O Pit Stop Sessa Marine já iniciou sua temporada de vistorias para o ano de 2024. Até setembro, o estaleiro realiza avaliações totalmente gratuitas nos barcosda marca, atendendo clientes de diversos destinos pelo país. Tido como o maior programa de pós-venda náutico do Brasil, a iniciativa conta com análises feitas por técnicos tanto do estaleiro, quanto de dealers oficiais e ainda ajuda a valorizar as embarcações.
De acordo com a marca, o checklist abrange uma verificação detalhada da embarcação, que inclui os sistemas hidráulicos, elétricos, eletrônicos, de conservação e manutenção, garantindo uma inspeção completa e abrangente.
“O Pit Stop é um compromisso do estaleiro com a qualidade, segurançae satisfação de nossos clientes”, comenta Débora Felipe, diretora de marketing e comunicação da Sessa Marine.
Foto: Sessa Marine / Divulgação
Com esse programa, garantimos que as embarcações Sessa Marine estejam sempre em ótimas condições, proporcionando aos seus proprietários momentos de lazer tranquilos e inesquecíveis– ressalta Débora
Um dos grandes diferenciais do Pit Stop Sessa Marine é que, ao final da vistoria, um relatório é entregue ao cliente, fornecendo uma análise precisa do estado de conservação de cada componente do barco. A lancha vistoriada ainda é certificada com um selo exclusivo da Sessa, que confirma a inspeção feita pelo estaleiro e proporciona, assim, a valorização da embarcação.
Foto: Sessa Marine / Divulgação
De acordo com o estaleiro, os relatórios gerados pelo Pit Stop são utilizados para o aprimoramento contínuo da linha de produtos da marca, assegurando uma constante busca pela excelência e qualidade nos serviços prestados.
Foto: Sessa Marine / Divulgação
Quem pode participar do Pit Stop Sessa Marine
O Pit Stop Sessa Marine é destinado a todos os proprietários de barcos do estaleiro, independentemente do período de garantia de fábrica estar ou não em vigência. Além disso, o cliente não precisa ser o primeiro proprietário da embarcação.
Foto: Sessa Marine / Divulgação
Para garantir a participação no programa, basta manter um cadastro atualizado nosite do estaleiro, com dados pessoais e da embarcação. Todos os atendimentos são pré-agendados pela Sessa e o proprietário ou marinheiro responsável pelo barco deve acompanhar a visita. Outra vantagem é que é possível aproveitar o momento para interagir com a equipe e tirar dúvidas.
Confira a programação do Pit Stop Sessa 2024
Em 2024, a agenda do programa de pós-venda Pit Stop Sessa começou ainda em abril, em Manaus (AM), e já passou por Balneário Camboriú (SC) e Ubatuba (SP). Confira abaixo os próximos destinos:
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
O Marina Itajaí Boat Show está se aproximando e grandes estaleiros do mercado náutico já confirmaram presença no salão. Um deles é a catarinense FS Yachtsque, de 4 a 7 de julho, apresentará no evento seu mais recente lançamento: a FS 355.
Ao lado da novidade, a marca terá seu carro chefe, a FS 290 Concept, além da FS 265 Element — lancha de 26,5 pés com espaço gourmet na plataforma de popa.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
A nova FS 355, destaque da FS Yachts no Marina Itajaí Boat Show 2024, tem 35 pés e capacidade para acomodar 15 passageiros durante o dia, enquanto quatro podem curtir um pernoite. “O barco vem com tudo o que tem de mais moderno: telas de GPS, volante italiano, tecnologia empregada e todas as certificações de mercado internacional”, como explicou Ricardo Fragoso, diretor de exportações da FS, durante o Boat Show do Rio.
Confira fotos da nova FS 355:
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista NáuticaFoto: Erik Barros Pinto/ Revista NáuticaFoto: Erik Barros Pinto/ Revista NáuticaFoto: Erik Barros Pinto/ Revista NáuticaFoto: Erik Barros Pinto/ Revista NáuticaFoto: Erik Barros Pinto/ Revista NáuticaFoto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
A FS 290 Concept, por sua vez, é outra lancha da marca que deve atrair olhares no salão. O modelo de 29 pés é versátil em sua configuração: pode ter proa aberta ou cabinada, motor de popa ou de centro-rabeta, vir com t-top ou targa, tudo de acordo com o desejo do cliente.
Foto: Victor Santos / Revista Náutica
É a queridinha, um dos maiores sucessos da categoria de 29, 30 pés. Um barco muito moderno– ressaltou Ricardo no salão do Rio
Marina Itajaí Boat Show 2024
O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.
A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.
A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.
Anote aí!
Quando: De 4 a 7 de julho de 2024 Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Nas lendas japonesas, avistar um peixe-remo em águassuperficiais é um mal agouro, já que ele teria, supostamente, o poder de ‘prever’ terremotos. A teoria, no entanto, não se restringe ao país asiático: ao aparecer no México e Vietnam nas últimas semanas, a espéciedespertou uma ondade especulações.
Cientificamente chamado de Regalecus glesne, o animalé popularmente conhecido como ‘peixe do fim do mundo’ e pode chegar a impressionantes 11 metros de comprimento — o que o torna um dos peixes ósseos mais longos do mundo, segundo a National Geographic.
Foto: Flickr/ Udo Schröter/ Reprodução
Como habita águas profundas, até mil metros oceanoabaixo, raramente é visto na superfície. O problema está, justamente, quando ele é encontrado longe de seu habitat preferido.
‘Peixe do fim do mundo’ prevê terremotos?
A espécie foi flagrada por pescadores, no México, enquanto sofria um ataque de tubarão. Já no Vietnam, ela apareceu em uma praia, na cidade de Hue. Nos últimos meses, houve ainda avistamentos no Japãoe Chile.
Conforme o folclore japonês, a espécie sobe à superfície sempre que um abalo sísmico está prestes a ocorrer — daí o medo que gera ao ser visto no mar. A crença se popularizou ainda mais em 2011, quando a cidade de Fukushima foi arrasada por um tsunami, após vários encontros com o peixe-remo.
No entanto, cientistas indicam que não há indícios de que a espécie tenha relação com os terremotos. Segundo estudos, o peixe é extremamente sensível a mudanças no ambienteem que vive e, por isso, sobe à superfície.
Conforme elencado pelo portal O Globo, dentre os motivos que o fazem migrar estão alterações nas correntes oceânicas ou na temperaturada água, além de doenças e ferimentos.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Manter viva a memória dos atos heroicos do passadoé o que guia o Dia da Marinha, celebrado todo 11 de junho. Neste ano, contudo, a data ganha um significado mais especial, já que a Força Naval está na linha de frente das ações de resgate e apoio às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.
Desde 30 de abril, oficiais da Marinha estão empenhados em prestar assistência ao povo gaúcho por meio de resgates de pessoas e animais, transporte e entrega de donativos, reconstruções de escolas, assistência médica, psicológica e humanitária, entre outras atividades logísticas.
Foto: Marinha do Brasil/ Reprodução
Em respeito aos afetados pela tragédia, a Marinha cancelou todas as comemorações que costuma realizar na sua data magna. A determinação foi feita uma única vez na históriarecente do Brasil: em 2020, durante a pandemia de Covid-19.
Foto: Marinha do Brasil/ Reprodução
A história por trás do Dia da Marinha
A vitória na Batalha Naval do Riachuelo, em 1865, inspirou a criação do Dia da Marinha. O combate aconteceu durante a Guerra do Paraguai, maior e mais letal conflito da América do Sul, que durou mais de cinco anos (1864 a 1870). Na época, Brasil, Argentina e Uruguai se voltaram contra o país vizinho por motivos comerciais e territoriais.
Na manhã de 11 de junho de 1865, a esquadra paraguaia tentou um ataque surpresa à Força Naval brasileira, atracada na cidadeargentina de Corrientes. O que estava em jogo era o controle dos rios Paranáe Paraguai, de suma importância para os países envolvidos.
A batalha não foi fácil, já que os navios nacionais, ideais para navegação em oceanos, estavam nas águas rasas da Bacia do Prata — o que aumentava o risco de encalhes e tornava os combatentes alvos fáceis. Ainda assim, com muita garra, o Brasil garantiu a vitória e a Batalha Naval do Riachuelo é considerada um dos maiores trunfos da história das Forças Armadas nacionais.
Foto: Marinha do Brasil/ Reprodução
Atuação heroica também no presente
Com a mesma determinação do passado, os atuais militares da Marinha estão empenhados em defender a população do Rio Grande do Sul dos impactos das enchentes. É por isso que está em vigor desde 1º de maio a Operação Taquari 2.
À NÁUTICA, o Comandante do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Sul, Capitão de Fragata Glaucio Alvarenga Colmenero Lopes, conta que, inicialmente, as aeronaves eram os únicos meios capazes de resgatar pessoas em telhados e áreas isoladas — o que ampliou o desejo de atuar rapidamente e salvar o quanto antes quem se encontrava em necessidade.
Sem dúvidas, o resgate de crianças nos sensibilizou bastante. Mas a emoção a cada resgate, a cada vida içada pelo guincho da aeronave nos proporcionava a sensação de que estávamos cumprindo nossa missão– Capitão de Fragata Glaucio Colmenero Lopes
Um dos momentos mais marcantes que presenciou foi quando descobriu, por meio de um voluntário, que um dos meninos resgatados havia feito um desenho, como forma de agradecimento, de um helicóptero da Marinha do Brasil, cuja frota agora atua no apoio logístico à região.
“Cada pouso em um campo de evacuação trazia um grande alívio para nossa equipe. As pessoas eram acolhidas por voluntários, que auxiliavam no controle do desembarque. Durante nossos breves pousos, testemunhamos o reencontro de alguns familiares e amigos” relata.
Foto: Arquivo Pessoal
Além das aeronaves, foram enviadas diversas embarcações, dentre elas o Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) “Atlântico”, o maior navio de guerra da América Latina. Todo o contingente sediado no Rio Grande do Sul foi mobilizado, bem como efetivos de outros estados.
O trabalho da Marinha também envolveu outros tipos de atividades, como a retirada de recipientes químicos levados pelas enchentes, celebração de ações religiosas — de forma a proporcionar conforto humanitário às vítimas — e aulas de primeiros socorros a criançasdesabrigadas.
Foto: Marinha do Brasil/ ReproduçãoFoto: Marinha do Brasil/ Reprodução
Confira abaixo alguns números* da atuação da Marinha no Rio Grande do Sul:
mais de 400 toneladas de donativos transportados;
78 barcos de resgate empregados;
11 helicópteros;
227 viaturas para transporte de donativos;
Hospital de campanha com 40 leitos e 45 profissionais da saúde;
2.070 militares mobilizados para resgate, apoio logístico, remoção de escombros, desobstrução de vias e outros;
04 escolas atendidas, com 2.100 alunos beneficiados;
146,5 mil litros de água mineral distribuídos.
* dados atualizados em 5 de junho de 2024
Foto: Marinha do Brasil/ ReproduçãoFoto: Marinha do Brasil/ ReproduçãoFoto: Marinha do Brasil/ ReproduçãoFoto: Marinha do Brasil/ Reprodução
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Faltam poucos dias para o Marina Itajaí Boat Show atracar em águas itajaienses. Sucesso em 2023 e ainda maior em 2024, o salão promete fazer jus à cidade reconhecida por lei federal como a Capital da Construção Naval e do Turismo Náutico. E, se é referência em turismo, tem lugar para navegar! Por isso, NÁUTICA separou três lugares em Itajaí para aproveitar a paisagem a bordo.
