Você sabia que a maior cachoeira do mundo está submersa?

Encontrado entre a Groenlândia e Islândia, o encantador Estreito da Dinamarca abriga curioso fenômeno

01/02/2024

Conhecida como a cachoeira de queda ininterrupta mais alta sobre a Terra, a Salto Ángel, na Venezuela, tem 979 m de altura — ela que inspirou o Paraíso das Cachoeiras do filme “Up”. No entanto, dentro do mar existe uma cachoeira submersa três vezes maior: as cataratas do Estreito da Dinamarca — que, por incrível que pareça, não fica na Dinamarca.

Sabemos que pode parecer confuso imaginar uma cachoeira submersa sendo despejada dentro do próprio mar — e é mesmo. No caso das cataratas do Estreito da Dinamarca, a água cai do Mar da Groenlândia para o Mar Irminger por mais de 3 km — muito maior que a Salto Ángel.

Região do Estreito da Dinamarca, onde os pesquisadores realizaram o estudo. Foto: Reprodução/ Universidade de Barcelona

Como o próprio nome sugere, a cachoeira submersa pode ser encontrada abaixo do Estreito da Dinamarca, entre a Groenlândia e a Islândia. Essa catarata foi explorada por uma equipe de cientistas da Universidade de Barcelona, que se propôs a explicar esses fenômenos e como afetam o ambiente.

Foto: Universidade de Barcelona

A cachoeira submersa possui incríveis 160 km de largura e despeja cerca de 5 milhões de m³ de água por segundo. Para se ter ideia, a maior vazão já registrada nas Cataratas do Iguaçu (em 2014) foi de 46,3 mil m³.

Como funciona a cachoeira submersa?

Calma, a ciência explica esse fenômeno de como a água “cai” debaixo d’água. Segundo a National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), órgão do governo dos Estados Unidos, este fenômeno está ligado diretamente às temperaturas e diferenças de densidade entre as camadas da água.

 

Isso ocorre porque a água fria é mais densa do que a água quente. E, justamente no Estreito da Dinamarca, a água fria dos mares nórdicos que flui para o sul acaba por encontrar a mais quente do mar de Irminger.

Instalação de Acoustic Doppler Current Profilers (ADCPs). Foto: Sara Espinosa Paz/ Divulgação

Assim, a parte fria e densa afunda abaixo da água mais quente e flui sobre a enorme queda no fundo do oceano. Logo, está criado um gigantesco fluxo descendente encantador. No entanto, como acontece abaixo da superfície oceânica, a cachoeira submersa passa despercebida sem instrumentos científicos.

Foto: National Oceanic and Atmospheric Adminstration (NOAA)/ Divulgação

Por conta de tamanha profundidade — passa de 500 para mais de 3.000 metros — ainda não tem registro em imagem desta catarata. Mas vale ressaltar que existem outras cachoeiras submersas pelo mundo, como a da foto em destaque desta matéria, que mostra a região de Le Morne — considerado um patrimônio mundial da UNESCO — , localizado nas Ilhas Maurício.

Sempre culpa dele

Adivinha quem pode atrapalhar este fenômeno de acontecer? Ele mesmo, o aquecimento global. Afinal, à medida que as alterações climáticas continuam a aumentar, os oceanos ficam mais quentes e há um maior afluxo — concorrência de dois ou mais rios para um ponto — de água doce.

Estreito da Dinamarca

Além de esquentar mais os oceanos, o aquecimento global acaba por gerar uma menor formação de gelo marinho, que resulta numa redução do volume de água densa, que flui para baixo e forma, por exemplo, o fenômeno no Estreito da Dinamarca.

Navio oceanográfico Sarmiento de Gamboa. Foto: Universidade de Barcelona/ Divulgação

A exploração sobre o Estreito da Dinamarca durou entre 19 de julho a 12 de agosto de 2023, com trinta especialistas a bordo do navio oceanográfico Sarmiento de Gamboa, com a finalidade de estudar aspectos até então desconhecidos da catarata.

 

Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

 

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    "Móvel" que conta até com suporte para bebidas custa a partir de R$ 50 e tem chamado atenção nas redes; assista

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    O que você acharia de ir à praia e, no lugar das cadeiras, se sentar em um banco espaçoso, com direito a mesa de apoio e suporte para bebidas? Se a ideia te chama atenção, saiba que ela já existe, mas há um porém: o “móvel” é feito de areia, e pelas mãos de um artista.

    Foi nas areias branquinhas de Pontal do Atalaia, em Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro, que Lei Matias viu a oportunidade de empreender com os bancos feitos de areia. Sua ideia inovadora lhe rende, além de elogios, dinheiro. Por um banco pequeno, o empreendedor cobra R$ 50, enquanto um grande sai por R$ 100.

    @lei.matias♬ som original – Lei.Matias


    E não é por serem feitos de areia que os bancos são desconfortáveis. Lei pensa em tudo: a canga do cliente é utilizada para “forrar” o “móvel”, que tem até apoio para os braços — em que o artista faz um “suporte” para bebidas –, além, claro, de uma mesa de apoio. O bônus vem com uma pequena piscina, que ele monta cavando um espaço logo à frente do banco com as águas frias de Arraial.

    Foto: TikTok @lei.matias / Divulgação

    No vídeo anterior, é possível observar um total de 11 pessoas acomodadas no “sofá” construído por Lei. Os turistas em questão vieram de Jacareí, em São Paulo, e aprovaram a obra do artista: “sofázinho confortável, maravilhoso” disse um deles.


    Para começar seu expediente, Lei chega à praia cedo, preparado com seus materiais, que se resumem a uma enxada e um retângulo de madeira. O que sai desse acervo simples, porém, são obras que rendem a ele o título de “gênio” de quem passa por ali. “É um prazer servir o turista”, contou ele em entrevista à Record.

    @lei.matias♬ som original – Lei.Matias


    A ideia inovadora de Lei surgiu quando ele, que também é ambulante, visitava a praia com amigos e fazia os “sofázinhos” para que eles próprios se sentassem. O que era apenas diversão, virou negócio. E aí, você pagaria por um desses?

     

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      Bruno Fontes, patrocinado pela Schaefer, garante vaga do Brasil na vela nas Olimpíadas

      País está classificado para Paris 2024 na classe ILCA 7 de vela, também conhecida como Laser

      As cores do Brasil na vela estarão, em breve, na maior competição do mundo: as Olimpíadas. Isso porque o velejador Bruno Fontes, patrocinado pela Schaefer Yachts, garantiu a vaga do país nos jogos de Paris 2024, que tem início em 26 de julho.

      O atleta de 44 anos, que passou a contar com o apoio da Schaefer em agosto de 2023, conquistou a vaga para o Brasil na classe ILCA 7 (também conhecida como classe Laser).

      Esta vaga vem para selar o compromisso da Schaefer Yachts com o esporte nacional através do apoio ao nosso velejador olímpico Bruno Fontes– Celso Finkler, Head de Marketing da Schaefer Yachts

      O resultado foi alcançado graças a sua participação tanto no Campeonato Mundial da categoria — que termina nesta quarta-feira (31), em Adelaide, na Austrália –, quanto nos Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023, no Chile. “Nunca foi sorte. Sempre foi talento, raça, perseverança e muita determinação”, parabenizou a Schaefer Yachts em suas redes sociais.

      Foto: Aiste Ri / @AISTEPHOTOG / Reprodução

      Para entender melhor: Bruno ficou em 74º colocado no mundial, posição que não o classificou para as Olimpíadas. Contudo, o atleta foi o 5º colocado no Pan de Santiago, competição que Guatemala e Chile terminaram à frente do Brasil. Os dois países, contudo, conseguiram boas colocações no mundial, abrindo, assim, duas vagas para países da América do Sul, que foram, então, ocupadas por Argentina e Brasil.

      Foto: Instagram @brunofontesoficial / Divulgação

      Chega ao fim o Mundial com um resultado longe do esperado, porém conquistando a vaga para o Brasil para as Olimpíadas de Paris 2024– escreveu Bruno em seu perfil no Instagram

      Essa, aliás, não é a primeira vez que o catarinense vai representar o país em uma Olimpíada. O velejador marcou presença também em Pequim 2008 e Londres 2012. Além disso, Bruno Fontes foi medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Lima 2019, no Peru.

       

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        De Recife a Noronha: inscrições para a Refeno 2024 abrem em 1° de fevereiro

        Maior regata oceânica da América Latina tem percurso de 300 milhas náuticas e 38 anos de tradição

        Os veleiros tem um lugar especial no coração dos amantes do mundo náutico. Com a ajuda das velas, esses barcos parecem desfilar sobre as águas, enquanto realizam grandes travessias mar adentro. É o que acontece na Regata Internacional Recife – Fernando de Noronha. Mais conhecida como Refeno, a edição de 2024 receberá inscrições a partir de fevereiro.

        Quase como um encontro de tradições, a Refeno existe há nada menos que 38 anos e, em 2024, a maior — e mais charmosa — regata oceânica da América Latina chega à 35ª edição.

         

        Organizada pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco, a regata terá início em 28 de setembro de 2024. Os velejadores interessados em participar da Refeno 2024 devem garantir sua vaga no site oficial. As inscrições abrem no dia primeiro de fevereiro.

        Foto: Tsuey Lan Bizzocchi / Divulgação

        Durante a Refeno, os participantes percorrem 300 milhas náuticas de percurso (ou 560 km), partindo do Marco Zero, ponto turístico de Recife, até a paradisíaca Fernando de Noronha. Ou seja, o percurso proporciona aos velejadores, do começo ao fim, paisagens que estão entre as mais belas do país.

        Maior regata oceânica da América Latina

        Desde 1986, a regata reúne barcos de vários estados brasileiros — e até de outros países — para uma competição única e já tradicional que, ao longo de seus 38 anos, acompanhou a evolução daquilo que, literalmente, a move: os veleiros.

         

        Para se ter uma ideia, no início de tudo isso, as embarcações contavam apenas com os astros para determinar sua rota de navegação.

        Foto: Tsuey Lan Bizzocchi / Divulgação

        O número de participantes também seguiu crescendo, e o que começou com apenas 22 corajosos alcançou números talvez impensáveis no início — mas que fazem total sentido hoje em dia. Em 2004, a Refeno quebrou um recorde, com mais de 140 barcos inscritos na regata, com veleiros de tamanhos e categorias diferentes.

         

        Vale ressaltar que, atualmente, por determinação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), o número de participantes é limitado a 100 embarcações — para garantir que o ecossistema local não sofra danos.

        Foto: Tsuey Lan Bizzocchi / Divulgação

        As categorias, aliás, são bastante variadas, abrangendo embarcações de classes como: ORC, VPRS, RGS, Mocra, Multicascos: Catamarãs e Trimarãs, Metal, Bico de Proa, Aberta e Turismo. Algumas, contudo, precisam apresentar o certificado de medição, com validade anual.

        Recordes e premiações

        O principal recorde da Refeno foi estabelecido em 2007 e, até hoje, ninguém foi capaz de quebrá-lo. O detentor do melhor tempo é o veleiro Adrenalina Pura, da Bahia, do comandante Georg Ehrensperger, com 14 horas, 34 minutos e 54 segundos.


        O recorde dos monocascos é um pouco mais recente, de 2017, com o veleiro gaúcho Camiranga, comandado por Gabriel Samuel Albrecht, em uma travessia que durou 19 horas, 03 minutos e 18 segundos.

        Foto: Tsuey Lan Bizzocchi / Divulgação

        Na Refeno, o fita azul não é o único a ser premiado: os três primeiros colocados das diversas classes também recebem troféus.

         

        Outras premiações ainda valorizam a chegada dos competidores, como o barco que veio de mais longe, os tripulantes mais jovem e mais velho, o barco com maior percentual de mulheres e, ainda, o “Troféu Tamar: tartaruga marinha” para o penúltimo colocado.

         

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          Peixe fora d’água? Bagre que anda na areia fez cientistas criarem novo termo

          Sem tradução correta, a forma única de locomoção terrestre do peixe foi batizada de "reffling"; assista

          O bagre blindado consegue se locomover fora d’água. Mas falar que esse peixe anda não é exatamente correto, tampouco dizer que ele se contorce. Na falta de palavras existentes no dicionário para descrever a maneira peculiar que essa espécie de bagre se movimenta, cientistas inventaram o “reffling”, termo em inglês sem tradução correta para o português.

