivelmente relacionada à comida ou proteção.

                A pesquisa ainda sugere que as baleias-bicudas-de-arnoux não migram em massa para as águas do norte sem gelo durante o inverno — o que reforça a teoria de que elas procuram a região para maior proteção e alimentos. Porém, ainda faltam mais estudos para confirmar essa ideia.

                Um exame de paciência

                Como a espécie costuma realizar mergulhos prolongados nas profundezas das águas, avistar essa baleia rara na superfície e fotografá-la foi um verdadeiro teste de paciência e perseverança.

                Foto: Peter Reijnders and Wilhelm Hagen/ Reprodução

                Nesse estudo, cada imagem passou por uma pesquisa detalhada sobre a espécie. Além disso, os vídeos e slides produzidos em 1980 e 1990 foram inseridos nos bancos de dados internacionais voltados para o estudo do animal. No geral, foram documentados 108 avistamentos e 1.125 baleias.

                 

                A equipe da Universidade de Wageningen fez diversas expedições à Antártida para aprofundar o conhecimento sobre a cadeia alimentar dessa região. Os avistamentos ocorriam em dois postos de observação de madeira no topo do navio alemão Polarstern — que já havia sido utilizado em missões no Ártico.

                Foto: A. Meijboom/ Reprodução

                Além disso, aves e mamíferos marinhos avistados durante a expedição foram registrados, para estimar quantos animais haviam na região. Quando o navio estava parado, as contagens adicionais eram realizadas com o uso de helicóptero — o que proporcionou o avistamento das baleias-bicudas-de-arnoux.

                 

                Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                 

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                  Wellcraft lançará novo modelo cabinado no São Paulo Boat Show 2024

                  04/09/2024

                  Há mais de 40 anos no mercado, a Wellcraft atracará com toda sua tradição em barcos de pesca esportiva e passeio no São Paulo Boat Show 2024, com direito a um lançamento: a nova Welcraft 322 Sport Cabin. O modelo estará ao lado de outros dois barcos já consagrados do estaleiro, a Wellcraft 320 e a Wellcraft 220.

                  De 19 a 24 de setembro, os visitantes do maior salão náutico da América Latina poderão ver a novidade de perto, no pavilhão do São Paulo Expo. Segundo Fábio Bisolatto, um dos diretores do estaleiro, a nova lancha vai “atender a diversos gostos”.

                  Projeção artística da nova Welcraft 322 Sport Cabin. Foto: Wellcraft / Divulgação

                  De acordo com a marca, o novo modelo chega com o maior espaço livre na popa de sua categoria, “ideal para quem busca o equilíbrio perfeito entre lazer e performance”. A cabine, espaçosa e climatizada, acomoda duas camas de casal, além de um banheiro privativo equipado com chuveiro.

                  Foto: Wellcraft / Divulgação

                  O conforto da cabine aliado ao amplo espaço na praça de popa é o que garante aos passageiros momentos agradáveis de lazer, mergulho e pesca. O piloto, inclusive, tem posição privilegiada para tudo isso, com visão 360º — o que assegura, ainda, total controle e segurança durante a navegação.

                  Foto: Wellcraft / Divulgação

                  A nova Wellcraft 322 Sport Cabin foi fabricada em um processo de laminação por infusão a vácuo, etapa que assegura uma estrutura mais leve, resistente e durável. A motorização recomendada para a lancha parte de dois motores de 300 hp a 400 hp, ou uma trinca de 300 hp.

                  A Wellcraft hoje simboliza o companheirismo na náutica. A galera se sente parte de alguma coisa navegando com nossos barcos. Criamos um ‘clube Wellcraft’– destacou Fábio durante o coquetel de lançamento do salão náutico

                  Fábio Bisolatto e Marcio Rodrigues, sócios da Wellcraft. Foto: Revista Náutica

                  Outras lanchas Wellcraft no São Paulo Boat Show 2024

                  Wellcraft 320

                  Projetada tanto para pescaria quanto para lazer, a Wellcraft 320 é produzida por infusão — processo que deixa o barco mais leve e resistente. A lancha conta com amplo espaço de circulação e capacidade para oito pessoas (pernoite para duas). Vem equipada com porta-varas, gavetas para guardar iscas e estojo de pesca.

                  Foto: Divulgação

                  A embarcação pode ser equipada com dois motores de popa de 300 hp cada.

                  Wellcraft 220

                  Projetada especificamente para os entusiastas da pesca, a Wellcraft 220 tem comprimento total de 7,10 metros e 2,37 metros de boca (largura). A embarcação comporta até nove passageiros, e navega movida a um motor de 155 hp a 200 hp.

                  Foto: Instagram @wellcraft_boats / Reprodução

                  De acordo com a Wellcraft, o modelo é a “escolha perfeita para os pescadores que buscam desempenho excepcional e funcionalidade sem comprometer o orçamento”.


                  São Paulo Boat Show 2024

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                  Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                  Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.

                   

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                  Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900)
                  Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
                  Mais informações: site do evento
                  Ingressos: site oficial de vendas

                   

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                    De lanchas a iates de luxo, estaleiro italiano promete seis embarcações nas águas do Marina Itajaí Boat Show. Saiba quais modelos são esperados!

                    Confira imagens da nova Azimut Fly 56, modelo que será lançado no São Paulo Boat Show

                    Durante seis dias, os principais lançamentos do mercado náutico estarão atracados no São Paulo Boat Show 2024. Um deles estará a cargo da Azimut Yachts, que escolheu o salão para apresentar sua nova “joia altamente complexa”, como define Francesco Caputo, CEO do estaleiro no Brasil. Estamos falando da Azimut Fly 56, mais recente novidade da marca italiana.

                    As primeiras imagens do novo modelo da Coleção Flybridge foram reveladas em um evento preview privado em Santa Catarina, onde está baseada a sede da fábrica italiana no Brasil.

                     


                    No São Paulo Boat Show, que acontece de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo, os visitantes poderão conferir cada detalhe do novo barco fabricado em solo brasileiro, que promete a “mesma qualidade dos iates fabricados na Itália”.

                    Em conjunto com a Itália, a indústria brasileira se superou mais uma vez ao trazer aos nossos clientes mais um exemplo de exclusividade, conforto e sofisticação– garantiu Francesco Caputo, CEO da Azimut Yachts no Brasil

                    Azimut Fly 56: elegante, prática e tecnológica

                    De acordo com o CEO do estaleiro, a produção da nova Azimut Fly 56 envolveu o trabalho de mais de 100 colaboradores, resultando em uma embarcação que “não é apenas um iate”, mas representa “o que há de mais avançado em termos de tecnologia e design na indústria náutica’”.

                    Foto: Alessandro Guerrieri / Paolo Petrignani / Divulgação

                    O DNA do estaleiro de luxo é refletido em um barco de linhas fluidas e cores suaves, que carrega acabamentos primorosos. De acordo com a marca, a nova Azimut Fly 56 é uma embarcação pensada para promover máxima integração e conforto do proprietário com os convidados em momentos de confraternização, além de privacidade quando a ideia for descansar.

                     

                     

                    A lancha traz um conceito open, capaz de conectar uma grandiosa praça de popa com as áreas de refeições, de estar e de banhos de mar. Amplas janelas cumprem o papel de realçar o contato com a natureza, além de promoverem boa entrada de luz no barco.

                    Foto: Alessandro Guerrieri / Paolo Petrignani / Divulgação

                    Entre os destaques, claro, está o flybridge, além de cabines para pernoite e “avançados sistemas de controle” que, de acordo com o estaleiro, facilitam o gerenciamento do barco.

                    Foto: Alessandro Guerrieri / Paolo Petrignani / Divulgação

                    Além disso, o lançamento traz avanços significativos em termos de sustentabilidade e segurança, como o uso de motores D11 IPS 950, da Volvo Penta que, conforme explicou Felipe Augusto Monteiro, diretor de Operações da Azimut Yachts, “apresentam uma eficiência superior ao sistema de propulsão tradicional”, já que “reduzem o consumo de combustível e as emissões de carbono”.

                    Utilizamos fibra de carbono em várias peças, o que contribui para a leveza e eficiência do barco– explica Felipe

                    O diretor de operações ainda destaca a implementação de sensores de carbono em todos os cômodos do barco, que visam garantir a segurança dos ocupantes. “Isso, aliado aos testes preventivos rigorosos, faz da Azimut Fly 56 um produto excepcional, que reflete o compromisso da Azimut Yachts com a inovação e a qualidade”, ressalta Felipe.

                     

                    No São Paulo Boat Show, a novidade estará acompanhada de outros dois modelos já consagrados do estaleiro: a Atlantis 51 e a Azimut 62.


                    São Paulo Boat Show 2024

                    A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.

                    Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                    Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.

                     

                    Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.

                     

                    Anote aí!

                    Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024
                    Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900)
                    Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
                    Mais informações: site do evento
                    Ingressos: site oficial de vendas

                     

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                      Elevação do nível do mar pode atingir 21 cm em duas cidades do Rio de Janeiro até 2050, diz ONU

                      O estado do Rio de Janeiro ganhou um novo problema para se preocupar: a elevação do nível do mar. Segundo comunicado emitido por António Guterres, secretário-geral das Organização das Nações Unidas (ONU), duas cidades fluminenses podem ser impactadas pelo aumento das águas: Rio de Janeiro e Atafona.

                      Segundo a organização, o relatório focou nas principais cidades costeiras dos países do G20 e nos pequenos Estados insulares — territórios formados por uma ou mais ilhas — em desenvolvimento do Pacífico. Porém, a previsão para o Rio de Janeiro e outros locais do planeta não é animadora.

                      Inicialmente, os números já são preocupantes: nas duas cidades do Rio de Janeiro, a elevação do nível do mar atingiu 13 centímetros entre 1990 e 2020. Entretanto, até 2050, o aumento esperado é de até 21 centímetros —  em um cenário de aquecimento global de 3°C até o fim do século.

                       

                      Como é de se imaginar, essa elevação no nível do mar está afetando a economia e, consequentemente, a vidas e os meios de subsistência de comunidades costeiras e países insulares. Por isso, o secretário-geral da ONU levantou sua preocupação sobre o fenômeno.

