Procurando barco de entrada? NÁUTICA testou a Triton 250 Open, ideal para começar a navegar; assista

Embarcação com banheiro fechado e plataforma de popa foi testada nas águas do Lago de Itaipu, em Foz do Iguaçu

29/01/2024

Com verões cada vez mais quentes, começar a navegar tem sido a ideia de muita gente. Nesse contexto, vem a pergunta: com qual barco começar? É aí que entram as lanchas de entrada, como a Triton 250 Open, testada pela equipe de NÁUTICA e com vídeo já disponível no Canal Náutica no Youtube.

No universo das chamadas “lanchas de entrada”, que abrange embarcações de pequeno porte, entre 18 e 25 pés, a Triton 250 Open Sport se destaca.

O consultor técnico Nicola Getschko foi o responsável por avaliar todos os detalhes da lancha, nas águas do Lago de Itaipu, no Paraná, durante o Foz Internacional Boat Show.

 

 

Com espaço para até 12 pessoas, a embarcação traz sofás ergonômicos e espaçosos na proa — que é aberta — , com, inclusive, guarda-copos, pega-mãos e paióis, que facilitam a viagem com mais pessoas. Afinal, não é porque o barco é pequeno que ele precisa ser “cru”.

Um dos grandes destaques da Triton 250 Open é, inclusive, o aproveitamento dos espaços. Grande prova disso é que, apesar dos apenas 25 pés, a lancha tem um banheiro fechado, ao lado do posto de comando, equipado com vigia, pia e armário.

No cockpit, os sofás em L somados à pia, geleira e cristaleira garantem que os passageiros fiquem confortáveis até o destino final do passeio.

O mesmo pode se dizer da plataforma de popa que, com seus 2,2 metros de largura, proporciona espaço para mais lazer, como a possibilidade de uso de uma churrasqueira portátil.

Quer saber com mais detalhes tudo o que envolve a Triton 250 Open? Acesse o Canal Náutica no YouTube e confira!

 

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    Se a história que envolve a Life at Sea Cruises fosse contada como em uma série, esse seria o 3º episódio de uma temporada de estreia cheia de emoções — e prejuízos. Tudo começou com o sonho de viajar pelo mundo em um cruzeiro de 3 anos. Depois, veio o cancelamento da viagem e um prejuízo milionário. Agora, parece que chegou a vez da redenção dos injustiçados, com uma investigação criminal.

    Anteriormente, em Life at Sea Cruises: um cruzeiro de 3 anos ao redor do globo, somando 135 países a serem visitados, fez com que interessados investissem US$ 35 mil (cerca de R$ 172 mil, convertidos em janeiro de 2024) para viver a experiência. Contudo, a viagem, que teria início em 1º de novembro de 2023, foi cancelada, gerando um prejuízo inicial de US$ 180 mil (quase R$ 1 milhão) aos clientes da Life at Sea.

    Foto: Life At Sea Cruises / Divulgação

    Além da perda do dinheiro, dezenas de passageiros ficaram sem ter para onde ir, já que, como o cruzeiro duraria 3 anos, muitos saíram de suas casas e venderam seus imóveis pela aventura de viver em alto-mar. A Life at Sea, por sua vez, informou que faria o reembolso do valor da viagem em parcelas mensais, a partir de dezembro de 2023 — o que não aconteceu.

    Cruzeiro prometia Wi-Fi, salas de reunião, escritórios, lounge, impressoras e até biblioteca. Foto: Architectural Digest / Divulgação

    Agora, em uma carta assinada por 78 desses passageiros, os clientes da Life at Sea estão pedindo a Markenzy Lapointe, procurador dos Estados Unidos para o Distrito Sul da Flórida, para iniciar uma investigação sobre a controladora Miray Cruises (proprietária da Life at Sea).

     

    Na carta, os passageiros relatam que pagaram mais de US$ 16 milhões (R$ 78,5 milhões) entre si à Life at Sea Cruises, com a promessa de que esse dinheiro não seria usado como entrada para a aquisição de um navio — justamente o que aconteceu.


    Para proporcionar a viagem, a ideia da Life at Sea Cruises era comprar o AIDAaura, um navio da AIDA Cruises, subsidiária alemã da Carnival Corp. Acontece que, após cerca de um mês e meio de incertezas, em 16 de novembro, outra empresa, a Celestyal Cruises, anunciou que tinha comprado o AIDAaura. Ou seja, não havia navio para realizar o cruzeiro.

    Navio AIDAaura. Foto: Instagram @aida_cruises / Divulgação

    Em comunicado ao NY Times, o diretor de operações da Miray Cruises afirmou que os reembolsos ainda não foram aprovados em razão de uma “documentação adicional” exigida pelo banco. Ainda de acordo com ele, o problema deve ser resolvido até 15 de fevereiro deste ano, apesar de os passageiros não acreditarem em mais essa promessa.

     

    Será que vem um plot twist nessa história?

     

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      28/01/2024

      O que Madonna, Beyoncé, Leonardo Di Caprio e Ben Affleck tem em comum? Além dos milhões na conta, todos eles compartilham do mesmo gosto para curtir os dias de lazer quando estão longe de superproduções: a ilha caribenha de St. Barth.

      Também conhecida como Saint-Barthélemy (ou Ilha de São Bartolomeu, em tradução livre), a ilha que tem diárias a partir de US$ 800 (cerca de R$ 3,9 mil em conversão realizada em janeiro de 2024) caiu no gosto dos famosos ainda em 1950. E não é para menos.

      Foto: Nikki Beach / Divulgação

      São 24 quilômetros quadrados que misturam o savoir-faire francês com o calor e as cores do Caribe, já que a ilha fica nas Antilhas Francesas, no nordeste caribenho. O resultado dessa mistura é logo visto e apreciado pelas celebridades nos hotéis e resorts de luxo da região, que esbanja exclusividade em suas 22 praias de areia branca e águas cristalinas.

       

      Entre as mais populares estão Flamands, Eden Rock e St. Jean, mas não para por aí. O famoso clube Nikki Beach, espalhado pelos principais pontos turísticos do mundo, também está em St. Barth.

      Foto: Nikki Beach / Divulgação

      Por lá, o clube de praia de luxo “combina elementos de música, gastronomia, entretenimento, moda, cinema e arte em um único destino”, como a própria empresa descreve — e não poderia combinar mais com o público que visita St. Barth.


      Quando se fala na diversão de celebridades como Jennifer Lopez, Jeff Bezos, Mike Tyson, Michael Jordan e Paul McCartney, os iates de luxo não podem ficar de fora. No caso do destino em questão, é no porto de Gustávia que os astros do cinema e da música passeiam exibindo suas belas embarcações.

      Porto de Gustavia, em St. Barth

      Como visitar St. Barth?

      Os meios mais “simples” para chegar a St. Barth são através de iates ou aviões particulares, claro. Mas há também outras opções.

      Foto: Nikki Beach / Divulgação

      Partindo do Brasil, as duas melhores opções em voos são via Miami ou Panamá e, de ambos, seguir para Saint Martin, localizada a 22 quilômetros de distância. De lá, para chegar até a ilha, é necessário pegar um voo panorâmico (com cerca de 15 minutos) ou ferry boat (1 hora).

       

      O voo panorâmico custa em média US$ 250 (cerca de R$ 1,2 mil), enquanto o ferry boat sai por US$ 70 (aproximadamente R$ 344). Vale ressaltar que, na maioria dos casos, há obrigação de estadia de pelo menos uma semana.

       

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        27/01/2024

        Um estudo do Instituto Oceanográfico (IO), da Universidade de São Paulo (USP), revelou um dos fatos mais fascinantes já vistos. Foram descobertas as dimensões do pré-histórico lago Paratethys, que o tornaram o maior da história — entrando, inclusive, para o “Guinness Book”, o livro dos recordes. Ironicamente, neste lago, morava nada menos que a menor baleia do mundo.

        Liderada pelo pesquisador Dan Valentin Palcu, a descoberta contou com a técnica de magneto-estratigrafia — responsável por aplicar o registro das inversões de polaridade do campo magnético da Terra nas rochas, como ferramenta de datação — , além de reconstruções paleogeográficas digitalizadas.

        Região onde se encontrava o lago Paratethys, de acordo com os pesquisadores. Foto: Dan Valentin Palcu/ Divulgação

        Com estes recursos, foi possível determinar qual era o tamanho e o volume do Paratethys, tornando-o, assim, o maior lago da história. De acordo com a estimativa, este corpo d’água, em seu auge — há cerca de 10 milhões de anos –, cobria 2,8 milhões de quilômetros quadrados — maior que o Mar Mediterrâneo.

         

        Além disso, o lago detinha um volume maior que 1,77 milhão de quilômetros cúbicos de água salobra — que apresenta mais sais dissolvidos que a água doce e menos que a do mar. Embora não exista mais, este lago pré-histórico tem como resquícios modernos os Mares Cáspio, Negro e de Aral.

         

        Segundo Palcu, por muito tempo se acreditou que existia um “mar pré-histórico” na região, conhecido como Mar Sármata. Entretanto, a pesquisa trouxe evidências que este veio a se tornar um lago, pois ficou “isolado do oceano e cheio de animais nunca vistos em outros lugares ao redor do globo.”

        Maior lago com a menor baleia

        O ecossistema do maior lago do mundo é muito singular, caracterizado por uma fauna endêmica única. Entre as espécies que lá viviam, a mais curiosa é a Cetotherium riabinini, também conhecida como a menor baleia já encontrada — que contrasta com o tamanho do Paratethys.

        Foto: Paratethys durante configuração de alto nível. Foto: Scientific Reports/ Divulgação

        Durante a crise mais grave, o nível da água deste lago perdeu até 250 metros — equivalente a dois terços da sua superfície e um terço do volume. Assim, causou um impacto devastador na fauna e, consequentemente, a extinção de muitas espécies — como a menor baleia da história.

        Nossas investigações vão muito além da simples curiosidade. Elas revelam um ecossistema que responde de forma extremamente aguda às flutuações climáticas– Dan Valentin Palcu

        Como o maior lago do mundo se formou?

        O maior lago do mundo se formou na antiga Eurásia, no final do Mioceno, quando uma parte do oceano, chamada Mar de Paratethys, ficou separada do restante, devido aos movimentos da crosta terrestre. Embora ainda não se saiba a intensidade e seus impactos, ocorreram várias situações de falta de água e secas parciais.

        Reconstrução paleogeográfica das flutuações do Paratethys no final do Mioceno. Foto: Scientific Reports/ Divulgação

        Segundo o estudo da USP, os principais períodos de seca aconteceram entre 9,75 e 7,65 milhões de anos atrás. Além disso, os pesquisadores identificaram quatro movimentos principais de redução do nível de água que estão relacionados a mudanças no clima, na vegetação e na fauna em grande parte da Europa.

        Mar Negro, o “irmão” mais próximo

        Entre os considerados homólogos — que tem uma origem comum ou fundamental com algo –, o Mar Negro moderno é o que mais tem resquícios do Paratethys. A principal semelhança se dá pelas águas ricas em sulfureto de hidrogênio — gás tóxico e prejudicial para humanos e a maioria dos animais.

        As rochas formadas durante as crises do lago se tornaram falésias no litoral do Mar Negro. Foto: Dan Valentin Palcu/ Divulgação

        Além disso, os sedimentos do Mar Negro contêm metano “congelado”, um gás de efeito estufa potente, que em resposta ao aquecimento global, poderia ser perigosamente libertado na atmosfera, resultando assim numa série de catástrofes ambientais.

        O Mar Negro tem potencial para se tornar uma das maiores regiões naturais de armazenamento de carbono da Terra. A sua estabilidade é de suma importância para desbloquear a sua capacidade para futuras iniciativas de armazenamento de carbono e para prevenir futuros desastres ecológicos– Palcu

        O líder da pesquisa enfatiza que, decifrar a história do Paratethys não é apenas uma viagem a um passado trágico, mas também um farol de esperança para o futuro. Com o lugar de destaque no livro dos recordes, fica a torcida para que barreira entre a ciência e o público geral caia e este assunto ganhe a merecida atenção.

