O Mar Báltico, no interior norte da Europa, é conhecido por carregar águas salobras, sem grandes marés e com uma profundidade máxima de 459 metros. Apesar disso, estima-se que por lá se escondam 100 mil naufrágiose, o mais recente deles, do século 19, foi descoberto por mergulhadores poloneses com uma surpresinha: 100 garrafas de champanhe, acompanhadas de porcelanas e água mineral de 170 anos.
A descoberta se deu por acaso, fruto de um mergulhomotivado por pura curiosidade. “Eu mergulho há 40 anos e muitas vezes acontece de haver uma ou duas garrafas. Descobrir um naufrágio com tanta carga é uma novidade para mim”, disse Tomas Stachura, líder da equipe de mergulho Baltictech, à AFP.
Foto: Tomasz Stachura/ Baltictech / Divulgação
A embarcação, identificada como um navio mercante, foi encontrada a 37 quilômetros ao sul da ilha de Öland, na costa sueca. As garrafas, mais do que um achado curioso, ajudaram a identificar o período do barco através do rótulo, pertencente à empresa alemã Selters — provavelmente da metade do século 19.
Foto: Tomasz Stachura/ Baltictech / Divulgação
O Báltico é um tipo de marque oferece boas condições para a preservação de artefatos, graças a, justamente, suas águas salobras (que apresentam mais sais dissolvidos do que a água docee menos do que a água do mar).
Foto: Marek Cacaj/ Baltictech / DivulgaçãoFoto: Tomasz Stachura/ Baltictech / DivulgaçãoFoto: Marek Cacaj/ Baltictech / Divulgação
Contudo, conforme informações do The Guardian, os mergulhadores notificaram as autoridades regionais sobre o achado, que informaram que a recuperação das garrafas ainda levará tempo.
Restaurar um piso de mármore não é das tarefas mais fáceis, imagina, então, debaixo d’água. Pois foi o que fizeram os arqueólogos do Parque Arqueológico Subaquático de Baia, na Itália, com os azulejos de uma vila romana submersa, localizada na comuna italiana de Bacoli, datada do fim do século 3 d.C.
Segundo uma postagem feita pelo Parque Arqueológico Campi Flegrei, no Facebook, o azulejo encontrado submerso tem origem no final do Império Romano. De acordo com o grupo de pesquisa, o grande salão é típico das residências dos cavalheiros a partir do fim do século 3 d.C, e foi feito com azulejos reutilizados — dando indícios de que a elite romana enfrentava pressões econômicas.
Como podem ver nas fotos, são resultados de reaproveitamento, ou seja, foram usados anteriormente para decorar outros pisos ou paredes. Esse fenômeno também é típico do período da Antiguidade Tardia (entre o século 3 e 5 d.C)– descreveu o Campi Flegrei
A reutilização dos azulejos na vila submersa revela que até mesmo a elite romana sofreu as consequências das pressões econômicas da época. Para reduzir custos, o proprietário do local provavelmente se contentou com mármore de “segunda-mão”.
À moda romana
Com uma técnica decorativa chamada opus sectlie, o piso era produzido em pedaços de pedra cortados em padrões geométricos, que se encaixavam como um quebra-cabeça — diferente dos mosaicos, por exemplo, que utilizavam peças pequenas e de tamanho igual.
Segundo os arqueólogos, a obra foi erguida no final do Império Romano, e tinha mais de 250 m² de extensão. Desde então, as paredes com mais de 10 metros de altura da antiga vila desabaram, mas seus restos continuam preservados.
O grupo de pesquisa explica que as placas restauradas foram colocadas em tanques de água doce, para eliminar os sais naturais do mar. No que diz respeito ao design, o padrão do azulejo é composto por quadros adjacentes com círculos no centro — como na imagem abaixo.
Milhares de lajes de mármore e centenas de formas diferentes foram reunidas para criar uma geometria altamente encaixada– explica o Parque Arqueológico de Campi Flegrei
Entretanto, a missão de restaurar os azulejos dessa vila romana submersa ainda não acabou. O Parque Arqueológico Campi Flegrei descreveu o trabalho como um “desafio novo e extremamente complicado, devido a extrema fragmentação dos restos e sua grande extensão”.
Na publicação, o perfil pontua que, além da escavação e restauração submarina, ainda acontece o trabalho em terra, e que pretendem estudar azulejo por azulejo para “tentar recompor um módulo inteiro”.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Não é novidade que o Apple Watch tem várias funções, mas nem todos sabem que salvarvidas pode ser uma delas. Na Austrália, um homem de 49 anos se livrou de um afogamento eminente ao usar um recurso do relógio, que o permitiu acionar a emergência e obter ajuda antes que fosse tarde demais.
O caso aconteceu na praiade Tallow, onde Rick Shearman praticava bodysurf — modalidade que dispensa o uso de prancha, sendo necessário movimentar apenas o corpo para pegar ondas.
Foto: thoroughlyreviewed.com/ Flickr/ Reprodução
Ele estava a cerca de um quilômetro da costaquando, ao tentar retornar para a praia, ficou preso na zona em que as ondas quebravam.
Levei algumas pancadas fortes na cabeça e fiquei debaixo d’água por um tempo. Comecei a entrar em pânico e a ter cãibras– Rick Shearman ao portal australiano ABC News
Surfista e nadador experiente, Rick sabia que de nada adiantava lutar contra o oceano. Ele, então, deixou que a correnteza o levasse e tentou manter a calma, já que sabia que não conseguiria se livrar do perigo sem ajuda.
Embora sua namoradaestivesse na praia, o australiano acreditava que ela já havia saído para fazer compras. Ou seja, ninguém estaria procurando por ele. Foi aí que se lembrou do acessório em seu pulso.
Como o Apple Watch salvou a vida de Rick
Enquanto lutava contra as ondas, o surfista acionou a função de emergência do relógio e ligou para o 000, número que, na Austrália, serve para acionar polícia, bombeiros e ambulâncias.
As condições do mar, no entanto, não facilitaram a tarefa de Rick, “sacudido pelo vento e pelas grandes ondas” e distante da costa.
Foi bastante difícil utilizar [o relógio]. Eu tinha que segurá-lo próximo ao ouvido para ouvir o que estava acontecendo e falar com o atendente– Rick Shearman
Ele permaneceu na linha ao longo de uma hora, até que o socorro veio a seu encontro por meio de um helicópteroda Westpac Lifesaver Queensland. A equipe de resgate recebeu o pedido de ajuda por volta das 10h. Veja abaixo:
Após ser içado pela aeronave, Rick foi levado a um lugar seguro e recebeu atendimento médico. Apesar do susto, ele passa bem. “É incrível que eu tenha conseguido usar essa tecnologia para salvar minha vida”, comentou. “Se não fosse por esse serviço no relógio, eu provavelmente estaria vagando por águas internacionais agora”.
O Apple Watch tem certificação à prova d’água em profundidadesde até 50 metros desde a linha Series 2 — sendo que alguns modelos mais robustos garantem o funcionamento em profundidades ainda maiores.
Ainda que tenha chamado a atenção, esta está longe de ser a primeira vez que o Apple Watch ajuda a salvar uma vida. Diversas pessoas relataram, no passado, terem sido socorridas graças à função de emergência do dispositivo.
Sempre com dois barcosde sua escola de vela na flotilha, o comandante Pedro Rodrigues participou de todas as edições da Copa Mitsubishi — Circuito Ilhabela, desde o ano 2000. É um dos velejadores mais simbólicos da competição, com seus alunos a bordo.
Se tem regata em Ilhabela(e sempre tem, pois a Copa Mitsubishi — Circuito Ilhabela de Vela acontece ao longo de todo o ano, sem contar a Semana Internacional de Vela, em julho), lá estão os alunos da BL3, a bordo de dois veleiros-escola: o Urca, que corre pela classe RGS A, e o Mangalô, pela RGS Cruiser (antiga Bico de Proa).
Foto: Aline Bassi/Balaio de Ideias
Tem sido assim há 30 anos, desde que a escola de vela comandada por Pedro Rodrigues (e por seu irmão, Paulo “Pêra” Rodrigues, que dá aulas na represa de Guarapiranga) abriu as portas em Ilhabela, em 1994.
“Já formamos quase 15 mil alunos”, afirma Pedro, numa conta em que estão incluindo tanto os velejadoresde Oceano quanto os praticantes de monotipo, kitesurfe windsurf, além dos participantes de eventos corporativos, nos quais líderes e gestores de equipes de grandes empresas são convidados a assumir as diferentes funções de tripulantes em um veleiro oceânico.
Foto: Aline Bassi/Balaio de Ideias
“Apenas nos cursos de vela Oceânica, nós temos 80 alunos por ano, que são os nossos tripulantes na Copa Mitsubishi”, explica o gestor e instrutor da BL3 — que tem sede na Praia da Armação e oferece cursos desde Optimist até Vela Oceânica, passando pelo Kite, pelo WingFoil e pelo Openbic, para pessoas de 7 a 80 anos.
Segundo Pedro, o melhor método de aprendizagem é aquele que coloca os alunos dentro do barco já no primeiro dia, com a realização de aulas práticas. No caso de criançase adolescentes, a bordo de monotipos de classes como Open Bic, Optimist, Dingue ou Laser. No caso de adolescentes e adultos, de barcos de Oceano.
Em um único fim de semana de regatas da Copa Mitsubishi a gente vive situações que demoraria anos para aprender num velejada de cruzeiro. São várias condições de raia, ventos, mar, clima. Uma verdadeira escola– compara Pedro
Não é só competição. O objetivo, muito além ensinar aos alunos a arte de navegar ao sabor dos ventos, é transformar a vida das pessoas através da vela. Ao mesmo tempo, mostrar a importância do trabalho em equipe, lição que Pedro começou a aprender aos 12 anos de idade, velejando de Pinguim no Yacht Clube Paulista, na Guarapiranga, tendo como mestre o irmão, Pêra, e como primeiro timoneiro o hoje também professor de vela Richard “Dick” Andersen.
Foto: Aline Bassi/Balaio de Ideias
Disputar uma competição a vela, segundo ele, é sinônimo de prazer, mas também de trabalho duro. A menos que você esteja no comando, sua missão será puxar cabos presos em catracas pesadas, desenrolar velas gigantes e, acima de tudo, obedecer a ordens. Isso durante várias longas horas, comendo biscoito água e sal e sem poder usar o banheiro.
Foto: Aline Bassi/Balaio de Ideias
O trabalho de equipe da tripulação é o segredo de tudo. “Não adianta ter um barco muito melhor que os outros, se o entrosamento a bordo não estiver à altura”, ensina Pedro, que é formado em Educação Física na USP, com MBA em Recursos Humanos pela FIA-USP, e antes de abrir a própria escola de vela trabalhou na loja náutica Regatta, na qual, ao lado de Sibylle Buckup, montou a Escola de Vela Regatta.
Depois disso, fui para a Inglaterra, onde fiz um curso de instrutor de vela, e voltei na bagagem com o certificado da Royal Yachting Association, a RYA, que é a associação inglesa de vela– recorda
De lá, Pedro trouxe a metodologia de ensino: “Tenha certeza que seus alunos estão seguros, felizes e aprendendo”, valores que norteiam sua escola de vela de Ilhabela. O nome BL3 é uma homenagem dos dois irmãos Rodrigues a um dos maiores protagonistas da vela brasileira em todos os tempos: Joerg Bruder, tricampeão mundial da classe Finn, cujo barco tinha o numeral BL 3.
Bruder morreu em 1973 em um acidente aéreo quando se dirigia ao campeonato no qual tentaria conquistar seu quarto título mundial.
Na escola de Ilhabela, os alunos geralmente passam primeiro pelos cursos básico e intermediário, antes de entrarem nas competições. Mas também podem ser escalados diretamente para a disputa de regatas, se desejarem. Mas sempre sob o comando de um instrutor experiente, seja o próprio Pedro (skipper do Mangalô) ou o Clauberto Andrade (comandante do Urca).
