Memória Náutica: relembre como foi o Rio Boat Show de 2001

28/02/2024

Em 2024, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição. Para comemorar esse momento histórico, a equipe de NÁUTICA vai revisitar o passado novamente para mais uma edição da série Memória Náutica. Hoje é dia de relembrar o Rio Boat Show 2001, o primeiro deste século.

A 4ª edição do Rio Boat Show atracou na Marina da Glória entre os dias 20 e 29 de abril, em um evento que, para muitos, foi histórico para o setor náutico brasileiro. Como apontou a edição 154 da Revista Náutica, “nunca o maior e mais charmoso salão náutico da América Latina respirou um clima de tanto entusiasmo como neste ano.”

Foto: Arquivo Revista Náutica

O mercado está num momento excelente. Surgiram novos fabricantes e os antigos têm novos produtos. Isso dá uma expectativa de vendas animadora– Róbson Mondelo, da Dumon, à Revista Náutica edição 154

O que acontecia no mundo em 2001

Foi em 2001 que uma tartaruga marinha passou a circular no bolso dos brasileiros, com o lançamento da icônica cédula de 2 reais. No âmbito cultural, nascia naquele ano o primeiro filme de Harry Potter, assim como tinha início uma outra saga: O Senhor dos Anéis. A escola Imperatriz Leopoldinense, por sua vez, garantia o tricampeonato do Carnaval do Rio de Janeiro.


Quando se fala no ano de 2001, é quase impossível não se lembrar do ataque às torres gêmeas, em Nova York. O acontecimento é um dos tristes marcos da história da humanidade. Na tecnologia, a Microsoft lançava o inesquecível Windows XP e o vídeo game Xbox. Nascia também naquele ano o Wikipédia, que transformou, principalmente, a vida dos estudantes.

 

Nos esportes, a seleção brasileira de futebol ia mal: foi eliminada da Copa das Confederações e da Copa América. A classificação para a Copa do Mundo de 2002 veio somente na última rodada das eliminatórias, quando o Brasil venceu a Venezuela por 3 a 0. No tênis, Gustavo Kuerten, o Guga, seguia fazendo história e conquistava, naquele ano, o tricampeonato do torneio de Roland Garros.

Como foi o Rio Boat Show 2001

Talvez a melhor maneira de resumir como foi a edição de 2001 do Rio Boat Show seja deixar essa missão com os próprios expositores. Ricardo Khote, do hoje extinto estaleiro Piaggia Boats, relatou à época à reportagem da Revista Náutica: “vendemos 26 barcos. A expectativa era de vender 20 barcos se a feira fosse boa.”

Foto: Arquivo Revista Náutica

Já Natal de Souza, da Mercury, mencionou à revista que “o salão foi excelente. Vendemos todos os motores que trouxemos, o equivalente a três meses de venda.” Hamílton Angonese, do estaleiro Nautec, por sua vez, ressaltou que “o evento foi sensacional. Ano que vem estaremos aqui, e nossa proposta é trazer mais gente da vela e mais estaleiros.”

Foto: Arquivo Revista Náutica

Ou seja, o Rio Boat Show 2001 foi um evento que fez brilhar os olhos dos expositores ao mesmo tempo que agradou os quase 50 mil visitantes que embarcaram no salão ao longo de seus 9 dias. Mas, também, não tinha como ser diferente.

Foto: Arquivo Revista Náutica

Não faltaram atrações para o público da 4ª edição do evento. Enquanto alguns tentavam participar dos concorridos testes drive de estaleiros como Intermarine e Spirit, outros acompanhavam a chegada da equipe de velejadores Rota Austral, depois de quase seis meses no mar.

Foto: Arquivo Revista Náutica

Os amantes de competições curtiram a 4ª Regata Rio Boat Show, que, naquele ano, reuniu um número recorde de embarcações, com 310 barcos. Velejadores renomados como Marcos Ferrari, Maurício Santa Cruz, Torben Grael e Erik Schmidt deram ainda mais brilho ao evento.

Foto: Arquivo Revista Náutica

Novamente, o sorteio de uma lancha agitou a feira e o advogado carioca Marcelo Corrêa foi o sortudo que levou para casa uma lancha Real de 16 pés, equipada com motor Mercury de 25 hp. Outra atração que se repetiu durante o salão foi a construção de uma embarcação ao vivo. Desta vez, a lancha, depois de pronta, tentaria bater o recorde Santos-Rio.

Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica

O evento contou ainda com aulas gratuitas de vela e a 4ª edição do Encontro Náutico Brasileiro. Palestrantes como o velejador Amyr Klink e o mergulhador Paulo de Tharso movimentaram o salão, e os visitantes fizeram até fila para acompanhar o bate-papo com os dois.

Foto: Arquivo Revista Náutica

Rio Boat Show 2001 em números

No Boat Show de 2001, um público de 48 mil pessoas (6 mil a mais que em 2000) pôde acompanhar a exposição de 191 embarcações, em um evento que deixou evidente o crescimento da indústria náutica nacional, com um total de 143 embarcações de estaleiros nacionais (75%) e 48 importadas (25%). Para se ter uma ideia, no evento de 2000 foram 125 barcos nacionais e 63 importados.

Foto: Arquivo Revista Náutica

Outro ponto que chamou a atenção no evento daquele ano foi a quantidade de veleiros expostos. O segmento, que até então apresentava certa “timidez” no salão, mostrou que 2001 era o ano da virada desse cenário. Foram, ao todo, 20 veleiros, entre monotipos e oceânicos (representando 10,5% dos barcos). Em 2000, esse número não passou de 7.

Foto: Arquivo Revista Náutica

As lanchas representaram a maior parte dos barcos expostos, com 63%. Destas, 38% eram de proa aberta de passeio; 14% de proa fechada de passeio; 14% de pesca, 13% eram de cabinadas com fly, 11% de cabinadas de comando aberto e 10% representaram os modelos esportivos.

Foto: Arquivo Revista Náutica

Os infláveis foram 17% dos modelos apresentados durante os 9 dias de salão, os jets somaram 7% e os jetboats fecharam o total de barcos, com 2,5% das embarcações.

Foto: Arquivo Revista Náutica

No quesito “coração dos barcos”, os motores somaram 161 unidades, em sua maioria com modelos de popa, que somaram 134. Logo após vieram os equipamentos centro diesel, com 18; centro-rabeta diesel, com 6; e centro-rabeta gasolina, com 3.

Foto: Arquivo Revista Náutica

Quanto à potência, 58 modelos eram de até 50 hp; 50 foram dos 51 até os 150 hp; 40 foram dos 151 aos 300 hp e 13 passaram dos 301 hp.

Foto: Arquivo Revista Náutica

O Rio Boat Show 2001 trouxe ainda mais de 20 lançamentos de barcos ao evento, entre lanchas, jets e infláveis. Marcas como Spirit, Milmar, Magna, Tecnoboats, Proboat, Piaggia, Schaefer Yachts, Dolphin, Nautika, Sea-Doo, Yamaha, Colunna, Jeanneau e Funboat apresentaram suas últimas criações ao público.

Confira mais fotos da edição de 2001 do Rio Boat Show

Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista Náutica

Vem aí o Rio Boat Show 2024!

Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.

O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.

 

O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.

Anote aí!

RIO BOAT SHOW 2024
Quando: De 28 de abril a 5 de maio;
Horário: De segunda a sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h;
Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória);
Mais informações: rioboatshow.com.br.

 

Náutica Responde

Faça uma pergunta para a Náutica

    Relacionadas

    Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

    De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

    Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

    Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

    Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

    De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

    Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

    Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

    Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

    Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

    Circuito Ilhabela de Vela Oceânica – Copa Mitsubishi de Vela começa em 1º de março

    27/02/2024

    Novos ventos já começam a soprar no litoral norte de São Paulo — e não é porque o outono se aproxima. A nova brisa que está prestes a pairar sobre sobre as águas cristalinas da região trazem, na verdade, a primeira etapa da 24ª edição do Circuito Ilhabela de Vela Oceânica – Copa Mitsubishi 2024.

    Nos próximos dias, Ilhabela, a Capital da Vela, vai receber no Canal de São Sebastião a primeira das quatro etapas da competição previstas para este ano. O cronograma começa já nesta sexta, 1º de março, quando um coquetel de boas-vindas no Yacht Club de Ilhabela vai abrir a temporada.

    Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

    Na sequência, nos dias 2 e 3, acontecem as primeiras regatas da Copa Mitsubishi 2024. No final de semana seguinte, nos dias 9 e 10, além das regatas para todas as classes acontecerão as especiais para a classe Bico de Proa (agora chamada de RGS Cruiser). Ainda no dia 10, os vencedores da 1ª etapa serão premiados.

     

    As etapas seguintes da Copa Mitsubishi 2024 serão realizadas nos meses de junho, setembro e dezembro.

    São quatro etapas realizadas em diferentes estações do ano, propiciando várias condições de velejar– Carlos Eduardo “Cuca” Sodré, diretor técnico do evento

    Cuca completa ainda que “isso faz com que as equipes de ponta da vela utilizem a Copa Mitsubishi para aprimorar suas táticas, testar equipamentos, o entrosamento das tripulações e a melhoria de performance.”

    Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

    Copa Mitsubishi reúne várias classes de vela  oceânica

    O Circuito Ilhabela de Vela Oceânica – Copa Mitsubishi 2024 destina-se, ao todo, a seis classes de vela de oceano, tornando a competição abrangente e deixando o espetáculo na Capital da Vela ainda mais bonito de se ver.

     

    De acordo com Cuca Sodré, o evento — que acolhe também as classes de entrada da vela — gera “uma troca de experiências sempre muito rica.”

    Conheça as classes da Copa Mitsubishi 2024

    • Classe ORC: veleiros oceânicos estritamente de competição, desenhados para regata e dotados dos mais modernos equipamentos — não necessariamente iguais entre si. São medidos na mais técnica e detalhada regra da vela mundial;
    • Classe RGS: veleiros oceânicos com características de cruzeiro. Possuem equipamentos como cozinha completa, suítes e ar-condicionado. Costumam ser de pessoas que gostam de conforto e também das regatas, já que para participar de uma, precisam estar medidos dentro da regra RGS;
    • Classe Bico de Proa/ RGS Cruiser: veleiros com as mesmas características dos RGS, mas não estão medidos em nenhuma regra. Seus proprietários e equipes são, geralmente, cruzeiristas que esporadicamente disputam regatas;
    • Classe Clássicos: veleiros fabricados até o ano de 1980. Geralmente embarcações muito bem cuidadas, não raro com mastreação e casco de madeira, velas originais, equipamentos e características da época de sua construção;
    • Classe C30 e Classe HPE25: veleiros de competição rigorosamente iguais entre si (em cada classe). Usam os mesmos equipamentos e velas. Por isso, não tem rating.
    Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

    Veleiros competem de igual para igual

    A vela de oceano é dividida em classes, que comportam veleiros e equipes com diferentes características. Para que todos possam competir em condições de igualdade, as classes realizam as chamadas “medições”, em que um medidor oficial confere as características dos veleiros e, de acordo com a regra de cada classe, estabelecem um “rating”.

     

    O rating é um número que baliza o tempo ideal em que um veleiro com as características medidas deve velejar em um determinado tempo de regata. Ao final da prova, o tempo real de chegada é multiplicado por esse rating, determinando o tempo corrigido daquele veleiro.

    Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

    Isso faz com que um grande veleiro de competição, equipado com as mais novas tecnologias, possa correr uma regata junto de um veleiro menor, mais antigo e menos equipado. Cada um deles tem o seu próprio rating e condições iguais de vencer a regata.


    Inscrições ainda estão abertas

    As inscrições para a Copa Mitsubishi 2024 seguem abertas até 2 de março. Interessados devem acessar o site oficial do evento, preencher as informações solicitadas e pagar a taxa.

     

    Os valores são de R$ 175 por tripulante para as equipes que realizarão todas as regatas e R$ 90 por tripulante para as equipes que participarão apenas da regata do bico de proa, no segundo final de semana.

     

    Náutica Responde

    Faça uma pergunta para a Náutica

      Relacionadas

      Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

      De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

      Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

      Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

      Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

      De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

      Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

      Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

      Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

      Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

      Arquiteto cingalês cria projeto de restaurante à beira-mar com formato de tartaruga gigante

      A tartaruga marinha é um dos animais mais simpáticos dos mares, querida por muitos e, infelizmente, ameaçada de extinção. Pensando em prestar uma homenagem à espécie, Thilina Liyanage, um arquiteto do Sri-Lanka, resolveu projetar um restaurante à beira-mar com o formato de uma tartaruga marinha gigante.

      Como se não bastasse a ideia ousada, Thilina foi além, e o Restaurante Turtle, como é chamado, não só mistura arte e arquitetura, como também, sustentabilidade. Isso porquê o projeto de restaurante com formato de tartaruga é feito inteiramente de bambu, em formas geométricas meticulosamente calculadas para se assemelharem o máximo possível ao animal.

      Foto: Instagram @thilinaliyanagevisualizations / reprodução

      Idealizado para ser um restaurante à beira-mar, o estabelecimento não poderia deixar de trazer características que se encaixassem perfeitamente com a natureza, como uma união entre o animal e o seu habitat.

      Foto: Instagram @thilinaliyanagevisualizations / reprodução

      Por isso, o restaurante com formato de tartaruga gigante se conecta, através de sua entrada principal, à floresta ao redor da praia, criando uma conexão entre o restaurante e o verde que embeleza o ambiente.


      Já nas duas entradas laterais, os visitantes conseguem acessar o local diretamente da areia, criando outra conexão com a natureza e deixando o ambiente ainda mais aconchegante. O casco da tartaruga abriga o salão principal e, por lá, parte da “carapaça” do animal é aberta, funcionando como uma clarabóia que leva luz natural ao interior do estabelecimento.

      Foto: Instagram @thilinaliyanagevisualizations / reprodução

      Os arcos de bambu no interior acabam servindo como uma espécie de “setorização” do restaurante, enquanto nos deques laterais, os visitantes têm uma experiência ao ar livre, onde é possível curtir a brisa do mar.

      Foto: Instagram @thilinaliyanagevisualizations / reprodução

      O ambiente ganha um toque de aconchego ao fim do dia, quando a famosa “golden hour” banha o salão e luzes embutidas no chão deixam o ambiente ainda mais acolhedor.

       

      Náutica Responde

      Faça uma pergunta para a Náutica

        Relacionadas

        Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

        De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

        Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

        Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

        Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

        De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

        Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

        Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

        Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

        Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

        FS 290 Outboard estreia sobre as águas de Fort Lauderdale, na Flórida

        Pouco depois de anunciar uma nova distribuição de embarcações nos Estados Unidos, a FS Yachts já tem registros de sua FS 290 Outboard navegando sobre as águas de Fort Lauderdale, cidade na costa da Flórida — onde está atracado o novo empreendimento do estaleiro.

        A FS, que já há algum tempo estava desenvolvendo barcos pensados para o mercado norte-americano, agora começa a colher os frutos de seu planejamento. Inclusive, a própria FS 290 Concept é equipada com motor de popa — configuração preferida do público náutico dos EUA.

        Com a chegada da FS 290 Outboard aos Estados Unidos, a FS Yachts dá mais um passo na exportação de suas lanchas ao exterior.

        O estaleiro, que em 2022 destinou 30% de sua produção à exportação, está há mais de 25 anos no mercado, e soma mais de 3 mil embarcações comercializadas, com lanchas navegando, inclusive, por países da Europa, como Portugal e Dinamarca.

        A lancha que agora navega em águas estadunidenses pode contar com até dois motores de popa instalados fora do barco, que deixam a plataforma livre para acomodar confortavelmente as pessoas a bordo.

        No caso do modelo que atracou na Flórida, os equipamentos contam com 200 hp de potência cada um.


        Entre os principais destaques da FS 290 Outboard está o espaço a bordo, com cozinha completa — inclusive com espaço para geladeira e microondas –, sofá em “U” conversível em cama de casal e um amplo banheiro com armário, vaso elétrico, pia com torneira, ducha e janela com abertura.

        A cabinada dispõe ainda do tradicional solário de proa, com ajustes de até 45 graus e guarda-mancebos adequados. A embarcação, inclusive, atende tanto quem busca navegar em águas rasas, quanto quem pretende passear com a família — além de ser ideal para pesca.

         

        Náutica Responde

        Faça uma pergunta para a Náutica

          Relacionadas

          Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

          De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

          Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

          Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

          Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

          De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

          Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

          Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

          Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

          Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

          Público do Rio Boat Show 2024 tem desconto exclusivo em hotel oficial

          Quem viaja para a Cidade Maravilhosa para conferir os destaques do universo náutico pode garantir, além de muitas novidades do setor, condições exclusivas de desconto ao se hospedar no Novotel Leme, hotel oficial do Rio Boat Show 2024.