         

        Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

         

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          Schaefer Yachts recebe certificação de Empresa Estratégica de Defesa

          Publicado pelo Ministério da Defesa, certificado comprova atividades do estaleiro voltadas à segurança nacional

          26/01/2024

          Com mais de 30 anos de experiência no mercado, diversas feiras náuticas ao redor do mundo e quase 4 mil barcos entregues, a Schaefer Yachts acaba de ganhar mais um motivo para comemorar. O estaleiro catarinense foi credenciado como Empresa Estratégica de Defesa (EED), para embarcações blindadas de 30 a 83 pés, destinadas ao uso das Forças Armadas, na categoria Produto Estratégico de Defesa (PED).

          A homologação desse feito pelo Ministério da Defesa já foi publicada no Diário Oficial da União, na Portaria GM-MD Nº 6.131, de 18 de dezembro de 2023. Para entender melhor o que tudo isso significa, vale ressaltar que uma EED é toda a empresa credenciada pelo Ministério da Defesa com importância comprovada na realização ou condução de atividades específicas dentro de sua área de atuação, voltadas à segurança nacional.

          Empresas que visam o credenciamento EED precisam possuir comprovado conhecimento científico ou tecnológico, além de ter sede no país e assegurar o controle acionário de brasileiros, possibilitando a continuidade produtiva em território nacional.

          O credenciamento da Schaefer Yachts como EED e os barcos como PED vem para certificar a seriedade, a qualificação técnica e o comprometimento do estaleiro na evolução do mercado náutico brasileiro, consagrando o sucesso de nossa história– ressaltou a Schaefer em comunicado à imprensa

          Seguindo essa linha, vale lembrar que, recentemente, a Schaefer construiu uma lancha especial para a Polícia Ambiental catarinense, com pintura camuflada e muitos detalhes de um barco militar, projetada especialmente para atender às necessidades da entidade.

          Foto: Schaefer Yachts/Divulgação

          A certificação como EED chega em um ano que promete ser movimentado para o estaleiro catarinense, que só na segunda metade do mês de janeiro, emplacou uma série de três feiras náuticas internacionais, de forma simultânea.


          Ao todo, serão seis barcos da Schaefer em exposição no mercado internacional até março deste ano. Isso porque o estaleiro ainda participará de mais dois salões internacionais: o Miami International Boat Show, em fevereiro, e o Palm Beach International Boat Show, no mês seguinte.

           

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            Dinâmico e funcional: conheça novo superiate de 157 pés com inspirações asiáticas

            Desenvolvido por empresa italiana, o chamado projeto Sagasu pretende explorar o mercado da Ásia

            Vem aí um novo superiate de 157 pés (48 metros), com inspiração asiática e projetado para exploração e descoberta de novos horizontes no mercado. Estamos falando do conceito Sagasu, feito pela italiana especializada em design de iates Hydro Tec, que chega equipado com comodidades e funcionalidades que os amantes da navegação vão gostar de conhecer.

            Essa é a primeira parceria estratégica da Hydro Tec com seu novo parceiro para as regiões da Ásia e do Pacífico, Adam Blackmore, cofundador da Iseo Yachting Limited, com sede em Hong Kong. Não à toa, vem do continente asiático a influência artística do iate.

            Foto: Hydro Tec/ Divulgação

            Inclusive, o nome “Sagasu” significa procurar, buscar algo desejado e necessário — exatamente a proposta do superiate de exploração da Hydro Tec. Além disso, ressalta-se o fato da embarcação oferecer volumes e funcionalidades de iates maiores em “apenas” 157 pés.

            Estou confiante de que esta sinergia levará a resultados extraordinários e nos permitirá consolidar ainda mais a nossa posição no mercado global, reforçando o nosso compromisso com a excelência na indústria de design de iates– Sergio Cutolo, presidente da Hydro Tec

            Flexível, tradicional e elegante

            Com traços clássicos e tradicionais harmoniosamente mesclados com elementos de robustez e modernidade, o superiate se caracteriza com linhas elegantes e sinuosas. Na parte exterior, seu design é um misto entre o tradicional, moderno, dinâmico e elegante.

            Foto: Hydro Tec/ Divulgação

            As janelas embutidas no casco, que criam uma espécie de “ilha central suspensa” também chamam a atenção. Inclusive, a embarcação conta com a incorporação de vidros do chão ao teto, com a intenção de oferecer aos convidados uma melhor vista ao seu redor.

            Foto: Hydro Tec/ Divulgação

            Este superiate de exploração foi configurado com quatro layouts diferentes, para que os futuros proprietários se aproveitem da flexibilidade do design e personalizem de acordo com suas preferências. Mas seja qual for o modelo escolhido, os espaços generosos do barco se mantêm.

            Sagasu tem uma área de proprietário com varanda chaise lounge integrada, que se estende por 70 metros quadrados. Repleto de janelas enormes, a suíte do dono conta com vista para a banheira de hidromassagem privativa e para a aconchegante área de estar ao ar livre.

            Foto: Hydro Tec/ Divulgação

            O beach club do superiate conta com duas grandes piscinas — uma na popa e outra na proa, com borda infinita. Também tem áreas para banhos de sol e assentos modulares para relaxamento, ideais para socialização ao ar-livre. No momento, é provável que a embarcação comporte, no máximo, 12 convidados.

            Foto: Hydro Tec/ Divulgação
            Foto: Hydro Tec/ Divulgação

            Para não atrapalhar os hóspedes que desejam desfrutar das áreas externas — inclusive quando o barco está no porto –, o bote de exploração e o bote de resgate estão alojados na garagem. Enquanto em seu interior, a Sagasu apresenta cores neutras de branco, azul e bege.

            Foto: Hydro Tec/ Divulgação

            Assim, a Hydro Tec começa sua tentativa de entrar no mercado asiático e explorar novas oportunidades no Extremo Oriente depois de 25 anos de experiência no Ocidente.

             

            Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

             

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              Ventura inicia a pré-venda de jet elétrico com bônus surpresa

              Os primeiros compradores ganharão um bônus especial e receberão o novo jet em até 20 dias, garante a marca

              A chegada do novo Ventura Orca Performance by Taiga, primeiro jet elétrico da Ventura — e do Brasil –, abriu um mar de possibilidades para quem quer navegar com adrenalina, apenas ouvindo o som da água. E o momento para tornar essa possibilidade real acaba de chegar: a pré-venda do novo jet já está disponível, com bônus surpresa e entrega rápida para os primeiros compradores.

              Foto: Taiga / Divulgação

              A pré-reserva do inédito jet elétrico Ventura pode ser feita por meio do site oficial da Ventura. Com valores a partir de R$ 149 mil, os primeiros compradores terão um bônus surpresa, a ser revelado em 31 de janeiro, data do lançamento oficial do novo jet elétrico da Ventura.

              Se interessou pelo novo jet elétrico da Ventura? CLIQUE AQUI PARA RESERVAR O SEU!

              Foto: Taiga / Divulgação

              De acordo com a marca, além do bônus, os primeiros interessados na novidade poderão ainda curtir o verão a bordo do novo jet, já que a entrega da embarcação será feita no prazo máximo 20 dias. Para aproveitar a oportunidade, ao acessar o site oficial, basta preencher os campos nome, telefone, e-mail e localização e enviar os dados à Ventura.

              Conheça o novo jet elétrico da Ventura

              O novo jet elétrico da Ventura é fabricado pela canadense Taiga Motors, que assinou um contrato de distribuição exclusiva com o estaleiro mineiro, com duração de três anos. Dessa forma, a Ventura levará a novidade tanto para o Brasil, quanto para outros países da América do Sul.

              Foto: Taiga / Divulgação

              O Ventura Orca Performance by Taiga é alimentado por uma unidade de tração integrada com motor inversor de sexta geração da Taiga, oferecendo eficiência de até 120 kw de potência de pico (até 160 cv) e 170 nm de torque, resultando em uma velocidade máxima de 100 km/h, afirma a marca. A bateria, segundo a Ventura, tem autonomia para até duas horas de uso.

              Foto: Taiga / Divulgação

              Para carregar o jet elétrico da Ventura, basta estacionar e conectar a embarcação a qualquer tomada padrão. O tempo de carregamento nessa modalidade leva cerca de 3 horas e meia, enquanto com um DC Fast Charging (opcional), o jet garante até 80% de bateria em menos de 40 minutos, segundo a marca.

              Foto: Taiga / Divulgação

              Seu casco foi otimizado hidrodinamicamente, resultando em uma estrutura equilibrada e eficiente em condições variadas. Tudo isso é aliado a um baixo centro de gravidade da bateria, o que proporciona estabilidade mesmo em manobras de alta velocidade.

              Foto: Taiga / Divulgação

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                Tubarão megalodon pode ter tido aparência diferente do que se imaginava até agora

                Em novo estudo, cientistas descrevem possível novo formato para o gigante dos mares

                25/01/2024

                Mesmo extinto há mais de 3,6 milhões de anos, o tubarão megalodon continua em evidência nos dias atuais, seja por seus dentes gigantes encontrados por aí, ou por novos estudos sobre seu modo de viver. O mais recente deles, aponta que esse gigante dos mares tinha uma aparência diferente da que se imaginava até então.

                Para os fãs da espécie — também conhecida como megalodonte — e de todos os mistérios que a envolvem, fiquem tranquilos: o megalodon continua sendo o maior tubarão que já existiu. O que um novo estudo sugere é que a estrutura do animal era, na verdade, “mais longa e mais fina”.

                Foto: Encyclopedia Britannica / Divulgação

                Isso porque, ao analisarem a coluna vertebral incompleta de um megalodon fossilizado — mantido no Instituto Real Belga de Ciências Naturais (IRSNB), em Bruxelas –, os cientistas encontraram discrepâncias em reconstruções anteriores.

                Uma nova forma de ver o megalodon

                Tradicionalmente, o megalodon é descrito como um “tubarão branco gigante”, já que, como parente próximo e predador com dieta e características semelhantes, os tubarões brancos são considerados um modelo ideal. Contudo, os estudiosos agora entendem que não é bem assim.

                Tubarão branco era, até então, espécie mais próxima do megalodon

                Conforme estudo publicado na Palaeontologia Electronica, diferentemente do tubarão branco, os megalodontes podem ter possuído a coluna vertebral mais fina, o que significa que o animal pré-histórico era, também, muito mais fino.

                Ilustração compara formatos apontados como sendo o do megalodon. Foto: Universidade DePaul/Kenshu Shimada / Divulgação

                Para chegar a essa conclusão, pesquisadores examinaram tomografias computadorizadas do esqueleto vertebral de um tubarão branco juvenil e depois o compararam com a vértebra do espécime do megalodon fossilizado. As diferenças estão, principalmente, no crescimento do centro — a parte central e sólida das vértebras do animal.


                Agora, de acordo com Phillip Sternes, biólogo da Universidade da Califórnia e co-autor do estudo, uma nova espécie de tubarão pode ser mais adequadamente comparada ao gigante dos mares: o tubarão mako (Isurus oxyrinchus).

                Tubarão mako (Isurus oxyrinchus)

                Sobre o novo tamanho do megalodonte, os pesquisadores preferem não dar um comprimento definitivo sem evidências sólidas, mas sugerem que o animal ter alcançado até 20 metros ou mais de comprimento.

                A realidade é que precisamos da descoberta de pelo menos um esqueleto completo de Megalodon para ter mais confiança sobre seu verdadeiro tamanho, bem como sobre sua forma corporal– Kenshu Shimada, paleobiólogo da Universidade DePaul 

                 

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                  Por que apenas 20% do oceano foi explorado até agora? Entenda as dificuldades do fundo do mar

                  Mesmo que ocupe 70% do Planeta Terra, fatores como custo e pressão no fundo do mar dificultam as descobertas

                  Você já ouviu falar que “sabemos mais do espaço do que do oceano”? Esta frase faz sentido e ressalta o quão difícil é explorar o fundo do mar, visto que conhecemos apenas 1/4 do que cobre 70% do planeta Terra. Mas afinal, por que é tão difícil mapear sua totalidade?

                  Primeiramente, é preciso saber a imensidão que isso representa. Responsável por cobrir boa parte da Terra — só o Pacífico ocupa 45% — ,  o mar pode chegar a níveis de profundidades completamente inacessíveis para o ser humano — aí começa o primeiro problema de mapear o oceano.

                  A profundidade média dos oceanos é maior que 3,6 quilômetros. Para se ter ideia, o nível de 100 metros — onde começa a síndrome de descompressão — já pode ser mortal aos humanos. É claro que há registro de pessoas que desceram bem mais que isso, como James Cameron, diretor do filme Titanic.