          Caso já tenha assistido Pokémon, esse bagre que “anda” em terra firme lembra a maneira que o Magikarp se locomove — com a diferença que o animal da vida real, ao menos, sai do lugar. Confira no vídeo abaixo como o “reffling” acontece na prática.

           

           

          O vídeo em questão é um trecho do Welcome To Earth, da National Geographic, e mostra o bagre que “anda” fazendo uma trajetória, no mínimo, arriscada, já que o animal estava fora de seu habitat. Ele consegue, no entanto, se virar bem, cumprindo sua missão de chegar salvo até um ambiente aquático.

           

          É possível observar que o movimento “reffling” do bagre deixa rastros bem perceptíveis na areia, à medida que se dirige para a água, abrindo caminho pelos ambientes desérticos em busca de recursos. Apesar disso, não é fora d’água que eles se sentem mais confortáveis.

          Foto: @tmagno/ iNaturalist/ Reprodução

          Alerta ligado

          No vídeo, o bagre até conseguiu cumprir sua missão. Porém, por mais que eles consigam sobreviver em terra firme por horas, podem acabar morrendo caso o tempo acabe. O “reffling”, então, acaba sendo uma técnica do bagre para encontrar uma alternativa mais rápida de voltar ao seu habitat natural.

          Foto: @tmagno/ iNaturalist/ Reprodução

          Provavelmente, o animal ficou sem comida ou algum outro recurso para sua sobrevivência, e por isso teve que sair de seu ambiente familiar.

          Conheça o bagre que “anda”

          Os bagres que “andam” são animais loricariídeos, um grupo altamente diversificado de peixes que pode ser encontrado na América Central e do Sul. Com a morfologia altamente especializada, eles são capazes de habitar ambientes aquáticos e terrestres sem morrer — embora não seja fácil.

          Os bagres loricariídeos usam uma forma nova e altamente assimétrica de locomoção terrestre baseada em apêndices axiais, envolvendo a boca, nadadeiras peitorais, nadadeiras pélvicas, corpo axial posterior e cauda– contam os autores do estudo

          O termo “reffling” é fruto de um estudo realizado em 2021, que procura entender melhor os comportamentos terrestres dos bagres blindados.

          Assim, foi descoberto que a abordagem exclusiva que o animal utiliza para se deslocar pode ser a consequência de sua rigidez acima da média para um peixe.

          Como os loricariídeos são tão inflexíveis, podem ser obrigados a refugiar-se como único meio de locomoção terrestre, mas a sua rigidez pode melhorar a transmissão de força, permitindo-lhes estar entre os peixes mais rápidos em terra– dizem os autores do estudo

          Por mais que suas barbatanas não tenham sido feitas para caminhar, assim elas fazem. Contudo, ainda que a espécie tenha capacidade de se deslocar e sobreviver fora d’água, não é o ideal que aconteça. Então, fica a torcida para que o “reffling” só precise ser utilizado como último recurso para os bagres blindados.

           

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            Lago de Itaipu ganha novo fórum para impulsionar o turismo náutico na região

            Novidade visa a integração e estruturação do turismo náutico regional a partir de práticas responsáveis

            30/01/2024

            Com uma área de 1.350 km² e palco da 1ª edição do Foz Internacional Boat Show, o Lago de Itaipu é tido por muitos como um “mar de água doce”. Sua imensidão fica ainda mais evidente por estar localizado no Paraná, na fronteira entre Brasil e Paraguai. Essas águas latino-americanas são ricas não somente de uma fauna e flora diversificada, mas, também, de potencial.

            De olho nisso, entidades da região lindeira criaram o Fórum Permanente de Turismo Náutico no Lago de Itaipu, que visa impulsionar investimentos, integração, promoção, práticas responsáveis, inovação e crescimento equilibrado do setor de turismo náutico na região. A primeira reunião para tratar do assunto aconteceu na última sexta-feira (26).

            Foto: Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu / Divulgação

            Thalita Vicentini, diretora-geral da Boat Show Eventos, esteve presente na reunião. Vale ressaltar que o Foz Internacional Boat Show, realizado no Lago de Itaipu, de 23 a 26 de novembro de 2023, movimentou mais de R$ 28 milhões em negócios, além de ter recebido mais de 6 mil visitantes.

            1º Foz Internacional Boat Show aconteceu nas águas do Lago de Itaipu. Foto: Descio Oliveira e Douglas Guimarães/Revista Náutica

            As instituições envolvidas no Fórum são o Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu, a Agência de Desenvolvimento Turístico da Região Cataratas do Iguaçu e Caminhos ao Lago de Itaipu (Adetur), a Itaipu Binacional e o Parque Tecnológico Itaipu (PTI). Todas compartilham um interesse em comum: o desenvolvimento sustentável do turismo náutico.

            A ideia [do Fórum] é conceber um espaço de governança e interação para trabalhar as potencialidades do lago de Itaipu para o turismo náutico– ressaltou Yuri Benites, diretor de Turismo do Parque Tecnológico Itaipu


            Para que isso, de fato, aconteça, as instituições pretendem seguir com uma série de medidas iniciais. Entre elas, promover o diálogo, desenvolver práticas sustentáveis, fortalecer a imagem do destino, investir em inovação e desenvolvimento tecnológico, realizar esforços conjuntos de promoção e marketing e garantir transparência e prestação de contas. Além disso, devem apoiar as comunidades locais e fortalecer as estratégias de segurança e infraestrutura.

            O uso do lago de maneira produtiva também é uma forma de conservar a natureza, a biodiversidade e a nossa água– Aline Teigão, gerente da Divisão de Iniciativas de Turismo da Itaipu Binacional

            Além de todas as instituições citadas, o Governo do Estado deve trabalhar em sintonia com as entidades por meio do Instituto Água e Terra (IAT) e Secretaria do Turismo. Rafael Andreguetto, diretor de Patrimônio Natural do IAT, afirmou que o órgão atuará “fortemente para a implementação de infraestruturas que visem a preservação e promoção em várias frentes.”

             

            A reunião do Fórum Permanente de Turismo Náutico no Lago de Itaipu foi só uma primeira etapa para impulsionar o turismo náutico na região. Um próximo passo será o de assinatura do Termo de Compromisso, além de uma viagem técnica a Angra dos Reis, visando buscar experiências de gestão e promoção do turismo náutico.

             

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              Vem aí a histórica 25ª edição do Rio Boat Show

              Principais destaques do mercado de barcos e lifestyle náutico vão atracar na Marina da Glória, de 28 de abril a 5 de maio

              A 25ª edição do evento náutico mais charmoso do Brasil já tem data confirmada. O Rio Boat Show 2024 acontece de 28 de abril a 5 de maio, nas águas da Marina da Glória, no Rio de Janeiro. E os amantes deste universo já sabem: não há cenário mais belo para vivenciar o que de melhor esse lifestyle pode oferecer.

              Além da vantagem de ver os barcos em seu habitat natural, sobre as águas da Baía de Guanabara, compradores ainda podem ter a chance de testar suas embarcações ao lado de profissionais altamente capacitados. Tudo isso em um cenário paradisíaco, com o Cristo Redentor de fundo e a sensação única de estar, claro, no Rio de Janeiro.

              Para além de uma experiência imperdível, o Rio Boat Show é também palco de muitos negócios, que movimentam fortemente o mercado náutico brasileiro. A mais recente edição do evento, em 2023, comercializou 200 embarcações, com a geração de mais de R$ 240 milhões em negócios, fortalecendo a indústria e sua cadeia produtiva.

               

              O Rio Boat Show do ano passado ainda recebeu a visita de mais de 33 mil pessoas, que puderam conferir de perto a participação de grandes marcas do setor náutico. De motos aquáticas a iates, foram exibidos mais de 80 barcos no evento — 70 deles sobre as águas.

              No Rio Boat Show 2024 serão, ao todo, oito dias em que fabricantes, distribuidores e revendedores se reunirão para conectar os melhores produtos do mercado aos interessados em fazer bons negócios — além de celebrar a sensação única de vivenciar este universo em sua essência.

              Uma variada gama de produtos náuticos, desde barcos e motores até equipamentos, acessórios, jets, empresas de turismo, gastronomia e entretenimento para toda a família te esperam no Rio Boat Show 2024.


              Principais marcas do mercado náutico estarão no Rio Boat Show 2024

              Os principais nomes do setor náutico já confirmaram presença na especial 25ª edição do Rio Boat Show — que ainda promete muito mais!

               

              São eles: Acobar, Ademicon, Agroquímica (fabricante da Kelson’s), Aloha Náutica (representante das francesas Beneteau e Excess), Azimut, Azov, Armazém Off-Road (CFMoto), Coral, Hidea, Jeanneau, Kapazi, Mercury, Mestra, Metalu, NX Boats, Quadricenter (BRP — Sea-Doo e Can-Am), Real Powerboats, Roxy Marine, Schaefer Yachts, Sessa Marine, SF Marina, Solara, Grupo Sailing (representante dos catamarãs Lagoon), Triton Yachts, Ventura, Volvo, Yamaha, Yanmar e Zath Mariner.

              Anote aí!

              RIO BOAT SHOW 2024
              Quando: De 28 de abril a 5 de maio;
              Horário: De segunda à sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h;
              Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória);
              Mais informações: rioboatshow.com.br.

               

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                Noivo cai de lancha após pedido de casamento durante passeio no mar; veja vídeo

                Cenário escolhido para o pedido fez rapaz cair da proa de embarcação em Santa Catarina

                29/01/2024

                Desde os discretos aos mais inusitados, são inúmeras as estratégias usadas para fazer o pedido de casamento perfeito. O cenário pode ser o cinema, um show, em frente à Torre Eiffel ou ao Cristo Redentor… desde que tenha relação com o casal. A escolha do nutricionista Michael Alexandre, por exemplo, foi uma lancha — mas, mesmo após um “sim”, o noivo levou um banho de água fria.

                Michael se preparou para fazer o tão esperado pedido à Janaina Alves — até então, sua namorada — em uma viagem do casal. Eles, que são do Paraná, seguiram para Florianópolis, em Santa Catarina.

                 

                O roteiro do pedido de casamento estava todo arquitetado. O casal saiu da praia de Ponta das Canas, na capital catarinense, e, durante o passeio de lancha até a Praia dos Magalhães, em Governador Celso Ramos, o rapaz pediria Janaina em casamento.

                Foto: Instagram @janainaholodniak / Divulgação

                Para tornar o momento ainda mais especial, Michael se preocupou em “preparar o ambiente”. Para isso, contou com a ajuda da equipe “Tô de Lancha” (responsável pela embarcação), que além de colocar a música preferida do casal para tocar (Don’t Stop Believin’), espalhou pétalas de rosas na proa do barco, enquanto amigos distraíam Janaina.

                 

                A essa altura do campeonato, quem já tentou se equilibrar na proa de uma embarcação em movimento, imagina o que aconteceu. Michael, que estava nervoso, sabia do risco, principalmente de “deixar a aliança cair no mar“, conforme contou em entrevista ao G1.

                 

                Mas ele foi firme rumo ao seu objetivo: se ajoelhou na proa do barco, sacou a aliança do bolso e fez o pedido de casamento. Janaina aceitou e, até aí, tudo ia dando certo. Contudo, o que ele temia, aconteceu. A junção do balanço do barco, mais o vento forte do momento, aliado à proa molhada, não poderia resultar em outra coisa: um banho de água fria.

                 

                 

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                Uma publicação partilhada por ⚓ (@todelancha.floripa)

                 

                Sim, Michael escorregou e ficou pendurado na lancha, agarrado ao guarda-mancebo, em uma cena que pareceu até retirada de uma comédia pastelão. E com direito a tudo registrado pelos celulares de seus amigos — que caíram na risada, em vez de tentar ajudar o mais novo noivo. Depois de alguns segundos de humilhação, Michael preferiu desistir de se segurar, se jogando ao mar para o banho de água fria.

                 

                Apesar do desfecho inesperado, os noivos fizeram piada da situação nas redes sociais. “Eu sobrevivi, galera. Não houve nenhum dano sério, a noiva não sabe nadar, então nada poderia fazer. Apesar do tombo, nos divertimos muito e deu tudo certo no final”, escreveu Michael.

                 

                Janaina, por sua vez, contou que a surpresa foi “emocionante, repleta de risadas e tombos, mas, acima de tudo, de muito amor”. Vivam os noivos!


