Boat Show traz descontos exclusivos para hospedagem em Itajaí; conheça opções

Parceria com dois hotéis garante conforto e condições especiais para visitantes do salão, que acontece de 4 a 7 de julho

14/06/2024

Com a segunda edição do Marina Itajaí Boat Show cada vez mais perto, reservar uma boa acomodação para curtir os quatro dias do evento é essencial. A boa notícia é que o Boat Show te ajuda a garantir opções de hospedagem com descontos exclusivos para você atracar no maior salão náutico do Sul do país.

De 4 a 7 de julho, os amantes da navegação já tem um compromisso marcado com o Marina Itajaí Boat Show 2024. Agora, chegou o momento de reservar um local confortável, tranquilo e bem localizado para seu descanso, depois de conhecer as principais novidades do mercado.

 

Para isso, o Mercure Itajaí Navegantes, hotel oficial do Boat Show de Itajaí, e o Villa d’Ozio, hotel boutique do salão, já estão preparados para garantir a estadia ideal — e por preços especiais.

Foto: Mercure Itajaí Navegantes / Divulgação

Mercure Itajaí Navegantes

A apenas 1,3 km da Marina de Itajaí e a 4 km do Aeroporto Internacional de Navegantes, o Mercure Itajaí Navegantes, hotel oficial do evento, traz uma localização privilegiada aos visitantes do Marina Itajaí Boat Show 2024: o centro da cidade.

Foto: Mercure Itajaí Navegantes / Divulgação

O público do Boat Show que optar em se hospedar por lá garante 13% de desconto. Para isso, basta entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (47) 3247-4850 e mencionar a ida ao salão. Há ainda os códigos promocionais “Visitante Boat Show”, para visitantes, e “Expositor Boat Show”, para expositores.

Foto: Mercure Itajaí Navegantes / Divulgação

O hotel dispõe de quartos com design moderno, funcionais e adaptados a viagens profissionais e de lazer. De acordo com a empresa, há ainda lazer com piscina aquecida, banheira de hidromassagem, sauna, ginásio e estacionamento.

Foto: Mercure Itajaí Navegantes / Divulgação

A localização, ponto forte do hotel, garante acesso fácil a pontos turísticos da região, como o parque Beto Carreiro World. Para ficar no clima do salão, o Mercure Itajaí Navegantes é próximo de grandes empresas portuárias e fica ainda em frente ao porto considerado o segundo maior do país em movimentação de contêineres.

Villa d’Ozio

O hotel boutique Villa d’Ozio é tido como o refúgio ideal para quem busca fugir da agitação da vida cotidiana em um paraíso de beleza e tranquilidade, na Praia Brava de Itajaí. De acordo com o hotel, a experiência “vai além de uma estadia”, e é “uma imersão completa em um universo multissensorial de vivências memoráveis”.

Foto: Villa d’Ozio / Divulgação

Nessa opção de estadia, os visitantes do salão garantem 15% de desconto ao utilizar o código “Boat Show” para validar o desconto da reserva. Para reservar, basta entrar em contato com o hotel através do e-mail [email protected].

Foto: Villa d’Ozio / Divulgação

Inspirado pela Costa Amalfitana da Itália, o Villa d’Ozio traz a essência do “il dolce far niente” (em português, a doçura de fazer nada, de ficar de boa, relaxando) para as areias da Praia Brava — uma das mais badaladas e charmosas praias catarinenses.

Foto: Villa d’Ozio / Divulgação

Quanto às acomodações, o hotel busca proporcionar aos visitantes suítes aconchegantes, com detalhes para que o hóspede se sinta em casa.


Marina Itajaí Boat Show 2024

O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

 

A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

 

A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

 

Anote aí!

Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas

 

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    Peixe garanhão: Baiacu faz obra de arte gigante para conquistar fêmea

    Círculos ornamentais traçados no fundo do mar já foram um mistério para a ciência e têm como objetivo atrair parceiras para reprodução

    Por: Redação -

    Em matéria de amor, o peixe baiacu dá aula. Isso porque qualquer ser humano apaixonado teria que ir muito além das declarações no Dia dos Namorados para chegar ao pés do que a espécie é capaz de fazer para impressionar a fêmea: belas esculturas na areia cerca de 52 vezes maiores que o próprio corpo.

    Mestre na arte da conquista, o peixinho garanhão se empenha ao longo de sete a nove dias para construir uma verdadeira obra de arte submersa, cujo formato circular com adornos remete a uma mandala. Para efeitos de comparação, se um homem de 1,70 metro quisesse imitar um baiacu na paquera, ele precisaria produzir uma arte de 88,4 metros só para impressionar sua pretendente.

    Foto: Kimiaki Ito/ Nature/ Reprodução

    A descoberta do modus operandi dos baiacus ficou por conta de três cientistas japoneses, que publicaram os resultados do estudo na divisão Scientific Reports, da consagrada revista científica Nature.

     

    Com a pesquisa de 2013, solucionaram os mistérios que rondavam os belos padrões circulares desde 1995, quando mergulhadores os encontraram, pela primeira vez, no fundo do mar.

    Baiacu artista

    Para criar esse padrão, o baiacu sai arrastando a areia com as barbatanas até formar um desenho radial. Depois, carrega com a boca fragmentos de conchas usados na decoração, até que, por fim, acumula sedimentos finos que dão cores e texturas diferentes à obra de arte.

    (a) Fase inicial; (b) estágio intermediário; (c) fase final; e (d) após a desova. Foto: Yoji Okata / Nature/ Reprodução

    Embora os peixes meçam, em média, 12 centímetros de comprimento, suas criações chegam a cerca de dois metros de diâmetro.

     

    Os círculos ornamentais são criados, especialmente, para atrair e conquistar parceiras que aceitem acasalar. Depois de pronta, a obra de arte é avaliada pela fêmea; se ela gostar do que viu, nada até o centro e se reproduz com o macho.

     

    Nesse processo, ela deposita ovos nos sedimentos finos dentro do círculo, que são fertilizados, logo em seguida, pelos machos. Segundo o estudo, a fêmea não demora a ir embora, ao passo que o macho permanece com os ovos por cerca de seis dias.

     

    Ainda não está claro o que faz as fêmeas aprovarem ou não as obras de arte feitas pelos machos, mas fato é que a construção vai além da estética. Conforme observado pela pesquisa, o mecanismo com partes altas e baixas faz com que a água seja canalizada para fora do centro, permitindo que haja menos correntes na região em que os ovos são depositados.

     

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      Com 23 barcos vendidos, novidades da Real Powerboats fazem sucesso antes mesmo de irem à água

      Primeira aparição das lanchas Real 34 C e Real 35 deve acontecer no São Paulo Boat Show 2024, em setembro

      Por: Redação -
      13/06/2024

      A Real Powerboats teve uma participação marcante no Rio Boat Show 2024 e um dos motivos para o sucesso foi o anúncio de seus dois próximos lançamentos: as lanchas Real 34 C e Real 35. Desde então, segue atraindo interessados e prova disso é que o estaleiro já vendeu 23 unidades das novidades — antes mesmo de colocá-las sobre as águas.

      Pensados para substituir, respectivamente, os modelos Real 33 Special e Real 35 SD, os barcos receberam o conceito da Real 40 Cabriolet, “um grande sucesso da marca”, conforme aponta o presidente da Real, Paulo Thadeu.

      Projeto da Real 34 C. Foto: Real Powerboats/ Divulgação

      A aposta é vista nas avantajadas áreas do cockpit e no fácil acesso à proa por meio de passagem lateral. Além disso, a Real 35 ganhou 30 centímetros a mais de casco, medida acrescentada também na largura da cama à meia-nau. Para maior conforto dos passageiros, o pé-direito da cabine saltou para 1,90 metro.

      Projeto mostra interior da Real 35. Foto: Real Powerboats/ Divulgação

      Após terem seu projeto anunciado na Marina da Glória, as novas lanchas da Real começaram a ser vendidas ainda no salão náutico do Rio de Janeiro. Agora, os modelos já se encontram em fase final de laminação, segundo o estaleiro.

       

      A expectativa é de que o público do São Paulo Boat Show 2024 possa ver, em primeira-mão, os lançamentos da Real Powerboats. O maior evento náutico da América Latina acontece de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo.


      Real tem mais um lançamento à vista

      Quem gosta de estar por dentro das inovações do estaleiro pode aguardar novidades para 2026. Isso porque a Real está trabalhando no projeto da Real 53 Fly, que só chegará ao mercado daqui dois anos.

      Projeto da Real 53 Fly. Foto: Real Powerboats/ Divulgação

      “Essa 53 pés vem preencher uma lacuna que havia entre as lanchas na faixa dos 40 pés e a Real 600 Luxury, que é o maior barco do estaleiro. É um barco totalmente novo, feito do zero. Tanto no design como no espaço e no desempenho, podem esperar um grande casco”, disse Paulo Thadeu, durante coquetel realizado pela marca no Rio Boat Show 2024.

       

      O estaleiro, localizado no estado do Rio de Janeiro, tem 38 anos de tradição e mais de 12 mil barcos produzidos.

       

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        Aos 24 anos, japonês completa volta ao mundo de veleiro em viagem sem escalas

        Hirotsugu Kimura desbancou recorde de 30 anos e agora é o mais jovem do país a terminar travessia

        O mar, um veleiro e, literalmente, o mundo todo pela frente. Foi o que os olhos de Hirotsugu Kimura avistaram em outubro de 2023, quando o jovem de apenas 24 anos e 9 meses zarpou rumo ao grande objetivo de sua vida: completar uma travessia solo, sem escalas, ao redor do globo — missão que terminou em 8 de junho, após 230 dias navegando.

        A coragem de Hirotsugu Kimura em se aventurar numa experiência como essa é, por si só, uma grande vitória. Mas o fato do jovem ter apenas 24 anos torna o feito ainda mais admirável. Não à toa, ele atracou em Nishinomiya com, além de muita história na bagagem, um recorde: o mais jovem japonês a concluir uma travessia ao redor do mundo sem escalas em um veleiro.

        Foto: Instagram @go_around_re_earth / Reprodução

        Para assumir o lugar no topo do pódio dos que se aventuram em experiências como essa, Hirotsugu desbancou, justamente, a pessoa responsável por o fazer sonhar em velejar, quando ele ainda estava no ensino médio: Kojiro Shiraishi.


        Hoje com 57 anos, Shiraishi tinha 26 anos e 10 meses quando estabeleceu o recorde, 30 anos atrás, que agora foi quebrado por Hirotsugu Kimura.

        Estou muito feliz por poder voltar depois de navegar com sucesso ao redor do mundo– comemorou Hirotsugu Kimura

        Viagem de herói, recepção de gala

        A viagem de Hirotsugu Kimura rumo as águas do mundo começou em outubro de 2023. O jovem percorreu uma rota que passou pelo leste através do Pacífico e pelo extremo sul da América do Sul e da África. Hirotsugu cruzou a linha de chegada no Canal Kii, na província de Wakayama, por volta das 14h45 do dia 8 de junho.

        Foto: Instagram @go_around_re_earth / Reprodução

        Hirotsugu, contudo, não pode dizer que contou com a famosa “sorte de principiante”. Isso porque essa não foi a primeira vez que o japonês tentou cruzar o globo. Sua primeira empreitada, em novembro de 2022, foi frustrada por uma falha em um dos equipamentos do veleiro, após enfrentar uma tempestade logo após a partida.

        Foto: Instagram @go_around_re_earth / Reprodução

        Sua persistência e dedicação o colocaram no lugar em que ocupa hoje: um grande recordista. Para completar o feito com chave de ouro, sua chegada contou com a presença de cerca de 100 pessoas, entre apoiadores e cidadãos locais.

