Triton Yachts chega ao México e terá três lanchas navegando nas águas de Cancún

Duas unidades da Triton Flyer 38 HT e uma Triton Flyer 34 T-Top estarão em território mexicano ainda em janeiro

18/01/2024

Com o número de exportações da Triton Yachts em alta, o estaleiro comemora mais um destino alcançado em suas vendas para o mercado internacional: o mar do Caribe. Até o fim de janeiro, três lanchas da marca estarão no México, na paradisíaca Cancún.

Duas unidades da Triton Flyer 38 HT — um dos maiores sucessos do estaleiro — já chegaram em território mexicano, enquanto uma da recém-lançada Triton Flyer 34 T-Top está a caminho do país.

Triton Flyer 38 HT. Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

O estaleiro, que teve um salto de 50% nas exportações em 2023, projeta ainda dobrar o número de embarcações exportadas em 2024. “A procura do mercado internacional pelos nossos barcos segue em crescimento acelerado”, comenta Allan Cechelero, diretor de marketing da Triton.

O México tem enorme potencial náutico e praias paradisíacas para aproveitar a bordo de uma embarcação. É uma região que pretendemos expandir ainda mais no ano que vem– Allan Cechelero, diretor de marketing da Triton 

Allan Cechelero, diretor de marketing da Triton. Foto: Descio Oliveira e Douglas Guimarães/Revista Náutica

Com uma gama de barcos de 25 a 52 pés, a Triton Yachts já soma quase 40 anos de história, período em que o estaleiro paranaense conquistou clientes no Brasil e no exterior.

 

Para se ter ideia, a Triton já contabiliza, ao todo, cerca de 200 barcos navegando fora do Brasil. A lista inclui países como Estados Unidos (onde é comercializada com a marca Hanover), Turquia, Espanha, Noruega, Holanda, Argentina e Itália.

O cenário para os estaleiros brasileiros no mercado internacional tem sido positivo. Considerando o desempenho de todo o segmento, o Brasil somou US$ 150 milhões somente em exportações de barcos em 2023 (cerca de R$ 740 milhões, em conversão realizada em janeiro de 2024). Os dados são da Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar).


Modelos da Triton exportados para o México

Triton Flyer 38 HT

Um dos maiores sucessos do estaleiro, a Triton Flyer 38 HT conta com diferenciais como a plataforma lateral que amplia a área do cockpit e da praça de popa, facilitando o acesso para mergulhos e convivência. A embarcação de 38 pés tem capacidade para até 14 pessoas durante o dia e 5 para pernoite.

Foto: Divulgação

Os espaços internos são amplos, com 1,90m de altura, e agradam tanto pela decoração quanto pela qualidade do acabamento. São dois camarotes abertos, sendo um na proa e o outro na meia-nau, com ampla cama de casal e sofá. Banheiro fechado com chuveiro e cozinha com espaço para frigobar, microondas e armazenamento completam a área interna.

Triton Flyer 34 T-Top

Lançada no São Paulo Boat Show 2023, a Triton Flyer 34 T-Top é uma lancha que tem como ponto alto a plataforma lateral (a boreste). Quando aberta, essa área aumenta consideravelmente o espaço “útil” e social do barco, formando, com a plataforma de popa, o chamado beach club.

Para ampliar ainda mais a área de popa, o móvel gourmet foi descolado para bombordo, abrindo espaço para um sofá voltado para a popa (conversível em solário). Assim, permite a interação dos ocupantes do cockpit com quem está na água. A embarcação tem capacidade para até 14 pessoas durante o dia e 4 no pernoite.

 

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    Três mulheres encaravam uma travessia a remo de 3 mil milhas náuticas através do Atlântico. O que elas não esperavam é que, no percurso, uma garrafa de champanhe as salvariam das consequências do ataque de um marlim, o maior peixe de bico do mundo.

    Grace Gilbert, Maddie Difazio-Wright e Grace Pybus se inscreveram para, talvez, o maior desafio de suas vidas: a The World’s Toughest Row, uma das disputas a remo mais difíceis do mundo.

    O detalhe é que o trio, que forma a equipe Vibe The Wave, não tinha experiência anterior remando. Estava tudo indo bem, até que um marlim acertou o barco com seu poderoso bico. E, no ataque, o peixe conseguiu fazer não apenas uma, mas três perfurações na embarcação.

     

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    O marlim perfurou a escotilha, um armário central e a tampa de um armário da embarcação. Como um dos buracos dava acesso direto à água, as aventureiras precisaram agir rápido. A solução para tapar o estrago no barco foi usar uma garrafa de champanhe, como se fosse uma rolha.

     

    Maddie Difazio-Wright, uma das remadoras, conta que tudo aconteceu muito rapidamente. “Tentamos utilizar o que tínhamos a bordo para salvar nossa jornada”. Ainda de acordo com a remadora, a equipe tinha uma garrafa de champanhe do Natal e da véspera de Ano Novo. “Foi apenas instinto usá-la para consertar o buraco.”

    Maddie, Grace Pybus e Grace Gilbert. Foto: Instagram @vibethewave_ / Divulgação

    Champanhe: onde a delicadeza frutada encontra a maestria do buraco de Marlin! A festa de Ano Novo Atlântico da Grace acabou de receber uma reviravolta inesperada, pois este espumante não só deslumbra com sabores, mas também como um kit de reparação de buracos!– mencionou a página da equipe no Instagram

    Com o uso de uma câmera GoPro, a equipe conseguiu ainda registrar o momento em que o animal rodeava o barco.

     

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    Saiba mais sobre a competição de remo

    A The World’s Toughest Row reúne, ao todo, 40 tripulações de todo o globo. Os remadores saíram de San Sebastián de la Gomera, na Espanha, em 12 de dezembro de 2023. Percorrendo 3 mil milhas náuticas (cerca de 4,8 mil km) em um barco a remo de 24 pés, a disputa tem como destino final a Antígua, no Caribe.


    O percurso — que pode levar mais de um mês para ser finalizado — é cheio de desafios, como a falta de banheiro (as remadoras usam um balde), racionamento de alimentos e o cansaço extremo.

     

    Apesar do susto, o improviso deu certo e, de acordo com uma atualização desta quinta-feira (18) no Instagram da Vibe The Wave, o trio está em contagem regressiva para o fim da prova, que já dura 37 dias.

    Foto: Instagram @vibethewave_ / Divulgação

     

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      Imagens de satélite mostram “novas praias” criadas após forte terremoto no Japão

      Grande tremor ocorreu no primeiro dia do ano e resultou num deslocamento do tamanho de dois campos de futebol

      17/01/2024

      Logo no primeiro dia de 2024, o Japão foi surpreendido com um terremoto de magnitude 7,6 próximo das 16h no horário local, e os estragos não foram poucos. Imagens de satélite capturaram mudanças na costa da Península de Noto, que estendeu a região em até 250 metros — área maior que dois campos de futebol.

      Divulgadas no X (antigo Twitter) por Nahel Belgherze, as fotos de antes e depois do fenômeno permitem ver “novas praias”, com faixas de areia que antes não existiam, além de áreas que, anteriormente submersas, agora estão secas. Foi identificado também a elevação costeira causada pelo terremoto. Confira abaixo.

       

       

      Vale ressaltar que a área perto do porto de Akasaki também foi atingida por um tsunami de quase 14 metros de altura. Assim, o registro das fotos foi realizado quando ambos os desastres naturais já haviam diminuído, sendo possível perceber alguns portos totalmente secos — e inacessíveis para barcos.

      Durante uma investigação de campo ao longo da costa noroeste da Península de Noto, encontramos evidências em 10 locais, de Kaiso a Akasaki, de elevação costeira cosísmica relacionada ao terremoto da Península de Noto (M7.6)– pesquisadores do Earthquake Research Institute, da Universidade de Tóquio

      Nas imagens divulgadas, a primeira exibe a linha costeira de junho de 2023, e em seguida a de 2 de janeiro, após o tsunami e terremoto. É possível perceber como a costa do Japão se deslocou em direção ao mar em várias áreas, como o porto de Nafune, a baía de Minazuki e a cidade de Wajima.

      Imagem capturada antes do terremoto e tsunami que atingiu a costa do Japão. Foto: Google Earth/GSI/ Nahel Belgherze/ Reprodução

      Por mais que as imagens capturadas pelo satélite após o terremoto tenha capturado mudanças significativas e evidentes, as investigações ao longo da costa do Japão continuam em andamento, de acordo com o comunicado publicado pelos pesquisadores da Universidade de Tóquio.

      Consequências do terremoto no Japão

      Para se ter noção, este foi o maior abalo que aconteceu no Japão desde 2011 — que vitimou mais de 20 mil pessoas e acarretou no desastre na central nuclear de Fukushima. O recente terremoto, até o momento em que este texto foi publicado, teve mais de 230 vidas perdidas.

       

      Até segunda-feira (15), aproximadamente 30 mil pessoas ainda estavam alojadas em abrigos governamentais no Japão, inclusive com algumas sem comida, água e aquecimento necessários. Dezenas de milhares de casas não têm eletricidade, e as recentes chuvas provocaram cerca de mil deslizamentos.

       

      Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

       

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        Luxo em 80 metros: veja as primeiras imagens dos novos megaiates da Oceanco

        Estaleiro holandês anuncia o lançamento das embarcações Storm e Portofino, com 262 pés cada

        O estaleiro holandês Oceanco, conhecido por fabricar embarcações de luxo, anunciou o lançamento de dois novos gigantes: os megaiates Storm e Portofino. Os barcos têm 80 metros de comprimento (ou 262 pés) e tiveram suas primeiras imagens divulgadas.

        Os dois megaiates fazem parte da coleção Simply Custom — inicialmente apresentada pela Oceanco no Fort Lauderdale International Boat Show de 2023 e que contará com um total de 17 embarcações.

        Foto: H2 Yacht Design/Oceanco/Reprodução

        Os projetos dos megaiates Storm e Portofino foram criados pela Oceanco em parceria com a H2 Yacht Design, um estúdio de design com sede no Reino Unido.

         

        De acordo com Johny Horsfield, fundador e diretor criativo do estúdio, ambos os projetos têm áreas espaçosas para hóspedes, com cinco deques. Eles serão configurados com uma cabine do proprietário no deque superior e seis camarotes para convidados no deque principal.


        Segundo o estaleiro, todos os iates da coleção Simply Custom terão cascos projetados pela Lateral Naval Architects para serem mais eficientes. Além disso, as embarcações têm menor emissão de poluentes, com propulsão híbrida (diesel-elétrica).

        Conheça os novos megaiates da Oceanco

        Storm

        Foto: H2 Yacht Design/Oceanco/Reprodução

        Com inspiração no mundo automotivo, o megaiate Storm foi descrito por Horsfield como tendo “um design agressivo e elegante, que combina as linhas fluidas de um cupê Bentley atemporal com uma extremidade traseira afilada”.

        Foto: H2 Yacht Design/Oceanco/Reprodução

        A espaçosa popa do barco da Oceanco conta com aberturas laterais, que aumentam o espaço útil e criam um beach club — com direito a piscina e área para banho de sol. Já a proa alongada do Storm conta com um heliponto.

        Portofino

        O outro lançamento da Oceanco, o Portofino foi projetado para combinar elementos modernos com uma elegância “atemporal”, típico de clássicos iates. Seu nome remete a uma charmosa vila italiana (à sudeste de Gênova), com cultura muito forte na pesca.

        Foto: H2 Yacht Design/Oceanco/Reprodução

        Segundo sua descrição, este superiate de 80 metros foi nomeado para “refletir o mesmo estilo clássico e elegante sintetizado por esta enigmática vila de pescadores italiana”.

        Foto: H2 Yacht Design/Oceanco/Reprodução

        No conceito divulgado pela Oceanco, é possível ver que o  Portofino aposta em uma proa mais larga e deque principal rodeado por grandes janelas de vidro. Diferentemente do Storm, esse megaiate tem a piscina no deque principal, enquanto o beach club fica mais abaixo, com acesso por escadas laterais.