“Eles vão se revezando nas várias posições a bordo: secretaria, trimmer de mestra, trimmer de genoa, trimmer do balão, proeiro… Só não vão no leme. A ideia é que tenham o máximo possível de experiências. Sempre com os objetivos do aprendizado e do resultado”, explica Pedro.]
Os barcos da escola de vela de Ilhabela são presença constante — e marcante — nas principais competições náuticas realizadas na Capital da Vela. “De 1994 para cá, nossos alunos-velejadores participaram de todas as edições da Semana de Vela de Ilhabela, com a conquista de títulos na classe RGS e de um tricampeonato na Bico de Proa”, comemora Pedro.
Somos uma das poucas equipes que não perderam uma só Copa Mitsubishi, que começou no ano 2000”, garante ele. Tudo provado por imagens e troféus conquistados nas disputas. E comprovado pelo responsável técnico das duas competições, Carlos Eduardo “Cuca” Sodré. “Os alunos do Pedro estão sempre na raia. No caso da Copa Mitsubishi, desde a primeira edição, sem falhar em nenhuma”, endossa.
Foto: Aline Bassi/Balaio de Ideias
Não por acaso, há vários velejadores consagrados que se iniciaram na vela pelas mãos dos professores da BL3. Nomes como Daniel Hilsdorf (da C30), Edgardo Vieytes, Fábio Gandelman, Marcelo Belotti, Raimundo Nascimento, Reginaldo Costa e Valéria Ravani. Além de um grande talento (e promessa de medalha olímpica) atual: Alex Kuhl, campeão mundial de Optimist, em 2021, primeiro e único do Brasil na história.
Na Copa Mitsubishi 2024, é claro, lá estão os dois barcos-escola: o Urca, que é um Wind 34 que corre pela classe RGS A, levando a bordo um skipper, um imediato e seis alunos-tripulantes; e o Mangalô, um Jeanneau Sun Odyssey 42, que compete pela RGS Cruiser (antiga Bico de Proa) com um skipper, um imediato e oito alunos-tripulantes.
Estamos com os barcos preparados para ir para cima. A gente sempre busca pódio– diz o gestor da BL3
Idealizador e patrocinador das principais competições de iatismo disputadas em Ilhabela, Eduardo Souza Ramos é uma das referências de Pedro Rodrigues no esporte. “Eu o conheci no Yacht Clube Paulista, na Guarapiranga, quando ele tinha um veleiro chamado Krishna e ainda competia pela classe Star, nos anos 1980”, recorda-se.
“Ele é uma das minhas inspirações, não só como atleta, mas também como empresário e ser humano. A paixão dele pela vela é impressionante e, de certa forma, contagiante também”, acrescenta.
Como empresário, Pedro se orgulha da importância que seus eventos corporativos têm para Ilhabela, movimentando hotéis, restaurantes, lojas e o comércio em geral em épocas do ano em que a cidade recebe poucos turistas.
A maioria das vivências com empresários é realizada durante a semana e fora da temporada e dos feriados, o que ajuda a diminuir os efeitos que a sazonalidade causa à região e contribui para a geração de empregos– explica
O detalhe é que, nessas clínicas, os integrantes dos times disputam uma série de regatas nos mesmos moldes da Copa Mitsubishi, que se desenvolve em quatro etapas ao longo de oito fins de semana, com as mesmas dificuldades e todos os prazeres que conhecemos. E amamos.
Não é só em filmes de agentes e espiõesque o toque de um botão revela ambientes escondidos. No luxuoso iateLadenstein 88, a ação é capaz de trazer à tona um bar secreto, discretamente posicionado atrás de um painel giratório.
Ao melhor estilo James Bond, com um simples clique a parede decorativa dá espaço ao bar secreto, um dos atrativos da embarcaçãode 90 pés (27,29 metros). O iate, claramente, é ideal para quem gosta do mistério— afinal, não é todo dia que você pode oferecer um drink a um convidado que sequer sabia da existência do espaço.
Foto: Divulgação
O toque de um botão tem outra função importante no L88. Por meio dele, o passageiro também consegue transformar o solário de proa em uma área para praticar golfe e outros esportes, já que a parte superior se adapta para garantir um ambiente multifuncional.
De acordo com o estaleiro Ladenstein, o solário é um dos maiores da classe a qual o iate pertence e ainda conta com mesa de jantar ao ar livre, jacuzzi, chuveiro e bar Teppanyaki, que usa uma chapa para preparar alimentosna frente de outras pessoas.
Foto: Divulgação
Muito além do bar secreto
Embora nem se compare a superiatese megaiatesem questão de tamanho, o L88 foi planejado para garantir entretenimentoe conforto de alto nível a bordo.
Com 23 pés de boca (6,9 metros), a embarcação oferece espaços amplos — incluindo quatro grandes áreas externas. Além da proa cheia de encantos, a popa tem um enorme beach club, com acesso direto à água.
Foto: Divulgação
Outro detalhe interessante é a plataforma de rebaixamento no leme, que permite levantar os assentos quando o barco estiver em movimento — de forma a desobstruir a visão de quem pilota — e abaixá-los quando atracado, para a integrá-los ao ambiente e serem usados pelos passageiros.
Nos interiores, as configurações incluem de três a cinco cabines, conforme o desejo do proprietário, e garagem para botes e jets. No quesito ‘personalização’, há ainda a possibilidade de incluir sauna, academia ou brinquedos aquáticos.
Foto: Divulgação
Previsto para inaugurar sobre as águas em maio de 2025, o L88 está sendo construído na Tailândia— onde fica atualmente o estaleiro da empresa de origem austríaca. O preço inicial é de US$ 5,12 milhões (R$ 29 milhões na cotação de julho de 2024).
No último sábado, 27 de julho, aconteceu a primeira etapa do “Festival Paraná Veleiro Oceano”, com a participação de mais de 40 barcose 20 veleiroscompetindo na regata. Entre os competidores estavam barcos de Itajaíe Joinville, incluindo o veleiro Santa Fé, comandado por Sergio Ricardo Penteado Filho, que conquistou o título de “Fita Azul” ao ser o primeiro a cruzar a linha de chegada.
A regata teve como cenário a raia de Antonina, situada entre a Ilha do Teixeira e as Ilhas Jererês. Apesar das condições de vento fraco, a competição foi técnica e emocionante, proporcionando uma beleza exuberante. O sol brilhava intensamente, pintando o céu de azul, enquanto botos nadavam nas águas, criando um espetáculo fotográfico.
Além da regata, o Festival ofereceu outras atividades, como o concurso cultural de fotografiae o mutirão de limpeza da praia da Pita, com programa de educação e sustentabilidade. Os barcos que não competiram puderam acompanhar a regata de perto, “Race Watch”.
Botos marcaram presença na 1ª Etapa do Festival Paraná Vela Oceano. Foto: Jr Bom
A confraternização e premiação da regata no Clube Nautico de Antonina encerraram o dia com chave de ouro.
O Festival Paraná Veleiro Oceano terá mais três etapas este ano: em 31 de agosto a Volta à Ilha da Cotinga em Paranaguá; em 5 de outubro a Volta à Ilha do Mel, próxima ao Pontal do Sul; e em 14 de dezembro a volta às Ilhas Jererês, também em Paranaguá.
Foto: Jr Bom
Os organizadores prometem mais atrações tanto no mar quanto em terra, transformando o evento em um encontro imperdível para os amantes do mar e da natureza.
Mutirão de limpeza da praia da Pita promoveu educação e sustentabilidade. Foto: Jr Bom
O diretor do Festival, Roberto Grupenmacher, expressou grande satisfação com o resultado da primeira etapa. “Sem dúvida, cumprimos nossa meta de velejar, nos divertir e confraternizar. E quanto mais barcos na água, maior é a festa, todas as embarcações são bem-vindas: lanchas, veleiros e motos aquáticas”, enfatizou.
Foto: Jr Bom
O capitão da Flotilha, Marcelo Ling, destacou o aspecto técnico da competição. “Durante o percurso barla-sota, os veleiros enfrentam o desafio de navegar contra o vento até a montagem da boia. Em seguida, retornam com o vento de popa, momento em que os velejadores montam o balão. Para isso, a tripulação precisa estar treinada e demonstrar habilidade”, explicou Ling.
Foto: Jr Bom
O Festival Paraná Vela Oceano é uma realização da Flotilha Paranaense de Veleiros de Oceano e da Federação de Iatismo do Paraná. Conta com o patrocínio da Audi Center Alto da XV e Volvo Open Point.
Classificação final por categoria do Festival Paraná Vela Oceano
O marabriga grande parte das criaturas mais fascinantes da Terra. Quando se fala nos maiores animais do mundo, então, não é preciso esperar muito para uma grande baleia vir à mente. Mas, além dessas gigantes, os oceanos também abrigam peixes que em nada ficam para trás quando o assunto são as grandes dimensões. Há uma espécie, inclusive, que pode alcançar o tamanho de um prédio de seis andares.
No foco do fascínio de pesquisadorese — infelizmente — na mira da pesca excessiva e da poluição dos mares, esses animais refletem o quão impressionante o fundo do mar pode ser. Para mergulhar nessa ideia, confira, a seguir, cinco dos maiores peixes do mundo.
5 maiores peixes do mundo
Tubarão-baleia
Considerado o maior peixe do mundo, podendo atingir mais de 12 metros de comprimento — o equivalente a um prédio de seis andares — e pesar até 21 toneladas, o tubarão-baleia (Rhincodon typus) é um “filtrador”, uma vez que se alimenta principalmente de plâncton, pequenos peixes e crustáceos. O animal, inclusive, nada com a boca aberta, de forma a filtrar a água e capturar seu alimento.
Apesar do tamanho, a espécie que vive em águas tropicais e temperadas quentes surpreende pela tranquilidade e não representa ameaça aos humanos — inclusive, é conhecido por sua curiosidadee interação pacífica com mergulhadores.
Atualmente, o tubarão-baleia está listado como espécie vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), devido à pesca excessiva e ao comércio de barbatanas.
Peixe-remo gigante (Regalecus glesne)
Popularmente chamado de ‘peixe do fim do mundo’, o peixe-remo gigante (Regalecus glesne) pode atingir mais de 11 metros de comprimento. É um dos peixes mais longos do mundo, mas é relativamente leve em comparação a sua extensão: 270 kg.
Foto: Wikimedia Commons
Seu apelido popular vem do folclore japonês, que diz que a espécie sobe à superfície sempre que um abalo sísmico está prestes a ocorrer. Seu habitat natural, porém, são as águas profundas, geralmente entre 200 e 1.000 metros de profundidade.
O peixe-remo não está listado como ameaçado, mas poucos são os dados sobre suas populações, uma vez que vive em condições profundas, de difícil acesso. Por enquanto, sabe-se que suas principais ameaças incluem captura acidental em redes de pesca de arrasto e poluição marinha, além das mudanças climáticas.
Esturjão-beluga (Huso huso)
Considerado o maior peixe de água doce do mundo, o Esturjão-beluga (Huso huso) pode atingir até 7,2 metros de comprimento e pesar cerca de 1,5 toneladas. O animal vive principalmente em grandes rios, assim como em áreas costeiras do Mar Cáspio, Mar Negro e Mar de Azov.
A espécie, que surgiu de dinossauros há 200 milhões de anos, atualmente é considerada pela IUCN criticamente ameaçada. Um dos motivos se dá pelo seu método de reprodução, que consiste na desova em rios de água doce.
Conhecidos como caviar beluga, os ovos são altamente valorizados e considerados um dos mais luxuosostipos de caviar.
Esturjão-beluga capturado em 1932. Foto exibida em matéria de João Lara Mesquita, do Mar sem Fim
Peixe-serra gigante
Um peixe-serra gigante (Pristis pristis) pode atingir até 7 metros de comprimento e pesar mais de 600 kg. Seu focinho alongado e achatado traz dentes serrilhados, que se assemelham a, justamente, uma serra (ou rostrum) — característica que pode constituir até 20% do comprimento total do peixe.