         

        Um fã, no entanto, se destacou em meio a multidão que aguardava a chegada de Hirotsugu Kimura. O célebre iatista japonês Kenichi Horie, no auge dos seus 85 anos, foi especialmente para parabenizar o rapaz. Em 1962, Kenichi foi o primeiro a cruzar o Oceano Pacífico — do Japão aos Estados Unidos — velejando sozinho e sem escalas. Sessenta anos mais tarde, em 2022, Kenichi fez a mesma travessia, porém, partindo dos EUA, e tornou-se a pessoa mais velha do mundo a cruzar o Pacífico em uma viagem solo e sem paradas — aos 83 anos.

         

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          Barco com o primeiro CEP flutuante do mundo faz ‘delivery’ de cartas e até pizzas

          Embarcação pertence à empresa JW Westcott, na ativa há 150 anos

          Por: Redação -

          Imagine que, ao fazer uma compra online, você coloque no campo de informações o CEP não da sua casa, mas de um barco, encarregado de te levar tudo o que você precisa. Pois é esse um dos serviços prestados pela centenária JW Westcott aos navegantes que passam pelo porto de Detroit, nos Estados Unidos.

          Há 150 anos na ativa, a empresa é dona do primeiro barco não militar com CEP do mundo. O código postal flutuante foi concedido em 1948, quando o negócio já estava estabelecido, depois de começar timidamente com entregas de cartas dentro de baldes.

          Foto: Instagram @jwwestcottcompany/ Reprodução

          A ideia de abrir a companhia em 1874 partiu de John Ward Westcott, filho de uma importante família de navegadores de Michigan. Por trabalhar no meio náutico, Westcott percebeu que existia uma grande dificuldade na comunicação entre o navio e a costa — e vice-versa, o que prejudicava as viagens.

           

          Ele, então, arranjou uma solução: içar, para os navios que passavam pela região, um balde preso em uma corda, com correspondências e comunicados dentro. A forma inusitada de garantir as entregas foi apelidada de ‘correio no balde’.

          Barco com CEP entrega de tudo um pouco

          A embarcação mais famosa da JW Westcott é a JW Westcott II, de 45 pés de comprimento. Isso porque foi ela a se tornar o primeiro barco com CEP no mundo — o 48222.

          Foto: Instagram @jwwestcottcompany/ Reprodução

          O código foi concedido pelo Serviço Postal dos EUA, que enfrentava, na época, dificuldades para contatar os trabalhadores desse correio flutuante, uma vez que eles estavam sempre sobre as águas e, portanto, sem endereço.


          Diante da fama e importância que o serviço de entregas ganhou, o barco recebeu um CEP. Hoje, continua atendendo os navios que passam pelo porto de Detroit, só que com uma gama muito maior de opções.

           

          Além das famosas cartas, a embarcação — e as demais que compõem a frota da empresa — entrega qualquer coisa que os solicitantes quiserem. Isso envolve ferramentas, remédios, lanches, café, pizza e encomendas feitas pela internet, vindas de todos os lugares do mundo. Isso, é claro, só é possível graças ao código postal, que agrega tudo em um só lugar: um barco que permanece por décadas sobre as águas.

           

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            Oásis texano: piscina flutuante nos Estados Unidos tem inspiração no italiano Lago de Como

            Atração localizada no resort Horseshoe Bay se intitula a "única da América do Norte" e custou quase R$ 1 bilhão

            O estado da estrela solitária, nos Estados Unidos, ganhou mais uma atração para chamar de sua: a piscina flutuante do Horseshoe Bay Resort, no Texas. Localizada na região de Hill Country, próxima a Austin, os visitantes deste luxuoso destino poderão aproveitar uma mescla do charme italiano com a extravagância americana.

            Inspirado no famoso hotel do Lago de Como, na Itália, esta maravilha é um oásis às margens do lago Lyndon Baines Johnson. A enorme novidade fez sucesso logo na estreia, no Memorial Day — feriado estadunidense que homenageia os militares mortos em combate.

            Foto: Horseshoe Bay Resort/ Divulgação

            Segundo a Horseshoe, o local de retiro é a “única piscina flutuante da América do Norte” — embora a cidade de Nova York tenha planos de inaugurar outras em 2025. Douglas Jaffe, CEO do resort no Texas, afirma que o deque de natação foi inspirado nas viagens de sua família pela Europa.

            Uma dessas áreas [que serviu de inspiração] é o lago de Como, onde vimos resorts e hotéis atenderem às necessidades dos hóspedes com piscinas flutuantes para complementar a falta de uma costa arenosa– Douglas Jaffe

            Foto: Instagram @hsbresort/ Reprodução

            A versão americana do Lago de Como, na Waterfront Beach & Marina, foi um pouco além da original — como era de se imaginar — , já que a piscina flutuante ocupa quase 265 m². Para o projeto ficar com a cara mais texana, o proprietário ainda contratou o arquiteto nativo do Texas, Tim Greeson.

            Vale ressaltar que a piscina flutuante no Texas foi “apenas” uma adição ao resort. Mas como toda brincadeira de rico não custa pouco, esse “pequeno” acréscimo faz parte de um plano de melhoria de US$ 150 milhões (aproximadamente R$ 800 milhões, na conversão realizada em junho de 2024).

            Paraíso texano

            Mesmo que a recém-inaugurada piscina roube os olhares mais vislumbrados com o resort, o terraço no qual ela está situada — que conta com espreguiçadeiras e cabanas privadas — também merece atenção.

            Foto: Instagram @hsbresort/ Reprodução

            Para os fãs de parques aquáticos, um destino obrigatório é o Splash Safari Park. Localizada no próprio resort, a atração conta com uma pista de obstáculos flutuantes, feito para crianças de 6 anos ou mais, sendo que adultos também podem participar. No safari ainda tem paredes de escalada, trave de equilíbrio, escorregadores e muito mais.

             

            Aos amantes de entretenimentos náuticos, o Horseshoe Bay oferece aluguel de caiaque e paddleboard, além de uma marina. No fim de semana de verão, as noites costumam ser agitadas com festas na praia, jogos de spikeball, frisbee, competição de castelo de areia, entre outros.

            Foto: Horseshoe Bay Resort/ Divulgação
            Foto: Instagram @hsbresort/ Reprodução

            Como em qualquer bom clube, não poderia faltar o tradicional campo de golfe — na falta de um, tem logo três, todos arquitetados pelo renomado Robert Trent Jones. Além disso, há um centro de jatos particulares e um “spa rejuvenescedor à beira mar”, conforme descreve o resort.

             

            Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

             

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              Arqueólogos encontram navio viking de 700 d.C em ilha na Noruega

              Descoberta derrubou lenda popular e revelou tradição marítima dos povos escandinavos do século 8

              A chamada Era Viking (793 d.C. a 1066 d.C.) tem como um de seus pontos mais significativos as famosas expedições marítimas pela Europa, organizadas pelos vikings. Até hoje, o período é retratado em filmes e séries, atraindo aficionados do mundo todo. Essa história, contudo, acaba de ganhar um novo capítulo na realidade, com a descoberta de um navio viking de 700 d.C em uma ilha na Noruega.

              Mais precisamente em um monte funerário na ilha de Leka, arqueólogos e detectores de metais encontraram um navio viking, datado de cerca de 700 d.C. Mais do que um curioso achado, a descoberta é um feito também histórico, já que trata-se do mais antigo exemplo conhecido de um enterro de navio na Escandinávia.

              Fragmentos de madeira do navio encontrados na Noruega. Foto: P.H. Sommerschild / Reprodução

              Antes da descoberta, acreditava-se que, ali, jazia os restos mortais do rei Herlaug (norueguês que governou de 872 d.C a 930 d.C.) e seus companheiros, que teriam se suicidado em massa para evitar uma derrota em batalha. A lenda, que agora caiu por terra, dá lugar a parte da história da humanidade, que chega ao conhecimento público.


              Como era o navio viking

              A descoberta do antigo navio viking se deu graças ao um estudo liderado pelo arqueólogo Geir Grønnesby, da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia. Acredita-se que a embarcação possuía entre 39 e 46 pés, mas além das características materiais, o barco revela pontos sobre a vida e a tecnologia dos vikings antes da era mais conhecida.

              O túmulo do navio em antigo mapa. Foto: P.H. Sommerschild / Reprodução

              O achado traz vestígios de como era a construção naval e a capacidade marítima da época. Graças a análises, os arqueólogos acreditam que a embarcação era capaz de navegar pelo Mar do Norte, uma grande proeza marítima para um navio que ganhou, através da datação por radiocarbono, uma data de fabricação que antecede a própria Era Viking, alcançando de 793 d.C. a 1066 d.C.

              Não sabemos se o navio era oceânico, ou seja, se cruzava o Mar do Norte até a Inglaterra. Mas ele tinha uma competência marítima que permitia ir ao longo da costa até o continente– disse Grønnesby, ao The New York Times

              Além de Leka, acredita-se que cerca de 2,3 mil outros montes funerários estão espalhados pela Noruega, alguns também com lendas que resistem ao tempo, como a do cão Saurs, que governou Inderøy após ser imbuído de sabedoria mágica.

               

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                Vírus gigante encontrado no Ártico pode amenizar efeitos do aquecimento global

                Estudo aponta que o organismo, mil vezes maior do que o vírus da gripe, consegue desacelerar o derretimento do gelo; entenda

                Por: Redação -

                O derretimento de geleiras é uma das consequências do aquecimento global que mais preocupam os especialistas, mas um vírus gigante pode estar entrando em cena para atrasar os efeitos negativos. É o que apontam cientistas da Universidade de Aarhus, na Dinamarca.

                O estudo, publicado na revista científica Microbiome, mostra pela primeira vez a existência de tais vírus gigantes no gelo da Groenlândia. Até então, só se sabia sobre a presença deles em oceanos, solo e ou pessoas.

                De acordo com os especialistas, tudo indica que os vírus gigantes se alimentam das algas pretas e vermelhas que crescem nas camadas de gelo, funcionando como um mecanismo que controla e retarda as florações.

                 

                Isso é importante, pois durante os períodos mais quentes, essas algas se multiplicam com mais facilidade, escurecendo os pontos em que se encontram. A mudança da tonalidade faz com que fique mais difícil para o gelo refletir a luz solar, o que, consequentemente, acelera o derretimento da água.

                Impacto do vírus gigante no gelo

                O resultado do estudo é bastante animador para os cientistas, ainda mais diante de previsões negativas.

                 

                Conforme relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), o Ártico pode ficar quase totalmente livre de gelo no verão de 2040 — situação capaz de aumentar a ocorrência de eventos climáticos extremos e impactar a cadeia alimentar.


                Soma-se a isso o fato de que o degelo ameaça o permafrost, solo que passa o ano todo congelado e que armazena vírus antigos e grandes quantidades de gases do efeito estufa que já estavam neutralizados, como carbono e metano.

                 

                O vírus é caracterizado como gigante por ser em torno de mil vezes maior do que vírus amplamente conhecidos, como o do HIV ou da gripe. Ainda assim, vale pontuar que não são vistos a olho nu, nem com microscópio óptico — tendo sido identificados por meio de análises de DNA nas amostras coletadas.

                 

                Segundo Laura Perini, uma das autoras do estudo, novas pesquisas serão realizadas ainda neste ano. A expectativa é de que o conhecimento sobre os vírus gigantes contribua com a criação de ferramentas que amenizem o derretimento do gelo.

                 

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                  Estrada de pedra de 7 mil anos atrás é registro da história no fundo do Mar Adriático

                  Cerâmicas e outros artefatos encontrados no local são vestígios que podem ter pertencido a antiga civilização de Hvar, na Croácia

                  12/06/2024

                  O fundo do mar esconde mistérios que fogem ao alcance do nosso conhecimento, mas ao mesmo tempo, essas profundezas ajudam a contar a história da humanidade. Exemplo disso foi a descoberta de cientistas no Mar Adriático onde, enterrada sob as camadas do fundo lamacento da água, uma estrada de pedra datada de mais de 7 mil anos foi encontrada, junto a artefatos que surpreenderam pesquisadores.