                      É urgente que os líderes mundiais ajam para reduzir drasticamente as emissões globais, promover uma transição justa para o fim dos combustíveis fósseis e aumentar os investimentos em adaptação climática– António Guterres

                      Cidades costeiras em perigo

                      Pequenos aumentos no nível relativo do mar já são suficientes para que a frequência de inundações costeiras aumente. Não à toa, a ocorrência de eventos extremos está projetada para crescer substancialmente nas próximas décadas.

                      Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Climate Impact Lab (CIL), a extensão das inundações costeiras aumentou nos últimos 20 anos. Isso significa que 14 milhões de pessoas a mais em todo o mundo agora vivem em costas com chance de sofrer uma inundação a cada 20 anos.

                       

                      De acordo com o relatório da ONU, a elevação em cidades como o Rio de Janeiro e Atafona pode acontecer uma vez a cada 30 anos até 2050 e, a partir daí, uma vez a cada cinco anos até o final do século. Inclusive, em um cenário de aquecimento de 4,4°C, este aumento pode ocorrer anualmente até lá.

                      A organização ainda cita o perigo de aumentar os afundamentos de terra em regiões exploradas pela ação humana — como em construções de barragens ou com extração de água subterrânea e de combustíveis fósseis. Além disso, a intensificação das marés de tempestades também aumentaria.


                      Por fim, o deslocamento e migração involuntários podem levar a movimentos populacionais para áreas interiores. Dessa maneira, haverá perda de atividades econômicas como pesca e agricultura, além dos danos a portos que podem comprometer gravemente os sistemas alimentares globais, diz a ONU.

                      Existe alguma saída?

                      As pesquisas indicam que o aumento das temperaturas é o principal responsável pela elevação do nível do mar. Com o clima mais quente, as calotas polares derretem, o aquecimento piora e o mar sobe. Mas, de acordo com Guterres, ainda há uma esperança.

                      Precisa reduzir as emissões globais em 43% em comparação aos níveis de 2019 até 2030, e 60% até 2035– António Guterres

                      Além disso, António pediu que os governos apresentem novos planos nacionais de ação climática até 2025 — como foi prometido na conferência climática da ONU COP28, em Dubai, no ano passado.

                      Pensando nisso, justamente após o estudo sobre a elevação dos mares, a Prefeitura do Rio de Janeiro criou o Comitê Rio de Estudos Científicos de Elevação dos Mares. O grupo visa promover políticas públicas, estudar os fenômenos e consultar órgãos científicos para implementação de ações.

                       

                      O Comitê será presidido pela Secretaria Municipal de Coordenação Governamental (SMCG) e composto pela Secretaria de Meio Ambiente e Clima da cidade e outros cinco órgãos.

                       

                      Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                       

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                        Veleiro raro com quatro quartos vai à venda por R$ 16 milhões

                        Aos 26 anos de idade, barco com layout personalizável está impecável após passar por reforma em 2020

                        Por: Redação -

                        Nas grandes cidades, não é difícil encontrar anúncios de casas e apartamentos que oferecem de dois a três quartos aos futuros proprietários. Mas um novo veleiro à venda ultrapassa muitos lares ao incluir nada menos do que quatro aposentos confortáveis, preparados para receber os hóspedes em alto mar.

                        Construído em 1998 pela Trehard, o Asahi tem 31,8 metros de comprimento e boca de 7,40 metros. O projeto, com casco em alumínio, foi desde o início pensado para garantir alto desempenho — tanto na água, quanto no mercado de charter.

                        Foto: Bernard Gallay/ Divulgação

                        De acordo com a Bernard Gallay, empresa de corretagem responsável pela venda do veleiro, “acredita-se que o Asahi seja o único iate à vela com quatro camarotes”, cujas camas podem ser configuradas como oito de solteiro, ou quatro de casal — king size, com 2,1 metros.

                         

                        Outra opção é converter dois camarotes da proa em uma grande suíte master, deixando, assim, o layout com um total de três camarotes. Nessa opção, a cama king ficaria ao centro e, nas laterais do quarto, dois banheiros — um masculino e outro feminino.

                        Foto: Bernard Gallay/ Divulgação

                        “Isso proporciona versatilidade para uso familiar ou grupos de fretamento”, destaca o anúncio do veleiro à venda.

                         

                        No que diz respeito aos aposentos da tripulação, o Asahi também não falha. Há uma espaçosa cabine para o capitão, com cama queen-size, acompanhada por uma cabine de solteiro e uma de casal.

                        Foto: Bernard Gallay/ Divulgação

                        Quem gosta de aproveitar a área externa das embarcações se satisfaz no modelo de 26 anos. Afinal, o convés é livre de cabos e a área da popa conta com degraus que garantem fácil acesso aos botes e à água.

                         

                        Apesar de ter pouco mais de duas décadas e meia de idade, o Asahi passou por uma reforma desde 2010, concluída 10 anos depois. Com a vela, já alcançou 23 nós, mas também oferece a opção de navegação silenciosa com diesel.

                        Foto: Bernard Gallay/ Divulgação

                        O interessado que quiser garantir essa relíquia sob seu comando precisa desembolsar 2,7 milhões de euros, valor equivalente a R$ 16,8 milhões, na conversão de setembro de 2024.

                         

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                          Antigo veleiro é encontrado 130 anos após dramático naufrágio nos EUA

                          Por: Redação -
                          03/09/2024

                          Restos de um naufrágio de veleiro, ocorrido 130 anos atrás, entraram para a história dos Estados Unidos após serem encontrados por uma equipe de três pesquisadores marítimos em Algoma, Wisconsin.

                          O barco em questão é um veleiro de três mastros e 40 metros, batizado de Margaret A. Muir. Ele estava desaparecido desde que afundou, em 30 de setembro de 1893. Sem saber, centenas de embarcações de pesca passaram por cima do naufrágio ao longo dos anos.

                          Foto: Tamara Thomsen/ State Historical Society of Wisconsin/ Reprodução

                          Os responsáveis pela descoberta, em maio deste ano, pertencem à Associação de Arqueologia Subaquática de Wisconsin, organização que visa preservar a história subaquática da região.

                           

                          A utilização de um sonar de alta resolução, em combinação com registros históricos, foi o que permitiu que o naufrágio do veleiro fosse encontrado, a cerca de quinze metros de profundidade e próximo à entrada do porto de Algoma.


                          A novidade ganhou milhares de imagens em alta resolução, que permitiram a criação de um modelo de fotogrametria 3D, conforme o vídeo abaixo:

                           

                          Veleiro sofreu naufrágio dramático

                          A embarcação foi construída em 1872, em Wisconsin, pelo estaleiro Hanson & Scove, e tinha como principal atribuição o transporte de grãos e outras cargas pela região dos Grandes Lagos — que compreende a porção de água a nordeste dos EUA e a sudeste do Canadá.

                          Foto tirada em 7 de maio de 1892 e restaurada por Bruce Andrews, da Yesterday’s Trails

                          Na manhã do naufrágio — que aconteceu por volta das 8h, segundo a Associação — o veleiro viajava de Michigan para Illinois com uma carga de sal, quando foi pego de surpresa por um vendaval.

                           

                          Ao longo de duas horas e meia, o barco enfrentou bem a situação, mas o jogo virou no momento em que as ondas aumentaram drasticamente. Faltava pouco para atracar em Algoma quando o capitão, David Clow, encontrou uma grande quantidade de água no porão.

                           

                          Ele, então, ordenou que a tripulação abandonasse imediatamente o navio, que logo balançou com violência e afundou — levando consigo o estimado cachorro do capitão Clow.

                          Equipe posa com o sonar DeepVision usado para inspecionar o naufrágio. Foto: Wisconsin Underwater Archeological Association/ Reprodução

                          Os homens enfrentaram ondas de quase cinco metros no bote salva-vidas, mas conseguiram chegar à costa, onde receberam auxílio dos moradores da cidade. Devastado pela perda do amigo canino, o capitão de 71 anos anunciou o fim da carreira por sentir que “a água não tem mais nenhuma simpatia” por ele. “Prefiro perder qualquer quantia de dinheiro do que ter o [cão] perecendo como ele pereceu”.

                           

                          O veleiro naufragado não está mais inteiro, já que perdeu suas laterais. Ainda assim, todo o equipamento de convés permaneceu no fundo do lago, incluindo duas âncoras gigantes, bombas manuais, molinete de proa e cabrestante.

                           

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                            Astronauta registra, do espaço, colorido impressionante do Rio São Francisco

                            Por: Redação -

                            Visto do alto, o Rio São Francisco encanta pelo serpenteado que percorre todo o caminho de Minas Gerais até a divisa entre Sergipe e Alagoas. Mas essa beleza é capaz de ganhar um capítulo totalmente novo e encantador quando observada do espaço, a 420 quilômetros de altitude.

                            Quem trouxe esse conhecimento à Terra foi um dos astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). Em órbita sobre o sudeste do Brasil, o tripulante tirou uma foto, em 27 de dezembro do ano passado, que captura um colorido impressionante do carinhosamente apelidado de “Velho Chico”.

                            Quadrado posicionado sobre o mapa do Brasil mostra localização do registro feito pelo astronauta. Foto: Earth Observatory/ Reprodução

                            Recentemente publicada no portal Earth Observatory, da NASA, a imagem mostra a região correspondente ao Reservatório de Três Marias, um corpo artificial em Minas Gerais alimentado pelo São Francisco.

                             

                            Na foto, é possível observar uma mistura de cores que abrange o azul, verde, laranja, vermelho e amarelo, em diferentes tonalidades — cada um com um significado.

                             

                            Embora a NASA não tenha divulgado o nome do astronauta responsável pelo clique, sabe-se que a autoria é de um dos presentes na Expedição 70 à ISS, que ocorreu entre setembro de 2023 e abril de 2024. Ele usou uma câmera digital Nikon D5, com distância focal de 420 milímetros.

                            O que representa cada cor na foto do Rio São Francisco?

                            Em vermelho e amarelo brilhantes, está grande parte da terra que não possui vegetação — como campos não plantados e estradas não pavimentadas. A coloração se dá pela argila e pelo solo típico do cerrado mineiro, rico em minerais como ferro e alumínio.