Referência na indústria náutica brasileira, a cidade de Itajaí fica localizada no litoral centro norte catarinense, na margem direita da foz do rio Itajaí-Açu. Aliás, a origem do nome do rio vem do tupi, e foi adotado pelos índios que ocuparam a Praia de Cabeçudas — que entra para essa lista como um bônus.
Foto: Wikimedia Commons / autosound / Reprodução
Considerada a principal praia de Itajaí, a Praia de Cabeçudas é, consequentemente, a mais movimentada — o que não é um ponto necessariamente negativo já que, assim, o local dispõe de ampla infraestrutura. A praiapossui águas calmas, ideal para passeios de barcoem família. Se a ideia for atracar por lá, o passeio ainda rende uma visita ao Farol de Cabeçudas, onde um mirante permite observar grande parte da cidade.
Conheça 3 lugares para navegar em Itajaí
Rio Itajaí-Açu
O rio Itajaí-Açu se mostra o palco ideal para um passeio de barco repleto de paisagens, tranquilidade e até cultura, já que suas águaspassam por pontos importantes da cidade catarinense, como o Porto de Itajaí e os Molhes da Barra.
Foto: Flickr Eduardo Marquetti / Reprodução
O rio ainda é um ótimo lugar para a prática da pescaesportiva e passeios entre amigos, já que é possível parar em diversos pontos para nadar, fazer piqueniques ou simplesmente relaxar nas margens. Ao navegar por suas águas, a paisagem oscila entre a vista do centro da cidade e a natureza viva, com direito à transição das águas fluviais para as marítimas do Oceano Atlântico, na área da Barra do Rio.
Baía Afonso Wippel
Para quem está começando a contar as primeiras milhas na água e deseja fazer um passeio sem sustos, a Baía Afonso Wippel é uma ótima escolha. Além da paisagem que mistura vegetação com belas águas, o local é rico em biodiversidade, e guarda em seu território diversas espécies de peixese aves.
Foto: Flickr Secom Itajaí / Alfabile / Reprodução
A programação na Baía pode ir além da navegação, e se estender para outras atividades em suas proximidades como mergulho, pesca e esportes aquáticos. Tudo isso com segurança, uma vez que o local é considerado seguro para navegação, com poucas áreas de risco e boa sinalização marítima.
Ilha feia (só no nome)
Para os navegadores mais experientes, as ilhas de Itajaí podem ser exploradas de barco e reservam verdadeiros refúgios para quem busca fugir do agito dos locais mais movimentados da cidade.
Portal de Turismo de Penha / Divulgação
Uma delas é a Ilha Feia que, apesar do nome, de feia não tem nada. Próxima a Balneário Camboriú — mas acessível a partir de Itajaí –, a ilha é ideal para um dia todo de exploração. Isso porque, por lá, é possível avistar espécies marinhas, corais, praticar esportes aquáticos e até pescar. A Ilha Feia tem ainda trilhas e pontos para a prática de mergulho livre.
Um pouco mais afastadas, as ilhas das Cabras e do Arvoredo são outros dois pontos interessantes para se chegar de barco partindo de Itajaí. Preservadas pela natureza, as ilhas apresentam águas límpidas e boas oportunidades para a prática de mergulho, com possibilidade de avistamento de espécies marinhas.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Ao olhar ao redor, não é difícil observar a presença do plásticoem quase tudo o que cerca a vivência humana. Ele está em garrafas, embalagens de alimentos e até itens decorativos, mas a falta de comprometimento humano com a reciclagem faz com que as águas sejam seu destino final. A boa notícia é que cientistas descobriram um fungo capaz de decompor o material no mar.
Em 2019, o mundoproduziu 460 milhões de toneladas de plástico e reciclou menos de 10%, conforme dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Por cair nas águas, acaba comprometendo a saúde dos ecossistemas marinhos.
Sem a ação humana para controlar a situação, entraram em campo organismos das profundezas do mar. É o caso do fungo Parengyodontium album, descoberto por pesquisadoresdo Instituto Real Holandês para a Investigação do Mar (NIOZ). Um estudo sobre o fungo foi publicado na revista científica Science of the Total Environment e mostra a capacidade da espécie de degradar o plástico.
Para entender melhor a atuação do fungo, cientistas foram até as águas de pontos críticos de poluição por plásticos no Oceano Pacífico Norte. Por lá, isolaram o organismo marinho e o cultivaram em laboratório com materiais especiais, que continham carbono marcado.
A equipe de pesquisadores observou que a decomposição do polietileno (plástico) pelo Parengyodontium album ocorre a uma taxa de cerca de 0,05% por dia e que a maior parte do material degradado é convertido em dióxido de carbono (CO₂).
Apesar de o CO₂ ser um gás do efeito estufa, os estudiosos ressaltam que a quantidade liberada pelo fungo durante o processo é a mesma que a dos seres humanos quando respiram.
Outra característica observada é que a presença da luz solaré essencial para que o Parengyodontium album utilize o plástico como fonte de energia. “[O fungo]só decompõe o polietileno que tenha sido exposto à luz ultravioleta durante, pelo menos, um curto período de tempo. No oceano, o fungo só pode degradar o plástico que tenha estado inicialmente perto da superfície”, explica Annika Vaksmaa, cientista do NIOZ.
Por conta disso, o potencial do fungo para decomposição do plástico fica limitado, mas os pesquisadores entendem que, ainda assim, a espécie abre precedentes para outros fungos que também decomponham o plástico em zonas mais profundas.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
A Fibrafort é mais um estaleiro que está confirmado no Marina Itajaí Boat Show 2024. Entre os dias 4 e 7 de julho, seis lanchas do estaleiro estarão atracadas nas águas de sua cidade natal, dentro do maior salão náutico do Sul do país.
Com design esportivo e espaço gourmet funcional completo na popa, a Focker 300 GranTurismo é um barco de 30 pés com capacidade para até 12 passageiros, sendo quatro no pernoite. São duas as opções de motorização: um motor centro-rabeta de 300 a 380 hp ou um motor de popa de 300 a 350 hp.
Foto: Fibrafort/ Divulgação
No Marina Itajaí Boat Show de 2023, a gerente comercial e de marketing da Fibrafort Bárbara Martendal explicou que o estaleiro gosta de estar presente nos eventos Boat Show para ter um contato próximo com os clientes. “Podemos mostrar nossos produtos e, obviamente, nossos negócios são alavancados”, comenta.
A região, como um todo, é bem diversificada e todos os nossos barcos atendem o mercado– Bárbara Martendal
Marina Itajaí Boat Show 2024
O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.
A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.
A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.
Anote aí!
Quando: De 4 a 7 de julho de 2024 Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
No último sábado (8), as travessiasentre as cidades de São Sebastião e Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, e Santos e Guarujá, na Baixada Santista (SP), ficaram mais modernas, com a entrega de duas novas balsas.
A partir de agora, até 44 veículos e 162 pedestres poderão ir de São Sebastião à Ilhabela, a bordo da balsa FB-28. Já entre Santos e Guarujá, o número é de 20 veículos e 158 pedestres a cada travessia na embarcação FB-21. De acordo com o governo de São Paulo, outras quatro embarcações em reforma serão entregues entre julho e setembro de 2024.
Governador Tarcísio de Freitas esteve em São Sebastião para a entrega das balsas. Foto: Governo do Estado de São Paulo / Divulgação
No mesmo dia, autoridades também visitaram as obras nos flutuantes de São Sebastião e Ilhabela, ambos com previsão de entrega para agosto deste ano. Vale destacar que a Estação da Praça da República, na travessia entre Santos e Vicente de Carvalho, segue em reformas.
Somadas, as ações entregues e em andamento representam um investimento de mais de R$ 120 milhões, do total de R$ 243 milhões anunciados em setembro do ano passado, que deve abranger ainda o novo sistema de gestão de filas, já em vigor nas travessias Santos-Guarujá, Guarujá-Bertioga, São Sebastião-Ilhabela e Cananéia-Ilha Comprida.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Pesquisadores italianosencontraram, na costa de Campo di Mare, ao norte do país, uma antiga vila romanadebaixo d’água. Ao que tudo indica, a estrutura — que pode ser avistada do ar — fez parte da casa de um aristocrata, devido aos materiais refinados utilizados na construção.
Capaz de contribuir com detalhes históricos de uma das maiores e mais importantes civilizações da Antiguidade, a vila submersa, desaparecida há séculos, fica em um ponto que é de interesse dos arqueólogosdesde 2021.
Foto: Facebook Soprintendenza Archeologia Belle Arti Paesaggio Etruria Meridionale/ Reprodução
Isso porque foi ali em que apareceu uma coluna de mármore cipollino — usado pelos gregose romanos do passado –, com capitel jônico parcialmente afundado. Após uma expedição, perceberam que se tratava de uma construção muito maior, possivelmente um pavilhão portuário.
Diante da primeira descoberta, deu-se início a uma série de escavações nada fáceis para os trabalhadores, já que a região da vila fica em uma baixa profundidadedebaixo d’água e é assaltada por ondasconstantes.
Foto: Facebook Soprintendenza Archeologia Belle Arti Paesaggio Etruria Meridionale/ Reprodução
Apesar disso, a equipe de especialistas conseguiu mergulhare começou um programa de restauração subaquática que deve permanecer ao longo de três anos.
Como é a vila romana debaixo d’água
De acordo com as informações divulgadas pela Superintendência de Arqueologia, Belas Artes e Paisagem da Etrúria do Sul, a construção tem paredes duplas, com tijolos distanciados cerca de três metros entre uma e outra.
As fundações foram feitas sobre uma base de barro, o que permitiu que estruturas de madeirausadas para fortalecer a edificação permanecessem conservadas. A sofisticação e os detalhes do esqueleto da vila encontrada debaixo d’água são os responsáveis pela teoria de que o local pertencia a alguém com possibilidades financeiras.
Foto: Facebook Soprintendenza Archeologia Belle Arti Paesaggio Etruria Meridionale/ ReproduçãoFoto: Facebook Soprintendenza Archeologia Belle Arti Paesaggio Etruria Meridionale/ Reprodução
Por enquanto, os arqueólogos não especificaram o ano em que a vila que hoje está debaixo d’água foi construída, mas os próximos estudos devem fornecer mais detalhes. Para proteger a região, a navegaçãono local foi suspensa.
Foto: Facebook Soprintendenza Archeologia Belle Arti Paesaggio Etruria Meridionale/ Reprodução
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
A bordo de um veleiroclasse Pinguim, o empresário Marcio Correa da Veiga, 68, começou a contar as primeiras milhas no marainda na infância. Quando uma distrofia muscular de Becker entrou no caminho, Marcio precisou ajustar o leme rumo a uma quebra de barreiras.
A paixão de Márcio pelas águasnunca foi embora. Pelo contrário, ganhou mais personagens e passou a ser compartilhada também com a esposa, Ana Cristina, 62.