                  O fato do Mar Adriático ter sido uma importante rota comercial para a população croata na antiguidade faz dele um ponto essencial para o entendimento da vida humana no passado. Ainda assim, arqueólogos da Universidade de Zadar, na Croácia, não deixaram de ficar surpresos ao encontrarem, no sítio neolítico submerso de Soline, na ilha de Korčuli, uma estrada de pedra de 7 mil anos.

                  Foto: Facebook / Universidade de Zadar / Reprodução

                  Os pesquisadores entendem que a descoberta pertencia ao assentamento pré-histórico submerso de Hvar — ilha croata no Mar Adriático atualmente conhecida como uma estância de verão –, que ligava o local criado artificialmente à costa.

                   

                   

                  Durante a escavação arqueológica, cientistas também deram de cara com artefatos neolíticos, como lâminas de sílex, machados de pedra, fragmentos de madeira, cerâmicas, artefatos de osso e até pontas de flecha, todos em terras próximas à baía de Gradina, perto da cidade de Vela Luka.

                  As descobertas da cerâmica ajudaram-nos a atribuir este local à cultura de Hvar– Mate Parica, professor do Departamento de Arqueologia da universidade

                  Para chegar ao dado dos 7 mil anos, a equipe utilizou análises de radiocarbono, que concluíram que o assentamento data de aproximadamente 4.900 a.C.


                  Também na região já foram encontradas esculturas e literatura, nas cavernas de Grapceva e Markova Spilija. Uma das explicações para os achados é que, por volta de 1420, quando Hvar foi conquistada pelos venezianos, eles a usaram como principal porto para suas viagens marítimas.

                  Foto: Facebook / Universidade de Zadar / Reprodução

                  Principalmente durante a Segunda Guerra Mundial, Hvar ganhou ares de estância turística, justamente por sua associação histórica — fato que segue até os dias atuais.

                   

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                    Curtir paisagens com água diminui a frequência cardíaca, apontam estudos

                    Efeito positivo da água sobre a pressão arterial foi comprovado em estudos e experiências com humanos

                    Seja curtindo a navegação a bordo de um barco, seja debaixo do guarda-sol na areia da praia ou ainda à beira de uma piscina, olhar para a água pode trazer benefícios que vão além do lazer. Isso porque estudos comprovaram que olhar para a água diminui a frequência cardíaca e aumenta a sensação de relaxamento.

                    Uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade da Califórnia mostrou que observar locais com água reduz a frequência cardíaca de forma significativa se comparado a olhar árvores, por exemplo.

                    O estudo procurou analisar o impacto da observação da água a partir de três aspectos: pressão arterial, frequência cardíaca e relaxamento subjetivo. O resultado apontou que estar na presença da água traz pontos positivos nos três casos, já que, além de diminuir a pressão e a frequência cardíaca, aumenta a sensação de relaxamento.

                     

                    Indo mais a fundo no tema, dois estudos complementares também foram realizados pelos estudiosos. No primeiro, a pressão arterial e a frequência cardíaca de 32 participantes foram examinadas, a partir da concentração da atenção de todos eles em três pontos diferentes: água de uma piscina, uma árvore em um estacionamento e uma pequena placa em uma rua movimentada.


                    A análise revelou que olhar para a água por 1 minuto e 40 segundos reduziu a pressão arterial dos participantes de maneira significativa, principalmente se comparado à observação da árvore e da placa. Outro ponto de destaque foi que a frequência cardíaca das 32 pessoas também diminuiu ao focar o olhar no elemento.

                     

                    O segundo estudo, por sua vez, contou com 73 participantes em um complexo universitário e investigou, de forma mais aprofundada, os pontos da primeira pesquisa: pressão arterial, frequência cardíaca e avaliações subjetivas de relaxamento.

                    Para isso, os participantes percorreram um trajeto de 1,62 quilômetros com paisagens que passavam por um riacho, dois pequenos lagos e trechos com áreas gramadas abertas e com árvores. A proposta dos pesquisadores foi que, em cada um desses pontos, os participantes alternassem a visão entre a visualização da água e da área com natureza.

                    Os estudiosos concluíram que a pressão arterial e a frequência cardíaca dos participantes diminuíram nos momentos em que a água entrava no campo de visão — efeito que foi associado à sensação de relaxamento. De acordo com os pesquisadores, a diminuição foi transitória, por conta da alternância de paisagens proposta.

                    Pesquisas tiveram inspiração nos bebês

                    Para esses estudos sobre os benefícios de olhar para a água, os pesquisadores tiveram como base algumas análises anteriores, que buscavam entender por que bebês e crianças são atraídos por locais com o elemento.

                    As análises chegaram à conclusão de que a percepção sobre a água tem componentes inatos, provavelmente refletindo um longo período de seleção natural para detecção e investigação da água. Os mesmos estudos levaram outros pesquisadores a apontarem que a preferência por ver água seria uma propriedade evolutiva.

                     

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                      Estaleiro holandês Feadship lança seu primeiro superiate movido a energia solar

                      Embarcação de 59,5 metros representa mais um passo da marca rumo ao objetivo de ser neutra para o clima até 2030

                      Mais um renomado estaleiro entrou para a lista das empresas que estão apostando na energia solar para diminuir o impacto ambiental das embarcações no planeta Terra: a holandesa Feadship. Batizado de Project 713, o novo superiate da marca chega carregando um selo de sustentabilidade e representando mais um passo na busca da empresa em ser neutra para o clima até 2030.

                      Ao pensar na sua primeira embarcação movida a energia solar, a Feadship não brincou em serviço e trouxe para o mercado nada menos do que um superiate com tecnologia. Com 59,5 metros de comprimento, a nova embarcação da marca chega com características que vão muito além do elegante casco azul-cinza e da superestrutura branca.

                      Foto: Feadship / Divulgação

                      Construído no estaleiro Casco-en Sectiebouw, em Rotterdam, na Holanda, e com design exterior do Studio De Voogt, o Project 713 atraca no universo sustentável com células solares que podem ser utilizadas para geração de energia auxiliar. De acordo com a marca, os painéis utilizam algumas das células de silício mais eficientes disponíveis e contribuem para sua eficiência energética ao produzir até 24 MWh anualmente.

                      Foto: Feadship / Divulgação

                      O superiate tem ainda a capacidade de funcionar com combustível HVO (tipo de biocombustível) não fóssil e chega equipado com um sistema de propulsão diesel-elétrico. Os recursos sustentáveis da embarcação, contudo, vão além da sua propulsão.

                      Foto: Feadship / Divulgação

                      Isso porque o Project 713 traz consigo o uso de teca com certificação FSC (Forest Stewardship Council, ou, em português, Conselho de Gestão Florestal) em todos os seus decks. A certificação significa que toda a madeira utilizada a bordo foi colhida de forma sustentável.


                      O superiate também foi submetido ao relatório de Avaliação do Índice de Transparência Ambiental de Iates (YETI), que observou o ciclo de vida completo da embarcação e mediu seu impacto ecológico, conferindo a ela um selo de sustentabilidade.

                      Foto: Feadship / Divulgação

                      O compromisso da Feadship com a navegação sustentável está estabelecendo novos padrões para a indústria, ao mesmo tempo que reforça a economia holandesa e promove elevados padrões de qualidade e criatividade– destaca a Feadship

                      O Project 713 foi classificado como tendo um impacto abaixo da média, com vários recursos de aumento de eficiência compensando as perdas incorridas pelas conversões elétricas a bordo.

                       

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                        Mestra levará seu maior barco ao Marina Itajaí Boat Show 2024

                        Estaleiro estará no evento náutico com três opções de lanchas que vão de 29,5 pés a 35 pés

                        Por: Redação -

                        Preparada para atracar no Marina Itajaí Boat Show 2024, que acontece de 4 a 7 de julho, a Mestra Boats levará três opções de lanchas que atendem a todos os gostos. Na lista, está o maior barco do estaleiro: a Mestra 352 HT. 

                        Trata-se de um modelo 35 pés, lançado durante o São Paulo Boat Show 2023. A opção é a primeira da marca com hardtop e conta com teto solar em fibra, abertura elétrica e plataforma submergível capaz de suportar 500 quilos. Veja como é a lancha por dentro:

                         

                         

                        Outro barco a marcar presença no Marina Itajaí Boat Show 2024 é o Mestra 322, que se destaca pela cabine com pé-direito de 1,90 metro e cockpit espaçoso. O modelo, inclusive, foi testado pela equipe de NÁUTICA. Quem completa a lista é a lancha cabinada Mestra 292, de 29,5 pés.

                        Mestra 322. Foto: Revista Náutica
                        Mestra 292. Foto: Revista Náutica

                        Para maior comodidade do público, a Mestra terá barcos a pronta entrega no salão náutico, graças a uma parceria com a concessionária Stop Náutica, de Balneário Camboriú.


                        No ano passado, o presidente da Mestra, José Eduardo Cury, elogiou o Marina Itajaí Boat Show e disse que o evento se assemelhava ao internacional Miami Boat Show.

                        É uma oportunidade de apresentar nosso produto e nossa qualidade ao pessoal do Sul, que tem tradição em navegação náutica– ‘Zé da Mestra’

                        Marina Itajaí Boat Show 2024

                        O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

                         

                        A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                         

                        A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                         

                        Anote aí!

                        Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                        Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                        Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                        Mais informações: site do evento
                        Ingressos: site oficial de vendas

                         

                        Náutica Responde

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                          Geraldo perdeu quase tudo na enchente, menos a vontade de ajudar ao próximo

                          Com um colete salva-vidas no ponto mais alto de sua casa, Geraldo da Rosa, 64, morador de Sarandi, em Porto Alegre (RS), via a água tomar conta de seu lar enquanto tentava resguardar o que conseguiu salvar. Mesmo que do alto, o mecânico não deixou de olhar para baixo. Lá de cima percebeu que, ainda que naquelas condições, podia ajudar. E a resposta veio, justamente, das águas.

                          Seu lugar no topo não era de privilégio, mas de fuga. Buscava, de lá, manter em segurança o que, mais para frente, o ajudaria a recomeçar. Foi o que pensou no curto intervalo entre o início da tomada de sua casa pela água ao momento em que a esposa e o filho, a pedido dele, saíram para um lugar mais seguro, enquanto ele próprio ficou resguardado por um único colete salva-vidas. “Em último caso, eu consigo sair nadando”, justificou.

                          Eu sabia que tinha que ficar para cuidar do que sobrou, pois se abandonasse, seria roubado. Aí sim a vida não teria mais sentido para mim– explica Geraldo

                          Durante seis dias, suas noites foram iluminadas pela luz de velas. Até que, em uma manhã, o que viria a iluminar seu caminho apareceu boiando, nas águas que cobriam o bairro de Sarandi, onde Geraldo mora há 45 anos. Eram pedaços de isopor. Os objetos, ao mesmo tempo que carregavam as consequências de uma enchente sem precedentes, traziam, para Geraldo, uma solução.

                          Comecei a resgatar um por um e pensei ‘vou fazer um barco. Só assim posso sair daqui e ajudar quem precisa’– conta o mecânico

                          Durante três dias, o mecânico e eletricista — que mantém sua oficina junto de casa — trabalhou na construção da embarcação. Isopor, madeira, tiras de amarrar bicicletas e até formas de bolo foram usadas para montar a estrutura do barco.

                           

                           

                          Mas um item, em especial, exigiu de Geraldo uma atitude digna de um verdadeiro herói: o motor da embarcação. “Eu tinha uma roçadeira de grama a motor lá na oficina. Botei o colete e fui buscar. Eu sabia onde ela estava”, conta.

                          Tirei o colete e mergulhei. Trouxe ela, arrumei o motor que estava cheio d’água e botei para funcionar– explica Geraldo sobre o processo de construção

                          Após a instalação do motor e a finalização do barco com a ajuda de outro profissional, Geraldo não hesitou em começar a ajudar quem mais precisava — e é assim que ele tem visto os dias passarem. “Não contei quantas pessoas eu ajudei pois não faço por mérito e sim porque elas precisam”, ressalta o mecânico.