                            Tons mais sóbrios de vermelho e verde indicam áreas agrícolas, irrigadas pelas águas doces do rio. Já o contorno laranja-amarronzado assinala a linha costeira do reservatório, antes coberta pela água quando os níveis estavam mais altos. Agora exposta, adquiriu esse tom.

                             

                            O azul, claro, aponta a presença de água. Mas como se pode notar, aparece mais claro em alguns pontos. Isso deve-se a um efeito óptico chamado sunglint, que ocorre quando a luz do sol reflete na água no mesmo ângulo em que o sensor a visualiza.

                             

                            Quarto maior rio do Brasil, o “Velho Chico” é também considerado um dos mais belos, com quedas d’água e cânions pela sua extensão. Com 2.863 quilômetros de extensão, passa por 521 municípios em cinco estados.

                             

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                              Confira a lancha que a cantora Simone Mendes escolheu para começar a navegar

                              Por: Redação -

                              Os momentos de lazer da cantora Simone Mendes com a família acabaram de ganhar um palco especial. Totalmente personalizada, a lancha Z260, da Azov Yachts, foi entregue recentemente à sertaneja, na companhia do marido e empresário Kaká Diniz.

                              Quem fez as honras foi Paulo Rabelo, diretor comercial do estaleiro. Ao casal, Paulo relembrou o carinho com que cada um dos detalhes do barco foi pensado. Segundo Simone, os pedidos saíram perfeitamente de acordo com o que ela esperava. “Quero agradecer muito toda a família Azov pelo cuidado que vocês tiveram com tudo. A gente está muito feliz”, comentou.

                              É um presente para a nossa família ter algo tão especial para desfrutar em nossos momentos de lazer– Simone Mendes

                              Foto: Divulgação

                              Kaká, que já havia experimentado a qualidade Azov Yachts por meio de lanchas de amigos, também celebrou a conquista. “A gente sempre teve o desejo muito grande de ter uma Azov”, revelou, complementando em outro vídeo: “De todas as embarcações em que eu andei, nenhuma tem a navegação dessa aqui”.

                               


                              Quem quiser conhecer de perto o modelo escolhido pela cantora Simone Mendes poderá encontrar a Z260 no estande da Azov no São Paulo Boat Show 2024, o maior evento náutico da América Latina.

                               

                              O salão acontece de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo, e também recebe outros modelos da Azov Yachts, como a Z380 Open, a Z480 HT e o lançamento, em primeira mão, da Z380 C.

                              Por dentro da lancha de Simone Mendes

                              O barco escolhido pela cantora Simone Mendes é um 26 pés (8,40 metros de comprimento), com boca (largura) de 2,80 metros. Segundo a Azov, este é o único com teto em fibra da categoria e acomoda confortavelmente 13 passageiros, mais o piloto, na navegação.

                              Foto: Divulgação

                              Nas redes sociais, Simone Mendes compartilhou um tour por sua lancha novinha. Na praça de popa, há um espaço gourmet com churrasqueira e barra para wakeboard — especialmente adicionada a pedido do casal, devido à paixão que o filho Henry, de 10 anos, tem pelo esporte.

                               

                              Na proa, um solário personalizado, que pode ser transformado em área com sofás, mesa e até guarda-sol, garante o aproveitamento completo do passeio em dias quentes. O modelo também conta com banheiro, paiol embaixo dos assentos e sistema de som.

                              Foto: Divulgação

                              Toda a decoração da lancha — como cores do piso e bancos — foram escolhidas por Simone Mendes e Kaká. A dupla batizou a aquisição de Henza — uma junção dos nomes dos filhos Henry e Zaya.

                              Foto: Divulgação

                              Nascida em 2019, em Pernambuco, o estaleiro Azov Yachts tem como proposta unir conforto e desempenho navegando desde as águas mais rasas aos mares. Atualmente, a marca conta com três modelos de lancha, sendo que o quarto será apresentado em breve, no Boat Show de São Paulo.

                               

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                                Real Powerboats estará com 9 barcos no São Paulo Boat Show, incluindo Real 40 Cabriolet

                                Por: Redação -

                                Quem busca um bom casco de 40 pés vai se surpreender com o estande da Real Powerboats no São Paulo Boat Show. Dos nove barcos que levará ao maior evento náutico da América Latina, três são desse tamanho — incluindo a Real 40 Cabriolet.

                                Com um dos maiores espaços internos da categoria, segundo o estaleiro, a embarcação tem como um dos diferenciais o acesso à proa pela parte interna, com degraus amplos que garantem o conforto e segurança dos passageiros a bordo.

                                Real 40 Cabriolet. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                O design esportivo chama a atenção e permite que o condutor navegue em pé, ao passo que a capota de lona aberta nas laterais e recolhível na frente resulta em uma generosa circulação de ar pelo cockpit.

                                Foto: Revista Náutica
                                Foto: Revista Náutica

                                Além disso, tem boca larga (3,70 metros), cinco opções de motorização e cabine com pernoite para até seis pessoas — uma das mais altas da categoria, com pé-direito de 2,20 metros.

                                Foto: Victor Santos / Revista Náutica
                                Foto: Revista Náutica

                                Lançado no Rio Boat Show 2023, o modelo teve 11 unidades vendidas só naquele ano e foi testado pela equipe de NÁUTICA, que mostra em detalhes todas as suas características.

                                 

                                 

                                Na faixa dos 40 pés, os visitantes também poderão conferir de perto a Real 40 Fly — apontada como a detentora do maior flybridge da categoria — e a Real 40 HT — com o maior hard top da categoria, segundo a empresa.

                                Foto: Divulgação

                                O estaleiro ainda exibirá aos visitantes do Boat Show a Real 275, Real 280, Real 285, Real 34 Cabriolet, Real 35 Cabriolet e Real 365.

                                Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                São Paulo Boat Show 2024

                                A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.

                                Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.

                                 

                                Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.

                                 

                                Anote aí!

                                Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024
                                Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900)
                                Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
                                Mais informações: site do evento
                                Ingressos: site oficial de vendas

                                 

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                                  SailGP, a Fórmula 1 da vela, terá etapa no Rio de Janeiro em 2025

                                  02/09/2024

                                  Não é só nas pistas que as altas velocidades atraem entusiastas do mundo todo. Nos mares, essa missão fica a cargo da SailGP, competição conhecida como a ‘Fórmula 1 da vela’. Para a alegria dos brasileiros que apreciam a junção entre mar e velocidade, veio aí uma boa notícia: o campeonato global terá uma etapa no Brasil em 2025, nas águas da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, de 3 a 4 de maio.

                                  Batizada de Enel Rio Sail Grand Prix, a etapa no Brasil será a 6ª do calendário da temporada 2024/25 — a maior da liga até hoje, com eventos em cinco continentes. O cenário, já privilegiado pelas vistas para o Pão de Açúcar e o icônico Cristo Redentor, ganhou ares ainda mais especiais com o anúncio de que a bicampeã olímpica Martine Grael estará no comando da equipe brasileira, a Mubadala Brazil SailGP.

                                   


                                  Martine será nada menos que a primeira mulher a pilotar na liga. Para ela, esse é “um novo capítulo na competição que reúne os melhores do mundo, ao mesmo tempo em que o Rio de Janeiro lança sua primeira etapa”. A velejadora ainda destacou que “não poderia haver um momento melhor para nossa equipe”.

                                  Estou muito honrada de ter recebido esse convite para liderar o Time do Brasil no SailGP. É um projeto novo e desafiante– ressaltou Martine Grael

                                  No SailGP, a brasileira que soma duas medalhas de ouro olímpicas (conquistadas nos Jogos do Rio 2016 e Tóquio 2020) comandará um catamarã F50, modelo ultrarrápido e tecnologicamente avançado, capaz de atingir velocidades superiores a 50 nós (aproximadamente 93 km/h).

                                  Foto: André Luiz Mello/AGIF / Divulgação

                                  Para inaugurar os trabalhos, Martine terá sua primeira experiência a bordo de um F50 neste mês, em um campo de treinamento para equipes selecionadas nas Bermudas. Além dos feitos em Olimpíadas, a velejadora acumula experiências em regatas oceânicas com a equipe AkzoNobel na Volvo Ocean Race 2017-18 — ou seja, uma bagagem de peso para estrear na SailGP.

                                  Ser palco da etapa inaugural da Sail GP, que chega pela primeira vez à América do Sul, reforça a vocação internacional do Rio de Janeiro para atrair grandes eventos– Eduardo Paes, prefeito do Rio

                                  Como funciona a SailGP

                                  A SailGP é uma liga global de vela de alto desempenho, lançada em 2018. Além do Brasil, a competição reúne equipes da Nova Zelândia, Espanha, Austrália, França, Dinamarca, Reino Unido, Canadá, Estados Unidos, Alemanha e Suíça para competirem em regatas realizadas ao redor do mundo todo.

                                   

                                  O campeonato é caracterizado pelo uso de catamarãs idênticos para todas as equipes, os chamados F50, capazes de ultrapassar os 50 nós de velocidade (aproximadamente 93 km/h).

                                   

                                   

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                                  A ideia é que as corridas sejam curtas, mas carregadas de emoção. Geralmente, as etapas são realizadas perto da costa, para que o público possa acompanhar de perto.

                                   

                                  Ao longo da temporada, disputada em etapas em diferentes países, as equipes buscam acumular pontos para chegar à grande final.


                                  Como a SailGP chegou ao Brasil

                                  A etapa da SailGP no Brasil — a Enel Rio Sail Grand Prix — se deu quando a Mubadala Capital (divisão de gestão de ativos da Mubadala Investment Company) anunciou seu investimento para comprar uma equipe de vela que representaria o Brasil na competição.

                                   

                                  Batizada de Mubadala SailGP, a equipe liderada por Martine Grael terá as empresas Mubadala e IMM — empresa brasileira especializada em esportes e entretenimento — trabalhando em parceria para gerenciar e operar o time.

                                  Alan Adler, CEO da IMM, e Martine Grael. Foto: @ma_sarmento / Divulgação

                                  A IMM é liderada por Alan Adler, ex-velejador olímpico e campeão mundial. A empresa já é conhecida por organizar grandes eventos no Brasil, como o torneio de tênis Rio Open, o Cirque Du Soleil e a São Paulo Fashion Week. Além disso, Alan Adler também é o CEO da Brazil Motor Sports, empresa que organiza o Grande Prêmio de Fórmula 1, em São Paulo.