                   

                  A nível de curiosidade, o ponto mais profundo conhecido pelo homem é a Fossa das Marianas, com mais de 10,9 quilômetros — maior até mesmo que o Monte Everest. Caracterizada por depressões longas e estreitas, o ponto mais profundo também fica nela, o Challenger Deep, com quase 11 km.

                  Ainda é pouco

                  Com o passar do tempo, foi possível analisar as características dos oceanos de acordo com a profundidade, além de descobrir algumas espécies que precisam de uma certa altitude para viver.

                   

                  A tecnologia trouxe ainda drones submersíveis (ou ROV, sigla em inglês para “veículo aquático operado remotamente”), que permitem aos pesquisadores explorar as profundezas — mas esse uso ainda representa uma fração minúscula.

                  É neste momento que a frase sobre conhecermos mais o espaço do que o oceano se cumpre. Enquanto 12 astronautas passaram um total coletivo de 300 horas na superfície lunar, só três pessoas passaram cerca de três horas explorando o Challenger Deep, segundo o Woods Hole Ocenographic Institution.

                  Temos melhores mapas da Lua e de Marte do que do nosso próprio planeta- Gene Feldman, oceanógrafo emérito da NASA

                  Outros problemas de explorar o oceano

                  Suponhamos que, por algum milagre, você consiga resistir a toda pressão da profundidade do oceano e mergulhar até o fundo do mar. Ainda assim, teria uma série de problemas para enfrentar, como animais nem sequer descobertos pela ciência, água extremamente gelada e inexistência de luz.

                  Sem contar que a própria logística para se chegar até o fundo do oceano é um grande problema. Afinal, trata-se de um investimento de alto risco em todos sentidos, inclusive financeiro, que inclui o uso de submarinos especiais, profissionais e outras tecnologias nada baratas.

                  É possível explorar todo o oceano?

                  A missão é complexa e pode envolver derivadores oceânicos (boias que dependem das correntes oceânicas para carregá-los, enquanto coletam dados) e veículos — ocupados por humanos (HOVs) ou remotamente (ROVs).

                  Mas sim, é possível explorar todo o oceano — só demoraria cerca 200 anos! Pelo menos é isso que, em 2001, disse Walter Smith, geofísico da Agência Americana Oceânica (NOAA), numa hipótese na qual o mapeamento aconteceria com apenas um navio oceanográfico.

                  Com 40 embarcações, levaria 5 anos– Walter Smith

                  Na época, ele estimava que o custo dessa operação seria de aproximadamente US$ 3 bilhões de dólares. Vale ressaltar que a tecnologia evoluiu de lá para cá, o que poderia encurtar o tempo que levaríamos para explorar 100% o oceano.

                   

                  Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                   

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                    No Acre, artesão reproduz barcos que navegam pela Amazônia em miniatura

                    Aos 60 anos, artista carioca que mora em Rio Branco vê na profissão uma forma de terapia

                    24/01/2024

                    Carlos Alberto é carioca, mas morador de um outro Rio — o Rio Branco, capital do Acre. Desde criança, ele sabia de sua vocação para artesão. Acabou se tornando topógrafo, mas a profissão — que, aparentemente, nada tem a ver com arte — o levou para o caminho que ele via para si lá atrás. Atualmente, o “acriano carioca” produz barcos em miniatura, sob escala, idênticos às grandes embarcações que navegam pela Amazônia.

                    Essa história começou através, justamente, de outra criança: Felipe, filho de Carlos. Em 2008, quando Felipe tinha 10 anos, Carlos o levou para o porto onde (à época) era gerente, em Porto Velho, Rondônia. O que ele não esperava é que o menino se apaixonaria pelos barcos que lá viu, e nesse mesmo dia, surgiria sua primeira encomenda como artesão de barcos em miniatura.

                    Foto: Arquivo pessoal

                    A pedido de Felipe, Carlos construiu o barco que abriu as portas para todos os outros que ainda viriam. Segundo ele mesmo contou à reportagem de NÁUTICA, “ficou longe de ser perfeito, mas encantou as pessoas que por lá passavam.”

                     

                    A partir daí, a topografia passou a ajudar Carlos de uma maneira diferente: a construir barcos em escala, ou seja, com dimensões iguais às originais, mas em formato miniatura.

                    Foto: Arquivo pessoal

                    Da planta ao projeto final: tudo passa por Carlos

                    Para que os barcos em miniatura sejam versões idênticas aos modelos originais, Carlos se baseia na planta original da própria embarcação, com o apoio de fotos que ele mesmo tira. Nos casos em que o cliente não possui a planta do barco, a experiência como topógrafo ajuda o artesão a medir toda a embarcação real e, assim, produzir uma planta.

                    Foto: Instagram @carlosdias1409 / Divulgação

                    Com todos os dados em mãos, chega a vez de fazer o pedido dos componentes eletrônicos que vão constituir a miniatura, que começa a ser produzida de baixo para cima no ateliê de Carlos. De acordo com ele, seu local de trabalho é “simples, mas bem funcional.”

                    Foto: Instagram @carlosdias1409 / Divulgação

                    Sua principal matéria-prima é o compensado de 4mm, presente em grande parte dos 30 barcos de 25 modelos diferentes já produzidos por ele.

                     

                    Outros materiais bastante utilizados pelo artesão são o alumínio, plástico, madeira acetato e massa rápida, entre outros.

                    Foto: Arquivo pessoal

                    Se engana, porém, quem pensa que as miniaturas são feitas apenas para ficarem paradinhas em cima de algum móvel.

                     

                    Em média, um modelo leva de 20 a 45 dias para ficar pronto e, na última etapa do processo, quando as embarcações já estão praticamente prontas, elas passam por testes na água!

                     

                     

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                    Uma publicação partilhada por Carlos Dias (@carlosdias1409)


                    Para o artesão, inclusive, detalhes como esse são parte essencial de seus trabalhos. Por isso, iluminação, pequenos objetos, atenção às cores e a atenção minuciosa às medidas estão sempre presentes nas obras de Carlos.

                    Você pode ter caprichado em tudo, mas se não tiver detalhes (pequenos e sutis), fica sem vida– comenta o artesão

                    “Tem gente que paga para fazer terapia, eu recebo”

                    A frase acima, dita pelo próprio Carlos, está no coração daquilo que o destino escolheu para que fosse sua profissão. Apesar de ver o seu trabalho como “receber para fazer o que gosta”, o artesão reconhece que “nem tudo são flores”, afinal, assim é para quem escolhe viver de arte.

                    O reconhecimento não chega rápido e nem fácil. É como rapadura: é doce, mas não é mole– afirma Carlos

                    Apesar disso, no caso de Carlos, há muitos motivos para comemorar. Suas obras já foram expostas no Expoacre, uma das maiores feiras de agronegócio do país. Seu trabalho também já saiu do Acre, passando pelos estados de Rondônia e Amazonas.

                     

                    Um dos clientes mais fiéis do artesão é Gladison Cameli, atual governador do Acre, que expõe em seu escritório as obras de Carlos.

                    Gladison Cameli, governador do Acre. Foto: Arquivo pessoal

                    Como ele [Gladison] é apaixonado por miniaturas e principalmente aviões, eu fiz um aeroporto, carretas e containers. Fiz também uma maquete de um aeroporto de uma cidade do interior do Acre (Tarauaca)– Carlos Alberto


                    Apesar da produção das miniaturas, Carlos nunca teve um barco

                    Com toda sua trajetória na produção de embarcações em miniatura, é fácil imaginar que Carlos seja dono de algum barco. Mas, não é o caso. Ele conta que nem mesmo na família há histórico de proprietários de barcos.

                    Foto: Instagram @carlosdias1409 / Divulgação

                    Uma embarcação de verdade, em dimensões normais, parece ainda ser distante das vontades do artesão. Mas, no caso das miniaturas, ele não só sabe como seria o seu barco ideal, como já está construindo um. Trata-se do Manoel Fonseca, que, segundo ele, “uns chamam de recreio e outros de navio.”

                    Modelo miniatura do barco Manoel Fonseca está sendo construído por Carlos

                    O modelo em questão foi construído pelo próprio Manoel Fonseca — tido por muitos como um dos lendários construtores de embarcações da região amazônica –, pelo seu irmão Zeca Fonseca e seu filho, Édson Fonseca. Para Carlos, a construção do barco (que deve ficar pronto em 2 meses) é uma forma homenageá-lo.

                    Eu costumo dizer que a diferença de um brinquedo de criança para um de adulto é o preço– finaliza Carlos

                     

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                      Em praia de Florianópolis, turista tenta recuperar batatinha “roubada” por quati; assista

                      Símbolo da Ilha do Campeche, animal foi inserido na região no século passado e agora toma conta do local

                      Se você está pensando em conhecer as águas azuis da Ilha do Campeche, em Santa Catarina, é melhor se preparar: o local é dominado por uma espécie um tanto quanto diferente para essa região do estado: os quatis. Um turista que visitava o local sentiu, na prática, as consequências de “invadir” o território desses mamíferos, e precisou correr atrás de suas batatinhas, levadas por um deles areia a dentro.

                      O turista bem que tenta pegar seu lanche de volta, mas o animal de focinho comprido, orelhas redondinhas e rabo listrado é, além de fofo, ligeiro, e não facilita a vida do visitante, que precisa suar para recuperar as batatinhas — se ele conseguiu ou não, ainda é um mistério.

                      O flagra da corrida atrás da batatinha roubada pelo quati. Foto: Instagram @floripamilgrau / Reprodução

                       


                      A verdade é que quem conhece bem a Ilha do Campeche já vai até o local com a devida preparação para não ter nenhum alimento — ou objeto — “furtado” pelos quatis. Nos comentários da publicação do vídeo, na página “Floripa Mil Grau” no Instagram, há até quem sugira que os turistas “lembrem-se de levar frutas para deixar para eles.”

                       

                      O que não faltam, também, são outras vítimas do animal, que engana pela aparência fofa. Entre os relatos está o da Ana Paula: “já fui roubada por eles, uma maminha recheada com queijo” e o da Raquel: “na Ilha, deu bobeira eles levam até a sua bolsa.”


                      Quatis são tradicionais mas não naturais da região

                      Apesar de serem muito comuns na Ilha do Campeche, os quatis, na verdade, não são naturais dessa região. Há muitas teorias populares que envolvem a chegada dos animais até a praia.

                       

                      Uma delas, por exemplo, diz que os quatis foram levados décadas atrás ao local para combater a proliferação de cobras. Mas a teoria mais aceita é a compartilhada pelo geógrafo Aracidio de Freitas Barbosa Neto.

                       

                      Ao NSC Total, Aracidio afirmou que “foram inseridos alguns animais no período do clube de caça, na década de 1940. O destaque é o quati, que perdura até os dias atuais.”

                      Apesar de moradores locais relatarem a extensa presença do animal na Ilha do Campeche, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) diz não ser possível precisar a quantidade de animais que vivem atualmente no local.

                      Pela falta de predadores naturais e oferta abundante de comida, o descontrole populacional da espécie é evidente. Estima-se que a densidade da população de quatis na Ilha seja quase o dobro da população em áreas continentais, onde a espécie é nativa– mencionou o Iphan através de redes sociais

                      As consequências da presença do animal em uma região fora de sua zona natural traz consequências — principalmente pela interação que os quatis tem, justamente, com os humanos.

                       

                      A batatinha foi apenas mais uma vítima do animal que, ainda de acordo com o Iphan, deixou de caçar e buscar alimento na mata e passou a pedir ou roubar comida dos visitantes, uma vez que os turistas criaram o hábito de alimentá-los com frequência.

                      Dar comida aos quatis favorece o aumento populacional, que desequilibra ainda mais o frágil ecossistema e provoca situações de stress no animal, ocasionando constantes disputas por território e alimento– complementa o Iphan

                      Por fim, caso a ideia seja visitar a Ilha do Campeche, é melhor tomar cuidado: apesar de cativantes, os quatis também são bravos e podem até morder. E, fica a dica: não alimente os quatis!

                       

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                        Barco da Ferrari: marca anuncia entrada nas competições a vela

                        Anuncio veio após o velejador Giovani Soldini revelar sua chegada à marca dois dias depois de deixar a Maserati

                        A Ferrari deve levar a velocidade das pistas para os mares com sua novidade, anunciada nesta quarta-feira (24). É isso mesmo: vem aí um barco da Ferrari — especula-se que seja um veleiro com hidrofólio, para ser mais preciso.