                          Foto: Arquivo pessoal

                          Vou guardar esse barco. Vai que um dia eu precise por conta de uma outra enchente. Com certeza estarei lá– afirma Geraldo

                          O dia de amanhã

                          Há 30 anos, Geraldo viu de perto uma outra enchente atingir o bairro de Sarandi. Na ocasião, ele conta que “a água chegou na minha quadra, mas não perdemos nada. Desta vez foi pior. Não acreditava que poderia subir tanto. Quando percebi, a oficina estava com 20 cm de água. Em pouco tempo, a água já estava a 1 m de altura”.

                          Foto: Arquivo pessoal

                          No início do mês de maio, Sarandi encabeçava a lista de bairros com mais moradores atingidos pela enchente em Porto Alegre. A expectativa de Geraldo, agora, é conseguir “limpar um pouco a casa”. Segundo ele, por lá só restaram talheres, copos e pratos. “Vou ver se compro uma cama e um armário. Tem um fogareiro e o gás, já dá para recomeçar”, relata.

                          Hoje eu vejo a vida diferente. Amar ao próximo, perdoar e, se tiver condições, ajudar– finaliza Geraldo


                          Comunidade náutica unida em solidariedade

                          Além da ação de Geraldo — que entrou pelo próprios meios ao mundo náutico para ajudar quem mais precisa –, outras pessoas e empresas se mobilizaram para ajudar o Rio Grande do Sul. É o caso do casal Jack e Angel, da família Velho Jack, e Gerard Souza, que resgatou mais de 150 animais de jet.

                           

                          A NautiSpecial, que desenvolve produtos de limpeza biodegradáveis para barcos, vai doar 20% de todas as vendas realizadas no site para os Velejadores Solidários RS. O estaleiro pernambucano NX Boats colaborou financeiramente com o Instituto Cultural Floresta, que está atuando em várias ações nas enchentes.

                           

                          NTC Company, que tem sede no estado gaúcho, enviou plataformas flutuantes para os afetados na tragédia. Já a Kamell doou mercadorias para a manutenção de barcos que trabalhavam nos resgates no Rio Grande do Sul.

                           

                          Yamaha também contribuiu com roupas, motores de popa, óleo para os motores e hélices, além de transportar doações de terceiros. Diversas outras companhias do mercado náutico revelaram à reportagem que desenvolveram ações em prol dos gaúchos, mas preferiram não divulgá-las.

                          Campanha NÁUTICA + CUFA

                          O Grupo Náutica também entrou na corrente e uniu forças com a Central Única das Favelas (CUFA) para unir quem ama navegar com quem mais precisa de um barco nesse momento.

                           

                          Caso você tenha um barco pequeno, ou conheça alguém que possua um e gostaria de ajudar, entre em contato com a CUFA pelo e-mail [email protected] ou pelo WhatsApp (11) 95958-2933.

                           

                          Além da ajuda com embarcações, todos podem contribuir de qualquer lugar e com qualquer valor via PIX, através da chave [email protected]. O dinheiro arrecadado pela instituição é destinado a compra de itens essenciais, como mantimentos, água, produtos de higiene e colchões, por exemplo.

                           

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                            Por: Redação -
                            11/06/2024

                            O avanço do mar, provocado pelas mudanças climáticas, está prestes a deixar uma ilha no Panamá submersa. Localizada na costa norte do Caribe, o arquipélago Gardi Sugdub, de 400 metros de comprimento, abrigava cerca de 1,3 mil pessoas até o ano passado.

                            Os moradores, no entanto, estão sendo removidos da ilha, lar do povo indígena Guna há mais de cem anos. Nos últimos tempos, tempestades têm provocado inundações que afetam os sistemas habitacionais, de saúde, educação e distribuição de água, situação que deve piorar com o aumento da crise climática.

                            Foto: Human Rights Watch/ Reprodução

                            Embora a população tenha tentado reforçar o perímetro da ilha com pedras e estacas, nada adiantou para conter a água. De acordo com os cientistas, é provável que as condições meteorológicas extremas se tornem mais comuns e que a ilha desapareça do Panamá até o final do século.

                            Moradores da ilha estão indo para outra região do Panamá

                            Embora de forma relutante, a população local aceitou, em 2010, que a única saída seria buscar um local mais seguro para morar. Após anos de esforços liderados por ONGs, o governo do Panamá se comprometeu, em 2017, a construir 300 casas para os habitantes da ilha.

                            Construção das novas casas. Foto: Human Rights Watch/ Reprodução

                            O empreendimento, no entanto, atrasou diversas vezes, até que, na última semana, as famílias começaram a se mudar.

                            Estamos um pouco tristes, porque vamos deixar para trás as casas que conhecemos durante toda a vida, a relação com o mar, onde pescamos, onde tomamos banho e para onde vêm os turistas. O mar está afundando a ilha aos poucos– Nadín Morales, ao jornal português RTP

                            As novas residências ficam em uma região de floresta tropical, a pouco mais de dois quilômetros do porto — ou cerca de oito minutos até a ilha. Segundo o governo, foi necessário empreender 11 milhões de euros (R$ 63,5 milhões) para receber a população de Gardi Sugdub.


                            Como a evacuação não é obrigatória, algumas famílias optaram por continuar a viver na ilha, até que as condições se tornem insustentáveis.

                             

                            Este é o primeiro pedaço do Panamá que corre o risco de ficar submerso por conta das mudanças climáticas, mas as projeções não são animadoras. De acordo com um estudo da Direção de Alterações Climáticas do Ministério do Ambiente do Panamá, o país perderá cerca de 2,01% do território costeiro até 2050 por conta da subida do nível do mar.

                             

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                              Pit Stop da Sessa Marine inicia temporada 2024; veja programação

                              Iniciativa realiza vistorias gratuitas com direito a certificado em diversos destinos pelo país

                              O Pit Stop Sessa Marine já iniciou sua temporada de vistorias para o ano de 2024. Até setembro, o estaleiro realiza avaliações totalmente gratuitas nos barcos da marca, atendendo clientes de diversos destinos pelo país. Tido como o maior programa de pós-venda náutico do Brasil, a iniciativa conta com análises feitas por técnicos tanto do estaleiro, quanto de dealers oficiais e ainda ajuda a valorizar as embarcações.

                              De acordo com a marca, o checklist abrange uma verificação detalhada da embarcação, que inclui os sistemas hidráulicos, elétricos, eletrônicos, de conservação e manutenção, garantindo uma inspeção completa e abrangente.

                               

                              “O Pit Stop é um compromisso do estaleiro com a qualidade, segurança e satisfação de nossos clientes”, comenta Débora Felipe, diretora de marketing e comunicação da Sessa Marine.

                              Foto: Sessa Marine / Divulgação

                              Com esse programa, garantimos que as embarcações Sessa Marine estejam sempre em ótimas condições, proporcionando aos seus proprietários momentos de lazer tranquilos e inesquecíveis– ressalta Débora

                              Um dos grandes diferenciais do Pit Stop Sessa Marine é que, ao final da vistoria, um relatório é entregue ao cliente, fornecendo uma análise precisa do estado de conservação de cada componente do barco. A lancha vistoriada ainda é certificada com um selo exclusivo da Sessa, que confirma a inspeção feita pelo estaleiro e proporciona, assim, a valorização da embarcação.

                              Foto: Sessa Marine / Divulgação

                              De acordo com o estaleiro, os relatórios gerados pelo Pit Stop são utilizados para o aprimoramento contínuo da linha de produtos da marca, assegurando uma constante busca pela excelência e qualidade nos serviços prestados.

                              Foto: Sessa Marine / Divulgação

                              Quem pode participar do Pit Stop Sessa Marine

                              O Pit Stop Sessa Marine é destinado a todos os proprietários de barcos do estaleiro, independentemente do período de garantia de fábrica estar ou não em vigência. Além disso, o cliente não precisa ser o primeiro proprietário da embarcação.

                              Foto: Sessa Marine / Divulgação

                              Para garantir a participação no programa, basta manter um cadastro atualizado no site do estaleiro, com dados pessoais e da embarcação. Todos os atendimentos são pré-agendados pela Sessa e o proprietário ou marinheiro responsável pelo barco deve acompanhar a visita. Outra vantagem é que é possível aproveitar o momento para interagir com a equipe e tirar dúvidas.


                              Confira a programação do Pit Stop Sessa 2024

                              Em 2024, a agenda do programa de pós-venda Pit Stop Sessa começou ainda em abril, em Manaus (AM), e já passou por Balneário Camboriú (SC) e Ubatuba (SP). Confira abaixo os próximos destinos:

                              • Itajaí (SC): 10 a 12 de junho;
                              • Paraty (RJ): 10 a 14 de junho;
                              • Litoral de São Paulo (SP): 10 de junho a 30 de setembro;
                              • Angra dos Reis (RJ): 12 de junho a 6 de agosto;
                              • Joinville e São Francisco (SC): 17 a 21 de junho;
                              • Caiobá (PR): 08 a 12 de julho;
                              • Ponta de Poço e Ostras (PR): 22 a 26 de julho;
                              • Niterói (RJ): 7 de agosto;
                              • Rio de Janeiro (RJ) : 8 de agosto;
                              • Porto Belo e Florianópolis (SC): 12 a 16 de agosto;
                              • Itacuruça (RJ): 21 de agosto.

                               

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                                Nova lancha da FS Yachts, FS 355 estará no Marina Itajaí Boat Show

                                Barco recém-lançado dividirá holofotes com carro-chefe do estaleiro e modelo de 26 pés; salão acontece de 4 a 7 de julho

                                O Marina Itajaí Boat Show está se aproximando e grandes estaleiros do mercado náutico já confirmaram presença no salão. Um deles é a catarinense FS Yachts que, de 4 a 7 de julho, apresentará no evento seu mais recente lançamento: a FS 355.

                                Ao lado da novidade, a marca terá seu carro chefe, a FS 290 Concept, além da FS 265 Element — lancha de 26,5 pés com espaço gourmet na plataforma de popa.

                                Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                A nova FS 355, destaque da FS Yachts no Marina Itajaí Boat Show 2024, tem 35 pés e capacidade para acomodar 15 passageiros durante o dia, enquanto quatro podem curtir um pernoite. “O barco vem com tudo o que tem de mais moderno: telas de GPS, volante italiano, tecnologia empregada e todas as certificações de mercado internacional”, como explicou Ricardo Fragoso, diretor de exportações da FS, durante o Boat Show do Rio.

                                 

                                 

                                Confira fotos da nova FS 355:

                                Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
                                Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
                                Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
                                Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
                                Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
                                Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
                                Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                                A FS 290 Concept, por sua vez, é outra lancha da marca que deve atrair olhares no salão. O modelo de 29 pés é versátil em sua configuração: pode ter proa aberta ou cabinada, motor de popa ou de centro-rabeta, vir com t-top ou targa, tudo de acordo com o desejo do cliente.

                                Foto: Victor Santos / Revista Náutica

                                É a queridinha, um dos maiores sucessos da categoria de 29, 30 pés. Um barco muito moderno– ressaltou Ricardo no salão do Rio

                                Marina Itajaí Boat Show 2024

                                O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

                                 

                                A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                                 

                                A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                                 

                                Anote aí!

                                Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                                Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                Mais informações: site do evento
                                Ingressos: site oficial de vendas

                                 

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                                  Por: Redação -

                                  Nas lendas japonesas, avistar um peixe-remo em águas superficiais é um mal agouro, já que ele teria, supostamente, o poder de ‘prever’ terremotos. A teoria, no entanto, não se restringe ao país asiático: ao aparecer no México e Vietnam nas últimas semanas, a espécie despertou uma onda de especulações.