Carregando no DNA as típicas características de um verdadeiro casal carioca, Ana (que é economista) e Marcio sempre se encantaram com a vista do mar, a areia nos pés e o solna pele. Assim, em 1995, essa paixão ficou quase que palpável com a compra de uma casa em Angra dos Reis (RJ) e, claro, do primeiro barco: uma Intermarine Oceanic 32.
Intermarine Oceanic 32. Foto: Arquivo Pessoal
Dois anos depois, a primeira embarcação deu lugar a uma Ferretti 40 que, em 2001, foi substituída por uma Intermarine 500 Full. Isso até a chegada dela: a Regal 4160 Commodore, lanchaque, desde 2006, acompanha o casal pelas águas de Jurubaíba, Ilha Grande, Ilha do Sandra, Piraquara e tantos outros mares que fazem o coração da dupla vibrar.
Regal 4160 Commodore. Foto: Arquivo Pessoal
Casados há 40 anos, é assim que o casal tem aproveitado os momentos livres nos últimos 30 anos: com vento soprando no rosto, ditando o norte e trazendo para perto a brisa do mar do Rio de Janeiro.
Foto: Arquivo Pessoal
Nenhum obstáculo tirou dos dois o prazer de estar a bordo e, o tradicional “navegar é preciso”, de Fernando Pessoa, foi justamente o que manteve Marcio sobre as águas, mesmo quando uma distrofia muscular de Becker começou a dar os primeiros sinais.
A minha vida é de constante adaptação. À medida que a doença vai me impossibilitando de fazer algumas coisas, eu vou tentando ter equipamentos de acessibilidade que me permitam levar uma vida o mais próximo do normal– conta Marcio
Perda de força impôs mudanças
Condição genética que causa a degeneração progressiva de músculos presentes nos braços, pernas, quadril e nos ombros, a distrofia muscular de Becker geralmente acomete mais homens e surge na infância ou na adolescência, começando com uma perda leve da força dos músculos, que aumenta com o tempo.
Foto: Arquivo Pessoal
No caso de Marcio, apesar de a doença acompanhá-lo desde o nascimento, a condição começou a dar os primeiros sinais em 1985, quando ele tinha 29 anos. “Sendo uma doença degenerativa e progressiva, em 1995, quando compramos o primeiro barco, não houve necessidade de adaptação”, conta Ana.
Em 2018, contudo, as primeiras adaptações começaram a acontecer. Primeiro, na casa, principalmente em ambientes em que o acesso de um cômodo ao outro se dava por meio de escadas. Ana conta que, nesse período, “Marcio estava com um grau avançado de dificuldade”.
Não demorou para que a doença começasse a dificultar o acesso à tão amada Regal. Ana explica que “as variações de maré colocam o barco muitas vezes bem abaixo do deque, o que dificulta e até impede o acesso, mesmo com auxílio da ponte, já que essa fica bastante íngreme”.
Marcio precisava fazer uma adaptação para entrar e sair do barco. Caso contrário, teríamos que nos desfazer de algo que nos dá muito prazer– conta Ana
Foto: Arquivo Pessoal
Solução na adaptação
Ao buscar soluções para a nova realidade, o cenário não foi animador. De acordo com Ana, “o mercado brasileirode equipamentos para acessibilidade ainda engatinha, e para barcos é inexistente”. Outro entrave foram os custos envolvidos. “Os equipamentosoferecidos pela indústria náutica nacional são, em maioria, importados e vendidos a preços exorbitantes”, relata a economista.
Esse ano cogitamos vender tudo, porque estava muito difícil para o Marcio acessar o barco– conta Ana
Uma cadeira elevadora — comumente utilizada em escadas –, vista como melhor opção para o caso de Marcio, custa em torno de R$ 25 mil (valor sem o preço de instalação) e costuma ser importada. Ana conta que o casal buscou o representante no Brasil de uma marca importada que fabrica o produto. Porém, a negociação não seguiu adiante porque “o representante nunca instalou uma dessas em barcos”.
Foto: Arquivo Pessoal
A solução, então, foi adaptar. Depois de muito pesquisar e estudar, Marcio comprou uma cadeira elevatória de escadas residencial usada, fabricada nos Estados Unidos. Com a ajuda de um eletricistanáutico parceiro, o empresário fez as mudanças necessárias para a instalação do equipamento no barco.
A cadeira adaptada leva o carioca do deque ao barco e vice-versa — “com segurança, conforto e dignidade”, conforme explica Ana, que complementa: “não foi algo comprado pronto, trazido de fora e instalado. Ele adaptou.” Para a economista, o “mundo ideal” seria “entrar na web, escolher, comprar, mandar instalar e ter garantia de funcionamento”.
A ideia deu certo, mas não custou pouco. A cadeira saiu por R$ 9 mil, e mais R$ 10 mil foram necessários para instalar o equipamento na embarcação. Confira abaixo o equipamento em ação.
Criamos muitas memórias maravilhosas no mar com nossos filhos. Agora, com eles adultos, estamos curtindo muito também! Essa acessibilidade ao barco permitiu não ceifarmos algo que amamos tanto da nossa vida– ressalta Ana
O casal tem três filhos: Mariana, 36, Bernardo, 34, e Felipe, o caçula de 27 anos que “quase nasceu a bordo”.
Foto: Arquivo Pessoal
Longo caminho em busca da liberdade
Na busca por acessibilidade e à liberdade de Marcio em usufruir de seu barco, Ana enxerga melhorias. Para ela, com o avanço tecnológico, leis e conscientização, estão sendo produzidos mais plataformas elevatórias, cadeiras elétricas acopladas a escadas, scooters e outros equipamentos para pessoas com necessidades especiais. Ainda assim, há uma grande defasagem em solo nacional, deixando-os inacessíveis, financeiramente falando.
A economista relata que, quem vê a adaptação feita na Regal, não deixa de comentar com o casal a triste experiência de ter que deixar alguém querido de fora dos passeiosde barco, por não existir acesso adequado.
Adaptação não é apenas para pessoas com necessidades especiais, também engloba idosos, principalmente em um mundo que está ficando mais longevo– ressalta Ana
Foto: Arquivo Pessoal
Procuro sempre superar as minhas dificuldades e seguir vivendo!– ressalta Marcio
Agora, para Ana, o sentimento que fica é o de esperança para que “o mercado náutico abra os olhos para esse segmento”.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
O que era cristalino, limpo e azul, está ficando ácido, sujo e laranja. Assim é a situação dos rios e riachos do Alasca, nos Estados Unidos, que sofrem com os metais tóxicos liberados pelo degelo do permafrost — um terreno congelado por no mínimo dois anos –, que solta substâncias perigosas nos mares.
Publicado no periódico Communications: Earth & Environment, da Nature, o estudo sobre as alaranjadas águas do Alasca foi feito pelo Serviço Nacional de Parques, da Universidade da Califórnia em Davis, e pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos. O resultado foi preocupante.
Foto: UC Davis CAES/ YouTube/ Reprodução
Depois de observarem 75 riachos na cordilheira do Brooks, no Alasca, pesquisadores descobriram que os rios começaram a ficar laranja dez anos atrás, por conta do contato com ferro e metais tóxicos, causado pelo clima mais quente e redução da neve.
Foto: Ken Hill/ National Park Service/ Divulgação
Como era de se imaginar, os riachos laranjas não possuem as mesmas características dos normais. Eles são mais turvos e têm maiores concentrações de sulfato, ferro e metais.
De acordo com os pesquisadores, a mudança na água é causada por metais como zinco, ferro, cobre, chumbo e níquel, componentes que, por sua vez, são tóxicos para os ecossistemas dos rios e riachos. Além disso, a descoloração está ligada a uma queda na diversidade de insetos aquáticos e na quantidade de peixes.
Uma surpresa ingrata
Se você não esperava encontrar rios da cor laranja no Alasca, os cientistas também não. Mais do que a coloração em si — fenômeno esse que já aconteceu outras vezes — , o que mais surpreendeu os pesquisadores foi o fato desse fenômeno ocorrer num lugar tão remoto.
Foto: Ken Hill/ National Park Service/ Divulgação
Segundo os cientistas, isso costuma acontecer em regiões com histórico de mineração, como em Apalaches, uma cordilheira da América do Norte. Por conta das heranças deixadas pelas corridas de minérios na década de 1850, esse processo de “alaranjar” os rios não é exatamente uma novidade nos EUA.
É surpreendente ver isso quando você está em uma das áreas selvagens mais remotas e longe de uma fonte de mina– Brett Poulin, co-autor do estudo, à CNN Internacional
O mesmo culpado
Justamente por não se tratar de uma região próxima de mineração, uma das hipóteses dos estudiosos aponta a possibilidade de os minérios que antes estavam presos no permafrost congelado entraram em contato com a água, liberando ácido e metais no solo e nos riachos do Alasca.
Foto: UC Davis CAES/ YouTube/ Reprodução
Ou seja, as temperaturas elevadas — fruto do aquecimento global — aceleraram o processo de derretimento do permafrost, que disparou mais materiais tóxicos nas águas. Não à toa, as mudanças mais drásticas ocorreram entre 2017 e 2018, que coincidiu com os anos mais quentes, segundo Poulin.
Com a Terra aquecendo cada vez mais, o problema fica muito maior do que os rios ficando laranja. A questão levanta preocupações sobre como este derretimento afetará o abastecimento de água potável e a pesca de subsistência na região rural do Alasca.
Por fim, mas não menos desanimador, os pesquisadores citaram que 22 riachos montanhosos do Colorado, nos EUA, tiveram aumento em sulfato, zinco e cobre nos últimos 30 anos. Durante o verão no Hemisfério Norte deste ano, os pesquisadores esperam fazer três viagens para coletar amostras adicionais.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Pode até parecer coisa de filme, mas não é só nas telonas que ilhas recheadas de tesouros atraem exploradores ao redor do mundo. No Canadá, uma península é alvo de atenção há séculos por parte de aventureiros que acreditam que o local guarda relíquias inestimáveis.
Localizada na Baía de Mahone, na costa da província Nova Escócia, a Ilha Oak conta com 567 m² e é explorada desde 1795, quando surgiu a lenda de que tesouros que pertenceram a grandes figuras históricas — como à rainha francesa Maria Antonieta, ao pirataescocês Capitão Kidd e aos cavaleiros medievais da Ordem dos Templários — estariam enterrados há dezenas de metros de profundidade.
Escavações e construções na ilha em 1931. Foto: Picryl
Tal o fascínio que o local provocava que diversas pessoas e companhias fizeram escavações por conta, a ponto de operários sofrerem graves acidentes e morrerem no percurso.
Como começou a lenda sobre a “ilha dos tesouros”?
Ao que tudo indica, o responsável pelas primeiras investidas foi Daniel McInnes, um garotode 16 anos que, ao atracar na Ilha Oak para caçar, percebeu que havia uma depressão no solo, próxima ao local onde árvoreshaviam sido derrubadas.
Conhecedor de histórias de piratas na região, o jovem escavou o local junto com dois amigos — Jack Smith e Anthony Vaughan –, até que o trio descobriu um poço profundo, com plataformas de madeiraa cada três metros.
Em 1803, Jack comprou o lote e fundou a Onslow Company. Um ano depois, relatou que, a 27 metros de profundidade, havia uma placa com uma mensagem criptografada que, ao ser decodificada, dizia: “Quarenta metros abaixo, dois milhões de libras estão enterrados”.
