Réptil marinho mais antigo que os dinossauros é encontrado pela primeira vez no Hemisfério Sul

Descoberto na Nova Zelândia, o animal media 4 metros de altura e viveu há 246 milhões de anos; confira

03/07/2024

Você consegue imaginar como era o mundo há mais de 246 milhões de anos, quando sequer os dinossauros existiam? Pois os cientistas facilitaram esse exercício, ao encontrarem uma vértebra que pertencia a um notossauro, o réptil marinho mais antigo encontrado no Hemisfério Sul.

Não que encontrar um fóssil deste animal seja a coisa mais rara do mundo, mas o que surpreendeu os especialistas foi a sua localização. Encontrado na Nova Zelândia, a vértebra foi escavada no Monte Harper, na Ilha Sul, onde não havia nenhum vestígio do notossauro até agora.

 

 

Por isso, chama atenção o fato de a descoberta deste antigo réptil marinho acontecer logo no Hemisfério Sul. Afinal, as evidências de migração dessa espécie para os oceanos só eram conhecidas da ilha ártica de Spitsbergen, localizada no noroeste da América do Norte e sudoeste da China.

 

Logo, esta descoberta sugere que a criatura se espalhou rapidamente por altas latitudes ao redor de Gondwana (supercontinente que existiu há 2,5 bilhões de anos), vindos do norte de Tethyan (fossa oceânica da época do Mesozoico, que durou entre 252 milhões a 66 milhões de anos atrás).

Esta hipótese coincide com o período de extinção em massa dos notossauros, no Período Permiamo — que antecedeu o Mesozóico. Além disso, acredita-se que esse réptil marinho migrou pelo Ártico e Panthalassa (único oceano mundial durante a época da Pangéia), há cerca de 247 milhões de anos.

Um velho conhecido

Por mais recente que o estudo tenha sido publicado, os restos do animal já tinham sido localizados em 1978. Porém, só agora foram realizadas novas análises que possibilitaram determinar sua origem — além de ter mais detalhes sobre a vida primitiva dos répteis marinhos no Hemisfério Sul.

Vértebra do notossauro. Foto: Benjamin Kear/Museu da Evolução da Universidade de Uppsala/ Divulgação

Segundo o artigo publicado na Current Biology, este animal semi-oceânico tinha cerca de 4 metros de comprimento, e podia alcançar até 7 metros. Além disso, eles tinham crânios achatados com dentes cônicos, alongados e afunilados, que ajudavam a capturar lulas e peixes — suas principais presas.

 

De acordo com a pesquisa, este antigo réptil marinho utilizava os quatro membros — que pareciam remos — para ser mover pela água. Os paleontólogos ainda dizem que os notossauros viviam em um ambiente costeiro raso, porém repleto de outras criaturas dentro do que era então o Círculo Polar do Sul.

Qual a origem deste antigo réptil marinho?

Como não havia evidências dos notossauros no Hemisfério Sul até essa pesquisa, os cientistas mudaram o entendimento de como o animal se espalhou pelo planeta — já que antes, os fósseis só tinham sido encontrados a margem norte do antigo super oceano Panthalassa.

Contexto biogeográfico do notossauro mais antigo do Hemisfério Sul. Foto: Reprodução no artigo “O mais antigo sauropterígio do sul revela a globalização inicial dos répteis marinhos”.

Portanto, sua origem ainda é debatida, pois a distribuição e o momento em que esse antigo réptil marinho chegou a outro hemisfério ainda gera incerteza. Mas é possível afirmar que eles vieram 15 milhões de anos antes dos dinossauros — que surgiram há 231 milhões de anos.

 

Algumas das teorias de como esse animal se espalhou é que eles teriam migrado ao longo das costas polares do Norte, nadando por rotas ou correntes marítimas. Mas as novas análises realizadas pelos paleontólogos logo derrubaram essa hipótese.

 

 

Os pesquisadores usaram um modelo evolutivo para confirmar que os notossauros se originaram perto da Linha do Equador. Já que o início da Era dos Dinossauros foi caracterizado pelo aquecimento global extremo, esses antigos répteis marinhos se desenvolveram melhor no Polo Sul — onde a temperatura era mais baixa.

 

Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

 

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    Intermarine exibirá iate de 24 metros no Marina Itajaí Boat Show 2024

    Além do modelo, estaleiro apresentará ao público outros quatro barcos durante o evento náutico, de 4 a 7 de julho

    Por: Redação -

    O Marina Itajaí Boat Show 2024 promete grandes momentos aos apaixonados pelo universo náutico. Entre 4 e 7 de julho, um time de peso estará presente nas águas do sul do Brasil, sendo a Intermarine parte da lista de confirmados para esta segunda edição do salão.

    Neste ano, a marca levará cinco barcos e o destaque vai para a Intermarine 24M, iate de 24,80 metros (81,36 pés), projetado, de forma imponente, pelo estúdio Luiz de Basto Designs.

    Foto: Revista Náutica

    Um dos principais diferenciais do modelo são as aberturas laterais: duas na plataforma de popa — que aumentam a área livre em 25% — e uma varanda no costado. O iate foi testado pela equipe de NÁUTICA e você pode conferir mais detalhes abaixo!

     

     

    Além da Intermarine 24M, o estaleiro atracará no Boat Show de Itajaí com a Intermarine 45, Intermarine 580 HDF, Intermarine 70 e Intermarine 80.

     

    No evento náutico do ano passado, a CEO da marca, Roberta Ramalho, relembrou a importância de participar do salão e destacou que “exibir os barcos” da Intermarine no local “é motivo de grande orgulho”.

    O público da região Sul é muito exigente, o que favorece produtos diferenciados como os modelos da Intermarine– Roberta Ramalho à NÁUTICA, em 2023


    Marina Itajaí Boat Show 2024

    O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

     

    A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

     

    A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

     

    Anote aí!

    Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
    Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
    Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
    Mais informações: site do evento
    Ingressos: site oficial de vendas

     

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      Canal Náutica do YouTube fará transmissão ao vivo do Marina Itajaí Boat Show 2024

      Maior evento náutico do sul do Brasil terá cobertura durante os quatro dias de duração; confira

      Está chegando a segunda edição do Marina Itajaí Boat Show! Realizado pela primeira vez em 2023, o evento volta à cidade de Santa Catarina — um dos maiores polos náuticos do Brasil — de 4 a 7 de julho e, novamente, contará com cobertura ao vivo pelo Canal Náutica, no YouTube.

      Quem deseja saber o que acontece de melhor em Itajaí e não estará presente no Boat Show, a transmissão ao vivo e in loco é a oportunidade perfeita para não perder nenhum detalhe do maior evento náutico do sul do país.

      Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

      Durante os quatros dias de Marina Itajaí Boat Show, a equipe de apresentadores da NÁUTICA estará ao vivo a partir das 17h no YouTube, em live com convidados ilustres e representantes do mundo náutico. Além disso, será possível acompanhar as principais novidades em produtos e atrações de onde você estiver.

       

      Nos próximos dias, o Marina Itajaí Boat Show exibirá várias embarcações na água e os mais modernos equipamentos para navegação das principais marcas do mercado. O evento ainda terá atrações para a família, como desfile de moda, experiências náuticas e campanha assinada por Ziraldo.

      Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

      Para ficar por dentro de tudo o que acontece no Marina Itajaí Boat Show 2024, acompanhe também a cobertura diária no portal da NÁUTICA e siga as publicações de nossas redes sociais (Instagram, Facebook, X Threads)

      Acompanhe a transmissão ao vivo do Marina Itajaí Boat Show 2024

      Quinta-feira (04/07) – 1º dia de Marina Itajaí Boat Show 2024

       

       

      Sexta-feira (05/07) – 2º dia de Marina Itajaí Boat Show 2024

       

       

      Sábado (06/07) – 3º dia de Marina Itajaí Boat Show 2024

       

       

      Domingo (07/07) – 4º dia de Marina Itajaí Boat Show 2024

       

      Marina Itajaí Boat Show 2024

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      Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
      Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
      Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
      Mais informações: site do evento
      Ingressos: site oficial de vendas

       

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        Confira quais barcos estarão em destaque no Marina Itajaí Boat Show 2024

        Compilado lista as principais embarcações de cada estaleiro atracadas no maior evento náutico do sul do Brasil

        Por: Redação -
        02/07/2024

        A segunda edição do Marina Itajaí Boat Show abre as portas para o público nesta quinta-feira (4), levando às águas catarinenses os principais players do mercado náutico. Até o dia 7 de julho, os visitantes poderão conferir mais de 70 barcos, expostos em um circuito 360º que abrange grandes marcas do setor e atrações para toda a família.

        Para você Já na contagem regressiva, a equipe de NÁUTICA preparou um compilado com os principais destaques de cada estaleiro e suas características mais marcantes. Confira!

        Schaefer Yachts

        O destaque do estaleiro catarinense vai para sua mais recente novidade: a Schaefer V44. Trata-se de uma lancha cabinada que valoriza o conforto em seu espaçoso cockpit, que abraça um beach club de forma harmoniosa e bem distribuída em um mesmo nível, ao mesmo tempo que ostenta uma proa aberta bonita e funcional.

        Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

        Azimut Yachts

        Com 88 pés de comprimento, a Azimut Grande 27 Metri recebe os holofotes graças às amplas áreas exteriores, com lounge na proa, jacuzzi e bar ao ar livre no flybridge. O barco conta também com beach club, espaço gourmet na popa e pernoite para até dez passageiros mais quatro tripulantes. Desde 2020, é a preferida do jogador de futebol português Cristiano Ronaldo.

        Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

        Intermarine

        O Intermarine 24M atrai olhares no estande do estaleiro. O iate tem 24,80 metros de comprimento e pode ter três ou quatro camarotes, como o dono preferir. A suíte máster, toda envidraçada, à meia-nau, ocupa toda a boca do barco, que é de seis metros.  O casco conta com leds curvos e há um enorme flybridge no convés superior (50 m² de área útil).

        Foto: Revista Náutica

        Sessa

        A lancha KL27, da linha open, agora é feita no Brasil e chama a atenção pelo design esportivo, com toldo removível que fica guardado discretamente na proa. O modelo mede 7,80 metros, conta com banheiro e acomoda confortavelmente oito pessoas em passeios diurnos e duas no pernoite.

        Yachtmax

        A representante das marcas Okean e Ferretti Yachts no Brasil atracará com a Ferretti 720, lancha de 73 pés com flybridge e solário de proa. Com quatro cabines, comporta oito pessoas no pernoite. Já os passeios diurnos recebem até 18 passageiros.

        Foto: Divulgação

        Ventura

        Primeiro jet elétrico do Brasil, o Ventura Orca Performance by Taiga dispensa o uso de combustível, garante zero emissões de poluentes e não produz ruídos ou cheiros. Com velocidade máxima de 100 km/h, segundo a marca, a bateria tem autonomia para até duas horas de uso.

        Foto: Taiga / Divulgação

        NX Boats
        A NX 44 by Pininfarina, mais recente lançamento do estaleiro pernambucano, tem 13,77 metros e é fruto da parceria com a Pininfarina América. A lancha acomoda até 20 passageiros — sendo que quatro podem pernoitar — e conta com área gourmet completa, bem como solários na proa.

        Foto: Erick Barros Pinto/ Revista Náutica

        FS Yachts

        A novidade FS 355 é o destaque da marca. Com 35 pés, o barco tem capacidade para 15 passageiros durante o dia e quatro no pernoite. O modelo conta com T-top, proa aberta, cabine, espaço gourmet no cockpit e plataforma lateral rebatível na popa.

        Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

        Mestra Boats

        A Mestra 352 HT é o maior barco do estaleiro, com 35 pés, e estará no salão náutico. A opção é a primeira da marca com hardtop e conta com teto solar em fibra, abertura elétrica e plataforma submergível capaz de suportar 500 quilos.

        Foto: Revista Náutica

        Fibrafort

        A marca exibirá a Focker 300 GranTurismo, lancha com design esportivo e espaço gourmet funcional completo na popa. Neste barco de 30 pés, cabem 12 passageiros durante o dia e quatro no pernoite. Há duas opções de motorização disponíveis, com motor de popa ou centro-rabeta.