                Cuidado ao ficar de pé na proa do barco

                A Capitania dos Portos, da Marinha do Brasil, ressalta que embarcações estão sujeitas às condições do mar. Dessa forma, “manter-se de pé, sem apoio, pode resultar em quedas.”

                 

                Michael, por sorte, não se feriu. Mas a Marinha indica que cada passageiro “familiarize-se com as características da embarcação, como pontos de apoio seguros, áreas instáveis e potenciais riscos.” Outra dica é se manter em cima da parte em espuma vinílica acetinada (EVA).

                 

                Para conferir mais dicas de segurança no mar, confira a matéria completa da NÁUTICA sobre os mandamentos para navegar de maneira mais segura.

                 

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                  Procurando barco de entrada? NÁUTICA testou a Triton 250 Open, ideal para começar a navegar; assista

                  Embarcação com banheiro fechado e plataforma de popa foi testada nas águas do Lago de Itaipu, em Foz do Iguaçu

                  Com verões cada vez mais quentes, começar a navegar tem sido a ideia de muita gente. Nesse contexto, vem a pergunta: com qual barco começar? É aí que entram as lanchas de entrada, como a Triton 250 Open, testada pela equipe de NÁUTICA e com vídeo já disponível no Canal Náutica no Youtube.

                  No universo das chamadas “lanchas de entrada”, que abrange embarcações de pequeno porte, entre 18 e 25 pés, a Triton 250 Open Sport se destaca.

                  O consultor técnico Nicola Getschko foi o responsável por avaliar todos os detalhes da lancha, nas águas do Lago de Itaipu, no Paraná, durante o Foz Internacional Boat Show.

                   

                   

                  Com espaço para até 12 pessoas, a embarcação traz sofás ergonômicos e espaçosos na proa — que é aberta — , com, inclusive, guarda-copos, pega-mãos e paióis, que facilitam a viagem com mais pessoas. Afinal, não é porque o barco é pequeno que ele precisa ser “cru”.

                  Um dos grandes destaques da Triton 250 Open é, inclusive, o aproveitamento dos espaços. Grande prova disso é que, apesar dos apenas 25 pés, a lancha tem um banheiro fechado, ao lado do posto de comando, equipado com vigia, pia e armário.

                  No cockpit, os sofás em L somados à pia, geleira e cristaleira garantem que os passageiros fiquem confortáveis até o destino final do passeio.

                  O mesmo pode se dizer da plataforma de popa que, com seus 2,2 metros de largura, proporciona espaço para mais lazer, como a possibilidade de uso de uma churrasqueira portátil.

                  Quer saber com mais detalhes tudo o que envolve a Triton 250 Open? Acesse o Canal Náutica no YouTube e confira!

                   

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                    De cruzeiro luxuoso a fraude e investigação criminal: mais um episódio da Life at Sea

                    História que começou com o sonho de viajar pelo mundo por 3 anos virou pesadelo com prejuízo milionário

                    Se a história que envolve a Life at Sea Cruises fosse contada como em uma série, esse seria o 3º episódio de uma temporada de estreia cheia de emoções — e prejuízos. Tudo começou com o sonho de viajar pelo mundo em um cruzeiro de 3 anos. Depois, veio o cancelamento da viagem e um prejuízo milionário. Agora, parece que chegou a vez da redenção dos injustiçados, com uma investigação criminal.

                    Anteriormente, em Life at Sea Cruises: um cruzeiro de 3 anos ao redor do globo, somando 135 países a serem visitados, fez com que interessados investissem US$ 35 mil (cerca de R$ 172 mil, convertidos em janeiro de 2024) para viver a experiência. Contudo, a viagem, que teria início em 1º de novembro de 2023, foi cancelada, gerando um prejuízo inicial de US$ 180 mil (quase R$ 1 milhão) aos clientes da Life at Sea.

                    Foto: Life At Sea Cruises / Divulgação

                    Além da perda do dinheiro, dezenas de passageiros ficaram sem ter para onde ir, já que, como o cruzeiro duraria 3 anos, muitos saíram de suas casas e venderam seus imóveis pela aventura de viver em alto-mar. A Life at Sea, por sua vez, informou que faria o reembolso do valor da viagem em parcelas mensais, a partir de dezembro de 2023 — o que não aconteceu.

                    Cruzeiro prometia Wi-Fi, salas de reunião, escritórios, lounge, impressoras e até biblioteca. Foto: Architectural Digest / Divulgação

                    Agora, em uma carta assinada por 78 desses passageiros, os clientes da Life at Sea estão pedindo a Markenzy Lapointe, procurador dos Estados Unidos para o Distrito Sul da Flórida, para iniciar uma investigação sobre a controladora Miray Cruises (proprietária da Life at Sea).

                     

                    Na carta, os passageiros relatam que pagaram mais de US$ 16 milhões (R$ 78,5 milhões) entre si à Life at Sea Cruises, com a promessa de que esse dinheiro não seria usado como entrada para a aquisição de um navio — justamente o que aconteceu.


                    Para proporcionar a viagem, a ideia da Life at Sea Cruises era comprar o AIDAaura, um navio da AIDA Cruises, subsidiária alemã da Carnival Corp. Acontece que, após cerca de um mês e meio de incertezas, em 16 de novembro, outra empresa, a Celestyal Cruises, anunciou que tinha comprado o AIDAaura. Ou seja, não havia navio para realizar o cruzeiro.

                    Navio AIDAaura. Foto: Instagram @aida_cruises / Divulgação

                    Em comunicado ao NY Times, o diretor de operações da Miray Cruises afirmou que os reembolsos ainda não foram aprovados em razão de uma “documentação adicional” exigida pelo banco. Ainda de acordo com ele, o problema deve ser resolvido até 15 de fevereiro deste ano, apesar de os passageiros não acreditarem em mais essa promessa.

                     

                    Será que vem um plot twist nessa história?

                     

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                      Conheça a ilha do Caribe que é refúgio de celebridades desde 1950

                      Astros do cinema e da música, como Madonna e Leonardo Di Caprio, são alguns dos famosos que visitam St. Barth

                      28/01/2024

                      O que Madonna, Beyoncé, Leonardo Di Caprio e Ben Affleck tem em comum? Além dos milhões na conta, todos eles compartilham do mesmo gosto para curtir os dias de lazer quando estão longe de superproduções: a ilha caribenha de St. Barth.

                      Também conhecida como Saint-Barthélemy (ou Ilha de São Bartolomeu, em tradução livre), a ilha que tem diárias a partir de US$ 800 (cerca de R$ 3,9 mil em conversão realizada em janeiro de 2024) caiu no gosto dos famosos ainda em 1950. E não é para menos.

                      Foto: Nikki Beach / Divulgação

                      São 24 quilômetros quadrados que misturam o savoir-faire francês com o calor e as cores do Caribe, já que a ilha fica nas Antilhas Francesas, no nordeste caribenho. O resultado dessa mistura é logo visto e apreciado pelas celebridades nos hotéis e resorts de luxo da região, que esbanja exclusividade em suas 22 praias de areia branca e águas cristalinas.

                       

                      Entre as mais populares estão Flamands, Eden Rock e St. Jean, mas não para por aí. O famoso clube Nikki Beach, espalhado pelos principais pontos turísticos do mundo, também está em St. Barth.

                      Foto: Nikki Beach / Divulgação

                      Por lá, o clube de praia de luxo “combina elementos de música, gastronomia, entretenimento, moda, cinema e arte em um único destino”, como a própria empresa descreve — e não poderia combinar mais com o público que visita St. Barth.


                      Quando se fala na diversão de celebridades como Jennifer Lopez, Jeff Bezos, Mike Tyson, Michael Jordan e Paul McCartney, os iates de luxo não podem ficar de fora. No caso do destino em questão, é no porto de Gustávia que os astros do cinema e da música passeiam exibindo suas belas embarcações.

                      Porto de Gustavia, em St. Barth

                      Como visitar St. Barth?

                      Os meios mais “simples” para chegar a St. Barth são através de iates ou aviões particulares, claro. Mas há também outras opções.

                      Foto: Nikki Beach / Divulgação

                      Partindo do Brasil, as duas melhores opções em voos são via Miami ou Panamá e, de ambos, seguir para Saint Martin, localizada a 22 quilômetros de distância. De lá, para chegar até a ilha, é necessário pegar um voo panorâmico (com cerca de 15 minutos) ou ferry boat (1 hora).

                       

                      O voo panorâmico custa em média US$ 250 (cerca de R$ 1,2 mil), enquanto o ferry boat sai por US$ 70 (aproximadamente R$ 344). Vale ressaltar que, na maioria dos casos, há obrigação de estadia de pelo menos uma semana.

                       

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                        Pesquisa da USP “descobre” o maior lago de todos os tempos, que abrigava a menor baleia da história

                        Estudo realizado pela Universidade de São Paulo fez com que o lago entrasse para o "Guinness", o livro dos recordes

                        27/01/2024

                        Um estudo do Instituto Oceanográfico (IO), da Universidade de São Paulo (USP), revelou um dos fatos mais fascinantes já vistos. Foram descobertas as dimensões do pré-histórico lago Paratethys, que o tornaram o maior da história — entrando, inclusive, para o “Guinness Book”, o livro dos recordes. Ironicamente, neste lago, morava nada menos que a menor baleia do mundo.

                        Liderada pelo pesquisador Dan Valentin Palcu, a descoberta contou com a técnica de magneto-estratigrafia — responsável por aplicar o registro das inversões de polaridade do campo magnético da Terra nas rochas, como ferramenta de datação — , além de reconstruções paleogeográficas digitalizadas.

                        Região onde se encontrava o lago Paratethys, de acordo com os pesquisadores. Foto: Dan Valentin Palcu/ Divulgação

                        Com estes recursos, foi possível determinar qual era o tamanho e o volume do Paratethys, tornando-o, assim, o maior lago da história. De acordo com a estimativa, este corpo d’água, em seu auge — há cerca de 10 milhões de anos –, cobria 2,8 milhões de quilômetros quadrados — maior que o Mar Mediterrâneo.

                         

                        Além disso, o lago detinha um volume maior que 1,77 milhão de quilômetros cúbicos de água salobra — que apresenta mais sais dissolvidos que a água doce e menos que a do mar. Embora não exista mais, este lago pré-histórico tem como resquícios modernos os Mares Cáspio, Negro e de Aral.

                         

                        Segundo Palcu, por muito tempo se acreditou que existia um “mar pré-histórico” na região, conhecido como Mar Sármata. Entretanto, a pesquisa trouxe evidências que este veio a se tornar um lago, pois ficou “isolado do oceano e cheio de animais nunca vistos em outros lugares ao redor do globo.”

                        Maior lago com a menor baleia

                        O ecossistema do maior lago do mundo é muito singular, caracterizado por uma fauna endêmica única. Entre as espécies que lá viviam, a mais curiosa é a Cetotherium riabinini, também conhecida como a menor baleia já encontrada — que contrasta com o tamanho do Paratethys.

                        Foto: Paratethys durante configuração de alto nível. Foto: Scientific Reports/ Divulgação

                        Durante a crise mais grave, o nível da água deste lago perdeu até 250 metros — equivalente a dois terços da sua superfície e um terço do volume. Assim, causou um impacto devastador na fauna e, consequentemente, a extinção de muitas espécies — como a menor baleia da história.

                        Nossas investigações vão muito além da simples curiosidade. Elas revelam um ecossistema que responde de forma extremamente aguda às flutuações climáticas– Dan Valentin Palcu

                        Como o maior lago do mundo se formou?

                        O maior lago do mundo se formou na antiga Eurásia, no final do Mioceno, quando uma parte do oceano, chamada Mar de Paratethys, ficou separada do restante, devido aos movimentos da crosta terrestre. Embora ainda não se saiba a intensidade e seus impactos, ocorreram várias situações de falta de água e secas parciais.

                        Reconstrução paleogeográfica das flutuações do Paratethys no final do Mioceno. Foto: Scientific Reports/ Divulgação

                        Segundo o estudo da USP, os principais períodos de seca aconteceram entre 9,75 e 7,65 milhões de anos atrás. Além disso, os pesquisadores identificaram quatro movimentos principais de redução do nível de água que estão relacionados a mudanças no clima, na vegetação e na fauna em grande parte da Europa.

                        Mar Negro, o “irmão” mais próximo

                        Entre os considerados homólogos — que tem uma origem comum ou fundamental com algo –, o Mar Negro moderno é o que mais tem resquícios do Paratethys. A principal semelhança se dá pelas águas ricas em sulfureto de hidrogênio — gás tóxico e prejudicial para humanos e a maioria dos animais.