          Pelo terceiro ano consecutivo o empreendimento é parceiro oficial de hospedagem do Rio Boat Show. Dessa forma, o público do charmoso evento — que atraca no Rio de Janeiro entre os dias 28 de abril a 5 de maio — tem tarifas promocionais para se hospedar no local — que oferece vistas incríveis da cidade e estrutura completa.

          Para aproveitar a 25ª edição do Rio Boat Show e conseguir a oferta especial de hospedagem, o  interessado deve fazer sua reserva pelo email [email protected] ou pelo telefone (21) 3545-5300, informando o código promocional “Rio Boat Show” no momento da reserva.

          O hotel oficial do Rio Boat Show oferece desconto de 15% de desconto na tarifa flutuante das diárias entre 27/04 e 06/05/24, para todas as categorias de acomodação no Novotel Leme.

          Conheça o hotel oficial do Rio Boat Show 2024

          Com 274 apartamentos, o empreendimento do grupo hoteleiro Accor fica no bairro do Leme. Bem localizado, o Novotel Leme está a apenas 10 minutos da Marina da Glória, onde acontece o Rio Boat Show, e a 15 minutos do Aeroporto Santos Dummont.

          As acomodações do Novotel Leme contam com ar-condicionado, wi-fi grátis, piso de madeira antialérgico, mesa de trabalho e cofre digital, dentre outras comodidades. Destaque ainda para a academia e a piscina com vistas para o belo mar carioca.

          O hotel oficial também abriga um dos melhores rooftops do Rio: o Sky Leme. Outro atrativo é a proximidade do local com as praias do Leme e de Copacabana, além de outros pontos turísticos cariocas, como a Mureta do Leme e o Forte Duque de Caxias.

          Rio Boat Show 2024

          Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.

          O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.

           

          O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.

          Anote aí!

          RIO BOAT SHOW 2024
          Quando: De 28 de abril a 5 de maio;
          Horário: De segunda à sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h;
          Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória);
          Mais informações: rioboatshow.com.br

           

          Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

           

          Náutica Responde

          Faça uma pergunta para a Náutica

            Relacionadas

            Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

            De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

            Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

            Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

            Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

            De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

            Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

            Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

            Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

            Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

            Visita de mergulhador a restos de baleia vence concurso de fotos subaquáticas do mundo; veja imagens

            26/02/2024

            Que a vida marinha atrai vários encantos todo mundo já sabe. Mas quando as maravilhas do mar são registradas em lentes de fotógrafos profissionais — e com total proibição de uso de inteligência artificial — só pode resultar no Ocean Art Underwater Photo Competition 2024, o maior concurso de fotos subaquáticas do mundo, com mais de 6,5 mil imagens participantes.

            O prêmio de Underwater Photographer of the Year 2024 ficou com o fotógrafo sueco Alex Dawson, que tirou a foto de um mergulhador visitando restos mortais de uma baleia, vítima da caça industrial da espécie. A captura aconteceu em condições adversas, sob a capa de gelo da gelada Groenlândia.

            O traje de mergulhador e a tocha dão uma sensação de ‘visita alienígena– Alex Mustard, um dos jurados do concurso

            Já o português Nuno Sá foi responsável por tirar a foto de banhistas tentando salvar uma baleia encalhada perto da Costa da Caparica, em Portugal. Com essa “pintura” ele venceu a categoria Save Our Seas Foundation Marine Conservation — prêmio que busca conscientizar sobre a preservação dos mares e da vida marinha.

            Foto: Nuno Sá/ Underwater Photographer of the Year/ Divulgação

            Também teve mulher vencedora no concurso de fotos subaquáticas. A americana Lisa Stengel foi premiada na categoria Up & Coming Underwater Photographer of the Year 2024. O clique registra um mahimani — comum de ser servido em restaurantes — caçando sardinhas.

            Foto: Lisa Stengel/ Underwater Photographer of the Year/ Divulgação

            “Poucas pessoas já olharam no olho de uma baleia”. Foi isso que Alex Mustard disse sobre a fotografia impressionante de Rafael Fernandez Caballero, fotógrafo espanhol que capturou em muitos detalhes o olho de uma baleia-cinzenta.

            Foto: Rafael Fernandez Caballero/ Underwater Photographer of the Year/ Divulgação

            Caballero também tirou uma foto do exato momento em que a baleia de Bryde abocanha um cardume nas águas. Ambas as fotos foram capturadas na Baía de Magdalena, no México. Os cliques resultaram no prêmio Behaviour and Portrait (Comportamento e Retrato) ao espanhol — que já venceu a categoria principal outras vezes.

            Foto: Rafael Fernandez Caballero/ Underwater Photographer of the Year/ Divulgação

            Confira abaixo outros registros da fotos subaquáticas que merecem destaque no Ocean Art Underwater Photo Competition:

            Foto: “Carp Love”, da categoria Comportamento/ Lorincz Ferenc Lorinc/ Divulgação
            Foto: “Midnight raver”, vencedora da categoria Fotógrafa subaquática britânica mais promissora de 2024/ Sandra Stalker/ Divulgação
            Foto: “Attack from Above”, vice-campeão da categoria Retrato/ Jon Anderson/ Divulgação
            Foto: “Star Attraction”, vencedora da categoria Fotógrafa subaquática britânica do ano de 2024/ Jenny Stock/ Divulgação
            Foto: “March of the Tadpoles”, categoria da categoria Marelux Wide Angle/ Shane Gross/ Divulgação
            Foto: “Star Attraction”, vencedora da categoria Fotógrafa subaquática britânica do ano de 2024/ Jenny Stock/ Divulgação
            Foto: “Twilight smile”, 3º colocado da categoria Marelux Wide Angle/ Rodolphe Guignard/ Divulgação
            Foto: “Umbrella”, da categoria Marelux Wide Angle/ Alvaro Herrero (Mekan)/ Divulgação

             

            Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

             

            Náutica Responde

            Faça uma pergunta para a Náutica

              Relacionadas

              Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

              De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

              Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

              Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

              Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

              De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

              Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

              Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

              Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

              Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

              Filmagem de primeiras ondas de tsunami na Tailândia viraliza 20 anos após desastre

              Imagina ter em suas mãos um registro raro, com imagens que conseguiram capturar os primeiros movimentos que deram início ao tsunami avassalador que atingiu a Tailândia em 2004 — tudo isso sem fazer a menor ideia do que estava acontecendo.

              Foi o que aconteceu com Julián Hadden que, em 2004, passava férias no país, na praia de Koh Ngai. No dia 26 de dezembro daquele ano, um tsunami atingiu a região, tirando a vida de milhares de pessoas e deixando milhões de outras desabrigadas. Sem saber que nada disso estava prestes a acontecer, ele curtia um dia de sol com a família e amigos.

               

               

              Julián caminhava pela praia quando decidiu registrar o momento. Em sua filmagem, de 1 minuto e 28 segundos, é possível observar a alegria de todos os que estavam com ele.

               

              O que também chama atenção, porém, é a mudança de comportamento do mar, que passou a ter ondas agressivas — inclusive, ultrapassando o limite da costa e obrigarando os banhistas a recolherem seus pertences.

              Foto: Domínio Público

              Isso porque, naquela mesma manhã, sem que Julián fizesse a menor ideia, um terremoto de magnitude 9,1 havia ocorrido no oceano, com consequências que só seriam sentidas, de fato, horas depois.

               

              E o que veio foi avassalador. Durante 10 minutos, o mar tomou conta da região e liberou uma energia que chegou a ser comparada a de uma bomba atômica.

               

              A filmagem, que parecia inocente e tinha como intenção apenas registrar o momento, virou um raro registro dos primórdios de uma tragédia que transformaria a vida de milhões de pessoas. Anos depois, Julián contou que ele e seus amigos foram milagrosamente salvos porque tiveram a chance de ser evacuados.


              “Todos nós mostrados neste vídeo ainda estamos vivos”, explicou Julián, que estava na ilha de Koh Ngai, em um lado voltado à costa tailandesa. “Não fomos atingidos diretamente — mas sim pela onda que varria a ilha”, descreve Julián no vídeo que já ultrapassou 11,5 milhões de visualizações.

               

              Esse cenário, contudo, não foi o mesmo para todos. Além de Tailândia, Bangladesh, Índia, Malásia, Maldivas, Mianmar, Singapura e Sri Lanka foram gravemente atingidos pela força da água, que causou a morte de quase 230 mil pessoas e deixou cerca de 1,7 milhão de outras desabrigadas ou hospitalizadas.

               

              Náutica Responde

              Faça uma pergunta para a Náutica

                Relacionadas

                Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                Memória Náutica: relembre como foi o Rio Boat Show do ano 2000

                Em 2024, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição. Para comemorar esse momento histórico, a equipe de NÁUTICA vai revisitar o passado novamente para mais uma edição da série Memória Náutica. Hoje é dia de relembrar o Rio Boat Show 2000, que antecedeu a virada do milênio.

                Com o sucesso das edições de 1998 e 1999, o Rio Boat Show 2000 chegava já como um evento tradicional do setor, ao lado do São Paulo Boat Show, que também dava os primeiros passos com maestria. Naquele ano, a Marina da Glória recebeu o evento no auge do outono de abril, do dia 7 ao 16, período que, para a alegria de todos, o sol brilhou graciosamente durante todos os dias.

                O que acontecia no mundo em 2000

                A terceira edição do Rio Boat Show aconteceu no ano em que o Brasil comemorava os 500 anos de sua descoberta. Na época, manifestações artísticas e culturais aconteceram em todo país.

                Foto: Arquivo Revista Náutica

                Na tecnologia, foi nos anos 2000 que a Sony lançou o icônico PlayStation 2, um dos maiores sucessos da marca, que superou as expectativas da empresa e se tornou o videogame mais vendido de todos os tempos. Inclusive, o console, assim como seus jogos, continuaram a ser fabricados mesmo após o lançamento do seu sucessor, o PlayStation 3 — na verdade só saíram do mercado 13 anos depois.

                Foto: Arquivo Revista Náutica

                Já nos esportes, 2000 foi o ano das Olímpiadas em Sydney, na Austrália. Na edição, transmitida durante a madrugada, o Brasil, pela primeira vez desde 1976, encerrou sua participação sem nenhuma medalha de ouro.

                 

                Por outro lado, naquele ano, Gustavo Kuerten — o Guga do tênis –, virou o número 1 do esporte, enquanto Rubens Barrichello fez o hino da vitória voltar a tocar na Fórmula 1, após vencer o Grande Prêmio da Alemanha.

                Como foi o Rio Boat Show 2000

                Seguindo a tendência do evento de 99, que trouxe atrações paralelas à exposição de barcos, o Rio Boat Show 2000 apoiou a regata Karl Heinrich Boddener (organizada pelo Iate Clube Brasileiro). O Encontro Náutico Brasileiro, por sua vez, fez sua 3ª edição no evento, e um píer de cruzeiristas trouxe ao salão veleiros famosos e seus comandantes.

                Foto: Arquivo Revista Náutica

                Um tanque de mergulho com 5 metros de profundidade virou ponto de referência na feira náutica, reunindo mais de 120 visitantes. A experiência, organizada pela equipe da Brazil Divers-Estilo, do Rio de Janeiro, proporcionou, para muitos, o primeiro contato com máscara, nadadeira, snorkel e cilindro. Entre os instrutores estava Karoline dal Toé, recordista de apneia.

                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica

                Foi também nessa edição que aconteceu o lançamento do site de NÁUTICA, hoje a maior referência digital em conteúdo náutico no Brasil.

                Foto: Arquivo Revista Náutica

                Mas a grande atração daquele Boat Show ficou por conta de uma lancha high tech, de 4,3 m (14 pés), que foi construída ao longo dos 9 dias de evento e, posteriormente, sorteada entre os visitantes. Meriani Ferreira de Moura, moradora de Niterói, foi quem voltou com a lancha para casa.

                Eu nunca tinha ido a um salão náutico, mas adorei, tanto que até assinamos a Revista Náutica– Meriani em entrevista a edição 141 da Revista Náutica

                Foto: Arquivo Revista Náutica

                A embarcação foi construída por Jorge Nesseh e sua equipe durante 4 horas por dia no estande da Barracuda Technologies, e o barco já foi para as mãos de Meriani equipado com um motor Mercury de 15 hp.

                Rio Boat Show 2000 em números

                Em 8 mil metros quadrados, o Rio Boat Show 2000 reuniu quase 100 expositores, que levaram aos cerca de 42 mil visitantes as últimas novidades do setor — como acontece até hoje. Toda essa movimentação gerou o montante de US$ 50 milhões em negócios — que, à época, equivaliam a aproximadamente R$ 90 milhões.

                Foto: Arquivo Revista Náutica

                Foram, ao todo, 180 motores expostos, a maioria deles de popa (151 modelos), seguidos de centro diesel (19), centro-rabeta diesel (7) e centro-rabeta gasolina (3). Quanto à potência, 72 modelos possuíam até 50 hp, 56 tinham de 51 hp até 150 hp, 40 de 151 hp a 300 hp e 12 estavam acima dos 301 hp.

                Foto: Arquivo Revista Náutica

                Quanto às embarcações, foram no total 188 delas, sendo que 129 estavam “no seco” e 59 nas águas da Baía de Guanabara. Os modelos nacionais novamente foram maioria, com 125 modelos. Os importados, por sua vez, somaram 63 unidades.

                Foto: Arquivo Revista Náutica

                As lanchas de 21 a 30 pés se sobressaíram, somando 49 modelos. Logos depois vieram as de 31 a 50 pés (31), seguidas pelas embarcações de até 20 pés. Os barcos maiores, acima dos 51 pés, somaram 6 modelos. Infláveis, veleiros, jets, jetboats, caiaques e pranchas a vela ainda complementaram a diversidade náutica do evento.


                Foram mais de 10 embarcações lançadas, entre lanchas e jets, de marcas como Sundancer, Ferretti, Runner, Baja, Bayliner, Riostar, Fishing, BRM, Flexboat, Beneteau, Yamaha e Colunna.

                Confira mais fotos da edição de 2000 do Rio Boat Show

                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica
                Foto: Arquivo Revista Náutica

                Vem aí o Rio Boat Show 2024!

                Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.

                O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.

                 

                O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.

                Anote aí!

                RIO BOAT SHOW 2024
                Quando: De 28 de abril a 5 de maio;
                Horário: De segunda à sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h;
                Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória);
                Mais informações: rioboatshow.com.br.

                 

                Náutica Responde

                Faça uma pergunta para a Náutica

                  Relacionadas

                  Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                  De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                  Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                  Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                  Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                  De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                  Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                  Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                  Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                  Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                  Com propulsão eólica, Airbus terá frotas marítimas contra emissões de dióxido de carbono

                  25/02/2024

                  Uma parceria entre a empresa francesa Louis Dreyfus Armateurs, a finlandesa Norsepower e a gigante da indústria aeroespacial Airbus pode revolucionar o mercado de velas mecânicas, colaborar para reduzir a poluição na atmosfera e diminuir em 50% as emissões de CO2 na rota transatlântica até 2030.

                  Toda frota RoRo, da Airbus, será equipada com velas rotativas Norsepower de 35 metros e dois motores biocombustíveis, com tecnologia de rotores em forma de cilindro acionados por energia elétrica. Assim, se aproveitará os ventos e reduzirá o consumo de combustível e as emissões no meio ambiente.

                  Foto: Norsepower/ Divulgação

                  O que já seria um enorme avanço, ganha ainda mais importância por envolver a Airbus. Afinal, a empresa é um dos maiores nomes da tecnologia aeroespacial e costuma desenvolver soluções para emissões zero — como propulsão a hidrogênio, combustível de avião sustentável (SAF) e design eVTOL.

                  Foto: Norsepower/ Divulgação

                  Além disso, o que anima o projeto é que a tecnologia contra emissões da Norsepower Rotor Sail será aplicada a uma frota inteira da Airbus. Cada navio contará também com combustível convencional e uma ferramenta para controle individual dos rotores — aliado ao relatório de economia de combustível.

                   

                  Assim, a ideia é queimar menos combustível, reduzir as emissões e ainda ter custos mais baixos. Por todos esses elementos, Tuomas Riski, CEO da Norsepower, definiu a parceria entre as três empresas como um “uma virada de jogo para toda a indústria de propulsão eólica auxiliar”.

                  No caminho certo

                  Outra parceira na causa de redução de emissões, o Louis Dreyfus Armateurs (LDA) é um renomado armador francês — responsável por gerenciar as operações de carga, translado e descarga de navios — e tem em seu currículo ações pró meio ambiente. Agora, a companhia se junta a Airbus.

                  Foto: Norsepower/ Divulgação

                  Em 2023, a LDA teve um navio parcialmente abastecido com SAF, destinado a transportar componentes de aeronaves A320. Porém, seu impacto nem se compara com o acordo fechado recentemente, visto que o anterior se limitava a um único navio e um percurso curto.

