Amante de barcos, Kate Middleton tem paixão antiga por navegação

Futura rainha da Inglaterra e príncipe William já competiram entre si várias vezes e estenderam a paixão pelo esporte às obras sociais

Por: Redação -
19/03/2024

O sumiço de Kate Middleton das atividades da família real britânica entre janeiro e março fez com que os nomes dela e do príncipe William não saíssem da boca dos internautas mais curiosos. E, assim como foi com o paradeiro da princesa de Gales por um tempo, muita gente não sabe da paixão que ela tem pelo mundo náutico. A futura rainha da Inglaterra, que anunciou nesta sexta-feira (22) estar tratando um câncer, é, desde jovem, uma marinheira habilidosa.

Kate Middleton chegou a remar com a tripulação de um barco do Round The World Challenge (desafio ao redor do mundo, na tradução livre para o português) durante o ano sabático entre o ensino médio e a faculdade. Além disso, ela não desperdiçou as oportunidades que teve para mostrar suas habilidades à frente das embarcações.

Foto: Royal.Uk/ Divulgação

Em 2022, Kate embarcou em um dos veleiros da equipe do Reino Unido durante a etapa de Plymouth (na Inglaterra) da SailGP, competição cheia de adrenalina em que veleiros com hidrofólio parecem voar sobre as águas.

 

 

Outro momento em que Kate mostrou suas habilidades com barcos aconteceu em 2014, quando a futura rainha da Inglaterra venceu seu marido em uma competição de navegação na Nova Zelândia, durante uma visita da realeza ao país. Assim como a amada, o coração do príncipe William também foi conquistado pelas atividades marítimas.

William versus Kate Middleton

Ao longo dos anos, o casal William e Kate se enfrentou em várias disputas realizadas em eventos oficiais da Coroa, inclusive de categorias diferentes, como dragon boat — barcos em forma de dragão, originários da China. Nessa competição de 2011, durante viagem ao Canadá, foi a vez de William conquistar o primeiro lugar.

 

A sorte também sorriu para o príncipe em 2017, quando ele e Kate Middleton atuaram como timoneiros de dois barcos a remo na Alemanha.

 

 

Nessa mesma visita, a dupla foi ao Museu Marítimo, onde conheceu uma réplica gigante do navio britânico Queen Mary II, feita inteiramente de Lego.

Foto: Twitter @KensingtonRoyal/ Reprodução

Em 2019, Kate Middleton e William ganharam os holofotes ao serem os anfitriões da regata inaugural da The King’s Cup (A Taça do Rei), criada para arrecadar fundos para as obras sociais que dirigem.

 

Os dois competiram entre si como capitães de barcos a vela, junto com outras seis embarcações. A equipe da princesa ficou em último lugar, enquanto a de William terminou em terceiro.

Foto: Twitter @KensingtonRoyal/ Reprodução

Impacto social

A paixão de Kate Middleton pela navegação não ficou somente no campo dos hobbies. A princesa também é madrinha do projeto 1851 Trust, fundado pelo famoso velejador britânico Ben Ainslie, cujo objetivo é inspirar, conscientizar e educar as novas gerações por meio da vela e da indústria marítima.


Ao comparecer a eventos que prestigiam a iniciativa, a princesa participou de competições de barcos e deu sua opinião sobre o impacto que as atividades esportivas têm sobre os jovens.

Fui muito feliz de ter velejado desde nova e acho que é um ótima forma de proporcionar aos jovens oportunidades de desenvolver suas habilidades e confiança- disse à imprensa local, em 2018.

Ao que tudo indica, o interesse pelo universo náutico não morrerá com William e Kate Middleton. Alguns anos atrás, os três filhos do casal foram vistos tendo aulas de vela com a mãe e, de acordo com os tabloides britânicos, aproveitaram ao máximo o passeio.

 

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    Novo estudo reduz tamanho de baleia antes apontada como maior animal que já existiu

    Conhecido como Colossus, ela teve seu tamanho superestimado nas estimativas, segundo pesquisadores

    Para a tristeza de todos os fãs da baleia Colossus, ela não é tão enorme quanto se imaginava. Um novo estudo publicado na revista PeerJ concluiu que esta espécie — de 39 milhões de anos atrás — não é a maior que já habitou os mares, e que a pesquisa anterior superestimou seu tamanho.

    Segundo estudo do ano passado, uma equipe de pesquisadores apontou que a massa corporal da baleia estava entre 85 e 340 toneladas. Essa medida superaria em duas vezes a baleia-azul — que pesa entre 130 a 150 toneladas — , considerado o maior animal ainda existente.

     

     

    Neste novo estudo, foi examinado o Perucetus colossus, uma baleia gigante do Eoceno (há cerca de 54 milhões a 38 milhões de anos) do Peru, para entender se ele era o maior animal de todos os tempos. Apesar de ter um corpo rechonchudo, seu peso teve novas estimativas e derruba a ideia do gigantismo da Colossus.

     

    Com a utilização de diferentes métodos, agora foi estimado que a Perucetus pesava cerca de 60 a 70 toneladas, além de um comprimento de 17 metros. Assim, os autores desta nova pesquisa concluíram que a Colossus não era maior que as baleias azuis atuais.

    Histologia óssea, extraída de antigo artigo sobre a Colossus, publicado em agosto de 2023. Foto: Divulgação

    Nem mesmo em estimativas maiores o tamanho da Perucetus chegava perto da baleia-azul. Na mais otimista, as medidas atingiram 98 a 114 toneladas para um comprimento de 20 metros. Mesmo assim, esses valores ainda são bem menores que a pesquisa anterior.

     

    Um argumento utilizado pela nova pesquisa é que a densidade do animal seria demais para permanecer na água, caso ele de fato fosse tão pesado como era sugerido.

    Com o seu peso, este animal não conseguiria permanecer na superfície. Ele estaria nadando verticalmente o tempo todo, o que é impossível– Ryosuke Motani, autor principal da pesquisa ao Live Science

    Reduzindo um monstro

    Para “rebater” as antigas medidas, Motani e seu colega, Nicholas Pyenson, — paleontólogo de mamíferos marinhos do Museu Nacional de História Natural Smithsonian — examinaram o artigo original, publicado pelo Eli Amson — também paleontólogo.

    Endireitamento da coluna vertebral da reconstrução publicada de Perucetus colossus, extraída do artigo publicado por Ryosuke Motani e Nicholas Pyenson. Foto: Divulgação

    Assim, Motani e Pyenson criaram modelos 3D da Colossus e da baleia-azul, e fizeram suposições distintas sobre o cálculo de peso. Entretanto, Amson disse ao Live Science que mantém todas as conclusões de seu artigo e disse que o novo estudo não encontrou imprecisões factuais, mas apenas fez estimativas diferentes.

    Estamos estimando a massa corporal de um animal extinto que é conhecido por um esqueleto muito fragmentado, então é claro que há bastante espaço para usar este ou aquele método– Eli Amson

    Enquanto não há um esqueleto com crânio e dentes, o debate sobre o tamanho real da Colossus continuará existindo, junto com o desacordo entre os pesquisadores — e quem ganha com isso é a ciência.

    Um colosso dos mares

    Mesmo sendo bem antigo, sua primeira vértebra só veio a ser descoberta há apenas uma década, pelo paleontólogo peruano Mario Urbina Schmitt. Com cerca de 39 milhões de anos, o Perucetus é relativamente novo para a família basilosaurídeos, dentro da ordem Cetacea — que inclui baleias, golfinhos e botos.

    Três costelas posteriores da Colossus, extraída de antigo artigo sobre a Colossus, publicado em agosto de 2023 . Foto: Divulgação

    Seu nome complicado não é em vão: “Peru” tem origem no local onde foi descoberto; “cetus” quer dizer baleia em latim; e “colossus” significa “grande estátua” no grego antigo.

     

    Mesmo sem o crânio ou os dentes do animal, suas características conhecidas indicam que a Colossus não era um predador ativo e se alimentava perto das profundezas do mar, segundo Giovanni Bianucci, principal autor de um estudo sobre a baleia, publicado em agosto de 2023.

     

    Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

     

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      Azov Yachts leva lancha de 48 pés às águas do Rio Boat Show 2024

      Z480 HT promete navegar em profundidades de até 70 centímetros e estará na Marina da Glória de 28 de abril a 5 de maio

      Por: Redação -

      Prestes a completar cinco anos no mercado náutico, a Azov Yachts estará presente no Rio Boat Show 2024. O destaque do estaleiro pernambucano no evento ficará por conta da maior lancha do portfólio da marca, com 48 pés.

      Apostando em lanchas robustas e design arrojado, o estaleiro define a Z480 HT como “uma casa a bordo”, aponta Carlos Avelar, presidente da Azov. De estilo esportivo, a marca aponta que essa  embarcação é capaz de navegar em águas rasas: bastariam 70 centímetros de profundidade.

      Foto: Candy Filmes/ Divulgação

      O modelo estará em seu habitat natural na belíssima Marina da Glória, no Rio de Janeiro, durante o maior evento náutico da América Latina, que acontece entre os dias 28 de abril e 5 de maio.

       

      O estande da Azov no Rio Boat Show também vai exibir a Z380 S, lancha offshore de 38 pés.

      Lanchas da Azov no Rio Boat Show 2024

      Azov Z480 HT

      Com 15,30 metros de comprimento, a maior lancha da Azov no Rio Boat Show 2024 conta com  hardtop, 3,98 metros de boca e grandes janelas no costado, para um melhor aproveitamento da iluminação natural, além de vistas espetaculares — inclusive dentro da suíte máster.

      Foto: Candy Filmes/ Divulgação

      O segundo banheiro do barco fica ao lado do quarto à meia-nau, que abriga uma cama de casal. Assim, é possível acomodar confortavelmente seis pessoas no pernoite e até 20 durante o dia.

       

      O modelo conta com dois motores de 440 HP para oferecer mais potência. Segundo a marca, a Azov 480 HT tem preço a partir de R$ 3,8 milhões.

      Azov Z380 S

      A lancha de 38 pés (12 metros) traz uma proposta esportiva focada em quem busca, conforme o estaleiro, “velocidade, estabilidade e conforto a bordo”.

      Foto: Candy Filmes/ Divulgação

      O casco com V profundo promete cortar ondas com suavidade, enquanto os dois motores (de 200 hp a 300 hp) reforçam as características da offshore, capaz de acomodar até 16 passageiros durante o dia e cinco no pernoite.

       

      A boca de 2,98 metros permite espaços confortáveis e as grandes janelas facilitam a visibilidade de todos a bordo, inclusive do capitão. O preço sugerido da Z380 S é de R$ 809 mil.

      Vem aí o Rio Boat Show 2024!

      Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.

      O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.

       

      O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.

      Anote aí!

      RIO BOAT SHOW 2024
      Quando: De 28 de abril a 5 de maio;
      Horário: De segunda a sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h;
      Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória);
      Ingressos: site oficial de vendas
      Mais informações: rioboatshow.com.br.

       

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        No Rio Boat Show 2024, Roxy Marine terá cotas do 1º jet 100% elétrico do Brasil

        Especializada em lanchas e jets compartilhados, marca ainda vai lançar app exclusivo durante o evento, que acontece de 28 de abril a 5 de maio

        Recém-chegado ao Brasil, o jet 100% elétrico que têm atraído os olhares náuticos mais apurados estará presente no estande da Roxy Marine no Rio Boat Show 2024. A empresa oferece essa e outras embarcações na modalidade de compartilhamento, por meio de cotas náuticas.

        Batizado de Ventura Orca Performance by Taiga, o primeiro jet elétrico do país é fabricado pela canadense Taiga Motors, e distribuído no Brasil pelo estaleiro Ventura. A Roxy Marine, por sua vez, disponibilizará o modelo em quatro cotas para cada embarcação, o que possibilita pagar um valor menor para usar o jet.

         

        O modelo elétrico de jet dispensa o uso de combustível e garante zero emissões de poluentes, e estará exposto no Boat Show do Rio de 28 de abril a 5 de maio, na Marina da Glória. Por lá, além de apresentar seu sistema de cotas, no dia 28 (domingo), a Roxy Marine realizará um coquetel especial para o lançamento de seu aplicativo exclusivo.

        Foto: Taiga / Divulgação

        Como funciona o sistema de cotas da Roxy Marine

        Estreante no Rio Boat Show, a Roxy Marine Cotas Náuticas é uma empresa do Rio de Janeiro. Desde a sua fundação, em 2022, a marca promove e gerencia a compra compartilhada de embarcações que, atualmente, giram em torno de lanchas Ventura de 26 a 30 pés e de motos aquáticas das marcas Sea-Doo e Taiga by Ventura.

        Foto: Roxy Marine/ Divulgação

        Na prática, ao invés de adquirir uma embarcação pelo preço cheio — que chega aos mais de R$ 100 mil nos jets, por exemplo — , o cliente paga apenas 25% do valor total (mais a mensalidade referente à logística da embarcação), para usá-la de forma ilimitada. Isso porque quem paga 100% do valor do barco é a Roxy Marine, que o divide em, no máximo, 4 cotas iguais.

         

        Cada cotista tem o direito de marcar por vez três datas para uso, sejam elas no mesmo mês, em dias seguidos ou não (salvo períodos em que a marina está fechada). No dia seguinte ao uso de um desses três dias, o sistema já libera a marcação da próxima data. Para facilitar esse processo, a marca conta com um aplicativo, em que é possível visualizar os dias disponíveis para uso da embarcação.


        Vale ressaltar que cada cotista é responsável pelo pagamento do combustível que consumir, sendo que, na data escolhida para uso, o tanque do barco estará cheio, com os devidos registros feitos pelo marinheiro. No retorno do day use, outro registro é feito e enviado para o setor financeiro da empresa, que enviará para o cotista a cobrança referente ao combustível utilizado.

        Foto: Roxy Marine/ Divulgação

        Ou seja, além de economizar no valor da embarcação, o cliente economiza também no pagamento de marinas, manutenções, revisões, e outros custos que envolvem ter uma embarcação própria. No caso das revisões, aliás, o custo é divido em quatro partes — mesmo que a embarcação não tenha todas as cotas vendidas.

        O Ventura Orca Performance by Taiga

        Além de dispensar o uso de combustível e garantir zero emissões de poluentes, o Ventura Orca Performance by Taiga não produz ruído ou cheiro. O modelo é alimentado por uma unidade de tração integrada com motor inversor de sexta geração da Taiga, oferecendo eficiência de até 120 kw de potência de pico (até 160 cv) e 170 nm de torque, resultando em uma velocidade máxima de 100 km/h, segundo a marca.

        Foto: Taiga / Divulgação

        A bateria, segundo a Ventura, tem autonomia para até duas horas de uso e, para carregar o jet elétrico, basta estacionar e conectar a embarcação a qualquer tomada padrão. De acordo com a empresa, o tempo de carregamento nessa modalidade leva cerca de 3 horas e meia, enquanto com um DC Fast Charging (opcional), o jet garante até 80% de bateria em menos de 40 minutos.

        Foto: Taiga / Divulgação

        Seu casco foi otimizado hidrodinamicamente, resultando em uma estrutura equilibrada e eficiente em condições variadas. Tudo isso é aliado a um baixo centro de gravidade da bateria, o que proporciona estabilidade mesmo em manobras de alta velocidade.

