O submarino Tonelero, construído totalmente no Brasil, conheceu pela primeira vez as águas marítimasna manhã desta quarta-feira (27), durante evento de lançamento realizado na Base de Submarinos da Ilha da Madeira, em Itaguaí (RJ).
A cerimônia contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sua esposa Janja — madrinha do submarino–, o presidente da França, Emmanuel Macron, e o comandante da Marinha, almirante Marcos Sampaio Olsen.
Macron, Lula e Janja, com submarino Tonelero ao fundo. Foto: Ricardo Stuckert/ Governo Federal/ Divulgação
A embarcação é a terceira da Classe Riachuelo (também chamada de S 42), fruto do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), um projetoambicioso que nasceu de um acordo selado entre Brasil e França em 2008. A iniciativa teve como objetivo transferir tecnologiapara a fabricação de embarcações militares.
Em pronunciamento, Lula destacou a força da parceria com o país europeu e a sofisticação do Estaleiro de Construção (ESC), responsável pela última fase de preparação do submarino.
Hoje, o Brasil se posiciona dentro de um pequeno grupo de países que domina a construção de submarinos. O PROSUB garante a soberania brasileira no nosso litoral, fortalece a indústria naval, com geração de emprego e renda, e promove o desenvolvimento do setor com muita inovação- disse Lula.
Foto: Ricardo Stuckert/ Governo Federal/ Divulgação
Lançamento do submarino Tonelero
O “batismo” do Tonelero marca o início do processo de testes para o futuro comissionamento (fase que assegura que os sistemas e componentes estejam de acordo com as necessidades e requisitos operacionais) de mais um submarino da Classe Riachuelo.
Janja batiza o submarino Tonelero durante lançamento. Foto: Ricardo Stuckert/ Governo Federal/ Divulgação
Baseado no projeto Scorpène, da gigante francesa Naval Group e construído pela ICN, a embarcação militar conta com 71,6 metros de comprimento e pesa aproximadamente 1.870 toneladas — o equivalente a 234 carros populares.
O submarino Tonelero é o segundo a carregar este nome na Marinha do Brasil, em homenagem às Fortificações do Passo do Tonelero, à margem direito do rio Paraná. O local foi conquistado em batalhapela esquadra do Império do Brasil na Guerra do Prata.
Já o primeiro Tonelero, segundo da Classe Humaitá e chamado de S 21, tem origem britânica e foi construído pelo estaleiro Vickers Limited, em Barrow-in-Furness Lancashire, na Inglaterra. Lançado ao marem 22 de novembro de 1972, foi incorporado à Armada Brasileira em 1977, mas sofreu baixa em 2001.
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
Em 2024, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição. Para comemorar esse momento histórico, a equipe de NÁUTICA vai revisitar o passado novamente para mais uma edição da série Memória Náutica. Hoje é dia de relembrar o Rio Boat Show 2010, ano em que o salão carioca mostrou a força do mercado náutico brasileiro.
O Boat Show do Rio daquele ano superou as expectativas e mostrou que o mercado náutico nacional a cada ano ficava “maior, mais forte e mais cobiçado pelas marcas estrangeiras”, como dizia a edição 261 da Revista Náutica. Nem mesmo as fortes chuvas no Rio — que adiaram o início do salão — conseguiram ofuscar o brilho da feira, que recebeu seus visitantes de 10 a 14 de abril.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Os barcos de grande porte e a maior presença de marcas estrangeiras foram os principais destaques do (lindo) salão carioca deste ano– dizia a edição 261 da Revista Náutica
O que acontecia no mundo em 2010
Pouco antes do salão náutico daquele ano, o estado do Rio de Janeiro recebeu sua maior chuva em 44 anos. Alguns dias depois, a NASA viria a divulgar imagens inéditas da superfície do sole, embalados pelo Waka-Waka, o mundopararia para acompanhar a Copa do Mundo de Futebol da África do Sul, vencida pela Espanhacontra a Holanda— que eliminou o Brasilnas quartas.
No ano em que a Apple lançou o iPad e o Burj Khalifa (edifício mais alto do mundo) foi inaugurado, Avatar desbancou Titanice assumiu o posto de maior bilheteria do cinema. No Brasil, o gibi Turma da Mônica celebrava 40 anos, o salário mínimo atingia R$ 510 e o Fluminense se sagrava campeão Brasileiro pela 3ª vez.
Destaques do Rio Boat Show 2010
Foram muitos os barcos que atraíram olhares durante o salão náutico carioca de 2010, tanto entre os estaleiros nacionais, quanto entre os internacionais. Começando por um modelo fabricado em solo nacional, a nova Triton 360 deu seu primeiro ar da graça durante a feira, e chegava com a missão de dar continuidade no sucesso de sua antecessora, a Triton 280.
Foto: Arquivo Revista Náutica
A Real levou ao Boat Show sua linha quase completa, com um modelo a mais: a nova 25 pés do estaleiro. A Intermarine aproveitou os bons ventos para apresentar sua nova 54 pés com fly, além de deixar nas entrelinhas que uma nova série de barcos, completamente diferente dos modelos até então, estava saindo do forno.
Foto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista Náutica
O maior barco do salão ficou por conta da italiana Ferretti — que naquele ano oficializava sua presença no Brasil, a partir da Ferrettigroup Brasil –, com uma lanchade 88 pés projetada na Itáliae construída no Brasil, a Ferretti 830. O modelo navegavacom motorizaçãode dois MTU de 2.030 hp cada.
A Azimut, por sua vez, apresentava outro modelo dos grandes: a Azimut 78. A lancha surpreendeu por trazer uma mega suite, equipada com TV suspensa de 42 polegadas, banheiro (alto) com chuveiro no teto e muito espaço livre. Além disso, a embarcação trazia dois motores Man V12 de 1.360 hp cada.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Nos veleiros, destaque para o Oceanis 54, “um veleiro para navegar sem fronteiras”. À época recém-chegada da França, a embarcação da Beneteau brilhou pela modernidade, por ser ideal para longas travessiase por ter espaço suficiente para uma família numerosa viver a bordo.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Já nos barcos menores — e mais baratos –, quem chamou atenção foi o Costa Dourada 230, do então jovem estaleiro alagoano Costa Dourada Boats, que estreou no Boat Show com uma embarcação alegre e colorida. O modelo se destacava por ser uma lanchinha de proaaberta, com uma boca mais larga do que o usual — o que a tornava mais espaçosa. O preço também era atraente: R$ 57 mil, já com motor de popa de 150 hp.
Foto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista Náutica
Como de praxe, os jetsYamaha e Sea-Doo fizeram a cabeça dos amantes de adrenalina. Na ocasião, ambas as marcas apresentaram novidades em suas linhas. Por parte da Sea-Doo, o novo RXT 260, de 260 hp, era um pouco mais potente que o modelo anterior da marca (255 hp), além de trazer guidão com regulagem até de empunhadura.
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Confira mais fotos da edição de 2010 do Rio Boat Show
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Rio Boat Show 2024
Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.
O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
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O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2024 Quando: De 28 de abril a 5 de maio; Horário: De segunda a sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h; Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória); Ingressos: site oficial de vendas
Mais informações: rioboatshow.com.br.
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
As marinas de diversos países estão prestes a receber em suas docas um “museu flutuante”. Isso porque o ArtExplorer, maior catamarãa vela do mundo, foi entregue recentemente a seu dono, o multimilionário Frédéric Jousset.
Com 47 metros (ou 154 pés) e a impressionante boca de 17,3 metros, a embarcação nasceu por meio do financiamento do empresário francês, cuja missão declarada é democratizar a artee permitir que ela chegue às massas de forma gratuita.
Foto: Perini Navi/ Reprodução
Não é de se espantar, então, que, ao ganhar as águas dos oceanos,o catamarã a vela abra suas portas ao públicosem necessidade de pagamento — embora os interessados devam agendar a visita previamente pela internet.
Segundo o The Italian Sea Group, responsável pela construção da embarcação, a área de flybridge será usada para exposiçõesvirtuais, workshops e conferências. Já o convés principal abrigará a exposição inaugural Icons (em português, “Ícones”), sobre a representação das mulheres no Mediterrâneo.
Além da exposição de obras de arte no convés principal, o ArtExplorer contará com laboratórios criativos. Graças ao amplo espaço da construção, há capacidade para receber até duas mil pessoas por dia ao atracar nas marinas.
A expectativa é de que o catamarã a vela passe por pelo menos 15 países e navegue como um “museu flutuante” ao longo de dois anos. Após esse tempo, deve estar disponível para aluguel, como forma de compensar a ausência da venda de ingressos, e servir Jousset em outros momentos — que não recusa a ideia de voltar a usá-lo como galeria em situações esporádicas.
Catamarã a vela e sustentabilidade
Com a proposta de ser um “iate sustentável”, o ArtExplorer conta com cerca de 65 metros quadrados de painéis solares e um banco de bateriasde lítio, capazes de gerar energia ao longo de mais de seis horas sem emissão de gases do efeito estufa.
Tanto as manobras de entrada e saída dos portos quanto de áreas protegidas são realizadas de forma totalmente elétrica. Por esses motivos, o catamarã a vela recebeu a classificação ‘verde’.
A embarcação foi apresentada no ano passado, durante o Monaco Yacht Show 2023. A construção ficou a cargo da Perini Navi — parte do The Italian Sea Group — e a arquitetura é de Guillaume Verdier Architecture e Nacira Design. Os interiores são assinados por Axel de Beaufort.
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Nem só de barcos são feitos os melhores salões náuticos do mundo, não é mesmo? Pensando nisso, o estande do Armazém Off Road exibirá os veículos off-road da CFMoto no Rio Boat Show 2024, com direito a lançamento de UTV e até quadriciclo para crianças no evento náutico mais charmosos da América Latina.
A revendedora de veículos off-road levará pela primeira vez o ZForce 950, o primeiro 4×4 da marca com capacidade para quatro pessoas. Além disso, o lançamento UTV da CFMoto no Rio Boat Show 2024 conta com um compartimento traseiro de carga.
O veículo que estará no evento — que acontece na Marina da Glória entre os dias 28 de abril a 5 de maio — ainda conta com freio a disco 4×4, suspensão independente e 963 cilindradas. Com os modos sport e normal, é possível definir a potência do motor de acordo com o terreno ou preferência do motorista.
ZForce 950. Foto: CFMoto Rio/ Divulgação
O ZForce 950 tem capacidade de carga de até 485 kg, tanque de combustível de 37 litros e preço estimado a partir de R$ 125.900.
Mais destaques CFMoto no Rio Boat Show 2024
Ainda no estande da Armazém Off Road, dois quadriciclos da CFMoto darão as caras com sua versão 2024. São eles: CForce 450L e CForce 520L, dois modelos 4×4.
CForce 520L. Foto: CFMoto Rio/ Divulgação
O CForce 450L é um ATV definido pela fabricante como de médio porte, robusto e de fácil pilotagem. Já o 520L oferece maior potência, vem equipado com direção elétrica, rodas de liga leve de alumínio e pneus off-road de 25 polegadas.
CForce 520L. Foto: CFMoto Rio/ Divulgação
Para quem procura um quadriciclo para criança, o Armazém Off Road levará ao Rio Boat Show o CForce 110 HR, um modelo infantil e com menor preço da marca — com valores a partir de R$ 19.950.