         

        Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

         

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          Sétimo sentido de golfinhos é descoberto: conheça a eletrorrecepção

          Golfinho-nariz-de-garrafa já era conhecido por seus seis sentidos, entre eles, a ecolocalização

          O sexto sentido é geralmente associado àquela sensação de “pressentimento” nos humanos. Nos golfinhos, contudo, esse “sentido a mais” é ocupado pela ecolocalização (depois do paladar, olfato, audição, visão e tato). Agora, chegou mais um para o espaço de nada menos que o sétimo sentido do golfinho-nariz-de-garrafa: a eletrorrecepção.

          Essa habilidade recém-descoberta ajuda o animal de nome científico tursiops truncatus a caçar suas presas em espaços mais profundos do mar. Ela funciona como um “plus” da ecolocalização — que, por sua vez, permite à espécie detectar pequenos peixes a quase 100 metros de distância.

          Mais animais podem ter o sétimo sentido

          A busca pelo entendimento do sétimo sentido do animal começou ainda em 2011, quando um grupo de cientistas alemães descobriu que o golfinho costeiro — nativo do Atlântico Sul — era capaz de captar sinais elétricos. Parte da equipe que fez essa descoberta passou a acreditar que os golfinhos-nariz-de-garrafa também pudessem possuir a habilidade.

           

          Segundo Guido Dehnhardt, diretor do Centro de Ciências Marinhas da Universidade de Rostock, na Alemanha — e um dos pesquisadores que associou a eletrorrecepção do golfinho costeiro ao golfinho-nariz-de-garrafa –, ambas as espécies seguem uma estratégia de alimentação bentônica, ou seja, comem peixes que vivem nas profundezas do mar.

          Intrigado com o assunto, o pesquisador passou a investigar estudos com o golfinho-nariz-de-garrafa visando demonstrar que outros animais poderiam ter a mesma habilidade.

          A eletrorrecepção não ocorre apenas numa espécie, mas é provavelmente uma capacidade da maioria das baleias com dentes– Guido Dehnhardt

          Dehnhardt lembra que, em décadas passadas, as baleias cachalote — maior das baleias dentadas e o maior predador com dentes — sofreu com a presença de cabos submarinos no fundo do mar, quando dezenas delas morreram presas aos equipamentos.


          A associação disso ao possível sétimo sentido do animal vem do fato de que as baleias cachalote também se alimentam de peixes do fundo do mar e, na busca por seu alimento, se deparavam com os cabos e acabavam morrendo.

          Essa é uma primeira indicação da capacidade destes animais de perceber campos elétricos– Guido Dehnhardt

          Atualmente, a morte do animal por consequência desse tipo de equipamento deixou de ser relatada. A explicação, segundo o pesquisador, é de que os sistemas telegráficos e telefônicos usavam cabos com núcleo de metal que geravam campos eletromagnéticos, o que explicava a atração das baleias — que acreditavam estar indo de encontro às suas presas.

           

          Nos dias atuais, cabos de fibra óptica não geram mais esses campos no ambiente. É por isso que as cachalotes não se envolvem mais com eles.

          Sétimo sentido é raro em mamíferos

          A habilidade classificada para os golfinhos como “sétimo sentido” não é tão rara quanto parece. Na verdade, muitos peixes, raias, tubarões e alguns anfíbios também detectam campos elétricos de baixa intensidade.

           

          Acontece que, entre os mamíferos — como os golfinhos e as baleias –, essa é uma habilidade considerada extremamente incomum. Tanto é que a ciência considera, além dos cetáceos, apenas dois mamíferos a possuir essa capacidade: o ornitorrinco e a equidna australiana — ambos monotremados, que põem ovos.

           

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            Calendário cheio: Schaefer Yachts estará em 3 feiras internacionais simultâneas em janeiro

            Estaleiro começa 2024 expondo modelos nos EUA, Canadá e Alemanha, totalizando 5 salões até março

            16/01/2024

            Apesar de só estar começando, 2024 está movimentado para a Schaefer Yachts, com expectativas de muitos negócios no mercado internacional. Prova disso é o calendário do estaleiro na segunda metade de janeiro, quando a Schaefer estará em três feiras náuticas internacionais de forma simultânea.

            A jornada que movimentará três países ao mesmo tempo começa ainda nesta semana. O estaleiro catarinense vai atracar, de 18 a 21 de janeiro, no St. Petersburg Power and Sailboat Show, na Flórida, nos Estados Unidos. Serão apresentadas pela primeira vez no evento a New Schaefer 375 e a Schaefer 450, além da Schaefer V33 e a Schaefer 400.

            Interior da Schaefer 660

            Dando continuidade ao mês agitado, a marca tem presença confirmada no Toronto International Boat Show, no Canadá, de 19 a 28 de janeiro. O Düsseldorf International Boat Show, na Alemanha, começa logo em seguida, no dia 20, e vai até 28 de Janeiro.

             

            Ao todo, serão seis barcos da Schaefer em exposição no mercado internacional até março deste ano. Isso porque o estaleiro ainda participará de mais dois salões na Flórida: o Miami International Boat Show, em fevereiro, e o Palm Beach International Boat Show, no mês seguinte.

            Embarcações da Schaefer em feiras internacionais

            Já com quase 4 mil embarcações entregues ao redor do mundo, a Schaefer Yachts chega às feiras internacionais de 2024 com barcos já conhecidos em território nacional. Para refrescar sua memória, a equipe de NÁUTICA reuniu a seguir um resumo das lanchas que logo atracarão em águas fora do Brasil.

             

            Entre os modelos que devem ganhar as águas internacionais nos próximos dias estão a Schaefer 660, Schaefer 450, Schaefer 400, 510 GT, New Schaefer 375 e Schaefer V33. Veja os destaques delas!

            Schaefer 660

            Evolução do modelo Schaefer 640, a Schaefer 660 se destaca tanto pelos espaços amplos quanto pela aparência. O modelo de 66 pés tem entrada independente para a suíte principal na entrada do salão, além de estar equipada com quatro camarotes e três banheiros.

            Com pernoite para oito pessoas, quatro camarotes ficam no convés inferior, assim como três banheiros. O acesso à suíte principal — que ocupa todos os 5,15 metros de largura do casco, à meia-nau — é feito por uma entrada privativa a boreste do salão.


            Schaefer 450

            A Schaefer 450 se destaca, principalmente, por ser um barco de 45 pés com suíte master  à meia-nau. E não é qualquer suíte: o local recebeu o mesmo nível de tratamento dos modelos maiores da marca, trazendo equilíbrio entre estética e o design. O ambiente ocupa toda a boca da embarcação e conta com sofá, armários, mesinha, televisão e janelas para ambos os bordos.

            Foto: Schaefer Yachts / Divulgação

            Sua plataforma de popa, do tipo submergível, tem na área gourmet uma churrasqueira retrátil semelhante à da Schaefer 660, da qual a lancha reproduz também o convés lateral, a boreste, que amplia a área da praça de popa em aproximadamente 20% — detalhe que ajuda a dar a sensação de que o barco é ainda maior.

            Ponto de destaque também para o flybridge, que traz o conforto e a comodidade de uma cabinada de alto requinte. Quanto a motorização, a Schaefer 450 tem três opções de motorização: dois Volvo Penta D6-IPS 60 hp, dois Cummins QSC 480 hp V-Drive com bow thruster ou dois centro-rabeta Volvo D6 400 hp.

             

            Ao todo, até 14 pessoas conseguem aproveitar todas as comodidades da embarcação da Schaefer, sendo que 5 delas podem curtir um pouco mais ao pernoitar no barco.

            Schaefer 400

            Com ambientes muito bem bolados e espaçosos, a Schaefer 400 tem duas boas suítes em uma cabine de 1,80 metros de altura (a principal, na proa, divide o banheiro com a sala) e agrada especialmente pela sala, com gaiuta que deixa entrar luz natural a bordo e ainda ajuda na ventilação.

            Sua cozinha é equipada com fogão por indução de duas bocas, micro-ondas, armários e uma pequena geladeira, e fica de frente para a sala com TV, formando um ambiente integrado muito agradável. Com 12,25 metros de comprimento e 3,88 metros de boca, o modelo tem capacidade máxima de 14 pessoas, sendo que 5 podem aproveitar um pernoite na embarcação.

            Schaefer 510 GT

            A Schaefer 510 GT é uma 51 pés projetada e construída a partir do feedback que o estaleiro recebeu do mercado norte-americano, e conta com nada menos que três suítes completas. Seu espaço interno e pé-direito estão acima da média, e o modelo traz acabamento de primeira, com espaço surpreendente até na casa de máquinas.

            A lancha tem capacidade para até 16 pessoas, sendo que seis delas podem dormir a bordo. Na suíte máster, aliás — à meia-nau — a altura chega a 2,08 m. O barco tem cozinha integrada e salão cercado de janelas em arco, com visão privilegiada do mar e muita luz.

            New Schaefer 375

            A New Schaefer 375 — que estará com a Schaefer em ambas as feiras internacionais — incorpora elementos da linha premium do estaleiro, formada pelos barcos maiores (Schaefer 510, 600, 660, 770 e 25M). Dentre suas principais características está o piso nivelado, sem nenhum degrau — conceito trazido do modelo walk-around Schaefer V33.

            Suas varandas laterais retráteis ampliam o espaço na praça de popa em 5,95 metros e se integram ao cockpit, com acomodações para até 14 pessoas. O hard-top, de acionamento elétrico, abre o teto solar (quase 1,5 metro) ao toque de um botão. O acesso à proa é feito por uma passagem interna, a bombordo — garantia de segurança mesmo com o barco em movimento.

             

            Na cabine, com 1,90m de altura, há duas camas de casal, uma no camarote de proa e outra à meia-nau, além de mesa, cozinha e um grande banheiro. O modelo pode ser equipado com três motores de popa de 300 hp cada ou dois motores de centro Volvo D4-300.

            Schaefer V33

            Primeiro barco da linha do estaleiro do tipo walk around (termo inglês usado para identificar lanchas cuja cabine não impede a circulação na proa) com perfil esportivo e elegante, a Schaefer V33 é uma embarcação sofisticada e confortável, digna de um autêntico barco de passeio.

            Seu pé direito de 1,90 m é um dos destaques da lancha, que, com isso, ganha um banheiro alto. Projetada para ser um modelo global, tem motorização de popa — os Estados Unidos, aliás, são responsáveis por parte considerável das vendas da lancha.

            A Schaefer V33 é uma embarcação que privilegia as áreas externas, com proa aberta e amplo espaço na praça de popa. Com 33 pés, o modelo apresentado pela Schaefer em feiras internacionais tem cabine para duas pessoas pernoitarem com conforto, além de opção de motor centro rabeta a diesel, ou uma parelha de motores de popa de 300 hp.

             

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              Aeroporto bilionário inaugurado em 1994 está afundando no mar e pode desaparecer por completo

              O Japão reúne construções famosas que vão desde templos religiosos milenares ao famoso trem-bala. Em 1994, foi a vez do país inaugurar um projeto ambicioso: o aeroporto flutuante de Kansai, no meio da Baía de Osaka. Acontece que, agora, menos de 30 anos depois, a estrutura está prestes a ir, literalmente, por água abaixo.

              Isso porque estimativas indicam que o aeroporto flutuante afundará completamente dentro dos próximos 30 anos. Até agora, a construção já afundou 11,5 metros no mar. Enquanto isso, mais dinheiro é gasto, já que engenheiros estão atuando em ações de resgate, que ultrapassam os R$ 700 milhões.

               

              Vale dizer que os aeroportos do Japão vivem uma espécie de “maré de azar” no momento. Nesta terça-feira (16), dois aviões colidiram no aeroporto New Chitose, em Hokkaido, durante uma forte nevasca — sem deixar feridos. Isso apenas 15 dias após um acidente semelhante acontecer no aeroporto de Haneda, em Tóquio, deixando 5 vítimas fatais.

              Foto: Construction Time / Reprodução

              Um aeroporto sobrevivente

              Com custo de R$ 94 bilhões, o Aeroporto Internacional de Kansai foi construído para aliviar o fluxo do aeroporto de Osaka — principal aeroporto doméstico na região próxima às cidades de Osaka e Kyoto.

