Glass Beach: conheça a praia que já foi um lixão e agora está coberta por vidros coloridos

Enorme depósito de lixo nos anos 1960, o local foi "repaginado" pela natureza e atrai milhares de turistas

04/08/2024

Às vezes, as forças naturais precisam dar um “empurrãozinho” para consertar o legado do ser humano. Embora pareça um cenário artificial, a orla enfeitada com vidros coloridos na praia de Glass Beach foi assinada pela mãe natureza, que transformou um antigo lixão num ponto turístico encantador.

Localizada na cidade de Fort Bragg — que fica três horas ao norte de San Francisco, nos Estados Unidos — , esta praia foge do tradicional. Por lá, em vez de uma areia fofa e macia, os visitantes pisam em pequenos estilhaços de vidros que, graças ao movimento do mar, não são mais pontiagudos ou cortantes — em sua maioria.

Foto: Creative Commons/ Reprodução

Banhado por um mar relativamente calmo, a praia tem uma orla cercada por formações rochosas — que embelezam ainda mais o local. Mais próximo das águas, 150 mil m² de areia é coberta por vidros cintilantes.

Foto: Creative Commons/ Reprodução

Quando bate o sol, as cores verde, azul, vermelho e marrom das pedras ganham mais vida. Não à toa, o destino esteve entre as 50 melhores praias do mundo pelo jornal britânico The Guardian, em 2016. Por mais que possa parecer um mérito antigo, a beleza do local é permanente e continua atraindo milhares de turistas.


Do lixo ao luxo

Chega a ser estranho imaginar que um lugar tão belo um dia já foi — literalmente — um lixão. Mas até os anos 1960, essa praia se resumia a um complexo de depósitos de lixo, gerado por residências e empresas de Fort Bragg e proximidades.

Foto: Creative Commons/ Reprodução

Nos anos seguintes, os lixos foram retirados, mas os restos de garrafas e outros objetos de vidros quebrados ficaram por lá. Porém, a mãe natureza entrou em ação, e com o vaivém das ondas, os detritos foram ganhando formas arredondadas, polidas e menos perigosas.

Foto: Creative Commons/ Reprodução

Hoje, a praia é aberta ao público como área de proteção ambiental. Porém, os estilhaços ainda não deixam de ser uma certa preocupação. Por conta dos vidros espalhados pela praia, nadar pode ser perigoso. Além do risco de se cortar com um caco de vidro, o terreno rochoso e acidentado também aumenta a periculosidade.

Foto: Creative Commons/ Reprodução

Mesmo que seja uma grande oportunidade para as crianças e artistas pegarem as pedrinhas e guardarem de recordação, é proibido tirá-las da praia — inclusive, há placas desencorajando a prática, segundo o jornal SFGATE.

 

Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

 

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    Ilha mal-assombrada com passeio paranormal vai à venda na Inglaterra

    Com quase 2,8 mil m² de acomodações abandonadas, local foi prisão no século 17 e teve papel durante guerras mundiais

    Por: Redação -
    03/08/2024

    Fãs de filme de terror sabem bem que casarões antigos com ruídos inexplicáveis costumam ser o palco perfeito para o desenrolar das histórias mais arrepiantes. Mas no caso de uma ilha à venda na Inglaterra, a fama de ‘mal-assombrada’ é o ingrediente adicional que a torna ainda mais única.

    Localizada na costa de Plymouth, na Inglaterra, a Ilha de Drake tem 2,4 hectares de extensão e quase 2,8 mil m² de acomodações abandonadas. O atual proprietário, Morgan Phillips, adquiriu o local em 2019 e decidiu usar a seu favor toda a história e mistério que rondam o lugar.

    Foto: Ilha de Drake/ Divulgação

    Segundo Morgan, 15 fantasmas habitam a ilha mal-assombrada, todos ex-militares britânicos. Os interessados em checar essa história de perto são bem-vindos em passeios paranormais, que envolvem desde narração de histórias até uso de equipamentos eletrônicos para identificar a presença dos finados.

     

    Outra opção, com duração de duas horas, leva os corajosos para explorar túneis, passarelas e passagens subterrâneas a pé. “Você se verá olhando nervosamente por cima do ombro, sempre cauteloso sobre quem, ou o que, pode estar esperando na próxima esquina”, diz o site.

    Foto: Ilha de Drake/ Divulgação

    Muito além de uma ilha mal-assombrada

    Apesar da atração nada convencional, a Ilha de Drake carrega uma história rica que começou ainda no século 16, quando Sir Francis Drake partiu de sua costa para circum-navegar o mundo.

     

    Ao longo dos séculos, o local serviu como prisão estadual, forte, observatório e desempenhou um papel nas guerras mundiais ao garantir defesa armada a Devonport. A ilha também foi palco de diferentes eventos — desde nascimentos até duelo de bêbados.

    Foto: Carter Jonas/ Divulgação

    Quem adentra seu território, se deslumbra com a vista, graças à posição próxima à baía de Plymouth Sound. Por lá, também há uma casa construída em 1830, uma extensa rede de túneis subterrâneos e restos de fortificações Tudor.

     

    Além da experiência mal-assombrada, a ilha também é aberta a tours guiados, experiências diversas — como airsoft em antigas salas de munição — e eventos especiais, em datas comemorativas como Dia das Bruxas e Natal.


    Quem adquirir o espaço, deve saber que ele vem com permissão para desenvolver um hotel de 43 quartos, plano iniciado por Morgan. “Devido a mudanças recentes, estou à procura de alguém que dê vida a estes sonhos mais rapidamente do que eu poderia”, afirmou o proprietário.

     

    Embora sem preço revelado, a Ilha de Drake está sob os cuidados da imobiliária Carter Jonas, atualmente aceitando propostas. “Ser o administrador desta paisagem incrível tem sido uma das grandes alegrias da minha vida”, disse Morgan. “Espero passar o testemunho a alguém apaixonado pelos arredores da ilha e que possa concretizar o seu potencial”.

    Foto: Carter Jonas/ Divulgação

     

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      Portal da Revista Náutica supera marca de 2 milhões de leitores em 2024

      Além de índice histórico, site ainda acumula mais de 3 milhões de visualizações nos sete primeiros meses do ano

      02/08/2024

      Com mais de 40 anos de história, não é novidade que a Revista Náutica é a maior referência do setor no Brasil. Há 20 anos, contudo, o grupo consagrado apontou seu leme também para o mundo digital, quando criou o nautica.com.br, primeiro portal da internet brasileira sobre o segmento — e que acumula milhões de leitores de todo o mundo.

      Apenas em 2024, em um período de sete meses*, mais de 2 milhões de leitores atracaram no Portal Náutica para mergulhar em um universo que vai muito além dos barcos. Novidades do mercado, curiosidades do mundo marinho, entrevistas exclusivas e, claro, os testes de NÁUTICA são alguns dos chamarizes para que pessoas de todo Brasil naveguem pelo site.

      Para se ter uma ideia, do primeiro dia do ano até o final de julho, o portal ultrapassou a marca de 3 milhões de visualizações*, um marco que revela não só a qualidade do conteúdo produzido pelos jornalistas de NÁUTICA, mas também o aumento do interesse do púbico pelo setor, que cresce exponencialmente.


      Através do Portal e outros canais, como o YouTube — que já soma 100 mil inscritos — e as redes sociais de NÁUTICA, o grupo fundado há mais de quatro décadas colabora diretamente no desenvolvimento do setor, levando conteúdos de qualidade sobre esse universo tanto para os amantes da náutica, como para um público novo, de forma a dar continuidade ao sucesso desse mercado.

      Tudo isso graças a uma equipe de jornalistas e colaboradores, que abrange estagiários, repórteres e editores experientes, especialistas em barcos, craques em vídeos e em fotos, que se empenham sempre para levar o melhor para o leitor.

      Conteúdos exclusivos

      Ao longo dos sete meses que registraram o marco de milhões do Portal Náutica, vários conteúdos exclusivos foram publicados. Confira alguns dos principais destaques do período:

      Após desbravar inverno do Ártico sozinha, Tamara Klink revela desafios e “quase morte”

      Em entrevista exclusiva à NÁUTICA, navegadora de 27 anos deu detalhes da jornada com veleiro preso no gelo da Groenlândia.

      Foto: Tamara Klink / Divulgação

      Brasileiro fez imagens inéditas de baleia que quase foi extinta: “indescritível”

      Documentarista flagrou uma das baleias mais rápidas do mundo e que não era vista há 100 anos. Em entrevista à NÁUTICA, Cristian Dimitrius contou como foi viver momentos emocionantes ao capturar o primeiro vídeo subaquático de uma baleia-sei da história.

      Foto: Cristian Dimitrius/ Divulgação

      Doutor Bruno: atleta olímpico dividiu rotina do kitesurf com medicina e mira ouro em Paris

      Entre plantões médicos e velejadas, Bruno Lobo superou lesões e falta de apoio para estrear nas Olimpíadas de 2024. Conheça a história do atleta em um papo exclusivo.

      (Da esquerda para a direita). Foto: Miriam Jeske/COB/ Divulgação. Foto: Instagram @brunolobo31/ Reprodução

      Apaixonado pelo mar, carioca adapta barco por conta própria para garantir acessibilidade

      Marcio tem distrofia muscular de Becker e driblou dificuldades para não abandonar o prazer de navegar. Essa história de superação e inclusão foi contada por NÁUTICA.

      Foto: Arquivo Pessoal

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      Gerard Souza contou à NÁUTICA sobre os onze dias de voluntariado intenso nas regiões afetadas pelas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul.

      Foto: Arquivo Pessoal

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      Ainda em decorrência das enchentes no Sul do país, prestes a ir para Paris 2024, Viviane Jungblut contou à NÁUTICA como foi lutar pelos atletas que perderam tudo no Rio Grande do Sul.

      Foto: Instagram @rspsportsbr/ Reprodução

      Essas foram apenas algumas das matérias produzidas pela equipe de jornalistas por trás do Portal Náutica, que ainda acumula uma infinidade de conteúdos curiosos sobre o mundo aquático, o lifestyle de quem ama navegar, o que está acontecendo na natureza ao redor do mundo e, claro, as principais atualizações do mercado.

       

      Obrigado a você, caro leitor, que nos acompanha nesta jornada!

       

      *Dados extraídos do Google Analytics de www.nautica.com.br, no período de 1 de janeiro de 2024 até 31 de julho de 2024.

       

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        Vai ao Boat Show de Brasília? Confira um roteiro turístico pela região

        NÁUTICA te dá opções para curtir a capital do Brasil em um dia e também durante o final de semana

        O Brasília Boat Show promete mostrar ao público náutico do Centro-Oeste brasileiro um universo de novas possibilidades na água. E se a ideia é atracar na capital federal de 14 a 18 de agosto, por que não aproveitar a oportunidade para conhecer um pouco mais dessa região em um roteiro turístico por Brasília?

        Pensando nessa possibilidade, NÁUTICA separou dois roteiros mais que especiais para você conhecer a capital do Brasil de uma nova perspectiva: com ares de cultura, gastronomia e, claro, natureza!

        Lago Paranoá, palco do Brasília Boat Show. Foto: Envato

        A ideia aqui é que você, visitante do Brasília Boat Show, aproveite cada segundo do Centro-Oeste brasileiro, seja em um ou três dias. Confira, a seguir, as sugestões de NÁUTICA.

        Roteiro turístico por Brasília em um dia

        Após acordar cedinho e tomar um café reforçado em um dos hotéis parceiros do Boat Show de Brasília, desfrute a manhã em um passeio pela Esplanada, para ver de perto os edifícios dos Ministérios, o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional.

        Esplanada. Foto: Ana Volpe / Agência Senado / Reprodução

        O Palácio está aberto ad visitação das 8h30 às 17h, com a saída do primeiro grupo às 9h. Nas segundas, quintas e sextas, as visitas são realizadas em inglês, francês, espanhol e libras, para as quais há recomendação de agendamento. Nos finais de semana e feriados, há visitas em inglês às 10h15 e 16h15, e em Libras às 12h15, sem a necessidade de agendar.

         

        Durante a tarde, aproveite o Brasília Boat Show, explorando os estandes e curtindo as atividades oferecidas. Uma dica é fazer test-drive de motos aquáticas no Lago Paranoá.

        Foto: Revista Náutica

        Para fechar com chave de ouro, à noite, o Pontão do Lago Sul garante uma vista privilegiada do Lago Paranoá — um ótimo lugar para relaxar e desfrutar da paisagem. Outra opção é a Torre de TV, um mirante de vista panorâmica para a cidade — e último projeto de Oscar Niemeyer. Atenção ao horário: das 9h às 18h45, de terça a domingo.

        Torre de TV. Foto: Terracap / Divulgação

        Brasília em um final de semana

        Sexta-feira

        Se a ideia for passar um final de semana em Brasília para curtir o Boat Show com tranquilidade, as possibilidades turísticas ficam ainda mais atrativas!

        Catedral Metropolitana. Foto: Tissiana de A. de Souza / Wikimedia Commons / Reprodução

        Após seu check-in no hotel, na sexta-feira, você pode começar seu passeio visitando a Catedral Metropolitana, obra-prima assinada pelo próprio Oscar Niemeyer.

         

        As visitas à área interna da Catedral são liberadas, com exceção dos horários de missa, casamentos e batizados. As missas acontecem de terça à sexta-feira, 12h15; aos sábados às 17h e aos domingos às 8h, 10h30 e 18h.

         

        Após o almoço, a Praça dos Três Poderes é parada obrigatória. Aproveite para conhecer de perto o coração político do Brasil, onde estão o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, abertos à visitação das 8h30 às 17h.

        Praça dos Três Poderes. Foto: Senado Federal / Divulgação

        Antes do sol se pôr, ainda dá tempo de visitar o Museu Nacional, que fica ali pertinho da praça. O local oferece exposições variadas e uma arquitetura de brilhar os olhos, que pode ser observada de terça-feira a domingo, das 9h às 18h30.

        Museu Nacional. Foto: Cayambe / Wikimedia Commons / Reprodução

        Já à noite, uma boa pedida é escolher um dos muitos restaurantes da Asa Sul para experimentar a gastronomia local e fechar o dia já pensando em descansar para curtir o Boat Show e mais passeios no dia seguinte.

        Sábado

        No sábado, após um bom café, uma ótima opção é visitar o Parque da Cidade. Aproveite para fazer uma caminhada ou alugar uma bicicleta para passear pelo espaço curtindo a natureza.

