Estofados náuticos da Agro Química estarão no Marina Itajaí Boat Show 2024

Estande terá opções da marca Kelson's para todos os gostos no salão que acontece de 4 a 7 de julho

22/06/2024

Além de uma ampla variedade de embarcações, o Marina Itajaí Boat Show estará recheado das principais marcas de equipamentos e acessórios do setor. Entre elas está a Agro Química São Gabriel, que terá em seu estande no salão, de 4 a 7 de julho, oito opções de estofados náuticos da marca Kelson’s, para agradar a todo e qualquer gosto.

Com uma trajetória de mais de 70 anos de mercado, a empresa especialista em estofados feitos de laminado de PVC sintético estará no salão com opções que vão do tradicional linho juta e do cetim às cores vibrantes do acabamento neon. Todas elas com tratamento antifungo, antimofo e anti-UV.

Foto: Revista Náutica

Recentemente, a marca esteve presente no Rio Boat Show 2024. Por lá, Henrique Alves, gerente comercial da Agro Química São Gabriel, ressaltou que os produtos carregam “um material específico para esse segmento, para não se preocupar.”

Marina Itajaí Boat Show 2024

O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.


A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

 

A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

 

Anote aí!

Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas

 

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    Representante da Ferretti e Okean no Brasil estará com dois barcos no evento náutico, de 4 a 7 de julho

    Por: Redação -
    21/06/2024

    A Yachtmax, representante das marcas Okean e Ferretti Yachts no Brasil, confirmou presença no Marina Itajaí Boat Show 2024 com dois barcos nas águas durante o evento — que acontece de 4 a 7 de julho.

    Um dos modelos exibidos pela Yachtmax no Marina Itajaí Boat Show é a Ferretti 720, lancha de 73 pés cujo design exterior é assinado pelo arquiteto italiano Filippo Salvetti.

    Foto: Divulgação

    O modelo, com flybridge e solário de proa, acomoda confortavelmente até 18 passageiros nos passeios. Além disso, possui quatro cabines confortáveis para oito pessoas no pernoite.

     

    No ano passado, a Yachtmax também atracou no Marina Itajaí Boat Show com dois modelos e celebrou as oportunidades criadas no salão náutico.

    É uma ótima oportunidade, considerando o potencial de negócios da feira e do próprio estado– Roberto Paião, CEO da Okean Yachts, em 2023

    Marina Itajaí Boat Show 2024

    O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.


    A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

     

    A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

     

    Anote aí!

    Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
    Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
    Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
    Mais informações: site do evento
    Ingressos: site oficial de vendas

     

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      Gravidez misteriosa de arraia que convivia só com tubarões foi solucionada

      Charlotte apareceu grávida em fevereiro em aquário nos EUA, mas não dividia o recinto com arraia macho

      Imagine a cena: uma arraia fêmea, que vive em um aquário apenas com tubarões, apareceu grávida, sem nunca ter tido contato com outro animal de sua espécie. A primeira coisa que vem à mente, claro, é que o animal teria engravidado sozinho — mas não foi bem isso que aconteceu com a arraia Charlotte.

      Esse cenário foi construído no Aquarium and Shark Lab, localizado na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. A história de sua gravidez foi um grande mistério, e ganhou ares ainda mais impressionantes quando o próprio chefe do aquário sugeriu que a arraia poderia ter sido fecundada por um tubarão.

      Foto: Facebook Aquarium & Shark Lab by Team ECCO / Reprodução

      A sugestão não foi à toa, afinal, todos os sinais apontavam para essa conclusão. Em fevereiro, uma postagem no Facebook do aquário anunciou a gravidez da arraia, inclusive com exames de ultrassom. “Nossa arraia, Charlotte, está esperando!”, escreveu a equipe.

      A coisa realmente incrível é que não temos um macho de arraia no aquário!– dizia a publicação

      Brenda Ramer, fundadora e diretora executiva da Team ECCO (responsável pelo aquário), chegou a ressaltar que “algumas espécies de arraias podem armazenar espermatozoides para uso posterior, mas nenhuma arraia macho estava no tanque com Charlotte”, dando mais um indício de que a gravidez era fruto de uma relação do animal com um tubarão.


      Ramer ainda informou que a equipe do aquário começou a “notar marcas de mordidas em Charlotte”. Durante o acasalamento, tubarões machos mordem as fêmeas para se posicionarem, o que fez a equipe acreditar que isso poderia ser uma explicação.

       

      Porém, um híbrido entre as espécies seria praticamente impossível. Assim, foi descoberto que a realidade por trás da gravidez da arraia Charlotte trazia uma história dramática, bem longe da esperada para essa trama.

      Tubarões e arraias são tão distantes quanto humanos e cobras. Então uma cobra engravidar um humano é tão provável quanto um tubarão engravidar uma arraia– Noah Bressman, professor de fisiologia da Universidade de Salisbury

      Animais híbridos (descendentes cujos pais pertencem a espécies diferentes) não são impossíveis — alguns são bem comuns. Um bom exemplo é a mula, resultado do cruzamento entre o cavalo e o jumento. Para que um animal híbrido ganhe vida, contudo, as espécies precisam ser geneticamente semelhantes, e sem muito tempo de divergência — o que não é o caso da arraia com o tubarão.

       

      Sendo assim, como a arraia Charlotte engravidou? A resposta é: Charlotte tem uma doença.

      Foto: Facebook Aquarium & Shark Lab by Team ECCO / Reprodução

      Percebendo que uma gravidez era praticamente impossível, a equipe do aquário realizou na raia uma série de testes. “Os relatórios mostram que Charlotte desenvolveu uma doença reprodutiva rara, que impactou negativamente seu sistema reprodutivo”, disse a equipe.

      Nossa prioridade é focar na saúde e bem-estar de Charlotte. Trabalharemos e seremos guiados por veterinários e especialistas para entender melhor essa doença e as opções de tratamento– completou a equipe

      Na última postagem do aquário no Facebook, a equipe informou que “especialistas médicos confirmaram que Charlotte não está mais grávida devido a sua doença reprodutiva” e que o animal continua em sua rotina normal. “Especialistas estão revisando ultrassons e testes adicionais que foram coletados e enviados para recomendações de tratamento.”

       

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        Yamaha terá jets e motores no Marina Itajaí Boat Show 2024; confira modelos

        Quatro WaveRunners e motores de popa vão compor o estande da marca no salão, que acontece de 4 a 7 de julho

        De 4 a 7 de julho, os jets e motores da Yamaha vão atracar no Marina Itajaí Boat Show para deixar o salão ainda mais completo. A marca japonesa terá quatro de seus WaveRunners no evento: FX Cruiser SVHo, FX Cruiser HO, GP SVHO e o SuperJet. Além das motos aquáticas, quatro motores de popa completarão o estande da marca.

        Entre os WaveRunners, destaque para o SuperJet, modelo testado por NÁUTICA que é considerado um verdadeiro clássico das motos aquáticas. Já em sua terceira geração, o jet feito para pilotagem em pé é equipado com motor quatro tempos de 1.049 cilindradas e 110 hp de potência, sem carburador — o que permite manobras ainda mais ousadas e emocionantes. Confira detalhes completos no teste:

         

         

        Quem for ao estande da Yamaha no Boat Show de Itajaí em busca de motores, encontrará modelos como o F6, ⁠15GMH, 40AW e o F200NST. Esse último, inclusive, traz direção eletro-hidráulica integrada, o que garante mais espaço de armazenamento e conforto na navegação. A instalação do equipamento é facilitada e o comando eletrônico traz o sistema Helm Master EX, com piloto automático e joystick.

        Estande da Yamaha durante o Marina Itajaí Boat Show 2023. Foto: Acioni Cassaniga e Marcello Sokal / Revista Náutica

        A Yamaha também marcou presença na primeira edição do Marina Itajaí Boat Show em 2023. Por lá, Marcelo Borck, consultor de negócios da marca para a região Sul do país, ressaltou que “o polo náutico do Brasil é Santa Catarina”.

        Marina Itajaí Boat Show 2024

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        Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
        Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
        Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
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          Marine Express terá barco nas águas do Marina Itajaí Boat Show

          Embarcação fará demonstração do uso de equipamentos comercializados pela marca; salão acontece de 4 a 7 de julho

          De 4 a 7 de julho, quem atracar no Marina Itajaí Boat Show 2024 poderá ver de perto como os equipamentos comercializados pela Marine Express podem valorizar ainda mais uma embarcação. Isso porque a marca levará sua lancha, batizada de On Board Test, para mostrar, na prática, o funcionamento de seus produtos.

          Entre os equipamentos da Marine Express — que há mais de 30 anos atua no mercado de produtos tecnológicos para embarcações — estão os estabilizadores Seakeeper, que atendem embarcações de diferentes tamanhos e são capazes de eliminar até 95% do balanço do barco.

          Foto: Acioni Cassaniga e Marcello Sokal / Revista Náutica

          No Boat Show de Itajaí em 2023, a marca aproveitou o salão para inaugurar uma nova loja na Marina Itajaí, onde o público agora pode encontrar uma ampla variedade de peças, acessórios, serviços e manutenção para embarcações.

          O Boat Show tem sido incrível. Em torno de 85% dos barcos aqui possuem equipamentos da Marine Express– afirmou Cristiano Sestini, diretor executivo da marca, durante o salão 2023

          Christiano Sestini, diretor executivo da Marine Express. Foto: Acioni Cassaniga e Marcello Sokal / Revista Náutica

          Marina Itajaí Boat Show 2024

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            Person Hélices levará soluções em propulsão ao Marina Itajaí Boat Show 2024

            Marca com mais de cem anos no mercado estará no maior evento náutico do sul do Brasil, entre 4 e 7 de julho

            Nem só de embarcações vive um evento náutico, mas também de todos componentes para navegar. Por isso, a empresa Person Hélices estará no Marina Itajaí Boat Show 2024 — que acontece entre 4 e 7 de julho — com hélices e outras soluções de propulsão para barcos.

            No maior evento náutico do Sul do Brasil, em Santa Catarina, a marca exibirá sete linhas de produtos, com grande destaque para o aparelho de medição hélix, um pichômetro digital que, segundo a Person, possui alta tecnologia e é lançamento no Brasil.

             

            Além disso, a empresa estará na 2ª edição do Boat Show de Itajaí com hélices quatro pás, pé de galinha para barco, leme, bucha e linhas de eixo em inox.

             

            Há mais de 100 anos no mercado brasileiro e dedicado à indústria naval, a Person Hélices fabrica, projeta e desenha hélices para propulsão de embarcações, além de trabalhar com outros produtos náuticos que auxiliam no funcionamento do barco.

            Marina Itajaí Boat Show 2024

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            Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

             

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              Concurso levará estudantes para visitar moderno navio de pesquisa da Marinha do Brasil

              Alunos de ensino superior, médio e fundamental podem participar de disputa de redação organizada pelo Centro de Excelência para o Mar Brasileiro

              Por: Redação -
              20/06/2024

              Imagine visitar um dos mais modernos navios de pesquisa do Brasil e conhecer, pessoalmente, os responsáveis por estender as fronteiras marítimas do país. Pois é essa a experiência que terão os vencedores do concurso de redação organizado pelo Centro de Excelência para o Mar Brasileiro (Cembra).