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          Novo submarino de luxo em forma de peixe promete ficar até 7 dias submerso

          Embarcação de interior sofisticado é capaz de ficar a 100 metros de profundidade

          As experiências debaixo d’água parecem estar ganhando vez no mundo náutico. Prova disso é que, recentemente, foram anunciados projetos como o de um megaiate submersível e de uma moradia para humanos no fundo do mar. Agora, a bola da vez é um submarino de luxo, que leva a forma de um peixe.

          Batizado de Deep Sea Dreamer, a embarcação diferentona foi pensada para casais que queiram viver uma verdadeira experiência debaixo d’água por até 7 dias, a 100 metros de profundidade e a bordo de um Melanocetus johnsonii gigante — espécie popularmente conhecida como peixe-diabo-negro.

          Foto: Steve Kozloff Designs / Divulgação

          A ideia de criar um submarino em forma de peixe — e não um qualquer, mas, sim, um assustador — foi do designer de iates americano Steve Kozloff, que tem seu escritório na Califórnia, nos Estados Unidos.

           

          Navegar a bordo de um peixe-diabo-negro, ao primeiro olhar, pode não ser lá muito chamativo, mas as comodidades do submarino podem mudar essa perspectiva. A embarcação é equipada com uma grande janela de observação, para que os visitantes possam viver a experiência de apreciar as belezas marítimas de perto, em um lounge confortável.

          Foto: Steve Kozloff Designs / Divulgação

          Seu interior luxuoso se estende pelos dois andares do barco, que correspondem a uma área de 140 m², que abrigam uma suíte máster, cabines para hóspedes, cozinha gourmet totalmente equipada e área de jantar com vista, claro, para o mar. Já na superfície, o Deep Sea Dreamer dispõe de um deque de observação de 220 m².


          De acordo com o jornal britânico The Sun, o Deep Sea Dreamer pode navegar debaixo d’água por até 160 km, movido a um motor elétrico silencioso, que promete não perturbar a vida marinha. Além disso, o fato de o barco poder ficar parado no fundo do mar por até 7 dias se deve às baterias que estão a bordo.

           

          Apesar de ser um submarino, a embarcação em forma de peixe pode navegar e ficar ancorada também na superfície. Os projetistas afirmam ainda que o barco é seguro e suporta qualquer condição marítima.

          O peixe-diabo-negro

          Você certamente já viu o peixe-diabo-negro na animação Procurando o Nemo, da Pixar. A espécie, que inspirou o submarino, tem como habitat natural as profundezas do oceano, nas chamadas regiões abissais — onde não há penetração de luz. Em 2014, pesquisadores americanos divulgaram o registro mais longo e detalhado do peixe-diabo negro navegando, que você confere a seguir.

           

           

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            Norte-americana entra para a história ao dar a volta ao mundo sozinha em veleiro

            Cole Brauer, de 29 anos, passou 130 dias a bordo de um monocasco para disputar competição global

            Por: Redação -
            18/03/2024

            Coragem e determinação certamente são adjetivos que descrevem Cole Brauer. A bordo do veleiro monocasco Class40 First Light, a marinheira de 29 anos se tornou a primeira norte-americana a dar a volta ao mundo sozinha e sem escalas pelo mar.

            A aventura durou 130 dias, com partida e chegada em Corunha, cidade portuária espanhola. Foram quase 30 mil milhas percorridas — o que representa pouco mais de 48 mil quilômetros — com passagem pelos três grandes cabos do mundo: Cabo da Boa Esperança, na África do Sul, Cabo Leeuwin, na Austrália, e Cabo Horn, no Chile.

            Foto: Instagram @lydiaatsea/ Reprodução

            “Finalização incrível!!!! Tão feliz!”, escreveu em publicação no Instagram. “Obrigada a todos que se juntaram a mim e tornaram esse processo possível”.

             

            Pela rede social, Brauer compartilhou atualizações sobre a viagem e atualmente conta com mais de meio milhão de seguidores.

            Volta ao mundo

            A jornada de Breuer faz parte do Global Solo Challenge (desafio solo global, em tradução livre para o português), competição que contou com 16 participantes e da qual mais da metade teve que desistir antes de concluí-la.

            Foto: Instagram @colebraueroceanracing/ Reprodução

            A norte-americana ficou em segundo lugar, após perder para o francês Philippe Delamare, mas conquistou o posto de primeira-norte americana a alcançar o feito de dar a volta ao mundo sozinha e sem pausa.


            Conforme observado pela realizadora do evento, menos de 200 pessoas no planeta viveram essa experiência, sendo que o primeiro foi o marinheiro inglês Robin Knox-Johnston, em 1969. No recorte por gênero, os números são ainda menores: apenas 18 mulheres fizeram o que Breuer fez. A pioneira foi a australiana Kay Cottee, em 1988.

             

            Nas redes sociais, a navegadora contou que sonhava em completar a volta ao mundo antes dos 30 anos de idade e, em entrevista para o Today Show, deixou um recado para as jovens que desejam seguir os passos dela: “Eu realmente quero que as mulheres entendam que isso é possível”.

             

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              Oceano engole cemitério em Cartagena, na Colômbia, e expõe caveiras em praia

              Aumento do nível do mar preocupa especialistas e provoca efeitos catastróficos na cidade mais turística da Colômbia

              Por: Redação -

              O aumento do nível do mar tem provocado efeitos catastróficos na cidade mais turística da Colômbia. Devido ao aquecimento global, as ondas invadiram um cemitério em Cartagena, destruindo seus túmulos e arrastando os cadáveres para a beira da praia.

              Os ossos pertencem aos antigos habitantes da ilha Tierra Bomba, localizada em frente à luxuosa zona hoteleira do país, e tal a idade dos restos mortais que não há sequer informações de descendentes que possam se encarregar deles.

              Em entrevista à AFP, a líder comunitária Mirla Aaron, de 53 anos, se emocionou ao listar que, além do cemitério em Cartagena, o mar “destruiu 250 casas da comunidade, o posto de saúde, píeres, e levou vários salões comunitários, infraestrutura elétrica”.

               

              Antes do ocorrido, os túmulos ficavam a uma distância segura do Mar do Caribe.

              ‘Joia do Caribe’ pode desaparecer

              Desde o início do século 21, o nível do mar em Cartagena aumenta cerca de 7,02 milímetros por ano, em um ritmo superior à média global de 2,9 milímetros, segundo estudo publicado em 2021 na revista científica Nature.

               

              Soma-se a isso o fato de que a cidade foi construída em um terreno com cavidades subterrâneas que colapsam e provocam seu afundamento.

              “Lamentavelmente, a ilha tem sido vítima de um processo erosivo (…) que tem aumentado exponencialmente nas últimas décadas”, afirma Aaron.

               

              Pesquisadores da Universidade de Eafit, de Zagreb, e da Universidade Internacional de Miami apontam que, se as emissões de efeito estufa não diminuírem, o mar subirá 26 centímetros na baía até 2050 e 76 centímetros até 2100.


              Segundo Marko Tosic, cientista ambiental e um dos autores da publicação, a mudança é “muito pequena, estamos falando de milímetros ao longo dos anos, mas (…) a inundação será sentida”.

              Defesa contra as ondas

              Para evitar situações similares a do cemitério em Cartagena, autoridades locais estão estendendo 4,5 quilômetros de quebra-mar. A ideia é amortecer o impacto das ondas – medida sem a qual 80% dos bairros estariam sob risco de inundação, de acordo com a prefeitura.

               

              O problema é que, conforme explicou Mauricio Giraldo, outro líder local e representante de pescadores, o escudo protege as atrações turísticas e os hotéis de luxo, mas altera a corrente marítima e afeta áreas onde vivem as populações mais vulneráveis.

               

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                Vem aí um Titanic 2? Bilionário australiano retoma projeto para construção do navio

                Clive Palmer já havia causado alvoroço com o assunto 10 anos atrás; ideia é construir réplica melhorada da embarcação

                Muitas embarcações tiveram finais trágicos ao longo dos anos, mas nenhuma delas ganhou um filme que gerou US$ 2,2 bilhões em arrecadações (cerca de R$ 3 bilhões à época) — como é o caso do Titanic. Além do dinheiro, essa história move ainda uma legião de fãs, que acabam de ganhar mais um motivo para sonhar: a construção de um novo Titanic.

                Desde o naufrágio do navio, em 1912, qualquer novo assunto que envolva o barco ganha rapidamente os olhares, seja por novas fotos, expedições aos destroços do Titanic, objetos que resistiram ao acidente ou as incontáveis curiosidades envolvendo a lendária embarcação.

                 

                A ideia de um Titanic 2, porém, leva tudo isso a um novo patamar, e está nas mãos de Clive Palmer — bilionário que atua no ramo da mineralogia e prospecção de recursos naturais.

                Clive Palmer anunciou a retomada do projeto durante conferência Foto: Blue Star Line / Divulgação

                Entre idas e vindas

                A ideia de construir um novo Titanic não é nova, e partiu do próprio Palmer cerca de 10 anos atrás. De acordo com o jornal britânico The Guardian, desde que o projeto foi anunciado, contudo, o bilionário cumpriu um mandato como deputado federal, cancelou o registro, reviveu um partido político e gastou milhões de dólares.

                 

                Ou seja: os recursos de Palmer para dar sequência ao projeto ficaram escassos. Uma nova fresta de esperança lançou luz aos fãs em 2018, quando a iniciativa foi novamente anunciada, com proposta de realização prevista para 2022 — de novo interrompida, desta vez, por conta da pandemia de Covid-19.


                Porém, durante uma conferência de imprensa realizada no último dia 13, Palmer reviveu o assunto. De acordo com suas próprias palavras, uma das razões para que as pessoas acreditem nele novamente é que ele, agora, tem “mais dinheiro”.

                É muito mais divertido fazer o Titanic do que ficar sentado em casa contando meu dinheiro– afirmou Palmer durante a conferência

                “Tudo o que você precisa para ser feliz, descobri na minha vida, é ter alguém que te ame, um lugar para dormir à noite e o suficiente para uma boa refeição. Além disso, o resto é uma ilusão”, completou o bilionário.

                Qual é a ideia para o novo Titanic

                Palmer almeja construir uma réplica melhorada do RMS Titanic, com os mesmos interiores e layout de cabine do navio original — incluindo salão de baile, piscina e até o famoso banho turco.

                Foto: Blue Star Line / Divulgação

                O Titanic 2 teria também a mesma rota inaugural que teve o barco de 1912: de Southampton, na Inglaterra, até Nova York, nos Estados Unidos. Vale relembrar que o Titanic original teve seu naufrágio, justamente, durante esse percurso — seu primeiro e único.

                 

                De acordo com Palmer, o valor da construção, prevista para ter início em junho de 2027, sairia entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão (de R$ 2,5 milhões a R$ 5 bilhões).

                 

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                  Cientistas descobrem cerca de 100 novas espécies marinhas; veja fotos

                  Expedição na Nova Zelândia surpreendeu pesquisadores por biodiversidade inédita e a descoberta de ser ainda não identificado

                  Por: Redação -

                  Em expedição marítima na Nova Zelândia, pesquisadores encontraram cerca de 100 possíveis novas espécies de animais — incluindo um similar à estrela do mar, que tem intrigado os especialistas.

                  A excursão ocorreu em fevereiro deste ano pelas águas de Fossa de Bounty, uma das partes mais remotas do oceano profundo, localizada na costa da Ilha Sul do país. Os pesquisadores passaram 21 dias a bordo do navio de pesquisa Tangaroa e coletaram quase 1.800 amostras de profundidades que chegaram aos 4.800 metros.

                  Foto: Ocean Census/NIWA / Divulgação

                  “Visitamos muitos habitats diferentes e descobrimos toda uma gama de novas espécies, desde peixes a caracóis, passando por corais e pepinos-do-mar”, comentou Sadie Mills, bióloga marinha de uma das instituições responsáveis pela expedição, o Instituto Nacional de Pesquisa Hídrica e Atmosférica (NIWA).


                  Além da NIWA, a iniciativa contou com a realização da organização sem fins lucrativos Ocean Census e do Museu da Nova Zelândia Te Papa Tongarewa.

                  Por dentro das novas espécies

                  Mills destaca que os cientistas não sabiam quase nada sobre os habitantes de Fossa de Bounty, visto que a região é pouco explorada. Até o momento, os animais identificados incluem dezenas de moluscos, três peixes, um camarão, um cefalópode e um novo gênero de coral. Para o espanto dos pesquisadores, há ainda um ser similar à estrela do mar — mas que de igual só tem a aparência.

                  Foto: Ocean Census/NIWA / Divulgação

                  Pensamos que poderia ser uma nova espécie de octocoral, mas também [pode pertencer a] um novo gênero– Michela Mitchell, taxonomista da Rede de Museus de Queensland.

                  Ainda de acordo com Michela, há a possibilidade de que a nova espécie faça parte “de um grupo totalmente fora do octocoral”, o que representaria “uma descoberta significativa para o mar profundo” e uma clara visão “da biodiversidade única do planeta”.

                  Foto: Ocean Census/NIWA / Divulgação

                  Ainda é um mistério. Nem mesmo podemos descrevê-lo. Não sabemos onde ele se encaixa na árvore [da vida] ainda, então isso será interessante– Daniel Moore, gerente de ciência da expedição da Ocean Census

                  A Ocean Census — que tem como objetivo identificar 100 mil espécies desconhecidas nos próximos 10 anos — destaca que há uma grande lacuna de conhecimento sobre os habitantes do maior ecossistema da Terra. Isso porquê, até os dias de hoje, apenas 24 mil espécies foram descobertas e nomeadas, sendo que a estimativa é de que haja de um a dois milhões de seres vivos no oceano.

                   

                  Ao longo das próximas três semanas, os pesquisadores classificarão e descreverão as novas espécies coletadas para que possam ser adicionadas ao quadro da biodiversidade marinha da Nova Zelândia.

                   

                  Veja abaixo o vídeo com mais detalhes sobre as novas espécies descobertas:

                   

                   

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                    Memória Náutica: relembre como foi o Rio Boat Show 2006

                    Em ano de Copa do Mundo, o salão se destacou por receber 20 novos barcos, dentre eles, sete grandes veleiros

                    Em 2024, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição. Para comemorar esse momento histórico, a equipe de NÁUTICA vai revisitar o passado novamente para mais uma edição da série Memória Náutica. Hoje é dia de relembrar o Rio Boat Show 2006, que se destacou por ter sete grandes veleiros entre seus 20 lançamentos de embarcações.

                    A 9ª edição do Rio Boat Show aconteceu durante 9 dias, de 6 a 14 de maio. Esse foi o tempo para mais de 50 mil pessoas comparecerem à Marina da Glória e conferirem de perto as mais recentes novidades do setor — que, naquele ano, foram muitas. Sobre as águas da Baía de Guanabara, o Boat Show do Rio navegou sobre as ondas do ano anterior, proporcionando aos visitantes condições especiais de pagamento.