        Parque da Cidade. Foto: Instagram @parquedacidadebsb / Reprodução

        Depois de uma pausa para o almoço, é hora de atracar no Brasília Boat Show — neste dia,  o evento acontece das 12h às 21h.

        Foto: Revista Náutica

        Após o Boat Show, vale esticar até o Pontão do Lago Sul, a apenas 10 km da Concha Acústica, para curtir mais uma vista do Paranoá e jantar em um dos restaurantes à beira do lago.

        Lago Paranoá. Foto: Gisele Pasquali / Wikimedia Commons / Reprodução

        Domingo

        Antes de voltar para casa, você pode dedicar a manhã para conhecer o Memorial JK, que homenageia o fundador de Brasília, Juscelino Kubitschek. De lá, suba na Torre de TV, marco visual da cidade, para apreciar uma vista panorâmica e fazer belas fotos para levar de recordação (visitas de terça a domingo, das 9h às 18h45).

        Foto: Hikaru Barata / Wikimedia Commons / Divulgação

        Após o almoço, a próxima atração é conhecer a Esplanada dos Ministérios e sua arquitetura única, para encerrar seu roteiro turístico por Brasília com chave de ouro.


        Brasília Boat Show

        A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.

         

        Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.

         

        A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.

         

        Anote aí!

        Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
        Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
        Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
        Mais informações: site do evento
        GARANTA SUA ENTRADA

         

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          Catamarã com “cápsula” submergível de passageiros deve ganhar as águas em 2025

          Com equipamentos que garantem respiração debaixo d’água, embarcação de 28 pés da Platypus Craft leva até seis pessoas na plataforma

          Embarcações sustentáveis e que trazem possibilidades de exploração do fundo do mar parecem ser os mais novos objetos de desejo do mercado náutico internacional. A novidade da vez, contudo, consegue unir as duas coisas. Isso porque um catamarã, ao mesmo tempo que tem em sua base uma “cápsula” submergível para passageiros, pode navegar com motores elétricos.

          Tido como um “catamarã semissubmersível”, a embarcação de 28 pés que deve ganhar as águas já em 2025 é fruto de um projeto pensado 10 anos atrás pela francesa Platypus Craft e que, agora, rendeu uma linha completa, com três modelos.

          Foto: Platypus Craft / Divulgação

          A linha Platypus, como foi batizada, traz três barcos capazes de navegar acima ou debaixo d’água, sendo eles o Sanctuary, de nível básico; a Yacht Edition, mais moderna, e uma variante mais robusta, chamada Tourer.

          Foto: Platypus Craft / Divulgação

          Todas as versões trazem uma plataforma submergível no casco da embarcação, capaz de transportar até seis pessoas com equipamentos de respiração, que garantem um passeio tranquilo explorando o universo subaquático.

          Foto: Platypus Craft / Divulgação

          Para navegar aos mais paradisíacos destinos, o catamarã com cápsula submergível é equipado com motores elétricos livres de emissões e ruídos — que ajudam a preservar a vida marinha ao redor.


          Duas baterias de 63 kW proporcionam entre 30 e 80 milhas náuticas de alcance. Um pacote de bateria de mergulho ainda fornece entre seis e 12 horas de autonomia subaquática.

          Foto: Platypus Craft / Divulgação

          Apesar da inovação elétrica, a embarcação não dispensa o uso dos motores comuns e é equipada com dois de popa Evoy Breeze, que podem produzir 120 cavalos.

          Ao combinar os poderosos sistemas de motor elétrico da Evoy e o conceito inovador da Platypus Craft, é possível explorar a natureza sem impactá-la– Leif Stavøstrand, cofundador e CEO da Evoy

          Os equipamentos garantem uma velocidade de cruzeiro de 15 nós ou uma velocidade máxima de 25 nós na superfície. Já debaixo d’água, o ritmo é mais tranquilo: entre três e cinco nós.

           

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            Com festa, NX Boats lança seu maior barco nas águas de Miami

            Evento contou com a presença de convidados especiais e outras lanchas do estaleiro prestes a comemorar dez anos

            Por: Redação -

            O ano de 2024 promete ficar marcado na história da NX Boats. Prestes a completar 10 anos de existência, o estaleiro pernambucano tem muitos motivos para celebrar. Tanto é que a marca organizou uma festa para lançar a NX 50 Invictus, seu maior barco, nos Estados Unidos.

            Com a presença de convidados especiais, o lançamento da lancha de 50 pés aconteceu em 31 de julho, no ambiente sofisticado da Casa Neos, em Miami.

             

            A vista para o Rio Miami e a bela tarde de verão embalaram a celebração do estaleiro — que promete chegar, até o final do ano, à marca de 100 barcos entregues no país norte-americano.

            Foto: NX Boats/ Divulgação

            “É um marco muito importante para nós”, comentou Jonas Moura, CEO da NX Boats. “Quisemos fazer um investimento não apenas para vender barcos, mas construir nossa marca nos Estados Unidos e trazer uma boa experiência para o cliente”.

             

            Há três anos, a empresa decidiu navegar em novas águas e abriu uma filial em território norte-americano. Embora enxuta, é definida por Harlan Iff, responsável pela operação, como bastante sólida e cheia de potencial.

            Estamos crescendo como aconteceu no Brasil. A NX começou pequena e hoje nos tornamos uma potência náutica– Hallan Iff, responsável pela operação internacional

            Foto: NX Boats/ Divulgação

            NX Boats levou diferenciais a Miami

            Com design marcante e boa oferta de espaço, a NX 50 Invictus inevitavelmente atrai olhares. Quem caiu em sua graça, inclusive, é Steve, um convidado do evento de lançamento em Miami que adquiriu, ao lado da companheira, uma unidade da lancha.

             

            “Eu tenho procurado o barco certo para nós e não tem outro no mercado que se configure dessa forma”, afirmou, à NÁUTICA. “É algo muito único”.

            Foto: NX Boats/ Divulgação

            Além do conforto garantido pela ampla boca de 4,05 metros, outros recursos que chamaram a atenção de Steve envolvem o layout — que permite a integração entre o interior e exterior do barco –, o acesso à proa, espaço na popa e desempenho com velocidade durante a navegação.


             

            São esses e outros atrativos que, segundo Felipe Guedes, responsável pela operação comercial da NX Boats, diferenciam a NX 50 Invictus dos demais barcos nos Estados Unidos.

            A cada ano tivemos um crescimento e hoje estamos aqui em Miami, um mercado tão competitivo, praticamente um berço náutico mundial -Felipe Guedes, da NX Boats

            Além do grande destaque, o evento também contou com a presença das lanchas NX 50, NX 400 HT e NX 370.

            Foto: NX Boats/ Divulgação

             

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              Sistema prevê ondas violentas para alertar navios antes que seja tarde demais

              Ferramenta em construção usa base com milhões de dados para emitir aviso sobre os temidos vagalhões

              Por: Redação -

              Não eram raras as chances, no século 19, de um relato sobre ondas gigantes e violentas, se erguendo como uma imensa parede no mar, ser taxado como simples mito.

              O motivo da descrença, no entanto, só foi descoberto mais tarde: quase nenhum marinheiro sobrevivia ao encontro com os vagalhões — ondas gigantes que surgem do nada no oceano, superando o dobro do tamanho das demais na área navegada.

              Vagalhões surgem do nada, diferentemente das ondas gigantes já esperadas em lugares como Nazaré, em Portugal. Foto ilustrativa

              Apesar da segurança marítima ter dado grandes saltos de lá para cá, esses fenômenos seguem ameaçando navios e infraestruturas offshore, além de colocarem em risco a vida de profissionais e passageiros. A boa notícia é que pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, pretendem dar fim à forma súbita com que essas ondas violentas aparecem.

               

              A solução pensada para essas ondas gigantes foi a construção de uma ferramenta que utiliza uma enorme base de dados para prever os vagalhões e alertar os navios a tempo de se prepararem para enfrentá-los — seja buscando abrigo, realizando desligamentos de emergência ou manobrando a embarcação.

               

              Para prever o que, até agora, ninguém conseguiu, os cientistas treinaram uma rede neural — uma espécie de inteligência artificial — com milhões de dados sobre a elevação da superfície do mar, provenientes de 172 boias espalhadas pela costa dos Estados Unidos e ilhas do Pacífico.

               

              A ideia é que, a partir dessas informações, a ferramenta consiga identificar se há uma relação entre os vagalhões e as ondas que se formam antes deles. Dessa forma, seria possível reconhecer padrões e prever antecipadamente um evento extremo.

              Duas medições da elevação da superfície do mar. Na primeira linha, não há ocorrência de ondas violentas, enquanto na segunda, há. Foto: Prediction of freak waves from buoy measurements/ Nature/ Reprodução

              Pesquisadores fizeram descobertas inéditas sobre as ondas gigantes

              Após uma série de testes, a ferramenta conseguiu prever corretamente cerca de três em cada quatro ondas violentas um minuto antes de se formarem. Quando o tempo de aviso prévio é ampliado para cinco minutos, a precisão reduz para sete em cada dez vagalhões.

               

              “As previsões corretas de milhares de ondas violentas a partir de medições não têm precedentes na literatura e, como tal, demarcam um passo significativo em direção à previsão confiável de ondas violentas”, aponta o estudo divulgado no Scientific Reports, da Revista Nature.


              No entanto, ainda há muito a ser desvendado. Apesar da descoberta de que o fenômeno pode ser previsível, a rede neural “tende a superestimar a ocorrência de ondas violentas”, o que leva à emissão de “número significativo de alarmes falsos”.

               

              Além disso, se três em cada quatro ondas são previstas, isso também quer dizer que uma delas não é prevista. Segundo os pesquisadores, o resultado ainda não é bom o bastante para que o sistema seja implementado nos navios. “Para um sistema operacional, essa precisão precisa ser aumentada ainda mais”, aponta o estudo.

               

              Mas o primeiro passo foi dado. O estudo acaba com a dúvida de que parte das ondas violentas podem ser previstas — ainda que não descarte a imprevisibilidade de algumas delas — e afirma que adicionar mais dados à análise, como profundidade e velocidade do vento, pode deixar a ferramenta mais poderosa.

               

              Por fim, garante que as descobertas feitas podem ser usadas de forma ainda mais ampla para prever a ocorrência de outros eventos extremos, como processos de combustão, alterações climáticas e atividade sísmica — capaz de levar a terremotos e tsunamis.

               

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                Barco feito com peças de Lego leva turistas a marcos de Paris pelo Sena durante Olimpíadas

                Nove paradas constituem o roteiro de 1h45 a bordo da embarcação parcialmente construída com o brinquedo

                Todo mundo tem uma história com as icônicas peças de Lego. Alguns pelos doloridos pisões no objeto, outros pela ausência do brinquedo na infância e, claro, aqueles que até hoje são aficionados pela ideia de construir com as peças coloridas. Em Paris, durante as Olimpíadas, os apaixonados pelos blocos de montar poderão viver uma experiência única: navegar pelo Sena em um barco que leva Lego em sua estrutura.

                Essa, contudo, é só uma parte da iniciativa que começou em 31 de julho e vai até 16 de setembro. A ideia é que adultos, crianças, turistas e locais embarquem no barco parcialmente construído com as peças do brinquedo para, em um passeio de 1h45, conhecerem os principais pontos turísticos de Paris.

                Foto: Instagram @legofrance_official / Reprodução

                Torre Eiffel, Catedral de Notre Dame e o Museu do Louvre são alguns dos marcos pelos quais o barco passará. Ao todo, serão nove paradas, em uma viagem que não ficará apenas no plano da observação.

                Foto: Batobus Paris / Divulgação

                Além da oportunidade de conhecer uma Torre Eiffel de 3,30 metros e um buquê de flores de 2,80 metros no Jardin des Plantes, ambos construídos com os blocos de montar, os visitantes poderão aprender o alfabeto Braille a partir das peças Lego Braille Bricks.


                Atividades interativas ainda estarão à disposição de todos a bordo, incluindo jogos valendo prêmios. Para recordar tudo isso, os passageiros receberão um passaporte e um cartão-postal, que podem ser carimbados em uma loja Lego para levar para casa uma lembrança exclusiva da experiência.

                Foto: Instagram @legofrance_official / Reprodução

                Os ingressos para participar da ação custam a partir de 13 euros, o equivalente a R$ 80 (conversão realizada em agosto de 2024).

                Foto: Instagram @legofrance_official / Reprodução
                Foto: Instagram @legofrance_official / Reprodução

                 

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                  Repleto de lançamentos, vem aí o São Paulo Boat Show 2024. Veja destaques

                  Maior evento náutico da América Latina, salão já tem mais de 70 expositores confirmados e acontece de 19 a 24/09

                  01/08/2024

                  As Olimpíadas estão para os atletas como o São Paulo Boat Show está para os amantes de barcos. Maior e mais importante evento náutico da América Latina, o salão reúne, em seis dias, os principais players do mercado em um só lugar, além de ser palco para os grandes lançamentos do setor.

                  A data já está marcada: de 19 a 24 de setembro, o São Paulo Boat Show 2024 exibirá desde acessórios até iates, incluindo tudo que um barco precisa.

                   

                  O salão, que acontece desde 1998, é o principal palco em que estaleiros de nomes nacionais e até internacionais escolhem para apresentar suas mais recentes novidades. Por lá, não é difícil encontrar barcos sendo lançados em primeira mão — e o melhor: dá para ver tudo de pertinho.

                  Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica

                  Botes, jets, lanchas, veleiros, pontoons e iates são apenas algumas das embarcações que ficam, de forma imponente, expostas no enorme pavilhão do São Paulo Expo, na zona sul da capital paulista. Mas isso não é nem de longe um resumo do que é possível encontrar por lá. Neste ano, inclusive, mais de 70 marcas já confirmaram presença no salão.

                  Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                  Lancha com aparência de carro esportivo, casa flutuante, bicicleta aquática, pranchas de e-foil, veículos off-road, carros esportivos propriamente ditos, desfile de moda e até um helicóptero são algumas das atrações que já passaram pelo evento.

                  Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica

                  Isso sem contar, é claro, a infinidade de produtos para embarcações. Motores, acessórios, serviços, itens de salvatagem, vestuário e palestras ainda completam o cardápio.

                  Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica

                  Neste ano, os visitantes poderão mais um vez explorar as belezas do litoral brasileiro na ação Destinos Náuticos, além de encontrar itens de luxo no já tradicional Espaço dos Desejos.