                   

                  Sob nova operação da LDA, a Airbus segue buscando soluções modernas de navegação. Em parceria com a Airseas, foi desenvolvido o Seawing, um sistema de vela que lembra uma pipa, mas equipado com controles de voo automatizados com tecnologia aeroespacial.

                   

                  Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                   

                  Náutica Responde

                  Faça uma pergunta para a Náutica

                    Relacionadas

                    Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                    De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                    Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                    Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                    Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                    De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                    Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                    Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                    Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                    Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                    Vila flutuante nas Maldivas promete ser o mais novo “point” dos milionários

                    24/02/2024

                    As casas flutuantes têm ganhado cada vez mais força no mercado, seja por lifestyle ou, ainda, para economizar — como fez a jovem Kate Fincham, no Canadá. Agora, esse novo tipo de moradia está prestes a cair no gosto dos milionários, mas, não necessariamente, como moradia — muito menos para economizar. O destino, por sua vez, não poderia ser outro: as Maldivas.

                    Batizada de Castaway Villa, uma “vila flutuante” que só pode ser acessada pelo mar é mais um dos empreendimentos da rede de hotéis de luxo Soneva, e, até o momento, segundo a empresa, é a única desse tipo nas Maldivas. O local chega para aqueles com muitos dígitos na conta passarem alguns dias relaxando sem a menor das preocupações.

                    Foto: Soneva / Divulgação

                    Inclusive, para aproveitar todas as mordomias do local, é necessário desembolsar US$ 5,2 mil dólares por dia, o equivalente a R$ 25,6 mil (conversão realizada em fevereiro de 2024). Logo de cara, os hóspedes são recebidos com um drinque de boas-vindas, já dando um spoiler do que vem adiante.

                    Foto: Soneva / Divulgação

                    Para fazer valer tanto dinheiro, a hospedagem flutuante tem dois andares e foi pensada para ser como uma “casa de família sobre as águas”, mesclando o luxo envolvido e o lugar paradisíaco a um momento de lazer familiar. Inclusive, os pais não precisam se preocupar com o enjoo das crianças, já que o local foi projetado para não ser afetado pelo movimento das ondas.

                    Foto: Soneva / Divulgação

                    Ao todo, são 461 m² de área, com acomodações para dois adultos e duas crianças, em dois quartos, cada um com seu próprio banheiro. O quarto principal, aliás, conta com cobertura retrátil, caso os hóspedes queiram contemplar as estrelas durante a noite ou serem agraciados com a luz do dia ao amanhecer.

                    Foto: Soneva / Divulgação

                    A casa flutuante conta com sala de estar, espaço para refeições ao ar livre, parque infantil, academia completa, as famosas redes sobre a água — muito tradicionais nas Maldivas –, piscina privada de água salgada e um escorregador, que leva os hóspedes do segundo andar diretamente para as águas cristalinas do mar.

                    Foto: Soneva / Divulgação

                    Para que quem visite a vila flutuante se preocupe apenas em relaxar, o serviço completo inclui ainda serviço de mordomo 24 horas por dia durante 7 dias da semana (inclusive um “Barefoot Assistant”, mordomo restrito a atender os hóspedes do lado de fora) e chefe de cozinha. Além disso, a diversão está garantida com acesso a uma sorveteria e uma “sala do chocolate.”


                    Para os que gostam de esportes aquáticos, ficam à disposição canoas, pranchas de stand up paddle, catamarãs e equipamento para windsurf. Para os que preferem relaxar com atividades mais tranquilas, o local disponibiliza ioga, meditação e uma introdução à astronomia, com direito a um astrônomo residente.

                     

                    Vale ressaltar que a vila flutuante pode ser movida para qualquer local, embora seu meio de propulsão não tenha sido revelado ainda.

                    Foto: Soneva / Divulgação

                    Outras experiências de luxo da Soneva (essas de fora do pacote da vila flutuante), incluem nado com arraias e tartarugas, cruzeiro com golfinhos, observatório de observação astronômica de última geração, mergulho, jantar em uma plataforma flutuante e, inclusive, um “piquenique náufrago”, que acontece em bancos de areia no meio do mar.

                     

                    Náutica Responde

                    Faça uma pergunta para a Náutica

                      Relacionadas

                      Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                      De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                      Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                      Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                      Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                      De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                      Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                      Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                      Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                      Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                      São Paulo inaugura estruturas náuticas de uso público para alavancar turismo

                      23/02/2024

                      O estado de São Paulo tem cerca de 50 reservatórios (somando-se lagos e represas) e 4.200 Km de rios navegáveis. Localizadas no entorno desse mar de água doce, pelo menos 120 cidades têm potencial para se destacar como autênticos paraísos do turismo náutico. Faltavam-lhes, porém, estruturas náuticas para que pudessem cumprir a profecia. Não falta mais.

                      Pereira Barreto, Três Fronteiras e Rubinéia, três cidades do extremo Noroeste do Estado, foram escolhidas para dar início à primeira fase do Programa de Turismo Náutico, um imenso projeto criado pela Secretaria de Turismo e Viagens de São Paulo (Setur-SP) com o objetivo de estruturar e fomentar o fluxo de visitantes a partir da qualificação da atividade náutica.

                       

                       

                      Por conta disso, pode-se dizer que o secretário de Turismo e Viagens de São Paulo (Setur-SP), Roberto de Lucena, passou um fim de semana inesquecível. No último dia 17, ele esteve na Estância Turística de Pereira Barreto, às margens do rio Tietê, onde deu o pontapé inicial ao projeto, ao lado do prefeito João de Altayr, do secretário municipal de Turismo, Igor Grespan, e de diversas autoridades, como o Capitão dos Portos do Tietê Paraná, Renato Luís Kodel.

                      Novas estruturas náuticas na cidade de Rubinéia. Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                      “Com a inauguração desse moderníssimo conjunto de píeres de atracação, com recursos do Estado, estamos entregando aqui a primeira de uma série de 13 estruturas náuticas de uso público programada para este ano. O Turismo náutico é uma forma sustentável de desenvolver um destino e aproveitar as riquezas naturais que essa cidade tem, além de promover a consciência ambiental e de gerar emprego e renda para a população”, disse Lucena.

                      Novas estruturas náuticas na cidade de Três Fronteiras. Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                      São passarelas, píeres flutuantes de atracação e sistemas de ancoragem construídos pela Metalu, com alumínio naval e madeiramento. “Os turistas que vinham para cá atrás de sol e pescaria agora encontrarão essa estrutura náutica maravilhosa, localizada na Praia Pôr-do-Sol”, comemorou o prefeito Altayr.

                      Novas estruturas náuticas na cidade de Pereira Barreto. Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                      “Além de fomentar o turismo, esse sistema reafirma a identidade e vocação náutica de Pereira Barreto”, acrescentou o Secretário Municipal de Turismo, Igor Grespan, que — para inaugurar os píeres da cidade em grande estilo — recepcionou os convidados com um verdadeiro show da orquestra de sopro e percussão Facmol, grupo instrumental composto por estudantes de música e professores.

                      Novas estruturas náuticas na cidade de Rubinéia. Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                      Na manhã do dia seguinte, foi a vez da cidade de Três Fronteiras inaugurar a sua estrutura náutica de uso público. Os equipamentos foram instalados no Parque Ecoturístico da Areia Branca, num braço escandalosamente limpo do Rio Paraná.

                      Novas estruturas náuticas na cidade de Pereira Barreto. Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                      O evento teve a presença do prefeito de Três Fronteiras, Rubens José Belão, que disse que o número de embarcações na região saltou de 500, em 2020, para 900, em 2023. Com a implantação das novas estruturas, o fluxo de barcos e de turistas deve aumentar ainda mais.

                      Por sua vez, a administradora do Parque Ecoturístico da Areia Branca, Ludmila Martins, revelou que, antes da inauguração dos píeres, foi realizado uma espécie de evento teste. “Nesse ensaio, nada menos que 45 barcos atracaram na nossa estrutura náutica, o que dá uma boa ideia da sua importância para a cidade e para a região”, disse ela.

                      Novas estruturas náuticas na cidade de Três Fronteiras. Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                      Na inauguração houve um novo encontro de embarcações — lanchas de até 44 pés navegaram de Três Fronteiras até Rubinéia, em um passeio de 20 minutos, levando a bordo o secretario Roberto de Lucena e diversos políticos da região.

                       

                      Localizada quase na divisa com o Mato Grosso do Sul, na margem esquerda do Rio Paraná, Rubinéia passou a ser banhada pelas águas do Lago Artificial da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, ao longo dos quais se distribuem parque e praias.

                      Novas estruturas náuticas na cidade de Rubinéia. Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                      Em uma dessas orlas — a gostosa Praia do Sol, propícia para banhos, pesca, esportes náuticos — foi instalada a estrutura náutica da Metalu, inaugurada já no início da tarde do domingo, 18 de fevereiro.

                       

                      “Se já era um prazer administrar uma cidade banhada por esse marzão de água doce, imagina agora, com esses píeres. É só uma questão de tempo para nos tornarmos referência em turismo náutico em São Paulo”, disse o prefeito de Rubineia, Osvaldo Lugato, após a solenidade de inauguração.

                      Novas estruturas náuticas na cidade de Pereira Barreto. Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                      Assim como fizera em Pereira Barreto e em Três Fronteiras, Roberto de Lucena assinou um convênio transferindo a operação da estrutura náutica da Secretaria de Turismo para a prefeitura dos respectivos municípios.

                       

                      A entrega das estruturas náuticas é resultado de um plano de desenvolvimento de grande impacto com investimento total de R$ 30 milhões para 13 municípios do interior paulista: Avaré, Fartura, Pederneiras, Piraju, Sales, Timburi, Mira Estrela, Presidente Epitácio e Rosana, além dos três já citados.

                      Novas estruturas náuticas na cidade de Três Fronteiras. Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                      De acordo com o coordenador do projeto, Luís Sobrinho, da Invest/Setur-SP, no próximo mês serão entregues estruturas náuticas a quatro dessas cidades: em Avaré, Araçatuba, Timburi e Pederneiras.

                       

                      A expectativa é que o número de turistas e excursionistas nas doces águas paulistas salte dos atuais 1,82 milhão para 6 milhões em dez anos, gerando empregos e movimentando toda cadeia, com impacto na economia de R$ 2,5 bilhões, pois o programa também é um poderoso indutor de investimentos. A inauguração das estruturas de Pereira Barretos, Três Fronteiras e Rubinéia foi apenas o pontapé inicial.

                       

                      Náutica Responde

                      Faça uma pergunta para a Náutica

                        Relacionadas

                        Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                        De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                        Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                        Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                        Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                        De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                        Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                        Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                        Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                        Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                        Nada de bingo! Aos 81 anos, velejadora aposentada bate recordes navegando sozinha

                        Há maneiras e maneiras de se aproveitar a aposentadoria. Tem quem prefira descansar no sossego de casa ou jogar no bingo toda semana. E tem a Jeanne Socrates, velejadora aposentada que, aos 75 anos de idade, deu a volta ao mundo navegando num veleiro, completamente sozinha.

                        Essa senhora, que é mãe e avó, conseguiu a façanha sem parar em lugar nenhum. Assim, entrou para o Livro dos Recordes como a mulher mais longeva a velejar em solitário ao redor do globo — e repito, sem nenhuma escala. Como se fosse pouco, a imparável Jeanne foi em busca de mais.

                        Foto: SVNereida/ Jeanne Socrates/ Divulgação

                        Inclusive, até o momento em que esta matéria foi publicada, a velejadora aposentada está em mais uma missão solo, que iniciou em maio de 2023 e não tem data para terminar. Dessa vez, o plano é navegar no Oceano Pacífico a partir do México — com várias paradas em ilhas — a caminho da Nova Zelândia e Austrália (confira aqui onde ela está neste exato momento).

                        Trajeto de uma das viagens de Jeanne Socrates. Foto: SVNereida/ Jeanne Socrates/ Divulgação

                        Foi nessa viagem — e sua quinta volta ao mundo em um veleiro — que a experiente colecionadora de recordes comemorou seu 81º aniversário. E, caso tenha se perguntado se a velejadora aposentada tem capacidade para cumprir essa missão solitária várias vezes, a resposta dela é inspiradora e conclusiva.

                        A vida é muito preciosa e tento aproveitá-la ao máximo. Estou relativamente em boa forma. O bastante para sentar no barco e seguir velejando– Jeanne Socrates

                        Foto: SVNereida/ Jeanne Socrates/ Divulgação

                        Mas dessa vez, a idosa encontrou um problema inédito para navegar: o peso. Por se tratar de uma viagem sem escalas, o veleiro foi preparado para um cruzeiro e, logo, a embarcação teve que ficar mais leve. Apenas nessa etapa que a mulher precisou de ajuda de amigos para armazenar todos os equipamentos úteis.

                        Perseguidora de recordes

                        Se na atual navegação Jeanne está bem mais tranquila e sem pressa, não pode se dizer o mesmo das viagens ao redor do mundo feitas por ela anteriormente. Na primeira, por exemplo, tornou-se a mulher mais velha a circum-navegar sozinha e sem escalas.

                        Foto: SVNereida/ Jeanne Socrates/ Divulgação

                        Na segunda, a velejadora aposentada superou seu próprio recorde num nível ainda mais difícil: contornou os cinco principais cabos do globo terrestre. Essa verdadeira aventura de navegar sem parar durou quase um ano — 340 dias, para ser mais exato.

                         

                        Assim, só falta um recorde para Jeanne e seu veleiro quebrarem: de pessoa mais idosa a contornar o planeta navegando sozinha. Essa proeza pertence ao australiano Bill Hatfield, que realizou essa viagem ao redor do mundo aos 81 anos — mesma idade de Jeanne agora.

                        Como tudo começou?

                        Jeanne Socrates é a prova que nunca é tarde demais. Afinal, a mulher só começou a velejar aos 50 anos de idade e já aposentada — mas foi amor à primeira vista. Na época, ela e seu marido George, hoje falecido, decidiram comprar um pequeno veleiro de 39 pés (12 metros).

                        Foto: SVNereida/ Jeanne Socrates/ Divulgação

                        Batizado de “Nereida”, foi nessa humilde embarcação que os dois começaram a viajar, até o marido falecer em 2003, vítima de câncer. Foi neste momento que Jeanne decidiu que queria passar o resto da vida navegando, e desde então, segue com o mesmo barco desbravando o mundo.

                        Mentalmente, aos 80 anos, você não se torna uma pessoa diferente do que era aos 30 ou 50 anos. A cabeça nunca envelhece. Então se você tem saúde, por que não ir em frente?– Jeanne Socrates

                        Segundo ela, a decisão foi um grande acerto. Nessas aventuras, a velejadora nadou com baleias e seus filhotes, tornou uma “resolvedora de problemas” dentro dos barcos, ganhou resiliência e carrega um otimismo invejável.

                        Registro de Jeanne Socrates durante viagem. Foto: SVNereida/ Jeanne Socrates/ Divulgação

                        Tento sempre pensar de forma positiva. Se estou no mar, no meio de uma tempestade, por exemplo, penso que é uma simples questão de esperar o tempo melhorar– Jeanne Socrates

                        Por fim, a velejadora aposentada recorda que, apesar de estar há tanto tempo navegando sozinha, sempre há algo novo para descobrir nessa experiência “fascinante”, como ela mesma descreve.

                         

                        Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                         

                        Náutica Responde

                        Faça uma pergunta para a Náutica

                          Relacionadas

                          Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                          De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                          Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                          Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                          Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                          De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                          Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                          Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                          Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                          Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                          Solara Boat House fará sua estreia nas águas durante o Rio Boat Show 2024

                          As casas flutuantes já são tendência no exterior, e têm ganhado cada vez mais adeptos — seja por economia ou lifestyle. No Brasil, esse formato ainda não é tão comum, porém, a recém-lançada Solara Boat House tem tudo para mudar esse cenário. Agora, a embarcação está prestes a fazer sua estreia de gala nas águas do Rio Boat Show 2024.

                          Segundo a marca, o modelo é o primeiro desse tipo fabricado no Brasil. Ele estará em seu habitat natural em um cenário que não podia ser mais icônico: as águas da Marina da Glória, no Rio de Janeiro — de quebra, durante o evento náutico mais charmoso da América Latina, que acontece de 28 de abril a 5 de maio.

                          Foto: Solara Yachts / Divulgação

                          Além da Boat House, toda a linha do estaleiro — entre lanchas e pontoons  — completarão a participação da Solara no Rio Boat Show 2024. A marca promete ainda apresentar em primeira-mão outros três lançamentos durante o evento, ainda mantidos como surpresa.