Outras empreitadas foram comandadas por ali, mas devido à proximidade com a Baía de Mahone, o poço inundou e desabou. Há boatos de que outra empresa, ao perfurar 50 metros abaixo do que havia sobrado, voltou com a broca com manchas de ouroe um fragmento de pergaminho de pele de carneiro.
Como está o local atualmente?
Quando o assunto é o suposto tesouro que a ilha esconde, há muitos mistériose poucas certezas. Não é à toa que o History Channel fez uma série dedicada a explorar — literalmente — os segredos que envolvem a península.
Os episódios contam com a participação dos irmãos norte-americanos Rick e Marty Lagina, atuais donos do terreno e fundadores da empresa Cerva Troca — expressão em latim que significa “procure e encontrarás”.
Imagem publicada por Rick mostra escavações atuais. Foto: Instagram @ricklagina__/ Reprodução
Outros vários livros de ficção e não-ficção têm a Ilha Oak no centro do debate, já que o local também é lembrado por supostos fenômenos sobrenaturais. Há, inclusive, uma teoria, de autoria de Joe Nickell, que sugere que tudo não passa de uma lenda da Maçonaria, já que alguns dos itens achados na ilha, como uma cruz, um esquadro e a pedra com inscrições, aparecem na tradição do grupo.
Seja com for, reza a lenda que o tesouro seria encontrado na ilha após sete homens morrerem à sua procura. Ao longo dos últimos séculos, seis faleceram durante escavações.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Criado há 32 anos e oficializado pela ONU em 2008, o Dia do Mundial dos Oceanos tem como objetivo chamar a atenção das pessoas para a importância dos oceanos para a vida na Terra. Com o tema “Desperte Novas Profundezas” em 2024, a celebração das Nações Unidas quer alertar o mundo sobre a nossa relação com as águas salgadas.
Já que o oceano é dono de diversos segredos, criaturas misteriosas e “monstros” que encantam os apaixonados por uma ficção científica, NÁUTICA preparou uma lista de curiosidades sobre essa vastidão de água que cerca o nosso planeta. De sons misteriosos a enormes cachoeiras submersas, confira alguns fatos extraordinários sobre esta imensidão azul.
Qual o oceano mais antigo da Terra?
Caso você tenha respondido à pergunta dizendo “Oceano Pacífico”, acertou! Ele não só é o mais velho, como o maior e mais profundo entre os cinco que banham a Terra — Atlântico, Pacífico, Índico, Glacial Ártico e Glacial Antártico — segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA).
Situado entre a América (a leste), Ásia e Oceania (a oeste) e Antártica (ao sul), as rochas encontradas na área do Oceano Pacífico datam de cerca de 200 milhões de anos, segundo pesquisa. No entanto, a água mais antiga do mundo, por incrível que pareça, não está no Pacífico, mas no Mar Mediterrâneo.
Cachoeira dentro do oceano
Você sabia que, não só existe uma cachoeira submersa, como ela é a maior do mundo? Pode parecer confuso imaginar uma cachoeira sendo despejada dentro do próprio mar, mas é isso que acontece no Estreito da Dinamarca (que, aliás, não fica na Dinamarca).
Cachoeira submersa nas Ilhas Maurício
Este fenômeno intrigante se desenvolve na parte oceânica entre Islândia e Groenlândia, no Atlântico Norte. A cachoeira, que fica dentro do oceano, possui incríveis 160 km de largura e despeja cerca de 5 milhões de m³ de água por segundo — três vezes mais que o recorde das Cataras do Iguaçu!
Foto: National Oceanic and Atmospheric Adminstration (NOAA)/ Divulgação
Maior buraco azul do mundo
Não parece ser uma boa ideia mergulhar no fundo do maior buraco azul do mundo. Mas foi exatamente isso que os mergulhadores fizeram no Tam’ja, (que significa “águas profundas”, na língua maia), localizado próximo à fronteira entre o México e Belize, em frente à Península de Yucatán, no mar do Caribe.
Foto: Youtube Geologyscience / Reprodução
O que eles descobriram matou a curiosidade de muita gente, mas ainda deixou incógnitas. A 420 metros abaixo da superfície, este mistério do oceano equivale a 11 Cristos Redentores — isso porque nem conseguiram chegar até o fundo. Lá dentro, encontraram de tudo: sulfeto de hidrogênio, garrafa de vidro, câmera GoPro e até dois corpos humanos.
Local mais isolado da Terra
Se você está se sentido sozinho, com certeza não está tão solitário quanto o Ponto Nemo. Este local é considerado o mais isolado do mundo: fica a cerca de 2.700 km da terra mais próxima. Para ter noção do isolamento, geralmente os humanos mais próximos desta região são os astronautas.
Foto: Captura de tela do Google Maps / Reprodução
Este distante ponto no Oceano Pacífico, inclusive, é um “cemitério” espacial, pois abriga em suas profundezas objetos da área já sem utilidade, como satélites, espaçonaves e estações espaciais. Outra curiosidade se dá pela inexistência de atividades humanas, transporte marítimo e pesca nos arredores.
Montanhas embaixo d’água
Por incrível que pareça, há uma montanha no fundo do oceano que mede quase duas vezes mais que o Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo. Com 1.600 metros de altura, este monte submarino foi encontrado nas profundezas da Guatemala, no Oceano Pacífico.
Foto: Schmidt Ocean Institute/ Divulgação
Caso não saiba — e aqui vai mais uma curiosidade — , um monte submarino é uma montanha que fica no fundo do oceano. Ela até que se eleva, mas sem nunca atingir a sua superfície — ou seja, sem alcançar o nível médio do mar. Na ocasião, essa elevação foi encontrada a 2.400 metros de profundidade.
Bloop, o som misterioso
Para quem gosta de mistério, aqui está um dos mais intrigantes. Em 1997, cientistas escutaram alguns ruídos estranhos vindos do oceano — que mais tarde, descobriu-se tratar do Pacífico. O ruído com som de “bloop” podia ser escutado a incríveis 5 mil quilômetros de distância. Confira!
A partir disso, surgiram documentários e teorias das mais insanas para — tentar — explicar do que se tratava esse ruído. E aí entra na história um iceberg rachando e se deslocando das geleiras da Antártica — algo semelhante a derrubar um cubo de gelo no copo com bebida. Sendo assim, o mistério estava resolvido. Bloop!
Em artigo publicado na revista Nature, os estudiosos dizem que a modificação na cor dos oceanos se dá pelas mudanças climáticas. Segundo eles, o aquecimento das águas causa o aumento dos fitoplânctons, que usam clorofila verde para fotossíntese — o que explica o tom mais esverdeado dos oceanos.
Nível dos oceanos subindo…
Segundo o relatório “O Estado do Clima na América Latina e no Caribe em 2023”, da Organização Mundial de Meteorologia (OMM), o mundo inteiro sofreu com a elevação do nível do mar no último ano, por conta da expansão térmica, visto que a água quente se dilata.
Foto: Raw Pixel
Isso acontece desde 1993, só que dessa vez, a elevação do nível do mar foi recorde, com média global de 3,42 mm/ano. Inclusive, o Brasil está acima da média num ranking preocupante: o calor fez com que os oceanos subissem mais aqui do que em outros lugares do mundo.
Tapem os ouvidos
Não são apenas as grandes metrópoles que estão ficando cada vez mais barulhentas. Os oceanos também vêm sofrendo desse mal, mas com a grande diferença que, neste caso, os animais marinhos são os que mais sofrem com as consequências das interferências humanas.
Segundo estudo publicado no Environmental Science, o oceano está mais barulhento, já prejudica a vida marinha e a situação pode ficar até cinco vezes pior daqui 70 anos. A nível de curiosidade, os animais se comunicam, principalmente, por meio de sons, na falta de uma boa visibilidade.
Uma imensidão a explorar
Mesmo que se saiba muita coisa sobre, essa lista de curiosidades poderia ser ainda maior caso conhecêssemos mais do que 20% sobre o oceano. Afinal, mesmo que ocupe 70% do Planeta Terra, fatores como custo e pressão no fundo do mar dificultam novas descobertas.
Foto: NOAA Ocean Exploration, Windows to the Deep 2019/ Divulgação
Para se ter ideia, o nível de 100 metros de profundidade já pode ser mortal aos humanos, por conta da síndrome de descompressão. Já que a média dos oceanos é maior que 3,6 quilômetros, uma viagem ao fundo do mar não é simples, precisando de muita tecnologia e dinheiro.
Temos melhores mapas da Lua e de Marte do que do nosso próprio planeta– Gene Feldman, oceanógrafo emérito da NASA
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
O maior barco da história do estaleiro mineiro Ventura vai fazer sua segunda participação em um evento Boat Show daqui a poucos dias. A recém-lançada V550 deve atracar nas águasdo Marina Itajaí Boat Show 2024, de 4 a 7 de julho, ao lado de outras três lanchas consagradas da marca: V400 Crossover, V300 Crossover e V265 Comfort.
Em abril, a nova lancha foi um dos grandes destaques do Rio Boat Show 2024, e chamou atenção pelos espaços tanto externos, quanto internos. Na ocasião, André Motta, diretor da Ventura, ressaltou que a embarcação traz “tudo de um barcode 70 pés em uma lancha de 55 pés”.
Foto: Ventura / Divulgação
O diretor ainda destacou que a nova embarcação da Ventura que estará no Marina Itajaí Boat Show “tem cabine com a proaaberta — crossover — , abertura lateral elétrica perto de 1,3 m, plataforma hidráulica e até compartimento para bote“.
Esse evento [Marina Itajaí Boat Show] está sendo a porta de entrada para a captação de novos dealers e parceiros na região– Marco Garcia, gerente comercial da Ventura, durante o Marina Itajaí 2023
Confira mais fotos da V550
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista NáuticaFoto: Erik Barros Pinto/ Revista NáuticaFoto: Erik Barros Pinto/ Revista NáuticaFoto: Erik Barros Pinto/ Revista NáuticaFoto: Erik Barros Pinto/ Revista NáuticaFoto: Erik Barros Pinto/ Revista Náutica
Marina Itajaí Boat Show 2024
O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.
A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.
A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.
Anote aí!
Quando: De 4 a 7 de julho de 2024 Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Enquanto no Brasil o Boat Show encabeça os principais eventos náuticos do país, nos Estados Unidos, o Cruise Ship Interiors (CSI) apresenta as novidades do setor voltadas ao interior dos naviosde cruzeiro. Neste ano, o evento trouxe uma novidade: uma exposição voltada às atrações de entretenimento a bordo dos gigantes do mar, responsáveis por atrair turistas a cruzeiros diferentões, cheios de diversão e até adrenalina.
Principal exposição do mundo dedicada à indústria de navios de cruzeiro, o CSI acontece nos dias 6 e 7 de junho, em Miami Beach, nos EUA. Por lá, uma nova área ganhou vida em 2024: a Attractions & Entertainment Technology Zone (Zona de Tecnologia de Atrações e Entretenimento, em português), apresentando as principais inovações do setor quando o assunto é entretenimento a bordo.