               

              A obra também visava questões econômicas, funcionando como um terminal aeroportuário, já que a região perdia, na época, seu poder comercial para Tóquio – capital do país.

               

              O aeroporto flutuante japonês foi construído sobre duas ilhas artificiais na Baía de Osaka, conectadas à região de Rinku por uma ponte sobre a água, uma vez que o aeroporto local, o Osaka Internacional, não consegue se expandir devido aos subúrbios densamente povoados que rodeiam a região.


              Apesar de estar afundando, o aeroporto já sobreviveu a grandes desastres naturais. Em 1995, um ano após sua inauguração, a construção resistiu ao terremoto de Hanshin. Em 2018, um tufão passou pelo local, inundando as pistas e, poucos dias depois, um navio-tanque colidiu com a ponte que conecta o aeroporto ao continente.

               

              Agora, resta aos engenheiros seguir atuando no local.  Por mais que soubessem que a estrutura corria risco de afundar ao longo de um período de 50 anos, os profissionais imaginavam que poderiam estabilizá-lo a cerca de 4 metros acima do nível do mar. Porém, isso parece cada vez mais distante da realidade.

               

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                Bônus de até R$ 20 mil: Sea-Doo anuncia oferta para 5 modelos de jets

                Promoção de motos aquáticas para curtir o verão inclui o RXP-X Apex 300, sonho dos entusiastas do alto desempenho

                As altas temperaturas do verão de 2024 prometem ser frequentes, e a ideia de curtir essa época do ano no mar é mais do que bem-vinda. A boa notícia é que uma promoção da Sea-Doo está oferecendo bônus de até R$ 20 mil na compra de diversos jets da marca, para você aproveitar o verão da melhor forma: navegando.

                Ao todo, cinco modelos da linha 2023 de jets Sea-Doo estão em oferta. Enquanto durarem os estoques, motos aquáticas como o RXP-X 300 Apex 300 — vulgo o sonho dos entusiastas do alto desempenho — e o luxuoso GTX LTD 300 estão com condições especiais para a estação mais quente do ano.

                Foto: Sea-Doo / Divulgação

                Confira preços e modelos da promoção Sea-Doo

                Sea Doo Explorer Pro 170: de R$149.990 por R$ 139.990

                Projetado para aventura, o Sea Doo Explorer Pro 170 tem plataforma estável e um motor 1630 ACE de 230 hp — supercharged com intercooler externo já usado em motos aquáticas Sea-Doo, com capacidade para longo alcance. O modelo foi construído em torno de conveniência e conforto, aliados à tranquilidade em todos os passeios.

                Foto: Sea-Doo / Divulgação

                Sea Doo RXP-X 300: de R$154.990 por R$ 139.990

                Pensando para atender quem busca por performance, o modelo Sea Doo RXP-X 300 vem equipado com o motor Rotax 1630 ACE, de nada menos que 300 hp de potência, que acelera de 0 a 50 mph (43 nós) em menos de 3 segundos. Além disso, o piloto conta com boa ergonomia, para mais firmeza e estabilidade em curvas ou manobras radicais.

                Foto: Sea-Doo / Divulgação

                Embora tenha sido projetado para levar apenas o piloto, como convém a uma máquina de competição, é possível adaptar o banco para que acomode duas pessoas. Para isso, retira-se o encosto e adiciona-se um assento extra no lugar.

                Sea-Doo RXT-X 300: de R$164.990 por R$154.990

                Um dos modelos mais badalados da linha de cruzeiro esportivo da Sea-Doo, o RXT-X 300 é um jet de desempenho nato. Seu motor, um Rotax 1630 ACE, não esconde essa característica. São 300 hp de potência, envoltos num pacote de tecnologia e design muito especiais, que empolgam só de olhar.

                Foto: Sea-Doo / Divulgação

                Seu casco, do tipo ST3, de 3,45 metros, e fruto de uma sofisticada obra de engenharia, é mais largo, tem “V” profundo e o centro de gravidade mais baixo, o que resultou em um navegar estável, facilitando a aceleração, como comprovou o teste de NÁUTICA, realizado nas águas do Guarujá.

                Sea Doo GTX LTD 300: de R$167.990 por R$157.990

                Um dos modelos mais bem equipados da Sea-Doo, o GTX LTD 300 é um jet espaçoso e luxuoso, que alia esses atributos a muita estabilidade e potência, já que o modelo também é equipado com um motor 1630 ACE de 300 hp.

                Foto: Sea-Doo / Divulgação

                O jet é ainda uma referência para navegação em águas agitadas, estabilidade e desempenho offshore. Seu casco ST3 oferece fácil embarque, muito espaço para se movimentar e confiabilidade superior.

                Sea Doo RXP-X Apex 300: de R$179.990 por R$ 159.990

                O modelo RXP-X Apex 300 une máxima potência e estilo e, com isso, se torna o jet dos sonhos dos entusiastas do alto desempenho e da velocidade. Com a plataforma de maior desempenho do setor, o modelo conta com componentes de fibra de carbono e um pacote completo de recursos atualizados.

                Foto: Sea-Doo / Divulgação

                Entre eles está o assento do passageiro ergonômico — que permite que a moto aquática seja convertida de um para dois assentos em segundos –, além da capa de proteção personalizada. O modelo RXP-X Apex 300 conta ainda com painel com tela colorida de LCD de 7,9 polegadas e moderno sistema de áudio, com alto-falantes à prova d’água e conexão bluetooth.


                Regras da promoção Sea-Doo

                Ficou com vontade de aproveitar a promoção? Se atente às regras! Os valores finais informados para os jets Sea-Doo, já incluído o desconto, excluem frete, taxa de entrega e outras taxas aplicáveis. Os custos de instalação de acessórios também não estão incluídos.

                 

                Dependendo do local da compra, pode haver taxas adicionais. É preciso verificar disponibilidade dos modelos da campanha e dos acessórios selecionados nas concessionárias da marca. Para mais informações, acesso o site oficial.

                 

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                  Leão-marinho bebê “invade” jet e pega carona com salva-vidas nos Estados Unidos; assista

                  Presença ilustre, o animal foi filmado em cima do jet por Drake Stanley, que postou o vídeo nas redes sociais

                  Não é todo dia que um leão-marinho pega um carona no seu jet e ainda senta no assento do motorista — sem pedir licença. Mas foi isso que aconteceu com um salva-vidas enquanto pilotava sua moto aquática nos Estados Unidos, na praia de Mavericks, na Califórnia.

                  O caso aconteceu em 6 de janeiro, e o “sortudo” que teve que transportar o animal se chama Drake Stanley, que trabalha como salva-vidas da praia. Segundo o profissional contou ao Storyful, ele estava no meio de um resgaste quando o leão-marinho se jogou para cima do jet. Confira o vídeo!

                   

                   

                  No vídeo filmado por Stanley — que viralizou nas redes sociais — , é possível ver o leão-marinho, ainda bebê, em cima do jet que está flutuando no mar. Na legenda da publicação, o salva-vidas escreveu que nomeou seu “novo amigo” de Bubbles e o entregou ao resgate.

                  Segundo o profissional, o leão-marinho bebê foi separado da mãe, e já que foi entregue a Marine Mammal Rescue — organização que promove o resgate e reabilitação de animais marinhos — , se espera que o animal esteja saudável e possa ser solto na natureza.

                  Foto: Drake Stanley via Instagram/ Reprodução

                  Para Drake Stanley, seu “amigo” provavelmente estava sendo perseguido por um tubarão-branco, e na tentativa de fuga, pulou para cima do jet. Inclusive, esse comportamento é comum, já sendo registrado outras vezes em embarcações deste porte.

                   

                  Conhecido como um lugar apropriado para surf, a hipótese do leão-marinho estar fugindo de um tubarão-branco faz sentido. Além de viverem no mesmo ambiente, alguns surfistas já tiveram que fugir desses predadores ao longo dos anos.

                   

                  Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                   

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                    Tsunami pode ter sido a causa do desaparecimento da população da Grã-Bretanha há 8 mil anos

                    Estudo correlaciona a dizimação dos habitantes locais ao desastre natural pela primeira vez

                    15/01/2024

                    Milhares de anos atrás, ainda na Idade da Pedra, um repentino declínio da população que habitava a região norte do que hoje é a Grã-Bretanha criou um mistério que, agora, parece ter sido resolvido. Pela primeira vez, um estudo sugere que o desaparecimento dos habitantes locais está relacionado a um enorme tsunami.

                    Há cerca de 8.200 anos, por volta de mil pessoas viviam em pequenos assentamentos costeiros na região noroeste da Europa quando o número de sítios habitados no local caiu repentinamente.

                    Até então, acreditava-se que o fato havia se dado após uma brusca queda na temperatura em todo o continente. Porém, um estudo publicado no Journal of Quaternary Science trouxe à tona uma nova possibilidade.

                    Seria o tsunami a solução para o mistério?

                    Segundo informações do IFLScience, os pesquisadores chegaram à conclusão de que o tsunami de Storegga — ocorrido entre 8.120 e 8.175 anos atrás — pode ter sido o responsável pela queda repentina na população da região.

                     

                    Também chamado de três “Deslizamentos de Storegga”, o desastre está entre os maiores deslizamentos de terra conhecidos e ocorreu no limite da plataforma continental norueguesa, no Mar da Noruega. O fenômeno natural deu origem a um imenso tsunami no Atlântico Norte, com ondas de mais de 20 metros de altura.


                    Para chegar à conclusão de que essa teria sido a causa do desaparecimento da população da Grã-Bretanha, os pesquisadores criaram simulações computacionais dos impactos do tsunami em um importante local mesolítico chamado Howick, no nordeste da Inglaterra — onde foram encontrados sedimentos da época.

                     

                    Para concretizar a teoria, os estudiosos foram além, simulando uma onda sob dois cenários diferentes de mudança do nível do mar. Com isso, eles descobriram que o tsunami poderia ter chegado até Howick — se ocorresse durante a maré alta.

                     

                    Assim sendo, as consequências teriam sido catastróficas. Os pesquisadores explicam que “em Howick, as estimativas de mortalidade variavam, mas estavam até 100% dentro da zona entremarés rica em recursos”.

                    Isso fornece evidências que sugerem que o tsunami provavelmente foi o responsável pelo declínio populacional no norte da Grã-Bretanha no período após 8.200 [anos atrás] quando o tsunami ocorreu– concluíram os autores do estudo

                    Na prática, além de acabar com quem aparecesse em seu caminho, a onda também teria colocado fim nos recursos alimentares do local, contribuindo com a diminuição populacional.

                     

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                      Humaitá: veja o novo submarino da Marinha do Brasil, com propulsão diesel-elétrica

                      Lançado na última sexta-feira (12), embarcação tem 71,6 metros e capacidade para 35 pessoas

                      Grande, tecnológico e poderoso: três palavras que definem bem o Humaitá (S41), novo submarino da Marinha do Brasil movido à propulsão diesel-elétrica. Entregue na última sexta-feira (12) ao Setor Operativo da Força, no Complexo Naval de Itaguaí, no litoral do Rio de Janeiro, o Humaitá chega com o objetivo de fortalecer a frota naval brasileira.

                      A nova embarcação de 71,6 metros faz parte do Prosub (Programa de Desenvolvimento de Submarinos), em parceria com o governo da França.

                      Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                      O S41 é apenas o segundo dos quatro submarinos convencionais previstos pelo Prosub, que vêm sendo construídos desde 2008 no Complexo Naval. Além deles, está prevista a fabricação do primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear: o SN-BR, que terá capacidade de operar por tempo indeterminado.

                      Conheça o Humaitá

                      Projetado pela empresa francesa Naval Group, com a participação de engenheiros e técnicos brasileiros, e construído pela Itaguaí Construções Navais (ICN), o Humaitá tem capacidade operativa para permanecer até 80 dias em patrulha.

                       

                      Maior que um megaiate, o Humaitá já esteve nas águas em março de 2023, quando cumpriu um extenso e rigoroso calendário de Testes de Aceitação no porto e no mar.