                          Já participei de vários eventos de barco, mas igual ao Boat Show não tem– Celso Antunes, dealer oficial da Solara

                          Entre os barcos do estaleiro gaúcho atracados na Marina da Glória estão a Solara 38 Bowrider, a Solara 350 GT, 410 HT, 500 Fly e os pontoons Double Deck e Targa, todos disponíveis para teste drive. Conheça, a seguir, mais detalhes de todos os modelos da Solara no Rio Boat Show 2024.

                          Barcos da Solara no Rio Boat Show 2024

                          Solara Boat House

                          Lançada durante o São Paulo Boat Show 2023, a Solara Boat House é como o próprio nome sugere: uma casa completa sobre as águas. A embarcação dispõe de dois quartos, sala, cozinha, banheiro, varanda e até terraço. São, ao todo, 44 m² na parte inferior e 30 m² na superior — onde está um lounge, para lazer e conforto.

                           

                           

                          Com 35 pés, boca de 4,12 m e capacidade para 12 pessoas, a Solara Boat House, que tem como base os pontoons da marca, tem espaço para instalação de TVs, fogão, geladeira, micro-ondas e até máquina de lavar roupas. A embarcação pode ainda ser equipada com placas solares, para gerar energia de forma mais sustentável.

                          Foto: Solara Yachts / Divulgação

                          Com motorização de deslocamento a partir de 60 hp, a casa flutuante da Solara é ideal para paradas em píeres e praias.

                          Solara 500 Fly

                          Maior embarcação da Solara no Rio Boat Show 2024, a Solara 500 Fly tem 15,10 m de comprimento e 4,5 m de boca. Com dois motores Volvo Penta centro-rabeta de 400 a 440 hp (diesel), a embarcação potente leva até 16 pessoas em passeios diurnos, sendo que 6 delas podem permanecer no barco para aproveitar o pernoite.

                          Foto: Solara Yachts / Divulgação

                          Sua cabine pode ser configurada de duas maneiras: com três camarotes ou dois camarotes e uma sala, sendo que, nas duas opções, a lancha contará com dois banheiros equipados com box. Além da facilidade em pilotar, o cockpit oferece, junto ao salão, um ambiente amplo e agradável tanto para o piloto quanto aos seus passageiros, integrando-se à praça de popa.

                          Solara 410 HT

                          Com espaço para 14 pessoas e pernoite para 6 em seus 12,5 m, a Solara 410 HT possui uma grande cama no camarote à meia-nau, que se destaca pela ampla janela na cabeceira. Outro destaque vai para o teto solar elétrico, que além de charmoso, traz praticidade ao barco.

                          Foto: Solara Yachts / Divulgação

                          No cockpit fica um posto de comando suspenso,  junto ao salão, um ambiente amplo e agradável tanto para o piloto quanto aos seus passageiros. A sala de cabine possui um ambiente prático e confortável, ideal para assistir TV com mais privacidade. O espaço faz total integração com o cockpit, que também dispõe de amplos sofás e cozinha gourmet completa.

                          Foto: Solara Yachts / Divulgação

                          Quanto a motorização, a lancha navega com dois motores de 300 hp a 350 hp a gasolina ou dois de 270 hp a 350 hp no diesel.

                          Solara 380 Bowrider

                          Tida como uma lancha com muito espaço para curtir o verão, a Solara 380 Bowrider tem 39,5 pés e traz entre suas principais características uma cabine para quatro pessoas em pernoite, aberturas laterais na popa, amplo solário na proa e um ótimo espaço no cockpit.

                          A lancha é ideal para passeios entre amigos e familiares, já que dispõe de sofás confortáveis e espaçosos, com bom número de paióis para armazenamento, móvel gourmet com churrasqueira, cadeiras dobráveis para uso e até uma chopeira.

                          O teto solar, que pode ser acionado por um único botão, é outro ponto de destaque da Solara 380 Bowrider, que tem ainda acesso fácil — e seguro — à proa, 1,80 m de altura na entrada da cabine e no banheiro (que conta com box) e bom acesso à casa de máquinas — à meia-nau e debaixo do móvel gourmet (que pode ser levantado).

                          Solara 350 GT

                          Lancha cabinada com teto solar elétrico sobre o salão, no lugar do flybridge, a Solara 350 GT tem ambientes internos bem distribuídos. Sua cabine, com 1,90 m de altura, acomoda cinco pessoas em pernoite. Tanto o camarote de proa como o de meia-nau podem ser fechados e o banheiro é completo.

                          No cockpit, a 350 tem uma minicozinha gourmet, com refrigerador, micro-ondas e fogão opcional. Na proa, os bancos se convertem em um solário grande, com estofamento alto e encosto reclinável.

                          Pontoon 300 Targa

                          O Pontoon 300 Targa é inspirado no mercado norte-americano. Equipada com motor de popa, a embarcação tem design moderno e amplo espaço, proporcionando boa circulação no convés. O modelo conta com sofás por toda sua extensão, mesa com porta-copos, espaço gourmet e solário.

                          Foto: Solara Yachts / Divulgação

                          A embarcação possui 3 metros de largura e 9,39 metros de comprimento, motorização de 150 a 300 hp e todos os itens necessários para promover conforto, lazer e diversão para as até 24 pessoas que podem navegar a bordo do pontoon.

                          Pontoon 300 Double Deck

                          Outro modelo de pontoon da Solara no Rio Boat Show 2024 será o Pontoon 300 Double Deck. O barco, que fez sucesso durante o Rio Boat Show 2023, é tão espaçoso que pode transportar até 23 pessoas — e conta com toalete fechado.

                          O modelo possui motorização de popa e, no convés superior da embarcação, há geleira, solário e área de convivência para até sete passageiros. O ponto alto do pontoon é um divertido escorregador, que começa no deque superior e vai até a água.

                          Rio Boat Show 2024

                          Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.

                          O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.

                           

                          O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.

                          Anote aí!

                          RIO BOAT SHOW 2024
                          Quando: De 28 de abril a 5 de maio;
                          Horário: De segunda à sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h;
                          Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória);
                          Mais informações: rioboatshow.com.br.

                           

                          Náutica Responde

                          Faça uma pergunta para a Náutica

                            Relacionadas

                            Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                            De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                            Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                            Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                            Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                            De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                            Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                            Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                            Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                            Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                            Festa no mar: Tailândia tem mega balada flutuante em catamarã

                            22/02/2024

                            Quer viver uma experiência paradisíaca, com muita música, comida e badalação? A dica é conhecer o YONA Beach Club Phucket: uma balada flutuante na Tailândia. Navegando com um catamarã, o empreendimento se descreve como o “primeiro beach club flutuante do mundo”. Uma espécie de oásis sobre as águas.

                            Com capacidade para até 500 convidados, a balada flutuante possui dois andares com áreas para desfrutar. No andar principal estão a cabine do DJ, restaurante e uma piscina infinita com 22 metros de comprimento, além de diversas comodidades.

                            Foto: Instagram @yonabeach/ Reprodução

                            Além disso, existem diversas cabanas — que podem acomodar de quatro a oito pessoas –, espreguiçadeiras ao redor da piscina e até redes sobre as águas para aproveitar o sol.

                            Foto: Instagram @yonabeach/ Reprodução

                            No andar superior da balada flutuante, os passageiros podem admirar as vistas para o Mar de Andamão, com direito a uma outra piscina, mais intimista.

                             

                            O restaurante do YONA oferece culinária costeira, mediterrânea, tailandesa e japonesa, além de bons drinks — tudo com uma espetacular vista para o mar.

                            Foto: Instagram @yonabeach/ Reprodução

                            Para além de baladas, o catamarã também pode ser locado para casamentos ou eventos corporativos.

                            Quanto custa a balada flutuante?

                            Até aqui tudo parece um mar de rosas, mas é importante dizer que tudo tem um preço, e essa balada flutuante não foge disso. Este catamarã está aberto diariamente das 12h às 20h e parte do cais de Patong.

                            Foto: Instagram @yonabeach/ Reprodução

                            O plano mais econômico é o YONA Day Pass, um passe diário que custa 3000 bahts tailandeses (cerca de R$ 410, em conversão realizada em fevereiro de 2024). Com o ticket, vem incluso o barco de transporte até o YONA, seguro de passageiros e 1,5 mil bahts (R$ 206) de crédito para alimentos e bebidas.

                            Foto: Instagram @yonabeach/ Reprodução

                            O acesso ao restaurante será dado mediante a disponibilidade, por uma duração máxima de duas horas. Para reservas, será cobrada uma taxa de entrada no valor de 1,5 mil bahts (R$ 206), e o mesmo valor em créditos para alimentos e bebidas por hóspedes — desde que seja menor que oito pessoas.

                            Já que é para gastar…

                            Para eventos privados o valor sobe consideravelmente. O organizador da festinha particular poderá hospedar seus convidados, criar um menu único, além de selecionar atividades em grupos e show dedicados. Entretanto, terá que pagar, no mínimo, 2 milhões de bahts (cerca de R$ 275 mil).

                            Foto: Instagram @yonabeach/ Reprodução

                            O preço dos ingressos também pode aumentar de acordo com a atração. Para o próximo dia 26, por exemplo, quando o DJ israelense Eran Hersh se apresentará na balada flutuante, os ingressos para o beach club já estão esgotados, enquanto para o restaurante, o valor mais barato está em 4.000 bahts (R$ 549).

                             

                            Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                             

                            Náutica Responde

                            Faça uma pergunta para a Náutica

                              Relacionadas

                              Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                              De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                              Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                              Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                              Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                              De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                              Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                              Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                              Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                              Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                              Memória Náutica: relembre como foi o Rio Boat Show 99

                              Em 2024, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição. Para comemorar esse momento histórico, a equipe de NÁUTICA vai revisitar o passado novamente para mais uma edição da série Memória Náutica. Hoje é dia de relembrar o Rio Boat Show 1999!

                              Em 1999 o Rio Boat Show chegava para sua segunda edição com uma missão: superar o evento de 1998, que fez brilhar os olhos dos amantes do universo náutico. Com a feira náutica prestes a celebrar 25 edições, está mais do que provado que a missão foi muito bem cumprida.

                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                              Mas, antes de trazer todos os motivos para o evento de 99 ter sido um sucesso, essa Memória Náutica vai fazer jus ao seu nome e ambientar seus leitores sobre como era o mundo 25 anos atrás.

                              O que acontecia no mundo em 1999

                              Em janeiro de 1999 o Euro entrou em vigor como moeda comum dos países da União Europeia. O dólar, por sua vez, que hoje está na casa dos R$ 5, custava R$ 1,55. No mesmo ano, um blecaute atingiu as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, atingindo dez estados e o Distrito Federal — e ganhou o apelido de “apagão”.

                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                              No cinema, clássicos como Matrix, A Múmia, Tarzan e O Sexto Sentido eram lançados. Também nesse cenário, o filme Central do Brasil, estrelado por Fernanda Montenegro, foi vencedor do Globo de Ouro na categoria “melhor filme estrangeiro”. A atriz, aliás, chegou a ser indicada ao Oscar pela atuação na obra. Ainda falando sobre cultura, a escola Imperatriz Leopoldinense foi a campeã do Carnaval do Rio de Janeiro.


                              Nos esportes, o Brasil foi campeão da Copa América, após vencer o Uruguai por 3 a 0, com gols de Rivaldo e Ronaldo. Nesse mesmo ano, no Rio, o Vasco era campeão do Torneio Rio-São Paulo, vencendo o Santos. Já o Flamengo levou a Copa Mercosul, enquanto o Botafogo deixou escapar o título da Copa do Brasil para o Juventude, em uma partida que reuniu o maior público da história da competição, com 101.581 pessoas no Maracanã.

                              Como foi o Rio Boat Show 1999

                              Em um ano de poucos acontecimentos marcantes, alguma coisa precisava tornar 1999 um ano inesquecível. E, ao menos no setor náutico, o Rio Boat Show foi a cereja do bolo. Com um público de 51 mil pessoas (11 mil a mais do que em 1998), o evento mostrou que, de fato, tinha vindo para ficar.

                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                              Realizado de 14 a 23 de maio, o evento foi marcante, principalmente, por ter ido muito além dos barcos. O Rio Boat Show 1999 não poupou no quesito inovações e trouxe, paralelamente ao evento, uma competição de vela chamada Regata RBS — que se tornou, à época, a segunda maior regata em número de participantes do Rio, com 732 velejadores em mais de 200 barcos.

                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                              E não parou por aí. A Copa RBS de wakeboard e esqui aquático deixou o evento ainda mais marcante, reunindo, inclusive, categorias masculinas (com Marcos Figueiredo e Marreco), femininas (com a participação de Karina Oliani, mais jovem brasileira a escalar o Monte Everest) e infantis.

                              Grande, organizado e bonito. Com doses generosas desses três atributos– dizia a edição 130 da Revista Náutica

                              Ainda nas inovações, o Rio Boat Show apresentou o 1º Encontro Náutico Brasileiro, que trouxe, em um auditório construído na Marina da Glória, bate-papos com palestrantes como Amyr Klink (primeira pessoa a fazer a travessia do Atlântico Sul a remo, em 1984), Lars Grael (velejador brasileiro com duas medalhas olímpicas) e o cartunista Ziraldo.

                              Amyr Klink. Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Ziraldo. Foto: Arquivo Revista Náutica

                              Os números do Rio Boat Show 1999

                              O Rio Boat Show 1999 exibiu para um público de 51 mil pessoas nada menos do que 230 embarcações — 158 delas “no seco” e 72 sobre as águas da Baía de Guanabara. Foram, ao todo, 98 barcos importados e 132 de estaleiros nacionais — 17 a mais que no ano anterior.

                               

                              Os 7,2 mil km² de área da feira receberam cerca de 150 expositores e mais de 50 lançamentos de todos os principais setores do mercado náutico.

                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                              As embarcações foram dos caiaques as lanchas, que, nessa edição, tiveram nove modelos passando dos 50 pés. Entre os veleiros, que somaram 11 embarcações (divididas em monotipos e oceânicas), o maior foi o francês Jeanneau Sun Odyssey 52.2, com espaço para até 12 pessoas.

                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                              O Rio Boat Show 1999 teve mais de 30 embarcações lançadas. Entre elas, modelos apresentados por marcas como Ecomariner, Spirit Yacht, Kadu Marine, Milmar, Sailing, Tecnoboats, Vip Marine, Cobra, Mardiesel, SP Náutica, Intermarine, Regatta, Chris Craft, MB Boating, PHD, Porto Vitória, Real Power Boats, Sunseeker, Wemoto, Boats, Regatta, FlexBoat, Seateck e Kiwi Boats (atual Schaefer Yachts).

                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                              Além de embarcações e equipamentos, a segunda edição do Rio Boat Show reuniu uma série de celebridades para ver de perto os últimos lançamentos do setor. Por lá estavam personalidades como Glória Pires, Carlos Alberto Parreira, Oscar Magrini, Giovanni (do vôlei), Ziraldo, Boni, Francisco Cuoco e Sérgio Reis.

                              Confira mais fotos da edição de 1999 do Rio Boat Show

                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                              Rio Boat Show 2024

                              Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.

                              O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.

                               

                              O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.

                              Anote aí!

                              RIO BOAT SHOW 2024
                              Quando: De 28 de abril a 5 de maio;
                              Horário: De segunda à sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h;
                              Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória);
                              Mais informações: rioboatshow.com.br.

                               

                              Náutica Responde

                              Faça uma pergunta para a Náutica

                                Relacionadas

                                Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                                Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                                Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                                Rio Boat Show 2024 será palco para estreia da Schaefer V44 em águas brasileiras

                                21/02/2024

                                Desde que a Schaefer Yachts anunciou o projeto da Schaefer V44, no início de 2023, os olhares calibrados dos amantes do setor logo perceberam que o modelo walk around seria um grande lançamento do mercado. A partir daí, a lancha passou a ser aguardada ansiosamente e, agora, a espera está com os dias contados.

                                A Schaefer V44 vai estrear em águas brasileiras durante o Rio Boat Show 2024, que acontece na Marina da Glória, de 28 de abril a 5 de maio.

                                 

                                Em entrevista no Estúdio Náutica, durante o São Paulo Boat Show 2023, o gerente de trade marketing da Schaefer, Rodrigo Loureiro, já havia mencionado que esperava apresentar a nova lancha no Rio.

                                Foto: Schaefer Yachts / Divulgação

                                Por que a Schaefer V44 é tão aguardada?

                                Na última década, a Schaefer teve um salto significativo no mercado de suas embarcações de lazer. Com isso, o estaleiro quis aproveitar a onda e ir além, lançando uma nova classe de barcos. Nascia, então, em 2020, a V33, uma lancha de console central do tipo walk around (expressão inglesa que denota embarcações cuja cabine não impede a circulação na proa do barco) de luxo.

                                 

                                Idealizada, principalmente, visando o mercado norte-americano e europeu, a V33 foi um sucesso, somando mais de 60 unidades vendidas — muitas delas, inclusive, nos Estados Unidos, onde o mercado para esse tipo de embarcação é muito forte. Com a faca e o queijo na mão, a Schaefer se viu inspirada, então, a lançar uma irmã maior para a V33: a Schaefer V44.