Para maior tranquilidade dos pais, esse off-road tem limitador de velocidade e conectividade com o app da marca — que exibe, por exemplo, localização e status do veículo em tempo real. O modelo foi projetado ergonomicamente para crianças de 10 anos de idade, segundo a empresa.
CForce 110 HR. Foto: Divulgação/ CFMoto Rio
Outros produtos CFMoto no Rio Boat Show 2024 serão os veículos CForce 1000, com um motor de 1.000 cilindradas, e CForce 625, que conta com a tecnologia Power Tech, desenvolvida para extrair o máximo de potência do motor, de acordo com o Armazém Off Road.
Vem aí o Rio Boat Show 2024!
Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.
O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2024 Quando: De 28 de abril a 5 de maio; Horário: De segunda a sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h; Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória); Ingressos: site oficial de vendas
Mais informações: rioboatshow.com.br.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
Depois do sucesso da LY 650, a Lexus, divisão de luxo da montadora japonesa Toyota, apresentou sua mais nova aposta: a LY 680, lanchade 68 pés (20,66 metros), com capacidade para acomodar 15 pessoas durante o dia.
A novidade está com lançamento previsto para o ano de 2026 e será construída pelo Horizon Group, marca líder em iates de luxo na Ásiae especializada em embarcações personalizadas.
Foto: Lexus/ Toyota/ Reprodução
Para aplacar a curiosidade dos fãs do mundo náutico, a Lexus apresentou, no Japan International Boat Show2024, uma maquete do LY 680. O evento aconteceu entre os dias 21 e 24 de março. Por enquanto, as vendasforam abertas apenas no país asiático.
Como é a LY 680, nova lancha da Lexus
Três quartos, com um total de seis camas, compõem a embarcação de luxo. As janelasamplas permitem os cômodos sejam preenchidos com bastante luz natural.
Em comparação ao LY 650, a nova lancha da Lexus tem uma área de flybridgemaior, com espaço suficiente para lounge com sofás e uma churrasqueira.
Na popa, a plataforma submergível também ganhou algumas polegadas a mais. A mudança permite que os passageirosdesfrutem de uma maior variedade de atividades no mar.
Em termos de performance, a nova lancha da Lexus promete “manobrabilidade estável, excelente conforto” e uma embarcação “silenciosa”. O LY 680 é equipado com dois motores VoltoPenta IPS, de 1.050 hp a 1.350 hp cada.
A marca entrou no universo náutico em 2017, quando arriscou ampliar os horizontes focados no mundo automotivoe apresentar o conceito de Sport Yacht com o LY 650. Na época, apontou que o objetivo era “explorar como a linguagem de design da Lexus poderia ser aplicada a um estilo de vida marítimo”.
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Quarenta anos atrás, o navegador brasileiro Amyr Klink se tornou o primeiro a realizar uma travessia solitária a remo pelo AtlânticoSul, no barco I.A.T — construído por ele mesmo. Nessa aventurade cem dias, realizada em 1984, Amyr acumulou uma impressionante bagagem de histórias e superações, que serão compartilhadas no NÁUTICA Talks durante o Rio Boat Show 2024.
Comandada pelo mais famoso navegador brasileiro, a palestra “40 anos da Travessia do Atlântico” está marcada para o dia 1º de maio, às 19h, e faz parte da programação da histórica 25ª edição do evento.
Foto: Divulgação
Os bate-papos do Náutica Talks têm entrada aberta a todos os visitantes do evento náutico mais charmoso da América Latina, realizado de 28 de abril a 05 de maio, na belíssima Marina da Glória.
A paixão de Amyr Klink por navegar vem desde a infância e, na travessia do Atlântico, ele chegou a remar 110 quilômetros em um único dia. Além de comandante de embarcações, com dezenas de expedições realizadas — só para a Antártica foram 15 –, Amyr Klink é escritor e já realizou mais de 2.500 palestras.
Foto: Divulgação
No ciclo de palestras do Rio Boat Show, mais de 40 convidados especiais vão comandar os Talks. Ao longo dos oito dias de programação, visitantes poderão ouvir histórias de gente do mar, ficar por dentro de dicas náuticas e conhecer o que de mais intrigante esse universo tem a oferecer.
Você pode receber a programação completa das palestras e outras atrações no site do Rio Boat Show.
Rio Boat Show 2024
Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.
O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.
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RIO BOAT SHOW 2024 Quando: De 28 de abril a 5 de maio; Horário: De segunda a sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h; Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória); Ingressos: site oficial de vendas
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Viajar pelo mundo a bordo de um verdadeiro apartamentoé uma experiência que poucos tiveram a oportunidade de vivenciar. Com um projeto de iate personalizado para brasileiros, a arquiteta e designer de interiores Andrea Chicharo encarou o desafio de adaptar um barco de luxo para parecer uma casa flutuante, ideal para curtir dias de férias em família.
O projeto de transformar um iate de 28 metros e com flybridge em um grande espaço elegante nasceu logo que a embarcação começou a ser construída em Rimini, na Itália. Conforme divulgado pela Casa Vogue, Andrea tratou de acompanhar o processo e garantir os mínimos detalhes para o conforto de seus clientes.
Foto: Instagram @guimorelli/ Divulgação
“Ambientar um barco foi divertido, mas também muito desafiador. Começando pela escolha dos móveis na medida certa para um melhor aproveitamento dos espaços, como também em escolher os materiais e o design adequados. E o mais importante, transmitir a sensação de casa flutuante, com ambientes acolhedores”, escreveu a arquiteta e designer de interiores em publicação no Instagram.
Tour pelo iate personalizado para brasileiros
Neste projeto de iate personalizado para brasileiros, Andrea Chicharo optou por uma paleta com cores suaves e uso de materiais naturais — como madeira clara e mármore italiano — para irradiar o aconchego que a família buscava em alto-mar.
Foto: Instagram @guimorelli/ Divulgação
A suíte principal, localizada no convés inferior do iate, não só acomoda confortavelmente o casal que irá utilizá-la, como também oferece privacidade, ao trazer uma televisão e uma área de trabalho completa, com bancada ampla e móvel com gavetas. No banheiro, há duas pias e bastante espaço.
Há ainda outras três suítes, dedicadas aos hóspedes, que seguem o mesmo padrão de cores terrosas e acinzentadas, mas com detalhes e texturas personalizadas.
Já a sala de estar e cozinha do iate personalizado para brasileiros foram decoradas com móveis de design italiano e toques de cor em quadros, vasos de flores e outros objetos. É possível que oito pessoas se sentem à mesa de uma vez, enquanto outras tantas descansam nos sofás.
Claro que se o zelo rege o interior desse iate com cara de casa flutuante, o mesmo acontece com a área externa. O convés de popa é equipado com sofá, mesa para refeições, bar e jacuzzi, ao passo que, na proa, há um lounge com local para tomar sol.
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Os estaleiros italianos são conhecidos como os mais tradicionais do setor, principalmente pela qualidade atribuída aos materiais utilizados nas embarcações. Com mais de 150 anos demercadonáutico, a Benetti Yachts é um dos nomes de peso do país e, recentemente, lançou um novo superiate — o Diamond 44M, em cerimônia cheia de referências históricas.
A nova embarcação da marca, com nada menos que 145 pés (44,1 metros), só não é maior do que a rampa pela qual desceu pela primeira vez até as águas, no próprio estaleiro, em Viareggio, na Itália, no último dia 16.
Com 56 metros, o “escorregador” é uma das mais antigas tradições náuticas da Benetti Yachts, em que o iatedesliza por uma área inclinada rumo ao seu habitat natural.
Foto: Benetti / Divulgação
A cerimônia de lançamento contou ainda com muita arte, que partiu de uma violinista que tocou nas alturas, um cantor, pianista, confetes, efeitos pirotécnicos, corte de fita e até o tradicional champanhe no casco.
Batizado de “Papa Joe”, o Diamond 44M foi projetado para ser a segunda casado proprietário. Para isso, o considerado carro-chefe da série semi-customizada Benetti Class dispõe de cinco cabines para 12 convidados, e outras cinco para uma tripulação de sete pessoas (além do capitão).
O layout do superiate foi pensado para valorizar ao máximo os espaços — tanto exteriores quanto interiores. A ideia já fica visível na popa, que possui um beach club equipado e bem mobiliado. O local conta com sofá e bar, além de uma porta deslizante que chama tenção pelo vidro fumê, com vista para o mar. Há ainda uma garagem que pode acomodar um tender de 6 metros e dois jets.
O convés principal abriga uma ampla área de jantar, além da suíte do proprietário e um escritório espaçoso. O convés superior, por sua vez, traz uma área dedicada ao capitão e uma sala de cinema, em que os hóspedes podem curtir com uma vista privilegiada. Uma área para espreguiçadeiras e uma piscinade hidromassagemcompletam as opções de lazer a bordo.
Na motorização, o Diamond 44M é movido por dois motoresMAN, que o impulsionam a uma velocidademáxima de 15 nós e a um um alcance de 3.800 milhas náuticas (7.037 km).
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As ilhasdo Brasil são garantia de paisagensdeslumbrantes mesmo para o viajantemais experiente, mas se o turismo existisse alguns milhões de anos atrás, os interessados ganhariam mais uma opção de destino: uma gigante ‘ilha submersa’ encontrada próxima à costado país.
De acordo com um grupo de pesquisadoresbrasileirose britânicos, o planalto vulcânicoatualmente conhecido como Elevação do Rio Grande — localizado no fundo do mar, a cerca de 1.200 quilômetros da costa — já foi uma ilha tropical com área equivalente à da Islândia, de 103 km². Isso representa em torno de um quinto do total que forma a região.
Características do fundo do mar ao longo da margem continental meridional brasileira, incluindo a Elevação do Rio Grande. Foto: Ana Alberoni, modificado de Alberoni et al., 2019, https://doi.org/10.1007/s00367-019-00606-x
A descoberta, além de surpreendente, pode endossar o pedido do Brasil, feito em 2018, para a extensão de suas fronteiras marítimas, que se estendem apenas 370 quilômetros a partir da costa. Também pode fomentar interesses econômicos devido à presença de ferromanganês, uma liga formada pelos dois minerais.
Mas para isso, é necessário que o país prove que a Elevação do Rio Grande tem as mesmas características geológicasque o Brasil possui, desafio que não parece tão difícil, segundo o estudo.
Surgimento da ‘ilha submersa’
Em 2018, pesquisadores realizavam uma expedição a bordo de um submersívelpara estudar o entorno da Elevação do Rio Grande quando encontraram camadas incomuns de argila vermelha. O material, semelhante a solos tropicais, não deveria estar no fundo do mar.
A equipe, então, decidiu investigar e concluiu que a argila só poderia ter se formado em terra firme.
Essas argilas vermelhas são exatamente iguais, química e mineralogicamente, à terra vermelha, ou terra roxa, que encontramos em todo o Brasil– Luigi Jovane, geólogo, à revista científica Eos
Estima-se que a Elevação do Rio Grande se formou cerca de 80 milhões de anos atrás, a partir de um intenso vulcanismo abaixo da dorsal meso-oceânica do AtlânticoSul. À medida que a atividade vulcânica diminuiu, o planalto derivou para o oeste e afundou.
Se estivesse sobre a superfície nos dias atuais, a ‘ilha submersa’ provavelmente formaria uma paisagem deslumbrante, com clima tropical e recoberta de vegetação.
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A temperatura da água do mar está acima da média em todo o Brasil neste mês de março. É o que mostram os dados da NOAA, agência de administração oceânica e atmosférica dos Estados Unidos.