                    Foto: Arquivo Revista Náutica

                    Foi o salão dos produtos nacionais. Havia de tudo: motores, reversores e ar-condicionado– dizia a edição 214 da Revista Náutica

                    O que acontecia no mundo em 2006

                    O ano de 2006 começou animado — principalmente para os moradores do Rio de Janeiro. Por lá, 2 milhões de pessoas compareceram às festividades da virada de ano na praia de Copacabana. Ainda em terras cariocas, o carnaval daquele ano teve vitória da Unidos de Vila Isabel, quebrando um jejum de 18 anos.

                     

                    No futebol, mal sabiam os brasileiros que, após o penta em 2002, o hexa se tornaria um sonho cada vez mais distante. Apesar de ser considerada uma das equipes favoritas da competição, a Seleção Brasileira caiu para a França nas quartas, com gol de Thierry Henry. O torneio, que aconteceu na Alemanha, teve a Seleção da Itália como campeã.

                     

                    Ainda naquele ano, o astronauta Marcos Pontes tornou-se o primeiro brasileiro — e primeiro cidadão sul-americano — a ir ao espaço, ao lado do russo Pavel Vinogradov e do astronauta norte-americano Jeffrey Williams, a bordo da nave Soyuz TMA-8.

                    Como foi o Rio Boat Show 2006

                    Em um evento que se destacou por seus lançamentos, os veleiros, em especial, chamaram a atenção do público. Foram, ao todo, 7 novos modelos apresentados durante o Rio Boat Show 2006, incluindo o RO 400 — primeiro veleiro europeu para regatas e cruzeiros fabricado no Brasil, pelo estaleiro ILS Yachts.

                    O RO 400, primeiro veleiro europeu para regatas e cruzeiros fabricado no Brasil, esteve no evento. Foto: Arquivo Revista Náutica

                    Além da novidade da ILS, estaleiros como Bavaria Yachts, Hosk, Delta Yachts, Jeanneu, Beneteau e Emisul levaram ao salão o charme de seus novos barcos, com embarcações que foram dos 36 aos 56 pés.

                    Bavaria 39, da Bavaria Yachts. Foto: Arquivo Revista Náutica
                    Hosk, superveleiro de 56 pés. Foto: Arquivo Revista Náutica
                    O francês Jeanneu 54. Foto: Arquivo Revista Náutica
                    Cyclades 43.3. Foto: Arquivo Revista Náutica

                    Nas lanchas, mais novidades. Tida pela Revista Náutica da época como a “mais bela” do salão, a nova Spirit Ferretti 74 se sagrou na feira como uma das lanchas nacionais mais sofisticadas do mercado. Destaque também para a Phantom 375, da Shaefer Yachts, que chamou atenção por sua distribuição inteligente dos ambientes.

                    Foto: Arquivo Revista Náutica
                    Phantom 375, da Shaefer Yachts. Foto: Arquivo Revista Náutica

                    Nas lanchas menores, o modelo de 29 pés da Real Powerboats foi uma opção mais em conta para os visitantes, já que usava apenas um motor. Também nessa linha, o Thop Cat Fishing, de 18 pés, chamava atenção por, na realidade, aparentar ser bem maior, com um espaço interno comparado ao de uma 26 pés.

                    Modelo de 29 pés da Real Powerboats foi sucesso no salão. Foto: Arquivo Revista Náutica

                    Os trawlers, sempre presentes nos Boats Shows do Rio, foram representados naquele ano pelo Bucaneiro, do estaleiro cearense Inace. O barco, apesar de não ser o maior da feira, era muito espaçoso. “O barco é tão grande que a casa de máquinas é muito maior que as cabines dos barcos na faixa dos 30 pés”, dizia a edição 214 da Revista Náutica.

                    Bucaneiro, do estaleiro cearense Inace. Foto: Arquivo Revista Náutica
                    Foto: Arquivo Revista Náutica

                    Falando em tamanho, a edição de 2006 do Rio Boat Show abrigou o maior inflável do Brasil à época, com o Tecnoflex 940, da Tecnoboats. A embarcação contava com 9,4 metros de comprimento, capacidade para 12 pessoas e motorização de popa entre 200 e 300 hp.

                    Tecnoflex 940 era o maior inflável do Brasil em 2006. Foto: Arquivo Revista Náutica

                    Atrações do Rio Boat Show 2006

                    Como de costume em todos os Boat Shows — não só o do Rio –, o evento levou aos visitantes muito mais do que “apenas” barcos. Entre as grandes atrações daquele ano, por exemplo, estava um carro. Era o novo Audi Q7, que só seria vendido no Brasil a partir de novembro daquele ano mas, claro, já dava o ar da graça no salão.

                    Foto: Arquivo Revista Náutica

                    Foi também no Boat Show que a Petrobrás apresentou seu projeto de gasolina náutica, específica para barcos. A Embratel, por sua vez, levava aos visitantes uma novidade que, para a época, foi revolucionária: o serviço móvel marítimo, que levaria sinal de internet para navegadores a até 150 km da costa brasileira.

                    Foto: Arquivo Revista Náutica
                    Foto: Arquivo Revista Náutica

                    Você já viu um pedalinho-catamarã por aí? Se sim, saiba que uma embarcação como essa foi lançada no evento, pela Smart Pier. A novidade alcançava os 20 km/h e custava R$ 5 mil. Para os mergulhadores, outra surpresa: uma máscara que permitia convesas dentro d’água com quem estava na superfície, desenvolvida pela Fun Dive.

                    Foto: Arquivo Revista Náutica
                    Foto: Arquivo Revista Náutica

                    Como de costume, a Barracuda construiu um barco ao vivo durante os 9 dias de salão. Dessa vez, a embarcação foi nada mais, nada menos que o primeiro Transat brasileiro. Quem passou pela feira também teve a oportunidade de esbarrar pelos corredores com o velejador Lars Grael, que distribuiu autógrafos aos fãs.

                    Foto: Arquivo Revista Náutica
                    Foto: Arquivo Revista Náutica

                    Confira mais fotos da edição de 2006 do Rio Boat Show

                    Foto: Arquivo Revista Náutica
                    Foto: Arquivo Revista Náutica
                    Foto: Arquivo Revista Náutica
                    Foto: Arquivo Revista Náutica
                    Foto: Arquivo Revista Náutica
                    Foto: Arquivo Revista Náutica
                    Foto: Arquivo Revista Náutica
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                    Vem aí o Rio Boat Show 2024!

                    Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.

                    O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.

                     

                    O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.

                    Anote aí!

                    RIO BOAT SHOW 2024
                    Quando: De 28 de abril a 5 de maio;
                    Horário: De segunda a sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h;
                    Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória);
                    Ingressos: site oficial de vendas
                    Mais informações: rioboatshow.com.br.

                     

                    Náutica Responde

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                      Lixo no fundo do oceano brasileiro atrapalha pesquisa sobre diversidade de peixes

                      Cientistas da USP encontraram resíduos entre 200 e 1.500 metros de profundidade em São Paulo e Santa Catarina

                      O fundo do oceano brasileiro está se tornando, silenciosamente, uma enorme lixeira. Pesquisadores do Instituo Oceanográfico (IO) da Universidade de São Paulo (USP) encontraram lixo entre 200 e 1.500 metros de profundidade, a cerca de 200 km de distância da costa de São Paulo e Santa Catarina.

                      O resultado foi publicado no Marine Pollution Bulletin e evidencia o quão grave é o problema. Afinal, o intuito inicial da pesquisa sequer era descobrir sobre a poluição nas águas. De início, a ideia seria estudar a diversidade dos peixes do mar profundo no Brasil — mas os lixos não deixaram.

                      Na ocasião, foram encontrados durante expedições do projeto Deep-Ocean, uma enorme quantidade de lixo coletado junto aos animais. Em vez de apenas puxá-los, a rede frequentemente vinha com embalagens de alimentos, sacolas plásticas, garrafas, latas e utensílios de pesca.

                       

                      Como era de se imaginar, vários desses resíduos são altamente prejudiciais e tóxicos ao meio-ambiente, como tintas para barcos e latas de óleo para motor. Assim, os peixes que são uma das principais opções de alimentação saudável, podem acabar trazendo contaminantes ao corpo humano — sem importar o tamanho da profundidade que ele foi pescado.

                      Para ter noção do tamanho do problema, foram selecionados 31 locais para a coleta de peixes — 16 a sudeste de Ilhabela (SP) e 15 próximos a Florianópolis (SC). De todas as amostras, apenas três não vieram acompanhados de lixo. Inclusive, há indícios de que parte do material está no mar há décadas.

                      Tinha uma embalagem de coco ralado cuja data de fabricação era de 1996. Isso não significa que o material foi jogado naquela data, mas pode ser uma estimativa– Flávia Tiemi Masumoto, oceanógrafa que liderou a pesquisa

                      Situação grave

                      Segundo o estudo, materiais plásticos foram encontrados em todos os locais pesquisados e representam mais da metade dos resíduos. Os metais ficaram em segundo lugar com 14% do total; os têxteis com 11%; vidro com 7% e tintas de embarcações com 6%.

                      Foto: PMI/ Divulgação

                      Além disso, os vidros e metais são os que mais pesam nessa equação, a frente de concreto e têxteis. Sendo assim, tamanho lixo no oceano fizeram com que os pesquisadores fizessem uma triagem e separação dos resíduos sólidos — pois vale lembrar que a premissa era estudar peixes.

                      Para mim, que estava na graduação, foi bem chocante– Marcelo Roberto Souto de Melo, supervisor da pesquisa

                      Foto: Marine Pollution Bulletin/ Divulgação
                      Foto: Marine Pollution Bulletin/ Divulgação

                      De acordo com o estudo, a situação é ainda mais grave em São Paulo, se comparado com Santa Catarina. Isso provavelmente ocorre pela maior quantidade de pessoas que vivem nas costas paulistas e pelo maior volume de navios cargueiros que trafegam no maior porto da América Latina, o Porto de Santos.

                      A procura de uma saída

                      Seja com o lixo acumulado na superfície ou até mesmo no fundo do mar, os peixes estão encurralados por poluição. Afinal, eles passam grande parte do tempo nas profundidades, mas sobem à superfície em busca de comida — e nem sempre conseguem.

                      Foto: Praia Central, Balneário Camboriú, Santa Catarina.

                      Assim, os animais consomem os lixos no oceano que têm as origens mais diversas, como descartes diretos e transportes como correntes marítimas. Entre as maiores preocupações estão as tintas de embarcações, pois contêm substâncias tóxicas aos seres que habitam nos mares.

                       

                      Outro impacto é na presença de microplásticos no oceano, que podem resultar do processo de fragmentação de pedaços maiores de plásticos e serem ingeridos pelos organismos. Ou seja, não é difícil que os peixes consumidos comercialmente estejam com esse material no corpo.

                       

                      Nem mesmo a lei que proíbe a descarga de substâncias nocivas ou perigosas no mar brasileiro, criada em 2000, é capaz de frear a poluição descontrolada. Sendo assim, tem uma saída para limpar o lixo do oceano brasileiro? Segundo Marcelo Roberto Souto de Melo, sim.

                       

                      Ele defende a criação de uma política de fiscalização das empresas que operam no mar, em busca de treinamento para conscientização das equipes a bordo. Mas se a esperança é fazer um mutirão para limpar todo o lixo do oceano, o supervisor da pesquisa não se empolga.

                      Recolher esse lixo não é viável tanto do ponto de vista econômico quanto logístico– Marcelo Roberto Souto de Melo

                      O descobridor de descobertas

                      O navio de pesquisa da USP Alpha Crucis foi responsável por mais um avanço científico no país. Inaugurado em 30 de maio de 2012, a principal pesquisa oceanográfica do Brasil leva o nome da estrela mais brilhante da constelação do Cruzeiro do Sul.

                      Foto: Francisco Vicentin/USP Imagens/Divulgação

                      Com 209 pés (64 metros de comprimento) e 11 metros de largura, o navio opera com tripulação de 19 pessoas e 21 pesquisadores, além de ter capacidade para deslocar 972 toneladas. E, obviamente, conta com instrumentos de pesquisa e navegação de ponta.

                      Foto: Instagram @core.iousp/Reprodução

                      Sua autonomia de até 70 dias — segundo a USP — permite viagens transoceânicas. Além disso, o navio de concepção moderna e equipamentos tecnológicos conta com dois motores e um sistema responsável por manter a embarcação parada em alto-mar, que colabora com estudos mais precisos sobre o ambiente marinho.

                       

                      Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                       

                      Náutica Responde

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                        Já na metade do caminho, espanhol Álvaro de Marichalar pretende dar volta ao mundo de jet

                        Desafio visa celebrar os 500 anos da primeira circum-navegação marítima, além de chamar atenção para poluição dos mares

                        17/03/2024

                        Em homenagem aos navegadores Fernão de Magalhães e Juan Sebastián Elcano, o espanhol Álvaro de Marichalar pretende dar uma volta ao mundo a bordo de um jet, que o aventureiro chama de “meu pequeno barco” — e ele já está no meio do caminho.

                        Ex-piloto de caça na Força Aérea da Espanha, o empresário e aristocrata Álvaro de Marichalar teve de abandonar a aviação quando tinha 30 anos de idade, em consequência de um acidente de carro. Desde então, passou a dividir as atividades de empreendedor nos setores imobiliário e de telecomunicações com a de navegador e aventureiro.

                        Foto: Arquivo Pessoal

                        Sempre a bordo de motos aquáticas, a sua paixão, em 30 anos ele realizou 40 expedições marítimas e estabeleceu 14 recordes mundiais. Em 2002, por exemplo, cruzou o Oceano Atlântico em 17 dias, 1 hora e 11 minutos, a bordo de um Sea-Doo bimotor. Nenhuma aventura foi tão desafiadora, porém, quanto a atual: uma volta ao mundo completa, em solitário, sobre um jet. E que jet!

                         

                        “Meu pequeno barco (não gosto do termo “jet”) é um Sea-Doo, montado em Querétaro, no México, com muitas modificações. Tem, por exemplo, dois tanques de combustível adicionais, que permitem atingir um alcance de até 300 milhas náuticas”, conta o explorador, que batizou a moto aquática de Numancia, nome em homenagem a uma pequena cidade ibérica que não se rendeu ao Império Romano, 23 séculos atrás.

                         

                        Só isso? Não. “Pintei o casco com tinta do fabricante norueguês Jotun, para garantir a estanqueidade da fibra de vidro, e instalei o sistema AIS. Além disso, meu barquinho de 11 pés tem luzes de navegação, para poder navegar à noite (o que faço com muita frequência), dois rádios de comunicação, duas bússolas e dois GPS, entre outros componentes extras”, acrescenta Álvaro.

                        Foto: Arquivo Pessoal

                        O objetivo da expedição é celebrar os 500 anos da primeira circum-navegação marítima — iniciada em 1519 por Fernão de Magalhães e concluída em 1522, por Juan Sebastián Elcano. “Vamos comemorar fazendo a mesma viagem ao redor do mundo”, explica ele.

                         

                        Ao mesmo tempo, o piloto espanhol pretende sensibilizar para o problema dos resíduos plásticos nos mares e oceanos. “Devemos nos ajudar mutuamente para resolver os problemas globais que afligem o mundo”, defende Álvaro, que é ativista ambiental, acadêmico da Real Academia do Mar e criador do movimento Guardiões do Mar.