                                Foto: Schaefer Yachts / Divulgação

                                Portanto, se a V33 já havia sido um sucesso absoluto, os aficionados pelo setor já sabiam que a V44 surpreenderia ainda mais. Quando o estaleiro lançou o conceito da lancha em Miami, em 2023, isso ficou ainda mais evidente.

                                Schaefer V44 no Rio Boat Show: como é a lancha

                                A nova Schaefer V44 é uma lancha cabinada que valoriza o conforto em seu espaçoso cockpit, que abraça um beach club de forma harmoniosa e bem distribuída em um mesmo nível, ao mesmo tempo que ostenta uma proa aberta bonita e funcional.

                                Foto: Schaefer Yachts / Divulgação

                                Suas linhas majestosas no casco e a pintura esportiva da lancha deixam claro, logo ao primeiro olhar: o barco foi arquitetado para impressionar.

                                 

                                O design da proa é reto, deixando o casco com maior comprimento na linha d’água — característica que é sinônimo de velocidade e altíssima eficiência ao cortar ondas.

                                Foto: Schaefer Yachts / Divulgação

                                Sua cabine acomoda até quatro pessoas durante um pernoite, proporcionando o refúgio ideal a bordo da lancha. Nos passeios diurnos, a embarcação tem capacidade para 14 pessoas aproveitarem.

                                 

                                Para curtir as aventuras a bordo, aliás, o estaleiro oferece duas opções de motores: centro-rabeta a diesel ou a versão de popa, que, de longe, promete ser a preferida e amplamente requisitada nos EUA.

                                Foto: Schaefer Yachts / Divulgação

                                A nova V44 que estará no Rio Boat Show tem ainda duas varandas laterais generosas, com incríveis 2,40 metros de comprimento e acionamento hidráulico, além de uma plataforma de popa submersível (na versão com motor de centro-rabeta), que traz mais versatilidade e conforto aos navegantes.

                                 

                                Em busca do dia perfeito na água, a V44 atenderá a todos os anseios dos amantes do mar: sejam eles passeios em família, a prática empolgante de esportes aquáticos, uma sessão relaxante de pescaria ou leitura no espaçoso solário de proa.

                                Foto: Schaefer Yachts / Divulgação

                                Outros barcos Schaefer no Rio Boat Show 2024

                                O Rio Boat Show, evento náutico mais charmoso da América Latina, já tem confirmada outras cinco embarcações do estaleiro catarinense: Schaefer 660, 510, 450, V33 e a New Schaefer 375. Conheça, a seguir, as embarcações.

                                Schaefer 660

                                Evolução do modelo Schaefer 640, a Schaefer 660 se destaca tanto pelos espaços amplos quanto pela aparência. O modelo de 66 pés tem entrada independente para a suíte principal na entrada do salão, além de estar equipada com quatro camarotes e três banheiros.

                                Com pernoite para oito pessoas, quatro camarotes ficam no convés inferior, assim como três banheiros. O acesso à suíte principal — que ocupa todos os 5,15 metros de largura do casco, à meia-nau — é feito por uma entrada privativa a boreste do salão.

                                Schaefer 510 GT

                                A Schaefer 510 GT é uma 51 pés projetada e construída a partir do feedback que o estaleiro recebeu do mercado norte-americano, e conta com nada menos que três suítes completas. Seu espaço interno e pé-direito estão acima da média, e o modelo traz acabamento de primeira, com espaço surpreendente até na casa de máquinas.

                                A lancha tem capacidade para até 16 pessoas, sendo que seis delas podem dormir a bordo. Na suíte máster, aliás — à meia-nau — a altura chega a 2,08 m. O barco tem cozinha integrada e salão cercado de janelas em arco, com visão privilegiada do mar e muita luz.

                                Schaefer 450

                                A Schaefer 450 se destaca, principalmente, por ser um barco de 45 pés com suíte máster à meia-nau. E não é qualquer suíte: o local recebeu o mesmo nível de tratamento dos modelos maiores da marca, trazendo equilíbrio entre estética e o design, além de ocupar toda a boca da embarcação.

                                Foto: Schaefer Yachts / Divulgação

                                Sua plataforma de popa, do tipo submergível, tem na área gourmet uma churrasqueira retrátil semelhante à da Schaefer 660, da qual a lancha reproduz também o convés lateral, a boreste, que amplia a área da praça de popa em aproximadamente 20% — detalhe que ajuda a dar a sensação de que o barco é ainda maior.

                                Ponto de destaque também para o flybridge, que traz o conforto e a comodidade de uma cabinada de alto requinte. Quanto a motorização, a Schaefer 450 tem três opções: dois Volvo Penta D6-IPS 60 hp, dois Cummins QSC 480 hp V-Drive com bow thruster ou dois centro-rabeta Volvo D6 400 hp.


                                Schaefer V33

                                Primeiro barco da linha do estaleiro do tipo walk around, com perfil esportivo e elegante, a Schaefer V33 é uma embarcação sofisticada e confortável, digna de um autêntico barco de passeio.

                                Seu pé direito de 1,90 m é um dos destaques da lancha, que, com isso, ganha um banheiro alto. Projetada para ser um modelo global, tem motorização de popa — os Estados Unidos, aliás, são responsáveis por parte considerável das vendas da lancha.

                                A Schaefer V33 é uma embarcação que privilegia as áreas externas, com proa aberta e amplo espaço na praça de popa. Com 33 pés, o modelo apresentado pela Schaefer em feiras internacionais tem cabine para duas pessoas pernoitarem com conforto, além de opção de motor centro rabeta a diesel, ou uma parelha de motores de popa de 300 hp.

                                New Schaefer 375

                                A New Schaefer 375, menor lancha da Schaefer no Rio Boat Show, incorpora elementos da linha premium do estaleiro, formada pelos barcos maiores (Schaefer 510, 600, 660, 770 e 25M). Dentre suas principais características está o piso nivelado, sem nenhum degrau — conceito trazido do modelo walk-around Schaefer V33.

                                Suas varandas laterais retráteis ampliam o espaço na praça de popa em 5,95 metros e se integram ao cockpit, com acomodações para até 14 pessoas. O hard-top, de acionamento elétrico, abre o teto solar (quase 1,5 metro) ao toque de um botão. O acesso à proa é feito por uma passagem interna, a bombordo — garantia de segurança mesmo com o barco em movimento.

                                 

                                Na cabine, com 1,90m de altura, há duas camas de casal, uma no camarote de proa e outra à meia-nau, além de mesa, cozinha e um grande banheiro. O modelo pode ser equipado com três motores de popa de 300 hp cada ou dois motores de centro Volvo D4-300.

                                Rio Boat Show 2024

                                Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.

                                O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.

                                 

                                O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.

                                Anote aí!

                                RIO BOAT SHOW 2024
                                Quando: De 28 de abril a 5 de maio;
                                Horário: De segunda à sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h;
                                Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória);
                                Mais informações: rioboatshow.com.br.

                                 

                                Náutica Responde

                                Faça uma pergunta para a Náutica

                                  Relacionadas

                                  Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                  De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                  Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                  Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                  Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                  De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                  Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                                  Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                  Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                                  Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                                  Megaiate apreendido vira “batata-quente” para os Estados Unidos; entenda o caso

                                  O Estados Unidos tem apreendido um megaiate de incríveis 160 metros (348 pés), mas quer desesperadamente se livrar dele. Sem condições de pagar as manutenções da extravagante embarcação, o governo norte-americano deseja vender o mais rápido possível o caríssimo Amadea.

                                  Este megaiate — do estaleiro alemão Lürssen — é fruto da captura americana após a invasão da Rússia à Ucrânia, para desencorajar o presidente russo Vladimir Putin a seguir com a guerra. Preso em Fiji a mando dos EUA, o barco foi transferido para o Havaí e depois para San Diego, onde está atracado até hoje.

                                  Foto: Lürssen/ Divulgação

                                  No entanto, o que na época foi motivo de comemoração, hoje virou uma verdadeira “batata-quente”. Afinal, não é nada fácil manter — mesmo que parado — uma propriedade que pode custar até US$ 400 milhões (quase R$ 2 bilhões em conversão realizada em fevereiro de 2024).

                                   

                                  Mesmo atracado, o barco custa mais de US$ 7,2 milhões (R$ 35,5 milhões) por ano, cerca de US$ 600 mil (quase R$ 3 milhões) mensais. Esse dinheiro é destinado para os salários da tripulação, combustível, alimentação, limpeza, atração e taxas diversas — sem contar a manutenção.

                                  Foto: Lürssen/ Divulgação

                                  Por este motivo, os promotores federais estão tentando acelerar a venda deste megaiate apreendido para conseguir a redução das perdas. Entretanto, o problema é bem maior que simplesmente “achar” um magnata que arremate o Amadea num leilão.

                                  Como vender um megaiate apreendido?

                                  É justamente essa a pergunta que o governo estadunidense pretende responder. O grande problema deste imbróglio se dá pelo fato de que o verdadeiro proprietário do Amadea sequer é conhecido. No momento, a dúvida está entre dois nomes: os bilionários Eduard Khudainatov e Suleiman Kerimov.

                                  Foto: Lürssen/ Divulgação

                                  Ex-CEO da petrolífera estatal Rosneft, Eduard Khudainatov é acusado de ser o dono de fachada do Amadea — ou seja, o magnata seria legalmente o responsável pelo megaiate, mas apenas para ocultar a identidade do real proprietário.

                                  Foto: Lürssen/ Divulgação

                                  Inclusive, não é a primeira vez que uma desconfiança do tipo recai sobre Khudainatov. Em 2022, ele alegou ser o proprietário do gigantesco Scheherazade, no valor de US$ 700 milhões (quase R$ 3,5 bilhões), que foi ligado ao presidente Vladimir Putin.

                                  Foto: Lürssen/ Divulgação

                                  Porém, Suleiman Kerimov — também próximo de Putin — é o principal “suspeito” de ser o verdadeiro proprietário. Vale ressaltar que ele é sancionado pelos EUA, enquanto Khudainatov não. Sendo assim, o governo americano não pode reter os ativos de Khudainatov, caso seja confirmado que o megaiate apreendido o pertence.

                                  Batata-quente

                                  Para piorar, os promotores do caso disseram que Kerimov violou as sanções dos EUA ao fazer mais de US$ 1 milhão (quase R$ 5 milhões) em pagamentos de manutenção para o Amadea — tudo isso através do sistema financeiro do país norte-americano. Desse jeito, o megaiate está sujeito a confisco.

                                  Foto: Lürssen/ Divulgação

                                  Assim como acontece com qualquer ativo apreendido, o EUA tem como obrigação manter o megaiate exatamente nas mesmas condições em que se encontrava quando foi capturado. Logo, a embarcação só pode ser vendida quando for 100% provado que o proprietário é sancionado.

                                   

                                  O governo norte-americano pretende pular essa etapa de comprovação e ir direto ao leilão. Segundo comunicado comercial, o dinheiro do leilão seria “eventualmente” enviado à Ucrânia.

                                   

                                  Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                   

                                  Náutica Responde

                                  Faça uma pergunta para a Náutica

                                    Relacionadas

                                    Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                    De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                    Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                    Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                    Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                    De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                    Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                                    Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                    Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                                    Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                                    Reveladas imagens inéditas de navio que afundou com seu capitão há 84 anos

                                    20/02/2024

                                    As histórias de naufrágios são carregadas de mistérios, nem sempre resolvidos. Uma delas, envolvendo o navio graneleiro Arlington, aconteceu no Canadá, em 1940. Agora, 84 anos depois, imagens da embarcação que afundou com seu capitão foram reveladas, trazendo de volta uma história cheia de revelações e questionamentos.

                                    Era 30 de abril de 1940, uma terça-feira carregada de neblina, quando o navio Arlington partiu com trigo de Port Arthur, Ontário, no Canadá, rumo a Owen Sound, também sobre águas canadenses, sob o comando do capitão Frederick “Tatey Bug” Burke. A partir daí, nada mais foi como antes.

                                    Foto: Great Lakes Shipwreck Museum / Divulgação

                                    Frederick Burke era considerado um marinheiro experiente, mas talvez ele não estivesse preparado para o que estava por vir. A neblina daquele dia acabou se transformando em uma grande tempestade, que mudaria para sempre a vida de Burke e de seus tripulantes.

                                     

                                    Com condições climáticas nada favoráveis, Burke tentava seguir viagem e manter sua tripulação segura, mas o navio Arlington acabou colidindo com outro cargueiro, o Collingwood, e a situação, que já era crítica, acabou ficando ainda pior.


                                    A colisão fez com que a água começasse a inundar o navio, já que seu casco foi danificado. Junis Macksey, o imediato da tripulação, percebendo o perigo, logo ordenou que o navio mudasse sua rota e se dirigisse à costa canadense em busca de abrigo, mas Burke, mesmo com toda sua experiência, decidiu retornar ao curso original, em meio ao lago aberto.

                                     

                                    Já era madrugada de 1º de maio quando o navio começou a afundar rapidamente. A tripulação, assustada e sem respaldo do capitão, passou a abandonar o navio Arlington em botes salva-vidas, o que garantiu que todos eles, exceto o capitão Burke, fossem resgatados.

                                    84 anos depois, nasce uma nova história

                                    Após mais de 80 anos submerso nas profundezas do Lago Superior, na América do Norte, o navio Arlington foi encontrado pela Sociedade Histórica de Naufrágios dos Grandes Lagos (GLSHS) e pelo pesquisador Dan Fountain. A equipe conseguiu, inclusive, imagens inéditas do barco graneleiro.

                                    Foto: Great Lakes Shipwreck Museum / Divulgação
                                    Foto: Great Lakes Shipwreck Museum / Divulgação

                                    A embarcação, de 74 metros de comprimento, está a cerca de 180 metros de profundidade ao norte da Península de Keweenaw, em Michigan, nos Estados Unidos. “Encontrar o Arlington é um momento emocionante, pois desvenda mais um dos muitos mistérios do Lago Superior”, comenta Dan Fountain.

                                    Foto: Great Lakes Shipwreck Museum / Divulgação

                                    As decisões de Burke durante o acidente ainda são carregadas de dúvidas. A principal delas questiona por que o capitão optou por permanecer no navio mesmo enquanto os outros tripulantes se salvavam? A verdade é que essa questão jamais será respondida, e alimenta ainda mais o mistério envolvendo o navio Arlington.

                                    Foto: Great Lakes Shipwreck Museum / Divulgação

                                    “Espero que este capítulo final dessa história possa trazer algum conforto para a família do capitão Burke”, concluiu Dan Fountain.

                                     

                                    Náutica Responde

                                    Faça uma pergunta para a Náutica

                                      Relacionadas

                                      Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                      De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                      Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                      Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                      Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                      De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                      Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                                      Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                      Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                                      Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                                      Novo estudo mostra que baleia-azul está acasalando com baleias-comuns mais do que deveria; entenda

                                      As baleias-azuis são consideradas o maior animal do mundo, podendo chegar aos 34 metros. A caça à espécie fez o número dessas gigantes despencar no início do século 20. Agora, estudiosos parecem ter encontrado um novo problema envolvendo o animal: a diminuição de seu DNA, por consequência do acasalamento excessivo com baleias-comuns.

                                      Um estudo publicado na revista Conservation Genetics mostra que as baleias-azuis do Oceano Atlântico abrigam um nível de DNA híbrido, até então, desconhecido, e potencialmente alarmante. Isso porque genomas sequenciados demonstraram que baleias-comuns (Balaenoptera physalus) e baleias-azuis (Balaenoptera musculus) têm cruzado mais do que se pensava até então.

                                      Como estudiosos identificaram o problema

                                      Existem três subespécies de baleia-azul ao redor do mundo: B. m. musculus (ao norte dos oceanos Atlântico e Pacífico); B. m. intermedia (no oceano Antártico) e B. m. brevicauda, também conhecida como baleia-azul-pigmeia (encontrada no oceano Índico e no sul do oceano Pacífico). Além dessas três, a B. m. indica, do oceano Índico, pode ser uma outra subespécie.

                                      Para realizar os estudos, pesquisadores analisaram os genomas da B. m. musculus em busca de sinais de endogamia (método de acasalamento que consiste na união entre indivíduos aparentados, que são geneticamente semelhantes), característica que poderia impedir a recuperação do grupo — geneticamente falando.

                                       

                                      Os estudiosos criaram, do zero, um genoma para a espécie, juntando o DNA de diferentes indivíduos. A equipe usou esse genoma como modelo para analisar outros, completos ou parciais, de 31 baleias de toda a área do animal.