                                  Cientificamente chamado de Regalecus glesne, o animal é popularmente conhecido como ‘peixe do fim do mundo’ e pode chegar a impressionantes 11 metros de comprimento — o que o torna um dos peixes ósseos mais longos do mundo, segundo a National Geographic.

                                  Foto: Flickr/ Udo Schröter/ Reprodução

                                  Como habita águas profundas, até mil metros oceano abaixo, raramente é visto na superfície. O problema está, justamente, quando ele é encontrado longe de seu habitat preferido.

                                  ‘Peixe do fim do mundo’ prevê terremotos?

                                  A espécie foi flagrada por pescadores, no México, enquanto sofria um ataque de tubarão. Já no Vietnam, ela apareceu em uma praia, na cidade de Hue. Nos últimos meses, houve ainda avistamentos no Japão e Chile.

                                   

                                  Conforme o folclore japonês, a espécie sobe à superfície sempre que um abalo sísmico está prestes a ocorrer — daí o medo que gera ao ser visto no mar. A crença se popularizou ainda mais em 2011, quando a cidade de Fukushima foi arrasada por um tsunami, após vários encontros com o peixe-remo.


                                  No entanto, cientistas indicam que não há indícios de que a espécie tenha relação com os terremotos. Segundo estudos, o peixe é extremamente sensível a mudanças no ambiente em que vive e, por isso, sobe à superfície.

                                   

                                  Conforme elencado pelo portal O Globo, dentre os motivos que o fazem migrar estão alterações nas correntes oceânicas ou na temperatura da água, além de doenças e ferimentos.

                                   

                                  Náutica Responde

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                                    Dia da Marinha é marcado por solidariedade ao povo do Rio Grande do Sul

                                    Criada para celebrar heroísmo do passado, data traz à tona, neste ano, a necessidade de união e apoio aos afetados pelas enchentes

                                    Por: Redação -

                                    Manter viva a memória dos atos heroicos do passado é o que guia o Dia da Marinha, celebrado todo 11 de junho. Neste ano, contudo, a data ganha um significado mais especial, já que a Força Naval está na linha de frente das ações de resgate e apoio às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.

                                    Desde 30 de abril, oficiais da Marinha estão empenhados em prestar assistência ao povo gaúcho por meio de resgates de pessoas e animais, transporte e entrega de donativos, reconstruções de escolas, assistência médica, psicológica e humanitária, entre outras atividades logísticas.

                                    Foto: Marinha do Brasil/ Reprodução

                                    Em respeito aos afetados pela tragédia, a Marinha cancelou todas as comemorações que costuma realizar na sua data magna. A determinação foi feita uma única vez na história recente do Brasil: em 2020, durante a pandemia de Covid-19.

                                    Foto: Marinha do Brasil/ Reprodução

                                    A história por trás do Dia da Marinha

                                    A vitória na Batalha Naval do Riachuelo, em 1865, inspirou a criação do Dia da Marinha. O combate aconteceu durante a Guerra do Paraguai, maior e mais letal conflito da América do Sul, que durou mais de cinco anos (1864 a 1870). Na época, Brasil, Argentina e Uruguai se voltaram contra o país vizinho por motivos comerciais e territoriais.

                                     

                                    Na manhã de 11 de junho de 1865, a esquadra paraguaia tentou um ataque surpresa à Força Naval brasileira, atracada na cidade argentina de Corrientes. O que estava em jogo era o controle dos rios Paraná e Paraguai, de suma importância para os países envolvidos.

                                     

                                    A batalha não foi fácil, já que os navios nacionais, ideais para navegação em oceanos, estavam nas águas rasas da Bacia do Prata — o que aumentava o risco de encalhes e tornava os combatentes alvos fáceis. Ainda assim, com muita garra, o Brasil garantiu a vitória e a Batalha Naval do Riachuelo é considerada um dos maiores trunfos da história das Forças Armadas nacionais.

                                    Foto: Marinha do Brasil/ Reprodução

                                    Atuação heroica também no presente

                                    Com a mesma determinação do passado, os atuais militares da Marinha estão empenhados em defender a população do Rio Grande do Sul dos impactos das enchentes. É por isso que está em vigor desde 1º de maio a Operação Taquari 2.

                                     

                                    À NÁUTICA, o Comandante do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Sul, Capitão de Fragata Glaucio Alvarenga Colmenero Lopes, conta que, inicialmente, as aeronaves eram os únicos meios capazes de resgatar pessoas em telhados e áreas isoladas — o que ampliou o desejo de atuar rapidamente e salvar o quanto antes quem se encontrava em necessidade.

                                    Sem dúvidas, o resgate de crianças nos sensibilizou bastante. Mas a emoção a cada resgate, a cada vida içada pelo guincho da aeronave nos proporcionava a sensação de que estávamos cumprindo nossa missão– Capitão de Fragata Glaucio Colmenero Lopes

                                    Um dos momentos mais marcantes que presenciou foi quando descobriu, por meio de um voluntário, que um dos meninos resgatados havia feito um desenho, como forma de agradecimento, de um helicóptero da Marinha do Brasil, cuja frota agora atua no apoio logístico à região.

                                     

                                    “Cada pouso em um campo de evacuação trazia um grande alívio para nossa equipe. As pessoas eram acolhidas por voluntários, que auxiliavam no controle do desembarque. Durante nossos breves pousos, testemunhamos o reencontro de alguns familiares e amigos” relata.

                                    Foto: Arquivo Pessoal

                                    Além das aeronaves, foram enviadas diversas embarcações, dentre elas o Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) “Atlântico”, o maior navio de guerra da América Latina. Todo o contingente sediado no Rio Grande do Sul foi mobilizado, bem como efetivos de outros estados.

                                     

                                    O trabalho da Marinha também envolveu outros tipos de atividades, como a retirada de recipientes químicos levados pelas enchentes, celebração de ações religiosas — de forma a proporcionar conforto humanitário às vítimas — e aulas de primeiros socorros a crianças desabrigadas.

                                    Foto: Marinha do Brasil/ Reprodução
                                    Foto: Marinha do Brasil/ Reprodução

                                    Confira abaixo alguns números* da atuação da Marinha no Rio Grande do Sul:

                                    • mais de 400 toneladas de donativos transportados;
                                    • 78 barcos de resgate empregados;
                                    • 11 helicópteros;
                                    • 227 viaturas para transporte de donativos;
                                    • Hospital de campanha com 40 leitos e 45 profissionais da saúde;
                                    • 2.070 militares mobilizados para resgate, apoio logístico, remoção de escombros, desobstrução de vias e outros;
                                    • 04 escolas atendidas, com 2.100 alunos beneficiados;
                                    • 146,5 mil litros de água mineral distribuídos.

                                    * dados atualizados em 5 de junho de 2024

                                    Foto: Marinha do Brasil/ Reprodução
                                    Foto: Marinha do Brasil/ Reprodução
                                    Foto: Marinha do Brasil/ Reprodução
                                    Foto: Marinha do Brasil/ Reprodução

                                     

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                                      Palco do Marina Itajaí Boat Show, cidade dispõe de pontos fortes para navegação tanto para navegadores iniciantes quanto para os mais experientes

                                      Faltam poucos dias para o Marina Itajaí Boat Show atracar em águas itajaienses. Sucesso em 2023 e ainda maior em 2024, o salão promete fazer jus à cidade reconhecida por lei federal como a Capital da Construção Naval e do Turismo Náutico. E, se é referência em turismo, tem lugar para navegar! Por isso, NÁUTICA separou três lugares em Itajaí para aproveitar a paisagem a bordo.

                                      Referência na indústria náutica brasileira, a cidade de Itajaí fica localizada no litoral centro norte catarinense, na margem direita da foz do rio Itajaí-Açu. Aliás, a origem do nome do rio vem do tupi, e foi adotado pelos índios que ocuparam a Praia de Cabeçudas — que entra para essa lista como um bônus.

                                      Foto: Wikimedia Commons / autosound / Reprodução

                                      Considerada a principal praia de Itajaí, a Praia de Cabeçudas é, consequentemente, a mais movimentada — o que não é um ponto necessariamente negativo já que, assim, o local dispõe de ampla infraestrutura. A praia possui águas calmas, ideal para passeios de barco em família. Se a ideia for atracar por lá, o passeio ainda rende uma visita ao Farol de Cabeçudas, onde um mirante permite observar grande parte da cidade.

                                      Conheça 3 lugares para navegar em Itajaí

                                      Rio Itajaí-Açu

                                      O rio Itajaí-Açu se mostra o palco ideal para um passeio de barco repleto de paisagens, tranquilidade e até cultura, já que suas águas passam por pontos importantes da cidade catarinense, como o Porto de Itajaí e os Molhes da Barra.

                                      Foto: Flickr Eduardo Marquetti / Reprodução

                                      O rio ainda é um ótimo lugar para a prática da pesca esportiva e passeios entre amigos, já que é possível parar em diversos pontos para nadar, fazer piqueniques ou simplesmente relaxar nas margens. Ao navegar por suas águas, a paisagem oscila entre a vista do centro da cidade e a natureza viva, com direito à transição das águas fluviais para as marítimas do Oceano Atlântico, na área da Barra do Rio.

                                      Baía Afonso Wippel

                                      Para quem está começando a contar as primeiras milhas na água e deseja fazer um passeio sem sustos, a Baía Afonso Wippel é uma ótima escolha. Além da paisagem que mistura vegetação com belas águas, o local é rico em biodiversidade, e guarda em seu território diversas espécies de peixes e aves.

                                      Foto: Flickr Secom Itajaí / Alfabile / Reprodução

                                      A programação na Baía pode ir além da navegação, e se estender para outras atividades em suas proximidades como mergulho, pesca e esportes aquáticos. Tudo isso com segurança, uma vez que o local é considerado seguro para navegação, com poucas áreas de risco e boa sinalização marítima.


                                      Ilha feia (só no nome)

                                      Para os navegadores mais experientes, as ilhas de Itajaí podem ser exploradas de barco e reservam verdadeiros refúgios para quem busca fugir do agito dos locais mais movimentados da cidade.

                                      Portal de Turismo de Penha / Divulgação

                                      Uma delas é a Ilha Feia que, apesar do nome, de feia não tem nada. Próxima a Balneário Camboriú — mas acessível a partir de Itajaí –, a ilha é ideal para um dia todo de exploração. Isso porque, por lá, é possível avistar espécies marinhas, corais, praticar esportes aquáticos e até pescar. A Ilha Feia tem ainda trilhas e pontos para a prática de mergulho livre.

                                       

                                      Um pouco mais afastadas, as ilhas das Cabras e do Arvoredo são outros dois pontos interessantes para se chegar de barco partindo de Itajaí. Preservadas pela natureza, as ilhas apresentam águas límpidas e boas oportunidades para a prática de mergulho, com possibilidade de avistamento de espécies marinhas.

                                       

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                                        10/06/2024

                                        Ao olhar ao redor, não é difícil observar a presença do plástico em quase tudo o que cerca a vivência humana. Ele está em garrafas, embalagens de alimentos e até itens decorativos, mas a falta de comprometimento humano com a reciclagem faz com que as águas sejam seu destino final. A boa notícia é que cientistas descobriram um fungo capaz de decompor o material no mar.

                                        Em 2019, o mundo produziu 460 milhões de toneladas de plástico e reciclou menos de 10%, conforme dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Por cair nas águas, acaba comprometendo a saúde dos ecossistemas marinhos.

                                        Sem a ação humana para controlar a situação, entraram em campo organismos das profundezas do mar. É o caso do fungo Parengyodontium album, descoberto por pesquisadores do Instituto Real Holandês para a Investigação do Mar (NIOZ). Um estudo sobre o fungo foi publicado na revista científica Science of the Total Environment e mostra a capacidade da espécie de degradar o plástico.

                                         

                                        Para entender melhor a atuação do fungo, cientistas foram até as águas de pontos críticos de poluição por plásticos no Oceano Pacífico Norte. Por lá, isolaram o organismo marinho e o cultivaram em laboratório com materiais especiais, que continham carbono marcado.