                        Desde a terça-feira (23), a página da Ferrari no Instagram emplacou uma série de posts com frases misteriosas que levavam a crer que a gigante das pistas voltaria a se aventurar nos mares. Até que Giovani Soldini, ex-velejador da Maserati, anunciou hoje sua chegada à gigante italiana e confirmou a nova empreitada: a entrada da Ferrari nas competições de barcos a vela.

                        Em vídeo de divulgação misterioso, Ferrari deu sinais de novo projeto, com possível hidrofólio. Foto: Ferrari / Divulgação

                        Em comunicado, a Ferrari anunciou que “o ‘Cavalo Empinado’ se prepara para competir no mundo da vela, sob a orientação do diretor da equipe e aclamado navegador, Giovanni Soldini. Além de competir em pistas de todo o mundo, a Ferrari embarca agora neste novo empreendimento para aprimorar seu know-how tecnológico, em linha com a vontade contínua de progresso da empresa.”

                         

                        Para o novo projeto, a marca pretende seguir uma linha que vem ganhando força no mundo náutico nos últimos anos: a sustentabilidade. “A busca pelo máximo desempenho no mar gerará inovações e soluções concretas de sustentabilidade que, alinhadas à tradição da Ferrari, serão um importante estímulo na evolução de seus carros esportivos”, mencionou a Ferrari em comunicado.

                        Com este novo desafio competitivo, motivado pela nossa capacidade inovadora e compromisso com a sustentabilidade, iremos ultrapassar as fronteiras atuais– John Elkann, presidente da Ferrari

                        Vale dizer que os barcos elétricos com hidrofólios têm ganhado cada vez mais modelos, apontados como uma solução mais amigável ao meio ambiente, ao mesmo tempo em que alcançam alta velocidade, já que o arrasto na água é menor.

                        Giovani Soldini defendia as cores da Maserati há 11 anos

                        O experiente velejador Giovani Soldini, responsável por acabar com o mistério sobre o novo projeto da Ferrari, defendia a Maserati nas competições de vela há 11 anos. Na última segunda-feira (22), contudo, o atleta anunciou sua saída da marca. “Foi uma grande honra e também uma grande responsabilidade trazer o ‘Tridente’ e seus valores ao redor do mundo“, comentou o velejador.

                        Foto: Instagram @giovanni_soldini / Divulgação

                        Estou feliz e honrado por anunciar o meu novo empreendimento com a Ferrari para dar vida a um projeto pioneiro que combina inovação, desempenho e sustentabilidade– anunciou Giovani em seu Instagram

                        Pistas sobre um novo barco da Ferrari

                        Até o anuncio de Giovani, era difícil cravar que um novo barco da Ferrari estava a caminho — mas haviam pistas. Isso por que, em uma série de 15 posts, todos trocando o tradicional vermelho pelo azul do mar, a marca dava sinais misteriosos de um novo projeto nos mares.

                        Feed do Instagram da Ferrari durante postagens misteriosas. Foto: Instagram @ferrari / Divulgação

                        Em uma das muitas legendas com mensagens subliminares, a Ferrari mencionou que “o fogo acelera nossos motores. O vento molda nossos designs. No entanto, ambos podem nos impulsionar para frente”. Para os mais aficionados, esse foi um sinal claro de que o novo projeto se tratava, na verdade, de um barco.

                         

                        Agora, com o recente anuncio da chegada do velejador e o comunicado da própria Ferrai, as peças desse quebra-cabeças estão totalmente encaixadas.

                         

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                        Essa não é a primeira vez da Ferrari sobre as águas

                        Os mais chegados no universo náutico devem se lembrar que, em 1953, a Ferrari lançou um barco: o Arno XI, um hidroplano pintado do tradicional vermelho Ferrari e equipado com o motor de um Ferrari 375 — carro que conquistou a primeira vitória da marca no GP de Fórmula 1 da Grã-Bretanha de 1951.

                         

                        O resultado não poderia ser menos surpreendente. Com mais de 600 cavalos de potência, o hidroplano não só foi um sucesso como, no mesmo ano de seu lançamento, bateu o recorde mundial de velocidade, chegando aos 242 km/h.

                         

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                          Telão de cinema e “caverna” privativa: conheça o megaiate que parece vir de um filme de ficção

                          Conceito da Officina Armare possui 279 pés e esbanja extravagância, mas ainda não conheceu os mares

                          Sabe aqueles iates que parecem não ter fim e que só existem em filmes de ficção? Uma embarcação de luxo como essa pode sair do papel com o Projeto Armand, feito pela Officina Armare, que traz inovação, privacidade e toda extravagância que um megaiate de 279 pés (85 metros) tem direito.

                          Por mais que não seja um conceito tão recente — sendo lançado em 2022 –, o projeto continua chamando atenção no mundo dos bilionários. Na procura de ser mais do que “apenas” um “megaiate padrão”, a construtora imagina a embarcação, inclusive, como uma ilha flutuante: independente e autossuficiente.

                          Foto: Officina Armare/ Divulgação

                          Com inspiração no design automotivo — suas linhas exteriores curvas e fluidas são prova disso –, o gigantesco barco possui um perfil baixo e uma proa afilada. Inclusive, a aparência do barco passa a impressão de velocidade mesmo quando o casco está parado.

                          Foto: Officina Armare/ Divulgação

                          Este megaiate de 85 metros também foi pensado para diminuir a emissão de carbono. Segundo a marca, ele viria “equipado com tecnologias contemporâneas projetadas para reduzir o consumo” e “propulsão elétrica com tecnologia de combustíveis fósseis e não-fósseis”.

                          Por dentro da “caverna”

                          O ambicioso megaiate de luxo oferece acomodação para até 18 passageiros e 21 tripulantes. Certamente, o que mais chamará atenção de todos eles ao navegarem no Projeto Armand é sua parte interior, problematicamente chamada de “Caverna do Homem” — embora nada impeça que mulheres se reúnam neste local.

                          Foto: Officina Armare/ Divulgação

                          Apesar do nome, essa área é excelente para quem procura privacidade. O espaço conta com um lounge privativo com direito a bar, uma garagem com itens realmente úteis a bordo, como equipamento de mergulho, brinquedos aquáticos e até mesmo um submersível U-Boat Worx SuperSub.

                          Foto: Officina Armare/ Divulgação

                          Há uma adega no lounge do proprietário — localizada no andar inferior — que funciona, de certa forma, como um “espaço secundário” à caverna. Vale destacar também a suíte máster de dois andares, com deque privativo próprio, jacuzzi e lounge externo com uma bela vista.

                          Foto: Officina Armare/ Divulgação

                          Heliporto que vira cinema

                          O heliporto expansível do megaiate, situado na proa, além de permitir os pousos de helicóptero, também pode ser convertido em um grande cinema ao ar livre, com o que seria a maior tela externa a bordo de um barco privado, segundo a Officina Armare.

                          Foto: Officina Armare/ Divulgação

                          Falando em lazer, a embarcação possui ainda uma grande piscina com fundo de vidro, que de noite brilha com os LEDs e ilumina ainda mais a parte externa. Além disso, o salão principal do Projeto Armand não fica para trás, com sua estrutura côncava de tela LED que cria um espaço de realidade virtual de 180 graus.

                          Megaiate apenas no papel

                          O megaiate de luxo foi projetado para ser o melhor da sua classe, revolucionar o que conhecemos como luxo e ser o principal sonho dos endinheirados. Mas, para isso, ele precisa ainda sair do papel para ir aos mares.

                          Foto: Officina Armare/ Divulgação

                          Detalhes sobre o restante dessas tecnologias não estão disponíveis, visto que o Projeto Armand está interrompido até o momento desta publicação, embora uma retomada com o objetivo de transformar o conceito em realidade não esteja descartada — desde que haja um real interesse nele.

                           

                          Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                           

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                            No mercado internacional: Sessa Marine terá novo escritório nos Estados Unidos

                            Na Flórida, Sessa Marine US focará na comercialização e distribuição de embarcações para os EUA e Caribe

                            23/01/2024

                            A Sessa Marine, que tem mais de 65 anos de mercado, está investindo no mercado internacional e acaba de anunciar a abertura de um escritório nos Estados Unidos. A novidade focará na comercialização e distribuição de embarcações tanto nos EUA quanto no Caribe.

                            Batizado de Sessa Marine US, o novo escritório — na cidade de Aventura, na Flórida — marca o retorno da empresa nascida na Itália ao mercado americano.

                             

                            A expectativa é que, já para 2024, as embarcações vendidas na região sejam responsáveis por 30% do faturamento. Para isso, além de um escritório de atendimento para relação com o cliente, a nova unidade terá estrutura para apoio em serviços e manutenção das embarcações.

                            Foto: Sessa Marine / Divulgação

                            Inclusive, seis unidades de lanchas Sessa devem chegar aos EUA até o final de janeiro, sendo elas: C36 IB, C36 OB, C40, C44, F42 e F48, fabricadas na fábrica do estaleiro em Palhoça, Santa Catarina — que, recentemente, também passou por uma expansão.

                            Buscando novos mercados

                            Esse novo investimento da Sessa reflete uma grande mudança ocorrida em 2023, ano em que a Intech Boating adquiriu a marca italiana. Com a compra, um novo corpo diretivo composto por gestores com experiência em diversos segmentos e mercados internacionais chegou à empresa para fortalecer ainda mais sua tradição.

                             

                            À frente da nova operação Sessa Marine US estão os executivos Vanderlei Pallhano e Guilherme M. de Lima, sócios do novo projeto global Sessa Marine & Intech Boating, e Marcelo Puscar, responsável pela administração do projeto americano.

                            Foto: Sessa Marine / Divulgação

                            Vale ressaltar que, atualmente, as operações e embarcações da Sessa Marine já estão presentes em 37 países, principalmente na Europa e Ásia.


                            De acordo com a diretora de marketing da Sessa, Débora Felipe, para alcançar novos mercados, a empresa aposta nas oportunidades de crescimento e cooperação internacional em um mercado náutico que segue em constante desenvolvimento.

                            Estamos trabalhando, sobretudo, com constante aperfeiçoamento dos nossos processos a nível global e que resultarão em uma série de novidades ao longo dos próximos anos– Débora Felipe, diretora de marketing da Sessa Marine

                            Importância das feiras náuticas

                            Com mais de 65 anos no mercado, a expansão da marca e a busca por novos mercados está diretamente ligada aos eventos náuticos. Somente no ano de 2023, a Sessa Marine esteve presente em quatro feiras náuticas, entre elas, o Rio Boat Show, São Paulo Boat Show e o Foz International Boat Show.

                             

                            Além disso, a empresa realizou um Dealer Meeting Internacional, em Cannes, na França, para apresentar seu novo projeto ao grupo de dealers europeus.

                            Estaleiro Sessa Marine participou do Rio Boat Show 2023, na Marina da Glória

                            Também nessa linha, como parte da estratégia da marca para conquistar ainda mais o mercado internacional, a Sessa Marine irá expor duas de suas embarcações no Miami Boat Show, uma das principais feiras náuticas do mundo, que acontece de 14 a 18 de fevereiro.

                            A visibilidade que ganhamos ao participar desses grandes eventos é expressiva, ratificando o compromisso que temos com nossa rede de distribuidores e com o nosso objetivo em nos tornarmos referência mundial no mercado náutico– finaliza Débora Felipe

                             

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                              O que é o “vapor” que se formou sobre lagos e rios congelantes nos EUA?

                              “Fumaça” que sai das águas tem intrigado quem passa pelo Rio Chicago e pelo Lago Michigan

                              Apesar de o Brasil ser um país tropical, durante o inverno muitas cidades sofrem com as baixas temperaturas. É nesses momentos que, ao ar livre, aquela tradicional “fumacinha” sai da boca. Algo parecido tem acontecido nos Estados Unidos, mas com as águas do Rio Chicago e do Lago Michigan. Mas, o que explica esse fenômeno?

                              Para início de conversa, é importante ressaltar que, nos últimos dias, os EUA têm sofrido com a chegada de uma massa de ar ártico, que despencou as temperaturas de algumas regiões a -40°C. Com isso, o “vapor” que paira sobre as águas em questão se intensificou.