                                      É um processo longo e trabalhoso, semelhante à montagem de um enorme quebra-cabeça, sem nenhuma imagem na caixa para orientação. Mas, uma vez resolvido o quebra-cabeça, fica muito mais fácil repeti-lo diversas vezes– Mark Engstrom, co-autor do estudo ao Live Science

                                      Com a montagem do “quebra-cabeça”, os pesquisadores conseguiram identificar que cada uma das baleias amostradas tinha algum DNA de baleia-comum em seus genomas. Inclusive, cerca de 3,5% do DNA do grupo veio, em média, de baleias-comuns. A descoberta sugere que os híbridos de baleias são muito mais viáveis reprodutivamente do que se pensava até então.

                                      Qual a problemática por trás da descoberta

                                      Não é novidade para os cientistas que baleias-azuis e baleias-comuns podem se reproduzir, assim criando híbridos das duas espécies. Contudo, imaginava-se que esses híbridos eram inférteis, não podendo gerar descendentes próprios — como a maioria dos outros animais híbridos.

                                       

                                      No entanto, um estudo de 2018 revelou que alguns desses animais híbridos poderiam, sim, se reproduzir no acasalamento com baleias-azuis — e parece que é justamente o que está acontecendo.


                                      Com isso, pesquisadores acreditam que as baleias híbridas têm se reproduzido com as baleias-azuis, resultando em descendentes “retrocruzados”, principalmente com DNA de baleia-azul e algum DNA de baleia-comum. Este tipo de transferência de DNA de uma espécie para outra por meio de cruzamento é conhecido como introgressão.

                                       

                                      De acordo com Engstrom, alguns estudos semelhantes, mas com as baleias-comuns, não encontraram registros de que a espécie tenha herdado DNA de baleia-azul por meio de introgressão. Contudo, ao que parece, apenas as baleias azuis são capazes — ou estejam dispostas — a reproduzir-se com os animais híbridos.

                                      Não sabemos por que a introgressão parece unidirecional. No entanto, pode ser porque há muito mais baleias-comuns do que baleias-azuis– Mark Engstrom

                                      A boa notícia é que, até o momento, não existem evidências de que o transporte de DNA da baleia-comum tenha impacto negativo sobre as baleias-azuis. O problema mesmo está na continuidade da introgressão que, de acordo com Engstrom, poderá reduzir a quantidade de DNA de baleia-azul em sua população, tornando esses animais menos resilientes à adaptação a novos desafios, como as alterações climáticas.

                                       

                                      Outro ponto positivo é que são poucas as evidências de que essa introgressão aconteça em outros lugares do mundo. “Tanto quanto sabemos, este é um fenômeno apenas no Atlântico Norte”, disse Engstrom.

                                       

                                      Náutica Responde

                                      Faça uma pergunta para a Náutica

                                        Relacionadas

                                        Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                        De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                        Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                        Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                        Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                        De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                        Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                                        Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                        Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                                        Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                                        Conheça o Volitan, barco voador que está próximo de se tornar realidade na Amazônia

                                        Já ouviu falar do Monstro do Mar Cáspio? Esse foi o nome dado pela inteligência norte-americana aos ecranoplanos russos (veículo que combina características de barcos e aeroplanos), utilizados durante a Guerra Fria. Se o nome lhe é familiar, saiba que o Brasil em breve ganhará um modelo parecido, mas com intenções muito diferentes, que prometem revolucionar o transporte de cargas e pessoas na Amazônia.

                                        O projeto em questão se chama Volitan, e foi desenvolvido pela startup AeroRiver, incubada no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e criada em 2021, por engenheiros da região Norte do Brasil. A proposta é que o “barco voador” seja o primeiro ecranoplano do mundo destinado a operações fluviais, inicialmente, nos rios amazônicos.

                                        Foto: AeroRiver / Divulgação

                                        A ideia não surgiu por acaso, já que a região amazônica soma aproximadamente 6,74 milhões de km², e faz conexões entre suas 62 cidades, principalmente, pelos rios — tarefa nem sempre fácil, por conta dos problemas logísticos da região. Segundo a startup, o Volitan promete chegar a esses destinos em um terço do tempo do que levariam as lanchas mais velozes do mercado.

                                        Como funcionará o barco voador Volitan

                                        Os aviões voam graças a baixa pressão produzida sobre suas asas. O Volitan, por sua vez, é inspirado nos ecranoplanos, que utilizam o efeito solo — que causa uma sobrepressão sob as asas de formato especial — , criando um “colchão de ar” que dá sustentação à aeronave em voo rasante, normalmente sobre uma superfície aquática — mesmo que ele também funcione em terra firme.

                                        Foto: AeroRiver / Divulgação

                                        Em entrevista à Época Negócios, Felipe Bortolete, diretor técnico e um dos fundadores da AeroRiver, explicou que “quando o veículo opera utilizando o efeito solo, o consumo de combustível é reduzido drasticamente. Quanto mais baixo ele voa, menos combustível é consumido. Então, quanto mais próximo o ecranoplano estiver da superfície do rio, mais econômico ele será.”

                                        O nosso veículo aproveita o efeito solo, mas ele também é projetado para voar sobre a copa das árvores em alguns trechos onde é rio é muito sinuoso, sempre respeitando o limite de 150 metros de altitute. Em trechos assim, o veículo atuará como um avião– Felipe Bortolete, à Época Negócios

                                        Com 18 metros de comprimento, o barco voador terá autonomia para percorrer uma distância de até 450 quilômetros sem reabastecer, operando a uma altura entre 5 e 10 metros da água, com velocidade de 81 nós (150 km/h). Essa máquina será capaz de transportar dez passageiros, ou, ainda, uma tonelada de carga, emitindo, de acordo com a empresa, menos dióxido de carbono (CO2) do que embarcações e aeronaves tradicionais.


                                        Atualmente, o barco voador passa por testes técnicos. De acordo com Bortolete, um sistema de controle está sendo desenvolvido, para que a altura do veículo em relação a superfície não seja controlada pelo piloto, mas, sim, já configurada, fazendo com que o Volitan possa manter o nível determinado de altura (150 metros) automaticamente.

                                        Foto: AeroRiver / Divulgação

                                        A AeroRiver espera que um protótipo do Volitan realize seu primeiro voo sob o efeito solo em 2025, e a certificação do veículo — que ainda terá suas normas definidas por órgãos reguladores no Brasil — está programada para 2026, quando o barco voador deve estrear no mercado.

                                         

                                        Náutica Responde

                                        Faça uma pergunta para a Náutica

                                          Relacionadas

                                          Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                          De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                          Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                          Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                          Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                          De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                          Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                                          Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                          Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                                          Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                                          Conheça a história do “Titanic dos Alpes”, navio a vapor que será resgatado 90 anos após naufragar

                                          19/02/2024

                                          Embarcações no fundo do mar nem sempre são sinônimo de tragédias. Algumas, inclusive, vão parar nas profundezas do oceano para se tornarem recifes artificiais. O “Titanic dos Alpes” também teve um motivo específico para ser levado a 210 metros de profundidade — diferentemente do “Titanic oficial”.

                                          Em 1933, mais de 90 anos atrás, o imponente navio a vapor Säntis, de 48 metros, viveu seus últimos suspiros na superfície, antes de ser naufragado propositalmente no Lago Constança, entre a Suíça e a Alemanha.

                                          Foto: Domínio Público

                                          A decisão de levar a embarcação para o fundo do mar aconteceu devido a uma escolha que trouxe consequências diferentes das imaginadas. Como um navio a vapor, o Säntis, até então, utilizava motores movidos a carvão. Contudo, uma ideia de trocar o mineral por petróleo foi crucial para o fim das atividades do “Titanic dos Alpes”.

                                           

                                          Isso porque, logo após a mudança, essa área entrou em uma crise econômica que custou a atividade do navio, já que o barco acabou se tornando impróprio para navegação e muito caro para ser desmontado. Sendo assim, a então proprietária do Säntis, Swiss Lake Constance Shipping Company, levou a embarcação até o meio do lago e a afundou.

                                          O Resgate do Säntis

                                          O Säntis foi afundado em 1933, e assim permanece até hoje. Contudo, em 2013, uma expedição subaquática acabou se deparando com os destroços do barco, o que levou o navio a ser comprado pela Romanshorn Ship Salvage Association, instituição que traçou um plano para trazê-lo de volta à superfície.

                                           

                                          Atualmente, o navio se encontra a cerca de 210 metros de profundidade e, graças à escuridão e a falta de oxigênio, o Säntis está bem conservado — pelo menos por enquanto. De acordo com os mergulhadores que o encontraram, a pintura original está intacta, sendo possível ainda visualizar o nome da embarcação.

                                          Foto: Domínio Público

                                          A cada dia que passa, porém, trazer o navio à superfície e apresentá-lo ao público nessas condições fica mais difícil, já que a embarcação está ameaçada por mexilhões Quagga, espécie que foi introduzida na região e avistada pela primeira vez em 2016.

                                           

                                          Esses mexilhões têm se propagado rapidamente, trazendo um risco real de deteriorar o navio preservado há mais de 90 anos. Até o momento, eles foram encontrados, inclusive, na chaminé do barco, o que limita o tempo disponível para resgatá-lo — missão programada para março deste ano.


                                          Silvan Paganini, presidente da Ship Salvage Association, conta que para trazer o “Titanic dos Alpes” até a superfície “a solução mais econômica é usar sacos de elevação. Funcionam como balões subaquáticos: você os enche de ar e eles se elevam.”

                                           

                                          Para isso, mergulhadores fixarão os sacos na embarcação e, em seguida, inflarão para trazer o navio mais próximo da superfície. Durante a primeira etapa, o Säntis será elevado ao leito marinho a uma profundidade de apenas 12 metros, antes de chegar à superfície, em abril.

                                           

                                          A ideia é que, uma vez resgatado, o navio seja levado a um estaleiro próximo, em Romanshorn, para eventualmente ser exibido em algum museu da Suíça.

                                          De onde veio o nome “Titanic dos Alpes”?

                                          O Säntis foi apelidado de ‘Titanic of the Alps’ (ou “Titanic dos Alpes”, em português) por trazer consigo semelhanças com a embarcação da White Star Line. Segundo Paganini, “ambos os navios possuíam uma máquina a vapor de três cilindros, algo muito raro.”

                                           

                                          As similaridades se estendem também pela forma como as embarcações naufragaram. “A popa subiu ao ar com a bandeira hasteada alto, isso também era semelhante ao Titanic”, explicou Paganini.

                                           

                                          Na idade, contudo, as embarcações se diferem, já que o Säntis foi comissionado 20 anos antes do naufrágio do Titanic.

                                           

                                          Náutica Responde

                                          Faça uma pergunta para a Náutica

                                            Relacionadas

                                            Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                            De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                            Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                            Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                            Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                            De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                            Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                                            Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                            Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                                            Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                                            Casal constrói casa flutuante e revela prós e contras de morar em lago

                                            Um casal decidiu montar uma moradia diferente na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Ela flutua sobre o mar, mas não é um barco: trata-se de uma casa flutuante no lago. E o melhor de tudo: a residência levou dois meses para ficar pronta e custou “apenas” US$ 90 mil (cerca de R$ 447 mil, em conversão realizada em fevereiro de 2024).

                                            O valente casal que cumpriu essa missão foi Sarah Spiro, 27, e Brandon Jones, 40. Se hoje eles podem aproveitar da bela casa ao lado do cachorro Iko, é porque fizeram a maior parte do trabalho em dupla e economizaram nos custos da construção.

                                            Foto: Tiny House Giant Journey/ Reprodução

                                            Como construíram uma casa flutuante?

                                            Em bate-papo com o canal do YouTube Tiny House Giant Journey, o casal contou mais detalhes de como construíram a casa do zero na orla e terminaram na água. Como mencionado, Sarah e Brandon fizeram a maior parte do trabalho entre eles e pagaram o mínimo possível nos materiais, para economizar nos custos.

                                            Foto: Instagram @keepingafloatwiththejoneses/ Reprodução

                                            Um dos principais problemas, obviamente, seria a capacidade da casa se manter flutuante. Para cuidar disso, foram necessárias 24 horas de trabalho por dia — segundo eles — e quatro cordas de amarração em cada canto da estrutura até a terra firme.

                                            Foto: Instagram @keepingafloatwiththejoneses/ Reprodução

                                            Mesmo custando um valor considerável — financeira e fisicamente — , eles concordam que todo o processo e o resultado valeu a pena. Inclusive, Sarah diz que essa mudança melhorou drasticamente a qualidade de vida dela.

                                            Adoramos ter acesso tão fácil à natureza ao nosso redor. Você realmente faz parte dessa natureza e está em sincronia com ela– Sarah Spiro

                                            A casa flutuante no lago conta com uma sala de estar, uma cozinha, quarto principal, banheiro com lavanderia e um mezanino acessível através de uma escada, que funciona como quarto de hóspedes — embora nada impeça que o cachorro fique por lá.

                                            Foto: Tiny House Giant Journey/ Reprodução
                                            Foto: Tiny House Giant Journey/ Reprodução

                                            Por falar no cachorro, Iko tem ainda 37 m² de espaço externo para aproveitar o deque — e tomar cuidado para não cair no lago. Entretanto, o cachorro já deve estar acostumado com casas exóticas, visto que o casal já morou numa cabana flutuante neste mesmo lago.

                                            Gastos mensais da casa flutuante no lago

                                            Com 33 m², as despesas mensais da casa flutuante no lago superam por pouco US$ 1 mil (quase R$ 5 mil). Os custos incluem bombeamentos da fossa séptica, gasolina para a máquina de lavar e dois botes, Starlink para conexão com a internet e um novo cilindro de propano.

                                            Foto: Tiny House Giant Journey/ Reprodução

                                            Além disso, tem a taxa anual de amarração de US$ 5 mil (R$ 24 mil), no valor de US$ 416 (cerca de R$ 2 mil reais) por mês. Por um lado, o casal não paga eletricidade por contar com um painel de energia solar.

                                            Foto: Instagram @keepingafloatwiththejoneses/ Reprodução

                                            Para bancar esses custos, Brandon cuida do gerenciamento da Fontana Marina e Sarah trabalha de tempos em tempos como técnica florestal. Além disso, o casal complementa a renda com o dinheiro gerado nas redes sociais.

                                            Nem tudo são flores

                                            O casal não se arrepende em nada de ter construído uma casa flutuante. Entretanto, isso não impede que Sarah faça algumas postagens no Instagram sobre desvantagens em viver num lago. E uma das preocupações envolve o Iko — como era de se imaginar.

                                            Foto: Tiny House Giant Journey/ Reprodução

                                            Sarah conta que as vezes é entediante “remar” com o cachorro até a praia para ir ao “banheiro”. Outra preocupação, segundo a mulher, é “deixar coisas cair no lago”. Ela diz que não importa o quão cuidadoso seja, ainda assim isso acontece de vez em quando.

                                             

                                            Além disso, a manutenção da casa flutuante é mais uma desvantagem.

                                            Foto: Instagram @keepingafloatwiththejoneses/ Reprodução

                                            Definitivamente há mais manutenção envolvida em uma casa flutuante do que em uma casa normal. Qualquer coisa na água vai se deteriorar mais rapidamente– Sarah Spiro

                                            E as dificuldades não param por aí. Sarah conta que não há serviço de entrega de comida disponível para a casa flutuante no lago e o casal não tem um endereço físico. A solução para este problema seria entregar as coisas na marina, mas nem sempre é possível.

                                            Foto: Tiny House Giant Journey/ Reprodução

                                            Falando assim, parece que só há desvantagens. Mas o casal garante que a casa flutuante foi uma decisão acertada e que os prós compensam as dificuldades. Porém, a longo prazo, Sarah Spiro e Brandon Jones têm outros planos: pretendem passar “algumas décadas” navegando em alto-mar.

                                             

                                            Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                             

                                            Náutica Responde

                                            Faça uma pergunta para a Náutica

                                              Relacionadas

                                              Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                              De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                              Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                              Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                              Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                              De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                              Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                                              Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                              Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                                              Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                                              Memória Náutica: confira o melhor das 25 edições do Rio Boat Show

                                              Em 2024, o Rio Boat Show, mais charmoso evento náutico da América Latina, chega a sua 25ª edição. Para comemorar esse momento histórico, a equipe de NÁUTICA vai revisitar o passado novamente para mais uma edição da série Memória Náutica.

                                              Se você já tem tempo de casa, sabe que, em 2022, quando o São Paulo Boat Show chegou aos seus 25 anos, o Memória Náutica nasceu para relembrar toda a trajetória do evento paulista. Agora, se você é novo por aqui, essa é a hora perfeita para embarcar nessa jornada e relembrar os principais acontecimentos do Rio Boat Show — e do mundo — ao longo dessas 25 edições, começando pela de 1998.

                                               

                                              A primeiríssima edição do Rio Boat Show (também a primeira feira náutica com a chancela Boat Show) foi realizada de 15 a 24 de maio de 1998, ano de momentos marcantes para a história do Brasil e do mundo.