                         

                        Apesar de ser uma homenagem à circum-navegação de Magalhães e Elcano — e ter sido iniciada no dia 19 de agosto de 2019, o mesmo dia em que o navegador português soltou as amarras em 1519 — , a rota seguida por ele não será a mesma de 500 anos atrás.

                        Foto: Arquivo Pessoal

                        Dividida em 18 etapas (cinco já concluídas), a volta ao mundo de jet só tem algumas etapas coincidentes. “Quero mostrar que, 500 anos depois, existem dois canais que encurtam distâncias”, justifica-se Álvaro, referindo-se aos canais do Panamá e o de Suez.

                         

                        Tal qual seus heróis do século 16, Álvaro foi de Sevilha até Sanlúcar de Barrameda, na região da Andaluzia, navegando pelo Rio Guadalquivir. Então, ganhou o Oceano Atlântico. Antes de apontar a proa para o Caribe, porém, ele decidiu circular por algumas cidades e regiões da Espanha, de Portugal e da França.

                         

                        Começando por Huelva, foi para Lisboa, Porto, Galícia, Astúrias, Santander e Getaria, no País Basco, onde nasceu o navegador Juan Sebastian de Elcano, que em 1522 completou a circum-navegação iniciada por Fernão de Magalhães três anos antes — o espanhol assumiu a expedição após a morte do português, em 1521, e desembarcou em Sevilha com apenas um dos cinco navios que iniciaram a viagem (o Victoria) e 18 marinheiros da tripulação original, de 234 homens.

                        Foto: Arquivo Pessoal

                        Em Bayonne, na França, Álvaro transportou o jet por terra até Mônaco. Já no Mediterrâneo, seguiu no sentido de Gibraltar, na costa sul espanhola, com escalas em Marselha, Barcelona, Valência, Alicante, Granada, Málaga e Marbella. Em resumo, viajou quase 3.000 milhas antes de cruzar o segundo maior oceano em extensão, entre Gibraltar e a ilha caribenha de Guadalupe.

                         

                        Na travessia do Atlântico, um trecho de 3.700 milhas vencido em 15 dias, o Numancia teve pela primeira e única vez a companhia de um barco de apoio (o navio explorador Yersin), que abasteceu o piloto com água e comida e o pequeno barco, com combustível.

                         

                        “Eu reabastecia a cada seis horas usando um sistema que me permitia pegar a mangueira enquanto navegava a 10 nós. O reabastecimento de 60 litros demorava menos de dois minutos”, conta Álvaro, que pilota 100% do tempo em pé, para evitar lesões em sua espinha dorsal.

                        Foto: Arquivo Pessoal

                        Ao contrário do que se possa imaginar, essa travessia não exigiu muito esforço ao piloto. “Foi uma etapa simples, porque as correntes e os ventos são favoráveis para quem navega de leste a oeste”, ensina o piloto espanhol, que durante toda jornada dormiu no próprio jet, a menos em alguns momentos em que que o mar agitado o obrigou a embarcar no navio de apoio.

                         

                        Mas, como foi possível tirar uma sonequinha em pleno Oceano Atlântico? “Estou muito acostumado a fazer isso, desde que comecei a navegar, em 1982. Durmo deitado, com o pequeno barco à deriva”, explica Álvaro.

                         

                        “Assim como havia acontecido em 2002, eu tinha de ficar à espera do navio-mãe, que navegava à metade da minha velocidade. Ou seja, para cada hora de navegação eu estava uma hora à frente do barco de apoio.  Então eu aproveitava esse tempo para descansar um pouco”, acrescenta.

                        Foto: Arquivo Pessoal

                        No Caribe, o explorador espanhol perambulou sem pressa por diversas ilhas: Montserrat, Saint Barths, Saint Croix, Ilhas Virgens Americanas, Porto Rico, República Dominicana, Haiti, Cuba e, já em território estadunidense, Key West. “Às vezes, pegava trechos de 8, 10, 12 ou 16 horas sem avistar terra”, lembra Álvaro. “E navegava também à noite, orientando-me pelas estrelas”, acrescenta.

                         

                        Seu desembarque em Miami, no dia 16 de março de 2020, coincidiu com o pior momento da epidemia de COVID-19, o que o obrigou a fazer uma longa pausa de dois anos.

                         

                        Ao retomar a jornada, em fevereiro de 2022, o Numancia contornou todo o Golfo do México até Quintana Roo, no extremo sudeste mexicano. “Foram cerca de 3.000 milhas, quase como cruzar o Atlântico novamente”, compara.


                        Antes, ainda na Flórida, passou por Pensacola, cidade fundada em 1559 por um antepassado seu: Don Tristán de Luna. “Os Estados Unidos nasceram com a nossa herança hispano-americana”, lembra. De Pensacola foi a Nova Orleans e dali, navegando pelo Delta do rio Mississippi, partiu para o Texas.

                         

                        Deixando o Golfo do México para trás, rumo ao Canal do Panamá, ele atracou primeiro em Belize, depois na Guatemala, em Honduras, na Nicarágua e na Costa Rica. Quase chegando no Panamá, o primeiro e (até aqui) único perrengue: “Meu pequeno barco afundou devido a um erro cometido durante a manutenção na Costa Rica. Esqueceram de instalar corretamente a tubulação de água da bomba de esgoto”, explica.

                         

                        Em decorrência do acidente, o jet sofreu graves danos mecânicos, que obrigaram Álvaro a interromper a aventura por alguns meses. Enquanto aguardava o conserto da máquina e a permissão para cruzar Canal, ele esteve no Brasil, onde visitou a redação de NÁUTICA, em São Paulo, e revelou detalhes exclusivos da viagem.

                        Álvaro de Marichalar visitou o escritório de NÁUTICA durante sua passagem por São Paulo. Foto: Revista Náutica

                        Em algumas etapas do percurso pela costa mexicana, o Numancia — que ostenta decalques dos países que visitou, o brasão de sua família e a frase “Viva a Espanha” — foi abastecido de gasolina feita a partir de detritos plásticos produzidos no México. “Isso é incrível. Estamos à procura de soluções sustentáveis, não apenas falando sobre isso, mas também implementando-as”, comemora.

                         

                        De volta ao Panamá — país com o qual tem uma ligação histórica, já que o seu antepassado, Miguel Francisco de Marichalar, era seu governador quando o pirata inglês Henry Morgan matou quase toda a população de Panamá Viejo — , ele aguarda autorização para transpor o grande canal.

                         

                        Depois da travessia, pegando o rumo norte, pretende navegar até o Alasca, com passagens por toda a América Central, México, Califórnia, Oregon, Washington e Canadá, até o Alasca. Em seguida, deixando o estado americano que tem parte do seu território dentro do Círculo Polar Ártico, cruzará pelas Ilhas Aleutas (ao sul do Estreito de Bering) até a Rússia.

                        Foto: Arquivo Pessoal

                        Já no continente asiático, visitará as Ilhas Curilas (situadas a norte do arquipélago japonês), o Japão, o Sudeste Asiático (Coréia, China, Filipinas, Indonésia e Tailândia) e Sri Lanka. Contornará então a Península Arábica e entrará no Mar Vermelho para atravessar o Canal de Suez até o Mediterrâneo, onde continuará a jornada por Jerusalém, Líbano, Mar Negro e Atenas.

                         

                        Dali, pelo Mar Adriático, o Numancia seguirá até Veneza, na Itália. Depois, apontará a proa para Mônaco, onde a volta ao mundo no menor barco da história será completada.

                         

                        Já nas costas francesa e espanhola, Álvaro pegará o caminho de volta para Sevilha. Na 18ª e última etapa, a aventura dá lugar ao misticismo: ele navegará novamente de Sevilha a Galiza por todo Portugal, chegando a Padrón, de onde pretende caminhar até Santiago de Compostela, a cidade conhecida como ponto culminante da rota de peregrinação dos Caminhos de Santiago.

                        Foto: Arquivo Pessoal

                        Dali, novamente a bordo do Numancia, navegará pelo Golfo de Biscaia até Getaria, a cidade onde nasceu Juan Sebastian de Elcano, quando dará por encerrada uma das aventuras mais espetaculares da história da navegação — assim como fizera o navegador espanhol 500 anos atrás. No seu caso, uma experiência também inédita: a primeira volta ao mundo sobre um jet.

                         

                        Para acompanhar a viagem, acesse o site oficial da circum-navegação de Álvaro.

                         

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                          Especialistas dizem que o objeto foi usado pelo povo nórdico no período entre 850 e 975 d.C

                          16/03/2024

                          Não só os oceanos reservam surpresas em suas profundezas. Na Inglaterra, um lago foi o lar de uma espada da era viking por mais de um milênio, até ser encontrada, por acaso, pelo pescador Trevor Penny, no final de 2023.

                          Trevor procurava por objetos perdidos no rio Cherwell, em Oxfordshire, no sudeste da Inglaterra, quando se deparou com algo que ia muito além do que ele esperava encontrar: uma espada viking, já com alto nível de corrosão.

                          Foto: Trevor Penny / Reprodução

                          Em um primeiro momento, contudo, o homem não se deu conta da façanha. Foi ao tirar o objeto da água e apresentá-lo a um amigo que o acompanhava que Trevor, então, se deu conta de que se tratava de um arma antiga.


                          Os dois entraram em contato com o órgão do condado de Oxfordshire responsável por registrar achados arqueológicos feitos pelo público. Através da análise dos pesquisadores, o objeto foi dado como uma espada viking, usada pelo povo nórdico há cerca de 1.200 anos.

                          O oficial disse que era arqueologicamente raro encontrar espadas inteiras e tesouros de importância histórica ainda intactos– disse Penny a um jornal regional

                          A data, aliás, entre 850 e 975 d.C., remete a um período em que os nórdicos, justamente, viajaram para a Inglaterra para saquear os territórios ingleses. Uma dessas invasões foi a um mosteiro em Lindisfarne, ilha na costa nordeste da Inglaterra, em 793, que ficou bastante conhecida.

                          Foto: Trevor Penny / Reprodução

                          Outros ataques semelhantes aconteceram ao longo dos séculos, e só terminaram por volta de 1066, após a Batalha de Stamford Bridge, quando o rei da Noruega, Haroldo III Sigurdsson, foi derrotado. A batalha ficou simbolicamente retratada como o marco inicial do declínio da era viking.

                           

                          Agora, segundo informado pelo Oxford Mail, a espada viking está sob os cuidados do museu de Oxford com chances de, eventualmente, ser exposta no local.

                           

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                            Concorde ficou famoso pelo voo comercial mais rápido do mundo, mas deixou de fazer sucesso após tragédia que matou 109 pessoas

                            Por: Redação -
                            15/03/2024

                            O histórico avião supersônico Concorde, da British Airways, atraiu olhares do mundo inteiro ao cruzar o rio Hudson, em Nova York, a bordo de uma barcaça-guindaste. Após meses de restauração, ele foi transportado de volta ao Intrepid, um museu naval, aéreo e espacial.

                            O jato ficou famoso por superar o dobro da velocidade do som. Em 1996, bateu o recorde de voo comercial transatlântico mais rápido, ao reduzir para apenas 2 horas, 52 minutos e 59 segundos a distância entre Londres e Nova York — viagem que leva, em média, 8 horas.

                            Foto: Instagram @intrepidmuseum/ Reprodução

                            As 85 toneladas do avião supersônico demoraram cerca de 3 horas para subir o rio. A barcaça, de 500 toneladas, foi a mesma que içou o ônibus espacial USS Enterprise até o Intrepid. Assim que chegou ao seu destino, foi içado e reposicionado no museu nova-iorquino.

                            Concorrência e tragédia

                            O avião supersônico voou pela primeira vez em 1976, em um serviço operado em conjunto pela British Airways e Singapore Airlines. Na época, um voo custava em torno de US$ 7 mil – o que, atualmente, daria cerca de R$ 35 mil (conversão em março de 2024).

                            Foto: Instagram @intrepidmuseum/ Reprodução

                            Com base na correção da inflação, o museu afirma que os valores atuais estariam por volta de US$ 38 mil, equivalentes a R$ 190 mil. Celebridades e membros da realeza britânica fizeram parte do seleto leque de passageiros a se sentar em um dos jatos disponíveis.

                             

                            Entretanto, o sucesso da frota ficou comprometido depois que um Concorde caiu logo após uma decolagem em Paris, no ano 2000. Todas as 109 pessoas a bordo morreram na tragédia. Demorou apenas três anos até que nenhum Concorde sobrevoasse mais o céu.


                            O avião supersônico que voltou ao Intrepid está no museu desde 2003. Em agosto do ano passado, foi removido pela primeira vez para uma extensa reforma, que incluiu remoção da pintura e inspeções de corrosão.

                             

                            A previsão do museu é de que o Concorde volte à exibição ao público em 4 de abril.

                             

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                              Cromossomos sexuais mais antigos do mundo pertencem a polvos

                              Cientistas descobriram que animais marinhos possuem estruturas que datam de algo entre 248 milhões e 455 milhões de anos

                              Por: Redação -

                              O universo científico já sabia que os cromossomos sexuais mais antigos do mundo pertenciam a uma criatura marinha, mas uma recente pesquisa provou que são os polvos e as lulas os responsáveis por esse feito – e que tais moléculas de DNA datam de milhões de anos antes do que o imaginado!

                              A descoberta pertence aos pesquisadores da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos. De acordo com os resultados, os cromossomos sexuais desses cefalópodes datam de algo entre 248 milhões e 455 milhões de anos.

                              Foto: Pia B/ Pexels/ Reprodução

                              Até então, acreditava-se que era o peixe esturjão o animal com as estruturas mais antigas, com idade de cerca de 180 milhões de anos.

                              O que são cromossomos sexuais?

                              Antes de mais nada, é importante deixar claro que cromossomos são estruturas que carregam o material genético nas células. Portanto, os cromossomos sexuais nada mais são do que os responsáveis por determinar o sexo dos seres vivos.

                               

                              Nos seres humanos, essas estruturas são representadas pelas letras X e Y. Enquanto os homens apresentam um de cada, as mulheres possuem dois X.


                              No caso dos polvos, lulas e outros cefalópodes, ao longo de muito tempo os cientistas não souberam dizer se os machos e fêmeas eram definidos por meio dos cromossomos ou por fatores ambientais, como a temperatura, por exemplo.

                               

                              Isso mudou em 2015, quando cientistas completaram o primeiro sequenciamento genético de um cefalópode – o polvo de duas manchas da Califórnia.

                              A pesquisa

                              A sequência realizada há nove anos deixou duas lacunas, e é aí que entram os pesquisadores da Universidade de Oregon. Liderada pelo biólogo Andrew Kern, a equipe definiu que as preencheria com sequenciamento de alta fidelidade.

                               

                              Ao analisarem um polvo fêmea, eles logo notaram que o cromossomo 17 parecia menos preenchido com genes do que as demais estruturas da sequência. Ao compararem com um polvo macho, perceberam a possibilidade da existência de diferenças sexuais entre eles – assim como ocorre entre os humanos.