                              @leylalately Steam from the Chicago River today. It was so cold evem the river was not ready. #chicagoriver ♬ Winter – AShamaluevMusic


                              Esse vapor, aliás, não é como aquele que sai de uma chaleira quando a água já está fervendo. Na verdade, ele se assemelha mais, justamente, à “fumacinha” que sai do nariz e da boca das pessoas em dias muito frios.


                              A explicação para o fenômeno que paira sobre as águas do Rio Chicago e do Lago Michigan está ligada à diferença de temperatura entre o ar frio e a água mais quente. Isso porque, no limite ente os dois, se forma uma camada de ar, que acumula vapor — por mais frio que esteja.

                              @windycitylibrarian Sea smoke over Lake Michigan on January 15, 2024. #SeaSmoke #LakeMichigan #Chicago #Winter ♬ Dreamland – Alexis Ffrench


                              O processo para que a fumacinha apareça se dá, então, da seguinte forma: o ar quente da água sobe, e o vapor, em contato com o ar muito mais frio, condensa e vira a névoa que se observa no rio e no lago.

                              @chicago_natural Chicago is so cold that the lake is a Sea Smoke ️ nick_ulivieri/IG #chicago #chicagodowntown #downtownchicago #lakemichigan #winter #chiberia ♬ original sound – Chicago Natural


                              No vídeo anterior, a fumaça que sai do Rio Chicago é bem nítida e espessa, e isso se dá pelo fato de que, naquela região, há uma grande diferença de temperatura entre o ar e a água, fato ligado ao chamado “ponto de orvalho”.

                               

                              O ponto de orvalho é a temperatura até a qual o ar deve ser resfriado para que o vapor de água presente no espaço se condense na forma de orvalho ou geada — no caso, aquela “fumacinha”.

                               

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                                Pesquisadores encontram armas contra ataques piratas em navio naufragado do século 15

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                                Não é de hoje que o ser humano sai de casa preparado para qualquer problema que possa acontecer no caminho. Cientistas descobriram armas em um navio naufragado no século 15, que deveriam proteger a embarcação e as mercadorias de ataques piratas.

                                Além disso, foram tiradas mais de mil fotografias e inúmeras amostras, de acordo com o estudo publicado recentemente no International Journal of Nautica Archeology. Vale ressaltar que mesmo não sendo um naufrágio recente, ainda tinha muito a ser desmitificado.

                                Foto: Niklas Eriksson/ Divulgação

                                Este navio já era conhecido pelos habitantes locais, na costa da Suécia, e foi alvo de pesquisa em 1969. Já se sabia também que os destroços do navio estavam na costa da ilhota Maderö, localizada no Mar Báltico, a cerca de 32 quilômetros a sudeste de Estocolmo — capital do país.

                                 

                                Na primeira visita, a embarcação foi descrita como um “grande navio comercial cheio de tijolos”. Mas com a nova exploração (realizada em maio de 2022) foram descobertas armas, que indicavam como as viagens daqueles tempos não eram tão tranquilas — afinal, estamos falando da época medieval.

                                Antipirataria medieval

                                Como se sabia que o navio naufragado carregava tijolos, a possiblidade dele ter afundado durante uma viagem comercial é bem alta. Embora nada indique que tenha sofrido um ataque pirata, não faltou preparo para uma situação como essa, visto que várias balas de canhão foram encontradas.

                                Foto: Susanna Allesson-Nyberg/SMTM/ Divulgação

                                Inclusive, foi encontrado enxofre — ingrediente da pólvora — cobrindo uma das balas de canhão.  De acordo com os arqueólogos, isso seria um indicativo de que ela pode ter sido carregada bem no momento do naufrágio. Mesmo assim, não está claro até que ponto era normal os navios mercantes estarem armados.

                                 

                                Niklas Eriksson, um dos autores do estudo, disse ao McClatchy News que muita pirataria acontecia no Mar Báltico durante os séculos 14 e 15. À época, muitas Marinhas nem sequer existiam, e grandes navios também serviam para transportar mercadorias e se defender de ataques.

                                A curta distância e sob condições adequadas, tiros de armas de ferro forjado poderiam ter causado baixas em tripulações piratas atacantes– Brendan Foley, arqueólogo marítimo, ao McClatchy News

                                Outras descobertas

                                Além do navio naufragado com armas, os arqueólogos também determinaram que a embarcação navegava em direção a Estocolmo. Ou seja, seu destino ficava a apenas alguns quilômetros de onde ela afundou, como mostra o mapa abaixo.

                                Foto: Niklas Eriksson/ Divulgação

                                Amostras retiradas do casco de carvalho e submetidas à análise determinaram que a madeira teria vindo de diferentes partes do norte da Europa. Parte desse material, inclusive, seria de uma árvore derrubada em 1467. Ou seja, a origem deste material era importada, em vez de cultivada localmente.

                                 

                                Segundo os pesquisadores, as cargas de telhas e tijolos que estavam no navio vieram de Mecklenburg-Vorpommern, nordeste da Alemanha. Por conta dos pontos de origem, foi sugerido a chance de existir uma ligação com a Liga Hanseática — organização de comunidades mercantis no norte do país, potência no comércio inter-regional.

                                 

                                Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                 

                                Náutica Responde

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                                  Exclusivo: Ventura anuncia primeiro jet 100% elétrico do Brasil

                                  Inédita moto aquática, projetada no Canadá, será lançada oficialmente dia 29 de janeiro; conheça em primeira-mão

                                  Imagine curtir a adrenalina e velocidade de uma moto aquática ouvindo apenas o som da água. É o que promete o novo Ventura Orca Performance by Taiga, primeiro jet elétrico da Ventura — e do Brasil. O modelo, que dispensa o uso de combustível, garante zero emissões de poluentes, além de nenhum ruído ou cheiro.

                                  A marca apresentará a novidade que une emoção e sustentabilidade em dois eventos de lançamento: no dia 29 de janeiro, apenas para os dealers Ventura; enquanto no dia 31 de janeiro a sessão será para imprensa e influenciadores.

                                   

                                  O novo jet elétrico da Ventura é fabricado pela canadense Taiga Motors, que assinou um contrato de distribuição exclusiva com o estaleiro mineiro, com duração de três anos. Dessa forma, a Ventura levará a novidade para o Brasil e outros países da América do Sul.

                                  De acordo com a Taiga, a marca mineira foi escolhida “por seu amplo conhecimento e experiência na distribuição e manutenção de produtos náuticos premium de primeira linha.” A embarcação, por sua vez, foi lançada em 2022 como o primeiro jet 100% elétrico do mundo produzido em larga escala.

                                  Estamos entusiasmados em ser o novo e exclusivo distribuidor da Taiga no Brasil, Argentina, Chile e Paraguai, e oferecer aos nossos clientes uma maneira de explorar as magníficas águas da nossa região de uma maneira sustentável– Andre Motta, da Ventura

                                  A Ventura já tem veículos elétricos em seu extenso portfólio de produtos, mas essa é a primeira vez que a marca de Minas Gerais vai comercializar um jet — e não é qualquer um, já que o Orca Performance by Taiga foi eleito uma das melhores invenções de 2022 pela revista TIME.

                                  Conheça o novo jet elétrico da Ventura

                                  O Ventura Orca Performance by Taiga é alimentado por uma unidade de tração integrada com motor inversor de sexta geração da Taiga, oferecendo eficiência de até 120 kw de potência de pico (até 160 cv) e 170 nm de torque, resultando em uma velocidade máxima de 100 km/h, afirma a marca. A bateria, segundo a Ventura, tem autonomia para até duas horas de uso.

                                  Foto: Taiga / Divulgação

                                  Para carregar o jet elétrico da Ventura, basta estacionar e conectar a embarcação a qualquer tomada padrão. O tempo de carregamento nessa modalidade leva cerca de 3 horas e meia, enquanto com um DC Fast Charging (opcional), o jet garante até 80% de bateria em menos de 40 minutos, segundo a marca.

                                  Foto: Taiga / Divulgação

                                  Seu casco foi otimizado hidrodinamicamente, resultando em uma estrutura equilibrada e eficiente em condições variadas. Tudo isso é aliado a um baixo centro de gravidade da bateria, o que proporciona estabilidade mesmo em manobras de alta velocidade. Estima-se que o preço do novo jet fique na faixa dos R$ 130 mil a R$ 150 mil.

                                  Foto: Taiga / Divulgação

                                  A Ventura vem se expandindo rapidamente e a adição do primeiro jet 100% elétrico do mundo ao nosso portfólio solidifica ainda mais nossa posição como líder na América do Sul, garantindo que continuemos a entregar produtos inovadores aos nossos revendedores e clientes– Carlos Motta, da Ventura


                                  Parceria internacional

                                  Nascida em 1983, a Ventura já entregou mais de 20 mil barcos — marco alcançado, inclusive, durante o São Paulo Boat Show de 2022. Além das lanchas, a marca produz ATVs e UTVs — off road voltados ao lazer e ao agronegócio –, bem como uma linha de acessórios. Por isso, a empresa redefiniu sua marca em 2021, passando a chamar Ventura Experience, que engloba os setores Marine, Adventure e Store.

                                   

                                  A Taiga, por sua vez, é uma fabricante pioneira de veículos elétricos off-road, incluindo motos de neve para montanhas, trilhas e utilitários, além das motos aquáticas. A marca é ainda vencedora do prêmio Fast Company 2022 World Changing Ideas e do prêmio Best of What’s New 2022 da Science.

                                   

                                  De acordo com Rodrigo Arrambide, diretor de estratégia comercial e operações da Taiga, a marca canadense viu na parceria com a Ventura a oportunidade de “compensar a sazonalidade norte-americana”, e garantir, assim, o novo jet elétrico como um negócio durante todo o ano.

                                   

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                                    Comum na Indonésia, o peixe medaka cria manchas no corpo quando irritado, apontam pesquisadores

                                    22/01/2024

                                    O peixe medaka (oryzias celebensis) ganhou o apelido de “peixe Hulk” por ter uma semelhança com o personagem da Marvel: ele “muda de cor” quando está com raiva. Ao menos foi isso o que constataram pesquisadores japoneses, que divulgaram o achado em um artigo publicado no site bioRxiv.

                                    De acordo com os biólogos do estudo, alguns dos machos da espécie comumente encontrada na Indonésia tem em suas nadadeiras e laterais algumas marcas, que mudam de cor em poucos segundos quando o animal fica irritado.

                                    Foto: bioRxiv / Divulgação

                                    Pesquisadores descobriram mudança na cor do peixe Hulk

                                    Para entender melhor como o peixe Hulk é capaz de “mudar de cor”, os pesquisadores fizeram alguns experimentos. No primeiro deles, uma fêmea e dois machos do animal ficaram juntos em um tanque. No segundo, ficaram três machos e, no terceiro, dois machos e uma fêmea dividiram um tanque limpo, sem algas.

                                     

                                    Com isso, os estudiosos descobriram que, independentemente da presença de uma fêmea, os peixes machos atacaram um ao outro em um número de vezes semelhante, com exceção do tanque limpo, onde não houveram ataques nem alterações de cor.


                                    Contudo, o número de ataques de machos com manchas foi maior do que entre os sem a característica pelo corpo. Isso levou os pesquisadores a acreditarem que as manchas escurecidas que aparecem no animal são derivadas de sua “irritação”.

                                     

                                    Os especialistas concluíram que, com base nas informações coletadas, é plausível supor que os machos que desenvolvem a mancha escura possam ser os mais combativos de seu grupo. A presença dessas marcas pode indicar um sinal de liderança e habilidade em confrontos.

                                     

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                                      Operação Verão: Marinha do Brasil já inspecionou quase 30 mil embarcações em um mês

                                      Realizada desde 15 de dezembro, a atividade envolve mais de 5 mil militares pelo litoral do Brasil

                                      Com pouco mais de um mês, cerca de 27 mil embarcações foram inspecionadas pela Marinha do Brasil por conta da Operação Verão 2024, que procura intensificar a segurança do transporte aquaviário durante a temporada de verão — onde aumenta significativamente o número de barcos no litoral.

                                      No total, pouco mais de 1.110 embarcações foram notificadas durante a atividade, com 114 apreendidas. Desde a primeira edição, realizada em 2021, mais de 300 mil barcos sofreram vistorias, com 2023 possuindo menos apreensões nos últimos três anos. Confira a tabela abaixo.