              Em sua segunda edição, a competição permite a participação dos alunos dos Ensinos Fundamental (6º ao 9º ano), Médio e Superior de todo o Brasil.

              Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

              Neste ano, o tema da redação é “Plano de Levantamento da Plataforma Continental Brasileira (LEPLAC) – O Trabalho dos ‘Bandeirantes das Longitudes Salgadas’, voltado para a definição da fronteira leste do Brasil”.

               

              Os interessados em participar podem enviar a redação pelo site do Cembra até o dia 8 de setembro. Os detalhes sobre o concurso estão disponíveis no regulamento.

              Visita ao navio de pesquisa

              Os textos serão avaliados por uma comissão e os primeiros colocados de cada nível escolar ganharão um tablet, bem como a oportunidade de conhecer o Navio de Pesquisa Hidroceanográfico (NPqHo) “Vital de Oliveira”.

              Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

              A embarcação, pertencente à Marinha do Brasil, é considerada um dos dez mais bem equipados navios de pesquisa do mundo e realiza comissões em apoio ao LEPLAC.

               

              Além disso, os autores das dez melhores redações de cada nível receberão um diploma de participação e um exemplar da 3ª Edição do Livro “O Brasil e o Mar no Século XXI”.

              [A finalidade da iniciativa é] desenvolver a mentalidade marítima no seio da sociedade brasileira, despertando nas crianças, nos jovens e nos adultos o interesse por temas de valor estratégico para o Brasil– regulamento do concurso de redação

              Por dentro do tema

              O LEPLAC nada mais é do que o projeto que tem como objetivo expandir o tamanho do mar pertencente ao Brasil. Pela Convenção das Nações Unidas, o país tem direito a 200 milhas náuticas além da costa, mas segue estabelecendo novos limites geográficos no oceano.


              Já o termo ‘Bandeirantes das Longitudes Salgadas’ refere-se às equipes que trabalham para ampliar os espaços marítimos, em referência aos antigos bandeirantes que aumentaram o território terrestre do Brasil no século 16.

               

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                Volvo Penta levará simulador de atracação virtual ao Boat Show de Itajaí

                Além da experiência imersiva, marca apresentará aos visitantes do evento náutico o sistema IPS para navegação otimizada

                Por: Redação -

                O público do Marina Itajaí Boat Show 2024 terá a oportunidade de mergulhar em uma experiência virtual no estande da Volvo Penta, marca confirmada para o maior evento náutico do Sul do Brasil, que acontece entre 4 e 7 de julho.

                Com simulador de atracação virtual, a empresa permitirá aos visitantes explorar as funcionalidades do mais recente modelo de joystick da Volvo Penta, cuja promessa é garantir que qualquer pessoa consiga atracar um barco.

                 

                Além disso, a marca exibirá seu sistema IPS, conjunto composto por motores, hélices e controles eletrônicos integrados, e levará produtos exclusivos da Volvo Penta Store, que variam de vestuário a acessórios para o dia a dia.

                Volvo Penta no Marina Itajaí Boat Show 2023. Foto: Revista Náutica

                Presença constante nos Boat Shows, a Volvo Penta participou do evento náutico em Itajaí no ano passado. Na ocasião, Jucélio Simão, diretor-presidente da Prime, centro autorizado da marca em Santa Catarina, afirmou ter se impressionado com a “qualidade e constância do público” no ambiente.

                A qualidade e a organização me surpreenderam demais. Superou todas as minhas expectativas– Jucélio Simão

                Marina Itajaí Boat Show 2024

                O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.


                A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                 

                A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                 

                Anote aí!

                Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                Mais informações: site do evento
                Ingressos: site oficial de vendas

                 

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                  Ícone da vela brasileira, Robert Scheidt lança biografia em livro

                  Com noite de autógrafos do velejador, evento de lançamento será nesta quinta-feira (20), em São Paulo

                  A vida de um dos maiores nome da vela brasileira virou livro: “Robert Scheidt – O Amigo do Vento” será lançado nesta quinta-feira (20), na capital paulista. Com noite de autógrafos do velejador, o evento de lançamento da biografia de Robert Scheidt acontecerá na Arena Centauro, na avenida Paulista, a partir das 19h.

                  Maior medalhista olímpico brasileiro (ele tem cinco pódios, assim como Torben Grael), Robert Scheidt também é recordista em participações em Olimpíadas, com sete aparições na maior competição poliesportiva do planeta. Além disso, o multicampeão conta com mais de 185 títulos, sendo 91 internacionais e 14 mundiais.

                  Foto: Fred Hoffmann / Balaio/ Divulgação

                  Acredito que será uma obra importante para registro da história do esporte e espero que inspire as futuras gerações– Robert Scheidt

                  A biografia, de 396 páginas, conta com mais de 100 fotos do atleta. Escrita pelo jornalista Rafael de Marco, o livro marca a estreia da ZDL Editora. “O público sabe de suas conquistas, especialmente as olímpicas, mas nem todo mundo dimensiona o tamanho de seus feitos em nível mundial”, aponta o autor.

                   

                  Segundo o jornalista, a biografia terá histórias que Robert ainda não revelou ao público. “O mais inusitado envolve a medalha que não veio nos Jogos do Rio de Janeiro”, comentou De Marco.

                   

                  O prefácio do livro de Scheidt é assinado por outro ícone do esporte, o atleta Joaquim Cruz. De maneira indireta, a ligação entre os dois começou nas Olímpiadas de Los Angeles, em 1984, quando ele quebrou o recorde na corrida de 800 metros e inspirou Robert, com ainda 11 anos, a ser um atleta olímpico.

                   

                  Na noite de lançamento da biografia de Robert Scheidt, o livro será vendido pelo valor de R$ 89. A biografia também pode ser comprada em duas plataformas online: no site oficial da ZDL Editora, por R$ 89 + frete promocional de R$10; e na Amazon, por R$ 99 + taxas.

                   

                   

                  Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                   

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                    Mudanças climáticas estão afetando o tamanho das baleias-cinzentas; entenda

                    Em estudo, pesquisadores afirmam redução de 13% no comprimento do animal nos últimos 25 anos

                    Que as mudanças climáticas têm afetado a vida no planeta Terra, não é novidade. Mas as consequências desse fenômeno estão ultrapassando questões como temperatura e qualidade do ar e chegando às características físicas dos animais. É o caso da baleia-cinzenta que, nos últimos 25 anos, teve uma redução de 13% em seu comprimento.

                    É o que afirma um estudo publicado na revista científica Global Change Biology, realizado por pesquisadores da Universidade Estadual do Oregon, nos Estados Unidos. De acordo com os especialistas, a diminuição no tamanho das baleias pode ter consequências tanto para a saúde, quanto para o sucesso reprodutivo dos indivíduos afetados.

                    Foto: Instituto de Mamíferos Marinhos/Universidade Estadual de Oregon / Divulgação

                    Encontrada no Oceano Pacífico, a baleia-cinzenta pode atingir até 13 metros de comprimento e costuma carregar por todo seu corpo uma camada de parasitas externos, que conferem a ela uma aparência de rocha. Atualmente, a espécie é considerada ameaçada de extinção, e os efeitos das mudanças climáticas em relação ao seu tamanho podem piorar ainda mais esse status.

                     

                    Para chegar à conclusão do estudo, pesquisadores analisaram 200 baleias-cinzentas de um grupo da espécie no Oceano Pacífico Norte Ocidental — que conta com certa de 14,5 mil baleias. Esse subgrupo tem o acompanhamento do Instituto de Mamíferos Marinhos da universidade desde 2016.


                    A partir de imagens captadas via drone, os estudiosos conseguiram observar que uma baleia-cinzenta adulta nascida em 2020 deve atingir um tamanho corporal 1,65 metro menor do que uma nascida antes de 2000 — o que reflete a diminuição do animal em 13% no comprimento total.

                     

                    Para se ter uma ideia, se essa mesma tendência fosse replicada em humanos, seria como se a altura média da mulher americana diminuísse de 1,62 metro para 1,42 metro ao longo de 20 anos.

                    Consequências das mudanças climáticas nas baleias-cinzentas

                    A diminuição no comprimento das baleias-cinzentas está longe de afetar somente a aparência física desse cetáceo. Na verdade, seu tamanho reduzido traz preocupações, principalmente, quanto a sua reprodução.

                     

                    Isso porque, com um tamanho menor, as baleias podem não ter energia o suficiente para a reprodução. Já no caso dos filhotes, os bebês baleias-cinzentas podem desenvolver certa insegurança durante o processo de independência da mãe, trazendo desafios para sua sobrevivência no mar.

                    Falando em sobrevivência, o estudo sugere que a diminuição no tamanho corporal pode reduzir também as reservas de energia do animal, deixando a espécie menos resistente a ferimentos causados, por exemplo, por colisões com barcos e emaranhamentos com equipamentos de pesca.

                     

                    Segundo os pesquisadores, além dos danos para a saúde da baleia e seu processo de reprodução, a diminuição “tem efeitos em cascata para os animais e para a comunidade da qual eles fazem parte”, conforme explica Enrico Pirotta, autor principal do estudo e pesquisador da Universidade de St. Andrews, na Escócia.

                    As baleias são consideradas sentinelas do ecossistema. Se elas não estão bem, isso pode dizer muito sobre o próprio ambiente– Kevin Bierlich, coautor do estudo

                     

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                      Não à toa reconhecida por lei federal como a Capital da Construção Naval e do Turismo Náutico, a cidade de Itajaí, em Santa Catarina, detém a principal estrutura náutica catarinense: a Marina Itajaí — que, de 4 a 7 de julho, recebe sua segunda edição do Boat Show. Mas esse é apenas um dos motivos para o município ser considerado um dos principais polos náuticos do Brasil.

                      A cidade abriga ainda o Porto de Itajaí (segundo porto brasileiro em movimentação de cargas em contêineres), incontáveis belezas naturais e um conhecido compromisso com a sustentabilidade, ingredientes nada secretos, mas essenciais para a produção de embarcações que de lá saem para contar milhas por todo país — e pelo mundo.

                      Marina Itajaí recebeu a 1ª edição do Boat Show em 2023. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                      Nada disso entra de forma direta na receita de fabricação de um bom barco, claro, mas certamente cria o ambiente ideal para que uma embarcação caia na água já como um sucesso — e os números comprovam.

                       

                      Itajaí é sede dos principais estaleiros especializados na construção de iates e lanchas de grande porte, segmento em que responde por 70% da produção estadual — o que corresponde a cerca de 35% da produção nacional . Reflexo também do estado de Santa Catarina, que, em 2021, foi responsável por 90% das exportações de barcos brasileiros.

                      Porto de Itajaí. Foto: Flickr / Programa de Aceleração do Crescimento / Reprodução

                      Ou seja, muitas das embarcações avistadas comumente ao visitar o litoral carregam consigo o DNA iatajaiense. Confira, a seguir, alguns dos mais importantes estaleiros do país — e do mundo — que possuem fábricas em Itajaí.