Foto: Simon Fraser University – University Communications / Wikimedia Commons / Reprodução
A espécie costuma viver em águas costeiras rasas — tanto salgadas quanto doces — , estuários e rios, muitas vezes em regiões de manguezais. O peixe-serra gigante se alimenta principalmente de peixes e invertebrados bentônicos e usa seu rostrum para escavar no fundo do mar e atordoar presas.
Foto: J. Patrick Fischer / Wikimedia Commons / Reprodução
Um fato curioso sobre a espécie é que os filhotes nascem com o rostrum envolto em uma bainha protetora, para evitar ferimentos à mãe. Atualmente, o peixe é considerado criticamente ameaçado pela IUCN, devido à pesca excessiva e à destruição de seus habitats.
Peixe-lua
O peixe-lua (Mola mola) pode pesar mais de 2 toneladas e atingir cerca de 3 metros de comprimento e 4 metros de altura (incluindo as nadadeiras dorsais e ventrais). Seu chamativo corpo achatado de pele geralmente cinza prateada confere a ele o apelido de “lua”.
Foto: Nol Aders / Wikimedia Commons
A espécie alimenta-se, principalmente, de medusas, mas também consome pequenos peixes, zooplânctons e algas. Entre suas características comportamentais estão o hábito de flutuar perto da superfície para se aquecer ao sol e nadar na vertical.
Um peixe-lua fêmea pode liberar até 300 milhões de ovos de uma vez — mais do que qualquer outro vertebrado conhecido. Ainda assim, a espécie está listada como vulnerável pela IUCN.
Os atletasdo triatlo masculino que esperavam competir nesta terça-feira (30) amanheceram com más notícias: a disputa foi adiada para amanhã (31), devido às más condições do Rio Sena, que hospeda a parte aquáticado esporte.
Em comunicado,a World Triathlon e os organizadores dos Jogos Paris 2024 informaram que a qualidade da águaestá abaixo dos limites aceitáveis, em decorrência das fortes chuvas que caíram sobre a cidade na sexta-feira (26) — durante a abertura oficial das Olimpíadas — e no sábado (27).
No domingo (28) e na segunda-feira (29), os treinos no Rio Sena já haviam sido adiados, o que os impediu os triatletas de se familiarizarem com o local da prova.
“Paris 2024 e World Triathlon reiteram que a sua prioridade é a saúde dos atletas. Os testes realizados hoje no Sena revelaram níveis de qualidade da água que não fornecem garantias suficientes para permitir a realização do evento”, diz um trecho do comunicado oficial.
A prova masculina foi remarcada para 31 de julho, às 5h45, no horário de Brasília. A disputa feminina segue conforme o calendário anterior, também em 31 de julho, só que às 3h.
Rio Sena está novamente poluído?
No começo do mês, a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, cumpriu a promessa de nadar no recém despoluído Rio Sena, contrariando as previsões menos otimistas sobre a qualidadedas águas. No entanto, os temporais dos últimos dias foram cruciais para afetar o curso positivo dos acontecimentos.
Foto: Rodrigo Pereira da Silva/ Wikimedia Commons/ Reprodução
Conforme informado pelo site oficial de Paris, que publica as atualizações sobre as medições realizadas, as chuvas fortes fazem com que parte da água não tratada — proveniente do esgotoda cidade — escoe para o rio, levando consigo bactérias capazes de prejudicar a saúde.
Os últimos relatórios da Eau de Paris, empresa pública responsável pelo monitoramento da água, mostram níveis perigosos de Escherichia coli (E. coli), bactéria encontrada no intestino de humanos e animais. Algumas cepas podem provocar cólicas abdominais severas, diarreia, sangue nas fezes e vômitos, segundo o Ministério da Saúde brasileiro.
Informações oficiais também apontam que “obras de saneamento permitirão limitar a poluição, mas não a eliminar completamente em caso de tempestade intensa”. Outros fatores como temperatura da água, sole fluxo do rio influenciam na qualidade do Sena.
Estima-se que leva entre 48h e 72h para que a qualidade da água retorne a níveis seguros para banho após despejos resultantes de um episódio de chuva– site oficial da cidade de Paris
A agência francesa de notícias AFP comunicou que os responsáveis pelos Jogos preveem um “plano B”, caso do rio não se recuperar a tempo. Isso envolve adiar as competiçõesde triatlo por alguns dias ou transferi-las para Vaires-sur-Marne, no Rio Marne, a leste de Paris.
O triatlo é o primeiro esporte olímpico a ser agendado no Rio Sena. Na próxima semana, estão previstas as provas da maratona aquática nos dias 8 de agosto (feminino) e 9 de agosto (masculino).
Já pensou como seria navegar num iate presidencial dos Estados Unidos, como um verdadeiro presidente da América? Agora, esse sonho pode sair do papel, pois o icônico Honey Fitz — barco que hospedou oito governantes dos EUA — está disponível para aluguel.
Hoje propriedade do Lessing’s Hospitality Group, o lendário iate presidencial de 93 pés (28 metros de comprimento), que já pertenceu a históricos presidentes norte-americanos como John F. Kennedy, Franklin D. Roosevelt e Richard Nixon, atualmente, se encontra no Pelican Club, Jupiter, no estado da Flórida.
Foto: Honey Fitz/ Divulgação
Para viver a experiência de “presidente por um dia”, o Honey Fitz oferece vários pacotes para os hóspedes, que podem realizar casamentos, festas privadas ou eventos corporativos a bordo do iate, além da possibilidade de aproveitá-lo tanto atracado quanto navegando na enseada de Jupiter.
Foto: Honey Fitz/ Divulgação
No momento, o fretamento só está disponível no Pelican Club, que aceita reservas para eventos a partir de outubro. Para mais informações sobre o aluguel do Honey Fitz, basta consultar o site oficial.
Casa Branca Flutuante
Rebatizado por John Kennedy como Honey Fitz — em homenagem ao seu avô materno — , o barco foi vendido pelo governo dos EUA em 1977, após servir oito presidentes em exercício. Entre estágios de reparo e deterioração, o empresário Charles Modica o adquiriu em 2020, determinado a restaurar o iate — dito e feito.
Foto: Honey Fitz/ Divulgação
Após três anos de uma exausta reforma, o antigo iate presidencial dos EUA estava pronto. Ao mesmo tempo em que manteve peças históricas da década de 1930, o lendário iate misturou o luxo incomparável com o charme histórico para navegar nas águas de Palm Beaches.
O elegante iate de madeira tem capacidade para acomodar até 35 convidados, possui um salão principal espaçoso, cozinha equipada, cabine luxuosa e um belo terraço. A restauração deixou o icônico iate com sistema de última geração, além dos mais modernos equipamentos de segurança.
Foto: Honey Fitz/ Divulgação
Um pedaço da história americana
Durante o mandato de Joe Biden, o 46º presidente dos Estados Unidos não teve à sua disposição uma embarcação exclusivamente para ele. Mas entre 1931 e 1977, os líderes do país norte-americano podiam usufruir deste Honey Fitz — originalmente batizado de USS Sequoia.
O presidente dos EUA, Richard M. Nixon, e o líder da URSS, Leonid Brezhnev, a bordo do USS Sequoia, em 1973. Foto: Wikimedia Commons/ Domínio Público
Projetado em 1921, o centenário iate foi projetado pelo arquiteto naval John Trumpy, sob encomenda do banqueiro Richard Cadwalader. Quem teve a honra de construir a embarcação foi o estaleiro Mathis Yacht Building Company, e sua obra só foi conhecer as águas pela primeira vez em 1925.
Ela ainda seria vendido para outro empresário, até cair no domínio do governo dos EUA em 1931 e virar o iate presidencial. Desde então, oito presidentes tiveram o iate a seu dispor: Hebert Hoover, Franklin D. Roosevelt, Harry S. Truman, Dwight D. Eisenhower, John F. Kennedy, Lyndon B. Johson, Richard Nixon e Gerald Ford.
Richard M. Nixon e Leonid Brezhnev a bordo do iate presidencial Sequoia. Foto: Creative Commons/ Reprodução
Como é de se imaginar, não faltam histórias neste barco. A bordo do USS Sequoia, Nixon realizou mais de 80 viagens — e nele também renunciou à presidência — , John Kenedy comemorou seu aniversário de 46 anos e Roosevelt, que era cadeirante, instalou um elevador entre os deques, enquanto usava a embarcação como base operacional durante a Segunda Guerra Mundial.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Nem sempre nosso planeta foi do jeito que conhecemos hoje. Há aproximadamente 300 milhões de anos, o mundo se resumia a um supercontinente chamado Pangeia, que se fragmentou após os movimentos das placas tectônicas e resultou na formação de continentes e — menos conhecidos — microcontinentes.
Desde então, foram avistados alguns desses fragmentos continentais pelo mundo, sendo o mais recente o “proto-microcontinente do Estreito de Davis”, formado há 40 milhões de anos e encontrado submerso entre a Ilha de Baffin, no Canadá, e a costa oeste da Groenlândia. A descoberta foi publicada na revista científica Gondwana Research.
Ilha de Baffin, no Canadá. Foto: NASA World Wind/ Domínio Público
Na prática, um microcontinente é um pedaço de uma crosta continental que foi quebrado das principais massas continentais, resultando em formação de ilhas distintas. Acontece que, no caso deste achado, além de estar submerso, o enorme bloco não foi completamente rachado.
Assim como em todos os casos, esses “pedaços” continentais surgem em lugares bem distantes do seu local de origem. Neste caso, esse proto-microcontinente do Estreito de Davis se separou da Groenlândia há milhões de anos e formou um bloco espesso com cerca de 19 a 24 km, segundo os pesquisadores.
De acordo com a pesquisa, essa formação geológica surgiu, provavelmente, entre 48 e 58 milhões de anos atrás, e só teria parado de se mover há 33 milhões de anos, quando a Groenlândia se chocou com a Ilha de Ellesmere, no extremo norte do Canadá — voltando a fazer parte da placa tectônica da América do Norte.
Uma viagem no tempo
Por estar localizada em meio à Groenlândia e ao Canadá, este microcontinente submerso é uma passagem oceânica que conecta os mares Labrador e Baía Baffin, que variam entre 1 mil e 2 mil metros de profundidade. Porém, a real diferença deste Estreito para o resto da região é a grossura da costa.
Enquanto as áreas que o separam da Groenlândia e Ilha Baffin têm entre 15 e 17 km de espessura, este novo microcontinente submerso tem, conforme mencionado, entre 19 e 24 km. Mas todo esse trabalho só foi possível porque os cientistas da pesquisa realizaram uma reconstrução histórica geológica.
Ilha de Baffin. Foto: Creative Commons/ Reprodução
Através de mapas que contêm dados de gravidade e atividade sísmica, os cientistas reconstruíram todo o processo da formação da região e como as placas tectônicas se moviam há 30 milhões de anos atrás, tendo uma compreensão melhor da origem deste microcontinente submerso.
Na “construção” deste Estreito, ocorreu um processo constante: o afinamento e ruptura da crosta terrestre — que criou fendas continentais chamadas de “riftes”. Inclusive, cada terremoto ou atividade de nível sísmico pode causar novas separações desses fragmentos continentais.
Groenlândia. Foto ilustrativa.
A equipe de pesquisa chegou a usar mapas derivados de dados de gravidade e reflexão sísmica para determinar a idade das falhas associadas ao “rifteamento”. Logo, os cientistas determinaram que a divisão inicial entre as duas regiões começou há aproximadamente 118 milhões de anos, durante a época Cretáceo Inferior.