                                      Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

                                      Mais de 5 mil militares participam desde o dia 15 de dezembro de 2023 da operação, com cooperação de todas as Capitanias, Delegacias e Agências da MB. Hidrovias interiores, rios, lagos, lagoas, canais, enseadas e áreas marítimas abrigadas estão na área de abrangência da Operação Verão 2024.

                                      Temporada de alta

                                      Com a chegada das férias — e consequentemente do verão — , aumenta a preocupação da Marinha sobre a segurança das navegações e a prevenção da poluição ambiental por embarcações. Por este motivo, justamente essas pautas são reforçadas durante a atividade.

                                      Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

                                      Além disso, a Operação Verão 2024 também orienta os tripulantes sobre aspectos importantes, como as regras de navegação. Assim, para instruir melhor o público náutico, a Marinha trabalha em duas frentes: palestras educativas e inspeções navais — todas conduzidas por Agentes de Autoridade Marítima.

                                       

                                      As palestras acontecem em marinas, colônias de pescadores e clubes náuticos, onde são destacadas a importância do aplicativo NAVSEG. Disponível tanto para sistemas Android quanto iPhone (iOS), a ferramenta já foi utilizada por 8 mil condutores, segunda a Agência da Marinha.

                                      Pelo app, é possível informar o plano de viagem da embarcação — aviso de saída — , sem a necessidade do envio de papéis. Assim, permite o monitoramento da embarcação, facilitando o serviço de resgate caso seja necessário. O aplicativo ainda fornece diversas outras informações sobre a navegação.

                                      Foto: Marinha do Brasil/ Divulgação

                                      Já nas inspeções, são verificadas pontos como a habilitação do condutor, material de salvatagem — medidas para resgate após um desastre — e lotação da embarcação. Inclusive, o aplicativo NAVSEG também está incluso nesta dinâmica, já que os condutores são orientados sobre a utilização da plataforma.

                                       

                                      Iniciada no dia 15 de dezembro de 2023, a Operação Verão 2024 termina em 29 de fevereiro. Porém, vale ressaltar que em alguns Distritos Navais, esta atividade também ocorre em outras datas durante o ano, por conta de cada particularidade de cada local.

                                       

                                      Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                       

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                                        Vem aí mais uma série NÁUTICA: navegue pela Europa com a Sailing Around the World

                                        A bordo de um barco-casa, o casal Beto e Thais, o famoso cão Google e o filho Domenico cruzarão os canais dos Países Baixos

                                        O casal Beto Toledo e Thais Canado conquistou fãs nas redes sociais e no YouTube compartilhando suas aventuras pelo mundo a bordo de um veleiro, como a família Sailing Around the World. Tudo isso na companhia de um filho pequeno e um cachorro. Agora a bordo de um barco a motor, a próxima jornada dessa turma será mostrada na nova série de NÁUTICA.

                                        Depois do sucesso da produção “Uma Aventura no Atlântico”, que acompanhou a travessia a motor da África ao Brasil, a nova série do Canal Náutica no YouTube vai navegar por canais europeus em um barco-casa.
                                        Foto: Arquivo pessoal

                                        Após cinco anos velejando, Beto e Thais compraram um barco centenário. É em uma Dutch Barge, construída em 1913, que o casal, o garoto Domenico (3 anos) e o golden retriever chamado Google (10 anos) navegarão pelas águas interiores da Europa, serpenteando pelos Países Baixos.

                                        Foto: Instagram @sailingaw / Divulgação

                                        Para dar início ao novo desafio, Thais, Beto, Domenico e o cachorro Google viajam nos próximos dias para Amsterdã — o novo barco da família está atracado em Zaandam, pertinho da capital holandesa.

                                        Foto: Instagram @google_golden/ Divulgação

                                        Com 10 episódios, a nova série de NÁUTICA vai mostrar a mudança da família Sailing Around the World, a adaptação à nova vida, as surpresas das águas europeias e toda cultura local que eles encontrarem nesta jornada.

                                        Queremos mostrar um novo estilo de vida, uma nova via de navegação, que é viável de exploração também no Brasil– Thais Canado

                                        Foto; Instagram @thaiscanado / Divulgação

                                        A nova série de NÁUTICA estará recheada de tudo o que quem ama navegar mais gosta: gastronomia, turismo, história, manutenção — essa parte nem tão querida assim — e, claro, vida real. Tudo isso a bordo de um barco centenário de aço, que será uma novidade também para o casal — ou seja, esse combo ainda terá aprendizados, dicas e uma série de novas vivências.

                                        Vamos ter muita coisa para aprender e para passar de conteúdo sobre um barco como esse– Thais Canado

                                        Dutch Barge de 1913 é o palco da nova série

                                        A nova aventura da família Sailing Around the World começou mesmo em novembro de 2023,  quando viraram donos de uma Dutch Barge de aço, com 23,8 metros de comprimento e 4,5 metros de largura.

                                        Foto: Arquivo pessoal

                                        A embarcação centenária foi para a água pela primeira vez em 1913, funcionando como um navio de carga. Nesses mais de 110 anos, o barco passou por duas guerras mundiais, até se tornar um barco de pesca esportiva e ser reformado em 2016.

                                        Foto: Arquivo pessoal

                                        No ano da reforma, o antigo dono da embarcação renovou todo o interior da Dutch Barge, transformando a embarcação em um barco-casa muito confortável, com geladeira, fogão, vaso sanitário, chuveiros residenciais de alto padrão, máquina de lavar e secar, cama king size, aquecimento, isolamento térmico e acústico, três televisões e muito mais conforto.

                                        Foto: Arquivo pessoal

                                        O cenário da nova série de NÁUTICA tem, ao todo, mais de 100 metros quadrados de área voltada à moradia e 1,98 m de pé direito — uma verdadeira casa. A embarcação poderá navegar tranquilamente por praticamente todos os canais da Europa, uma vez que está classificada dentro dos padrões de classe 1.


                                        Para enfrentar essa jornada, aliás, o barco passou por um survey detalhado, feito por um profissional, para atestar as condições da embarcação — incluindo até um ultrassom no casco e teste de navegação. Foi apenas com a aprovação do profissional que o casal voou para Amsterdã para assinar a compra e fazer o pagamento do barco.

                                        Foto: Arquivo pessoal

                                        Ainda assim, Beto e Thais farão algumas manutenções preventivas na Dutch Barge, testes de navegação e, futuramente, preveem realizar reformas e melhorias — possivelmente trocando até o motor, que atualmente é um DAF 575, de 1960. O casal pretende também redecorar o interior do barco, imprimindo mais da personalidade dos dois nessa área da embarcação.

                                         

                                        Fique ligado por aqui para acompanhar cada passo da nova série de NÁUTICA. Inscreva-se no Canal Náutica do Youtube para não perder a estreia desta aventura!

                                         

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                                          As lanchas de 40 pés da Real Powerboats compõem a linha mais vendida da empresa, que, ao todo, já comercializou quase 60 modelos das embarcações. Lançada no Rio Boat Show 2023, a Real 40 Cabriolet é uma delas. Para tirar a prova real de tamanho sucesso, a equipe de NÁUTICA navegou a bordo da embarcação em mais um teste, desta vez, nas águas cristalinas de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo.

                                          O consultor técnico Guilherme Kodja foi escalado mais uma vez para a missão de mostrar todos os detalhes da embarcação da Real, que se destaca pelo conforto, seja no cockpit, na cabine ou no posto de comando, que possui uma pilotagem empolgante para quem gosta de pilotar sentado — com a visão que se teria navegando de pé.

                                           

                                           

                                          Falando em conforto, com até 2,20 metros de altura, a cabine da Real 40 Cabriolet divide-se em três ambientes, com opção de pernoite para até 6 pessoas, sem apertos: duas no camarote de proa; uma na sala central (onde a mesa e o sofá podem ser convertidos em cama); e três no camarote de meia-nau, onde há uma cama de casal e outra de solteiro.

                                          O modelo tem ainda boas sacadas práticas, que fazem toda diferença na hora de fazer uma viagem mais longa, com mais pessoas. Uma delas está no acesso à proa — que se dá tanto pelas passagens laterais como por uma escada a bombordo do cockpit.

                                          A escada, contudo, foi desenhada pelo projetista em forma de banco, criando uma utilidade adicional: por baixo de seus degraus distribuem-se pequenos paióis, que podem ser usados como geleira e cristaleira. Com isso, não há perda de espaço útil no cockpit.

                                          Quer saber com detalhes tudo mais que envolve a Real 40 Cabriolet? Não deixe de conferir o teste da embarcação no Canal Náutica no YouTube!

                                           

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                                            21/01/2024

                                            Mais um capítulo das consequências do aquecimento global foi escrito, dessa vez, no litoral paulista. Segundo estudo do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP), o mar sofreu uma elevação de, pelo menos, 20 centímetros na região litorânea de São Paulo, desde os anos 1950 — no início da série histórica.

                                            O resultado não surpreende, visto que o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) já havia alertado sobre a possibilidade. Além disso, em novembro de 2023, a Organização das Nações Unidas (ONU) disse que a cidade de Santos pode perder até 5% de sua área habitável até 2050.

                                            Foto: Praia da Enseada no Guarujá, São Paulo

                                            Segundo o estudo realizado pela USP, a elevação do nível do mar tem um culpado muito conhecido: o aquecimento global. Por conta dele, a temperatura dos oceanos tem aumentado e, consequentemente, causando o derretimento das geleiras e mantos de gelo em regiões montanhosas, como na Antártica.

                                            Sendo assim, a frequência e intensidade dos eventos extremos no litoral — como as inundações — também aumentam, de acordo com o levantamento do IPCC. Vale ressaltar que 18% da população brasileira vive em regiões costeiras, que seriam justamente os lugares mais afetados por esse problema.

                                            Ação das prefeituras contra a elevação do nível do mar

                                            É de se imaginar que as prefeituras de regiões litorâneas não ficarão de braços cruzados diante deste avanço. Seja com muros, barreiras submersas ou preservação da vegetação, algumas cidades já trabalham contra a elevação do nível do mar desde 2016, como é o caso de Santos, no litoral sul de São Paulo.

                                            Foto: Praia de Santos, São Paulo

                                            A Prefeitura de Santos diz ter sido pioneira em criar um Plano Municipal de Mudanças Climáticas, sendo escolhida em 2018 para implementar o projeto-piloto junto a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na instalação de 49 geobags (barreiras submersas) na Ponta da Praia, bairro da cidade. Além disso, a administração conta ter várias parcerias e projetos para evitar que a cidade inunde.

                                             

                                            Enquanto isso, as prefeituras de Guarujá e Mongaguá, ambas no litoral sul, apostam, respectivamente, na preservação da vegetação e na estratégia de construir muros para conter o avanço da elevação do nível do mar no litoral. As prefeituras de Praia Grande e Caraguatatuba — essa última, no litoral norte — disseram que, até o momento, não foi necessário nenhuma intervenção desse porte.

                                            Ações das prefeituras podem ser problemáticas para a natureza

                                            Apesar das boas intenções, a implementação de certas estratégias podem ser problemáticas para a natureza. Alexander Turra, professor do Instituto Oceanográfico da USP e coordenador da cátedra Unesco para sustentabilidade no oceano, explicou ao portal Metrópoles acreditar que toda intervenção humana no ambiente marinho leva a alguma alteração.

                                            Foto: Praia de Santos, São Paulo

                                            Praias com muros levam à extinção local de espécies. Quando se cria essas obras, os ambientes costeiros e manguezais ficam aprisionados no meio do caminho– Alexander Turra, em entrevista ao Metrópoles

                                            Para Turra, a melhor maneira de evitar as consequências da elevação do nível do mar no litoral paulista — e também no contexto geral — seria realizar o planejamento do uso do território. Ou seja, não ocupar as áreas onde estão previstas inundações ou alagamentos.

                                            Foto: Praia de São Sebastião, Ilhabela, São Paulo

                                            Por fim, o especialista da USP ressaltou que o ser humano vem promovendo as mudanças climáticas há mais de 200 anos, e aponta que, com o forte agravamento nos últimos tempos, serão necessárias ações em médio e longo prazo para a situação ser revertida. Afinal, 20 centímetros de água não sobem do dia para a noite.

                                             

                                            Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                             

                                            Náutica Responde

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                                              20/01/2024

                                              Como a maioria dos destinos de luxo, o arquipélago de Fiji, na Oceania, composto por mais de 300 ilhas, reserva belezas naturais de tirar o fôlego. E é em meio a essa natureza deslumbrante que está o resort luxuoso Laucala Island, um dos mais caros do mundo.