                      Estaleiros com fábricas em Itajaí

                      Fibrafort

                      Com raízes firmes em Itajaí desde 1990, a Fibrafort é considerada a maior fabricante da América Latina em unidades produzidas. Fabricando barcos de 18 a 42 pés, em uma área de 6.700m², a marca afirma ter mais de 18 mil lanchas produzidas, dos 18 aos 42 pés, navegando por 43 países ao redor do mundo. Não é difícil de, ao visitar o litoral — seja ele qual for — avistar ao menos um dos modelos da marca navegando.

                      Fibrafort produz lanchas dos 18 aos 42 pés. Foto: Fibrafort / Divulgação

                      Azimut

                      A tradição italiana em embarcações é representada em Itajaí pela Azimut, estaleiro fundado na Itália ainda em 1969. Em 2010, a marca de renome mundial escolheu o solo itajaiense para abrigar seu único polo fabril fora do país das massas. De lá saem embarcações de luxo — como a de Cristiano Ronaldo –, que são entregues no Brasil e também exportadas para outros países ao redor do globo.

                      Azimut 27 Metri. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                      Okean

                      Quando o Grupo Okean quebrou os limites pensados pela empresa ao se estabelecer em São Paulo, em 2015, a marca escolheu a cidade de Itajaí para ampliar o negócio. A mudança de ares aconteceu em 2021, mesmo ano em que o estaleiro fechou uma parceria com a italiana Ferretti, assumindo a produção das embarcações da marca italiana em solo brasileiro.

                      Okean 80. Foto: Okean / Divulgação

                      Com foco no mercado internacional desde os seus primórdios, a Okean exporta seus barcos para países como Estados Unidos, França, Espanha, Japão e Austrália. Os modelos se destacam por proporcionarem visão 360º e carregarem o conceito dos decks laterais abertos, que criam “autênticos terraços sobre o oceano, com amplitude e liberdade”, como ressalta a marca.

                      NHD Boats

                      Evolução do estaleiro HD Mariner — conceituado entre os anos de 1990 e 2000 — , a NHD Boats chegou ao mercado por volta de 2017, visando modernizar os modelos do antigo estaleiro, primando por segurança, conforto e design.

                      NHD 340. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                      Sua primeira embarcação lançada foi a NHD 270 Open, modelo que, mesmo pequeno, contava com banheiro e espaço para 10 passageiros. A partir daí, outros muitos modelos do estaleiro catarinense ganharam as águas, como a NHD 280, testada por NÁUTICA em 2022.

                      NHD 370 All Space. Foto: NHD Boats / Divulgação

                      As lanchas vão dos 27 aos 42 pés e já conquistaram, inclusive, águas internacionais. Recentemente, o estaleiro lançou a NHD 420, seu maior barco até então. No Marina Itajaí Boat Show 2024, contudo, a marca prometeu lançar uma nova embarcação — cujos detalhes seguem em sigilo.

                      Grand Ocean

                      Além de ser a casa de grandes estaleiros do setor, Itajaí é também solo fértil para empresas que estão começando a dar os primeiros passos, e a Grand Ocean é um bom exemplo disso.

                      Foto: Divulgação

                      Parte do grupo já tradicional Grand Ocean Yachts — que fica em Manaus e produz barcos em alumínio, acima de 90 pés — a marca estreou no Marina Itajaí Boat Show em 2023 e, por lá, apresentou uma embarcação que fez brilhar os olhos dos amantes do setor: a Grand Ocean 37.

                       

                      O barco de visual arrojado chama atenção logo ao primeiro olhar. O modelo tem comando central e muito espaço na praça de popa, além de boa cabine, em que a altura chega a 1,90 m. O modelo, inclusive, poderá ser visto ao vivo de 4 a 7 de julho, durante a segunda edição do Boat Show de Itajaí.

                       

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                        Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

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                        Vela inclusiva: pessoas com deficiência visual participam de regata na represa de Guarapiranga

                        Quinta edição do projeto Velas Eficientes inaugurou competição dentro do evento, que teve a presença de Lars Grael

                        Por: Redação -
                        19/06/2024

                        Os ventos da inclusão sopraram no último domingo (16) na represa de Guarapiranga, em São Paulo. Isso porque o evento Velas Eficientes levou dezenas de pessoas que não enxergam para velejar no Yacht Club Paulista.

                        Em uma bela manhã de sol, 25 participantes da ONG Adote um Cidadão embarcaram nos veleiros junto com familiares e outros 30 velejadores voluntários da Sailing Sense, como equipe de apoio.

                         

                        Os acompanhantes sem deficiência, inclusive, velejaram às cegas, como forma de praticar a empatia ao terem a mesma vivência de seus entes queridos.

                        Foto: Jarci Mendes/ Divulgação

                        A quinta edição do evento é uma iniciativa da ONG Adote um Cidadão em parceria com a Sailing Sense — que se dedica à formação de educadores que acompanham pessoas com múltipla deficiência sensorial e física.

                         

                         

                        Dessa vez ainda mais especial, a edição contou com um valioso marco: a realização da primeira regata inclusiva. Divididos em cinco barcos, os participantes tiveram a oportunidade de interagir com técnicas náuticas e vivenciar a emoção de competir sobre as águas.

                        Esse Adote um Cidadão adotou muito mais: até um velhão, setentão, que é a primeira vez que faz isso. Foi realmente uma delícia!– comemorou Antonio José da Silva, um dos participantes da regata

                        Foto: Jarci Mendes/ Divulgação

                        Vela como meio de inclusão

                        Quem acompanhou de perto o domingo no Guarapiranga foi Lars Grael, campeão mundial e medalhista olímpico da vela. Ao Adote um Cidadão, o atleta celebrou a importância do projeto. “O Velas Eficientes democratiza a vela, proporcionando essa experiência a todos”, afirmou.

                        Foto: Sarita del Monte/ Divulgação

                        O velejador Miguel Olio, fundador do Sailing Sense, explica que a iniciativa vai muito além de um simples passeio, já que propõe a superação de novos limites e funciona como “um exercício de empatia e reflexão” a quem não tem deficiência.


                        Antonio Carlos Veiga, idealizador da ONG Adote um Cidadão, concorda e adiciona que o Velas Eficientes permite o compartilhamento de “momentos especiais”. É por isso que outras atividades devem continuar a todo vapor, como o Mergulho Eficiente, em 13 de julho, e  o Jipe Eficiente, no dia 27 do mesmo mês.

                        Foto: Jarci Mendes/ Divulgação
                        Foto: Jarci Mendes/ Divulgação
                        Foto: Carlos Latorre/ Divulgação

                         

                         

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                          Primeiro megaiate totalmente elétrico do mundo deverá ganhar as águas no final de 2024

                          Projeto da Baran Akalin foi desenvolvido ao longo de cinco anos e promete eliminar a necessidade de tanques de combustível

                          As tendências ecológicas estão chegando também às maiores embarcações de luxo do mercado. Lanchas, iates e até catamarãs já trazem em suas estruturas tecnologias que visam diminuir os efeitos negativos na natureza. Agora, o estúdio de design Baran Akalin apresenta o Silencieux, que deve vir a ser o primeiro megaiate do mundo a funcionar de forma 100% elétrica.

                          Com 67 metros (220 pés), a ideia é que o Silencieux funcione como um “explorador de luxo“, capaz de permanecer até três semanas ancorado utilizando apenas energia elétrica. Para isso, o megaiate contará com um sistema de propulsão que elimina a necessidade de tanques de combustível, utilizando geradores de hidrogênio e baterias recarregáveis com 11,4 MW de potência.

                          Foto: Baran Akalin / Divulgação

                          Equipado com quatro geradores de torque que produzem 5,2 MW de potência, o iate poderá, segundo a empresa, “fazer viagens sem esforço e sem emissões” com autonomia de “pelo menos” uma circunavegação. O modelo terá ainda uma velocidade de cruzeiro de 16 nós e máxima de 19 nós, além de uma autonomia de 14 mil milhas náuticas. Seus destaques, contudo, não ficam só nos seus meios de propulsão.


                          Equipado com um casco de aço e uma superestrutura de alumínio, o novo modelo ostentará uma garagem de nada menos que 170 m², espaço suficiente para acomodar um tender de 12 metros, um submarino, jets e vários brinquedos aquáticos.

                           

                          O projeto prevê que as outras embarcações que eventualmente venham a atracar na garagem do megaiate sejam também elétricas, gerando um “suprimento infinito de eletricidade” a bordo.

                          Foto: Baran Akalin / Divulgação

                          Nas acomodações, os hóspedes contarão com seis cabines para 12 pessoas e uma suíte master, além de um deck exclusivo para o proprietário com heliporto e área para a tripulação. Nas opções de entretenimento estarão espaços como salões, academia, escritório, sauna, um salão principal de 87m² e um beach club de 155 m², com jacuzzi e varandas laterais.

                          Foto: Baran Akalin / Divulgação

                          O flybridge também será um destaque à parte, com vista de quase 360 ​​graus, um pequeno bar e dois espaços lounge (um na proa e outro no terraço).

                           

                          O novo Silencieux deve chegar às águas no final de 2024, pelas mãos de um estaleiro italiano ainda não anunciado.

                           

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                            NHD Boats promete lançamento para o Marina Itajaí Boat Show 2024

                            De 4 a 7 de julho, novidade e mais três lanchas do estaleiro estarão atracadas no evento e disponíveis para teste

                            A NHD Boats, que estará no Marina Itajái Boat Show 2024 de 4 a 7 de julho, promete um lançamento surpresa para exibir no maior evento náutico da região Sul. Além da novidade, o estaleiro terá mais três modelos atracados por lá: NHD 370 HT, NHD 370 All Space e NHD 340.

                            Para o visitante do Boat Show de Itajaí ter uma experiência ainda mais completa, todos os barcos no estande da NHD Boats estarão disponíveis para test-drive — inclusive o lançamento. O estaleiro também participou da primeira edição do Boat Show de Itajaí, em 2023.

                            Modelos que estarão em Itajaí estiveram no São Paulo Boat Show 2023. Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                            Na mais recente edição do São Paulo Boat Show, a empresa catarinense lançou o seu maior barco: a NHD 420, que surgiu para atender a pedidos de clientes da marca. O salão aconteceu em setembro e, agora, quase 10 meses depois, outra lancha do estaleiro já deve ganhar as águas — o que aumenta as expectativas quanto ao novo barco.

                             

                            Ainda no evento de São Paulo, a marca anunciou os novos sócio-proprietários que comandam o estaleiro desde 2023: Waldomiro Junior e Andrea Queiroz. Confira no vídeo abaixo.

                             

                             

                            Enquanto o lançamento surpresa da NHD Boats não é revelado, vale voltar os olhos para a NHD 370 HT. Moderna e espaçosa, a lancha é, segundo a marca, o modelo ideal para navegação e passeios com a família.

                            NHD 370 HT. Foto: NHD Boats / Divulgação

                            Ao todo, 16 pessoas podem curtir a NHD 370 HT durante o dia, enquanto quatro aproveitam o pernoite. O barco de 11,2 m de comprimento tem cabine com 1,95 m de pé-direito. Sua motorização fica por conta de dois motores de 300 hp.