                              Foto: Departamento de Biologia, Universidade de Oregon/ Reprodução

                              Os cientistas, então, sequenciaram mais quatro polvos e confirmaram que as fêmeas possuem apenas uma cópia do cromossomo 17, ao passo que os machos contam com duas. Em vez dos XY e XX usado para os humanos, os polvos ganharam a nomenclatura ZZ (macho) e Z0 (fêmea).

                              E a idade?

                              Se você está se perguntando como foi possível descobrir que os cromossomos sexuais datam de milhões de anos atrás, saiba que os pesquisadores compararam os genomas dos animais estudados com os de outras três espécies de polvos, além de três espécies de lulas e com o náutilo-imperador.

                              Foto: PxHere/ Reprodução

                              Notou-se que o padrão ZZ/Z0 só não estava presente neste último, um animal mais distante dos demais. Isso mostrou que os cromossomos sexuais progrediram após a evolução da linhagem náutilo e da linhagem que deu origem às lulas e polvos atuais – fenômeno que ocorreu entre 248 milhões e 455 milhões de anos atrás.

                               

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                                Modelos inspirados em carros de luxo estarão atracados na Marina da Glória, de 28 de abril a 5 de maio

                                Já em sua 25ª edição, o Rio Boat Show é um dos principais polos do mercado náutico na América Latina. Sendo assim, por lá não passam apenas lanchas e jets, mas os mais icônicos — e diferentes — modelos que o setor revela ano a ano. Como exemplo disso, os carros com design de carro esportivo de luxo serão destaque da Sealife no Rio Boat Show 2024.

                                Dois modelos do Supercarjet serão exibidos pela primeira vez na Marina da Glória, de 28 de abril a 5 de maio, levando à feira náutica mais charmosa do setor o ar de esportividade que também faz brilhar os olhos de quem ama navegar. E, fazendo jus a essa mistura de barco com carro, as lanchas terão opções nas versões tanto com motor náutico, quanto com automotivo.

                                Foto: Carlos Moreira Filmes / Sealife / Divulgação

                                A principal diferença entre os dois tipos de motorização oferecidos pela Sealife no Rio Boat Show 2024 está na autonomia da embarcação. Enquanto com motor náutico a lancha garante de 1h30 a 2h de operação contínua, com o motor automotivo esse tempo varia de 3h30 a 4h.


                                Em entrevista à equipe de NÁUTICA, durante o Foz Internacional Boat Show, em 2023, Charles Alexandre Peiris, representante da marca, afirmou que a embarcação “chega a 77 km/h no motor automotivo e, na linha 300 (motor náutico), vai a 92 km/h”. Ou seja, traduzindo para o mundo náutico, a lancha faz entre 42 e 45 nós no primeiro modelo, e navega a 52 ou 55 nós no segundo.

                                Foto: Carlos Moreira Filmes / Sealife / Divulgação

                                De acordo com a Sealife, o modelo atualmente é o único nesse estilo no mercado que oferece capacidade para 4 pessoas, garantindo espaço para momentos especiais com amigos e familiares. Em ambas as opções de motorização, o número máximo de passageiros é o mesmo.

                                Foto: Carlos Moreira Filmes / Sealife / Divulgação

                                Eu falo que ele tem a experiência de dirigir um jet, a agressividade de um jet, mas o conforto e a segurança de jetboat– explicou Charles durante o Boat Show de Foz

                                As lanchas com cara de carro — que já atracaram nos Boat Shows de Foz e São Paulo em 2023 — podem ser personalizadas de diversas formas. Os modelos expostos pela Sealife no Rio Boat Show 2024 têm preço a partir de R$ 237 mil, na opção com motor automotivo, e a partir de R$ 392 mil, na versão com motor náutico.

                                Vem aí o Rio Boat Show 2024!

                                Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.

                                O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.

                                 

                                O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.

                                Anote aí!

                                RIO BOAT SHOW 2024
                                Quando: De 28 de abril a 5 de maio;
                                Horário: De segunda a sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h;
                                Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória);
                                Ingressos: site oficial de vendas
                                Mais informações: rioboatshow.com.br.

                                 

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                                  Onda de calor segue até o fim do verão: saiba como se prevenir em passeios de barco ou exposição ao sol

                                  De acordo com o Climatempo, termômetros devem ficar de 3°C a 5°C acima da média até o dia 20

                                  14/03/2024

                                  Você já deve ter reparado que, nos últimos dias, um calor avassalador tem atingido várias regiões do Brasil. De acordo com o Climatempo, as altas temperaturas devem seguir até o fim do verão, no dia 20 de março. Portanto, se a ideia for aproveitar os dias de sol em um barco, na praia, parques ou piscinas, fique atento e saiba como se prevenir!

                                  Ainda segundo o serviço de meteorologia, entre os dias 16 e 20 de março a área mais impactada pelo calorão será o Sudeste, atingindo todos os estados da região, além do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

                                  Uma onda de calor é caracterizada por um período de temperaturas excessivamente altas. Nesse tempo, o calor intenso que se repete por dias seguidos pode causar problemas de desidratação, insolação e até o agravo de condições de saúde. Segundo a OMS, “a exposição ao calor excessivo tem impactos fisiológicos abrangentes para todos os seres humanos.”


                                  A equipe de NÁUTICA, com informações do Ministério da Saúde e do dermatologista Renato Esper Saliba, preparou dicas valiosas para você curtir os dias de sol sem prejudicar sua saúde. Confira, a seguir.

                                  Como se proteger da onda de calor

                                  Cuidados durante a exposição ao sol

                                  • Aplique filtro solar meia hora antes da exposição solar e faça a reposição do produto a cada 2 horas;
                                  • Normalmente, recomenda-se fator de proteção acima de 30, de acordo com o seu tipo de pele;
                                  • Evite o contato direto com o sol entre as 11 e 16 horas;
                                  • Use roupas claras, leves e frescas;
                                  • Proteja-se com chapéus e óculos escuros;

                                  Alimentação e hidratação

                                  • Hidrate-se mesmo sem sede. Além da água, sucos naturais e água de coco podem ajudar;
                                  • Em ondas de calor, é recomendado ultrapassar o mínimo de 2L de água por dia;
                                  • Evite álcool, cafeína e bebidas açucaradas;
                                  • Faça refeições leves, ricas em alimentos frescos, frutas e verduras, que ajudam na hidratação do corpo;

                                  Se for passear de barco, entrar no mar ou piscina

                                  • Use a abuse dos acessórios como bonés, chapéus e óculos de sol. Além de te proteger, eles vão te ajudar a incrementar aquela foto do passeio para postar nas redes!
                                  • Durante os passeios, a hidratação segue sendo bem-vinda! Vá além das bebidas alcoólicas e leve sua garrafinha de água. Para combinar com o ambiente, a água de coco pode ser um boa opção;
                                  • Após alguma dessas atividades, é recomendado um banho rápido e morno, de preferência com sabonete a base de glicerina, para evitar o ressecamento da pele;
                                  • Utilize hidratantes corporais: o uso pós-banho mantém a pele macia e hidratada. Eles podem, também, relaxar e acalmar a pele, de acordo com a fragrância escolhida;

                                   

                                  Hidrate-se e previna-se! O aumento da temperatura pode ter muitos efeitos prejudiciais à saúde, como insolação, desmaios, desidratação e doenças de pele, além de também poder afetar o funcionamento do corpo, causando, inclusive, cãibras.

                                   

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                                    Solução para evitar o derretimento da “geleira do Juízo Final” pode custar quase R$ 250 bilhões

                                    Cientistas trabalham para impedir o fim do Thwaites, que pode ter efeitos catastróficos em regiões costeiras

                                    Basta 60 centímetros de aumento no nível do mar para que as comunidades costeiras sintam os efeitos de inundações devastadoras com o derretimento das geleiras. Pode parecer apocalíptico, mas é essa a previsão caso a Thwaites — apelidada de “geleira do Juízo Final” — entre em colapso.

                                    Com área estimada em aproximadamente 190 mil km² — superior ao tamanho do estado da Flórida, Estados Unidos — , o derretimento desse imenso bloco de gelo resultaria em 97 milhões de pessoas em risco de terem suas casas invadidas por água, além de prejudicar a níveis desastrosos as comunidades e meios de subsistência. Porém, ainda há uma chance disso não acontecer.

                                    A estratégia dos engenheiros para evitar que o dia do juízo final chegue envolve cortinas subaquáticas. Com 100 quilômetros de comprimento, a ideia é que essa “rede” gigantesca consiga evitar que a água quente do mar atinja e derreta as geleiras.

                                     

                                    Segundo os cientistas envolvidos no projeto, além de bloquear o fluxo de correntes quentes para a geleira do Juízo Final, a inovação evitaria o derretimento, dando tempo suficiente para que sua plataforma de gelo volte a crescer. E ela também poderia ser facilmente removida, caso um impacto indesejado no ambiente seja percebido.

                                     

                                    As cortinas subaquáticas já estão nos estágios iniciais de desenvolvimento e teste de um protótipo. Para 2025, o objetivo é instalar as barreiras em um rio, além de uma “rede” de 33 metros de comprimento em um fiorde norueguês nos próximos dois anos.

                                    Uma ideia bilionária

                                    A ideia que promete salvar a geleira do Juízo Final saiu da cabeça de John Moore, glaciologista e pesquisador de geoengenharia da Universidade da Lapônia. Mas, certamente, o custo dessa inovadora sugestão é salgado. O projeto custaria US$ 50 bilhões (R$ 249 bilhões, em conversão realizada em março de 2024).

                                    Foto: Geleira Thwaites. NASA/ Reprodução

                                    Na verdade, este é o valor mínimo para cumprir essa missão. Só os experimentos deste ano devem custar algo próximo de US$ 10 mil (cerca de R$ 50 mil), com acréscimos de US$ 10 milhões para a tecnologia ser implementada. Por fim, viriam os US$ 50 bilhões necessários para instalar a cortina no Mar de Armundsen.

                                     

                                    Por mais que possa parecer muito caro — e de fato, é — a execução da ideia valerá o custo-benefício, segundo Moore. Ele afirma que o mesmo valor já é gasto anualmente só para a proteção do nível do mar em todo o mundo, apenas com defesas costeiras.

                                    O tempo está acabando

                                    Não bastava a situação já ser complexa, ela ainda pode ficar mais delicada. Afinal, um colapso do Thwaites provocaria uma cascata de derretimento que poderia elevar o nível em mais de três metros. E nem seria a primeira vez que essa geleira aprontaria das suas.

                                    O derretimento da “geleira do Juízo Final” já contribuiu para o aumento do nível do mar em 4%. Além disso, o Thwaites perderam mais de um trilhão de toneladas de gelo desde o ano 2000. Tudo isso acontece por causa daquele velho culpado de sempre: o aquecimento global.

                                    Realmente não sabemos se [os Twhaites] poderão entrar em colapso amanhã,  daqui a 10 anos ou daqui a 50 anos– John Moore

                                    Para ter mais dados sobre seu derretimento, seria necessário tempo — que os especialistas julgam não ter até lá. Por isso, os defensores desta pesquisa acreditam que o momento de intervenção é agora. Porém, alguns especialistas discordam e argumentam que a redução de emissões é a única solução.

                                    Sem consenso científico, com uma verdadeira fortuna para ser gasta e uma demora que pode ser tarde demais, não se sabe se essa ideia irá para frente. Mas a certeza é uma só: de toda forma custará caro — seja para o bolso ou para o futuro da humanidade.

                                     

                                    Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                     

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                                      Por: Redação -

                                      Quem sonha em desfrutar de um oásis de privacidade e lazer, capaz de reunir em seus terrenos o melhor do luxo e da natureza, vai se interessar pela ilha de 220 mil m² que está à venda em Itumbiara, município no sul de Goiás (GO).

                                      A propriedade particular foi anunciada por R$ 10 milhões nas redes sociais do corretor de imóveis Welerson Antunes, e atraiu a curiosidade dos internautas — especialmente por conta de sua localização, já que a cidade fica no meio do Brasil e não possui saída para o mar.

                                      Foto: Instagram @welerson.antunes/ Reprodução

                                      O ponto chave da questão é que a ilha em Goiás fica situada dentro da represa de Itumbiara, sendo assim, é cercada por água doce. De quebra, o local ainda possui preservada toda a mata virgem da região.

                                      Por dentro da ilha

                                      O futuro dono desse generoso pedaço de terra certamente não enfrentará problemas com espaço. Isso porquê a metragem total da ilha pode ser dividida em 194 lotes, e ainda sobra o suficiente para a construção de ruas, uma área de lazer de 26,8 mil m² e até um heliponto. Além disso, mesmo com as construções, seria possível preservar com tranquilidade o equivalente a 56,7 mil m² de área verde.


                                      “Ela tem escritura, registro e matrícula individual”, explicou Antunes em outro post na rede social. “Então, ela pode ser construída, loteada, pode ser feito até um resort — olhando as leis que regem o município em que ela está”.

                                       

                                      Segundo o corretor, a ilha se formou após a desapropriação de uma antiga fazenda que foi transformada em uma represa. Na época, o pedaço de terra que hoje é circundado por água pertencia a uma região ainda maior.

                                      É possível comprar ilhas?

                                      A empresa de energia Eletrobras esclarece que não existem ilhas em Goiás, e sim remanescentes ilhados em reservatórios de acumulação de água para geração de energia elétrica, sob a concessão da empresa.

                                       

                                      Por não ser um bem pertencente à União do estado, a ilha é considerada uma propriedade particular e, portanto, pode ser vendida, conforme consta no artigo 1.249 do Código Civil: “As [ilhas] que se formarem pelo desdobramento de um novo braço do rio continuam a pertencer aos proprietários dos terrenos à custa dos quais se constituíram.”

                                       

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                                        Por: Redação -

                                        Um experimento inusitado no campo elétrico abriu espaço para que futuras gerações de barcos contem com baterias alimentadas pela mesma substância em que as embarcações navegam: água.

                                        Embora a ideia soe um tanto contraditória, têm se provado um sucesso para a equipe global de pesquisadores liderada pela RMIT University (Instituto Real de Tecnologia de Melbourne), na Austrália, responsáveis pela inovação.

                                        Foto: Carelle Mulawa-Richards/ Universidade RMIT/ Reprodução

                                        Um dos motivos é a impossibilidade de a bateria pegar fogo ou explodir, diferentemente das que usam íons de lítio e que estão presentes em aparelhos como celulares e computadores.

                                         

                                        Mas não para por aí. Segundo o professor e principal pesquisador Tianyi Ma, as baterias de água podem ser aplicadas em grande e pequena escala, com capacidade para alimentarem desde pequenos aparelhos eletrônicos, até veículos elétricos.

                                         

                                        “Nossas baterias agora duram significativamente mais – comparáveis ​​às baterias comerciais de íons de lítio no mercado – tornando-as ideais para uso intensivo e de alta velocidade em aplicações do mundo real”, comentou.

                                        Foto: Carelle Mulawa-Richards/ Universidade RMIT/ Reprodução

                                        Outro ponto positivo da novidade está intimamente relacionado ao desafio mundial de dar um fim consciente ao lixo eletrônico. Ciente dos problemas que “consumidores, indústria e governos enfrentam” nesse quesito, os pesquisadores garantiram que as baterias de água “podem ser desmontadas com segurança e os materiais podem ser reutilizados ou reciclados”.