                      Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                      Da Classe Riachuelo — embarcações derivadas dos submarinos franceses Classe Scorpène, em processo de construção no âmbito do programa Prosub –, o submarino chega com incríveis 71,6 metros de comprimento, suficientes para abrigar 35 pessoas, e capacidade de atingir os 300 metros de profundidade.

                      Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                      Entre suas missões, estará patrulhar as Águas Jurisdicionais Brasileiras, que formam a Amazônia Azul — por onde trafegam 95% das exportações e importações brasileiras — , e as áreas marítimas do entorno estratégico do País no Atlântico Sul. Para isso, a embarcação é capaz de deslocar 1.870 toneladas quando submerso, e alcançar velocidades de cerca de 37 km/h.

                      Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                      Além disso, o Humaitá leva em sua tecnologia uma capacidade de operação prolongada, o que permite que o submarino fique submerso por até cinco dias, sem necessidade de emergir.

                       

                      Como um submarino da Marinha do Brasil, o Humaitá foi projetado com alta tecnologia de combate, com sensores acústicos, radares e sistemas de guerra eletrônica e de propulsão e geração de energia que, aliado aos recursos de redução de ruídos, trazem à embarcação um alto “poder de ocultação” — a principal característica de um submarino.

                      Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

                      “As capacidades operativas do S41 o credenciam para a redução do controle exercido pelo oponente no mar, facilitando a atuação das demais Forças”, explicou Capitão de Fragata e comandante do Humaitá, Martim Bezerra de Morais Júnior.

                      Entenda mais sobre o Prosub

                      O Programa de Desenvolvimento de Submarinos (ou Prosub) faz parte da Estratégia Nacional de Defesa, lançada em 2008, que estabeleceu, segundo a Marinha do Brasil, que o país tivesse “força naval de envergadura”, com a inclusão até mesmo de submarinos com propulsão nuclear. Ainda em 2008, um acordo de transferência de tecnologia entre Brasil e França foi firmado.


                      O Prosub também vai além dos submarinos, contemplando a construção de um complexo de infraestrutura industrial e de apoio à operação dos submarinos, que engloba os Estaleiros, a Base Naval e a Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (UFEM), no município de Itaguaí.

                       

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                        Lancha com cabine para quatro pessoas foi testada nas águas do Canal de Bertioga, no litoral de São Paulo

                        Em um bate-volta do Canal de Bertioga até o Indaiá, no litoral de São Paulo, a equipe de NÁUTICA testou a Solara 380 Bowrider e já traz um spoiler: a lancha do estaleiro gaúcho tem muito espaço para curtir o verão! O vídeo completo, com todos os detalhes da embarcação, já está disponível no Canal Náutica no YouTube.

                        Os 39,5 pés da embarcação da Solara passaram pelo olhar do consultor técnico Nicola Getschko, que avaliou cada parte do barco que traz entre suas principais características uma cabine para quatro pessoas em pernoite, aberturas laterais na popa, amplo solário na proa e um ótimo espaço no cockpit.

                         

                         

                        A Solara 380 Bowrider se caracteriza como uma lancha ideal para passeios entre amigos e familiares. Prova disso são os sofás confortáveis e espaçosos, com bom número de paióis para armazenamento, móvel gourmet com churrasqueira, cadeiras dobráveis para uso e até uma choppeira.


                        O teto solar acionado por um botão é outro ponto de destaque da Solara 380 Bowrider, que tem ainda acesso fácil — e seguro — à proa, 1,80 m de altura na entrada da cabine e no banheiro (que conta com box) e bom acesso à casa de máquinas — à meia nau e debaixo do móvel gourmet (que pode ser levantado).

                        Quer conhecer mais sobre a Solara 380 Bowrider? Acesse o canal Náutica no YouTube e confira esse e outros testes!

                         

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                          Conheça a origem do “Bloop”, o misterioso som identificado no oceano há 26 anos

                          Ruído desconhecido foi um mistério durante décadas, mas hoje se tornou comum e alvo de preocupação

                          Que não conhecemos a maioria do oceano — 10% dele após 200 metros de profundidade, para ser mais exato — não é novidade. E justamente por conhecer tão pouco, surgem alguns mistérios e lendas sobre as profundezas das águas, como é o caso do “Bloop”, o som misterioso.

                          Para se ter ideia, o ruído do bloop conseguia ser ouvido a incríveis 5 mil quilômetros de distância e, para cativar ainda mais a atenção do público, foi escutado apenas uma vez.

                           

                          Tudo começou em 1997, quando cientistas ouviram alguns ruídos estranhos vindos do oceano. O som de frequência super baixa soou como um “bloop” deslizante, embora a gravação não modificada seja 16 vezes mais lenta. Ou seja, lembra mais um som de trovão do que qualquer outra coisa. Escute:

                           

                           

                          Como o desconhecido chama atenção, não faltaram teorias e lendas envolvendo a história. O misterioso som chegou até mesmo a virar pauta para entretenimento nas mídias populares, recebendo um lugar no documentário “Sereias: O Corpo Encontrado”, do Animal Planet.

                           

                          Uma das hipóteses levantadas para explicar o que acontecera apostava que o som era resultado de exercícios militares navais ou de motores de navios. No entanto, essas suposições não se confirmaram.


                          Mais simples do que parecia

                          De cara, podemos descartar aquelas teorias que envolvem criaturas abissais, como monstros gigantes ou algo do tipo. Ao utilizar a localização de dois hidrofones, descobriu-se que a origem do som era na costa sul do Chile, no Oceano Pacífico.

                           

                          Poderia até ser um ruído de baleia, já que o barulho de fato é parecido. Porém, esse “bloop” foi detectado a milhares de quilômetros de distância. Para que isso fosse possível, o animal teria que emitir um som alto demais para ser emanado por uma única criatura subaquática.

                          Até que, enfim, após anos de espera, descobriu o que realmente era aquele misterioso som do “bloop” no oceano. Cientistas confirmaram que o barulho se tratava de um iceberg rachando e se descolando de geleiras da Antártica. Ou seja, algo semelhante a derrubar um cubo de gelo no copo com bebida. Bloop!

                          Mais comum do que deveria

                          Por mais que fosse simples, o resultado surpreendeu os cientistas, pois sons assim estão se repetindo nos últimos anos. Em 2012, o sismólogo Robert Dziak disse que os hidrofones da NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration), agência do governo dos Estados Unidos, passaram a captar dezenas de milhares de sons semelhantes ao “bloop” no oceano todos os anos.

                           

                          Afinal, com a aceleração do aquecimento global, a perda de gelo na Antártida está sendo mais recorrente e, com isso, gera mais deslocamentos de geleiras. Prova disso é que mais da metade das plataformas que sustentam a camada de gelo no Hemisfério Sul estão perto de um colapso.

                          Assim, o som que era objeto de estudo de muitos cientistas e que não tinha sido escutado nenhuma vez, tornou-se no barulho que eles menos querem escutar. O “bloop” agora não é mais um pequeno mistério, mas sim um grande problema.

                           

                          Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                           

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                            14/01/2024

                            Um grupo de cientistas encontrou uma cadeia de vulcões submarinos posicionados diretamente no caminho da corrente oceânica mais forte da Terra, a Corrente Circumpolar Antártica. Isso pode ter criado uma espécie de rombo no sistema responsável por ajudar a manter o estado congelado da Antártica — pelo menos até agora.

                            A Corrente Circumpolar Antártica — ou CCA — é um sistema de correntes que corre no sentido horário ao redor do Polo Sul e acaba funcionando como uma barreira de calor na água. No entanto, pesquisadores australianos identificaram uma região onde essa proteção estaria comprometida, permitindo que a água quente das regiões subtropicais cheguem ao continente gelado.

                             

                            Ocupando uma área de 20 mil km² entre a Tasmânia e a Antártica, a cordilheira submarina reúne oito vulcões adormecidos — quatro deles descobertos só agora. As montanhas alcançam alturas de até 1.500 m acima do fundo do mar.

                            Foto: FOCUS/ CSIRO/ Divulgação

                            Benoit Legresy, cientista-chefe da expedição de mapeamento na Universidade da Tasmânia, explicou que a região atua como um portal de calor direcionado para a Antártica. Assim, contribui com o derretimento do gelo e elevações dos níveis do mar.

                             

                            Vale ressaltar que esse “rombo” na CCA, de acordo com comunicado feito pelos pesquisadores, não é exatamente uma novidade. Porém, os últimos mapas feitos pela equipe ajudam a prever como essa abertura vai evoluir em resposta às mudanças climáticas e ao aquecimento do oceano.


                            Quebrando barreiras

                            Para realizar o mapeamento desses vulcões submarinos foram usados o navio de pesquisa australiano “Investigator” e o satélite SWOT (Surface Water and Ocean Topography, ou, em português, Águas Superficiais e Topografia Oceânica), da NASA — capaz de medir a altura da superfície do oceano a partir do espaço.

                             

                            Os pesquisadores revelaram uma cadeia de montanhas submarinas no oeste da Ilha Macquarie e próxima à (tectonicamente ativa) Cordilheira de Macquarie.

                            Foto: FOCUS/ CSIRO/ Mark Horstman/ Divulgação

                            Segundo estimativa, esses vulcões teriam se formado nos últimos 20 milhões de anos e podem influenciar as correntes oceânicas ao redor da Antártica. Helen Phillips, co-chefe cientista da viagem e professora de oceanografia da Universidade da Tasmânia, explicou:

                            A Corrente Circumpolar Antártica ‘sente’ o fundo do mar e as montanhas em seu caminho, e onde encontra barreiras, como cristas ou montes submarinos, ‘oscilações’ são criadas no fluxo de água– Helen Phillips

                            Helen Phillips está falando de “ondulações”, responsáveis por formarem redemoinhos circulares que, crucialmente, transportam o calor e carbono da camada superior do oceano para as camadas mais profundas, como um amortecedor contra o aquecimento global.

                            Foto: FOCUS/ CSIRO/ Amelia Pearson/ Divulgação

                             

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                              13/01/2024

                              Grandes metrópoles como Nova York — ou a própria São Paulo — são conhecidas por seus rios poluídos. Mas e se fosse possível nadar nesses locais? Essa é a proposta da piscina flutuante +Pool, que, em breve, ganhará as águas do East River, na maior cidade dos Estados Unidos.

                              Projetada pelos estúdios PlayLab Inc e Family, a +Pool é uma piscina com formato do sinal de mais (daí seu nome). A novidade terá tecnologia capaz de filtrar os poluentes da água ao seu redor sem a utilização de produtos químicos, fornecendo, assim, lazer aquático publicamente acessível para os nova-iorquinos.

                              Foto: Divulgação +POOL / Family New York & Playlab, Inc / Luxigon

                              Com mais de 2.700 metros, os quatro pontos do formato de cruz da piscina serão adaptáveis, podendo ser reconfigurados para diversas atividades, como natação, esportes aquáticos e atividades infantis.

                              Foto: Divulgação +POOL / Family New York & Playlab, Inc

                              O projeto recebeu US$ 16 milhões em investimentos (R$ 12 milhões do estado de Nova York e US$ 4 milhões da cidade), cerca de R$ 78 milhões de acordo com a conversão de janeiro de 2024. A previsão é abrir ao público em 2025, sendo que a construção da piscina começa ainda em 2024, no verão do país — entre junho e agosto.

                              A +Pool e seu sistema de filtragem exclusivo fornecerão acesso às nossas águas e atenderão aos novos regulamentos definidos pelo governo– equipe da +Pool em comunicado

                              A empresa responsável pela piscina ainda afirmou que “a demonstração pública do sistema neste verão fornecerá ao Estado de Nova York e à +Pool os dados finais necessários para garantir licenças e dar luz verde à conclusão da instalação da piscina.”


                              Como funciona o sistema de filtragem da +Pool

                              Para que a água do rio fique dentro de um “padrão microbiológico aceitável” para natação, o sistema de filtragem criado pela +Pool usa um software de modelagem de qualidade da água da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (US EPA).

                              Foto: Divulgação +POOL / Family New York & Playlab, Inc

                              Com o sistema, será possível, de acordo com a empresa, limpar 1.000.000 de galões americanos de água por dia (cerca de 3,7 milhões de litros), através das paredes sem produtos químicos ou aditivos da piscina flutuante.