                        As rochas formadas durante as crises do lago se tornaram falésias no litoral do Mar Negro. Foto: Dan Valentin Palcu/ Divulgação

                        Além disso, os sedimentos do Mar Negro contêm metano “congelado”, um gás de efeito estufa potente, que em resposta ao aquecimento global, poderia ser perigosamente libertado na atmosfera, resultando assim numa série de catástrofes ambientais.

                        O Mar Negro tem potencial para se tornar uma das maiores regiões naturais de armazenamento de carbono da Terra. A sua estabilidade é de suma importância para desbloquear a sua capacidade para futuras iniciativas de armazenamento de carbono e para prevenir futuros desastres ecológicos– Palcu

                        O líder da pesquisa enfatiza que, decifrar a história do Paratethys não é apenas uma viagem a um passado trágico, mas também um farol de esperança para o futuro. Com o lugar de destaque no livro dos recordes, fica a torcida para que barreira entre a ciência e o público geral caia e este assunto ganhe a merecida atenção.

                         

                        Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                         

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                          Schaefer Yachts recebe certificação de Empresa Estratégica de Defesa

                          Publicado pelo Ministério da Defesa, certificado comprova atividades do estaleiro voltadas à segurança nacional

                          26/01/2024

                          Com mais de 30 anos de experiência no mercado, diversas feiras náuticas ao redor do mundo e quase 4 mil barcos entregues, a Schaefer Yachts acaba de ganhar mais um motivo para comemorar. O estaleiro catarinense foi credenciado como Empresa Estratégica de Defesa (EED), para embarcações blindadas de 30 a 83 pés, destinadas ao uso das Forças Armadas, na categoria Produto Estratégico de Defesa (PED).

                          A homologação desse feito pelo Ministério da Defesa já foi publicada no Diário Oficial da União, na Portaria GM-MD Nº 6.131, de 18 de dezembro de 2023. Para entender melhor o que tudo isso significa, vale ressaltar que uma EED é toda a empresa credenciada pelo Ministério da Defesa com importância comprovada na realização ou condução de atividades específicas dentro de sua área de atuação, voltadas à segurança nacional.

                          Empresas que visam o credenciamento EED precisam possuir comprovado conhecimento científico ou tecnológico, além de ter sede no país e assegurar o controle acionário de brasileiros, possibilitando a continuidade produtiva em território nacional.

                          O credenciamento da Schaefer Yachts como EED e os barcos como PED vem para certificar a seriedade, a qualificação técnica e o comprometimento do estaleiro na evolução do mercado náutico brasileiro, consagrando o sucesso de nossa história– ressaltou a Schaefer em comunicado à imprensa

                          Seguindo essa linha, vale lembrar que, recentemente, a Schaefer construiu uma lancha especial para a Polícia Ambiental catarinense, com pintura camuflada e muitos detalhes de um barco militar, projetada especialmente para atender às necessidades da entidade.

                          Foto: Schaefer Yachts/Divulgação

                          A certificação como EED chega em um ano que promete ser movimentado para o estaleiro catarinense, que só na segunda metade do mês de janeiro, emplacou uma série de três feiras náuticas internacionais, de forma simultânea.


                          Ao todo, serão seis barcos da Schaefer em exposição no mercado internacional até março deste ano. Isso porque o estaleiro ainda participará de mais dois salões internacionais: o Miami International Boat Show, em fevereiro, e o Palm Beach International Boat Show, no mês seguinte.

                           

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                            Dinâmico e funcional: conheça novo superiate de 157 pés com inspirações asiáticas

                            Desenvolvido por empresa italiana, o chamado projeto Sagasu pretende explorar o mercado da Ásia

                            Vem aí um novo superiate de 157 pés (48 metros), com inspiração asiática e projetado para exploração e descoberta de novos horizontes no mercado. Estamos falando do conceito Sagasu, feito pela italiana especializada em design de iates Hydro Tec, que chega equipado com comodidades e funcionalidades que os amantes da navegação vão gostar de conhecer.

                            Essa é a primeira parceria estratégica da Hydro Tec com seu novo parceiro para as regiões da Ásia e do Pacífico, Adam Blackmore, cofundador da Iseo Yachting Limited, com sede em Hong Kong. Não à toa, vem do continente asiático a influência artística do iate.

                            Foto: Hydro Tec/ Divulgação

                            Inclusive, o nome “Sagasu” significa procurar, buscar algo desejado e necessário — exatamente a proposta do superiate de exploração da Hydro Tec. Além disso, ressalta-se o fato da embarcação oferecer volumes e funcionalidades de iates maiores em “apenas” 157 pés.

                            Estou confiante de que esta sinergia levará a resultados extraordinários e nos permitirá consolidar ainda mais a nossa posição no mercado global, reforçando o nosso compromisso com a excelência na indústria de design de iates– Sergio Cutolo, presidente da Hydro Tec

                            Flexível, tradicional e elegante

                            Com traços clássicos e tradicionais harmoniosamente mesclados com elementos de robustez e modernidade, o superiate se caracteriza com linhas elegantes e sinuosas. Na parte exterior, seu design é um misto entre o tradicional, moderno, dinâmico e elegante.

                            Foto: Hydro Tec/ Divulgação

                            As janelas embutidas no casco, que criam uma espécie de “ilha central suspensa” também chamam a atenção. Inclusive, a embarcação conta com a incorporação de vidros do chão ao teto, com a intenção de oferecer aos convidados uma melhor vista ao seu redor.

                            Foto: Hydro Tec/ Divulgação

                            Este superiate de exploração foi configurado com quatro layouts diferentes, para que os futuros proprietários se aproveitem da flexibilidade do design e personalizem de acordo com suas preferências. Mas seja qual for o modelo escolhido, os espaços generosos do barco se mantêm.

                            Sagasu tem uma área de proprietário com varanda chaise lounge integrada, que se estende por 70 metros quadrados. Repleto de janelas enormes, a suíte do dono conta com vista para a banheira de hidromassagem privativa e para a aconchegante área de estar ao ar livre.

                            Foto: Hydro Tec/ Divulgação

                            O beach club do superiate conta com duas grandes piscinas — uma na popa e outra na proa, com borda infinita. Também tem áreas para banhos de sol e assentos modulares para relaxamento, ideais para socialização ao ar-livre. No momento, é provável que a embarcação comporte, no máximo, 12 convidados.

                            Foto: Hydro Tec/ Divulgação
                            Foto: Hydro Tec/ Divulgação

                            Para não atrapalhar os hóspedes que desejam desfrutar das áreas externas — inclusive quando o barco está no porto –, o bote de exploração e o bote de resgate estão alojados na garagem. Enquanto em seu interior, a Sagasu apresenta cores neutras de branco, azul e bege.

                            Foto: Hydro Tec/ Divulgação

                            Assim, a Hydro Tec começa sua tentativa de entrar no mercado asiático e explorar novas oportunidades no Extremo Oriente depois de 25 anos de experiência no Ocidente.

                             

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                              Os primeiros compradores ganharão um bônus especial e receberão o novo jet em até 20 dias, garante a marca

                              A chegada do novo Ventura Orca Performance by Taiga, primeiro jet elétrico da Ventura — e do Brasil –, abriu um mar de possibilidades para quem quer navegar com adrenalina, apenas ouvindo o som da água. E o momento para tornar essa possibilidade real acaba de chegar: a pré-venda do novo jet já está disponível, com bônus surpresa e entrega rápida para os primeiros compradores.

                              Foto: Taiga / Divulgação

                              A pré-reserva do inédito jet elétrico Ventura pode ser feita por meio do site oficial da Ventura. Com valores a partir de R$ 149 mil, os primeiros compradores terão um bônus surpresa, a ser revelado em 31 de janeiro, data do lançamento oficial do novo jet elétrico da Ventura.

                              Se interessou pelo novo jet elétrico da Ventura? CLIQUE AQUI PARA RESERVAR O SEU!

                              Foto: Taiga / Divulgação

                              De acordo com a marca, além do bônus, os primeiros interessados na novidade poderão ainda curtir o verão a bordo do novo jet, já que a entrega da embarcação será feita no prazo máximo 20 dias. Para aproveitar a oportunidade, ao acessar o site oficial, basta preencher os campos nome, telefone, e-mail e localização e enviar os dados à Ventura.

                              Conheça o novo jet elétrico da Ventura

                              O novo jet elétrico da Ventura é fabricado pela canadense Taiga Motors, que assinou um contrato de distribuição exclusiva com o estaleiro mineiro, com duração de três anos. Dessa forma, a Ventura levará a novidade tanto para o Brasil, quanto para outros países da América do Sul.

                              Foto: Taiga / Divulgação

                              O Ventura Orca Performance by Taiga é alimentado por uma unidade de tração integrada com motor inversor de sexta geração da Taiga, oferecendo eficiência de até 120 kw de potência de pico (até 160 cv) e 170 nm de torque, resultando em uma velocidade máxima de 100 km/h, afirma a marca. A bateria, segundo a Ventura, tem autonomia para até duas horas de uso.

                              Foto: Taiga / Divulgação

                              Para carregar o jet elétrico da Ventura, basta estacionar e conectar a embarcação a qualquer tomada padrão. O tempo de carregamento nessa modalidade leva cerca de 3 horas e meia, enquanto com um DC Fast Charging (opcional), o jet garante até 80% de bateria em menos de 40 minutos, segundo a marca.

                              Foto: Taiga / Divulgação

                              Seu casco foi otimizado hidrodinamicamente, resultando em uma estrutura equilibrada e eficiente em condições variadas. Tudo isso é aliado a um baixo centro de gravidade da bateria, o que proporciona estabilidade mesmo em manobras de alta velocidade.

                              Foto: Taiga / Divulgação

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                                Tubarão megalodon pode ter tido aparência diferente do que se imaginava até agora

                                Em novo estudo, cientistas descrevem possível novo formato para o gigante dos mares

                                25/01/2024

                                Mesmo extinto há mais de 3,6 milhões de anos, o tubarão megalodon continua em evidência nos dias atuais, seja por seus dentes gigantes encontrados por aí, ou por novos estudos sobre seu modo de viver. O mais recente deles, aponta que esse gigante dos mares tinha uma aparência diferente da que se imaginava até então.

                                Para os fãs da espécie — também conhecida como megalodonte — e de todos os mistérios que a envolvem, fiquem tranquilos: o megalodon continua sendo o maior tubarão que já existiu. O que um novo estudo sugere é que a estrutura do animal era, na verdade, “mais longa e mais fina”.

                                Foto: Encyclopedia Britannica / Divulgação

                                Isso porque, ao analisarem a coluna vertebral incompleta de um megalodon fossilizado — mantido no Instituto Real Belga de Ciências Naturais (IRSNB), em Bruxelas –, os cientistas encontraram discrepâncias em reconstruções anteriores.

                                Uma nova forma de ver o megalodon

                                Tradicionalmente, o megalodon é descrito como um “tubarão branco gigante”, já que, como parente próximo e predador com dieta e características semelhantes, os tubarões brancos são considerados um modelo ideal. Contudo, os estudiosos agora entendem que não é bem assim.

                                Tubarão branco era, até então, espécie mais próxima do megalodon

                                Conforme estudo publicado na Palaeontologia Electronica, diferentemente do tubarão branco, os megalodontes podem ter possuído a coluna vertebral mais fina, o que significa que o animal pré-histórico era, também, muito mais fino.

                                Ilustração compara formatos apontados como sendo o do megalodon. Foto: Universidade DePaul/Kenshu Shimada / Divulgação

                                Para chegar a essa conclusão, pesquisadores examinaram tomografias computadorizadas do esqueleto vertebral de um tubarão branco juvenil e depois o compararam com a vértebra do espécime do megalodon fossilizado. As diferenças estão, principalmente, no crescimento do centro — a parte central e sólida das vértebras do animal.


                                Agora, de acordo com Phillip Sternes, biólogo da Universidade da Califórnia e co-autor do estudo, uma nova espécie de tubarão pode ser mais adequadamente comparada ao gigante dos mares: o tubarão mako (Isurus oxyrinchus).

                                Tubarão mako (Isurus oxyrinchus)

                                Sobre o novo tamanho do megalodonte, os pesquisadores preferem não dar um comprimento definitivo sem evidências sólidas, mas sugerem que o animal ter alcançado até 20 metros ou mais de comprimento.