        Foto: Divulgação

        Evolve Boats

        O estaleiro também levará seu maior barco ao evento náutico: a Evolve 400 HT. Um dos maiores diferenciais do modelo de 40 pés com hard top é a flexibilidade no layout, já que o proprietário pode escolher entre quatro configurações interiores. Os passeios diurnos acomodam até 15 pessoas; quatro podem dormir a bordo.

        Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

        Marine Express

        A marca estará com sua lancha, batizada de On Board Test, para mostrar, na prática, o funcionamento de seus produtos. Entre eles, estão os estabilizadores Seakeeper, que atendem embarcações de diferentes tamanhos e são capazes de eliminar até 95% do balanço do barco.

        Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

        Montreal Powersport

        A representante da marca BRP em Santa Catarina levará ao evento náutico toda a linha 2024 da Sea-Doo e da Can-Am. Os visitantes do evento náutico poderão conferir de perto opções de jets, UTVs e ATVs para diferentes usos e necessidades.

        Foto: Revista Náutica

        Armatti

        Com amplas áreas de convivência na proa e popa, a Armatti 420 agrada por valorizar a parte externa do barco. O modelo hard top tem 12,80 metros de comprimento, 3,80 metros de boca e até 16 pessoas navegam durante o dia, enquanto seis aproveitam o pernoite. Dois motores de 300 a 350 hp (cada) completam as principais características da lancha.

        Foto: Divulgação

        Seacar

        A aparência de carro esportivo não tira o status de lancha do Seacar Maestry 2025. A novidade traz como principal diferencial o interior, com painel multimídia digital, todo em led. O modelo possui capota como item de série, faróis e lanternas traseiras, internet Starlink e saídas de ar na proa. O modelo Seacar Vehight (foto abaixo) também estará no evento.

        Foto: Divulgação

        NHD

        A NHD 370 é, segundo o estaleiro, o modelo ideal para navegação e passeios com a família. Moderna e espaçosa, comporta 16 pessoas durante o dia e quatro no pernoite. O barco de 11,2 metros de comprimento tem cabine com 1,95 metro de pé-direito. Sua motorização fica por conta de dois motores de 300 hp.

        Foto: Victor Santos / Revista Náutica

        Master Marine

        O modelo norte-americano Boston Whaler 170, trazida ao Brasil pela Master Marine, é ideal para a prática de pesca e oferece recursos indispensáveis à prática. Em 5,28 metros de comprimento, acomoda até sete pessoas, que navegam com motorização de 115 cv.

        Foto: Divulgação

        Grand Ocean Boats

        Produzida em fibra, a Grand Ocean 37 tem 3,26 metros e espaço para 12 pessoas durante o dia, sendo que o pernoite acomoda quatro adultos e uma criança. O pé-direito de 1,85 metro — que chega a 1,90 metro no banheiro — também chama a atenção de quem busca conforto a bordo.

        Foto: Divulgação

        Motion Náutica

        A representante do estaleiro Polimarine exibirá o barco inflável P7 Motion Náutica. A embarcação tem sete metros de comprimento e acomoda nove passageiros em um espaço que conta com banheiro. O modelo integra a linha de esporte e lazer da Polimarine.

        Foto: Divulgação

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          Schaefer Yachts festeja lançamento da lancha V44 nos Estados Unidos

          Evento aconteceu em Fort Lauderdale e contou com a exibição de outros quatro barcos do estaleiro catarinense

          Por: Redação -

          Depois do sucesso no Brasil, chegou a vez da lancha Schaefer V44, da Schaefer Yachts, brilhar em águas internacionais. O mais recente lançamento do estaleiro, que também estará no Marina Itajaí Boat Show 2024, foi exibido em Fort Lauderdale, nos Estados Unidos, em evento realizado no último sábado (29).

          O modelo Walk Around, cuja cabine não impede a circulação na proa, é o sucessor da Schaefer V33, primeira lancha da linha V que enfeitiçou os apaixonados por mar e luxo. Com 33,9 pés, a opção ultrapassou as 60 unidades vendidas — muitas delas nos EUA.

          Foto: Erick Fernando/ Schaefer Yachts

          Pensada para superar o sucesso da ‘irmã mais velha’, a Schaefer V44 foi apresentada, depois de muita espera, em abril deste ano, em Florianópolis — quando foi testada pela equipe da NÁUTICA. Pouco depois, atracou nas águas da 25ª histórica edição do Rio Boat Show, já com 12 unidades vendidas — sendo quatro em território brasileiro.

           

           

          Um dos recursos que promete agradar a gregos e troianos — ou, no caso, brasileiros e norte-americanos — é a possibilidade da lancha sair com motor de centro-rabeta, favorito no Brasil, ou motor de popa, que agrada aos moradores dos Estados Unidos.

           

          Samuel Brito, que iniciou a operação da Schaefer nos Estados Unidos em 2016, afirma que a lancha consolida as principais tendências de mercado para barcos abertos, com destaque para a integração entre mar, vento e natureza durante a navegação.

          Samuel Brito. Foto: Erick Fernando/ Schaefer Yachts

          Segundo ele, o evento foi um sucesso e as expectativas para a Schaefer V44 nas águas norte-americanas são as melhores possíveis. “O mercado dos EUA, especialmente a Flórida, demanda esse produto”, aposta.

          Esse barco vem atender aos clientes que já tinham a V33 e querem fazer upgrade, bem como aqueles que conhecem a nossa marca, gostam da qualidade, acabamento, engenharia, mas queriam algo maior– Samuel Brito, à NÁUTICA

          Durante o lançamento em Fort Lauderdale, a Schaefer aproveitou para também mostrar ao público outros quatro modelos: a Schaefer V33, Schaefer V33 Cabin, Schaefer 375 e Schaefer 450.


          Por dentro da Schaefer V44

          A lancha cabinada valoriza o conforto em seu espaçoso cockpit, que abraça o beach club de forma harmoniosa e bem distribuída em um mesmo nível, ao mesmo tempo em que ostenta uma proa aberta bonita e funcional.

          Foto: Victor Santos/ Revista Náutica
          Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

          O design da proa é reto e permite que o casco tenha maior comprimento na linha d’água — característica sinônimo de velocidade e eficiência ao cortar ondas. A pintura esportiva reforça essa pegada do barco.

           

          Com cabine, a Schaefer V44 acomoda 14 pessoas em passeios diurnos e quatro no pernoite.

          Foto: Divulgação/ Schaefer Yachts
          Foto: Divulgação/ Schaefer Yachts
          Foto: Victor Santos/ Revista Náutica

          Confira mais fotos do evento da Schaefer nos Estados Unidos

          Marcio Schaefer, dono do estaleiro. Foto: Erick Fernando/ Schaefer Yachts
          Foto: Erick Fernando/ Schaefer Yachts
          Foto: Erick Fernando/ Schaefer Yachts
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            Com investimento de R$ 86 bilhões, ilhas artificiais de projeto em Dubai agora estão afundando

            The World previa a construção de 300 ilhas, dispostas de forma a replicar o mapa-múndi; mesmo com 60% delas comercializadas, projeto está em declínio

            Ambiciosos e milionários: palavras que descrevem os projetos desenvolvidos em Dubai. Muitos deles saem do papel e viram atrações que alcançam o mundo todo, como a Palm Jumeirah (ilha artificial em forma de palmeira). Mas, nem tudo são flores e, quanto maior a ambição, maior pode ser a queda. É exatamente o que está acontecendo com o projeto The World, que previa a construção de 300 ilhas artificiais.

            Sendo mais coerente, o The World não está em queda: está afundando. A ideia inicial do audacioso projeto era parecida com a Palm Jumeirah — inclusive, as obras ficam a poucos metros uma da outra. No lugar da palmeira, contudo, visto do alto o The World formaria um mapa-múndi, composto por 300 ilhas artificiais, com tamanhos entre 1,4 e 4,2 hectares.

            Foto: Axelspace Corporation / Wikimedia Commons / Reprodução

            Com um investimento inicial de 12 bilhões de libras (cerca de R$ 85,8 bilhões na cotação de junho de 2024), o The World chegou a utilizar 321 milhões de m³ de areia do Golfo Pérsico e 386 milhões de toneladas de pedra para realizar a obra, abrangendo uma área aproximada de 54 km². Acontece que, tudo isso, foi ainda lá em 2003, 21 anos atrás.

             

            A intenção original do projeto era vender as ilhas para investidores privados, que poderiam desenvolver propriedades residenciais, resorts, hotéis e outras instalações de luxo. Mesmo com 60% do complexo vendido, contudo, as obras estão paradas há anos.

            Foto: Alexandar Vujadinovic / Wikimedia Commons / Reprodução

            Para se ter uma ideia, das 300 ilhas previstas, apenas uma foi completamente desenvolvida e está em uso: a Ilha do Líbano. Por lá está o The Royal Island Beach Club, que inclui um restaurante, bar, piscina e atividades aquáticas. A maioria das outras ilhas permanece desocupada e sem desenvolvimento significativo​.

             

            Entre os motivos estão crises econômicas (principalmente a de 2008), que levaram à paralisação de muitas construções e ao abandono de alguns planos de desenvolvimento; problemas de infraestrutura, uma vez que as ilhas não são conectadas entre si ou ao continente por pontes ou estradas, o que torna o acesso difícil; e o principal deles: o impacto ambiental.


            A construção das ilhas teve impactos negativos significativos nos recifes de coral e ecossistemas marinhos locais, embora esforços tenham sido feitos para mitigar esses efeitos. Abandonadas, as ilhas do The World ainda estão acelerando o aparecimento dos primeiros sintomas de erosão nos canais que circundam as ilhas, as transformando em espécies de “terraços desertos de areia”.

             

            Tendo em vista a crise climática que cresce ano após ano, dados do Greenpeace indicam ainda que as ilhas do projeto estão afundando a uma taxa de 5 mm por ano.

            Foto: Flickr NASA / Wikimedia Commons / Reprodução

            Apesar dos inúmeros problemas e desafios, a Nakheel Properties, empresa responsável pelo projeto, continua buscando maneiras de revitalizar o The World, de forma a atrair novos investimentos para completar o desenvolvimento das ilhas.

             

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              ‘Cemitério’ no meio do oceano será última morada de estação espacial da NASA

              Habitada por astronautas há quase 24 anos, ISS deve ser enterrada no Ponto Nemo em 2030

              Por: Redação -

              Uma espécie de ‘cemitério’ de espaçonaves, localizado nas profundezas do oceano Pacífico Sul, será a última morada da Estação Espacial Internacional (ISS) da NASA, habitada por astronautas desde 2000.  

              Maior estrutura já construída no espaço, com 430 toneladas, a ISS deve dar adeus à órbita em 2030 e encontrar seu descanso eterno no Ponto Nemo, considerado o pedaço mais isolado do mundo. Suas profundezas abrigam objetos espaciais sem utilidade, como satélites, espaçonaves e estações espaciais.

              Localização do Ponto Nemo. Foto: Captura de tela do Google Maps / Reprodução

              Quem transportará a ISS a esse ‘cemitério’ no oceano é a SpaceX, fundada pelo bilionário Elon Musk. A empresa foi selecionada pela NASA na última quarta-feira (26), quando ambas assinaram um contrato com valor potencial de US$ 843 milhões — equivalentes a R$ 4,71 bilhões, na conversão atual.

               

              A missão da SpaceX envolve construir uma nave — batizada de ‘US Deorbit Vehicle’ — que será a responsável por trazer a ISS de volta à terra firme. O processo é necessário pois, segundo os engenheiros da NASA, ainda que parte do posto orbital vaporize ao reentrar na atmosfera, grandes pedaços devem sobreviver.

              ISS. Foto: NASA/ Reprodução

              De acordo com a NASA, a ISS conta com seis quartos , dois banheiros, uma academia e uma janela saliente com vista de 360º. Mais de 270 astronautas a visitaram, sendo que uma tripulação internacional de sete pessoas vive por lá, enquanto viaja a uma velocidade de oito quilômetros por segundo, orbitando a Terra a cada 90 minutos.