Embora não sejam significativos, os desvios de temperatura superficial estão presentes na costa inteira, do Rio Grande do Sul ao Amapá. As maiores anomalias foram percebidas na região tropical, com destaque para o litoraldo Nordeste e próximo à faixa equatorial.
Vale destacar que as informações referem-se ao alto-mar. Banhistas que entrarem na água podem não sentir a mudança da temperatura do mar, já que há condições de relevo e ressurgências costeiras capazes de trazer correntes mais frias em alguns pontos das praias.
Foto: PxHere/ Reprodução
Além de ser prejudicial para a saúde geral dos oceanos e abrir espaço para a perda de biodiversidade, o aquecimento dos oceanos acelera o derretimento do gelo nos polos, intensifica furacões e aumenta o nível do mar devido à expansão térmica.
Tendência mundial
A situação observada no Brasil está longe de ser local; países ao redor do globo registram oceanos mais quentes há vários meses.
Ainda que o aquecimento do Pacíficoseja explicado pelo fenômeno natural El Niño, que altera a temperatura das águas, o mesmo não vale para outras regiões. Essas ondas de calor marinhas foram definidas como “potencialmente devastadoras” pelo Copernicus, serviço climático da União Europeia.
As áreas que mais apresentaram anomalias nos estudos recentes foram o Pacífico equatorial, Atlântico Norte – que fica acima da linha do Equador e banha um pedaço do Brasil –, Mediterrâneo e Caribe.
O que mais preocupa os cientistas nesse momento é a elevada temperatura do Atlântico Norte na região tropical, já que fevereiro deste ano registrou aquecimento bem mais alto do que qualquer outro fevereiro presente nos registros. O temor é que de haja uma temporada de furacões entre junho e novembro na área.
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Em 2024, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição. Para comemorar esse momento histórico, a equipe de NÁUTICA vai revisitar o passado novamente para mais uma edição da série Memória Náutica. Hoje é dia de relembrar o Rio Boat Show 2009, ano em que o mundo passava por uma crise financeira, mas o salão seguia brilhando — e vendendo.
“Cheio desde o começo”, como afirmava a edição 250 da Revista Náutica, o Rio Boat Show 2009 reuniu mais de 40 mil pessoas de 14 a 20 de maio, na Marina da Glória. Naquele ano, a crise econômica global — que começou ainda em 2007, acarretada pela pela perda de valor de ativos imobiliários — lançou dúvidas sobre o salão, mas, quem compareceu, não se arrependeu.
Estamos saindo daqui com 24 lanchas vendidas. A crise só vai continuar para quem não veio expor seus barcos no Rio– José Thiburcio, da FS Boats, à Revista Náutica ed. 250
O que acontecia no mundo em 2009
O ano de 2009 ficou marcado pela morte de Michael Jackson, um dos maiores artistas do planeta. Ainda no cenário internacional, Barack Obama tomava posse como presidente dos Estados Unidos e a Microsoft lançava o motor de busca Bing.
Em solo nacional, o Rio de Janeiro foi escolhido como cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016, o Flamengo se sagrava campeão brasileiro e a escola de samba Salgueiro era a campeã do carnaval carioca, enquanto dois sortudos faturavam R$ 144,9 milhões — recordeà época — na Mega-Sena.
Destaques do Rio Boat Show 2009
Na semana em que Marina da Glória virou “a capital da Náutica”, como disse a edição 250 da Revista Náutica, quem foi ao evento para expor ou para passear, no fim das contas, não se arrependeu. Inclusive, por conta da crise econômica que assolava o globo — principalmente os países europeus — , muitas empresas estrangeiras estiveram no salão carioca.
Yacxo 33.7. Foto: Arquivo Revista Náutica
Uma dessas marcas foi a Lazzara Yachts, que levou ao Rio a única embarcação da marca na América Latina. Se tratava da Lazzara LSX 75, um dos barcos mais modernos do mundo, com 92 pés e equipada com quatro motoresVolvoIPS 600, de 435 hp cada.
Lazzara LSX 75. Foto: Arquivo Revista Náutica
Pelo menos 15 barcos nacionais foram lançados no salão, muitos com testes drive disponíveis. Entre eles estavam novas embarcações da Cabrasmar, Coral e Phoenix. Um modelo que chamou atenção foi a nova 480 Maggiore, da Caprice que, quem comprasse, levava para casa uma Mercedes SLK.
480 Maggiore. Foto: Arquivo Revista Náutica
A Intermarine apresentou sua nova 430 Full, lancha cabinada e com flybridge. A Ferretti, por sua vez, levou ao evento a nova Ferretti 510, “meio italiana, meio brasileira“, com dois camarotes, dois banheiros e motorização de centro, com dois motores de 600 a 720 hp cada.
Intermarine 430 Full. Foto: Arquivo Revista Náutica
O estaleiro gaúcho Cimitarra atracou sua nova 410 ht nas águasda Baía de Guanabara, com comando aberto, capota hard top e teto solar. Outro barco de destaque foi uma Yacxo 33.7, que atraiu olhares pelo seu excelente acabamento. Quem foi ao salão em busca de um barco para esportes, se encantou com a nova Monterey 194 FS, fabricada nos EUAe “na medida para wakeboard”.
Cimitarra 410 ht. Foto: Arquivo Revista Náutica
Nos veleiros, destaque para o Delta 45, da gaúcha Delta Yachts, e para o Bavaria 44 Vision, do estaleiro alemão Bavaria. Já nos jets, dois modelos da Sea-Doo foram objetos de desejo dos amantes da adrenalina, com os RXT 255 iS e o GTX 255 iS.
Entre as embarcações mais diferentonas, quem ganhou os holofotes foi o mini trimarã da Maora, além da curiosa prancha da Smart Pier, em que se navegava de pé com dois apoios.
Confira mais fotos da edição de 2009 do Rio Boat Show
Foto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista Náutica
Vem aí o Rio Boat Show 2024!
Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.
O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2024 Quando: De 28 de abril a 5 de maio; Horário: De segunda a sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h; Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória); Ingressos: site oficial de vendas
Mais informações: rioboatshow.com.br.
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
Colecionar conchas é quase como um evento canônico na vida de todos que têm o costume de ir à praia, mas Bridget Atkinson (1732–1814) foi além, e criou um acervo com mais de 200 desses itens ao longo de toda sua vida — algumas vezes, sem mesmo sair de casa. Considerada perdida por 40 anos, sua coleção, repleta de itens raros, foi finalmente encontrada.
Com conchas de várias partes do mundo— incluindo algumas da última viagem marítima do lendário Capitão Cook (explorador, navegador e cartógrafo inglês que viveu de 1728 a 1779) — , Atkinson reuniu uma coleção datada do século 18, que ficou desaparecida por 40 anos e foi recentemente devolvida à organização britânica English Heritage.
Foto: English Heritage / Divulgação
Para se ter uma ideia, acreditava-se até que a coleção composta por itens raros, como a Epitonium scalore (encontrada no Indo-Pacífico) e a Tridacna squamosa (distribuídas nas Filipinas, pelo Oceano Índico e pelo Mar Vermelho), havia ido para o lixo.
Epitonium scalore. Foto: English Heritage / DivulgaçãoTridacna squamosa. Foto: English Heritage / Divulgação
Em um tempo no qual as mulheres geralmente pegavam conchas para decoração, Bridget as coletava mais por interesses científicos e geográficos do que estéticos– Frances McIntosh, curadora do English Heritage, em comunicado
Muito mais que apenas conchas
Apesar de não ter sido “uma duquesa ou alguém da alta sociedade de Londres”, como afirma McIntosh, Atkinson construiu um acervo com conchas de várias partes do planeta, muitas vezes, sem precisar ir ao encontro delas.
Astraea heliotropium. Foto: English Heritage / Divulgação
Além das outras espécimes raras já citadas, um dos itens mais notáveis de sua coleção é a Astraea heliotropium (concha endêmica da Nova Zelândia), vinda da última viagem marítima do Capitão Cook pelo mundo. Para conseguir essa proeza, ela contou com a ajuda de George Dixon, um explorador britânico que navegou, justamente, ao lado de Cook em sua última aventura.
O fato de ter vindo de uma família rica também colaborou para que o acervo de Atkinson se tornasse único. Isso porque seus filhos, por exemplo, se tornaram donos de plantações de açúcar na Jamaica, além de fornecerem serviços para a Companhia Britânica das Índias Orientais.
Spondylus americanus. Foto: English Heritage / Divulgação
Dessa forma, Atkinson escrevia para eles pedindo que procurassem por conchas específicas, como a Spondylus americanus, para completar seu acervo. Assim, de acordo com a English Heritage, ela foi capaz de reunir cerca de 1.200 conchas de várias partes do mundo.
Foto: English Heritage / Divulgação
“Bridget Atkinson foi uma das primeiras mulheres a acumular uma coleção de conchas cientificamente significativa de todo o mundo”, afirmou Tom White, curador do Museu de História Natural que auxiliou na catalogação das conchas de Atkinson.
Do desaparecimento ao museu
Se o acervo de Atkinson era tão importante, como, então, ele desapareceu? Essa história começa ainda em 1930, quando parte da coleção foi vendida, enquanto outras 200 conchas foram emprestadas ao departamento de Zoologia da atual Universidade de Newcastle.
Em 1980, houve uma mudança de escritório, e, até então, acreditava-se que as conchas poderiam ter sido jogadas no lixo durante esse processo. Felizmente, na verdade, a coleção foi devidamente guardada por John Buchanan (professor e zoólogo marinho já falecido), a fim de, justamente, evitar que o acervo se perdesse.
Foi somente em 2022 que a família do professor se deu conta que as conchas guardadas por ele eram da coleção de Atkinson. A partir daí, o acervo foi devolvido ao English Heritage e, agora, a ideia é que fiquem em exibição no Chesters Roman Fort and Museum, na Inglaterra, até novembro de 2024.
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
Ao primeiro olhar, o pinguim amarelo que chamou atenção nas redes nos últimos dias pode parecer uma espécierara, mas, na verdade, não é bem assim. O animal, que se destaca entre outros milhares de sua colônia, pertence à família dos pinguins-reis (Aptenodytes patagonicus). Mas, assim como na animação Happy Feet, apesar de estar entre os seus, ele parece não pertencer ao ambiente em que vive.
Essa sensação é causada, justamente, por sua cor, que difere dos demais. Por algum motivo, o pinguim perdeu a pigmentação de suas penas pretas, ficando somente com as amarelas, dando a ele um destaque especial.
Foto: Instagram @yves_adams / Reprodução
O registro do animal, que voltou a viralizar nas redes, foi feito em 2019, pelo fotógrafo belga Yves Adams, em viagem feita por ele para a ilha Geórgia do Sul, território britânicolocalizado no Oceano Atlântico Sul. Na época, Adams chegou a dizer que havia ganhado “na loteria da natureza” com a foto que conseguiu capturar, principalmente porque ele foi até lá participar de uma expedição fotográfica.
Teses que explicam o pinguim amarelo
Ao parar um minuto e observar bem as características do pinguim amarelo, é possível perceber que ele é exatamente como os demais — não fosse a falta do pigmento preto em suas penas. Em 2019, Adams sugeriu que a ave possuia leucismo (condição em que apenas parte da melanina é perdida, e algumas áreas do corpo retém cor), e, posteriormente, a bióloga Dee Boersma confirmou a tese.