Foto: Instagram @royalcaribbean / Divulgação
Cada vez mais as embarcaçõesde cruzeiro têm levado para o meio do oceano atrações populares em terra firme, visando entreter seus passageiros enquanto o navio cruza o mar. Não é difícil se deparar com esses gigantes carregando desde parques aquáticos até montanhas-russas. A novidade do CSI, contudo, promete mostrar que dá para fazer muito mais — mesmo sobre as águas.
Foto: CSI / Divulgação
Entre os expositores estão marcas voltadas a atividades como boliche, experiências com realidade virtual, carrinhos de bate-bate, montanhas-russas, iluminação futurística, áreas de recreação infantil e paredes de escalada nas alturas. Esse último, da Walltopia, empresa responsável por equipar o Icon of the Seas, da Royal Caribbean — tido como o maior navio de cruzeiro do mundo— com um “brinquedo” semelhante.
Os novos navios de cruzeiro também representam a próxima fronteira em termos de atrações e tecnologia de entretenimento– destaca a CSI
O Icon of the Seas é, aliás, uma grande referência em navios de cruzeiro quando o tema é diversão a bordo. O modelo conta com um parque aquático considerado o maior do planeta em embarcações, com seis tobogãs e direito até ao primeiro toboágua aberto em queda livre num barco desse tipo.
Foto: Royal Caribbean / Divulgação
Há ainda uma trilha suspensa a 48 metros de altura, escalada vertical e um simulador de surf de 12 metros de comprimento.
Foto: Royal Caribbean / Divulgação
Além do Attractions & Entertainment Technology Zone, a CSI conta com especialistas líderes em design de interiores de navios de cruzeiro e hotéis, debatendo tópicos como a experiência do visitante, tendências futuras, tecnologias de IA e experiências imersivas.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Falta menos de um mês para o Marina Itajaí Boat Show atracar no Sul do Brasil e a NX Boats já está mais do que confirmada para a segunda edição do salão náutico. A marca levará às águas de Santa Catarina seu mais recente lançamento: a NX 44 by Pininfarina.
A lanchade 13,77 metros é o principal destaque dentre as embarcações que o estaleiro vai exibir no maior evento náutico do Sul do país. A novidade é fruto de uma parceria da NX Boats com a Pininfarina América — estúdio americano da lendária casa de design italiana.
Foto: Victor Santos/Revista Náutica
Segundo Felipe Guedes, diretor comercial da NX Boats, a marca pernambucana é a única do setor náutico, em todo o continente americano, licenciada para utilizar o nome da Pininfarina.
Exibida no Rio Boat Show 2024, a embarcação acomoda até 20 passageiros, com pernoite para quatro. Pensada para unir design e funcionalidade, a NX 44 by Pininfarina conta com área gourmet completa — com churrasqueira e pia — e solários na proa, além de outros espaços que serão conferidos de perto no Marina Itajaí Boat Show, que acontece em formato de circuito 360º, de 4 a 7 de julho.
Eventos como o Marina Itajaí Boat Show são essenciais para o desenvolvimento do mercado náutico na região Sul e também para a captação de novos negócios– Jonas Moura, CEO da NX Boats, durante o Marina Itajaí Boat Show 2023
Foto: Erik Barros Pinto/ Revista NáuticaFoto: Erik Barros Pinto/ Revista NáuticaFoto: NX Boats / Divulgação
Marina Itajaí Boat Show 2024
O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.
A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.
A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.
Anote aí!
Quando: De 4 a 7 de julho de 2024 Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Um barco-dragão chinês de 100 metros de comprimento entrou para o Guinness ao quebrar o recordee se tornar o maior do mundo. Com capacidade para 420 remadores, a embarcaçãose assemelha a uma enorme centopeia sobre as águas, quando em movimento.
Embora tenha sido inaugurado na cidade de Yiyang, no centro da China, em 12 de junho de 2023, o reconhecimento no Guinness World Records só aconteceu no último sábado (1º). De acordo com o site da organização de recordes, o barco-dragão possui, no total, 100,987 metros.
O recorde anterior de maior barco-dragão do mundo pertencia a um de 87,3 metros, construído no Camboja com troncos de árvoresde mais de 50 anos — tendo sido necessária a autorização do governo para sua utilização. Ele recebeu o título em 2019 e permaneceu em primeiro até dias atrás.
Como é o atual maior barco-dragão do mundo
A embarcação de remo duplo e 1,88 metros de largura foi construída por moradoresde Yiyang e conta com 105 compartimentos. Ela tem peso aproximado de seis toneladas e competirá com outros 30 barcosno Festival do Barco-Dragão deste ano, em 10 de junho.
Toda a estrutura foi feita com troncos de abeto chinês, cada um com diâmetro que varia de 50 a 60 centímetros e comprimentos de cerca de 28 metros. A construção do barco-dragão envolveu oito etapas e durou mais de dois meses.
Além desse recorde, o Guinness acumula outros tipos envolvendo barcos-dragão, como viagemmais longa, maior regata, maior distância percorrida em uma hora, entre outros.
Para os chineses, o dragãoé símbolo de sorte e riqueza. Povos antigos acreditavam, inclusive, que reverenciar o animal mítico poderia afastar o mal e evitar doenças.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Para os fãs de pesca magnética James Kane e Barbie Agostini encontrar tesourosem águasprofundas é algo natural. Mas, na última semana, a surpresa veio quando, em vez de puxar para a superfície algo histórico ou antigo, o casal norte-americano encontrou um bolo de dinheiro.
A quantia de US$ 100 mil — equivalentes a cerca de R$ 530 mil, na cotação de junho de 2024 — estava dentro de um cofre, em notas de US$ 100. A descoberta aconteceu no dia 31 de maio, no lago do parqueFlushing Meadows-Corona, no bairro do Queens, em Nova York.
Foto: NY1/ Reprodução
“Eu não conseguia acreditar, achava que era uma piada. Achei que ele estava brincando comigo”, disse Barbie em entrevista ao canal NY1, ao relembrar o momento em que o maridolhe mostrou o achado.
O casal afirmou que esta não foi a primeira vez que removeu um cofre por meio da pesca magnética. No entanto, assim como aconteceu em diversas outras situações, eles esperavam que este estivesse vazio. Prova disso é que James achou, inicialmente, que se tratava de sacos plásticosvazios, e não notas de dinheiro.
Pesca magnética é como caça ao tesouro
Apaixonada pela prática, a dupla mantém um canal no Youtube chamado Let’s Get Magnetic, que (até o momento desta publicação) conta com cinco mil inscritos. Por lá, publica vídeos das aventuras em busca de relíquias submersas.
Basicamente, a pesca magnética consiste em lançar às águas uma corda com um potente ímã na ponta, de forma a atrair objetos com metais. James, que sempre teve o sonho de se tornar um caçador de tesouros, conta que descobriu a atividade durante a pandemia de Covid-19 e não teve dúvidas ao decidir investir nela. “É a caça ao tesouro do homem pobre”, brinca.
Apesar do dinheiro encontrado estar molhado, o casal relatou o ocorrido à polícia de Nova York. Como não havia registros de crimes associados à quantia na cidade, nem uma forma de identificar o dono do cofre possivelmente roubado, James e Barbie puderam ficar com a bolada.
Eles [os policiais] nunca ouviram falar de algo assim aqui em Nova York– relatou James ao canal de TV
Durante as empreitadas com a pesca magnética, os dois chegaram a encontrar itens raros, como granadas da Segunda Guerra Mundial, armas antigas — que acreditam datar do século 19 –, uma bicicleta inteira e até uma bolsa que armazenava moedasantigas e joias (de ouro e pérolas).
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
A primeira edição do Marina Itajaí Boat Show foi um sucesso — e a segunda promete ser ainda melhor. Maior e repleto de novidades, o salão catarinense receberá grandes marcas do setor de 4 a 7 de julho. Entre elas, está a conterrânea Schaefer Yachts, que atracará no evento com sua mais recente novidade: a Schaefer V44. Além do modelo, outras seis lanchas da marca embelezarão o maior salão náutico do Suldo país.
Nova V44 foi testada por NÁUTICA. Foto: Revista Náutica
Grande destaque da Schaefer no Marina Itajaí Boat Show 2024, a V44 esteve recentemente no Rio Boat Show. Por lá, a lancha equipada com motorde popa chamou atenção do público e parece ter dado um primeiro indício de que os brasileirospodem estar começando a considerar esse tipo de motorização — que é a favorita dos americanos.
Eu gosto muito dos Boat Shows, pois é um momento em que estamos de frente com os clientes e podemos mostrar nossos produtos– Marcio Schaefer, presidente da Schaefer, durante o Marina Itajaí 2023
O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.
A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.
A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.
Anote aí!
Quando: De 4 a 7 de julho de 2024 Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC) Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
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O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Espantar o tédio com uma área de entretenimento em casaé a solução que muitos encontram por meio de salas de jogos, academias e até mesmo piscinas. Mas o proprietário de uma residência com mais de 2 mil m² em Illinois, nosEstados Unidos, resolveu aproveitar todo esse espaço para ir além e instalou, simplesmente, um parque aquáticoindoor, ao lado da sua sala de estar.
Parece exagero, mas é exatamente isso: ao andar por um dos corredores da casa, uma porta francesa, aparentemente comum, abre alas para uma espécie de galpão da diversão— sem que os moradores precisem sair de dentro da residência.
O corretor de imóveis Alex Wolking, responsável pela venda da casa com parque aquático indoor, postou um vídeo em seu Instagram em que é possível conferir mais detalhes da ideia inusitada. Contudo, apesar de o conteúdo acumular mais de 10 milhões de visualizações, as avaliações quanto à estrutura dividem opiniões.
Foto: Instagram @alexwolking / Reprodução
Enquanto alguns fazem comentários irônicos, como “aposto que as criançasainda estão entediadas”, ou a respeito do possível cheiro de cloro que sai do ambiente, outros consideram a ideia divertida e criativa.
Sendo ao gosto de todos ou não, fato é que a estrutura ao estilo “selva tropical” chama muita atenção. Com direito a “cachoeira”, piscinas, banheira de hidromassagem e coqueiros artificiais, o local é uma verdadeira imersão em um parque aquático. Todos os detalhes foram pensados para que o tema conseguisse refletir aos moradores a sensação de estar, literalmente, em uma selva.
Algumas estruturas lembram pedras brutas e há ainda pontes, gazebo com teto de palha e até uma cabana de madeira. Falta, talvez, a entrada de luz solar, que fica restrita a algumas pequenas janelas — mas até aí, o conceito pode ser o de uma “mata fechada”.
Toda essa engenhoca faz parte da propriedade construída pelo cantor de blues R. Kelly. A mansão chegou ainda a pertencer a Rudolph Isley, outro cantor de blues, falecido em 2023.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
A canadense BRP, responsável por marcas como Sea-Doo e Can-Am, firmou um “compromisso de longo prazo com o Brasil”, segundo os executivos da empresa. Reconhecendo a importância que o público brasileiro desempenha nas receitas da companhia, a BRP escolheu o Brasil para abrigar sua primeira sede latina.
O espaço fica em Campinas, no interior de São Paulo, e foi inaugurado nesta quarta-feira (5), com a presença dos executivos Steve Pelletier, vice-presidente e gerente geral internacional da BRP, e Fernando Alves, gerente comercial da BRP Brasil. Ernani Paciornik, presidente de NÁUTICA, autoridades e representantes da imprensa também compareceram.