                                  Estamos muito felizes em anunciar o Rio de Janeiro como palco de uma das etapas do SailGP. Sempre foi nosso sonho poder ter a equipe brasileira participando de uma etapa próxima dos fãs, apaixonados por esporte em alto nível– Alan Adler, CEO da IMM

                                  Com a chegada da etapa no Rio, o Brasil se tornará o primeiro país sul-americano a ingressar na SailGP. ”A equipe brasileira da Mubadala SailGP inspirará e se conectará com nossa comunidade, promovendo o esporte e seus valores em toda a América do Sul”, destacou Adler.

                                  A escolha do Rio de Janeiro para sediar a etapa inaugural desta importante competição, coroa um novo tempo que o estado vive, sendo visto pelo mundo todo como cartão postal do esporte nacional, vocacionado e preparado para receber grandes eventos– Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro

                                  Foto: Instagram @sailgp / Reprodução

                                  O Rio Sail Grand Prix também é apresentado pela Enel, e tem a TIM como parceira oficial de conectividade, promovendo tecnologia 5G para a comunicação durante a competição.

                                  Confira as datas das próximas etapas:

                                  • Dubai, Emirados Árabes Unidos, entre 23 e 24 de novembro;
                                  • Auckland, Nova Zelândia, entre 18 e 19 de janeiro;
                                  • Sydney, Austrália, entre 8 e 9 de fevereiro;
                                  • Los Angeles, Estados Unidos, entre 15 e 16 de março;
                                  • San Francisco, Estados Unidos, entre 22 e 23 de março;
                                  • Rio de Janeiro, Brasil, entre 3 e 4 de maio;
                                  • Nova York, Estados Unidos, entre 7 e 8 de junho;
                                  • Great Britain, Reino Unido, entre 19 e 20 de julho;
                                  • Alemanha, entre 16 e 17 de agosto;
                                  • Taranto, Itália, entre 6 e 7 de setembro;
                                  • Genebra, Suíça, entre 20 e 21 de setembro;
                                  • Andalucía, Espanha, entre 4 e 5 de outubro;
                                  • Oriente Médio, entre 7 e 8 de novembro;
                                  • Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, entre 29 e 30 de novembro.

                                   

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                                    Baleia espiã: suspeito de atuar em espionagem russa, animal é encontrado morto

                                    Por: Redação -

                                    Uma baleia beluga suspeita de atuar como espiã russa foi encontrada morta no último sábado (31), no mar da Noruega. O animal, apelidado de Hvaldimir, ficou mundialmente conhecido após ser encontrado, em 2019, usando uma espécie de coleira, aparentemente projetada para servir de suporte para uma câmera.

                                    Com 4,2 metros de comprimento e cerca de 1.227 quilos, o animal conquistou o coração dos moradores por mostrar sinais de domesticação e ficar confortável na presença de seres humanos.

                                    Por que a baleia é suspeita de ser espiã?

                                    Após virar celebridade cinco anos atrás, a beluga foi batizada de Hvaldimir — nome que mistura “hval”, palavra norueguesa para “baleia”, com Vladimir, primeiro nome de Putin, presidente da Rússia.

                                    Foto: Instagram @marinemind_org/ Reprodução

                                    Os rumores de que a baleia servia ao país surgiram por conta da coleira que usava, similar a um cabresto de cavalo. O item continha a informação de ser um equipamento de São Petersburgo, cidade russa.

                                     

                                    Segundo especialistas, a Marinha russa já treinou baleias para fins militares no passado, o que corrobora com a suspeita por parte da população. No entanto, a Rússia nunca assumiu qualquer relação com a baleia.

                                    Tentativa de proteger a baleia espiã

                                    Ao longo dos últimos anos, a ONG Marine Mind atuou para tentar proteger a baleia espiã. Como Hvaldimir permanecia em águas mais movimentadas do que as típicas para as belugas, a organização se empenhou em educar moradores e turistas curiosos para protegê-la o máximo possível.

                                     

                                    Para Sebastian Strand, fundador da ONG, há sinais de que o animal tenha “estado em cativeiro por grande parte de sua vida”, especialmente por ser muito afável com os humanos.

                                    Foto: Instagram @marinemind_org/ Reprodução

                                    Pelas redes sociais, a ONG Marine Mind lamentou a morte de Hvaldimir e informou que a encontrou “flutuando pacificamente na água” de Risavika, no sudoeste da Noruega, para onde a equipe se dirigiu ao ser informada sobre um avistamento.

                                     

                                    À rádio local NRK, o fundador da ONG disse que a situação é “absolutamente horrível”, já que a beluga estava em boas condições um dia antes da fatalidade. Segundo o pesquisador, “ainda é cedo para dizer” o que, de fato, aconteceu.


                                    “Parece que há, principalmente, danos externos causados por pássaros e coisas assim. Fazemos o que podemos para garantir que a carcaça seja bem cuidada, para que possamos fazer uma necropsia e encontrar respostas”, pontuou.

                                     

                                    Até o momento, não há indícios de que a morte tenha ocorrido devido a ação humana. A baleia foi retirada da água com a ajuda de um guindaste e as causas serão apuradas.

                                     

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                                      Tubarão-tigre monitorado navega mais de 2 mil quilômetros e surpreende pesquisadores

                                      Acompanhar a movimentação dos animais ajuda cientistas a entender seus comportamentos e, assim, traçar estratégias eficazes de conservação. Por isso, estudiosos marcaram um tubarão-tigre do arquipélago de Fernando de Noronha com um transmissor via satélite — e o resultado os surpreendeu.

                                      A fêmea, batizada de Pérola, navegou mais de 2 mil quilômetros, indo de Fernando de Noronha à Itacaré, na Bahia. Possivelmente prenhe, ao migrar ao sul, segundo cientistas, o animal podia estar em busca de áreas mais seguras para o nascimento dos filhotes — comportamento comum entre várias espécies de tubarões.

                                       

                                       

                                      A pesquisa é desenvolvida pelo Projeto Tubarões e Raias de Noronha e Arabia Saudita King Abdullah University of Science and Technology (KAUST), instituição da Arábia Saudita, e busca responder a perguntas como “por que alguns tubarões-tigre marcados em Noronha migram para outros locais?”, “existem tubarões Noronhenses, ou seja, que são residentes no arquipélago?”.

                                      Foto: Instagram @biarangel.sharks / tubaroes.raias.noronha / Egon Valença / Reprodução

                                      Bianca Rangel, coordenadora do Projeto Tubarões e Raias de Fernando de Noronha e pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP), explica que outros tubarões-tigre marcados em Fernando de Noronha e rastreados com essa tecnologia por outras equipes de pesquisa seguiram rumo à costa do Brasil e até mesmo rumo à África”.

                                      A surpresa é que, nos tubarões rastreados em estudos anteriores, os animais não foram tão ao sul, como está se deslocando esta fêmea– destacou Rangel

                                      A tecnologia utilizada para monitorar Pérola foi usada também em outros sete tubarões-tigre baseados em Noronha — que permanecem nas redondezas do arquipélago.


                                      O equipamento permite aos estudiosos um acompanhamento diário dos animais, garantindo informações que, para Rangel, “são essenciais para a conservação dos tubarões”. O relatório foi divulgado e pode ser acessado aqui.

                                       

                                      Náutica Responde

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                                        Veja 6 motivos para visitar o São Paulo Boat Show 2024

                                        Por: Redação -

                                        De todos os dias no ano, apenas seis são reservados ao maior evento náutico da América Latina. Essa simples observação já é suficiente para os amantes náuticos garantirem a participação, mas fato é que motivos não faltam para você visitar o São Paulo Boat Show 2024.

                                        Para você ficar por dentro de tudo o que vai rolar na 27ª edição do evento, a equipe de NÁUTICA apresenta boas razões para reservar a agenda para desembarcar no salão de barcos. Confira!

                                        Confira 6 motivos para visitar o São Paulo Boat Show

                                        Concorrer a um barco novinho em folha

                                        A regra é clara: quem visitar o São Paulo Boat Show 2024 terá a chance de concorrer a um barco. O salão vai sortear, entre o público, uma lancha Focker 188 Joy equipada com motor Yamaha F90.

                                        Foto: Revista Náutica

                                        Construída pela Fibrafort, a lancha é ideal para quem está começando a contar as primeiras milhas no mar, mas também satisfaz pescadores e praticantes de esportes aquáticos. São 5,50 metros de comprimento, capazes de acomodar até sete passageiros.

                                         

                                        Ao chegar ao São Paulo Boat Show 2024, cada visitante receberá um cupom para o sorteio. Basta preenchê-lo com os dados pessoais e a resposta para a seguinte questão: “a lancha Focker 188 Joy está equipada com quantos motores de popa?”. Depois, é só depositá-lo na urna e torcer para ser o seu grande dia de sorte.

                                        Conhecer os principais lançamentos do ano

                                        Presença confirmada no São Paulo Boat Show 2024, os maiores nomes do mercado náutico brasileiro aproveitam o salão como palco para apresentar seus grandes lançamentos. Essa lista contempla desde barcos de diferentes tamanhos até motores, equipamentos e acessórios para embarcações.

                                        Foto: Revista Náutica

                                        Dentre os estaleiros que já garantiram lançamentos em primeira mão no evento estão, por exemplo, Schaefer Yachts, Sessa Marine, Azov, Ventura, NX Boats, Mestra Boats, TritonSolara, entre outros.

                                        Estar no maior evento náutico da América Latina

                                        Não tem jeito: nenhum salão náutico na região consegue bater o São Paulo Boat Show! Só no ano passado, mais de 38 mil pessoas passaram pelos corredores do evento para aproveitar as oportunidades de compra e atrações que ele tem a oferecer.

                                        Foto: Revista Náutica

                                        O quesito mercado é o que mais impressiona. Em 2023 foram 600 embarcações vendidas, movimentando mais de R$ 500 milhões em negócios.