                                A realidade é que precisamos da descoberta de pelo menos um esqueleto completo de Megalodon para ter mais confiança sobre seu verdadeiro tamanho, bem como sobre sua forma corporal– Kenshu Shimada, paleobiólogo da Universidade DePaul 

                                 

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                                  Por que apenas 20% do oceano foi explorado até agora? Entenda as dificuldades do fundo do mar

                                  Mesmo que ocupe 70% do Planeta Terra, fatores como custo e pressão no fundo do mar dificultam as descobertas

                                  Você já ouviu falar que “sabemos mais do espaço do que do oceano”? Esta frase faz sentido e ressalta o quão difícil é explorar o fundo do mar, visto que conhecemos apenas 1/4 do que cobre 70% do planeta Terra. Mas afinal, por que é tão difícil mapear sua totalidade?

                                  Primeiramente, é preciso saber a imensidão que isso representa. Responsável por cobrir boa parte da Terra — só o Pacífico ocupa 45% — ,  o mar pode chegar a níveis de profundidades completamente inacessíveis para o ser humano — aí começa o primeiro problema de mapear o oceano.

                                  A profundidade média dos oceanos é maior que 3,6 quilômetros. Para se ter ideia, o nível de 100 metros — onde começa a síndrome de descompressão — já pode ser mortal aos humanos. É claro que há registro de pessoas que desceram bem mais que isso, como James Cameron, diretor do filme Titanic.

                                   

                                  A nível de curiosidade, o ponto mais profundo conhecido pelo homem é a Fossa das Marianas, com mais de 10,9 quilômetros — maior até mesmo que o Monte Everest. Caracterizada por depressões longas e estreitas, o ponto mais profundo também fica nela, o Challenger Deep, com quase 11 km.

                                  Ainda é pouco

                                  Com o passar do tempo, foi possível analisar as características dos oceanos de acordo com a profundidade, além de descobrir algumas espécies que precisam de uma certa altitude para viver.

                                   

                                  A tecnologia trouxe ainda drones submersíveis (ou ROV, sigla em inglês para “veículo aquático operado remotamente”), que permitem aos pesquisadores explorar as profundezas — mas esse uso ainda representa uma fração minúscula.

                                  É neste momento que a frase sobre conhecermos mais o espaço do que o oceano se cumpre. Enquanto 12 astronautas passaram um total coletivo de 300 horas na superfície lunar, só três pessoas passaram cerca de três horas explorando o Challenger Deep, segundo o Woods Hole Ocenographic Institution.

                                  Temos melhores mapas da Lua e de Marte do que do nosso próprio planeta- Gene Feldman, oceanógrafo emérito da NASA

                                  Outros problemas de explorar o oceano

                                  Suponhamos que, por algum milagre, você consiga resistir a toda pressão da profundidade do oceano e mergulhar até o fundo do mar. Ainda assim, teria uma série de problemas para enfrentar, como animais nem sequer descobertos pela ciência, água extremamente gelada e inexistência de luz.

                                  Sem contar que a própria logística para se chegar até o fundo do oceano é um grande problema. Afinal, trata-se de um investimento de alto risco em todos sentidos, inclusive financeiro, que inclui o uso de submarinos especiais, profissionais e outras tecnologias nada baratas.

                                  É possível explorar todo o oceano?

                                  A missão é complexa e pode envolver derivadores oceânicos (boias que dependem das correntes oceânicas para carregá-los, enquanto coletam dados) e veículos — ocupados por humanos (HOVs) ou remotamente (ROVs).

                                  Mas sim, é possível explorar todo o oceano — só demoraria cerca 200 anos! Pelo menos é isso que, em 2001, disse Walter Smith, geofísico da Agência Americana Oceânica (NOAA), numa hipótese na qual o mapeamento aconteceria com apenas um navio oceanográfico.

                                  Com 40 embarcações, levaria 5 anos– Walter Smith

                                  Na época, ele estimava que o custo dessa operação seria de aproximadamente US$ 3 bilhões de dólares. Vale ressaltar que a tecnologia evoluiu de lá para cá, o que poderia encurtar o tempo que levaríamos para explorar 100% o oceano.

                                   

                                  Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                   

                                  Náutica Responde

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                                    No Acre, artesão reproduz barcos que navegam pela Amazônia em miniatura

                                    Aos 60 anos, artista carioca que mora em Rio Branco vê na profissão uma forma de terapia

                                    24/01/2024

                                    Carlos Alberto é carioca, mas morador de um outro Rio — o Rio Branco, capital do Acre. Desde criança, ele sabia de sua vocação para artesão. Acabou se tornando topógrafo, mas a profissão — que, aparentemente, nada tem a ver com arte — o levou para o caminho que ele via para si lá atrás. Atualmente, o “acriano carioca” produz barcos em miniatura, sob escala, idênticos às grandes embarcações que navegam pela Amazônia.

                                    Essa história começou através, justamente, de outra criança: Felipe, filho de Carlos. Em 2008, quando Felipe tinha 10 anos, Carlos o levou para o porto onde (à época) era gerente, em Porto Velho, Rondônia. O que ele não esperava é que o menino se apaixonaria pelos barcos que lá viu, e nesse mesmo dia, surgiria sua primeira encomenda como artesão de barcos em miniatura.

                                    Foto: Arquivo pessoal

                                    A pedido de Felipe, Carlos construiu o barco que abriu as portas para todos os outros que ainda viriam. Segundo ele mesmo contou à reportagem de NÁUTICA, “ficou longe de ser perfeito, mas encantou as pessoas que por lá passavam.”

                                     

                                    A partir daí, a topografia passou a ajudar Carlos de uma maneira diferente: a construir barcos em escala, ou seja, com dimensões iguais às originais, mas em formato miniatura.

                                    Foto: Arquivo pessoal

                                    Da planta ao projeto final: tudo passa por Carlos

                                    Para que os barcos em miniatura sejam versões idênticas aos modelos originais, Carlos se baseia na planta original da própria embarcação, com o apoio de fotos que ele mesmo tira. Nos casos em que o cliente não possui a planta do barco, a experiência como topógrafo ajuda o artesão a medir toda a embarcação real e, assim, produzir uma planta.

                                    Foto: Instagram @carlosdias1409 / Divulgação

                                    Com todos os dados em mãos, chega a vez de fazer o pedido dos componentes eletrônicos que vão constituir a miniatura, que começa a ser produzida de baixo para cima no ateliê de Carlos. De acordo com ele, seu local de trabalho é “simples, mas bem funcional.”

                                    Foto: Instagram @carlosdias1409 / Divulgação

                                    Sua principal matéria-prima é o compensado de 4mm, presente em grande parte dos 30 barcos de 25 modelos diferentes já produzidos por ele.

                                     

                                    Outros materiais bastante utilizados pelo artesão são o alumínio, plástico, madeira acetato e massa rápida, entre outros.

                                    Foto: Arquivo pessoal

                                    Se engana, porém, quem pensa que as miniaturas são feitas apenas para ficarem paradinhas em cima de algum móvel.

                                     

                                    Em média, um modelo leva de 20 a 45 dias para ficar pronto e, na última etapa do processo, quando as embarcações já estão praticamente prontas, elas passam por testes na água!

                                     

                                     

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                                    Uma publicação partilhada por Carlos Dias (@carlosdias1409)


                                    Para o artesão, inclusive, detalhes como esse são parte essencial de seus trabalhos. Por isso, iluminação, pequenos objetos, atenção às cores e a atenção minuciosa às medidas estão sempre presentes nas obras de Carlos.

                                    Você pode ter caprichado em tudo, mas se não tiver detalhes (pequenos e sutis), fica sem vida– comenta o artesão

                                    “Tem gente que paga para fazer terapia, eu recebo”

                                    A frase acima, dita pelo próprio Carlos, está no coração daquilo que o destino escolheu para que fosse sua profissão. Apesar de ver o seu trabalho como “receber para fazer o que gosta”, o artesão reconhece que “nem tudo são flores”, afinal, assim é para quem escolhe viver de arte.

                                    O reconhecimento não chega rápido e nem fácil. É como rapadura: é doce, mas não é mole– afirma Carlos

                                    Apesar disso, no caso de Carlos, há muitos motivos para comemorar. Suas obras já foram expostas no Expoacre, uma das maiores feiras de agronegócio do país. Seu trabalho também já saiu do Acre, passando pelos estados de Rondônia e Amazonas.

                                     

                                    Um dos clientes mais fiéis do artesão é Gladison Cameli, atual governador do Acre, que expõe em seu escritório as obras de Carlos.

                                    Gladison Cameli, governador do Acre. Foto: Arquivo pessoal

                                    Como ele [Gladison] é apaixonado por miniaturas e principalmente aviões, eu fiz um aeroporto, carretas e containers. Fiz também uma maquete de um aeroporto de uma cidade do interior do Acre (Tarauaca)– Carlos Alberto


                                    Apesar da produção das miniaturas, Carlos nunca teve um barco

                                    Com toda sua trajetória na produção de embarcações em miniatura, é fácil imaginar que Carlos seja dono de algum barco. Mas, não é o caso. Ele conta que nem mesmo na família há histórico de proprietários de barcos.

                                    Foto: Instagram @carlosdias1409 / Divulgação

                                    Uma embarcação de verdade, em dimensões normais, parece ainda ser distante das vontades do artesão. Mas, no caso das miniaturas, ele não só sabe como seria o seu barco ideal, como já está construindo um. Trata-se do Manoel Fonseca, que, segundo ele, “uns chamam de recreio e outros de navio.”

                                    Modelo miniatura do barco Manoel Fonseca está sendo construído por Carlos

                                    O modelo em questão foi construído pelo próprio Manoel Fonseca — tido por muitos como um dos lendários construtores de embarcações da região amazônica –, pelo seu irmão Zeca Fonseca e seu filho, Édson Fonseca. Para Carlos, a construção do barco (que deve ficar pronto em 2 meses) é uma forma homenageá-lo.

                                    Eu costumo dizer que a diferença de um brinquedo de criança para um de adulto é o preço– finaliza Carlos

                                     

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                                      Símbolo da Ilha do Campeche, animal foi inserido na região no século passado e agora toma conta do local

                                      Se você está pensando em conhecer as águas azuis da Ilha do Campeche, em Santa Catarina, é melhor se preparar: o local é dominado por uma espécie um tanto quanto diferente para essa região do estado: os quatis. Um turista que visitava o local sentiu, na prática, as consequências de “invadir” o território desses mamíferos, e precisou correr atrás de suas batatinhas, levadas por um deles areia a dentro.

                                      O turista bem que tenta pegar seu lanche de volta, mas o animal de focinho comprido, orelhas redondinhas e rabo listrado é, além de fofo, ligeiro, e não facilita a vida do visitante, que precisa suar para recuperar as batatinhas — se ele conseguiu ou não, ainda é um mistério.

                                      O flagra da corrida atrás da batatinha roubada pelo quati. Foto: Instagram @floripamilgrau / Reprodução

                                       


                                      A verdade é que quem conhece bem a Ilha do Campeche já vai até o local com a devida preparação para não ter nenhum alimento — ou objeto — “furtado” pelos quatis. Nos comentários da publicação do vídeo, na página “Floripa Mil Grau” no Instagram, há até quem sugira que os turistas “lembrem-se de levar frutas para deixar para eles.”

                                       

                                      O que não faltam, também, são outras vítimas do animal, que engana pela aparência fofa. Entre os relatos está o da Ana Paula: “já fui roubada por eles, uma maminha recheada com queijo” e o da Raquel: “na Ilha, deu bobeira eles levam até a sua bolsa.”


                                      Quatis são tradicionais mas não naturais da região

                                      Apesar de serem muito comuns na Ilha do Campeche, os quatis, na verdade, não são naturais dessa região. Há muitas teorias populares que envolvem a chegada dos animais até a praia.

                                       

                                      Uma delas, por exemplo, diz que os quatis foram levados décadas atrás ao local para combater a proliferação de cobras. Mas a teoria mais aceita é a compartilhada pelo geógrafo Aracidio de Freitas Barbosa Neto.

                                       

                                      Ao NSC Total, Aracidio afirmou que “foram inseridos alguns animais no período do clube de caça, na década de 1940. O destaque é o quati, que perdura até os dias atuais.”

                                      Apesar de moradores locais relatarem a extensa presença do animal na Ilha do Campeche, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) diz não ser possível precisar a quantidade de animais que vivem atualmente no local.