                            Marina Itajaí Boat Show 2024

                            O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

                             

                            A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                             

                            A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                             

                            Anote aí!

                            Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                            Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                            Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                            Mais informações: site do evento
                            Ingressos: site oficial de vendas

                             

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                              Localizada perto da badalada Mykonos, Ilha de Delos guarda importantes informações sobre o modo de vida greco-romano; entenda

                              Por: Redação -

                              Turistas que visitam a badalada ilha de Mykonos, na Grécia, mal imaginam que, apenas a alguns quilômetros de distância, se encontra um santuário grego de dois mil anos — que corre o risco de desaparecer para sempre.

                              Ameaçado pelo avanço do mar, que já provoca inundações e corrói paredes, o santuário na Ilha de Delos não tem reservada para as próximas décadas a previsão de um final feliz. Pelo contrário: as alterações climáticas deixam cada vez mais evidente que um pedaço da história pode ficar, em breve, submerso no Mar Egeu.

                              Foto: Holger Uwe Schmitt/ Wikimedia Commons

                              Delos está condenado a desaparecer dentro de cerca de 50 anos– Veronique Chankowski, à AFP

                              Chefe da Escola Arqueológica Francesa de Atenas (EFA), que escava o local há 150 anos, Veronique afirma que, nos últimos dez anos, o nível do mar subiu em torno de 20 metros em alguns pedaços da ilha — o que mostra a urgência do drama silencioso vivido pelo patrimônio da UNESCO.

                              Santuário grego marcado por mudanças climáticas

                              Conforme observado por Jean-Charles Moretti, que participou das escavações na ilha durante os últimos 40 anos, os maiores problemas acontecem no inverno, quando a água entra nas câmaras e corrói a base das paredes.

                              Todos os anos, na primavera, noto que novas paredes desabaram– Moretti, diretor da missão francesa em Delos

                              Os piores danos estruturais visíveis no santuário grego ficam em ambientes que não são librados aos visitantes. O problema é que alguns dos mais curiosos, que vêm de Mykonos, se afastam das áreas permitidas, contribuindo com a deterioração do local.

                              Foto: Geraki/ Wikimedia Commons

                              Como no verão apenas alguns arqueólogos estão disponíveis para supervisionar, a falta de fiscalização entra para a lista dos desafios enfrentados pela ilha que abriga um dos mais importantes santuários do mundo grego e romano.

                               

                              Além disso, um estudo realizado pela Universidade Aristotélica de Tessalônica mostra que o aumento das temperaturas, somado a elevados níveis de umidade, afetam a composição química de alguns materiais usados na construção do santuário grego.


                              Por enquanto, algumas paredes receberam o reforço de vigas de madeira para sustentação, mas medidas multidisciplinares terão que ser empregadas para resolver a situação.

                               

                              Cercado por águas de azul penetrante, o santuário grego guarda segredos sobre o cotidiano vivenciado séculos antes de Jesus Cristo. O local é sagrado para a antiga cultura greco-romana, já que, segundo a mitologia, a ilha teria sido o berço onde nasceu os deuses gêmeos Apolo e Artêmis.

                               

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                                A fotógrafa Andrea Marandino conquistou a 1ª e 2ª colocação em concurso mundial

                                18/06/2024

                                Uma brasileira conseguiu, através das lentes de sua câmera, uma dobradinha no concurso anual de fotos marinhas realizado anualmente pela Organização das Nações Unidas (ONU). Com duas imagens no pódio, os registros de Andrea Marandino ganharam destaque na competição internacional.

                                O evento acontece anualmente em junho, como forma de celebrar o Dia Mundial do Oceano. Os vencedores do concurso foram apresentados em Nova York, nos Estados Unidos, com imagens que vão desde registros encantadores da imensidão azul a outras que alertam sobre as ameaças à vida marinha.

                                3º lugar na categoria Desperte Novas Profundezas. Foto: Sina Ritter/ Dive Photo Guide/ Divulgação

                                Na falta de uma, a brasileira Andrea Marandino emendou logo duas fotos marinhas na categoria Pequenos Estados Insulares, que destaca a ligação íntima dos moradores dessas regiões com os oceanos, além de mostrar a beleza das pequenas ilhas. Com cliques feitos em Kiribati e Fiji, a fotógrafa levou o primeiro e o segundo lugar na modalidade.

                                Por trás das lentes

                                Segundo informa o site Dive Photo Guide, apoiador do concurso, o registro vencedor feito por Andrea aconteceu em Kiribati, na região de Abatao. Na fotografia, as crianças que brincam nas águas revelam a forte relação dos moradores locais com os oceanos. Contudo, os residentes que interagem com os poucos visitantes que recebem têm motivos para preocupação.

                                1º lugar na categoria Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento. Foto: Andrea Marandino/ Dive Photo Guide/ Divulgação

                                Com futuro incerto, o país corre o risco de desaparecer devido a elevação do nível do oceano — como vemos nas fotos da brasileira. Já que os atóis de corais são muito baixos, a ilha é classificada como um dos lugares mais ameaçados pela alteração climática.

                                Já a segunda foto (destaque da matéria), vice-campeã da mesma categoria, foi tirada na vila de Korotongo, na costa sul de Viti Levu, no país de Fiji. No registro, é possível ver Mele, uma senhora que estava pescando ouriços-do-mar e extraindo sua parte comestível, além de misturá-los num balde com limão e pimenta.

                                Eles me convidaram para participar [da hospitalidade clássica de Fiji], e nós os comemos frescos na praia, com pão de frutas como acompanhamento. Delicioso e uma das minhas memórias favoritas de Fiji– disse Andrea ao site Dive Photo Guide

                                Um paraíso de fotos

                                Não foi apenas a brasileira que fez bonito no concurso. Com fotos marinhas espetaculares, as imagens foram separadas em cinco categorias: Despertando Novas Profundidades, Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento, Grandes e Pequenas Faces Subaquáticas, Paisagens Marinhas Subaquáticas e Paisagens Marinhas da Superfície. Confira outras fotos de destaque da competição da ONU.

                                1º lugar na categoria Paisagens Marinhas Subaquáticas. Foto: Taryn Schulz/ Dive Photo Guide/ Divulgação
                                3º lugar na categoria Paisagens Marinhas Subaquáticas. Foto: Vanessa Mignon/ Dive Photo Guide/ Divulgação
                                3º lugar na categoria Paisagens Marítimas Acima da Água. Foto: Romeo Bodolai/ Dive Photo Guide/ Divulgação
                                1º lugar na categoria Desperte Novas Profundezas. Foto: Renee Capozzola/ Dive Photo Guide/ Divulgação
                                3º lugar na categoria Grandes e Pequenas Faces Subaquáticas. Foto: Irene Middleton/ Dive Photo Guide/ Divulgação
                                2º lugar na categoria Grandes e Pequenas Faces Subaquáticas. Foto: George Kuowei Kao/ Dive Photo Guide/ Divulgação

                                Para conferir as fotos vencedoras de anos anteriores, basta acessar o site oficial do concurso.

                                 

                                Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                 

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                                  Por: Redação -

                                  Não é segredo para ninguém que o oceano é lar de inúmeras criaturas ainda não conhecidas pelo homem. Mas imagine a surpresa dos cientistas ao perceberem que, dentre tantos animais, justamente uma lula foi flagrada com ovos de tamanho nunca antes vistos — ao menos, para a espécie.

                                  Um robô submarino encontrou o animal agarrado aos ovos gigantes nas profundezas do Golfo da Califórnia, localizado no México. A descoberta foi apontada como uma nova espécie da família Gonatidae.

                                   

                                   

                                  O Instituto de Pesquisa do Aquário da Baía de Monterey (MBARI, na sigla em inglês) foi o responsável por operar o robô submarino.

                                   

                                  A pouco mais de 2,5 mil metros de profundidade, o equipamento encontrou a lula, que protegia com seus tentáculos em torno de 30 a 40 ovos. O detalhe é que o tamanho deles era praticamente o dobro do esperado para criaturas como essa que habitam o fundo do mar.

                                   

                                  Enquanto os ovos comuns de lulas costumam ter até 6 milímetros de diâmetro, os descobertos pelo robô chegavam a 11,7 milímetros.


                                  Descoberta da lula com ovos gigantes

                                  O registro do robô, chamado Doc Ricketts — em homenagem ao pioneiro da ecologia marinha, aconteceu em março de 2015, mas os cientistas só publicaram o estudo na revista Ecology em maio deste ano.

                                  Foto: MBARI/ Divulgação

                                  Além do tamanho incomum dos ovos, a atitude protetora da mãe lula também causou estranhamento aos pesquisadores. Isso porque esses animais costumam largar os ovos no fundo do oceano ou simplesmente deixar a água levá-los, em vez de embalá-los consigo.

                                   

                                  De uma forma ou de outra, os cientistas apontam que as lulas que nascem de ovos gigantes têm maior chance de sobreviver nas profundezas do que as provenientes de ovos menores — o que indica o possível sucesso desses seres flagrados pelo robô submarino.

                                   

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                                    Por: Redação -

                                    A lista de estaleiros confirmados no Marina Itajaí Boat Show 2024 já tem garantida a presença da Grand Ocean Boats. Entre os dias 4 e 7 de julho, a marca do estaleiro Grand Ocean Yachts exibirá ao público a Grand Ocean 37.

                                    Produzido em fibra, o barco tem boca de 3,26 metros e espaço para 12 pessoas durante o dia, sendo que o pernoite acomoda quatro adultos e uma criança. O pé-direito de 1,85 metro — que chega a 1,90 metro no banheiro — também chama a atenção de quem busca conforto a bordo.

                                    Foto: Divulgação

                                    No Boat Show de Itajaí do ano passado, a Grand Ocean Boats definiu a Grand Ocean 37 como o “barco da feira” e listou as qualidades que mais atraíram os visitantes do evento náutico.

                                    Arrisco dizer pelo design, acabamento, esportividade, navegação…veio para mudar o conceito– Max Colin, representante comercial da Grand Ocean Boats, em 2023

                                    Foto: Divulgação

                                    Marina Itajaí Boat Show 2024

                                    O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

                                     

                                    A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                                     

                                    A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                                     

                                    Anote aí!

                                    Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                                    Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                    Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                    Mais informações: site do evento
                                    Ingressos: site oficial de vendas

                                     

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                                      Localizado entre o Cazaquistão e o Uzbequistão, na Ásia, o Mar de Aral era considerado o quarto maior lago do mundo, com 20 metros de profundidade e uma área de 68 mil quilômetros quadrados. Entre as décadas de 1960 e 1970, contudo, a água, aos poucos, começou a dar lugar à areia.

                                      Foto: Ismael Alonso / Flickr / Reprodução

                                      Isso porque, nesse período, grandes projetos de irrigação desviavam os rios Amu Darya e Syr Darya — que alimentavam o Mar de Aral — para, principalmente, projetos de irrigação em larga-escala na produção de algodão. Dessa forma, a diminuição desenfreada da entrada de água fez com que o lago perdesse 90% de seu tamanho original.

                                       

                                      Com a chegada da areia e a queda no nível da água vieram também outros problemas. O aumento da salinidade, por exemplo, acabou com a pesca, resultando em desemprego, dificuldades socioeconômicas e graves problemas ambientais, incluindo tempestades de sal e poeira.