                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              O evento estreou na Marina da Glória, sobre as águas da Baía de Guanabara e sob o olhar do Cristo Redentor — mesmo endereço onde o Rio Boat Show será realizado neste ano (anote na agenda: de 28 de abril a 5 de maio).

                                              O que acontecia no mundo em 1998

                                              Como uma marca de nascença do brasileiro, o primeiro registro de 1998 que vem a mente é dolorido e ficará marcado para sempre: a derrota na final para a França, país sede da Copa do Mundo daquele ano. A seleção de Zagallo, que perdeu de 3 a 0, reunia craques que resistem ao tempo até hoje, como Taffarel, Cafu, Ronaldo, Rivaldo, César Sampaio e Edmundo — talvez por isso a derrota seja ainda mais dolorida.

                                              Ferretti 65, maior embarcação do Rio Boat Show de 1998. Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Por outro lado, no mesmo ano, os torcedores cariocas do Vasco da Gama celebravam o título de campeão da Libertadores da América. O time do Rio de Janeiro  derrotou o Barcelona, do Equador, nas duas partidas da final. Em São Januário,  ganhou por 2 a 0 e, no Estádio Isidro Romero, em Guayaquil, venceu por 2 a 1.

                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Outro acontecimento marcante para o povo brasileiro foi a morte do cantor Tim Maia, um dos maiores ícones da música no Brasil. Tim nasceu e cresceu na cidade do Rio de Janeiro, e seu falecimento reuniu centenas de pessoas no centro de Niterói.


                                              Ainda falando sobre arte, foi também em 1998 que o clássico Titanic estreou nos cinemas brasileiros, levando quase 17 milhões de pessoas aos telões. No cenário tecnológico, nascia em junho de 1998 um clássico da Microsoft, o Windows 98. Para complementar esse pacote, no mesmo ano, mas no mês de setembro, quem ganhou vida foi ele: o Google.

                                              Como foi a 1ª edição do Rio Boat Show, de 1998

                                              Agora, devidamente ambientados, podemos trazer a Memória Náutica de como foi a 1ª edição do Rio Boat Show, em 1998, que deu início ao que hoje é um grande polo do lifestyle náutico do Brasil.

                                              UB Cabriolet 33. Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              O Rio Boat Show de 1998 foi além dos negócios e se sagrou, logo de cara, como um grande encontro de amigos, expositores e visitantes — como é até hoje. Já naquela época, mesmo os que não eram muito chegados ao setor acabaram se envolvendo no “clima de beira de cais, temperado pela leve maresia que pairava no ar”, como mencionado na edição 118 da Revista Náutica.

                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Se o evento precisasse ser descrito em uma frase, seria “como não pensamos nisso antes?”. Foi justamente esse o questionamento dos envolvidos no evento que reuniu, pela primeira vez, embarcações diretamente em seu habitat natural: a água.

                                               

                                              E realmente parecia o cenário perfeito, já que poucas coisas combinam mais com o universo náutico do que a água da Baía de Guanabara e o sol — junto do cenário — do Rio de Janeiro.

                                              Registro gráfico que aparece na edição de número 118 da Revista Náutica. Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Ao longo dos 10 dias, 40 mil pessoas puderam viver o evento, que reuniu 195 barcos (52 deles na água), de caiaques a lanchas acima de 50 pés, além de 127 motores (111 de popa, 13 centro-diesel, 2 centro-rabeta diesel e 1 centro-rabeta gasolina). Dentre as embarcações, 80 eram importadas e, já naquela época, o mercado náutico brasileiro mostrava sua força, com 115 barcos nacionais.

                                               

                                              Nesta edição, a maior embarcação presente foi a Ferretti 65, enquanto a menor foi um veleiro Monotipo Optmist.

                                               

                                              Lanchas como o Fairline Phantom 38 (Milmar), UB Fishing 25 (Hobie), o catamarã Lagoon 41 (Sailing), a Spirit 38 Fly, o UB Cabriolet 33 (Symbol) e o Zodiac YL2 DL (Mardiesel) eram os grandes lançamentos do ano no setor.

                                              Catamarã Lagoon 41. Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              A protagonista do primeiro teste NÁUTICA durante um evento Boat Show foi a Phantom 235 SL, um barco esportivo de proa aberta da Kiwi Boats (atual Schaefer Yachts), que, naquela época, era considerada uma tendência entre pequenos estaleiros regionais — atualmente a Schaefer é um dos maiores estaleiros do Brasil, com cerca de 4 mil embarcações entregues.

                                               

                                              Fundado no Rio de Janeiro por Américo Santarelli, o extinto estaleiro Cobra — que fez muito sucesso com suas lanchas nos anos 1980 e 1990 — também esteve presente no Rio Boat Show 1998.

                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Trajados com celulares nos cintos, personalidades como Fernando Vanucci (saudoso locutor de rádio e apresentador que faleceu em 2020), Gilberto Ramalho (fundador da Intermarine), Márcio Schaefer (presidente da Kiwi Boats, atual Schaefer Yachts) e Paulo Renha (fundador da Real Powerboats) marcaram presença na 1ª edição do Rio Boat Show.

                                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Rio Boat Show 2024

                                              Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.

                                              O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.

                                               

                                              O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.

                                              Anote aí!

                                              RIO BOAT SHOW 2024
                                              Quando: De 28 de abril a 5 de maio;
                                              Horário: De segunda à sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h;
                                              Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória);
                                              Mais informações: rioboatshow.com.br.

                                               

                                              Náutica Responde

                                              Faça uma pergunta para a Náutica

                                                Relacionadas

                                                Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                                De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                                Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                                Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                                De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                                Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                                                Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                                Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                                                Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                                                Bloco de friso do Templo de Zeus é encontrado submerso na Itália

                                                18/02/2024

                                                Não é todo dia que se encontra uma obra do Templo de Zeus no fundo do mar. Mas foi isso que fizeram os arqueólogos subaquáticos da BCsicilia (grupo italiano sem fins lucrativos). Numa profundidade de 9 metros, eles se depararam com um bloco de friso de mármore submerso a 300 m da costa da Sicília, na Itália.

                                                Segundo os especialistas, este friso de fato pertencia ao Templo de Zeus — grande templo dórico — na antiga Akragas. O bloco encontrado mede aproximadamente 2 metros de comprimento e 1,6  m de altura, e é feito de mármore Proconésio, proveniente de pedreiras na ilha turca de Mármara.

                                                Foto: Facebook/ BCsicilia/ Reprodução

                                                Inclusive, de um lado do friso, há esculpido um cavalo empinado, que provavelmente enfeitava a fachada externa da estrutura do templo hoje submerso. Vale ressaltar que estes animais eram vistos como um símbolo de poder e força, logo, seria comum ter muitas representações deles na época.

                                                Foto: Facebook/ BCsicilia/ Reprodução

                                                O bloco de friso — que estava coberto de sedimentos marinhos — já era conhecido há muito tempo, mas tinha a fama de uma “banheira” comum, após uma análise 3D realizada em outubro de 2022. No entanto, com a ajuda do recurso tridimensional, foi descoberto um incrível tímpano — área triangular ou circular entre o topo das colunas e o frontão de um edifício clássico.

                                                A descoberta extraordinária foi imediatamente comunicada à Superintendência do Mar com o propósito de recuperar o achado excepcional, que foi finalmente trazido de volta à costa esta manhã– representante do BCsicilia ao HeritageDaily

                                                Uma obra inacabada

                                                Localizado no Vale dos Templos, o templo de Zeus, que hoje se encontra submerso, era um centro cerimonial associado à antiga Akragas, em Agrigento, que inclui o Templo da Concórdia; Templo de Juno; Templo de Hércules; Templo de Castor e Pólux; Templo de Hefesto e o Templo de Asclépio.

                                                Templo de Zeus, localizado em Atenas, na Grécia.

                                                No entanto, segundos relatos históricos de Diodorus Sirculus, historiador da Grécia Antiga, a construção do templo permaneceu inacabada. De acordo com Sirculus, um dos motivos para a obra ficar incompleta se deu pela conquista cartaginesa de Akragas, em 406 a.C.

                                                 

                                                Além disso, o templo de Zeus foi derrubado por terremotos ao passar dos anos, e no século 18 foi amplamente explorado para fornecer materiais de construção às regiões mais próximas.

                                                 

                                                Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                 

                                                Náutica Responde

                                                Faça uma pergunta para a Náutica

                                                  Relacionadas

                                                  Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                                  De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                  Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                                  Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                                  Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                                  De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                                  Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                                                  Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                                  Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                                                  Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                                                  EUA vão usar IA para monitorar impacto de parques eólicos marítimos em baleias-francas

                                                  17/02/2024

                                                  Fontes de energia limpas e renováveis se fazem cada vez mais necessárias nos dias atuais, uma vez que o planeta sofre, cada vez mais, as consequências do aquecimento global. Os parques eólicos offshore são um exemplo dessas fontes, mas, nos Estados Unidos, esse sistema precisará passar por monitoramento comandado por inteligência artificial (IA), já que as baleias-francas da região podem estar em perigo.

                                                  Antes de mais nada, é preciso explicar duas coisas. A primeira delas é que os parques eólicos offshore são instalações de produção de eletricidade que usam turbinas eólicas colocadas em alto-mar. A segunda é que as águas norte-americanas são o principal lar das baleias-francas, espécie que está ameaçada, com apenas 360 desses animais no mundo.

                                                  Ou seja, o sistema, apesar de trazer muitos benefícios, não é isento de possíveis danos — principalmente à vida marinha. Contudo, a ideia do atual presidente dos EUA, Joe Biden, é que o país tenha 60 GW (um gigawatt equivale a 1 bilhão de watts) de energia eólica offshore até 2030.

                                                   

                                                  Para que o plano se concretize sem prejudicar as baleias-francas, duas agências ambientais dos EUA, a Bureau of Ocean Energy Management (BOEM) e a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), querem usar a IA para monitorar como os parques eólicos offshore afetam a vida animal.

                                                  A ideia da BOEM e da NOAA é usar IA e monitorização acústica para rastrear onde as baleias estão em um determinado momento e, depois, analisar como a instalação das usinas as impactou.


                                                  As agências ambientais têm ainda como estratégia medidas para evitar a construção dos parques eólicos offshore em locais onde as baleias podem estar, além de estabelecer limites de ruído durante a construção e desenvolver tecnologias mais silenciosas, diminuindo o impacto à vida marinha.

                                                   

                                                  Em comunicado, Elizabeth Klein, diretora do BOEM, disse que a administração de Biden quer que o desenvolvimento seja feito de forma responsável. De acordo com ela, o projeto permite proteger a baleia-franca do Atlântico Norte ao mesmo tempo que cumpre os objetivos eólicos offshore do país.

                                                   

                                                  Náutica Responde

                                                  Faça uma pergunta para a Náutica

                                                    Relacionadas

                                                    Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                                    De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                    Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                                    Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                                    Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                                    De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                                    Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                                                    Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                                    Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                                                    Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                                                    Projeto de megaiate submersível de quase R$ 10 bilhões inclui submarino como barco de apoio; conheça

                                                    16/02/2024

                                                    Explorar as profundezas do oceano é uma ideia cada vez mais procurada, principalmente por aqueles que ostentam muitos dígitos na conta. Os megaiates, por sua vez, costumam trazer ao mercado o que de mais inovador — e luxuoso — a tecnologia náutica é capaz de produzir. A junção dessas duas coisas resultou em um projeto ambicioso: um megaiate submersível, projetado para ficar totalmente debaixo d’água.

                                                    A novidade, que promete revolucionar o mercado de embarcações, é conhecida como Migaloo M5 e, por enquanto, ainda é um projeto ousado. Contudo, a ideia é que o megaiate submersível tenha 165,8 metros de comprimento — o equivalente a um campo de futebol e meio, seguindo o padrão FIFA.

                                                     

                                                    O submarino de luxo terá capacidade para ficar totalmente submerso a uma profundidade de 250 metros, durante cerca de quatro semanas, em condições tanto tropicais, como árticas.

                                                    Foto: Migaloo / Divulgação

                                                    Se engana quem pensa que, por ser projetado para ficar debaixo d’água, o iate perderá características luxuosas comuns desse tipo de embarcação. O Migaloo terá 1.000 metros quadrados de espaço interno, com acomodações para até 20 convidados, além de 40 tripulantes.

                                                    Foto: Migaloo / Divulgação

                                                    Para aproveitar tamanho espaço, os passageiros poderão curtir comodidades como um spa (de 200 m²), cinema ao ar livre, heliponto e hangar de helicópteros. O iate também terá tenders de apoio luxuosos em terra firme, como o Custom Compass Enclosed Limousine, de 12,5 metros de comprimento; o Compass Beach Landing Craft, de 10,5 metros e o Pascoe Jet Drive RHIB Work Tender, de 6,8 metros.

                                                    Foto: Migaloo / Divulgação

                                                    Os “brinquedos aquáticos”, claro, não poderiam ficar de fora. Serão, ao todo, cinco jets, scooter subaquática, além de pranchas com foil, hoverboards, pranchas de stand-up paddle, caiaques e até dois submersíveis menores, personalizados. Para os passeios em terra, o M5 terá duas SUV’s ou picapes. Agora, para os passeios aéreos — sim, aéreos –, o megaiate contará com helicóptero, drones e até um balão de ar quente.

                                                    Foto: Migaloo / Divulgação

                                                    Quanto a velocidade, o que se espera é que o Migaloo M5 tenha um alcance de mais de 8.000 milhas náuticas com velocidade de 20 nós quando na superfície (cerca de 37 km/h), além de 12 nós quando submerso (cerca de 22 km/h).

                                                    Minissubmarino de apoio do Migaloo M5

                                                    Como um megaiate submersível, o M5 não poderia ter um barco comum para servir de apoio. E é justamente aí que a embarcação ganha mais um ponto no quesito luxo aquático: um submarino como tender, chamado Migaloo Limo Sub Tender (LST).

                                                    Foto: Migaloo / Divulgação

                                                    Esse submarino é, na verdade, um submersível menor, que não só desempenhará a função de barco de apoio, como também oferecerá espaço para hóspedes e carga em seus 17 metros de comprimento. Ao todo, até 12 pessoas conseguirão aproveitá-lo, além de três tripulantes.

                                                    Foto: Migaloo / Divulgação

                                                    Assim como o M5, o LST também poderá descer até uma profundidade máxima de 250 metros, o que lhe dará a capacidade de transferir hóspedes e mercadorias ao megaiate submersível. A embarcação será construída em aço, com design de casco duplo. Espera-se que o submersível, com recursos de dupla funcionalidade, possa ser usado tanto na superfície quanto debaixo d’água.


                                                    O luxo não ficará só por conta do megaiate submersível. Isso porque esse barco de apoio vai contar com teto solar retrátil — que transforma o salão principal em convés principal — , frigobar, centro de comando na popa e possibilidade de direção remota. No projeto de design, sua janela em arco de acrílico proporcionará aos convidados uma vista especial para o fundo do mar.

                                                    Foto: Migaloo / Divulgação

                                                    A ideia é que esse submarino de apoio tenha propulsão híbrida diesel-elétrica, e seja tão veloz quanto sua “nave-mãe”, navegando a 20 nós na superfície (cerca de 37 km/h) e 12 nós quando submerso (cerca de 22 km/h).

                                                    Foto: Migaloo / Divulgação

                                                    Toda essa brincadeira — que não tem data para virar realidade — custaria nada menos que US$ 2 bilhões, aproximadamente incríveis R$ 9,9 bilhões, em conversão realizada em fevereiro de 2024. E aí, caberia no seu bolso?

                                                     

                                                    Náutica Responde

                                                    Faça uma pergunta para a Náutica

                                                      Relacionadas

                                                      Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                                      De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                      Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                                      Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                                      Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                                      De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                                      Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                                                      Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                                      Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                                                      Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                                                      Pesquisa revela que antigo peixe predador pode ser bem menor do que parecia; entenda

                                                      Ele tinha uma mordida poderosa, amedrontava os mares há 360 milhões de anos e foi um dos primeiros predadores vertebrados da Terra. Porém, foi descoberto que ele não é tão grande quanto se imaginava — na verdade, bem longe disso. Estamos falando do peixe Dunkleosteus terrelli.

                                                      Antes conhecido pelo seu grande tamanho, as estimativas anteriores indicavam que esses peixes poderiam atingir de 5 a 10 metros de comprimento. Entretanto, segundo pesquisa de Russell Engelman — paleontólogo que busca seu doutorado na Case Western Reserve University — , publicada na Diversity, eles eram bem menores.

                                                      Foto: Russell Engelman/ Diversity/ Divulgação

                                                      Através de uma nova abordagem chamada “comprimento orbital-opercular”, foi possível ter uma nova estimativa do tamanho deste peixe predador. De acordo com o estudo, os adultos típicos teriam cerca de 3,4 metros de comprimento, e alcançam no máximo cerca de 4,1 m.