              Como é o ‘cemitério’ no oceano

              O Ponto Nemo fica longe de qualquer continente ou ilha, sendo que 2,7 mil quilômetros o separam da terra mais próxima. Os seres humanos que mais se aproximam dele são os que habitam a ISS. Quando sobrevoam o local, ficam a uma altitude de cerca de 415 quilômetros de distância.

              Não há atividades humanas nas redondezas, incluindo transporte marítimo ou pesca. A presença de animais também é baixa, já que o vento quase não carrega matéria orgânica até lá.

               

              Outro fator que contribui para a baixa taxa de habitantes é a posição do ‘cemitério’ no meio do Giro do oceano Pacífico Sul, onde há uma imensa corrente oceânica giratória, com águas superficiais de 5,8ºC, que bloqueiam a entrada de água mais fria e rica em nutrientes.


              Apesar de isolado, o Ponto Nemo não é secreto. Situado entre a Nova Zelândia e o sul do Chile, pode ser encontrado pelo Google Maps com as seguintes coordenadas, fornecidas pelo National Ocean Service: 48°52’6″S 123°23’6″ W.

               

              Programado para receber a ISS na próxima década, o ‘cemitério’ no oceano já conta com os despojos da Estação Espacial Mir, seis naves do programa Salyut, 140 veículos de reabastecimento da Rússia, seis veículos de transferência de carga lançados pelo Japão e cinco da Agência Espacial Europeia (ESA).

               

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                Atol das Rocas, no Rio Grande do Norte, é o único do tipo no Oceano Atlântico; conheça

                Formada ao redor de um monte submarino, área de preservação ambiental abriga diversas espécies e é o 2º maior local de reprodução da tartaruga verde no mundo

                Um tipo de ilha em formato de anel, que leva em seu interior piscinas naturais, areia de grãos biológicos, diversas espécies e que carrega o título de segundo maior local de reprodução da tartaruga verde no mundo: esse é o Atol das Rocas, no Rio Grande do Norte — único do tipo no Oceano Atlântico. Sua formação, contudo, consegue ser ainda mais surpreendente do que suas características finais.

                Agrupamento de ilhas vinculadas ao estado do Rio Grande do Norte, a 260 km a nordeste de Natal, o Atol das Rocas é um dos principais ambientes ecológicos do Brasil. Tanto é que, em 1979, foi transformado na primeira unidade de conservação marinha do país, passando a ser considerado uma Reserva Biológica.

                Foto: Acervo Tamar/ Divulgação

                Um atol é uma ilha de formação não rochosa, mas biológica, formada pelo crescimento de recifes de corais ao redor de um monte submarino, que anteriormente poderia estar na superfície mas, com o passar do tempo, acabou afundando e se desgastando.

                Foto: NASA / Creative Commons / Reprodução

                Nesse momento, os recifes de corais começam a crescer ao redor do monte. Algas, sedimentos marinhos e carapaças de moluscos se depositam um acima do outro, até chegarem à superfície, formando o “anel” que circunda o atol.

                Foto: Rodrigo Pereira Barbosa / Wikimedia Commons / Reprodução

                Seu interior abriga uma laguna conectada ao mar, piscinas naturais, ilhas formadas com areia de grãos biológicos e animais de diversas espécies, como peixes, aves, crustáceos, moluscos, entre outros — o que faz com que o Atol das Rocas seja um dos principais pontos de preservação para a manutenção da biodiversidade marinha no Oceano Atlântico.

                Peixe-leão. Foto: Ministério do Meio Ambiente / Carlos Ferreira / Divulgação

                Além de ser o segundo maior local de reprodução da tartaruga verde no mundo — atrás somente da Ilha de Trindade, no Espírito Santo — o Atol das Rocas abriga a maior colônia de aves marinhas do planeta, com cerca de 150 mil espécies.

                Turistas são proibidos no Atol das Rocas

                A beleza do Atol das Rocas impressiona, mas não pode ser vista de perto por qualquer um. Isso porque o turismo no local é proibido. O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), órgão que regula a entrada e a saída de pessoas das ilhas que formam o atol, só autoriza a presença de pesquisadores e estudantes.

                 

                 

                Por lá, acontecem importantes estudos, principalmente sobre as espécies de tartarugas, já que suas águas são tão transparentes que ajudam na localização e captura dos animais para esse fim.

                 

                Para manter tudo como se deve, o Atol das Rocas tem uma guardiã à altura. Maurizélia de Brito, mais conhecida como Zélia de Brito, ou ainda, Zelinha, é a responsável pelo Atol das Rocas há mais de 30 anos.

                 

                 

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                Uma publicação partilhada por Zélia Brito (@maurizeliabrito)

                 

                Ela é considerada um ícone da conservação de áreas marinhas no Brasil e referência para a pesquisa sobre oceanos, conservação de áreas protegidas e pesca.

                 

                Servidora de carreira do ICMBio, Zélia foi nomeada subchefe da Reserva Biológica Atol das Rocas em 1991 e chefe em 1993 — cargo que ocupa até hoje. Em sua homenagem, inclusive, cientistas já batizaram três espécies de invertebrados.

                 

                 

                “O atol é responsável pela perpetuidade de muitas espécies de animais. Serve de abrigo, serve de local de alimentação, de reprodução para milhares de espécies” disse Zelinha em entrevista à jornalista Paulina Chamorro.

                Tudo aqui é área de pesquisa. Então os animais também sentem isso. Não se interfere, temos os comportamentos naturais de verdade– complementa Zelinha à Paulina


                O que se come no Atol das Rocas

                Sendo um local isolado e de acesso restrito, é de se imaginar que a alimentação no Atol das Rocas não seja tarefa fácil.

                 

                De acordo com o Programa de Pesquisas Ecológicas de Longa Duração (PELD), as pessoas que chegam ao Atol das Rocas se alimentam, principalmente, de uma grande variedade de frutas e legumes, que devem ser consumidos em uma ordem que evite que os alimentos estraguem.

                 

                 

                Há todo um cuidado especial com os alimentos que chegam à reserva biológica, já que são levados do continente, através de uma logística pensada pelo Instituto Chico Medes para Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

                 

                Peixes, por exemplo, podem entrar no cardápio, mas devem ser levados do continente, já que a pesca no atol é proibida.

                 

                 

                O ICMBio calcula quanto será necessário levar, considerando restrições alimentares de cada um, o período da expedição e o trabalho exaustivo em campo. Os alimentos são comprados em Natal (RN) e levados até o atol pelo catamarã Boranda.

                 

                Vale ressaltar que o atol não tem água doce potável, há pouca sombra e apenas uma casa, na ilha do Farol, onde todas as pessoas autorizadas a permanecer ficam. Tudo vem do continente e a permanência é desafiadora, o que torna o planejamento essencial e inegociável.

                 

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                  Homem nada com tubarão após salvá-lo de pesca acidental do filho e viraliza; assista

                  Em ato de coragem, pescador devolveu o animal à agua e "passeou" na barbatana dele

                  01/07/2024

                  Imagine a seguinte situação: seu filho, acidentalmente, fisga um tubarão — por mais incrível que pareça –, que fica se contorcendo. Como responsável pela criança, o que você faria? Para o pescador Tristan Turner, a resposta era óbvia: retirar sozinho o anzol da boca do animal e depois nadar com ele.

                  Parece uma típica história de pescador, mas é verdadeira e aconteceu na Ilha Kangaroo, na Austrália. Testemunhas que estavam próximas do local filmaram tudo — desde a “luta” com o tubarão, até o mergulho com o animal — e o vídeo viralizou. Confira!

                   

                   

                  No registro, é possível ver Turner puxando a cauda do tubarão — que tinha 3 metros — e removendo delicadamente o anzol da boca dele, ao mesmo tempo em que o animal se contorcia na rampa para barcos — enquanto o filho do pescador gritava “pai, não!”.

                  Foto: 7NEWS Adelaide/ X/ Reprodução

                  Como se o risco fosse pouco, o homem resolveu segurar na barbatana do animal e começar a nadar com seu “novo amigo”. O mergulho foi breve, mas agora o pescador pode falar, verdadeiramente, que nadou com um tubarão — nem que por alguns segundos.

                  Serenidade até na hora do susto

                  Tristan Turner disse ao veículo 7News, da Austrália, que seus filhos estavam pescando no American River Jetty, na ilha de Kangaroo. Quando o animal foi fisgado por engano, ele nadou até a rampa do barco nas rochas, removeu o anzol e ainda realizou um antigo sonho: nadar com um tubarão na natureza.

                   Tive a oportunidade quando o soltei, agarrei-me à barbatana e fui dar uma volta– Tristan Turner à 7News

                  Obviamente, seus filhos ficaram horrorizados ao ver o pai nadar com um tubarão. Mas, segundo o pescador, a espécie — tubarão-cobre — é “muito amigável”. Por um lado, Turner tem razão, pois eles geralmente são encontrados perto da costa e raramente estão ligados a ataques.

                  Foto: 7NEWS Adelaide/ X/ Reprodução

                  Entretanto, de acordo com o Arquivo Internacional de Ataques de Tubarão, a espécie já esteve envolvida em um ataque que resultou em morte em 1962 e é considerada potencialmente perigosa para os seres humanos. Ou seja: realmente foi uma decisão arriscada.

                  Essa não foi a primeira vez que o pescador enfrentou um animal de alta periculosidade. Conforme revelou, ele já lutou com crocodilos na propriedade de seu amigo, removendo-os quando ficaram presos nas águas.

                   

                  De qualquer forma, por mais que esse gesto de coragem tenha dado certo para Turner, fica o aviso: não repita isso em casa.

                   

                  Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                   

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                    Beyoncé e Jay-Z aproveitam férias em lancha nos Estados Unidos; confira

                    Acostumados com megaiates luxuosos, casal navegou pelos Hamptons em barco de 58 pés

                    Não há uma estrela do pop que resista a um período de férias sem passear de barco — e para o casal de músicos Beyoncé e Jay-Z não seria diferente. Depois de investir numa temática country no mais recente álbum, foi a vez de Beyoncé embarcar em uma lancha e se render ao lifestyle náutico para um merecido descanso.

                    A bordo do barco Bansho, de 58 pés, o famoso casal registrou o momento de sossego nas redes sociais. Nas fotos postadas na última quarta-feira (26), é possível ver Beyoncé na popa da lancha com um copo de bebida, enquanto o rapper Jay-Z aparece descansando no sofá.

                    Foto: Instagram @beyonce/ Reprodução
                    Foto: Instagram @beyonce/ Reprodução

                    Depois de passar várias férias em superiates luxuosos, os dois pombinhos foram mais “humildes”, por assim dizer. O passeio de barco de Beyoncé e seu cônjuge aconteceu em lancha de 58,8 pés (cerca de 18 metros de comprimento).

                     

                    A embarcação de recreio navega sob a bandeira dos Estados Unidos, e foi usada por Beyoncé e Jay-Z nos Hamptons, point do estado de Nova York adorado pela elite estadunidense.

                     

                    Não é a primeira vez

                    Aproveitar momentos de lazer em barcos é um programa que Beyoncé adora — se for em uma embarcação luxuosa, melhor ainda. O casal é conhecido por desfrutar de férias em superiates, que dificilmente escapam das lentes dos paparazzi.

                    Foto: Instagram @beyonce/ Reprodução

                    Casados desde 2008, tanto Beyoncé quanto Jay-Z já foram fotografados em várias ocasiões a bordo de lanchas e iates em destinos como Mediterrâneo e o Caribe.

                     

                    Os artistas também já navegaram a bordo de megaiates: em 2020, por exemplo, fretaram o gigante Galatic Star, de 213 pés (65 metros) de comprimento!

                    Beyoncé e Jay-Z no megaiate Flyng Fox, em 2020. Foto: Instagram @beyonce/ Reprodução

                    Acostumados a lotar shows, Beyoncé e Jay-Z recorrem aos passeios no mar quando querem fugir das multidões. Na lista de por onde os cantores atracaram, há ainda barcos fretados que vão até 459 pés (140 metros), ou seja de comprimento maior do que um campo de futebol.


                    Diva das águas

                    Pode-se dizer que Beyoncé tem uma quedinha pelas águas. Ela é uma das milionárias que costumam frequentar St. Barth, um refúgio das celebridades no Caribe, onde Maddona, Leonardo DiCaprio e Michael Jordan também passeiam.