                                      Uma gota de esperança

                                      Durante o processo de “secagem” do Mar de Aral, o lago começou a se dividir em partes menores, formando o Grande Aral (parte sul) e o Pequeno Aral (parte norte). A partir dos anos 2000, projetos de recuperação começaram a ser implementados, como a construção do dique Kokaral, em 2005, para tentar salvar as águas da parte norte.

                                      Foto: Ismael Alonso / Flickr / Reprodução

                                      A iniciativa conseguiu aumentar o nível do Pequeno Aral, melhorando parcialmente a situação ecológica e econômica dessa região. Em 2008, o nível da água já havia subido doze metros em comparação ao nível mais baixo, registrado em 2003. A salinidade caiu e, consequentemente, os peixes começaram a aparecer, dando esperanças para a pesca.

                                       

                                      O Grande Aral, contudo, continuou diminuindo, com grande parte transformada em um deserto tóxico conhecido como Aralkum, um dos mais novos desertos do mundo. Para Ban Ki-moon, um dos ex-secretários-gerais da Organização das Nações Unidas (ONU), a região é “um dos piores desastres ambientais do planeta”.

                                       

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                                        Quest, explorador polar de uma das figuras mais conhecidas da navegação, está no mar de Labrador, a cerca de 390 m de profundidade

                                        Ernest Shackleton é uma conhecida lenda das viagens polares. O Quest, último navio que o capitão comandou — e também onde ele morreu — foi encontrado 62 anos após o naufrágio, colocando, enfim, um ponto final na história que carrega fãs pelo mundo todo.

                                        Em um dos maiores feitos de Shackleton, ele salvou a si e a outros 27 companheiros após o Endurence — embarcação que liderava — afundar nas águas do continente gelado. Após a perda, seu novo barco foi justamente o localizado agora sob as águas geladas do Canadá.

                                         

                                        Antes de mergulhar nessa história, contudo, vale voltar no tempo para entender melhor as dimensões que a descoberta traz, principalmente, para os aficionados por navegação.

                                        Ernest Shackleton, à direita, em visita ao Parlamento do Reino Unido, em 1909. Foto: UK Parliament / Flickr / Reprodução

                                        Ernest Henry Shackleton (1874-1922) foi um explorador anglo-irlandês, conhecido por suas expedições antárticas no início do século 20. Nascido em Kilkea, na Irlanda, Shackleton se mudou para Londres, na Inglaterra, quando ainda era jovem. Aos 16 anos, entrou para a Marinha Mercante e, desde então, começou a escrever o seu legado no mar.

                                        Ernest Shackleton, em 1915, fotografado por Frank Hurley. Foto: Domínio Público

                                        Sua primeira expedição à Antártica aconteceu entre 1901 e 1903, e foi liderada por Robert Falcon Scott. Quatro anos depois, de 1907 a 1908, liderou a expedição Nimrod, em que ele e sua equipe chegaram a menos de 100 milhas do Polo Sul — um recorde na época. Ainda durante a Nimrod, ele e seus companheiros alcançaram o cume do Monte Erebus e descobriram o Platô Polar.

                                        Foto: Manchester City Council / Flickr / Reprodução

                                        Mas foi de 1914 a 1917 que Ernest Shackleton protagonizou seu maior feito na navegação. A bordo do famoso navio Endurance, ele e sua equipe buscavam atravessar a Antártica através do Polo Sul. A embarcação, contudo, ficou presa no gelo, foi esmagada e, posteriormente, afundou. Começava, aí, uma luta épica pela sobrevivência.

                                        Foto: Manchester City Council / Flickr / Reprodução

                                        Shackleton e sua tripulação passaram meses em condições extremas, acampando no gelo. O navegador e cinco homens da tripulação resolveram, então, navegar em botes por 1.300 quilômetros até a Geórgia do Sul. Lá, após uma viagem de 17 dias, conseguiram organizar um resgate para o resto da equipe.

                                        Foto: Underwood & Underwood / Picryl / Reprodução

                                        Após o grande feito, Shackleton tentou outra expedição antártica, a Shackleton-Rowett (1921-1922), a bordo, justamente, do Quest. Durante o percurso, contudo, o explorador morreu, vítima de um ataque cardíaco na Geórgia do Sul, em 1922.

                                        O — verdadeiro — capítulo final

                                        A descoberta da localização do Quest, última embarcação que Shackleton liderou, ao mesmo tempo que escreve um novo capítulo em sua reconhecida história, coloca, enfim, um ponto final em sua passagem pelos mares.

                                        Foto: Royal Canadian Geographical Society/Divulgação

                                        A embarcação foi encontrada no fundo do oceano Atlântico, na costa do Canadá. Mais precisamente, no mar de Labrador, a cerca de 390 metros de profundidade. Descrito por David Mearns (um caçador de navios afundados) como “majoritariamente intacto”, o navio foi encontrado graças a um equipamento de sonar.

                                        Os destroços são consistentes com os dados conhecidos do naufrágio, e está no local correto, onde não há mais ruínas de sua espécie. Isso nos dá confiança para dizer que se trata do Quest– explicou David Mearns

                                        O navio, que seguiu em serviço por várias décadas depois da morte Shackleton, até afundar em 1962, deve agora receber outras expedições ainda em 2024, para que profissionais possam fotografar e documentar o naufrágio.

                                         

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                                          Grandes estaleiros do setor levarão todo o charme de suas embarcações para o Boat Show de Itajaí, que acontece em breve: de 4 a 7 de julho. Entre eles está a italiana Azimut Yachts, que reuniu um time de peso para fazer jus ao maior salão náutico do Sul do país. No ataque dessa seleção, está a Azimut Grande 27 Metri — que, desde 2020, é a preferida do craque português Cristiano Ronaldo.

                                          Como jogador nenhum faz nada sozinho, ao lado da estrela desse time jogarão outras embarcações de peso do estaleiro: a Azimut 74 (fabricada com material utilizado em foguetes), Azimut 62 (sucesso mundial de vendas), Azimut 56 e Atlantis 51. Juntas, as embarcações da Azimut prometem embelezar ainda mais o Boat Show de Itajaí, que chega para sua segunda edição.

                                          Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                          Fabricada no Brasil — país onde o estaleiro italiano mantém seu único parque fabril fora da Itália — a Azimut Grande 27 Metri tem 88 pés de comprimento e faz parte da linha Grande Collection da empresa. O iate conta com amplas áreas exteriores, com lounge na proa, jacuzzi e bar ao ar livre no flybridge, além de beach club, espaço gourmet na popa e pernoite para até dez passageiros mais quatro tripulantes.

                                          A região Sul hoje é, sem sombra de dúvidas, o coração pulsante da náutica no Brasil. Ter um evento como esse com certeza facilita nossa marca a fechar mais negócios– Francesco Caputo, CEO da Azimut no Brasil durante o salão de 2023

                                          Confira fotos dos outros modelos Azimut que estarão no Boat Show de Itajaí:

                                          Azimut 74. Foto: Azimut/ Divulgação
                                          Azimut 62. Foto: Azimut/ Divulgação
                                          Azimut 56. Foto: Azimut/ Divulgação
                                          Atlantis 51. Foto: Azimut/ Divulgação

                                          Marina Itajaí Boat Show 2024

                                          O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

                                           

                                          A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                                           

                                          A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                                           

                                          Anote aí!

                                          Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                                          Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                          Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                          Mais informações: site do evento
                                          Ingressos: site oficial de vendas

                                           

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                                            Por: Redação -
                                            17/06/2024

                                            Nem mesmo a ausência de ventos fez os participantes da Copa Mitsubishi – Circuito Ilhabela de Vela esmorecerem. A segunda etapa da competição, que começou em 15 e 16 de junho, recebeu quase 40 veleiros, que deram um show de habilidades no canal de São Sebastião.

                                            O desafio se apresentou em ambos os dias, sendo que no sábado foi necessário que as classes BRA-RGS e RGS Cruiser esperassem cerca de uma hora, após duas tentativas frustradas de largada. Com um pouco de paciência, os ventos voltaram a soprar no litoral e todas as classes realizaram as regatas previstas.

                                            Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                            Resultados da segunda etapa da Copa Mitsubishi de Vela

                                            No sábado (15), a primeira regata da classe ORC teve como vencedor o 4Z Phytoervas, de Marcelo Bellotti. Na sequência veio o Rudá, de Mario Martinez, e o King, de Marcello Sestini. Na segunda regata, a liderança e o terceiro lugar se mantiveram. Apenas o segundo colocado mudou, dessa vez com o Phoenix 44, de Fabio Cotrim e Mauro Dottori.

                                            Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                            Na classe C30, que realizou três regatas, o primeiro lugar ficou com o Relaxa Building, de Thomas Mangabeira. Logo em seguida, aparece o Bravo, de Jorge Berdasco, e o Tonka, de Demian Pons.

                                             

                                            O Ginga, de Breno Chvaicer, foi o destaque da HPE25. Já as segunda e terceira colocações foram, respectivamente, para o Espetáculo, de Luis Fernando Staub, e o Mussulo, de José Guilherme Pereira Caldas. Em quarto ficou o Crazy Phoenix, da Mario Lindenhayn.

                                            Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                            Nas disputas da classe BRA-RGS, o pódio ficou assim: equipe Beleza Pura 2, de Felipe Degan, Zeus, de Paulo F. Moura, e Blu 1, de Marcelo Ragazzo.

                                             

                                            Por fim, Valéria Ravani, comandando o Bossa Nova, foi a vencedora da RGS Cruiser, seguida do Cambada, de Luis Fernando Giovanninni, e do Helios, de Marcos Gama Lobo.


                                            Já no domingo (16), a primeira regata foi com a classe C30. O Relaxa Building terminou o fim de semana na liderança da etapa, seguido pelo Bravo e pelo Tonka.

                                             

                                            Após duas regatas, a classe HPE25 teve no topo o Espetáculo. Logo após, vieram o Crazy Phoenix, o Ginga e o Mussulo.

                                            Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                            Na RGS Cruiser, classe que correu regatas apenas neste final de semana, vitória da equipe Bossa Nova. Em segundo lugar, o Helios; em terceiro, o Cambada.

                                             

                                            Após a única regata do dia para a BRA-RGS, os três primeiros no acumulado da classe foram Zeus, Beleza Pura e My Boy.

                                            Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                            Já a ORC Racer teve como vencedores o 4z Phytoervas, apesar da quarta colocação na regata do dia, seguido pelo Phoenyx 44 e pelo Rudá. Na ORC Cruiser, a liderança ficou com o Xamã, de Sergio Klepacz, com o Luzky Alforria, de Luiz Villares, e com o Orson, de Carlos Eduardo Souza e Silva.

                                            Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                            Segunda etapa segue no próximo final de semana

                                            Iniciado em março, o torneio retorna no próximo final de semana, nos dias 22 e 23 de junho, com programação especial para encerrar a segunda etapa da Copa Mitsubishi.

                                             

                                            No próximo sábado (dia 22), os competidores participarão de um almoço após as regatas, enquanto no domingo (dia 23), haverá a premiação geral. Apenas a classe RGS Cruiser já encerrou a participação na etapa.