O conhecimento gerado por este estudo é crucial para a compreensão das dinâmicas tectônicas globais. Além disso, o artigo sugere que a formação de microcontinentes, como a do Estreito de Davis, pode ser comum em outras partes do mundo, e mais pesquisas são necessárias para entender melhor esse processo.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
A estreia do Brasília Boat Show promete ficar guardada na memória dos visitantes que atracarem por lá. Afinal, além de ponto de encontro para os amantes da náutica, o salão garantirá muito entretenimento e diversão para todos.
A ideia é que o público viva uma experiência diferenciada no evento que acontece de 14 a 18 de agosto, para além das visitas aos estaleiros e estandes de motorese acessórios. O Boat Show vai ser transformar no point da cidade durante cinco dias.
Foto: Mariordo/ Wikimedia Commons/ Reprodução
Quais as atrações do Brasília Boat Show?
Vila gastronômica
A primeira expectativa do Brasília Boat Show é de que uma vila gastronômica embale os sentidos de quem desembarcar no salão náutico.
Além de opções para todos os gostos, o espaço oferecerá lugares especiais para que os visitantes aproveitem a bela visão do pôr do sol às margens do Lago Paranoá — seja tomando um drink ou aproveitando uma boa seleção de músicas.
Minipraia dentro do salão
Embora Brasília não tenha praia, nada impede que o Boat Show tenha! Haverá uma minipraia dentro da área de alimentação, pensada para quem quer relaxar com os pés na areia e com vista para as águas do lago.
Metrópoles Talks e Music
No Metrópoles Talks e Music, o público aproveitará uma série de palestras com importantes nomes do setor náutico, que compartilharão experiências, insights e aprendizados adquiridos ao longo dos anos. Após os bate-papos, o espaço se transforma em um ambiente descontraído, com música ao vivo.
Exposição de barcos clássicos
Os apaixonados por antiguidades não podem perder a atração Tesouros Náuticos, que exibirá embarcações clássicas de décadas passadas. Um espaço para voltar no tempo!
Rally Náutico
O Brasília Boat Show vai sediar o Rally Náutico do Clube da Aeronáutica de Brasília, um encontro de barcos de todos os tipos e tamanhos no Lago Paranoá que trará muita emoção e esportividade ao salão náutico.
Amplo espaço kids
A criançada também será contemplada com um amplo espaço kids no Brasília Boat Show. A área de playground é inspirada na campanha ecológica do cartunista Ziraldo, feita em parceria com a NÁUTICA, “Só jogue na água o que o peixe pode comer”
Test-drive de lanchas e jets
Marca registrada dos Boat Shows, os testes são ideais para quem deseja sentir a navegação de uma embarcação antes de adquiri-la — podendo, assim, comparar na prática qual oferece os recursos mais compatíveis ao desejado.
O Boat Show de Brasília, inclusive, será o primeiro a proporcionar o teste de jetsaos visitantes que queiram fechar negócio. O público poderá navegar nas águas do Lago Paranoá com modelos Yamaha, Sea-Doo ou com o jet elétrico da Ventura.
Brasília Boat Show
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
Já é tradição: antecedendo o São Paulo Boat Show — maior evento náutico da América Latina, que neste ano acontece de 19 a 24 de setembro –, o Congresso Internacional Náutica atraca no São Paulo Expo para discutir, entre importantes agentes do setor, as possibilidades do turismo náutico no Brasil. Chegando a sua 9ª edição, o evento acontecerá nos dias 18 e 19 de setembro.
As salas do mezanino do São Paulo Expo serão o palco em que prefeitos, secretários estaduais e municipais de Turismo e do Meio Ambiente, além de outros agentes do setor náutico, se reunirão para debaterem o tema: “O Impacto Econômico do Turismo Náutico no Desenvolvimento Regional”.
Foto: Revista Náutica
Visando as boas práticas de um turismo promissor, gerador de renda e de crescimento econômico-social, a 9ª Edição do Congresso Internacional Náutica será um ambiente propício para o aprendizado, relacionamento e troca de informações valiosas com casos reais, tendências do turismo sobre as águas, geração de empregos, questões ambientais e outros assuntos.
Foto: Revista Náutica
Tudo isso através de palestras, conversas, networking e mesas-redondas
Confira os tópicos da 9ª Edição do Congresso Internacional Náutica
Desafios e o passo a passo para o investimento no turismo náutico: aquisição de infraestrutura, desenvolvimento do roteiro turístico, geração de empregos e renda para os municípios;
Cases a nível nacional e internacional: conteúdo prático e implementável sobre infraestrutura náutica;
Legislação e licenciamento ambiental: avanços e perspectivas futuras;
Evolução do turismo náutico no Brasil: visão e lições das cinco regiões do país;
A Náutica como utilidade pública: como a náutica bem estruturada pode ser uma alternativa para as comunidades locais com o aumento das forças naturais no mundo.
Congresso Internacional Náutica em números
Chegando à nona edição, o Congresso Internacional Náutica já reuniu, ao longo dos seus nove anos, mais de 800 participantes, que puderam acompanhar debates enriquecedores sobre as mais diversas possibilidades que o turismo pelas águas do Brasil pode proporcionar.
Foto: Revista Náutica
Ao todo, mais de 120 palestrantes já passaram pelo evento, levantando temas importantes não só para o setor náutico, como para a sociedade de forma geral, como o Programa Novo Rio Pinheiros — que busca revitalizar um dos mais importantes símbolos da cidade de São Paulo.
Com representantes de todo Brasil e participações internacionais, o Congresso já soma mais de 50 cases que, ao longo das edições, mostraram aos participantes, na prática, como o turismo náutico é capaz de transformar diversas regiões do país, mesmo aquelas em que essa possibilidade não é tão evidente.
Quem pode participar?
O Congresso Internacional Náutica é um encontro desenvolvido para prefeitos, secretários de turismo e agentes do setor náutico.
Para mais informações, entre em contato através do e-mail [email protected].
O que vem à sua mente quando você pensa no Velho Oeste? Cowboys, pistoleiros e xerifes em paisagens áridas são alguns dos aspectos que caracterizam esse período da históriados Estados Unidos — e todos eles foram bem representados no cruzeiro de luxoque, por meio de uma ‘viagem de trem’, transporta os passageiros de volta ao passado.
A atividade imersiva está disponível no Utopia of the Seas, um dos maiores naviosda Royal Caribbean, que inaugurou sobre as águas neste mês. Para se ter uma noção de sua magnitude, há 18 tobogãs e mais de 40 opções de comidase bebidas a bordo.
Foto: Royal Caribbean/ Divulgação
Uma das experiências gastronômicas acontece justamente na Royal Railway – Utopia Station, a estação de trem dentro do cruzeiro. Trata-se, na verdade, de um restaurantetodo personalizado, cujo objetivo é fazer com que o hóspede “se sinta como se estivesse jantando em uma locomotiva viajando pelo Velho Oeste”.
Como funciona a imersão no ‘trem’ dentro do cruzeiro
Antes de se sentar à mesa, o passageiro aguarda na plataforma do trem, envolvida pelo vapordas máquinas. Por lá, pode desfrutar de bebidasda época — como o Pisco Sour, por exemplo, bastante popular em São Francisco.
Cruzeiro abriu as portas neste mês. Foto: Royal Caribbean/ Divulgação
A decoraçãodo interior também não peca em nada: há quadros de embarque, bilhetes de viagem e telas que simulam paisagens exteriores, como se fossem janelas, capazes de transformar os vagões em uma verdadeira máquina do tempo.
Mas os efeitos especiais não acabam aí: enquanto jantam, os passageiros do trem no cruzeiro sentem leves vibrações sob os pés — que imitam a sensação de estar sobre trilhos — e interagem com atores vestidos a caráter, designados para dar um show a bordo.
Foto: Royal Caribbean/ Divulgação
Há ainda a possibilidade de ouvir ecos de tiros, já que os conflitos eram bem comuns no Velho Oeste, ou bandidos correndo pela parte de cima da locomotiva.
Embora o tema de faroeste tenha sido escolhido para a estreia do Utopia of the Seas, o trem utópico deve transportar os hóspedes por outros lugares e cenários ao redor do mundo, sempre com charme e efeitos que enganem os sentidos de quem estiver a bordo do cruzeiro.
As tecnologias de navegaçãodisponíveis no mercadoestão cada vez mais amplas. Colocá-las em prática de forma a aproveitar 100% de seus recursos, contudo, pode não ser tarefa fácil. Por isso, a Marine Express oferece treinamentos gratuitos — com direito a certificado — para o bom uso dos eletrônicos Raymarine, marca mundialmente conhecida no setor.
Em seus mais de 30 anos de mercado, a Marine Express foi uma das primeiras marcas especializadas em equipamentos náuticos a viabilizar aos estaleiros do Brasilo acesso a equipamentos de marcas de expressão mundial, como a Raymarine. Mas de nada adianta um equipamento de última geração se o navegador não souber como usá-lo — o que pode, inclusive, colocar em risco a vida dos tripulantes.
Foto: Marine Express / Divulgação
Pensando nisso, a Marine Express oferece os chamados “Treinamentos de Operação dos Eletrônicos de Navegação Raymarine”, que acontecem nas unidades de vendas e serviços da marca, espalhadas pelo país.
Gratuita, a ação leva capacitação a navegadores amadores e profissionais para que, no mar, possam usar de forma eficiente e segura os equipamentos Raymarine.
O foco é garantir que os usuários maximizem o desempenho e a funcionalidade dos dispositivos, aumentando a segurança, conforto e a satisfação durante a navegação com os equipamentos– explica a marca
Além do público dos barcos de lazer, a Marine Express também realiza cursos para equipes de serviço, como a Marinha do Brasil, Bombeiros e a Polícia Federal, por exemplo.
Foto: Marine Express / Divulgação
Mais de 2 mil alunos capacitados e certificados
Nos últimos dois anos, a Marine Express já capacitou — e certificou — mais de 2 mil alunos, que encontram nos treinamentos uma ampla gama de tópicos abordados, como os a seguir:
Introdução do Sistema Operacional LightHouse da Raymarine;
Configuração e calibração dos dispositivos;
Utilização do GPS, Auto Rota, planejamento de rotas, sonares, radares e sistemas de navegação;
Integração com outros sistemas a bordo, incluindo o piloto automático;
Resolução de problemas comuns;
Atualizações de software e manutenção preventiva;
Dicas e recursos para otimizar a navegação;
Nos últimos anos, intensificamos e aprimoramos continuamente os conteúdos e métodos didáticos para aplicar no dia a dia as principais funções e recursos disponíveis nos equipamentos Raymarine– destaca a Marine Express
Foto: Marine Express / Divulgação
“Estamos comprometidos em fornecer o conhecimento necessário para que todos naveguem com segurançae confiança. A Marine Express tem sido um parceiro valioso, sempre à frente, oferecendo conhecimento e suporte aos navegadores”, ressaltou à NÁUTICA Christiano Sestini, diretor da Marine Express.
Saiba como participar dos treinamentos Marine Express
Os interessados devem se inscrever através de formulário, sempre disponível na bio doInstagram da marca. É possível também garantir um lugar entrando em contato diretamente com a equipe de suporte Marine Express.
Foto: Marine Express / Divulgação
Os treinamentos são realizados nas Unidades de Vendas e Serviços da Marine Express na Marina Itajaí, Iate Clube de Santos (Guarujá e litoral norte), Ilhabela (Ubatuba), Angra dos Reis (Paraty e Rio de Janeiro) e Salvador, com datas específicas anunciadas pelo time comercial e técnico da empresa.
A ação é gratuita e gera um certificado de participação aos navegadores. Vale ressaltar que as vagas são limitadas e preenchidas por ordem de inscrição.
As águas cristalinas de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, se despediram neste domingo (28) do maior evento de vela oceânica da América Latina: a 51ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela (SIVI). Mais de 100 barcos e 900 velejadoresparticiparam das mais de 40 regatas da competição, divididas em cinco classes: C-30, ORC, BRA-RGS, Clássicos e RGS Cruiser.