                                         

                                        A equipe de pesquisadores observou que a decomposição do polietileno (plástico) pelo Parengyodontium album ocorre a uma taxa de cerca de 0,05% por dia e que a maior parte do material degradado é convertido em dióxido de carbono (CO₂).


                                        Apesar de o CO₂ ser um gás do efeito estufa, os estudiosos ressaltam que a quantidade liberada pelo fungo durante o processo é a mesma que a dos seres humanos quando respiram.

                                         

                                        Outra característica observada é que a presença da luz solar é essencial para que o Parengyodontium album utilize o plástico como fonte de energia. “[O fungo]só decompõe o polietileno que tenha sido exposto à luz ultravioleta durante, pelo menos, um curto período de tempo. No oceano, o fungo só pode degradar o plástico que tenha estado inicialmente perto da superfície”, explica Annika Vaksmaa, cientista do NIOZ.

                                         

                                        Por conta disso, o potencial do fungo para decomposição do plástico fica limitado, mas os pesquisadores entendem que, ainda assim, a espécie abre precedentes para outros fungos que também decomponham o plástico em zonas mais profundas.

                                         

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                                          Com embarcações na água e no pavilhão, estaleiro estará na 2ª edição do evento, que acontece de 4 a 7 de julho

                                          A Fibrafort é mais um estaleiro que está confirmado no Marina Itajaí Boat Show 2024. Entre os dias 4 e 7 de julho, seis lanchas do estaleiro estarão atracadas nas águas de sua cidade natal, dentro do maior salão náutico do Sul do país.

                                          O destaque da marca no Boat Show de Itajaí é a Focker 300 GranTurismo, lançada no último São Paulo Boat Show. A marca vai expor modelos tanto na água quanto no pavilhão do evento. Além da Focker 300, estarão na Marina Itajaí outras cinco lanchas: Focker 212; Focker 255 GTO; Focker 366 GTS e Focker 388 Gran Turismo.

                                          Foto: Fibrafort/ Divulgação

                                          Com design esportivo e espaço gourmet funcional completo na popa, a Focker 300 GranTurismo é um barco de 30 pés com capacidade para até 12 passageiros, sendo quatro no pernoite. São duas as opções de motorização: um motor centro-rabeta de 300 a 380 hp ou um motor de popa de 300 a 350 hp.

                                          Foto: Fibrafort/ Divulgação

                                          No Marina Itajaí Boat Show de 2023, a gerente comercial e de marketing da Fibrafort Bárbara Martendal explicou que o estaleiro gosta de estar presente nos eventos Boat Show para ter um contato próximo com os clientes. “Podemos mostrar nossos produtos e, obviamente, nossos negócios são alavancados”, comenta.

                                          A região, como um todo, é bem diversificada e todos os nossos barcos atendem o mercado– Bárbara Martendal

                                          Marina Itajaí Boat Show 2024

                                          O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

                                           

                                          A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                                           

                                          A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                                           

                                          Anote aí!

                                          Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                                          Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                          Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                          Mais informações: site do evento
                                          Ingressos: site oficial de vendas

                                           

                                          Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                           

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                                            No último sábado (8), as travessias entre as cidades de São Sebastião e Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, e Santos e Guarujá, na Baixada Santista (SP), ficaram mais modernas, com a entrega de duas novas balsas.

                                            A partir de agora, até 44 veículos e 162 pedestres poderão ir de São Sebastião à Ilhabela, a bordo da balsa FB-28. Já entre Santos e Guarujá, o número é de 20 veículos e 158 pedestres a cada travessia na embarcação FB-21. De acordo com o governo de São Paulo, outras quatro embarcações em reforma serão entregues entre julho e setembro de 2024.

                                            Governador Tarcísio de Freitas esteve em São Sebastião para a entrega das balsas. Foto: Governo do Estado de São Paulo / Divulgação

                                            No mesmo dia, autoridades também visitaram as obras nos flutuantes de São Sebastião e Ilhabela, ambos com previsão de entrega para agosto deste ano. Vale destacar que a Estação da Praça da República, na travessia entre Santos e Vicente de Carvalho, segue em reformas.


                                            Somadas, as ações entregues e em andamento representam um investimento de mais de R$ 120 milhões, do total de R$ 243 milhões anunciados em setembro do ano passado, que deve abranger ainda o novo sistema de gestão de filas, já em vigor nas travessias Santos-Guarujá, Guarujá-Bertioga, São Sebastião-Ilhabela e Cananéia-Ilha Comprida.

                                             

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                                              Por: Redação -

                                              Pesquisadores italianos encontraram, na costa de Campo di Mare, ao norte do país, uma antiga vila romana debaixo d’água. Ao que tudo indica, a estrutura — que pode ser avistada do ar — fez parte da casa de um aristocrata, devido aos materiais refinados utilizados na construção.

                                              Capaz de contribuir com detalhes históricos de uma das maiores e mais importantes civilizações da Antiguidade, a vila submersa, desaparecida há séculos, fica em um ponto que é de interesse dos arqueólogos desde 2021.

                                              Foto: Facebook Soprintendenza Archeologia Belle Arti Paesaggio Etruria Meridionale/ Reprodução

                                              Isso porque foi ali em que apareceu uma coluna de mármore cipollino — usado pelos gregos e romanos do passado –, com capitel jônico parcialmente afundado. Após uma expedição, perceberam que se tratava de uma construção muito maior, possivelmente um pavilhão portuário.

                                               

                                              Diante da primeira descoberta, deu-se início a uma série de escavações nada fáceis para os trabalhadores, já que a região da vila fica em uma baixa profundidade debaixo d’água e é assaltada por ondas constantes.

                                              Foto: Facebook Soprintendenza Archeologia Belle Arti Paesaggio Etruria Meridionale/ Reprodução

                                              Apesar disso, a equipe de especialistas conseguiu mergulhar e começou um programa de restauração subaquática que deve permanecer ao longo de três anos.

                                              Como é a vila romana debaixo d’água

                                              De acordo com as informações divulgadas pela Superintendência de Arqueologia, Belas Artes e Paisagem da Etrúria do Sul, a construção tem paredes duplas, com tijolos distanciados cerca de três metros entre uma e outra.


                                              As fundações foram feitas sobre uma base de barro, o que permitiu que estruturas de madeira usadas para fortalecer a edificação permanecessem conservadas. A sofisticação e os detalhes do esqueleto da vila encontrada debaixo d’água são os responsáveis pela teoria de que o local pertencia a alguém com possibilidades financeiras.

                                              Foto: Facebook Soprintendenza Archeologia Belle Arti Paesaggio Etruria Meridionale/ Reprodução
                                              Foto: Facebook Soprintendenza Archeologia Belle Arti Paesaggio Etruria Meridionale/ Reprodução

                                              Por enquanto, os arqueólogos não especificaram o ano em que a vila que hoje está debaixo d’água foi construída, mas os próximos estudos devem fornecer mais detalhes. Para proteger a região, a navegação no local foi suspensa.

                                              Foto: Facebook Soprintendenza Archeologia Belle Arti Paesaggio Etruria Meridionale/ Reprodução

                                               

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                                                09/06/2024

                                                A bordo de um veleiro classe Pinguim, o empresário Marcio Correa da Veiga, 68, começou a contar as primeiras milhas no mar ainda na infância. Quando uma distrofia muscular de Becker entrou no caminho, Marcio precisou ajustar o leme rumo a uma quebra de barreiras.

                                                A paixão de Márcio pelas águas nunca foi embora. Pelo contrário, ganhou mais personagens e passou a ser compartilhada também com a esposa, Ana Cristina, 62.

                                                 

                                                Carregando no DNA as típicas características de um verdadeiro casal carioca, Ana (que é economista) e Marcio sempre se encantaram com a vista do mar, a areia nos pés e o sol na pele. Assim, em 1995, essa paixão ficou quase que palpável com a compra de uma casa em Angra dos Reis (RJ) e, claro, do primeiro barco: uma Intermarine Oceanic 32.

                                                Intermarine Oceanic 32. Foto: Arquivo Pessoal

                                                Dois anos depois, a primeira embarcação deu lugar a uma Ferretti 40 que, em 2001, foi substituída por uma Intermarine 500 Full. Isso até a chegada dela: a Regal 4160 Commodore, lancha que, desde 2006, acompanha o casal pelas águas de Jurubaíba, Ilha Grande, Ilha do Sandra, Piraquara e tantos outros mares que fazem o coração da dupla vibrar.

                                                Regal 4160 Commodore. Foto: Arquivo Pessoal

                                                Casados há 40 anos, é assim que o casal tem aproveitado os momentos livres nos últimos 30 anos: com vento soprando no rosto, ditando o norte e trazendo para perto a brisa do mar do Rio de Janeiro.

                                                Foto: Arquivo Pessoal

                                                Nenhum obstáculo tirou dos dois o prazer de estar a bordo e, o tradicional “navegar é preciso”, de Fernando Pessoa, foi justamente o que manteve Marcio sobre as águas, mesmo quando uma distrofia muscular de Becker começou a dar os primeiros sinais.

                                                A minha vida é de constante adaptação. À medida que a doença vai me impossibilitando de fazer algumas coisas, eu vou tentando ter equipamentos de acessibilidade que me permitam levar uma vida o mais próximo do normal– conta Marcio

                                                Perda de força impôs mudanças

                                                Condição genética que causa a degeneração progressiva de músculos presentes nos braços, pernas, quadril e nos ombros, a distrofia muscular de Becker geralmente acomete mais homens e surge na infância ou na adolescência, começando com uma perda leve da força dos músculos, que aumenta com o tempo.

                                                Foto: Arquivo Pessoal

                                                No caso de Marcio, apesar de a doença acompanhá-lo desde o nascimento, a condição começou a dar os primeiros sinais em 1985, quando ele tinha 29 anos. “Sendo uma doença degenerativa e progressiva, em 1995, quando compramos o primeiro barco, não houve necessidade de adaptação”, conta Ana.


                                                Em 2018, contudo, as primeiras adaptações começaram a acontecer. Primeiro, na casa, principalmente em ambientes em que o acesso de um cômodo ao outro se dava por meio de escadas. Ana conta que, nesse período, “Marcio estava com um grau avançado de dificuldade”.

                                                 

                                                Não demorou para que a doença começasse a dificultar o acesso à tão amada Regal. Ana explica que “as variações de maré colocam o barco muitas vezes bem abaixo do deque, o que dificulta e até impede o acesso, mesmo com auxílio da ponte, já que essa fica bastante íngreme”.

                                                Marcio precisava fazer uma adaptação para entrar e sair do barco. Caso contrário, teríamos que nos desfazer de algo que nos dá muito prazer– conta Ana

                                                Foto: Arquivo Pessoal

                                                Solução na adaptação

                                                Ao buscar soluções para a nova realidade, o cenário não foi animador. De acordo com Ana, “o mercado brasileiro de equipamentos para acessibilidade ainda engatinha, e para barcos é inexistente”. Outro entrave foram os custos envolvidos. “Os equipamentos oferecidos pela indústria náutica nacional são, em maioria, importados e vendidos a preços exorbitantes”, relata a economista.

                                                Esse ano cogitamos vender tudo, porque estava muito difícil para o Marcio acessar o barco– conta Ana

                                                Uma cadeira elevadora — comumente utilizada em escadas –, vista como melhor opção para o caso de Marcio, custa em torno de R$ 25 mil (valor sem o preço de instalação) e costuma ser importada. Ana conta que o casal buscou o representante no Brasil de uma marca importada que fabrica o produto. Porém, a negociação não seguiu adiante porque “o representante nunca instalou uma dessas em barcos”.

                                                Foto: Arquivo Pessoal

                                                A solução, então, foi adaptar. Depois de muito pesquisar e estudar, Marcio comprou uma cadeira elevatória de escadas residencial usada, fabricada nos Estados Unidos. Com a ajuda de um eletricista náutico parceiro, o empresário fez as mudanças necessárias para a instalação do equipamento no barco.