                                             

                                            A terceira etapa da Copa Mitsubishi 2024 acontecerá em setembro, e a etapa final está marcada para o mês de dezembro.

                                             

                                            Náutica Responde

                                            Faça uma pergunta para a Náutica

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                                              O espírito olímpico é, acima de tudo, um sentimento de união e de solidariedade, que mostra o quanto as pessoas são iguais e capazes de deixar de lado o lema “vencer a qualquer custo”. Sendo assim, pode-se dizer que, nessa modalidade, a nadadora de águas abertas Viviane Jungblut, 27, já conquistou medalha de ouro.

                                              Nome garantido nas Olímpiadas de Paris, a atleta abriu mão de uma etapa essencial de sua preparação para os Jogos por um motivo nobre: ser voluntária nas trágicas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul. Ao ver seu estado natal ficar debaixo d’água, Vivi — como também é conhecida — mudou suas prioridades imediatamente.

                                              Foto: Instagram @gnuniao/ Reprodução

                                              A seletiva Olímpica brasileira de natação aconteceria entre os dias 6 e 11 de maio, no Rio de Janeiro. No entanto, no mesmo período, grande parte do Rio Grande do Sul já enfrentava a maior enchente de sua história.

                                               

                                              Com tamanha tragédia acontecendo tão perto, a nadadora — que vai à Paris na modalidade águas abertas –, abriu mão da seletiva, focou em ser voluntária e foi uma das principais vozes sobre as dificuldades enfrentadas pelos atletas gaúchos durante as enchentes.

                                              Foto: Arquivo Pessoal

                                              Clube de Viviane Jungblut desde a infância e hoje uma das principais bases da natação brasileira, o Grêmio Náutico União (GNU) teve vários de seus atletas afetados com o desastre. Como os esportistas não tinham condições mentais e físicas de disputar a seletiva, correriam o risco de perder suas bolsas — o que, para muitos, é sua única fonte de renda.

                                               

                                              Em entrevista à NÁUTICA, Viviane disse que eles buscaram apoio da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos para que os atletas afetados continuassem no esporte. Segundo ela, embora alguns competidores já tivessem passagens compradas para a seletiva, havia o receio de como a situação se resolveria para os demais.

                                              A gente só estava pedindo para que eles tivessem um olhar um pouco especial para o nosso estado, nossa cidade, para que esses atletas tivessem condições de permanecer no esporte– explicou Viviane

                                              Foto: Instagram @vivijungblut/ Reprodução

                                              O barulho de Viviane, junto a outros atletas, deu resultado. Para não prejudicar os competidores do GNU, a confederação emitiu um comunicado informando o reagendamento das provas exclusivamente para a equipe gaúcha.

                                              Do pódio ao posto de voluntária

                                              Enquanto o Rio Guaíba enchia a níveis assustadores, Viviane Jungblut viu a sede do clube Grêmio Náutico União, sua segunda casa desde os sete anos de idade, virar abrigo de centenas de pessoas que perderam tudo nas chuvas que assolavam o estado.

                                              Viviane Jungblut, ainda criança, no Grêmio Náutico União. Foto: Instagram @vivijungblut/ Reprodução

                                              O choque foi ainda maior porque a atleta acabava de conquistar mais uma premiação quando tudo começou. Entre os dias 1 e 3 de maio, Viviane disputou a 2ª etapa do Campeonato Brasileiro de Águas Abertas da CBDA, em Itajaí (SC), terminando em primeiro lugar nas provas individual feminina e por equipes.

                                              Foi bem difícil, um choque bem grande. Voltei da competição numa sexta-feira, e no sábado o clube já recebeu quase 300 pessoas– disse Viviane

                                              Com o agravamento das enchentes, Viviane passou a dividir a rotina intensa de preparação para as Olímpiadas com o voluntariado no GNU, visando “ajudar o máximo de pessoas possível”.

                                              Viviane Jungblut em voluntariado no ginásio do Grêmio Náutico União. Foto: Arquivo Pessoal

                                              “Muitos perderam tudo, desde atletas e pessoas que estavam treinando ali, do nosso lado, até os funcionários do clube. Estou lá desde pequenininha. Tem funcionários que estão lá desde que eu entrei. A gente está no convívio todo dia”, relatou à NÁUTICA.

                                              Alguns nem conseguiram voltar para casa ainda — mesmo depois de mais de um mês. Então é realmente muito triste– lamenta Viviane

                                              Ginásio do Grêmio Náutico União, abrigando as vítimas das enchentes. Foto: Instagram @gnuniao/ Reprodução

                                              Vivi conta que tem conversado diretamente com alguns atletas abrigados no ginásio e entregou seus kits de natação para que eles pudessem treinar, buscando apoiar a permanência deles no esporte.

                                              É um momento em que eles vão ter não uma fuga da realidade, mas um momento para tentar levantar um pouco o astral– explicou Viviane

                                              Além de abrigar centenas de pessoas, o Grêmio Náutico União ofereceu alimentação, cuidados médicos, recreação para crianças e suporte psicológico, e ainda acolheu cerca de 20 animais. Segundo o clube, eles também cederam embarcações para resgatar mais de 500 pessoas ilhadas, em parceria com a Defesa Civil e da Brigada Militar.

                                              Foto: Instagram @gnuniao/ Reprodução

                                              Provando que o “união” não está apenas no nome, o GNU disponibiliza doações para combater os estragos causados pelas enchentes. É possível doar através da chave pix [email protected] ou entregando mantimentos nas unidades do clube — exceto na sede localizada na Ilha do Pavão.

                                              Maratona de solidariedade

                                              A maratona de Viviane Jungblut para ajudar a reconstruir o que a água levou não parou por aí. Neste momento, a nadadora, em parceria com outros atletas, está promovendo uma rifa solidária que vai sortear kits de natação autografados, entre outros prêmios, e terá renda revertida para ajudar vítimas das chuvas.

                                              Foto: Instagram @gnuniao/ Reprodução

                                              Até o momento da publicação desta matéria, restavam pouco menos de 15 dos 2000 bilhetes disponíveis, ao valor de R$ 5 cada.

                                              As pessoas não podem menosprezar sua ajuda e acredito muito nisso. Cada um faz o que pode, o que está ao seu alcance– disse Vivi

                                              Viviane na Copa do Mundo de águas abertas, em etapa realizada no Egito. Foto: Instagram @vivijungblut/ Reprodução

                                              Além da rifa, a atleta organizou uma vaquinha com renda destinada aos funcionários e atletas da natação do Grêmio Náutico União. A arrecadação soma mais de R$ 13 mil doados até agora.

                                              Mente em Paris, coração no RS

                                              Mesmo sem ter sua casa diretamente afetada pelas enchentes, Viviane viveu de perto as dores de enorme parte do povo gaúcho. Contudo, as águas de Paris lhe esperam no final de julho, e apesar do caos, a atleta teve que preparar seu corpo para as Olímpiadas, enquanto seu coração estava no Rio Grande do Sul.

                                              No primeiro momento, estava bem ruim [treinar em meio às enchentes]. A gente chegava no mesmo lugar onde 300 pessoas haviam perdido tudo. Ficávamos muito comovidos, querendo ajudar– conta Viviane

                                              Viviane treinando no Grêmio Náutico União. Foto: Instagram @vivijungblut/ Reprodução

                                              Por mais forte que o preparo mental de um atleta possa ser, Vivi conta que foi difícil manter a cabeça 100% focada na preparação. Levantando forças, a “guria” viajou até o Velho Continente para competir na etapa da Itália da Copa do Mundo de águas abertas, realizada em 24 de maio.

                                               

                                              Como se todo seu esforço fosse recompensado por Poseidon, Viviane teve seu melhor resultado entre as etapas e terminou em segundo lugar, em dobradinha brasileira com Ana Marcela Cunha, que levou ouro na disputa.

                                               

                                               

                                              Apesar do grande resultado nas águas abertas, a nadadora está com os pés no chão sobre suas expectativas para Paris. Segundo ela, a última prova serviu mais como “avaliação pessoal” e, embora não negue o grande objetivo na medalha, seu foco maior é outro.

                                              Viviane Jungblut, Ana Marcela Cunha e Leonie Beck (da esquerda para direita). Foto: Instagram @leoniebeckswim/ Reprodução

                                              “Meu principal objetivo é entregar o meu 100%. Às vezes a gente acaba não conseguindo, não está no melhor dia ou não é a melhor condição, e quando acaba a prova fica com aquele [pensamento] ‘e se eu tivesse me posicionado daquele jeito, se eu tivesse tomado essa escolha…’” revelou a atleta.

                                               

                                              Ficando com a última das 13 vagas disponíveis para a maratona aquática, Viviane contou à NÁUTICA qual foi sua sensação quando soube que estaria competindo em Paris 2024: “Foi um alívio. Ver que toda essa dedicação e trabalho deu resultado faz tudo valer a pena”, disse Jungblut.

                                              Foto: Instagram @vivijungblut/ Reprodução

                                              É uma felicidade não só minha, mas para toda equipe multidisciplinar que trabalha comigo há bastante tempo. Com certeza foi um grande alívio e uma grande felicidade!– finalizou Viviane.

                                              Fica a torcida brasileira para que a atleta, que já brilha no pódio do espírito olímpico, volte de Paris 2024 ainda mais reconhecida — e, de preferência, com a medalha dourada.

                                              Campanha NÁUTICA + CUFA

                                              O Grupo Náutica também entrou na corrente e uniu forças com a Central Única das Favelas (CUFA) para unir quem ama navegar com quem mais precisa de um barco nesse momento.

                                               

                                              Caso você tenha um barco pequeno, ou conheça alguém que possua um e gostaria de ajudar, entre em contato com a CUFA pelo e-mail [email protected] ou pelo WhatsApp (11) 95958-2933.

                                               

                                              Além da ajuda com embarcações, todos podem contribuir de qualquer lugar e com qualquer valor via PIX, através da chave [email protected]. O dinheiro arrecadado pela instituição é destinado a compra de itens essenciais, como mantimentos, água, produtos de higiene e colchões, por exemplo.

                                               

                                              Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                               

                                              Náutica Responde

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                                                Estaleiro atracará com o modelo KL27 e outros três barcos no evento, que acontece de 4 a 7 de julho

                                                Por: Redação -

                                                A Sessa Marine estará nas águas do Marina Itajaí Boat Show, que acontece de 4 a 7 de julho, e separou quatro modelos para exibir aos visitantes do evento náutico. Dentre eles está a KL27, modelo da linha open que voltou a ser produzido no Brasil.

                                                A lancha de 7,80 metros de comprimento é produzida na nova fábrica da marca, em Palhoça (SC), inaugurada em dezembro do ano passado. Com design esportivo, o barco exposto pela Sessa no Boat Show Itajaí 2024 conta com banheiro e capacidade para oito passageiros passarem o dia, sendo que dois podem pernoitar.

                                                Lancha KL27. Foto: Divulgação

                                                Na área externa da KL 27, o console central e o sofá em formato “L”, oferecem boa circulação e fácil acesso a todos os ambientes. Outro diferencial apontado pelo estaleiro é o sistema de cobertura, com um toldo removível — que fica guardado discretamente na proa.