Foto: Instagram @yves_adams / Reprodução
Professora na Universidade de Washington, nos Estados Unidos, Boersma mencionou à época ao Live Science que o animal provavelmente é leucístico e não albino, como alguns podem imaginar. Isso porquê o pinguim não perdeu toda a pigmentação do corpo, como aconteceria caso o animal fosse, de fato, albino.
Já o ecologista Kevin McGraw, da Universidade Estadual do Arizona (EUA), discordou. “Como não há melanina, parece albino. É necessário fazer testes com amostras das penas para que não haja equívocos”, argumentou ele.
Foto: Instagram @yves_adams / Reprodução
O Programa Antártico Australiano, por sua vez, considerou naquele ano que a característica pode ser consequência de dietas, doenças, ferimentos ou mutações genéticas, assim, identificar a causa apenas olhando para o animal é uma “tarefa difícil”.
Seja lá qual for a real condição do pinguim amarelo, ao que tudo indica, o animal não foi novamente avistado, tornando o registro de Adams uma verdadeira raridade do mundo animal.
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Já imaginou receber visitas e acomodá-las em cadeiras feitas à base de sacos plásticos? Pois é exatamente essa a proposta da Sungai Desing, empresa que usa como matéria-prima sacolasretiradas dos rios de Bali, na Indonésia.
Cada uma das peças é fabricadausando cerca de dois mil sacos — que representam 36% dos mais de 1 milhão e 800 mil quilos de plástico removidos pela ONG Sungai Watch, divisão que se prontifica a limpar os riosmais poluídos do mundo para evitar que o lixoescorra até os oceanos.
Foto: Sungai Design/ Reprodução
Entretanto, os interessados em adquirir as cadeiras de saco plástico devem saber que elas não saem nada em conta. O modelo Lounger, com apoio para os braços, custaUS$ 960, equivalentes a cerca de R$ 4.800 (conversão feita em março de 2024). Já o modelo Seater, sem apoio para os braços, sai por US$ 800, em torno de R$ 4 mil.
As vendas, segundo a empresa, ajudam a financiar os projetosnos rios em todo o planeta.
O primeiro passo envolve o recolhimento do lixo interceptado pelas 270 barreirasflutuantes que a Sungai Watch instalou nos rios da Indonésia. Depois, as sacolas que darão forma às peças passam por um processo intenso de limpeza.
Todo esse plástico vai para trituração e prensagem térmica, responsável por transformá-lo em chapas firmes e duráveis — a estrutura da cadeira. Chega, então, o momento de esculpi-las em painéis, posteriormente polidos e fundidos no formato desenhadopela empresa.
A Sungai Design ainda aponta que trabalha para não desperdiçar nenhum material, reaproveitando as sobras em outros produtos, e que tem o objetivo de mostrar o amplo poder de transformação que tem o lixo reciclado.
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Por mais que pareça, essa não é uma van escolar que sabe nadar — que realizaria o sonho de muita criança. Chamado de Hydro-Terra, este mutante se autodefine como um “ônibus de turismo anfíbio de última geração”, e talvez seja esta a melhor descrição possível deste veículo criado pela Cami LLC.
Segundo a marca, o Hydro-Terra tem desempenho comprovado e operações de sucesso em 27 países pelo mundo. Além disso, essa maravilha tem total aprovação pela Guarda Costeira dos Estados Unidos, graças ao design patenteado e “inafundável”, de acordo com a fabricante.
Foto: Cami LLC/ Divulgação
Mesmo com os bujões de drenagem removidos, um verdadeiro “tchibum” ao entrar na água e a casa de máquinas inundada até a borda — que pode trazer um pouco de pânico — , este ônibus anfíbio de 40 pés continua flutuando no mar. Confira no vídeo abaixo!
Essa engenhosidade é possível por conta do uso de uma espuma especial, que está incluso em várias das máquinas do Hydro-Terra. Além disso, ele conta com uma transmissão ZF Marine que gira até três hélices de 26 polegadas. Por fim, sua direção é controlada por um atuador linear elétrico.
Por dentro de um ônibus anfíbio
Fabricada com um casco em forma de V — projetada para “cortar a água” — , a localização central da direção permite uma ótima visibilidade para o comandante do “barco”. E como é de se imaginar, todos os controles do Hydra-Terra estão na cabine do capitão.
Foto: Cami LLC/ Divulgação
Se você estiver dentro deste ônibus anfíbio, não faltará conforto nos assentos de vinis acolchoados e de encosto baixo. Além disso, é possível mudar os bancos por outros de qualidade econômica com modelos reclináveis e bolsos de malha — como aqueles existentes em ônibus de viagem.
Foto: Cami LLC/ Divulgação
O Hydro-Terra tem capacidade para 30 a 49 passageiros e mais dois tripulantes. Como é inspecionado pela Guarda Costeira dos EUA, a embarcação conta com alarme de incêndio e esgoto. A versão com “update” pode ter banheiro, estepe e outras opções a gosto do comprador.
Prepare o bolso
Segundo a Cami LLC, certos modelos são especificamente otimizados para o desejo do comprador. Seja para navegar dentro do ônibus anfíbio ou aproveitar o conforto desse inusitado transporte — e construir escadas para os hóspedes usarem enquanto estão no mar — , ele parece cumprir bem sua missão.
Foto: Cami LLC/ DivulgaçãoFoto: Cami LLC/ Divulgação
De acordo com o portal Auto Evolution, o preço varia de acordo com o vendedor; a customização do ônibus anfíbio e de onde você encontra. Mas o interessado terá dificuldades em encontrar um Hydro-Terra por menos de US$ 300 mil (R$ 1,5 milhão em conversão realizada em março de 2024) e US$ 600 mil (R$ 3 milhões).
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
O Rio de Janeiro, palco de belezas naturais extraordinárias, abrirá o calendário de eventos náuticos brasileiro com a realização do 25º Rio Boat Show, o maior do gênero sobre as águas da América Latina.
Entre os dias 28 de abril e 5 de maio, na Marina da Glória, o público acompanhará grandes novidades do setor, com possibilidade de compra desde pequenas embarcaçõesaté iates luxuosos. Empresas de equipamentos esportivos, decorações para barcose tecnologiasde ponta embarcada são presença confirmada.
Foto: Victor Oliveira/Náutica
A programação ainda envolve o Náutica Talks — série de palestras sobre personalidades marítimas — e atrativos para toda a família, incluindo opções gastronômicas e o famoso desfile de barcos pelas águas da Baía de Guanabara.
“O Rio de Janeiro é, sem dúvida, um paraíso do Brasil e que reúne alguns dos mais belos destinos de navegação do mundo. Portanto, não é à toa que o Boat Show carioca abre o calendário náutico brasileiro e completa 25 edições de muito sucesso”, afirma Thalita Vicentini, diretora do Grupo Náutica e da Boat Show Eventos.
Altas expectativas
A organização do eventoespera que o Rio Boat Show 2024 supere a movimentação de negócios de 2023, quando as mais de 200 embarcações vendidasmovimentaram cerca de R$ 240 milhões.
Foto: Victor Oliveira/Náutica
Além disso, mais de 33 mil pessoas de várias partes do Brasile do mundo são aguardadas no evento náutico mais charmoso da América Latina. “Trata-se de uma feira para todos, projetada tanto para quem quer ingressar na náutica com a compra de uma pequena embarcação até aqueles que desejam fazer um upgrade”, aponta Thalita.
A diretora ainda explica que em torno de 70% de todas as negociações brasileiras envolvendo embarcações e acessórios são realizadas em feiras organizadas pela Boat Show Eventos. Portanto, os visitantes podem aguardar as maiores marcas do país e do mundo, além de grandes nomes do mundo náutico.
A cobertura do Rio Boat Show 2024 acontece ao vivo pelo Canal Náutica, no Youtube, e é possível acompanhar os principais destaques pelo portal de notícias e redes sociais da Revista Náutica.
Vem aí o Rio Boat Show 2024!
Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.
O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2024 Quando: De 28 de abril a 5 de maio; Horário: De segunda a sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h; Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória); Ingressos: site oficial de vendas
Mais informações: rioboatshow.com.br.
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Ondasgigantes de até três metros de altura podem atingir os litorais de São Paulo e Rio de Janeiro neste fim de semana. É o que aponta o alertada Marinha, divulgado na última quarta-feira (20), com validade para os dias entre sexta-feira (22) e domingo (24).
A ressaca marítima, provocada pela frente fria que se aproxima, deve ser acompanhada por ventos de até 60 km/h. Devido aos fenômenos, é importante que moradores e turistasevitem a prática de esportes na água e redobrem os cuidados ao pescarou se banhar no mar.
Foto: PxHere/ Reprodução
De acordo com o alerta, a previsão é de que as ondas gigantes se formem na faixa litorâneaentre o “norte de Santos (SP) e sul de Arraial do Cabo (RJ)”. Já os fortes ventos podem atingir a região entre o “norte de Ilhabela (SP) e o sul de Arraial do Cabo”.
Caso haja mudanças no tempo, a Marinha publicará um novo comunicado. A orientação é de que a população fique atenta à página oficial do Facebookdo Serviço Meteorológico Marinho.
Fim da onda de calor
A região Sudeste, parte da qual agora enfrenta ondas gigantes e mau tempo, foi uma das mais afetadas pelo calorãoneste mês de março. Segundo o Climatempo, as altas temperaturas também atingiram os estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.
Embora a nova frente fria reduza o desconforto térmico das últimas semanas, vale reforçar a importância de cuidados básicos para se proteger em situações de calor excessivo, como uso de protetor solar, roupas leves e, em caso de passeios de barco, foco na hidratação.
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
Luxuosas redes de resorts, referência entre o público milionário, decidiram unir o melhor das vivências terrestres com a exclusividadeem alto-mar. O resultado: experiências hoteleiras em superiatesultrassofisticados, com modelos a vela e preços de cair o queixo — uma viagem de apenas sete dias pode facilmente ultrapassar meio milhão de reais.
Dentre os grupos que agora apostam em cruzeirosde alto padrão estão o Four Seasons, Ritz-Carlton, Orient Express e Aman. Para justificar o preço, as empresas tentam ir além do convencional e ofertar serviços únicos, que vão de destinosparadisíacos a ambientes com spa e lojas de grife. E, claro, sem navios lotados — como costumam ser as viagens de cruzeiro comuns.
O superiate do hotel Aman, por exemplo, conta com 14 tripulantespara cuidar de apenas dez hóspedes. As expedições, feitas na embarcação a vela, passam por belas ilhase locais protegidos pela Unesco.
Dentre as acomodações, há a possibilidade de se hospedar em umasuíte de 330 m², com banheira de hidromassagem. Uma viagem de oito dias saindo de Porto Rico, com escala no Caribe, custa a partir de US$ 7 mil por pessoa — cerca de R$ 35 mil (conversão feita em março de 2024).
Embora ainda esteja em construção, a embarcação do hotel Four Seasons promete 95 suítes, terraços de até 457 m² e piscina de água salgada projetada para ser esvaziada rapidamente, de forma que um piso se eleve e a converta em um espaço de eventos.
Foto: Instagram @fourseasons / Divulgação
Hotéis com superiates a vela
O Amandira, da Aman, garante uma experiência exclusiva a apenas dez hóspedes por vez, a bordo de um superiate de 170 pés. A tripulação inclui dois chefs, um mestre de mergulhoe um massoterapeuta.