                    Porto de Gustavia, em St. Barth

                    Além disso, dentre os clipes de Beyoncé existem algumas referências às águas e ao lifestyle tropical, como em Drunk in Love (2013) e Baby Boy (2003), gravados na praia e bem próximo do mar; e em Blue (2013), que homenageia a sua filha Blue Ivy — e foi filmado no Brasil.

                    Clipe de “Drunk in Love”. Foto: Beyoncé/ YouTube/ Reprodução

                     

                    Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                     

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                      Maior túnel subaquático do mundo ligará países em apenas 7 minutos

                      Com 18 km de extensão, túnel Fehmarnbelt ligará Dinamarca à Alemanha e usará aço suficiente para construir 50 Torres Eiffel

                      Por: Redação -

                      Em quantos lugares você consegue chegar em sete minutos? Por meio do maior túnel subaquático do mundo, essa quantidade de tempo será suficiente para te transportar a outro país.

                      Batizado de Túnel Fehmarnbelt, o projeto de 18 quilômetros de extensão interligará Rødbyhavn, na Dinamarca, a Fehmarn, na Alemanha. Atualmente, o percurso só é possível por meio de balsa e leva 45 minutos.

                      Foto: Divulgação

                      A viagem poderá ser feita tanto de trem, com duração de sete minutos, quanto de carro, com duração de dez minutos. A rota traçada pelo fundo do Mar Báltico também será a mais curta entre a região da Escandinávia e o resto da Europa.

                       

                      A construção do maior túnel subaquático do mundo começou em 2020 no lado dinamarquês e em 2021 no lado alemão. A previsão é de que ele fique pronto em 2029.

                       

                      Confira abaixo como será o projeto quando ficar pronto:

                       

                      Fehmarnbelt Tunnel – lt – Closer together. New opportunities. from Femern A/S on Vimeo.

                      Como é feito o maior túnel subaquático do planeta

                      Imponente, a obra requer 360 mil toneladas de aço, equivalente ao necessário para construir 50 Torres Eiffel iguais a do mais famoso cartão postal de Paris. Cerca de 19 milhões de metros cúbicos de areia, pedra e solo estão sendo dragados para acomodar o Fehmarnbelt.

                       

                      No mar, centenas de marinheiros trabalham para submergir as partes construídas do túnel, dividido em 79 seções padrão e 10 especiais. Cada uma delas pesa 73 mil toneladas e tem 217 metros de comprimento.

                       

                      Esses pedaços são montados e fundidos em terra firme para, em seguida, serem posicionados no fundo do mar com o auxílio de barcos. De acordo com o site do projeto, algo em torno de 60 a 70 embarcações foram empregadas para esse fim.

                      Foto: Divulgação

                      Quando a estrutura estiver completa, equipes de instalações técnicas e mecânicas trabalharão simultaneamente para equipar o maior túnel subaquático do mundo com trilhos ferroviários, ventilação, câmeras, sinalizações, pinturas, entre outros. Há também um portal que interliga a parte submersa com a ferrovia e estrada em terra firme.

                       

                      A expectativa é de que o Fehmarnbelt opere por pelo menos 120 anos. Além de reduzir o tempo de viagem entre os países europeus, o projeto visa reduzir emissões de CO2 ao oferecer uma rota mais curta e rápida, bem como diminuir o engarrafamento nas estradas.

                       

                      Náutica Responde

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                        Evolve atracará com seu maior barco no Marina Itajaí Boat Show 2024

                        Estaleiro colocará sobre as águas do salão náutico modelos de 40 e 36 pés; evento acontece de 4 a 7 de julho

                        Por: Redação -

                        As águas do Marina Itajaí Boat Show 2024 receberão dois barcos da Evolve Boats, sendo um deles o maior modelo produzido pelo estaleiro. Ambos estarão à disposição do público no evento náutico que acontece nesta semana, de 4 a 7 de julho.

                        Batizada de Evolve 400 HT, a lancha de 40 pés com hard top tem como um dos maiores diferenciais a flexibilidade no layout, já que o proprietário pode escolher entre quatro configurações interiores.

                        Foto: Revista Náutica

                        Com boca de 3,50 metros, o barco acomoda até 15 pessoas em passeios diurnos, sendo que quatro podem dormir a bordo.

                         

                        O outro modelo que o estaleiro mostrará no Boat Show de Itajaí é a Evolve 360 HT, com designer esportivo e amplo solário de proa. Tanto essa, quanta a 400 HT já foram testadas pela equipe de NÁUTICA.

                        Marina Itajaí Boat Show 2024

                        O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.


                        A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                         

                        A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                         

                        Anote aí!

                        Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                        Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                        Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                        Mais informações: site do evento
                        Ingressos: site oficial de vendas

                         

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                          Confira todos os atletas brasileiros de esportes aquáticos que estarão nas Olimpíadas de Paris

                          Com chance de recorde olímpico de medalhas, o Brasil estará representado por mais de 40 nomes nas águas da França — e do Taiti

                          Falta menos de um mês para as Olimpíadas de Paris! Na França, os maiores atletas da atualidade competirão nos mais variados desportos e, entre eles, os esportes aquáticos. Com mais de 40 vagas garantidas nas águas — sem contar com triatlo e pentatlo –, o Brasil tem chance de recorde no número de medalhas.

                          Atualmente, os maiores medalhistas do Brasil na história das Olimpíadas são Torben Grael e Robert Scheidt, ambos na vela, com cinco medalhas cada. Entretanto, o canoísta Isaquias Queiroz já possui quatro pódios e pode entrar para a história do país caso conquiste mais medalhas em Paris.

                          Isaquias Queiroz comemorando a conquista do ouro, no Rio 2016. Foto: Miriam Jeske/COB/Divulgação

                          Com 18 nomes, a natação é o esporte aquático com mais brasileiros garantidos, enquanto a vela tem 12 e o surfe seis. Para você não ficar por fora de nenhum dos atletas que competirão nas águas da França, NÁUTICA separou uma lista com todos os confirmados nas Olimpíadas dentro das modalidades aquáticas. Confira!

                          Beatriz Dizotti. Foto: Jonne Roriz/COB/Divulgação

                          Atletas brasileiros de esportes aquáticos garantidos em Paris 2024

                          Natação (18 atletas)

                          Uma das maiores esperanças do Brasil em Paris está nas piscinas. Afinal, o segundo esporte que mais distribui medalhas é a natação — atrás apenas do atletismo. No geral, essa é a quarta modalidade que mais conquistou pódios para o país em Olimpíadas e conta com Guilherme Costa como um dos atletas favoritos.

                          Guilherme Costa. Foto: Jonne Roriz/COB/ Divulgação

                          Feminino

                          • Maria Fernanda Costa (200m e 400m livre, 4x100m e 4x200m livre)
                          • Gabrielle Roncatto (400m livre e 4x200m livre)
                          • Beatriz Dizotti (1500m livre)
                          • Stephanie Balduccini (4x100m e 4x200m livre e 4x100m medley misto)
                          • Ana Carolina Vieira (4x100m livre e 4x100m medley misto)
                          • Maria Paula Heitmann (4x200m livre)
                          • Giovana Reis (4x100m livre)

                          Masculino

                          • Guilherme Costa, o “Cachorrão” (200m, 400m e 800m livre e 4x200m livre)
                          • Nick Albiero (200m borboleta)
                          • Kayky Mota (100m borboleta e 4x100m medley misto)
                          • Guilherme Caribé (50m e 100m livre e 4x100m livre)
                          • Marcelo Chierighini (100m livre e 4x100m livre)
                          • Gabriel Santos (4x100m livre)
                          • Breno Correia (4x100m livre)
                          • Fernando Scheffer (4x200m livre)
                          • Eduardo Moraes (4x200m livre)
                          • Murilo Sartori (4x200m livre)
                          • Guilherme Basseto (4x100m medley misto)

                          Vela (12 atletas)

                          Desde as Olimpíadas de Atlanta 1996, o Brasil não sabe o que é ficar sem ao menos uma medalha na vela — inclusive, os dois maiores atletas medalhistas do país vieram desse esporte. Para 2024, a modalidade teve algumas mudanças: substituição da categoria RS:X pela IQFoil, além de tirar a Finn para entrar o kite.

                          Martine Grael e Kahena Kunze. Foto: Jonne Roriz/COB/Divulgação

                          Duplas mistas

                          • Martine Grael e Kahena Kunze (categoria 49erFX)
                          • Henrique Haddad e Isabel Swan (categoria 470)
                          • João Siemsen e Marina Arndt (categoria Nacra)
                          • Marco Grael e Gabriel Simões (categoria 49er)

                          Individual

                          • Bruno Fontes (categoria Laser)
                          • Bruno Lobo (Fórmula Kite)
                          • Gabriella Kidd (categoria Laser Radial)
                          • Matheus Isaac (categoria IQFOIL)

                          Surfe (6 atletas)

                          Você sabia que o surfe não será disputado em Paris? Por incrível que pareça, a sede deste esporte será no Taiti, na praia de Teahupoo. Com seis atletas, o Brasil é o país com mais representantes nas ondas e tem na ascensão do surfe feminino e na estrela de Gabriel Medina uma enorme esperança de medalha nas Olimpíadas.

                          Gabriel Medina. Foto: Jonne Roriz/COB/Divulgação
                          Tatiana Weston-Webb. Foto: Júlio César Guimarães/COB/Divulgação

                          Feminino

                          • Tainá Hinckel
                          • Luana Silva
                          • Tatiana Weston-Webb

                          Masculino

                          • Gabriel Medina
                          • Filipe Toledo
                          • João Chianca, o “Chumbinho”

                          Canoagem (6 atletas)

                          Eis aqui a maior chance de quebra de recorde olímpico do Brasil. Caso Isaquias Queiroz conquiste uma medalha, se iguala aos atletas Torben Grael e Robert Scheidt como maior medalhista do país nas Olimpíadas. Se for a dois pódios, o baiano se isola nesse posto — ele já seria o maior vencedor brasileiro em uma só edição dos Jogos.

                          Isaquias Queiroz. Foto: Miriam Jeske/COB/ Divulgação

                          Feminino

                          • Valdenice Conceição (C1 200m)
                          • Ana Paula Pergutz (K1 500m)

                          Masculino

                          • Isaquias Queiroz (C1 1000m)
                          • Jacky Godmann* e Filipe Vieira* (C2 500m)
                          • Vagner Souta (K1 1000m)

                          *Embora classificados, Jacky Godmann e Filipe Vieira não serão, necessariamente, os representantes do Brasil na categoria. O país pode escalar Isaquias Queiroz com um deles no C2, abrindo vaga para o outro competir no C1 1000m.

                          Canoagem slalom (3 atletas)

                          Diferentemente das outras categorias, a canoagem slalom acontece num curso de água limpa artificial, onde os competidores devem conduzir o barco por um percurso com hastes — também chamados de portões — que não podem ser atingidas. Em Paris, a modalidade terá a inclusão do caiaque extremo, com quatro canoístas disputando um curto trajeto simultaneamente.

                          Ana Sátila. Foto: Wander Roberto/COB/Divulgação

                          Feminino

                          • *Ana Sátila (categoria C1 e K1)
                          • *Omira Estácia (categoria C1)

                          Masculino

                          • *Pepê Gonçalves (categoria K1)

                          *Os atletas também poderão competir na categoria “caiaque extremo (X1)”, conhecido como caiaque cross.

                          Remo (2 atletas)

                          O Botafogo Futebol e Regatas estará bem representado em Paris, com dois dos seus aletas no remo. Tanto Lucas quanto Beatriz — que irá para sua primeira Olimpíada — venceram as finais do single skiff (na qual o competidor rema sozinho) do Pré-Olímpico das Américas, realizado no Rio de Janeiro.