                                                 

                                                A cadeira adaptada leva o carioca do deque ao barco e vice-versa — “com segurança, conforto e dignidade”, conforme explica Ana, que complementa: “não foi algo comprado pronto, trazido de fora e instalado. Ele adaptou.” Para a economista, o “mundo ideal” seria “entrar na web, escolher, comprar, mandar instalar e ter garantia de funcionamento”.

                                                 

                                                A ideia deu certo, mas não custou pouco. A cadeira saiu por R$ 9 mil, e mais R$ 10 mil foram necessários para instalar o equipamento na embarcação. Confira abaixo o equipamento em ação.

                                                 

                                                 

                                                Criamos muitas memórias maravilhosas no mar com nossos filhos. Agora, com eles adultos, estamos curtindo muito também! Essa acessibilidade ao barco permitiu não ceifarmos algo que amamos tanto da nossa vida– ressalta Ana

                                                O casal tem três filhos: Mariana, 36, Bernardo, 34, e Felipe, o caçula de 27 anos que “quase nasceu a bordo”.

                                                Foto: Arquivo Pessoal

                                                Longo caminho em busca da liberdade

                                                Na busca por acessibilidade e à liberdade de Marcio em usufruir de seu barco, Ana enxerga melhorias. Para ela, com o avanço tecnológico, leis e conscientização, estão sendo produzidos mais plataformas elevatórias, cadeiras elétricas acopladas a escadas, scooters e outros equipamentos para pessoas com necessidades especiais. Ainda assim, há uma grande defasagem em solo nacional, deixando-os inacessíveis, financeiramente falando.

                                                 

                                                A economista relata que, quem vê a adaptação feita na Regal, não deixa de comentar com o casal a triste experiência de ter que deixar alguém querido de fora dos passeios de barco, por não existir acesso adequado.

                                                Adaptação não é apenas para pessoas com necessidades especiais, também engloba idosos, principalmente em um mundo que está ficando mais longevo– ressalta Ana

                                                Foto: Arquivo Pessoal

                                                Procuro sempre superar as minhas dificuldades e seguir vivendo!– ressalta Marcio

                                                Agora, para Ana, o sentimento que fica é o de esperança para que “o mercado náutico abra os olhos para esse segmento”.

                                                 

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                                                  Você sabia que os rios e riachos do Alasca estão ficando laranja?

                                                  Fenômeno vem acontecendo há 10 anos, com águas mais turvas e maiores concentrações de ferro, sulfato e metais

                                                  O que era cristalino, limpo e azul, está ficando ácido, sujo e laranja. Assim é a situação dos rios e riachos do Alasca, nos Estados Unidos, que sofrem com os metais tóxicos liberados pelo degelo do permafrost — um terreno congelado por no mínimo dois anos –, que solta substâncias perigosas nos mares.

                                                  Publicado no periódico Communications: Earth & Environment, da Nature, o estudo sobre as alaranjadas águas do Alasca foi feito pelo Serviço Nacional de Parques, da Universidade da Califórnia em Davis, e pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos. O resultado foi preocupante.

                                                  Foto: UC Davis CAES/ YouTube/ Reprodução

                                                  Depois de observarem 75 riachos na cordilheira do Brooks, no Alasca, pesquisadores descobriram que os rios começaram a ficar laranja dez anos atrás, por conta do contato com ferro e metais tóxicos, causado pelo clima mais quente e redução da neve.

                                                  Foto: Ken Hill/ National Park Service/ Divulgação

                                                  Como era de se imaginar, os riachos laranjas não possuem as mesmas características dos normais. Eles são mais turvos e têm maiores concentrações de sulfato, ferro e metais.

                                                   

                                                  De acordo com os pesquisadores, a mudança na água é causada por metais como zinco, ferro, cobre, chumbo e níquel, componentes que, por sua vez, são tóxicos para os ecossistemas dos rios e riachos. Além disso, a descoloração está ligada a uma queda na diversidade de insetos aquáticos e na quantidade de peixes.

                                                  Uma surpresa ingrata

                                                  Se você não esperava encontrar rios da cor laranja no Alasca, os cientistas também não. Mais do que a coloração em si — fenômeno esse que já aconteceu outras vezes — , o que mais surpreendeu os pesquisadores foi o fato desse fenômeno ocorrer num lugar tão remoto.

                                                  Foto: Ken Hill/ National Park Service/ Divulgação

                                                  Segundo os cientistas, isso costuma acontecer em regiões com histórico de mineração, como em Apalaches, uma cordilheira da América do Norte. Por conta das heranças deixadas pelas corridas de minérios na década de 1850, esse processo de “alaranjar” os rios não é exatamente uma novidade nos EUA.

                                                  É surpreendente ver isso quando você está em uma das áreas selvagens mais remotas e longe de uma fonte de mina– Brett Poulin, co-autor do estudo, à CNN Internacional

                                                  O mesmo culpado

                                                  Justamente por não se tratar de uma região próxima de mineração, uma das hipóteses dos estudiosos aponta a possibilidade de os minérios que antes estavam presos no permafrost congelado entraram em contato com a água, liberando ácido e metais no solo e nos riachos do Alasca.

                                                  Foto: UC Davis CAES/ YouTube/ Reprodução

                                                  Ou seja, as temperaturas elevadas — fruto do aquecimento global — aceleraram o processo de derretimento do permafrost, que disparou mais materiais tóxicos nas águas. Não à toa, as mudanças mais drásticas ocorreram entre 2017 e 2018, que coincidiu com os anos mais quentes, segundo Poulin.

                                                  Com a Terra aquecendo cada vez mais, o problema fica muito maior do que os rios ficando laranja. A questão levanta preocupações sobre como este derretimento afetará o abastecimento de água potável e a pesca de subsistência na região rural do Alasca.

                                                   

                                                  Por fim, mas não menos desanimador, os pesquisadores citaram que 22 riachos montanhosos do Colorado, nos EUA, tiveram aumento em sulfato, zinco e cobre nos últimos 30 anos. Durante o verão no Hemisfério Norte deste ano, os pesquisadores esperam fazer três viagens para coletar amostras adicionais.

                                                   

                                                  Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                   

                                                  Náutica Responde

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                                                    Por: Redação -
                                                    08/06/2024

                                                    Pode até parecer coisa de filme, mas não é só nas telonas que ilhas recheadas de tesouros atraem exploradores ao redor do mundo. No Canadá, uma península é alvo de atenção há séculos por parte de aventureiros que acreditam que o local guarda relíquias inestimáveis.

                                                    Localizada na Baía de Mahone, na costa da província Nova Escócia, a Ilha Oak conta com 567 m² e é explorada desde 1795, quando surgiu a lenda de que tesouros que pertenceram a grandes figuras históricas — como à rainha francesa Maria Antonieta, ao pirata escocês Capitão Kidd e aos cavaleiros medievais da Ordem dos Templários — estariam enterrados há dezenas de metros de profundidade.

                                                    Escavações e construções na ilha em 1931. Foto: Picryl

                                                    Tal o fascínio que o local provocava que diversas pessoas e companhias fizeram escavações por conta, a ponto de operários sofrerem graves acidentes e morrerem no percurso.

                                                    Como começou a lenda sobre a “ilha dos tesouros”?

                                                    Ao que tudo indica, o responsável pelas primeiras investidas foi Daniel McInnes, um garoto de 16 anos que, ao atracar na Ilha Oak para caçar, percebeu que havia uma depressão no solo, próxima ao local onde árvores haviam sido derrubadas.

                                                     

                                                    Conhecedor de histórias de piratas na região, o jovem escavou o local junto com dois amigos — Jack Smith e Anthony Vaughan –, até que o trio descobriu um poço profundo, com plataformas de madeira a cada três metros.

                                                     

                                                    Em 1803, Jack comprou o lote e fundou a Onslow Company. Um ano depois, relatou que, a 27 metros de profundidade, havia uma placa com uma mensagem criptografada que, ao ser decodificada, dizia: “Quarenta metros abaixo, dois milhões de libras estão enterrados”.


                                                    Outras empreitadas foram comandadas por ali, mas devido à proximidade com a Baía de Mahone, o poço inundou e desabou. Há boatos de que outra empresa, ao perfurar 50 metros abaixo do que havia sobrado, voltou com a broca com manchas de ouro e um fragmento de pergaminho de pele de carneiro.

                                                    Como está o local atualmente?

                                                    Quando o assunto é o suposto tesouro que a ilha esconde, há muitos mistérios e poucas certezas. Não é à toa que o History Channel fez uma série dedicada a explorar — literalmente — os segredos que envolvem a península.

                                                     

                                                    Os episódios contam com a participação dos irmãos norte-americanos Rick e Marty Lagina, atuais donos do terreno e fundadores da empresa Cerva Troca — expressão em latim que significa “procure e encontrarás”.

                                                    Imagem publicada por Rick mostra escavações atuais. Foto: Instagram @ricklagina__/ Reprodução

                                                    Outros vários livros de ficção e não-ficção têm a Ilha Oak no centro do debate, já que o local também é lembrado por supostos fenômenos sobrenaturais. Há, inclusive, uma teoria, de autoria de Joe Nickell, que sugere que tudo não passa de uma lenda da Maçonaria, já que alguns dos itens achados na ilha, como uma cruz, um esquadro e a pedra com inscrições, aparecem na tradição do grupo.

                                                     

                                                    Seja com for, reza a lenda que o tesouro seria encontrado na ilha após sete homens morrerem à sua procura. Ao longo dos últimos séculos, seis faleceram durante escavações.

                                                     

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                                                      07/06/2024

                                                      Criado há 32 anos e oficializado pela ONU em 2008, o Dia do Mundial dos Oceanos tem como objetivo chamar a atenção das pessoas para a importância dos oceanos para a vida na Terra. Com o tema “Desperte Novas Profundezas” em 2024, a celebração das Nações Unidas quer alertar o mundo sobre a nossa relação com as águas salgadas.

                                                      Já que o oceano é dono de diversos segredos, criaturas misteriosas e “monstros” que encantam os apaixonados por uma ficção científica, NÁUTICA preparou uma lista de curiosidades sobre essa vastidão de água que cerca o nosso planeta. De sons misteriosos a enormes cachoeiras submersas, confira alguns fatos extraordinários sobre esta imensidão azul.

                                                      Qual o oceano mais antigo da Terra?

                                                      Caso você tenha respondido à pergunta dizendo “Oceano Pacífico”, acertou! Ele não só é o mais velho, como o maior e mais profundo entre os cinco que banham a Terra — Atlântico, Pacífico, Índico, Glacial Ártico e Glacial Antártico — segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA).

                                                      Situado entre a América (a leste), Ásia e Oceania (a oeste) e Antártica (ao sul), as rochas encontradas na área do Oceano Pacífico datam de cerca de 200 milhões de anos, segundo pesquisa. No entanto, a água mais antiga do mundo, por incrível que pareça, não está no Pacífico, mas no Mar Mediterrâneo.

                                                      Cachoeira dentro do oceano

                                                      Você sabia que, não só existe uma cachoeira submersa, como ela é a maior do mundo? Pode parecer confuso imaginar uma cachoeira sendo despejada dentro do próprio mar, mas é isso que acontece no Estreito da Dinamarca (que, aliás, não fica na Dinamarca).

                                                      Cachoeira submersa nas Ilhas Maurício

                                                      Este fenômeno intrigante se desenvolve na parte oceânica entre Islândia e Groenlândia, no Atlântico Norte. A cachoeira, que fica dentro do oceano, possui incríveis 160 km de largura e despeja cerca de 5 milhões de m³ de água por segundo — três vezes mais que o recorde das Cataras do Iguaçu!