Durante a 51ª SIVI, as raias do Canal de São Sebastião receberam as embarcaçõescom momentos de falta de vento — o que nem de longe tirou o brilho das regatas, que contaram, inclusive, com atletas olímpicos, como Robert Scheidt, Lars Grael e Samuel Albrecht.
Foto: Neto Ilhabela / FOTOP / Divulgação
Ao lado de navegadores amadores, profissionais e de países vizinhos, como Argentina e Uruguai, os velejadores mais experientes compuseram o grande DNA da SIVI como o maior encontro da modalidade na América do Sul.
Marco Lagoa e velejadores do YCSA. Foto: Caio Souza / On Board Sports / Divulgação
A competição, tradicionalmente realizada no mês de julho — de forma a impactar positivamente o turismo de Ilhabela –, também olha para o futuro da modalidade, com a promoção da Vela do Amanhã que, nesta edição, reuniu mais de 170 criançasde 15 projetos sociais da modalidade em mais de 45 barcos.
É uma ótima oportunidade das crianças conhecerem a vela oceânica e logo, logo poderão participar de uma tripulação! O trabalho em equipe é um dos maiores ensinamentos que conseguimos transmitir para as crianças– Marco Lago, velejador do YCSA e do barco Boto
“Foi uma Semana de Vela incrível, com muitas disputas na raia, alto nível técnico, atividades dentro do clube e no Village. Subimos a régua e a expectativa é entregar em 2025 uma SIVI ainda melhor. Tivemos a Vela do Amanhã e a Vivência para crianças no Optimist no Yacht Club de Ilhabela para garantir a nova geração nas raias”, ressaltou Damian Pons, diretor de vela do YCI e velejador do Tonka, campeão na C-30.
51ª Semana de Vela: confira a lista dos campeões
No último dia de regatas, o céu estava tão aberto quanto os resultados. Em baixa, apenas o vento — sem novidades para essa 51ª edição. Bom para os barcos menores, como previsto por Alfredo Rovere, no comando da proa do +Bravíssimo, do Espírito Santo. Confira, a seguir, os resultados finais de cada classe.
C-30
Na C-30, o primeiro lugar ficou com o Tonka, de Demian Pons, que teve na tripulação ninguém menos que Robert Scheidt. Logo atrás veio o Relaxa, de Thomas Mangabeira, e o Loyalt 06, de Alex Leal.
Foto: Neto Ilhabela / FOTOP / Divulgação
ORC Geral
Na ORC Geral, o +Bravíssimo, de Luciano Secchin, conquistou a 51ª SIVI com duas vitórias nas provas decisivas, superando os favoritos do Crioula 52, de Eduardo Plass e o Phoenix 44, de Mauro Dottori.
Como disse na abertura, a competição tinha tudo para ser de barcos menores e foi isso o que rolou. Soubemos velejar com as condições de ventos um pouco mais fracas e extrair o máximo do time– Alfredo Rovere, do +Bravíssimo
BRA-RGS
Após bater na trave duas vezes, a 51ª SIVI veio para consolidar os esforços do Pangea, de Jorge Carneiro, diretamente de Florianópolis (SC).
“Ganhamos! Muito feliz! A gente velejou tranquilo, procuramos errar o mínimo. Velejamos há muito tempo juntos, conhecemos muito bem o barco, que é muito bem medido”, comemorou Jorge.
Na BRA-RGS C, quem ocupou a primeira colocação foi o barco Rainha, de Leonardo Pacheco. Na B, o Kaluanã, de Leonardo Soldon e, na A e no geral, o Pangea, que leva o título para o Sul do país.
RGS Cruiser Geral
Na RGS Cruiser Geral, o Nautico II, de San Izidro, terminou em primeiro, seguido pelo BL3 Urca, de Clauberto Andrade e do Pegasus, de Lucas Azambuja. Na RGS-Cruiser B o Pegasus liderou a classe e, na RGS-Cruiser A, o barco argentino Náutico II, de San Izidro, foi o campeão. A RGS–Cruiser C teve BL3 em primeiro.
Clássicos
Nos Clássicos, para veleiros da década de 1970, o geral ficou com o Kameha Meha, de Alberto Kunath. A Clássicos C teve como campeão Angatu, de André Torrent. Na B, o Vendetta, de André Gick, se consagrou com a primeira colocação.
Foto: Neto Ilhabela / FOTOP / Divulgação
Classificações gerais
C-30 | 12 regatas
1º Lugar: Tonka | Demian Pons – 67,50 pontos;
2º Lugar: Relaxa | Thomas Mangabeira – 66 pontos;
3º Lugar: Loyalt 06 | Alex Leal – 63,50 pontos;
RGS Cruiser Geral
1º Lugar: Nautico II (ARG) | Club Nautico San Izidro – 166 pontos;
3º Lugar: MykingMorgazek: King BMW Autostar, Morgazek, My Boy – 59 pontos.
51ª edição da Semana de Vela de Ilhabela
A Semana Internacional de Vela de Ilhabela é tida como a maior da modalidade na América do Sul. O evento reúne os principais nomes do esporte no país, divididos em barcos de diferentes tamanhos e classes.
Foto: Vinicius Branca / Divulgação
Neste ano, as regatas contaram com mais de 100 veleiros de diversos estados do país, como Espírito Santo, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, além de estrangeiros da Argentina e Uruguai.
Foram mais de 40 regatas em raias tradicionais como o Canal de São Sebastião, Ponta das Canas, Alcatrazes, Farol dos Moleques e Ponta das Selas.
O mercado de luxo náutico está em alta na Europa, especialmente com a chegada do verão. Entre as opções de destaque, o superiate “Reposado” chama atenção por suas amenidades exclusivas e a oferta de uma “jacuzzi secreta”.
Entregue pelo estaleiro Tramontana e com design interior da NO.mad Design, o Reposado tem 52 metros de comprimento e atualmente está ancorado em um estaleiro na Croácia. Projetado para proporcionar uma experiência inesquecível para até 12 hóspedes, o superiate reflete o alto padrão do lazer de luxo dos mais afortunados.
Foto: IYC / Divulgação
Conheça o superiate Reposado
Construído com um casco de aço e superestrutura de alumínio, o Reposado é equipado com seis suítes, que garantem conforto e flexibilidade de sobra para os hóspedes. Não é para menos, afinal, para viajar a bordo do superiate é necessário desembolsar 135 mil euros por semana, aproximadamente R$ 823 mil na cotação atual.
Foto: IYC / Divulgação
No centro do convés, uma jacuzzi escondida com capacidade para oito pessoas se destaca como uma das principais atrações — mas não para por aí.
Foto: IYC / Divulgação
Na popa, um amplo beach club oferece acesso direto ao mar, ideal para quem deseja mergulhar ou aproveitar os brinquedos aquáticos disponíveis — que não são poucos. Jets, esquis aquáticos, seabobs, wakeboards, equipamentos de pesca, pranchas de remo e equipamentos de mergulho com snorkel garantem a diversão de todos a bordo.
Foto: IYC / Divulgação
Um terraço dispõe de um bar molhado, uma mesa de jantar ao ar livre e um amplo salão de dança.
Os pets não ficam de fora da diversão, já que animaisde estimação, de pequeno e médio porte, podem ser levados para dentro do Reposado. Uma tripulação de 10 funcionários assegura que todas as necessidades sejam atendidas.
Foto: IYC / Divulgação
Espaçosos, os ambientes internos são bem iluminados e decorados com um toque contemporâneo. O salão principal conta com móveis sob medida inspirados na natureza, incluindo um confortável sofá em forma de L, uma mesa de centro e um bar. Adjacente ao salão, uma área de jantar formal acomoda até 12 pessoas.
Foto: IYC / DivulgaçãoFoto: IYC / Divulgação
Quando a ideia for voltar para terra firme para um passeio, por exemplo, um tender de oito metros ainda garante que o retorno seja feito com conforto e tranquilidade.
Alimentado por dois motoresCaterpillar, o Reposado navega confortavelmente a 11 nós, atingindo uma velocidademáxima de 14 nós. Confira mais fotos:
Um projeto ambicioso pode se tornar o maior do mundo em energia renovávelse sair do papel nos próximos anos. Trata-se do “Australia-Asia Power Link”, que pretende transferir energia solar da Austráliaaté Cingapura por meio de um longo cabo submarino.
Liderada pela SunCable, a iniciativa fará com que a energia captada pela luz do sol viaje, por baixo do mar, cerca de 4.300 quilômetros até o destino. Nos dois primeiros estágios de desenvolvimento, os clientes asiáticos devem receber 1,75 GW (gigawatts).
Foto: SunCable/ Divulgação
Para se ter uma noção do quanto isso significa, imagine que uma geladeira gasta, em média, 25 kW (kilowatts) por mês — o que equivale a 0,000025 GW.
De acordo com a empresa, o objetivo do Australia-Asia Power Link é “capturar energia solar onde é abundante e transmiti-la para onde é necessário”, de forma a abastecer os clientes “24 horas por dia, 7 dias por semana”.
Foto Ilustrativa.
A expectativa, inclusive, é de que 15% das necessidades elétricasde Cingapura sejam supridas de forma sustentável, por meio da energia solar.
Uma outra vertente da iniciativa também almeja abastecer a cidadeaustraliana de Darwin, só que com transmissão via aérea ao longo de 800 quilômetros.
Projeto de energia solar já recebeu aval ambiental
Na semana passada, a SunCable comunicou que obteve sua principal aprovação ambiental, que estava em tramitação no governo da Austrália.
Graças ao aval positivo, a empresa pode dar continuidade às atividades “comerciais, de desenvolvimento e de engenharia” para levar o projeto à Decisão Final de Investimento, marcada para 2027. Isso inclui instalar o cabo submarino, que partirá de uma estação em Darwin até a fronteira com a Indonésia.
Se tudo sair conforme o planejado pela empresa, a expectativa é de que o Australia-Asia Power Link comece a operar no começo da década de 2030. No processo de construção, estima-se que 1,7 mil empregosdiretos serão gerados, além de outros 12 mil indiretos.
Como próximos passos, a SunCable deve focar em superar alguns obstáculos, como negociar terras com proprietários, obter apoio para financiar a iniciativa e fechar acordos com outros órgãos.
A grandiosidade dos oceanosse reflete também na origem de seus nomes, que remontam a períodos mitológicos, históricos e geográficos, atribuindo a essas vastas imensidões azuis um repertório ainda mais fascinante.
Mesmo com profundezasainda misteriosas, os oceanos revelam quase que diariamente surpresas que instigam ainda mais a curiosidadesobre o que mais pode existir debaixo de suas águas. Enquanto a ciência cuida dessa parte, por aqui vamos entender um pouco mais sobre a origem dos nomes dos oceanos.
Oceano Atlântico
O Oceano Atlântico carrega consigo um batismo mitológico, baseado na mitologia grega. Tudo começou quando o titã Atlas se envolveu em uma luta contra os deuses do Olimpo (Zeus, Hera, Poseidon, Atena, Ares, Deméter, Apolo, Ártemis, Hefesto, Afrodite, Hermes e Dioniso).
Como punição, o titã foi condenado por Zeus a carregar o céu nas costas, até que Hércules, filho do próprio Zeus, deu novos rumos a esse cenário. A versão de Atlas conta que Hércules construiu a ele dois pilares para sustentar os céus, tirando o titã de sua punição.
Livre, Atlas começou a reinar do lado oeste do Mediterrâneo, um lugar banhado pelo oceano que ficou conhecido, então, como Oceano Atlântico.
Oceano Pacífico
Já com toques da história da humanidade, o Oceano Pacífico foi batizado pelo explorador português Fernão de Magalhães (responsável por liderar a primeira viagem de circum-navegação ao globo, de 1519 até 1522, ao serviço da Coroa de Castela, na Expedição de Magalhães) ainda no início do século 16.