Inspirada nos antigos veleiros tradicionais da Indonésia, a embarcação de dois mastros foi construída à mão por artesãos Konjo, a partir de madeiras nobres. Conforme descrito no site, homenageia séculos de tradiçãomarítima.
Com a possibilidade de viajar a vela ou a motor, o Amandira explora as ilhas remotas do Mar das Flores, na Indonésia, o Parque Nacional de Komodo, protegido pela Unesco, e a vida marinha de Raja Ampat, ficando a cargo do viajante a escolha do destino. Os fretamentos de sete dias custam, na versão mais básica, a partir de US$ 100 mil, equivalentes a cerca de R$ 498 mil. Ou seja, é possível que um cruzeiro no Amandira saia por mais de meio milhão de reais.
Quem também investiu em visuais a vela foi a Accor, sob a marca Orient Express. Serão dois navios, com estreias previstas para 2026 e 2027. Segundo o jornal britânicoDaily Mail, um porta-voz afirma que “os navios serão mais exclusivos do que o Evrima do Ritz-Carlton e cobrarão o dobro das tarifas”.
O primeiro deles é o Orient Express Silenseas, que deve se tornar o maior navio a vela do mundo, com impressionantes 220 metros, três peças e mastros inclináveis. A estrutura incluirá duas piscinas, estúdio de gravação privado, sessões de meditação, spa, anfiteatro e suíte presencial de 900 m².
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Quem já foi ao Rio Boat Show sabe que, além dos barcos, o evento proporciona aos visitantes muitas experiências interativas — com as mais renomadas marcas do mercado. É o caso da Volvo Penta, que, através de um simulador de atracação, permitirá ao público sentir na prática como é atracar um barco com o sistema de propulsão Inboard Performance System (IPS) da marca.
A fabricante mundial de motoresa diesel para barcos de lazer terá ainda em seu estande o motor D8, capaz de equipar barcos de até 52 pés (com a propulsão IPS). Outro destaque da marca será a presença da Volvo Penta Store, com produtos exclusivos Volvo Penta. Tudo isso poderá ser visto de perto pelo público de 28 de abril a 5 de maio, na icônica Marina da Glória.
Foto: Revista Náutica
Saiba mais sobre as atrações da Volvo no Rio Boat Show 2024
Motor D8
Motor a diesel com 6 cilindros e 7,7 litros, o D8 tem sistema de injeção de combustível common rail, turbo de entrada dupla e compressor. Segundo a Volvo, oferece boa manobrabilidade em baixas velocidades, alta relação entre potência e peso e baixo consumo de combustível. Na propulsão IPS, o D8 equipa barcos de até 52 pés, trazendo economia e performance.
Foto: Grupo Volvo / Divulgação
De acordo com a marca, a parelha de D8 na propulsão IPS tem preço a partir de R$ 1.870.000, considerando o escopo padrão — que já inclui todos os componentes para instalação e navegação.
Foto: Grupo Volvo / Divulgação
Simulador de atracação com realidade virtual
Com um simulador de atracação, o público do Rio Boat Show 2024 terá a chance de explorar as funcionalidades avançadas do joystick de última geração da Volvo Penta. Por meio de realidade virtual, o visitante é imerso em uma experiência realista, destacando a simplicidade e eficiência na atracação do barco através do equipamento.
Foto: Grupo Volvo / Divulgação
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Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.
O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.
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RIO BOAT SHOW 2024 Quando: De 28 de abril a 5 de maio; Horário: De segunda a sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h; Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória); Ingressos: site oficial de vendas
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Em 2024, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição. Para comemorar esse momento histórico, a equipe de NÁUTICA vai revisitar o passado novamente para mais uma edição da série Memória Náutica. Hoje é dia de relembrar o Rio Boat Show 2008, ano em que “a Marina da Glória quase ficou pequena para tantos barcos”, como retratou a edição 237 da Revista Náutica.
Como de praxe, o evento que aconteceu de 4 a 13 de abril de 2008 teve muitos barcossobre as águasda Baía de Guanabara e, quem se interessou em voltar para casa já contando milhas, pôde testá-los lá mesmo. Com lançamentos, atrações e serviços exclusivos para o público, o Rio Boat Show de 2008 deu sequência à trajetória já consagrada do salão.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Bons lançamentos e serviços exclusivos aos visitantes. Quem foi ao salão, não se decepcionou– afirmou a edição 237 da Revista Náutica
O que acontecia no mundo em 2008
No ano em que a Google lançou o sistema Android, no cinema, Tropa de Elite conquistava o Urso de Ouro, prêmio de melhor filme do Festival de Berlim. Em 2008, o Brasilteve um bom resultado nas Olímpiadas de Pequim, na China. O país conquistou três inéditas medalhas de ouro, quatro de prata e nove de bronze, somando participação recorde em finais, com 38.
Entre os medalhistas dourados estavam os atletas Maurren Maggi (atletismo), Cesar Cielo (natação) e a equipe feminina de vôlei. Foi em 2008, inclusive, que o Rio virou finalista para sediar os Jogos Olímpicos de 2016. Também foi o ano em que nasceu Rayssa Leal, a medalhista olímpica do skate.
Ainda em 2008 nascia o Canal Náutica no YouTube, a partir das mãos de Iberê Thenório, conhecido por fundar um outro canal de sucesso na plataforma: o Manual do Mundo. Naquele ano, Eduardo Keppke e Rodrigo Raineri conseguiram chegar ao topo do Monte Everest, se juntando a outros 5 na lista de brasileiros que alcançaram o feito.
As atrações do Rio Boat Show 2008
Enquanto em 2007 o Boat Show chamou atenção do público com uma embarcação feita de papelão, em 2008 a bola da vez foi a réplica de um junco chinês feito a mão, com mais de 30 metros de comprimento e 400 metros quadrados. Batizado de Kublai’s Kahn II, a embarcação remetia a um modelo oriental tradicional do século 15, considerado por historiadorescomo o mais significativo da navegaçãona história.
Foto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista Náutica
O espanholTeclo González, a carioca Cyca Mattos e seus três filhos levaram ao evento a experiência de morar em um veleiro, no Pier dos Cruzeiristas. A bordo do Yemanjá Dos, naquela época, a família já somava 3 anos “pulando” de porto em porto. De acordo com eles, em 2008, era possível levar uma vida assim com cerca de R$ 2,5 mil por mês (fora manutençãoe combustível).
Foto: Arquivo Revista Náutica
Durante os dias do salão, as palestras do 12º Encontro Náutico Brasileiro lotaram o palco do auditório do Rio Boat Show. Na ocasião, cruzeiristas, técnicos, mergulhadorese até projetistas levaram suas experiências ao público. Dentre as palestras mais disputadas, estava a do engenheiro Jorge Nasseh, que mostrou o projeto de um barco-escola criado para as águas dos rios da Amazônia.
As palestras avançavam pela noite. Muita gente foi ao salão para ver e ouvir também– dizia a edição 237 da Revista Náutica
Foto: Arquivo Revista NáuticaJorge Nasseh teve palestra disputada durante o Rio Boat Show 2008. Foto: Arquivo Revista Náutica
Para quem não tinha a carteira de habilitação de arrais amador, o Boat Show de 2008 foi uma grande chance de, mais uma vez, fazer o curso preparatório gratuito e realizar da prova online ali mesmo, para sair do evento já habilitado.
Foto: Arquivo Revista Náutica
E como nem só de barcos vive o Boat Show, em 2008 a Audi escolheu o salão náutico para apresentar seu novo carro, o modelo R-8 — à época, recém chegado ao Brasil. Para isso, a marca resolveu inovar, e colocou o veículo superesportivo dentro de um iate, o Pink Fleet.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Barcos que foram destaque do Rio Boat Show 2008
Entre os barcos que agitaram as águas da Baía de Guanabara em 2008, estava a Pershing 55, da Spirit. O modelo se destacou à época por ser a única lancha cabinada com características offshore feita pelo estaleiro em solo brasileiro. Outro ponto forte da embarcação era sua velocidade, já que o modelo podia ser equipado com até dois motoresde 1100 hp cada — não à toa, o piloto Felipe Massa foi dono de um modelo.
Foto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista Náutica
Se você pensa que o sistema IPS é novidade, está muito enganado. Já naquela época, a Intermarine apresentava seu modelo 48S (pela primeira vez no Rio), que já saia de fábrica equipada com a tecnologia.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Como de costume, a Schaefer Yachts também levou novidades ao salão. Naquela oportunidade, o estaleiro apresentou sua Phantom 260, uma cabinada com bastante espaço no cockpit, que entrava como boa opção no concorrido mercadodas embarcações de 26 pés — e foi um sucesso no salão.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Tida como uma lancha para a família, a Real 26 open foi mais uma opção entre os barcos de 26 pés. A proposta da Real Powerboatscom o modelo era oferecer uma embarcação cheia de conforto e com bastante espaço para a família, sem que o novo dono precisasse abrir mão de um barco que navegasse bem.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Para quem foi ao salão em busca do primeiro barco, um modelo que se destacou foi a Ventura 175, que, além de se encaixar bem à proposta pelo tamanho, era também muito em conta, saindo, à época, na casa dos R$ 40 mil (já com motor de 60 hp). Outro ponto interessante do barco era que, por conta do tamanho, a lancha podia ser facilmente rebocada nas estradas.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Nos jets, destaque para modelos da Yamahae Sea-Doo. O Yamaha FX Cruiser SHO era o jet mais moderno e poderoso da marca à época, com um casco 25% mais leve que os convencionais. Já o RXP-X, da Sea-Doo, esbanjava 255 hp de potência, e era considerado, naquele ano, o modelo mais potente do mundo. Já naquela época com um painel recheado com 20 funções, o jet saia por R$ 61 mil.
Foto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista Náutica
Confira mais fotos da edição de 2008 do Rio Boat Show
Foto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista Náutica
Vem aí o Rio Boat Show 2024!
Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.
O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2024 Quando: De 28 de abril a 5 de maio; Horário: De segunda a sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h; Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória); Ingressos: site oficial de vendas
Mais informações: rioboatshow.com.br.
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
Donos de iates, velejadores, mergulhadorese os que curtem uma festa na lanchapodem ter perfis diferentes, mas há algo que une essas tribos: a paixão pela água. Há 31 anos, em 1993, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas(ONU) declarou que o dia 22 de março passaria a ser o Dia Mundial da Água.
Desde então, a data visa apoiar o combate à crise hídrica globalatravés de ações de conscientização para indivíduos e organizações públicas e privadas. Afinal, todo admirador do mundo náutico concorda que, seja doce ou salgada, ela é o bem mais precioso do nosso planeta.
Com o intuito de inspirar você no Dia Mundial da Água, NÁUTICA reuniu uma lista de lugares incríveis do Brasilcom opções para diversas atividades em que a água é a protagonista. Confira a seguir!
Mergulho em Petrolândia – PE
Para quem gosta de mergulho, a cidade de Petrolândia, em Pernambuco, é uma opção muito especial. Inundada em 1988, quando foi construída a Usina Hidrelétrica Luiz Gonzaga, a cidade ganhou um dos mais exóticos locais de mergulho no Brasil, sob as águas do Rio São Francisco.
Um dos pontos mais atrativos da região, e que guarda muitas surpresas, é a Igreja do Sagrado Coração de Jesus. Parte da construção fica submersae o topo sempre visível, acima da água, formando um cenário belo e muito curioso.