Ernani Paciornik e Steve Pelletier. Foto: Revista Náutica
A BRP atua no Brasil há 21 anos e, no último ano, triplicou o quadro de funcionários no país. Em discurso, Fernando afirmou que a expansão das operações representa “um marco importante” não só para a empresa, como para a cidade de Campinas e o estado de São Paulo.
Este novo escritório é uma prova do nosso compromisso de longo prazo com o Brasil–Fernando Alves, gerente comercial da BRP Brasil
O executivo brasileiro ressaltou que a novidade não representa apenas um crescimento da marca. “Estamos criando oportunidades de emprego para profissionais altamente qualificados desenvolverem suas habilidades, explorarem novas oportunidades e avançarem em suas carreiras”, explicou.
Foto: Divulgação
Steve Pelletier, gerente internacional, também ressaltou os laços que unem a BRP ao Brasil e afirmou que o país é foco de “um dos maiores planos de crescimento internacional”.
A abertura deste escritório desempenha um papel fundamental em nossas operações globais. Certamente, este novo espaço e colaboradores apoiarão a BRP na definição do futuro da nossa indústria– Steve Pelletier
Fernando explicou que a sede “permitirá à BRP aumentar a capacidade de atendimento, rede de distribuição e oferecer ainda mais produtos e serviços aos nossos clientes, não apenas localmente, mas globalmente por meio deste hub de tecnologia, dados e insights”.
A sede latina da BRP no Brasil tem uma área de 2,6 mil m², que abriga cerca de 130 profissionais e especialistas da empesa, incluindo lideranças na América Latina e times globais responsáveis por análise de dados e experiência digital do consumidor.
Apoio ao desenvolvimento do turismo
Na inauguração da sede latina da BRP, Fernando Alves também relembrou o potencial turístico do Brasil e reforçou o desejo da marca em ajudar a desenvolver ainda mais o setor de turismo no país.
“Recentemente foi publicada a Normam 212, permitindo o turismo das motos aquáticas com habilitação temporária, através de passeios guiados. A BRP investirá nesses operadores turísticos, oferecendo equipamentos em condições muito especiais e a nossa expertise em serviços que apoiarão o desenvolvimento de um turismo sustentável e seguro”.
Sea-Doo RXT-X 325 durante Teste Náutica, em Capitólio (MG). Foto: Revista Náutica
Fernando mencionou que, enquanto os veículos off-road da BRP são ideais para explorar belezas naturais brasileiras, como trilhas e dunas, as embarcações da marca têm um “playground” que se estende por “34 mil km de rios navegáveis, 10 mil km de perímetros de lagos e represas e 8.500 km de costa litorânea”.
Na terça-feira (4), a BRP participou do coquetel de lançamentodo São Paulo Boat Show 2024. A empresa já é presença garantida no maior evento náutico da América Latina, que acontece de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
O primeiro megaiate desenhado por Giorgio Armani sequer ganhou os marese já está em seu segundo comprador. Antes mesmo de ser concluída, a embarcação de 72 metros que tem piso com detalhes em ouro foi revendida por 105 milhões de euros — aproximadamente R$ 600 milhões (valores convertidos em junho de 2024).
O anúncio foi feito pela Admiral Yachts, marca do The Italian Sea Group, responsável pela construção em parceria com o renomado estilistaitaliano. Como de costume, as identidades do vendedor e comprador não foram reveladas.
Foto: Admiral Yachts/ Divulgação
Inicialmente, a previsão era de que o megaiate desenhado por Armanifizesse sua estreia pública em setembro deste ano, durante o Monaco Yacht Show. Mas por ser totalmente personalizado conforme os desejos do proprietário, a data foi estendida para abril de 2025, de forma que o estaleiro tenha tempo de realizar as atualizações solicitadas pelo novo dono.
Um dos megaiates mais aguardados dos últimos anos, o GA 72M tem sido alvo de especulações desde 2020, quando surgiu a notícia de que Giorgio Armani poderia estar se preparando para embarcar em novos rumos no universo de luxo.
Como é o megaiate desenhado por Armani
Segundo a Admiral Yachts, a união de requintes náuticos com um clássico da moda é a chave para um iatevanguardista e sofisticado.
Foto: Admiral Yachts/ Divulgação
Com casco ‘classe de gelo’, a embarcaçãofoi projetada para enfrentar condições extremas de mares gelados, enquanto oferece o melhor do luxo aos hóspedes. Além de uma ampla plataforma de popa com piscina, os convidados podem aproveitar outras regalias, como spa privativo e heliponto.
Dentre as instalações, há seis elegantes cabines, capazes de acomodar 14 pessoas. Já o proprietário tem à disposição um deque inteiro para seu conforto. Há ainda espaço para até 20 membros da tripulação.
Foto: Admiral Yachts/ Divulgação
Como é de se esperar de um megaiate desenhado por Armani, o estilo sofisticado predomina em todos os pontos. Linhas geométricas e formas curvilíneas garantem o desenho marcante da embarcação, ao passo que detalhes de ouro no piso de mármore dão um ar imponente aos interiores. O minimalismo nas decorações, em tons pastel e materiais refinados, completam os ambientes.
Este é o primeiro de dois megaiates GA 72M. A produção da segunda unidade está dentro do cronograma, com entrega estimada para o terceiro trimestre de 2025 e estreia também marcada para o Monaco Yacht Show do próximo ano.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Uma ópera flutuante entrará para a impressionante gama de construções monumentais de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Projetado sobre as águas cristalinas de um lago, o espaço Opera House planeja receber apresentações culturais mundialmente conhecidas assim que for inaugurado.
Com design chamativo, a arquitetura da ópera flutuante lembra a da icônica Ópera de Dubai, no centro da cidade. São 1,5 mil lugares disponíveis para que residentes e turistas aproveitem balés, concertos, musicais e outros tantos eventos — incluindo privados.
Foto: Azizi Venice/ Divulgação
O mais interessante é que o espaço fica em uma localização ultraprivilegiada, no coração do Azizi Venice, uma enorme vilaluxuosa de 136 hectares (ou 1,3 milhão de m²) que está sendo construída pela Azizi Developments. A especialista em empreendimentos de luxo, inclusive, define a ópera como uma “obra-prima flutuante”,
Foto: Azizi Venice/ Divulgação
Como é a vila que abriga a ópera flutuante
O complexo conta com 109 vilas e mais de 34,7 mil apartamentos, dispostos em um grande refúgio de luxo.
Foto: Azizi Venice/ Divulgação
Por lá, é possível encontrar uma ampla variedade de boutiques, restaurantese cafés, além de opções de lazer que vão de bondinhos à lago com praia e calçadão.
Tanto moradores quanto hóspedes do Azizi Venice — que contará com dois hotéiscinco estrelas — poderão dispor de infraestrutura completa, incluindo hospital particular e escola internacional.
Determinada a proporcionar uma experiência sem falhas, a empresa fez questão de que a avenida exclusiva para pedestres, que garante a locomoção de um ponto ao outro na vila, seja ao ar livre no inverno e conte com uma área envidraçada nos meses de verão, de forma a garantir temperatura controlada e conforto em todas as estações do ano.
O ambiente que circunda a ópera flutuante está em construção e a expectativa é de que fique pronto entre 2025 e 2028. De acordo com a Azizi Developments, o projeto custa 30 bilhões de dirham, equivalentes a cerca de R$ 43 bilhões (conversão feita em junho de 2024).
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Um sistema de monitoramento capaz de centralizar e simplificar o controle de itens de segurança, equipamentos elétricose eletrônicos do barco, de forma personalizada, totalmente digital e intuitiva é a aposta da Raymarine com o Yachtsense Digital Control Systems, já disponível em solo brasileiro através da Marine Express — marca já confirmada no Marina Itajaí Boat Show e São Paulo Boat Show 2024.
Com menus navegáveis e ícones intuitivos, o Yachtsense chega para substituir os tradicionais interruptores manuais que ficam espalhados pelo barco, através de uma — ou mais — telas sensíveis ao toque. E o melhor: ainda permite o controle de forma remota, via smartphone ou tablet.
Foto: Raymarine / Divulgação
Utilizado por muitas embarcações no Brasil, o sistema de monitoramento permite observar itens de segurança como tanques de combustível, reserva para abastecimento, banco de baterias e bombas de porão, além de alertas de falhas ou necessidades de manutenção.
Foto: Raymarine / Divulgação
De acordo com a marca, através dele o piloto garante proteção contra sobrecarga e curto-circuito, além de receber alertas que ajudam a identificar potenciais problemas — antes que eles se tornem graves.
O equipamento também consegue comandar luzes, ar-condicionado, ventiladores e outros dispositivos da embarcação em um só lugar, com a capacidade de criar cenários personalizados.
Foto: Raymarine / Divulgação
O Yachtsense é capaz de realizar ações a partir de conceitos pré-definidos pelo usuário, como acender luzes automaticamente ao anoitecerou desligar aparelhos desnecessários quando os mesmos não estiverem em uso.
Outro ponto forte é o Yacht Sense Link da Raymarine, que permite ao capitão e à tripulação controlar e receber essas informações remotamente, através do aplicativo da Raymarine– Cristiano Sestini, diretor executivo da Marine Express
Para que tudo isso aconteça de maneira segura, o equipamento utiliza uma rede digital baseada no protocolo NMEA 2000 (padrão de comunicação para equipamentos náuticos), que permite a comunicação entre a unidade central e os dispositivos conectados, proporcionando monitoramento e controle em tempo real.
Em seus 30 anos de mercado, a Marine Express foi uma das primeiras marcas especializadas em equipamentos náuticos a viabilizar aos estaleiros do Brasilo acesso a equipamentos de marcas de expressão mundial, como a Raymarine.
O Yachtsense Digital Control Systems já está disponível para compra através da Marine Express e de sua rede em todo o país. Para mais informações, acesse o site oficial da Marine Express ou entre em contato com a loja mais próxima.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Na última terça-feira (4), os principais players da indústria náutica se reuniram no Dasian Restaurante, na capital paulista, para conferir o coquetel oficial de lançamento do São Paulo Boat Show 2024. Promovido pelo Grupo Náutica, por meio da Boat Show Eventos, o encontro revelou, em primeira-mão, os detalhes do maior evento náutico da América Latina para este ano.
Com os principais estaleiros do país reunidos num único espaço, o coquetel também serviu para as marcas garantirem vaga no disputado salão náutico — que mais uma vez ocupará o São Paulo Expo. Foi um sucesso: mais de 90% das áreas disponíveis foram vendidas em cerca de três horas.
Foto: Revista Náutica
Agendado para os dias 19 a 24 de setembro, o salão será o quarto evento Boat Show no calendário de 2024 — que já contou com o evento no Rio, em abril e maio, e vai atracar nas cidades de Itajaí, em julho, e de Brasília, em agosto. O agitado ano náutico ainda contará com eventos em Salvador e em Foz, no mês de novembro.
O evento de lançamento do São Paulo Boat Show 2024 foi apresentado por Ernani Paciornik, presidente de NÁUTICA, Thalita Vicentini, diretora-geral da Boat Show Eventos, e Eduardo Colunna, presidente da Acobar(Associação Brasileira de Construtores de Barcos e seus Implementos).