                                      Pela falta de predadores naturais e oferta abundante de comida, o descontrole populacional da espécie é evidente. Estima-se que a densidade da população de quatis na Ilha seja quase o dobro da população em áreas continentais, onde a espécie é nativa– mencionou o Iphan através de redes sociais

                                      As consequências da presença do animal em uma região fora de sua zona natural traz consequências — principalmente pela interação que os quatis tem, justamente, com os humanos.

                                       

                                      A batatinha foi apenas mais uma vítima do animal que, ainda de acordo com o Iphan, deixou de caçar e buscar alimento na mata e passou a pedir ou roubar comida dos visitantes, uma vez que os turistas criaram o hábito de alimentá-los com frequência.

                                      Dar comida aos quatis favorece o aumento populacional, que desequilibra ainda mais o frágil ecossistema e provoca situações de stress no animal, ocasionando constantes disputas por território e alimento– complementa o Iphan

                                      Por fim, caso a ideia seja visitar a Ilha do Campeche, é melhor tomar cuidado: apesar de cativantes, os quatis também são bravos e podem até morder. E, fica a dica: não alimente os quatis!

                                       

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                                        A Ferrari deve levar a velocidade das pistas para os mares com sua novidade, anunciada nesta quarta-feira (24). É isso mesmo: vem aí um barco da Ferrari — especula-se que seja um veleiro com hidrofólio, para ser mais preciso.

                                        Desde a terça-feira (23), a página da Ferrari no Instagram emplacou uma série de posts com frases misteriosas que levavam a crer que a gigante das pistas voltaria a se aventurar nos mares. Até que Giovani Soldini, ex-velejador da Maserati, anunciou hoje sua chegada à gigante italiana e confirmou a nova empreitada: a entrada da Ferrari nas competições de barcos a vela.

                                        Em vídeo de divulgação misterioso, Ferrari deu sinais de novo projeto, com possível hidrofólio. Foto: Ferrari / Divulgação

                                        Em comunicado, a Ferrari anunciou que “o ‘Cavalo Empinado’ se prepara para competir no mundo da vela, sob a orientação do diretor da equipe e aclamado navegador, Giovanni Soldini. Além de competir em pistas de todo o mundo, a Ferrari embarca agora neste novo empreendimento para aprimorar seu know-how tecnológico, em linha com a vontade contínua de progresso da empresa.”

                                         

                                        Para o novo projeto, a marca pretende seguir uma linha que vem ganhando força no mundo náutico nos últimos anos: a sustentabilidade. “A busca pelo máximo desempenho no mar gerará inovações e soluções concretas de sustentabilidade que, alinhadas à tradição da Ferrari, serão um importante estímulo na evolução de seus carros esportivos”, mencionou a Ferrari em comunicado.

                                        Com este novo desafio competitivo, motivado pela nossa capacidade inovadora e compromisso com a sustentabilidade, iremos ultrapassar as fronteiras atuais– John Elkann, presidente da Ferrari

                                        Vale dizer que os barcos elétricos com hidrofólios têm ganhado cada vez mais modelos, apontados como uma solução mais amigável ao meio ambiente, ao mesmo tempo em que alcançam alta velocidade, já que o arrasto na água é menor.

                                        Giovani Soldini defendia as cores da Maserati há 11 anos

                                        O experiente velejador Giovani Soldini, responsável por acabar com o mistério sobre o novo projeto da Ferrari, defendia a Maserati nas competições de vela há 11 anos. Na última segunda-feira (22), contudo, o atleta anunciou sua saída da marca. “Foi uma grande honra e também uma grande responsabilidade trazer o ‘Tridente’ e seus valores ao redor do mundo“, comentou o velejador.

                                        Foto: Instagram @giovanni_soldini / Divulgação

                                        Estou feliz e honrado por anunciar o meu novo empreendimento com a Ferrari para dar vida a um projeto pioneiro que combina inovação, desempenho e sustentabilidade– anunciou Giovani em seu Instagram

                                        Pistas sobre um novo barco da Ferrari

                                        Até o anuncio de Giovani, era difícil cravar que um novo barco da Ferrari estava a caminho — mas haviam pistas. Isso por que, em uma série de 15 posts, todos trocando o tradicional vermelho pelo azul do mar, a marca dava sinais misteriosos de um novo projeto nos mares.

                                        Feed do Instagram da Ferrari durante postagens misteriosas. Foto: Instagram @ferrari / Divulgação

                                        Em uma das muitas legendas com mensagens subliminares, a Ferrari mencionou que “o fogo acelera nossos motores. O vento molda nossos designs. No entanto, ambos podem nos impulsionar para frente”. Para os mais aficionados, esse foi um sinal claro de que o novo projeto se tratava, na verdade, de um barco.

                                         

                                        Agora, com o recente anuncio da chegada do velejador e o comunicado da própria Ferrai, as peças desse quebra-cabeças estão totalmente encaixadas.

                                         

                                        Ver esta publicação no Instagram

                                         

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                                        Essa não é a primeira vez da Ferrari sobre as águas

                                        Os mais chegados no universo náutico devem se lembrar que, em 1953, a Ferrari lançou um barco: o Arno XI, um hidroplano pintado do tradicional vermelho Ferrari e equipado com o motor de um Ferrari 375 — carro que conquistou a primeira vitória da marca no GP de Fórmula 1 da Grã-Bretanha de 1951.

                                         

                                        O resultado não poderia ser menos surpreendente. Com mais de 600 cavalos de potência, o hidroplano não só foi um sucesso como, no mesmo ano de seu lançamento, bateu o recorde mundial de velocidade, chegando aos 242 km/h.

                                         

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                                          Telão de cinema e “caverna” privativa: conheça o megaiate que parece vir de um filme de ficção

                                          Conceito da Officina Armare possui 279 pés e esbanja extravagância, mas ainda não conheceu os mares

                                          Sabe aqueles iates que parecem não ter fim e que só existem em filmes de ficção? Uma embarcação de luxo como essa pode sair do papel com o Projeto Armand, feito pela Officina Armare, que traz inovação, privacidade e toda extravagância que um megaiate de 279 pés (85 metros) tem direito.

                                          Por mais que não seja um conceito tão recente — sendo lançado em 2022 –, o projeto continua chamando atenção no mundo dos bilionários. Na procura de ser mais do que “apenas” um “megaiate padrão”, a construtora imagina a embarcação, inclusive, como uma ilha flutuante: independente e autossuficiente.

                                          Foto: Officina Armare/ Divulgação

                                          Com inspiração no design automotivo — suas linhas exteriores curvas e fluidas são prova disso –, o gigantesco barco possui um perfil baixo e uma proa afilada. Inclusive, a aparência do barco passa a impressão de velocidade mesmo quando o casco está parado.

                                          Foto: Officina Armare/ Divulgação

                                          Este megaiate de 85 metros também foi pensado para diminuir a emissão de carbono. Segundo a marca, ele viria “equipado com tecnologias contemporâneas projetadas para reduzir o consumo” e “propulsão elétrica com tecnologia de combustíveis fósseis e não-fósseis”.

                                          Por dentro da “caverna”

                                          O ambicioso megaiate de luxo oferece acomodação para até 18 passageiros e 21 tripulantes. Certamente, o que mais chamará atenção de todos eles ao navegarem no Projeto Armand é sua parte interior, problematicamente chamada de “Caverna do Homem” — embora nada impeça que mulheres se reúnam neste local.

                                          Foto: Officina Armare/ Divulgação

                                          Apesar do nome, essa área é excelente para quem procura privacidade. O espaço conta com um lounge privativo com direito a bar, uma garagem com itens realmente úteis a bordo, como equipamento de mergulho, brinquedos aquáticos e até mesmo um submersível U-Boat Worx SuperSub.

                                          Foto: Officina Armare/ Divulgação

                                          Há uma adega no lounge do proprietário — localizada no andar inferior — que funciona, de certa forma, como um “espaço secundário” à caverna. Vale destacar também a suíte máster de dois andares, com deque privativo próprio, jacuzzi e lounge externo com uma bela vista.

                                          Foto: Officina Armare/ Divulgação

                                          Heliporto que vira cinema

                                          O heliporto expansível do megaiate, situado na proa, além de permitir os pousos de helicóptero, também pode ser convertido em um grande cinema ao ar livre, com o que seria a maior tela externa a bordo de um barco privado, segundo a Officina Armare.

                                          Foto: Officina Armare/ Divulgação

                                          Falando em lazer, a embarcação possui ainda uma grande piscina com fundo de vidro, que de noite brilha com os LEDs e ilumina ainda mais a parte externa. Além disso, o salão principal do Projeto Armand não fica para trás, com sua estrutura côncava de tela LED que cria um espaço de realidade virtual de 180 graus.

                                          Megaiate apenas no papel

                                          O megaiate de luxo foi projetado para ser o melhor da sua classe, revolucionar o que conhecemos como luxo e ser o principal sonho dos endinheirados. Mas, para isso, ele precisa ainda sair do papel para ir aos mares.

                                          Foto: Officina Armare/ Divulgação

                                          Detalhes sobre o restante dessas tecnologias não estão disponíveis, visto que o Projeto Armand está interrompido até o momento desta publicação, embora uma retomada com o objetivo de transformar o conceito em realidade não esteja descartada — desde que haja um real interesse nele.

                                           

                                          Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                           

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                                            No mercado internacional: Sessa Marine terá novo escritório nos Estados Unidos

                                            Na Flórida, Sessa Marine US focará na comercialização e distribuição de embarcações para os EUA e Caribe

                                            23/01/2024

                                            A Sessa Marine, que tem mais de 65 anos de mercado, está investindo no mercado internacional e acaba de anunciar a abertura de um escritório nos Estados Unidos. A novidade focará na comercialização e distribuição de embarcações tanto nos EUA quanto no Caribe.

                                            Batizado de Sessa Marine US, o novo escritório — na cidade de Aventura, na Flórida — marca o retorno da empresa nascida na Itália ao mercado americano.

                                             

                                            A expectativa é que, já para 2024, as embarcações vendidas na região sejam responsáveis por 30% do faturamento. Para isso, além de um escritório de atendimento para relação com o cliente, a nova unidade terá estrutura para apoio em serviços e manutenção das embarcações.

                                            Foto: Sessa Marine / Divulgação

                                            Inclusive, seis unidades de lanchas Sessa devem chegar aos EUA até o final de janeiro, sendo elas: C36 IB, C36 OB, C40, C44, F42 e F48, fabricadas na fábrica do estaleiro em Palhoça, Santa Catarina — que, recentemente, também passou por uma expansão.

                                            Buscando novos mercados

                                            Esse novo investimento da Sessa reflete uma grande mudança ocorrida em 2023, ano em que a Intech Boating adquiriu a marca italiana. Com a compra, um novo corpo diretivo composto por gestores com experiência em diversos segmentos e mercados internacionais chegou à empresa para fortalecer ainda mais sua tradição.

                                             

                                            À frente da nova operação Sessa Marine US estão os executivos Vanderlei Pallhano e Guilherme M. de Lima, sócios do novo projeto global Sessa Marine & Intech Boating, e Marcelo Puscar, responsável pela administração do projeto americano.

                                            Foto: Sessa Marine / Divulgação

                                            Vale ressaltar que, atualmente, as operações e embarcações da Sessa Marine já estão presentes em 37 países, principalmente na Europa e Ásia.


                                            De acordo com a diretora de marketing da Sessa, Débora Felipe, para alcançar novos mercados, a empresa aposta nas oportunidades de crescimento e cooperação internacional em um mercado náutico que segue em constante desenvolvimento.

                                            Estamos trabalhando, sobretudo, com constante aperfeiçoamento dos nossos processos a nível global e que resultarão em uma série de novidades ao longo dos próximos anos– Débora Felipe, diretora de marketing da Sessa Marine

                                            Importância das feiras náuticas

                                            Com mais de 65 anos no mercado, a expansão da marca e a busca por novos mercados está diretamente ligada aos eventos náuticos. Somente no ano de 2023, a Sessa Marine esteve presente em quatro feiras náuticas, entre elas, o Rio Boat Show, São Paulo Boat Show e o Foz International Boat Show.

                                             

                                            Além disso, a empresa realizou um Dealer Meeting Internacional, em Cannes, na França, para apresentar seu novo projeto ao grupo de dealers europeus.