                                                      Foto: National Oceanic and Atmospheric Adminstration (NOAA)/ Divulgação

                                                      Maior buraco azul do mundo

                                                      Não parece ser uma boa ideia mergulhar no fundo do maior buraco azul do mundo. Mas foi exatamente isso que os mergulhadores fizeram no Tam’ja, (que significa “águas profundas”, na língua maia), localizado próximo à fronteira entre o México e Belize, em frente à Península de Yucatán, no mar do Caribe.

                                                      Foto: Youtube Geologyscience / Reprodução

                                                      O que eles descobriram matou a curiosidade de muita gente, mas ainda deixou incógnitas. A 420 metros abaixo da superfície, este mistério do oceano equivale a 11 Cristos Redentores — isso porque nem conseguiram chegar até o fundo. Lá dentro, encontraram de tudo: sulfeto de hidrogênio, garrafa de vidro, câmera GoPro e até dois corpos humanos.

                                                      Local mais isolado da Terra

                                                      Se você está se sentido sozinho, com certeza não está tão solitário quanto o Ponto Nemo. Este local é considerado o mais isolado do mundo: fica a cerca de 2.700 km da terra mais próxima. Para ter noção do isolamento, geralmente os humanos mais próximos desta região são os astronautas.

                                                      Foto: Captura de tela do Google Maps / Reprodução

                                                      Este distante ponto no Oceano Pacífico, inclusive, é um “cemitério” espacial, pois abriga em suas profundezas objetos da área já sem utilidade, como satélites, espaçonaves e estações espaciais. Outra curiosidade se dá pela inexistência de atividades humanas, transporte marítimo e pesca nos arredores.

                                                      Montanhas embaixo d’água

                                                      Por incrível que pareça, há uma montanha no fundo do oceano que mede quase duas vezes mais que o Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo. Com 1.600 metros de altura, este monte submarino foi encontrado nas profundezas da Guatemala, no Oceano Pacífico.

                                                      Foto: Schmidt Ocean Institute/ Divulgação

                                                      Caso não saiba — e aqui vai mais uma curiosidade — , um monte submarino é uma montanha que fica no fundo do oceano. Ela até que se eleva, mas sem nunca atingir a sua superfície — ou seja, sem alcançar o nível médio do mar. Na ocasião, essa elevação foi encontrada a 2.400 metros de profundidade.

                                                      Bloop, o som misterioso

                                                      Para quem gosta de mistério, aqui está um dos mais intrigantes. Em 1997, cientistas escutaram alguns ruídos estranhos vindos do oceano — que mais tarde, descobriu-se tratar do Pacífico. O ruído com som de “bloop” podia ser escutado a incríveis 5 mil quilômetros de distância. Confira!

                                                       

                                                       

                                                      A partir disso, surgiram documentários e teorias das mais insanas para — tentar — explicar do que se tratava esse ruído. E aí entra na história um iceberg rachando e se deslocando das geleiras da Antártica — algo semelhante  a derrubar um cubo de gelo no copo com bebida. Sendo assim, o mistério estava resolvido. Bloop!

                                                      Oceano verde?

                                                      Quando se fala em ter um mundo mais verde, não era exatamente desse verde que a gente estava falando. Depois de analisar imagens de satélite, cientistas dos Estados Unidos e Reino Unido concluíram que os oceanos estão ficando cada vez mais esverdeados.

                                                      Em artigo publicado na revista Nature, os estudiosos dizem que a modificação na cor dos oceanos se dá pelas mudanças climáticas. Segundo eles, o aquecimento das águas causa o aumento dos fitoplânctons, que usam clorofila verde para fotossíntese — o que explica o tom mais esverdeado dos oceanos.

                                                      Nível dos oceanos subindo…

                                                      Segundo o relatório “O Estado do Clima na América Latina e no Caribe em 2023”, da Organização Mundial de Meteorologia (OMM), o mundo inteiro sofreu com a elevação do nível do mar no último ano, por conta da expansão térmica, visto que a água quente se dilata.

                                                      Foto: Raw Pixel

                                                      Isso acontece desde 1993, só que dessa vez, a elevação do nível do mar foi recorde, com média global de 3,42 mm/ano. Inclusive, o Brasil está acima da média num ranking preocupante: o calor fez com que os oceanos subissem mais aqui do que em outros lugares do mundo.

                                                      Tapem os ouvidos

                                                      Não são apenas as grandes metrópoles que estão ficando cada vez mais barulhentas. Os oceanos também vêm sofrendo desse mal, mas com a grande diferença que, neste caso, os animais marinhos são os que mais sofrem com as consequências das interferências humanas.

                                                      Segundo estudo publicado no Environmental Science, o oceano está mais barulhento, já prejudica a vida marinha e a situação pode ficar até cinco vezes pior daqui 70 anos. A nível de curiosidade, os animais se comunicam, principalmente, por meio de sons, na falta de uma boa visibilidade.

                                                      Uma imensidão a explorar

                                                      Mesmo que se saiba muita coisa sobre, essa lista de curiosidades poderia ser ainda maior caso conhecêssemos mais do que 20% sobre o oceano. Afinal, mesmo que ocupe 70% do Planeta Terra, fatores como custo e pressão no fundo do mar dificultam novas descobertas.

                                                      Foto: NOAA Ocean Exploration, Windows to the Deep 2019/ Divulgação

                                                      Para se ter ideia, o nível de 100 metros de profundidade já pode ser mortal aos humanos, por conta da síndrome de descompressão. Já que a média dos oceanos é maior que 3,6 quilômetros, uma viagem ao fundo do mar não é simples, precisando de muita tecnologia e dinheiro.

                                                      Temos melhores mapas da Lua e de Marte do que do nosso próprio planeta– Gene Feldman, oceanógrafo emérito da NASA

                                                       

                                                      Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                       

                                                      Náutica Responde

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                                                        Três outras lanchas da marca também devem marcar presença no salão que acontece de 4 a 7 de julho

                                                        O maior barco da história do estaleiro mineiro Ventura vai fazer sua segunda participação em um evento Boat Show daqui a poucos dias. A recém-lançada V550 deve atracar nas águas do Marina Itajaí Boat Show 2024, de 4 a 7 de julho, ao lado de outras três lanchas consagradas da marca: V400 Crossover, V300 Crossover e V265 Comfort.

                                                        Em abril, a nova lancha foi um dos grandes destaques do Rio Boat Show 2024, e chamou atenção pelos espaços tanto externos, quanto internos. Na ocasião, André Motta, diretor da Ventura, ressaltou que a embarcação traz “tudo de um barco de 70 pés em uma lancha de 55 pés”.

                                                        Foto: Ventura / Divulgação

                                                        O diretor ainda destacou que a nova embarcação da Ventura que estará no Marina Itajaí Boat Show  “tem cabine com a proa aberta — crossover — , abertura lateral elétrica perto de 1,3 m, plataforma hidráulica e até compartimento para bote“.

                                                        Esse evento [Marina Itajaí Boat Show] está sendo a porta de entrada para a captação de novos dealers e parceiros na região– Marco Garcia, gerente comercial da Ventura, durante o Marina Itajaí 2023

                                                        Confira mais fotos da V550

                                                        Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
                                                        Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
                                                        Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
                                                        Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
                                                        Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
                                                        Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica

                                                        Marina Itajaí Boat Show 2024

                                                        O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

                                                         

                                                        A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                                                         

                                                        A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                                                         

                                                        Anote aí!

                                                        Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                                                        Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                                        Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                                        Mais informações: site do evento
                                                        Ingressos: site oficial de vendas

                                                         

                                                        Náutica Responde

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                                                          Principal exposição do mundo dedicada à indústria de navios de cruzeiro, o CSI acontece nos dias 6 e 7 de junho, em Miami Beach, nos EUA. Por lá, uma nova área ganhou vida em 2024: a Attractions & Entertainment Technology Zone (Zona de Tecnologia de Atrações e Entretenimento, em português), apresentando as principais inovações do setor quando o assunto é entretenimento a bordo.

                                                          Foto: Instagram @royalcaribbean / Divulgação

                                                          Cada vez mais as embarcações de cruzeiro têm levado para o meio do oceano atrações populares em terra firme, visando entreter seus passageiros enquanto o navio cruza o mar. Não é difícil se deparar com esses gigantes carregando desde parques aquáticos até montanhas-russas. A novidade do CSI, contudo, promete mostrar que dá para fazer muito mais — mesmo sobre as águas.

                                                          Foto: CSI / Divulgação

                                                          Entre os expositores estão marcas voltadas a atividades como boliche, experiências com realidade virtual, carrinhos de bate-bate, montanhas-russas, iluminação futurística, áreas de recreação infantil e paredes de escalada nas alturas. Esse último, da Walltopia, empresa responsável por equipar o Icon of the Seas, da Royal Caribbean — tido como o maior navio de cruzeiro do mundo — com um “brinquedo” semelhante.

                                                          Os novos navios de cruzeiro também representam a próxima fronteira em termos de atrações e tecnologia de entretenimento– destaca a CSI


                                                          O Icon of the Seas é, aliás, uma grande referência em navios de cruzeiro quando o tema é diversão a bordo. O modelo conta com um parque aquático considerado o maior do planeta em embarcações, com seis tobogãs e direito até ao primeiro toboágua aberto em queda livre num barco desse tipo.

                                                          Foto: Royal Caribbean / Divulgação

                                                          Há ainda uma trilha suspensa a 48 metros de altura, escalada vertical e um simulador de surf de 12 metros de comprimento.

                                                          Foto: Royal Caribbean / Divulgação

                                                          Além do Attractions & Entertainment Technology Zone, a CSI conta com especialistas líderes em design de interiores de navios de cruzeiro e hotéis, debatendo tópicos como a experiência do visitante, tendências futuras, tecnologias de IA e experiências imersivas.

                                                           

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                            Awá Pinho, de 18 anos, mora às margens do rio Tapajós (PA) e viralizou nas redes ao mostrar trajeto de quase 2h para ir treinar. Assista!

                                                            NX 44 by Pininfarina fará estreia nas águas do Sul no Marina Itajaí Boat Show

                                                            Mais recente novidade da NX Boats, lancha poderá ser vista de perto de 4 a 7 de julho

                                                            Por: Redação -

                                                            Falta menos de um mês para o Marina Itajaí Boat Show atracar no Sul do Brasil e a NX Boats já está mais do que confirmada para a segunda edição do salão náutico. A marca levará às águas de Santa Catarina seu mais recente lançamento: a NX 44 by Pininfarina.

                                                            A lancha de 13,77 metros é o principal destaque dentre as embarcações que o estaleiro vai exibir no maior evento náutico do Sul do país. A novidade é fruto de uma parceria da NX Boats com a Pininfarina América — estúdio americano da lendária casa de design italiana.

                                                            Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                                            Segundo Felipe Guedes, diretor comercial da NX Boats, a marca pernambucana é a única do setor náutico, em todo o continente americano, licenciada para utilizar o nome da Pininfarina.

                                                             

                                                             

                                                            Exibida no Rio Boat Show 2024, a embarcação acomoda até 20 passageiros, com pernoite para quatro. Pensada para unir design e funcionalidade, a NX 44 by Pininfarina conta com área gourmet completa — com churrasqueira e pia — e solários na proa, além de outros espaços que serão conferidos de perto no Marina Itajaí Boat Show, que acontece em formato de circuito 360º, de 4 a 7 de julho.

                                                            Eventos como o Marina Itajaí Boat Show são essenciais para o desenvolvimento do mercado náutico na região Sul e também para a captação de novos negócios– Jonas Moura, CEO da NX Boats, durante o Marina Itajaí Boat Show 2023

                                                            Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
                                                            Foto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
                                                            Foto: NX Boats / Divulgação

                                                            Marina Itajaí Boat Show 2024

                                                            O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

                                                             

                                                            A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                                                             

                                                            A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                                                             

                                                            Anote aí!

                                                            Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                                                            Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                                            Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                                            Mais informações: site do evento
                                                            Ingressos: site oficial de vendas

                                                             

                                                            Náutica Responde

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