                  Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                  Confira a lista de expositores confirmados

                  Ademicon, Agroquímica São Gabriel, Akzo Nobel, Amareloff, Arieltek, Armatti Fishing, Azimut, Azov Yachts, Boatlux, Bordado a Bordo, BRP, CFMoto, Design Xspeed, Ecoflow, Electra, Elettromec, Fibrafort, Flexboat, Flip Boats, Flow Marine, Fluvimar, FS Yachts, Gonorth, Grand Ocean Boats, Grow Deck, Hidea, Hydreco, Innova Marine, Intermarine, Jet Surf, Jetco, JF Sun, JRG Corp, Kamell, Kapazi, Lanchas Coral, Marcos Quintas Designer, Mardek, Marine Express, Marine Group, Master Boat, Master Marine, Mercury, Mestra, Mineirinho Carretas, MS Audio, Netuno Geradores, NHD Boats, NTC Float, Nuevaera Marine, NX Boats, Projet Sailing, Radical Peças, Real Powerboats, Rede Náutica, Remar, Ricci Boat, Rise Efoils, Ross Mariner, Schaefer Yachts, Seacar, Sessa, Sitico, Solara, Suzuki, Triton, Ventura, Victory, Vokan, Volvo, Wellcraft, Xspeed Drop, Yacht Collection, Yamaha, Yanmar, Zath Marine e Zimarine.

                   

                  Anote aí!

                  SÃO PAULO BOAT SHOW 2024

                  Quando: De 19 a 24 de setembro de 2024
                  Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP)
                  Horário: Dia 19, das 15h às 22h; de 20 a 24, das 13h às 22h (no último dia, o evento encerrará às 21h)
                  Mais informações: no site do evento

                   

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                    Test-drive de jet elétrico será novidade no Brasília Boat Show

                    Interessados em comprar poderão testar o Taiga Orca Performance, da Ventura, nas águas do Lago Paranoá; salão acontece de 14 a 18 de agosto

                    Faltam poucos dias para a 1ª edição do Brasília Boat Show atracar no coração do Brasil — e no dos amantes da náutica. O salão, que acontece de 14 a 18 de agosto, promete abrir um mundo de novas possibilidades nas águas do Lago Paranoá — justamente onde público poderá participar de uma ação inédita nos eventos Boat Show: o test-drive de jets.

                    E não é qualquer moto aquática! O Brasília Boat Show terá nas águas o primeiro jet elétrico do Brasil, o Ventura Orca Performance by Taiga, disponível para teste.

                    Um dos grandes atrativos dos eventos Boat Show é, justamente, a possibilidade de poder testar uma embarcação na prática antes de fechar negócio. Com exceção do São Paulo Boat Show — em que o salão acontece no São Paulo Expo –, todos os outros salões acontecem em palcos de águas que são verdadeiros cartões-postais, mais do que especiais para a decisão final.

                    Parque da Cidade, em Brasília. Foto: Instagram @parquedacidadebsb / Reprodução

                    No Rio, a Baía de Guanabara, com o Cristo Redentor e o Pão-de-Açúcar como pano de fundo; em Itajaí, as águas de uma das mais importantes marinas da América Latina e, em Foz do Iguaçu, o verdadeiro mar doce do Lago de Itaipu.

                     

                    Em todos esses pontos, porém, o teste fica restrito às embarcações maiores, como as lanchas. O Brasília Boat Show será o primeiro a disponibilizar aos interessados em adquirir uma moto aquática a possibilidade de testá-la na água, seu habitat natural, em um cenário especialíssimo: o Lago Paranoá, rico em história, ponto de lazer, pesca e esportes na capital do Brasil.

                    Muitas vezes não é possível realizar um test-drive antes de se comprar um jet e o Brasília Boat Show vai proporcionar esta grande experiência– Renan Macedo, especialista em jets

                    Jets de grandes marcas estarão no Brasília Boat Show

                    O destaque entre as motos aquáticas no evento é o primeiro jet elétrico da Ventura, disponível para testes. O modelo Ventura Orca Performance by Taiga dispensa o uso de combustível, garante zero emissões de poluentes e nenhum ruído ou cheiro.

                    Foto: Taiga / Divulgação

                    Vale ressaltar que a entrada nos estandes e o test-drive é de total responsabilidade dos expositores. Os testes ainda devem ser agendados diretamente com o expositor da embarcação.

                     

                    Além de poder testar o jet elétrico no Lago Paranoá, o público do salão terá um leque de opções de motos aquáticas para conhecer no Brasília Boat Show.

                    Foto: Sea-Doo / Divulgação

                    Marcas como Yamaha e Sea-Doo estão confirmadas no evento e devem levar um repertório de peso ao salão. A Villa Náutica, por exemplo — tradicional concessionária Sea-Doo em Brasília –, já confirmou à NÁUTICA que apresentará sua linha completa de jets, com opções focadas em desempenho, esportes e muito mais.

                     

                    A Yamaha, por sua vez, levará dois modelos de sua linha de WaveRunners: o FX Cruiser SVHO e o GP SVHO.

                    Foto: Rivo Biehl/ Revista Náutica

                    Brasília Boat Show

                    A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.

                    Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.

                     

                    A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.

                     

                    Anote aí!

                    Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
                    Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
                    Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
                    Mais informações: site do evento
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                      Fóssil de criatura mais antiga do que dinossauro é encontrado altamente preservado

                      Trilobitas habitaram a Terra cerca de 500 milhões de anos atrás e, embora amplamente estudados, nunca foram vistos em tão perfeito estado

                      Por: Redação -

                      Um fóssil de mais de 500 milhões de anos encantou a comunidade científica devido ao estado altamente preservado em que foi descoberto. O achado revela detalhes até então desconhecidos sobre os trilobitas, criaturas marinhas que habitaram os primórdios da Terra.

                      O animal, extinto há milhões de anos, é parente dos atuais insetos, aranhas e crustáceos. Para se ter uma noção do quão antigo é, os dinossauros só começaram a surgir no planeta há cerca de 215 milhões de anos.

                      Foto: Arnaud Mazurier/Universidade de Poitiers/ Reprodução

                      Embora amplamente estudados, os trilobitas nunca foram vistos com a riqueza de detalhes de agora. Afinal, diversos fósseis exibem os exoesqueletos desses animais, mas nenhum identifica tão bem tecidos moles e outras partes.

                      A preservação é sem precedentes– Melanie Hopkins, do Museu Americano de História Natural, à Science

                      Foto: Domínio Público dos Estados Unidos / Wikimedia Commons / Reprodução

                      Esse nível de conservação só foi possível porque os fósseis, encontrados nas Montanhas Alto Altas, no Marrocos, se formaram a partir da erupção de um vulcão, que atingiu o fundo do oceano e endureceu as criaturas em uma rocha capaz de preservar suas características até os dias de hoje.

                      Foto: Arnaud Mazurier/Universidade de Poitiers/ Reprodução

                      A situação, inclusive, lembra o que aconteceu com os moradores de Pompéia, no século 1, depois que a erupção do vulcão tomou a cidade.

                      Fóssil preenche lacunas sobre os trilobitas

                      No estudo publicado na Revista Science, de junho, os cientistas explicam terem espiado dentro das amostras obtidas por meio de raios X.


                      A partir disso, conseguiram traçar modelos 3D, que mostram detalhes requintados e inéditos sobre as pernas e sistemas digestivos dos trilobitas — incluindo antenas e cerdas pequenas nas pernas.

                       

                      Além disso, se no passado um estudo permitiu saber o que as criaturas comiam, este indica como se alimentavam.

                      Foto: Arnaud Mazurier/Universidade de Poitiers/ Reprodução

                      De acordo com o estudo, as informações obtidas por meio dos fósseis ajudarão a resolver debates de décadas sobre a anatomia e estilo de vida dos trilobitas e de outras criaturas — extintas e vivas.

                       

                      “A anatomia detalhada dos trilobitas nos ajudará a entender melhor a evolução mais antiga dos artrópodes”, garantiu Melanie Hopkins.

                       

                      Abderrazak El Albani, um dos autores do estudo divulgado pela Science, agora trabalha para convencer o governo marroquino a proteger o local — que também abriga outros fósseis primorosamente preservados.

                       

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                        Mergulhadores se depararam com a embarcação cheia da bebida no Mar Báltico, acompanhada de porcelanas e água mineral de 170 anos atrás

                        O Mar Báltico, no interior norte da Europa, é conhecido por carregar águas salobras, sem grandes marés e com uma profundidade máxima de 459 metros. Apesar disso, estima-se que por lá se escondam 100 mil naufrágios e, o mais recente deles, do século 19, foi descoberto por mergulhadores poloneses com uma surpresinha: 100 garrafas de champanhe, acompanhadas de porcelanas e água mineral de 170 anos.

                        A descoberta se deu por acaso, fruto de um mergulho motivado por pura curiosidade. “Eu mergulho há 40 anos e muitas vezes acontece de haver uma ou duas garrafas. Descobrir um naufrágio com tanta carga é uma novidade para mim”, disse Tomas Stachura, líder da equipe de mergulho Baltictech, à AFP.

                        Foto: Tomasz Stachura/ Baltictech / Divulgação

                        A embarcação, identificada como um navio mercante, foi encontrada a 37 quilômetros ao sul da ilha de Öland, na costa sueca. As garrafas, mais do que um achado curioso, ajudaram a identificar o período do barco através do rótulo, pertencente à empresa alemã Selters — provavelmente da metade do século 19.

                        Foto: Tomasz Stachura/ Baltictech / Divulgação

                        O Báltico é um tipo de mar que oferece boas condições para a preservação de artefatos, graças a, justamente, suas águas salobras (que apresentam mais sais dissolvidos do que a água doce e menos do que a água do mar).

                        Foto: Marek Cacaj/ Baltictech / Divulgação
                        Foto: Tomasz Stachura/ Baltictech / Divulgação
                        Foto: Marek Cacaj/ Baltictech / Divulgação

                        Tendo em vista que garrafas de champanhe estão sendo levadas para envelhecer no fundo do mar — devido à qualidade de bebidas encontradas em um outro naufrágio –, era de se esperar que essas teriam um futuro semelhante.


                        Contudo, conforme informações do The Guardian, os mergulhadores notificaram as autoridades regionais sobre o achado, que informaram que a recuperação das garrafas ainda levará tempo.

                         

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                          31/07/2024

                          Restaurar um piso de mármore não é das tarefas mais fáceis, imagina, então, debaixo d’água. Pois foi o que fizeram os arqueólogos do Parque Arqueológico Subaquático de Baia, na Itália, com os azulejos de uma vila romana submersa, localizada na comuna italiana de Bacoli, datada do fim do século 3 d.C.

                          Segundo uma postagem feita pelo Parque Arqueológico Campi Flegrei, no Facebook, o azulejo encontrado submerso tem origem no final do Império Romano. De acordo com o grupo de pesquisa, o grande salão é típico das residências dos cavalheiros a partir do fim do século 3 d.C, e foi feito com azulejos reutilizados — dando indícios de que a elite romana enfrentava pressões econômicas.

                          Foto: Parco Archeologico Campi Flegrei/ Facebook/ Reprodução

                          Como podem ver nas fotos, são resultados de reaproveitamento, ou seja, foram usados anteriormente para decorar outros pisos ou paredes. Esse fenômeno também é típico do período da Antiguidade Tardia (entre o século 3 e 5 d.C)– descreveu o Campi Flegrei

                          Foto: Parco Archeologico Campi Flegrei/ Facebook/ Reprodução

                          A reutilização dos azulejos na vila submersa revela que até mesmo a elite romana sofreu as consequências das pressões econômicas da época. Para reduzir custos, o proprietário do local provavelmente se contentou com mármore de “segunda-mão”.

                          À moda romana

                          Com uma técnica decorativa chamada opus sectlie, o piso era produzido em pedaços de pedra cortados em padrões geométricos, que se encaixavam como um quebra-cabeça — diferente dos mosaicos, por exemplo, que utilizavam peças pequenas e de tamanho igual.

                          Foto: Parco Archeologico Campi Flegrei/ Facebook/ Reprodução

                          Segundo os arqueólogos, a obra foi erguida no final do Império Romano, e tinha mais de 250 m² de extensão. Desde então, as paredes com mais de 10 metros de altura da antiga vila desabaram, mas seus restos continuam preservados.

                          O grupo de pesquisa explica que as placas restauradas foram colocadas em tanques de água doce, para eliminar os sais naturais do mar. No que diz respeito ao design, o padrão do azulejo é composto por quadros adjacentes com círculos no centro — como na imagem abaixo.

                          Foto: Parco Archeologico Campi Flegrei/ Edoardo Ruspantini/ Facebook/ Reprodução

                          Milhares de lajes de mármore e centenas de formas diferentes foram reunidas para criar uma geometria altamente encaixada– explica o Parque Arqueológico de Campi Flegrei

                          Entretanto, a missão de restaurar os azulejos dessa vila romana submersa ainda não acabou. O Parque Arqueológico Campi Flegrei descreveu o trabalho como um “desafio novo e extremamente complicado, devido a extrema fragmentação dos restos e sua grande extensão”.

                          Foto: Parco Archeologico Campi Flegrei/ Facebook/ Reprodução

                          Na publicação, o perfil pontua que, além da escavação e restauração submarina, ainda acontece o trabalho em terra, e que pretendem estudar azulejo por azulejo para “tentar recompor um módulo inteiro”.

                           

                          Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                           

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                            Surfista escapa de morte por afogamento graças a recurso do Apple Watch

                            Australiano viveu momentos de pânico ao não conseguir retornar para a praia, mas foi resgatado após acionar função de emergência do relógio

                            Por: Redação -

                            Não é novidade que o Apple Watch tem várias funções, mas nem todos sabem que salvar vidas pode ser uma delas. Na Austrália, um homem de 49 anos se livrou de um afogamento eminente ao usar um recurso do relógio, que o permitiu acionar a emergência e obter ajuda antes que fosse tarde demais.

                            O caso aconteceu na praia de Tallow, onde Rick Shearman praticava bodysurf — modalidade que dispensa o uso de prancha, sendo necessário movimentar apenas o corpo para pegar ondas.

                            Foto: thoroughlyreviewed.com/ Flickr/ Reprodução

                            Ele estava a cerca de um quilômetro da costa quando, ao tentar retornar para a praia, ficou preso na zona em que as ondas quebravam.

                            Levei algumas pancadas fortes na cabeça e fiquei debaixo d’água por um tempo. Comecei a entrar em pânico e a ter cãibras– Rick Shearman ao portal australiano ABC News

                            Surfista e nadador experiente, Rick sabia que de nada adiantava lutar contra o oceano. Ele, então, deixou que a correnteza o levasse e tentou manter a calma, já que sabia que não conseguiria se livrar do perigo sem ajuda.