                          Lucas Verthein. Foto: Gaspar Nóbrega/COB/Divulgação

                          Feminino

                          • Beatriz Tavares (single skiff)

                          Masculino

                          • Lucas Verthein (single skiff)

                          *Maratona Aquática (2 atletas)

                          Medalhista de ouro em Tóquio 2020, o fenômeno Ana Marcela Cunha chega à França como uma das atletas favoritas ao pódio e terá a companhia brasileira de Viviane Jungblut. Na última prova antes das Olimpíadas, as nadadoras do Brasil fizeram uma dobradinha na Itália, com Ana na 1ª posição e Vivi em 2º lugar.

                          Ana Marcela Cunha. Foto: Jonne Roriz/COB/Divulgação
                          • Ana Marcela Cunha
                          • Viviane Jungblut

                           

                          *A menos de um mês das Olimpíadas, o nível de poluição do Rio Sena, onde será disputada a maratona aquática, ultrapassa os limites previstos de poluição para realização de competições. Por isso, o plano de contingência avaliado pelo Comitê Organizador considera adiar a disputa.

                           

                          Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                           

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                            30/06/2024

                            Uma nova tecnologia para proteger as fronteiras marítimas do Brasil está em uso pela Marinha do Brasil. O Radar Além do Horizonte é o primeiro do tipo desenvolvido, instalado e operado na América do Sul. O equipamento foi produzido na cidade de São José dos Campos, no interior de São Paulo.

                            Importante aliado na defesa das águas jurisdicionais do país (faixa oceânica de domínio brasileiro), o novo radar da Marinha ganhou o nome de OTH 0100. O aparato foi desenvolvido pela IACIT, empresa fundada ainda em 1986 na cidade, tida como um dos principais polos tecnológicos do Brasil — e do mundo.

                            Foto: IACIT / Divulgação

                            O OTH 0100 coloca o Brasil em um seleto grupo de países que detêm essa tecnologia de ponta, composto por Estados Unidos, Rússia, Inglaterra, França, Canadá, Austrália, China e Israel.

                             

                            Instalado no sítio do Farol do Albardão, no Rio Grande do Sul, o radar da Marinha é considerado um sistema de última geração que, segundo a IACIT, é um dos poucos existentes no mundo capaz de rastrear embarcações não-cooperativas (ou seja, que não transmitem sinal de AIS, o Automatic Identification System) a uma distância de até 200 milhas náuticas (cerca de 370 quilômetros) da costa.


                            Dessa forma, o radar consegue fornecer informações de geolocalização e deslocamento dos chamados “navios-fantasmas”, permitindo a detecção precisa e o acompanhamento de alvos em alto-mar em tempo real. Ele também é capaz de suprimir interferências comuns na faixa de alta frequência, incluindo ruídos de sistemas de comunicação e da ionosfera.

                             

                            A IACIT explica ainda que com “a abertura de 120º em seu sistema de transmissão, cada Radar OTH 0100 consegue monitorar uma área superior a 143 mil km², gerando imensos ganhos operacionais e reduzindo os custos no processos de monitoração da ZEE (Zoneamento Ecológico-Econômico).”

                            Foto: IACIT / Divulgação

                            Toda essa tecnologia colabora para que a Marinha consiga desenvolver um trabalho muito mais completo na preservação das riquezas naturais da Amazônia Azul e no combate a atividades ilícitas como pirataria, contrabando, tráfico de drogas e de pessoas, além da espionagem.

                             

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                              Estabelecimentos pelo mundo unem experiências aquáticas a menus convidativos para atrair curiosos e interessados em novas vivências

                              Por: Redação -
                              29/06/2024

                              Imagine ser convidado para um restaurante tão exótico que permite que você mergulhe os pés em uma cachoeira enquanto come? Ou que te leva para uma visita à vida marinha, cinco metros abaixo da superfície? Pois são essas algumas das experiências que estabelecimentos ao redor do mundo oferecem a seus clientes.

                              Para além de ambientes flutuantes ou com belas paisagens, resorts e empresas estão apostando em vivências diferentonas em meio à água, que se unem a menus caprichados e, na maioria das vezes, luxuosos.

                               

                              Confira abaixo cinco restaurantes que apostaram no exótico e surpreendem pelas vivências oferecidas!

                              The Rock Restaurant

                              Esse restaurante fica, literalmente, sobre uma rocha cercada pelas águas do Oceano Índico. Localizado em Zanzibar, na Tanzânia, o espaço mistura gastronomia e cultura locais com toques da culinária italiana.

                              Foto: The Rock Restaurant/ Reprodução

                              Quem desejar desfrutar de seus atributos, precisa pegar um barco até lá. O estabelecimento foi fundado em 2011 depois que um dos proprietários avistou a rocha que servia como um posto de pescadores e hoje conta com programas sociais para ajudar a comunidade.

                              Amix Coffee

                              Os atuais clientes da cafeteria vietnamita podem observar belas carpas em aquários de vidro enquanto comem, mas nem sempre foi assim. Alguns anos atrás, o estabelecimento possuía uma área alagada, em que peixes literalmente nadavam em torno dos pés e tornozelos dos frequentadores.

                              Como era o antigo espaço da cafeteria. Foto: Amix Coffee/ Facebook/ Reprodução

                              De acordo com esse exótico restaurante, um sistema de filtro funcionava sem pausas para manter a água limpa e, antes de entrarem no espaço, as pessoas precisavam tirar meias e sapatos e higienizar os pés. Por conta de críticas, o local decidiu alterar a forma com que funciona.

                              Espaço atual da cafeteria. Foto: Amix Coffee/ Facebook/ Reprodução

                              Ithaa Undersea Restaurant

                              Parte do ultraluxuoso resort nas Maldivas, o Ithaa fica submerso em águas cristalinas, a uma profundidade de cinco metros da superfície. Graças à estrutura de vidro, os clientes têm vistas espetaculares e panorâmicas dos recifes de corais e da vida marinha que habita a região.

                              Foto: Ithaa Undersea Restaurant/ Reprodução

                              O menu do estabelecimento mescla sabores locais com influências ocidentais e os mais abastados podem ainda reservá-lo para jantares privados, casamentos e outras ocasiões especiais.

                              The Labassin Waterfall Restaurant

                              O prazer em desfrutar da culinária do restaurante se mistura à sensação relaxante de mergulhar os pés na água corrente de uma cachoeira. Poucos metros à frente das mesas distribuídas no espaço, a queda d’água garante um prazeroso som ambiente, ao passo que também permite momentos de diversão e lazer a quem decidir entrar debaixo dela.

                              Foto: Villa Escudero Plantations and Resort/ Facebook/ Reprodução

                              O The Labassin Waterfall fica nas Filipinas, dentro do resort Villa Escudero, e oferece um tradicional almoço nos padrões do país.


                              Koi Melody Coffee

                              A fixação do Vietnam com carpas também foi expressa neste restaurante exótico, situado na cidade de Ho Chi Minh.

                              Foto: Koi Melody Coffee/ Facebook/ Reprodução

                              Por lá, um lago raso e artificial acomoda centenas de peixes, enquanto plataformas flutuantes interligam pequenas ilhas circulares, com mesas e bancos para os clientes. Enquanto comem, crianças e adultos podem observar os animais e até mesmo alimentá-los.

                               

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                                Guia do Marina Itajaí Boat Show 2024 já está no app da NÁUTICA; saiba como acessar

                                Gratuito para download, conteúdo especial reúne informações sobre expositores, atrações e dicas para os visitantes

                                Por: Redação -
                                28/06/2024

                                A segunda edição do Boat Show de Itajaí, que acontece de 4 a 7 de julho, promete atracar em um dos maiores polos náuticos do Brasil com grandes destaques do setor. Para garantir que o público desfrute de todo o potencial do evento, NÁUTICA acaba de lançar o Especial Digital Marina Itajaí Boat Show 2024, um guia completo do salão.

                                Gratuito, o material está disponível para download dentro do aplicativo de NÁUTICA — que pode ser baixado via Google Play Store (para dispositivos Android) ou App Store (para iPhones).

                                Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                O conteúdo reúne tudo o que os visitantes precisam saber sobre o Boat Show de Itajaí, desde informações sobre horários e como chegar, até a localização de cada estande, por meio da planta do evento.

                                 

                                O Especial Digital também destaca os principais barcos que os estaleiros exibirão e elenca as marcas de motores e lojas que marcarão presença com itens essenciais para as embarcações.

                                 

                                Esta edição do Marina Itajaí Boat Show ainda oferece ao público uma série de atrações, como desfile de moda, experiências náuticas e campanha assinada pelo Ziraldo — cujos detalhes você confere no guia digital.

                                Como acessar o Especial Digital

                                Ter o guia na palma da sua mão é bem simples. Primeiramente, certifique-se de que você tem instalado o app da NÁUTICA em seu celular. Caso não, é só baixá-lo gratuitamente na loja de aplicativos do seu dispositivo.

                                Foto: Victor Santos/Revista Náutica

                                Ao abrir o app, você encontrará o Especial Digital Marina Itajaí Boat Show 2024 em destaque, no topo da tela inicial. Clicando em “Exibir” ou “Mais detalhes” é possível visualizar o guia online ou fazer o download do material para seu celular.


                                Marina Itajaí Boat Show 2024

                                O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

                                 

                                A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                                 

                                A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                                 

                                Anote aí!

                                Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                                Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                Mais informações: site do evento
                                Ingressos: site oficial de vendas

                                 

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                                  Atração leva público para velejar no Marina Itajaí Boat Show 2024

                                  Parceria da Associação Náutica de Itajaí com a Marina Itajaí, atração acontece nos dias 6 e 7 de julho; saiba mais

                                  Por: Redação -

                                  Para completar a imersão no mundo náutico que o Marina Itajaí Boat Show 2024 traz ao público, além dos grandes destaques do mercado, o evento contará com uma atração que levará os visitantes para velejar pelas águas catarinenses.

                                  Parceria entre a Associação Náutica de Itajaí (ANI) e a Marina Itajaí, a ação acontece entre 6 e 7 de julho, das 13h30 às 17h30, para coroar o final de semana no salão náutico — que começa na quinta-feira (4).

                                   

                                  As embarcações usadas neste passeio são veleiros artesanais de madeira, do modelo Ibis rubra 3.5. A expectativa é que cada grupo, composto por até três pessoas, desfrute de uma experiência de cerca de 15 minutos sobre as águas.

                                  Foto: Associação Náutica de Itajaí/ Divulgação

                                  Para velejar no Marina Itajaí Boat Show, basta fazer a inscrição prévia no local e as saídas vão acontecer a cada 30 minutos. Crianças a partir de três anos, acompanhadas de um responsável, podem participar. Coletes infantis e para adultos serão disponibilizados a todos.

                                   

                                  Fundada em 2002, a Associação Náutica de Itajaí nasceu de uma idealização do casal de velejadores Vilmar e Higina Bráz.

                                   

                                  A bordo do veleiro Jornal, de 29 pés, os dois passaram 55 meses em uma viagem de volta ao mundo que passou por 45 países. Dentre eles, estava a Itália, onde conheceram um projeto que oportunizava a prática da vela para a comunidade.

                                   

                                  Inspirados pela iniciativa, o casal passou a alimentar o sonho de fazer o mesmo pela população de Itajaí. No ano em que voltou à terra firme, a dupla conseguiu colocar a ideia em prática e hoje fomenta diversos projetos no meio náutico, como escola de vela para crianças, paracanoagem, remo recreativo, realização de regatas, entre outros.

                                  Marina Itajaí Boat Show 2024

                                  O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.


                                  A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                                   

                                  A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                                   

                                  Anote aí!

                                  Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                                  Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                  Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                  Mais informações: site do evento
                                  Ingressos: site oficial de vendas

                                   

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                                    Conheça o megaiate que Bill Gates colocou à venda antes mesmo de ficar pronto

                                    Veja detalhes do modelo da Feadship movido a hidrogênio, que bilionário encomendou em 2019

                                    Desfrutando de um luxo que nem todos podem ter, Bill Gates não só encomendou um megaiate da Feadship, como o colocou à venda antes mesmo que a embarcação pudesse passar por suas mãos. A decisão, contudo, fez com que o estaleiro revelasse detalhes anteriormente mantidos em segredo sobre o barco.

                                    Até maio deste ano, o então Projeto 821 era tido como o maior e mais secreto projeto do estaleiro holandês. Foi apresentado, inclusive, como o primeiro megaiate com célula de combustível de hidrogênio do mundo — um grande passo para a Feadship, que busca se tornar neutra para o clima até 2030.