                                         

                                        Parte disso se deve à possibilidade que o público tem de comparar, lado a lado, diferentes tipos, tamanhos e marcas de barcos. Dessa forma, é possível avaliar com clareza as diferenças e semelhanças entre cada um e tomar uma decisão acertada na hora de adquirir a embarcação.

                                        Conversar com donos de estaleiros e outros donos de barcos

                                        Para os profissionais do setor náutico e para aqueles que desejam investir em embarcações, o São Paulo Boat Show é o lugar ideal para fazer networking e conversar com responsáveis pelos projetos e construções dos barcos.

                                        Foto: Revista Náutica

                                        O evento reúne empresários, investidores, fabricantes e entusiastas do mundo náutico, proporcionando um ambiente propício para trocas de experiências, parcerias e fechamentos de negócios.

                                        Conhecer destinos náuticos

                                        Uma seção do evento é especialmente reservada para apresentar aos entusiastas da náutica o potencial turístico de diversos destinos.

                                        Foto: Revista Náutica

                                        Nos estandes, os visitantes imergem nas paisagens e oportunidades de navegação de diferentes estados espalhados pelo Brasil e ficam por dentro de como aproveitar ao máximo toda a beleza das regiões.


                                        Conferir desejados itens de luxo e participar de atrações

                                        Clássico do São Paulo Boat Show, o Espaço dos Desejos reunirá marcas que exibirão o melhor do mercado de luxo ao público. No âmbito das atrações, a tradição se mantém com o desfile de moda, que transformará o salão em uma passarela com looks de marcas selecionadas a dedo.

                                        Foto: Revista Náutica

                                        São Paulo Boat Show 2024

                                        A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.

                                        Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                        Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.

                                         

                                        Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.

                                         

                                        Anote aí!

                                        Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024
                                        Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900)
                                        Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
                                        Mais informações: site do evento
                                        Ingressos: site oficial de vendas

                                         

                                         

                                        Náutica Responde

                                        Faça uma pergunta para a Náutica

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                                          Projeto nos Estados Unidos cria parque flutuante para integrar moradores e rio

                                          Talvez você não saiba, mas a cidade de São Paulo, a maior da América Latina, guarda debaixo de todo seu concreto cerca de 300 rios e córregos canalizados. Sufocados, eles estão escondidos da sociedade. No caso da Filadélfia, maior cidade do estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, o Rio Schuylkill  está bem à vista da população — mas de certo modo, igualmente esquecido. E é aí que entra o FloatLab.

                                          O projeto do escritório de arquitetura Höweler & Yoon, baseado em Boston, nos Estados Unidos, trata-se de “uma plataforma, um barco, uma lente e um limiar através do qual o público experimentará o Rio Schuylkill e sua ecologia de uma forma significativa”, conforme explica a empresa.

                                           

                                          A ideia nada mais é que reconectar os moradores da Filadélfia com seu ambiente natural.

                                          Foto: Höweler & Yoon / Divulgação

                                          O FloatLab nos Estados Unidos está previsto para ganhar as águas em outubro de 2026, na orla do Bertram’s Garden — um parque fundado em 1728, no oeste da Filadélfia. Quando estiver pronto, o projeto de mais de 20 metros de diâmetro dará aos moradores e visitantes da cidade uma nova visão do rio, mais integrada à natureza.

                                           

                                          Isso porque a estrutura será acessada através de uma rampa, que deixará os visitantes ao nível da água. Para além da vista privilegiada, o FloatLab contará com funções educacionais.

                                          O FloatLab brilhará no escuro. Foto: Höweler & Yoon / Divulgação

                                          Tais atributos vão desde workshops aos chamados “laboratórios vivos”, responsáveis por levar à estrutura uma interação visual e física com a superfície da água, permitindo que os visitantes experimentem o Rio Schuylkill sob uma nova perspectiva.

                                           

                                          Áreas de sala de aula e um espaço de galeria também são esperados no FloatLab nos Estados Unidos, para que cientistas conduzam pesquisas, estudantes de arte tenham aulas de pintura e entusiastas da natureza observem jardins flutuantes e bancos de mexilhões de água doce.

                                          Os rios escondidos em São Paulo

                                          Assim como o FloatLab visa reconectar os moradores da Filadélfia com o Rio Schuylkill, em São Paulo alguns projetos visam atrair os olhares da população para os rios escondidos sob o solo da capital. Entre eles está o Rios e Ruas, fundado pelo arquiteto e urbanista José Bueno e o geógrafo e educador Luiz de Campos.

                                          O Rio Tietê está longe de ser o único da capital paulista. Foto: Envato

                                          Para o arquiteto, os mais de 300 rios sufocados em São Paulo foram enterrados vivos para “limpar a cidade”, tê-la sob controle e permitir o melhor tráfego dos carros — autores do famoso trânsito tenebroso que assombra a metrópole.


                                          O Rios e Ruas busca promover a coexistência dos rios com a cidade. Em entrevista à Draft, os autores do projeto enfatizaram a ideia de “promover e inspirar o maior número possível de ações para que milhões de paulistanos e brasileiros descubram, vejam e desejem esses rios lindos e livres.”

                                           

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                                            Com 15 motores, Mercury exibirá portfólio para diferentes necessidades no São Paulo Boat Show 2024

                                            Por: Redação -

                                            A Mercury Marine está pronta para mostrar toda a sua potência no São Paulo Boat Show 2024. Com nada menos do que 15 motores, a marca apresentará opções de popa e de centro-rabeta capazes de atender às mais diferentes necessidades.

                                            Os destaques vão para os novos motores de popa elétricos, o Avator 20e e o Avator 35e. Segundo a Mercury, os modelos têm torque imediato, hub integrado que distribui energia por todo o sistema e manete do manche que pode ser ajustado para qualquer posição.

                                            Foto: Mercury Marine

                                            Em comparação a motores à combustão, o 20e tem potência equivalente a 5hp, enquanto o 35e equivale a 9.9hp.

                                             

                                            Outro motor de popa que merece menção é o 9.9MH, de quatro tempos, que conta com avançado sistema de injeção eletrônica de combustível. Projetado para partidas fáceis e desempenho eficiente, não exige bateria de partida e é leve o bastante para ser portátil — embora produza mais potência do que os motores carburados da geração anterior.

                                            Foto: Mercury Marine

                                            O 50 ELHPT Mid Tiller, também de popa, completa a lista de destaques da Mercury. A opção chega com partida elétrica de série, sistema Power Trim e manche Mid Tiller, com acesso de controle que visa facilitar a navegação e torná-la mais confortável e segura.

                                            Foto: Mercury Marine

                                            Além desses modelos, a empresa levará: 600XXL Verado V12 (apontado como o maior motor de popa do mundo), 400XL Verado V10, 300XL Verado V8, 300L Proxs V8, 200XL SeaPro V6, Avator 7.5e, 25 SeaPro, 30MHGA 4T, 150 hp Fourstroke, 100 hp Fourstroke, Mercruiser Gasolina 350 6.2L.

                                             

                                            Um totem com comandos DTS, com joystick e telas VesselView, completa o estande da marca na 27ª edição do São Paulo Boat Show. Os equipamentos, de acordo com a Mercury, melhoram o desempenho dos sistemas de propulsão ao proporcionar mudanças suaves e resposta instantânea do acelerador.


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                                            Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                            Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.

                                             

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                                            Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900)
                                            Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
                                            Mais informações: site do evento
                                            Ingressos: site oficial de vendas

                                             

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                                              Um dos propulsores de barco mais antigos do planeta estará no São Paulo Boat Show 2024. Feitos artesanalmente pela Go North, a marca levará ao maior evento náutico da América Latina remos produzidos com madeira autêntica e provenientes de diversos locais ao redor do mundo.

                                              De 19 a 24 de setembro, o São Paulo Expo ganhará os belíssimos itens decorativos da marca, que remetem a diversas culturas que vão desde tribos esquimós, norte-americanas e chinesas até vikings, havaianos e povos indígenas do Brasil.

                                              Foto: Go North/ Divulgação

                                              Com designs inspirados na herança cultural de nossos ancestrais, a Go North estará no São Paulo Boat Show 2024 com oito tipos de remos temáticos: beavertail, aleut, algonquin, voyageur, caiçara, groenlandês, ottertail e guide. Além desses, terá o item decorativo com a logo do Boat Show e da própria Go North.

                                              Foto: Go North/ Divulgação

                                              Entre as várias culturas que a Go North mantém viva por meio dos remos, a caiçara tem inspiração na cultura brasileira. Um clássico dos litorais fluminenses, paulistas e paranaenses, o item possui enorme significado histórico para as comunidades ribeirinhas e foram essenciais para navegar nas canoas Voga.

                                              Foto: Go North/ Divulgação

                                              Para quem deseja conhecer os outros remos artesanais decorativos da marca, fica a sugestão: apareça na 27ª edição do São Paulo Boat Show e visite o estande da Go North.


                                              São Paulo Boat Show 2024

                                              A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.

                                              Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                              Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.

                                               

                                              Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.

                                               

                                              Anote aí!

                                              Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024
                                              Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900)
                                              Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
                                              Mais informações: site do evento
                                              Ingressos: site oficial de vendas

                                               

                                              Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                               

                                              Náutica Responde

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                                                Após 12 anos a serviço de seu proprietário original, o superiate Lady Tahiti passou a navegar em outros mares — e, no caso, sob novo comando. Adquirida por singelos 7,25 milhões de euros, equivalentes a R$ 44,4 milhões (na conversão feita em agosto de 2024), a embarcação demorou menos de seis meses para encontrar um segundo dono.

                                                A pouca espera tem explicação. Dourado, o exterior do superiate de 134 pés (41 metros) reflete o luxo que aguarda os convidados a adentrar a parte interna. Decorados com um toque oriental, os espaços misturam bambu e madeiras de eucalipto, mármore nos banheiros e detalhes em cristal Swarovski.

                                                Foto: Camper & Nicholsons/ Divulgação

                                                O Lady Tahiti acomoda confortavelmente até dez hóspedes em cinco suítes — com duas cabines VIP — e dá um show a parte dentro da suíte master, extremamente espaçosa. Os aposentos do proprietário também contam com dois banheiros, escritório e closet.

                                                 

                                                Para o conforto dos passageiros, é possível levar a bordo uma tripulação composta por nove pessoas.