Em busca de uma rota para a chamada “ilha das especiarias” a serviço da Coroa Espanhola, Fernão passou por momentos desafiadores — e aterrorizantes — ao navegar pelo Estreito de Magalhães. A passagem navegável de 600 km de extensão é tida como a mais importante entre os oceanos Pacífico e Atlântico e reserva duras condições de maraos navegadores.
Depois de superar o estreito, a expedição de Fernão chegou a um novo e enorme oceano com águas muito calmas. Inspirado por tamanha calmaria, o oceano foi, então, batizado por ele de “Mar Pacífico”. Com o tempo, perceberam que, apesar de mais calmo que o Estreito de Magalhães, o Pacífico não era tão calmo assim — mas o nome segue até os dias atuais.
Oceano Índico, Ártico e Antártico
Os nomes Índico, Árticoe Antártico, por sua vez, reservam origens geográficas. Índico, por exemplo, vem do subcontinente indiano, ao qual está adjacente. As rotas comerciais e a importância histórica da Índia contribuíram para essa denominação.
Já o Ártico vem a palavra grega “Arktikos”, que significa “perto do urso” ou “do urso” — uma referência à constelação da Ursa Maior, visível no hemisfério norte, onde o oceano está localizado.
Por fim, o Oceano Antártico traz uma origem que deriva da palavra “Antártica”, que significa “oposto ao Ártico” (do grego “anti”, que significa “oposto”, e “arktikos”, que se refere à região do Ártico).
Uma década atrás, pensar em navegar pelo Rio Pinheiros, na capital de São Paulo, era algo inimaginável. Mas esse sonho não só se tornou possível, como saiu do papel por meio de uma ação da Uber, que leva a população para andar de barco — e de forma totalmente gratuita.
Inaugurada nesta sexta-feira (26), a iniciativa faz parte do conjunto de ações que celebra os 10 anos da empresa em São Paulo e no Rio de Janeiro — as primeiras cidadesa receberem os serviços de mobilidade via aplicativo. Outra atração é um tobogã nas entradas do Metrô São Bento (SP) e Estação Carioca (RJ).
Foto: Divulgação
Segundo Crislaine Costa, gerente de Comunicação Corporativa da Uber Brasil, a ideia da comemoração é mostrar aos usuários do aplicativo uma solução diferenciada, em um meio nunca antes explorado pela empresa no país.
Trazer a Uber Barco é uma forma de relembrar o quanto a Uber transformou a mobilidade e tem trazido, ao longo dos anos, novas soluções de acordo com a necessidade do usuário– Crislaine Costa, à NÁUTICA
A novidade atraca na capitalpaulista até 4 de agosto, das 9h às 17h. A equipe de NÁUTICA embarcou na ação e te conta como foi essa experiência e tudo o que você precisa saber para participar. Confira abaixo!
Como é navegar com o barco da Uber no Rio Pinheiros
O ponto de partida escolhido foi o píer do Parque Bruno Covas, na zona oeste de São Paulo. Por volta das 14h30, o time já estava na lanchade alumínio que faz a travessia até o píer da Ciclovia do Rio Pinheiros — próximo à estação Vila Olímpia da CPTM.
Logo na entrada do barco, um membro da tripulação fica encarregado de distribuir coletes salva-vidas, item obrigatório a todos os passageiros. Só são permitidas pessoas com mais de 25 quilos e criançasacima dos cinco anos, acompanhadas pelo responsável.
Foto: Revista Náutica
O barco acomoda 18 pessoas sentadas — com espaço para cadeira de rodas — e tem o interior todo fechado, mas com janelasque garantem a visão do exterior. A parte de cima, a céu aberto, é exclusiva para acomodação de bicicletas.
Assim que a tripulação deu o comando, o barco da Uber ganhou velocidade, com música embalando o trajeto de cerca de cinco quilômetros.
Diferentemente do que se observava alguns anos atrás, o Rio Pinheiros não possuía nenhum odor desagradável e as águasaparentavam estar limpas. Foi possível até mesmo registrar um pato nadando perto do píer.
Quem tem medo de navegar, pode ficar sossegado: a viagem até o outro píer dura, em média, 20 minutos, e é bastante tranquila e estável. A bordo, há uma tripulação formada por comandante, marinheiro, guarda-vidas e coordenador de produção — responsável por toda a organização da viagem.
Ainda no quesito segurança, um kit de primeiros socorros e uma prancha ficam de prontidão. Cada píer também é bem equipado e conta com uma ambulância, motorista socorrista, enfermeira, dois bombeiros, guarda-vida e seguranças.
Inicialmente, as saídas dos píeres acontecerão de uma em uma hora — já que apenas um barco da Uber trafega pelo rio. A expectativa é de que cerca de duas mil pessoas façam o passeio.
Em 2019, o grupo NÁUTICA também levou a população para uma experiência de navegação no Rio Pinheiros. Batizada de ‘Por uma Cidade Navegável’, a iniciativa, em sua quarta edição, tinha o objetivo de conscientizar as pessoas sobre os benefícios de recuperar rios urbanos.
Como fazer o passeio no barco da Uber
A ação está disponível para usuários em São Paulo e na Grande São Paulo. Embora dê para garantir um lugar no barco ao chegar ao píer, é recomendável reservar com antecedência pelo aplicativo.
Para isso, basta inserir como destino um dos píeres (do Parque Bruno Covas ou da Ciclovia do Rio Pinheiros), escolher a opção ‘Uber Barco’ e escolher o dia e horário desejados. É possível agendar com até dois dias de antecedência.
Serviço:
Quando: de 26 de julho a 04 de agosto
Horário: das 9h às 17
Onde: píeres do Parque Bruno Covas ou da Ciclovia do Rio Pinheiros
A Cerimônia de Abertura das Olimpíadas de Paris 2024 entrou para a história como a primeira a acontecer fora de um estádio. As tradicionais arquibancadas deram lugar ao cais, e o gramado, ao icônico Rio Sena. Mais de 90 barcos ficaram encarregados de conduzir cerca de 10,5 mil atletas pela passarela aquática que se estendeu por nada menos que 6 km.
Nem mesmo o mau tempo tirou o brilho da celebração, que contou com a presença de um público de mais de 300 mil pessoas, além dos 1,5 bilhões de espectadores ao redor do mundo. Celebridades como Céline Dion e Lady Gaga ainda elevaram o nível do espetáculo.
Confira, a seguir, um compilado de fotos da abertura das Olimpíadas 2024.
Veja as fotos da abertura das Olimpíadas 2024
Foto: Paris 2024/ Twitter/ ReproduçãoFoto: Paris 2024/ X/ ReproduçãoFoto: Paris 2024/ X/ ReproduçãoFoto: Paris 2024/ X/ ReproduçãoFoto: Paris 2024/ Twitter/ ReproduçãoFoto: Paris 2024/ X/ ReproduçãoFoto: Cazé TV/ YouTube/ ReproduçãoFoto: Cazé TV/ YouTube/ ReproduçãoFoto: Cazé TV/ YouTube/ ReproduçãoFoto: Instagram @paris2024 / ReproduçãoFoto: Instagram @paris2024 / ReproduçãoFoto: Instagram @timebrasil / Reprodução
Visitar a Ilha de Socotra, no oceano Índico, é como se deparar com uma paisagem extraterrestre. Assim definem os turistasque passearam por seus 3.625 km², morada de inúmeras espécies só vistas por lá e árvores que parecem ter saído de um filme de ficção.
Não à toa recebeu o apelido de ‘Galápagos do Oceano Índico’. Parte de um arquipélagohomônimo composto por quatro ilhas e duas ilhotas rochosas, Socotra fica a cerca de 380 km do Iêmen, país ao qual pertence, e é uma das ilhas continentais mais remotas do mundo.
Foto: Rod Waddington/ Wikimedia Commons/ Reprodução
Uma das árvoresnativas que mais chama a atenção por lá é a Sangue de Dragão (Dracaena cinnabari), cujo formato remete a um guarda-chuva. O nome provém da seiva vermelha e espessa que libera quando o caule é cortado.
Foto: Boris Khvostichenko/ Wikimedia Commons/ Reprodução
Outra espécie comum por lá — e só por lá — é a árvore garrafa, que se assemelha a uma pata de elefante e, em certas épocas, é decorada por flores cor-de-rosa nas pontas. Para sobreviver à aridez, armazena grandes quantidades de água.
Foto: Rod Waddington/ Wikimedia Commons/ Reprodução
Estima-se que cerca de 60 mil pessoas vivam em Socotra. Devido ao climaárido, de muito calor, e à terra infértil e rochosa, os habitantes criam gado para sobreviver. A vida, por lá, é precária e muitos habitantes não contam sequer com água corrente e eletricidade em suas casas.
De junho a setembro, a ilha é alvo de ventos fortes que já provocaram diversos naufrágios. As informações são da Casa e Jardim.
Arquipélago de Socotra
O conjunto de ilhas é, como um todo, cercado de singularidades. Cerca de 37% das 825 espécies de plantasde lá não são encontradas em nenhum outro lugar do planeta. A porcentagem é ainda maior quando falamos em répteis (90%) e caracóis terrestres (95%).
Foto: Joël Lodé/ Wikimedia Commons/ Reprodução
Além das espécies nativas, os locais contam com uma grande biodiversidade de aves, incluindo algumas ameaçadas de extinção, e vida marinhadiversificada, com mais de 730 tipos de peixes.
Ao que tudo indica, Socotra foi separada da Áfricahá milhões de anos, durante a era pré-histórica. Ela foi colônia portuguesa, protetorado britânico e ganhou soberania em 1967 junto ao Iêmen.
Em 2008, o arquipélago foi nomeado Patrimônio da Humanidade pela Unesco e todas as ilhas têm proteção legal.
Nas águas do Oceano Ártico e Atlântico Norte, existe um animal capaz de atingir até quatro séculos de vida. Ao estudarem os segredos de tamanha longevidade, pesquisadores esperam obter evidências que ajudem os humanos a também viverem algumas primaveras a mais. Estamos falando do tubarão-da-Groenlândia (Somniosus microcephalus), o mais velho do planeta!
Para se ter noção, é possível que um tubarão-da-Groenlândia contemporâneo de Tiradentes (1746-1792) esteja vivo e nadando até hoje. Ele teria passado pela Independência do Brasil, duas guerras mundiais, revolução industrial e outros acontecimentos históricos.
Foto: NOAA/ Divulgação
Porém, o motivo do tubarão mais velho do mundo ter tamanha longevidade ainda é um mistério. Algumas teorias — que ainda estão em andamento — sugerem que a lenta taxa de crescimento do animal, junto de sua baixa taxa metabólica, interfiram neste envelhecimento que acontece extremamente devagar.
Descobrir o motivo desse fenômeno não seria meramente curiosidade. Afinal, os cientistas esperam que, ao desvendar o mistério do tubarão-da-Groenlândia, a resposta para aumentar a longevidade da vida humana esteja mais perto — embora bem longe dos 400 anos.
Devagar e sempre
Para tentar compreender como funciona as fases da vida deste tubarão, é necessário evitar os comparativos com os ciclos humanos — já que são muito diferentes. Por exemplo: os animais da espécie atingem a maturidade sexual aos 150 anos de vida, quando atingem os quatro metros de comprimento.
Foto: Ewan Clampisson/ Universidade de Manchester/ Divulgação
Considerados nadadores calmos e tranquilos, os tubarões-da-Groenlândia podem atingir entre 2,5 e 7 metros de comprimento e pesar quase duas toneladas, de acordo com o National Geographic. A espécie ainda pode passar longos períodos entre suas refeições, que vão desde salmões e enguias à focas e baleias-beluga.
Segundo nova pesquisa do cientista Ewan Camplisson, apresentada na Conferência Anual de Sociedade de Biologia Experimental (SEB), a taxa metabólica do tubarão mais velho do mundo pode não diminuir enquanto ele envelhece — o que influencia tanto sua lentidão ao nadar, quanto sua longevidade.