                                            Estaleiro Sessa Marine participou do Rio Boat Show 2023, na Marina da Glória

                                            Também nessa linha, como parte da estratégia da marca para conquistar ainda mais o mercado internacional, a Sessa Marine irá expor duas de suas embarcações no Miami Boat Show, uma das principais feiras náuticas do mundo, que acontece de 14 a 18 de fevereiro.

                                            A visibilidade que ganhamos ao participar desses grandes eventos é expressiva, ratificando o compromisso que temos com nossa rede de distribuidores e com o nosso objetivo em nos tornarmos referência mundial no mercado náutico– finaliza Débora Felipe

                                             

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                                              Para início de conversa, é importante ressaltar que, nos últimos dias, os EUA têm sofrido com a chegada de uma massa de ar ártico, que despencou as temperaturas de algumas regiões a -40°C. Com isso, o “vapor” que paira sobre as águas em questão se intensificou.

                                              @leylalately Steam from the Chicago River today. It was so cold evem the river was not ready. #chicagoriver ♬ Winter – AShamaluevMusic


                                              Esse vapor, aliás, não é como aquele que sai de uma chaleira quando a água já está fervendo. Na verdade, ele se assemelha mais, justamente, à “fumacinha” que sai do nariz e da boca das pessoas em dias muito frios.


                                              A explicação para o fenômeno que paira sobre as águas do Rio Chicago e do Lago Michigan está ligada à diferença de temperatura entre o ar frio e a água mais quente. Isso porque, no limite ente os dois, se forma uma camada de ar, que acumula vapor — por mais frio que esteja.

                                              @windycitylibrarian Sea smoke over Lake Michigan on January 15, 2024. #SeaSmoke #LakeMichigan #Chicago #Winter ♬ Dreamland – Alexis Ffrench


                                              O processo para que a fumacinha apareça se dá, então, da seguinte forma: o ar quente da água sobe, e o vapor, em contato com o ar muito mais frio, condensa e vira a névoa que se observa no rio e no lago.

                                              @chicago_natural Chicago is so cold that the lake is a Sea Smoke ️ nick_ulivieri/IG #chicago #chicagodowntown #downtownchicago #lakemichigan #winter #chiberia ♬ original sound – Chicago Natural


                                              No vídeo anterior, a fumaça que sai do Rio Chicago é bem nítida e espessa, e isso se dá pelo fato de que, naquela região, há uma grande diferença de temperatura entre o ar e a água, fato ligado ao chamado “ponto de orvalho”.

                                               

                                              O ponto de orvalho é a temperatura até a qual o ar deve ser resfriado para que o vapor de água presente no espaço se condense na forma de orvalho ou geada — no caso, aquela “fumacinha”.

                                               

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                                                Não é de hoje que o ser humano sai de casa preparado para qualquer problema que possa acontecer no caminho. Cientistas descobriram armas em um navio naufragado no século 15, que deveriam proteger a embarcação e as mercadorias de ataques piratas.

                                                Além disso, foram tiradas mais de mil fotografias e inúmeras amostras, de acordo com o estudo publicado recentemente no International Journal of Nautica Archeology. Vale ressaltar que mesmo não sendo um naufrágio recente, ainda tinha muito a ser desmitificado.

                                                Foto: Niklas Eriksson/ Divulgação

                                                Este navio já era conhecido pelos habitantes locais, na costa da Suécia, e foi alvo de pesquisa em 1969. Já se sabia também que os destroços do navio estavam na costa da ilhota Maderö, localizada no Mar Báltico, a cerca de 32 quilômetros a sudeste de Estocolmo — capital do país.

                                                 

                                                Na primeira visita, a embarcação foi descrita como um “grande navio comercial cheio de tijolos”. Mas com a nova exploração (realizada em maio de 2022) foram descobertas armas, que indicavam como as viagens daqueles tempos não eram tão tranquilas — afinal, estamos falando da época medieval.

                                                Antipirataria medieval

                                                Como se sabia que o navio naufragado carregava tijolos, a possiblidade dele ter afundado durante uma viagem comercial é bem alta. Embora nada indique que tenha sofrido um ataque pirata, não faltou preparo para uma situação como essa, visto que várias balas de canhão foram encontradas.

                                                Foto: Susanna Allesson-Nyberg/SMTM/ Divulgação

                                                Inclusive, foi encontrado enxofre — ingrediente da pólvora — cobrindo uma das balas de canhão.  De acordo com os arqueólogos, isso seria um indicativo de que ela pode ter sido carregada bem no momento do naufrágio. Mesmo assim, não está claro até que ponto era normal os navios mercantes estarem armados.

                                                 

                                                Niklas Eriksson, um dos autores do estudo, disse ao McClatchy News que muita pirataria acontecia no Mar Báltico durante os séculos 14 e 15. À época, muitas Marinhas nem sequer existiam, e grandes navios também serviam para transportar mercadorias e se defender de ataques.

                                                A curta distância e sob condições adequadas, tiros de armas de ferro forjado poderiam ter causado baixas em tripulações piratas atacantes– Brendan Foley, arqueólogo marítimo, ao McClatchy News

                                                Outras descobertas

                                                Além do navio naufragado com armas, os arqueólogos também determinaram que a embarcação navegava em direção a Estocolmo. Ou seja, seu destino ficava a apenas alguns quilômetros de onde ela afundou, como mostra o mapa abaixo.

                                                Foto: Niklas Eriksson/ Divulgação

                                                Amostras retiradas do casco de carvalho e submetidas à análise determinaram que a madeira teria vindo de diferentes partes do norte da Europa. Parte desse material, inclusive, seria de uma árvore derrubada em 1467. Ou seja, a origem deste material era importada, em vez de cultivada localmente.

                                                 

                                                Segundo os pesquisadores, as cargas de telhas e tijolos que estavam no navio vieram de Mecklenburg-Vorpommern, nordeste da Alemanha. Por conta dos pontos de origem, foi sugerido a chance de existir uma ligação com a Liga Hanseática — organização de comunidades mercantis no norte do país, potência no comércio inter-regional.

                                                 

                                                Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                 

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                                                  Inédita moto aquática, projetada no Canadá, será lançada oficialmente dia 29 de janeiro; conheça em primeira-mão

                                                  Imagine curtir a adrenalina e velocidade de uma moto aquática ouvindo apenas o som da água. É o que promete o novo Ventura Orca Performance by Taiga, primeiro jet elétrico da Ventura — e do Brasil. O modelo, que dispensa o uso de combustível, garante zero emissões de poluentes, além de nenhum ruído ou cheiro.

                                                  A marca apresentará a novidade que une emoção e sustentabilidade em dois eventos de lançamento: no dia 29 de janeiro, apenas para os dealers Ventura; enquanto no dia 31 de janeiro a sessão será para imprensa e influenciadores.

                                                   

                                                  O novo jet elétrico da Ventura é fabricado pela canadense Taiga Motors, que assinou um contrato de distribuição exclusiva com o estaleiro mineiro, com duração de três anos. Dessa forma, a Ventura levará a novidade para o Brasil e outros países da América do Sul.

                                                  De acordo com a Taiga, a marca mineira foi escolhida “por seu amplo conhecimento e experiência na distribuição e manutenção de produtos náuticos premium de primeira linha.” A embarcação, por sua vez, foi lançada em 2022 como o primeiro jet 100% elétrico do mundo produzido em larga escala.

                                                  Estamos entusiasmados em ser o novo e exclusivo distribuidor da Taiga no Brasil, Argentina, Chile e Paraguai, e oferecer aos nossos clientes uma maneira de explorar as magníficas águas da nossa região de uma maneira sustentável– Andre Motta, da Ventura

                                                  A Ventura já tem veículos elétricos em seu extenso portfólio de produtos, mas essa é a primeira vez que a marca de Minas Gerais vai comercializar um jet — e não é qualquer um, já que o Orca Performance by Taiga foi eleito uma das melhores invenções de 2022 pela revista TIME.

                                                  Conheça o novo jet elétrico da Ventura

                                                  O Ventura Orca Performance by Taiga é alimentado por uma unidade de tração integrada com motor inversor de sexta geração da Taiga, oferecendo eficiência de até 120 kw de potência de pico (até 160 cv) e 170 nm de torque, resultando em uma velocidade máxima de 100 km/h, afirma a marca. A bateria, segundo a Ventura, tem autonomia para até duas horas de uso.

                                                  Foto: Taiga / Divulgação

                                                  Para carregar o jet elétrico da Ventura, basta estacionar e conectar a embarcação a qualquer tomada padrão. O tempo de carregamento nessa modalidade leva cerca de 3 horas e meia, enquanto com um DC Fast Charging (opcional), o jet garante até 80% de bateria em menos de 40 minutos, segundo a marca.

                                                  Foto: Taiga / Divulgação

                                                  Seu casco foi otimizado hidrodinamicamente, resultando em uma estrutura equilibrada e eficiente em condições variadas. Tudo isso é aliado a um baixo centro de gravidade da bateria, o que proporciona estabilidade mesmo em manobras de alta velocidade. Estima-se que o preço do novo jet fique na faixa dos R$ 130 mil a R$ 150 mil.

                                                  Foto: Taiga / Divulgação

                                                  A Ventura vem se expandindo rapidamente e a adição do primeiro jet 100% elétrico do mundo ao nosso portfólio solidifica ainda mais nossa posição como líder na América do Sul, garantindo que continuemos a entregar produtos inovadores aos nossos revendedores e clientes– Carlos Motta, da Ventura


                                                  Parceria internacional

                                                  Nascida em 1983, a Ventura já entregou mais de 20 mil barcos — marco alcançado, inclusive, durante o São Paulo Boat Show de 2022. Além das lanchas, a marca produz ATVs e UTVs — off road voltados ao lazer e ao agronegócio –, bem como uma linha de acessórios. Por isso, a empresa redefiniu sua marca em 2021, passando a chamar Ventura Experience, que engloba os setores Marine, Adventure e Store.

                                                   

                                                  A Taiga, por sua vez, é uma fabricante pioneira de veículos elétricos off-road, incluindo motos de neve para montanhas, trilhas e utilitários, além das motos aquáticas. A marca é ainda vencedora do prêmio Fast Company 2022 World Changing Ideas e do prêmio Best of What’s New 2022 da Science.

                                                   

                                                  De acordo com Rodrigo Arrambide, diretor de estratégia comercial e operações da Taiga, a marca canadense viu na parceria com a Ventura a oportunidade de “compensar a sazonalidade norte-americana”, e garantir, assim, o novo jet elétrico como um negócio durante todo o ano.

                                                   

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                                                    22/01/2024

                                                    O peixe medaka (oryzias celebensis) ganhou o apelido de “peixe Hulk” por ter uma semelhança com o personagem da Marvel: ele “muda de cor” quando está com raiva. Ao menos foi isso o que constataram pesquisadores japoneses, que divulgaram o achado em um artigo publicado no site bioRxiv.

                                                    De acordo com os biólogos do estudo, alguns dos machos da espécie comumente encontrada na Indonésia tem em suas nadadeiras e laterais algumas marcas, que mudam de cor em poucos segundos quando o animal fica irritado.

                                                    Foto: bioRxiv / Divulgação

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                                                    Para entender melhor como o peixe Hulk é capaz de “mudar de cor”, os pesquisadores fizeram alguns experimentos. No primeiro deles, uma fêmea e dois machos do animal ficaram juntos em um tanque. No segundo, ficaram três machos e, no terceiro, dois machos e uma fêmea dividiram um tanque limpo, sem algas.

                                                     

                                                    Com isso, os estudiosos descobriram que, independentemente da presença de uma fêmea, os peixes machos atacaram um ao outro em um número de vezes semelhante, com exceção do tanque limpo, onde não houveram ataques nem alterações de cor.


                                                    Contudo, o número de ataques de machos com manchas foi maior do que entre os sem a característica pelo corpo. Isso levou os pesquisadores a acreditarem que as manchas escurecidas que aparecem no animal são derivadas de sua “irritação”.

                                                     

                                                    Os especialistas concluíram que, com base nas informações coletadas, é plausível supor que os machos que desenvolvem a mancha escura possam ser os mais combativos de seu grupo. A presença dessas marcas pode indicar um sinal de liderança e habilidade em confrontos.

                                                     

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                                                      Realizada desde 15 de dezembro, a atividade envolve mais de 5 mil militares pelo litoral do Brasil

                                                      Com pouco mais de um mês, cerca de 27 mil embarcações foram inspecionadas pela Marinha do Brasil por conta da Operação Verão 2024, que procura intensificar a segurança do transporte aquaviário durante a temporada de verão — onde aumenta significativamente o número de barcos no litoral.