                                                Foto: Camper & Nicholsons/ Divulgação

                                                Tour pelo Lady Tahiti

                                                As cabines não são nem de longe os maiores atrativos desse superiate de três andares, que conta com um elevador responsável por conectar todos os pisos. Na cozinha, um elevador de carga interliga o ambiente aos deques superiores.


                                                Na área externa, uma ampla plataforma de popa, com plataforma submergível, garante a diversão próxima à água. Há ainda uma mesa de jantar para dez pessoas na parte traseira da embarcação.

                                                Foto: Camper & Nicholsons/ Divulgação

                                                Já a proa é equipada com um sofá circular, tela de TV, bar americano, espreguiçadeiras e várias áreas de lazer, incluindo um espaço com jacuzzi. Nas garagens, há um tender da marca Williams, de 5 metros, e dois jets.

                                                Foto: Camper & Nicholsons/ Divulgação

                                                Apesar da idade, o Lady Tahiti tem poucas horas de motor e é apontado como ideal para quem busca muita privacidade e deseja fazer viagens curtas com a família — propósito para o qual foi construído, inicialmente.

                                                Foto: Camper & Nicholsons/ Divulgação
                                                Foto: Camper & Nicholsons/ Divulgação
                                                Foto: Camper & Nicholsons/ Divulgação
                                                Foto: Camper & Nicholsons/ Divulgação
                                                Foto: Camper & Nicholsons/ Divulgação

                                                 

                                                Náutica Responde

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                                                  Fóssil de 2 bilhões de anos pode mudar o que se sabe sobre começo de vida complexa na Terra

                                                  Por: Redação -
                                                  01/09/2024

                                                  Há tempos os cientistas acreditam que as primeiras formas de vida complexa surgiram na Terra cerca de 635 milhões de anos atrás. Mas essa teoria foi colocada em xeque graças a evidências de um fóssil de 2,1 bilhões de anos na Bacia de Franceville, perto do Gabão — país da África Central.

                                                  Liderado por uma equipe da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, o estudo indica que a colisão entre dois continentes deu início a uma atividade vulcânica subaquática, que gerou condições ideais para o desenvolvimento de vida complexa.

                                                  Foto: Professor Abderrazzak El Albani/ Universidade de Cardiff/ Divulgação

                                                  A ocorrência fez com que houvesse disponibilidade de fósforo e oxigênio na água — dois elementos ligados à transição de organismos simples a organismos complexos, como animais e plantas.

                                                   

                                                  “Sabemos que aumentos nas concentrações de fósforo e oxigênio na água do mar estão ligados a um episódio de evolução biológica há cerca de 635 milhões de anos. Nosso estudo adiciona outro episódio muito anterior ao registro, há 2,1 bilhões de anos”, afirma o doutor Ernest Chi Fru, principal autor do artigo.

                                                   

                                                  A pesquisa aponta que a colisão e junção de dois crátons — estruturas geológicas rica em minerais metálicos — em um só fez com que essa seção de água ficasse isolada do restante do oceano, gerando um “mar interior raso e rico em nutrientes”.

                                                   

                                                  Por conta da abundante fotossíntese de algas azuis no ambiente, a água do mar ficou bem oxigenada, gerando um grande recurso alimentar a esses seres complexos.

                                                  Estudo sugere duas etapas de surgimento de vida na Terra

                                                  As formas de vida que apareceram há 2,1 milhões de anos não conseguiram vencer o ambiente hostil que o planeta oferecia nessa época — e nas demais que a sucederam ao longo de bilhões de anos.

                                                   

                                                  Além disso, a natureza restrita desses organismos não ajudou no processo de estabelecimento global, conforme explicam os pesquisadores.


                                                  Ainda assim, as evidências da presença deles na Terra são fundamentais para mostrar que existiu vida complexa muito antes do imaginado e que o processo aconteceu em duas etapas diferentes.

                                                   

                                                  A inicial se deu após o primeiro grande aumento de oxigênio há 2,1 bilhões de anos, e a segunda ocorreu após um novo aumento nos níveis do gás, há 635 milhões de anos.

                                                  Embora a primeira tentativa não tenha conseguido se espalhar, a segunda criou a biodiversidade animal que vemos na Terra hoje– Ernest Chi Fru, à Universidade de Cardiff

                                                  Em parceria com outras entidades francesas e chinesas, os cientistas seguem tentando obter mais detalhes sobre as condições ambientais que explicam o aparecimento dessas formas de vida na Terra.

                                                   

                                                  Náutica Responde

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                                                    31/08/2024

                                                    O universo náutico pode ficar mais “verde” em um futuro próximo. A empresa Parkwind, uma das pioneiras em energias renováveis, anunciou uma novidade e tanto para o futuro do meio ambiente: agora é possível recarregar as baterias dos navios elétricos por meio de turbinas eólicas offshore.

                                                    Esse avanço acontece no Mar do Norte, na Bélgica, na fazenda de energia eólica offshore da Nobelwind, que tem se destacado desde 2017 — quando foi implementada. O local opera com 50 turbinas, espalhadas em uma área de quase 20 quilômetros quadrados.

                                                    Foto: Parkwind/ Divulgação

                                                    O sistema foi integrado em parceria com a MJR, renomada empresa de engenharia de sistemas de energia e automação offshore do Reino Unido. De acordo com a Parkwind, a tecnologia já foi implantada e demonstra seu “potencial transformador” nos navios elétricos e no estilo offshore.


                                                    Segundo Kristof Verlinden, chefe de O&M (Operação e Manutenção, na sigla em inglês) da Parkwind, a transferência entre os navios de manutenção e as turbinas ocorreu sem interrupções ou qualquer tipo de problema. Caso isso continue, tal sistema permitirá que os barcos elétricos contribuam para a redução de emissão de gases causadores do efeito estufa.

                                                    Novo patamar

                                                    Transportada a 47 quilômetros da costa em um navio de transferência de tripulação (CTV), a nova estação de carregamento é composta por componentes modulares, que foram instalados entre as turbinas eólicas com a ajuda de um guindaste da subestação.

                                                    Foto: YouTube/ MJR Power & Automation/ Reprodução

                                                    De acordo com a Parkwind, a configuração offshore testada no navio elétrico foi um sucesso, alcançando o primeiro lugar no mundo ao transferir energia com segurança para um CTV de um parque eólico offshore totalmente operacional.

                                                     

                                                    O sistema foi projetado para carregamento de CTV de até 2 MW e para SOV de até 8 MW, além de ser usado para fornecer energia offshore para outros barcos do mesmo modelo.

                                                    Foto: YouTube/ MJR Power & Automation/ Reprodução

                                                    A marca ressalta que não são necessárias amarrações no fundo do mar e “nenhum equipamento sensível fica na zona de respingo ou no ambiente dinâmico”. Além disso, todos os equipamentos são facilmente acessíveis para manutenção. Confira o vídeo oficial que exibe o processo de carregamento.

                                                     

                                                     

                                                    Ainda segundo a Parkwind, os navios elétricos poderão ser conectados e desconectados de forma “simples, rápida e segura, sem necessidade de manuseio”. A plataforma ainda é flutuante e tem um controle de tensão, proteção eficaz contra sobrecarga e liberação de emergência automática.

                                                     

                                                    Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                     

                                                    Náutica Responde

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                                                      Conheça os esportes náuticos das Paralímpiadas de Paris e os brasileiros na disputa

                                                      30/08/2024

                                                      Depois de recordes batidos nas Olimpíadas de Paris, chegou a vez dos brasileiros desfilarem nas águas francesas nas Paralimpíadas de 2024. O maior evento esportivo do mundo para pessoas com deficiência começou em 28 de agosto e promete entregar muitas medalhas aos paratletas do Brasil até o dia 8 de setembro.

                                                      Considerado uma potência nas Paralimpíadas, o Brasil levou a Paris a sua maior delegação paralímpica da história: são 280 atletas, com brasileiros disputando em 20 das 22 modalidades.

                                                      Jairo Klug e Diana Barcelos, atletas de remo paralímpico. Foto: Alessandra Cabral/CPB

                                                      Nos esportes náuticos, estamos representados por 15 atletas: oito na paracanoagem e sete no remo paralímpico.

                                                      NÁUTICA te explica como funciona cada modalidade, quais condições são necessárias para competir nelas e quem representará as cores verde e amarela. Confira!

                                                      Paracanoagem

                                                      Esporte paralímpico que já rendeu quatro medalhas para o Brasil desde 2016 — quando a modalidade estreou, nos Jogos do Rio –, a paracanoagem estará pela terceira vez nas Paralimpíadas. Na primeira edição, apenas as provas de caiaque velocidade 200m foram disputadas, mas já há outras distâncias neste ano.

                                                      Aline Oliveira, atleta de paracanoagem. Foto: Alessandra Cabral/CPB

                                                      Na paracanoagem, podem competir os atletas com deficiência físico-motora, que são divididos em grupos de acordo com o grau de movimentação dos membros inferiores, superiores e tronco. As classes KL são para quem compete utilizando o caiaque, enquanto a VL é destinada aos que usam a canoa. Sendo assim:

                                                      • KL/ VL1: usa somente os braços na remada;
                                                      • KL2/ VL2: usa tronco e braços na remada;
                                                      • KL3/ VL3: usa braços, tronco e pernas na remada.

                                                      É bom ficar de olho!

                                                      Em Paris, a canoagem do Brasil nas Paralimpíadas estará representada por oito atletas. Esperança de medalhas, a “caçula” Débora Raiza nasceu com má-formação que causou atrofia nas pernas e praticou atletismo até os 15 anos. No currículo, ela soma diversas medalhas em competições mundiais de paracanoagem.

                                                      Mari Santilli, atleta de paracanoagem. Foto: Alessandra Cabral/CPB

                                                      No masculino, temos dois medalhistas paralímpicos: Luís Carlos Cardoso (prata em Tóquio 2020) e Fernando Rufino (ouro em Tóquio 2020), que, além das medalhas, têm outros títulos em campeonatos mundiais.