                               

                              A ideia é que outras partes do estado de Nova York ganhem uma versão da piscina com o tempo, como Buffalo, Newburgh, Rochester e outros locais.

                               

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                                Mostra "Uma janela para o oceano", no Rio de Janeiro, reúne registros do fotógrafo Rodrigo Thomé em 143 m²

                                12/01/2024

                                Conscientizar sobre a importância da conservação da vida marinha é o combustível que alimenta a vida do fotógrafo e documentarista Rodrigo Thomé. Ele dará mais um passo rumo a esse objetivo neste sábado (13), com a estreia da exposição “Uma janela para o oceano”. O palco escolhido para essa missão é o AquaRio, no Rio de Janeiro.

                                Considerada a maior exposição sobre mares feita por um único artista, a mostra terá nada menos que 143 m² de fotos impressas. Os registros foram feitos durante as muitas viagens do fotógrafo ao redor do globo — que começaram ainda em 1996, quando ele viu na profissão de instrutor de mergulho uma forma conectar mais pessoas com o oceano.

                                Foto: Rodrigo Thomé / Divulgação

                                A exposição é fruto de uma parceria entre EUceano, Unesco e a Década dos Oceanos, da ONU, com o AquaRio. A EUceano, aliás, é um projeto de 10 anos que visa levar reconexão, conhecimento e amor pelos oceanos e suas criaturas, fundado por Thomé e o diretor e jornalista Rodrigo Cebrian.

                                Foto: Rodrigo Thomé / Divulgação

                                Meu objetivo é levar parte do oceano às pessoas e uso minhas fotografias para fazer isso– Rodrigo Thomé, ao Ocean Culture Life

                                Foto: Rodrigo Thomé / Divulgação

                                Para Marlova Jovchelovitch Noleto — primeira mulher a ocupar o cargo de direção da UNESCO no Brasil –, a exposição “é de extrema importância para conectar as pessoas com o mar em toda a sua imensidão, e propiciar mais conhecimento para que se entenda a relevância e a urgência da preservação dos oceanos.”


                                Se interessou pela exposição? O AquaRio fica na Praça Muhammad Ali, na Gamboa (em frente aos Armazéns 7 e 8 do Porto do Rio). O horário de funcionamento é das 9h às 18h e os ingressos estão disponíveis no site oficial do aquário.

                                 

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                                  Como o tipo de coisa que só se acredita vendo — e ainda assim é difícil de acreditar –, um barco pesqueiro que navegava pelas águas do Mediterrâneo foi surpreendido pelo gigantesco estrondo de um caça a jato.

                                  A aeronave de guerra passou assustadoramente próximo da água, a menos de um metro acima da embarcação, como diversos vídeos registraram. Comandado pela Força Aérea da Turquia, o avião em questão é um F-16, considerado o caça mais popular do mundo.


                                  Para se ter uma ideia do quão impressionante foi o feito, o caça F-16 é um modelo supersônico, ou seja, atinge uma velocidade acima de 1.235 km/h. Além disso, o F-16 estava armado com mísseis e fazia um voo em ala, junto de outro do mesmo modelo, quando decidiu “assustar” o barco pesqueiro.

                                   

                                  O flagrante, feito em dezembro de 2023, foi registrado de vários ângulos, um deles, inclusive, pelo próprio caça da Força Aérea Turca, que tem em seu interior uma câmera em 360 graus.


                                  Um terceiro vídeo, gravado pelo ala do piloto que fez a passagem baixa, mostra claramente que o barco ficou a menos de um metro do caça F-16, mas também levanta a dúvida: real ou combinado?

                                  De qualquer forma, mesmo que os envolvidos soubessem do planejado, não da para negar: a ideia foi muito arriscada — e corajosa.

                                   

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                                    Cercado por uma paisagem belíssima e pratos diferentões, um restaurante flutuante na Noruega tem chamado a atenção por sua proposta de experiência, que combina gastronomia e ativismo. A cerca de 400 km da capital Oslo, o restaurante Iris fica no meio do majestoso fiorde Hardanger — um dos maiores fiordes do mundo, com 179 km de comprimento, entre montanhas e geleiras.

                                    A experiência que envolve o restaurante Iris começa antes mesmo de chegar até o local, já que, para isso, os visitantes precisam ser buscados em um barco elétrico na costa da cidade vizinha a Rosendal.

                                    Foto: Tobias Lamberg Torjusen / Divulgação

                                    O valor não é atraente a todo os olhares: o menu degustação (que conta com 18 pratos) sai por 3.900 coroas norueguesas — cerca de R$ 1,8 mil na cotação de janeiro de 2024. Mas não é para menos, já que o restaurante, além de ficar dentro da estrutura Salmon Eye, oferece uma jornada que tem duração de 6 a 8 horas.

                                    Foto: Tobias Lamberg Torjusen / Divulgação

                                    Esta “viagem gastronômica de expedição exclusiva” é conduzida pelas mãos de Anika Madsen. A chef foi recentemente premiada pelo La Liste (ranking francês que premia os melhores restaurantes do mundo), na categoria Game Changer Award, que reconhece chefes que mudam a cultura da indústria através do compromisso, envolvimento e educação.

                                    Foto: John Asle E. Hansen / Divulgação

                                    No caminho, uma parada na casa da chef Madsen, na ilha vizinha de Snilstveitoy, é feita para um lanche de boas-vindas, antes de, finalmente, todos serem deixados no restaurante que fica dentro do icônico Salmon Eye.

                                    18 pratos e proteína de inseto

                                    O menu degustação conta com 18 pratos, mas, antes de experimentar qualquer um deles com uma vista panorâmica do fiorde e das montanhas, os visitantes participam de uma “experiência multissensorial”. Nela, os convidados assistem a um vídeo sobre desperdício de alimentos e escolhem um biscoito que desce do teto preso a um barbante.

                                    Foto: Tor Hveem / Divulgação

                                    Os pratos, por usa vez, fazem jus à “experiência gastronômica diferenciada”. Estão no menu, por exemplo, um intrigante salmão combinado a “possíveis fontes alimentares do futuro” — leia-se: micélio (rede de fungos), algas e proteína de insetos.

                                    Foto: Tobias Lamberg Torjusen / Divulgação

                                    Aqui, temos o grande privilégio de levar os nossos convidados aos ingredientes, e não o contrário– descreve o restaurante Iris

                                    Outro destaque do cardápio é o Change of Heart: um tartar de coração de rena com alho-poró e alcaparras. Além disso, em dias em que o tempo colabora, um dos pratos é grelhado no fogo, ao ar livre, e servido no rooftop do local.

                                    Foto: Tobias Lamberg Torjusen / Instagram @iristherestaurant / Divulgação

                                    Segundo o próprio restaurante, o menu do Iris “parece uma história sobre os desafios e ameaças ao sistema alimentar global, mas também com ideias e sugestões para inovações futuras”. A chef Anika Madsen, aliás, é conhecida pela paixão por descobrir novos ingredientes do oceano e ter um compromisso com a sustentabilidade.

                                    Foto: John Asle E. Hansen / Divulgação
                                    Foto: John Asle E. Hansen / Divulgação
                                    Foto: Tobias Lamberg Torjusen / Instagram @iristherestaurant / Divulgação

                                    Quem já foi, aprova

                                    Mari Eriksmoen, uma norueguesa cantora de ópera, foi uma das pessoas que vivenciou a experiência gastronômica oferecida pelo restaurante Iris. Ela registrou o momento em um vídeo publicado no TikTok, que já ultrapassou 10,5 milhões de visualizações. “Não foi barato, mas valeu a experiência”, comenta a cantora.

                                    @marieriksmoen Most spectacular restaurant in Norway! #restaurant #spectacular #michelin #michelinstar #iristherestaurant #hardangerfjord #norway ♬ Theme from “A Summer Place” – Percy Faith And His Orchestra


                                    Para aqueles que quiserem visitar o Salmon Eye sem participar do jantar no restaurante, é possível comprar ingressos somente para visitação do complexo, pelo valor de 349 coroas norueguesas (cerca de R$ 165).

                                     

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                                      Um homem saiu para pescar e depois de 23 horas foi parar na emergência, além de voltar para casa sem o peixe e sem a embarcação. Essa é a história de Will Fransen, pescador que caiu do barco na tentativa de fisgar um marlim e ficou em alto-mar por quase um dia inteiro — segundo ele mesmo.

                                      O acidente aconteceu no dia 2 de janeiro, perto das Ilhas Alderman, na Nova Zelândia, e o resgate ocorreu apenas no dia seguinte. Tudo porque, ao tentar fisgar o peixe na borda do barco de 36 pés, o pescador caiu no oceano, sem colete salva-vidas e sem ajuda. Mas ele tinha o mais importante: um relógio.

                                      Foto: TVNZ/ 1News/ Reprodução

                                      Segundo Fransen, 23 horas após cair no oceano — com tubarões passando perto e muito frio –, ele teve a sorte de perceber que tinha um barco navegando na mesma região. O pescador conta que usou o reflexo do relógio que estava em seu pulso para tentar chamar a atenção da embarcação — e deu certo.

                                      Google Earth / Reprodução

                                      Os três pescadores que estavam no barco perceberam o reflexo na água, e o resgataram na cidade de Whangamatã, na costa sudeste da Península de Coromandel, na Ilha Norte da Nova Zelândia. Com o corpo frio e pálido, Fransen foi encaminhado para as equipes de emergência.

                                      Quando entrei na água, sabia que as chances de alguém saber que eu estava na água eram muito pequenas. Fiquei bastante pessimista desde o início. Eu simplesmente continuei vivo– Will Fransen

                                      Ao cair do barco, o pescador até buscou se salvar de outras maneiras. Primeiramente, tentou nadar de volta para onde caiu, mas a corrente o puxou rapidamente. Exausto e com arnês de segurança como único equipamento, ficou flutuando e esperando a sorte.

                                      Foto: The Coromandel/ Divulgação

                                      O pescador não teve nenhuma consequência grave, além de ficar queimado por causa do vento e com dores no corpo. Para evitar cair no mar novamente, ele afirmou que vai melhorar a segurança do seu barco. Mas para isso, terá que encontrá-lo primeiro, visto que ainda não se sabe o paradeiro da embarcação.

                                      Escapou do pior

                                      Por mais que a história tenha terminado com um final feliz, Will Fransen, ao que parece, descumpriu alguns mandamentos básicos da navegação, como por exemplo, nunca ficar na borda da embarcação.

                                       

                                      Outra medida importante que poderia evitar maiores problemas é informar à marina sua saída, destino e o horário previsto de retorno — mesmo se for ficar por perto. Assim, em caso de atrasos ou possíveis problemas, eles poderão ajudar no resgate.

                                       

                                      Fransen havia saído em pesca solo e não tinha ninguém para ajudá-lo, mas caso você esteja em um barco e alguém cair acidentalmente na água, mande imediatamente outra pessoa ficar olhando fixamente para a vítima, sem desviar os olhos dela.

                                       

                                      Para conferir mais dicas de segurança no mar, confira a matéria completa da NÁUTICA sobre os mandamentos para navegar de maneira mais segura.

                                       

                                      Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                       

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                                        Tradicionais eventos de vela acontecerão no Yacht Club de Ilhabela em março, junho, julho, novembro e dezembro

                                        11/01/2024

                                        Dona do título oficial de “Capital Nacional da Vela”, Ilhabela já tem as datas de seu calendário de regatas 2024. A cidade receberá, mais uma vez, alguns dos principais eventos esportivos náuticos do país: a Semana de Vela de Ilhabela e a Copa Mitsubishi.

                                        Sediadas no Yacht Club Ilhabela, as disputas entre velejadores começarão em março, com o início do Circuito Ilhabela de Vela Oceânica — que conta com quatro etapas da Copa Mitsubishi.

                                         

                                        O primeiro evento no Yacht Club Ilhabela está marcado para os dias 2, 3, 9 e 10 de março. A segunda etapa da Copa Mitsubishi será realizada em junho, nos dias 15, 16, 22 e 23.