                                        Como funcionam as baterias de água

                                        O verdadeiro nome da inovação é “baterias aquosas de íons metálicos”. Elas usam água para substituir algumas substâncias presentes nas baterias comuns, chamadas eletrólitos orgânicos – que permitem o fluxo de corrente elétrica entre os terminais positivo e negativo.


                                        Além disso, são fabricadas com materiais como magnésio e zinco, abundantes na natureza. “[São] baratos e menos tóxicos do que as alternativas utilizadas em outros tipos de baterias, o que ajuda a reduzir os custos de fabricação e reduz os riscos à saúde humana e ao meio ambiente”, aponta Ma.

                                         

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                                          Por: Redação -
                                          13/03/2024

                                          O icônico hidroavião Bluebird K7, que pertenceu ao recordista britânico Donald Campbell, poderá voltar à ativa em breve. O ‘barco voador’, responsável por quebrar quatro recordes mundiais, passou décadas debaixo d’água, mas foi restaurado e agora ocupa um lugar de destaque no Museu Ruskin.

                                          A instituição cultural, focada em guardar o melhor da história de Coniston, na Inglaterra, recebeu o aeroplano neste mês e informou que planeja solicitar às autoridades locais a permissão para operar o Bluebird K7 novamente.

                                          Foto: Museu Ruskin/ Reprodução

                                          Embora reforce que o projeto “não é algo que acontecerá do dia para a noite”, garantiu que “será feito” e que uma equipe de engenharia está a postos para fazer o famoso hidroavião funcionar.

                                          Vitórias e desastres

                                          A história por trás do Bluebird K7 é um tanto conturbada. Em seus anos dourados, o ‘barco voador’ permitiu que Campbell estabelecesse quatro recordes mundiais de velocidade nas competições realizadas no lago Coniston Water. Ele chegou a receber um motor novo, mais potente e leve para tentar quebrar o quinto recorde, em janeiro de 1967.

                                          Foto: Museu Ruskin/ Reprodução

                                          Contudo, a empreitada não só não deu certo, como foi fatal para o piloto. O ‘barco voador’ atingiu 510 quilômetros por hora e decolou, mas não suportou a velocidade e quebrou-se, caindo de volta na água. A morte de Campbell foi instantânea.


                                          Nas décadas que se seguiram, o Bluebird enfrentou um longo período abandonado no fundo do lago, até ser recuperado em 2001 e restaurado. Em 2018, já estava novamente inteiro e o engenheiro Bill Smith, que teve grande participação na reconstrução do hidroavião, reivindicou sua posse.

                                          Disputa pelo Bluebird K7

                                          Se por um lado Smith queria o Bluebird para si, pelo outro a filha de Campbell, Gina, alegava o mesmo direito de propriedade.

                                           

                                          A batalha foi para o campo judicial e permaneceu longe dos olhos do público por vários anos, até que, recentemente, o hidroavião foi entregue ao museu, evento que marcou o retorno dele para a cidade natal após 20 anos na cidade de North Shields. Na ocasião, uma multidão se acumulou nas ruas para dar as boas-vindas de volta ao Bluebird K7.

                                          Foto: Museu Ruskin/ Reprodução

                                          O hidroavião agora repousa em uma ala especial, dedicada a Campbell. Segundo Jeff Carroll, vice-presidente dos curadores do museu, o espaço está aberto desde 2010, mas até então operou como se fosse um “anel sem diamante”, situação que mudou com a chegada do aguardado ‘barco voador’.

                                           

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                                            O consumo de carne de tartaruga marinha foi responsável por levar a óbito diversas pessoas na ilha de Pemba, no arquipélago de Zanzibar, na Tanzânia. Além disso, outras 78 foram levadas ao hospital, segundo informações do jornal The Guardian.

                                            Já foram registradas as mortes de um adulto e oito crianças. Segundo Dr. Haji Bakari, médico do distrito de Mkoani, o adulto em questão era mãe de uma das crianças envolvidas no incidente. O profissional de saúde comunicou à Associated Press que todas as vítimas comeram carne de tartaruga marinha.

                                            Foto: Visit Zanzibar/ Divulgação

                                            Considerada uma iguaria em Zanzibar, a ingestão do animal marinho ocasiona algumas mortes frequentemente devido ao quelonitoxismo — um tipo de intoxicação alimentar provocada pelo consumo desse animal.

                                             

                                            Para tentar frear o consumo da carne de tartaruga marinha no local, as autoridades de Zanzibar enviaram uma equipe de gestão de desastres à região, com mensagens pedindo aos moradores para que não comam este animal.

                                            Foto: Visit Zanzibar/ Divulgação

                                            Infelizmente, este não é o primeiro caso que acaba em tragédia. Em novembro de 2021, sete pessoas, entre elas uma criança de três anos de idade, morreram no mesmo local após também consumirem carne de tartaruga marinha.

                                            Tartarugas marinhas não são as culpadas

                                            Além da possibilidade de intoxicação com o consumo de sua carne, as tartarugas marinhas também lutam pela sobrevivência constantemente. Afinal, nos últimos 200 anos, as atividades humanas fizeram pender a balança contra estes seres marinhos.

                                            Vítimas de abatimentos de seus ovos, carne, pele e cascas, as tartarugas marinhas sofrem com a caça furtiva e exploração excessiva, bem como a destruição do habitat natural e a pesca ilegal. Outros fatores, como as alterações climáticas, também têm impacto nas espécies.

                                             

                                            De acordo com a lista vermelha de espécies ameaçadas da International Union for Conservation of Nature – IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza), que classifica o nível de vulnerabilidade de diversos animais, diversas espécies de tartarugas marinhas pelo globo estão em perigo.

                                             

                                            Os casos mais preocupantes são da tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata) e da tartaruga-de-kemp (Lepidochelys kempii), que estão “criticamente ameaçadas de extinção”. A tartaruga-verde (Chelonia mydas), por sua vez, é definida como ameaçada de extinção.

                                            Já as espécies tartaruga-oliva (Lepidochelys olivácea), tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta) e tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea) estão classificadas como vulneráveis. Por fim, todas as espécies citadas estão diminuindo, segundo a IUCN.

                                             

                                            Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                             

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                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Quem só foi à Marina da Glória para conhecer e passear ou saiu satisfeito com o passeio, ou entusiasmado em entrar, também, para o mundo náutico– dizia a edição 201 da Revista Náutica

                                              O que acontecia no mundo em 2005

                                              Em 2005, a cidade do Rio de Janeiro celebrava seus 440 anos, com uma série de ações em comemoração à data especial. Em uma delas, o cantor estadunidense Lenny Kravitz se apresentou em um show na praia de Copacabana, de forma inteiramente gratuita. O artista arrastou uma multidão de cerca de 300 mil pessoas, naquela que foi a sua primeira apresentação na América Latina.

                                               

                                              Naquele ano, a cidade do Rio receberia ainda outros artistas internacionais, como Judas Priest, White Stripes, Whitesnake, Avril Lavigne, Slipknot e Kings of Leon.


                                              Ainda durante as homenagens aos 440 anos da cidade, a rede de telefonia fixa Telemar (atual Oi) lançou uma edição especial de cartões de telefone público, com imagens da Baía de Guanabara em 1962 e 2000, que traziam no verso um pouco da história do Rio de Janeiro.

                                              Foto: eBay / Reprodução
                                              Foto: eBay / Reprodução

                                              Para além do Rio, em 2005 o mundo foi impactado com duas grandes notícias: a morte do Papa João Paulo 2º e o casamento do Príncipe Charles com Camilla Parker-Bowles. Ainda naquele ano, o YouTube recebia o seu primeiro vídeo, intitulado Me at the zoo, em que o co-fundador da plataforma, Jawed Karim, aparece no Zoológico de San Diego. O vídeo, publicado em 23 de abril de 2005, ainda pode ser visualizado no site.

                                               

                                              Voltando às terras nacionais, um assalto ao Banco Central do Brasil, em Fortaleza, no valor de R$ 165 milhões, marcou o país naquele ano como o maior da história — e segue sendo até os dias atuais.

                                              Como foi o Rio Boat Show 2005

                                              Como dizia a Revista Náutica daquela época, “a primeira surpresa de quem visita o Boat Show pela primeira vez é que é perfeitamente possível ter um barco. A segunda é que, ao contrário de salões tradicionais, no Rio dá para testá-los lá mesmo.”

                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Concretizando-se como o maior polo do lifestyle náutico do país, o Rio Boat Show 2005 teve mais de 60 modelos com unidades diretamente na água disponíveis para testes drive. E, claro, sendo esse o evento náutico mais charmoso da América Latina, os visitantes interessados em adquirir uma dessas embarcações puderam navegar pelas águas da Baía de Guanabara, sob os braços do Cristo Redentor.

                                               

                                              A junção de uma atmosfera que parecia feita a mão para os amantes do setor, aliada à diversidade de opções, fez daquela edição uma das mais propícias para se sair do Rio já contando milhas. Isso porque haviam embarcações para todos os gostos — e bolsos.

                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Para se ter uma ideia, com menos de R$ 10 mil era possível voltar para casa a bordo de um veleiro Thop Classic 16, da Thop Boats que, na ocasião, saia por R$ 9,8 mil. O bom preço aliado às boas condições de financiamento — que ganharam força naquela edição do salão –, foram o vento que faltava para o impulso de sair navegando pela primeira vez.

                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Para os já mais maduros do setor, porém, quem chamou atenção mesmo foi uma Trawler GFT 93, do estaleiro MCP, tida como o barco mais sofisticado da feira. Com seus imponentes 93 pés, a embarcação era equipada com 5 suítes, adega, cozinha profissional, piso acolchoado, academia e hidromassagem.

                                               

                                              Como se não bastasse, o barco tinha ainda a capacidade de cruzar o Atlântico sem reabastecimento. Para isso, só para encher os tanques de diesel do modelo (de quase 21 mil litros), era necessário passar nove horas abastecendo — sem parar.

                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Para além dos barcos, as atrações do evento foram novamente um sucesso. Desta vez, o público do salão pôde curtir um “momento zen”, com massagem especial com jatos d’água quente no estande da Golden Cross. O sorteio de um veleiro dingue foi feito entre mais de 5 mil participantes, e o sortudo da vez foi o carioca José Antonio Rocha Filho.

                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Quem frequentou o salão aproveitou para dar uma passadinha no estande do extinto banco ABN Amro, onde eram oferecidos cursos gratuitos de vela e de nós. A Marinha do Brasil, por sua vez, novamente possibilitou aos visitantes a chance de sair do salão com a carteira de arrais amador, com um exame eletrônico.

                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Além de saírem do evento habilitados, os visitantes puderam sair prontos para mergulhar, graças às aulas de mergulho do Projeto Mergulhar.

                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              No estande da Barracuda, mais um aprendizado: cursos práticos de laminação, com alunos construindo, ao vivo, várias peças em fibra.

                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Rio Boat Show 2005 em números

                                              Durante os 10 dias de salão, o Rio Boat Show 2005 reuniu mais de 55 mil visitantes, que puderam ver de perto cerca de 188 embarcações, entre lanchas, jets, veleiros, botes e tudo mais que a indústria náutica decidiu revelar em águas cariocas.

                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Dentre tantos barcos, dois em especial chamaram a atenção do público pelo tamanho: o já mencionado Trawler MCP GFT, de 93 pés, e um catamarã Sancat 80, da Sunboats, de quase 400 metros quadrados de área útil. Por outro lado, um caíque de 2 metros, da Nautika, atraiu olhares por caber dentro de uma mala.

                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              A 8ª edição do evento contou com 200 fabricantes, 250 estandes e mais de 100 expositores, que proporcionaram aos visitantes da icônica Marina da Glória uma verdadeira imersão no setor, em um ambiente que, desde 1998, faz do Rio Boat Show o maior ponto de encontro dos amantes da náutica.

                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Entre os estaleiros, estavam marcas como Spirit Ferretti, Alternativa, Cabrasmar, Thop Boats, Allfibras, Tecnoboats, Super Boats, Nautika, Sea-Doo, Evolution Boats, Real Powerboats, Ventura, Holos, Flexboat, Riostar, Colunna, Kalmar, Brasil Cat, Yamaha, Schaefer Yachts, Runner e Zefir.

                                              Confira mais fotos da edição de 2005 do Rio Boat Show

                                              Bebeto e sua esposa, Denise Oliveira, marcaram presença no Rio Boat Show 2005. Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Giovane Gávio (vôlei) com sua esposa Priscila, a mãe Lecy e filhos. Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Regina Casé compareceu ao Rio Boat Show 2005. Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Foto: Arquivo Revista Náutica
                                              Foto: Arquivo Revista Náutica

                                              Vem aí o Rio Boat Show 2024!

                                              Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.

                                              O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.

                                               

                                              O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.

                                              Anote aí!

                                              RIO BOAT SHOW 2024
                                              Quando: De 28 de abril a 5 de maio;
                                              Horário: De segunda a sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h;
                                              Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória);
                                              Ingressos: site oficial de vendas
                                              Mais informações: rioboatshow.com.br.

                                               

                                              Náutica Responde

                                              Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                Feito inédito contribui para o desenvolvimento de pesquisas e projetos científicos da 42ª Operação Antártica

                                                No último dia 8 de março, a Marinha do Brasil celebrou um feito inédito com uma das embarcações da instituição: o Navio Polar (NPo) Almirante Maximiano cruzou o Círculo Polar Antártico pela primeira vez.

                                                Batizada carinhosamente de “Tio Max”, a embarcação já soma mais de 50 anos. O marco, além de inédito, contribui para o desenvolvimento de pesquisas e projetos científicos, uma vez que faz parte da 42ª Operação Antártica (OPERANTAR).

                                                Foto: Flickr Marinha do Brasil / Divulgação

                                                “O fato de ter cruzado o Círculo Polar Antártico representou um estímulo para toda tripulação e pesquisadores após cinco meses de comissão”, declarou o Capitão de Mar e Guerra e comandante do NPo Dieferson Ramos Pinheiro.

                                                Além do desafio de navegar em ambiente tão inóspito e longínquo, o ineditismo para a pesquisa científica brasileira foi inspirador– Dieferson Ramos Pinheiro, Capitão de Mar e Guerra e comandante do NPo

                                                42ª Operação Antártica

                                                Além de reforçar o compromisso da Marinha do Brasil em garantir ao país a condição de Membro Consultivo do Tratado da Antártica (acordo firmado desde 1959, que determina o uso do continente para fins pacíficos), o feito do Navio Polar Almirante Maximiano eleva o Brasil na promoção de pesquisas na 42ª Operação Antártica.

                                                Foto: Flickr Marinha do Brasil / Divulgação

                                                A OPERANTAR integra o Programa Antártico Brasileiro, e é dividida em atividades tanto logísticas quanto de pesquisa, sendo que essas são realizadas durante o período de verão da OPERANTAR — de outubro a março.