                                                      Fernando Rufino, atleta de paracanoagem. Foto: Alessandra Cabral/CPB

                                                      Confira os paracanoístas do Brasil e suas categorias:

                                                      • Adriana Gomes de Azevedo (KL1)
                                                      • Aline Furtado de Oliveira (KL3)
                                                      • Débora Raiza Ribeiro Benevides (KL2 / VL2)
                                                      • Fernando Rufino de Paulo (KL2 / VL2)
                                                      • Igor Alex Tofalini (VL2)
                                                      • Luís Carlos Cardoso da Silva (KL1)
                                                      • Mari Christina Santilli (KL3 / VL3)
                                                      • Miquéias Elias Rodrigues (KL3)

                                                      Datas da paracanoagem

                                                      Anote na agenda: a paracanoagem começa em 6 de setembro e encerra no dia 8 do mesmo mês — último dia das Paralimpíadas de Paris.

                                                      Remo paralímpico

                                                      Desde 2008 nos Jogos de Pequim, o Brasil coleciona dois pódios no remo paralímpico: na estreia, em 2008, no double skiff misto, com Elton Santana e Josiane Lima; e em Tóquio 2020, com Renê Pereira no single skiff masculino.

                                                      Claudia Cicero dos Santos. Foto: Alessandra Cabral/CPB

                                                      O remo paralímpico consiste na prática do remo por pessoas com deficiência ou limitação física, visual ou déficit intelectual, que tenham mobilidade mínima de braços. Como na paracanoagem, as categorias da modalidade separam os atletas pelo seu tipo de deficiência. Confira.

                                                      • PR1: Remadores com função mínima ou nenhuma função do tronco que impulsionam o barco, principalmente por meio da função de braço e ombro;
                                                      • PR2: Atletas que possuem uso funcional dos braços e troncos, porém apresentam fraqueza ou ausência da função das pernas para deslizar no assento;
                                                      • PR3: Remadores com função residual nas pernas que lhes permite deslizar no assento — esta classe também inclui atletas com deficiência visual.
                                                      Claudia Cicero dos Santos. Foto: Alessandra Cabral/CPB

                                                      Dá para sonhar?

                                                      Veterana no remo paralímpico, Cláudia Cícero dos Santos está na sua quarta Paralimpíada e em busca da primeira medalha. Com a perna esquerda totalmente amputada, a paratleta possui vários títulos no currículo, sendo campeã mundial e bicampeã brasileira de remo. Confira os remadores paralímpicos do Brasil!

                                                      Claudia Cicero dos Santos. Foto: Alessandra Cabral/CPB
                                                      • Alina Dumas – PR3
                                                      • Claudia Cicero dos Santos – PR1
                                                      • Diana Cristina Barcelos de Oliveira – PR3
                                                      • Erik Matheus da Silva Lima – PR3
                                                      • Gabriel Mendes de Souza – PR3
                                                      • Jairo Natanael Frohlich Klug – PR3
                                                      • Priscila Barreto de Souza – PR3

                                                      Datas do remo paralímpico

                                                      Neste sábado (31), começa a repescagem da paracanoagem — e todos os brasileiros vão participar. A disputa começa às 6h50 (horário de Brasília) e vale duas vagas na final A, contra Coreia do Sul, Itália, Austrália, China e Espanha. As finais estão programadas para a manhã de 1º de setembro.

                                                       

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                                                        O estande da Ventura Experience no São Paulo Boat Show 2024 promete agradar tanto quem ama diversão sobre as águas, quanto quem não dispensa um pouco de adrenalina. Isso porque, por lá, o visitante encontrará desde embarcações até veículos off-road e motos elétricas. Entre os barcos estarão duas grandes novidades: o lançamento da V550 Fly e o retorno da V195 Comfort.

                                                        Todos os produtos estarão expostos no maior evento náutico da América Latina de 19 a 24 de setembro, no pavilhão do São Paulo Expo. Lanchas, pontoon, jet elétrico, quadriclos, UTVs e motos elétricas formam o cardápio da marca, que poderá ser conferido de pertinho pelo visitante que atracar no evento.

                                                        Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                        Entre as novidades, destaque para a nova V550 Fly, a nova versão do maior barco da história do estaleiro mineiro. O modelo compartilha das mesmas especificações da V550 HT, com 16,5 metros de comprimento e 4,4 metros de boca, com o adicional do posto de comando no fly. O cliente pode também neste modelo escolher o layout que melhor lhe agradar, com dois ou três quartos.

                                                        V550 Fly, lançamento da Ventura no São Paulo Boat Show 2024. Foto: Ventura / Divulgação

                                                        Quem também promete atrair olhares no salão é a V195 Comfort, que retorna ao portfólio da marca com novo casco, popa estendida, abertura lateral, bancos giratórios e pia. Enquanto o estaleiro não revela novas informações e imagens do barco, confira, a seguir, outras embarcações da Ventura que serão destaque no salão.

                                                        Destaques da Ventura no São Paulo Boat Show 2024

                                                        V550  HT

                                                        A V550 tem 16,5 metros de comprimento e 4,4 metros de boca. Na popa há um móvel gourmet, além de amplo espaço de convivência. A praça de popa conta com mesa, duas cadeiras e sofás — sendo que o espaço pode ficar ainda maior com as varandas laterais dobráveis.

                                                        V550 HT. Foto: Ventura / Divulgação

                                                        O acesso ao interior do barco é feito por uma porta de vidro, que integra os dois ambientes. Seu deque inferior é bem iluminado, sendo que a lancha traz opções de duas ou três suítes. O modelo ainda pode ser equipado com três motores Volvo Penta D6 440 hp centro-rabeta ou dois D6 650 hp IPS.

                                                        V400 Crossover

                                                        Apontada pela Ventura como uma “legítima proa aberta com cabine”, a V400 Crossover tem 12,31 metros de comprimento e 3,55 metros de boca. Espaçosa, a lancha comporta até 20 pessoas durante o dia, sendo que quatro podem curtir um pernoite no barco.

                                                        V400 Crossover. Foto: Ventura / Divulgação

                                                        V300 Crossover e V300 Day Cruiser

                                                        Ventura 300 Crossover é uma lancha ideal para cruzeiros curtos, mas também se destaca em passeios mais longos, uma vez que dispõe de cabine com cama de casal à meia-nau e banheiro. Durante o dia, 16 passageiros podem aproveitar todas as comodidades da lancha com motorização de 300 a 430 hp, sendo que quatro conseguem fazer pernoite na embarcação.

                                                        V300 Crossover. Foto: Ventura / Divulgação

                                                        Já a V300 Day Cruiser, considerada pela marca como “a evolução em forma de barco”, é uma embarcação projetada para unir máximo desempenho e muito conforto, conforme explica o estaleiro. Com 30 pés, a lancha dispõe de ampla cabine e o maior pé direito da categoria, com 1,95 metros. Para navegar, a V300 Day Cruiser tem motorização de 300 hp a 430 hp.

                                                        V300 Day Cruiser. Foto: Ventura / Divulgação

                                                        Para quem busca lanchas menores, a Ventura terá outros quatro modelos durante a feira náutica: V265 (25 pés), V250 (25 pés), V220 Surf (22 pés) e V195 Cross (19 pés).

                                                        V265. Foto: Ventura / Divulgação
                                                        V220. Foto: Ventura / Divulgação
                                                        V195. Foto: Ventura / Divulgação

                                                        Pontoon P-32

                                                        Segundo pontoon da Ventura, o P-32 tem motorização de 150 a 300 hp, 9,70 metros de comprimento e 3 metros de largura, possibilitando espaço para até 24 pessoas —  um dos maiores da categoria.

                                                        Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                        Segundo a marca, entre os destaques está uma estrutura rotomoldada impermeável abaixo dos paióis, que impede a entrada de água. Com dreno, a estrutura pode ser utilizada até mesmo como um cooler. A embarcação tem ainda móvel gourmet com pia premium, torneira retrátil e churrasqueira a gás. O banheiro tem a possibilidade de ter um vaso químico, manual ou elétrico.

                                                        Ventura Orca by Taiga

                                                        Primeiro jet elétrico do Brasil, o Ventura Orca Performance by Taiga dispensa o uso de combustível, garante zero emissões de poluentes e não produz ruídos ou cheiros. Alimentado por uma unidade de tração integrada com motor inversor de 6ª geração da Taiga, o jet oferece eficiência de até 120 kw de potência de pico (até 160 cv) e 170 nm de torque, resultando em uma velocidade máxima de 100 km/h, segundo a marca.

                                                        Foto: Taiga / Divulgação

                                                        bateria, de acordo com a Ventura, tem autonomia para até duas horas de uso e, para carregá-la, basta estacionar e conectar a embarcação a qualquer tomada padrão.

                                                        Quadriciclos, UTVs e motos elétricas

                                                        Para quem busca por adrenalina em terra firme, a Ventura estará no São Paulo Boat Show 2024 com três quadriciclos (M250, M420 E M650), um UTV (T-archon 450) e dois modelos de motos elétricas (Brat e Evo).

                                                        M250. Foto: Ventura / Divulgação
                                                        Evo. Foto: Ventura / Divulgação

                                                        São Paulo Boat Show 2024

                                                        A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.

                                                        Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                        Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.

                                                         

                                                        Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.

                                                         

                                                        Anote aí!

                                                        Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024
                                                        Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900)
                                                        Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
                                                        Mais informações: site do evento
                                                        Ingressos: site oficial de vendas

                                                         

                                                         

                                                        Náutica Responde

                                                        Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                          Novo barco cabinado da Azov Yachts será lançado no São Paulo Boat Show 2024

                                                          Em 2023, a Azov Yachts fez sua grande estreia no São Paulo Boat Show. Neste ano, a marca não só retornará ao maior salão náutico da América Latina, como levará ao evento um lançamento muito aguardado pelos clientes da marca: a primeira unidade fabricada da Azov Z380C.

                                                          De 19 a 24 de setembro, a nova lancha do estaleiro pernambucano atracará no São Paulo Expo ao lado de outros três modelos da marca: Azov Z260 Open, Azov Z380 Open e Azov Z480 HT.

                                                           

                                                          Criada apenas em 2019, a Azov chamou atenção do público ao expor seus modelos, pela primeira vez, no São Paulo Boat Show 2023. Por lá, os visitantes do salão logo notaram o potencial que a Azov Z380 Open teria também como um modelo cabinado.