                                        Foto: Aline Bassi/ Balaio/ Divulgação

                                        Julho, por sua vez, é marcado pelo ápice da paixão pelas velas na cidade do litoral paulista. Isso porque é tradicionalmente quando a Semana de Vela de Ilhabela acontece. Maior encontro anual da modalidade na América do Sul, a 51ª edição da SIVI será de 20 a 27 de julho.

                                         

                                        O evento reúne os principais nomes do esporte no Brasil, divididos em barcos de tamanhos e classes diferentes.


                                        A Copa Mitsubishi terá sua terceira etapa no mês de setembro, durante os dias 21, 22, 28 e 29. Finalizando o calendário anual de vela de Ilhabela, a quarta e última fase do Circuito Ilhabela de Vela Oceânica acontece nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, junto com a a tradicional Regata Volta à Ilhabela.

                                        Foto: Aline Bassi/ Balaio/ Divulgação

                                         

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                                          Com investimento de R$ 35 milhões, empreendimento de luxo ganhará unidade em Búzios ainda em 2024

                                          Os clubes privados costumam fazer sucesso entre os que gostam de “socializar” ao redor de muito luxo e exclusividade. Mais tradicionais no cenário internacional, essa categoria agora chega ao Brasil a partir das mãos de Alex Atala, outros quatro sócios e um investimento de R$ 35 milhões. A princípio, o novo clube privado pretende ter cinco hotéis.

                                          Os empreendimentos devem ser construídos nos próximos cinco anos em locais paradisíacos e tradicionalmente visitados por quem busca esse tipo de entretenimento. A lista traz points como Fernando de Noronha, Trancoso, Paraty, Amazônia e, claro, Rio de Janeiro.

                                          Foto: Resid Club / Divulgação

                                          Aliás, o Rio será o primeiro a receber uma unidade do Resid Club & Hotels — mais especificamente, na famosa Ilha Rasa, em Búzios. Batizado de “Nas Rocas”, a ideia é que o hotel fique pronto ainda em 2024.

                                          Claudia Ribeiro, Paulo Henrique Barbosa e Alex Atala, três dos cinco sócios do Resid. Foto: Foto: Karine Basılio / Divulgação

                                          Alex Atala contou à Forbes Brasil que entrou no projeto para “realizar o seu sonho de ser hoteleiro”. De acordo com o chef, o “Resid vem com uma proposta jovem, nova e, sobretudo, brasileira. Acredito que a gastronomia nacional, o turismo e as experiências que podemos entregar devem ser o grande diferencial em todo o mercado”.

                                          Foto: Resid Club / Divulgação

                                          A experiência de ser membro do Resid Club & Hotels

                                          Além do chef Atala, o projeto envolve quatro outros empresários: Paulo Henrique Barbosa, Rafael Caiado, Francisco Costa Neto e Claudia Ribeiro. A ideia do time, atualmente, é de que o Resid Club & Hotels tenha 2.500 membros — começando com apenas 250, que deverão vir a partir da indicação dos nomes diretamente envolvidos com o negócio.


                                          O novo empreendimento de luxo será dividido em três frentes: Resid Destinations, com hotéis próprios do clube dentro do país; Exclusive Selection, com condições especiais para os membros nos melhores hotéis do Brasil e do mundo; e Experience, com programações exclusivas, como eventos, workshops, visitas guiadas e até degustações, ao redor de todo o planeta.

                                          Queremos nos manter na vanguarda do cenário de membership club no Brasil para estabelecer um novo padrão de excelência em hospitalidade e experiências personalizadas e exclusivas no país– Paulo Henrique Barbosa, CEO e fundador do novo clube privado

                                          A partir de uma adesão que parte de R$ 330 mil por pessoa, os membros ganharão, todos os anos, um crédito que pode variar de R$ 60 mil a R$ 90 mil para consumo dentro do universo Resid. As taxas anuais, por sua vez, poderão chegar aos R$ 15 mil, a depender da categoria escolhida.

                                           

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                                            Animal media aproximadamente 30 centímetros de comprimento e "colonizava" os mares

                                            10/01/2024

                                            Quando achamos que a ciência não pode mais nos surpreender, cientistas anunciam que foi encontrado um fóssil com mais de meio bilhão de anos! Esse achado foi descoberto enterrado na Groenlândia, onde existia um verme predador chamado Timorebestia — ou “bestas terroristas”, traduzido do latim.

                                            Encontrados na região norte da ilha, o fóssil tem 518 milhões de anos — provavelmente do período Cambriano — , descoberta essa que revela novos conhecimentos sobre um curioso grupo de vermes predadores que ainda hoje estão vivos — porém, bem diferentes da sua “primeira versão”.

                                            Foto: Jakob Vinther/ Divulgação

                                            As “bestas terroristas” foram descobertas por pesquisadores da Universidade de Bristol, na Inglaterra. Os cientistas — que publicaram a pesquisa na revista Science Advances — acreditam que esses vermes carnívoros teriam sidos os primeiros a “colonizar” a região, perto do topo da cadeia alimentar.

                                            Isso o torna equivalente em importância a alguns dos principais carnívoros nos oceanos modernos, como tubarões e focas– Jakob Vinther, autor do estudo

                                            Ainda vivos, porém diferentes

                                            Também conhecidos como quetógnatas, o Timorebestia são predadores marinhos existentes que caçam minúsculos zooplânctons no oceano. Atualmente, essas criaturas são bem pequenas, com cerca de 3 a 100 milímetros, bem diferentes dos 30 centímetros que marcavam há 518 milhões de anos atrás.

                                            Foto: Jakob Vinther/ Universidade de Bristol/ Divulgação

                                            Essa medida colocava as “bestas terroristas” como um dos maiores animais nadadores do período Cambriano. Segundo a pesquisa, eles possuem nadadeiras nos lados do corpo, uma cabeça com antenas longas e estruturas mandibulares maciças.

                                            Nossa pesquisa mostra que esses antigos ecossistemas oceânicos eram bastante complexos, com uma cadeia alimentar que permitia vários níveis de predadores– Jakob Vinther

                                            Prova da sua capacidade predatória foi encontrada no sistema digestivo fossilizado do animal, onde foram descobertos restos mortais de um Isoxys — um artrópede nadador comum da época. De acordo com os cientistas, os Timorebestia se alimentavam dessa espécie em “grandes quantidades”.

                                            Família distante

                                            Segundo os cientistas, os Timorebestia são parentes distantes dos vermes-flecha — um dos mais antigos do período Cambriano, datados de 538 milhões de anos atrás. Ou seja, essa espécie surgiu entre aproximadamente 10 e 20 milhões de anos antes das “bestas terroristas”.

                                            Foto: Jakob Vinther/ Universidade de Bristol/ Divulgação

                                            Assim, na visão dos pesquisadores, a descoberta solidifica como os vermes evoluíram, permite compreender de onde vieram os predadores com mandíbulas e como os vermes-flecha de hoje se transformaram. Além disso, conecta organismos relacionados, mas que hoje parecem tão distantes.

                                             

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                                              Graças a bilionário boliviano, Team Brazil já estará na estreia do campeonato, no início de fevereiro

                                              As cores da bandeira brasileira voarão sobre as águas na E1 Series (World Electric Boat Series), torneio que tem times fundados por atletas e celebridades, como Tom Brady, Rafael Nadal, Didier Drogba e Sergio Perez. A entrada do Brasil no campeonato de barcos elétricos foi anunciada nesta quarta-feira (10), a menos de um mês de sua estreia.

                                              A E1 Series é uma corrida de alta velocidade em barcos conhecidos como “Racebirds”, que podem chegar a quase 100 km/h, alimentados por baterias elétricas, e usam a tecnologia de hidrofólios para “planar sobre as águas” — assim como já acontece com os veleiros da célebre America’s Cup.

                                              E1 / Divulgação

                                              Marcelo Claure, o bilionário boliviano responsável por colocar o nome do Brasil no campeonato, conta estar animado “em fazer parte dessa revolução no mundo dos esportes a motor”. Com oito times na disputa, a competição estreia em 2 de fevereiro, com uma etapa em Jeddah, na Arábia Saudita. Ou seja, o Team Brazil terá pouquíssimo tempo para se preparar.

                                               

                                              Cada equipe terá dois pilotos, um homem e uma mulher. “As regras da E1 preveem isso e também que ambos devem ter boa performance nas corridas, para a equipe obter boa pontuação”, explica Claure.

                                              Foto: Divulgação

                                              O barco do Team Brazil será pintado de verde e amarelo e, por enquanto, não terá nenhuma marca patrocinadora exposta. Claure espera que isso mude em breve, já que o campeonato da E1 terá sete provas em 2024, com corridas no Oriente Médio e na Europa.

                                               

                                              O boliviano vai ainda mais longe, e quer trazer uma prova do campeonato para o Brasil em 2025 — na Amazônia ou no Rio de Janeiro.

                                               

                                              “Gostaria muito de ter uma corrida na região amazônica, no mesmo ano em que Belém vai receber a COP 30,” disse Claure ao Brazil Journal.

                                              Foto: E1 / Divulgação

                                              “A E1 representa um movimento em direção a um futuro mais sustentável e inovador, com maior compromisso com a responsabilidade ambiental. Estou ansioso para combinar a paixão que os brasileiros têm pelos esportes e o amplo alcance da plataforma E1 para catalisar a missão de promover a sustentabilidade marinha”, declarou Claure.

                                               

                                              O empresário apontou que deseja “contribuir para a liderança contínua do Brasil nas discussões globais sobre sustentabilidade”.

                                              Os empresários por trás do Team Brazil

                                              Nascido em La Paz, capital da Bolívia, Marcelo Claure decidiu entrar na E1 defendendo o verde e amarelo brasileiro, tendo como sócio o gaúcho Eduardo “Duda” Melzer — que também é seu sócio na eB Capital.

                                               

                                               

                                              Claure revelou ao Brazil Journal que o Brasil, “por sua importância dentro do universo do ESG (Environmental, Social and Governance, ou Governança Ambiental, Social e Corporativa)”, não poderia ficar de fora. “O Brasil se tornou um país muito importante para mim e o futuro está na transição ecológica — e a velocidade conta muito,” disse ele ao veículo.

                                               

                                              Apesar disso, com exceção de Duda Melzer, não há brasileiros na equipe. Por enquanto, engenheiros e pilotos são estrangeiros. A ideia do empresário, contudo, é desenvolver brasileiros que possam assumir funções na equipe nos próximos anos.

                                              Foto: LinkedIn Eduardo Sirotsky Melzer / Reprodução

                                              “Estamos fazendo tudo em tempo recorde para ter um time pronto para a estreia. Mas, ao longo da temporada, vamos desenvolver talentos brasileiros para as vagas de piloto e engenheiro”, afirmou Marcelo ao Brazil Journal.

                                               

                                              Apesar de sair atrás das equipes dos astros já mencionados, o Brasil pode, contudo, colher bons frutos no campeonato ao longo dos anos. Isso porque, diferente do Team Brazil, Marcelo Claure não é nenhum novato no ramo das competições. Afinal, você pode não conhecê-lo pelo nome, mas certamente já ouviu falar de seus negócios.


                                              Não é preciso ser nenhum grande fã de futebol para saber que Lionel Messi deixou seu antigo clube, o Paris-Saint Germain, da França, para viajar até Miami, nos Estados Unidos, e passar a defender as cores do Inter Miami CF. Mas o que isso tem a ver com Marcelo Claure?

                                               

                                              Pois bem, o boliviano, ao lado do ex-jogador inglês David Beckham, fundou o Inter Miami em 2012 — ano em que Messi fez incríveis 91 gols pelo Barcelona, da Espanha.

                                              Foto: Divulgação

                                              Antes disso, em 2008, Claure comprou o Bolívar, time mais vitorioso da Bolívia que, atualmente, tem uma parceria com o Grupo City, empresa que administra uma rede de clubes ao redor do mundo, como o próprio Manchester City, atual campeão da Champions League.

                                               

                                              Quer mais? Em 2020, em sociedade com o Grupo City, Marcelo Claure comprou o Girona, vice-líder do Campeonato Espanhol, empatado em número de pontos com ninguém menos que o Real Madrid.