                             

                            Embora sua namorada estivesse na praia, o australiano acreditava que ela já havia saído para fazer compras. Ou seja, ninguém estaria procurando por ele. Foi aí que se lembrou do acessório em seu pulso.


                            Como o Apple Watch salvou a vida de Rick

                            Enquanto lutava contra as ondas, o surfista acionou a função de emergência do relógio e ligou para o 000, número que, na Austrália, serve para acionar polícia, bombeiros e ambulâncias.

                             

                            As condições do mar, no entanto, não facilitaram a tarefa de Rick, “sacudido pelo vento e pelas grandes ondas” e distante da costa.

                            Foi bastante difícil utilizar [o relógio]. Eu tinha que segurá-lo próximo ao ouvido para ouvir o que estava acontecendo e falar com o atendente– Rick Shearman

                            Ele permaneceu na linha ao longo de uma hora, até que o socorro veio a seu encontro por meio de um helicóptero da Westpac Lifesaver Queensland. A equipe de resgate recebeu o pedido de ajuda por volta das 10h. Veja abaixo:

                             

                             

                            Após ser içado pela aeronave, Rick foi levado a um lugar seguro e recebeu atendimento médico. Apesar do susto, ele passa bem. “É incrível que eu tenha conseguido usar essa tecnologia para salvar minha vida”, comentou. “Se não fosse por esse serviço no relógio, eu provavelmente estaria vagando por águas internacionais agora”.

                             

                            O Apple Watch tem certificação à prova d’água em profundidades de até 50 metros desde a linha Series 2 — sendo que alguns modelos mais robustos garantem o funcionamento em profundidades ainda maiores.

                             

                            Ainda que tenha chamado a atenção, esta está longe de ser a primeira vez que o Apple Watch ajuda a salvar uma vida. Diversas pessoas relataram, no passado, terem sido socorridas graças à função de emergência do dispositivo.

                             

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                              Legado e história: Pedro Rodrigues participa da Copa Mitsubishi de vela desde 2000

                              Ao lado de alunos da BL3, escola de vela que fundou com o irmão ainda em 1944, o velejador se tornou um dos mais simbólicos da competição

                              Sempre com dois barcos de sua escola de vela na flotilha, o comandante Pedro Rodrigues participou de todas as edições da Copa Mitsubishi — Circuito Ilhabela, desde o ano 2000. É um dos velejadores mais simbólicos da competição, com seus alunos a bordo.

                              Se tem regata em Ilhabela (e sempre tem, pois a Copa Mitsubishi — Circuito Ilhabela de Vela acontece ao longo de todo o ano, sem contar a Semana Internacional de Vela, em julho), lá estão os alunos da BL3, a bordo de dois veleiros-escola: o Urca, que corre pela classe RGS A, e o Mangalô, pela RGS Cruiser (antiga Bico de Proa).

                              Foto: Aline Bassi/Balaio de Ideias

                              Tem sido assim há 30 anos, desde que a escola de vela comandada por Pedro Rodrigues (e por seu irmão, Paulo “Pêra” Rodrigues, que dá aulas na represa de Guarapiranga) abriu as portas em Ilhabela, em 1994.

                               

                              “Já formamos quase 15 mil alunos”, afirma Pedro, numa conta em que estão incluindo tanto os velejadores de Oceano quanto os praticantes de monotipo, kitesurf e windsurf, além dos participantes de eventos corporativos, nos quais líderes e gestores de equipes de grandes empresas são convidados a assumir as diferentes funções de tripulantes em um veleiro oceânico.

                              Foto: Aline Bassi/Balaio de Ideias

                              “Apenas nos cursos de vela Oceânica, nós temos 80 alunos por ano, que são os nossos tripulantes na Copa Mitsubishi”, explica o gestor e instrutor da BL3 — que tem sede na Praia da Armação e oferece cursos desde Optimist até Vela Oceânica, passando pelo Kite, pelo WingFoil e pelo Openbic, para pessoas de 7 a 80 anos.

                               

                              Segundo Pedro, o melhor método de aprendizagem é aquele que coloca os alunos dentro do barco já no primeiro dia, com a realização de aulas práticas. No caso de crianças e adolescentes, a bordo de monotipos de classes como Open Bic, Optimist, Dingue ou Laser. No caso de adolescentes e adultos, de barcos de Oceano.

                              Em um único fim de semana de regatas da Copa Mitsubishi a gente vive situações que demoraria anos para aprender num velejada de cruzeiro. São várias condições de raia, ventos, mar, clima. Uma verdadeira escola– compara Pedro

                              Não é só competição. O objetivo, muito além ensinar aos alunos a arte de navegar ao sabor dos ventos, é transformar a vida das pessoas através da vela. Ao mesmo tempo, mostrar a importância do trabalho em equipe, lição que Pedro começou a aprender aos 12 anos de idade, velejando de Pinguim no Yacht Clube Paulista, na Guarapiranga, tendo como mestre o irmão, Pêra, e como primeiro timoneiro o hoje também professor de vela Richard “Dick” Andersen.

                              Foto: Aline Bassi/Balaio de Ideias

                              Disputar uma competição a vela, segundo ele, é sinônimo de prazer, mas também de trabalho duro. A menos que você esteja no comando, sua missão será puxar cabos presos em catracas pesadas, desenrolar velas gigantes e, acima de tudo, obedecer a ordens. Isso durante várias longas horas, comendo biscoito água e sal e sem poder usar o banheiro.

                              Foto: Aline Bassi/Balaio de Ideias

                              O trabalho de equipe da tripulação é o segredo de tudo. “Não adianta ter um barco muito melhor que os outros, se o entrosamento a bordo não estiver à altura”, ensina Pedro, que é formado em Educação Física na USP, com MBA em Recursos Humanos pela FIA-USP, e antes de abrir a própria escola de vela trabalhou na loja náutica Regatta, na qual, ao lado de Sibylle Buckup, montou a Escola de Vela Regatta.

                              Depois disso, fui para a Inglaterra, onde fiz um curso de instrutor de vela, e voltei na bagagem com o certificado da Royal Yachting Association, a RYA, que é a associação inglesa de vela– recorda 

                              De lá, Pedro trouxe a metodologia de ensino: “Tenha certeza que seus alunos estão seguros, felizes e aprendendo”, valores que norteiam sua escola de vela de Ilhabela. O nome BL3 é uma homenagem dos dois irmãos Rodrigues a um dos maiores protagonistas da vela brasileira em todos os tempos: Joerg Bruder, tricampeão mundial da classe Finn, cujo barco tinha o numeral BL 3.

                               

                              Bruder morreu em 1973 em um acidente aéreo quando se dirigia ao campeonato no qual tentaria conquistar seu quarto título mundial.

                               

                              Na escola de Ilhabela, os alunos geralmente passam primeiro pelos cursos básico e intermediário, antes de entrarem nas competições. Mas também podem ser escalados diretamente para a disputa de regatas, se desejarem. Mas sempre sob o comando de um instrutor experiente, seja o próprio Pedro (skipper do Mangalô) ou o Clauberto Andrade (comandante do Urca).


                               

                              “Eles vão se revezando nas várias posições a bordo: secretaria, trimmer de mestra, trimmer de genoa, trimmer do balão, proeiro… Só não vão no leme. A ideia é que tenham o máximo possível de experiências. Sempre com os objetivos do aprendizado e do resultado”, explica Pedro.]

                               

                              Os barcos da escola de vela de Ilhabela são presença constante — e marcante — nas principais competições náuticas realizadas na Capital da Vela. “De 1994 para cá, nossos alunos-velejadores participaram de todas as edições da Semana de Vela de Ilhabela, com a conquista de títulos na classe RGS e de um tricampeonato na Bico de Proa”, comemora Pedro.

                               

                              Somos uma das poucas equipes que não perderam uma só Copa Mitsubishi, que começou no ano 2000”, garante ele. Tudo provado por imagens e troféus conquistados nas disputas. E comprovado pelo responsável técnico das duas competições, Carlos Eduardo “Cuca” Sodré. “Os alunos do Pedro estão sempre na raia. No caso da Copa Mitsubishi, desde a primeira edição, sem falhar em nenhuma”, endossa.

                              Foto: Aline Bassi/Balaio de Ideias

                              Não por acaso, há vários velejadores consagrados que se iniciaram na vela pelas mãos dos professores da BL3. Nomes como Daniel Hilsdorf (da C30), Edgardo Vieytes, Fábio Gandelman, Marcelo Belotti, Raimundo Nascimento, Reginaldo Costa e Valéria Ravani. Além de um grande talento (e promessa de medalha olímpica) atual: Alex Kuhl, campeão mundial de Optimist, em 2021, primeiro e único do Brasil na história.

                               

                              Na Copa Mitsubishi 2024, é claro, lá estão os dois barcos-escola: o Urca, que é um Wind 34 que corre pela classe RGS A, levando a bordo um skipper, um imediato e seis alunos-tripulantes; e o Mangalô, um Jeanneau Sun Odyssey 42, que compete pela RGS Cruiser (antiga Bico de Proa) com um skipper, um imediato e oito alunos-tripulantes.

                              Estamos com os barcos preparados para ir para cima. A gente sempre busca pódio– diz o gestor da BL3

                              Idealizador e patrocinador das principais competições de iatismo disputadas em Ilhabela, Eduardo Souza Ramos é uma das referências de Pedro Rodrigues no esporte. “Eu o conheci no Yacht Clube Paulista, na Guarapiranga, quando ele tinha um veleiro chamado Krishna e ainda competia pela classe Star, nos anos 1980”, recorda-se.

                               

                              “Ele é uma das minhas inspirações, não só como atleta, mas também como empresário e ser humano. A paixão dele pela vela é impressionante e, de certa forma, contagiante também”, acrescenta.


                              Como empresário, Pedro se orgulha da importância que seus eventos corporativos têm para Ilhabela, movimentando hotéis, restaurantes, lojas e o comércio em geral em épocas do ano em que a cidade recebe poucos turistas.

                              A maioria das vivências com empresários é realizada durante a semana e fora da temporada e dos feriados, o que ajuda a diminuir os efeitos que a sazonalidade causa à região e contribui para a geração de empregos– explica

                              O detalhe é que, nessas clínicas, os integrantes dos times disputam uma série de regatas nos mesmos moldes da Copa Mitsubishi, que se desenvolve em quatro etapas ao longo de oito fins de semana, com as mesmas dificuldades e todos os prazeres que conhecemos. E amamos.

                               

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                                Com um clique, passageiros do futuro L88 também conseguem transformar o solário de proa em uma área de golfe

                                Por: Redação -

                                Não é só em filmes de agentes e espiões que o toque de um botão revela ambientes escondidos. No luxuoso iate Ladenstein 88, a ação é capaz de trazer à tona um bar secreto, discretamente posicionado atrás de um painel giratório.

                                Ao melhor estilo James Bond, com um simples clique a parede decorativa dá espaço ao bar secreto, um dos atrativos da embarcação de 90 pés (27,29 metros). O iate, claramente, é ideal para quem gosta do mistério — afinal, não é todo dia que você pode oferecer um drink a um convidado que sequer sabia da existência do espaço.

                                Foto: Divulgação

                                O toque de um botão tem outra função importante no L88. Por meio dele, o passageiro também consegue transformar o solário de proa em uma área para praticar golfe e outros esportes, já que a parte superior se adapta para garantir um ambiente multifuncional.

                                 

                                De acordo com o estaleiro Ladenstein, o solário é um dos maiores da classe a qual o iate pertence e ainda conta com mesa de jantar ao ar livre, jacuzzi, chuveiro e bar Teppanyaki, que usa uma chapa para preparar alimentos na frente de outras pessoas.

                                Foto: Divulgação

                                Muito além do bar secreto

                                Embora nem se compare a superiates e megaiates em questão de tamanho, o L88 foi planejado para garantir entretenimento e conforto de alto nível a bordo.


                                Com 23 pés de boca (6,9 metros), a embarcação oferece espaços amplos — incluindo quatro grandes áreas externas. Além da proa cheia de encantos, a popa tem um enorme beach club, com acesso direto à água.

                                Foto: Divulgação

                                Outro detalhe interessante é a plataforma de rebaixamento no leme, que permite levantar os assentos quando o barco estiver em movimento — de forma a desobstruir a visão de quem pilota — e abaixá-los quando atracado, para a integrá-los ao ambiente e serem usados pelos passageiros.

                                 

                                Nos interiores, as configurações incluem de três a cinco cabines, conforme o desejo do proprietário, e garagem para botes e jets. No quesito ‘personalização’, há ainda a possibilidade de incluir sauna, academia ou brinquedos aquáticos.

                                Foto: Divulgação

                                Previsto para inaugurar sobre as águas em maio de 2025, o L88 está sendo construído na Tailândia — onde fica atualmente o estaleiro da empresa de origem austríaca. O preço inicial é de US$ 5,12 milhões (R$ 29 milhões na cotação de julho de 2024).

                                 

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                                  1ª Etapa do Festival Paraná Vela Oceano tem técnica e emoção no mar

                                  Evento contou com a participação de mais de 40 barcos e 20 veleiros; confira a classificação final

                                  Por: Redação -
                                  30/07/2024

                                  No último sábado, 27 de julho, aconteceu a primeira etapa do “Festival Paraná Veleiro Oceano”, com a participação de mais de 40 barcos e 20 veleiros competindo na regata. Entre os competidores estavam barcos de Itajaí e Joinville, incluindo o veleiro Santa Fé, comandado por Sergio Ricardo Penteado Filho, que conquistou o título de “Fita Azul” ao ser o primeiro a cruzar a linha de chegada.

                                  A regata teve como cenário a raia de Antonina, situada entre a Ilha do Teixeira e as Ilhas Jererês. Apesar das condições de vento fraco, a competição foi técnica e emocionante, proporcionando uma beleza exuberante. O sol brilhava intensamente, pintando o céu de azul, enquanto botos nadavam nas águas, criando um espetáculo fotográfico.

                                   

                                   

                                  Além da regata, o Festival ofereceu outras atividades, como o concurso cultural de fotografia e o mutirão de limpeza da praia da Pita, com programa de educação e sustentabilidade. Os barcos que não competiram puderam acompanhar a regata de perto, “Race Watch”.

                                  Botos marcaram presença na 1ª Etapa do Festival Paraná Vela Oceano. Foto: Jr Bom

                                  A confraternização e premiação da regata no Clube Nautico de Antonina encerraram o dia com chave de ouro.