                                                          Azov Z480 HT. Foto: Candy Filmes/ Divulgação

                                                          Os pedidos seguiram crescendo, o estaleiro atendeu ao chamado e, agora, a nova versão da lancha Azov Z380 promete atrair novamente muitos olhares durante o evento.

                                                          Ela, sem dúvida, está sendo muito esperada. Tem muita procura– Carlos Avelar, CEO da Azov Yachts

                                                          De acordo o CEO, Carlos Avelar, a nova Azov Z380C “continua com o mesmo conceito” da versão open na navegabilidade — um dos grandes focos da empresa, que produz embarcações capazes de navegar com menos de 1 metro de profundidade. O que muda, de fato, é o seu interior.

                                                          É onde a gente entra com os acabamentos, os detalhes, a riqueza que sempre empregamos na Azov– Paulo Rabelo, diretor comercial da Azov

                                                          Projeção artística da nova Azov Z380C. Foto: Azov Yachts / Divulgação

                                                          O novo modelo da Azov tem 12,40 metros de comprimento (40 pés) e, segundo Paulo Rabelo, diretor comercial da marca, “mesmo sendo uma lancha com uma característica offshore (tipo de embarcação voltada ao desempenho), o estaleiro conseguiu “agregar uma cabine que tem conforto”.

                                                           

                                                          O diretor explica que há “um sofá em L, uma cozinha, cama para um casal e banheiro”.


                                                          Mesmo com apenas uma unidade produzida — que será o modelo presente no salão –, o estaleiro já soma três unidades vendidas da nova lancha.

                                                          Temos conquistado cada vez mais os clientes com a transparência com que a família Azov trabalha. Quem vende os nossos produtos são eles– ressalta o diretor comercial

                                                          Enquanto mais informações e imagens da Azov Z380C não são divulgadas, vale ficar de olho também nos outros três modelos da Azov que atracarão no São Paulo Boat Show 2024.

                                                          Carlos Avelar, CEO da Azov Yachts, e Paulo Rabelo, diretor comercial do estaleiro. Foto: Azov Yachts / Divulgação

                                                          Embarcações Azov no São Paulo Boat Show 2024

                                                          Azov Z480 HT

                                                          Maior barco da Azov no São Paulo Boat Show 2024, a Z480 HT já foi testada por NÁUTICA e possui grandes janelas no costado, que trazem muita luz natural para dentro do barco.

                                                           

                                                           

                                                          Nas áreas externas, os deques com vista para o mar dão um charme a mais para a lancha, que tem ainda uma boa praça de popa. No interior, possui salão, cozinha, uma suíte master e um quarto à meia-nau.

                                                          Foto: Azov Yachts / Divulgação

                                                          A lancha tem 15,30 m de comprimento, 3,98 m de boca e capacidade para 20 passageiros durante o dia, enquanto 5 deles podem passar a noite no barco. A lancha é equipada com dois motores de 440 hp.

                                                          Foto: Azov Yachts / Divulgação

                                                          Azov Z380 Open

                                                          Com proa aberta, bom espaço interior e opções de personalização, a Azov Z380 Open é, segundo a marca, sinônimo de esportividade e aventura. O painel digital da embarcação oferece boa visibilidade inclusive durante o dia, com informações que facilitam a navegabilidade.

                                                          Foto: Azov Yachts / Divulgação

                                                          A lancha tem 12,15 m de comprimento e 2,98 de boca, com capacidade para até 16 pessoas em um passeio, e é equipada com dois motores de 200 hp a 300 hp.

                                                          Foto: Azov Yachts / Divulgação

                                                          Azov Z260 Open

                                                          A Azov Z260 Open é uma lancha de 26 pés com banheiro e uma boa área gourmet e de lazer. A embarcação tem 8,40 m de comprimento e 2,70 m de boca, comportando até 14 passageiros. Para motorização, o barco utiliza um motor de 250 hp a 300 hp.

                                                          Foto: Azov Yachts / Divulgação
                                                          Foto: Azov Yachts / Divulgação

                                                          São Paulo Boat Show 2024

                                                          A 27ª edição do São Paulo Boat Show promete mudar o leme da vida dos amantes do universo náutico. Consagrado como o maior evento náutico da América Latina, o salão que acontece desde 1998 reunirá mais de 120 marcas e 150 barcos, disponíveis para o público conhecer e comprar. Os visitantes ainda podem participar do sorteio de uma lancha no São Paulo Boat Show 2024.

                                                          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                                          Tradicionalmente, o evento revela os principais lançamentos do ano, com estaleiros nacionais e internacionais apresentando barcos e jets de todos os modelos, preços e tamanhos. Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas, desde pequenos barcos de entrada até os mais luxuosos iates.

                                                           

                                                          Na ocasião, mais de 600 barcos foram vendidos e diversos negócios foram fechados em setores como tecnologia embarcada, motores, equipamentos, acessórios, brinquedos aquáticos, decoração e produtos de luxo — como carros esportivos, resorts e helicópteros — todos expostos no Espaço dos Desejos.

                                                           

                                                          Anote aí!

                                                          Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024
                                                          Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900)
                                                          Horário: Quinta-feira das 15h às 22h e nos demais dias das 13h às 22h
                                                          Mais informações: site do evento
                                                          Ingressos: site oficial de vendas

                                                           

                                                           

                                                          Náutica Responde

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                                                            Urso-polar com plástico na boca chama a atenção em concurso de fotografia dos oceanos

                                                            Pensar em fotos que retratam a natureza e a vida marinha, geralmente, levam à mente imagens dignas de wallpapers. Na realidade, contudo, esse universo está, cada vez mais, adquirindo traços vindos do ser humano — ou melhor, do seu descaso com o meio ambiente. Fotógrafos do mundo todo traduziram esse cenário em imagens para o concurso promovido pela Oceanographic Magazine.

                                                            Das oito categorias do prêmio Ocean Photographer of the Year 2024, uma das que mais chama a atenção é a “Conservação (impacto)”. Como o próprio nome sugere, o grupo traz fotos que simbolizam como o ser humano tem impactado a vida animal nos oceanos.

                                                            Conservação (impacto). Cerca de 40% dos peixes do mundo são capturados acidentalmente. Foto: João Rodrigues / Divulgação

                                                            Uma das imagens de destaque é a de um urso-polar. Não pelo animal estar listado como vulnerável à extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), mas pelo que, ainda que nessa situação, ele carrega na boca: um pedaço de plástico.

                                                             

                                                            Batizada de ‘Plástico Perigoso’, a foto foi feita pela fotógrafa Celia Kujala no arquipélago de Svalbard, no Oceano Ártico. O local, que só conta com 2,2 mil habitantes, é considerado o mais remoto do mundo. É nada menos que a última cidade do planeta Terra. Ao Norte, não há nada além de geleiras, o que só reforça como o impacto negativo do homem na natureza chega a todos os lugares.


                                                            Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a cada minuto o equivalente a um caminhão de lixo de plástico é jogado nos oceanos. O próprio Brasil, inclusive, é responsável por 3,44 milhões de toneladas do plástico que chega aos mares todos os anos, de acordo com um estudo do Blue Keepers.

                                                            Um urso polar caminhava pela costa quando algo no chão despertou seu interesse. Ele pegou e começou a brincar com ele. Meu coração afundou quando percebi que ele tinha encontrado um pedaço de plástico– conta Kujala

                                                            Outra foto entre as finalistas retrata mais um cenário doloroso, também resultado de atitudes humanas. Em uma fábrica de caça às baleias na Islândia, um cetáceo espera para ser abatido, antes de ser levado ao Japão.

                                                            Foto: Frederik Brogaard / Divulgação

                                                            A Islândia, assim como a Noruega e o Japão, ainda pratica a caça comercial de baleias, apesar das críticas de ativistas ambientais e de defesa dos direitos dos animais. O país chegou a suspender a prática, em junho de 2023, mas voltou atrás em junho deste ano, com restrições aos métodos usados anteriormente — que não respeitavam a lei de bem-estar animal — e a presença de inspetores oficiais a bordo.

                                                             

                                                            “Espero que esta imagem aumente a conscientização e sirva de inspiração para manter a pressão pública”, escreveu Frederik Brogaard, autor da foto.

                                                            Essas baleias são cruciais em nossa luta contra as mudanças climáticas, sequestrando toneladas de CO2 em sua vida. Valem mais para nós vivas do que mortas– ressaltou o fotógrafo

                                                            Ainda há esperança

                                                            Em contrapartida à categoria que mostra os impactos causados pelo homem na natureza, há outra no concurso que desperta uma gota de esperança na humanidade que, não à toa, é intitulada de “Conservação (esperança)”.

                                                            Foto: Pináculos de Henley / Divulgação

                                                            Uma das fotos finalistas é a do fotógrafo Henley Spiers. A imagem retrata os esforços feitos nas Maldivas para a conservação de recifes de corais. Kaia Ali, bióloga marinha por trás de uma das iniciativas na Cocoa Island, conta que as Maldivas se esforçam para “conservar seu patrimônio oceânico”.

                                                            Conservação (esperança). Foto: Florian Ledoux / Divulgação

                                                            Segundo a bióloga, a pesca industrial com redes é proibida no país, que criou um dos primeiros santuários nacionais de tubarões do mundo. Ainda assim, as “Maldivas sofreram muito nas mãos de mudanças ambientais que transcendem suas fronteiras, e fortes eventos do El Niño mataram de 80 a 90% de todos os corais duros rasos”, explica.

                                                            A esperança para o futuro está em parte nos esforços para regenerar o recife por meio da jardinagem de corais– destaca Kaia Ali

                                                            Confira outras fotos finalistas do concurso

                                                            Foto: Nataya Chonecadeedumrongkul / Divulgação
                                                            Foto: Andrey Shpatak / Divulgação
                                                            Foto: Rafael Fernández Caballero / Divulgação
                                                            Foto: Clayton Harris / Divulgação
                                                            Foto: Michael Haluwana / Divulgação
                                                            Foto: Jake Wilton / Divulgação
                                                            Foto: Tobias Friedric / Divulgação
                                                            Foto: Pouponeau de Dilly / Divulgação

                                                             

                                                            Náutica Responde

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