Inclusive, velocidade não é o ponto forte desse animal. Considerado um dos tubarões mais lentos do mundo, a espécie alcança “incríveis” 0,3 metro por segundo — ou 1,08 km/h, segundo o Observatório de Tubarões de St. Lawrence (ORS). No entanto, essa letargia não o coloca como o mais lento do planeta, de acordo com o grupo.
Como não dá para ter tudo na vida, segundo Camplisson, a lentidão e a velhice podem prejudicar a adaptação do animal frente às mudanças climáticas e outros fatores estressantes. Inclusive, essa espécie pode estar se recuperando até hoje do período de pesca excessiva após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Tanto é que a espécie é considerada como “decrescente”, de acordo com a lista vermelha de espécies ameaçadas da International Union for Conservation of Nature — IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza, em português).
Na contramão da maioria
O fato de a taxa metabólica do tubarão mais velho do mundo não diminuir é anormal para a maioria dos animais — inclusive os humanos. Nosso metabolismo tende a ficar mais lento ao passar do tempo e alguns órgãos cruciais podem funcionar pior, acarretando nas chamadas doenças crônicas (pressão alta, bronquite, asma e etc).
Mapa dos habitats do tubarão-da-Groenlândia, no oceanos Ártico e Atlântico Norte. Foto: Wikimedia Commons/ Creative Commons/ Reprodução
No estudo, o cientista analisou a atividade de cinco enzimas metabólicas no tecido muscular preservado deste tubarão. Clampisson disse que, na maioria das espécies, se espera que as atividades dessas enzimas variassem conforme o animal envelhecesse — mas não foi o caso.
Nos tubarões observados — estimados entre 60 e 200 anos de idade –, não foram encontradas variações significativas na atividade das enzimas. Porém, um tubarão-da-Groenlândia pode estar na meia-idade com dois séculos de vida, e o cenário pode mudar caso investiguem um tubarão ainda mais velho.
Podemos chegar nessa longevidade?
A resposta é não. Como dito anteriormente, nem nosso corpo, tampouco o metabolismo pode ser comparado com o deste animal. Mas compreender melhor a anatomia deste tubarão pode “nos permitir melhorar a saúde humana”, conforme avalia Camplisson.
Descobrir como funciona o metabolismo do tubarão mais velho do mundo pode tanto transformar nossa compreensão do envelhecimento, quanto abrir novos caminhos para terapias regenerativas e estimular novas tecnologias médicas. Além disso, poderia trazer uma melhoria na qualidade de vida humana.
Sem contar que a habilidade dos tubarões-da-Groenlândia de evitar doenças relacionadas ao envelhecimento também pode agregar caso isso seja levado para a saúde humana. Porém, vale salientar que tudo está em estágio inicial, restando muitas etapas até chegar na realidade hoje utópica.
O envelhecimento é um sistema incrivelmente complexo, e ainda não temos uma resposta definitiva sobre como ele funciona exatamente– Ewan Camplisson
Embora o cientista sugira que os tubarões têm mais a nos ensinar no envelhecimento, a longevidade humana não depende apenas do metabolismo. Situações como instabilidade de proteínas, erros genéticos e outros processos — como a classe social que o indivíduo pertence — também influenciam.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Diferentemente das outras modalidades das Olimpíadas de Paris 2024, o surfe não será celebrado na França, mas sim na paradisíaca Teahupoo, no Taiti, a 15 mil km de distância da capital francesa. Enquanto os atletas baseados em Parisdesfrutarão de uma residência com viés sustentável — inclusive com camas de papelão –, em Teahupoo os surfistas viverão o período dos Jogos em uma Vila Olímpica flutuante.
O navio escolhido para dar conta dessa missão foi o Aranui 5, costumeiramente utilizado em cruzeiros. A embarcação de 126 metros de comprimento pode acomodar aproximadamente 230 passageiros em 103 cabines, com oito decks para hóspedes, um spa e uma academia. Mas não para por aí.
Foto: Aranui Cruises / Divulgação
Um dos principais destaques da Vila Olímpica flutuante é o refeitório 24 horas que, aliado a um centro de atividades com pebolim e pingue-pongue, um toboágua, uma loja de presentes olímpicos e até um estúdio de tatuagem, promete ser um lar à altura dos atletas que conquistaram uma vaga para o maior evento esportivo do mundo.
Diferentes das camas de papelão nos quartos dos atletas que ficarão na Vila Olímpica na França— que fazem parte da iniciativa de uma Olimpíada mais sustentável –, os móveis da estrutura flutuantesão comuns. Os surfistas contarão com uma cabine espaçosa e completa, com direito a cama queen-size com edredom olímpico e um deck sobre a água, com uma vista de tirar o fôlego.
O medalhista de prata do surfe em Tóquio 2020, Kanoa Igarashi, compartilhou suas primeiras impressões ao embarcar no Aranui 5. Confira a seguir:
As disputas do surfe acontecerão entre os dias 27 de julho e 5 de agosto. Essa será a segunda vez da modalidade nos Jogos Olímpicos. Na estreia, em Tóquio, o brasileiroÍtalo Ferreira foi o campeão no masculino, enquanto Carissa Moore, dos Estados Unidos, levou a medalha de ouro no feminino.
Ítalo Ferreira. Foto: Miriam Jeske/COB/Divulgação
Em Paris 2024, seis atletas representarão o Brasil na modalidade: Tainá Hinckel, Luana Silva, Tatiana Weston-Webb, Gabriel Medina, Filipe Toledo e João Chianca, o “Chumbinho”. Contudo, os surfistas brasileiros não ficarão hospedados no navio — a base da equipe fica em uma pousada a poucos metros da praia em Teahupoo.
A história do início da vida na Terra como se conhece até hoje pode estar prestes a ganhar um novo — e histórico — capítulo, graças a pesquisadoresque encontraram oxigênio no fundo do mar, a 4 mil metros de profundidade. Para entender melhor o que isso significa, contudo, é necessário voltar ao passado, mais precisamente, para as aulas de Ciências e Biologia.
Foram nessas matérias que a população mundial aprendeu que era preciso luz solar para que os organismos fotossintéticos, como plantas e algas, produzissem o oxigênio que respiramos. Essa é a ideia que, simplesmente, norteia os estudos sobre o início da vida no planeta Terra, que aconteceu há nada menos que cerca de 3,5 bilhões de anos.
Mas agora, em 2024, toda essa teoria deve ser revisitada e repensada, uma vez que uma equipe liderada pelo professor Andrew Sweetman, da Associação Escocesa de Ciências Marinhas (SAMS), descobriu que, há 4 mil metros de profundidade, bem longe da incidência de luz solar, existe produção de oxigênio.
O processo de mineração extrai nódulos polimetálicos que contêm metais, como manganês, níquel e cobalto, necessários para produzir bateriasde íons de lítio para veículos elétricos e celulares.
Esses nódulos carregam consigo uma carga elétricamuito alta, capaz de levar à divisão da águado mar em hidrogênio e oxigênio, em um processo conhecido como eletrólise da água do mar. Nesse processo, a decomposição química da água em oxigênio e hidrogênio acontece por efeito da passagem de uma corrente elétrica pela água.
Para que a eletrólise ocorra, uma voltagem de 1,5 volts é necessária — a mesma de uma bateria AA típica, para se ter uma ideia. O que a equipe não esperava era registrar, após análises dos nódulos, leituras de até 0,95 volts nas superfícies de alguns.
Ou seja, quando agrupados, esses nódulos podem ter voltagens significativas — mais do que o necessário para o processo de eletrólise.
“Quando obtivemos esses dados pela primeira vez, achamos que os sensores estavam com defeito, porque todos os estudos já feitos no fundo do mar só viram oxigênio sendo consumido, em vez de produzido. Nós voltávamos para casae recalibrávamos os sensores, mas ao longo de 10 anos essas leituras estranhas de oxigênio continuaram aparecendo”, revelou Sweetman em comunicado de imprensa.
Agora sabemos que há oxigênio produzido no fundo do mar, onde não há luz. Acho que, portanto, precisamos revisitar questões como: onde a vida aeróbica [que utiliza oxigênio como aceptor final] poderia ter começado?– destacou Sweetman
A vida de uma nova perspectiva
Ao suspeitar que os sensores estavam com defeito, a equipe de Sweetman decidiu, como prova real, usar um método de backup que funcionasse de forma diferente dos sensores — e ele confirmou o resultado. Foi aí que os pesquisadores entenderam que estavam diante de “algo inovador e inimaginável”.
Para Nicholas Owens, diretor do SAMS, a descoberta do agora chamado “oxigênio escuro” é uma das mais emocionantes na ciência oceânica dos últimos tempos.
“A visão convencional é que o oxigênio foi produzido pela primeira vez há cerca de três bilhões de anos, por micróbios antigos, chamados cianobactérias. Houve um desenvolvimento gradual de vida complexa depois disso”, disse Owens.
O potencial de que havia uma fonte alternativa exige que repensemos radicalmente– frisou Nicholas Owens, diretor do SAMS
A Tocha Olímpica está prestes a concluir sua jornada pela França, iniciada em maio após deixar a Grécia. Mas no último domingo (21), a 63ª etapa do revezamento chamou a atenção ao transportar o grande símbolo dos Jogosno maior barco a remodo mundo.
Batizada de Stampfli Express, a embarcaçãotem 42 metros de comprimento e comporta 24 pessoas, mais o timoneiro. Geralmente, barcos a remo só têm espaço suficiente para até oito remadores.
Foto: Instagram @ffaviron/ Reprodução
Na ocasião, duas dúzias de atletasficaram encarregados de transportar a Tocha pelas águasde Val-de-Marne — que receberá as provas de canoagem e remo das Olimpíadas. O emblemático objeto foi passado de mão em mão antes do percurso, conforme mostra o vídeo abaixo:
Construído em 2001 pela fabricante suíça Stampfli Racing Boats, o maior barco a remo do mundo não fará parte da competição oficial, que só permite disputascom remadores solitários ou em equipes de duas, quatro ou oito pessoas.
A Stampfli Express, inclusive, só é usada em grandes ocasiões, como eventos comemorativos ou simbólicos. Ainda assim, a presença dela em um momento tão marcante como o revezamento da Tocha Olímpica emocionou a empresa suíça, que celebrou a conquista pelas redes sociais.
Há 24 anos, quando construímos o maior barco a remo, não sabíamos que honra teríamos este ano de fazer parte desse incrível revezamento da tocha com Stampfli Express– Stampfli Racing Boats, no Instagram
Marcada para a próxima sexta-feira (26), a abertura das Olimpíadas de Paris promete entrar para a história ao substituir as arquibancadas pelo cais. Afinal, a celebração acontecerá a bordo de 94 barcos, dispostos ao longo do famoso rio Sena.
A cerimônia está marcada para acontecer a partir das 14h30 (horário de Brasília), com cerca de 10,5 mil atletas.
As regatas de abertura da 51ª Semana de Vela de Ilhabela (SIVI) ficaram marcadas pela falta de vento na ilha do litoral norte de São Paulo. Mas o terceiro dia de provas, celebrado nesta quarta-feira (24), mostrou que ainda há muito o que acontecer na maior disputa da modalidade na América do Sul.
A virada de chave nos rumos da competição se deu, principalmente, quando a organização do evento decidiu levar a raia para a região da Ponta das Canas, um dos cartões-postais de Ilhabela. Por lá, os ventos de até 8 nós na direção leste viabilizaram a disputa de 11 regatas: três para os monotipos C-30 e duas para as demais classes, que usam o rating (ORC, BRA-RGS, Clássicos e RGS Cruiser).
Com mais disputas, a busca pelo título ficou mais acirrada. Confira a seguir os resultados de cada classe.