                                              Como o próprio nome já diz, o resort fica localizano na ilha de Laucala, uma das maiores ilhas privadas ao redor do globo, que ocupa uma área de mais de 1.400 hectares. Por lá, os visitantes aproveitam as águas cristalinas e a areia branquinha em hospedagens de luxo, projetadas em conceito aberto.

                                              Foto: Instagram @comolaucalaisland / Divulgação

                                              Em cada uma das apenas 25 instalações, os hóspedes desfrutam de piscinas de borda infinita privadas, jardins que mais parecem uma pintura, banheiras com vista para o mar e acesso direto a praias paradisíacas através do quintal — tudo isso com uma trilha sonora que não poderia ser melhor: o som da natureza.

                                              Foto: Instagram @comolaucalaisland / Divulgação
                                              Foto: Instagram @comolaucalaisland / Divulgação

                                              O local conta ainda com cachoeira, academia e um spa, além de cinco restaurantes e bares, que abordam a culinária local e a gastronomia internacional. Como não podia ser diferente em um lugar cercado por tanta natureza, parte da comida servida no local é proveniente das próprias plantações orgânicas da ilha.

                                              Foto: Instagram @comolaucalaisland / Divulgação
                                              Foto: Instagram @comolaucalaisland / Divulgação
                                              Foto: Instagram @comolaucalaisland / Divulgação
                                              Foto: Instagram @comolaucalaisland / Divulgação

                                              Além do sossego, a diversão dos hóspedes também é garantida, com atividades como snorkeling, mergulho, passeios a cavalo, surf e até um campo de golfe.

                                              Foto: Instagram @comolaucalaisland / Divulgação
                                              Foto: Instagram @comolaucalaisland / Divulgação
                                              Foto: Instagram @comolaucalaisland / Divulgação

                                              Se deu vontade de aproveitar tudo isso, é melhor se preparar, pois o resort é um dos mais caros do mundo, com diárias a partir de US$ 5 mil por noite — mais de R$ 24,5 mil na cotação de janeiro de 2024. E aí, você faria esse investimento?

                                               

                                              Náutica Responde

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                                                Confira primeiras imagens do novo trio de superiates da The Italian Sea Group

                                                Modelos de 164, 155 e 132 pés trazem conceitos modernos e inovações futurísticas

                                                19/01/2024

                                                Um pouco de toda tradição italiana na construção de embarcações está impressa nas primeiras imagens de um trio de superiates, novos modelos do The Italian Sea Group. As novidades das marcas Admiral Yachts e Tecnomar chegam com tendências entre grandes estaleiros: conceitos modernos e inovações futurísticas.

                                                Anunciados pela primeira vez em setembro de 2023, no Monaco Yacht Show, os novos modelos  são desenvolvidos pelo Centro Stile do estaleiro italiano, que recentemente trouxe ao público os conceitos dessas embarcações de luxo.

                                                Admiral Adventure. Foto: The Italian Sea Group / Divulgação

                                                Conheça o novo trio futurístico de superiates

                                                Os novos superiates da gigante Italian Sea Group trazem nada menos que 164, 155 e 132 pés de comprimento, tamanho suficiente para grandes ideias serem aplicadas, ainda mais quando o intuito é explorar conceitos inovadores. Conheça, a seguir, as principais características de cada embarcação.

                                                Admiral Adventure

                                                Maior entre o novo trio de superiates, o Admiral Adventure tem nada menos que 164 pés. De acordo com a marca, o modelo foi construído visando “garantir o desempenho técnico e de layout de um iate a motor construído para exploração e aventura.”

                                                Admiral Adventure. Foto: The Italian Sea Group / Divulgação

                                                A embarcação luxuosa dispõe de uma área de popa personalizável, com piscina panorâmica e plataformas laterais, que aumentam ainda mais o espaço de convivência a bordo. O superiate faz jus a tanto espaço e conta com sete cabines, incluindo duas para convidados no deque inferior, três cabines no deque principal e a cabine do proprietário, no deque superior.


                                                Há ainda a suíte do proprietário na proa, com acesso direto a uma área externa reservada, piscina de fundo de vidro e vista privilegiada para o mar, graças às grandes janelas. O superiate conta ainda com um heliponto.

                                                Tecnomar EVO 155

                                                Considerado pela marca como um projeto “fortemente esportivo”, o Tecnomar EVO de 155 pés traz um beach club com plataformas laterais dobráveis, que permitem acesso direto ao mar e ligação com a área externa.

                                                Foto: The Italian Sea Group / Divulgação

                                                Em termos de cabine, o modelo é um pouco mais modesto que o anterior, somando 5 delas: duas no deque inferior, duas suítes VIP e a cabine master, no deque principal. De acordo com a Tecnomar, o foco do projeto está nos espaços externos.

                                                 

                                                Prova disso é o espaço ao ar no convés superior, onde haverá um bar e uma área confortável para banhos de sol e piscina. Já na proa do superiate estará outra piscina, essa ligada a um espaço que, além de também atender os que curtem banhos de sol, é conversível em ambiente para refeições, com vista de 180° para o mar.

                                                Tecnomar Cat 133 FT

                                                O catamarã Tecnomar Cat 133 FT, de 132 pés, foi projetado visando também os espaços externos. Para isso, a embarcação aproveita igualmente das plataformas laterais dobráveis. Por lá, aliás, há um beach club na popa, que atinge uma largura de impressionantes 16 m quando as plataformas estão totalmente abertas.

                                                Foto: The Italian Sea Group / Divulgação

                                                Apesar de as informações sobre o interior do barco ainda serem escassas, um outro ponto chama atenção. A marca pretende integrar aproximadamente 70 metros quadrados de painéis solares na embarcação, entrando, assim, para a chamada “tecnologia verde.”

                                                 

                                                Náutica Responde

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                                                  Pedal sobre as águas: bike aquática elétrica tem casco trimarã e hidrofólios

                                                  O E-JetCycle depende de pedais para se movimentar, possui dois hidrofólios e assistência elétrica

                                                  Se você estava em dúvida se comprava uma bicicleta ou um barco, seus problemas acabaram. A startup francesa Jetcycle anunciou o lançamento de uma bike aquática com motor elétrico. Batizada de E-JetCycle, a novidade ainda conta com dois hidrofólios, permitindo ao ciclista flutuar sobre a água.

                                                  Ideal para quem gosta de pedalar — mas também para quem não quer fazer muito esforço — , a embarcação pequena e ecológica é um trimarã — ou seja, tem três cascos –, para oferecer ainda mais estabilidade durante o uso.

                                                  Foto: JetCycle/ Divulgação

                                                  O motor elétrico oferece diferentes níveis de assistência, aliviando a carga nas pernas do piloto para uma “experiência náutica sustentável e sem precedentes”. Este brinquedo aquático ainda é equipado com uma bateria de longa duração, com autonomia de até três horas, segundo o fabricante.

                                                  Foto: JetCycle/ Divulgação

                                                  Duas plataformas largas conectam os cascos e facilitam o acesso à água. Assim, quem pilota pode dar um mergulho e, depois, embarcar na bike aquática elétrica novamente sem nenhuma dificuldade.

                                                   

                                                  Além disso, a embarcação tem layout reclinado, parecido com um caiaque aberto (sit on top). Segundo a Jetcycle, a bike pode ser facilmente desmontada para transporte e pesa 55 quilos.


                                                  Detalhes técnicos da bike aquática elétrica

                                                  O casco principal da bike aquática elétrica tem medida de 3,4 metros de comprimento e 2,3 de largura. Ele abriga um assento acolchoado — semelhante ao de uma bicicleta –, caixa de pedais que permite ajuste na posição, além de controles de direção no cockpit.

                                                  Foto: JetCycle/ Divulgação

                                                  Na parte do sistema elétrico — que está integrado na caixa dos pedais — a bike aquática elétrica oferece até 200 watts de potência, sendo alimentado por uma bateria que promete entregar até três horas de autonomia.

                                                  Foto: JetCycle/ Divulgação

                                                  A embarcação possui uma alavanca nas laterais para controlar os hidrofólios. A performance  da bicicleta, segundo a marca, é de velocidade de até 5 nós (ou 9 km/h) na superfície da água. Já flutuando acima da água, com os hidrofólios, a bike aquática elétrica seria capaz de atingir 8 nós (15 km/h) em velocidade de cruzeiro, com velocidade máxima de 10 nós (19km/h).

                                                  Foto: JetCycle/ Divulgação

                                                  Deseja comprar uma bike aquática?

                                                  Se você se animou a comprar uma bike aquática, prepare seu bolso. Apresentado pela primeira vez no Cannes Yachting Festival em 2023, a Jetcycle está prestes a lançar a nova bike aquática no salão náutico internacional Boot Düsseldorf, na Alemanha, que acontecerá entre 20 e 28 de janeiro.

                                                  Foto: JetCycle/ Divulgação

                                                  O modelo elétrico da embarcação custará aproximadamente 20 mil euros (quase R$ 107 mil, em conversão realizada em janeiro de 2024). Também terá algumas unidades que podem ser disponibilizadas por aluguel, funcionando como uma espécie de test-drive antes da compra.

                                                  Versão aprimorada

                                                  Vale ressaltar que essa não é a primeira bicicleta aquática feita pela Jetcycle. Em 2022, a empresa lançou a JetCycle Max, com o modelo reclinado e assento único, também projetado para esporte, lazer e mobilidade. No entanto, o fato dele ser totalmente movido a energia humana motivou a criação do E-JetCycle.

                                                  Foto: JetCycle/ Divulgação

                                                  O veículo despertou o interesse de um bom público e possui algumas semelhanças com o modelo atual, como a plataforma estável, semelhante à um caiaque sentado na parte traseira. Com 35 kg, ele pesa menos que o E-JetCycle, e custa aproximadamente 12 mil euros (R$ 59 mil).

                                                   

                                                  Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                   

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                                                    18/01/2024

                                                    Parece difícil de encontrar quem pagaria US$ 700 mil (cerca de R$ 3,4 milhões em conversão realizada em janeiro de 2024) para morar em uma antiga capela flutuante convertida em casa-barco. Mas essa ideia toma outros rumos quando se olha a estrutura por dentro.

                                                    A antiga capela, agora mais conhecida como uma casa-barco, atualmente está ancorada em Palmetto, na Flórida, nos Estados Unidos. Atualmente porque, equipada com dois motores Cummins a diesel, a antiga capela flutuante pode ir para qualquer lugar.

                                                    Foto: Special Finds Unique Properties / Divulgação

                                                    Conhecida como “Former Chapel on the Bay” (ou, em português, “Antiga Capela na Baía”), a capela foi projetada pelo escritório de arquitetura naval Daniel J. Avoures and Associates, e originalmente construída para celebrar cerimônias de casamento. De acordo com eles, o primeiro proprietário se inspirou em um navio que viu na Austrália e quis trazer a ideia para os EUA.

                                                    Foto: Special Finds Unique Properties / Divulgação

                                                    Acontece que as igrejas ligadas ao mar já tinham seu espaço no país, principalmente nas cidades portuárias do nordeste. Com a perda de força da ideia original, a capela flutuante foi convertida em uma casa-barco, após uma reforma de US$ 1,3 milhão (pouco mais de R$ 6,4 milhões).


                                                    Antiga capela flutuante virou casa-barco moderna

                                                    O local, que já possuiu um altar e bancos para os visitantes, em um grande salão cheio de vitrais, agora tem uma sala de estar em plano aberto, cozinha moderna e dois quartos — mas engana-se quem pensa que os detalhes sagrados originais ficaram para trás.

                                                    Foto: Special Finds Unique Properties / Divulgação
                                                    Foto: Special Finds Unique Properties / Divulgação

                                                    Muito característicos de igrejas e capelas, os vitrais seguem firmes na casa-barco, assim como uma torre de 9 metros de altura, acessada através de uma escada no estilo caracol. Uma suíte principal com banheiro e um quarto de hóspedes deixam a moradia ainda mais completa.