Foto: Revista Náutica
Mencionando o salto no número de eventos Boat Showem 2024, Ernani explicou: “não queremos fazer todos eles para aumentar o faturamento — também por isso –, mas, principalmente, para levar a outros lugares, outras regiões. Queremos irradiar, ampliar o mercado. Queremos trazer novos participantes”.
Esse ano teremos seis Boat Shows e, se tiver espaço para termos oito, incluindo ‘microssalões’, dentro de iate clubes, por exemplo, vamos apoiar. Essas iniciativas sempre trazem pessoas novas ao mercado-Ernani Paciornik, presidente de NÁUTICA
Foto: Revista Náutica
Thalita Vicentini apresentou a campanha para o ciclo de 2024 do salão, que consiste no tema “O São Paulo Boat Show muda o leme da sua vida”. De acordo com ela, a campanha foca no visitante, e tem como objetivo mostrar ao cliente como os produtos apresentados pelos expositores podem transformar a vivência do público.
Foto: Revista Náutica
A diretora exibiu novas opções de merchandising e novas áreas na planta do evento às marcas participantes, iniciativas que visam atender a necessidade de todas as empresas que pretendem expor seus produtos no maior salão náutico da América latina.
A cada ano o São Paulo Boat Show se consolida como nosso maior evento, e as empresas, cada vez mais, nos trazem demandas para que elas participem do salão. Tentamos trazer uma planta que consiga atender a todos– destacou a diretora do Boat Show
Foto: Revista Náutica
Em discurso, Eduardo Colunna relembrou os benefícios fiscais conquistados para o setor e afirmou que a Acobar continuará a atuar em prol de novos avanços.
Vamos continuar trabalhando pelo setor, em reunião com o Boat Show e [utilizando] todas as aberturas que sempre nos proporcionam. Não tenho dúvida de que será um evento de muito sucesso como todos os outros– Eduardo Colunna, presidente da Acobar
Foto: Revista Náutica
Conheça as primeiras marcas confirmadas no 27º São Paulo Boat Show: Schaefer Yachts, Intermarine, NX Boats, Ventura, Fibrafort, Sessa Marine, Azimut, Solara, Real Powerboats, Triton, Armatti/ Fishing, BRP, Mestra Boats, Azov Yachts, Ross Mariner, FS Yachts, Wellcraft, Flexboat, NHD, Fluvimar, Lanchas Coral, Yamaha, VCAT, Victory Yachts, Volvo do Brasil, Electra, Mineirinho Carretas, Marine Express, Mercury Marine, Hidea, Yanmar, Marine Group, Innova Marine, Kamell, Yacht Collection, Master Marine, Kapazi, Masterboat, Jetco, NTC, Suzuki Marine, Bordado a Bordo, Zimarine, Netuno Geradores, Arieltek, Growdeck, Elettromec, Flip Boats, Remar Infláveis, MS Audio Brazil, Vokan, Agroquímica e Akzo Nobel.
São Paulo Boat Show 2024
Os apaixonados por barcosjá têm data marcada para visitar a 27ª edição do São Paulo Boat Show: de 19 a 24 de setembro. Os seis dias de evento acontecerão no pavilhão do São Paulo Expo, na capital paulista.
Por lá, não faltarão novidades das principais marcas do mercado. Além de lanchas, iates, veleiros, jets e outros tipos de embarcações, motores, equipamentos, acessórios e experiências náuticas também farão parte do Boat Show de São Paulo.
Planta inicial do São Paulo Boat Show 2024
Para marcas interessadas em garantir uma vaga como expositor no maior evento náutico da América Latina, é hora de entrar em contato com a equipe do evento pelo telefone (11) 2186-1068 ou pelo e-mail [email protected].
O evento de lançamento do São Paulo Boat Show 2023 recebeu a ilustre presença de Tatiane Souza e Leandro de Paula (Akzo Nobel), Alexandre Delfino e Débora Rodrigues (Arieltek), Andréa Gonçalves (Azimut), Carlos Avelar (Azov), Claudio Wilson (BR Marinas), Gabriela Lorenzo (Bordado a Bordo), João Pedro Guttierrez (BRP), Mirian Frazão e Felipe Flauzino (Electra), Manuela Mansour (Eletromec), Leonardo e Andrea Assinato (Armatti / Fishing), Barbara Martendal e João Victor (Fibrafort), Jaime Alves e Hélio Ferraresi (Flexboat), Othon Barcellos (Flip Boats), Rodrigo Campos (Fluvimar), Carlos de Sousa Silva (Growdeck), Waldimar Junior (Hidea), Marcelo Viana (Innova Marine), Rafael Paião (Intermarine), Valdir Brito (Jetco), Leandro Bonelle (Kamell), Fernando Soares (Kapazi), Ana Paula Arakelian e Jorge Arakelian (King Boats), Henrique Alves (Agroquímica – Kelson’s), Leonardo Chiavazzoli e Marcelo Oliveira (Lanchas Coral), Christiano Sestini (Marine Express), Otto Greinacher (Marine Group), Luis Camasmie (Master Marine), Jorge Araujo (Mercury Marine), José Eduardo Cury (Mestra Boats), Ubirajara Ferreira, Tawanna Bonani, Cleber Bonani e Max Pouchain (MS Audio Brazil), Paulo Kinoshita (NX Boats), Paulo Fernando (Mineirinho Carretas), Renato Mendes (Pierplas / NTC), Marcelo Galvão Bueno (Regatta Yachts), Patricia e Aline Costelini (Remar Infláveis), Marcio Ishikawa e Stella Ross (Ross Mariner), Frederico Almeida (Schaefer Yachts), José Carlos Barros (Sessa Marine), Rafael Secaf e Ghandi Secaf Junior (Suzuki Marine), Nelson Carvalhaes (Torpedo Marine), Alan Cechelero (Triton), Celso Antunes e Marislaine Godoy (Universo Yachts / Solara), Marco Fernandes e Valeria Pereira (VCAT), Marco Garcia, Carlos Motta e Andre Motta (Ventura Experience), Celso Magalhães (Victory Yachts), Matheus Del Lama (Vokan), Fabio Buso (Volvo do Brasil), Fabio Bisolatto e Marcio Rodrigues (Wellcraft), Marco do Carmo (Yacht Collection), Luciano Guidugli e José Amorim (Yamaha Motor), Thaís Bonito e Danilo Sandrin (Yanmar), Claudio Ziouva (Zimarine) e representantes da Real Powerboats, FS Yachts, NHD Boats, Masterboat e Netuno Geradores.
Enquanto conheciam a proposta deste ano para o maior evento náutico da América Latina, os convidados do coquetel de lançamento do São Paulo Boat Show 2024 participaram de uma experiência gastronômica e sensorial.
Foto: Instagram @dasiansp / Reprodução
Localizado na Faria Lima, coração financeiro de São Paulo, o restaurante tem proposta de culinária contemporânea, mesclando aromas, cores e sabores asiáticos em seus pratos, além de oferecer um cardápio completo de drinks.
Foto: Instagram @dasiansp / Reprodução
Capaz de comportar mais de 360 pessoas sentadas, o Dasian conta com quatro ambientes intimistas para almoços, happy hour, jantares e eventos: os Decks Teatro e Leopoldo — onde aconteceu o coquetel –, salão principal e mezanino. O restaurante fica no térreo do edifício Birmann 32, complexo marcado pela arte e cultura no meio da capital paulista.
Relembre como foi o São Paulo Boat Show 2023
Em 2024, o maior salão náutico da América Latina chega a sua 27ª edição, fruto de um trabalho que acontece com sucesso, de forma ininterrupta, desde 1998. O evento, tido como a “Copa do Mundo” dos Boat Shows, é o principal polo de negócios do setor e reúne, todos os anos, as principais marcas do mercado náutico em um único lugar.
Foto: Revista Náutica
Em 2023, cerca de 150 embarcações foram expostas no evento — desde pequenos barcos de entrada e jets até as maiores e mais luxuosaslanchas do setor, de marcas de renome nacional e mundial.
Mais de 600 barcos foram vendidos e centenas de outros negócios foram gerados em setores como tecnologia embarcada, motores, brinquedos aquáticos, decoração, além de produtos de luxo como carros esportivos, resorts e helicópteros — opções expostas no tradicional Espaço dos Desejos.
Foto: Revista Náutica
O São Paulo Boat Show 2023 ainda apresentou ao público atrações como o Náutica Talks, que atraiu mais de mil apaixonados por barcos para assistirem palestras de grandes nomes do setor.
Quem visitou a 26ª edição do salão pôde, inclusive, concorrer a uma lancha. A mostra Tesouros Náuticos levou ao público uma seleção de modelos das décadas de 50, 60 e 70, que fizeram brilhar os olhos dos mais aficionados do setor.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Pode parecer impressionante este registro de um redemoinho de algas, com cerca de 25 quilômetros de diâmetro, que surgiu no Mar Báltico — entre Finlândia, Estônia e Rússia. Entretanto, as imagens flagradas pelo satélite Landsat 8 mais preocupam do que encantam os pesquisadores.
De acordo com o Observatório da Terra da NASA, essa espiral foi responsável por deixar verdes as águas do Golfo da Finlândia. Porém, o problema nem está na coloração, mas sim na criação de uma enorme e tóxica “zona morta”, causada pelas algas quando se acumulam próximas à superfície.
Foto: Observatório da Terra da NASA/ Divulgação
Esse fenômeno é chamado de “zona morta”, pois quando estão em grande número na superfície, essas algas diminuem temporariamente a quantidade de oxigênio nas águas abaixo. Logo, acabam sufocando as criaturas marinhas próximas, de acordo com a instituição Woods Holes Oceanographic.
Não é a primeira vez que esse evento acontece, mas o que preocupa ainda mais os pesquisadores é que as florações — ou seja, o crescimento excessivo das algas — estão cada vez maiores. Além disso, estão se tornando mais frequentes e mortais para outros animais marinhos.
Espiral formada por florações em agosto de 2020. Foto: Observatório da Terra da NASA/ Divulgação
Vale ressaltar que as algas já florescem naturalmente nessa região do mar durante o verão, pois a mistura vertical do oceano traz uma abundância de nutrientes à superfície. Porém, o despejo de produtos agrícolas na água e outras interferências humanas faz com que o crescimento seja fora do normal.
No olho do redemoinho
A essa altura, você já deve ter entendido que as aparências enganam. Afinal, esse redemoinho consistia principalmente de minúsculas bactérias marinhas fotossintéticas — conhecida como cianobactérias –, além de alguns plânctons, da espécie diatomáceas.
Foto: Observatório da Terra da NASA/ Divulgação
Para formar esse gigantesco redemoinho de algas, as criaturas microscópicas ficaram presas no local por conta de duas correntes oceânicas opostas, que colidiam naquela região. Segundo os cientistas, é até comum que esses seres sejam arrastados, mas formar uma espiral tão perfeita como essa é raríssimo.
Um grande sinal de alerta
Como já mencionado, o que causa maior preocupação é a falta de oxigênio, ocasionadas pela “zona morta” das florações. Entretanto, o aumento das temperaturas da superfície do mar colabora para que os oceanos retenham menos oxigênio que o normal.
Espiral formada por florações em agosto de 2020. Foto: Observatório da Terra da NASA/ Divulgação
Assim, se torna mais difícil a descida dos níveis de oxigênio para os níveis mais profundos. Ainda por cima, um estudo de 2018 revelou que a quantidade de ar no Mar Báltico durante o século passado caiu para o grau mais baixo dos últimos — pasmem — 1.500 anos.