                                    Foto: Feadship / Divulgação

                                    A construção do barco de 119 metros movido a hidrogênio se deu devido a um pedido do próprio Bill Gates, ex-diretor executivo da Microsoft, em 2019. Agora, em 2024, pouco antes do megaiate ser finalmente entregue, o 9º homem mais rico do mundo decidiu colocar a embarcação à venda.

                                    Foto: Feadship / Divulgação

                                    A decisão pode parecer trágica, mas, para os amantes de embarcações de luxo, foi até boa. Isso porque, assim, a Feadship decidiu revelar detalhes do até então megaiate de Bill Gates, que eram mantidos em segredo. O primeiro passo, inclusive, foi rebatizar o megaiate que, de Projeto 821, virou o Breakthrough.

                                    Conheça o Breakthrough, ex megaiate de Bill Gates

                                    Como já mencionado, o megaiate Breakthrough possui nada menos que 119 metros de comprimento. Todo esse espaço, claro, é preenchido com todas as comodidades de luxo que uma embarcação desse tipo costuma ter. Mas, nesse caso, algumas fogem “do costume”.

                                    Foto: Feadship / Divulgação

                                    Por exemplo, o megaiate possui em suas dependências um hospital, um “lounge Nemo” (área projetada para relaxamento e socialização dos passageiros) e passarelas privativas, que buscam conferir ao proprietário um momento de privacidade, uma vez que a embarcação comporta 74 pessoas — 30 convidados e 44 tripulantes.

                                    Foto: Feadship / Divulgação

                                    Outra grande revelação da Feadship foi quanto à velocidade do (ex) megaiate de Bill Gates, que pode atingir até 17 nós (31,5 km/h), com um alcance de 6.500 milhas náuticas (12.038 km) em velocidade de cruzeiro. Apesar de ser movido a hidrogênio, essas distâncias não serão percorridas apenas com o elemento, já que não há espaço suficiente a bordo para armazená-lo.


                                    Contudo, o Breakthrough foi projetado para ser capaz de operar funções semelhantes a de um “hotel fundeado” com hidrogênio por uma semana inteira — ou navegar a 10 nós (11,5 mph/18,5 km/h) com ele.

                                    Foto: Feadship / Divulgação

                                    A propulsão do megaiate é simplesmente composta por propulsores azimutais ABB duplos, de 3.200 kW, emparelhados com dois geradores MTU de 900 kW, três geradores MTU de 2.500 kW e dezesseis geradores PowerCell H2 de 185 kW.

                                     

                                    Quando os MTUs entram em ação, funcionam com óleo vegetal hidrotratado (HVO), com base em um sistema que a Feadship desenvolveu e aperfeiçoou para o superiate Obsidian, entregue em 2023.

                                     

                                    O Breakthrough foi listado por nada menos que 600 milhões de euros (cerca de R$ 3,6 bilhões, em conversão realizada em junho de 2024).

                                    Wayfinder. Foto: Edmiston Yachts / Divulgação

                                    A título de curiosidade, Bill Gates também está vendendo o Wayfinder, um catamarã de 68,2 metros do estaleiro espanhol Astilleros Armon, por módicos 55 milhões de euros (aproximadamente R$ 327,5 milhões).

                                     

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                                      Em expedição no Chile, pesquisadores encontram raro porco-do-mar a 2.836 metros de profundidade

                                      Estudiosos estavam em busca das chamadas infiltrações frias; equipe coletou mais de setenta espécimes e muitos podem ser novos para a ciência

                                      Enquanto as fontes hidrotermais liberam jatos d’água que chegam aos mais de 300°C, as infiltrações frias servem de energia química para animais que vivem sem luz solar, como é o caso do raro porco-do-mar (Scotoplanes), espécie encontrada a 2.836 metros de profundidade no Chile durante uma expedição.

                                      Em março deste ano, um grupo de pesquisadores da Nova Zelândia relatou ter descoberto cerca de 100 novas espécies marinhas também durante uma expedição, a bordo do navio de pesquisa Tangaroa, do Instituto Nacional de Pesquisa da Água e Atmosfera (NIWA). Entre elas estava o porco-do-mar, que se destacou pela aparência semelhante a de um porquinho.

                                      Foto: Schmidt Ocean Institute / Divulgação

                                      Apesar da similaridade, na ocasião, os cientistas afirmaram se tratar de um pepino-do-mar com algumas deformidades e apêndices, que lembram pernas e orelhas. Fato é que o porco-do-mar foi novamente avistado, também em expedição, mas desta vez, no Chile, a 2.836 metros de profundidade.

                                      Expedição que encontrou porco-do-mar buscava infiltrações frias

                                      Durante a expedição do Schmidt Ocean Institute ao Chile, pesquisadores a bordo do R/V Falkor encontraram infiltrações frias depois de uma busca de mais de 12 horas. Essas áreas, nas profundezas do oceano, estão se mostrando o lar ideal para os porcos-do-mar, já que fornecem hidrocarbonetos como metano e sulfeto de hidrogênio, que vazam lentamente para fora dos sedimentos — ideais para a espécie que vive sem luz solar.

                                      O metano no fundo do mar fornece energia para bactérias, uma fonte de alimento para animais como mariscos, lagostas e vermes tubulares– diz o comunicado do instituto


                                      Segundo o instituto, as infiltrações encontradas na Fossa do Atacama são de uma formação de 8 mil metros de profundidade, que se estende pelo Peru e Chile, e possuem um grande interesse científico. Isso porque essas infiltrações podem fornecer informações sobre o desenvolvimento da vida na Terra e estratégias de sobrevivência em condições extremas, inclusive relevantes para a busca de vida em outros planetas.

                                      Os micróbios que vivem nessas infiltrações têm estratégias incríveis para produzir alimentos sem luz solar. Aqui na Terra, a vida no escuro é estranha por si só e fornece informações críticas para a compreensão de como os organismos persistem nas condições mais extremas– Lauren Seyler, da Universidade de Stockton

                                      “Ainda estamos tentando descobrir como a vida começou na Terra e ambientes que fornecem energia química para a vida, como este, podem oferecer pistas sobre a faísca que acendeu toda a biodiversidade no nosso belo planeta“, completa Lauren.

                                      Foto: Schmidt Ocean Institute / Divulgação

                                      Além das infiltrações frias, a equipe coletou mais de setenta espécimes, incluindo animais raros e possivelmente novos, como caracóis marinhos e anfípodes, encontrados entre 3 mil e 4,5 mil metros de profundidade. As amostras serão mantidas na Universidade Arturo Prat Museo del Mar em Iquique e no Museu de História Nacional em Santiago, Chile.

                                      Foto: Schmidt Ocean Institute / Divulgação

                                       

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                                        Por: Redação -

                                        O fundo do mar esconde tesouros que há muito fascinam o homem, mas recentemente, parte deles foi retirada das profundezas e trazida à tona por pesquisadores chineses. Trata-se de mais de 900 relíquias da época da Dinastia Ming, encontradas em dois navios naufragados.

                                        As peças centenárias estavam a 1500 metros de profundidade no mar do sul da China e incluem porcelanas, joias e até bebidas alcóolicas. As embarcações, encontradas em outubro de 2022, estavam cerca de 22 quilômetros uma da outra.

                                        Foto: NCHA/ Divulgação

                                        Conforme comunicado da Administração Nacional do Patrimônio Cultural da China (NCHA), as escavações começaram em maio de 2023 e terminaram neste mês. No ano passado, Yan Yalin, diretor do departamento de arqueologia da instituição, fez elogios ao patrimônio encontrado.

                                        Os destroços estão relativamente bem preservados e revelaram um grande número de relíquias– Yan Yalin, em coletiva de imprensa

                                        Poderosa, a Dinastia Ming durou mais de 270 anos, de 1368 a 1644. Ela governou a China depois da queda da Dinastia Mongol dos Iuã, que acabou com o período caótico iniciado por Sima Yan, em 263.

                                        Por dentro do tesouro chinês

                                        Investigar a região onde foram achados os navios demandou, segundo a NCHA, o uso inédito de tecnologias e equipamentos especiais. Entre eles, estão câmeras subaquáticas de alta definição e scanner a laser 3D, que permitiram que os pesquisadores visualizassem os artefatos em detalhes.

                                         

                                        Ao que tudo indica, o primeiro naufrágio aconteceu por volta de 1506 e vitimou um barco de 37 metros de comprimento. Ele carregava peças pintadas de porcelana e cerâmica, além de moedas de cobre.

                                        Foto: NCHA/ Divulgação

                                        Alguns dos itens que compõem o tesouro chinês, inclusive, apresentam elementos culturais islâmicos, o que revela “o comércio de mercadorias e trocas culturais entre a China e o Sudeste Asiático, o Oceano Índico e até mesmo países do Oriente Médio em meados da Dinastia Ming”, aponta a NCHA.

                                         

                                        Embora os pesquisadores não tenham detalhado a idade do segundo navio naufragado, estimam que não seja muito diferente da época do primeiro. Em seus 21 metros de comprimento, foram encontradas grandes quantidades de toras de madeira, bem como itens em porcelana, cerâmica e conchas.

                                        Foto: NCHA/ Divulgação

                                        Além de fornecer detalhes sobre as rotas de comércio chinês, os tesouros conferem importantes informações sobre a civilização e cultura da época — motivos pelos quais os arqueólogos continuarão a apostar em tecnologias para estudar o acervo.

                                         

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                                          Fenômeno raro: ondas do mar congelam na Terra do Fogo por conta das baixas temperaturas; assista

                                          O frio extremo que atinge a Patagônia, na Argentina, fez com que a água do mar virasse uma pedra de gelo

                                          Por mais contraditória que pareça a frase a seguir, ela é verdadeira e fruto de um fenômeno raro: as ondas do mar congelaram na Terra do Fogo.

                                          Banhada pelos oceanos Pacífico, Atlântico sul e Antártico, a Terra do Fogo é um arquipélago formado por uma ilha principal e um grupo de ilhas menores, localizado no extremo sul da América Latina, dividido entre o Chile e a Argentina — onde as ondas do mar congelaram na última terça-feira (25).


                                          Em um vídeo publicado no X (antigo Twitter), é possível observar as ondas de uma praia na região de San Sebastián congeladas, próximas à costa, como se tivessem parado no tempo antes de quebrarem, como de costume, na areia da praia.


                                          Meteorologistas dizem que a principal causa desse fenômeno se deve a uma combinação de temperaturas extremamente baixas e condições climáticas específicas, que favorecem a formação de gelo no mar.

                                           

                                          A previsão do tempo na região para os próximos dias é de temperaturas entre -6ºC e 3ºC, com bastante neve. Segundo o jornal argentino La Nación, diante das previsões meteorológicas, as estradas nacionais estão bloqueadas totalmente para circulação de todos os tipos de veículos na Rota Nacional 40.

                                           

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                                            Propriedade no meio do oceano oferece três praias privadas e chalé à beira-mar para hóspedes

                                            Por: Redação -

                                            Ter a seu dispor uma ilha particular, cercada por águas cristalinas e com uma mansão histórica de 120 anos é certamente uma experiência para poucos, mas o futuro proprietário da Rogers Island poderá contar em detalhes como é ter essa vivência.

                                            Localizada na costa de Connecticut, nos Estados Unidos, a ilha tem 7,65 acres (ou 31 mil m²) e está à venda por US$ 35 milhões, equivalentes a pouco mais de R$ 192 milhões, na conversão atual (junho de 2024).

                                            Foto: Divulgação

                                            Quem investir nesse paraíso terá muitas opções de lazer a dispor, incluindo três praias privadas e duas docas, que garantem passeios de barco pelos arredores e prática de esportes aquáticos. Os que preferirem relaxar diante de uma bela visão do mar, podem desfrutar de um gazebo estrategicamente posicionado.

                                             

                                            Garantindo a diversão dos proprietários e hóspedes, a ilha particular ainda conta com piscina de resort, lago de carpas, campo de golfe, quadra de tênis, cestas de basquete, estufas e formosos jardins.