Vela e mergulho em Ilhabela – SP
Uma das maiores ilhas marítimas do Brasil, Ilhabela (SP) é conhecida como Capital da Vela e conquista velejadores por causa de seus ventos constantes e generosos. Já os mergulhadores se deliciam num marde águas cor de esmeralda, que ainda escondem muitos naufrágios.
Some ainda na conta de Ilhabela centenas de cachoeirase mais de 50 praias, algumas acessíveis apenas de barco. Quando você cansar das águas, a cidade ainda tem a oferecer uma vila charmosa e restaurantes disputados.
Passeio de jet no Lago Paranoá – DF
Formado pelas águas represadas do Rio Paranoá, o Lago Paranoá proporciona lazer para moradores e turistas, sendo uma ótima opção para um passeio de moto aquática. A área conta com 48 quilômetros quadrados e 38 metros de profundidade.
Além dos jets, é possível alugar uma embarcação com marinheiro para conhecer melhor cada ponto do imenso lago.
Passeio nos cânions do rio São Francisco – SE
O município de Canindé de São Francisco, em Sergipe, abriga corredores estreitos de rochas talhadas, que surgiram na época da construção da barragem da Hidrelétrica de Xingó. A obra deu origem às águas represadas do Cânion do Xingó, que conta com 65 km de extensão e profundidade média de 150 metros.
Quem navegapelas águas no trecho do lago de Xingó tem o privilégio de ver as belezas da região, como os gigantescos paredões de pedra. Do píer do restaurante Karrancas saem embarcações rumo ao Velho Chico, um dos melhores passeios de barco na região.
Rafting no Rio Juquiá em Juquitiba – SP
O nome Juquitiba significa “terra de muitas águas”, em tupi-guarani. Não é para menos: a cidade se destaca pelos esportes aquáticos, dentre eles – e principalmente – o rafting, no Rio Juquiá. A cidade engloba o Parque Estadual da Serra do Mar, maior parque estadual paulista, com trechos de Mata Atlântica.
Foto: Divulgação / Canoar
Quem for até Juquitiba poderá ter a experiência de descer o Rio Juquiá em um bote inflável, sempre conduzido por um instrutor, responsável por orientar o grupo durante o percurso, que conta com trechos de adrenalina em corredeiras. De acordo com as condições do rio, outras atividades podem ser feitas, como surf, virada de bote, nataçãoe saltos.
Kitesurf em Cumbuco – CE
Muito comum nesta região do Nordeste, o kitesurf tem em Cumbuco um excelente point para quem quer curtir este esporte. Além da praia abrigar mar e vento perfeitos para a prática, o local também apresenta boas condições meteorológicas durante o ano todo.
Cumbuco também é a melhor região para os iniciantes em kitesurf se aventurarem, uma vez que o vento forte se dá pela falta de obstáculos naturais na localidade.
Snorkeling em Paraty – RJ
Considerada a capital do mergulho brasileiro, Paraty conta com águas cristalinas e tranquilas para mergulhar. A Ilha dos Cocos é conhecida na região por abrigar pontos ideais para a prática, mas este é apenas um dos muitos lugares disponíveis para você desfrutar sob as águas.
Com sua tonalidade verde esmeralda, o mar de Paraty esbanja beleza e é o melhor convite para o mergulho. Na região, os mergulhadores ainda têm a chance de ter a companhia de peixesde variadas espécies, cercando (e embelezando ainda mais) o belo cenário submerso.
Tema do Dia Mundial da Água 2024
Neste ano, a ONU definiu o tema “Água para a Paz” para os debates das questões que envolvem o uso da água. De acordo com a instituição, “devemos agir com base na compreensão de que a água não é apenas um recurso a ser utilizado e pelo qual se compete — é um direito humano, intrínseco a todos os aspectos da vida”.
Neste Dia Mundial da Água, todos precisamos nos unir em torno da água e de usá-la para a paz, lançando as bases para um amanhã mais estável e próspero– ONU, sobre o tema do Dia Mundial da Água 2024
Protagonista na preservação ambiental, há mais de 20 anos NÁUTICA mantém também uma campanha nacional em defesa das águas. “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, diz a mensagem, com um peixinho criado pelo cartunista Ziraldo, para conscientizar a importância do cuidado com o meio ambiente.
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
A 12ª edição do British Wildlife Photography Awards (BWPA) de 2024, concurso de fotografia que visa destacar a natureza da Grã-Bretanha, proporcionou um espetáculo aos olhos com fotos de animais encantadores e fantásticas imagens aquáticas.
Com o registro do “Oceano Derivante” (foto destaque desta matéria), que ilustra uma bola de futebol coberta por cracas (crustáceos marinhos) no Oceano Atlântico, Ryan Stalker teve sua foto como ganhadora do grande prêmio geral e na categoria “Costas e Oceano”.
Para levar o 1º lugar, a foto aquática de Stalker venceu mais de 14 mil imagens enviadas a competição deste ano. O festival que conta com fotógrafos profissionais e amadores — além das mais diversas categorias — , premiou em 5 mil libras (R$ 31 mil, em conversão realizada em março de 2024) o primeiro colocado.
Esta coleção é mais do que apenas uma galeria de imagens; é uma celebração, um lembrete da beleza duradoura da vida selvagem britânica e um apelo à preservação dos espaços naturais que temos a sorte de ter – Will Nicholls, diretor da BWPA, em comunicado à imprensa
Além de ser um registro impressionante, a imagem vencedora levanta um importante debate sobre a questão ambiental no Reino Unido — justamente a intenção do evento. No caso da foto de Ryan Stalker, ele explica que as cracas presas à bola não são nativas da região, mas ressalta:
Mais dejetos humanos no mar podem aumentar o risco de mais criaturas chegarem às nossas casas– Ryan Stalker
Para todas as idades
Nem só de veteranos se faz um campeonato, e tem um garoto que sabe muito bem disso. Com o intuito de aumentar a consciência ambiental, a categoria de jovens fotógrafos britânicos — que envolve adolescentes e até menores de 11 anos — teve Max Wood, 17, vencedor com a foto abaixo.
“Correndo na água”. Foto: Max Wood/ British Wildlife Photography Awards/ Divulgação
Com o título de “Correndo na Água”, a imagem capturou o exato momento em que uma ave galeirão “corre” de maneira rasante num lago de Surrey, Reino Unido. Segundo o jovem fotógrafo, ele acordou quase às 5 da manhã para registrar a imagem.
Este galeirão estava fugindo de uma luta, correndo através da água para voar através da névoa e dos raios de luz– Max Wood
Confira mais fotos aquáticas do BWPA 2024
O festival teve ainda várias fotos aquáticas memoráveis em outras categorias, desde registro de animais — como uma morsa no Ártico — a todo ecossistema do interior britânico. Confira mais cliques feitos pelos participantes da 12ª edição do British Wildlife Photography Awards.
Imagem da categoria “RSBP 11 and Under”, que envolve fotógrafos de até 11 anos de idade Foto: Jamie Smart/ British Wildlife Photography Awards/ Divulgação“Todos no Mar”. Foto: Robin Morrison/ British Wildlife Photography Awards/ Divulgação“Camuflagem do peixe-cachimbo”. Foto: Shannon Moran/ British Wildlife Photography Awards/ Divulgação“Preto e Azul”. Foto: Kirsty Andrews/ British Wildlife Photography Awards/ Divulgação“Qual é o motivo de toda essa agitação?”. Foto: Will Palmer/ British Wildlife Photography Awards/ Divulgação“Através das Bolhas”. Foto: Henley Spires/ British Wildlife Photography Awards/ Divulgação“Tempo e Maré”. Foto: Jeremy Walker/ British Wildlife Photography Awards/ Divulgação“Anêmona de fogo de artifício”. Foto: Dan Bolt/ British Wildlife Photography Awards/ Divulgação“Hiperespaço”. Foto: Grace Bailey/ British Wildlife Photography Awards/ Divulgação“Arco-íris ao amanhecer”. Foto: Martin Stevens/ British Wildlife Photography Awards/ Divulgação“Três sapos em Amplexus”. Foto: Ian Mason/ British Wildlife Photography Awards/ Divulgação
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
A Bering Yachts cresceu. Se antes o estaleiro era reconhecido por seus exploradores“de bolso”, agora mergulha em uma era em que seus superiatesde luxo abrem as portas para ambientes mais espaçosos e privativos – com direito a cinema e até spa particular.
Batizado de B165, o mais novo carro-chefe da empresa turca foi apresentado no Dubai International Boat Show e deve se tornar o maior superiate de luxo da frota, com 162 pés — 17 pés a mais que o antecessor — e boca de 9 metros.
Foto: Bering Yachts/ Reprodução
Em termos de potência, a novidade aposta em dois motoresCaterpillar C32 de 1.300 hp cada, que lhe conferem velocidade de cruzeiro de 12 nós e velocidade máxima de 15 nós.
Por dentro das instalações
A popa do novo superiate de luxo da Bering é um evento à parte para quem busca lazer. O espaço alongado abriga uma grande piscina, rodeada por espreguiçadeiras, e uma plataforma que dá acesso direto à água.
Subindo ao deque do proprietário, o novo superiate de luxo abriga um lounge e mesa de refeições ao ar livre, além da generosa suítemáster com 70 m², que se abre para um spa privativo com uma jacuzzi completa na proa, completando a experiência relaxante dos passageiros.
Na área do flybridge, há um luxuoso lounge, com bar, lareira e uma área de cinema externa equipada com televisão. É neste pedaço do iate em que ficam os aposentos do capitão e o posto de comando. Um andar acima e os passageiros poderão desfrutar de uma maravilhosa vista panorâmica de 360º.
Foto: Bering Yachts/ Reprodução
O convés inferior abriga três suítes de hóspedes e quatro cabines para a tripulação. Já o deque principal deixa qualquer apaixonado por superiates de luxo de queixo caído com seus generosos aposentos, capazes de acomodar confortavelmente até doze convidados na sala de jantar e lounge espaçoso.
Foto: Bering Yachts/ Reprodução
Ainda no convés principal, há duas cabines VIPs e uma sala de cinema, que pode ser transformada em uma 7ª cabine de hóspedes.
O design exterior desse superiate ficou a cargo do escritório suíço Valentin Design, enquanto os interiores e móveis da embarcação foram criados pelo estaleiro turco.
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
O oceanoé repleto de belezas, mas, também, de mistérios. Principalmente em suas profundezas, se escondem criaturas e segredos que prometem seguir impressionando a humanidade, como as piscinas de salmoura, verdadeiras armadilhas mortais para os animais marinhos que nadam por suas proximidades.
Esses lagos subaquáticos hipersalinos e sem oxigênio, apesar de serem mortais à vida marinha, são repletos de vida microbiana, que podem revelar segredos sobre como os oceanos se formaram há milhões de anos e, até mesmo, sobre a possibilidade de vida em outros planetas.
Qualquer animal que se desvie para a salmoura é imediatamente atordoado ou morto– Sam Purkis, professor da Universidade de Miami
Uma dessas piscinas de salmoura foi descoberta em 2022, em uma expediçãono Golfo de Aqaba, no Mar Vermelho, por pesquisadores da Escola Rosenstiel de Ciências Marinhas e Atmosféricas da Universidade de Miami (UM), nos Estados Unidos, em parceria com a iniciativa de exploração oceânica OceanX.