                                               

                                              Como se não bastasse o sucesso nas investidas esportivas, aos 53 anos, Marcelo Claure é ainda o fundador e CEO do Grupo Claure, Presidente Executivo da Bicycle Capital, sócio da gestora de private equity eB Capital e Vice-Presidente do Grupo Shein.

                                               

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                                                O Icon of the Seas tem piscina suspensa a 40m de altura e fará sua viagem inaugural ainda em janeiro, rumo ao Caribe

                                                De um lado o maior do mundo, que chama atenção por onde passa. Do outro, apenas o melhor jogador do planeta. Juntos, o Icon of the Seas, da Royal Caribbean, e o argentino Lionel Messi — que acaba de receber seu oitavo troféu The Best FIFA e já levou oito vezes o prêmio Ballon d’Or — prometem revolucionar as viagens de navio.

                                                Seis toboáguas e uma piscina suspensa a 40m de altura são alguns dos chamarizes do novo detentor do título de maior navio de cruzeiro do mundo. Seus 365 m de comprimento equivalem a três campos de futebol, enquanto as 250.800 toneladas superam em mais de cinco vezes o peso do Titanic (com 46.329 toneladas).

                                                Foto: Instagram @royalcaribbeanbrasil / Divulgação

                                                Prestes a fazer sua estreia oficial, o Icon of The Seas (“Ícone dos Mares”, em tradução literal) elegeu o craque campeão da Copa do Mundo de 2022 como seu “ícone oficial”. No próximo dia 23, o jogador participará da cerimônia de nomeação do navio, com transmissão ao vivo nas redes sociais da Royal Caribbean.

                                                 

                                                 

                                                Ver esta publicação no Instagram

                                                 

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                                                Já a viagem inaugural está marcada para 27 de janeiro, quando o Icon of The Seas sairá de Miami, nos Estados Unidos, rumo a um passeio de sete noites pelas águas cristalinas do Caribe. O roteiro inclui uma parada na CocoCay — ilha particular da Royal Caribbean nas Bahamas.

                                                 

                                                Vale ressaltar que Miami é a cidade do clube em que Messi atua, o Inter Miami FC — que tem a empresa de cruzeiros como principal patrocinadora.

                                                Conheça o maior navio de cruzeiro do mundo

                                                O Icon of the Seas tem 20 andares, que abrigam quartos suficientes para acomodar 7.600 passageiros.

                                                 


                                                Ao todo, o navio conta com sete piscinas, uma delas, suspensa: a “The Hideaway”, que tem borda infinita e foi construída a 40 metros de altura. O parque aquático da embarcação — talvez a grande atração do navio –, é considerado o maior do mundo em um navio de cruzeiro, com 6 tobogãs e direito até mesmo ao primeiro toboágua aberto em queda livre num barco desse tipo.

                                                Foto: Royal Caribbean / Divulgação

                                                Para quem gosta de adrenalina, há o “Crown’s Edge”, uma trilha suspensa onde o passageiro poderá se equilibrar a 48 metros de altura, fora da embarcação. Uma escalada vertical até o cume do setor Adrenaline Peak do navio também não fica para trás, assim como um simulador de surf de 12 metros de comprimento.

                                                Foto: Royal Caribbean / Divulgação
                                                Foto: Royal Caribbean / Divulgação

                                                A diversão em família promete seguir no Aquadome, que terá “performances que desafiam os limites da coragem” e no Absolute Zero, uma arena de gelo onde projeções digitais em alta resolução “instantaneamente transformam tudo ao redor, do teto à pista”, garante a Royal Caribbean.

                                                Foto: Royal Caribbean / Divulgação
                                                Foto: Royal Caribbean / Divulgação

                                                O maior navio de cruzeiro do mundo conta ainda com mais de 40 opções de locais para beber e comer, além de programações de entretenimento para todos os gostos.

                                                 

                                                Atualmente, a embarcação já está com quase todos os quartos reservados, sendo que as tarifas para viajar no maior navio de cruzeiro do mundo começam em US$ 1.542 por pessoa, cerca de R$ 7,5 mil (com valores convertidos em janeiro de 2024).

                                                Foto: Royal Caribbean / Divulgação

                                                Se a ideia, contudo, for se hospedar na Ultimate Family Townhouse (uma suíte de três andares para 8 pessoas com escorregador interno), essa valor sobe consideravelmente. Sete noites na acomodação custam US$ 85 mil, o equivalente a quase R$ 414 mil.

                                                Foto: Royal Caribbean / Divulgação

                                                Falando em valores altos, o Icon of the Seas custou US$ 2 bilhões para ser construído, aproximadamente R$ 9,7 bilhões. Para mais informações sobre reservas no maior navio de cruzeiro do mundo, acesse o site oficial da Royal Caribbean.

                                                 

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                                                  09/01/2024

                                                  Milhares de vidas perdidas, mas nenhum corpo encontrado no Titanic. Passados quase 112 anos de um dos maiores naufrágios da história, um mistério que ainda intriga muita gente é o fato de não existir qualquer resto humano no icônico navio — mas segundo os cientistas, tem alguns motivos.

                                                  Este assunto voltou à tona pelo Reddit na última semana, e virou novamente foco de discussão no site — e também fora dele. Afinal, apesar da exploração dos destroços do Titanic, nenhum resquício humano foi encontrado, embora não tenham faltado tentativas para tal.

                                                  Mais de 1.500 pessoas perderam a vida no naufrágio, que aconteceu em abril de 1912. Até mesmo James Cameron, consagrado diretor do filme Titanic — que visitou e explorou os destroços 33 vezes — , disse ao New York Times, em 2012, que não viu “nenhum resto humano”.

                                                  Vimos roupas. Vimos pares de sapatos, o que sugere fortemente que houve um corpo ali em determinado momento. Mas nunca vimos restos humanos– James Cameron

                                                  A ciência explica

                                                  Existem alguns motivos lógicos para não ter nenhum corpo dentro do Titanic. Um dos pontos é que o colete salva-vidas, embora não tenha evitado a morte de várias pessoas, deixou as vítimas boiando. Assim, diversos corpos foram resgatados e removidos da água após o navio afundado.

                                                  Além disso, “caçadores marinhos”, como peixes e outros organismos, podem ter se alimentado dos corpos presos nos destroços.

                                                   

                                                  E, para explicar o motivo de não existirem nem sequer ossos no navio, o explorador de águas profundas Robert Ballard explicou à emissora americana de rádio NPR que as ossadas podem ter sido dissolvidas por causa da profundidade extrema.

                                                   

                                                  “Em profundidades além dos 3.000 pés (914 metros), você passa abaixo do que é chamado de profundidade de compensação de carbonato de cálcio”, explicou. “Uma vez que as criaturas comem sua carne e expõem os ossos, eles são dissolvidos”, disse Ballard.

                                                   

                                                  Vale lembrar que o Titanic jaz no fundo do oceano Atlântico, a cerca de 4.000 metros de profundidade.


                                                  Possível, mas improvável

                                                  Alguns teóricos mantêm a esperança de que, dentro de algum compartimento fechado no interior do naufrágio — como na casa das máquinas –, possa existir algum corpo no Titanic, por conta da possibilidade de os restos terem sido preservados pelo ambiente frio e pressurizado.

                                                  Além disso, os “caçadores marinhos” não conseguiriam entrar nesse compartimento, pois a água doce rica em oxigênio impediria. Porém, o tempo joga contra essa teoria, e quanto mais anos se passam, menor é a chance de restar algum corpo neste trágico naufrágio.

                                                   

                                                  Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                   

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                                                    Soluções mais amigáveis para o meio ambiente encabeçam a estratégia da Yamaha na redução de emissões de carbono. A “descarbonização” da empresa japonesa agora avança para a divisão de motores náuticos e um motor de popa a hidrogênio é a novidade anunciada pela marca para 2024.

                                                    Batizado de H2, o motor de popa a hidrogênio da Yamaha criará combustão motriz sem emissões de CO2, permitindo o aproveitamento eficiente de tecnologias que a empresa dominou ao longo dos anos na fabricação de motores a gasolina e diesel.

                                                    Foto: Yamaha / Divulgação

                                                    O protótipo do motor de popa a hidrogênio da Yamaha será apresentado durante o Miami International Boat Show (de 14 a 18 de fevereiro), na Flórida, Estados Unidos. Com o equipamento, a empresa espera contribuir para um futuro mais limpo para velejadores e consumidores de produtos náuticos.

                                                     

                                                    A marca tem como meta neutralizar as emissões de escopos 1 e 2 (liberadas para a atmosfera como resultado direto e indireto da operação industrial da empresa) até 2035.

                                                     

                                                    Já para as emissões de escopo 3, a Yamaha espera atingir neutralidade de carbono até 2050. Nesta divisão — cujo monitoramento é o mais desafiador — estão toda a extensão da cadeia de suprimentos e consumo da companhia, além das emissões vindas do uso final dos produtos, como motocicletas, jets e motores de popa.


                                                    Dado o desafio de neutralização de emissões de escopo 3, a Yamaha afirma que promove uma abordagem multidirecional para atingir a meta estipulada. Além do desenvolvimento de sistemas elétricos, a empresa adota outras novas fontes de energia e tecnologias, considerando os diferentes usos e destinações de seus produtos.

                                                     

                                                    Os itens náuticos, por exemplo, são submetidos à resistência da água, exigindo significativamente mais energia para a propulsão do que os veículos terrestres. Além disso, os requisitos de desempenho e engenharia para esses produtos podem variar, dependendo do ambiente de uso — mar, rios ou lagos –, bem como do uso em si, da pesca comercial à recreação.

                                                     

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                                                      Quem não se lembra da personagem Dory, de Procurando Nemo, falando em “baleiês” para encontrar seu amigo? Agora que pesquisadores conseguiram conversar com uma baleia — que lhes respondeu — , essa “linguagem” entrou em um outro patamar, e pode significar mais um passo no entendimento da comunicação animal — e, quem sabe, extraterrestre.

                                                      Um grupo de cientistas da Universidade da Califórnia em Davis, da Alaska Whale Foundation e do SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence), recentemente publicou um estudo no periódico PeerJ, que apresenta um “bate-papo” de 20 minutos entre os profissionais e uma baleia jubarte, chamada Twain.

                                                      A conversa com a baleia aconteceu na costa do Alasca e, para estabelecer uma conexão com o animal, os pesquisadores utilizaram um áudio conhecido como “chamada de contato” (um som em uma frequência desconhecida de rádio, que funciona como um “oi” humano).

                                                       

                                                      A ideia era testar se a frequência atrairia alguma baleia do oceano, já que essa é também a forma que o animal marinho utiliza para se comunicar com outras de sua espécie  — seja para iniciar um contato ou para informar umas às outras onde estão.

                                                      Eles são um dos sinais mais comuns no repertório sonoro social das baleias jubarte– Fred Sharpe, coautor do estudo

                                                      A baleia, por sua vez, não só foi atraída pelo som “baleiês” dos cientistas, como também respondeu a ele, replicando as pausas estabelecidas pelos pesquisadores.


                                                      Na prática, os profissionais tocaram o som de contato 36 vezes, com diferentes intervalos de tempo. Por exemplo: quando esperavam 10 segundos para tocar o som, a baleia esperava 10 segundos antes de responder, o que leva a crer que o animal estava em uma troca intencional.

                                                      Acreditamos que este seja o primeiro intercâmbio comunicativo entre humanos e baleias jubarte na ‘linguagem’ jubarte– Brenda McCowan, coautora do estudo

                                                      Mais que uma simples conversa com baleia

                                                      O estudo feito pelos cientistas é, na verdade, bem mais que uma “conversa” em “baleiês”. Esse pode ser, na verdade, mais um passo para uma eventual comunicação extraterrestre. Os profissionais entendem que, conforme o entendimento de comunicações não-humanas é melhorado, a interação com espécies diferentes, também é.

                                                      Existem diversas inteligências neste planeta e, ao estudá-las, podemos compreender melhor como seria uma inteligência especializada, porque não serão exatamente como a nossa– disse McCowan

                                                      Os pesquisadores do SETI avaliam que o comportamento da baleia Twain pode ser semelhante à forma como alienígenas podem tentar fazer contato com humanos. Com base nisso, os cientistas deram início a uma parceria com especialistas em baleias e animais da UC Davis e da Alaska Whale Foundation, com o objetivo de criar “filtros de inteligência”, visando a busca por inteligência extraterrestre.