                                  O Festival Paraná Veleiro Oceano terá mais três etapas este ano: em 31 de agosto a Volta à Ilha da Cotinga em Paranaguá; em 5 de outubro a Volta à Ilha do Mel, próxima ao Pontal do Sul; e em 14 de dezembro a volta às Ilhas Jererês, também em Paranaguá.

                                  Foto: Jr Bom

                                  Os organizadores prometem mais atrações tanto no mar quanto em terra, transformando o evento em um encontro imperdível para os amantes do mar e da natureza.

                                  Mutirão de limpeza da praia da Pita promoveu educação e sustentabilidade. Foto: Jr Bom

                                  O diretor do Festival, Roberto Grupenmacher, expressou grande satisfação com o resultado da primeira etapa. “Sem dúvida, cumprimos nossa meta de velejar, nos divertir e confraternizar. E quanto mais barcos na água, maior é a festa, todas as embarcações são bem-vindas: lanchas, veleiros e motos aquáticas”, enfatizou.

                                  Foto: Jr Bom

                                  O capitão da Flotilha, Marcelo Ling, destacou o aspecto técnico da competição. “Durante o percurso barla-sota, os veleiros enfrentam o desafio de navegar contra o vento até a montagem da boia. Em seguida, retornam com o vento de popa, momento em que os velejadores montam o balão. Para isso, a tripulação precisa estar treinada e demonstrar habilidade”, explicou Ling.

                                  Foto: Jr Bom

                                  O Festival Paraná Vela Oceano é uma realização da Flotilha Paranaense de Veleiros de Oceano e da Federação de Iatismo do Paraná. Conta com o patrocínio da Audi Center Alto da XV e Volvo Open Point.

                                  Classificação final por categoria do Festival Paraná Vela Oceano

                                  Categoria A até 24,9 pés

                                  1º Kitos Percy Glaser

                                  2º Dona Guio Fernando Chueiri

                                  3º Siluetti – Acir Ferreira Martins

                                  Categoria B de 25 até 31,9 pés

                                  1º Gipsy – Helio Hoffmann Coutinho

                                  2º Moleza 2 – Roberto Grupenmacher

                                  3º Apia – Marcelo Gallicchio

                                  Categoria C acima de 32 pés

                                  1º Santa Fé V – Sergio Ricardo Penteado Filho

                                  2º Borrasca – Adalberto Piovezan Brandão

                                  3º Ventania I – Paulo Afonso Ruoso

                                   

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                                    O mar abriga grande parte das criaturas mais fascinantes da Terra. Quando se fala nos maiores animais do mundo, então, não é preciso esperar muito para uma grande baleia vir à mente. Mas, além dessas gigantes, os oceanos também abrigam peixes que em nada ficam para trás quando o assunto são as grandes dimensões. Há uma espécie, inclusive, que pode alcançar o tamanho de um prédio de seis andares.

                                    No foco do fascínio de pesquisadores e — infelizmente — na mira da pesca excessiva e da poluição dos mares, esses animais refletem o quão impressionante o fundo do mar pode ser. Para mergulhar nessa ideia, confira, a seguir, cinco dos maiores peixes do mundo.

                                    5 maiores peixes do mundo

                                    Tubarão-baleia

                                    Considerado o maior peixe do mundo, podendo atingir mais de 12 metros de comprimento — o equivalente a um prédio de seis andares — e pesar até 21 toneladas, o tubarão-baleia (Rhincodon typus) é um “filtrador”, uma vez que se alimenta principalmente de plâncton, pequenos peixes e crustáceos. O animal, inclusive, nada com a boca aberta, de forma a filtrar a água e capturar seu alimento.

                                     


                                    Apesar do tamanho, a espécie que vive em águas tropicais e temperadas quentes surpreende pela tranquilidade e não representa ameaça aos humanos — inclusive, é conhecido por sua curiosidade e interação pacífica com mergulhadores.

                                     

                                    Atualmente, o tubarão-baleia está listado como espécie vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), devido à pesca excessiva e ao comércio de barbatanas.

                                    Peixe-remo gigante (Regalecus glesne)

                                    Popularmente chamado de ‘peixe do fim do mundo’, o peixe-remo gigante (Regalecus glesne) pode atingir mais de 11 metros de comprimento. É um dos peixes mais longos do mundo, mas é relativamente leve em comparação a sua extensão: 270 kg.

                                    Foto: Wikimedia Commons

                                    Seu apelido popular vem do folclore japonês, que diz que a espécie sobe à superfície sempre que um abalo sísmico está prestes a ocorrer. Seu habitat natural, porém, são as águas profundas, geralmente entre 200 e 1.000 metros de profundidade.


                                    O peixe-remo não está listado como ameaçado, mas poucos são os dados sobre suas populações, uma vez que vive em condições profundas, de difícil acesso. Por enquanto, sabe-se que suas principais ameaças incluem captura acidental em redes de pesca de arrasto e poluição marinha, além das mudanças climáticas.

                                    Esturjão-beluga (Huso huso)

                                    Considerado o maior peixe de água doce do mundo, o Esturjão-beluga (Huso huso) pode atingir até 7,2 metros de comprimento e pesar cerca de 1,5 toneladas. O animal vive principalmente em grandes rios, assim como em áreas costeiras do Mar Cáspio, Mar Negro e Mar de Azov.

                                    A espécie, que surgiu de dinossauros há 200 milhões de anos, atualmente é considerada pela IUCN criticamente ameaçada. Um dos motivos se dá pelo seu método de reprodução, que consiste na desova em rios de água doce.

                                     

                                    Conhecidos como caviar beluga, os ovos são altamente valorizados e considerados um dos mais luxuosos tipos de caviar.

                                    Esturjão-beluga capturado em 1932. Foto exibida em matéria de João Lara Mesquita, do Mar sem Fim

                                    Peixe-serra gigante

                                    Um peixe-serra gigante (Pristis pristis) pode atingir até 7 metros de comprimento e pesar mais de 600 kg. Seu focinho alongado e achatado traz dentes serrilhados, que se assemelham a, justamente, uma serra (ou rostrum) — característica que pode constituir até 20% do comprimento total do peixe.

                                    Foto: Simon Fraser University – University Communications / Wikimedia Commons / Reprodução

                                    A espécie costuma viver em águas costeiras rasas — tanto salgadas quanto doces — , estuários e rios, muitas vezes em regiões de manguezais. O peixe-serra gigante se alimenta principalmente de peixes e invertebrados bentônicos e usa seu rostrum para escavar no fundo do mar e atordoar presas.

                                    Foto: J. Patrick Fischer / Wikimedia Commons / Reprodução

                                    Um fato curioso sobre a espécie é que os filhotes nascem com o rostrum envolto em uma bainha protetora, para evitar ferimentos à mãe. Atualmente, o peixe é considerado criticamente ameaçado pela IUCN, devido à pesca excessiva e à destruição de seus habitats.

                                    Peixe-lua

                                    O peixe-lua (Mola mola) pode pesar mais de 2 toneladas e atingir cerca de 3 metros de comprimento e 4 metros de altura (incluindo as nadadeiras dorsais e ventrais). Seu chamativo corpo achatado de pele geralmente cinza prateada confere a ele o apelido de “lua”.

                                    Foto: Nol Aders / Wikimedia Commons

                                    A espécie alimenta-se, principalmente, de medusas, mas também consome pequenos peixes, zooplânctons e algas. Entre suas características comportamentais estão o hábito de flutuar perto da superfície para se aquecer ao sol e nadar na vertical.

                                    Peixe-lua oceânico (Mola mola). Foto: Ilse Reijs and Jan-Noud Hutten / Wikimedia Commons / Reprodução

                                    Um peixe-lua fêmea pode liberar até 300 milhões de ovos de uma vez — mais do que qualquer outro vertebrado conhecido. Ainda assim, a espécie está listada como vulnerável pela IUCN.

                                     

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                                      Por: Redação -

                                      Os atletas do triatlo masculino que esperavam competir nesta terça-feira (30) amanheceram com más notícias: a disputa foi adiada para amanhã (31), devido às más condições do Rio Sena, que hospeda a parte aquática do esporte.

                                      Em comunicado, a World Triathlon e os organizadores dos Jogos Paris 2024 informaram que a qualidade da água está abaixo dos limites aceitáveis, em decorrência das fortes chuvas que caíram sobre a cidade na sexta-feira (26) — durante a abertura oficial das Olimpíadas — e no sábado (27).

                                      No domingo (28) e na segunda-feira (29), os treinos no Rio Sena já haviam sido adiados, o que os impediu os triatletas de se familiarizarem com o local da prova.

                                       

                                      “Paris 2024 e World Triathlon reiteram que a sua prioridade é a saúde dos atletas. Os testes realizados hoje no Sena revelaram níveis de qualidade da água que não fornecem garantias suficientes para permitir a realização do evento”, diz um trecho do comunicado oficial.


                                      A prova masculina foi remarcada para 31 de julho, às 5h45, no horário de Brasília. A disputa feminina segue conforme o calendário anterior, também em 31 de julho, só que às 3h.

                                      Rio Sena está novamente poluído?

                                      No começo do mês, a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, cumpriu a promessa de nadar no recém despoluído Rio Sena, contrariando as previsões menos otimistas sobre a qualidade das águas. No entanto, os temporais dos últimos dias foram cruciais para afetar o curso positivo dos acontecimentos.

                                      Foto: Rodrigo Pereira da Silva/ Wikimedia Commons/ Reprodução

                                      Conforme informado pelo site oficial de Paris, que publica as atualizações sobre as medições realizadas, as chuvas fortes fazem com que parte da água não tratada — proveniente do esgoto da cidade — escoe para o rio, levando consigo bactérias capazes de prejudicar a saúde.

                                       

                                      Os últimos relatórios da Eau de Paris, empresa pública responsável pelo monitoramento da água, mostram níveis perigosos de Escherichia coli (E. coli), bactéria encontrada no intestino de humanos e animais. Algumas cepas podem provocar cólicas abdominais severas, diarreia, sangue nas fezes e vômitos, segundo o Ministério da Saúde brasileiro.

                                       

                                      Informações oficiais também apontam que “obras de saneamento permitirão limitar a poluição, mas não a eliminar completamente em caso de tempestade intensa”. Outros fatores como temperatura da água, sol e fluxo do rio influenciam na qualidade do Sena.

                                      Estima-se que leva entre 48h e 72h para que a qualidade da água retorne a níveis seguros para banho após despejos resultantes de um episódio de chuva– site oficial da cidade de Paris

                                      A agência francesa de notícias AFP comunicou que os responsáveis pelos Jogos preveem um “plano B”, caso do rio não se recuperar a tempo. Isso envolve adiar as competições de triatlo por alguns dias ou transferi-las para Vaires-sur-Marne, no Rio Marne, a leste de Paris.

                                       

                                      O triatlo é o primeiro esporte olímpico a ser agendado no Rio Sena. Na próxima semana, estão previstas as provas da maratona aquática nos dias 8 de agosto (feminino) e 9 de agosto (masculino).

                                       

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                                        Já pensou como seria navegar num iate presidencial dos Estados Unidos, como um verdadeiro presidente da América? Agora, esse sonho pode sair do papel, pois o icônico Honey Fitz — barco que hospedou oito governantes dos EUA — está disponível para aluguel.

                                        Hoje propriedade do Lessing’s Hospitality Group, o lendário iate presidencial de 93 pés (28 metros de comprimento), que já pertenceu a históricos presidentes norte-americanos como John F. Kennedy, Franklin D. Roosevelt e Richard Nixon, atualmente, se encontra no Pelican Club, Jupiter, no estado da Flórida.

                                        Foto: Honey Fitz/ Divulgação

                                        Para viver a experiência de “presidente por um dia”, o Honey Fitz oferece vários pacotes para os hóspedes, que podem realizar casamentos, festas privadas ou eventos corporativos a bordo do iate, além da possibilidade de aproveitá-lo tanto atracado quanto navegando na enseada de Jupiter.

                                        Foto: Honey Fitz/ Divulgação

                                        No momento, o fretamento só está disponível no Pelican Club, que aceita reservas para eventos a partir de outubro. Para mais informações sobre o aluguel do Honey Fitz, basta consultar o site oficial.

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                                        Rebatizado por John Kennedy como Honey Fitz — em homenagem ao seu avô materno — , o barco foi vendido pelo governo dos EUA em 1977, após servir oito presidentes em exercício. Entre estágios de reparo e deterioração, o empresário Charles Modica o adquiriu em 2020, determinado a restaurar o iate — dito e feito.

                                        Foto: Honey Fitz/ Divulgação

                                        Após três anos de uma exausta reforma, o antigo iate presidencial dos EUA estava pronto. Ao mesmo tempo em que manteve peças históricas da década de 1930, o lendário iate misturou o luxo incomparável com o charme histórico para navegar nas águas de Palm Beaches.

                                        Foto: Honey Fitz/ Divulgação
                                        Foto: Honey Fitz/ Divulgação

                                        O elegante iate de madeira tem capacidade para acomodar até 35 convidados, possui um salão principal espaçoso, cozinha equipada, cabine luxuosa e um belo terraço. A restauração deixou o icônico iate com sistema de última geração, além dos mais modernos equipamentos de segurança.

                                        Foto: Honey Fitz/ Divulgação

                                        Um pedaço da história americana

                                        Durante o mandato de Joe Biden, o 46º presidente dos Estados Unidos não teve à sua disposição uma embarcação exclusivamente para ele. Mas entre 1931 e 1977, os líderes do país norte-americano podiam usufruir deste Honey Fitz — originalmente batizado de USS Sequoia.

                                        O presidente dos EUA, Richard M. Nixon, e o líder da URSS, Leonid Brezhnev, a bordo do USS Sequoia, em 1973. Foto: Wikimedia Commons/ Domínio Público

                                        Projetado em 1921, o centenário iate foi projetado pelo arquiteto naval John Trumpy, sob encomenda do banqueiro Richard Cadwalader. Quem teve a honra de construir a embarcação foi o estaleiro Mathis Yacht Building Company, e sua obra só foi conhecer as águas pela primeira vez em 1925.

                                        Ela ainda seria vendido para outro empresário, até cair no domínio do governo dos EUA em 1931 e virar o iate presidencial. Desde então, oito presidentes tiveram o iate a seu dispor: Hebert Hoover, Franklin D. Roosevelt, Harry S. Truman, Dwight D. Eisenhower, John F. Kennedy, Lyndon B. Johson, Richard Nixon e Gerald Ford.