Foto: Sam J. Purkis et.al / Divulgação
“A descoberta veio nos últimos cinco minutos do mergulho do ROV durante as dez horas que poderíamos dedicar a esse projeto”, afirmou Purkis, que é presidente do Departamento de Geociências Marinhas da UM e liderou a pesquisa.
Indo a 1,7 mil metros abaixo da superfície, com um veículo subaquático operado remotamente (ROV), os pesquisadores identificaram no local camadas de rochas de pelo menos 1,2 mil anos, além de moléculas bioativas com possíveis propriedades antibacterianas e anticancerígenas.
De acordo com os exploradores, os lagos salgados são formados pelo acúmulo de soluções hipersalinas nas depressões do fundo do mar, e preservam também informações sobre tsunamis, enchentes e terremotos no Golfo de Aqaba, que ocorreram há milhares de anos. Há ainda na região fraturas oceânicas associadas à tectônica do local.
Como uma “piscina” se forma no fundo do mar
Uma piscina se forma no fundo do mar devido a sua água, muitíssimo salgada. Essa condição faz com que o líquido do lago possua uma densidade muito superior à água ao seu redor, fazendo com que ambas não se misturem.
Conforme as ondas de salmoura batem contra sua “costa”, o movimento leva os minerais para a borda, onde ficam depositados, formando uma espécie de “parede” que circunda a piscina.
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Além do Avator 7.5e, os destaques da marca vão para o V12 600HP Verado, maior motor de popa do mundo, e o V10 400HP Verado, o primeiro motor de popa V10 do mercado. No estande da empresa, também serão exibidos o V8 300HP Verado, V6 200HP SeaPro, e Mercruiser Gasolina 6.2L 350.
Foto: Mercury Marine/ Divulgação
Além dos modelos, a Mercury disponibilizará um totem para mostrar a nova geração de comandos DTS, a pilotagem por joystick e as telas VesselView.
Destaques da Mercury no Rio Boat Show 2024
Avator 7.5e
O primeiro motor elétrico da marca promete velocidadee aceleração similares a um motor de popa de combustão interna de 3.5 hp. Segundo a Mercury, a opção é ideal para barcos pequenos, embarcações de apoio e como potência secundária em veleiros.
Foto: Mercury Marine/ Divulgação
A autonomia média da bateriaé de 6h e pode levar de 3h a 9h para recarregá-la completamente. O 7.5e está disponível nas versões leme e direção remota.
V12 600 HP Verado
Maior motor de popa do mundo, o modelo bate outro recorde segundo a Mercury: possui a maior cilindrada da indústria, de 7,6L.
Foto: Mercury Marine/ Divulgação
De acordo com a empresa, as inovações se dão graças à rabeta direcionável, sistema de montagem simplificado, transmissão automática de duas velocidades, hélices contra-rotantes e economia de combustível.
V10 400HP Verado
Lançado no Rio Boat Show 2023, o modelo voltará à Marina da Glória sustentando o título de primeiro motor de popa V10 do mercado.
Foto: Mercury Marine/ Divulgação
Com controles digitais para uma navegação mais fácil, a opção promete ser 45% mais silenciosa que seus antecessores e oferecer mais potência. Além disso, tem hélices novas, especialmente desenvolvidas para ele.
Vem aí o Rio Boat Show 2024!
Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.
O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2024 Quando: De 28 de abril a 5 de maio; Horário: De segunda a sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h; Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória); Ingressos: site oficial de vendas
Mais informações: rioboatshow.com.br.
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
Um pedaço de fóssilencontrado em uma área de garimpo de Rondônia revelou que tartarugasgigantes podem ter habitado os grandes rios da região Amazônica há cerca de 40 mil anos. Segundo os pesquisadores, os animais possuíam carapaças com cerca de 1,80 metro, tamanho médio de um homem adulto.
A novidade, publicada na revista científica The Royal Society neste mês, indica que esses super cágados podem ter convivido com os primeiros seres humanos a habitar a região — embora essa possibilidade ainda seja objeto de discussão.
Os restos do animal consistem apenas em um pedaço de mandíbula, achado por garimpeiros em uma área do Rio Madeira, na capital Porto Velho. Devido à pequena amostra, cientistas não têm certeza sobre a idade da tartaruga, mas a estimativa usa como base os sedimentos da localização do fóssil.
Foto: Divulgação. As letras (a), (b) e (c) representam, respectivamente, fotografias, contornos e representações 3D da tartaruga gigante, a Peltocephalus maturin. A letra (d) indica a representação 3D da Pe. dumerilianus, para efeitos de comparação. A imagem foi extraída do artigo científico.
Ao que tudo indica, o Peltocephalus maturin — nome científico do animal — foi o último dos cágados gigantes amazônicos e desapareceu no final da Era do Gelo, também chamada de período Pleistoceno.
Está entre as maiores tartarugas de água doce já encontradas. Esta descoberta apresenta a mais recente ocorrência conhecida de tartarugas gigantes de água doce, sugerindo a coexistência com os primeiros habitantes humanos na Amazônia- aponta o estudo.
Indícios observados
Os restos de madeira carbonizada encontrados nas camadas mais baixas do garimpo, estudados pelos pesquisadores, datam de uma época entre 46 mil e 21 mil anos atrás. Porém, a datação feita a partir do osso da tartaruga gigante sugere algo diferente: o animal teria vivido entre 14 mil e 9 mil anos atrás.
Essa segunda faixa vai de encontro à chegada dos ancestrais dos povos indígenas à região amazônica, mas os cientistas suspeitam que o estado de preservação do fóssil e as condições ambientais do entorno estejam “rejuvenescendo” a amostra de forma enganosa.
Pesquisadores também especulam se há uma relação entre o desaparecimento da tartaruga gigante com a chegada do homem à região, já que há registros de que outros cágados de grande porte foram extintos conforme o avanço da ocupação humana. Mas, por ora, não há dados que comprovem a coexistência com os maturin ou a participação deles na alimentação dos povos antigos.
Nome curioso
O tamanho da tartaruga gigante foi estimado com base em sua poderosa mandíbula, que, por si só, mede quase 30 centímetros.
Os detalhes anatômicos do animal permitem sua classificação como membro do gênero Peltocephalus, o mesmo de uma espécie que vive até hoje no Norte do país: a Pe. dumerilianus – ou tartaruga-de-cabeça-grande-do-amazonas -, com a qual a maturin foi comparada.
Já a segunda parte do nome desse animal recém-descoberto contou com a criatividade dos cientistas que o estudaram. “Maturin” refere-se à tartaruga gigante que vomitou o universo nas histórias de Stephen King. O autor conhecido por seus thrillers, por sua vez, se inspirou no personagem Stephen Maturin, um médico e naturalista que conhece tartarugas gigantes nos romances de Patrick O’Brian.
Em tempos mais remotos, tartarugas ainda maiores ocuparam a Terra, como a Stupendemys geographica, cuja carapaça se aproximava dos três metros de comprimento. Ela desapareceu por volta de 5 milhões de anos atrás.
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
Os motoressão tão importantes quanto os barcosnos eventos Boat Show, até porque, sem eles — a menos que se tenha um modelo a vela — embarcação nenhuma sai do lugar. Por isso, o Rio Boat Show 2024 traz as melhores marcas do setor para apresentarem seus equipamentosdurante o salão e, entre elas, está a Yanmar, já com mais de 110 anos de tradição no setor.
Para o Boat Show do Rio, a marca escolheu apresentar o 3JH40, menor motor common-rail do mundo, além de outras quatro opções, sendo elas: o 8LV370 (V8 a diesel), ZT370 (rabeta), 3YM30 (para veleiro), e o SD25 (rabeta). Todos os modelos poderão ser vistas de perto de 28 de abril a 5 de maio, na Marina da Glória.
5 modelos da Yanmar que estarão no Rio Boat Show
Motor Marítimo 3JH40
Considerado o menor motor common-rail (sistema de injeção de diesel de alta pressão que trabalha com um único tubo de distribuição) do mundo, o 3JH40 é um modelo a diesel de 3 cilindros, com 40 hp de potência. De acordo com a marca, através da tecnologia, o equipamento oferece consumo mínimo de combustívele níveis de ruído e emissão baixos, para uma operação praticamente livre de fumaça e odor.
Foto: Leo Velky / Divulgação
Motor 8LV370
O motor 8LV370 é um V8 movido a diesel, que consegue aliar muita potência (370 hp) a um baixo nível de ruído. Além disso, o modelo tem a economia de combustível como uma grande aliada. Graças aos seus atributos, esse motor Yanmar foi o escolhido para equipar o catamarã que atravessou o Atlântico na série de NÁUTICA “Uma Aventura no Atlântico”.
Foto: Leo Velky / Divulgação
Rabeta ZT370
De acordo com a Yanmar, o ZT370 traz atualizações hidráulicas que proporcionam mudanças responsivas e suaves. O modelo é compatível com os motores das séries Yanmar 4LV e 8LV, e pode ser controlado com o sistema Yanmar VC10 ou via joystick, com o sistema de controle JC10 da marca.
Foto: Leo Velky / Divulgação
Motor para Veleiro 3YM30
Um dos destaques da marca, o motor 3YM30 é ideal para aplicação em veleiros. Movido a diesel, o modelo possui 29 hp de potência e três cilindros, e se destaca pelo baixo nível de ruído. O equipamento pode ser utilizado com a rabeta SD25, projetada e desenvolvida pela Yanmar.
Foto: Leo Velky / Divulgação
Rabeta SD25
Personalizado para combinar com o 1GM10, 2YM15, 3YM20 e 3YM30AE, o motor SD25 é um modelo compacto, de alta resistência e que proporciona suavidade nos engates.
Foto: Leo Velky / Divulgação
Vem aí o Rio Boat Show 2024!
Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.
O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2024 Quando: De 28 de abril a 5 de maio; Horário: De segunda a sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h; Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória); Ingressos: site oficial de vendas
Mais informações: rioboatshow.com.br.
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
Em 2024, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição. Para comemorar esse momento histórico, a equipe de NÁUTICA vai revisitar o passado novamente para mais uma edição da série Memória Náutica. Hoje é dia de relembrar o Rio Boat Show 2007, marcado como a icônica 10ª edição do salão náutico mais charmoso da América Latina.
Desde 1998, quando o primeiro Boat Show atracou nas águasda Marina da Glória, o salão deixou claro que tinha vindo para ficar. A cada nova edição, a feira se sagrava cada vez mais como um verdadeiro polo do lifestyle náutico no país, reunindo embarcaçõesna água, testes drive, equipamentos e tudo o de mais novo do mercadoem um cenário de tirar o fôlego.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Sobre as águas da Baía de Guanabara, recebendo a brisa do mare sob os braços do Cristo Redentor, o Rio Boat Show 2007 abriu as portas aos seus visitantes entre os dias 13 e 22 de abril, e apresentou a eles mais de 200 embarcações, além de uma série de atrações especiais.
Foram 10 dias de salão, no mais náutico cartão-postal do Rio– dizia a edição 225 da Revista Náutica
O que acontecia no mundo em 2007
No ano em que o Papa Bento 16 visitou o Brasile a Applelançou o primeiro iPhone, a cidade do Rio recebia a 15ª edição dos jogos Pan-Americanos, evento marcado pelo desempenho histórico dos atletas brasileiros, que somaram 157 medalhas (52 ouros, 40 pratas e 65 bronzes).