                                            Foto: Divulgação

                                            Mansão histórica na ilha particular

                                            A construção erguida em 1902 certamente estará na lista de maiores atrativos dos interessados em adquirir o território. O responsável por ela é John Jay Phelps, que substituiu a antiga pedreira do século 19 por uma mansão no estilo Tudor.

                                            Foto: Divulgação

                                            Com 812 m² e três andares, a casa acomoda seis quartos e diversas áreas internas e externas que mesclam arquitetura histórica com atmosfera descontraída, graças aos tons coloridos das paredes e decorações.

                                            Foto: Divulgação

                                            As grandes janelas dos espaços permitem boa entrada de luz natural, ao passo que a lareira e os equipamentos modernos garantem o conforto dos proprietários.

                                             

                                            Além da mansão principal, a ilha particular conta com um chalé ‘pé na areia’, exclusivo para os hóspedes. A casa à beira-mar possui quatro quartos e uma ampla varanda com mesa para refeições.

                                            Foto: Divulgação

                                            No total, a ilha particular conta com 10 quartos, seis banheiros e dois lavabos. O atual proprietário é o executivo Greg Jensen, que adquiriu o local em 2018.

                                             

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                                              Em maio deste ano, o Manta Ray, drone subaquático dos Estados Unidos para operações militares, realizou testes no mar e teve imagens divulgadas. O equipamento, em si, não é segredo, mas o exército americano evitou dar detalhes de suas dimensões. O que não se esperava é que Google faria uma imagem aérea da base naval onde o drone está ancorado.

                                              O registro feito por imagens de satélite mostra o Manta Ray ancorado na base naval de Port Hueneme, na Califórnia, ao lado de outras duas embarcações — o que dá uma clara ideia de suas dimensões, anteriormente mantidas em sigilo.

                                              Foto: Google Maps / Reprodução

                                              Essa, inclusive, foi a primeira vez que o drone subaquático dos EUA foi visto fora de demonstrações oficiais. Ou seja, um registro raro — e muito revelador.


                                              O que é o Manta Ray, drone subaquático dos EUA

                                              Desenvolvido pela Northrop Grumman, o Manta Ray é um protótipo não-tripulado, e faz parte de um projeto da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (Darpa) para criar uma nova classe de Veículo Subaquático Não Tripulado (UUV, na sigla em inglês) de longa duração. Os EUA, inclusive, usam vários tipos de veículos não tripulados em suas operações.

                                              Foto: Northrop Grumman / Divulgação

                                              Uma das principais vantagens do drone subaquático é que o equipamento pode ser enviado e montado com facilidade, o que permite uma implantação rápida em qualquer lugar. Dessa forma, o submarino economiza a energia que seria gasta com seu deslocamento.

                                               

                                              O veículo subaquático se movimenta através de uma técnica impulsionada pela flutuabilidade, também conhecida como planagem. Suas várias baias de carga são capazes de suportar diferentes tamanhos — e tipos — de conjuntos de missões navais, permitindo, assim, uma ampla variedade de operações.

                                               

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                                                Travessia da balsa São Sebastião-Ilhabela corre o risco de ser afetada devido ao mau tempo; aviso da Marinha vale de sexta-feira (28) até domingo (30)

                                                A chegada de uma frente fria levará ao litoral norte de São Paulo uma ressaca marítima com ventos fortes, de até 75 km/h, e ondas altas, que poderão chegar aos 3 metros de altura. O alerta foi emitido em nota pela Marinha do Brasil.

                                                O aviso da entidade reforça que as condições adversas poderão se estender também para a faixa litorânea do Rio de Janeiro — tudo isso por conta da passagem de uma frente fria, que deve derrubar as temperaturas nos próximos dias.

                                                Imagem ilustrativa / Envato

                                                Se está nos seus planos ir de São Sebastião à Ilhabela, melhor se atentar. Isso porque a travessia da balsa é suspensa quando a velocidade dos ventos ultrapassa 46 km/h, devido a um protocolo de segurança.

                                                 

                                                Em momentos como esse, podem ocorrer inundações e destruição de estruturas, portanto é importante evitar a prática de esportes aquáticos no mar. Passeios na orla — a pé ou de bicicleta — também não são recomendados.


                                                Segundo o Climatempo (empresa brasileira de serviços de Meteorologia), a previsão para o sábado em São Sebastião é de “sol com muitas nuvens e pancadas de chuva à tarde e à noite”, com máxima de 22°C e mínima de 18°C. Já no domingo, faz mais frio, com máxima de 18°C e mínima de 16°C, sendo que deve chover o dia todo.

                                                 

                                                A Marinha do Brasil mantém todos os alertas de mau tempo em vigor por meio de seu site oficial.

                                                Confira recomendações de segurança em caso de ressaca marítima

                                                • Evitar o banho de mar em áreas que estejam em condições de ressaca;
                                                • Evitar a prática de esportes no mar;
                                                • Não permanecer em mirantes na orla ou em locais próximos ao mar durante o período de ressaca;
                                                • Os frequentadores de praias devem seguir as orientações das equipes do Corpo de Bombeiros;
                                                • Os pescadores devem evitar navegar durante o período de ressaca;
                                                • Evitar trafegar de bicicleta na orla caso as ondas estejam atingindo a ciclovia;
                                                • Não entrar no mar para resgatar vítimas de acidente. Neste caso, acione imediatamente as equipes do Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.
                                                • Em caso de emergências, acione a Defesa Civil pelo telefone 199.

                                                As dicas de segurança são do Centro de Operações Rio

                                                 

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                                                  Por: Redação -

                                                  Uma baleia jubarte arrastou um barco em Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro, após colidir com o cabo da âncora e ficar enroscar nele. O caso aconteceu na última segunda-feira (24), em uma zona de pesca da Praia Grande — que também é rota de migração da espécie.

                                                  Assim que registraram a presença do animal, os pescadores cortaram o cabo. Ninguém ficou ferido, incluindo a baleia, mas ela passou a ser monitorada pela Fundação de Meio Ambiente, Pesquisa Ciência e Tecnologia de Arraial do Cabo (FUNTEC), já que ainda estava com o cabo preso na nadadeira.

                                                  Foto: Funtec Ambiental/ Reprodução

                                                  Por meio de um drone, os especialistas acompanharam o animal e, ao localizarem-no, acionaram lanchas do ICMbio e do laboratório Ecomar da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) para prestar assistência a ele. Uma embarcação de pesca tradicional também se juntou às equipes.

                                                   

                                                  Quando os especialistas se prepararam para mergulhar, a jubarte conseguiu se soltar do cabo e retornou ao mar aberto em segurança. Veja abaixo o momento em que a baleia arrasta o barco:

                                                   

                                                  Temporada de baleias

                                                  Após o ocorrido, a prefeitura de Arraial do Cabo reforçou as regras a serem seguidas em caso de aproximação de cetáceos.

                                                   

                                                  Dentre as normas, está a necessidade de manter o motor do barco ligado em neutro, caso os tripulantes avistem uma baleia, bem como determinações sobre limites de distância, barulho e perseguição aos animais.


                                                  As informações constam em um guia preparado pela prefeitura, que também traz informações sobre locais onde é possível avistar baleias, dicas para encontrá-las e telefones úteis caso alguém encontre um animal precisando de ajuda.

                                                   

                                                  No Brasil, a temporada de baleias acontece de junho a novembro, meses em que os cetáceos deixam as águas geladas da Antártida para se reproduzirem e parirem em território tropical mais quente.

                                                   

                                                  Náutica Responde

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                                                    Pesquisadores encontram rio capaz de documentar a vida na Terra ao longo de 120 milhões de anos

                                                    Achado no Canadá fornece informações inclusive do período Paleozoico, até então com poucas evidências registradas

                                                    A história da vida na Terra se divide por inúmeros períodos, que ganham contexto e o entendimento humano a partir de pesquisas e incontáveis estudos. Alguns deles, porém, permanecem com lacunas escondidas pelo tempo. A descoberta de um rio no Canadá, contudo, promete mudar a percepção de momentos cruciais do planeta, já que abriga registros da vida na Terra ao longo de 120 milhões de anos.

                                                    Pelo menos é isso o que afirma a equipe de pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, responsável pela descoberta do rio Peel, próximo ao Delta do Mackenzie no Mar Ártico. Os estudiosos entendem que as rochas na margem do local, inclusive, são capazes de documentar a vida marinha de 490 a 370 milhões de anos atrás.

                                                    Foto: Erik Sperling / Divulgação

                                                    Isso significa que o período Paleozoico, até então com poucas evidências preservadas, ganhará um novo capítulo de descobertas. Para os estudiosos, os depósitos no rio ainda incluem registros dos períodos Alto Cambriano, Ordoviciano, Siluriano e Devoniano Médio.

                                                    Não há nenhum outro lugar no mundo onde você possa estudar um registro tão longo da história da Terra, sem mudanças significativas em aspectos como profundidade da água ou tipo de bacia– Erik Sperling, autor principal do estudo, em comunicado

                                                    Rio no Canadá traz registros sobre os níveis de oxigênio na Terra

                                                    O ponto central do estudo de Sperling e sua equipe está na evolução dos níveis de oxigênio no planeta. Na Terra primitiva, os níveis do elemento eram muito baixos, tanto na atmosfera quanto nos oceanos. Há cerca de 2,5 bilhões de anos, contudo, esse cenário mudou, graças ao Grande Evento de Oxidação. Ainda com os níveis elevados, naquela época, seria impossível sustentar a vida como ela é hoje.

                                                     

                                                    A segunda grande mudança nos níveis de oxigênio — que os aproximou dos níveis atuais — ainda é incerta, podendo ter ocorrido há 800 milhões de anos ou mais recentemente. Mas, segundo Sperling, os níveis chegaram perto dos atuais mais tarde do que se pensava. “Os primeiros animais ainda viviam em um mundo de baixo oxigênio”, comenta ele.


                                                    Apesar de esse ser o foco da pesquisa de Sperling, a descoberta do lago é um verdadeiro tesouro recheado de outras grandes possibilidades. O registro é capaz de trazer novas descobertas sobre as espécies marinhas e funcionar como uma “ferramenta de calibração” para outros depósitos fósseis, colaborando com uma datação mais precisa de novos achados.

                                                     

                                                    “Para fazer comparações ao longo de enormes períodos de nossa história e entender as tendências de longo prazo, você precisa de um registro contínuo [como é o do rio]”, explicou Sperling.

                                                     

                                                    Náutica Responde

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                                                      Lançamento da Seacar será um dos destaques do Boat Show de Itajaí

                                                      Nova lancha Maestry 2025, com aparência de carro esportivo, estará no salão que acontece de 4 a 7 de julho

                                                      Duas lanchas que mais parecem carros esportivos serão grandes atrações da aguardada segunda edição do Marina Itajaí Boat Show. Os modelos Maestry e Vehigh, da Seacar, estarão no evento que acontece de 4 a 7 de julho, e poderão ser vistos de pertinho pelos visitantes.

                                                      Destaque para o Seacar Maestry 2025, atualização da marca — que chega com novidades. A nova lancha traz como principal diferencial o interior, com painel multimídia digital, todo em led. Faróis e lanternas traseiras chegam com design exclusivo, sendo esse o único modelo da marca que já vem de série com capota.

                                                      Seacar Vehight no Boat Show de Itajaí em 2023. Foto: Revista Náutica / Divulgação

                                                      Para completar o pacote de novidades, a lancha traz internet Starlink e duas saídas de ar na proa, para conferir mais esportividade à embarcação.

                                                      Seacar Vehight no Boat Show de Itajaí em 2023. Foto: Revista Náutica / Divulgação

                                                      O novo modelo da Seacar que vai atracar no Boat Show é um trimarã, equipado com motor hidrojado de 355 hp e alcance 60 mph de velocidade máxima, capaz de de navegar tanto em águas doces, quanto no mar agitado.

                                                       

                                                      O outro barco exposto pela Seacar no evento é o Seacar Vehight, que também participou do Boat Show de Itajaí em 2023.


                                                      Marina Itajaí Boat Show 2024

                                                      O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.

                                                       

                                                      A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.

                                                       

                                                      A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.