                                                      No total, pouco mais de 1.110 embarcações foram notificadas durante a atividade, com 114 apreendidas. Desde a primeira edição, realizada em 2021, mais de 300 mil barcos sofreram vistorias, com 2023 possuindo menos apreensões nos últimos três anos. Confira a tabela abaixo.

                                                      Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

                                                      Mais de 5 mil militares participam desde o dia 15 de dezembro de 2023 da operação, com cooperação de todas as Capitanias, Delegacias e Agências da MB. Hidrovias interiores, rios, lagos, lagoas, canais, enseadas e áreas marítimas abrigadas estão na área de abrangência da Operação Verão 2024.

                                                      Temporada de alta

                                                      Com a chegada das férias — e consequentemente do verão — , aumenta a preocupação da Marinha sobre a segurança das navegações e a prevenção da poluição ambiental por embarcações. Por este motivo, justamente essas pautas são reforçadas durante a atividade.

                                                      Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

                                                      Além disso, a Operação Verão 2024 também orienta os tripulantes sobre aspectos importantes, como as regras de navegação. Assim, para instruir melhor o público náutico, a Marinha trabalha em duas frentes: palestras educativas e inspeções navais — todas conduzidas por Agentes de Autoridade Marítima.

                                                       

                                                      As palestras acontecem em marinas, colônias de pescadores e clubes náuticos, onde são destacadas a importância do aplicativo NAVSEG. Disponível tanto para sistemas Android quanto iPhone (iOS), a ferramenta já foi utilizada por 8 mil condutores, segunda a Agência da Marinha.

                                                      Pelo app, é possível informar o plano de viagem da embarcação — aviso de saída — , sem a necessidade do envio de papéis. Assim, permite o monitoramento da embarcação, facilitando o serviço de resgate caso seja necessário. O aplicativo ainda fornece diversas outras informações sobre a navegação.

                                                      Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

                                                      Já nas inspeções, são verificadas pontos como a habilitação do condutor, material de salvatagem — medidas para resgate após um desastre — e lotação da embarcação. Inclusive, o aplicativo NAVSEG também está incluso nesta dinâmica, já que os condutores são orientados sobre a utilização da plataforma.

                                                       

                                                      Iniciada no dia 15 de dezembro de 2023, a Operação Verão 2024 termina em 29 de fevereiro. Porém, vale ressaltar que em alguns Distritos Navais, esta atividade também ocorre em outras datas durante o ano, por conta de cada particularidade de cada local.

                                                       

                                                      Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                       

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                                                        Vem aí mais uma série NÁUTICA: navegue pela Europa com a Sailing Around the World

                                                        A bordo de um barco-casa, o casal Beto e Thais, o famoso cão Google e o filho Domenico cruzarão os canais dos Países Baixos

                                                        O casal Beto Toledo e Thais Canado conquistou fãs nas redes sociais e no YouTube compartilhando suas aventuras pelo mundo a bordo de um veleiro, como a família Sailing Around the World. Tudo isso na companhia de um filho pequeno e um cachorro. Agora a bordo de um barco a motor, a próxima jornada dessa turma será mostrada na nova série de NÁUTICA.

                                                        Depois do sucesso da produção “Uma Aventura no Atlântico”, que acompanhou a travessia a motor da África ao Brasil, a nova série do Canal Náutica no YouTube vai navegar por canais europeus em um barco-casa.
                                                        Foto: Arquivo pessoal

                                                        Após cinco anos velejando, Beto e Thais compraram um barco centenário. É em uma Dutch Barge, construída em 1913, que o casal, o garoto Domenico (3 anos) e o golden retriever chamado Google (10 anos) navegarão pelas águas interiores da Europa, serpenteando pelos Países Baixos.

                                                        Foto: Instagram @sailingaw / Divulgação

                                                        Para dar início ao novo desafio, Thais, Beto, Domenico e o cachorro Google viajam nos próximos dias para Amsterdã — o novo barco da família está atracado em Zaandam, pertinho da capital holandesa.

                                                        Foto: Instagram @google_golden/ Divulgação

                                                        Com 10 episódios, a nova série de NÁUTICA vai mostrar a mudança da família Sailing Around the World, a adaptação à nova vida, as surpresas das águas europeias e toda cultura local que eles encontrarem nesta jornada.

                                                        Queremos mostrar um novo estilo de vida, uma nova via de navegação, que é viável de exploração também no Brasil– Thais Canado

                                                        Foto; Instagram @thaiscanado / Divulgação

                                                        A nova série de NÁUTICA estará recheada de tudo o que quem ama navegar mais gosta: gastronomia, turismo, história, manutenção — essa parte nem tão querida assim — e, claro, vida real. Tudo isso a bordo de um barco centenário de aço, que será uma novidade também para o casal — ou seja, esse combo ainda terá aprendizados, dicas e uma série de novas vivências.

                                                        Vamos ter muita coisa para aprender e para passar de conteúdo sobre um barco como esse– Thais Canado

                                                        Dutch Barge de 1913 é o palco da nova série

                                                        A nova aventura da família Sailing Around the World começou mesmo em novembro de 2023,  quando viraram donos de uma Dutch Barge de aço, com 23,8 metros de comprimento e 4,5 metros de largura.

                                                        Foto: Arquivo pessoal

                                                        A embarcação centenária foi para a água pela primeira vez em 1913, funcionando como um navio de carga. Nesses mais de 110 anos, o barco passou por duas guerras mundiais, até se tornar um barco de pesca esportiva e ser reformado em 2016.

                                                        Foto: Arquivo pessoal

                                                        No ano da reforma, o antigo dono da embarcação renovou todo o interior da Dutch Barge, transformando a embarcação em um barco-casa muito confortável, com geladeira, fogão, vaso sanitário, chuveiros residenciais de alto padrão, máquina de lavar e secar, cama king size, aquecimento, isolamento térmico e acústico, três televisões e muito mais conforto.

                                                        Foto: Arquivo pessoal

                                                        O cenário da nova série de NÁUTICA tem, ao todo, mais de 100 metros quadrados de área voltada à moradia e 1,98 m de pé direito — uma verdadeira casa. A embarcação poderá navegar tranquilamente por praticamente todos os canais da Europa, uma vez que está classificada dentro dos padrões de classe 1.


                                                        Para enfrentar essa jornada, aliás, o barco passou por um survey detalhado, feito por um profissional, para atestar as condições da embarcação — incluindo até um ultrassom no casco e teste de navegação. Foi apenas com a aprovação do profissional que o casal voou para Amsterdã para assinar a compra e fazer o pagamento do barco.

                                                        Foto: Arquivo pessoal

                                                        Ainda assim, Beto e Thais farão algumas manutenções preventivas na Dutch Barge, testes de navegação e, futuramente, preveem realizar reformas e melhorias — possivelmente trocando até o motor, que atualmente é um DAF 575, de 1960. O casal pretende também redecorar o interior do barco, imprimindo mais da personalidade dos dois nessa área da embarcação.

                                                         

                                                        Fique ligado por aqui para acompanhar cada passo da nova série de NÁUTICA. Inscreva-se no Canal Náutica do Youtube para não perder a estreia desta aventura!

                                                         

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                                                          O consultor técnico Guilherme Kodja foi escalado mais uma vez para a missão de mostrar todos os detalhes da embarcação da Real, que se destaca pelo conforto, seja no cockpit, na cabine ou no posto de comando, que possui uma pilotagem empolgante para quem gosta de pilotar sentado — com a visão que se teria navegando de pé.

                                                           

                                                           

                                                          Falando em conforto, com até 2,20 metros de altura, a cabine da Real 40 Cabriolet divide-se em três ambientes, com opção de pernoite para até 6 pessoas, sem apertos: duas no camarote de proa; uma na sala central (onde a mesa e o sofá podem ser convertidos em cama); e três no camarote de meia-nau, onde há uma cama de casal e outra de solteiro.

                                                          O modelo tem ainda boas sacadas práticas, que fazem toda diferença na hora de fazer uma viagem mais longa, com mais pessoas. Uma delas está no acesso à proa — que se dá tanto pelas passagens laterais como por uma escada a bombordo do cockpit.

                                                          A escada, contudo, foi desenhada pelo projetista em forma de banco, criando uma utilidade adicional: por baixo de seus degraus distribuem-se pequenos paióis, que podem ser usados como geleira e cristaleira. Com isso, não há perda de espaço útil no cockpit.

                                                          Quer saber com detalhes tudo mais que envolve a Real 40 Cabriolet? Não deixe de conferir o teste da embarcação no Canal Náutica no YouTube!

                                                           

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                                                            21/01/2024

                                                            Mais um capítulo das consequências do aquecimento global foi escrito, dessa vez, no litoral paulista. Segundo estudo do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP), o mar sofreu uma elevação de, pelo menos, 20 centímetros na região litorânea de São Paulo, desde os anos 1950 — no início da série histórica.

                                                            O resultado não surpreende, visto que o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) já havia alertado sobre a possibilidade. Além disso, em novembro de 2023, a Organização das Nações Unidas (ONU) disse que a cidade de Santos pode perder até 5% de sua área habitável até 2050.

                                                            Foto: Praia da Enseada no Guarujá, São Paulo

                                                            Segundo o estudo realizado pela USP, a elevação do nível do mar tem um culpado muito conhecido: o aquecimento global. Por conta dele, a temperatura dos oceanos tem aumentado e, consequentemente, causando o derretimento das geleiras e mantos de gelo em regiões montanhosas, como na Antártica.

                                                            Sendo assim, a frequência e intensidade dos eventos extremos no litoral — como as inundações — também aumentam, de acordo com o levantamento do IPCC. Vale ressaltar que 18% da população brasileira vive em regiões costeiras, que seriam justamente os lugares mais afetados por esse problema.

                                                            Ação das prefeituras contra a elevação do nível do mar

                                                            É de se imaginar que as prefeituras de regiões litorâneas não ficarão de braços cruzados diante deste avanço. Seja com muros, barreiras submersas ou preservação da vegetação, algumas cidades já trabalham contra a elevação do nível do mar desde 2016, como é o caso de Santos, no litoral sul de São Paulo.

                                                            Foto: Praia de Santos, São Paulo

                                                            A Prefeitura de Santos diz ter sido pioneira em criar um Plano Municipal de Mudanças Climáticas, sendo escolhida em 2018 para implementar o projeto-piloto junto a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na instalação de 49 geobags (barreiras submersas) na Ponta da Praia, bairro da cidade. Além disso, a administração conta ter várias parcerias e projetos para evitar que a cidade inunde.

                                                             

                                                            Enquanto isso, as prefeituras de Guarujá e Mongaguá, ambas no litoral sul, apostam, respectivamente, na preservação da vegetação e na estratégia de construir muros para conter o avanço da elevação do nível do mar no litoral. As prefeituras de Praia Grande e Caraguatatuba — essa última, no litoral norte — disseram que, até o momento, não foi necessário nenhuma intervenção desse porte.

                                                            Ações das prefeituras podem ser problemáticas para a natureza

                                                            Apesar das boas intenções, a implementação de certas estratégias podem ser problemáticas para a natureza. Alexander Turra, professor do Instituto Oceanográfico da USP e coordenador da cátedra Unesco para sustentabilidade no oceano, explicou ao portal Metrópoles acreditar que toda intervenção humana no ambiente marinho leva a alguma alteração.

                                                            Foto: Praia de Santos, São Paulo

                                                            Praias com muros levam à extinção local de espécies. Quando se cria essas obras, os ambientes costeiros e manguezais ficam aprisionados no meio do caminho– Alexander Turra, em entrevista ao Metrópoles

                                                            Para Turra, a melhor maneira de evitar as consequências da elevação do nível do mar no litoral paulista — e também no contexto geral — seria realizar o planejamento do uso do território. Ou seja, não ocupar as áreas onde estão previstas inundações ou alagamentos.

                                                            Foto: Praia de São Sebastião, Ilhabela, São Paulo

                                                            Por fim, o especialista da USP ressaltou que o ser humano vem promovendo as mudanças climáticas há mais de 200 anos, e aponta que, com o forte agravamento nos últimos tempos, serão necessárias ações em médio e longo prazo para a situação ser revertida. Afinal, 20 centímetros de água não sobem do dia para a noite.

                                                             

                                                            Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                             

                                                            Náutica Responde

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