Ainda nos esportes, 2007 foi o ano em que o Brasil descobriu que sediaria a Copa do Mundo de 2014 — um evento canônico na vida dos brasileiros. No mesmo ano, em Lisboa, Portugal, o Cristo Redentor era eleito uma das novas sete maravilhas do mundomoderno.
Enquanto a Chinacelebrava o lançamento de seu primeiro trem-bala, a Estação Cantagalo do metrô do Rio de Janeiro era aberta ao público, após 20 anos de espera.
As atrações do Rio Boat Show 2007
Como disse a edição 225 da Revista Náutica na época, “além de uma oportunidade de ótimos negócios, o salão é uma gostosa opção de lazer”. E, bom, naquele ano, o Boat Show do Rio deixou isso em total evidência.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Para se ter uma ideia, até um aviãoanfíbio aterrissou sobre as águas da Baía de Guanabara, em uma ação da TAM. O modelo, um turboélice Cessna Caravan 208, ficou exposto na feira entre os barcos e à venda aos visitantes do salão.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Outra atração que atraiu olhares foi um barco de papel, grande o suficiente para levar uma pessoa a bordo. A “embarcação” foi construída por Roberto Vaz no próprio salão, usando materiais como papelão dobrado e fita crepe.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Ainda naquele ano, durante os dias da feira, as águas da Enseada de Botafogo receberam a primeira etapa da Stock Boat, evento que marcou a volta oficial das corridas de motonáutica ao Brasil. A atração, que agitou — literalmente — as águas, teve Paulo Renha, da Real Powerboats, como campeão.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Os destaques do salão
Além da comodidade de comprar um barco e ter um imenso leque de opções para equipá-lo ali mesmo, no salão, os visitantes — como de praxe no Boat Show do Rio — puderam testar os barcos na prática, em um ambiente que torna difícil navegare, depois, dizer “não” ao barco.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Aliás, falando na dificuldade em dizer “não”, o Boat Show de 2007 recebeu a lanchamais vendida do Brasil — e do mundo — à época. Tratava-se de uma Bayliner 330, modelo de 30 pés do estaleiro americano Bayliner, com costado alto.
Bayliner 330. Foto: Arquivo Revista Náutica
Outro modelo que chamou a atenção dos visitantes foi a Logic Flex 27, do estaleiro baiano Logic. A lancha trazia duas propostas em um único barco: o conceito das lanchas cabinadas mas, ao mesmo tempo, com a proaaberta — ideia do projetista Carlos Palmeira.
Logic Flex 27. Foto: Arquivo Revista Náutica
Os estaleiros já consagrados à época não deixaram de apresentar novidades na 10ª edição do salão. Naquele ano, a Schaefer Yachts expôs sua Phantom 500, a Spirit Ferretti levou a recém-lançada Spirit 460 Platinum e a Intermarine, por sua vez, apresentou a Intermarine 480 Full.
Phantom 500. Foto: Arquivo Revista NáuticaSpirit 460 Platinum. Foto: Arquivo Revista NáuticaIntermarine 480 Full. Foto: Arquivo Revista Náutica
Com tantos modelos de qualidade à disposição do público do salão, a Ferretti decidiu inovar e, os clientes que adquiriram a novidade do estaleiro, levaram para casa, de brinde, um scooter aquático amarelo.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Para os amantes dos veleiros, o salão apresentou o Wind 43, da Wind Náutica. O modelo dispunha de 3 camarotes de casal, 2 banheiros, sala e cozinha — totalmente completo. Na ondados catamarãs — sempre presentes no salão –, quem fez sucesso foi o Enterprise, projetado por Carlos Palmeira, construído pela Logic e finalizado pela Hydrocat. A embarcação tinha como destaque uma banheira de hidromassagem que mudava de cor.
Foto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista Náutica
Nos jets, modelos da Yamahae da Sea-Doo fizeram brilhar os olhos de quem foi ao salão buscando um pouco mais de adrenalina. Enquanto a embarcação da Yamaha chegava como um dos melhores jets da época, o modelo Sea-Doo chamava atenção por estar equipado com um motorde 155 hp.
Foto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista Náutica
Nos motores, já em 2007, as iniciativas voltadas à sustentabilidadecomeçavam a aparecer. Foi o caso da Volvo Penta, que apresentou no salão sua “linha verde”, com modelos de popa de dois e quatro tempos com injeção direta de combustível, que prometiam consumir e poluir menos — além de serem mais silenciosos.
Foto: Arquivo Revista Náutica
Confira mais fotos da edição de 2007 do Rio Boat Show
Foto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista NáuticaFoto: Arquivo Revista Náutica
Vem aí o Rio Boat Show 2024!
Evento náutico mais charmoso do Brasil, o Rio Boat Show chega a sua 25ª edição recheado do que de melhor esse lifestyle pode oferecer. As águas da Baía de Guanabara, na Marina da Glória, recebem o evento entre os dias 28 de abril e 5 de maio. Por lá, o grande público poderá ver de perto os principais lançamentos e destaques do mercado náutico com barcos na água e test-drive de embarcações.
O repertório é grande: lanchas, veleiros, iates, jets, motores, equipamentos, acessórios, decoração e serviços náuticos estarão reunidos em um só lugar, ao lado de especialistas do setor, preparados para auxiliar todos os visitantes. Além disso, o Rio Boat Show exibe destinos náuticos, artigos de luxo e quadriciclos.
O público da 25ª edição do evento terá ainda atrações diversas, como palestras, desfile de moda e o tradicional Desfile de Barcos — em que os modelos de destaque do evento navegam pela Baía de Guanabara, junto com um show de luzes, música e até mestre de cerimônia.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2024 Quando: De 28 de abril a 5 de maio; Horário: De segunda a sexta-feira, das 15h às 22h | sábado e domingo, das 13h às 22h; Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória); Ingressos: site oficial de vendas
Mais informações: rioboatshow.com.br.
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
Não é de hoje que a vida marinha sofre consequências catastróficas decorrentes do aquecimento excessivo do mar. Mas, neste ano, o mundo está prestes a vivenciar o quarto evento de branqueamento em massa de corais, capaz de exterminar grandes áreas de recifes tropicais.
O alerta foi dado pela NOAA, agência de administração atmosférica e oceânica dos Estados Unidos. O Hemisfério Sul deve ser um dos principais afetados pelo fenômeno ainda neste ano.
Foto: Instituto Australiano de Ciências Marinhas/ Reprodução
“Estamos literalmente à beira do pior evento de branqueamento da história do planeta”, ressaltou o ecologista Derek Manzello, coordenador do programa de observação de corais do NOAA.
Consequências do branqueamento de corais
O evento ocorre quando os corais expulsam as algas coloridas que vivem em seus tecidos por conta do estresse térmico provocado pelo aumento da temperatura do mar. Sem elas, os organismos ficam pálidos e perdem as cores vibrantes que os caracterizam.
Mas a aparência está longe de ser o maior problema. A ausência das algas faz com que os corais fiquem vulneráveis a doenças e à fome, já que grande parte da energia deles vem fotossíntese das algas.
O branqueamento de corais ainda impacta o ecossistema oceânico como um todo, já que os organismos servem como grandes refúgios para peixes e outros animais. A pesca e o turismo, que dependem de recifes coloridos para atrair mergulhadores, também podem sentir fortes impactos negativos.
Previsão preocupante
A última vez em que o mundo vivenciou um branqueamento de corais em massa e de forma global foi de 2014 a 2017. Na época, a Grande Barreira de Corais da Austrália perdeu quase um terço de seus corais.
Grande Barreira de Corais da Austrália. Foto: PxHere/ Reprodução
Pesquisas preliminares ainda indicam que cerca de 15% dos recifes do planeta tiveram taxas altas de mortalidade – mas neste ano, tudo indica que a situação deve ser ainda pior.
De acordo com os especialistas, o branqueamento de corais está frequentemente ligado ao fenômeno El Niño, caracterizado pelo aquecimento do oceano Pacífico perto da linha do Equador.
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
O sumiço de Kate Middleton das atividades da família real britânica entre janeiro e março fez com que os nomes dela e do príncipe William não saíssem da boca dos internautas mais curiosos. E, assim como foi com o paradeiro da princesa de Gales por um tempo, muita gente não sabe da paixão que ela tem pelo mundo náutico. A futura rainha da Inglaterra, que anunciou nesta sexta-feira (22) estar tratando um câncer, é, desde jovem, uma marinheira habilidosa.
Kate Middleton chegou a remar com a tripulação de um barcodo Round The World Challenge (desafio ao redor do mundo, na tradução livre para o português) durante o ano sabático entre o ensino médio e a faculdade. Além disso, ela não desperdiçou as oportunidades que teve para mostrar suas habilidades à frente das embarcações.
Foto: Royal.Uk/ Divulgação
Em 2022, Kate embarcou em um dos veleiros da equipe do Reino Unido durante a etapa de Plymouth (na Inglaterra) da SailGP, competição cheia de adrenalina em que veleiros com hidrofólio parecem voar sobre as águas.
Outro momento em que Kate mostrou suas habilidades com barcos aconteceu em 2014, quando a futura rainha da Inglaterravenceu seu marido em uma competição de navegação na Nova Zelândia, durante uma visita da realeza ao país. Assim como a amada, o coração do príncipe William também foi conquistado pelas atividades marítimas.
William versus Kate Middleton
Ao longo dos anos, o casal William e Kate se enfrentou em várias disputas realizadas em eventos oficiais da Coroa, inclusive de categorias diferentes, como dragon boat — barcos em forma de dragão, originários da China. Nessa competição de 2011, durante viagem ao Canadá, foi a vez de William conquistar o primeiro lugar.
— The Prince and Princess of Wales (@KensingtonRoyal) July 20, 2017
Nessa mesma visita, a dupla foi ao Museu Marítimo, onde conheceu uma réplica gigante do navio britânico Queen Mary II, feita inteiramente de Lego.
Foto: Twitter @KensingtonRoyal/ Reprodução
Em 2019, Kate Middleton e William ganharam os holofotes ao serem os anfitriões da regatainaugural da The King’s Cup (A Taça do Rei), criada para arrecadar fundos para as obras sociais que dirigem.
Os dois competiram entre si como capitães de barcos a vela, junto com outras seis embarcações. A equipe da princesa ficou em último lugar, enquanto a de William terminou em terceiro.
Foto: Twitter @KensingtonRoyal/ Reprodução
Impacto social
A paixão de Kate Middleton pela navegação não ficou somente no campo dos hobbies. A princesa também é madrinha do projeto 1851 Trust, fundado pelo famoso velejador britânico Ben Ainslie, cujo objetivo é inspirar, conscientizar e educar as novas gerações por meio da vela e da indústria marítima.
Ao comparecer a eventos que prestigiam a iniciativa, a princesa participou de competições de barcos e deu sua opinião sobre o impacto que as atividades esportivas têm sobre os jovens.
Fui muito feliz de ter velejado desde nova e acho que é um ótima forma de proporcionar aos jovens oportunidades de desenvolver suas habilidades e confiança- disse à imprensa local, em 2018.
Ao que tudo indica, o interesse pelo universo náutico não morrerá com William e Kate Middleton. Alguns anos atrás, os três filhos do casal foram vistos tendo aulas de vela com a mãe e, de acordo com os tabloides britânicos, aproveitaram ao máximo o passeio.
Embarcações encomendadas para as Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo prometem resistência, durabilidade e tecnologias integradas
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