                                        Richard M. Nixon e Leonid Brezhnev a bordo do iate presidencial Sequoia. Foto: Creative Commons/ Reprodução

                                        Como é de se imaginar, não faltam histórias neste barco. A bordo do USS Sequoia, Nixon realizou mais de 80 viagens — e nele também renunciou à presidência — , John Kenedy comemorou seu aniversário de 46 anos e Roosevelt, que era cadeirante, instalou um elevador entre os deques, enquanto usava a embarcação como base operacional durante a Segunda Guerra Mundial.

                                         

                                        Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                         

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                                          Microcontinente formado há mais de 40 milhões de anos é descoberto submerso, diz pesquisa

                                          Localizado entre a Groenlândia e o Canadá, fragmento continental foi encontrado sem estar completamente rachado

                                          Nem sempre nosso planeta foi do jeito que conhecemos hoje. Há aproximadamente 300 milhões de anos, o mundo se resumia a um supercontinente chamado Pangeia, que se fragmentou após os movimentos das placas tectônicas e resultou na formação de continentes e — menos conhecidos — microcontinentes.

                                          Desde então, foram avistados alguns desses fragmentos continentais pelo mundo, sendo o mais recente o “proto-microcontinente do Estreito de Davis”, formado há 40 milhões de anos e encontrado submerso entre a Ilha de Baffin, no Canadá, e a costa oeste da Groenlândia. A descoberta foi publicada na revista científica Gondwana Research.

                                          Ilha de Baffin, no Canadá. Foto: NASA World Wind/ Domínio Público

                                          Na prática, um microcontinente é um pedaço de uma crosta continental que foi quebrado das principais massas continentais, resultando em formação de ilhas distintas. Acontece que, no caso deste achado, além de estar submerso, o enorme bloco não foi completamente rachado.

                                           

                                          Assim como em todos os casos, esses “pedaços” continentais surgem em lugares bem distantes do seu local de origem. Neste caso, esse proto-microcontinente do Estreito de Davis se separou da Groenlândia há milhões de anos e formou um bloco espesso com cerca de 19 a 24 km, segundo os pesquisadores.

                                          De acordo com a pesquisa, essa formação geológica surgiu, provavelmente, entre 48 e 58 milhões de anos atrás, e só teria parado de se mover há 33 milhões de anos, quando a Groenlândia se chocou com a Ilha de Ellesmere, no extremo norte do Canadá — voltando a fazer parte da placa tectônica da América do Norte.

                                          Uma viagem no tempo

                                          Por estar localizada em meio à Groenlândia e ao Canadá, este microcontinente submerso é uma passagem oceânica que conecta os mares Labrador e Baía Baffin, que variam entre 1 mil e 2 mil metros de profundidade. Porém, a real diferença deste Estreito para o resto da região é a grossura da costa.

                                           

                                          Enquanto as áreas que o separam da Groenlândia e Ilha Baffin têm entre 15 e 17 km de espessura, este novo microcontinente submerso tem, conforme mencionado, entre 19 e 24 km. Mas todo esse trabalho só foi possível porque os cientistas da pesquisa realizaram uma reconstrução histórica geológica.

                                          Ilha de Baffin. Foto: Creative Commons/ Reprodução

                                          Através de mapas que contêm dados de gravidade e atividade sísmica, os cientistas reconstruíram todo o processo da formação da região e como as placas tectônicas se moviam há 30 milhões de anos atrás, tendo uma compreensão melhor da origem deste microcontinente submerso.

                                           

                                          Na “construção” deste Estreito, ocorreu um processo constante: o afinamento e ruptura da crosta terrestre — que criou fendas continentais chamadas de “riftes”. Inclusive, cada terremoto ou atividade de nível sísmico pode causar novas separações desses fragmentos continentais.

                                          Groenlândia. Foto ilustrativa.

                                          A equipe de pesquisa chegou a usar mapas derivados de dados de gravidade e reflexão sísmica para determinar a idade das falhas associadas ao “rifteamento”. Logo, os cientistas determinaram que a divisão inicial entre as duas regiões começou há aproximadamente 118 milhões de anos, durante a época Cretáceo Inferior.

                                           

                                          O conhecimento gerado por este estudo é crucial para a compreensão das dinâmicas tectônicas globais. Além disso, o artigo sugere que a formação de microcontinentes, como a do Estreito de Davis, pode ser comum em outras partes do mundo, e mais pesquisas são necessárias para entender melhor esse processo.

                                           

                                          Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                           

                                          Náutica Responde

                                          Faça uma pergunta para a Náutica

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                                            De 14 a 18 de agosto, público do evento náutico desfrutará de experiências para toda a família

                                            Por: Redação -
                                            29/07/2024

                                            A estreia do Brasília Boat Show promete ficar guardada na memória dos visitantes que atracarem por lá. Afinal, além de ponto de encontro para os amantes da náutica, o salão garantirá muito entretenimento e diversão para todos.

                                            A ideia é que o público viva uma experiência diferenciada no evento que acontece de 14 a 18 de agosto, para além das visitas aos estaleiros e estandes de motores e acessórios. O Boat Show vai ser transformar no point da cidade durante cinco dias.

                                            Foto: Mariordo/ Wikimedia Commons/ Reprodução

                                            Quais as atrações do Brasília Boat Show?

                                            Vila gastronômica

                                            A primeira expectativa do Brasília Boat Show é de que uma vila gastronômica embale os sentidos de quem desembarcar no salão náutico.

                                             

                                            Além de opções para todos os gostos, o espaço oferecerá lugares especiais para que os visitantes aproveitem a bela visão do pôr do sol às margens do Lago Paranoá — seja tomando um drink ou aproveitando uma boa seleção de músicas.

                                            Minipraia dentro do salão

                                            Embora Brasília não tenha praia, nada impede que o Boat Show tenha! Haverá uma minipraia dentro da área de alimentação, pensada para quem quer relaxar com os pés na areia e com vista para as águas do lago.

                                            Metrópoles Talks e Music

                                            No Metrópoles Talks e Music, o público aproveitará uma série de palestras com importantes nomes do setor náutico, que compartilharão experiências, insights e aprendizados adquiridos ao longo dos anos. Após os bate-papos, o espaço se transforma em um ambiente descontraído, com música ao vivo.

                                            Exposição de barcos clássicos

                                            Os apaixonados por antiguidades não podem perder a atração Tesouros Náuticos, que exibirá embarcações clássicas de décadas passadas. Um espaço para voltar no tempo!


                                            Rally Náutico

                                            O Brasília Boat Show vai sediar o Rally Náutico do Clube da Aeronáutica de Brasília, um encontro de barcos de todos os tipos e tamanhos no Lago Paranoá que trará muita emoção e esportividade ao salão náutico.

                                            Amplo espaço kids

                                            A criançada também será contemplada com um amplo espaço kids no Brasília Boat Show. A área de playground é inspirada na campanha ecológica do cartunista Ziraldo, feita em parceria com a NÁUTICA, “Só jogue na água o que o peixe pode comer”

                                            Test-drive de lanchas e jets

                                            Marca registrada dos Boat Shows, os testes são ideais para quem deseja sentir a navegação de uma embarcação antes de adquiri-la — podendo, assim, comparar na prática qual oferece os recursos mais compatíveis ao desejado.

                                             

                                            O Boat Show de Brasília, inclusive, será o primeiro a proporcionar o teste de jets aos visitantes que queiram fechar negócio. O público poderá navegar nas águas do Lago Paranoá com modelos Yamaha, Sea-Doo ou com o jet elétrico da Ventura.

                                            Brasília Boat Show

                                            A Boat Show Eventos, organizadora dos maiores eventos náuticos da América Latina, atraca pela primeira vez no Centro-Oeste, nas águas do belo Lago Paranoá. O 1º Brasília Boat Show reunirá, em formato boutique, grandes destaques do mercado.

                                            Os visitantes do salão na capital federal vão conferir equipamentos, acessórios, lanchas, jets, pontoons e outros modelos de barcos — inclusive com embarcações disponíveis para test-drive. Atrações para toda a família completam a lista de opções do primeiro Boat Show no Centro-Oeste.

                                             

                                            A escolha pela região celebra o grande potencial náutico que envolve o Centro-Oeste. Afinal, 15% de todas as embarcações registradas no Brasil se encontram no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — sendo que o Distrito Federal ocupa o 5º lugar entre os dez estados com mais embarcações de esporte e recreio no país.

                                             

                                            Anote aí!

                                            Quando: De 14 a 18 de agosto de 2024
                                            Onde: Orla da Concha Acústica (SCE Trecho Enseada 01, Projeto Orla, Polo 03, Lote 20, Brasília – DF)
                                            Horário: Quarta a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado e domingo, das 11h às 21h
                                            Mais informações: site do evento
                                            GARANTA SUA ENTRADA

                                             

                                            Náutica Responde

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                                              Vem aí o 9º Congresso Internacional Náutica. Saiba como participar!

                                              Principal evento para a discussão do turismo náutico no Brasil acontecerá no São Paulo Expo, nos dias 18 e 19 de setembro

                                              Já é tradição: antecedendo o São Paulo Boat Show — maior evento náutico da América Latina, que neste ano acontece de 19 a 24 de setembro –, o Congresso Internacional Náutica atraca no São Paulo Expo para discutir, entre importantes agentes do setor, as possibilidades do turismo náutico no Brasil. Chegando a sua 9ª edição, o evento acontecerá nos dias 18 e 19 de setembro.

                                              As salas do mezanino do São Paulo Expo serão o palco em que prefeitos, secretários estaduais e municipais de Turismo e do Meio Ambiente, além de outros agentes do setor náutico, se reunirão para debaterem o tema: “O Impacto Econômico do Turismo Náutico no Desenvolvimento Regional”.

                                              Foto: Revista Náutica

                                              Visando as boas práticas de um turismo promissor, gerador de renda e de crescimento econômico-social, a 9ª Edição do Congresso Internacional Náutica será um ambiente propício para o aprendizado, relacionamento e troca de informações valiosas com casos reais, tendências do turismo sobre as águas, geração de empregos, questões ambientais e outros assuntos.

                                              Foto: Revista Náutica

                                              Tudo isso através de palestras, conversas, networking e mesas-redondas

                                              Confira os tópicos da 9ª Edição do Congresso Internacional Náutica

                                              • Desafios e o passo a passo para o investimento no turismo náutico: aquisição de infraestrutura, desenvolvimento do roteiro turístico, geração de empregos e renda para os municípios;
                                              • Cases a nível nacional e internacional: conteúdo prático e implementável sobre infraestrutura náutica;
                                              • Legislação e licenciamento ambiental: avanços e perspectivas futuras;
                                              • Evolução do turismo náutico no Brasil: visão e lições das cinco regiões do país;
                                              • A Náutica como utilidade pública: como a náutica bem estruturada pode ser uma alternativa para as comunidades locais com o aumento das forças naturais no mundo.

                                              Congresso Internacional Náutica em números

                                              Chegando à nona edição, o Congresso Internacional Náutica já reuniu, ao longo dos seus nove anos, mais de 800 participantes, que puderam acompanhar debates enriquecedores sobre as mais diversas possibilidades que o turismo pelas águas do Brasil pode proporcionar.

                                              Foto: Revista Náutica

                                              Ao todo, mais de 120 palestrantes já passaram pelo evento, levantando temas importantes não só para o setor náutico, como para a sociedade de forma geral, como o Programa Novo Rio Pinheiros — que busca revitalizar um dos mais importantes símbolos da cidade de São Paulo.


                                              Com representantes de todo Brasil e participações internacionais, o Congresso já soma mais de 50 cases que, ao longo das edições, mostraram aos participantes, na prática, como o turismo náutico é capaz de transformar diversas regiões do país, mesmo aquelas em que essa possibilidade não é tão evidente.

                                              Quem pode participar?

                                              O Congresso Internacional Náutica é um encontro desenvolvido para prefeitos, secretários de turismo e agentes do setor náutico.

                                               

                                              Para mais informações, entre em contato através do e-mail [email protected].

                                               

                                              Náutica Responde

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                                                Por: Redação -

                                                O que vem à sua mente quando você pensa no Velho Oeste? Cowboys, pistoleiros e xerifes em paisagens áridas são alguns dos aspectos que caracterizam esse período da história dos Estados Unidos — e todos eles foram bem representados no cruzeiro de luxo que, por meio de uma ‘viagem de trem’, transporta os passageiros de volta ao passado.

                                                A atividade imersiva está disponível no Utopia of the Seas, um dos maiores navios da Royal Caribbean, que inaugurou sobre as águas neste mês. Para se ter uma noção de sua magnitude, há 18 tobogãs e mais de 40 opções de comidas e bebidas a bordo.

                                                Foto: Royal Caribbean/ Divulgação

                                                Uma das experiências gastronômicas acontece justamente na Royal Railway – Utopia Station, a estação de trem dentro do cruzeiro. Trata-se, na verdade, de um restaurante todo personalizado, cujo objetivo é fazer com que o hóspede “se sinta como se estivesse jantando em uma locomotiva viajando pelo Velho Oeste”.


                                                Como funciona a imersão no ‘trem’ dentro do cruzeiro

                                                Antes de se sentar à mesa, o passageiro aguarda na plataforma do trem, envolvida pelo vapor das máquinas. Por lá, pode desfrutar de bebidas da época — como o Pisco Sour, por exemplo, bastante popular em São Francisco.

                                                Cruzeiro abriu as portas neste mês. Foto: Royal Caribbean/ Divulgação

                                                A decoração do interior também não peca em nada: há quadros de embarque, bilhetes de viagem e telas que simulam paisagens exteriores, como se fossem janelas, capazes de transformar os vagões em uma verdadeira máquina do tempo.

                                                 

                                                Mas os efeitos especiais não acabam aí: enquanto jantam, os passageiros do trem no cruzeiro sentem leves vibrações sob os pés — que imitam a sensação de estar sobre trilhos — e interagem com atores vestidos a caráter, designados para dar um show a bordo.

                                                Foto: Royal Caribbean/ Divulgação

                                                Há ainda a possibilidade de ouvir ecos de tiros, já que os conflitos eram bem comuns no Velho Oeste, ou bandidos correndo pela parte de cima da locomotiva.

                                                 

                                                Embora o tema de faroeste tenha sido escolhido para a estreia do Utopia of the Seas, o trem utópico deve transportar os hóspedes por outros lugares e cenários ao redor do mundo, sempre com charme e efeitos que enganem os sentidos de quem estiver a bordo do cruzeiro.

                                                 

                                                Náutica Responde

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                                                  As tecnologias de navegação disponíveis no mercado estão cada vez mais amplas. Colocá-las em prática de forma a aproveitar 100% de seus recursos, contudo, pode não ser tarefa fácil. Por isso, a Marine Express oferece treinamentos gratuitos — com direito a certificado — para o bom uso dos eletrônicos Raymarine, marca mundialmente conhecida no setor.