                                                Os estudos são desenvolvidos a bordo dos navios da Marinha — como o Tio Max — , na Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), no módulo Criosfera 1, em acampamentos isolados e em estações estrangeiras, por meio de acordos de cooperação entre os países.

                                                 

                                                Participam da operação os projetos de pesquisa aprovados e divulgados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), sendo que cada grupo de estudo apresenta a proposta de trabalho e as necessidades de apoio para a operação, por meio de formulários científicos, logísticos e ambientais, que serão avaliados.

                                                Foto: Flickr Marinha do Brasil / Divulgação

                                                De acordo com a Agência Marinha de Notícias, com a base nas informações adquiridas, os projetos são distribuídos nas fases de pesquisa, fazendo uso dos meios disponíveis para acessar os locais autorizados, onde ocorre a coleta de amostras e a realização de estudos e experimentos científicos.

                                                O Navio Polar Almirante Maximiano

                                                O NPo Almirante Maximiano teve o seu “batimento de quilha” (cerimônia que marca o início da construção de um navio) em 20 de agosto de 1973, sendo que a embarcação foi lançada ao mar em 13 de fevereiro de 1974 e entregue em junho do mesmo ano.

                                                 

                                                Sua incorporação à Marinha do Brasil, contudo, se deu em 3 de fevereiro de 2009 e, antes disso, o navio teve outros nomes, como Ocean Empress, Naeraberg, American Empress, Maureen Sea, Scotoil I, e Theriot Offshore I, antes de ser rebatizado em homenagem ao Almirante Maximiano Eduardo da Silva Fonseca, hidrógrafo de destaque e Ministro da Marinha de março de 1979 a março de 1984.

                                                Foto: Flickr Marinha do Brasil / Divulgação

                                                Um gigante dos mares, o Tio Max possui 93,4 m de comprimento, 13,4 m de boca e 6,59 m de calado. O navio é movido por 2 motores diesel de 12 cilindros Caterpillar, modelo 3612TA de transmissão direta, que geram 4.262 bhp cada, acoplados a dois eixos com hélices de passo fixo.

                                                 

                                                A embarcação atinge uma velocidade de 10 nós em cruzeiro e 13 nós de velocidade máxima. Seu raio de ação lhe fornece 20.000 milhas náuticas e 90 dias de autonomia. Ao todo, 106 pessoas (76 militares e 30 pesquisadores) conseguem navegar a bordo do Navio Polar Almirante Maximiano.

                                                 

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                                                  12/03/2024

                                                  Entre as grandes façanhas do mundo náutico, uma que muito chama atenção são os velejadores que cruzam o globo a bordo de suas embarcações, afinal, nada parece ser mais desafiador do que isso. Contudo, o suíço Louis Margot promete mudar essa história com o projeto Human Impulse, em que dará uma volta ao mundo usando apenas a força humana.

                                                  Sempre sozinho e com trajetos intercalados entre a bicicleta e um barco a remo, o desafio de circum-navegação começou em 3 de setembro de 2023. Ainda Há um recorde a ser quebrado, que atualmente é de 5 anos e 11 dias, de acordo com o Guinness World Book (o livro dos recordes). A Human Impulse propõe que a jornada seja finalizada em menos de 3 anos.

                                                  Foto: Instagram @human_impulse / Divulgação

                                                  Louis Margot já deu início ao trajeto, sendo que a primeira etapa do percurso foi percorrida de bicicleta, saindo de Morges, na Suíça, rumo a Portimão, em Portugal — rota que levou 25 dias. De lá, o suíço partiu para Limón, na Costa Rica, a bordo do barco a remo. Atualmente, o aventureiro já atravessou o Atlântico, rumo ao seu destino — mesmo em meio a grandes desafios.

                                                  Louis antes e depois de cruzar o oceano Atlântico a remo. Foto: Instagram @human_impulse / Divulgação
                                                  Foto: Instagram @human_impulse / Divulgação

                                                  Foram 76 dias e mais de 6.500 km para cruzar o Oceano Atlântico, remando desde as Ilhas Canárias, na Espanha. De lá, Louis partiu em 13 de dezembro rumo a Martinica, no Caribe, e chegou na manhã do dia 28 de fevereiro.

                                                   

                                                  Ele aproveitou o destino caribenho para ter alguns das de descanso antes de seguir para a Costa Rica, onde irá concluir a segunda etapa do trajeto.

                                                  Foto: Instagram @human_impulse / Divulgação

                                                  Na terceira parte da Human Impulse, Louis partirá para os Estados Unidos de bicicleta. De lá, seguirá para Bali, na Indonésia, de barco — de onde voltará sobre duas rodas para a Suíça. Todo o percurso pode ser acompanhado ao vivo no site oficial da Human Impulse.

                                                  Quem é Louis Margot, participante da Human Impulse

                                                  Nascido na comuna de Morges, na Suíça, Louis Margot, de 30 anos, sempre foi apaixonado por esportes — e aventuras. Logo cedo, aos 13 anos, ele — que já praticava judô — começou a remar e entrou no Clube de Remo Avançado de Morges.

                                                  Foto: Instagram @human_impulse / Divulgação

                                                  A partir daí, conquistou medalhas no Campeonato Suíço em 2008, foi convocado para a seleção suíça de remo e ganhou um título mundial no Campeonato Mundial Júnior (na República Tcheca, em 2010) na categoria de quatro homens.


                                                  Seus estudos na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, lhe proporcionaram a oportunidade de entrar para o Cambridge University Boat Club, e assim participar da Boat Race, um evento anual realizado em Londres, que opõe as tradicionais universidades de Cambridge e Oxford.

                                                   

                                                  Em busca de novos desafios no esporte, o suíço desenvolveu paixão também pelo ciclismo, que o levou a uma prova de mais de 3.000 km rumo a Istambul, na Turquia.

                                                   

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                                                    Embarcação, que custa quase R$ 300 milhões, conta ainda com piso de mármore e piscina com cobertura no convés

                                                    Quando você pensa que os extravagantes megaiates não têm como surpreender ainda mais, aparece um Leona. Esta embarcação, de 263 pés (80 metros de comprimento), conta com muito espaço, uma piscina cercada por estátuas greco-romanas e detalhes que exalam luxo.

                                                    O megaiate Leona foi construído pelo estaleiro turco Bilgin, em parceira com a Unique Yacht Design e a H2 Yacht Design. Enquanto a Unique ficou responsável pela arquitetura naval e design exterior do megaiate, a H2 deu conta das áreas internas — e estão de parabéns. É justamente no interior do barco que a magia acontece.

                                                    Foto: Instagram @bilginyacht/ Reprodução

                                                    A parte externa tem seu valor, mas é a interna que diferencia o Leona dos demais — afinal, não é todo barco que tem uma piscina com cobertura no convés. Com estátuas brancas greco-romanas ao redor — que, inclusive, esguicham água — , uma bela área de estar logo em frente vira coadjuvante.

                                                    Foto: Instagram @bilginyacht/ Reprodução

                                                    Revestida com azulejos, a piscina é cercada por pisos e painéis de mármore nas paredes. Um vídeo feito pelo especialista em imóveis de luxo Enes Yilmazer publicado em seu Tik Tok leva a audiência para dentro desta parte encantadora do megaiate de 80 metros.

                                                    @enesyilmazerla If this was your yacht, would you rather swim in the ocean or enjoy the views from pool ️ || #superyachts #yachts #yachtlife #luxurylife #luxurylifestyle #yachting #billionaire ♬ Dream – Alex Lustig

                                                    Muito mais que a piscina

                                                    A luxuosa parte interna do megaiate de 80 metros conta com outras comodidades além da piscina. Enquanto no convés inferior há duas cabines comuns, o convés principal conta com duas cabines VIPs, que dispõem de camarins e banheiros, além de muito espaço para armazenamento adicional.

                                                    Foto: Bilgin Yachts/ Divulgação

                                                    O interior da embarcação oferece ainda uma lareira externa, aquário, sala de narguilé, piano-bar e uma área de cinema, revestida de veludo vermelho. O proprietário pode aproveitar uma suíte com vista palaciana e acesso ao deque dianteiro, que faz conexão com a piscina, o terraço e com o spa.

                                                    Foto: Bilgin Yachts/ Divulgação

                                                    O Leona tem acomodações para 10 convidados e até 20 tripulantes, incluindo o capitão. E como se fosse pouco luxo, todos a bordo do megaiate pisarão em piso feito de mármore e encontrarão elementos dourados, tecidos nobres e lacas brilhantes, que aumentam a extravagância do barco.

                                                     

                                                    Na parte técnica, o megaiate é movido por dois motores MTU, com velocidade máxima de 19 nós (35 km/h) e uma velocidade de cruzeiro de 11 nós (20 km/h).

                                                    Megaiate e mega caro

                                                    Este megaiate de 80 metros tem tudo para virar febre entre os milionários ao redor do mundo. Lançado em 2023, a embarcação custa US$ 60 milhões (aproximadamente R$ 297 milhões, em conversão realizada em março de 2024).

                                                    Foto: Bilgin Yachts/ Divulgação
                                                    Foto: Bilgin Yachts/ Divulgação

                                                    Este megaiate é o maior construído pela Bilgin Yachts, e o proprietário desse humilde barco é mantido em sigilo.

                                                     

                                                    Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                     

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                                                      Por: Redação -

                                                      Uma baleia-cinzenta chocou pesquisadores norte-americanos ao ser avistada nadando pelas águas do oceano Atlântico, região da qual está extinta há cerca de 200 anos. O evento foi descrito como algo “incrivelmente raro”.

                                                      Cientistas acreditam que o animal, que costuma habitar o norte do oceano Pacífico, desapareceu do Atlântico por volta do século 18, em parte devido à caça ilegal.

                                                       

                                                      O registro da baleia-cinzenta foi feito em 1º de março deste ano, quando os pesquisadores do Aquário de Nova Inglaterra, nos Estados Unidos, sobrevoavam a costa de Nantucket, em Massachusetts.

                                                      Baleia foi flagrada em um possível momento de alimentação. Foto: Aquário de Nova Inglaterra/ Reprodução

                                                      “Meu cérebro estava tentando processar o que eu estava vendo, porque esse animal era algo que não deveria existir nessas águas”, disse Kate Laemmle, uma das pesquisadoras que estava no avião, ao Aquário.

                                                       

                                                      A forma com que a baleia-cinzenta nadava fez com que os cientistas chegassem à conclusão de que ela provavelmente estava se alimentando no momento em que foi vista.

                                                      Teorias

                                                      Especialistas da área de biologia marinha apontam as mudanças climáticas como possível causa para o aparecimento da baleia-cinzenta na região. Isso porque a passagem entre as ilhas ao norte do Canadá, que conecta o Pacífico e o Atlântico, costumava ser coberta de gelo, que derreteu devido ao aumento das temperaturas globais.


                                                      Sem a obstrução do caminho pelos icebergs, as baleias conseguem realizar a travessia com maior facilidade, algo que não seria possível no século passado.

                                                      Foto: Aquário de Nova Inglaterra/ Reprodução

                                                      Embora tenha chocado os pesquisadores, esta não é a primeira vez que a espécie é vista no Atlântico. Nos últimos 15 anos, houve cinco registros das baleias-cinzentas fora do Pacífico, nadando pelas mesmas águas deste mês e também pelas do Mediterrâneo.

                                                       

                                                      Náutica Responde

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                                                        11/03/2024

                                                        Nos últimos dois finais de semana, Ilhabela, a capital da vela, recebeu a 24ª edição do Circuito Ilhabela de Vela Oceânica – Copa Mitsubishi 2024. Sobre as águas do canal de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, mais de 40 embarcações registraram suas primeiras milhas na competição que prosseguirá nos meses de junho, setembro e dezembro.

                                                        Entre os dias 2 e 3 de março, classes como ORC, RGS Geral, Clássicos, HPE25, C30, BRA-RGS, RGS A e BRA-RGS C obtiveram seus primeiros resultados e, no último final de semana, entre os dias 9 e 10, a competição teve o seu desenrolar final, começando pelos veleiros da RGS Cruiser (nova denominação da Bico de Proa), que se juntaram às demais classes.

                                                        Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                                        Panorama geral do 3º dia de Copa Mitsubishi de Vela

                                                        Em um dia de ventos constantes, na faixa dos 10 nós, os veleiros da RGS Cruiser se juntaram às demais classes da Copa Mitsubishi. A classe rodou suas primeiras milhas na competição com uma regata de percurso, largando na extremidade do canal e contornando duas marcas ao norte.

                                                        Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                                        Dentre as cinco equipes que participaram da categoria, o Aries, de Alex Calabria, se sagrou o fita azul da regata. Contudo, como a classe agora também usa o rating, a vitória no tempo corrigido ficou com o Cambada, de Luiz Fernando Giovannini.

                                                         

                                                        O Aries ficou com a segunda colocação, seguido do BL3 Mangalô, de Pedro Rodrigues. O Alphorria, de Mario Gomide e o Tutatis, de Luiz Bolina, ocuparam as colocações seguintes.

                                                         

                                                        Duas regatas foram feitas na BRA RGS, ambas vencidas pelo Zeus, de Paulo F. Moura. Ainda na primeira regata, a segunda colocação ficou com o Kameha Meha, de Gabriel Borgstom, e a terceira, com o Sossegado, de Marco Hidalgo. Na segunda regata do dia, o Sossegado foi o segundo e o Comanda, de Sebastian Menendez, o terceiro.

                                                        Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                                        Nos clássicos, o Jão Sereno, de Robinson Leite, anotou duas vitórias. A C30, por sua vez, contou com três regatas. Na primeira delas, quem venceu foi o Caiçara – Cat Technologies, de Marco de Oliveira Cesar, seguido pelo Kaikias, de Daniel Hilsdorf/Fabio Aurichio e do Bravo, de Jorge Berdasco.

                                                         

                                                        Na segunda regata, vitória do Bravo, Kaikias em segundo e Relaxa Building, de Tomas Mangabeira, em terceiro. A última regata do dia teve vitória do Kaikias, com o bravo em segundo e o Caiçara na terceira colocação. Essa alternância de resultados e o equilíbrio das equipes fez com que a C30 fosse para o último dia de regatas com apenas um ponto de diferença entre os três primeiros.

                                                        Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                                        Na HPE25, duas regatas foram disputadas e ambas foram vencidas pelo Ginga, de Breno Chvaicer, com o Crazy Phoenix, de Mario Lindenhayn, em segundo. As classes ORC Racer e Cruiser também tiveram duas regatas para competir. Na Racer, ambas foram vencidas pelo Phoenix, de Fabio Cotrim, com o Inaê Soto, de Bayard Umbuzeiro Neto, em segundo e o Rudá 3, de Mario Martinez, em terceiro.

                                                         

                                                        Na primeira regata da ORC Cruiser, vitória do Xamã, de Sergio Klepacz, com o Lucky V, de Luiz Villares, em segundo e o Orson, de Carlos Eduardo Souza e Silva, em terceiro. A segunda regata, por sua vez, teve o Lucky como vencedor, seguido do Orson e do Xamã.

                                                        Panorama geral do último dia de Copa Mitsubishi de Vela

                                                        O último dia de competições terminou com mais uma regata para as classes BRA-RGS, Clássicos e RGS Cruiser, além de duas regatas para a ORC, C30 e HPE25, disputadas com ventos sul na casa do 10 nós.