Resultados do terceiro dia da 51ª SIVI
ORC
Após duas vitórias nas regatas de abertura (Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil e Regata Mitsubishi Eduardo Souza Ramos), o +Bravíssimo, de Luciano Secchin, viu sua vantagem diminuir.
Foto: Vandrei Stephani | FOTOP / Divulgação
Quem deu as caras na busca pelo primeiro lugar no pódio foi um dos grandes nomes da competição, o Phoenix, de Mario Dottori e Fábio Cotrim. Junto, veio o atual bicampeão da SIVI, o Crioula, de Eduardo Plass.
As regatas com menos vento favoreceram os barcos pequenos e agora os maiores e mais rápidos como o Phoenix subiram na classificação– Luciano Secchin, comandante do +Bravíssimo
Na ORC, a classificação ficou assim: +Bravíssimo em primeiro, seguido por três argentinos e um uruguaio: Mago, de José Bartolucci; Sandokan, de Carlos Costa; America del Sur, de Pablo Maffei, e Albariño, de Marcelo Cipolina. São 18 barcos inscritos na categoria, que também vale pontos para o Brasileiro de Oceano da ABVO.
BRA-RGS
Para os resultados da BRA-RGS, é importante saber que a categoria reúne 27 barcos, de diferentes tamanhos e área vélica. Somadas as três divisões, quem toma a ponta geral da categoria é o catarinense Pangea, de Jorge Carneiro.
Foto: Vandrei Stephani | FOTOP / Divulgação
Aqui vale um outro contexto, que traz boas expectativas para o desenrolar da SIVI: a equipe do Pangea vem de dois vice-campeonatos, em 2022 e 2023. Depois de bater na trave duas vezes, os velejadoresestão determinados a levar o troféu da modalidade para o Iate Clube de Santa Catarina.
Quem certamente não vai facilitar esse desfecho são os adversários que chegam logo na cola do Pangea: Tanuki, de Rafael Torentin e Orion, de Victor Fonseca, que estão acelerando para tomar a liderança.
Ganhamos no detalhe as duas no corrigido, sempre no planejamento. Vamos sempre com humildade para quebrar esse tabu de ter batido na trave duas vezes– contou Luciano Blauth
Clássicos
Nos Clássicos, o Vendetta, de André Gick, confirmou a liderança com 62,50 pontos. Logo atrás vem o Kamehameha, de Alberto Kunath, com 61, e o homenageado da 51ª SIVI, Morgazek, de Michele D’Ippolito, com 51,50.
Foi muito bom ter feito duas regatas no dia. Parabéns ao Cuca Sodré e à comissão, pois nós viemos para velejar em Ilhabela– destacou André Gick, do Vendetta
RGS Cruiser
O Pegasus, de Lucas Azambuja, está na ponta da RGS Cruiser, após quatro regatas no evento. A diferença, contudo, é quase mínima para o veleiro da ilha BL3 Urca, de Clauberto Andrade e o argentino Nautico II.
C-30
Já na classe C-30 — a única one design do calendário da 51ª SIVI –, a comissão fez três provas. O barco Relaxa, de Tomas Mangabeira, está na ponta, seguido pelo Loyalt, de Alex Leal e o Tonka, de Demian Pons, que conta com Robert Scheidt na equipe.
Foto: Vandrei Stephani | FOTOP / Divulgação
51ª edição da Semana de Vela de Ilhabela
A Semana Internacional de Vela de Ilhabela é tida como a maior da modalidade na América do Sul. O evento reúne os principais nomes do esporte no país, divididos em barcos de diferentes tamanhos e classes.
Foto: Vinicius Branca / Divulgação
Neste ano, as regatas contarão com 100 veleiros de diversos estados do país, como Espírito Santo, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, além de estrangeiros da Argentina e Uruguai.
Serão mais de 20 regatas programadas em raias tradicionais como o Canal de São Sebastião, Ponta das Canas, Alcatrazes, Farol dos Moleques e Ponta das Selas.
Cercado por Mata Atlântica, o condomínio de luxo Kiaroa Residence & Marina é a pedida certa para quem busca se conectar com a natureza, sem abrir mão de conveniências e conforto. Saber todos os detalhes desse empreendimento está apenas a alguns dias de distância, já que, de 14 a 18 de agosto, a empresa desembarcará no Brasília Boat Show.
Localizado na Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa abrange uma área de 180 mil m² — sendo que 60 mil m² são de área preservada. Por lá, é possível encontrar praias paradisíacas, longas faixas de areia desertas, piscinas naturais e um pôr do sol de tirar o fôlego.
Foto: Instagram kiaroaresidence/ Reprodução
A previsão é de que o condomínio fique pronto em janeiro de 2025 e ofereça o melhor do lazer. Dentre as opções, estão piscinade 700 m² com área molhada, quatro quadras para esportes, academia, restaurante e clube social com vista para o mar.
Os amantes náuticos também podem celebrar, uma vez que o empreendimento baiano conta com marina própria, capaz de abrigar 40 barcos. Quem prefere voar pelos ares, pode desfrutar do heliponto homologado pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).
Foto: Instagram kiaroaresidence/ Reprodução
O condomínio de luxo foi dividido em 156 lotes, sendo que o tamanho parte de 400 m².
Brasília Boat Show
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
Ter um bom piso para a sua embarcação vai além da estética. Feito para garantir mais beleza e maior segurança dentro dos barcos, as soluções em EVA e PVC da Kapazi vão atracar na estreia do Brasília Boat Show — que acontecerá de 14 a 18 de agosto, nas belíssimas águas do Lago Paranoá.
Participar de um Boat Show não é novidade para a marca. Presença assídua dos maiores eventos náuticos do Brasil, a empresa embarcou no mercado nacional de tapetes e capachos personalizados há 40 anos, e segue desde 2006 com o segmento Kapazi Náutica.
Foto: Arquivo Kapazi NáuticaFoto: Divulgação
Com especialidade em pisos, tapetes e acessórios náuticos, a Kapazi esteve no Boat Show de Itajaí 2024 trazendo soluções em EVA e PVC, que podem ser facilmente instalados em qualquer modelo de barco. No Rio, a marca levou o tapete com impressão 4K, sua linha Thermo Deck e bolsas térmicas.
Atendemos a todos os tamanhos de barcos e trabalhamos sob medida. O técnico visita a embarcação, modela tudo e, quando o piso chega para a Kapazi, ele volta para realizar a instalação– explicou Carol Rocha, da área comercial, durante o Rio Boat Show 2024
Foto: Descio Oliveira e Douglas Guimarães/Revista Náutica
Em seu vasto catálogo, a Kapazi oferece revestimentos para cada tipo de piso e modelo de barco e jet, além de possuir uma variada linha de acessórios náuticos, como tapetes flutuantes, chinelos summer, coolers e copos térmicos — para que o público de Brasília saia com tudo o que precisa para navegar com estilo.
Foto: Descio Oliveira e Douglas Guimarães/Revista Náutica
Brasília Boat Show
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
As regatas da 51ª Semana de Vela de Ilhabela (SIVI) começaram no último domingo (21), com disputas definidas no photo finish e após 12 horas no mar. Depois de um descanso na segunda-feira (22), nesta terça-feira (23) os barcos voltaram para as águas cristalinas da Capital da Vela, desta vez, para a Regata Mitsubishi Eduardo Souza Ramos.
Marcada pela instabilidade do vento e da correnteza, a regata que leva o nome do atleta olímpico e um dos maiores incentivadores da modalidade no Brasilexigiu paciência e testou o preparo dos 100 barcosinscritos na 51ª SIVI.
Foto: Flávio Perez | On Board Sports / Divulgação
Foi um dia difícil de vento. Muita correnteza de norte para o sul, que atrapalhava a largada. Eram as condições que a gente tinha– destacou Cuca Sodré, organizador técnico da SIVI
A comissão montou as boias no Canal de São Sebastião, bem na frente do Yacht Club de Ilhabela (YCI) e os resultados você confere a seguir.
Resultados da Regata Mitsubishi Eduardo Souza Ramos
ORC Geral
Com 100% de aproveitamento, o +Bravíssimo, de Luciano Secchin — que venceu a Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil — se deu melhor na ORC geral, seguido pelo Mago, de José Bartolucci e o Lucky Alforria, de Reginaldo Costa.
Foto: Flávio Perez | On Board Sports / Divulgação
Atualmente, a equipe capixaba lidera o campeonato, seguida pelos argentinos do Mago e pelos uruguaios do Albariño, de Marcelo Cipolina.
BRA-RGS
Na BRA-RGS, o Pangea, de Jorge Carneiro, cruzou a linha de chegada em primeiro lugar com tempo corrigido. Na sequência veio o Tanuki, de Rafael Terentin e o Zeus, de Paulo Moura.
Clássicos
Nos Clássicos, o barco de 40 pés Pepa XIX, de Manfred Kaufmann Jr, foi o vencedor. Logo atrás veio o Vendetta, de André Gick, e o Kamehameha, de Alberto Kunath.
Foto: Luhan Grolla | FOTOP / Divulgação
RGS Cruiser
A RGS Cruiser teve vitória gringa, com o barco argentino Náutico II, de Frederico Grunewald. O BL3 Urca, de Clauberto Andrade, ficou em segundo e o Pegasus, de Lucas Azambuja, em terceiro.
C-30
Na C-30, a comissão fez duas provas na mesma raia. O barco Relaxa, de Tomas Mangabeira, foi o primeiro a chegar, seguido pelo Tonka, de Demian Pons, e pelo Bravo, de Jorge Martinez.
Foto: Vinicius Branca | FOTOP / Divulgação
A liderança foi para as mãos do Tonka, que conta com Robert Scheidt na equipe.
A 51ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela continua nesta quarta-feira (24) com mais regatas em Ilhabela. No final do dia, às 17h, haverá a premiação dos vencedores das regatas Alcatrazes por Boreste – Marinha do Brasil e Toque-Toque.
51ª edição da Semana de Vela de Ilhabela
A Semana Internacional de Vela de Ilhabela é tida como a maior da modalidade na América do Sul. O evento reúne os principais nomes do esporte no país, divididos em barcos de diferentes tamanhos e classes.
Foto: Vinicius Branca / Divulgação
Neste ano, as regatas contarão com 100 veleiros de diversos estados do país, como Espírito Santo, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, além de estrangeiros da Argentina e Uruguai.
Serão mais de 20 regatas programadas em raias tradicionais como o Canal de São Sebastião, Ponta das Canas, Alcatrazes, Farol dos Moleques e Ponta das Selas.
Investir em um bom acabamento para barcosé fundamental para quem deseja unir conforto com segurança e durabilidade. É por isso que a Agroquímica São Gabriel desembarcará no Brasília Boat Show com oito opções de revestimentos náuticos da marca Kelson’s.
De 14 a 18 de agosto, os visitantes do evento poderão conferir a diversidade de cores, texturas e aplicações dos produtos da empresa — no mercado desde 1995. Todas as opções possuem tratamento antifungo, capaz de evitar o aparecimento de mofo e impedir que o revestimento desbote.
Foto: Revista Náutica
Um dos modelos que mais chama a atenção é o Athenas Linho Juta, laminado sintético com acabamento similar ao tecido de linho que pode ser usado tanto nas paredes, quanto nos estofados dos barcos.
Outros destaques são os revestimentos San Diego, ideal para móveis, Brasil Náutico, com cores similares a de carrosesportivos, e Athenas Adamantium Neon, especialmente pensado para jets.
Além deles, estarão expostos os modelos Athenas Náutico Cetim, Athenas Tifanny, Athenas Linho e San Diego para áreas internas e externas.
Brasília Boat Show
A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.
Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.
A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.
Anote aí!
Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024 Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF) Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
Mais informações: site do evento GARANTA SUA ENTRADA
A NÁUTICA usa cookies para proporcionar a melhor experiência possível em nosso portal. Ao utilizar o nautica.com.br você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para mais informações sobre como isso funciona, clique em "Política de privacidade".OkPolítica de Privacidade