                                                Sessa F42. Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                                O estaleiro italiano, adquirido pela Intech Boating em 2023, também exibirá na segunda edição do Marina Itajaí Boat Show as lanchas F42, C44 e C40, todas testadas pela equipe de NÁUTICA.


                                                Marina Itajaí Boat Show 2024

                                                O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

                                                 

                                                A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                                                 

                                                A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                                                 

                                                Anote aí!

                                                Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                                                Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                                Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                                Mais informações: site do evento
                                                Ingressos: site oficial de vendas

                                                 

                                                Náutica Responde

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                                                  Por: Redação -

                                                  Quem adora vivenciar experiências marcantes não pode deixar passar batida a tendência que tem ganhado o mundo: opções de diversão flutuante.

                                                  Englobando ambientes que vão de museus e teatros a restaurantes e baladas, as alternativas de entretenimento sobre as águas já se espalharam pelos continentes. Hoje, é possível encontrar um grande leque de iniciativas flutuantes de lazer atracadas em países como Tailândia, Cabo Verde, FrançaEstados Unidos, entre outros — e o Brasil se prepara para também entrar nesta onda.

                                                   

                                                  Abaixo, Náutica traz uma seleção de points de diversão flutuante pelo mundo.

                                                  Empreendimentos de diversão flutuante

                                                  Teatro flutuante na França

                                                  Localizado às margens do rio Rhône, na França, o L’île Ô conta com uma grande estrutura arquitetônica em formato de barco, pensada para garantir a conexão do público com a água. Três andares compõem o espaço, que conta com duas salas de espetáculos — capazes de receber até 78 ou 244 pessoas — e outros 240 m² de espaços modulares.

                                                  Foto: Divulgação/ L’île Ô

                                                  Balada flutuante na Tailândia

                                                  Uma verdadeira festa no mar da Tailândia acontece diariamente no YONA Beach Club Phucket, catamarã que se intitula o “primeiro beach club flutuante do mundo”. Quem adentra seus espaços — grandes o bastante para receber até 500 convidados — pode desfrutar de dois andares, que abrigam restaurante, cabanas, piscina e outras comodidades.

                                                  Foto: Instagram @yonabeach/ Reprodução

                                                  Restaurante flutuante na Noruega

                                                  Cercado pelas geladas paisagens montanhosas da Noruega, o restaurante Iris é garantia de pratos diferenciados e momentos marcantes. Para chegarem ao local, os visitantes são buscados em um barco elétrico na costa da cidade vizinha a Rosendal e, depois, imergem em uma experiência gastronômica que dura de 6 a 8 horas.

                                                  Foto: Tobias Lamberg Torjusen / Divulgação

                                                  Relax flutuante

                                                  Para quem prefere uma experiência relaxante sobre as águas, há opções de sobra! Uma dica é a praia flutuante do resort Bocas Bali, no Panamá, com a proposta de oferecer privacidade aos hóspedes e “criar uma experiência única”.

                                                  Foto: Divulgação

                                                  Já nos Estados Unidos, a tendência foi aproveitada por uma piscina flutuante do hotel Horseshoe Bay Resort, inspirada no Lago de Como, na Itália. Há ainda resorts totalmente flutuantes, como Phutawan Raft House, na Tailândia, que só é acessado de barco, e o Castaway Villa, nas ilhas Maldivas, que promete ser o mais novo point dos milionários.

                                                  Foto: Phutawan Raft House/ Divulgação

                                                  Artes flutuantes

                                                  Passando por cidades na Itália, o catamarã ArtExplorer serve como museu flutuante gratuito ao público, mas não é só ele que tem esse papel. Em Cabo Verde, três casas sobre as águas levam bar, estúdio de gravação, apresentações ao vivo e praça flutuante a moradores e turistas. Trata-se da Floating Music Hub, responsáveis por disseminar arte e cultura africana.

                                                  Foto: NLÉ/ Divulgação

                                                  Brasil terá bar de vinhos sobre as águas

                                                  Seguindo a tendência mundial de entretenimento sobre as Águas, Minas Gerais deve receber, em breve, um wine bar flutuante. Previsto para inaugurar em julho de 2024, chamará Almas Gerais e é uma iniciativa da vinícola de mesmo nome.

                                                  Foto: Instagram: @enovila_oficial / Reprodução

                                                  Pensado para estar sempre em movimento pelas águas da Represa do Funil, o empreendimento terá formato que remete a uma chalana. Segundo a empresa, a navegação percorrerá uma área que compreende 40,5 km², passando pelos municípios de Bom Sucesso, Perdões, Ijaci e Ibituruna.

                                                   

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                                                    Com cruzes cristãs desenhadas, peças estavam no fundo do mar há quase oito séculos

                                                    Um grupo de arqueólogos subaquáticos da Universidade de Bournemouth, no Reino Unido, encontrou e resgatou duas lápides medievais que estavam no fundo da baía de Studland há quase 800 anos. Para a surpresa dos cientistas, os achados estavam bem conservados.

                                                    A descoberta aconteceu em 4 de junho, durante uma expedição comandada por Tom Cousins, arqueólogo marítimo da universidade, no naufrágio mais antigo da Inglaterra — que se encontra relativamente intacto. O navio — batizado de Mortar Wreck — afundou no século 13, na costa de Dorset, durante o reinado de Henrique III (1216-1272).

                                                    Foto: Universidade de Bournemouth/ Divulgação

                                                    Na carga da embarcação, foram encontradas lápides medievais esculpidas em mármore Purbeck, um tipo de calcário fossilífero encontrado na Ilha de Purbeck, segundo o Heritage Daily. Uma das peças mede 1,5 metro e tem 70 quilos, enquanto a outra está dividida em duas partes, que pesam 200 quilos juntas.

                                                     

                                                    Além da conservação, chamou a atenção também os detalhes da lápide, como as cruzes cristãs, muito populares no século 14. Levando em conta essa decoração, a equipe de pesquisa acredita que as esculturas se destinavam a ser tampas de caixões ou monumentos para indivíduos de alto status no clero.

                                                    O naufrágio ocorreu no auge da indústria da pedra de Purbeck e as lápides que temos aqui eram um monumento muito popular para bispos e arcebispos em todas as catedrais e mosteiros da Inglaterra da época– Tom Cousins

                                                    Segundo o comunicado da Universidade de Bournemouth, toda expedição que descobriu e recuperou as lápides medievais levou cerca de duas horas. De acordo com os arqueólogos, as peças se encontravam a uma profundidade de pelo menos sete metros — o que justifica o tempo gasto.

                                                    Do fundo do oceano à exposição

                                                    O que passou muito tempo “escondido”, agora será conservado pela própria Universidade de Bournemouth. Mas antes, as lápides medievais passarão pelo processo de dessalinização para que, no futuro, sejam expostas ao público na Galeria do Naufrágio, no museu Poorle, junto a outros artefatos recuperados.

                                                    Foto: YouTube/ bournemouthuni/ Reprodução

                                                    Para Tom, o estudo permitirá aprender mais sobre a vida no século 13 e ainda mais sobre o ofício da alvenaria. Inclusive, o local da descoberta foi nomeado como “Naufrágio da Argamassa”, pois havia outros itens em sua carga que incluíam grandes números de argamassas.

                                                    Essa descoberta da lápide medieval é só mais uma realizada por Tom Cousins e sua equipe. Afinal, o próprio local do naufrágio só foi percebido quando o arqueólogo mergulhou e estudou a região que, antes, mesmo descoberta em 1982, era considerado um “entulho”.

                                                    Foto: Universidade de Bournemouth/ Divulgação

                                                    Por fim, a instituição também informou que seguirá com os estudos sobre o naufrágio mais antigo da Inglaterra e buscará incluir uma operação que registre as estruturas do navio — que se encontra conservado na areia. Mais detalhes da descoberta serão publicados em breve na revista Antiquity.

                                                     

                                                    Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                     

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                                                      16/06/2024

                                                      Corpo redondo, cinza e muito grande: essas são algumas das características que conferem ao Mola tecta o nome popular de peixe-lua — ou, ainda, peixe-lua-de-capuz. A espécie, considerada rara, foi encontrada já sem vida nas areias de uma praia no estado do Oregon, nos Estados Unidos. De acordo com uma pesquisadora, o achado pode ser o maior já registrado na história.

                                                      A tese quanto ao tamanho recorde do animal de 2,2 metros é de Marianne Nyegaard, pesquisadora da Nova Zelândia que estuda o peixe-lua.

                                                      Foto: Tiffany Boothe/Seaside Aquarium / Divulgação

                                                      O animal, encontrado em 3 de junho, está sob os cuidados do Seaside Aquarium, entidade com a qual Marianne entrou em contato após ver as fotografias do peixe.

                                                       

                                                      A especialista foi responsável por publicar, em 2017, uma pesquisa que revelou, por meio de amostras genéticas e observação, que o peixe-lua-de-capuz (Mola tecta) era uma espécie diferente do peixe-lua oceânico (Mola mola).

                                                      Peixe-lua oceânico (Mola mola). Foto: Ilse Reijs and Jan-Noud Hutten / Wikimedia Commons / Reprodução

                                                      Conheça mais sobre o peixe-lua-de-capuz

                                                      O peixe-lua encontrado nos EUA carrega o nome cientifico Mola tecta por um motivo em especial. A palavra em latim “tecta” significa oculto, escondido, e foi atribuída ao nome do peixe pelo fato de que o animal já se mistura com outras espécies de peixes-lua há muito tempo, e, ainda assim, só foi descoberto recentemente.

                                                       

                                                      Para se ter uma ideia, um peixe-lua-de-capuz foi descoberto numa praia perto de Christchurch, na Nova Zelândia, em 2015, e se tornou a primeira nova espécie de peixe-lua a ser identificada em 130 anos. Marianne Nyegaard, inclusive, foi quem descreveu o animal pela primeira vez.

                                                      Tamanho do Mola tecta em comparação a um humano. Foto: Wikimedia Commons / Divulgação

                                                      A espécie costuma frequentar as águas temperadas do Hemisfério Sul, em territórios próximos a Austrália, Nova Zelândia, sul do Chile e da África. Sua dieta consiste em salpas (tunicado planctônico em forma de barril, da família Salpidae) e sifonóforos (classe de invertebrados marinhos do filo Cnidaria), ambos encontrados com frequência no trato digestivo do peixe.


                                                      Em comparação com o peixe-lua oceânico, por exemplo, o Mola tecta é mais magro, tem um corpo adulto mais elegante e não possui focinho saliente e protuberâncias ao longo da nadadeira caudal. Ainda assim, o animal pode pesar impressionantes duas toneladas.

                                                       

                                                      De acordo com Nyegaard, os Mola tecta não são fáceis de estudar, uma vez que não são encontrados com facilidade. O enorme tamanho do animal ainda o torna difícil de armazenar, segundo a pesquisadora.