                                                         

                                                        A Classe C30 fez brilhar os olhos dos amantes da vela, com 10 regatas disputadas em completo equilíbrio. Todas as cinco equipes da classe venceram, ao menos, uma regata. O Bravo, de Jorge Berdasco, contudo, com três vitórias, foi quem somou menos pontos perdidos (18 no total), sagrando-se o campeão da classe.

                                                        Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                                        Com 21 pontos, o Kaikias EMS, de Daniel Hilsdorf/Fabio Aurichio, ficou em segundo, seguido do Relaxa Building, de Tomas Mangabeira. Na quarta e quinta colocação, respectivamente, ficaram o Caiçara CAT Technologies, de Marcos de Oliveira Cesar e o Tonka, de Demian Pons.

                                                         

                                                        Na HPE25, que disputou 7 regatas, o Ginga, de Breno Chvaicer, terminou a etapa na primeira colocação, com 6 pontos. Em segundo, com 11, ficou o Crazy Phoenyx, de Mario Lindenhayn. Já na RGS A, o Zeus, de Paulo F. Moura, foi o vencedor, com 5 pontos. Em segundo veio o Sossegado, de Marco Hidalgo, com 11, seguido do Kameha Meha, com 13. O Bl3 Urca, de Clauberto Andrade, foi o quarto colocado.

                                                        Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                                        Na divisão B da RGS, vitória para o estreante Blu1, de Marcelo Ragazzo, com 7 pontos, mesma pontuação do segundo colocado, o Asbar II, de Daniela Sanches. Em terceiro, com 11, veio o Aventador, de Maurício Pavão.

                                                         

                                                        Na RGS C, vitória para o Comanda, de Sebastian Menendez, com 5 pontos em 6 regatas. O segundo colocado, com 11 pontos, foi o Triton/Daikin, de Ricardo Zamboni. O Brazuca, de José Rubens Bueno, garantiu a terceira colocação, com 25 pontos. Táquion, Malagueta e Spalla foram, respectivamente 4º, 5º e 6º colocados.

                                                        Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                                        Com a participação de 6 equipes, a RGS Cruiser teve vitória do Cambada, de Luiz Fernando Giovannini, com 2 pontos. O Aries, de Alex Calabria, foi o segundo, com 4. Em terceiro, com 7 pontos, ficou o Alphorria, de Mario Gomide. BL3 Mangalô, Tutatis e Helios ocuparam as três posições subsequentes.


                                                        Supremacia do Phoenix, de Fabio Cotrim/Mauro Dottori na ORC Racer, que venceu seis das sete regatas disputadas. Em segundo veio o Inae Soto, de Bayard Umbuzeiro Neto, com 11 pontos. O Rudá3, de Mario Martinez, foi o terceiro colocado, seguido do 4z Phytoervas, de Robert Scheidt/Fabio Bodra.

                                                        Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

                                                        Na ORC Cruiser, vitória do Lucky Alforria, com 9 pontos em sete regatas, seguido pelo Xamã/Andbank, de Sergio Klepacz, com 11 pontos e do Orson, de Carlos Eduardo Souza e Silva (14 pontos). Na quarta, quinta e sexta colocações, ficaram o Jazz, Zorro e o My Boy.

                                                        Próximas etapas da Copa Mitsubishi de Vela

                                                        Com o encerramento da 1ª etapa da 24ª edição do Circuito Ilhabela de Vela Oceânica – Copa Mitsubishi 2024, os velejadores já podem se preparar para a próxima etapa do circuito, que deve acontecer nos dias 15, 16, 22 e 23 de junho.

                                                         

                                                        Na sequência vem a 51ª edição da tradicional Semana de Vela de Ilhabela, que acontece de 20 a 27 de julho, seguida pela 3ª etapa, nos dias 21, 22, 28 e 29 de setembro e a 4ª, nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro.

                                                         

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                                                          Sessa Marine estará no Auckland Boat Show 2024

                                                          Ao comparecer no evento náutico na Nova Zelândia, marca visa expandir sua presença em mercados estratégicos

                                                          A Sessa Marine tem uma missão clara para o ano de 2024: alcançar novos mercados. Um bom exemplo disso foi a abertura do novo escritório do estaleiro italiano nos Estados Unidos e, agora, a marca confirma sua presença no Auckland Boat Show, na Nova Zelândia.

                                                          No evento — realizado de 14 a 17 de março, na cidade de Auckland, na Nova Zelândia — a Sessa apresentará modelos de sua linha Cruiser, com a Sessa C47 e a C44.

                                                          Sessa C44. Foto: Sessa Marine / Divlgação

                                                          A presença da Sessa pela primeira vez neste salão, contudo, vai muito além da exposição das lanchas, já que a Nova Zelândia possui a maior proporção de barcos por pessoa do mundo.

                                                          Mais um passo importante na jornada de expansão global. Este evento nos permitirá fortalecer nossa posição como uma das principais marcas do mercado náutico mundial– Débora Felipe, diretora de marketing da Sessa Marine

                                                          Para se ter uma ideia, a cidade de Auckland conta com 12 marinas, com cerca de 5 mil vagas molhadas, incluindo a Westhaven Marina — a maior do Hemisfério Sul, com 1.800 vagas.


                                                          Isso torna o país um grande ponto de comércio de embarcações e, consequentemente, uma forte oportunidade de crescimento para a Sessa Marine — que já é considerado um dos estaleiros de maior prestígio no mundo, com mais de 65 anos de atuação.

                                                          A Nova Zelândia é um mercado estratégico que oferece muitas oportunidades. Estamos confiantes de que nossas embarcações possuem características que vão agradar ao gosto do consumidor neozelandês– Débora Felipe, diretora de marketing da Sessa Marine

                                                          Desde que a Intech Boating adquiriu a marca italiana, em 2023, a Sessa Marine vem navegando por novos mares e concretizando um processo de sincronia entre suas fábricas, visando unificar linhas e produtos.

                                                           

                                                          Aliás, recentemente, a marca anunciou o retorno da produção de sua linha open no Brasil, na recém-inaugurada fábrica do estaleiro em Palhoça, Santa Catarina.

                                                           

                                                          Ainda em território nacional, o estaleiro já é presença confirmada na histórica 25ª edição do Rio Boat Show. O evento, que acontecerá na Marina da Glória, de 28 de abril a 5 de maio, receberá a linha completa de embarcações da marca italiana.

                                                           

                                                          Náutica Responde

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                                                            Em 2024, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição. Para comemorar esse momento histórico, a equipe de NÁUTICA vai revisitar o passado novamente para mais uma edição da série Memória Náutica. Hoje é dia de relembrar o Rio Boat Show 2004, tido como uma grande festa do mercado náutico.

                                                            Em 2004, a 7ª edição do Rio Boat Show atracou na Marina da Glória entre os dias 16 e 25 de abril. Por lá, o público pôde observar ao vivo um grande salto da indústria náutica nacional que, naquele ano, foi a grande estrela do salão. Entre barcos, lançamentos, atrações e público, o Boat Show do Rio percorria suas milhas de sucesso.

                                                            Foto: Arquivo Revista Náutica

                                                            Como ocorre há 7 anos, o Rio Boat Show foi um grande e divertido happening, no qual nem mesmo as crianças e adolescentes deixaram de ser atendidos. Durante uma semana, houve na Marina da Glória muito de tudo para todos– dizia a edição 189 da Revista Náutica 

                                                            O que acontecia no mundo em 2004

                                                            Se hoje a população passa grande parte do seus dias de olho no celular, 2004 certamente foi o ano que deu início a essa tendência — mesmo que os aparelhos da época ainda fossem primitivos. Isso porquê, naquele ano, redes sociais como o já falecido Orkut e o Facebook foram criadas, juntamente com o YouTube.

                                                             

                                                            Nos esportes, o ano de 2004 foi marcado pelos Jogos Olímpicos de Athenas, evento vitorioso para o Brasil. Por lá, o velejador Robert Scheidt trouxe para terras brasileiras uma medalha de Ouro na categoria Laser, enquanto Marcelo Ferreira e Torben Grael ganharam a medalha dourada na categoria Star.


                                                            Na cultura, obras que marcaram uma geração ganharam vida, como o filme Shrek 2 e o 3º filme da saga Harry Potter, com O Prisioneiro de Azkaban. A série Friends, por sua vez, exibia naquele ano seu último episódio. No carnaval do Rio, a escola Beija-Flor de Nilópolis conquistava seu bicampeonato.

                                                            Como foi o Rio Boat Show 2004

                                                            Quando a revista Náutica disse que o Rio Boat Show 2004 teve “muito de tudo para todos”, não foi um exagero. Naquela edição, os visitantes do salão náutico mais charmoso da América Latina puderam participar de uma série de atrações, para todos os gostos.

                                                            Foto: Arquivo Revista Náutica

                                                            Uma delas, que chamou bastante atenção, foi a presença de um aquário com 12 mil litros de água e cerca de mil peixes de água doce, de espécies variadas, no meio da feira. Naquela edição, até quem nunca pisou em um barco teve a chance de percorrer as primeiras milhas, graças a escola C&L, que levou mais de 450 pessoas para navegarem em Optimists e Dingues.

                                                            Foto: Arquivo Revista Náutica

                                                            Amyr Klink novamente ancorou na Marina da Glória com seu superveleiro Paratii 2, de 90 pés (28,8 metros), recém-chegado de sua segunda circunavegação da Antártica, em uma viagem que durou cinco meses.

                                                             

                                                            O estande da Barracuda Advanced Composites deu sequência a já tradicional construção de barcos ao vivo durante a feira. Na ocasião, a empresa construiu uma lancha de 25 pés (7,6 metros) — o maior até então — com materiais de alta performance.

                                                            Foto: Arquivo Revista Náutica

                                                            O curso de arrais foi novamente um sucesso, e rendeu a cerca de 760 pessoas a carteira de habilitação de arrais amador, em exame realizado no estande da Marinha do Brasil. Ainda entre as atrações, um tanque de mergulho de 4,5 metros de profundidade, organizado pela Revista Mergulho e pela Fishing, instruiu mais de 400 visitantes à prática.

                                                             

                                                            No já esperado sorteio de um barco, a sortuda da vez foi a bióloga Marie Elisabeth Christine Classen, do Rio de Janeiro, que levou para casa um veleiro Dingue.

                                                            Principais novidades do setor

                                                            Entre as principais novidades do setor no Rio Boat Show 2004 estavam o lançamento de embarcações de quatro grandes estaleiros. Um deles foi o da Spirit Ferretti, que escolheu o salão carioca para estrear a Ferretti 78, tendência de maior volume entre suas embarcações de duplo comando. Além disso, a marca embelezou a feira com o maior barco do salão, uma cabinada com flybridge de 81 pés (24,7 metros).

                                                             

                                                            A Intermarine, por sua vez, ancorou na Marina da Glória com sua linha completa, incluindo a elegante 520 Full Gold. Naquele ano, de acordo com a Revista Náutica, a Schaefer Yachts já era considerada líder entre os estaleiros emergentes na busca por excelência, e sua nova lancha, uma Phantom 470 com flybridge, chegava como prova disso, reunindo design arrojado e arranjo prático.

                                                             

                                                            Outro destaque do salão ficou por conta da Real Powerboats. Já conhecida como uma marca de barcos com boa performance, o estaleiro investiu no acabamento e surpreendeu os visitantes com a nova Class 34.

                                                            Rio Boat Show 2004 em números

                                                            A 7ª edição do Rio Boat Show reuniu na Marina da Glória um total de 221 barcos, 16 embarcações a mais do que em 2002. Ente tantos modelos, 67 deles estavam em seu habitat natural, sobre as águas da Baía de Guanabara, enquanto 157 ficaram em terra firme.

                                                            Foto: Arquivo Revista Náutica

                                                            Os barcos de estaleiros nacionais foram novamente maioria, com 191 embarcações (28 a mais do que em 2002), enquanto os importados somaram 30 modelos.

                                                             

                                                            Entre as 221 embarcações, 116 eram lanchas, 44 infláveis, 19 caiaques, 15 jets, 7 veleiros oceânicos e 4 monotipos, 5 jetboats e 11 modelos diversos, como botes. O maior barco foi uma Spirit Ferretti, com 81 pés (24,7 metros). A Regata Boat Show daquele ano, por sua vez, reuniu nada menos que 410 veleiros.

                                                            Foto: Arquivo Revista Náutica

                                                            Foram cerca de 50 lançamentos, entre barcos, motores, equipamentos e variedades. Marcas como Ferretti, Romano Marine, Cobra, Magna, Real Powerboats, Intermarine, Klase, Hobie Cat, Princess, Colunna, Coral, Schaefer Yachts, Phoenix, Runner, Real Marine, Fibra Sul, Nautika, Flexboat, Emisul, Sea-Doo, Volvo, Mercruiser, Yanmar, Mercury, Scania, Evinrude e Megatech apresentaram suas últimas novidades no salão.

                                                            Confira mais fotos da edição de 2004 do Rio Boat Show

                                                            Foto: Arquivo Revista Náutica
                                                            Foto: Arquivo Revista Náutica
                                                            Foto: Arquivo Revista Náutica
                                                            Foto: Arquivo Revista Náutica
                                                            Foto: Arquivo Revista Náutica
                                                            Foto: Arquivo Revista Náutica
                                                            Foto: Arquivo Revista Náutica
                                                            Nelson Piquet e Luciano Huck. Foto: Arquivo Revista Náutica
                                                            Carlos Alberto Parreira, então técnico da Seleção Brasileira. Foto: Arquivo Revista Náutica
                                                            Os atores Darlam Cunha e Douglas da Silva. Foto: Arquivo Revista Náutica

                                                            Vem aí o Rio Boat Show 2024!

                                                            Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.

                                                            O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.

                                                             

                                                            O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.

                                                            Anote aí!

                                                            RIO BOAT SHOW 2024
                                                            Quando: De 28 de abril a 5 de maio;
                                                            Horário: De segunda a sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h;
                                                            Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória);
                                                            Ingressos: site oficial de vendas
                                                            Mais informações: rioboatshow.com.br.

                                                             

                                                            Náutica Responde

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                                                              Fábrica de estaleiro brasileiro dobrou de tamanho e espera produzir mil barcos por ano

                                                              Unidade industrial da Fibrafort, em Santa Catarina, conta com duas piscinas para testes e outra integrada diretamente ao rio

                                                              Alemão vende tudo, compra um jet e cruza 13 países com namorada e cachorro

                                                              Aos 33 anos, Kevin Neubeck partiu da Alemanha rumo ao Mar Negro em uma moto aquática e agora planeja uma travessia ainda mais ousada: cruzar o Atlântico

                                                              De tirar o fôlego: destinos oceânicos impressionam pela beleza em concurso de fotos da ONU

                                                              Registros foram feitos em paisagens deslumbrantes de países como México, Tonga, Coreia do Sul e Indonésia

                                                              Remada viking vira fenômeno da Copa e destaca herança marítima da Noruega

                                                              Celebração que remete às navegações nórdicas do século 9 tomou conta das arquibancadas, ruas e até estações dos EUA