                                                       

                                                      Ou seja: em vez de parecer um tubarão exuberante, destemido e do tamanho de um ônibus escolar, na verdade, lembra mais um atum atarracado. Além disso, há a possibilidade dos vertebrados — como este peixe predador — nunca terem atingido mais que 5 metros até o Período Carbonífero.

                                                       

                                                      Este peixe de nome complicado governou os mares durante o Período Devoniano, que ocorreu entre 416 milhões e 359,2 milhões de anos atrás — ou seja, antes do Carbonífero. Além disso, o ‘Dunk’ — como também é chamado — pertenceu a uma classe antiga de peixes, conhecida como placordermo.

                                                      Um “mini” peixe predador

                                                      Para chegar nessa conclusão, foi usada uma nova métrica de medição e um extenso conjunto de dados de fósseis. O cientista Russell Engelman comparou as proporções da cabeça blindada de Dunkleosteus com o tamanho do crânio de centenas de peixes vivos e outros vestígios.

                                                      Foto: Russell Engelman/ Diversity/ Divulgação

                                                      Mas você pode se perguntar: por que o crânio, não o corpo inteiro? Todos os cientistas já pensaram nisso, mas esbarram num problema: a cartilagem frágil do corpo deste animal. Tanto é que apenas as placas grossas de armadura, que envolviam sua cabeça e pescoço, se encontram preservados como fósseis.

                                                       

                                                      Sendo assim, embora as placas preservassem as mandíbulas irregulares do predador, não era confiável medir o restante do seu corpo apenas a partir dele. Logo, os pesquisadores exageravam nas medidas, e tornavam o peixe quase duas vezes maior do que realmente é (como na imagem abaixo).

                                                      Foto: Russell Engelman/ Diversity/ Divulgação

                                                      Ponto de partida

                                                      Segundo Engelman, o comprimento da cabeça dos peixes é um indicador confiável do tamanho restante do corpo, visto que as espécies curtas costumam ter cabeças menores, e vice-versa. Assim, ele se concentrou na região entre o olho do animal e a parte traseira da cabeça.

                                                       

                                                      Com as medidas em mãos, ele comparou com o tamanho desta região de um Dunkleosteus com as proporções da cabeça de quase mil espécies diferentes, que incluem fósseis de peixe e animais vivos — que vão desde robalos até grandes tubarões.

                                                      Fragmento pertencente ao maior indivíduo conhecido de Dunkleosteus terrelli. Foto: Russell Engelman/ Diversity/ Divulgação

                                                      Então, com os comparativos feitos, Engelman conclui que a cabeça deste antigo peixe-predador media aproximadamente 60 centímetros. Segundo o cientista, seria correto afirmar que, com esta medida, correspondia a um peixe de aproximadamente 3,5 metros. Ou seja, menor do que as estimativas anteriores.

                                                       

                                                      Entretanto, mesmo fora deste novo estudo realizado por Russell Engelman, Caitlin Colleary, paleontóloga do Museu de História Natural de Cleveland, opina que é difícil afirmar sem mais partes do seu corpo como realmente era o ‘Dunk’.

                                                      Não me interpretem mal, eu adoro um ‘Dunk’ robusto. Mas não vou me apegar muito porque na ciência, especialmente na paleontologia, basta uma nova descoberta para mudar tudo– Caitlin Colleary

                                                       

                                                      Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                       

                                                      Náutica Responde

                                                      Faça uma pergunta para a Náutica

                                                        Relacionadas

                                                        Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                                        De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                        Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                                        Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                                        Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                                        De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                                        Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                                                        Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                                        Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                                                        Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                                                        Do aluguel à casa flutuante: conheça a história de jovem que pagou R$ 1,26 milhão em casa-barco no Canadá

                                                        15/02/2024

                                                        A compra de um novo imóvel é um passo muito importante na vida de qualquer pessoa. Geralmente, essa etapa leva tempo e passa por inúmeras considerações. A jovem Kate Fincham passou por esse processo e precisou decidir: morar ou não em uma casa flutuante no Canadá? Sua decisão a levou para um mundo de coisas novas, que agora ela compartilha através das redes sociais.

                                                        Kate Fincham é uma redatora de conteúdo de 35 anos que, até 2020, dividia com três amigos uma casa no centro de Toronto, no Canadá. Assustada com os preços dos imóveis na região, a jovem acreditava que viveria de aluguel pelo resto da vida, até que o destino a levou de volta para um lugar que, para ela, era muito familiar: a água.

                                                        Foto: Instagram @mylittlehouseboat / Reprodução

                                                        Antes de se estabelecer na cidade de arranha-céus imponentes, Kate, quando adolescente, passou um ano acadêmico em um navio como parte de um programa chamado Class Afloat. A viagem, que começou em Vancouver, no Canadá, rodou o mundo até terminar na província canadense do Quebec.

                                                         

                                                        Em entrevista ao Toronto Life, a jovem contou que “foi uma experiência fundamental e, depois disso, tornou-se muito importante para mim estar perto da água.” Muito por isso, Kate passou três anos trabalhando como tripulante em iates que navegavam pelo Caribe e pela costa leste dos Estados Unidos, até se fixar em Toronto, em 2018.

                                                        Foto: Instagram @mylittlehouseboat / Reprodução

                                                        No outono de 2020, após dois anos dividindo casa com colegas, Kate se deparou com um artigo sobre três casas flutuantes à venda em Bluffer’s Park, em Scarborough, bairro de Toronto. Ainda que “sem compromisso”, a jovem entrou em contato com o corretor de imóveis de uma deles e foi até a marina ver pessoalmente a residência. E, claro, não deu outra: foi amor à primeira vista.

                                                        Tinha telhados altos e inclinados e tudo era em conceito aberto, incluindo a cama acima da área de estar principal– contou Kate ao Toronto Life

                                                        Kate passou pelo processo de considerações antes de dar esse grande passo em sua vida. “O que eu sei sobre casas flutuantes? Eu não posso fazer isso”, comentou ela sobre seus pensamentos ao Toronto Life.


                                                        Mas, não teve jeito. Quando Kate soube que outra pessoa estava interessada no barco, ela não hesitou em comprar a casa flutuante no Canadá por 340 mil dólares canadenses, cerca de R$ 1,3 milhão (valor convertido em fevereiro de 2024) e se mudar para lá com seus gatinhos Charlie e Finn.

                                                        Como é e quanto custa morar na casa flutuante de Kate

                                                        Kate, atualmente, faz vídeos para suas redes sociais compartilhando a experiência de viver em uma casa flutuante. Ao assistir a um deles, fica fácil de entender o amor à primeira vista que a jovem teve por seu novo lar.

                                                         

                                                         

                                                        A casa de Kate tem 58 m² de ambientes abertos e muito bem iluminados, que mesclam tons claros, como o branco, com detalhes em madeira, que estão distribuídos por toda a casa, inclusive no piso.

                                                         

                                                        Sua cozinha divide espaço com a lavanderia — que se resume a uma máquina lava e seca –, enquanto a sala, com varanda e lareira, é também seu escritório. Apesar da junção de ambientes, tudo é muito harmônico.

                                                        Foto: Instagram @mylittlehouseboat / Reprodução
                                                        Foto: Instagram @mylittlehouseboat / Reprodução
                                                        Foto: Instagram @mylittlehouseboat / Reprodução

                                                        Seu banheiro é espaçoso e conta até mesmo com banheira. No corredor de acesso à sala, um grande armário embutido dá a Kate mais espaço de armazenamento.

                                                         

                                                        Uma escada de madeira leva ao mezanino, onde está o quarto. Com amplas janelas, o cômodo dá acesso a um terraço aberto, de onde é possível ter uma vista privilegiada da marina.

                                                        Foto: Instagram @mylittlehouseboat / Reprodução
                                                        Foto: Instagram @mylittlehouseboat / Reprodução

                                                        A jovem, que trabalha de forma híbrida, contou ao Toronto Life que “é ótimo ter vista para o lago mesmo quando estou no computador. E, quando vou para o escritório, são apenas 18 minutos de trem até Union.”

                                                        Foto: Instagram @mylittlehouseboat / Reprodução

                                                        Em termos de custo, enquanto em apartamentos é comum a famosa “taxa de condomínio”, a moradora da casa flutuante no Canadá paga a “taxa da marina.” Ao todo, esses gastos somam cerca de 875 dólares canadenses por mês, cerca de R$ 3,2 mil. “Eu não diria que é um modo de vida especialmente barato, mas vale a pena”, comentou Kate ao Toronto Life.

                                                         

                                                        Quando se fala em casa flutuante, talvez lhe venha à mente a ideia de que a casa poderá ir para qualquer lugar. No entanto, essa não é a realidade do lar de Kate. Sua residência não tem motor — o que para a jovem não é um problema, já que, assim, ela economiza com manutenção.

                                                        Foto: Instagram @mylittlehouseboat / Reprodução

                                                        “Já se passaram três anos desde que me mudei e não tenho planos de sair. Amo os meus vizinhos — incluindo os cisnes, que alimento regularmente com milho seco que guardo perto da minha janela”, afirmou Kate ao Toronto Life.

                                                        No inverno, nem tudo são flores

                                                        Kate se mudou para a casa flutuante no Canadá na pior estação do ano para isso: o inverno — que, principalmente nessa região, é avassalador. Nos primeiros meses, os canos e ralos congelaram. Ela descobriu logo cedo também que as ondas passavam e obstruíam o cano de esgoto com gelo — coisa que ela só conseguiu arrumar no verão.

                                                        Foto: Instagram @mylittlehouseboat / Reprodução

                                                        Havia também um problema com o congelamento da água ao redor da casa que, apesar de normal, colocava o pontoon que sustenta a embarcação em risco. Kate compartilhou que por mais de uma vez precisou pegar um machado e quebrar o gelo sozinha para resolver a situação.

                                                        Foto: Instagram @mylittlehouseboat / Reprodução

                                                        A jovem, apesar de ter equipamentos para evitar tais situações, ainda não sabia utilizá-los corretamente, devido à falta de experiência. Com o tempo e a ajuda de vizinhos, as coisas foram se acertando, e agora ela não enfrenta mais grandes problemas — apesar de esperar ansiosamente pelo verão para navegar de caiaque por seu “quintal”.

                                                         

                                                        Náutica Responde

                                                        Faça uma pergunta para a Náutica

                                                          Relacionadas

                                                          Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                                          De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                          Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                                          Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                                          Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                                          De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                                          Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                                                          Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                                          Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                                                          Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                                                          Sessa Marine e Regatta Yachts inauguram revenda em Capitólio, Minas Gerais

                                                          Mesmo com a tradição de mercado já consolidada por seus mais de 65 anos de atuação no setor, a Sessa Marine sabe da importância de seguir desbravando novos mares — ou, no caso, novos lagos. Prova disso é a aposta do estaleiro italiano em Capitólio, Minas Gerais, ao inaugurar uma loja na cidade, no último sábado (10).

                                                          A nova loja da Sessa Marine fica em Escarpas do Lago, bairro de Capitólio conhecido por abrigar casas e mansões de luxo, além, claro, do Lago de Furnas — que se estende por 1.440 km² em um perímetro com cerca de de 3.700 km. Muito por isso, o lago é conhecido também como o “mar de Minas” — ponto ideal para se navegar com as embarcações da Sessa.

                                                          A abertura desta nova representação em Capitólio é um passo importante para fortalecer ainda mais nossa presença no mercado brasileiro– Débora Felipe, diretora de marketing da Sessa Marine

                                                          A novidade é mais um fruto da parceria do estaleiro com o seu principal dealer, a Regatta Yachts. Ao lado da marca desde 2011, a Regatta representa a Sessa Marine em importantes mercados do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e, agora, Minas Gerais.


                                                          Marcelo Galvão Bueno, diretor-executivo da Regatta Yachts, ressaltou que a empresa está entusiasmada com o novo projeto e em “poder proporcionar à comunidade náutica de Capitólio acesso às renomadas embarcações da Sessa Marine e sua experiência única de navegação.”

                                                          Nova loja, novas águas, novas lanchas

                                                          Com suas águas que transitam entre o azul turquesa e o verde esmeralda, o Lago de Furnas pode ser agora o mais novo palco de uma outra novidade recente da Sessa: a retomada da produção da linha open do estaleiro.

                                                          Nova KL40 será novidade da Sessa Marine no Brasil. Foto: Sessa Marine / Divulgação

                                                          A partir da recém-inaugurada fábrica da marca em Palhoça, Santa Catarina, a retomada vai apresentar modelos emblemáticos do estaleiro, como a KL27 e a estreia da KL40.

                                                          Sessa KL27

                                                          A novidade chega em um momento que a Sessa Marine passa por um projeto de expansão global, que inclui a introdução de novas linhas de produtos no mercado, integrando o trabalho feito tanto no Brasil, quanto na Itália. A nova loja Sessa fica localizada na Rua das Âncoras, 4160, em Escarpas do Lago, Capitólio, Minas Gerais.

                                                           

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

                                                            Relacionadas

                                                            Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                                            De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                            Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                                            Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                                            Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                                            De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                                            Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                                                            Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                                            Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                                                            Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada

                                                            Familiares de Amelia Earhart se pronunciam diante de possível descoberta de seu avião

                                                            14/02/2024

                                                            Recentemente, a história da pioneira da aviação Amelia Earhart ganhou um novo capítulo. Isso porque um grupo de exploração acredita ter encontrado o avião que ela pilotava em 1937 ao tentar contornar o mundo. Agora, seus familiares se pronunciaram diante da possível descoberta.

                                                            O grupo de exploração em questão é o Deep Sea Vision (DSV), que divulgou, no final de janeiro deste ano, imagens de um sonar subaquático em que é possível observar o contorno do que seria o Lockheed Electra — a aeronave que Amelia pilotava quando desapareceu.

                                                            Contorno do que seria o Lockheed Electra, aeronave que Amelia pilotava quando desapareceu. Foto: Deep Sea Vision / Divulgação

                                                            Apesar de a descoberta ainda não ter sido confirmada e existirem contrapontos, o sobrinho-neto de Amelia, Bram Kleppner e sua mãe, Amy Kleppner, de 92 anos, se pronunciaram a respeito do assunto.

                                                             

                                                            Ao The Times, Bram revelou que “a família está esperançosa por uma resposta sobre o destino de Earhart.” De acordo com ele, a aeronave “está no lugar certo” e “com certeza parece um avião.”

                                                            Amelia Earhart desapareceu ao tentar contornar o mundo pilotando aeronave, em 1937. Foto: Lucia Roblego / Divulgação

                                                            Já a mãe de Bram, Amy Kleppner — uma das poucas pessoas que conheceram Amelia em vida –, revelou ao The Times que gostaria de ver os restos mortais da piloto sendo devolvidos e enterrados em sua cidade natal — Atchison, no Kansas, Estados Unidos.

                                                            Foi onde Amelia nasceu e onde passou grande parte da sua juventude sob os cuidados dos avós. Com sorte, vai acabar em um lugar onde qualquer pessoa interessada poderá passar algum tempo com ela– Amy Kleppner, ao The Times

                                                            Há dúvidas quanto a posse do avião ser de familiares de Amelia Earhart

                                                            Ainda em conversa ao The Times, familiares de Amelia Earhart comentaram que, caso a descoberta da DSV seja realmente do avião da piloto, a família gostaria que a aeronave fosse colocada no Smithsonian Museum, em Washington, nos EUA.

                                                             

                                                            Acontece que não é tão simples assim. Há uma série de dúvidas sobre quem tem a propriedade do avião, já que Amelia comprou a aeronave com dinheiro arrecadado pela Purdue Research Foundation — e planejava devolvê-la à Universidade Purdue.


                                                            Além disso, Andrew Pietruszka, arqueólogo subaquático do Scripps Institution of Oceanography, na Califórnia, mencionou ao The Times que, caso o avião esteja em águas internacionais, “provavelmente poderá ser reivindicado pelos descobridores, seguindo a lei de salvamento.” Para o arqueólogo, aliás, não está claro que a aeronave seja mesmo a de Amelia.

                                                             

                                                            Ele leva em conta o fato de que outros grupos de exploração já disseram ter encontrado o avião, uma vez que a área foi sobrevoada por aeronaves japonesas e americanas durante a Segunda Guerra Mundial, tornando esse um fato comum.

                                                             

                                                            Náutica Responde

                                                            Faça uma pergunta para a Náutica

                                                              Relacionadas

                                                              Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                                              De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                              Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                                              Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                                              Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                                              De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                                              Novas Lanchas de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil foram importadas da Turquia

                                                              Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas

                                                              Los Muertitos: águas de praia no México guardam silhueta de uma caveira

                                                              Registros do fotógrafo e pesquisador Rafael Mesquita na última sexta-feira (8) reascenderam dúvidas sobre o destino — que de assustador não tem nada