                                                    Foto: Special Finds Unique Properties / Divulgação
                                                    Foto: Special Finds Unique Properties / Divulgação
                                                    Foto: Special Finds Unique Properties / Divulgação
                                                    Foto: Special Finds Unique Properties / Divulgação

                                                    Considerada uma das duas únicas capelas flutuantes do mundo, a agora casa-barco está a venda com todos os móveis incluídos. Você moraria em um lugar como esse? Se a resposta for sim, acesse o site oficial da venda do imóvel para saber mais.

                                                     

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                                                      Triton Yachts chega ao México e terá três lanchas navegando nas águas de Cancún

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                                                      Com o número de exportações da Triton Yachts em alta, o estaleiro comemora mais um destino alcançado em suas vendas para o mercado internacional: o mar do Caribe. Até o fim de janeiro, três lanchas da marca estarão no México, na paradisíaca Cancún.

                                                      Duas unidades da Triton Flyer 38 HT — um dos maiores sucessos do estaleiro — já chegaram em território mexicano, enquanto uma da recém-lançada Triton Flyer 34 T-Top está a caminho do país.

                                                      Triton Flyer 38 HT. Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

                                                      O estaleiro, que teve um salto de 50% nas exportações em 2023, projeta ainda dobrar o número de embarcações exportadas em 2024. “A procura do mercado internacional pelos nossos barcos segue em crescimento acelerado”, comenta Allan Cechelero, diretor de marketing da Triton.

                                                      O México tem enorme potencial náutico e praias paradisíacas para aproveitar a bordo de uma embarcação. É uma região que pretendemos expandir ainda mais no ano que vem– Allan Cechelero, diretor de marketing da Triton 

                                                      Allan Cechelero, diretor de marketing da Triton. Foto: Descio Oliveira e Douglas Guimarães/Revista Náutica

                                                      Com uma gama de barcos de 25 a 52 pés, a Triton Yachts já soma quase 40 anos de história, período em que o estaleiro paranaense conquistou clientes no Brasil e no exterior.

                                                       

                                                      Para se ter ideia, a Triton já contabiliza, ao todo, cerca de 200 barcos navegando fora do Brasil. A lista inclui países como Estados Unidos (onde é comercializada com a marca Hanover), Turquia, Espanha, Noruega, Holanda, Argentina e Itália.

                                                      O cenário para os estaleiros brasileiros no mercado internacional tem sido positivo. Considerando o desempenho de todo o segmento, o Brasil somou US$ 150 milhões somente em exportações de barcos em 2023 (cerca de R$ 740 milhões, em conversão realizada em janeiro de 2024). Os dados são da Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar).


                                                      Modelos da Triton exportados para o México

                                                      Triton Flyer 38 HT

                                                      Um dos maiores sucessos do estaleiro, a Triton Flyer 38 HT conta com diferenciais como a plataforma lateral que amplia a área do cockpit e da praça de popa, facilitando o acesso para mergulhos e convivência. A embarcação de 38 pés tem capacidade para até 14 pessoas durante o dia e 5 para pernoite.

                                                      Foto: Divulgação

                                                      Os espaços internos são amplos, com 1,90m de altura, e agradam tanto pela decoração quanto pela qualidade do acabamento. São dois camarotes abertos, sendo um na proa e o outro na meia-nau, com ampla cama de casal e sofá. Banheiro fechado com chuveiro e cozinha com espaço para frigobar, microondas e armazenamento completam a área interna.

                                                      Triton Flyer 34 T-Top

                                                      Lançada no São Paulo Boat Show 2023, a Triton Flyer 34 T-Top é uma lancha que tem como ponto alto a plataforma lateral (a boreste). Quando aberta, essa área aumenta consideravelmente o espaço “útil” e social do barco, formando, com a plataforma de popa, o chamado beach club.

                                                      Para ampliar ainda mais a área de popa, o móvel gourmet foi descolado para bombordo, abrindo espaço para um sofá voltado para a popa (conversível em solário). Assim, permite a interação dos ocupantes do cockpit com quem está na água. A embarcação tem capacidade para até 14 pessoas durante o dia e 4 no pernoite.

                                                       

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                                                        Três mulheres encaravam uma travessia a remo de 3 mil milhas náuticas através do Atlântico. O que elas não esperavam é que, no percurso, uma garrafa de champanhe as salvariam das consequências do ataque de um marlim, o maior peixe de bico do mundo.

                                                        Grace Gilbert, Maddie Difazio-Wright e Grace Pybus se inscreveram para, talvez, o maior desafio de suas vidas: a The World’s Toughest Row, uma das disputas a remo mais difíceis do mundo.

                                                        O detalhe é que o trio, que forma a equipe Vibe The Wave, não tinha experiência anterior remando. Estava tudo indo bem, até que um marlim acertou o barco com seu poderoso bico. E, no ataque, o peixe conseguiu fazer não apenas uma, mas três perfurações na embarcação.

                                                         

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                                                        O marlim perfurou a escotilha, um armário central e a tampa de um armário da embarcação. Como um dos buracos dava acesso direto à água, as aventureiras precisaram agir rápido. A solução para tapar o estrago no barco foi usar uma garrafa de champanhe, como se fosse uma rolha.

                                                         

                                                        Maddie Difazio-Wright, uma das remadoras, conta que tudo aconteceu muito rapidamente. “Tentamos utilizar o que tínhamos a bordo para salvar nossa jornada”. Ainda de acordo com a remadora, a equipe tinha uma garrafa de champanhe do Natal e da véspera de Ano Novo. “Foi apenas instinto usá-la para consertar o buraco.”

                                                        Maddie, Grace Pybus e Grace Gilbert. Foto: Instagram @vibethewave_ / Divulgação

                                                        Champanhe: onde a delicadeza frutada encontra a maestria do buraco de Marlin! A festa de Ano Novo Atlântico da Grace acabou de receber uma reviravolta inesperada, pois este espumante não só deslumbra com sabores, mas também como um kit de reparação de buracos!– mencionou a página da equipe no Instagram

                                                        Com o uso de uma câmera GoPro, a equipe conseguiu ainda registrar o momento em que o animal rodeava o barco.

                                                         

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                                                        A The World’s Toughest Row reúne, ao todo, 40 tripulações de todo o globo. Os remadores saíram de San Sebastián de la Gomera, na Espanha, em 12 de dezembro de 2023. Percorrendo 3 mil milhas náuticas (cerca de 4,8 mil km) em um barco a remo de 24 pés, a disputa tem como destino final a Antígua, no Caribe.


                                                        O percurso — que pode levar mais de um mês para ser finalizado — é cheio de desafios, como a falta de banheiro (as remadoras usam um balde), racionamento de alimentos e o cansaço extremo.

                                                         

                                                        Apesar do susto, o improviso deu certo e, de acordo com uma atualização desta quinta-feira (18) no Instagram da Vibe The Wave, o trio está em contagem regressiva para o fim da prova, que já dura 37 dias.

                                                        Foto: Instagram @vibethewave_ / Divulgação

                                                         

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                                                          17/01/2024

                                                          Logo no primeiro dia de 2024, o Japão foi surpreendido com um terremoto de magnitude 7,6 próximo das 16h no horário local, e os estragos não foram poucos. Imagens de satélite capturaram mudanças na costa da Península de Noto, que estendeu a região em até 250 metros — área maior que dois campos de futebol.

                                                          Divulgadas no X (antigo Twitter) por Nahel Belgherze, as fotos de antes e depois do fenômeno permitem ver “novas praias”, com faixas de areia que antes não existiam, além de áreas que, anteriormente submersas, agora estão secas. Foi identificado também a elevação costeira causada pelo terremoto. Confira abaixo.

                                                           

                                                           

                                                          Vale ressaltar que a área perto do porto de Akasaki também foi atingida por um tsunami de quase 14 metros de altura. Assim, o registro das fotos foi realizado quando ambos os desastres naturais já haviam diminuído, sendo possível perceber alguns portos totalmente secos — e inacessíveis para barcos.

                                                          Durante uma investigação de campo ao longo da costa noroeste da Península de Noto, encontramos evidências em 10 locais, de Kaiso a Akasaki, de elevação costeira cosísmica relacionada ao terremoto da Península de Noto (M7.6)– pesquisadores do Earthquake Research Institute, da Universidade de Tóquio

                                                          Nas imagens divulgadas, a primeira exibe a linha costeira de junho de 2023, e em seguida a de 2 de janeiro, após o tsunami e terremoto. É possível perceber como a costa do Japão se deslocou em direção ao mar em várias áreas, como o porto de Nafune, a baía de Minazuki e a cidade de Wajima.

                                                          Imagem capturada antes do terremoto e tsunami que atingiu a costa do Japão. Foto: Google Earth/GSI/ Nahel Belgherze/ Reprodução

                                                          Por mais que as imagens capturadas pelo satélite após o terremoto tenha capturado mudanças significativas e evidentes, as investigações ao longo da costa do Japão continuam em andamento, de acordo com o comunicado publicado pelos pesquisadores da Universidade de Tóquio.

                                                          Consequências do terremoto no Japão

                                                          Para se ter noção, este foi o maior abalo que aconteceu no Japão desde 2011 — que vitimou mais de 20 mil pessoas e acarretou no desastre na central nuclear de Fukushima. O recente terremoto, até o momento em que este texto foi publicado, teve mais de 230 vidas perdidas.

                                                           

                                                          Até segunda-feira (15), aproximadamente 30 mil pessoas ainda estavam alojadas em abrigos governamentais no Japão, inclusive com algumas sem comida, água e aquecimento necessários. Dezenas de milhares de casas não têm eletricidade, e as recentes chuvas provocaram cerca de mil deslizamentos.

                                                           

                                                          Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                           

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                                                            O estaleiro holandês Oceanco, conhecido por fabricar embarcações de luxo, anunciou o lançamento de dois novos gigantes: os megaiates Storm e Portofino. Os barcos têm 80 metros de comprimento (ou 262 pés) e tiveram suas primeiras imagens divulgadas.

                                                            Os dois megaiates fazem parte da coleção Simply Custom — inicialmente apresentada pela Oceanco no Fort Lauderdale International Boat Show de 2023 e que contará com um total de 17 embarcações.

                                                            Foto: H2 Yacht Design/Oceanco/Reprodução

                                                            Os projetos dos megaiates Storm e Portofino foram criados pela Oceanco em parceria com a H2 Yacht Design, um estúdio de design com sede no Reino Unido.

                                                             

                                                            De acordo com Johny Horsfield, fundador e diretor criativo do estúdio, ambos os projetos têm áreas espaçosas para hóspedes, com cinco deques. Eles serão configurados com uma cabine do proprietário no deque superior e seis camarotes para convidados no deque principal.


                                                            Segundo o estaleiro, todos os iates da coleção Simply Custom terão cascos projetados pela Lateral Naval Architects para serem mais eficientes. Além disso, as embarcações têm menor emissão de poluentes, com propulsão híbrida (diesel-elétrica).

                                                            Conheça os novos megaiates da Oceanco

                                                            Storm

                                                            Foto: H2 Yacht Design/Oceanco/Reprodução

                                                            Com inspiração no mundo automotivo, o megaiate Storm foi descrito por Horsfield como tendo “um design agressivo e elegante, que combina as linhas fluidas de um cupê Bentley atemporal com uma extremidade traseira afilada”.

                                                            Foto: H2 Yacht Design/Oceanco/Reprodução

                                                            A espaçosa popa do barco da Oceanco conta com aberturas laterais, que aumentam o espaço útil e criam um beach club — com direito a piscina e área para banho de sol. Já a proa alongada do Storm conta com um heliponto.

                                                            Portofino

                                                            O outro lançamento da Oceanco, o Portofino foi projetado para combinar elementos modernos com uma elegância “atemporal”, típico de clássicos iates. Seu nome remete a uma charmosa vila italiana (à sudeste de Gênova), com cultura muito forte na pesca.

                                                            Foto: H2 Yacht Design/Oceanco/Reprodução

                                                            Segundo sua descrição, este superiate de 80 metros foi nomeado para “refletir o mesmo estilo clássico e elegante sintetizado por esta enigmática vila de pescadores italiana”.

                                                            Foto: H2 Yacht Design/Oceanco/Reprodução

                                                            No conceito divulgado pela Oceanco, é possível ver que o  Portofino aposta em uma proa mais larga e deque principal rodeado por grandes janelas de vidro. Diferentemente do Storm, esse megaiate tem a piscina no deque principal, enquanto o beach club fica mais abaixo, com acesso por escadas laterais.

                                                             

                                                            Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                             

                                                            Náutica Responde

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