Se for depender do ritmo em que o planeta está seguindo, a tendência é que esse fenômeno de redemoinho de algas aconteça cada vez mais. Afinal, as temperaturas da superfície do mar estão atingindo níveis recordes, que propicia a maior frequência das florações.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Três casas flutuantes triangulares próximas do mar já atraem olhares por si só. Agora, imagina se elas tivessem música, fossem pré-fabricadas passassem a sensação de estar curtindo férias no Havaí? Senhoras e senhores, essa é a Floating Music Hub, localizada na ilha de São Vicente, em Cabo Verde, na África.
Embora lembre uma triforce do jogo The Legend Of Zelda, a construção repleta de triângulos em nada tem a ver com isso. Tratam-se de casas flutuantes feitas pela NLÉ — que significa “em casa” em iorubá (grupo étnico-linguístico da África Ocidental) — , que surfam na onda das obras modulares, com estruturas pré-montadas de fábrica e que podem ser instaladas na superfície da água.
Foto: NLÉ/ Divulgação
O conceito principal da construtora é projetar casas pré-fabricadas anfíbias, que sejam sustentáveis e acessíveis. Já que possibilitam serem montadas e desmontadas facilmente, as unidades das casas triangulares flutuantes podem ser transportadas sobre a água e construídas na base desejada.
Uma maravilha arquitetônica
Com a participação de diferentes profissionais, o isolamento das casas flutuantes triangulares foi pensado para evitar inundações. Além disso, segundo a NLÉ, o Floating Music Hub tem a missão de promover a música, dança, moda e arte africana — elementos que explicam as cores vivas na iluminação.
Foto: NLÉ/ Divulgação
A menor “casa” funciona como um bar, recheado de comes e bebes. Já o triângulo médio acomoda um estúdio de gravação, enquanto a maior é uma sala multifuncional de apresentações ao vivo. Quem aproveita as atrações, pode socializar na praça flutuante — que fica um show a noite!
Foto: NLÉ/ Divulgação
Assim, esta maravilha arquitetônica do nigeriano Kunlé Adeyemi consegue ir além de um ornamento paisagístico, sendo uma estrutura funcional que resgata a rica história cultural e toda a diversidade de Cabo Verde.
Ambiente harmônico e seguro
O fato de a construção ser flutuante não só anima os visitantes da Floating Music Hub, como também serve como uma alternativa segura aos perigos causados pelas alterações climáticas. O arquiteto Kunlé Adeyemi ainda teve inspiração na base pesqueira ao construir a plataforma.
Foto: NLÉ/ Divulgação
Para dar o toque mais natural às casas flutuantes triangulares, a madeira utilizada na construção é predominantemente de origem local, que só fomenta o clima tropical de Cabo Verde com um design único, curioso e extremamente atrativo aos olhos.
Foto: NLÉ/ Divulgação
Ao mesmo tempo que é simples, a base das casas flutuantes tem sua engenhosidade, sendo projetada em pilares e vigas, com estacas triangulares de concreto apoiado na plataforma. Os módulos individuais, por sua vez, são montados juntos e, quando prontos, formam uma estrela — e um buraco proposital em forma de triângulo.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Ao longo da última década, tudo o que a baleia Bella teve de espaço para nadar e viver foi um pequeno aquáriodentro do sexto arranha-céu mais alto do mundo, localizado na Coreia do Sul.
Presa dentro do Lotte World Aquarium, situado em um mega shopping, a baleia da espécie belugatem garantido a atenção de ativistas ao redor do mundo, que lutam pela sua libertação. Além dos protestos contra o Grupo Lotte, proprietário do aquário, uma petição internacional visa garantir os direitos do animal.
Foto: Hot Pink Dolphins/ Reprodução
O aprisionamento da baleia ocorreu em 2013, quando foi capturada no Oceano Ártico, na costa da Rússia, aos dois anos de idade. Junto com Bella, outras duas baleias macho — Bello e Belli — foram vendidas à empresa.
Em 2016, no entanto, Bello morreu prematuramente aos cinco anos de idade, sendo que a expectativa de vida da espéciegira em torno de 35 a 50 anos. Em 2019, Belli também não resistiu — fato que deu início ao clamor público pela libertação de Bella.
Como vive a baleia Bella
Embora as belugas cresçam até 5,5 metros, o tanque que abriga Bella tem apenas sete metros de profundidade. De acordo com o jornal The Guardian, o animal reveza entre “girar sem rumo e flutuar imóvel”.
Ela não tem estímulo e mostra sinais de doença mental– Jo ak-gol, do Hot Pink Dolphins, ao portal britânico
Como a baleia Bella foi retirada muito cedo de seu habitat natural, devolvê-la à naturezaestá fora de cogitação, já que não conseguiria sobreviver em maraberto. A melhor saída seria transferi-la a um santuário à beira-mar, segundo especialistas da área.
Desde 2019, quando passou a ser alvo de críticas, o Grupo Lotte prometeu libertar a baleia Bella, anúncio feito novamente em 2021, mas que nunca saiu do papel.
Em comunicado recente ao The Guardian, o aquário disse cogitar um santuário na Islândia, Noruegaou Canadá, e afirmou estar em discussões com o governo e grupos de direitos dos animais para realizar a libertação “com base em um plano científico e prático”.
Embora a Coreia do Sul tenha proibido a compra de baleias e golfinhos em dezembro de 2023, a lei não se aplica a aquisições retroativas. Ou seja, animais em cativeiro podem ser mantidos legalmente em cativeiro.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Com as consequências do aquecimento global cada vez mais evidentes no planeta, a Noruega, tida como um dos países com maior índice de desenvolvimento humano do mundo, resolveu navegar contra a maré e deixar de lado a conservação de seus recursos naturais para, justamente, explorá-los por meio da mineração — decisão que rendeu ao país um processo vindo de um dos maiores grupos ambientalistas do mundo, a WWF.
A proposta pretende atingir uma área de 280 mil km² em águasnorueguesas na região do Ártico. A ideia, refutada por especialistas e ambientalistas, é extrair do fundo do mar metais e minerais com potencial para uso na chamada energia verde, como bateriaspara veículos elétricos e turbinas eólicas.
Imagem ilustrativa. Foto: Envato
Em janeiro, a Noruega se tornou o primeiro país do mundo a permitir esse tipo de mineração, após aprovação parlamentar. A ação levou a World Wide Fund for Nature (WWF) a processar o governo norueguês, alegando que o país está abrindo um “precedente perigoso”.
Será um precedente perigoso se permitirmos que o governo ignore suas próprias regras, ignore todos os conselhos ambientais e administre cegamente os nossos recursos naturais comuns– Karoline Andaur, CEO da WWF-Noruega
A fala da CEO reflete o fato de que autoridades ligadas ao governo alertam para o perigo da ação. A Agência Norueguesa do Ambiente, responsável por aconselhar o governo, afirmou que a avaliação de impacto feita pelo Ministério da Energia norueguês — que sustenta a decisão — não fornece base científicaou jurídica suficiente para a mineração, além de não cumprir com os requisitos da Lei dos Minerais dos Fundos Marinhos.
Em fevereiro, pouco depois de o país dar “sinal verde” para a mineração, o Parlamento Europeu manifestou preocupação com a decisão e recorreu aos Estados-Membros em busca de uma moratória. Até o momento, 25 países, incluindo França, Alemanha, Espanha, Palau, México e Suécia, se dividiram entre pausa, moratória ou proibição da extração mineral do fundo do mar.
Astrid Bergmål, secretária de estado do Ministério da Energia, comentou que “um processo minucioso foi realizado com amplo envolvimento e que os requisitos aplicáveis foram seguidos.”
A WWF quer julgar o caso em tribunal e eles têm o direito de fazê-lo. Neste momento, não temos mais comentários sobre o processo– Astrid Bergmål, secretária de estado do Ministério da Energia
Vale ressaltar que ambientalistas alertam sobre os potenciais impactos devastadores para o ecossistema marinho com a mineração em alto mar proposta pela Noruega, uma vez que a ação pode destruir habitats marinhos, causar poluiçãoe afetar a biodiversidadede forma irreversível. O processo, feito pela WWF, busca impedir a implementação dos planos até uma avaliação completa dos impactos ambientais.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
Obrigatoriedade da compatibilidade da CHA com a classificação da embarcação entraria em vigor em 1º de junho; mudança foi anunciada em comunicado na última segunda-feira (3)
Em nota publicada na última segunda-feira (3), a Marinha do Brasil, em conjunto com a Diretoria de Portos e Costas, confirmou a postergação da nova regra da Normam 211, que consiste na obrigatoriedade da compatibilidade da Carteira de Habilitação do Amador (CHA) com a classificação da embarcação. A mudança — que, até então, entraria em vigor em 1º de junho — foi adiada para 1º de novembro de 2024.
A publicação oficial ressalta, contudo, que o adiamento não afeta a obrigatoriedade de outros documentos, equipamentos e itens conforme as tabelas dos artigos 4.33, 4.34 e 4.35 da Normam 211. Os itens em questão devem estar em conformidade com a classificação do barcoque consta no Título de Inscrição de Embarcação (TIE/TIEM), e estão vigentes desde 1º de junho de 2024.
Entenda nova regra: qual documento vale para pilotar cada barco?
Agora prevista para entrar em vigor em 1º de novembro, a Normam 211 traz como ponto principal a necessidade de que a classificação do barco e a habilitação náutica do condutor sejam compatíveis. Ou seja, o condutor da embarcação precisa apresentar a carteira mediante a classificação do seu barco, independentemente de onde esteja navegando.
Arrais amador
Poderá conduzir embarcações classificadas como de navegação interior. Não inclui motos aquáticas.
Mestre amador
Poderá conduzir embarcações classificadas como mar aberto costeira ou navegação costeira.
Capitão amador
Poderá conduzir embarcações classificadas como oceânica ou navegação de mar aberto oceânica.
Motonauta
O motonauta está habilitado para pilotar única e exclusivamente motos aquáticas — também conhecidas como jets.
Atenção à classificação do barco no TIE
Apesar de parecer simples, a nova Normam tem gerado algumas dúvidas e, a principal delas, se dá devido a uma “confusão” na hora de conferir a classificação do barco no TIE/TIEM.
Isso porque os TIES trazem no campo “área de navegação” uma classificação que é, posteriormente, especificada mais a fundo em “observações”, logo abaixo.
Por exemplo: por vezes, o primeiro campo é preenchido apenas como ‘mar aberto’, e a indicação ‘costeira’ ou ‘oceânica’ está somente no campo ‘observações’– explica Marcello Souza, instrutor de navegação da Argonauta
Ou seja, caso o barco esteja classificado como “mar aberto”, é imprescindível verificar nas observações se a embarcação consta como “mar aberto oceânica”, “mar aberto navegação oceânica”, ou ainda “navegação costeira.”
Essas alterações partem da publicação da norma, disponível no site da Marinha do Brasil. Todos aqueles que não têm uma habilitação de mestre amador, mas possuem uma embarcação de navegação costeira, por exemplo, devem adequar sua habilitação, ou, então, o seu documento, até 1º de novembro.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
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