                                                  Em seus mais de 30 anos de mercado, a Marine Express foi uma das primeiras marcas especializadas em equipamentos náuticos a viabilizar aos estaleiros do Brasil o acesso a equipamentos de marcas de expressão mundial, como a Raymarine. Mas de nada adianta um equipamento de última geração se o navegador não souber como usá-lo — o que pode, inclusive, colocar em risco a vida dos tripulantes.

                                                  Foto: Marine Express / Divulgação

                                                  Pensando nisso, a Marine Express oferece os chamados “Treinamentos de Operação dos Eletrônicos de Navegação Raymarine”, que acontecem nas unidades de vendas e serviços da marca, espalhadas pelo país.

                                                   

                                                  Gratuita, a ação leva capacitação a navegadores amadores e profissionais para que, no mar, possam usar de forma eficiente e segura os equipamentos Raymarine.

                                                  O foco é garantir que os usuários maximizem o desempenho e a funcionalidade dos dispositivos, aumentando a segurança, conforto e a satisfação durante a navegação com os equipamentos– explica a marca

                                                  Além do público dos barcos de lazer, a Marine Express também realiza cursos para equipes de serviço, como a Marinha do Brasil, Bombeiros e a Polícia Federal, por exemplo.

                                                  Foto: Marine Express / Divulgação

                                                  Mais de 2 mil alunos capacitados e certificados

                                                  Nos últimos dois anos, a Marine Express já capacitou — e certificou — mais de 2 mil alunos, que encontram nos treinamentos uma ampla gama de tópicos abordados, como os a seguir:

                                                  • Introdução do Sistema Operacional LightHouse da Raymarine;
                                                  • Configuração e calibração dos dispositivos;
                                                  • Utilização do GPS, Auto Rota, planejamento de rotas, sonares, radares e sistemas de navegação;
                                                  • Integração com outros sistemas a bordo, incluindo o piloto automático;
                                                  • Resolução de problemas comuns;
                                                  • Atualizações de software e manutenção preventiva;
                                                  • Dicas e recursos para otimizar a navegação;

                                                  Nos últimos anos, intensificamos e aprimoramos continuamente os conteúdos e métodos didáticos para aplicar no dia a dia as principais funções e recursos disponíveis nos equipamentos Raymarine– destaca a Marine Express

                                                  Foto: Marine Express / Divulgação

                                                  “Estamos comprometidos em fornecer o conhecimento necessário para que todos naveguem com segurança e confiança. A Marine Express tem sido um parceiro valioso, sempre à frente, oferecendo conhecimento e suporte aos navegadores”, ressaltou à NÁUTICA Christiano Sestini, diretor da Marine Express.

                                                  Saiba como participar dos treinamentos Marine Express

                                                  Os interessados devem se inscrever através de formulário, sempre disponível na bio do Instagram da marca. É possível também garantir um lugar entrando em contato diretamente com a equipe de suporte Marine Express.

                                                  Foto: Marine Express / Divulgação

                                                  Os treinamentos são realizados nas Unidades de Vendas e Serviços da Marine Express na Marina Itajaí, Iate Clube de Santos (Guarujá e litoral norte), Ilhabela (Ubatuba), Angra dos Reis (Paraty e Rio de Janeiro) e Salvador, com datas específicas anunciadas pelo time comercial e técnico da empresa.


                                                  A ação é gratuita e gera um certificado de participação aos navegadores. Vale ressaltar que as vagas são limitadas e preenchidas por ordem de inscrição.

                                                   

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                                                    As águas cristalinas de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, se despediram neste domingo (28) do maior evento de vela oceânica da América Latina: a 51ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela (SIVI). Mais de 100 barcos e 900 velejadores participaram das mais de 40 regatas da competição, divididas em cinco classes:  C-30, ORC, BRA-RGS, Clássicos e RGS Cruiser.

                                                    Durante a 51ª SIVI, as raias do Canal de São Sebastião receberam as embarcações com momentos de falta de vento — o que nem de longe tirou o brilho das regatas, que contaram, inclusive, com atletas olímpicos, como Robert Scheidt, Lars Grael e Samuel Albrecht.

                                                    Foto: Neto Ilhabela / FOTOP / Divulgação

                                                    Ao lado de navegadores amadores, profissionais e de países vizinhos, como Argentina e Uruguai, os velejadores mais experientes compuseram o grande DNA da SIVI como o maior encontro da modalidade na América do Sul.

                                                    Marco Lagoa e velejadores do YCSA. Foto: Caio Souza / On Board Sports / Divulgação

                                                    A competição, tradicionalmente realizada no mês de julho — de forma a impactar positivamente o turismo de Ilhabela –, também olha para o futuro da modalidade, com a promoção da Vela do Amanhã que, nesta edição, reuniu mais de 170 crianças de 15 projetos sociais da modalidade em mais de 45 barcos.

                                                    É uma ótima oportunidade das crianças conhecerem a vela oceânica e logo, logo poderão participar de uma tripulação! O trabalho em equipe é um dos maiores ensinamentos que conseguimos transmitir para as crianças– Marco Lago, velejador do YCSA e do barco Boto

                                                    “Foi uma Semana de Vela incrível, com muitas disputas na raia, alto nível técnico, atividades dentro do clube e no Village. Subimos a régua e a expectativa é entregar em 2025 uma SIVI ainda melhor. Tivemos a Vela do Amanhã e a Vivência para crianças no Optimist no Yacht Club de Ilhabela para garantir a nova geração nas raias”, ressaltou Damian Pons, diretor de vela do YCI e velejador do Tonka, campeão na C-30.

                                                    51ª Semana de Vela: confira a lista dos campeões

                                                    No último dia de regatas, o céu estava tão aberto quanto os resultados. Em baixa, apenas o vento — sem novidades para essa 51ª edição. Bom para os barcos menores, como previsto por Alfredo Rovere, no comando da proa do +Bravíssimo, do Espírito Santo. Confira, a seguir, os resultados finais de cada classe.

                                                    C-30

                                                    Na C-30, o primeiro lugar ficou com o Tonka, de Demian Pons, que teve na tripulação ninguém menos que Robert Scheidt. Logo atrás veio o Relaxa, de Thomas Mangabeira, e o Loyalt 06, de Alex Leal.

                                                    Foto: Neto Ilhabela / FOTOP / Divulgação

                                                    ORC Geral

                                                    Na ORC Geral, o +Bravíssimo, de Luciano Secchin, conquistou a 51ª SIVI com duas vitórias nas provas decisivas, superando os favoritos do Crioula 52, de Eduardo Plass e o Phoenix 44, de Mauro Dottori.

                                                    Como disse na abertura, a competição tinha tudo para ser de barcos menores e foi isso o que rolou. Soubemos velejar com as condições de ventos um pouco mais fracas e extrair o máximo do time– Alfredo Rovere, do +Bravíssimo

                                                    BRA-RGS

                                                    Após bater na trave duas vezes, a 51ª SIVI veio para consolidar os esforços do Pangea, de Jorge Carneiro, diretamente de Florianópolis (SC).

                                                     

                                                    “Ganhamos! Muito feliz! A gente velejou tranquilo, procuramos errar o mínimo. Velejamos há muito tempo juntos, conhecemos muito bem o barco, que é muito bem medido”, comemorou Jorge.


                                                    Na BRA-RGS C, quem ocupou a primeira colocação foi o barco Rainha, de Leonardo Pacheco. Na B, o Kaluanã, de Leonardo Soldon e, na A e no geral, o Pangea, que leva o título para o Sul do país.

                                                    RGS Cruiser Geral

                                                    Na RGS Cruiser Geral, o Nautico II, de San Izidro, terminou em primeiro, seguido pelo BL3 Urca, de Clauberto Andrade e do Pegasus, de Lucas Azambuja. Na RGS-Cruiser B o Pegasus liderou a classe e, na RGS-Cruiser A, o barco argentino Náutico II, de San Izidro, foi o campeão. A RGS–Cruiser C teve BL3 em primeiro.

                                                    Clássicos

                                                    Nos Clássicos, para veleiros da década de 1970, o geral ficou com o Kameha Meha, de Alberto Kunath. A Clássicos C teve como campeão Angatu, de André Torrent. Na B, o Vendetta, de André Gick, se consagrou com a primeira colocação.

                                                    Foto: Neto Ilhabela / FOTOP / Divulgação

                                                    Classificações gerais

                                                    C-30 | 12 regatas

                                                    1º Lugar: Tonka | Demian Pons – 67,50 pontos;

                                                    2º Lugar: Relaxa | Thomas Mangabeira – 66 pontos;

                                                    3º Lugar: Loyalt 06 | Alex Leal – 63,50 pontos;

                                                    RGS Cruiser Geral

                                                    1º Lugar: Nautico II (ARG) | Club Nautico San Izidro – 166 pontos;

                                                    2º Lugar: Bl3 Urca | Clauberto Andrade – 155 pontos;

                                                    3º Lugar: Pegasus | Lucas Silva Azambuja – 153 pontos;

                                                    RGS Cruiser A | 9 regatas

                                                    1º Lugar: Nautico II (ARG) | Club Nautico San Izidro – 41 pontos;

                                                    2º Lugar: Nautilus | Aziz Constantino – 33 pontos;

                                                    3º Lugar: Inaê 50 | Bayard Freitas Filho – 27 pontos;

                                                    RGS Cruiser  B | 9 regatas

                                                    1º Lugar: Pegasus | Lucas Silva Azambuja – 42 pontos;

                                                    2º Lugar: Bl3 Mangalô | Pedro Luiz Rodrigues – 35 pontos;

                                                    3º Lugar: Bossa Nova | Valéria Ravani – 31 pontos;

                                                    RGS Cruiser C | 9 regatas

                                                    1º Lugar: Bl3 Urca | Clauberto Andrade  – 83 pontos;

                                                    2º Lugar: Cambada 1 | Luis Fernando Giovanini – 70 pontos;

                                                    3º Lugar: Helios | Marcos Gama Lobo – 68 pontos;

                                                    RGS Clássicos Geral | 8 regatas

                                                    1º Lugar: Kameha Meha | Alberto Henrique Kunath – 107 pontos;

                                                    2º Lugar: Vendetta | André Gick – 104,50 pontos;

                                                    3º Lugar: Pepa Xix | Manfred Kaufmann – 98 pontos;

                                                    RGS Clássicos A | 8 regatas

                                                    1º Lugar: Kameha Meha | Alberto Henrique Kunath – 37,50 pontos;

                                                    2º Lugar: Morgazek | Michele D’Ippolito – 30 pontos;

                                                    3º Lugar: Aquarius | Jean Roger Peter – 23,50 pontos;

                                                    RGS Clássicos B | 8 regatas

                                                    1º Lugar: Vendetta | André Gick – 33,50 pontos;

                                                    2º Lugar: Pepa XIX | Manfred Kaufmann – 32 pontos;

                                                    3º Lugar: Asteriscus | Luiz Rosenfeld – 26 pontos;

                                                    RGS Clássicos C | 8 regatas

                                                    1º Lugar: Angatu | André Torrent – 36,50 pontos;

                                                    2º Lugar: Brazuca | José Rubens Rancho – 32 pontos;

                                                    3º Lugar: Jão Sereno | Fabiana De Souza – 20,50 pontos;

                                                    BRA RGS Geral | 9 regatas

                                                    1º Lugar: Pangea | Jorge Caneiro – 209 pontos;

                                                    2º Lugar: Orion | Victor Fonseca – 191 pontos;

                                                    3º Lugar: Kaluanã | Leonardo Soldon – 188 pontos;

                                                    BRA-RGS A | 9 regatas

                                                    1º Lugar: Pangea | Jorge Caneiro – 41 pontos;

                                                    2º Lugar: Zeus | Paulo Fernando Moura – 36,50 pontos;

                                                    3º Lugar: Sossegado | Marco Hidalgo – 23 pontos;

                                                    BRA-RGS B | 9 regatas

                                                    1º Lugar: Kaluanã | Leonardo Soldon – 108 pontos;

                                                    2º Lugar: Orion | Victor Fonseca – 106 pontos;

                                                    3º Lugar: Tanuki | Rafael Terentin – 90 pontos;

                                                    BRA-RGS C | 9 regatas

                                                    1º Lugar: Rainha | Leonardo Pacheco – 89,50 pontos;

                                                    2º Lugar: Kraken | Rogerio Arccioli – 81 pontos;

                                                    3º Lugar: Comanda | Sebastian Menendez – 70 pontos;

                                                    ORC Geral | 9 regatas

                                                    1º Lugar: +Bravissimo | Luciano Secchin – 134,50 pontos;

                                                    2º Lugar: Crioula 52 | Eduardo Plass – 127,50 pontos;

                                                    3º Lugar: Phoenix 44 | Mauro Dottori / Fabio Cotrim – 117 pontos;

                                                    ORC Cruiser | 9 regatas

                                                    1º Lugar: +Bravissimo | Luciano Secchin – 75 pontos;

                                                    2º Lugar: Mago (ARG) | José Nicolas Bartolucci – 64 pontos;

                                                    3º Lugar: Xamã Andbank | Sergio Klepacz – 56 pontos;

                                                    4º Lugar: America Del Sur (ARG) | Pablo Maffei – 51 pontos;

                                                    5º Lugar: Albariño (URU) | Marcelo Cipolina – 50,50 pontos;

                                                    ORC Racer | 9 regatas

                                                    1º Lugar: Crioula 52 | Eduardo Plass – 66 pontos;

                                                    2º Lugar: Phoenix 44 | Mauro Dottori / Fabio Cotrim – 61 pontos;

                                                    3º Lugar: Sandokan (ARG) | Carlos Belchior Costa – 60,50 pontos;

                                                    Super 40 | 7 regatas

                                                    1º Lugar: Phytoervas | Marcelo Bellotti – 12 pontos;

                                                    2º Lugar: Argos | André Sobral – 17 pontos;

                                                    3º Lugar: King BMW Autostar | Fábio Faccio – 20 pontos;

                                                    4ª Lugar: Inaê Transbrasa | Bayard Neto- 22 pontos;

                                                    5ª Lugar: Vesper IV | João Marcos Mendes – 35 pontos;

                                                    Regata por Equipes

                                                    1º Lugar: Internacional: Mago (ARG), Nautico II (ARG), Kamehameha – 43 pontos;

                                                    2º Lugar: Conexão: Sandokan (ARG), Pangea, Armonia (ARG) – 56 pontos;

                                                    3º Lugar: MykingMorgazek: King BMW Autostar, Morgazek, My Boy – 59 pontos.