                                                       

                                                      Ao aperfeiçoar os filtros, os cientistas acreditam que seria possível identificar sinais vindos do espaço, numa tentativa de fazer o primeiro contato com uma raça desenvolvida.

                                                       

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                                                        Pequena e Grande Diomedes dividem o mesmo arquipélago, mas são politicamente separadas

                                                        Tão perto e, ao mesmo tempo, tão longe. Apesar de dividirem o mesmo arquipélago e estarem a apenas 4 km de distância uma da outra, as Ilhas Diomedes (Pequena e Grande Diomedes) tem um fuso horário de incríveis 21h.

                                                        Isso se deve pelo fato de que as ilhas são politicamente separadas, entre Estados Unidos e Rússia. Enquanto a Pequena Diomedes fica no Alasca (EUA), a Grande Diomedes pertence ao território russo, na Sibéria, ambas no Estreito de Bering, que liga os oceanos Pacífico e Ártico.

                                                        Foto: NASA / Divulgação

                                                        Na prática, Grande Diomedes opera em GMT+14 (14 horas a mais em relação ao Meridiano de Greenwich), e Pequena Diomedes está a GMT-9. Sendo assim, apesar da curta distância, enquanto a ilha nos EUA comemorava a virada de ano, a parte russa já se preparava para dormir e enfrentar o segundo dia de 2024 em poucas horas.

                                                        A divisão política entre as Ilhas Diomedes

                                                        As Ilhas Diomedes sofrem com a divisão política que as separam desde 1867, quando foram compradas pelos países rivais. Desde então, acessar as ilhas pelo mar é ilegal e, o trajeto que seria percorrido de barco em 10 minutos, acaba levando 21 horas — já que é necessário contornar o mundo para visitar as duas.

                                                         

                                                        Visando unir os dois países e acabar com a divisão entre as ilhas, em 1987 (quando a Rússia ainda era a União Soviética), a nadadora de longa distância e escritora estadunidense Lynne Cox realizou, a nado, a travessia do canal que separa as ilhas.

                                                         

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                                                        Após mais de 2 horas, Cox chegou à Grande Diomedes saudada pelos líderes dos dois países à época: Ronald Reegan e Mikhail Gorbachov. Apesar disso, sua atitude não obteve êxito, e as ilhas continuaram separadas como são até os dias atuais.

                                                         

                                                        Outras opções de união das Ilhas Diomedes já foram sugeridas, como um túnel inspirado no Eurotúnel (que liga Folkestone, Kent, no Reino Unido, com Coquelles, em Pas-de-Calais, no norte da França, sob o Canal da Mancha no Estreito de Dover).


                                                        A ideia mais aceita, no entanto, é a de uma ponte, que levaria o nome de Ponte Intercontinental da Paz, já que, na Guerra Fria, o arquipélago se tornou a “Cortina de Gelo” entre ambos — na região, as temperaturas podem chegar aos – 40ºC, daí o nome.

                                                         

                                                        Fato é que, por enquanto, o mais próximo que as ilhas chegam de uma “união” é durante o inverno, quando o mar congela e Pequena e Grande Diomedes ficam ligadas por uma espécie de “pista de gelo”.

                                                        A vida nas Ilhas Diomedes

                                                        Atualmente, a vida nas Ilhas Diomedes é restrita ao lado estadunidense do arquipélago. Por lá, cerca de 118 habitantes da comunidade Inupiaq (que ocupam a região há três mil anos) vivem da pesca e caça de focas, ursos e raposas em um território de aproximadamente 7,4 km², com em torno de 40 casas.

                                                         

                                                        Uma escola na região é responsável pela educação de crianças do Jardim de Infância ao Ensino Médio. Por outro lado, não existem estruturas para cuidados médicos e, para serem atendidos, os moradores dependem de transporte aéreo até o continente americano.

                                                        Pequena Diomedes, no território dos EUA, tem cerca de 118 habitantes. Foto: Departamento de Seguranca Interna dos Estados Unidos / Divulgação

                                                        Já na Grande Diomedes não há moradores desde a Guerra Fria, uma vez que, durante esse período, a então União Soviética expulsou os esquimós que viviam no local, preocupados que se tratassem, na verdade, de espiões.

                                                         

                                                        Os esquimós foram realocados para o continente e, até hoje, ninguém mais habitou a ilha — há apenas uma base militar russa, construída no mesmo período, logo após a saída dos esquimós.

                                                        Ficou com vontade de conhecer as ilhas?

                                                        Se a ideia for se aventurar e conhecer as Ilhas Diomedes, é necessário se preparar adequadamente, já que o desafio será grande. As baixas temperaturas tornam a visitação difícil e, para chegar no território, é necessário pegar um avião até o aeroporto de Nome, no Alasca (EUA) e, então, embarcar em um helicóptero que faça o percurso.

                                                         

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                                                          08/01/2024

                                                          Uma experiência ousada e criativa foi feita pela Emirates, a principal companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos. No desafio, o atleta olímpico e lenda britânica dos veleiros Sir Ben Ainslie trocou de papéis com Alexander Warburton, piloto do Emirates A380 — o maior avião comercial do mundo. Enquanto o comandante dos ares virou velejador, o atleta dos mares pilotou um avião.

                                                          Experts em avião e barco, ambos não tiveram uma missão fácil e aprenderam o básico sobre cada modalidade. Para isso, o velejador Sir Ben visitou a Flight Training Academy, onde pilotou um simulador de voo de última geração, antes de sobrevoar Dubai em um avião Diamond DA42-V. Confira no vídeo abaixo!

                                                           

                                                           

                                                          Antes da troca, não faltaram conselhos e motivações para a lenda dos veleiros por parte de Alexander Warburton, que acreditou na capacidade de Ben Ainslie de conduzir algo “ligeiramente diferente”. O comandante também comentou como é pilotar o A380.

                                                          Foto: Emirates/ Divulgação

                                                          Depois de simular voo com o instrutor Petrus de Vries, hora de colocar os conhecimentos em prática! Com Petrus ao seu lado, Sir Ben se saiu bem na missão, voando sobre montanhas e mares até pousar com segurança no hangar da empresa.

                                                          Foi uma experiência incrível, mas ainda penso que tenho um caminho a percorrer antes de pilotar um A380 – Sir Ben Ainslie, velejador


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                                                          Já no desafio de trocar o avião pelo comando de um barco, o piloto encarou as águas a bordo de um catamarã de corrida da equipe Emirates Great Britain SailGP Team. O modelo F50 — com 50 pés — é uns dos veleiros mais rápidos do mundo e chega a alcançar 92,6 km/h, além de possuir uma velocidade máxima prevista superior a 100 km/h.

                                                           

                                                          Recebido por Sarah Jenkins — responsável pela comunicação do time de regatas patrocinado pela Emirates — , Alexander Warburton contou com a ajuda de vários profissionais para velejar, inclusive de Ben Ainslie.

                                                          Ben Anslie e Alexander Warburton. Foto: Emirates/ SailGP/ Divulgação
                                                          Foto: Emirates/ SailGP/ Divulgação

                                                          Eu adorei. O barco é mais responsivo do que eu realmente esperava. Consigo ver muitas similaridades entre o avião e o barco. Foi uma experiência muito legal– Alexander Warburton, piloto de avião

                                                          Foto: Emirates/ Divulgação

                                                          A troca entre um avião e barco é só mais um laço entre a Emirates e o mundo da vela, que existe há quase 20 anos. Em 2023, a marca reforçou seu compromisso com o esporte, ao se tornar o primeiro patrocinador máster da equipe Great Britain SailGP Team, com contrato até 2026.

                                                           

                                                          Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                           

                                                          Náutica Responde

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                                                            Fazer um cruzeiro, para muita gente, é coisa de filme. Mas, na vida real, essa história de navegar pelo mundo está mais para uma novela. Pouco depois da Life at Sea Cruises cancelar um cruzeiro de 3 anos e gerar prejuízos milionários, vem aí uma concorrente: a Villa Vie Odyssey, prometendo uma viagem ao redor do mundo. A jornada terá três anos e meio, começando já em maio deste ano.

                                                            A novidade chega através da Villa Vie Residences, uma startup fundada, justamente, por ex-membros da equipe executiva do Life at Sea Cruises, que se demitiram quando a equipe original se separou, em maio de 2022.

                                                            Foto: Villa Vie Residences / Divulgação

                                                            Para realizar a façanha da viagem ao redor do mundo, a startup confirmou a compra de um navio de 1993, o MS Braemar de Fred. Olsen Cruise Lines, e deu a ele o nome de Villa Vie Odyssey. “A entrega [do navio] está prevista para o final de fevereiro de 2024”, confirmou Peter Deer, diretor administrativo da Fred. Olsen Cruise Lines, à CNN.

                                                             

                                                            Apesar dos 30 anos, o navio adquirido pela Villa Vie foi reformado em 2019, mesmo ano em que se tornou o navio mais longo a atravessar o Canal de Corinto — que liga o golfo de Corinto com o mar Egeu.

                                                            Foto: Villa Vie Residences / Divulgação

                                                            O Villa Vie Odyssey tem capacidade para 924 pessoas, em 485 cabines, e, de acordo com a empresa, seu tamanho relativamente pequeno significa que ele é capaz de atracar “no coração” dos destinos, que, aliás, não serão poucos.

                                                             

                                                            Durante os três anos e meio de cruzeiro, o navio deve passar por 147 países e 425 portos, onde fará estadias de dois a sete dias. Para além da diversão nos destinos, os passageiros do navio terão motivos de sobra para ficar a bordo por tanto tempo.

                                                            Foto: Villa Vie Residences / Divulgação

                                                            A embarcação terá oito conveses, um calçadão “envolvente” e uma piscina ampliada, além de banheiras de hidromassagem. Serão, ao todo, três restaurantes, oito bares e quatro lounges, além de spa, academia, simulador de golfe, biblioteca, “centro culinário interativo” e centro médico. Tudo isso com internet da Starlink e Viasat 3.

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                                                            Foto: Villa Vie Residences / Divulgação

                                                            Os preços vão variar de acordo com o que os passageiros escolherem: comprar ou alugar uma cabine. Quem alugar pagará a partir de US$ 89 por pessoa, por dia, por uma cabine interna (cerca de R$ 434 com valores convertidos em janeiro de 2024). As cabines externas custam a partir de US$ 119 (R$ 581) por pessoa, por dia e, as com varandas, custam US$ 199 (R$ 971).

                                                            Foto: Villa Vie Residences / Divulgação

                                                            Enquanto isso, quem comprar, deverá pagar à vista pela cabine, com valores a partir de US$ 99 mil (R$ 483,3 mil) para opção interna, US$ 149 mil (R$ 727,4 mil) para cabine externa e US$ 249 mil (cerca de R$ 1,22 milhão) na com varanda . Os preços são baseados em ocupações duplas. Viajantes individuais ganham descontos de 30% na cabine interna, 20% na externa e 10% na com varanda.

                                                            Foto: Villa Vie Residences / Divulgação

                                                            Os proprietários das cabines terão ainda que pagar taxas mensais a partir de US$ 1.750 (R$ 8,5 mil) por pessoa, sendo possível alugar a cabine para outras pessoas (sem custos adicionais). O comprador terá uma garantia de 15 anos pela cabine — tempo de vida útil estimada do navio.

                                                            Foto: Villa Vie Residences / Divulgação

                                                            Todos os alimentos e bebidas estão incluídos nos valores da viagem ao redor do mundo, até os drinques alcoólicos no jantar. Haverá também serviço de limpeza semanal e serviço de lavanderia quinzenal, sem custo extra.

                                                             

                                                            Mikael Petterson, CEO da Villa Vie, diz que o objetivo da empresa a longo prazo é comprar mais navios. Assim, os proprietários podem obter um crédito de 50% para mudar para uma nova embarcação ao final dos 15 anos. Se isso não acontecer, eles receberão 15% do pagamento de volta.

                                                             

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