                                                       

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                                                        15/06/2024

                                                        A beleza natural que cerca Santa Cruz del Islote atrai turistas e curiosos do mundo todo, levando ao local sua principal fonte de renda — e de problemas. Uma vista do alto do destino deixa evidente ao primeiro olhar o porquê da ilha colombiana ser considerada a mais densamente povoada do mundo. A falta de espaço se assemelha à ausência também de recursos e serviços.

                                                        Parte do arquipélago de San Bernardo, o destino fica dentro do Parque Nacional Corales del Rosario, a 3 horas de barco da popular Cartagena das Índias.

                                                         

                                                        Santa Cruz del Islote é cercada por águas límpidas que mesclam tons de verde esmeralda com um azul turquesa. Por lá, o turismo, ao mesmo tempo que leva a principal fonte de renda a 825 habitantes, é também o responsável por trazer problemas socioambientais sem precedentes.

                                                        Foto: Uhkabu / Wikimedia Commons / Reprodução

                                                        Antes de atrair pessoas do mundo todo interessadas nas belezas naturais da ilha e curiosos com o estilo de vida dos habitantes, os moradores de Santa Cruz del Islote tinham a pesca como atividade principal — recurso que diminuiu devido à superexploração e destruição dos ecossistemas da ilha. Para se ter uma ideia, o local recebe diariamente cerca de 500 turistas — o que corresponde a 60% da população.

                                                         

                                                        Os visitantes, geralmente, fazem passeios de um dia saindo de Cartagena ou Tolú, ou pernoitam nas ilhas vizinhas de Tintipán e Múcura — embora existam quatro pequenos hostels na ilha, que podem acomodar aproximadamente 20 pessoas.


                                                        Em 2011, o governo colombiano confirmou o impacto ambiental grave nas ilhas do arquipélago de San Bernardo. Medidas de proteção foram ordenadas, mas nenhuma ação foi efetivamente tomada até agora.

                                                        Como é viver em Santa Cruz del Islote

                                                        Viver em Santa Cruz del Islote é estar a anos-luz de distância dos hábitos vistos como comuns na sociedade de forma geral e a população sofre com a falta de infraestrutura, recursos e serviços. Por lá, além dos quatro hostels, há quatro lojas, uma arena de briga de galos, um posto de saúde, uma igreja e uma escola.

                                                         

                                                        Há 70 anos, um incêndio destruiu todas as casas feitas de bambu e palha da ilha. Por sorte, ninguém ficou ferido. As estruturas foram reerguidas com materiais “melhores”: pedra, entulho e até lixo retirado do mar.

                                                        Foto: Uhkabu / Wikimedia Commons / Reprodução

                                                        A energia da ilha é fornecida por painéis solares e um gerador noturno. Apesar da presença de um posto de saúde com médico permanente, em caso de emergência os pacientes precisam ir para um hospital com melhor estrutura a bordo de um barco.

                                                         

                                                        O local também não tem cemitério e, após um cortejo fúnebre pela cidade, os falecidos são levados para ilhas vizinhas.

                                                         

                                                        Não há abastecimento de água potável — a população toma banho com a água salgada do mar. A cada dois meses e meio, a Marinha colombiana vai ao local e enche enormes tanques na ilha. Um comitê fica responsável por distribuir o líquido de forma igualitária para a comunidade, que também aproveita o período chuvoso para coletar águas pluviais em cisternas próprias.

                                                        Foto: Sofia Londonõ / Flickr / reprodução

                                                        A gestão de resíduos é ainda um dos maiores desafios em Santa Cruz del Islote. Apesar de a comunidade trabalhar para reduzir o impacto do lixo, sua separação para reciclagem ainda não é generalizada. Uma pessoa fica encarregada pela coleta do material, que posteriormente é transportado por ela mesma até a ilha de Tintipán.

                                                         

                                                        Outro morador colabora com a separação dos recicláveis a cada 15 dias, que depois são levados de barco até Cartagena. No saneamento, o esgoto é direcionado para fossas sépticas que deságuam no mar sem tratamento, representando mais um problema ambiental.

                                                         

                                                        De forma geral, Santa Cruz del Islote escancara os desafios de sustentar uma população densa em uma área pequena, ao mesmo tempo que mostra, na prática, como pode ser desafiadora a necessidade de equilibrar turismo com preservação ambiental.

                                                         

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                                                          14/06/2024

                                                          Considerada um dos únicos municípios–arquipélagos marinhos brasileiros, Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, reserva belezas naturais que impressionam ao primeiro olhar. Por lá, a ideia agora é construir a primeira usina de dessalinização do estado, visando abastecer cerca de 8 mil moradores de regiões remotas da cidade a partir de 2026.

                                                          Atualmente, segundo o Instituto Água e Saneamento, 69,6% da população de Ilhabela (com cerca de 35 mil habitantes) é atendida com abastecimento de água, enquanto a média do estado é de 96,6%.

                                                           

                                                          A cidade ainda chega a receber 100 mil turistas na alta temporada, sendo um dos principais destinos do litoral paulista. Com a chegada de uma usina de dessalinização, esses dados devem mudar.

                                                          Foto: Ana Paula Hirama / Flickr / Reprodução

                                                          Através do projeto, a ideia é aumentar em 22% o volume atual de água tratada em Ilhabela, a partir da captação da água do mar. O projeto prevê a produção de 30 litros por segundo de água potável para a população, volume semelhante ao já praticado no arquipélago de Fernando de Noronha.

                                                           

                                                          Em Noronha, há 20 anos a população conta com o consumo da água do mar, a partir de dessalinizadores que produzem 27 m³ de água por hora. Em 2014 houve ainda a construção de uma nova usina, aumentando a capacidade para 80 m³ por hora.

                                                          Para que o projeto tome forma também em Ilhabela, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) publicou um edital convocando empresas interessadas em construir no município o que seria a primeira usina de dessalinização do estado.

                                                          Como vai funcionar a usina de dessalinização em Ilhabela

                                                          A previsão é que a usina de dessalinização comece a operar em Ilhabela a partir de 2026, próximo à foz do Ribeirão Água Branca. O processo de osmose reversa, que deve ser aplicado na usina, é usado internacionalmente e traz uma tecnologia já amplamente empregada em locais como Dubai, Israel e na Califórnia, nos Estados Unidos.

                                                          Layout da dessalinizadora de Ilhabela, proposto em edital. Foto: Reprodução

                                                          Nessa tecnologia, a água é submetida à alta pressão e passa por membranas que retêm as partículas de sal, após passar por um outro processo: o de ultrafiltração — que retira as partículas e impurezas da água. Assim que o sal é retirado, o líquido é submetido a um tratamento que visa devolver os componentes minerais perdidos no processo anterior.

                                                          Antes de ser distribuída, a água passa também pelo processo de cloração, que, segundo a Fundação Nacional de Saúde, “consiste em utilizar produtos químicos à base de cloro, com o objetivo de inativar os micro-organismos patogênicos existentes na água”. A salmoura resultante do processo, por sua vez, é diluída e devolvida ao mar.

                                                           

                                                          Para, enfim, chegar à população, a água já tratada deverá ser transportada para um reservatório na própria Estação de Tratamento de Água (ETA) Água Branca.


                                                          Ao Estadão, Kepler Borges França, coordenador dos Laboratórios de Referência Nacional em Dessalinização e de Membranas Cerâmicas da Universidade Federal de Campina Grande, na Paraíba, disse que “o sistema de membranas para dessalinização pode ser usado não apenas nas ilhas, mas nas cidades do litoral que têm problemas de abastecimento”.

                                                          Entendo que toda a rede hoteleira da costa deveria ser abastecida com água do mar dessalinizada. É um processo barato, e que hoje vem sendo usado com mais frequência– destacou Kleper ao Estadão

                                                           

                                                          Náutica Responde

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                                                            Uma nova forma de se hospedar parece estar ganhando força no litoral brasileiro: ficar atracado sobre as águas. A ideia, que tem atraído quem busca uma experiência diferente de lazer, ganha força pelo valor mais baixo do que se imagina e por dispensar a necessidade da carteira de habilitação náutica — uma vez que o barco não sai do lugar.

                                                            O relato da jovem Marianne Fernandes virou um vídeo que fez sucesso no TikTok e atraiu curiosos. Ela alugou um barco e passou um final de semana sozinha, atracada em Paraty, no Rio de Janeiro. “A experiência que mudou a minha vida”, destacou ela.

                                                             

                                                            A vivência de Marianne se tornou ainda mais especial pelo fato da jovem estar cercada por uma das paisagens mais bonitas do país, que ainda traz dezenas de pontos turísticos e culturais. E a boa notícia é: essa experiência pode se estender por outros pontos do belíssimo litoral brasileiro, de maneira fácil — e até econômica.

                                                            Ideal para estadias curtas, o aluguel de embarcações para esse tipo de vivência é feito, geralmente, através de plataformas digitais de hospedagens, como o Airbnb. Por lá, não é difícil encontrar opções de lanchas, trawlers, veleiros e até iates por lugares do Brasil todo, de Norte a Sul, como Rio de Janeiro, São Paulo, Pará e até Manaus.

                                                            Os valores variam conforme a escolha da embarcação, localidade, quantidade de pessoas e o tempo de estadia. Mas, para se ter uma ideia, a equipe de NÁUTICA encontrou uma opção em que as diárias a bordo de um veleiro, com possibilidade de pernoite para sete hóspedes, saíam por R$ 260 (valor sem taxas).

                                                            Como é, na prática, ficar hospedado em um barco atracado

                                                            Cada estadia em barcos atracados tem suas particularidades, tendo em vista que cada proprietário tem o seu modo de alugar a embarcação. De forma geral, próximo ao barco do hóspede fica atracada também outra embarcação, onde o responsável pelo barco alugado faz o pernoite — e fica à disposição para atuar em casos de emergência.

                                                            O caminho até terra firme também varia, e pode ser feito a nado, de bote, remo e até táxi boat (por um valor à parte). Alguns podem considerar que essa parte traga “perrengues”, mas a ideia principal é, justamente, apreciar uma experiência que chegue o mais perto possível da realidade de se viver em um barco.

                                                             

                                                            As embarcações — principalmente os veleiros — costumam trazer uma estrutura completa, com quartos, banheiro, cozinha e áreas de lazer, como varanda e solário. Alguns anfitriões ainda preparam opções de entretenimento, como stand-up paddle e equipamentos de mergulho, além de jogos de tabuleiro e cartas para passar o tempo, principalmente à noite.

                                                            Há também proprietários que fornecem passeios no barco alugado, para que os hóspedes possam conhecer novos lugares da região, atracando a embarcação em pontos turísticos acessados somente via barco, por exemplo. Geralmente, esse tipo de serviço é cobrado à parte.


                                                            Um ponto importante é que alguns barcos ficam disponíveis ao hóspede somente durante a noite, para pernoitar, uma vez que a embarcação pode vir a ser usada durante o dia levando outras pessoas para passeios no mar. Nesse caso, o intuito é que o hóspede passe o dia turistando na cidade, e o barco seja apenas um lugar para dormir. Vale conferir essa informação antes de fechar a viagem.

                                                             

                                                            Para quem tem habilitação náutica e quer usar a embarcação também para navegar, a melhor opção é procurar por outro tipo de serviço, para aproveitar o barco de forma integral.

                                                             

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