                                                    51ª edição da Semana de Vela de Ilhabela

                                                    A Semana Internacional de Vela de Ilhabela é tida como a maior da modalidade na América do Sul. O evento reúne os principais nomes do esporte no país, divididos em barcos de diferentes tamanhos e classes.

                                                    Foto: Vinicius Branca / Divulgação

                                                    Neste ano, as regatas contaram com mais de 100 veleiros de diversos estados do país, como Espírito Santo, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, além de estrangeiros da Argentina e Uruguai.

                                                     

                                                    Foram mais de 40 regatas em raias tradicionais como o Canal de São Sebastião, Ponta das Canas, Alcatrazes, Farol dos Moleques e Ponta das Selas.

                                                     

                                                    Náutica Responde

                                                    Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                      Luxuoso superiate ‘Reposado’ tem locação de R$ 800 mil por semana e jacuzzi secreta

                                                      Embarcação de 52 metros ancorada na Croácia acomoda até 12 pessoas e esbanja brinquedos aquáticos

                                                      O mercado de luxo náutico está em alta na Europa, especialmente com a chegada do verão. Entre as opções de destaque, o superiate “Reposado” chama atenção por suas amenidades exclusivas e a oferta de uma “jacuzzi secreta”.

                                                      Entregue pelo estaleiro Tramontana e com design interior da NO.mad Design, o Reposado tem 52 metros de comprimento e atualmente está ancorado em um estaleiro na Croácia. Projetado para proporcionar uma experiência inesquecível para até 12 hóspedes, o superiate reflete o alto padrão do lazer de luxo dos mais afortunados.

                                                      Foto: IYC / Divulgação

                                                      Conheça o superiate Reposado

                                                      Construído com um casco de aço e superestrutura de alumínio, o Reposado é equipado com seis suítes, que garantem conforto e flexibilidade de sobra para os hóspedes. Não é para menos, afinal, para viajar a bordo do superiate é necessário desembolsar 135 mil euros por semana, aproximadamente R$ 823 mil na cotação atual.

                                                      Foto: IYC / Divulgação

                                                      No centro do convés, uma jacuzzi escondida com capacidade para oito pessoas se destaca como uma das principais atrações — mas não para por aí.

                                                      Foto: IYC / Divulgação

                                                      Na popa, um amplo beach club oferece acesso direto ao mar, ideal para quem deseja mergulhar ou aproveitar os brinquedos aquáticos disponíveis — que não são poucos. Jets, esquis aquáticos, seabobs, wakeboards, equipamentos de pesca, pranchas de remo e equipamentos de mergulho com snorkel garantem a diversão de todos a bordo.

                                                      Foto: IYC / Divulgação

                                                      Um terraço dispõe de um bar molhado, uma mesa de jantar ao ar livre e um amplo salão de dança.

                                                       

                                                      Os pets não ficam de fora da diversão, já que animais de estimação, de pequeno e médio porte, podem ser levados para dentro do Reposado. Uma tripulação de 10 funcionários assegura que todas as necessidades sejam atendidas.

                                                      Foto: IYC / Divulgação

                                                      Espaçosos, os ambientes internos são bem iluminados e decorados com um toque contemporâneo. O salão principal conta com móveis sob medida inspirados na natureza, incluindo um confortável sofá em forma de L, uma mesa de centro e um bar. Adjacente ao salão, uma área de jantar formal acomoda até 12 pessoas.

                                                      Foto: IYC / Divulgação
                                                      Foto: IYC / Divulgação

                                                      Quando a ideia for voltar para terra firme para um passeio, por exemplo, um tender de oito metros ainda garante que o retorno seja feito com conforto e tranquilidade.


                                                      Alimentado por dois motores Caterpillar, o Reposado navega confortavelmente a 11 nós, atingindo uma velocidade máxima de 14 nós. Confira mais fotos:

                                                      Foto: IYC / Divulgação
                                                      Foto: IYC / Divulgação
                                                      Foto: IYC / Divulgação
                                                      Foto: IYC / Divulgação
                                                      Foto: IYC / Divulgação

                                                       

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                                                        Por: Redação -
                                                        28/07/2024

                                                        Um projeto ambicioso pode se tornar o maior do mundo em energia renovável se sair do papel nos próximos anos. Trata-se do “Australia-Asia Power Link”, que pretende transferir energia solar da Austrália até Cingapura por meio de um longo cabo submarino.

                                                        Liderada pela SunCable, a iniciativa fará com que a energia captada pela luz do sol viaje, por baixo do mar, cerca de 4.300 quilômetros até o destino. Nos dois primeiros estágios de desenvolvimento, os clientes asiáticos devem receber 1,75 GW (gigawatts).

                                                        Foto: SunCable/ Divulgação

                                                        Para se ter uma noção do quanto isso significa, imagine que uma geladeira gasta, em média, 25 kW (kilowatts) por mês — o que equivale a 0,000025 GW.

                                                         

                                                        De acordo com a empresa, o objetivo do Australia-Asia Power Link é “capturar energia solar onde é abundante e transmiti-la para onde é necessário”, de forma a abastecer os clientes “24 horas por dia, 7 dias por semana”.

                                                        Foto Ilustrativa.

                                                        A expectativa, inclusive, é de que 15% das necessidades elétricas de Cingapura sejam supridas de forma sustentável, por meio da energia solar.

                                                         

                                                        Uma outra vertente da iniciativa também almeja abastecer a cidade australiana de Darwin, só que com transmissão via aérea ao longo de 800 quilômetros.

                                                        Projeto de energia solar já recebeu aval ambiental

                                                        Na semana passada, a SunCable comunicou que obteve sua principal aprovação ambiental, que estava em tramitação no governo da Austrália.

                                                         

                                                        Graças ao aval positivo, a empresa pode dar continuidade às atividades “comerciais, de desenvolvimento e de engenharia” para levar o projeto à Decisão Final de Investimento, marcada para 2027. Isso inclui instalar o cabo submarino, que partirá de uma estação em Darwin até a fronteira com a Indonésia.


                                                        Se tudo sair conforme o planejado pela empresa, a expectativa é de que o Australia-Asia Power Link comece a operar no começo da década de 2030. No processo de construção, estima-se que 1,7 mil empregos diretos serão gerados, além de outros 12 mil indiretos.

                                                         

                                                        Como próximos passos, a SunCable deve focar em superar alguns obstáculos, como negociar terras com proprietários, obter apoio para financiar a iniciativa e fechar acordos com outros órgãos.

                                                         

                                                        Náutica Responde

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                                                          27/07/2024

                                                          A grandiosidade dos oceanos se reflete também na origem de seus nomes, que remontam a períodos mitológicos, históricos e geográficos, atribuindo a essas vastas imensidões azuis um repertório ainda mais fascinante.

                                                          Mesmo com profundezas ainda misteriosas, os oceanos revelam quase que diariamente surpresas que instigam ainda mais a curiosidade sobre o que mais pode existir debaixo de suas águas. Enquanto a ciência cuida dessa parte, por aqui vamos entender um pouco mais sobre a origem dos nomes dos oceanos.

                                                          Oceano Atlântico

                                                          O Oceano Atlântico carrega consigo um batismo mitológico, baseado na mitologia grega. Tudo começou quando o titã Atlas se envolveu em uma luta contra os deuses do Olimpo (Zeus, Hera, Poseidon, Atena, Ares, Deméter, Apolo, Ártemis, Hefesto, Afrodite, Hermes e Dioniso).

                                                          Como punição, o titã foi condenado por Zeus a carregar o céu nas costas, até que Hércules, filho do próprio Zeus, deu novos rumos a esse cenário. A versão de Atlas conta que Hércules construiu a ele dois pilares para sustentar os céus, tirando o titã de sua punição.

                                                           

                                                          Livre, Atlas começou a reinar do lado oeste do Mediterrâneo, um lugar banhado pelo oceano que ficou conhecido, então, como Oceano Atlântico.

                                                          Oceano Pacífico

                                                          Já com toques da história da humanidade, o Oceano Pacífico foi batizado pelo explorador português Fernão de Magalhães (responsável por liderar a primeira viagem de circum-navegação ao globo, de 1519 até 1522, ao serviço da Coroa de Castela, na Expedição de Magalhães) ainda no início do século 16.

                                                          Em busca de uma rota para a chamada “ilha das especiarias” a serviço da Coroa Espanhola, Fernão passou por momentos desafiadores — e aterrorizantes — ao navegar pelo Estreito de Magalhães. A passagem navegável de 600 km de extensão é tida como a mais importante entre os oceanos Pacífico e Atlântico e reserva duras condições de mar aos navegadores.

                                                           

                                                          Depois de superar o estreito, a expedição de Fernão chegou a um novo e enorme oceano com águas muito calmas. Inspirado por tamanha calmaria, o oceano foi, então, batizado por ele de “Mar Pacífico”. Com o tempo, perceberam que, apesar de mais calmo que o Estreito de Magalhães, o Pacífico não era tão calmo assim — mas o nome segue até os dias atuais.


                                                          Oceano Índico, Ártico e Antártico

                                                          Os nomes Índico, Ártico e Antártico, por sua vez, reservam origens geográficas. Índico, por exemplo, vem do subcontinente indiano, ao qual está adjacente. As rotas comerciais e a importância histórica da Índia contribuíram para essa denominação.

                                                          Já o Ártico vem a palavra grega “Arktikos”, que significa “perto do urso” ou “do urso” — uma referência à constelação da Ursa Maior, visível no hemisfério norte, onde o oceano está localizado.

                                                           

                                                          Por fim, o Oceano Antártico traz uma origem que deriva da palavra “Antártica”, que significa “oposto ao Ártico” (do grego “anti”, que significa “oposto”, e “arktikos”, que se refere à região do Ártico).

                                                           

                                                          Náutica Responde

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                                                            Por: Redação -
                                                            26/07/2024

                                                            Uma década atrás, pensar em navegar pelo Rio Pinheiros, na capital de São Paulo, era algo inimaginável. Mas esse sonho não só se tornou possível, como saiu do papel por meio de uma ação da Uber, que leva a população para andar de barco — e de forma totalmente gratuita.

                                                            Inaugurada nesta sexta-feira (26), a iniciativa faz parte do conjunto de ações que celebra os 10 anos da empresa em São Paulo e no Rio de Janeiro — as primeiras cidades a receberem os serviços de mobilidade via aplicativo. Outra atração é um tobogã nas entradas do Metrô São Bento (SP) e Estação Carioca (RJ).

                                                            Foto: Divulgação

                                                            Segundo Crislaine Costa, gerente de Comunicação Corporativa da Uber Brasil, a ideia da comemoração é mostrar aos usuários do aplicativo uma solução diferenciada, em um meio nunca antes explorado pela empresa no país.

                                                            Trazer a Uber Barco é uma forma de relembrar o quanto a Uber transformou a mobilidade e tem trazido, ao longo dos anos, novas soluções de acordo com a necessidade do usuário– Crislaine Costa, à NÁUTICA

                                                            A novidade atraca na capital paulista até 4 de agosto, das 9h às 17h. A equipe de NÁUTICA embarcou na ação e te conta como foi essa experiência e tudo o que você precisa saber para participar. Confira abaixo!

                                                            Como é navegar com o barco da Uber no Rio Pinheiros

                                                            O ponto de partida escolhido foi o píer do Parque Bruno Covas, na zona oeste de São Paulo. Por volta das 14h30, o time já estava na lancha de alumínio que faz a travessia até o píer da Ciclovia do Rio Pinheiros — próximo à estação Vila Olímpia da CPTM.

                                                             

                                                            Logo na entrada do barco, um membro da tripulação fica encarregado de distribuir coletes salva-vidas, item obrigatório a todos os passageiros. Só são permitidas pessoas com mais de 25 quilos e crianças acima dos cinco anos, acompanhadas pelo responsável.

                                                            Foto: Revista Náutica

                                                            O barco acomoda 18 pessoas sentadas — com espaço para cadeira de rodas — e tem o interior todo fechado, mas com janelas que garantem a visão do exterior. A parte de cima, a céu aberto, é exclusiva para acomodação de bicicletas.

                                                             

                                                            Assim que a tripulação deu o comando, o barco da Uber ganhou velocidade, com música embalando o trajeto de cerca de cinco quilômetros.

                                                             

                                                            Diferentemente do que se observava alguns anos atrás, o Rio Pinheiros não possuía nenhum odor desagradável e as águas aparentavam estar limpas. Foi possível até mesmo registrar um pato nadando perto do píer.

                                                             

                                                            Quem tem medo de navegar, pode ficar sossegado: a viagem até o outro píer dura, em média, 20 minutos, e é bastante tranquila e estável. A bordo, há uma tripulação formada por comandante, marinheiro, guarda-vidas e coordenador de produção — responsável por toda a organização da viagem.

                                                             

                                                            Ainda no quesito segurança, um kit de primeiros socorros e uma prancha ficam de prontidão. Cada píer também é bem equipado e conta com uma ambulância, motorista socorrista, enfermeira, dois bombeiros, guarda-vida e seguranças.


                                                            Inicialmente, as saídas dos píeres acontecerão de uma em uma hora — já que apenas um barco da Uber trafega pelo rio. A expectativa é de que cerca de duas mil pessoas façam o passeio.

                                                             

                                                            Em 2019, o grupo NÁUTICA também levou a população para uma experiência de navegação no Rio Pinheiros. Batizada de ‘Por uma Cidade Navegável’, a iniciativa, em sua quarta edição, tinha o objetivo de conscientizar as pessoas sobre os benefícios de recuperar rios urbanos.

                                                            Como fazer o passeio no barco da Uber

                                                            A ação está disponível para usuários em São Paulo e na Grande São Paulo. Embora dê para garantir um lugar no barco ao chegar ao píer, é recomendável reservar com antecedência pelo aplicativo.

                                                             

                                                            Para isso, basta inserir como destino um dos píeres (do Parque Bruno Covas ou da Ciclovia do Rio Pinheiros), escolher a opção ‘Uber Barco’ e escolher o dia e horário desejados. É possível agendar com até dois dias de antecedência.

                                                            Serviço:

                                                            Quando: de 26 de julho a 04 de agosto

                                                            Horário: das 9h às 17

                                                            Onde: píeres do Parque Bruno Covas ou da Ciclovia do Rio Pinheiros

                                                            Como: reservar pelo aplicativo da Uber

                                                             

                                                            Náutica Responde

                                                            Faça uma pergunta para a Náutica

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