                                                       

                                                      Anote aí!

                                                      Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
                                                      Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
                                                      Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
                                                      Mais informações: site do evento
                                                      Ingressos: site oficial de vendas

                                                       

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                                                        Descoberta histórica: pesquisadores encontram navio de 1.400 anos antes de Cristo no Mar Mediterrâneo

                                                        Naufrágio foi encontrado em águas profundas com centenas de artefatos da Idade do Bronze, a cerca de 90 km da costa norte de Israel

                                                        26/06/2024

                                                        Quanto da história cabe no fundo do mar? A cada novo resto de naufrágio encontrado, essa resposta fica ainda mais incerta — e o mais recente deles chega para firmar essa teoria. Isso porque trata-se de um navio mercante datado de 1.400 a.C, tido como o mais antigo já descoberto na história. Como se não bastasse, a embarcação foi encontrada com artefatos intactos da Idade do Bronze.

                                                        A descoberta foi anunciada na última quinta-feira (20), pela Autoridade de Antiguidades de Israel. A instituição conseguiu dar a idade estimada do naufrágio a partir de uma análise preliminar de dois potes de barro encontrados na embarcação, conhecidos como ânforas cananéias.

                                                        Foto: Energean / Divulgação

                                                        O navio, com tamanho estimado entre 39 e 46 pés, foi encontrado no Mar Mediterrâneo, a cerca de 90 quilômetros da costa do norte de Israel e a uma profundidade aproximada de um quilômetro e meio. Ao que tudo indica, o barco afundou carregado com centenas de potes de armazenamento, que permaneceram praticamente intactos no porão.

                                                         

                                                        “Seu corpo e conteúdo não foram modificados por mãos humanas, nem afetados por ondas e correntes que impactam naufrágios em águas mais rasas” afirmou Jacob Sharvit, diretor de arqueologia marítima da Autoridade de Antiguidades de Israel e líder da expedição de reconhecimento.

                                                        Foto: Autoridade de Antiguidades de Israel / Divulgação

                                                        A descoberta do naufrágio do navio mercante traz elementos raros da Idade do Bronze, uma vez que, até então, somente dois outros foram descobertos no Mediterrâneo, ambos perto da costa turca — sendo o mais recente de 1982.

                                                        Como a embarcação foi encontrada

                                                        Apesar da descoberta ter sido anunciada apenas na última semana, o naufrágio do navio mercante já era conhecido desde 2023, resultado de uma pesquisa conduzida pela Energean, uma empresa sediada em Londres que procura desenvolver campos de gás natural.

                                                         

                                                        A embarcação foi avistada graças ao trabalho de um veículo subaquático operado remotamente (ROV) que, amarrado a uma embarcação de superfície por um cabo de aço, conseguiu registrar o que parecia ser uma pilha de jarros no fundo do mar.

                                                        Foto: Energean / Divulgação

                                                        A Energean, então, encaminhou as imagens para a Autoridade de Antiguidades de Israel, que identificou os jarros como potes de armazenamento do final da Idade do Bronze. Naquela época, esses recipientes guardavam itens como mel, azeite e resina da árvore Pistacia atlantica — usada como conservante de vinho e, no Egito, como incenso e como verniz em equipamentos funerários da era do Novo Império.

                                                         

                                                        Com o interesse da Autoridade pelo achado, a Energean construiu dois apêndices mecânicos para o ROV, capazes de extrair artefatos da pilha com risco mínimo de danos a todo o conjunto — e assim foi feito.

                                                        O navio está preservado a uma profundidade tão grande que o tempo congelou desde o momento do desastre– disse Jacob Sharvit


                                                        Revelações sobre a navegação antes de Cristo

                                                        O naufrágio do navio mercante e seus destroços sugerem que os comerciantes da Idade do Bronze viajavam para muito mais longe dos portos do que revelaram dois naufrágios escavados no sul da Turquia, encontrados em águas mais rasas.

                                                         

                                                        “A descoberta deste barco muda agora toda a nossa compreensão das antigas habilidades de navegação dos marinheiros”, disse Sharvit.

                                                        É o primeiro a ser encontrado a uma distância tão grande, sem linha de visão para qualquer massa de terra. Deste ponto geográfico, apenas o horizonte é visível ao redor– destaca o diretor

                                                        Sharvit ainda sugere que, na falta de bússolas, astrolábios ou sextantes, os marinheiros do século 14 a.C. provavelmente dependiam da navegação celestial, observando ângulos do sol e posições das estrelas.

                                                         

                                                        Náutica Responde

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                                                          A ilha de Mnemba, no arquipélago de Zanzibar, na Tanzânia, atrai turistas do mundo todo para verem de perto a beleza incontestável de seu recife de corais. Submersos a 10 metros de profundidade, os corais são cobertos por uma água tão transparente que os deixa como a um passo de distância.

                                                          Essa maravilha da natureza segue por sete quilômetros além da ilha e foi designada pelo governo de Zanzibar como uma área de conservação marinha. Além da beleza, o famoso recife de corais também contribui com a renda da população local, por meio do turismo e da pesca.

                                                          Beleza ameaçada

                                                          Os corais da ilha de Mnemba não conseguiram fugir das consequências das mudanças climáticas. Com a água do mar acima da sua temperatura natural, os corais passam por uma situação de “estresse”, fazendo com que ele expulse as algas de cores brilhantes que vivem em seu interior.

                                                           

                                                          Sem as algas, os corais perdem sua principal fonte de nutrientes. Dessa forma, suas cores, aos poucos, vão embora, causando o famoso branqueamento — situação que segue até o coral morrer.

                                                          Como se não bastasse, a pesca invasiva também colocou em xeque a vida marinha dos peixes na região — uma das principais fontes de renda das pessoas que vivem na ilha de Mnemba. Para se ter uma ideia, pescadores chegaram a usar dinamites para captar peixes. Mergulhadores e barcos turísticos não autorizados também contribuíram para os danos ao coral.


                                                          Um criativo projeto de restauração

                                                          Com a percepção dos danos sofridos pelos corais, a população da ilha de Mnemba se deu conta de que precisava agir para continuar tendo o local como lar e meio de sobrevivência.

                                                           

                                                          Assim, em setembro de 2021, comunidades locais passaram a atuar em conjunto com as organizações de turismo responsável &Beyond e African Foundation para proteger a área e apoiar a prática da pesca de forma sustentável.

                                                          Foto: Oceans Without Borders / Divulgação

                                                          A principal ação para a recuperação dos corais ficou por conta de uma ideia criativa. Estruturas de aço, em forma de tartarugas e estrelas-do-mar, foram construídas com o objetivo de refletir a vida silvestre no recife.

                                                          Foto: Oceans Without Borders / Divulgação

                                                          Posteriormente, os objetos foram fixados ao recife existente. Aliado à solução, corais recém-cultivados também foram plantados no viveiro submarino. A ideia deu tão certo que, três anos depois, 80% da cobertura de coral foi restaurada.

                                                          Foto: Oceans Without Borders / Divulgação

                                                          Para preservar a área recuperada, mudanças no turismo e na pesca foram adotadas. O local, que recebia cerca de 400 pessoas, limitou a entrada na ilha para um número muito menor: 80.

                                                           

                                                          O preço para visitar a ilha de Mnemba também aumentou de US$ 3 (cerca de R$ 16 com valores convertidos em junho de 2024) para US$ 25 (por volta de R$ 135). “Esta medida melhorou a preservação do meio ambiente e também aumentou a receita”, afirma Bakari Jaha, coordenador da Fundação África Zanzibar. A pesca, por sua vez, foi suspensa nas regiões de restauração do recife.

                                                           

                                                          Conheça mais sobre o projeto no vídeo a seguir:

                                                           

                                                           

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                                                            Segundo a pesquisa, o animal possui um mecanismo específico na laringe para emitir som sem respirar; entenda

                                                            Por acaso você já tentou fechar a boca, prender a respiração e cantar? Caso tenha feito esse teste, com certeza falhou — além de ter gerado uma cena cômica. Mas é exatamente isso que as baleias fazem debaixo d’água, quando emitem sons mesmo sem respirar.

                                                            Para explicar essa curiosa “habilidade”, pesquisadores investigaram como funciona a anatomia das baleias de barbatanas — grupo composto por espécies como as baleias jubarte, franca e cinzenta, por exemplo.

                                                             

                                                            Afinal, ao contrário das baleias dentadas — que usam um órgão nasal para “cantar” — , acredita-se que as de barbatana usam a laringe. As conclusões foram publicadas na revista científica Nature.

                                                            Como era de se imaginar, elas têm um sistema exclusivo que possibilita essa peripécia, pois quando a laringe dessas baleias produz som, suas vias aéreas se fecham. Segundo as pesquisas, essas espécies têm estruturas únicas que permitem a produção de ruídos de baixa frequência.

                                                             

                                                            Inclusive, esse mesmo mecanismo de som é semelhante ao de outros mamíferos terrestres, aves e odontocetos. No entanto, que a laringe das baleias era especial os cientistas já sabiam, mas faltava ainda descobrir como é que elas faziam para cantar sem se afogarem.

                                                            Não se pode simplesmente colocar um endoscópio em uma baleia e ver o que ela faz quando está cantando– Joy Reidenberg, professora da Icahn School of Medicine of Mount Sinai

                                                            A anatomia de uma baleia

                                                            Por mais que seja difícil fazer esse teste numa baleia morta, não é impossível. Pensando nisso, o autor principal do estudo, Ceon Elemans, coletou tratos vocais frescos de três espécimes encalhadas que estavam mortas a pouco tempo, perto de seu laboratório.

                                                            No teste, o pesquisador usou uma baleia-jubarte, uma baleia-minke e uma baleia-sei — três espécies do grupo de baleias de barbatana. Além de realizar tomografias computadorizadas e simulações em 3D, os cientistas usaram amostras para fornecer ar com a intenção de imitar o funcionamento dos pulmões.

                                                            Acabamos usando balões de festa para alimentar a instalação– Ceon Elemans

                                                            Dessa maneira, os cientistas colocaram as três laringes em um espaço aéreo de laboratório, e sopraram lentamente o ar. Este experimento permitiu que eles percebessem que — ao contrário dos humanos — as cordas vocais da baleia se esfregam contra uma almofada de gordura, na parte superior da garganta.

                                                            De certa forma, isso também explica o motivo das baleias produzirem sons tão diferentes: enquanto as jubartes costumam cantar músicas mais complexas, as minke grasnam como patos e as baleias sardinheiras criam sons de baixa frequência.

                                                             

                                                            Apesar dessa descoberta, os pesquisadores ressaltaram que ainda são necessárias mais pesquisas, com uma amostra de estudo maior e outras espécimes de baleias, para entender — sem generalizar — como funciona o mecanismo de comunicação do animal.

                                                            Um prejuízo sonoro

                                                            Segundo Elemans, que observou a adaptação das baleias, esse “dom” de cantar sem se afogar surgiu quando seus ancestrais terrestres retornaram ao oceano, há cerca de 50 milhões de anos. Diante da necessidade de se comunicar enquanto usavam a laringe na alimentação, elas desenvolveram esse sistema.

                                                            Por meio dos experimentos, os cientistas descobriram que as baleias de barbatana não são capazes de produzir frequência acima de 300 hertz ou abaixo de 100 metros. Logo, Elemans explicou que essa “profundidade e faixa de frequência se sobrepõem quase perfeitamente ao que os humanos produzem”.

                                                            Levando em conta que o ruído gerado pelos navios fica entre 30 a 300 hertz, esse barulho já é suficiente para complicar a forma como as baleias se comunicam. Ou seja: a poluição sonora produzida pelos seres humanos a tornam mais vulneráveis — e nem mesmo cantar soluciona o problema.

                                                             

                                                            Segundo a professora de biologia marinha, Heidi Pearson — que não participou da pesquisa –, o estudo destaca a necessidade urgente da diminuição da poluição sonora, implementando zonas lentas que protegem áreas com muitas baleias “cantoras” e tornam os navios mais silenciosos, logo, menos prejudiciais à vida marinha.

                                                             

                                                            Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                             

                                                            Náutica Responde

                                                            Faça uma pergunta para a Náutica

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